Disney cancela spin-off Alice in the Palace, mas escala Mykal-Michelle Harris para novos projetos

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A Disney comunicou oficialmente que o spin-off Alice in the Palace, criado por Raven-Symoné e protagonizado por Mykal-Michelle Harris, não seguirá para produção regular, apesar do piloto ter sido gravado no ano passado. A notícia foi divulgada pela própria atriz em suas redes sociais, gerando surpresa e decepção entre os fãs.

O projeto trazia uma trama inédita ambientada no universo da série A Casa da Raven. Alice, interpretada por Harris, é prima de Raven e retorna à Inglaterra, onde descobre que a jovem Duquesa Clementine — também vivida pela atriz — é sua sósia exata. A narrativa explorava a troca de papéis entre as duas personagens, levando o público infantojuvenil a refletir sobre temas de identidade, pertencimento e autodescoberta, tudo isso de maneira leve e divertida.

Além de atuar como protagonista, Mykal-Michelle também foi produtora do piloto, mostrando seu crescimento artístico e engajamento criativo em um projeto que tinha como objetivo ampliar a diversidade e inovação na programação da Disney Channel.

Cancelamento e novos rumos

Embora o spin-off tenha despertado entusiasmo, a Disney decidiu seguir “uma estratégia diferente”, não incluindo Alice in the Palace em seus planos futuros. A decisão, embora frustrante para os envolvidos, não diminui o reconhecimento do talento de Mykal-Michelle Harris.

Em pouco tempo após o anúncio, a atriz foi confirmada no elenco da nova série Oswald, o Coelho Sortudo, que está em desenvolvimento para o Disney+. A produção promete uma abordagem moderna e criativa sobre o personagem clássico, demonstrando que a Disney mantém firme confiança no potencial da jovem estrela.

A trajetória de Harris no universo Disney segue ascendente, mesmo diante do revés com o cancelamento do spin-off. A expectativa é que ela continue conquistando papéis de destaque e contribuindo para a representatividade e inovação nas produções da empresa.

A Namorada Ideal | Robin Wright e Olivia Cooke estrelam novo thriller psicológico do Prime Video que estreia em setembro

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Foto: Reprodução/ Internet

O Prime Video confirmou a estreia de “A Namorada Ideal”, nova série original de suspense psicológico que chega à plataforma de streaming no dia 10 de setembro. Estrelada por Robin Wright (House of Cards, Forrest Gump – O Contador de Histórias) e Olivia Cooke (House of the Dragon, Jogador Nº 1, Bates Motel), a produção de seis episódios promete conquistar os fãs de thrillers emocionais com foco em relações familiares, segredos e jogos de manipulação.

Na trama, acompanhamos Laura (Wright), uma mulher com a vida aparentemente perfeita: carreira sólida, casamento estável e um filho carinhoso. Tudo começa a desmoronar quando o filho apresenta a nova namorada, Cherry (Cooke), que logo desperta a desconfiança de Laura. Convencida de que a jovem está escondendo algo, ela embarca em uma busca por respostas, disposta a proteger o filho a qualquer custo — mesmo que isso coloque em risco o equilíbrio da família.

Baseada no romance best-seller de Michelle Frances, a série mergulha em temas como obsessão, controle e os limites entre instinto protetor e paranoia. A narrativa convida o público a questionar: Laura está realmente enxergando algo que os outros não veem — ou estaria perdendo o controle?

Além de interpretar a protagonista, Robin Wright também assina a direção da série, reforçando sua experiência por trás das câmeras após trabalhos anteriores como diretora em House of Cards e no longa Land. Seu envolvimento criativo promete uma condução densa e emocional, marcada por tensão crescente e dilemas morais.

O elenco ainda traz Laurie Davidson (Will, Cats) no papel do filho de Laura, e Waleed Zuaiter (Bagdá Central, London Has Fallen) como o marido da protagonista. A produção também conta com Tanya Moodie (Sherlock, Rain Dogs), Shalom Brune-Franklin (Line of Duty, The Tourist), Anna Chancellor (Quatro Casamentos e um Funeral, The Hour), Leo Suter (Vikings: Valhalla, Sanditon) e Francesca Corney (The Buccaneers), completando o time com nomes de peso do drama britânico e internacional.

Nem Toda História de Amor Acaba em Morte vence prêmio do público no Festival RIO LGBTQIA+ e reafirma força do cinema inclusivo brasileiro

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O cinema nacional deu mais um passo importante rumo à representatividade e à pluralidade de vozes. O longa “Nem Toda História de Amor Acaba em Morte”, dirigido por Bruno Costa (Mirador, Cidade de Deus – A Luta Não Para), foi eleito Melhor Filme pelo voto popular na 14ª edição do Festival RIO LGBTQIA+, encerrado na última quarta-feira (9), no Rio de Janeiro. A conquista reforça o impacto da produção, que tem chamado atenção por sua abordagem sensível e inovadora sobre amor, identidade e inclusão.

