Altas Horas 10/05/2025: Serginho Groisman recebe Ana Castela, Fafá de Belém Lucinha Lins, Naiara Azevedo, Nicolas Prattes e Tássia Reis

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O próximo Altas Horas, que vai ao ar neste sábado, dia 10 de maio de 2025, promete tocar fundo no coração do público. Em clima de Dia das Mães, Serginho Groisman prepara uma edição especial e cheia de afeto, reunindo mães e filhos que dividem com o Brasil momentos inesquecíveis de suas histórias, relembrando a infância, os desafios do crescimento, as conquistas, os tombos, e claro, muitas risadas, lágrimas e abraços apertados.

O programa vira praticamente um grande encontro de família no palco, com relatos comoventes, memórias doces, e apresentações musicais que refletem o elo profundo entre mães e filhos. E não faltam surpresas nem revelações que arrancam sorrisos e fazem a gente se sentir parte dessa festa tão íntima e verdadeira.

Entre os convidados, a cantora Ana Castela se emociona ao contar que, antes de estourar no sucesso, pensava em seguir uma carreira bem diferente: chegou a cursar Odontologia. Ao lado da mãe, Michele Castela, ela revela que o sonho de cantar, na verdade, nasceu primeiro na mãe. “Era o sonho dela, e eu herdei sem perceber. Quando vi, tava no palco”, diz Ana. As duas dividem os vocais em “Abandonada”, num momento de pura conexão e cumplicidade.

Ana também fala com brilho nos olhos sobre sua admiração por Fafá de Belém — que, por sua vez, a acolhe como uma verdadeira neta do coração. Ícone da música brasileira, Fafá se emociona ao lembrar sua grande virada na carreira, há 50 anos, após se apresentar no Fantástico e conquistar o país inteiro. Sua filha, Mariana Belém, compartilha o momento em que percebeu que sua mãe era, de fato, uma estrela. “Acho que eu tinha uns oito anos. A gente andava na rua e as pessoas vinham cantar com ela… aí caiu a ficha”, diz Mariana. Juntas, cantam “Coração do Agreste”, unindo gerações através da música e do afeto.

E não para por aí. Lucinha Lins e o filho, Cláudio Lins, também dividem o palco e o coração. Lucinha relembra, com uma mistura de orgulho e saudade, quando o filho anunciou que queria sair de casa. “Ele chegou e falou: ‘Mãe, acho que quero morar sozinho’. Eu, linda, disse: ‘Que bom, filho’. Mas fui pro quarto e chorei igual uma novela mexicana”, brinca. A dupla canta “O Melhor Vai Começar”, em um dueto cheio de emoção.

Naiara Azevedo, outro nome de peso da música brasileira, também marca presença ao lado da mãe, Iraci Azevedo. Elas relembram o começo de tudo — ainda quando Naiara era só uma menininha cercada de moda de viola e tradições mineiras, mesmo com a mãe não sendo fã de sertanejo. “A família do meu marido ouvia muito, e ela foi se apaixonando por aquilo”, conta Iraci. Naiara se comove ao lembrar da despedida quando saiu de casa para estudar, e a emoção toma conta durante a apresentação de “No Dia em Que Eu Saí de Casa”.

O ator Nicolas Prattes, por sua vez, revive a infância nos bastidores dos teatros ao lado da mãe, Gisele Prattes, ex-atriz e integrante da banda que acompanhava Tim Maia. “Minha infância foi ali, entre coxias e camarins. Cresci vendo minha mãe brilhar no palco”, diz Nicolas, com carinho. Eles cantam “Um Dia de Domingo”, trazendo uma atmosfera nostálgica e cheia de afeto.

E o programa ainda reserva um momento muito especial com Tássia Reis e sua mãe, Myriam Reis. Tássia compartilha como a música sempre foi um elemento presente em casa — e principalmente na cozinha. “Minha mãe fazia pão, bolo, e cantava alto, com o coração. Clara Nunes, Elis, Alcione… tudo visceral, tudo forte”, relembra. A dupla canta “Não Deixe o Samba Morrer”, numa homenagem poderosa à ancestralidade musical feminina.

Mais do que um especial de Dia das Mães, o Altas Horas deste sábado é um convite para mergulhar em histórias reais, com sentimentos que todo mundo já viveu ou sonha viver. Mães que foram a primeira plateia, filhos que viraram parceiros de palco, e lembranças que fazem o tempo voltar por alguns instantes.

