Capítulo 172 da última semana da novela Vale Tudo de quinta, 16 de outubro A alegria toma conta da narrativa com o nascimento dos gêmeos de Solange e Afonso, trazendo esperança e renovação para toda a família. Enquanto isso, Consuelo e Marieta investigam relatórios de fraudes na TCA, revelando detalhes que podem abalar o império empresarial. Raquel, emocionada, compartilha fotos do neto Salvadorzinho com Poliana, reforçando os laços de ternura e união. Freitas circula entre reuniões, mas é flagrado sozinho em um táxi, despertando suspeitas sobre suas intenções. Fátima enfrenta questionamentos de Olavo, enquanto policiais aparecem no apartamento de Marco Aurélio, ampliando a tensão e o suspense da trama.
Capítulo 173 – sexta, 17 de outubro O drama atinge seu ponto máximo com a prisão de Marco Aurélio, que recebe visitas de Tiago e de seu advogado, refletindo sobre suas escolhas e as consequências de seus atos. Em paralelo, Raquel encontra momentos de tranquilidade no Paladar, acompanhada por Bartolomeu e Poliana, enquanto Fátima organiza seus pertences no muquifo e enfrenta seus próprios medos. Afonso e Solange celebram a vida na praia com os filhos, encerrando um ciclo de luta com amor e união. Freitas aparece em um bangalô paradisíaco, insinuando rumos inesperados e misteriosos para seu destino.
Capítulo 174 da última semana da novela Vale Tudo de sábado, 18 de outubro O episódio apresenta uma reprise do último capítulo, permitindo aos espectadores relembrar os momentos mais intensos e emocionantes da semana, reforçando os dramas, conquistas e revelações que marcaram a trama.
No Sabadou com Virginia deste sábado, 14 de junho de 2025, prepare-se para um programa repleto de música, histórias emocionantes, humor e muitas surpresas. Recebendo grandes nomes do entretenimento como Pedro Sampaio, Eri Johnson e Ju Knust, a apresentadora Virginia Fonseca promete agitar a noite com sua energia contagiante — e, pela primeira vez, entra no estúdio acompanhada dos três filhos: Maria Alice, Maria Flor e o caçula José Leonardo, em um momento especial e familiar que promete encantar o público.
Durante o programa, os convidados se divertem nos quadros “Bobeou, Chocou” e “Se Beber, Não Fale”, onde o improviso e o bom humor ditam o ritmo. Entre risadas e brincadeiras, também há espaço para conversas íntimas e revelações surpreendentes.
Pedro Sampaio celebra nova fase internacional
O DJ e cantor Pedro Sampaio compartilha os bastidores de sua mais recente parceria com ninguém menos que o astro colombiano J Balvin, com quem lançou a música Perversa.
“Sou muito fã do J Balvin. Ele é um dos maiores artistas latinos da atualidade e tem uma presença muito forte no Brasil. Quando criei Perversa, sabia que queria algo que fosse do Brasil para o mundo. Fiz questão de que ele cantasse o refrão em português — e mesmo com o sotaque, ele topou na hora. Foi incrível!”, revela Pedro, empolgado com o alcance do projeto.
Ao relembrar sua trajetória, o artista detalha como decidiu assumir os vocais de suas faixas autorais: “Comecei como DJ e achava que meu trabalho era produzir e tocar. Mas quando ninguém queria cantar as músicas que eu compunha, pensei: ‘Por que não eu?’. E assim nasceu essa minha versão cantor, que hoje é uma das minhas maiores paixões.”
Ele ainda destaca seu envolvimento direto em todas as etapas da carreira: “Eu boto a mão na massa em tudo: show, repertório, cenário… Sou muito trabalhador e acho que o público percebe isso. A conexão é mais verdadeira quando o artista está presente em cada detalhe.”
Eri Johnson e Ju Knust revivem sucesso do teatro
Na conversa com Virginia, Eri Johnson e Ju Knust falam sobre o sucesso da comédia Aluga-se um Namorado, em cartaz no Teatro Multiplan, em São Paulo. A peça é uma remontagem do clássico que Eri estrelou há duas décadas e continua conquistando plateias.
