Saiba quais filmes vai passar no Corujão 30/06/2023

Foto: Reprodução/ Internet

Os filmes Priscilla, A Rainha Do Deserto e O Plano Por Trás Da História serão exibidos no Corujão desta sexta-feira, 30/06/2023, na tela da TV Globo. Abaixo, confira informações como sinopse e elenco das produções apresentadas:

Priscilla, A Rainha do Deserto

Filme australiano icônico lançado em 1994, dirigido por Stephan Elliott. A história nos leva a uma aventura emocionante junto a três drag queens: Mitzi (interpretado por Hugo Weaving), Felícia (interpretado por Guy Pearce) e Bernadette (interpretado por Terence Stamp). Juntas, elas embarcam em uma jornada pelo deserto australiano a bordo de um ônibus batizado de Priscilla.

Este filme se destaca por abordar temas como identidade, diversidade e aceitação, ao mesmo tempo em que oferece uma mistura única de comédia, drama e música. Ao longo da narrativa, somos levados a refletir sobre questões relacionadas à sexualidade, preconceito e autenticidade por meio das experiências vividas pelos personagens principais.

Durante essa jornada extraordinária, as drag queens enfrentam desafios e encontram personagens singulares, cada um com sua própria história e perspectiva de vida. Esses encontros proporcionam um olhar profundo sobre as complexidades das relações humanas e destacam a importância de se expressar livremente.

Além do enredo envolvente, “Priscilla, A Rainha do Deserto” é famoso por sua trilha sonora incrível, composta por uma variedade de clássicos da música pop e disco dos anos 70 e 80. As performances musicais são cativantes e impulsionam a narrativa, adicionando um toque de glamour e energia ao filme.

Desde seu lançamento, “Priscilla, A Rainha do Deserto” tem sido aclamado pela crítica e amado pelo público, conquistando diversos prêmios ao redor do mundo. Sua abordagem aberta e positiva em relação à diversidade e à comunidade LGBTQ+ o transformou em um marco na representação cinematográfica e o elevou ao status de clássico cult.

Com seu humor único, coragem e coração, “Priscilla, A Rainha do Deserto” continua encantando e inspirando pessoas, reforçando a importância da autenticidade, do amor-próprio e da valorização da diversidade em todas as suas formas.

O Plano Por Trás Da História

O longa-metragem é uma comédia brasileira lançada em 2016, dirigida por José Eduardo Belmonte. O filme nos leva a uma divertida jornada que mescla ficção e realidade, explorando a ideia de viagem no tempo para alterar o curso da história do Brasil.

A história se passa no ano de 2016 e acompanha quatro amigos universitários: Alexandre (interpretado por Eduardo Moscovis), Henrique (interpretado por Milhem Cortaz), Cadu (interpretado por Marcos Pitombo) e Camila (interpretada por Rosanne Mulholland). Ao descobrirem um antigo livro com um plano secreto para mudar os acontecimentos históricos do país, eles se veem diante da oportunidade de viajar de volta no tempo e interferir nos momentos-chave da história brasileira.

Decidindo retornar ao ano de 1889, no momento da Proclamação da República, os protagonistas buscam evitar que o marechal Deodoro da Fonseca realize o golpe e estabeleça o regime republicano no Brasil. Ao longo dessa aventura, eles se envolvem em situações hilárias e encontram personagens históricos marcantes, incluindo o imperador Dom Pedro II e outros líderes políticos da época.

“O Plano Por Trás Da História” aborda, de maneira descontraída, questões políticas e sociais do Brasil contemporâneo, ao mesmo tempo em que questiona os rumos que o país tomou ao longo dos anos. O filme utiliza o humor como ferramenta para provocar reflexões sobre o presente e o passado, destacando a importância da consciência histórica e da participação cidadã na construção do futuro.

Com um elenco talentoso e uma abordagem criativa, o filme oferece uma experiência única ao combinar eventos históricos com elementos fictícios, proporcionando momentos de entretenimento e reflexão para o público. “O Plano Por Trás Da História” é uma produção que estimula o pensamento crítico e promove o diálogo sobre a história e o destino do Brasil.

Que horas vai passar o Corujão?

O Corujão traz uma seleção especial de filmes todas as madrugadas, oferecendo aos telespectadores uma opção de entretenimento durante as horas mais silenciosas da noite. A partir das 02h55, o Corujão exibe dois filmes consecutivos, proporcionando aos espectadores a oportunidade de desfrutar de histórias envolventes, emocionantes e cativantes sem sair do conforto de suas casas. É o momento perfeito para os amantes do cinema aproveitarem grandes produções e mergulharem em tramas surpreendentes, tornando as noites ainda mais especiais.

