Sessão da Tarde 23/01/2024 Globo exibe o filme Os 33

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Neste próximo dia 23/01/2024, a Sessão da Tarde da TV Globo promete uma experiência cinematográfica envolvente com a exibição do impactante filme “Os 33”. Lançado em 2015 e estrelado por nomes de peso como Antonio Banderas, Rodrigo Santoro e Juliette Binoche, sob a direção habilidosa de Patricia Riggen, o longa-metragem, distribuído pela prestigiada 20th Century Fox, transporta os espectadores para eventos reais que marcaram o ano de 2010.

A história desenrola-se no cenário desafiador do trágico acidente na mina San José, situada em Capiapó, Chile. Trinta e três mineiros destemidos se veem encurralados após um desmoronamento selar a única entrada e saída da mina, aprisionando-os a uma profundidade assustadora de mais de 700 metros abaixo do nível do mar. No epicentro dessa narrativa angustiante, surge o líder inspirador, Mario Sepúlveda, conduzindo o grupo durante mais de dois meses no refúgio subterrâneo, onde a escassez de recursos os força a tomar decisões cruciais, incluindo o racionamento dos alimentos disponíveis.

Enquanto isso, o ministro da energia, brilhantemente interpretado por Laurence Golborne, enfrenta desafios técnicos e a pressão do implacável passar do tempo em sua incansável missão de coordenar o resgate desses corajosos mineiros. A trama se desenrola em meio a uma atmosfera intensa, onde a tensão e a esperança coexistem, revelando não apenas as adversidades enfrentadas pelos mineiros, mas também os esforços hercúleos da equipe de resgate.

Que horas vai passar a Sessão da Tarde?

Não deixe de testemunhar essa emocionante jornada na Sessão da Tarde, que vai ao ar nesta terça-feira, às 15h25, imediatamente após a edição especial de “Mulheres de Areia”. Uma obra cinematográfica que destaca a resiliência humana diante de adversidades extremas, proporcionando uma experiência única aos telespectadores.

Supercine 17/02/2024 exibe Uma Noite Fora De Série

Venha se preparar para uma noite repleta de magia cinematográfica no próximo sábado, dia 17/02/2024! Prepare-se para ser envolvido por uma experiência única no Supercine, onde será exibido o emocionante filme “Uma Noite Fora De Série”. Deixe-se encantar pela trama cativante, mergulhe nas emoções dos personagens e esteja pronto para ser surpreendido pelas reviravoltas que aguardam você nesta noite especial de cinema.

A história cativante acompanha a jornada de Phil e Claire Foster, um casal que, apesar de suas responsabilidades parentais, vê seu relacionamento afundar na rotina do dia a dia. Determinado a reacender a chama da paixão, Phil decide surpreender Claire com um jantar em um dos restaurantes mais sofisticados da cidade. No entanto, ao chegarem sem reserva, eles se veem ocupando a mesa de outro casal ausente, sem imaginar que isso os lançaria no epicentro de uma perigosa trama. O que deveria ser uma noite de diversão e romance logo se transforma em uma frenética corrida pelas ruas de Nova York, quando descobrem que os verdadeiros donos da mesa estão sendo perseguidos por um mafioso impiedoso.

O elenco do filme “Uma Noite Fora De Série” é estelar, contando com talentos como Steve Carell (reconhecido por seu papel em “The Office”), Tina Fey (destaque em “30 Rock”), Mark Wahlberg (conhecido por “The Departed”), Taraji P. Henson (famosa por “Empire”) e muitos outros. Com esse time, o filme promete oferecer uma mistura envolvente de suspense, humor e ação do início ao fim.

“Uma Noite Fora De Série”, lançado em 2010, é uma comédia romântica que conquistou o público com seu humor inteligente e uma trama envolvente. Estrelado por Steve Carell e Tina Fey, o filme oferece uma visão divertida e refrescante das complexidades da vida conjugal e da busca pela aventura no cotidiano.

Uma das características marcantes do filme é a capacidade dos atores principais de improvisar muitas das cenas, adicionando autenticidade e espontaneidade aos diálogos. Esse estilo de atuação permitiu que Carell e Fey explorassem os altos e baixos dos personagens de forma genuína, resultando em momentos hilários e emocionantes ao longo da trama.

As locações em Nova York proporcionaram um cenário vibrante e realista para a história se desenrolar. Desde os icônicos pontos turísticos, como o Central Park, até os charmosos restaurantes e ruas da cidade, o ambiente urbano de Nova York se torna quase um personagem por si só, contribuindo para a atmosfera dinâmica e envolvente do filme.

Além dos protagonistas, “Uma Noite Fora de Série” também conta com uma série de participações especiais de atores renomados, como Mark Wahlberg, James Franco, Mila Kunis e Mark Ruffalo, que adicionam camadas adicionais de humor e surpresa à narrativa.