“É uma grande honra levar esse prêmio com uma produção que aposta tanto na representatividade e na pluralidade do amor. Estamos abrindo novas portas e oportunidades para a população surda, dentro e fora das telas, fomentando histórias e ocupando espaços”, afirmou o diretor e roteirista Bruno Costa.

O reconhecimento soma-se a outras importantes passagens do filme por festivais brasileiros. Em sua estreia, no Cine PE – Festival Audiovisual, o longa foi premiado e aclamado pela crítica. Em seguida, integrou a seleção do 14º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, consolidando-se como uma das vozes mais autênticas do cinema brasileiro contemporâneo.

Um retrato afetivo da diversidade
“Nem Toda História de Amor Acaba em Morte” é o primeiro longa-metragem nacional protagonizado por uma atriz surda, a talentosa Gabriela Grigolom, que interpreta Lola, uma jovem mãe negra que enfrenta as dificuldades de manter sua companhia de teatro enquanto cria a filha, Maya (Sophia Grigolom), em um ambiente social que ainda impõe barreiras à inclusão.

A história se entrelaça à de Sol (Chiris Gomes), professora de meia-idade em processo de separação. Apesar de ainda dividir a casa com o ex-marido, Miguel (Octávio Camargo), Sol vive um momento de ruptura pessoal. Quando conhece Lola, mãe de uma de suas alunas, surge uma conexão imediata. Sol, que teve um irmão surdo, é uma das poucas pessoas da escola que se comunica com fluidez em Libras, o que permite uma aproximação genuína entre elas.

Ao longo da trama, o que começa como empatia se transforma em um relacionamento afetivo que ultrapassa barreiras linguísticas, culturais e emocionais. É também por meio da convivência entre Sol, Lola e Miguel — todos sob o mesmo teto — que o filme revela com sutileza os desafios do orgulho, da escuta e do afeto cotidiano.

Cinema como espaço de escuta e visibilidade
Apesar de tocar em temas como homofobia, capacitismo e silenciamento social, o filme aposta em um tom de comédia dramática leve e humanizada, fugindo de estereótipos e tragédias. A força da obra está justamente na cotidianeidade com que apresenta personagens complexos, contraditórios e profundamente humanos.

Com uma abordagem cuidadosa, o longa valoriza a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio de expressão afetiva e narrativa, e reafirma a importância de dar protagonismo às pessoas surdas dentro e fora das telas — não apenas como personagens, mas como intérpretes de suas próprias histórias.

Prime Video apresenta trailer de A Mulher da Casa Abandonada, série baseada no podcast de Chico Felitti

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No coração de um dos bairros mais nobres de São Paulo, entre prédios luxuosos e carros importados, há uma casa em ruínas que virou símbolo de um mistério incômodo. Uma mansão que parece ter parado no tempo — e que por muito tempo escondeu uma história perturbadora, ignorada por vizinhos, desconhecida por muitos, mas carregada de consequências reais. Agora, o que era apenas sussurro de rua e escândalo nas redes ganha uma nova dimensão com a chegada da série A Mulher da Casa Abandonada, que estreia no Prime Video no dia 15 de agosto. Abaixo, confira o novo trailer divulgado pela plataforma de streaming.

Qual é o principal foco da série?

Baseada no podcast de Chico Felitti, sucesso absoluto de audiência e repercussão, a série documental dá rosto, voz e imagem a um dos casos mais delicados do jornalismo investigativo recente. Ao longo de seis episódios, o público é convidado a mergulhar fundo em uma narrativa que fala sobre aparências, privilégios, impunidade — e o peso de uma culpa enterrada debaixo do luxo e da omissão.

Quem é a protagonista?

Margarida Bonetti, uma mulher que vive reclusa em uma mansão tomada pelo abandono, mas que já foi acusada de manter uma empregada em condições análogas à escravidão nos Estados Unidos. Enquanto o tempo passou, ela permaneceu intocável, protegida por muros, sobrenome e silêncio. A história, contada inicialmente por Felitti com uma escuta sensível e inquieta, agora ganha novos contornos com imagens, entrevistas inéditas e documentos que aprofundam ainda mais o impacto desse caso.