Euphoria | Episódio 4 da 3ª temporada expõe as consequências do ataque e pode mudar o destino de Nate

A terceira temporada de Euphoria entrou em uma fase mais densa e imprevisível, deixando para trás qualquer sensação de estabilidade. Depois de um episódio marcado por violência e revelações, o quarto capítulo surge como um momento decisivo para a narrativa, especialmente no que diz respeito ao futuro de Nate Jacobs.

A prévia indica que o personagem sobrevive aos acontecimentos recentes, mas retorna em uma condição completamente diferente. Longe da postura controladora que sempre tentou sustentar, Nate agora aparece fragilizado, sugerindo que o impacto do ataque vai além do físico. A expectativa é que o episódio explore justamente essa quebra de poder, mostrando como ele reage ao perder o controle da própria história.

O que rolou no episódio 3?

O terceiro episódio foi responsável por uma das viradas mais intensas da temporada. O casamento de Nate e Cassie, inicialmente apresentado como um momento de celebração e ostentação, rapidamente se transforma em um cenário de tensão e exposição.

A chegada de um credor disposto a cobrar antigas dívidas muda completamente o rumo da cerimônia, trazendo à tona segredos que colocam em xeque a imagem construída por Nate. O que parecia um evento perfeito passa a revelar rachaduras profundas, afetando diretamente sua relação com Cassie.

A situação se agrava quando, já fora do ambiente público, a violência toma proporções ainda maiores. A invasão à casa do casal e o ataque brutal funcionam como ponto de ruptura na narrativa, estabelecendo um novo nível de risco e instabilidade para os personagens.

Outras histórias também avançam

Enquanto a trama principal mergulha em consequências imediatas, outros personagens seguem caminhos igualmente complexos. Jules inicia uma nova fase longe de sua antiga rotina, buscando independência, mas acaba se envolvendo em situações que revelam um lado mais arriscado de sua personalidade.

Rue continua lidando com seus próprios conflitos, se aproximando novamente de ambientes perigosos e decisões impulsivas. Sua trajetória mantém o clima de instabilidade da temporada, reforçando a ideia de que ninguém está realmente em segurança.

Essas histórias paralelas ajudam a expandir o universo da série, conectando diferentes experiências e mostrando como cada personagem reage à pressão de formas distintas.

Quando estreia o episódio 4?

O episódio 4 da terceira temporada de Euphoria chega no dia 3 de maio de 2026, às 22h, no horário de Brasília, com exibição na HBO e lançamento simultâneo no HBO Max. A temporada segue com episódios semanais e contará com um total de oito capítulos, caminhando para uma conclusão que promete manter o tom intenso estabelecido até aqui.

Uma temporada mais intensa e sem zona de conforto

A nova fase de Euphoria deixa claro que a série está disposta a levar seus personagens ao limite. As relações estão mais frágeis, as escolhas mais arriscadas e as consequências mais difíceis de ignorar. O episódio 4 deve funcionar como um divisor de águas, não apenas para Nate, mas para toda a dinâmica da história. A partir daqui, a tendência é que os conflitos se tornem ainda mais diretos e que cada decisão tenha um peso maior.

Lanternas | HBO mostra investigação mais sombria no novo trailer e aprofunda mistério no DCU

O novo trailer de Lanternas, divulgado pela HBO, muda o tom da conversa em torno da série e deixa claro que a produção não está interessada em repetir fórmulas já conhecidas do gênero de super-heróis. Em vez disso, a prévia aposta pesado em suspense, investigação e uma atmosfera mais densa, quase sufocante, que se aproxima de um thriller policial com elementos sci-fi.

O vídeo também confirma a entrada de Laura Linney no elenco, ampliando ainda mais o peso dramático da produção. A atriz surge como parte central dessa nova fase da história, reforçando que a série está mirando em atuações mais complexas e menos óbvias dentro do universo da DC.

Quem sustenta a história dentro da série?

No centro da narrativa estão dois Lanternas com perfis bem diferentes, mas obrigados a trabalhar lado a lado. Kyle Chandler (Friday Night Lights, Bloodline, Carol) assume o papel de Hal Jordan, um veterano marcado por experiências anteriores, enquanto Aaron Pierre (A Ferrovia Subterrânea, Rebel Ridge, Old) interpreta John Stewart, que chega como um recruta ainda tentando entender a dimensão do que está enfrentando.

