Conversa com Bial de quarta (14/05) traz um papo imperdível com o jornalista José Trajano

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Se você curte esportes e histórias de vida inspiradoras, essa edição do Conversa com Bial vai te conquistar! O jornalista esportivo José Trajano é o convidado da noite de quarta-feira, 14 de maio de 2025, para contar um pouco da sua trajetória na cobertura do esporte brasileiro, um percurso cheio de momentos marcantes e paixão pelo que faz.

Além disso, Trajano apresenta seu mais novo livro, “1960, quando as estrelas ficaram vermelhas”, onde ele traz relatos emocionantes da sua infância e compartilha histórias do último título estadual do América, o time do coração dele. É uma mistura de memórias pessoais com um resgate histórico que promete encantar tanto fãs de futebol quanto amantes de boas narrativas.

O Conversa com Bial vai ao ar de segunda a sexta-feira, sempre às 23h45, no GNT — e você ainda pode assistir logo depois do Jornal da Globo, na TV Globo.

Com apresentação e redação final do próprio Pedro Bial, o programa conta com a direção de Fellipe Awi e Mairo Fischer, produção de Anelise Franco e direção de gênero de Claudio Marques, garantindo um conteúdo de qualidade e um papo super envolvente.

Prime Video anuncia O Mapa Que Me Leva Até Você, romance estrelado por Madelyn Cline e KJ Apa com estreia marcada para agosto

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Uma viagem de trem pela Europa, um encontro inesperado e um amor que nasce entre mapas, despedidas e descobertas. Assim começa O Mapa Que Me Leva Até Você, novo filme original do Prime Video que estreia em 20 de agosto, trazendo no elenco os populares Madelyn Cline (Outer Banks, Entre Facas e Segredos 2 e Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado) e KJ Apa (Riverdale, Enquanto Estivermos Juntos e Manobra Arriscada).

Baseado no romance homônimo de J.P. Monninger, o longa-metragem narra a história de Heather, uma jovem americana prestes a iniciar sua vida adulta sob as expectativas de uma carreira segura e previsível. Mas, antes de se entregar ao “mundo real”, ela embarca em uma jornada pela Europa — onde encontra Jack, um espírito livre, observador e apaixonado por fotografia. O que nasce como um flerte passageiro logo se transforma em uma paixão arrebatadora, repleta de nuances, silêncios e revelações.

Mais do que um romance, o longa-metragem é um convite ao inesperado. Entre estações, cidades e conversas noturnas, Heather e Jack se veem confrontados por decisões que desafiam a lógica. O filme trata não apenas de um amor em construção, mas da difícil arte de escolher a si mesmo em um mundo que espera certezas. A narrativa combina o lirismo de uma história de amor com o peso de segredos familiares e dilemas internos. Um mapa, neste contexto, não é apenas um guia geográfico — é também simbólico: aponta direções, mas não garante destinos.

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Além dos protagonistas, completam o elenco do original os atores Madison Thompson (The Map That Leads to You), Sofia Wylie (A Escola do Bem e do Mal eHigh School Musical: A Série: O Musical), Orlando Norman (Wreck e Tummy Monster) e Josh Lucas (O Segredo: Ouse Sonhar), que orbitam a jornada do casal com papéis que ampliam o drama e oferecem contrapontos à narrativa central.

Sob o comando de Lasse Hallström, conhecido por obras que equilibram emoção e delicadeza (Querido John, Um Porto Seguro), o longa aposta na fotografia contemplativa, no ritmo maduro e em atuações sensíveis. Madelyn Cline entrega uma Heather dividida entre o desejo e o dever, enquanto KJ Apa interpreta Jack com uma mistura de leveza e inquietação que desafia os estereótipos de galã juvenil.

Sonhar com Leões com Denise Fraga vai a Gramado — e traz à tona a coragem de morrer como se vive: com afeto, escolha e algum riso

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Tem filmes que não querem apenas entreter — querem conversar com você. Ou melhor: te provocar com jeitinho, fazer rir enquanto você engole o choro, e te deixar pensando dias depois da sessão. Assim é Sonhar com Leões, nova tragicomédia estrelada por Denise Fraga, que foi oficialmente selecionada para a 53ª edição do Festival de Cinema de Gramado (de 13 a 23 de agosto) e estreia nos cinemas no dia 11 de setembro.