“É uma das comédias mais respeitosas em cartaz hoje. A trama gira em torno de uma jovem judia que decide alugar um namorado que finja ser judeu para agradar os pais. O que ela não sabe é que ele não é judeu, e isso desencadeia uma confusão hilária — mas cheia de respeito e empatia”, explica Eri.
Ju Knust, celebrando uma nova fase na carreira, se mostra entusiasmada com o convite para integrar o elenco: “O Eri teve essa ideia de remontar a peça, que foi um sucesso absoluto, e me chamou. Estou muito feliz, porque além do humor, é uma peça com mensagem e sensibilidade.”
Ela também compartilha uma curiosidade sobre sua recente mudança no nome artístico: “Consultei uma numeróloga e ela disse que o nome Juliana estava ótimo, mas que se eu usasse Ju, a energia poderia fluir ainda melhor. E, desde que mudei, realmente senti uma diferença positiva. Estou em uma fase muito boa.”
Amizade com Roberto Carlos
No encerramento do bate-papo, Eri ainda emociona ao falar sobre sua amizade com Roberto Carlos, a quem reverencia não apenas como ídolo da música, mas como ser humano.
“Tenho um carinho imenso pelo Roberto. Ele é uma pessoa incrível, generosa. Há mais de uma década que a gente navega junto, literalmente e figurativamente. Ele é um mestre, em todos os sentidos.”
Com emoção, leveza e muitos momentos marcantes, o Sabadou com Virginia promete ser uma edição imperdível — reunindo talento, amizade e histórias que tocam o coração.
O Cine Aventura deste sábado, 21 de fevereiro de 2026, aposta em uma animação que conquistou públicos de todas as idades ao redor do mundo. A Record TV exibe Kung Fu Panda 3, terceiro capítulo da franquia da DreamWorks Animation que transformou um panda desajeitado em símbolo de coragem, identidade e autoconhecimento.
Lançado originalmente em 2016, o longa dá continuidade à jornada de Po, novamente dublado por Jack Black na versão original. Ao seu lado, retornam nomes como Dustin Hoffman, Angelina Jolie, Seth Rogen, Lucy Liu e Jackie Chan, além da chegada de reforços como Bryan Cranston e J.K. Simmons. A mistura de vozes experientes ajuda a dar ainda mais personalidade aos personagens que o público já aprendeu a amar.
Desta vez, a história amplia o universo da franquia ao mergulhar no passado de Po. O herói finalmente reencontra seu pai biológico, Li Shan, e descobre que existe uma vila secreta de pandas escondida nas montanhas. O reencontro é tratado com humor, mas também com delicadeza. Há ali uma camada emocional que fala sobre pertencimento e sobre o que significa, de fato, saber de onde viemos.
Enquanto Po tenta equilibrar a convivência com o pai adotivo, Sr. Ping, e o recém-descoberto pai biológico, surge uma ameaça capaz de abalar todo o Reino Mortal. O General Kai, um antigo guerreiro que retorna do Reino Espiritual, começa a roubar o chi dos mestres de kung fu e a transformá-los em guerreiros de jade. A presença do vilão traz um tom mais épico à narrativa, sem abandonar o humor característico da série.
O filme também coloca Po diante de um desafio inesperado: assumir o posto de mestre. Quando Shifu decide se aposentar do ensino, é o panda quem precisa treinar os Cinco Furiosos. O problema é que ensinar não é tão simples quanto lutar. As tentativas frustradas revelam inseguranças e deixam claro que Po ainda precisa compreender melhor sua própria essência antes de guiar os outros.
É justamente nesse ponto que “Kung Fu Panda 3” se destaca. Mais do que cenas de ação coreografadas com capricho, o longa investe na ideia de que cada indivíduo tem algo único a oferecer. Ao decidir treinar os pandas da vila para enfrentar Kai, Po percebe que não faz sentido transformá-los em cópias de guerreiros tradicionais. Em vez disso, ele valoriza as habilidades naturais de cada um, transformando características simples em estratégias de combate. A mensagem é direta, mas funciona: ser diferente não é fraqueza, é força.