A dinâmica entre os dois sustenta a espinha dorsal da trama, que abandona o formato tradicional de aventuras espaciais para mergulhar em uma investigação criminal na Terra. O elenco ainda inclui Kelly Macdonald (Trainspotting, Boardwalk Empire, Onde os Fracos Não Têm Vez), que reforça o lado emocional da narrativa, além de nomes como Garret Dillahunt (Deadwood, Raising Hope, Fear the Walking Dead), Poorna Jagannathan (Eu Nunca…, The Night Of, Delhi Belly), Jason Ritter (Parenthood, Gravity Falls, The Event), Ulrich Thomsen (The Blacklist, Counterpart, Banshee), Nathan Fillion (Firefly, Castle, The Rookie), J. Alphonse Nicholson (P-Valley, Eles o Clonaram, Tyrone) e Jasmine Cephas Jones (Hamilton, Blindspotting, #FreeRayshawn).

Qual é o caso que coloca tudo em movimento?

A história começa quando Hal Jordan e John Stewart são enviados à Terra para investigar um assassinato ocorrido em território norte-americano. O que parecia um caso isolado rapidamente ganha outra dimensão, com pistas que apontam para algo muito maior do que uma simples ocorrência criminal.

A série constrói esse caminho sem pressa, apostando em pistas fragmentadas, tensão crescente e uma sensação constante de que cada resposta abre espaço para novas perguntas. O foco não está na ação em larga escala, mas na reconstrução do que realmente aconteceu por trás do crime investigado.

Como Lanternas se encaixa no novo DCU?

A série faz parte da nova estrutura criativa liderada por James Gunn e Peter Safran, dentro da fase inicial do chamado “Capítulo Um: Deuses e Monstros”. A série não funciona isolada: ela se conecta diretamente ao desenvolvimento do novo universo compartilhado da DC.

A proposta coloca Hal Jordan e John Stewart como peças centrais desse novo tabuleiro narrativo, servindo tanto para fãs antigos quanto para quem está chegando agora nesse universo reformulado.

Quem conduz a produção e qual direção a série segue?

O desenvolvimento passou por diferentes fases até chegar ao formato atual. O projeto original, idealizado por Greg Berlanti, acabou sendo reestruturado para se alinhar ao novo planejamento da DC Studios, que decidiu priorizar uma abordagem mais concentrada na Terra e menos dependente do espaço cósmico.

A condução criativa ficou sob responsabilidade de Chris Mundy, com participação de Damon Lindelof e Tom King. Essa combinação ajuda a sustentar o tom mais investigativo e estruturado da produção.

A direção dos dois primeiros episódios ficou nas mãos de James Hawes, responsável por definir a identidade visual inicial da série. As filmagens ocorreram ao longo de 2025, consolidando o projeto como uma das produções mais cuidadas do catálogo recente da HBO.

O Mago do Kremlin | Thriller político estrelado por Jude Law como Vladimir Putin ganha trailer e estreia nos cinemas em abril

O thriller político O Mago do Kremlin acaba de ganhar trailer oficial, pôster e data de estreia confirmada no Brasil. Com distribuição da Imagem Filmes, o longa chega aos cinemas no dia 9 de abril e promete levar o público para dentro dos bastidores do poder russo em uma trama intensa, cheia de estratégia política, ambição e jogos de influência.

O filme marca o retorno do premiado diretor francês Olivier Assayas (Personal Shopper, Acima das Nuvens) a um cinema político sofisticado e provocativo. Conhecido por construir narrativas que exploram personagens complexos e contextos históricos marcantes, Assayas mergulha agora em um dos ambientes políticos mais enigmáticos do mundo: o Kremlin.

A produção reúne um elenco de peso liderado por Jude Law (Sherlock Holmes, Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore), que assume o desafiador papel de Vladimir Putin. Ao seu lado está Paul Dano (The Batman, Sangue Negro), responsável por interpretar o personagem central da história, Vadim Baranov.

A trama se passa no início dos anos 1990, um período turbulento marcado pela queda da União Soviética e pelas profundas transformações políticas que se seguiram na Rússia. Em meio a esse cenário de incertezas e disputas por poder, novas figuras começam a surgir nos bastidores do governo.

É nesse contexto que surge Vadim Baranov, um jovem estrategista de comunicação que acaba sendo recrutado para trabalhar no coração da política russa. Inteligente, observador e com grande habilidade para entender o funcionamento do poder, ele rapidamente se torna uma peça importante dentro do Kremlin.