O roteiro, escrito por Josh Klausner, captura habilmente os desafios e as alegrias de um relacionamento de longo prazo, especialmente a necessidade de escapar da monotonia e encontrar novas formas de se conectar. A premissa de uma noite aparentemente simples que se transforma em uma aventura inesquecível ressoa com muitos espectadores, tornando o filme acessível e relevante para uma ampla audiência.

Não perca a oportunidade única de se envolver nessa emocionante aventura! Prepare-se para uma experiência eletrizante sintonizando na TV Globo, às 01:10, horário de Brasília. Esteja pronto para mergulhar profundamente nesta história que promete mantê-lo à beira da poltrona, completamente absorvido por cada reviravolta e momento emocionante que ela reserva.

Saiba qual filme vai passar na Super Tela 24/02/2024

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No próximo sábado, dia 24/02/2024, reserve um tempo especial para uma noite repleta de suspense e reviravoltas emocionantes, cortesia da Record. Prepare-se para mergulhar na trama intrigante de “Um Pequeno Favor”, que será exibido na Super Tela a partir das 22h30. Esta película cativante, com suas cerca de duas horas de duração, promete prender a atenção do público com um elenco estrelado por nomes como Anna Kendrick: (Pitch Perfect, Up in the Air, Into the Woods), Blake Lively: (Gossip Girl, The Age of Adaline, A Simple Favor), Henry Golding: (Crazy Rich Asians, A Simple Favor, Last Christmas), Andrew Rannells: (The Book of Mormon, Girls, The Prom), Ian Ho: (A Simple Favor) e Joshua Satine: (Godless, Die in a Gunfight).

Sinopse do filme Um Pequeno Favor

A história gira em torno de Stephanie, uma mãe jovem que se vê dividida entre os cuidados com seu filho e a gestão de seu vlog culinário. Stephanie, uma alma solitária, encontra fascínio na personalidade da mãe de um colega de escola de seu filho, Emily, uma mulher poderosa e destemida que aparenta desfrutar de uma vida luxuosa ao lado de seu marido. Contudo, a trama dá uma guinada quando Emily desaparece misteriosamente. A polícia enfrenta desafios para desvendar o caso, levando Stephanie a iniciar sua própria investigação em busca de respostas. Nesse processo, ela descobre que sua nova amiga não era quem ela imaginava ser.

Curiosidades do filme Um Pequeno Favor

“Um Pequeno Favor”, dirigido por Paul Feig e lançado em 2018, é um thriller baseado no romance de Darcey Bell. Com um elenco estelar, incluindo Blake Lively, Anna Kendrick e Henry Golding, o filme marca uma mudança de gênero para Feig, conhecido por suas comédias anteriores.

A estética visual elegante e moderna, juntamente com a trama cheia de reviravoltas, mantém os espectadores envolvidos até o final. A história gira em torno do desaparecimento de Emily Nelson e dos esforços de sua amiga Stephanie para descobrir a verdade.

O figurino, a trilha sonora e as adaptações do livro para o filme são aspectos notáveis que contribuem para a recepção positiva do filme. “Um Pequeno Favor” combina suspense, mistério e drama, oferecendo uma experiência cinematográfica intrigante e envolvente.

“Um Pequeno Favor” recebeu críticas geralmente positivas dos críticos e teve um desempenho decente nas bilheterias. Muitos elogiaram as performances dos principais atores e a direção de Paul Feig.

Horário de exibição

O Super Tela, uma atração imperdível da Record, promete proporcionar uma noite memorável a cada sábado, logo após o HD Cidade Alerta – Edição de Sábado. Com uma seleção diversificada de filmes que abrangem uma ampla gama de gêneros e estilos, como comédia, suspense, drama, romance e aventura, a programação visa oferecer uma pausa bem-vinda na rotina dos telespectadores, proporcionando momentos de relaxamento e entretenimento durante o final de semana. Prepare-se para uma jornada cinematográfica envolvente e emocionante neste sábado à noite!

Cine Maior 03/03/2024 O Último Caçador de Bruxas

Cena do filme O Último Caçador de Bruxas. Foto: Reprodução/ Internet

No próximo domingo, dia 03/03/2024, reserve um momento para se envolver em uma jornada repleta de magia e emoção enquanto sintoniza na tela da Record TV. Prepare-se para uma noite especial, pois o Cine Maior apresentará o impactante filme “O Último Caçador de Bruxas”, também conhecido pelo título original “The Last Witch Hunter”. Com um elenco estelar liderado por talentos como Vin Diesel, Rose Leslie, Elijah Wood, Ólafur Darri Ólafsson, Rena Owen e Julie Engelbrecht, esta produção promete transportar os espectadores para um universo envolvente, onde ação e fantasia se entrelaçam de maneira fascinante.