Visualmente, a animação mantém o padrão elevado da DreamWorks, com cenários vibrantes e sequências de ação que misturam leveza e impacto. O confronto final, ambientado entre o Reino Mortal e o Reino Espiritual, é ao mesmo tempo grandioso e emocional. Há espaço para sacrifício, redenção e, claro, para o humor que sempre acompanha Po, mesmo nos momentos mais tensos.
O sucesso do filme não ficou restrito à recepção do público. Com orçamento estimado em US$ 145 milhões, a produção arrecadou cerca de US$ 521 milhões mundialmente, consolidando a força da franquia. A crítica elogiou especialmente a qualidade da animação e o equilíbrio entre aventura e desenvolvimento emocional dos personagens.
Já imaginou se fosse possível revisitar momentos do passado e, de quebra, mudar o rumo do seu futuro? É exatamente essa a proposta de A Grande Viagem da Sua Vida, novo filme estrelado por Margot Robbie (O Lobo de Wall Street, Barbie, Esquadrão Suicida e Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa) e Colin Farrell (Pinguim, Os Banshees de Inisherin, The Batman e Minority Report – A Nova Lei). A produção, que encantou o público nos cinemas, agora está disponível nas principais plataformas digitais — como Apple TV, Prime Video, Claro TV+, Google Play, Microsoft Films & TV (Xbox) e Vivo Play — com preços a partir de R$ 29,90 para compra ou aluguel.
A produção também traz um elenco de peso, com Kevin Kline (Um Peixe Chamado Wanda, Um Amigo Extraordinário), Phoebe Waller-Bridge (Fleabag, Indiana Jones e a Relíquia do Destino), Lily Rabe (American Horror Story, Love & Death), Jodie Turner-Smith (Queen & Slim, The Acolyte), Billy Magnussen (007 – Sem Tempo para Morrer, Into the Woods), Sarah Gadon (Alias Grace, Cosmópolis), Brandon Perea (Nope, The OA), Chloe East (Os Fabelmans, Kevin (Probably) Saves the World) e Hamish Linklater (Missão de Sobrevivência, Missa da Meia-Noite).
Dirigido pelo sul-coreano Kogonada (After Yang e Hands of Bresson), o longa mistura romance, fantasia e autodescoberta de um jeito delicado e surpreendente. A história gira em torno de Sarah (Robbie) e David (Farrell), dois desconhecidos que se conhecem no casamento de um amigo. O que deveria ser só uma noite comum se transforma em uma jornada inesperada através de portas misteriosas, que os levam a reviver lembranças importantes — e, quem sabe, consertar erros do passado. As informações são do AdoroCinema.
Tudo começa quando David aluga um carro um tanto quanto… peculiar. O veículo vem equipado com um GPS falante e nada convencional, que o convence a embarcar em uma “grande, ousada e linda jornada”. No caminho, ele reencontra Sarah, e os dois acabam viajando juntos sem saber que essa aventura mudará suas vidas para sempre.
As paradas que o casal faz são verdadeiros mergulhos emocionais: um farol no Canadá que desperta memórias esquecidas, um museu de arte que carrega lembranças da mãe de Sarah, e até uma escola onde David revive um momento marcante da adolescência. Cada porta que eles atravessam revela uma parte do que ficou inacabado — amores perdidos, arrependimentos e dores que ainda pedem cura.
Mais do que uma simples viagem física, o filme é uma metáfora sobre o tempo e o poder das segundas chances. Sarah, cética em relação ao amor, vai se abrindo pouco a pouco à vulnerabilidade. Já David, sonhador e romântico, precisa encarar os fantasmas de um passado que o impede de seguir em frente.
Com distribuição da Sony Pictures, o longa-metragem americano estreou oficialmente no Brasil e em Portugal em 18 de setembro de 2025, e agora chega às plataformas digitais para quem quer se emocionar em casa.
O calendário do rock no Rio de Janeiro acaba de ganhar um novo evento. A partir desta sexta-feira (3), estreia aTeto Preto, festa criada para abrir espaço para bandas independentes e colocar artistas autorais no centro da programação. A ideia é simples: a cada edição, duas bandas dividem o palco em uma noite voltada para quem gosta de descobrir novos sons fora do circuito comercial.