A partir desse momento, o filme acompanha a trajetória de Baranov enquanto ele passa a atuar nos bastidores da construção da imagem pública de Vladimir Putin, que naquele momento começa a consolidar sua ascensão política.

A relação entre os dois personagens se torna o eixo central da história. Enquanto Putin ganha cada vez mais espaço no cenário político, Baranov trabalha nos bastidores elaborando discursos, estratégias de comunicação e narrativas capazes de moldar a percepção pública.

O longa revela justamente esse universo pouco visível da política, onde decisões aparentemente discretas podem influenciar rumos históricos. Mais do que mostrar reuniões e debates, o filme busca retratar como a comunicação e a estratégia podem ser tão poderosas quanto as decisões oficiais.

A história é inspirada no romance homônimo escrito por Giuliano da Empoli, autor franco-italiano que conquistou leitores ao redor do mundo com a obra. No livro, ele combina elementos de ficção e referências históricas para construir um retrato intrigante dos mecanismos de poder contemporâneos.

Para levar essa narrativa às telas, Olivier Assayas trabalhou no roteiro ao lado do escritor e cineasta Emmanuel Carrère (O Reino, Limonov). Juntos, eles buscaram transformar a densidade política do livro em uma experiência cinematográfica envolvente.

Segundo Assayas, o processo de adaptação exigiu algumas mudanças criativas. O desafio era traduzir para imagens e ritmo cinematográfico uma história originalmente construída em torno de diálogos, reflexões políticas e bastidores estratégicos.

Além da dupla protagonista, o filme reúne um elenco internacional de destaque. Entre os nomes confirmados está a vencedora do Oscar Alicia Vikander (A Garota Dinamarquesa, Ex Machina). Também participam da produção Tom Sturridge (Sandman, Longe Deste Insensato Mundo) e Jeffrey Wright (Westworld, 007 – Sem Tempo Para Morrer).

Antes de chegar aos cinemas brasileiros, o longa teve sua estreia mundial no tradicional Festival Internacional de Cinema de Veneza, um dos eventos mais importantes do cinema mundial. A produção integrou a seleção oficial do festival e foi indicada ao Leão de Ouro, principal prêmio da mostra.

A exibição chamou a atenção principalmente pela performance de Jude Law e pela forma como o filme constrói um retrato tenso e detalhado do funcionamento interno do poder político.

Ao longo da narrativa, “O Mago do Kremlin” conduz o espectador por corredores silenciosos, salas de reuniões e bastidores onde decisões estratégicas são tomadas longe dos holofotes. O filme sugere que muitas vezes a história não é escrita apenas por líderes visíveis, mas também por aqueles que atuam nas sombras do poder.

O Retorno | Ralph Fiennes e Juliette Binoche revisitam a Odisseia em drama histórico com estreia marcada no Brasil

Foto: Reprodução/ Internet

Trinta anos após dividirem os holofotes em O Paciente Inglês (1996), Ralph Fiennes e Juliette Binoche voltam a contracenar no cinema em “O Retorno”, drama histórico dirigido por Uberto Pasolini que chega aos cinemas brasileiros no dia 4 de setembro, com distribuição da O2 Play. Inspirado nos cantos finais da Odisseia, de Homero, o longa propõe uma abordagem realista e profundamente emocional da clássica história do retorno de Ulisses à Ítaca, deixando de lado os elementos mitológicos para mergulhar nas cicatrizes humanas da guerra e do tempo.

Foto: Reprodução/ Internet

Com estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), em 2024, o filme acompanha o herói Odisseu (nome latino: Ulisses), interpretado por Ralph Fiennes, na etapa mais silenciosa e desafiadora de sua jornada: o reencontro com sua terra, sua esposa e seu filho, após duas décadas de ausência. Longe da grandiosidade das aventuras épicas, o filme foca no impacto psicológico e físico de uma vida consumida por batalhas. Abatido, envelhecido e irreconhecível, Odisseu encontra seu reino em ruínas e sua identidade desfigurada.

Juliette Binoche dá vida a Penélope, figura central da resistência em Ítaca. Durante os vinte anos de ausência do marido, ela mantém a esperança viva enquanto lida com pretendentes ambiciosos que, além de desejarem sua mão, disputam o trono. A atuação de Binoche, que recebeu o Oscar por O Paciente Inglês e é reconhecida por filmes como A Liberdade é Azul e Camille Claudel 1915, imprime à personagem uma força silenciosa e obstinada. Já o jovem Charlie Plummer (Lean on Pete, Todo Dia) interpreta Telêmaco, o filho do casal, que agora é alvo de conspirações daqueles que almejam o poder na ausência do pai.