Entre Duas Mulheres | Chloé Robichaud traz frescor e coragem em nova comédia sobre desejo e liberdade feminina

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Foto: Reprodução/ Internet

A partir do dia 13 de novembro de 2025, o público brasileiro poderá conferir nos cinemas Entre Duas Mulheres, nova comédia da diretora canadense Chloé Robichaud, uma das vozes mais potentes do cinema contemporâneo. O longa, um remake do clássico quebequense de 1970, revisita a história de duas mulheres aparentemente acomodadas que decidem desafiar o que se espera delas — e, no processo, redescobrem o prazer de viver.

A trama acompanha Violette (Karine Gonthier-Hyndman), que tenta se equilibrar entre a maternidade e a perda de si mesma, e Florence (Laurence Leboeuf), uma vizinha que enfrenta uma depressão silenciosa. Ambas têm vidas estáveis, parceiros presentes e carreiras consolidadas — mas também carregam o vazio de quem vive conforme o roteiro dos outros.

O ponto de virada surge de forma inesperada: um entregador bate à porta e muda tudo. O encontro, que poderia ser apenas um flerte passageiro, se transforma em uma espécie de despertar. A partir daí, as duas iniciam uma jornada que mistura desejo, cumplicidade e um questionamento profundo sobre o que realmente as faz felizes.

Robichaud conduz essa história com o mesmo olhar sensível que marcou seus trabalhos anteriores, transformando temas pesados — como o tédio conjugal, a solidão e o papel da mulher moderna — em uma narrativa leve, provocante e cheia de humor. O riso, aqui, não é fuga; é resistência.

A diretora, premiada no Festival de Sundance, aposta em uma comédia que fala de prazer sem culpa, de maternidade sem romantização e de amor sem regras. É uma obra que entende o humor como ferramenta de empatia, e não de julgamento.

Um elenco que vibra autenticidade

O elenco feminino é o coração pulsante do filme. Karine Gonthier-Hyndman e Laurence Leboeuf entregam performances intensas e cheias de nuances, dando às personagens uma humanidade rara — mulheres que oscilam entre o riso e o choro, o desejo e o medo, o impulso e a dúvida.

Ao lado delas, estão Félix Moati, Mani Soleymanlou, Juliette Gariépy e a premiada Sophie Nélisse (A Menina que Roubava Livros, Yellowjackets), que reforçam o elenco com interpretações vibrantes e cheias de verdade.

Um olhar feminino sobre o corpo e o desejo

Mais do que uma comédia romântica, Entre Duas Mulheres é um manifesto sobre a autonomia feminina. Baseado na peça de Catherine Léger, o roteiro questiona como o mundo contemporâneo lida com o desejo e a monogamia, e o quanto as mulheres ainda se sentem presas a papéis antigos — mesmo em tempos de aparente liberdade.

Chloé Robichaud filma tudo em 35mm, com uma estética quente e naturalista que valoriza o toque, a pele, o gesto cotidiano. A câmera da diretora Sara Mishara recusa o olhar voyeur e transforma o corpo feminino em território de expressão, e não de exposição. A ambientação em uma cooperativa habitacional ecológica reforça o contraste entre o ideal de coletividade e a necessidade de se afirmar como indivíduo.

Missão: Impossível – O Acerto Final acumula US$ 584 milhões em bilheteria, mas ainda está longe de se pagar

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Foto: Reprodução/ Internet

Depois de mais de duas décadas saltando de aviões em queda, escalando arranha-céus e desafiando as leis da física e da indústria, Tom Cruise retorna ao papel de Ethan Hunt em Missão: Impossível – O Acerto Final, o oitavo capítulo de uma das franquias mais longevas e respeitadas do cinema de ação. Mas, por trás da adrenalina e dos números de bilheteria, o novo filme entrega algo raro em blockbusters: uma reflexão sobre escolhas, legado e a urgência de manter a humanidade em tempos digitais.

Com direção de Christopher McQuarrie, parceiro criativo de Cruise desde Missão: Impossível – Nação Secreta, o longa propõe uma virada ousada: se antes Hunt lutava contra terroristas e agentes duplos, agora seu maior inimigo é invisível, algorítmico e global — uma inteligência artificial que ameaça controlar as engrenagens do mundo. É uma ameaça menos palpável, mas profundamente atual. E talvez por isso mesmo, mais assustadora.