Para Javiera Balmaceda, Head de Originais do Amazon MGM Studios para América Latina, a série tem uma missão que vai além do entretenimento. “É o resultado de uma investigação jornalística séria, que busca as informações mais precisas, os depoimentos mais relevantes. Vai além do podcast. Com o poder das imagens, conseguimos mostrar como esse caso reverbera até hoje, dentro e fora do Brasil”, afirma.

Com uma direção precisa e respeitosa, a série evita sensacionalismos e aposta em uma construção narrativa que convida à reflexão. As imagens da casa em ruínas, os depoimentos das vítimas, o contraste entre a decadência do lar e o passado de opulência de sua moradora revelam muito mais do que uma biografia curiosa: expõem um sistema que permite que histórias como essa se repitam, em silêncio.

“Retratos Femininos” visita pontos icônicos de São Paulo e recebe a psicóloga Pamela Magalhães em conversa inspiradora sobre saúde emocional

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Neste sábado, 19 de julho, às 13h, a TV Aparecida exibe uma edição exclusiva do Retratos Femininos, que destaca a trajetória da psicóloga e comunicadora Pamela Magalhães, em um passeio intimista por pontos históricos da capital paulista. Com condução de Abiane Souza, o episódio conecta a paisagem urbana de São Paulo ao percurso profissional de uma das vozes mais influentes na promoção da saúde emocional no Brasil.

Gravado entre a tradicional Estação da Luz e o emblemático Mercado Municipal, o programa utiliza a cidade como pano de fundo para uma conversa profunda sobre propósito, escuta terapêutica e o papel transformador da psicologia na vida cotidiana. A escolha dos cenários não é apenas estética — reflete a identidade multifacetada da própria convidada, que transita entre a clínica, a educação, os palcos e as redes sociais com fluidez e consistência.

Ao longo do episódio, Pamela revisita momentos-chave de sua formação e carreira, revelando como a vivência em contextos hospitalares contribuiu para desenvolver uma abordagem humanizada e centrada no vínculo com o paciente. A psicóloga compartilha, ainda, os desafios e aprendizados que marcaram sua expansão profissional para o campo do autoconhecimento em larga escala, através de cursos, palestras e iniciativas voltadas ao desenvolvimento pessoal.

Desde 2009, Pamela tem se dedicado a criar experiências formativas que unem embasamento técnico, empatia e linguagem acessível, dialogando com públicos diversos no Brasil e fora dele. Sua presença digital, que soma mais de três milhões de seguidores, é fruto de um trabalho estratégico de comunicação emocional, pautado pela escuta ativa e pelo incentivo à reflexão individual.

Além da atuação nas redes, a psicóloga também se destaca na mídia tradicional, com participações regulares em programas de rádio e TV, além da apresentação de um podcast de grande alcance, voltado às questões do comportamento humano e das emoções contemporâneas. É, ainda, autora de livros que figuram entre os mais vendidos do segmento de desenvolvimento pessoal.

Em um roteiro que mistura elementos biográficos, registros urbanos e reflexões sobre o bem-estar emocional, Retratos Femininos entrega ao público um conteúdo original, que vai além da entrevista convencional. Trata-se de um retrato construído com rigor jornalístico, sensibilidade visual e atenção ao protagonismo feminino.

Joelma e Zaynara levam o Pará ao centro do palco do Conversa com Bial desta sexta (18/07)

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Foto: Globo/ Daniela Toviansky

Nesta sexta-feira, 19 de julho de 2025, o programa Conversa com Bial recebe duas representantes de diferentes gerações da música paraense: Joelma, ícone do calypso e da música popular brasileira, e Zaynara, jovem revelação que vem se destacando com o beat melody, nova vertente derivada do brega eletrônico. O encontro será exibido às 23h45 no GNT e, em seguida, na TV Globo, após o Jornal da Globo.

A conversa conduzida por Pedro Bial traz reflexões sobre identidade, inovação musical e os bastidores da colaboração entre as artistas no single “Aquele Alguém”, lançado recentemente. A faixa, resgatada do repertório de Joelma, ganhou nova roupagem com a produção de Zaynara, reunindo elementos tradicionais e modernos em uma mesma narrativa sonora.

Durante o bate-papo, Joelma relembra momentos marcantes da carreira solo e revela detalhes sobre o sucesso inesperado de “Tacacá”, música que se tornou um dos grandes hits de sua discografia após viralizar nas redes sociais. “Quando lancei meu álbum solo, essa não era a música de trabalho. Mas sempre pediam para eu cantar ‘Tacacá’. E, dois anos depois, ela explodiu na internet”, conta.