O roteiro, escrito por John Collee (Hotel Mumbai, Master and Commander) em parceria com Edward Bond, opta por uma leitura mais sóbria e humanista da lenda grega. Ao retirar figuras mitológicas e divinas da narrativa, a obra revela uma Ítaca marcada por conflitos políticos, desconfiança e desintegração familiar. Odisseu não é mais um herói infalível, mas um homem ferido, com memórias traumáticas, lidando com o estranhamento de retornar a um lar que já não reconhece.

A proposta estética de Pasolini — também responsável por Nowhere Special — investe em planos contemplativos e no uso de paisagens áridas e silenciosas como metáfora do estado emocional de seus personagens. Em vez de cenas de ação, há tensão contida e diálogos pontuados por silêncios que dizem muito. A construção narrativa reflete a opção do diretor por um cinema que valoriza a interioridade dos personagens e os conflitos morais do pós-guerra.

Saiba qual filme é destaque no Cine Espetacular desta terça (05/08)

Foto: Reprodução/ Internet

Se você cresceu acompanhando uma turma destemida que desmascarava vilões disfarçados de monstros e enfrentava o sobrenatural com uma boa dose de coragem (e sanduíches gigantes), então a noite de terça-feira promete um mergulho nostálgico — e divertido. No Cine Espetacular desta terça, 5 de agosto de 2025, será exibido “Scooby-Doo! e a Maldição do Monstro do Lago”, uma aventura live-action recheada de mistério, humor e afeto, ideal para todas as idades.

Lançado originalmente em 2010, o filme foi produzido para o Cartoon Network e chegou ao Brasil em 2011, conquistando um público que já estava acostumado às animações do cão medroso mais amado da cultura pop. Com direção de Brian Levant e um elenco jovem, a trama resgata a essência das histórias clássicas de Scooby-Doo, mas com uma roupagem moderna e energética que conquistou toda uma nova geração.

Um verão que prometia descanso… mas acabou em susto!

Férias de verão. Sol, descanso e zero mistérios, certo? Errado.

A história começa com a turma da Mistério S/A — composta por Fred, Daphne, Velma, Salsicha e Scooby-Doo — decidindo passar as férias juntos, longe das investigações e monstros. Mas, como já era de se esperar, o sossego não dura muito. Quando estranhas aparições começam a ocorrer perto de um lago aparentemente tranquilo, o grupo se vê envolvido em mais um enigma.

A lenda local fala de um monstro ancestral, que surge das águas e ameaça a tranquilidade do lugar. A princípio, ninguém acredita. Mas os ataques e aparições começam a se tornar mais frequentes, obrigando os jovens a voltarem à ativa para descobrir quem — ou o que — está por trás disso.

Enquanto isso, os laços entre os personagens são testados: Velma se apaixona por Salsicha, que por sua vez está dividido entre seus sentimentos e sua amizade com Scooby. Fred tenta mostrar liderança, mas também lida com seu relacionamento com Daphne. E Scooby? Entre um petisco e outro, segue sendo o coração do grupo — com seu medo irresistivelmente engraçado.

Elenco jovem, carisma em alta

O filme se destaca por trazer um elenco renovado, com atuações que buscam atualizar os personagens sem perder sua essência. Nick Palatas interpreta Salsicha com a descontração necessária, equilibrando humor e ingenuidade. Kate Melton dá vida à elegante e determinada Daphne, enquanto Robbie Amell entrega um Fred carismático, dividido entre o heroísmo e o charme desajeitado.

Mas quem rouba a cena, sem dúvida, é Hayley Kiyoko no papel de Velma Dinkley. Em um papel que exige um equilíbrio entre lógica, sensibilidade e curiosidade, Hayley mostra por que é considerada uma das jovens atrizes mais promissoras da época. Sua química com Palatas dá à trama uma camada emocional inesperada e bem-vinda.

A dublagem de Frank Welker, lenda viva da voz original de Scooby-Doo, traz uma familiaridade nostálgica que agrada tanto aos fãs antigos quanto aos novos.

Brian Levant e a missão de equilibrar humor, mistério e emoção

Com experiência em comédias familiares como “O Pestinha 2” e “Os Flintstones”, o diretor Brian Levant sabe como criar aventuras leves e envolventes. Em “Scooby-Doo! e a Maldição do Monstro do Lago”, ele aposta em efeitos visuais modestos, mas suficientes para sustentar a tensão, e em momentos de interação sincera entre os personagens, algo nem sempre presente em adaptações anteriores da franquia.