Esqueça os clichês. Aqui, a morte não entra pela porta como vilã. Ela aparece como convite à reflexão, com trilha suave, absurdos poéticos e um pouco de ironia bem colocada. No centro da história está Gilda, uma mulher brasileira vivendo em Lisboa, que recebe a notícia de que tem apenas mais um ano de vida por conta de um câncer. Mas, em vez de se agarrar à esperança, ela toma outra decisão: quer partir com autonomia, lucidez e dignidade — enquanto ainda é ela mesma.

Rir do fim não é falta de respeito — é uma forma de entender a vida

Com direção e roteiro do sensível e irreverente Paolo Marinou-Blanco, Sonhar com Leões aposta num caminho raro: o equilíbrio fino entre a comédia e a dor. Não é um filme sobre morte. É um filme sobre o direito de decidir como viver até o último segundo.

E quem conduz essa travessia é ninguém menos que Denise Fraga, num dos papéis mais potentes e sutis de sua carreira.

“Tratar um tema tão delicado com humor e inteligência foi o maior desafio — e também a maior beleza desse projeto”, conta Denise. “Quando conseguimos rir, conseguimos entender. O riso abre portas para conversar com o que nos assusta.”

Gilda é daquelas personagens que parecem carregar o peso do mundo — e ainda assim, sabem sorrir na hora errada, tropeçar com charme e olhar a própria finitude com a coragem de quem já viveu demais para se contentar com pouco.

O absurdo é real — e nos ensina

Sonhar com Leões não se esconde atrás do drama. Pelo contrário: escancara o cotidiano de quem está diante do fim com situações inesperadas, personagens excêntricos e até uma pitada de surrealismo. Afinal, como lidar com o último ato da vida? Fazendo listas? Cancelando planos? Se despedindo? Ou simplesmente… seguindo até onde dá, com um pouco de vinho e muita honestidade?

A beleza do filme está justamente nessa linguagem híbrida, que une poesia, crítica, imaginação e leveza. E tudo isso costurado com um olhar carinhoso, quase cúmplice, sobre temas que costumam ser evitados — morte, autonomia, liberdade, empatia, medo e afeto.

Um filme que atravessa fronteiras — geográficas e emocionais

Coproduzido entre Brasil, Portugal e Espanha, Sonhar com Leões já passou por importantes festivais internacionais, como:

🌍 Black Nights Film Festival (Estônia)
🎬 Red Sea International Film Festival (Arábia Saudita)
🎞️ Festival Internacional de Cinema de Guadalajara (México)

E agora retorna ao Brasil com pompa, sensibilidade e um público pronto para ouvir o que ele tem a dizer. Ou, melhor dizendo, sentir.

“Mais do que contar uma história, o filme é um convite a conversas sinceras sobre como desejamos viver — e, com coragem, como queremos partir”, explica Eduardo Rezende, diretor da Capuri, uma das produtoras do projeto. “Com Denise no papel de Gilda, encontramos o tom exato entre a força emocional e a delicadeza absurda que essa trama precisava.

Uma fábula urbana sobre a morte — que, no fundo, é sobre o que ainda estamos tentando aprender

Com estreia marcada para 11 de setembro, Sonhar com Leões quer mais do que emocionar. Ele quer mexer na ferida com mãos delicadas, e lembrar que a vida, mesmo quando prestes a terminar, ainda pode ser um espaço para escolher, amar, rir e se reconhecer.

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet ganha vídeo de bastidores e chega aos cinemas nesta quinta, 15 de janeiro

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A Universal Pictures divulgou nesta semana um novo vídeo de bastidores de Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, longa-metragem dirigido por Chloé Zhao, vencedora do Oscar por Nomadland. O material promocional chega em um momento estratégico, às vésperas da estreia oficial do filme nos cinemas brasileiros, marcada para esta quinta-feira, 15 de janeiro, e amplia a expectativa em torno de uma das produções mais celebradas da atual temporada de premiações.

O vídeo oferece um olhar íntimo sobre o processo criativo da obra e destaca a relação entre seus protagonistas, Jessie Buckley e Paul Mescal. Ambos comentam como foi construir, juntos, personagens atravessados pela dor, pelo silêncio e por uma conexão emocional profunda. Chloé Zhao também aparece compartilhando detalhes do processo de escalação do elenco, ressaltando que a escolha dos atores foi determinante para alcançar a intensidade emocional que a história exigia. Segundo a diretora, mais do que talento individual, era essencial que houvesse confiança e entrega mútua entre os intérpretes.

