O Fenômeno Jungkook: biografia revela a jornada do astro do BTS até o topo do mundo

Se tem um nome que resume a ascensão meteórica do K-pop ao estrelato global, esse nome é Jungkook. E agora, os fãs têm a chance de conhecer de perto a história do “Golden Maknae” do BTS com o lançamento da biografia O Fenômeno Jungkook (Ed. BestSeller), escrita pela jornalista Monica Kim. A obra mergulha nos bastidores da vida e da carreira de Jeon Jungkook, revelando o caminho que o transformou em um dos artistas mais influentes da música atual.

Um talento escolhido aos 15 anos

Jungkook entrou para o BTS quando ainda era adolescente — aos 15 anos, foi selecionado como vocalista principal de um grupo que viria a quebrar barreiras culturais e dominar palcos no mundo inteiro. Com uma voz impecável, carisma natural e disciplina quase sobre-humana, ele logo se destacou entre os sete integrantes e virou um dos nomes mais buscados (e imitados) da geração.

Na biografia, Monica Kim narra como cada passo — dos primeiros ensaios exaustivos aos shows lotados em estádios internacionais — moldou o artista. Não faltam detalhes sobre os desafios da fama precoce, a responsabilidade como “maknae” (o mais novo do grupo) e os bastidores da construção de uma das maiores fanbases do planeta, o ARMY.

Uma carreira solo que também faz história

Mesmo em hiato do grupo, o sucesso de Jungkook não diminuiu. Pelo contrário. Em carreira solo, o cantor vendeu mais de 2 milhões de cópias de seu álbum “Golden” no dia do lançamento, ocupando por dois anos seguidos a cobiçada lista Billboard 200. E esse é só um dos números impressionantes.

A obra também detalha como o impacto econômico do BTS ultrapassa o mundo da música: o grupo chegou a gerar cerca de 5 bilhões de dólares por ano para a economia da Coreia do Sul. Não à toa, Jungkook ganhou o apelido de “Sold Out King” — qualquer produto que ele usa ou recomenda esgota em minutos.

Além do palco: cultura, internet e o universo do K-pop

Mas O Fenômeno Jungkook vai além da biografia tradicional. Monica Kim dedica páginas inteiras ao contexto cultural sul-coreano, ao funcionamento da indústria do K-pop e ao papel fundamental da internet e das redes sociais na ascensão do gênero. Ela também traça o perfil do ARMY — o fandom que se espalhou globalmente com uma organização que lembra movimentos sociais.

Apesar de não ser uma biografia oficial, a autora teve contato direto com Jungkook e já esteve presente em eventos com ele. Vivendo entre Nova York e Seul, Kim traz uma visão insider do showbusiness, já que também trabalhou em gravadoras e acompanhou de perto a revolução pop que o BTS protagonizou.

Para fãs e curiosos

O Fenômeno Jungkook é leitura obrigatória não só para fãs do BTS, mas para quem quer entender como um garoto de Busan se tornou um símbolo de alcance mundial. Em tempos de viralização instantânea e fandoms hiperativos, a história de Jungkook mostra que o sucesso, mesmo quando amplificado pela internet, ainda é feito de esforço, talento e uma boa dose de coragem.

Um céu para Isaías – Romance de estreia de Vítor Kappel mistura afeto, rebeldia e descobertas no interior do Brasil

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Em um Brasil rural onde o tempo parece se mover em círculos e a autoridade ainda veste batina, nasce uma das histórias mais singulares da nova literatura brasileira. Sob o Céu de Isaías, primeiro romance de Vítor Kappel, lançado pela Editora Patuá, nos apresenta Isaías Petit — um adolescente tão brilhante quanto caótico, cercado por pecados que não cometeu, vivendo entre a culpa ensinada e os desejos que mal sabe nomear.

Com uma escrita fresca, sensível e mordaz, o autor traça um retrato tragicômico de um garoto em busca de si mesmo — em um cenário que insiste em apagar quem sai da norma. O resultado é um romance de formação que emociona, ri de si mesmo e oferece uma das leituras mais autênticas e ousadas do ano.

Entre padres, poeira e pecados

Isaías vive em uma cidade pequena, dessas onde o sino da igreja dita o ritmo do dia e os muros altos dos colégios religiosos escondem mais do que ensinam. Desde cedo, ele entende que sua inteligência é um passaporte — talvez o único — para fugir daquele universo claustrofóbico. Mas, como todo jovem prestes a terminar o ensino médio, ele também carrega a inquietação dos que ainda não sabem exatamente quem são — e que, por isso, não cabem nas molduras rígidas da moral vigente.

O colégio, o lar, a cidade: tudo parece empurrá-lo para um caminho estreito, pavimentado por expectativas alheias. Só que Isaías não aceita andar em linha reta. E, sem perceber, começa a trilhar outra estrada — torta, sim, mas cheia de cor, dúvida, afeto e desejo.

Um protagonista que escapa aos rótulos

Há algo em Isaías que nos obriga a parar. Talvez seja sua inocência confusa. Talvez o humor involuntário com que ele se envolve nas mais improváveis confusões. Ou talvez seja a lucidez cortante com que observa o mundo à sua volta — um mundo que o empurra para a invisibilidade, mas que ele insiste em enfrentar com delicadeza e ironia.

Não à toa, Carol Bensimon, premiada escritora que assina o prefácio do livro, define Isaías como um personagem que “salta das páginas” e conquista pela autenticidade. Sob o Céu de Isaías não busca piedade nem militância direta: seu motor é a humanidade — com todas as suas falhas, esquisitices, doçuras e resistências.

Adolescência como encruzilhada

A força do livro também está na maneira como trata a adolescência — não como uma transição suave, mas como uma encruzilhada brutal. Isaías está às voltas com uma rede criminosa que atua nas sombras da cidade e que ameaça seu futuro de forma inesperada. Mas talvez o conflito mais intenso seja o que se dá dentro dele mesmo, quando Bernardo, um colega de classe aparentemente inalcançável, desperta algo que ele ainda não sabe nomear — mas já sente com o corpo todo.

Essa relação, construída com sutileza e tensão emocional, funciona como um catalisador. É com Bernardo que Isaías aprende a reconhecer os limites do medo, o peso da repressão e, acima de tudo, o valor de um gesto de acolhimento em um mundo que só ensina a rejeição.