O tom do filme é mais próximo das animações do que das versões cinematográficas estreladas por Matthew Lillard e Sarah Michelle Gellar. Isso faz com que o longa funcione como uma ponte entre o universo clássico dos desenhos e o público jovem da TV.

Apesar do orçamento limitado, Levant acerta ao não exagerar nos sustos ou efeitos digitais — o foco está na investigação, nas relações de amizade e na tradição Scooby-Doo de desmascarar vilões com máscaras de borracha.

Por que vale a pena assistir?

O filme pode não ser uma superprodução cinematográfica, mas oferece exatamente o que propõe: diversão leve, mistério instigante e lições de amizade para todas as idades. Com um ritmo ágil, personagens bem definidos e momentos de emoção sincera, o filme é um lembrete de que o universo Scooby-Doo ainda tem muito a oferecer.

Além disso, é uma ótima oportunidade para apresentar a franquia a novas gerações, em um formato acessível e carismático. Para os fãs de longa data, é um reencontro reconfortante com personagens que marcaram infâncias — e continuam ensinando que, com coragem, uma boa equipe e biscoitos Scooby, é possível enfrentar qualquer monstro.

Resumo da novela Quando Me Apaixono de sexta, 16/05/2025

Foto: Reprodução/ Internet

Nas frias instalações do hospital psiquiátrico, Josefina caminha solitária pelo pátio deserto, consumida por remorsos e assombrações. Seus olhos, perturbados e fundos, se fixam em uma figura que surge diante dela: é Roberta, etérea e fantasmagórica, vestida com um longo traje cor de amora, como se flutuasse entre o mundo dos vivos e o além. Em um momento de desespero e esperança, Josefina estende os braços e implora que a filha não a abandone. Tenta abraçá-la, mas, assim que seus dedos se aproximam, Roberta se desfaz no ar como uma névoa delicada, deixando apenas um vazio angustiante.

Desesperada, Josefina grita pelo nome da filha enquanto vozes sombrias e zombeteiras ecoam ao seu redor. Vagando sem rumo, enlouquecida, ela chora com culpa e fúria até ser contida por enfermeiras, que a sedam para acalmá-la. O destino de Josefina se cumpre ali, enclausurada entre os próprios fantasmas, onde permanecerá até o último suspiro, assombrada pelo peso de suas escolhas.

Mas fora dos muros do passado, a vida floresce.

Com o passar dos anos, Renata segue construindo sua história ao lado de Jerônimo. O casal celebra a chegada de mais uma filha, somando amor ao seu lar. Enquanto isso, Matías e Adriana formam uma bela família com dois filhos encantadores. As famílias crescem, os vínculos se fortalecem, e o tempo, com sua sabedoria silenciosa, cura feridas e reabre caminhos.

Anos depois, todos se reencontram no tradicional Festival do Vinho, uma celebração que une gerações em torno de um sonho comum. É lá que o premiado Vino San Rafael, produzido na Fazenda A Bonita, é consagrado pelos jurados como o melhor da região. A alegria explode em aplausos quando Jerônimo, Carlos e Lázaro sobem ao palco para receber o troféu. Emocionado, Jerônimo dedica o prêmio à memória de seu irmão:

“Eu amei meu irmão e amei os sonhos que ele deixou. Defenderemos sua terra, seus ideais, e honraremos tudo o que ele acreditava. Esta vitória é para você, Rafa!”

Na plateia, os rostos conhecidos refletem orgulho e emoção: Regina ajuda a reunir as crianças para a comemoração; Inês e Isidro trocam sorrisos no bar; Andrezinho, agora um jovem bonito, caminha entre amigos e parentes; Alzira acompanha Luz, já crescida, enquanto Karina e Lázaro cuidam de um menino que é o espelho do pai. Matilde embala, com ternura, uma criança que dorme serena em seus braços.

A fazenda A Bonita é agora um paraíso de famílias, risos e memórias — terras férteis não apenas de uvas, mas de amor, esperança e renovação.

Na sala de estar da fazenda, Rafael, o garotinho que leva o nome do tio, brinca entre as gêmeas idênticas Marina e Irene. Renata entra carregando nos braços sua filha caçula, envolvida pela paz de uma mãe realizada.

Ao cair da tarde, após a celebração, Renata e Jerônimo caminham pelos vinhedos com os filhos, todos vestidos com roupas brancas tradicionais. Em um momento simbólico de união, pisam uvas juntos, transformando aquele gesto ancestral em um ritual de amor e pertencimento.