Inspirado no romance homônimo de Maggie O’Farrell, vencedor de importantes prêmios literários, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet propõe uma abordagem sensível e pouco convencional sobre a figura de William Shakespeare. Em vez de retratar o dramaturgo a partir de sua genialidade artística, o filme se concentra na dimensão íntima e familiar de sua vida, especialmente no impacto devastador da perda de seu filho, Hamnet. A narrativa acompanha Agnes, esposa de Shakespeare, enquanto ela tenta sobreviver ao luto e ressignificar a própria existência após a tragédia.

Jessie Buckley entrega uma atuação amplamente elogiada pela crítica internacional. Sua interpretação de Agnes é marcada por força contida, dor silenciosa e uma presença que domina a tela mesmo nos momentos de maior introspecção. O reconhecimento veio em forma de prêmios importantes, incluindo o Globo de Ouro 2026 de Melhor Atriz em Filme de Drama e o Critics Choice Awards na mesma categoria. A personagem se torna o verdadeiro centro emocional da história, conduzindo o espectador por uma jornada de sofrimento, memória e resistência.

Paul Mescal, por sua vez, constrói um Shakespeare distante da imagem romantizada do gênio literário. Seu personagem é introspectivo, emocionalmente reprimido e incapaz de verbalizar plenamente a dor que carrega. A dinâmica entre Mescal e Buckley se sustenta mais nos gestos, nos olhares e nos silêncios do que nos diálogos, reforçando a proposta intimista da direção. O vídeo de bastidores evidencia essa troca cuidadosa entre os atores, que se reflete diretamente na força das cenas.

A direção de Chloé Zhao imprime ao filme uma estética contemplativa e profundamente humana. Conhecida por seu olhar sensível para personagens à margem e histórias de introspecção, a cineasta utiliza paisagens naturais, luz suave e enquadramentos prolongados para criar uma atmosfera de melancolia e reflexão. A fotografia assinada por Łukasz Żal contribui para esse tom ao transformar ambientes rurais e espaços domésticos em extensões do estado emocional dos personagens.

O longa foi o grande vencedor do Festival Internacional de Cinema de Toronto, conquistando o prêmio do público, um dos mais prestigiados do evento. A escolha reforçou o apelo emocional da obra junto a diferentes públicos e consolidou sua trajetória na corrida de premiações. No Brasil, o filme também teve destaque ao ser exibido como o título de encerramento do Festival do Rio de 2025, ampliando sua visibilidade no país antes do lançamento comercial.

A produção reúne nomes de peso nos bastidores. Steven Spielberg e Sam Mendes, ambos vencedores do Oscar, assinam a produção do longa, enquanto o roteiro foi desenvolvido pela própria Maggie O’Farrell em parceria com Chloé Zhao. Essa colaboração direta garantiu uma adaptação fiel ao espírito do livro, sem abrir mão da linguagem cinematográfica autoral da diretora. O resultado é um filme que respeita a obra literária, mas encontra sua própria identidade nas imagens e no ritmo narrativo.

O caminho de Hamnet: A Vida Antes de Hamlet até os cinemas começou em 2022, quando foi anunciada uma adaptação teatral do romance. Em março de 2023, os direitos cinematográficos foram adquiridos pela Neal Street Productions. No mês seguinte, Chloé Zhao foi oficialmente confirmada como diretora e co-roteirista do projeto. Em maio, Paul Mescal e Jessie Buckley entraram em negociações para protagonizar o filme, participação que foi confirmada publicamente em janeiro de 2024.

As filmagens estavam inicialmente previstas para Londres, mas acabaram sendo realizadas no País de Gales. A produção teve início em 29 de julho de 2024 e foi concluída em 30 de setembro do mesmo ano. Durante esse período, Joe Alwyn e Emily Watson foram incorporados ao elenco, ampliando o peso dramático da narrativa. Steven Spielberg passou a integrar formalmente o projeto como produtor, reforçando a dimensão internacional da produção.

O filme teve sua estreia mundial no 52º Festival de Cinema de Telluride e chegou aos cinemas dos Estados Unidos e do Canadá em lançamento limitado em 27 de novembro de 2025, com expansão nacional em dezembro. Desde então, tem acumulado críticas majoritariamente positivas, com elogios recorrentes às atuações centrais, à direção sensível de Zhao e à forma respeitosa e profunda com que o luto é retratado.

Steven Knight assume roteiro e Denis Villeneuve deve dirigir o próximo 007 sob o comando total da Amazon

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Durante décadas, ele foi o homem mais enigmático do cinema. Um ícone de elegância e brutalidade, charme e destruição. De Sean Connery a Daniel Craig, passando por Roger Moore, Pierce Brosnan e tantos outros momentos da cultura pop, James Bond sobreviveu a guerras frias, à Guerra do Golfo, ao terrorismo, ao streaming e até às próprias contradições. Agora, às vésperas de completar 65 anos nas telonas, 007 se prepara para viver seu maior desafio: se reinventar de verdade.