Humor e dor, leveza e abismo

O grande trunfo de Vítor Kappel é equilibrar leveza e profundidade com uma segurança rara para um autor estreante. Como disse a escritora Helena Terra, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2024, o livro carrega “a rara combinação de leveza com profundidade que só os grandes talentos podem nos oferecer”.

A prosa de Kappel é límpida, com ritmo narrativo ágil e uma sensibilidade poética que se revela nos pequenos detalhes: a observação de um gesto, uma fresta de luz no quarto, o som abafado da cidade dormindo. Há um humor agridoce que nunca escorrega para o deboche fácil. E há, sobretudo, um olhar compassivo — para Isaías, para os que o cercam, para a dureza de crescer em um ambiente que não reconhece o diferente.

Um autor que rompe padrões — na vida e na literatura

Engenheiro de formação, Vítor Kappel decidiu trocar os números pelas palavras — e o fez com coragem. Em suas próprias palavras: “Publicar um romance é um sonho que carrego há anos. Esse processo tem sido, para mim, uma forma de me permitir algo novo – afastando-me da minha formação em engenharia para testar minha vocação para a escrita.”

Vítor Kappel nasceu em Nova Friburgo, em 1986. Engenheiro de formação, atuou nos últimos dez anos em iniciativas voltadas ao apoio a projetos audiovisuais, pesquisa e inovação no Brasil. Nos últimos tempos, passou a se dedicar à literatura de ficção. Sob o céu de Isaías marca sua estreia no romance.

Domingo explosivo: Invasão a Londres traz ação de alto nível para o Cine Maior da Record TV

No próximo domingo, 13 de julho de 2025, o Cine Maior da Record TV exibe Invasão a Londres (London Has Fallen), um thriller de ação eletrizante que mistura tensão política, ataques surpreendentes e um verdadeiro teste de sobrevivência no coração da capital britânica.

Sinopse: Quando um funeral vira palco de guerra

Tudo começa com a morte misteriosa do primeiro-ministro britânico. A ocasião reúne os principais líderes mundiais em Londres para o funeral, um evento que deveria ser de respeito e diplomacia, mas acaba se tornando o alvo de um ataque terrorista planejado para eliminar as maiores potências globais.

No meio do caos, o agente de segurança Mike Banning (Gerard Butler) assume a responsabilidade de proteger o presidente dos Estados Unidos, Benjamin Asher (Aaron Eckhart), que consegue escapar da emboscada. Paralelamente, o vice-presidente Trumbull (Morgan Freeman) mobiliza esforços para caçar o líder terrorista que orquestrou o atentado, determinado a impedir que o ataque tenha consequências ainda mais devastadoras.

Elenco de peso e papéis marcantes

Gerard Butler, que vive Mike Banning, é conhecido por seus papéis em filmes de ação como 300 (2006), onde interpretou o rei Leônidas, e À Prova de Morte (2007). Sua presença na franquia Invasão a Londres reforça o tom intenso e físico do filme.

Aaron Eckhart, no papel do presidente Asher, ganhou destaque em produções como O Cavaleiro das Trevas (2008), onde interpretou Harvey Dent, o Duas-Caras, mostrando seu talento para personagens complexos.

Morgan Freeman, um dos atores mais respeitados de Hollywood, completa o trio principal como o vice-presidente Trumbull. Com uma carreira marcada por papéis icônicos em filmes como Um Sonho de Liberdade (1994) e Invictus (2009), Freeman traz gravidade e carisma à narrativa.

Direção e roteiro: experiência e estilo

A direção é de Babak Najafi, cineasta sueco que também dirigiu o thriller de ação Força de Ataque (2014). Seu estilo é marcado por uma abordagem quase documental em cenas de ação, conferindo realismo e intensidade ao caos vivido pelos personagens.

O roteiro foi escrito por Katrin Benedikt e Creighton Rothenberger, dupla que colaborou em diversos roteiros de suspense e ação, incluindo A Casa da Escuridão (2016). Eles criam uma trama que combina sequências de ação explosivas com momentos de tensão política e estratégia.

Uma sequência que mantém a adrenalina

Invasão a Londres é a sequência do filme Olympus Has Fallen (2013), que já apresentou o agente Mike Banning enfrentando uma crise na Casa Branca. Nesta continuação, a escala do conflito se amplia para a capital britânica, com cenas de destruição urbana e perseguições que fazem o espectador prender a respiração.

Onde e quando assistir

O filme será exibido no Cine Maior, domingo, 13 de julho, na Record TV — uma ótima pedida para quem busca entretenimento de qualidade em casa.

Para quem prefere controlar o momento, Invasão a Londres está disponível para aluguel no Prime Video, em HD, a partir de R$ 11,90.

HERBIE ganha balde temático em estreia de novo Quarteto Fantástico: Primeiros Passos

Foto: Reprodução/ Internet

Em um encontro preciso entre marketing afetuoso, memória afetiva e a redescoberta de ícones esquecidos, a rede de cinemas AMC revelou nesta semana uma peça que vai além do simples consumo de pipoca: um balde interativo inspirado em H.E.R.B.I.E., o simpático robô do Quarteto Fantástico. A ação faz parte da campanha de lançamento de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos e sinaliza não apenas a reestreia da equipe nas telonas, mas também o zelo da Marvel Studios em se reconectar com sua própria história.

Sim, é só um balde de pipoca. Mas também é muito mais do que isso. Com rodinhas móveis, sensores de luz e uma cabeça giratória, HERBIE não apenas carrega pipoca — ele carrega consigo décadas de história da cultura pop, um carinho inesperado por personagens “secundários” e o símbolo de um novo momento criativo para o estúdio.

A volta triunfal da primeira família da Marvel

Criado por Stan Lee e Jack Kirby em 1961, o Quarteto Fantástico não foi apenas o ponto de partida do universo Marvel moderno — eles foram pioneiros ao humanizar super-heróis. Ao contrário dos semideuses que vieram antes, Reed, Sue, Johnny e Ben discutiam, amavam, erravam. Eram heróis, sim, mas também família. Essa dimensão íntima, tão inovadora nos anos 60, é o que o estúdio quer resgatar agora.

Após anos de tentativas frustradas — incluindo o reboot criticado de 2015 — e depois da aquisição da Fox pela Disney, o caminho estava aberto para uma reinterpretação definitiva. Kevin Feige, arquiteto do MCU, sabia o que tinha nas mãos: era preciso fazer justiça à primeira família da Marvel. E, ao que tudo indica, a aposta agora é certeira.