Sobre o convite para gravar com Zaynara, a artista destaca a originalidade da nova geração: “Ela representa o Pará de hoje, com personalidade e respeito à raiz. Quando ouvi o trabalho dela, percebi o quanto era autêntico. Não imita ninguém, e isso é raro”.

Zaynara, por sua vez, apresenta ao público o beat melody, estilo que vem ganhando força entre os jovens artistas do Norte. A sonoridade, segundo a cantora, é resultado da fusão entre o brega paraense e referências do pop eletrônico. “Acelerando o brega, temos o calypso. Mais acelerado ainda, o tecnobrega. E depois, o beat melody. É uma evolução natural da nossa música”, explica.

A artista também detalha o processo criativo por trás do estilo: “Desenvolvemos um kit de bateria específico no estúdio. É uma batida construída com experimentação, mas sem perder o DNA do Pará”.

O episódio reforça o papel da música como vetor de identidade e valorização regional. Ao unir suas trajetórias em um mesmo palco, Joelma e Zaynara colocam em evidência a força da cultura paraense e a capacidade do Norte de renovar sua linguagem musical sem romper com suas raízes.

Anna Toledo lança “Proibido” e inaugura uma nova fase artística marcada pela leveza e autenticidade

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Foto: Reprodução/ Internet

No dia 18 de julho de 2025, a cantora, atriz e dramaturga Anna Toledo apresentou ao público seu mais novo trabalho: a faixa “Proibido”, que é também a canção-título do seu primeiro DVD gravado ao vivo. Esse lançamento marca um momento muito especial em sua carreira, uma virada que traz a potência da maturidade aliada à leveza de quem já conhece bem o próprio caminho artístico.

A produção audiovisual, realizada em Goiânia em abril deste ano, contém 13 faixas inéditas e é um projeto que revela, de forma vibrante e autêntica, o universo musical e emocional da artista. Mais do que um DVD, “Proibido” é um convite para que o público se conecte com a própria força interior, com o corpo, as emoções e a verdade que cada um carrega.

Uma música que é manifesto de autocuidado e liberdade

A faixa “Proibido” transita entre o ritmo dançante e a mensagem profunda de autocuidado. É uma música que celebra a festa e a liberdade, mas que também deixa claro um alerta delicado: é hora de desligar o celular, olhar para dentro, evitar recaídas emocionais. Em outras palavras, convida o ouvinte a se reconectar consigo mesmo e com o momento presente.

Anna explica que cada canção do DVD foi pensada como parte de uma narrativa emocional, e que “Proibido” fecha esse ciclo com uma mensagem poderosa, porém leve, sobre força interior e resistência. Sua voz, envolvente e cheia de nuances, reforça essa ideia de que a música pode ser um veículo para cura, autoconhecimento e celebração da vida, mesmo nos seus momentos mais delicados.

Uma produção que reflete autenticidade e contemporaneidade

O projeto musical e visual do DVD “Proibido” foi pensado para ser acessível, mas sem abrir mão da sofisticação que sempre caracterizou a trajetória da artista. Com produção musical de Marcelo Cheba e direção artística de Thiaguinho Lopes, o trabalho traz uma roupagem pop vibrante, que dialoga com as tendências atuais sem perder o toque pessoal de Anna.

Gravado ao vivo, o DVD reflete a energia de um encontro real com o público, com emoção verdadeira e interpretações que respiram a vida. As 13 faixas inéditas formam um repertório que funciona quase como um roteiro emocional, onde cada canção se conecta com a outra, compondo um mosaico de histórias, afetos e superações.

Uma trajetória multifacetada que se traduz em versatilidade

Para entender a importância desse momento na carreira de Toledo, é fundamental conhecer seu percurso, marcado pela multiplicidade de talentos e pela dedicação às artes. Nascida em Curitiba em 1970, Anna iniciou sua carreira no teatro musical ainda jovem, em 1988, e desde então construiu uma sólida trajetória em múltiplas linguagens artísticas.

Ela transitou com facilidade entre o teatro musical, a ópera, o jazz, a MPB e a música erudita, além de se destacar como dramaturga, autora de vários musicais, como Vingança, Nuvem de Lágrimas e Tarsila, a Brasileira. No teatro, Anna viveu personagens inesquecíveis em grandes produções, como O Fantasma da Ópera, My Fair Lady, Godspell, A Noviça Rebelde e Cabaret.

Na música, lançou discos autorais e projetos que exploram diferentes gêneros, indo do samba-canção ao jazz. Essa trajetória multifacetada explica a riqueza e a profundidade de sua interpretação no DVD “Proibido”, que representa, de certa forma, a soma de suas experiências acumuladas ao longo de décadas.