Um herói que também duvida

Aos 62 anos, Cruise não esconde as marcas do tempo, e o filme também não. Ao contrário dos capítulos anteriores, O Acerto Final revela um Ethan Hunt mais introspectivo, forçado a olhar para trás, para as missões, perdas e decisões que moldaram seu caminho. Há uma humanidade crua nesse novo Hunt: ele continua correndo, mas agora também para se entender.

No centro da trama, está a ideia de que nossas vidas são definidas pela soma das escolhas que fazemos — e não apenas pelas missões que aceitamos. “Salvar o mundo” ganha um peso mais emocional quando se percebe que, no fundo, o que está em jogo é o próprio valor do livre-arbítrio. A tecnologia, neste cenário, se torna o grande vilão: onisciente, implacável e moralmente ambígua.

Bilheteria vs. legado

Mesmo com uma bilheteria expressiva de US$ 584,1 milhões ao redor do mundo, o filme ainda está distante de se pagar: seu orçamento, somado à divulgação, ultrapassa os US$ 400 milhões. Nos EUA, soma US$ 194 milhões, ocupando atualmente o oitavo lugar nas bilheteiras. Mas esse resultado, embora relevante, parece pequeno perto da grandiosidade emocional que o filme propõe.

Missão: Impossível – O Acerto Final talvez não quebre recordes, mas quebra expectativas. Entrega mais do que ação coreografada: entrega personagem, entrega dilema, entrega alma. E num cenário de franquias repetitivas e universos compartilhados à exaustão, isso já é um feito.

Ao lado de Cruise, Hayley Atwell brilha como uma aliada complexa e inesperada. Ving Rhames, parceiro de longa data, volta a dar suporte e história ao protagonista. A química entre os personagens se sustenta não pela ação, mas pela lealdade silenciosa que cresce entre eles — como se todos soubessem que, a qualquer momento, aquela missão pode ser mesmo a última.

Tela de Sucessos 02/05/2025: SBT exibe o clássico O Poderoso Chefão 3

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta sexta-feira, 2 de maio de 2025, o Tela de Sucessos do SBT traz uma exibição imperdível para os amantes do bom cinema: o clássico “O Poderoso Chefão – Parte III”, de Francis Ford Coppola. Esse é o terceiro e último capítulo da famosa trilogia que retratou a trajetória da família Corleone, trazendo drama, poder, traição e redenção, em um filme repleto de emoção e tensão. Uma oportunidade única para relembrar o legado dessa obra-prima do cinema mundial, que completou mais de três décadas desde seu lançamento.

Sinopse

O filme, que estreou originalmente em 1990, se passa em 1979, em uma Nova York marcada pela decadência da poderosa família Corleone. Michael Corleone (interpretado por Al Pacino), agora um homem mais velho, doente e assombrado por seu passado, tenta de todas as formas redimir-se dos erros cometidos ao longo de sua vida. Em uma tentativa de limpar o nome da família, ele realiza uma generosa doação de US$ 100 milhões à Igreja, recebendo em troca o título de Ordem de San Sebastian, uma das honrarias mais prestigiadas concedidas pela Igreja Católica.

No entanto, mesmo buscando se afastar do mundo do crime, Michael acaba se vendo novamente no centro de uma disputa por poder. Durante a comemoração de sua honraria, ele reencontra seu sobrinho Vincenzo “Vinnie” Mancini (interpretado por Andy Garcia), que deseja seguir os passos de Michael no mundo dos negócios da família. O encontro, no entanto, toma rumos inesperados e violentos, quando Joey Zasa (Joe Mantegna), um poderoso mafioso, entra em cena, desafiante da autoridade de Michael. Uma briga entre as duas facções logo se transforma em uma verdadeira guerra, onde alianças são testadas e traições começam a surgir.

Paralelamente, Michael é pressionado por um arcebispo da Igreja, que pede sua ajuda para salvar a Igreja de um colapso financeiro, oferecendo a ele a chance de obter o controle de uma enorme corporação europeia, a Immobiliare. A proposta parece ideal, mas ela acaba trazendo consigo uma série de complicações, uma vez que muitos membros do clero se opõem à presença de Michael, devido ao seu passado sombrio e seus laços com o crime organizado.