First Steps: muito além do título

O nome Quarteto Fantástico: Primeiros Passos não é apenas um indicativo de recomeço. É uma reverência direta à exploração espacial, às promessas tecnológicas do século XX e, claro, ao célebre “pequeno passo para o homem” dito por Neil Armstrong em 1969. O filme se ambienta em um universo alternativo retrofuturista, situado nos anos 1960 — um mundo visualmente inspirado por Stanley Kubrick, pelos Beatles, pela corrida espacial e pela estética elegante e industrial da época.

Segundo o diretor Matt Shakman, a proposta foi ousada: “E se, em vez de Armstrong e Aldrin, fossem os Storms, Ben Grimm e Reed Richards os primeiros humanos na Lua?”. A ideia ganha corpo em cenários práticos, figurinos meticulosamente desenhados e uma direção de arte que homenageia desde 2001: Uma Odisseia no Espaço até os anúncios de revistas Life da década de 60.

E, no centro disso tudo, está HERBIE — o robô que deveria ser coadjuvante, mas acabou roubando os holofotes.

HERBIE: de substituto animado a ícone de cultura pop

HERBIE nasceu da necessidade. Em 1978, por questões legais, o Tocha Humana não pôde ser usado na série animada do Quarteto. Para preencher a lacuna, surgiu o robô: branco, redondinho, inteligente e com uma pitada de sarcasmo. Era para ser provisório. Virou eterno.

Agora, em Primeiros Passos, HERBIE é reimaginado com tecnologia de ponta — uma fusão de animatrônicos e efeitos visuais, com a dublagem afiada de Matthew Wood, conhecido por dar vida ao General Grievous em Star Wars. Segundo Shakman, HERBIE é “abusado, mas adorável”. Ele não é apenas o alívio cômico da trama. É peça central da equipe — uma espécie de elo emocional entre os personagens. E, claro, o novo alvo do merchandising.

O balde temático lançado pela AMC nos Estados Unidos celebra isso com um carinho raro em ações promocionais. HERBIE se movimenta, acende luzes, gira a cabeça — e, inevitavelmente, vai conquistar fãs de todas as idades. É o “Baby Groot” do Quarteto. É o “Grogu” da nova geração Marvel.

Um elenco para reescrever a história

O filme reúne um elenco afiado, com nomes que transitam entre o prestígio dramático e a cultura pop.

Pedro Pascal, queridinho do momento após brilhar em Quarteto Fantástico, interpreta Reed Richards, o Senhor Fantástico. Em entrevistas, Pascal revela que seu Reed é um gênio à beira da autossabotagem — uma mistura entre Einstein, Steve Jobs e Robert Moses. Inteligente, mas falho. Brilhante, mas solitário.

Vanessa Kirby dá vida a Sue Storm, a Mulher Invisível, agora grávida e mais complexa emocionalmente. Kirby explorou nuances da versão “Malice” da personagem nos quadrinhos, e seu retrato foge do estereótipo da “mãe protetora”. Ela é, de fato, a líder da Fundação Futuro.

Já Ebon Moss-Bachrach (reconhecido por The Bear) assume o papel de Ben Grimm, o Coisa, com humanidade comovente. Judeu como o personagem original, Moss-Bachrach incorpora a ancestralidade de Ben com respeito e profundidade. E sim, ele será trazido à vida por meio de captura de movimento, com inspiração visual em rochas do deserto americano.

Joseph Quinn — o Eddie de Stranger Things — fecha o time como Johnny Storm, o Tocha Humana. Sua versão abandona o arquétipo mulherengo e entrega um Johnny mais sensível, porém ainda impetuoso. Um jovem em busca de identidade, que brilha — literalmente e metaforicamente.

Galactus vem aí — e não está sozinho

O perigo em Primeiros Passos é proporcional à grandeza da equipe: Galactus. Interpretado por Ralph Ineson (A Bruxa), o devorador de mundos aparece em toda sua glória cósmica, com armadura roxa, voz cavernosa e presença que ecoa mais como uma força da natureza do que como vilão tradicional.

Mas ele não está sozinho. A Surfista Prateada também marca presença — e dessa vez, em versão feminina. Julia Garner (de Ozark) interpreta Shalla-Bal, a clássica parceira de Norrin Radd nos quadrinhos, aqui reimaginada como arauta de Galactus. A personagem traz uma sensibilidade melancólica que promete cenas arrebatadoras.

Bastidores e renascimento criativo

A trajetória até esse novo filme foi, no mínimo, turbulenta. Desde o fracasso do reboot de 2015, passando pela compra da Fox pela Disney, a franquia parecia esquecida num limbo criativo. Diversos projetos foram cogitados — incluindo um longa focado em Franklin e Valeria, filhos de Reed e Sue, e até um filme solo do Doutor Destino por Noah Hawley.

A escolha de Matt Shakman, que encantou o estúdio com seu trabalho em WandaVision, mudou o jogo. Ao apresentar sua filha recém-nascida numa reunião com executivos da Marvel, Shakman mostrou que queria contar uma história sobre família, legado, pertencimento. Não apenas uma aventura espacial — mas um drama humano com capas e raios cósmicos.

O roteiro passou pelas mãos de Jeff Kaplan, Ian Springer, Josh Friedman, Eric Pearson e Peter Cameron. A ideia foi unir ficção científica com emoção sincera, e humor com relevância temática. A Marvel, neste projeto, quer emocionar — não apenas entreter.

O impacto que está por vir

Primeiros Passos não é só mais um capítulo. Ele é o prólogo da nova fase do MCU. A equipe já está confirmada nos vindouros Avengers: Doomsday (2026) e Avengers: Secret Wars (2027). E, segundo rumores persistentes, Victor von Doom — o lendário Doutor Destino — aparecerá discretamente numa cena pós-créditos, interpretado por ninguém menos que Robert Downey Jr.

Isso mesmo: Tony Stark pode voltar, agora não como herói, mas como ameaça. Uma inversão ousada que pode redefinir o futuro da franquia.

O merchandising como afeto

Além do balde interativo de HERBIE, a campanha promocional inclui copos colecionáveis com cada membro do Quarteto, roupas com visual retrô, action figures e uma linha de brinquedos licenciados que miram tanto em crianças quanto em adultos nostálgicos.