Uma nova fase que resgata a conexão direta com o público

Com este DVD, Anna escolheu se aproximar de uma sonoridade mais direta e contemporânea, que dialoga de maneira mais imediata com o público popular, sem perder a sofisticação que sempre permeou sua obra. Ela mesma afirma que “Proibido” representa uma nova fase em que se sente livre para dizer o que quer em cada letra, sem filtros, e para criar melodias que convidam tanto à escuta quanto ao movimento do corpo.

A canção-título funciona quase como um manifesto pessoal, no qual a artista, em sua maturidade, afirma saber o que precisa e o que não precisa — um convite para que seus ouvintes também reflitam sobre suas próprias escolhas e limites. Essa maturidade e clareza se traduzem em uma força serena, que não precisa de grandes artifícios para causar impacto.

A arte de transformar emoções em música

Anna, que já emocionou plateias com sua atuação em palcos teatrais, revela aqui uma faceta diferente: a da mulher que não tem medo de mostrar suas vulnerabilidades, que canta sobre quedas, levanta e segue adiante. A sinceridade da sua voz vem da experiência de vida e da entrega completa ao que interpreta.

O lançamento do DVD também é um reencontro com um público que a acompanha há anos, seja na música ou no teatro. Fãs que a conhecem do jazz e do samba-canção agora descobrem sua pulsação mais pop e atual, em um diálogo harmonioso entre todas as fases da sua carreira.

Repertório que emociona e convida ao movimento

Além das já conhecidas “Proibido” e “Tem o Molho”, o DVD traz outras canções que serão apresentadas ao público nas próximas semanas. O trabalho combina uma estética visual potente com uma energia contagiante, mas sem perder a sensibilidade que permeia cada composição.

Esse projeto nasceu no tempo certo, conforme destaca Anna. Ela poderia ter lançado algo semelhante anos atrás, mas reconhece que a maturidade artística e pessoal que tem hoje deu a consistência e a profundidade que o trabalho exige. É a certeza de quem sabe quem é, o que quer e para onde vai.

Resiliência e transformação: a marca de uma carreira

A cantora é um exemplo claro de que é possível reinventar-se sem perder a essência. Sua carreira, que atravessa várias décadas, linguagens e estilos, é marcada por uma entrega incansável à arte, pela busca constante de significado e pela coragem de se renovar.

“Proibido”, tanto como DVD quanto como canção, representa essa síntese de uma trajetória que valoriza o passado, mas olha para o futuro com esperança e criatividade. É um passo firme, que reforça o prazer de criar e de compartilhar arte com autenticidade.

Com o lançamento do DVD, Anna inicia uma nova temporada de sua carreira, marcada por uma sonoridade mais solar e dançante, mas sempre com o compromisso de entregar uma obra que emociona e faz pensar. O registro ao vivo é, portanto, muito mais que um lançamento — é um momento de transição e afirmação.

Only Murders in the Building está de volta! Quinta temporada estreia em setembro no Disney+

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Se você é daqueles que já está ansioso para mergulhar de novo nas investigações de Charles, Oliver e Mabel, pode preparar o sofá: a quinta temporada de Only Murders in the Building chega ao Disney+ no dia 9 de setembro e promete trazer ainda mais reviravoltas, humor afiado e aquela mistura única de mistério com amizade que conquistou o público.

Desde sua estreia em 2021, a série encantou espectadores do mundo todo com um formato que une o melhor dos podcasts de true crime com uma pitada generosa de comédia. E neste novo ano, os três vizinhos mais improváveis do icônico Arconia vão encarar um desafio que mexe com as estruturas da própria cidade onde vivem.

Um mistério pessoal e profundo

O pontapé para essa nova temporada é a morte do querido porteiro Lester — uma figura que, para os moradores do Arconia, era mais que funcionário, era quase parte da família. Quando a tragédia acontece, Charles, Oliver e Mabel não aceitam a versão oficial: um acidente.

Com a curiosidade afiada e aquele faro de detetives amadores, eles começam a cavar fundo e acabam descobrindo que o caso é muito mais complicado do que imaginavam. A investigação os leva a cruzar caminhos com bilionários poderosos, mafiosos tradicionais e moradores enigmáticos do prédio, revelando uma Nova York dividida, cheia de segredos e tensões.

Essa temporada é sobre o passado que se recusa a ficar enterrado e sobre as mudanças que transformam a cidade — e a vida do trio — para sempre.

O charme do Arconia e o trio que amamos

Mais do que um cenário, o Arconia é quase um personagem vivo nesta história. Suas paredes carregam histórias, dramas e segredos, e é nele que as vidas dos protagonistas se entrelaçam. Cada apartamento, cada corredor, tem um mistério à espera de ser descoberto — e os vizinhos não poderiam ser mais diferentes e mais apaixonantes.