Com uma trama envolvente e cheia de reviravoltas, O Poderoso Chefão – Parte III é, sem dúvida, uma obra que busca finalizar a história da família Corleone de maneira impactante, abordando temas como o legado, a redenção e a inevitabilidade do destino.

Curiosidades e Legado

Embora muitos considerem que o terceiro filme da série não tenha alcançado o mesmo nível de aclamação crítica dos dois primeiros, ele segue sendo uma parte essencial do legado da franquia, completando de forma brilhante o arco de Michael Corleone. O filme foi indicado a sete prêmios Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Ator Coadjuvante para Andy Garcia.

Um fato interessante é que Sofia Coppola, filha do diretor Francis Ford Coppola, participou do filme como Mary Corleone, a filha de Michael. A participação de Sofia foi inicialmente controversa, mas com o tempo a atriz recebeu elogios pela sua performance em um dos papéis centrais da trama.

Além disso, em 2020, o próprio Coppola lançou uma versão revisada do filme, intitulada Mario Puzo’s The Godfather, Coda: The Death of Michael Corleone, oferecendo uma nova leitura para o desfecho da história.

Onde Assistir

Além da exibição no SBT, o filme “O Poderoso Chefão 3” pode ser encontrado para aluguel digital na plataforma Prime Video, a partir de R$ 11,90, permitindo que os fãs revisitem essa obra cinematográfica ou a descubram pela primeira vez.

Não perca a chance de reviver este épico do cinema mundial. Uma oportunidade para mergulhar de volta na história da família Corleone e viver, mais uma vez, as complexas emoções de Michael, Vinnie e os outros personagens que marcaram a história da telona.

Essa exibição no Tela de Sucessos é para quem gosta de grandes filmes e não quer perder a chance de revisitar uma das trilogias mais importantes de todos os tempos. Sábado à noite, o Tela de Sucessos tem um encontro com o drama e o poder de uma das famílias mais marcantes da história do cinema.

Quilos Mortais desta sexta (08) apresenta emocionante episódio sobre a trajetória de Bethany

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta sexta-feira, 8 de agosto, às 22h45, o reality show Quilos Mortais traz ao público uma narrativa que ultrapassa os números da balança para alcançar as profundezas do ser humano. O episódio inédito acompanha Bethany, uma psicóloga de 42 anos que enfrenta um desafio colossal: conviver com seus 276 quilos e, ao mesmo tempo, lidar com feridas emocionais antigas e barreiras internas que dificultam sua transformação. As informações são da Record TV.

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Confira como está Bethany, participante do programa Quilos Mortais da Record TV

A vida por trás dos números: conhecendo Bethany

Bethany não é uma paciente comum. Com formação em psicologia, ela conhece bem os labirintos da mente humana e compreende, em teoria, a importância de cuidar da saúde emocional. Mas quando o olhar precisa se voltar para si mesma, sua história se mostra complexa e carregada de nuances.

Mãe dedicada de duas filhas — Isabella, de 18 anos, e Zowie, de 10 — Bethany vive um cotidiano marcado pelas limitações que o excesso de peso lhe impõe. São tarefas simples do dia a dia que se tornam desafios gigantescos, como acompanhar as filhas em momentos importantes, brincar no parque ou mesmo atividades corriqueiras dentro de casa. A culpa por não poder estar mais presente e ativa na vida das meninas acompanha seus dias silenciosamente.

A dinâmica familiar tem suas tensões. Isabella, ainda muito jovem, assumiu cedo um papel de cuidadora, tentando equilibrar o suporte à mãe com a construção de sua própria identidade. Já o marido, figura central na história, é um parceiro constante que divide a carga física e emocional de um lar onde a saúde de Bethany muitas vezes é o eixo principal das preocupações.

Cicatrizes que o tempo não cura: feridas emocionais e traumas do passado

Desde a infância, a jovem conviveu com rejeição e a sensação de não pertencimento, sentimentos que cresceram em meio a conflitos familiares e dificuldades sociais. Na adolescência, um relacionamento abusivo deixou marcas profundas, afetando diretamente sua autoestima e ampliando o ciclo de sofrimento.

A luta contra crises de ansiedade e episódios de pânico que acompanham sua trajetória só reforçaram o isolamento. Para Bethany, a comida tornou-se uma espécie de porto seguro — um mecanismo de conforto e proteção diante de um mundo que, para ela, parecia hostil demais.