E HERBIE, ao que tudo indica, é o novo fenômeno em potencial. Um robô de olhos grandes, falas sarcásticas e design que parece saído de um museu do futuro. Não seria surpresa vê-lo estampando camisetas, mochilas, cadernos — e, claro, prateleiras de colecionadores mundo afora.

No Conversa com Bial desta segunda (04/08), Fernanda Keller e Fernanda Maciel contam suas histórias de superação e amor pelos desafios

Foto: Reprodução/ Internet

Na noite desta segunda, 4 de agosto de 2025, o programa Conversa com Bial abre espaço para um encontro raro e inspirador: duas mulheres que desafiam limites físicos e mentais, que vivem intensamente o esporte como forma de vida e transformação. De um lado, Fernanda Keller, a incansável triatleta que há décadas desafia as provas mais difíceis do planeta; do outro, Fernanda Maciel, ultramaratonista e alpinista que corre entre os picos mais altos do mundo como quem respira. Com simplicidade e profundidade, as duas dividiram não apenas números e títulos, mas emoções, histórias de superação e o que realmente as move para seguir em frente, mesmo diante das maiores dificuldades.

Fernanda Keller: a mulher que faz do triatlo uma missão de vida

Keller é sinônimo de resistência. Aos 60 anos, a carioca de Niterói carrega no corpo e na alma a experiência de quem já viveu dezenas de Ironmans — competições que combinam natação, ciclismo e corrida por horas a fio. Ela não é só uma atleta; é uma lenda viva do triatlo mundial, reconhecida por ter participado 23 vezes consecutivas do Ironman do Havaí, e por ter terminado 14 vezes entre as 10 melhores do mundo.

No programa, Fernanda vai falar com a serenidade de quem conhece a dor, mas não se deixa vencer por ela. Ela conta como o esporte transformou sua vida e como a disciplina e o foco são aliados essenciais em cada prova, seja a mais dura ou a mais simples. Mas seu legado vai além das medalhas: ela criou o Instituto Fernanda Keller, que há mais de 25 anos oferece gratuitamente aulas de triatlo para crianças e jovens de comunidades carentes em Niterói.

Fernanda Maciel: entre montanhas e ultramaratonas, a coragem que corre no sangue

Enquanto Keller é a rainha das distâncias no triatlo, Fernanda Maciel é a mulher que desafia os limites da corrida e da escalada pelas alturas do mundo. Mineira de Belo Horizonte, ela começou a correr quando criança, inicialmente para escapar do transporte escolar e treinar ginástica. Mais tarde, virou ultramaratonista, especialista em correr por trilhas íngremes e terrenos selvagens.

Com um currículo impressionante, a moça é detentora de recordes femininos de velocidade em montanhas como o Aconcágua, Kilimanjaro, Monte Vinson e o Monte Elbrus. Em seu projeto Seven Summits, busca estabelecer o recorde mais rápido para mulheres nos sete picos mais altos de cada continente — uma jornada que é também um manifesto de amor à natureza e consciência ambiental.

A atleta fala sobre os desafios que enfrentou, incluindo um grave acidente em 2021 que a deixou com sequelas temporárias e a obrigou a uma recuperação difícil.

O que move quem vive para vencer limites?

Ao longo da conversa, as duas Fernandas dividiram uma visão parecida: não se trata apenas de competir ou ganhar medalhas. O que realmente importa é a conexão consigo mesma, o prazer de descobrir do que se é capaz e a sensação de que, mesmo quando o corpo grita por descanso, a alma encontra força para continuar.

Keller confessa que a maior vitória é poder inspirar outras pessoas a nunca desistirem, independentemente das adversidades. Já Maciel destacou que o esporte é sua forma de dialogar com o mundo e de defender a preservação do meio ambiente — um chamado urgente e apaixonado.

Destruição Final 2 | Continuação de sucesso apocalíptico ganha data de estreia e promete nova jornada intensa da família Garrity

“O mundo acabou. Mas a história continua.” Essa frase poderia facilmente servir de slogan para Destruição Final 2, a aguardada sequência do thriller apocalíptico Destruição Final: O Último Refúgio (2020). Com estreia mundial marcada para o dia 9 de janeiro de 2026, o novo capítulo promete não apenas retomar os eventos do primeiro filme, mas expandir sua carga dramática, emocional e humana. É uma continuação que fala menos sobre o impacto de um cometa e mais sobre o impacto de continuar vivo. As informações são do Variety.

Dirigido novamente por Ric Roman Waugh e estrelado por Gerard Butler, Morena Baccarin e Roman Griffith Davis, o filme mostra a família Garrity após sair do abrigo que os protegeu da destruição provocada pelo cometa Clarke. Agora, o desafio é outro: atravessar um mundo em ruínas em busca de um novo lar — e, talvez, de um novo sentido para a existência.

O mundo pós-Clarke: Um planeta que sobreviveu… parcialmente

O novo filme parte do ponto onde Destruição Final terminou: a Terra foi devastada, mas nem tudo foi perdido. A raça humana sobreviveu — ou pelo menos, parte dela. A Groenlândia, usada como refúgio durante a colisão, foi uma das poucas regiões onde a vida pôde ser preservada, ainda que sob condições extremas.

Quando a família Garrity decide deixar o bunker, o que encontram do lado de fora não é esperança imediata, mas um planeta irreconhecível: cidades apagadas, florestas reduzidas a cinzas, oceanos agitados, climas imprevisíveis. Uma Terra que respira com dificuldade e parece cobrar um preço por cada passo em falso.

É nesse cenário que John (Gerard Butler), Allison (Morena Baccarin) e o jovem Nathan (Roman Griffith Davis) tentam cruzar o que restou do continente em busca de abrigo e conexão com outros sobreviventes. O problema é que nem todos os que ficaram vivos querem cooperar.

Uma família em migração: das ruínas ao recomeço

Em vez de repetir a estrutura frenética do primeiro longa — em que o tempo era um inimigo visível —, a continuação aposta em uma narrativa mais compassada e introspectiva. A tensão continua presente, mas o foco está nas consequências de sobreviver, no peso que isso carrega para quem ficou.

John, que no primeiro filme foi um engenheiro tentando proteger sua família a qualquer custo, agora lida com a culpa e o trauma. Allison, antes apenas reativa aos acontecimentos, assume um papel mais ativo e estratégico. E Nathan, já um pouco mais velho, representa a incerteza da nova geração, crescendo em um mundo onde nenhuma regra se aplica.