Desta vez, o que está em movimento vai muito além da troca de ator ou da inclusão de tecnologias mais modernas nas cenas de ação. Estamos falando de uma transformação profunda — quase cirúrgica — na alma de James Bond. Segundo informações do Deadline, a Amazon MGM Studios escolheu Steven Knight, criador da aclamada série “Peaky Blinders”, para assinar o novo roteiro da franquia. E, para completar esse reposicionamento ambicioso, o estúdio mira alto: Denis Villeneuve, diretor de Duna e A Chegada, desponta como o favorito para assumir a direção do próximo capítulo da saga do espião mais icônico do cinema.

Sim, Bond está voltando. Mas não como antes.

O fim da “Era Broccoli”?

Talvez o maior movimento por trás dos holofotes tenha sido justamente esse: a Amazon, que adquiriu a MGM em 2022 por US$ 8,5 bilhões, finalmente conseguiu o que ninguém antes havia feito — tomar para si o controle criativo da franquia 007, até então cuidadosamente guardado por Barbara Broccoli e Michael G. Wilson. A dupla, herdeira do legado de Albert “Cubby” Broccoli, era conhecida por proteger Bond com mãos firmes — às vezes até demais.

Segundo fontes da indústria, a negociação foi longa, cheia de exigências, cláusulas e concessões, mas o resultado foi um cheque generoso (fala-se em cerca de US$ 1 bilhão) e um novo caminho para o agente com licença para matar. Agora, quem dita as regras é a Amazon — e a mudança de clima já é perceptível.

Steven Knight e o 007 com cicatrizes

Knight não é um roteirista comum. Com uma carreira que vai de roteiros premiados (Senhores do Crime, Locke) a criações originais de impacto como Peaky Blinders, ele carrega uma assinatura marcante: suas histórias são feitas de homens em conflito com seu próprio passado, cercados por sombras do poder e assombrados por erros pessoais. Não é difícil imaginar esse olhar aplicado a Bond.

O que podemos esperar? Um 007 mais humano, mais torturado, talvez até mais silencioso. Esqueça as piadas fáceis e as conquistas em sequência. Essa nova encarnação pode ser menos um playboy invencível e mais um homem lidando com o peso de representar um império em decadência. Em outras palavras: não mais um herói, e sim um reflexo dos dilemas contemporâneos.

Villeneuve: estilo, densidade e cinema com “C” maiúsculo

Embora a presença de Denis Villeneuve ainda não tenha sido oficialmente confirmada, o nome do diretor canadense tem circulado com força nos bastidores. E com razão: Villeneuve é hoje um dos cineastas mais respeitados do mundo, capaz de transformar blockbusters em experiências quase poéticas. Ele entende o silêncio, o tempo e o peso da atmosfera.

Em Sicario, ele mostrou como a guerra contra o crime pode ser moralmente insustentável. Em Blade Runner 2049, traduziu solidão e identidade num universo tecnológico opressivo. Em Duna, reimaginou a ficção científica com escala e respeito à complexidade.

Bond, sob Villeneuve, pode ser menos “tiro, porrada e bomba” e mais introspecção, estratégia e desespero contido. E isso pode ser ótimo.

Quem será o novo Bond?

Essa é a pergunta que não quer calar. Desde que Daniel Craig se despediu do personagem com Sem Tempo Para Morrer (2021), especulações não pararam. Regé-Jean Page, Aaron Taylor-Johnson, Henry Golding… cada semana parece trazer um favorito diferente.

Mas fontes ligadas à produção garantem que ainda estamos longe da escolha final. Com o roteiro em desenvolvimento e Villeneuve ainda ocupado com Duna: Parte Três, o foco agora está na essência do novo filme, não apenas na escalação do astro.

E isso, talvez, seja um bom sinal. Afinal, o próximo Bond não deve ser só um rosto bonito — mas um ator capaz de carregar o peso de um personagem em reconstrução.

Bond, James Bond… ainda importa?

Em 2025, essa é uma pergunta válida. Ainda faz sentido ter um espião britânico, branco, cis e armado, salvando o mundo em nome de uma monarquia europeia? Ainda faz sentido o glamour de um homem que dorme com mulheres perigosas e resolve tudo com socos e explosões?

A resposta talvez esteja na forma como essa nova fase for conduzida. Steven Knight e Denis Villeneuve são, acima de tudo, autores. Contadores de histórias. E se alguém pode pegar um personagem tão saturado, tão icônico, e fazê-lo respirar novamente, são eles.