O paradoxo da psicóloga que resiste à própria cura

Um dos aspectos mais impactantes da história de Bethany é a contradição entre seu conhecimento profissional e a resistência emocional que apresenta diante da própria terapia e tratamento psicológico.

Apesar de entender o valor da psicoterapia, Bethany encara o processo com uma mistura de desconfiança e medo. Ela se apega à cirurgia bariátrica como uma solução quase milagrosa — uma esperança rápida para a transformação que tanto deseja — sem perceber que o verdadeiro e maior desafio está no enfrentamento das questões emocionais que alimentam seus comportamentos e dificultam a mudança.

Essa resistência não é incomum em quem vive com obesidade extrema, especialmente quando há um histórico de traumas não elaborados e uma relação complexa com o próprio corpo e a autoestima. O episódio expõe esse embate interno de forma sensível, mostrando que a cura não é linear e que o caminho pode ser tortuoso.

Além da balança: reconstruir a autoestima e a vida

Para Bethany, a verdadeira batalha não está apenas no número que a balança marca, mas no processo lento e cheio de obstáculos de autoconhecimento, aceitação e reconstrução da autoestima.

Cada pequena conquista, seja física ou emocional, representa um passo fundamental para vencer o medo, a insegurança e as feridas que o tempo não cicatrizou. A série mostra momentos de fragilidade, mas também flashes de esperança e a redescoberta da força interior que ela tem — uma força que talvez estivesse oculta sob o peso do corpo e das emoções.

Esse processo de transformação vai muito além da estética: é sobre recuperar o direito de viver plenamente, de se amar e se aceitar, de reconstruir relações familiares e sociais e de reencontrar a própria identidade.

O peso invisível da responsabilidade familiar

A moça carrega uma culpa que muitas vezes pesa quase tanto quanto os quilos que somam seu corpo. Ela teme não estar presente para as filhas da forma como gostaria e se preocupa com o impacto que sua condição pode ter sobre o futuro delas.

A relação entre Bethany e suas filhas é marcada por um amor imenso, mas também por tensões e angústias naturais de quem vive diante de tantas limitações. Isabella, em particular, vive o delicado papel de suporte emocional e prático para a mãe, enfrentando seu próprio processo de amadurecimento e desafios pessoais.

O episódio ressalta como a obesidade extrema impacta não só o indivíduo, mas todo o núcleo familiar, colocando à prova relações, expectativas e o equilíbrio emocional de todos.

O Monstro em Mim | Netflix divulga trailer de minissérie de suspense psicológico com Claire Danes e Matthew Rhys

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A Netflix divulgou recentemente o trailer oficial de sua nova minissérie de suspense psicológico, O Monstro Em Mim, estrelada por Claire Danes (Homeland, Stardust, Terminator 3: A Rebelião das Máquinas) e Matthew Rhys (The Americans, O Caminho de Volta, Perry Mason). Com oito episódios, a série estreia na plataforma em 13 de novembro, prometendo envolver o público em uma narrativa tensa, repleta de mistério, obsessão e reviravoltas que exploram o lado mais sombrio da mente humana.

A minissérie acompanha Aggie Wiggs (Claire Danes), uma escritora renomada que, após a morte trágica do filho, se afastou da vida pública e abandonou a escrita, tornando-se quase um fantasma de si mesma. Sua vida muda quando um novo vizinho se instala na casa ao lado: Nile Jarvis (Matthew Rhys), um magnata do setor imobiliário com um passado cercado de mistérios e suspeitas, incluindo o desaparecimento de sua esposa.

O encontro entre Aggie e Nile desencadeia um jogo psicológico intenso, onde a curiosidade e o fascínio se misturam ao medo. Movida pelo desejo de compreender o comportamento enigmático de Jarvis, Aggie se envolve em uma investigação obsessiva que coloca sua própria segurança em risco. A trama desenvolve um clima de tensão constante, explorando as fronteiras entre fascínio, desconfiança e perigo iminente.

Quem está por trás da criação?

“O Monstro Em Mim” é criação de Gabe Rotter (Arquivo X, Arquivo X: Fight the Future) e Howard Gordon (Homeland – Segurança Nacional, 24 Horas, Arquivo X), dois nomes renomados no universo de suspense e thrillers psicológicos. A dupla combina elementos clássicos de mistério com técnicas modernas de narrativa visual e construção de tensão, proporcionando uma experiência que prende o espectador do início ao fim, ao mesmo tempo em que aprofunda a psicologia dos personagens centrais.