A jornada é marcada por encontros com outros sobreviventes — vividos por Amber Rose Revah, Sophie Thompson, Trond Fausa Aurvåg e William Abadie —, cada um carregando seus próprios passados, escolhas e cicatrizes. São personagens que expandem o universo da franquia e trazem dilemas morais complexos: até onde você vai para proteger os seus? Ainda existe certo e errado quando tudo ao redor desabou?

O sucesso improvável de um filme catástrofe “sem super-heróis”

O primeiro filme estreou em 2020 sob um contexto bastante peculiar: o auge da pandemia da COVID-19. Com salas de cinema fechadas em várias partes do mundo, o longa encontrou um público fiel no streaming e VOD (vídeo sob demanda). Lançado pela STX Films e posteriormente licenciado pela Lionsgate, arrecadou mais de US$ 52 milhões, superando expectativas para um projeto de médio orçamento.

A crítica, que costuma ser dura com filmes-catástrofe, foi surpreendentemente favorável. Com 73% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa foi elogiado por evitar exageros, apostar em tensão realista e retratar uma família comum enfrentando o fim do mundo com coragem — e vulnerabilidade.

Essa fórmula de sucesso — misto de ação com drama humano — pavimentou o caminho para a sequência. Mas o time criativo não quis apenas repetir a fórmula. Querem aprofundá-la.

Um olhar mais maduro e sombrio

De acordo com entrevistas recentes dos produtores, Destruição Final 2 é menos sobre desastres naturais e mais sobre as escolhas humanas num mundo sem estrutura. Um tipo de western apocalíptico, com a estrada como cenário principal e o imprevisível como ameaça constante.

O diretor Ric Roman Waugh — que também dirigiu Invasão ao Serviço Secreto (2019) — traz sua marca: personagens durões, mas com camadas emocionais profundas. Já o roteiro, coassinado por Chris Sparling (que escreveu o primeiro filme) e Mitchell LaFortune (especialista em roteiros com tensão geopolítica e militar), sugere que elementos de sobrevivência, estratégia e liderança estarão ainda mais presentes.

Trauma, humanidade e resiliência

Um dos temas mais delicados abordados no novo filme é o trauma coletivo. Em um mundo onde bilhões morreram e quase tudo foi perdido, o que sobra da saúde mental das pessoas? Como manter relações, ensinar valores a uma criança, ou sequer confiar em alguém? A personagem de Allison, por exemplo, deve ganhar um arco emocional mais elaborado. Morena Baccarin revelou em entrevistas que sua personagem “será o coração da história” e terá de tomar decisões difíceis para manter a família unida. Nathan, vivido por Roman Griffith Davis (do premiado Jojo Rabbit), também passa por uma transição: de criança frágil a pré-adolescente em formação, aprendendo a sobreviver num planeta sem escolas, amigos ou promessas.

Uma aposta da Lionsgate no realismo emocional

Diferente de outras franquias apocalípticas — como Guerra Mundial Z ou 2012 —, a saga Destruição Final nunca se apoiou em soluções tecnológicas mirabolantes ou em protagonistas infalíveis. Ao contrário: tudo é mais lento, mais humano, mais crível. E isso se mantém em Migration. A Lionsgate, que assumiu a distribuição global, investiu pesado no realismo do projeto. As filmagens ocorreram em locações naturais na Europa, com pouca dependência de CGI, priorizando cenários reais que pudessem transmitir desolação e urgência. A trilha sonora, ainda sem compositor oficial confirmado, provavelmente manterá o tom melancólico e atmosférico da primeira, assinada por David Buckley.

E depois da migração?

Uma dúvida paira sobre fãs e críticos: este será o capítulo final? Ou apenas o começo de uma trilogia? Fontes próximas à produção indicam que tudo depende da recepção de Destruição Final 2 . Caso o filme repita o sucesso do original, um terceiro longa pode explorar a reconstrução da sociedade, talvez com foco nas primeiras tentativas de reerguer a civilização — e, com isso, novos conflitos surgirão. Além disso, há espaço para spin-offs com outros sobreviventes ou até mesmo uma minissérie, considerando o apelo emocional e a atual demanda por narrativas pós-apocalípticas mais realistas.

Paulistar deste sábado (16/08) visita Paraisópolis e revela a arte, cultura e gastronomia da maior favela de São Paulo

Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 16 de agosto, o programa Paulistar convida o público para uma viagem diferente pela cidade de São Paulo, explorando o coração pulsante de Paraisópolis, a maior favela da capital paulista, localizada na Zona Sul e lar de quase 60 mil habitantes. Sob o olhar atento da fotógrafa Marcela Novais, natural da comunidade, a apresentadora Valéria Almeida conduz o espectador por ruas, feiras, ateliês e espaços culturais, revelando que Paraisópolis é muito mais do que os noticiários costumam mostrar sobre violência. É um território de trabalho, arte, solidariedade e diversão.

A jornada começa cedo, com o cheiro inconfundível de comida de feira no ar. Val e Marcela se perdem entre barracas coloridas e o burburinho típico da comunidade, chegando a um clássico paulistano: pastel com caldo de cana. É nesse cenário que conhecem Adriana Dias, que há 23 anos comanda uma barraca junto da família. A experiência de Adriana vai além do comércio: seu sorriso acolhedor e a tradição passada de geração em geração transformam o simples lanche em um ponto de encontro comunitário. “Aqui a gente conhece gente, troca histórias e se fortalece”, conta Adriana, enquanto prepara com habilidade os pastéis que já viraram marca registrada do local.

Logo depois, a equipe do programa segue para o Batukebrada, projeto social criado por Odair Veríssimo, conhecido como Dáda. O espaço reúne crianças e adolescentes, oferecendo aulas de música, percussão e disciplina, com ensaios abertos ao público todos os sábados. Entre o ritmo contagiante dos tambores e o entusiasmo dos jovens, Marcela Novais registra cada detalhe com sua câmera, mostrando seu olhar sensível e artístico, que já lhe rendeu prêmios internacionais. Dáda explica que o projeto não é apenas sobre música: “É sobre ensinar valores, criar oportunidades e mostrar que cada um pode ser protagonista da própria história”. Para Val, a experiência é uma lição de humanidade: “É inspirador ver como a arte transforma vidas aqui em Paraisópolis.”