Bond pode ser mais do que um símbolo do passado. Pode ser um espelho do presente.

O que nos espera?

Provavelmente um 007 mais melancólico. Menos foco em gadgets e mais em dilemas morais. Um filme que talvez comece com silêncio, em vez de uma perseguição alucinada. Um Bond que se pergunta se ainda tem lugar no mundo — e não um que já sabe todas as respostas.

Matthew Goode quase foi James Bond — mas sua visão sombria demais afastou os produtores

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Antes de Daniel Craig reinventar James Bond em Cassino Royale (2006), o papel mais cobiçado do cinema britânico passou pelas mãos — ou quase — de outros nomes. Um deles foi Matthew Goode, conhecido por papéis elegantes em produções como Downton Abbey, The Crown e Stoker. Mas, ao que parece, foi justamente essa sofisticação que não o salvou de um pequeno detalhe: ele queria um 007 muito mais perturbado.

Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, o ator revelou que chegou a se reunir com a produtora Barbara Broccoli, responsável por conduzir a franquia Bond há décadas. Embora não tenha feito um teste formal, Goode confirmou que entrou na roda de conversas para o novo agente secreto. Só que sua proposta… era bem diferente do que se esperava.

“Ela me perguntou: ‘Qual a sua ideia para o Bond?’”, contou o ator. “E eu respondi: ‘A gente precisa voltar aos livros. Esse cara devia ser um alcoólatra. Um drogado. Ele se odeia. Odeia mulheres. Odeia um monte de gente. Ele está em dor profunda. Mas também é brilhante em matar pessoas.’”

Goode ainda brinca que, naquele momento, Barbara provavelmente já estava pensando no próximo candidato.

Um Bond com mais dor do que glamour

O curioso é que a proposta de Matthew Goode não estava exatamente fora do radar. Ian Fleming, autor dos romances originais de 007, escreveu um Bond muito mais sombrio, introspectivo e moralmente ambíguo do que as versões estilizadas do cinema. Mas talvez Goode tenha levado isso a um grau que, na época, ainda não parecia comercialmente viável — mesmo que Daniel Craig, pouco tempo depois, tenha trilhado um caminho semelhante, com um Bond mais cru, realista e emocionalmente instável.

“O que eu deveria ter dito era: ‘Mas também devíamos fazê-lo incrivelmente charmoso’”, reconheceu Goode com humor. “Acho que faltou um pouco de equilíbrio.”

E se tivesse sido Goode?

Fica a provocação: como teria sido o universo de Cassino Royale — aquele que redefiniu a franquia com mais gravidade, suor e sangue — se Goode tivesse recebido o papel? Com seu olhar afiado e presença contida, ele provavelmente teria entregue um Bond mais cerebral, mais trágico — talvez menos físico, mas mais psicologicamente quebrado.

No fim das contas, o papel ficou com Daniel Craig, que justamente trouxe à franquia um agente mais denso e emocionalmente afetado. Só que com um detalhe essencial: charme frio e magnetismo inegável, elementos que equilibraram a dor e a brutalidade do personagem.

Enquanto isso, Matthew Goode segue construindo uma carreira sólida, se destacando em projetos com mais nuance e menos tiroteios — embora, após essa revelação, muitos fãs estejam se perguntando o que perdemos naquela conversa com Barbara Broccoli.

Quem sabe, em algum universo paralelo, o 007 de Goode esteja vagando por aí, mais amargo, mais ferido — e igualmente letal.

Saiba qual filme vai passar no Cine Aventura deste sábado, 21 de fevereiro, na Record TV

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O Cine Aventura deste sábado, 21 de fevereiro de 2026, aposta em uma animação que conquistou públicos de todas as idades ao redor do mundo. A Record TV exibe Kung Fu Panda 3, terceiro capítulo da franquia da DreamWorks Animation que transformou um panda desajeitado em símbolo de coragem, identidade e autoconhecimento.

Lançado originalmente em 2016, o longa dá continuidade à jornada de Po, novamente dublado por Jack Black na versão original. Ao seu lado, retornam nomes como Dustin Hoffman, Angelina Jolie, Seth Rogen, Lucy Liu e Jackie Chan, além da chegada de reforços como Bryan Cranston e J.K. Simmons. A mistura de vozes experientes ajuda a dar ainda mais personalidade aos personagens que o público já aprendeu a amar.