Quem faz parte do elenco?

O elenco principal é liderado por Claire Danes (Homeland, Stardust, Terminator 3: A Rebelião das Máquinas) no papel de Aggie Wiggs, cuja interpretação dramática promete equilibrar vulnerabilidade e determinação. Matthew Rhys (The Americans, O Caminho de Volta, Perry Mason) dá vida a Nile Jarvis, o vizinho poderoso e enigmático que desperta fascínio e medo em Aggie.

Além deles, a produção conta com participações de atores coadjuvantes que acrescentam camadas à narrativa, embora seus nomes ainda não tenham sido totalmente divulgados. A série aposta fortemente na química entre os protagonistas, explorando a tensão entre sedução e ameaça, elemento central que mantém o espectador em constante suspense.

A minissérie foi desenvolvida com atenção aos detalhes da psicologia dos personagens e da narrativa visual. Claire Danes e Matthew Rhys, que já trabalharam juntos em Homeland, trazem uma experiência consolidada em papéis complexos, o que contribui para a intensidade dramática da história. A escolha de produtores e roteiristas com histórico em suspense garantiu um equilíbrio entre mistério e desenvolvimento emocional, algo essencial para que a narrativa funcione como um thriller psicológico convincente.

As filmagens, realizadas em locações cuidadosamente selecionadas, exploraram ambientes domésticos e urbanos para criar a sensação de isolamento e vulnerabilidade, reforçando o clima de tensão da trama. A direção visual privilegia cortes rápidos, iluminação contrastante e enquadramentos que aumentam a sensação de desconforto e vigilância constante.

Karatê Kid – Lendas tem trecho inicial divulgado e já pode ser comprado no Brasil

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Foto: Reprodução/ Internet

A clássica franquia de artes marciais que atravessou décadas acaba de ganhar um novo capítulo. “Karatê Kid: Lendas”, produção que conecta passado e presente, já está disponível para compra digital no Brasil, com exclusividade por três semanas. Para marcar a estreia, a Sony Pictures Home Entertainment liberou os dez minutos iniciais do longa, que podem ser assistidos online. O trecho apresenta o novo protagonista, Li Fong, e oferece um gostinho da jornada que ele está prestes a viver.

O jovem é interpretado por Ben Wang, conhecido por papéis em American Born Chinese (Disney+), Chang Can Dunk e MacGyver. Ele vive um adolescente chinês que, após uma tragédia pessoal, precisa deixar sua vida em Pequim e recomeçar em Nova York com a mãe. Em meio à adaptação a uma cultura completamente nova, Li conhece Mia, personagem de Sadie Stanley (Kim Possible, Cruel Summer, The Goldbergs), e tenta se reinventar — mas, mesmo querendo evitar conflitos, logo se vê envolvido em algo maior do que esperava.

Uma ponte entre mestres e discípulos

Para os fãs antigos da saga, a grande surpresa é o encontro de Jackie Chan (A Hora do Rush, O Medalhão, Bater ou Correr, Kung Fu Panda) e Ralph Macchio (Cobra Kai, Os Garotos Perdidos, Crossroads) em cena. Chan retoma o papel de Sr. Han, o mestre que já guiou outro “karatê kid” nas telonas em 2010, enquanto Macchio retorna como Daniel LaRusso, figura central da trilogia original dos anos 1980 e da série Cobra Kai.

Na trama, Sr. Han percebe que as habilidades de Li não serão suficientes para enfrentar o novo desafio que surge em seu caminho — e, para isso, convida Daniel para ajudar a treinar o garoto. É nesse momento que duas filosofias marciais se cruzam: kung fu e caratê se unem em um novo estilo que define não apenas a técnica, mas também o amadurecimento emocional do protagonista.

Uma nova história com raízes profundas

Dirigido por Jonathan Entwistle, conhecido por seu trabalho em The End of the F*ing World e I Am Not Okay With This, e roteirizado por Rob Lieber (Pedro Coelho, Goosebumps 2), o filme aposta em uma narrativa que mescla tradição, emoção e ação. Com locações entre a China e Nova York, o longa mergulha nas dificuldades do exílio, nas crises de identidade e na luta silenciosa de quem precisa se reinventar longe de casa. Li não quer ser um herói. Ele só quer pertencer. Mas quando um amigo está em perigo, ele é forçado a revisitar tudo o que aprendeu — e aquilo que recusava — para proteger quem ama.