O passeio cultural continua na galeria criada por Marcela, um espaço que se tornou ponto de referência para artistas locais. Ali, o público encontra trabalhos que narram a história da comunidade, retratando cotidiano, festas, rituais e sonhos. Val se encanta com a riqueza visual e simbólica das obras, enquanto Marcela compartilha histórias de resistência e criatividade que moldam a identidade do bairro. “Não é apenas sobre arte, é sobre memória, pertencimento e orgulho de onde viemos”, explica a fotógrafa.

A visita artística não termina ali. A equipe se desloca até a oficina do escultor Antônio Ednaldo da Silva, mais conhecido como Berbela. Com sucata, ferro velho e muita imaginação, Berbela cria esculturas que já chamaram atenção de todo o país. Suas peças foram destaque na abertura da novela I Love Paraisópolis e na icônica Casa de Pedra, projeto arquitetônico inspirado em Antoni Gaudí. Para Berbela, cada obra é uma forma de dialogar com o espaço urbano e mostrar que, mesmo diante da escassez, a criatividade pode florescer. “Minha arte é feita do que a cidade me oferece. É transformar o que sobra em algo que emociona”, explica, enquanto Val e Marcela observam atentamente suas esculturas.

O programa também destaca iniciativas esportivas que fortalecem a comunidade. Entre elas, o projeto social Rugby para Todos, que há 21 anos forma atletas e cidadãos, promovendo valores como disciplina, trabalho em equipe e autoestima. Bianca e Leila, jogadoras que hoje defendem a Seleção Brasileira de Rugby, compartilham suas trajetórias e lembram que o esporte foi decisivo para transformar vidas. Para elas, Paraisópolis não é apenas casa, mas também campo de sonhos e conquistas. O futebol de várzea também ganha destaque com o tradicional time Palmeirinha, fundado há mais de 50 anos, que segue reunindo moradores para partidas de fim de semana e reforçando a união local.

Entre uma visita e outra, Val e Marcela se rendem à gastronomia da comunidade. No ateliê de Tânia Soares, confeiteira e empreendedora, provam bolos artesanais que se tornaram referência em Paraisópolis. Tânia começou com poucos recursos, mas transformou seu talento em um negócio de sucesso. Hoje, sua loja é ponto de encontro e celebração: “Minha cozinha é meu espaço de amor, onde cada bolo leva um pedaço da minha história e da nossa comunidade”, explica a doceira. Entre risadas e degustações, Val destaca como a culinária se torna uma forma de conectar gerações e compartilhar memórias.

O dia se encerra em grande estilo, em um espaço criado por Kauê Oliveira, que oferece uma vista panorâmica de Paraisópolis e promove shows ao vivo. Kauê transformou seu sonho em ponto turístico e cultural, incentivando a música e a convivência entre os moradores. “Quis criar um lugar onde arte, música e natureza se encontram. Aqui, cada pôr do sol é uma festa e cada apresentação é uma celebração da vida”, diz o idealizador. Entre notas musicais e aplausos, Val reflete sobre a intensidade e a diversidade de Paraisópolis, percebendo que a comunidade pulsa com criatividade, afeto e energia.

O programa reserva ainda uma surpresa emocionante. O fotógrafo Cristiano Mascaro, referência nacional, visita a galeria de Marcela e presenteia a artista com uma de suas obras para exposição. O momento é de reconhecimento e emoção, evidenciando que Paraisópolis é um celeiro de talentos que merece visibilidade e respeito. Marcela, visivelmente emocionada, afirma que o gesto representa a valorização da arte produzida na comunidade e o reconhecimento do potencial criativo local. “É uma confirmação de que nosso olhar e nossa história têm valor, e que arte é linguagem universal”, comenta.

Ao longo do episódio, o Paulistar constrói um retrato humano e sensível de Paraisópolis, desconstruindo estereótipos e mostrando que, por trás das manchetes sobre violência, existe um território vibrante, repleto de histórias, projetos e pessoas que fazem a diferença. O programa evidencia como a arte, o esporte, a gastronomia e a música transformam vidas e fortalecem a identidade comunitária. Mais do que um passeio turístico, a experiência conduz o público a enxergar Paraisópolis sob uma nova perspectiva, valorizando a diversidade cultural e a força de seus moradores.

O episódio também reforça a importância de iniciativas locais que incentivam jovens a sonhar, aprender e transformar a realidade ao seu redor. Projetos como o Batukebrada e Rugby para Todos mostram que, com orientação, dedicação e apoio, é possível abrir caminhos e criar oportunidades que ultrapassam os limites do bairro. Da mesma forma, artistas como Marcela Novais e Berbela demonstram que a arte não conhece barreiras e pode se tornar instrumento de expressão, resistência e diálogo com o mundo.

Ao final do passeio, Valéria Almeida compartilha com os espectadores suas impressões: “O que vemos aqui é a força do cotidiano, a criatividade que nasce da simplicidade e o amor que move cada pessoa que faz Paraisópolis existir. É um lembrete de que cada comunidade tem suas riquezas e que olhar para elas com atenção e respeito transforma nossa percepção do mundo.”

Atomic | MGM+ divulga trailer da nova série de ação estrelada por Alfie Allen e Shazad Latif

Foto: Reprodução/ Internet

A MGM+ revelou recentemente o trailer oficial de Atomic, a aguardada série britânica de ação e aventura que promete prender a atenção do público com uma mistura de suspense, espionagem e tensão internacional. A produção chega à plataforma de streaming no dia 28 de agosto de 2025, trazendo um elenco de peso e uma narrativa inspirada em fatos reais. Abaixo, confira o vídeo:

Baseada no livro de não ficção Atomic Bazaar, do jornalista William Langewiesche, a série acompanha acontecimentos e personagens inseridos no contexto global da energia nuclear e das tensões geopolíticas contemporâneas. Ao combinar elementos de investigação, ação e drama, Atomic oferece ao público uma experiência cinematográfica dentro do formato televisivo, com ritmo ágil e intensidade constante.

O elenco da série reúne talentos reconhecidos do cinema e da televisão, liderados por Alfie Allen (John Wick, Game of Thrones) no papel de Max, e Shazad Latif (Nautilus, Star Trek: Discovery) como JJ. A atriz Samira Wiley (Orange Is the New Black, The Handmaid’s Tale) interpreta Cassie Elliot, trazendo profundidade emocional à narrativa.