No próximo sábado, dia 02/12/2023, reserve um momento para se envolver em uma jornada repleta de magia e emoção ao assistir à tela da Record TV. Prepare-se para uma noite especial, pois a Super Tela apresentará o impactante filme “O Último Caçador de Bruxas”, conhecido também pelo título original “The Last Witch Hunter”. Com um elenco estelar liderado por talentos como Vin Diesel, Rose Leslie, Elijah Wood, Ólafur Darri Ólafsson, Rena Owen e Julie Engelbrecht, esta produção promete transportar os espectadores para um universo envolvente, onde ação e fantasia se entrelaçam de maneira fascinante.

Distribuído pela Lions Gate, o filme desenrola a fascinante saga de Kaulder, o caçador de bruxas imortal interpretado por Vin Diesel. Amaldiçoado com a imortalidade, ele se vê confrontando mais uma vez sua arqui-inimiga em uma narrativa que mistura ação, fantasia e suspense. A trama ganha complexidade quando Kaulder une forças com a jovem bruxa Chloe, interpretada por Rose Leslie, para evitar que uma convenção bruxa dissemine uma terrível praga pela cidade.

“O Último Caçador de Bruxas” é uma obra cinematográfica que combina a intensa atuação de Vin Diesel com elementos de fantasia sobrenatural. Lançado em 2015, o filme destaca não apenas Diesel como protagonista, mas também seu envolvimento pessoal como um dos produtores, refletindo seu compromisso com a narrativa.

O roteiro passou por um processo meticuloso de desenvolvimento, inicialmente escrito por Cory Goodman. Contudo, para aprimorar a trama, outros escritores, incluindo D.W. Harper, foram trazidos para contribuir com suas ideias. Essa colaboração resultou em uma história envolvente e complexa, repleta de elementos mágicos e figuras sobrenaturais.

Vin Diesel, reconhecido por seu físico imponente e habilidades atléticas, submeteu-se a um treinamento rigoroso para dar vida ao protagonista, Kaulder, o último caçador de bruxas. Seu compromisso envolveu treinamento físico, prática extensiva com armas e até mesmo a aprendizagem de técnicas de artes marciais, elevando a autenticidade das cenas de ação.

O filme tem suas raízes nas histórias em quadrinhos, especificamente na série “The Last Witch Hunter” criada por Cory Goodman. A intenção original era transformar essas narrativas visuais em uma experiência cinematográfica única, e o filme incorpora elementos marcantes dessas HQs.

Visualmente, “O Último Caçador de Bruxas” é uma obra-prima, apresentando efeitos visuais deslumbrantes que transportam o espectador para um mundo mágico povoado por bruxas e criaturas sobrenaturais. Cada cena de batalha é cuidadosamente coreografada para proporcionar uma experiência visual cativante.

O elenco diversificado, além de Diesel, inclui talentos como Rose Leslie, Elijah Wood, Michael Caine e Ólafur Darri Ólafsson. Essa variedade de atores contribui para a riqueza e autenticidade do universo do filme.

As filmagens ocorreram em locais diversos, desde Pittsburgh, Pensilvânia, até partes pitorescas da Islândia. Essas locações globais agregaram uma dimensão visual única à narrativa, permitindo que o público mergulhasse em ambientes que variam de cenários urbanos a paisagens naturais deslumbrantes.

A trilha sonora, composta por Steve Jablonsky, conhecido por seu trabalho em outros filmes de ação e fantasia, adiciona uma camada emocional à experiência. Sua habilidade em criar melodias que ecoam os momentos épicos do filme contribui significativamente para a imersão do público na trama.

Embora “O Último Caçador de Bruxas” possa não ter alcançado imenso sucesso de bilheteria, sua fusão única de ação, fantasia e elementos sobrenaturais continua a atrair apreciadores do gênero, garantindo um lugar cativo no cenário cinematográfico.

Horário de exibição do Cine Maior:
Repleto de reviravoltas eletrizantes, “O Último Caçador de Bruxas” promete cativar o público, proporcionando uma noite emocionante e cheia de adrenalina. Não perca a exibição marcada para começar às 14h00, após o Record Kids – Todo Mundo Odeia o Chris, garantindo sua presença diante da tela da Record TV. Esteja pronto para mergulhar de cabeça em um mundo onde a magia se mistura com ação e suspense, acompanhando as peripécias do último caçador de bruxas em sua missão épica. Uma experiência cinematográfica imperdível que promete transportar os espectadores para um universo único e extraordinário.

Resumo da novela A Promessa de segunda, 16/09/2024

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No episódio 56, exibido na segunda-feira, 16 de setembro, Manuel, ao oficializar seu noivado com Jimena, proporciona um dos momentos mais aguardados da série. O anel que ele oferece não só simboliza seu compromisso, mas também desencadeia memórias perturbadoras em Jana, levantando questões sobre seu passado e como ele pode afetar o presente.