Orçamento e bilheteria

Com um orçamento estimado em 45 milhões de dólares, Karatê Kid: Lendas teve um desempenho sólido nas bilheteiras mundiais, arrecadando cerca de 105 milhões de dólares. Embora os números não representem um fenômeno comercial, eles confirmam o apelo duradouro da franquia, capaz de atravessar gerações e se renovar com um elenco multicultural e uma trama emocionalmente envolvente. O resultado reforça o interesse do público por histórias de superação com raízes culturais profundas — e pode abrir espaço para novos desdobramentos no universo da saga.

Disponível sob demanda

O longa-metragem pode ser adquirido por R$39,90 em plataformas como Apple TV (iTunes), Amazon Prime Video, Google Play, Microsoft Filmes & TV (Xbox) e Claro TV+. Durante o período inicial, o título estará disponível apenas para compra — com acesso vitalício ao conteúdo adquirido. A opção de aluguel será liberada posteriormente.

CBS define estreia do spin-off de Blue Bloods com Donnie Wahlberg e Sonequa Martin-Green

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A CBS oficializou nesta segunda-feira (14) a data de estreia de Boston Blue, nova série derivada de Blue Bloods que será estrelada por Donnie Wahlberg. O spin-off chega à televisão norte-americana em 17 de outubro de 2025, prometendo expandir o universo da franquia com um novo cenário e uma nova linhagem de personagens marcados por conflitos internos, lealdades divididas e pressão institucional. As informações são do site Omelete.

Depois de mais de uma década interpretando o detetive Danny Reagan na cidade de Nova York, Wahlberg agora leva seu personagem a Boston, onde enfrentará não apenas novos crimes, mas também um novo sistema, novas regras — e uma nova família de policiais.

Ao lado dele, quem assume o protagonismo é Sonequa Martin-Green (Star Trek: Discovery), no papel da detetive Lena Silver, herdeira de uma das famílias mais tradicionais da cidade em termos de serviço público e aplicação da lei. A relação entre Danny e Lena, inicialmente profissional, se desenvolverá em meio a choques de cultura, estilos de trabalho e feridas familiares não cicatrizadas.

O núcleo central da nova série gira em torno dos Silver, uma família com profundas raízes no sistema judiciário e policial de Boston. A matriarca Mae Silver, interpretada por Gloria Reuben (ER), é uma promotora pública respeitada, mas que vive sob constante escrutínio político. A autoridade moral da família é representada pelo avô reverendo Peters, vivido por Ernie Hudson (Ghostbusters, Quantum Leap), pastor de uma histórica igreja batista que tenta equilibrar fé, comunidade e as escolhas da família.

A estrutura hierárquica é reforçada pela meia-irmã de Lena, Sarah Silver (interpretada por Maggie Lawson, de Psych), que atua como superintendente do Departamento de Polícia — decidida, ambiciosa e ciente de seu papel estratégico no tabuleiro político da cidade. Já o irmão mais novo, Jonah (Marcus Scribner, de Black-ish), é o novato da polícia tentando encontrar seu espaço em uma família onde o dever se sobrepõe ao afeto.

Boston Blue não é apenas mais um procedural policial. A proposta da série é ir além da investigação de casos semanais e mergulhar nas tensões entre tradição e renovação dentro das instituições. Em tempos de revisão crítica do papel das polícias nos EUA, a série pretende abordar temas contemporâneos como accountability, conflitos raciais, lealdades familiares e os bastidores da política de segurança pública.

A dinâmica entre Danny, um veterano de métodos diretos, e Lena, uma detetive analítica moldada por códigos éticos e pressões familiares, será o fio condutor de um enredo que promete combinar tensão emocional, ação e reflexão.

Criada para dar continuidade ao sucesso de Blue Bloods, que encerra sua trajetória neste ano após 14 temporadas, Boston Blue nasce com a missão de conquistar um novo público sem abandonar a base fiel da franquia original. A ambientação em Boston — cidade com forte presença histórica, cultural e política — reforça o tom mais denso da série, que aposta em conflitos pessoais tão complexos quanto os criminais.