Charles, Oliver e Mabel voltam com suas personalidades únicas — o excêntrico, o cético e o sensível — que se complementam e garantem aquele equilíbrio perfeito entre risadas e suspense. A química entre Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez segue sendo o coração da série, fazendo com que a gente torça, ria e se emocione junto a eles.

Novos rostos, novas histórias

A chegada de convidados especiais como Meryl Streep, Zach Galifianakis e Eva Longoria é um presente para os fãs. Cada um deles traz um tempero novo para a trama, com personagens que prometem sacudir o cotidiano do Arconia e desafiar ainda mais o trio.

É sempre uma surpresa boa ver esses atores incríveis entrando na dança dos mistérios, e essa temporada não será diferente.

Por que Only Murders in the Building conquistou tantos corações?

Além do enredo envolvente, a série acertou na forma de contar a história. Ela não se leva tão a sério — e é exatamente por isso que funciona tão bem. É uma paródia inteligente dos podcasts de crime, mas que também entrega emoção e personagens humanos, com suas falhas e peculiaridades.

O equilíbrio entre o mistério e o humor, a forma como a amizade é retratada e a ambientação em uma Nova York que parece palpável fazem a série se destacar num mar de produções.

Não é à toa que, desde o primeiro episódio, a crítica e o público se apaixonaram, elevando a série a recordes de audiência e elogios.

O que vem por aí?

A nova temporada promete não só desvendar o mistério da morte de Lester, mas também aprofundar a vida pessoal dos protagonistas, mostrando seus medos, ambições e laços que os unem.

O que mudou na cidade? Quais segredos estavam escondidos atrás da fachada do Arconia? E, claro, quais surpresas o trio vai encontrar pelo caminho?

Marque na agenda!

A contagem regressiva já começou: Only Murders in the Building retorna no dia 9 de setembro, exclusivamente no Disney+. Prepare a pipoca, reúna os amigos e venha acompanhar essa mistura deliciosa de risadas, mistério e amizade.

No “Companhia Certa” desta quarta (23/07), Glória Vanique revisita 30 anos de jornalismo e revela novos sonhos

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Foto: Divulgação RedeTV!

Por mais de três décadas, Glória Vanique foi um rosto familiar nas manhãs paulistanas. A voz segura, o olhar acolhedor e a presença firme nas reportagens a tornaram uma das figuras mais confiáveis do jornalismo brasileiro. Mas, por trás da imagem sempre pronta para a câmera, havia também uma mulher em busca de equilíbrio — entre a entrega à profissão e a escuta do próprio corpo e da alma.

Nesta quarta-feira, 23 de julho de 2025, à meia-noite, Glória é a entrevistada do programa Companhia Certa, apresentado por Ronnie Von, na RedeTV!. A conversa promete ir além dos títulos e feitos: é um mergulho sensível nos bastidores da televisão, nas escolhas difíceis e no recomeço possível após uma trajetória de sucesso na maior emissora do país.

Uma despedida corajosa: o adeus à TV Globo

“Eu sabia que precisava mudar.”

A frase de Glória, dita com serenidade durante a entrevista, marca um dos momentos mais decisivos de sua trajetória. Foram 13 anos de dedicação intensa à TV Globo, com longos períodos acordando ainda no escuro para apresentar o Bom Dia São Paulo, um dos principais jornais locais da emissora.

“O corpo avisa. A mente também”, relembra. “Eu já não via perspectiva de crescimento, e a rotina começava a me cobrar de maneiras silenciosas, mas persistentes.”

Em 2020, no auge da pandemia, quando o mundo todo vivia um colapso de certezas, ela tomou a decisão que muitos hesitariam: pedir demissão e abrir espaço para o novo. A proposta da CNN Brasil chegou logo depois — quase como uma confirmação de que a escolha estava certa.

“Não foi impulso. Foi certeza. Conversei com a CNN numa segunda e pedi demissão na quarta. Era a minha hora.”

Reinvenção com leveza: da notícia ao diálogo

Na nova emissora, Glória encontrou algo que há muito tempo desejava: a liberdade de experimentar. Longe do modelo tradicional de telejornal, ela passou a apresentar programas com pegada mais leve, voltados ao comportamento, entrevistas e atualidades — um espaço onde jornalismo e entretenimento se encontram com menos rigidez e mais escuta.

“Eu não queria mais estar sempre em modo alerta. Queria respirar entre uma notícia e outra, rir, refletir, ouvir de verdade. Não era sobre abandonar o jornalismo, mas transformá-lo num território mais humano.”