Resumo semanal de A Promessa 16/09/2024 a 20/09/2024

A cerimônia de noivado ganha ainda mais importância com a chegada inesperada dos Duques dos Infantes a La Promesa. Este evento não apenas aumenta a tensão e o drama, mas também é crucial para que Manuel faça o pedido formal da mão de Jimena. A presença dos Duques adiciona um nível de formalidade e expectativa à cerimônia, evidenciando a importância do evento para as famílias envolvidas.

Durante a visita dos Duques, uma revelação intrigante surge: o Duque parece ter uma conexão misteriosa com o Padre Camilo. Essa revelação abre uma nova linha de investigação, com o público e os personagens questionando a natureza dessa relação e suas possíveis implicações. A ligação enigmática entre o Duque e o Padre Camilo promete trazer novas revelações sobre o passado, potencialmente mudando o curso dos eventos futuros na série. A trama, rica em mistérios e segredos, continua a explorar como o passado pode influenciar o presente e o futuro dos personagens.

Fantástico deste domingo (13): Bia do Brás estreia em Paris e Menos é Mais comemora 1 bilhão de views no pagode

Se você acha que moda é só sobre roupa cara e passarela silenciosa, segura essa tour: Bia do Brás, a influenciadora que virou ícone da moda raiz feita com alma, acabou de pisar — com salto, atitude e sotaque paulista — na Semana de Alta-Costura de Paris. E o Fantástico foi junto pra mostrar que o improvável também pode ser chiquérrimo.

Beatriz Reis, que ficou famosa costurando looks inusitados direto das ruas do Brás, vive agora uma história que parece escrita pela Disney e costurada à mão por alguma fada estilista. É a primeira vez dela fora do Brasil. E o destino? Nada menos que a capital mundial da moda.

“Gente, parece que eu fui teletransportada pra dentro de um filme… só que com legenda em francês!”, brinca Bia, entre uma passarela e outra.

Durante a reportagem, a repórter Ana Carolina Raimundi acompanha Bia pelas ruelas charmosas de Paris, pelos ateliês onde tecidos valem mais que carro importado, e até numa das lojas mais antigas (e secretas) da Europa, onde celebridades como Beyoncé fazem compras longe dos olhos do povão. E lá estava ela — Bia do Brás — sorrindo como quem sabe que está vivendo uma virada épica na própria história.

“Eu fazia roupa com toalha de mesa… agora tô no meio de vestido que vale apartamento. Dá pra acreditar?”, diz, com o olhar marejado e a voz embargada de quem carrega gratidão em cada ponto.

Mas não pense que foi só glamour. Bia também encontrou brasileiros que fazem moda com garra e talento nos bastidores da capital francesa — e mostrou que, com criatividade e coragem, dá pra costurar sonhos do chão de fábrica ao tapete vermelho.

🧓🏼💬 Tem idade certa pra brilhar no mercado? Spoiler: não tem.

Você sabia que mais da metade dos lares brasileiros são sustentados por pessoas com mais de 60 anos? Pois é. No segundo episódio da série Prazer, Renata 60+, Renata Ceribelli mostra que os sêniores estão mais ativos, produtivos e necessários do que nunca — mesmo num mercado que ainda tem muito a aprender sobre respeito etário.

A reportagem visita iniciativas pioneiras, como um supermercado que adotou o selo “age-friendly employer” — tipo uma plaquinha de “aqui se valoriza quem tem estrada”. Já rola nos Estados Unidos, na Austrália e começa a pegar no Brasil.

E entre planilhas, caixas e conversas inspiradoras, uma pergunta ecoa: o que é envelhecer com propósito, e não só com prazo de validade?

Spoiler: a resposta não cabe numa planilha. Mas cabe num recomeço.

🎤💿 De Brasília pro mundo: Menos é Mais e o pagode que dá um banho de views

O pagode tá mais vivo que nunca — e o Menos é Mais tá aí pra provar. Com carisma, voz afinada e um repertório que bate direto no coração, o grupo acaba de alcançar uma marca surreal: 1 bilhão de visualizações no YouTube com um pot-pourri que mistura hits como “Melhor Eu Ir” e “Sonho de Amor”.

No palco do Fantástico, eles colocam a galera pra sambar de chinelo e alma leve. Entre uma música e outra, rola papo com Poliana Abritta sobre como a banda saiu dos bares de Brasília e virou fenômeno nacional. “A gente ouvia de tudo quando era moleque. E hoje, o nosso som tem um pouco de cada coisa: samba, rock, sertanejo, MPB, forró… é o Brasil inteiro num acorde”, diz Duzão, vocalista do grupo.

✨ Moda com verdade. Trabalho com propósito. Música com alma.

Neste domingo, o Fantástico costura histórias que têm tudo: suor, sonho, samba, choro, passarela e recomeço. Seja no Brás, em Paris, na firma ou no palco, o que move essas trajetórias é simples: gente real fazendo coisa extraordinária.