A primeira edição acontece no Empório Encantado, na Zona Norte, reunindo as bandas Hollywood Original e Coyote Valvulado. A organização já confirmou que a festa não ficará restrita à estreia e passará a fazer parte do calendário da cidade, sempre ocupando diferentes espaços ligados à cena alternativa.
Quem abre a programação é a Hollywood Original, trio formado por Gaixpar, Pablo Duran e Ramon Cilírio. O grupo mistura referências do pop dos anos 1960 com o rock alternativo dos anos 1990, resultado que aparece nas composições próprias e nos shows.
Depois é a vez da Coyote Valvulado. Na ativa desde 2001, a banda liderada por Oswaldo Coyote construiu seu nome no circuito independente com um repertório que mistura blues e rock e já passou por festivais e casas de shows em diferentes estados.
O local escolhido para abrir o projeto também faz sentido dentro da proposta. O Empório Encantado já se tornou um ponto de encontro para artistas da cena autoral carioca, recebendo shows, encontros culturais e eventos voltados à música independente.
A segunda edição da Teto Preto já tem data marcada. Será no dia 31 de julho, no Stigmata Studio, no Arco do Teles, região central do Rio, mantendo o formato de duas bandas por noite.
A festa é organizada pela SAS Produções, produtora criada em 2019 por Simone Sas. Nos últimos anos, a empresa participou da realização de festivais como 100 Bandas Rua Ceará, Akasha Rock Fest e Parayba Rock Fest, todos voltados ao fortalecimento da cena independente.
Um motel falido, dois desconhecidos endividados e uma ideia completamente fora da curva. É desse encontro improvável que nasce Muito Prazer, nova comédia de Jorge Furtado, que acaba de concluir suas filmagens em Porto Alegre. Com previsão de estreia nos cinemas em 2026, o filme marca o retorno do diretor ao humor afiado e socialmente consciente que o consagrou em obras como Saneamento Básico, o Filme.
Produzido pela Casa de Cinema de Porto Alegre, em coprodução com a Globo Filmes e distribuição da Elo Studios, Muito Prazer aposta no riso como instrumento de afeto, crítica e transformação — um lembrete de que, mesmo em tempos difíceis, ainda há espaço para o absurdo, a ternura e as segundas chances.
Uma herança, um motel e uma chance de recomeçar
Na trama, Rubem (Daniel de Oliveira) herda inesperadamente um antigo motel do tio, acreditando que o local esteja desativado. Ao chegar, se depara com Grace (Luisa Arraes), ex-funcionária que, sem ter para onde ir, nunca abandonou o lugar. Os dois, atolados em dívidas e cicatrizes do passado, decidem reabrir o Motel Pérola. Mas, para isso, recorrem à ajuda de Nalva (Samantha Jones), e juntos bolam um plano ousado para reinventar o negócio — e suas próprias vidas.
O elenco ainda reúne nomes de peso como Drica Moraes (Pérola), Felipe Velozo, Nicolas Vargas e participações especiais, compondo um mosaico afetivo, diverso e vibrante.
Uma comédia que nasce do coletivo
“Foi um processo muito rico, como sempre. A gente parte de um roteiro, ensaia bastante, mas quando chega na filmagem, muitas ideias novas surgem. Os atores trazem cenas, falas, pequenos gestos — e muitas piadas nascem ali, no calor do set”, conta Jorge Furtado, que comandou as filmagens entre estúdio e motéis reais da capital gaúcha durante os meses de junho e julho.
Segundo a produtora Nora Goulart, o humor segue sendo essencial em tempos tão acelerados e, por vezes, desumanos:
“A comédia nos permite respirar, criar empatia, rir de nós mesmos. Precisamos disso. Em meio à avalanche da inteligência artificial, é bom lembrar que só o humano sabe fazer uma boa piada — daquelas que nascem da falha, do constrangimento, da tentativa de acertar.”
Riso como refúgio
Muito Prazer é, ao mesmo tempo, uma história sobre recomeços e um retrato divertido das tentativas humanas de se reconectar com a própria alegria. Num cenário improvável — um motel decadente —, o filme costura encontros entre afetos mal resolvidos, dívidas emocionais e a vontade quase ingênua de começar de novo.