Essa transição, que poderia ser arriscada, tornou-se um marco de sua autenticidade. Afinal, depois de tantos anos traduzindo o mundo para milhões de telespectadores, Glória Vanique resolveu ouvir a si mesma.

Bastidores inesperados: o jornalismo ao vivo e seus improvisos

A entrevista com Ronnie Von também é recheada de momentos divertidos — alguns, quase inacreditáveis. Um deles envolve uma cobertura às margens do Rio Tietê que terminou de forma inusitada: com a equipe inteira coberta de carrapatos.

“Estava com o microfone de cabo, vi uns bichinhos subindo e achei que fossem formigas. De repente, ouço no ponto: ‘Tá cheio de carrapato aqui!’ Quando percebi, já estavam entrando pela minha blusa.”

A situação exigiu uma solução emergencial: sabonete antiparasita recomendado por uma amiga veterinária. Havia apenas três unidades na farmácia — e eram doze pessoas na equipe. Resultado: sabonetes cortados e divididos entre colegas, numa cena que mistura improviso, companheirismo e um certo senso de humor que só o jornalismo de rua proporciona.

“É isso. A gente aprende a se virar. E aprende a confiar no outro.”

Maturidade e novos ritmos: escutar a própria voz

Hoje, aos 45 anos, Glória fala com tranquilidade sobre o tempo, as prioridades e a mudança de perspectiva que a idade traz.

“Antes eu era movida por metas: preciso fazer, preciso estar. Agora, me pergunto mais: quero estar ali? Isso me nutre, me faz bem?”

A resposta para essas perguntas tem guiado suas escolhas. Mais seletiva com os projetos que assume, ela busca equilíbrio — entre visibilidade e intimidade, entre a dedicação profissional e o autocuidado.

“Quero continuar me comunicando, mas com mais verdade e menos sacrifício. Não quero mais correr só por correr. Quero ter tempo para ser — e não apenas para fazer.”

O afeto como linguagem

O encontro entre Glória e Ronnie Von é também um encontro de gerações. De um lado, um veterano da televisão brasileira, elegante e sempre curioso. Do outro, uma jornalista que atravessou transformações profundas — tanto no meio televisivo quanto na vida pessoal.

Entre lembranças, risadas e reflexões, a conversa revela o que nem sempre aparece nas câmeras: o afeto que sustenta quem faz TV. O encantamento com as pequenas histórias. A força que vem do coletivo, dos colegas de pauta, dos técnicos, dos motoristas, dos bastidores silenciosos que sustentam o show.

“Tem uma cumplicidade que o público nem imagina. O jornalismo é feito a muitas mãos, e o que a gente leva para o ar é só uma parte do que vivemos.”

Glória Vanique, em essência

O que transparece na entrevista não é apenas uma retrospectiva de carreira. É o retrato de uma mulher que aprendeu a recomeçar sem culpa, a desacelerar sem medo e a redescobrir o prazer de comunicar com afeto. Glória Vanique segue sendo uma profissional de excelência — mas, acima disso, é uma pessoa que decidiu viver com mais coerência, sensibilidade e verdade.

“É sobre isso: coragem para mudar mesmo quando tudo parece certo do lado de fora. Porque o que importa mesmo é como a gente se sente por dentro.”

Onde assistir

A entrevista completa com Glória Vanique vai ao ar nesta quarta-feira, 24 de julho, à meia-noite, no Companhia Certa, apresentado por Ronnie Von, na RedeTV!. Uma conversa íntima, leve e profundamente reveladora, que convida o público a olhar além da tela — e reconhecer a força de quem escolhe se reinventar com o tempo.

Marcelo Mansfield relembra trajetória no humor e anuncia peça comemorativa no programa “Companhia Certa” desta segunda (28/07)

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Foto: Reprodução/ Internet

Sabe aquele cara que você talvez não lembre o nome de primeira, mas assim que ele aparece na tela você pensa “pô, esse aí marcou minha infância”? Pois é. Esse cara é Marcelo Mansfield, e ele vai estar na madrugada desta segunda-feira, 28 de julho de 2025, a partir da meia-noite, batendo um papo dos bons com Ronnie Von, no programa “Companhia Certa”, da RedeTV!.

Com quase quatro décadas de carreira, Mansfield é uma daquelas figuras que seguram a marra do riso sem forçar a barra. Ele transita do teatro à TV com a mesma naturalidade com que muda de personagem no palco. E agora, num momento pra lá de especial, ele anuncia um novo espetáculo solo, “O Show do Mansfield”, que estreia em agosto, em São Paulo, pra celebrar suas quatro décadas de estrada.