Roberta Miranda, Anastácia, César Menotti & Fabiano e Calcinha Preta se encontram no Altas Horas deste sábado (19/07)

altas horas
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Neste sábado, 19 de julho de 2025, a partir das 23h35, a TV Globo exibe uma edição especial do Altas Horas que promete entrar para a história do programa. Em clima de celebração, memória e troca musical, Serginho Groisman recebe no palco artistas consagrados do forró e do sertanejo — dois gêneros que, apesar de diferentes em sonoridade, compartilham origens populares, afetos do povo e um repertório marcado por emoção e pertencimento.

Com apresentações inéditas, colaborações improváveis e depoimentos comoventes, o programa coloca lado a lado nomes clássicos e expoentes da nova geração, propondo um verdadeiro encontro entre tempos, estilos e vivências.

Vozes femininas que abriram caminhos

Um dos destaques da noite é a presença de Roberta Miranda, uma das figuras mais importantes da história da música sertaneja. A cantora interpreta os sucessos “Vá com Deus” e “Corajosa” em performances que reafirmam sua força vocal e sua trajetória pioneira como mulher em um gênero dominado por homens. Em conversa com Serginho, Roberta compartilha lembranças de sua carreira e a importância da resistência feminina na música.

Na mesma linha de reverência, o programa recebe Anastácia, referência absoluta do forró e parceira de Dominguinhos em mais de 260 composições. Ao cantar “Eu Só Quero um Xodó”, ela revive um dos maiores clássicos da música brasileira. Com mais de 800 canções no currículo, Anastácia fala sobre seu legado e o orgulho de representar a cultura nordestina com autenticidade e paixão.

Encontros musicais inéditos e emocionantes

A edição também marca o retorno da dupla Matogrosso & Mathias, que relembra momentos marcantes da carreira ao interpretar “O Matuto”. Eles se unem a César Menotti & Fabiano para uma versão especial do clássico “Frente a Frente”, selando uma parceria musical rara e potente. A dupla mineira também canta “Leilão” e divide o palco com Mari Fernandez em “Prepara o Teu Psicológico”, promovendo um diálogo direto entre a tradição e a nova linguagem do piseiro.

Mari, que começou a compor aos 15 anos, relata sua trajetória de crescimento artístico e o impacto de ver suas músicas ganharem o país na voz de ídolos como Vitor Fernandes, outro convidado da noite. O cantor interpreta “Pode Chorar”, sucesso composto por Dorgival Dantas, e comenta sobre a importância de manter vivas as raízes nordestinas em sua obra.

Forró em destaque: entre superações e celebrações

A força do forró ganha ainda mais espaço com a presença de Taty Girl, que compartilha sua emocionante história de vida — dos dias como empregada doméstica até se tornar uma das vozes mais marcantes do forró romântico. Sua presença no programa é um símbolo de superação e reconhecimento artístico.

A noite se completa com a participação especial da banda Calcinha Preta, que comemora três décadas de estrada. Interpretando hits como “Você Não Vale Nada” e uma versão energética de “Frevo Mulher”, o grupo fala sobre sua origem, as mudanças ao longo dos anos e a mistura bem-sucedida entre forró e sertanejo — que deu origem ao chamado forronejo, subgênero que ganhou força nos anos 2000.

Tributos e memórias

Outro momento marcante da edição será a homenagem ao mestre Dominguinhos no quadro Memória Altas Horas, em celebração aos 25 anos do programa. A produção resgata imagens emblemáticas do artista em diversas participações no palco de Serginho, reforçando o legado do músico como ponte entre tradição e modernidade no forró.

O cantor Ralf, com sua voz inconfundível, retorna ao programa com o clássico “Nova York”, enquanto Chambinho do Acordeon, que interpretou Luiz Gonzaga no cinema, apresenta “Qui Nem Jiló” e relembra sua experiência de dar vida ao Rei do Baião nas telonas.

Novas temporadas da franquia FBI chegam ao Universal TV em estreia tripla

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Na próxima quinta-feira, 24, os fãs de séries policiais têm um convite irrecusável: uma maratona especial com a estreia simultânea das novas temporadas das três séries da franquia FBI no Universal TV. Prepare-se para uma noite intensa, que começa às 21h30 e só termina perto da meia-noite, repleta de mistérios, investigações perigosas e personagens que enfrentam não só criminosos, mas também seus próprios conflitos.

Essa é uma chance rara de acompanhar, em sequência, os episódios que abrem a sétima temporada de FBI, a quarta de FBI: Internacional e a sexta de FBI: Most Wanted. Cada uma delas traz seu tempero especial — do drama nas ruas de Nova York à tensão de missões internacionais e às caçadas implacáveis aos mais procurados.

Começo eletrizante: a sétima temporada de FBI coloca a equipe frente a um protesto que sai do controle

O ponto de partida da noite é o episódio “Abandonado”, que lança o público direto no meio de uma situação que rapidamente foge do controle. Um protesto pacífico termina em violência e uma morte, e a equipe do FBI é convocada para evitar que a situação piore ainda mais.