Com estreia marcada para 2026, o novo longa de Jorge Furtado chega como um convite a rir das crises, amar com leveza e acolher os tropeços que fazem parte da jornada.
Resumo da novela Amar a Morte de segunda-feira, 03/07/2023. A exibição está prevista para acontecer às 17h, no canal Viva.
Segundo informa o resumo de Bambolê de 03 de julho de 2023, Lucía, em um momento de sinceridade, revela a Silvina que está apaixonada por Jacobo, mesmo que sua intenção seja fazer de tudo para enviá-lo para a prisão. Ela admite que seus sentimentos estão em conflito com seu desejo de vingança e justiça, mas está determinada a seguir adiante com seu plano de destruir Jacobo, independentemente de suas emoções. Enquanto isso, Jacobo e Bárbara unem forças em sua busca pela verdade e decidem desenterrar o caixão de León, o que pode trazer revelações surpreendentes. Com cautela e uma mistura de expectativa e apreensão, eles abrem o caixão apenas para descobrir que está vazio. Essa descoberta abala os dois, pois levanta uma série de questionamentos sobre o desaparecimento de León e o que realmente aconteceu com ele.
Ainda em Amar a Morte, a trama se aprofunda ainda mais em mistérios e segredos. Lucía está disposta a levar sua vingança adiante, mesmo que seu coração esteja dividido. Jacobo e Bárbara, por outro lado, enfrentam o desafio de desvendar o enigma do caixão vazio, o que os levará a investigar mais profundamente os acontecimentos obscuros do passado. Enquanto os personagens lidam com suas motivações e descobertas, a trama ganha camadas adicionais de suspense e intriga. O destino de Lucía, Jacobo, Bárbara e a verdade sobre o desaparecimento de León estão interligados, e a narrativa promete desvendar os segredos ocultos e revelar as conexões surpreendentes que os unem.
O resumo da novela Amar a Morte é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.
As primeiras imagens oficiais do aguardado live-action de The Legend of Zelda finalmente foram reveladas — e, pela primeira vez desde o anúncio do projeto, o público consegue visualizar com clareza a direção artística escolhida para a adaptação. Até então, o debate era guiado por rumores, vídeos amadores de bastidores e muita especulação. Agora, com conteúdo autorizado e cuidadosamente produzido, o filme deixa o campo da suposição e passa a ocupar um espaço concreto no imaginário do público. As informações são do Caderno POP.
O momento da divulgação não é acidental. Ela chega logo após a confirmação do início das filmagens, marcando um ponto de virada na estratégia de marketing da Nintendo e da Sony. A liberação das imagens funciona como um gesto de confiança: mostra que as equipes estão seguras do que estão construindo e que desejam convidar os fãs a acompanhar o processo desde cedo — mas sem revelar mais do que o necessário.
Um elenco jovem diante de uma das histórias mais emblemáticas dos games
Marcado para estrear em 7 de maio de 2027, o longa apresenta Benjamin Evan Ainsworth como Link. O ator, que vem se destacando por performances sensíveis em personagens complexos, assume aqui talvez o papel mais desafiador de sua carreira. Link é, simultaneamente, um símbolo da bravura e um herói silencioso — características que exigem expressividade corporal e emocional mesmo com pouquíssimas falas.
Ao lado dele, Bo Bragason interpreta a Princesa Zelda, uma decisão de casting celebrada por muitos fãs. A personagem, frequentemente responsável pela carga mítica, política e espiritual das narrativas da franquia, parece assumir um papel de protagonismo amadurecido nas imagens iniciais. A postura firme, a expressão determinada e um figurino que combina elementos clássicos a tecidos mais contemporâneos sugerem uma abordagem que respeita a essência dos jogos, mas procura expandi-la para o cinema.
A química entre os intérpretes é um dos pontos mais aguardados, já que Zelda não é apenas uma história de aventura: é também uma narrativa sobre alianças, confiança e sacrifícios compartilhados.