Desta vez, a história amplia o universo da franquia ao mergulhar no passado de Po. O herói finalmente reencontra seu pai biológico, Li Shan, e descobre que existe uma vila secreta de pandas escondida nas montanhas. O reencontro é tratado com humor, mas também com delicadeza. Há ali uma camada emocional que fala sobre pertencimento e sobre o que significa, de fato, saber de onde viemos.

Enquanto Po tenta equilibrar a convivência com o pai adotivo, Sr. Ping, e o recém-descoberto pai biológico, surge uma ameaça capaz de abalar todo o Reino Mortal. O General Kai, um antigo guerreiro que retorna do Reino Espiritual, começa a roubar o chi dos mestres de kung fu e a transformá-los em guerreiros de jade. A presença do vilão traz um tom mais épico à narrativa, sem abandonar o humor característico da série.

O filme também coloca Po diante de um desafio inesperado: assumir o posto de mestre. Quando Shifu decide se aposentar do ensino, é o panda quem precisa treinar os Cinco Furiosos. O problema é que ensinar não é tão simples quanto lutar. As tentativas frustradas revelam inseguranças e deixam claro que Po ainda precisa compreender melhor sua própria essência antes de guiar os outros.

É justamente nesse ponto que “Kung Fu Panda 3” se destaca. Mais do que cenas de ação coreografadas com capricho, o longa investe na ideia de que cada indivíduo tem algo único a oferecer. Ao decidir treinar os pandas da vila para enfrentar Kai, Po percebe que não faz sentido transformá-los em cópias de guerreiros tradicionais. Em vez disso, ele valoriza as habilidades naturais de cada um, transformando características simples em estratégias de combate. A mensagem é direta, mas funciona: ser diferente não é fraqueza, é força.

Visualmente, a animação mantém o padrão elevado da DreamWorks, com cenários vibrantes e sequências de ação que misturam leveza e impacto. O confronto final, ambientado entre o Reino Mortal e o Reino Espiritual, é ao mesmo tempo grandioso e emocional. Há espaço para sacrifício, redenção e, claro, para o humor que sempre acompanha Po, mesmo nos momentos mais tensos.

O sucesso do filme não ficou restrito à recepção do público. Com orçamento estimado em US$ 145 milhões, a produção arrecadou cerca de US$ 521 milhões mundialmente, consolidando a força da franquia. A crítica elogiou especialmente a qualidade da animação e o equilíbrio entre aventura e desenvolvimento emocional dos personagens.

Super Tela 09/05/2025: Record exibe o filme eletrizante Rogue na noite de sábado!

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No sábado, 9 de maio de 2025, a Record traz para sua Super Tela o eletrizante Rogue, um filme de ação e aventura que vai prender a atenção do público do início ao fim. Dirigido por M.J. Bassett, que também assina o roteiro ao lado de Isabel Bassett, o longa conta com um elenco de peso, incluindo Megan Fox, Philip Winchester e Greg Kriek, que se entregam a uma trama intensa repleta de suspense e adrenalina.

A história segue Samantha O’Hare (interpretada por Megan Fox), uma líder implacável e estrategista de um grupo de mercenários multinacionais. Ela é chamada para uma missão de resgate de alto risco: salvar Alisa Wilson, a filha de um poderoso governador, e suas duas amigas, que foram sequestradas por Zalmann, um cruel senhor do crime da África Oriental. A operação começa com o pé direito, e, após uma série de desafios nos campos africanos, a equipe consegue libertar as meninas. Porém, a fuga do local rapidamente se transforma em uma luta pela sobrevivência.

Quando a equipe se vê em território desconhecido e longe do ponto de extração, começam a enfrentar ainda mais dificuldades. A selva ao redor parece impenetrável, e logo descobrem que estão em uma área dominada por caçadores furtivos, que operam com violência e sem escrúpulos. Para agravar ainda mais a situação, uma leoa solitária, em busca de seus filhotes, começa a atacar qualquer intruso em seu território, tornando a jornada ainda mais perigosa e imprevisível.

O que segue é uma luta frenética e desesperada pela sobrevivência. A equipe precisa enfrentar não apenas os soldados implacáveis de Zalmann, mas também a ameaça constante da leoa, que, movida pela fúria e pelo instinto protetor, ataca sem hesitar. Em meio a essa caçada implacável, eles precisam encontrar um caminho até seu ponto de resgate, o que se torna uma corrida contra o tempo e contra forças inimagináveis.