Além do suspense pelo crime em si, há um toque pessoal na trama: o agente Jubal Valentine se depara com alguém do seu passado no meio do tumulto, reacendendo velhas lembranças e criando uma tensão que vai muito além do trabalho. É esse equilíbrio entre ação e emoção que mantém a série tão conectada com o público, fazendo da sétima temporada uma das mais aguardadas.

Território estrangeiro e novos líderes: o desafio da quarta temporada de FBI: Internacional

Logo depois, às 22h20, a ação ganha escala global com o episódio “Um líder, não um turista”. A equipe de agentes que atua fora dos Estados Unidos enfrenta novos desafios — não apenas no campo, mas também dentro do próprio time.

A saída do antigo líder deixa um vazio difícil de preencher, e o novo comandante, Wesley Mitchell, chega com personalidade forte e estilo próprio, que inicialmente gera resistência, mas promete conquistar a confiança dos colegas com seu jeito determinado. A temporada reserva muito trabalho de campo, suspense e o impacto real das investigações em diferentes países, mostrando o FBI numa versão globalizada e ainda mais perigosa.

A caçada continua: FBI: Most Wanted retoma histórias de altos riscos com episódios eletrizantes

Para fechar a noite, às 23h10, FBI: Most Wanted retoma a sua missão mais intensa: encontrar e capturar os criminosos que estão sempre um passo à frente da lei. O episódio “Bebedouro” traz a equipe lidando com as consequências da bomba que quase explodiu em Nova York, mostrando que o trabalho deles nunca para — mesmo quando o perigo parece ter sido contido.

Essa temporada promete manter o público na ponta da cadeira, com casos que testam a inteligência e coragem dos agentes, além de explorar o lado humano desses profissionais dedicados que enfrentam riscos constantes para manter a segurança de todos.

Uma experiência imersiva que vai além da ação

O que torna essa noite de estreia algo especial não é apenas a quantidade de episódios, mas o modo como cada série constrói sua narrativa. A franquia FBI, criada por Dick Wolf, se destaca por mostrar que por trás das investigações existem pessoas com histórias, dúvidas e emoções.

Ao assistir, o público não apenas acompanha perseguições e revelações — mas também se conecta com personagens que vivem dilemas reais, dentro e fora do trabalho, trazendo um frescor humano que torna as histórias ainda mais cativantes.

Por que acompanhar a franquia FBI?

Seja você fã de séries policiais ou alguém que busca uma narrativa bem construída com personagens complexos, as séries FBI, FBI: Internacional e FBI: Most Wanted oferecem um panorama rico e diversificado do universo das forças especiais.

A combinação de roteiros inteligentes, suspense bem dosado e uma direção que privilegia o realismo faz com que cada episódio seja uma pequena aula de investigação — e também de humanidade.

Niterói recebe a primeira edição brasileira da Art Toy Con 2025 — O Universo dos Art Toys

No coração da cidade de Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, algo muito especial vai acontecer no dia 2 de agosto. O Teatro Popular Oscar Niemeyer será transformado em um ponto de encontro único, onde arte, cultura pop, design e emoções se entrelaçam: é a estreia oficial do Brasil na rede global da Art Toy Con — O Universo dos Art Toys, o maior festival de toy art da América Latina.

Mais do que um evento, a Art Toy Con é uma celebração do que há de mais criativo, autêntico e visceral no mundo dos brinquedos que se tornam arte — peças que carregam histórias, memórias e sonhos. Pela primeira vez, os brasileiros terão a chance de vivenciar essa experiência intensa e plural, num espaço que promete acolher artistas, colecionadores, curiosos e amantes da cultura em geral.

Uma arte que fala com o olhar e toca o coração

Se você pensa que toy art é só “brinquedo bonito”, prepare-se para se surpreender. A toy art é uma linguagem poderosa que usa o objeto lúdico para provocar emoções, questionamentos e até desconfortos. Cada peça carrega camadas de significado, mescla estética, cultura e identidade.

“É um diálogo entre o passado e o presente, entre o que a gente guarda na infância e o que a gente constrói na vida adulta”, explica Raphael Magalhães, diretor da Art Toy Con 2025 no Brasil. “Os art toys são como pequenos universos portáteis — cada um traz uma história que é única para quem cria e para quem observa.”

E é exatamente essa diversidade que a Art Toy Con quer mostrar, unindo talentos locais e internacionais, para que o público possa mergulhar em um oceano de criatividade, onde o fofo e o perturbador, o tradicional e o futurista convivem lado a lado.

O Brasil entra com um olhar singular — e folclórico

Um dos grandes destaques da edição brasileira será a homenagem à nossa cultura. Entre os artistas presentes, estará a criação exclusiva de um mascote inspirado no Curupira, figura lendária do folclore nacional, famosa por proteger as florestas e confundir caçadores. Essa releitura, em estilo toy art contemporâneo, é um símbolo do encontro entre nossas raízes ancestrais e a inovação artística.