A direção de Wes Ball e o desafio de uma mitologia que atravessa gerações
A responsabilidade criativa está nas mãos de Wes Ball, diretor conhecido por construir mundos com ambição visual e profundidade atmosférica. Sua experiência em Maze Runner e, sobretudo, em Planeta dos Macacos: O Reinado reforça sua habilidade em equilibrar tecnologia, emoção e grandiosidade.
Em Zelda, o desafio é ainda maior. Hyrule não é um reino qualquer: é um universo com múltiplas eras, lendas, civilizações e símbolos que definem a própria identidade da franquia desde 1986. Transportar esse ecossistema para o cinema exige não apenas técnica, mas compreensão cultural.
As primeiras imagens reveladas mostram que o projeto parece estar trilhando um caminho coerente. A paleta de cores, as texturas dos figurinos e o uso de iluminação natural evocam a sensação de desbravamento presente em Breath of the Wild e Tears of the Kingdom. As orelhas pontudas dos Hylians, o traje de Link e o ambiente aberto — amplos campos, nuvens altas, grama realista — apontam para uma adaptação que não tem vergonha de ser fiel ao que os fãs conhecem.
O silêncio sobre a trama é parte da estratégia
Apesar de a produção ter se tornado mais transparente com a divulgação das imagens, o enredo continua sendo o aspecto mais bem guardado do filme. A franquia The Legend of Zelda possui dezenas de jogos, múltiplas linhas do tempo e interpretações variadas sobre a origem e a evolução dos personagens. Qual caminho o longa vai seguir permanece um mistério — e isso tem sido uma vantagem estratégica.
A herança de uma franquia monumental
The Legend of Zelda é uma das séries mais influentes da história dos videogames. Títulos como Ocarina of Time redefiniram padrões de jogabilidade e narrativa na década de 1990, enquanto Breath of the Wild revolucionou a forma como os jogadores interagem com mundos abertos no século XXI. Esse legado monumental significa que o filme não pode ser apenas mais uma adaptação — ele precisa dialogar com décadas de memórias, expectativas e afetos.
A presença de Shigeru Miyamoto na produção reforça essa responsabilidade. Criador de Zelda e um dos nomes mais importantes da Nintendo, Miyamoto atua como guardião criativo, assegurando que decisões fundamentais preservem a identidade da franquia. Seu envolvimento indica que não haverá concessões fáceis e que o foco está em construir um filme que converse tanto com fãs veteranos quanto com novos públicos.
O filme O Rei da Feira chega ao catálogo da HBO Maxno dia 5 de junho, depois de passar pelos cinemas, trazendo uma história que transforma uma feira popular em cenário de investigação criminal com direito a espírito da vítima e muita conversa atravessada entre as barracas.
A trama começa com a morte de Bode, personagem vivido por Pedro Wagner, um feirante que acaba sendo assassinado logo depois de ganhar uma quantia alta no jogo do bicho. Esse detalhe já muda o rumo da investigação, porque praticamente todo mundo ao redor dele tinha algum tipo de ligação com dinheiro, apostas ou rivalidades dentro da própria feira.
O caso, que já seria complicado em um ambiente tradicional, ganha outra camada quando o próprio Bode volta como espírito. Só que ele não lembra de quem o matou, nem dos detalhes da própria morte. A partir daí, ele passa a acompanhar tudo de um jeito incomum, tentando entender o que aconteceu enquanto ainda está preso ao lugar onde tudo ocorreu.
Quem tenta resolver o crime dentro desse caos?
O responsável por conduzir essa investigação improvisada é Monarca, interpretado por Leandro Hassum. Ele trabalha como segurança da feira e já convive diariamente com o fluxo intenso de pessoas, discussões entre feirantes e histórias que mudam de versão dependendo de quem conta.
Além disso, Monarca tem dons mediúnicos, o que faz com que ele seja o único capaz de interagir diretamente com o espírito de Bode. Sem formação policial e sem método clássico de investigação, ele passa a resolver o caso no improviso, conversando com suspeitos, circulando entre barracas e tentando juntar peças que nunca chegam completas.
A relação entre os dois vira o centro da narrativa, já que o espírito e o segurança precisam cooperar mesmo com limitações bem diferentes. Um não lembra do que aconteceu, o outro não sabe exatamente como conduzir uma investigação, e isso empurra a história para um caminho cheio de interpretações contraditórias.