Denis Villeneuve vai dirigir o novo James Bond — e promete dar um novo tom ao 007

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Prepare o dry martini e a trilha de suspense, porque vem aí uma nova era para James Bond — e agora, pelas mãos de um dos cineastas mais respeitados da atualidade. Denis Villeneuve, diretor de obras como Duna e Blade Runner 2049, foi confirmado como o responsável por comandar o 26º filme da franquia 007. A informação foi divulgada nesta quinta-feira pela Amazon MGM Studios, que assume pela primeira vez a produção da icônica saga do agente secreto.

A escolha do diretor canadense não poderia ser mais ousada — e empolgante. Villeneuve é conhecido por sua estética sofisticada, atmosferas densas e roteiros que desafiam o espectador. Seu envolvimento já levanta a grande questão: como será um James Bond sob o olhar de um cineasta tão cerebral e visualmente ambicioso?

De fã a comandante da franquia

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Villeneuve não escondeu a emoção e o peso da responsabilidade: “Algumas das minhas memórias mais antigas de ir ao cinema estão ligadas ao 007. Cresci vendo os filmes de James Bond com o meu pai, desde o Dr. No com Sean Connery. Essa é uma responsabilidade enorme, mas também uma enorme honra para mim.”

A declaração, além de revelar um laço afetivo com o personagem, sinaliza que Villeneuve pode buscar resgatar o espírito clássico da franquia — mas com a modernidade e o cuidado narrativo que têm marcado sua filmografia nos últimos anos.

Nova fase, nova produtora

Este também será o primeiro longa do espião britânico sob o comando da Amazon MGM Studios, que adquiriu os direitos da franquia em 2022. A expectativa, portanto, é que essa mudança traga uma renovação não só estética, mas também de posicionamento. Será um Bond mais político? Mais emocional? Ou, quem sabe, mais existencial?

O que se sabe até agora é que Villeneuve terá liberdade criativa para reinventar, dentro dos limites do legado, o agente mais famoso do cinema mundial.

E quem será o novo Bond?

Essa é a pergunta que não quer calar — e que, por enquanto, segue sem resposta. Com a saída de Daniel Craig após Sem Tempo Para Morrer (2021), o papel está em aberto e cercado de especulações. Nomes como Aaron Taylor-Johnson, Idris Elba e até Henry Cavill já circularam pela mídia e pelas redes, mas nada foi oficialmente anunciado.

Com a confirmação de Villeneuve, a escolha do novo 007 deve ganhar um novo peso: o perfil do próximo James Bond pode estar mais alinhado a uma abordagem introspectiva, complexa e menos caricata — algo mais Sicario e menos Quantum of Solace, por assim dizer.

Balde do Capitão América – Admirável Mundo Novo já está disponível no Cinesystem

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Foto: Reprodução/ Internet

Os fãs da Marvel já podem se preparar para uma experiência completa nos cinemas! A aguardada estreia de Capitão América: Admirável Mundo Novo, marcada para 13 de fevereiro de 2025, traz não apenas ação e aventura, mas também um brinde especial para os cinéfilos: o exclusivo Balde do Capitão.

O combo colecionável inclui um balde de pipoca personalizado com tampa estilizada no formato do icônico escudo do Capitão América e dois refrigerantes de 700 ml. Ideal para quem ama mergulhar nas aventuras do UCM com muito estilo — e, claro, pipoca. Vale lembrar que as unidades são limitadas, então é importante consultar a disponibilidade no cinema mais próximo.

Sobre o Filme

Com 1h58min de duração, Capitão América: Admirável Mundo Novo é dirigido por Julius Onah (The Cloverfield Paradox) e conta com roteiro de Malcolm Spellman e Dalan Musson, ambos responsáveis pelo sucesso de Falcão e o Soldado Invernal.

A trama dá continuidade aos eventos da minissérie e apresenta Sam Wilson (Anthony Mackie) enfrentando novos desafios como o sucessor do lendário Capitão América. Com Harrison Ford no papel de Thaddeus Ross e Danny Ramirez como Joaquín Torres, o longa promete uma jornada repleta de ação, aliados inesperados e ameaças emocionantes.

O filme compõe a Fase Cinco do Universo Cinematográfico Marvel (UCM). Após assumir o escudo deixado por Steve Rogers (Chris Evans) em Vingadores: Ultimato, Sam Wilson precisa lidar com o peso de ser o novo Capitão América enquanto enfrenta ameaças globais e descobre o verdadeiro significado de seu novo papel.

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