Mais tarde, sozinhos diante do pôr do sol que banha os campos dourados, Renata e Jerônimo se olham com a mesma intensidade do primeiro encontro.

Enola Holmes 3 estreia em julho na Netflix e coloca a jovem detetive diante do desaparecimento de Sherlock às vésperas de seu casamento

Netflix lançou o trailer completo de Enola Holmes 3 e revelou os principais detalhes da continuação estrelada por Millie Bobby Brown. O novo filme chega ao catálogo em 1º de julho e dá sequência aos acontecimentos do segundo longa-metragem, lançado em 2022. Desta vez, a história coloca a protagonista diante de uma investigação que afeta diretamente sua família: Sherlock Holmes desaparece sem deixar pistas, obrigando Enola a assumir a responsabilidade de descobrir o que aconteceu.

O desaparecimento de Sherlock é o ponto de partida da trama e representa uma mudança importante para a série. Nos filmes anteriores, Enola investigava casos envolvendo clientes ou pessoas que cruzavam seu caminho. Agora, o mistério envolve o próprio detetive mais famoso da Inglaterra. Isso significa que a personagem precisará lidar não apenas com os desafios da investigação, mas também com as consequências emocionais de procurar alguém tão próximo.

Além do novo caso, o filme mostra uma fase diferente na vida da protagonista. Enola está prestes a se casar com Lorde Tewkesbury, personagem interpretado por Louis Partridge. A relação entre os dois vem sendo desenvolvida desde o primeiro filme e ganha mais espaço nesta continuação. O casamento surge como um elemento importante da narrativa porque coloca Enola diante de escolhas sobre seu futuro, especialmente em relação à carreira que construiu como detetive independente.

Para quem assistiu aos filmes anteriores, vale lembrar que Tewkesbury também passou por mudanças significativas. Agora integrante da Câmara dos Lordes, ele ocupa uma posição de maior influência na sociedade britânica. Essa nova realidade pode ter impacto direto na história e na forma como o casal enfrenta os acontecimentos do filme.

O retorno de Henry Cavill como Sherlock Holmes é outro dos principais atrativos da continuação. Embora o personagem desapareça logo no início da trama, sua presença continua sendo fundamental para os acontecimentos da história. Nos dois primeiros filmes, a franquia apresentou uma versão mais próxima e familiar de Sherlock, criando uma dinâmica diferente da vista em outras adaptações do personagem. Isso torna seu desaparecimento ainda mais relevante para a jornada de Enola.

O elenco principal também traz de volta Helena Bonham Carter como Eudoria Holmes. Nos filmes anteriores, a personagem teve participação importante em momentos decisivos da história e desempenhou papel fundamental na formação da personalidade independente de Enola. Sua presença sugere que a família Holmes terá uma participação ainda maior nos acontecimentos desta continuação.

Outra novidade é a presença do Dr. Watson, interpretado por Himesh Patel. Conhecido por ser o parceiro mais próximo de Sherlock nas histórias clássicas, o personagem pode ajudar a preencher lacunas sobre os últimos passos do detetive antes de seu desaparecimento. Para os leitores e espectadores familiarizados com o universo criado por Arthur Conan Doyle, essa é uma das adições mais interessantes do novo longa.

Nos bastidores, Enola Holmes 3 marca uma mudança importante. Pela primeira vez, a direção não está nas mãos de Harry Bradbeer, responsável pelos filmes anteriores. O comando passa para Philip Barantini, cineasta conhecido por trabalhos com ritmo mais intenso e foco maior na tensão dramática. A troca pode resultar em uma abordagem diferente para a franquia, especialmente em cenas de suspense e investigação.

Apesar da mudança na direção, a continuidade da série é garantida pela permanência do roteirista Jack Thorne. Ele segue adaptando os livros de Nancy Springer, autora responsável por criar a personagem e expandir o universo dos Holmes com uma perspectiva centrada em Enola.

Desde sua estreia em 2020, a franquia conquistou espaço entre as produções mais populares da Netflix por combinar mistério, aventura e personagens carismáticos. Ao contrário de muitas histórias de detetive, os filmes acompanham o crescimento da protagonista, mostrando como ela constrói sua própria identidade em um mundo que frequentemente tenta definir seu papel com base nas expectativas da sociedade da época.