Por que a feira é tão importante para a história?
Em O Rei da Feira, a feira não é só o cenário onde o crime acontece, ela funciona como uma espécie de rede de informações viva. Cada banca, vendedor e cliente tem algum tipo de relação com o que aconteceu com Bode, mesmo que indireta.
O ambiente concentra disputas antigas, fofocas que mudam de versão em poucos minutos e pequenos conflitos que vão se acumulando ao longo do dia. Isso faz com que a investigação não dependa de uma linha reta, mas de várias histórias paralelas que precisam ser filtradas no meio do barulho constante do lugar.
A produção também aproveita esse espaço para colocar o espectador dentro de um cotidiano muito específico, onde todo mundo conhece todo mundo, mas ninguém fala tudo de forma clara. O resultado é uma investigação que avança mais por pistas soltas do que por interrogatórios formais.
Quem está no elenco do filme?
Além de Leandro Hassum (Até Que a Sorte Nos Separe, O Candidato Honesto) como Monarca e Pedro Wagner (O Homem da Sua Vida, Bacurau) como o espírito Bode, o filme reúne um elenco grande que ajuda a dar vida à feira e aos seus diferentes personagens.
Entre eles estão Dani Fontan (Tropa de Elite 2, Amor de Mãe), Luana Martau (Tapas & Beijos, Zorra Total), Renata Castro (Segundo Sol, A Dona do Pedaço) e Everaldo Pontes (Tatuagem, Bacurau), além de nomes como Renata Gaspar (O Escolhido, Desalma), Vinicius Moreno, Thiago Justino (Cidade de Deus: 10 Anos Depois), Clarissa Pinheiro (Aquarius, Bacurau) e Talita Younan (Malhação, Orgulho e Paixão).
Como o filme trabalha com comédia e suspense?
O ponto principal de O Rei da Feira está na forma como ele mistura investigação com situações do cotidiano da feira. Em vez de seguir uma linha policial tradicional, o filme constrói o mistério a partir de conversas, mal-entendidos e versões diferentes do mesmo fato.
Monarca não atua como um detetive clássico, e isso interfere diretamente no ritmo da história. Ele precisa lidar com o espírito da vítima, com suspeitos que não falam tudo o que sabem e com situações que surgem no meio da rotina da feira, onde qualquer detalhe pode virar pista ou distração.
O coração de uma filha enlutada encontra espaço para respirar entre as margens de dois rios, nos interiores da Bahia e do Maranhão. Foi assim, em um movimento delicado de escuta e travessia, que nasceu “Cais“, o filme de Safira Moreira que estreia no próximo dia 31 de julho nos Estados Unidos, integrando a programação do BlackStar Film Festival, na Filadélfia.
A sessão será realizada às 19h (horário local) no Suzanne Roberts Theatre, marcando a abertura da mostra de longas-metragens do festival, que se tornou referência global por celebrar criações audiovisuais de artistas negros e racializados. A exibição internacional consolida o impacto do longa, que já havia arrebatado três importantes prêmios no Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba: escolha do júri oficial, da crítica e do público.
Quando a ausência guia o caminho
O que impulsiona a diretora à frente da câmera não é a vontade de contar uma história linear. É o desejo, íntimo e silencioso, de compreender a ausência de sua mãe, Angélica, falecida dois meses antes do início das filmagens. Em vez de parar, Safira decidiu partir: cruzou o Rio Paraguaçu, na Bahia, e o Rio Alegre, no Maranhão, em uma busca não por respostas, mas por sinais, por memórias vivas nas pessoas, nos rostos, nas águas e nas paisagens que a cercavam.
Esse percurso revela um cinema sensível, onde o tempo não é cronológico, mas emocional. A diretora se permite sentir antes de narrar, captando com delicadeza os detalhes que a maioria não vê: o modo como alguém olha para o rio, o silêncio entre duas frases, a forma como uma lembrança escapa de quem tenta contê-la. Cais se constrói assim: na borda entre o visível e o que se carrega por dentro.