Outros nomes do elenco incluem Brian Gleeson (Peaky Blinders, The Irishman) como Mark Ellis, Franklin Virgüez (Celia, La Mala Educación) no papel de Antonio Alam, Avital Lvova (Shtisel, McMafia) como Oksana Shirokova e Stuart Martin (Line of Duty, Our Kind of Traitor) interpretando Robert “Rab” Mackintosh. Complementam o time Vahid Gold (Jack Ryan, The Spy) como Khaled Awad e Charlie Murphy (Peaky Blinders, The Bachelor) no papel de Laetitia.

Essa diversidade de personagens promete explorar diferentes perspectivas e conflitos, refletindo a complexidade das histórias que giram em torno do universo nuclear e da espionagem internacional. Cada ator contribui para dar vida a um mundo repleto de tensões, dilemas éticos e decisões que podem mudar o curso da narrativa.

A obra é uma série de cinco episódios produzida pela Pulse Films em parceria com a Sky Studios. A direção fica a cargo de Shariff Korver, enquanto Peter McAleese assume o papel de produtor principal. O roteiro, escrito por Gregory Burke, mantém fidelidade à pesquisa jornalística de Langewiesche, oferecendo um equilíbrio entre fidelidade factual e narrativa dramática.

Os produtores executivos incluem Jamie Hall e Judy Counihan, da Pulse Films, além de Thomas Benski, Gregory Burke, Sam Hoyle e Megan Spanjian, da Sky Studios. As filmagens ocorreram no Marrocos durante o verão de 2024, cenário que proporcionou paisagens variadas e uma ambientação realista para a série.

O trailer divulgado apresenta sequências de ação intensas, confrontos estratégicos e momentos de suspense que destacam a tensão entre os protagonistas e seus desafios profissionais e pessoais. Com cenas que alternam ação explosiva e diálogos carregados de significado, o vídeo consegue transmitir a atmosfera de urgência e risco que permeia toda a série.

Marty Supreme | Timothée Chalamet estrela aventura esportiva de Josh Safdie que ganha trailer e data no Brasil

O calendário do cinema em 2026 começa a ganhar forma, e um dos títulos que mais desperta curiosidade entre críticos e fãs é “Marty Supreme”, novo longa estrelado por Timothée Chalamet e dirigido por Josh Safdie, que acaba de ganhar trailer oficial e data de lançamento no Brasil. O filme chega aos cinemas nacionais em 8 de janeiro de 2026, pela Diamond Films, enquanto nos Estados Unidos e Canadá a estreia será antecipada para 25 de dezembro de 2025, sob distribuição da A24.

Trata-se de um projeto singular desde sua concepção: uma mistura de comédia dramática, aventura esportiva e observação social, que tem como protagonista um jovem prodígio do tênis de mesa tentando equilibrar talento, ambição e dilemas pessoais. Não é apenas mais um drama esportivo, mas um retrato inventivo sobre identidade e obsessão em meio ao caos de um esporte raramente explorado pelo cinema.

A ousadia de Josh Safdie

O nome de Josh Safdie está diretamente ligado a histórias frenéticas e personagens à beira do colapso. Ao lado do irmão Benny, ele dirigiu obras cultuadas como Good Time e Uncut Gems, ambas marcadas pelo ritmo alucinante e pela crueza estética. Mas em “Marty Supreme”, Josh assume sozinho a direção, algo que não acontecia desde The Pleasure of Being Robbed (2008). A expectativa em torno desse retorno é alta, já que o cineasta se une novamente ao roteirista Ronald Bronstein para construir um universo baseado na vida do lendário jogador de pingue-pongue Marty Reisman.

Embora inspirado nesse personagem real, o longa não é uma cinebiografia. O que Safdie entrega é uma história original, quase um conto moderno sobre obsessão esportiva e busca por identidade, em que a mesa de pingue-pongue se transforma em arena simbólica. O investimento da A24, que apostou até US$ 90 milhões na produção, comprova o peso do projeto: nunca o estúdio havia destinado tanto a um único filme, superando até mesmo Guerra Civil (2024).

Timothée Chalamet: estrela e coprodutor

Se há alguém em Hollywood capaz de carregar um filme ousado desse porte, esse alguém é Timothée Chalamet. O ator se tornou símbolo de sua geração desde Me Chame Pelo Seu Nome e consolidou sua popularidade com papéis em blockbusters como Duna. Agora, além de protagonista, ele atua como coprodutor de “Marty Supreme”, o que reforça sua participação ativa em decisões criativas.

Para viver Marty Mauser, Chalamet mergulhou em meses de treinamento intensivo de tênis de mesa, orientado por Diego Schaaf e pelo ex-olímpico Wei Wang. Safdie exigiu veracidade absoluta nas cenas esportivas, gravadas em 35 mm pelo renomado diretor de fotografia Darius Khondji. Chalamet chegou a realizar suas próprias acrobacias e até comprometeu temporariamente a visão ao filmar com óculos e lentes de contato combinados, recurso que reduzia o brilho natural dos seus olhos para dar ao personagem um ar mais introspectivo. O resultado é um papel que exige não apenas preparo físico, mas também entrega emocional.

Elenco improvável e fascinante

O filme também chama atenção pelo elenco curioso e plural. Ao lado de Chalamet, nomes consagrados e inesperados dividem espaço, criando um mosaico de talentos que vai do mainstream ao underground. Gwyneth Paltrow surge como Carol Dunne, uma figura de peso na trajetória do protagonista, enquanto Fran Drescher interpreta a mãe de Marty, trazendo uma mistura de humor e dramaticidade. Odessa A’zion participa em papel ainda mantido em sigilo, enquanto Kevin O’Leary, conhecido por Shark Tank, dá vida a Milton Rockwell, personagem ligado ao mundo corporativo do esporte.

A lista continua com presenças surpreendentes: Tyler Okonma (o rapper Tyler, The Creator), Abel Ferrara (cineasta cult atuando como ator), além de nomes improváveis como o mágico Penn Jillette, a atriz Sandra Bernhard, o artista francês Philippe Petit e até o ex-jogador de basquete Tracy McGrady. Segundo a equipe, mais de 140 não-atores foram escalados para dar realismo às cenas de campeonatos e bastidores, um recurso característico do estilo de Safdie.