Com cenas de ação de tirar o fôlego, Rogue é um filme que mistura elementos de suspense psicológico com ação pura, explorando o instinto de sobrevivência dos personagens e a luta pela vida em um ambiente hostil. A interação entre o grupo e os perigos do ambiente selvagem proporciona uma experiência cinematográfica única, onde a natureza e os inimigos humanos se tornam uma ameaça constante.

Se você é fã de filmes que exploram a coragem e a tensão em situações extremas, Rogue é uma ótima escolha para a sua noite de sábado. E, se preferir assistir ao filme em outros momentos, Rogue também está disponível em streaming. Você pode conferir a obra no Telecine, se for assinante, ou alugá-la através do Prime Video a partir de R$ 14,90. Não perca a chance de se envolver em uma trama emocionante, cheia de reviravoltas e momentos de pura adrenalina!

Adeus, Hawkins! Última temporada de Stranger Things tem teaser divulgado e datas confirmadas pela Netflix

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Foto: Divulgação/ Netflix

A Netflix anunciou nesta quarta-feira (16) o lançamento do teaser oficial da quinta e última temporada da série que se tornou um verdadeiro fenômeno cultural desde sua estreia em 2016. O desfecho tão aguardado de Stranger Things será dividido em três partes: o Volume 1 estreia em 26 de novembro, o Volume 2 chega em 25 de dezembro, e o episódio final será disponibilizado no dia 31 de dezembro, todos às 22h (horário de Brasília). Essa estratégia de lançamento fragmentado promete manter a expectativa dos fãs até o último minuto. Abaixo, confira o vídeo divulgado pela plataforma de streaming

O que esperar do desfecho? Hawkins no limite da sobrevivência

Ambientada no outono de 1987, a nova temporada retoma a história em Hawkins, ainda abalada pela abertura dos portais para o Mundo Invertido. Vecna, o antagonista que marcou a última fase da trama, desapareceu sem deixar rastros, enquanto o governo impõe quarentena militar na cidade. Onze, mais uma vez perseguida, precisa se esconder para proteger aqueles que ama. Com a proximidade do aniversário do desaparecimento de Will Byers, uma ameaça antiga retorna, preparando o terreno para a batalha final entre o bem e o mal.

Foto: Divulgação/ Netflix

Quem volta para o último capítulo?

O elenco, que cativou o público com interpretações memoráveis, retorna praticamente completo. Winona Ryder, conhecida por clássicos como Beetlejuice e Garota, Interrompida, dá vida novamente a Joyce Byers, enquanto David Harbour, visto em Hellboy e Black Widow, retorna como Jim Hopper. Millie Bobby Brown, estrela de Enola Holmes, segue como Onze, acompanhada por Finn Wolfhard (It: A Coisa), Gaten Matarazzo (Broadway), Caleb McLaughlin (The Lion King), Noah Schnapp (Waiting for Anya), Sadie Sink (Fear Street), Natalia Dyer (Velvet Buzzsaw), Charlie Heaton (The New Mutants), Joe Keery (Free Guy), Maya Hawke (Once Upon a Time in Hollywood), entre outros talentos que completam o time.

Impacto e legado: mais que uma série, um fenômeno

Além de impulsionar a nostalgia dos anos 80, a produção estadunidense também teve impacto cultural significativo, revivendo o interesse por itens da época como os waffles Eggo e a New Coke, e colocando a música “Running Up That Hill”, de Kate Bush, de volta ao topo das paradas após quase quatro décadas. Ao longo de sua trajetória, acumulou mais de 70 prêmios, incluindo Emmys® e o Screen Actors Guild Award de Melhor Elenco em Série Dramática, além de somar mais de 230 indicações, consolidando seu lugar na história do entretenimento.

Temporada final dividida em três volumes

A decisão de dividir a temporada final em três volumes, com episódios mais longos e uma narrativa que se assemelha a capítulos de um filme, indica uma ambição maior para encerrar essa saga. Os fãs podem esperar um desfecho repleto de emoções, respostas para os mistérios que permeiam a trama e o fortalecimento dos laços entre os personagens que cresceram e conquistaram gerações ao longo dos anos.

Capítulo final de Hawkin

O encerramento dessa jornada promete ser uma experiência única para quem acompanhou cada reviravolta e se emocionou com a coragem, a amizade e a resistência dos protagonistas. Hawkins está prestes a viver seu capítulo final — e o mundo todo estará de olho para ver como essa história lendária será concluída.