“Queremos que o público se conecte com o que é nosso, mas também com o que é global. Essa mistura é o que torna a toy art tão fascinante — ela é ao mesmo tempo local e universal”, comenta Raphael.

Um mercado que cresce e transforma vidas

Além da beleza estética e da potência cultural, a toy art é um mercado em franca expansão. Segundo relatório da consultoria MetAstat, a indústria mundial deve ultrapassar os US$ 62 bilhões até 2030, impulsionada por uma geração que busca identidade e pertencimento em narrativas visuais.

A febre das bonecas Labubu, da marca Pop Mart, ilustra bem esse fenômeno. Com sua mistura única de fofura e elementos sombrios — a estética “creepy cute” —, elas conquistaram o coração da Geração Z ao redor do mundo, especialmente jovens ligados à moda alternativa e às culturas asiáticas.

No Brasil, a Art Toy Con chega para consolidar um movimento que já pulsa com força: artistas independentes, designers, ilustradores e colecionadores que transformam objetos simples em verdadeiras obras de arte, e em muitos casos, em instrumentos de diálogo sobre identidade, gênero, memória e resistência.

Programação que envolve e inspira

A programação do festival não se limita à exposição de peças. O evento também será palco de debates, palestras e workshops conduzidos por profissionais que vivem e respiram esse universo. Designers, ilustradores, pesquisadores e influenciadores vão compartilhar suas trajetórias, técnicas e visões sobre o futuro da toy art.

Para quem busca mais que contemplação, haverá experiências imersivas: instalações interativas, performances ao vivo e DJs — com uma forte presença do hip hop, gênero musical que dialoga profundamente com a cultura urbana e a estética da toy art.

No fim do dia, uma after party exclusiva reunirá artistas e convidados para celebrar as conexões feitas e as inspirações geradas ao longo da jornada.

O impacto para Niterói e para a cultura brasileira

Para a Secretaria das Culturas de Niterói, que patrocina o evento, a Art Toy Con representa uma chance ímpar de projetar a cidade como um polo de inovação cultural e econômica. A iniciativa também conta com o apoio institucional da ESPM, reconhecida por seu compromisso com o marketing e a inovação para os negócios.

“Mais do que trazer um evento internacional, queremos criar um ambiente de troca, aprendizado e fomento para a economia criativa local”, afirma uma representante da Secretaria. “É uma oportunidade para artistas locais se conectarem a uma rede global, e para a população vivenciar algo que, até então, estava distante do nosso dia a dia.”

Por que a Art Toy Con é para você

Seja você um colecionador experiente, um artista em busca de inspiração, um estudante curioso ou apenas alguém que gosta de novas experiências culturais, a Art Toy Con 2025 tem algo a oferecer. Ali, o brinquedo é muito mais que um objeto — é um portal para histórias, emoções e conexões humanas.

É um convite para desacelerar, olhar com atenção, sentir com o coração aberto e perceber que, por trás de uma peça aparentemente simples, pode morar um universo inteiro de significado.

“Conversa com Bial” desta quarta (30/07) recebe Hyldon, que comemora 50 anos do clássico “Na Rua, na Chuva, na Fazenda”

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“É preciso chuva, é preciso rua, é preciso amor”. A frase, que poderia muito bem estar em um poema de Carlos Drummond de Andrade, ganhou corpo, melodia e alma na voz de um jovem baiano nos anos 1970. Meio século depois, ainda ecoa com a mesma ternura nas lembranças dos brasileiros. Na próxima quarta-feira, 30 de julho de 2025, o “Conversa com Bial” abre espaço para essa memória viva da música nacional: Hyldon, um dos pais da soul music brasileira, celebra os 50 anos do disco que mudou sua vida — e a de muitos ouvintes.

No estúdio da TV Globo, sob a condução serena e atenta de Pedro Bial, o artista revisita não só sucessos, mas também silêncios, recomeços, perdas e descobertas. A conversa é mais do que um bate-papo de fim de noite — é um mergulho em um tempo onde música, resistência e identidade negra se entrelaçavam para produzir arte com A maiúsculo.

Do interior baiano aos estúdios do Rio: um menino entre mundos

Nascido em Salvador em 1951, Hyldon cresceu entre a capital e o sertão, especialmente em Senhor do Bonfim, cidade marcada por seus carnavais e tradições populares. “Lá, a música era como o ar: estava em todo canto. Na feira, na igreja, no batuque dos terreiros”, lembra ele, com os olhos brilhando. Ainda criança, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro. Era o início de um deslocamento físico e emocional que moldaria seu estilo: entre o Nordeste e a Zona Norte carioca, entre a sanfona e a guitarra elétrica, entre Luiz Gonzaga e James Brown.