Mas não espere uma entrevista certinha, com roteiro fechado e frases prontas. O que vai ao ar é mais parecido com uma conversa de bar entre dois amigos que se admiram de verdade — recheada de lembranças, piadas e até uns desabafos sobre a arte de fazer humor no Brasil.

Quem é esse tal de Mansfield?

Se você cresceu nos anos 90 e assistia TV Cultura, é bem provável que tenha visto um sujeito de jaleco, meio doido e totalmente carismático chamado Dr. Barbatana, no programa “Rá-Tim-Bum”. Adivinha quem era? Sim, ele mesmo, Marcelo Mansfield.

Mas a história dele vai muito além disso. O cara foi um dos primeiros a apostar no tal do stand-up comedy por aqui, quando ainda era novidade e ninguém entendia direito o formato. Lá por 2005, ele fundou o Clube da Comédia Stand-Up, e trouxe junto uma galera que depois ficou gigante, tipo Danilo Gentili, Oscar Filho e Marcelo Adnet.

“Eu só queria rir das coisas e fazer os outros rirem também”, conta Mansfield durante o programa. E não é modéstia. A verdade é que ele ajudou a desenhar um novo jeito de fazer humor no país — mais direto, mais cru, mais verdadeiro.

Dos palcos ao sofá da sala

Se você ainda acha que não conhece Mansfield, talvez tenha cruzado com outro personagem icônico dele: o impagável “Seu Merda”, figura ácida, debochada e um tanto revoltada, nascida no projeto “Terça Insana” e que depois foi parar no “Agora É Tarde”, da Band. Politicamente incorreto no melhor dos sentidos, o personagem fazia graça justamente por ser um retrato do absurdo da sociedade.

Mansfield sempre teve essa pegada: humor com conteúdo, com um pé no teatro e outro no cotidiano. Ele não tem medo de cutucar a ferida, mas faz isso com tanta inteligência que até quem se sente atingido, ri. E isso, convenhamos, é uma arte.

O novo espetáculo: Mansfield por ele mesmo

E é justamente isso que ele traz de volta com “O Show do Mansfield”. A peça não é só um show de stand-up, nem uma coletânea de personagens — é quase uma autobiografia cômica no palco, onde ele revisita momentos marcantes, personagens inesquecíveis e situações bizarras da vida de um artista brasileiro que nunca quis ser celebridade, mas acabou virando referência.

“É como se eu estivesse abrindo meu baú de memórias e deixando o público brincar com tudo”, brinca Mansfield. E esse “baú” vem cheio: tem história de bastidores, cenas de teatro, trechos da infância, encontros e desencontros com a fama, reflexões sobre a TV e, claro, aquelas piadas que só quem viveu o palco entende.

Para quem já acompanhava, é um reencontro. Para quem não conhece, é um convite. E para quem ama comédia com alma, é um prato cheio.

O começo da caminhada: de Boston a Barbatana

Nem todo mundo sabe, mas a carreira artística de Mansfield começou longe do Brasil. Nos anos 80, ele morou nos Estados Unidos, passou por Boston e Los Angeles, participou de grupos de teatro, estudou sitcoms e absorveu muito da comédia americana — o que, mais tarde, moldou sua visão sobre o stand-up.

Quando voltou ao Brasil, ele já era um artista com pegada internacional, mas com alma paulistana. Entrou para o grupo Harpias, fez teatro alternativo, criou e apresentou programas de humor na TV Gazeta, foi roteirista de filme cult, escreveu colunas em jornais, e ainda arrumou tempo pra fazer mais de 500 comerciais de TV.

E mesmo com esse currículo de fazer inveja, ele nunca perdeu o jeito simples e o olhar aguçado pra vida. “Acho que só continuei porque me diverti fazendo tudo isso. Se não fosse pra rir, nem teria graça”, ele diz.

Humor, coração e crítica

Durante o papo com Ronnie Von, Mansfield deixa claro que nunca viu o humor só como “entretenimento por entretenimento”. Pra ele, rir também é resistir, é pensar, é se conectar com o outro. “A piada pode te derrubar, mas também pode te levantar”, filosofa.

Essa sensibilidade atravessa toda a conversa. Entre risadas e histórias, ele fala dos amigos que fez (e perdeu), dos perrengues da profissão, da relação com o público e da importância de continuar criando, mesmo depois de tanto tempo de estrada.

“Eu nunca quis ser o mais famoso, só queria continuar sendo eu mesmo. Se isso tocou alguém, então valeu a pena”, resume Mansfield, num dos momentos mais sinceros da entrevista.

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