Extermínio: O Templo dos Ossos aposta no horror humano e chega aos cinemas com cena inédita reveladora

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A Sony Pictures liberou uma nova cena inédita de Extermínio: O Templo dos Ossos, oferecendo ao público um primeiro vislumbre do embate psicológico que define o novo capítulo da franquia. O trecho mostra o encontro inicial entre Dr. Kelson, vivido por Ralph Fiennes, e Jimmy Crystal, interpretado por Jack O’Connell. Mais do que uma simples apresentação de personagens, a cena estabelece o tom do filme: um confronto silencioso entre dois homens guiados por visões de mundo irreconciliáveis. O longa, dirigido por Nia DaCosta, estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 15 de janeiro, prometendo levar a saga para territórios ainda mais sombrios e provocadores.

Desde os primeiros minutos, fica claro que O Templo dos Ossos não pretende repetir fórmulas. Se antes o terror vinha da velocidade e da brutalidade dos infectados, agora ele nasce da deterioração moral dos sobreviventes. O diálogo entre Kelson e Jimmy é carregado de desconfiança, estranhamento e uma tensão quase palpável, revelando que, neste mundo devastado, o maior perigo pode estar naquilo que ainda resta de humanidade.

O roteiro, assinado por Alex Garland, responsável pelos filmes anteriores da franquia, aprofunda essa ideia ao apresentar um cenário onde a violência deixa de ser apenas reação à sobrevivência e passa a ser um instrumento de poder, fé e controle. Jimmy Crystal surge como líder de uma seita conhecida como os Jimmies, um grupo que se sustenta em rituais extremos e crenças distorcidas. Convencido de que é filho de Satanás, Jimmy acredita cumprir uma missão divina em um mundo sem leis, transformando a fé em justificativa para atos de crueldade inimagináveis.

No centro dessa espiral de horror está Dr. Kelson, um homem marcado pela culpa, pelo isolamento e por decisões éticas cada vez mais frágeis. Sua trajetória se cruza com a de Spike, personagem de Alfie Williams, um jovem que acaba envolvido com os Jimmies em circunstâncias brutais. A iniciação de Spike no grupo, por meio de um duelo até a morte, funciona como um retrato cruel de como a violência se torna linguagem, pertencimento e identidade em um mundo pós-apocalíptico.

Nia DaCosta conduz essa narrativa com um olhar firme e inquieto. Conhecida por A Lenda de Candyman, a diretora transforma o terror em uma experiência menos imediata e mais perturbadora, construída a partir de símbolos, silêncio e desconforto emocional. O filme não se contenta em chocar; ele provoca. Cada escolha de enquadramento e ritmo parece pensada para deixar o espectador em constante estado de alerta, mesmo nos momentos aparentemente calmos.

Um dos arcos mais impactantes do longa envolve a relação entre Kelson e Sansão, um infectado que demonstra sinais de dependência química e mudanças comportamentais inesperadas. Em vez de tratá-lo apenas como uma ameaça, Kelson passa a observá-lo como um possível caminho para entender os efeitos psicológicos do vírus. O vínculo que se forma entre os dois é estranho, desconcertante e profundamente humano, revelando o desespero de alguém que busca sentido em meio ao colapso total.

Essa relação leva o filme a questionamentos ousados. Ao administrar medicamentos em Sansão, Kelson levanta a hipótese de que os infectados não perderam completamente sua humanidade, mas tiveram seus distúrbios amplificados. A ideia de que ainda exista algum resquício de consciência por trás da monstruosidade adiciona uma camada trágica ao horror e reforça o tema central do filme: a linha tênue entre o humano e o monstruoso.

Enquanto isso, os Jimmies seguem espalhando terror. A seita invade fazendas, tortura sobreviventes e transforma a violência em espetáculo ritualístico. Jimmy Crystal se coloca como figura messiânica, enquanto seus seguidores acreditam ser extensões de sua vontade. Essa dinâmica de culto, poder e submissão torna o grupo mais assustador do que qualquer infectado, pois reflete impulsos reais e reconhecíveis da sociedade.

Visualmente, O Templo dos Ossos aposta em uma atmosfera opressiva. O cenário que dá nome ao filme funciona como um símbolo máximo da degradação humana, um espaço onde ossos, fogo e rituais se misturam para criar imagens perturbadoras e memoráveis. A direção de arte e os efeitos visuais, supervisionados por Adam Gascoyne e realizados pela Union VFX, contribuem para tornar esse universo ainda mais imersivo e angustiante.

A trilha sonora de Hildur Guðnadóttir, que volta a colaborar com Nia DaCosta após Candyman, é outro destaque. Com composições minimalistas e inquietantes, a música não apenas acompanha as cenas, mas intensifica o peso emocional da narrativa, reforçando a sensação constante de ameaça e desamparo.

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