Uma escuta que transcende o individual
Ainda que parta de uma experiência íntima, o filme atinge algo coletivo. Safira Moreira convida o público a atravessar com ela esse processo, não com explicações, mas com presença. O impacto disso foi sentido com intensidade em Curitiba, onde o longa foi exibido pela primeira vez. Plateias emocionadas permaneceram em silêncio após os créditos finais — como se o filme pedisse um tempo para ser absorvido antes que qualquer palavra pudesse quebrar sua vibração.
E não é por acaso que Cais encontra acolhimento em um festival como o BlackStar. Criado em 2012, o evento se tornou símbolo de resistência e visibilidade para produções independentes criadas por cineastas negros e indígenas. A escolha de exibir o filme logo no primeiro dia do festival evidencia o reconhecimento internacional de uma narrativa que, mesmo profundamente enraizada no Brasil, ecoa além das fronteiras geográficas.
Uma rede por trás do filme
Por trás da potência emocional da obra, existe uma equipe alinhada com os mesmos valores de escuta, cuidado e representatividade. A produção executiva ficou a cargo de Flávia Santana, e o filme é fruto da colaboração entre a baiana Mulungu Realizações Culturais, a Omnirá Filmes e a Giro Planejamento Cultural.
A Mulungu, com sede em Salvador, tem desempenhado um papel fundamental no fortalecimento do audiovisual protagonizado por mulheres, pessoas negras e LGBTQIA+. Seu portfólio reúne títulos como “Como Nasce um Rio”, “Menarca”, “Receba!” e a produção internacional “Mulheres Negras em Rotas de Liberdade”, que reúne nomes como Sueli Carneiro, Conceição Evaristo, Luedji Luna, Erica Malunguinho, Mirtes Renata e Carla Akotirene.
A realização do projeto também foi possível graças a incentivos de destaque no cenário nacional e internacional, como o Rumos Itaú Cultural, o Fundo Avon Mulheres no Audiovisual (FAMA) e o prestigiado Sundance Documentary Fund, que reconheceu o valor e a originalidade da obra ainda em fase de desenvolvimento.
Safira Moreira e a construção de um cinema com alma
O trabalho de Safira já havia chamado atenção em “Travessia”, curta-metragem de 2017 no qual ela refletia sobre a ausência de fotografias de famílias negras em acervos públicos e privados no Brasil. Em seus filmes, a diretora parece sempre propor a mesma pergunta: o que acontece com a memória quando ela não pode ser vista?
Com Cais, essa questão se transforma. Agora, a memória não precisa ser visual para existir — ela pulsa nas águas, nos gestos herdados, nos rostos que lembram outros rostos. A câmera de Safira não busca o espetáculo. Ela prefere o murmúrio, o sopro, o resíduo que fica depois que o momento já passou.
Seu cinema é o da escuta e da espera. E isso, em tempos acelerados, se torna revolucionário.
O que o público leva consigo
Não é exagero dizer que muitos espectadores deixam a sala de exibição diferentes de como entraram. O filme não oferece uma catarse imediata, mas convida à introspecção. Há quem lembre da própria mãe, da avó, da infância. Há quem se reconheça no silêncio da diretora, na fluidez dos rios, na tentativa de reorganizar o mundo interno depois de uma perda.
Ao fim, Cais entrega muito mais do que uma narrativa: entrega uma experiência sensorial. Seu maior valor talvez esteja em tudo que não é dito. No tempo que se leva para compreender o que foi sentido. E nos ecos que o filme deixa mesmo depois de encerrada a sessão.
Um porto seguro para histórias que resistem
A estreia em solo americano marca não apenas a conquista de um espaço no circuito internacional, mas também a confirmação de que o cinema brasileiro tem, sim, histórias urgentes a serem ouvidas — especialmente quando contadas por mulheres negras, com autonomia estética, política e emocional.
Safira Moreira representa essa geração que filma a partir do próprio corpo, da própria história, da própria escuta. E o filme que ela oferece ao mundo agora atravessa o oceano não como produto, mas como ritual. Um gesto íntimo que encontra abrigo no outro. Um barco que carrega saudade, mas também possibilidade de reencontro.