Bastidores de filmagens intensas

As gravações começaram em Nova York, em setembro de 2024, e se estenderam até dezembro do mesmo ano. Em fevereiro de 2025, a equipe seguiu para o Japão, país em que o tênis de mesa ocupa lugar de destaque cultural, conferindo ao filme uma atmosfera autêntica e global.

O veterano Jack Fisk assina o design de produção, recriando desde cenários intimistas até arenas de competição em escala épica. Safdie e Khondji buscaram referências visuais em filmes esportivos dos anos 1970, apostando em uma fotografia granulada e visceral. Essa escolha estética reforça a ideia de que a narrativa, embora ambientada no presente, carrega uma aura atemporal.

Resumo da novela A Viagem de hoje (22) – O Mascarado revela sua identidade e deixa Carmem em choque

No capítulo de A Viagem que vai ao ar nesta segunda-feira, 22 de setembro, Hélio cria coragem e pede Naná em casamento, enquanto Agenor também decide se declarar para Cininha. Ela, no entanto, prefere aconselhá-lo a se aproximar de Fátima, sugerindo que a convide para ir ao cinema. Diná, sempre persuasiva, convida Lisa para jantar em sua casa, com a intenção de aproximá-la de Paty. Ao mesmo tempo, consegue reverter a situação e devolver o projeto do mini shopping a Téo. Já Cininha, pressionada pelo segredo que carrega, conta a Carmem a verdadeira identidade do Mascarado.

Raul, cansado de esperar, dá um ultimato a Andrezza: quando retornar de viagem, ela terá de escolher entre ele e a própria mãe. Ismael, por sua vez, trama uma fuga para escapar da polícia e planeja levar Bia para a Europa. Estela se recusa a autorizar a viagem, mas ele a ameaça, deixando claro que pode tirar a filha mesmo sem o consentimento da mãe.

O clima de mistério aumenta quando o Mascarado finalmente tira a máscara. No plano espiritual, Otávio pede permissão para voltar à Terra e rever os entes queridos. O pedido é aceito, mas o reencontro não é como ele imagina: ao presenciar uma briga entre Tato e Dudu, ele se entristece profundamente, desejando apenas poder encontrar Diná.

Enquanto isso, Sofia e Zeca se deixam levar pela paixão e trocam um beijo intenso. Ainda confusa, ela admite que talvez seja melhor se afastarem, mas Zeca se declara, confessando que a ama de verdade. Em paralelo, Lisa participa do jantar na casa de Diná, enquanto Estela procura a amiga em busca de ajuda para lidar com as ameaças de Ismael.

Cininha revela a Tibério que ouviu a conversa dele com o Mascarado, aumentando a tensão em torno do segredo. Hélio sela o romance com Naná com um beijo. Carmem, tomada pela curiosidade, revela a Lisa que o Mascarado é Adonay e decide confrontá-lo. Durante o encontro, ele lhe mostra o jornal com sua história e desabafa, mas Carmem se mantém desconfiada e questiona a veracidade de seu amor. Ao arrancar a máscara diante dela, o choque é tão grande que Carmem foge, assustada.

O que vai rolar nos próximos capítulos de A Viagem?

Carmem revela a Lisa tudo o que aconteceu na casa de Adonai, confessando que ficou horrorizada com o rosto dele e que, secretamente, preferia que ele tivesse morrido. Cininha e Tibério procuram consolar o Mascarado, e Cininha pede perdão por ter contado a verdade a Carmem. Lisa, determinada, impede que o Mascarado deixe a vila e insiste para ver seu rosto, confrontando o mistério de frente.

Enquanto isso, Espíritos de Luz tentam salvar Alexandre, mas ele se mostra arredio, resistente às tentativas de ajuda. Andrezza e Raul passam a noite juntos, fortalecendo seu vínculo, mesmo que sob tensão. Téo apresenta uma regressão no tratamento, e o psiquiatra decide proibir visitas, aumentando a preocupação de todos ao redor. Josefa reencontra Hélio e revela que ele é o pai de Téo, provocando um misto de surpresa e emoção.

Diná vai até a casa de Ismael acompanhada de Mauro e de um segurança. Ela propõe que ele desista de levar Bia para a Europa, ameaçando mostrar um dossiê que mantém contra ele. Ismael explode em fúria e promete vingança, enquanto Bia escuta toda a conversa. O impacto da situação faz Diná passar mal.

Bia, movida pela curiosidade e coragem, lê o dossiê, liga para Tato e foge de casa. Diná garante a Estela que a filha não irá mais viajar com o pai. O psiquiatra recomenda que Hélio não conheça Téo ainda. Tato ri ao ver o dossiê e revela a Bia que já sabia de tudo. Ele vai embora, deixando a garota sozinha, e Alexandre tenta se comunicar com ela, mas sem sucesso.

Diná se despede de sua mãe e da filha para viajar, enquanto Raul vai ao aeroporto se despedir da mulher e da irmã. Mais tarde, Andrezza liga, informando que Diná passou mal durante a viagem e foi levada para o hospital. Estela pressente que algo grave aconteceu. No hospital, Raul expressa culpa pelo estado da irmã, e Maroca visita Diná para dar apoio emocional.

Bia chega a uma praia, mas um homem se aproxima de forma suspeita. Igor intervém, salvando-a e levando-a para sua casa. Diná, ainda debilitada, sonha com Otávio, desejando que ele a venha buscar. Enquanto isso, moradores da vila hostilizam Carmem por causa do Mascarado, e Estela culpa Raul pelo ocorrido, avisando que não o perdoará se algo acontecer com Diná.

Em outro momento, Lisa janta na casa de Diná, enquanto Estela pede ajuda para resolver seus problemas com Ismael. Cininha confidencia a Tibério sobre a conversa que ouviu com o Mascarado. Hélio beija Naná, celebrando um momento de afeto em meio às crises. Carmem finalmente revela a Lisa que o Mascarado é Adonay e promete esclarecer tudo com ele. O Mascarado mostra seu jornal pessoal, desabafa, e Carmem admite que ainda duvida de seu amor. Quando ele arranca a máscara, ela foge assustada.

No hospital, o psiquiatra informa que Téo apresenta piora, aumentando a tensão entre todos que o cercam. Diná enfrenta desafios, Bia se envolve em aventuras e fugas, e o Mascarado revela sua verdadeira identidade, prometendo que os próximos dias serão decisivos para todos.

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