Foi no bairro da Penha que o adolescente Hyldon começou a fazer seus primeiros acordes. Ainda nos anos 60, montou uma banda para tocar nos bailes suburbanos. E foi ali que a alma soul começou a germinar — ao som de Marvin Gaye, Curtis Mayfield, Otis Redding e Stevie Wonder, ouvidos pelas ondas da rádio mundial, pelos vinis importados dos amigos e, claro, pelos ensaios de Tim Maia e Cassiano, que logo se tornariam parceiros e mentores.

“Na Rua, na Chuva, na Fazenda”: a simplicidade como forma de revolução

Lançado em 1975, o álbum Na Rua, na Chuva, na Fazenda é, até hoje, um retrato fiel de uma época e de uma sensibilidade rara. Não por acaso, seu título virou sinônimo de romantismo popular e resistência emocional.

A canção que dá nome ao disco surgiu de uma ideia quase cinematográfica. “Eu imaginava um casal pobre, em uma casinha de barro, mas com amor de sobra. E pensava: quantos amores resistem sem luxo, só com o essencial?”, conta. A melodia veio suave, com groove discreto, quase como um carinho. E o Brasil ouviu. E se apaixonou.

O disco, produzido de maneira quase artesanal, surpreendeu por sua coesão musical: baladas soul, arranjos minimalistas e letras introspectivas que tratavam do amor, da dor e do tempo. Era uma proposta ousada para um país acostumado com a grandiloquência das novelas e o samba das multidões. Mas o que Hyldon fazia era, no fundo, traduzir um sentimento coletivo que não cabia nas molduras da indústria fonográfica.

Soul, resistência e identidade negra

Na mesma época em que artistas como Jorge Ben e Gilberto Gil experimentavam com o groove e o funk, Hyldon se posicionava ao lado de Tim Maia e Cassiano como os fundadores da soul brasileira — um movimento que, além da estética, carregava também uma bandeira de afirmação racial.

“O soul era mais do que estilo. Era identidade, era um grito silencioso. A gente queria mostrar que preto também canta amor, também faz arranjo sofisticado, também tem sensibilidade”, diz ele no programa, com a firmeza de quem sabe o que viveu.

Tim Maia, com sua irreverência e genialidade, foi um dos grandes incentivadores da carreira de Hyldon. Cassiano, mais introspectivo, era seu par na busca por uma sonoridade própria, misturando elementos da música norte-americana com referências brasileiras. O trio, apesar de seguir caminhos diferentes, formou uma base simbólica para muitos que vieram depois — de Sandra de Sá a Liniker.

Invisibilidade e recomeços

Apesar do sucesso do primeiro álbum, Hyldon viu sua carreira sofrer com o desinteresse das gravadoras pelos projetos mais autorais. O segundo disco, Deus, a Natureza e a Música (1976), foi menos compreendido. “Queriam que eu repetisse o mesmo som. Mas eu queria experimentar, sair da zona de conforto”, afirma.

Nos anos 80, mesmo com o avanço da música pop e a febre das trilhas sonoras de novelas, Hyldon permaneceu na contramão do mercado. Produziu, compôs, colaborou com outros artistas, mas evitava concessões. Era uma escolha difícil — e solitária.

“Teve época em que eu sumia mesmo. Fazia música em casa, gravava em fita, esperava o momento certo. Nunca fui um artista de vitrine, sempre fui do bastidor. E tá tudo bem”, conta, com uma serenidade que só o tempo dá.

Quando o Brasil voltou a ouvir

Curiosamente, foi o cinema que trouxe Hyldon de volta ao radar do grande público. A trilha sonora de Cidade de Deus (2002), com Na Rua, na Chuva, na Fazenda, reacendeu o interesse por sua obra. Depois vieram Carandiru, Antônia e outros filmes que perceberam na sua música um retrato legítimo de afetos urbanos e populares.

Grupos como Jota Quest e Kid Abelha regravaram seus sucessos. A crítica redescobriu seu trabalho com entusiasmo. E, em 2009, o disco Soul Brasileiro selou sua volta com pompa e parceiros de peso, como Zeca Baleiro, Carlinhos Brown e Chico Buarque.

A nova geração passou a ouvir Hyldon não como nostalgia, mas como frescor. A música, afinal, não envelhece quando fala direto ao coração.

O presente: discos, documentário e novas conexões

Nos últimos anos, o cantor não parou. Lançou novos álbuns, como As Coisas Simples da Vida (2016) e SoulSambaRock (2020), e participou de projetos colaborativos. Em 2025, foi lançado JID023, álbum produzido por Adrian Younge — nome cult da soul contemporânea — com uma sonoridade mais densa, experimental e, ainda assim, profundamente brasileira.

Uma das faixas contou com a última gravação de Ivan Conti (Mamão), do Azymuth, falecido pouco depois. O disco foi aclamado pela crítica especializada, que o apontou como uma obra-prima tardia.

Além disso, um documentário sobre sua vida está prestes a estrear em circuito de festivais. A produção revisita sua trajetória com imagens raras, depoimentos de amigos e novas interpretações de suas músicas feitas por jovens artistas da cena independente.

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