Tela de Sucessos 23/02/2024 SBT exibe Poseidon

Foto: Reprodução/ Internet

Na iminência da noite desta sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024, os expectadores serão imersos em um turbilhão de emoções ao testemunharem o emocionante drama de sobrevivência que o SBT apresentará na sua aclamada Tela de Sucessos: o filme Poseidon. Sob a habilidosa direção de Wolfgang Petersen, conhecido por suas obras como “A História Sem Fim” e “Na Linha de Fogo”, esta produção cinematográfica reúne um elenco estelar encabeçado por talentos inquestionáveis como Josh Lucas, Kurt Russell, Richard Dreyfuss e Emmy Rossum.

A trama de Poseidon desenrola-se em torno do fatídico incidente que abala o transatlântico Poseidon durante as festividades de Ano Novo. Uma colossal onda irrompe contra o navio, lançando-o de cabeça para baixo nas profundezas do vasto oceano. Este desastre de proporções catastróficas resulta em um número reduzido de sobreviventes, entre os quais se destaca um grupo liderado por John Dylan, personagem interpretado magistralmente por Josh Lucas. Desafiando as ordens do capitão, eles iniciam uma jornada desesperada em busca de salvação, enfrentando os perigos iminentes dos destroços e a ameaça constante de um naufrágio iminente. Neste cenário adverso, os sobreviventes são compelidos a unir forças para assegurar sua continuidade.

A narrativa de Poseidon remonta ao livro “O Destino de Poseidon”, de autoria de Paul Gallico, que por sua vez foi inspirado no filme “The Poseidon Adventure” de 1972. Apesar das críticas mistas que recebeu, o filme cativou o público com sua intensa história de sobrevivência diante de adversidades extremas. No Metacritic, Poseidon obteve uma pontuação média de 50%, refletindo a diversidade de opiniões sobre a obra.

Curiosidades do filme Poseidon

Uma das características mais impressionantes de “Poseidon” é a sua utilização de efeitos especiais avançados para criar um ambiente de caos e perigo. As cenas de desastre e inundação são especialmente notáveis, graças ao investimento significativo da produção em tecnologia visual. Os espectadores são levados a uma jornada angustiante dentro de um navio de cruzeiro virado, enquanto lutam para sobreviver em meio ao caos das águas tumultuadas.

Para dar vida às intensas cenas de ação subaquáticas, foi construído um enorme tanque de água com capacidade para 1,5 milhão de galões em um estúdio de som localizado em Baja California, México. Esse tanque proporcionou à equipe de filmagem um ambiente controlado para capturar os momentos cruciais do naufrágio e da luta pela sobrevivência.

O elenco diversificado de “Poseidon” inclui talentos como Kurt Russell, Josh Lucas, Richard Dreyfuss, Emmy Rossum e Mia Maestro, cada um trazendo sua própria energia e habilidade para o filme. A variedade de nacionalidades e estilos de atuação enriquece a dinâmica do elenco, contribuindo para a complexidade dos personagens e das relações interpessoais em meio ao desastre iminente.

Embora ambientado em um navio, “Poseidon” não foi filmado em alto mar. Em vez disso, todas as cenas foram meticulosamente produzidas em estúdios, tanques de água e locações específicas, com o auxílio de efeitos visuais para criar a ilusão do ambiente marítimo. Essa abordagem permitiu à equipe de produção um controle total sobre as condições de filmagem, garantindo a segurança e a precisão das sequências de ação.

O roteiro de “Poseidon”, escrito por Mark Protosevich, é uma adaptação moderna do filme original de 1972 e do livro de Paul Gallico, “The Poseidon Adventure”. Protosevich infundiu a história com elementos contemporâneos e revigorou os personagens para atrair o público do século XXI, mantendo a essência emocionante e cheia de suspense da trama original.

Horário de exibição da Tela de Sucessos

O horário de exibição da Tela de Sucessos está marcado para às 23h15, logo após o Programa do Ratinho. O convite está feito: prepare-se para uma noite repleta de emoções intensas e reviravoltas imprevistas ao testemunhar o épico confronto entre a natureza implacável e a resiliência humana pela sobrevivência.

Vale a pena assistir Eles Vão Te Matar? Terror caótico entrega violência extrema, mas se perde em uma narrativa confusa

Em um cenário saturado de produções de terror que buscam inovar a qualquer custo, Eles Vão Te Matar surge como uma proposta ousada — e, ao mesmo tempo, irregular. O longa aposta no excesso como linguagem: violência gráfica, reviravoltas constantes e uma mitologia sobrenatural que parece não reconhecer limites. A pergunta que fica é direta: vale a pena assistir? A resposta depende muito do tipo de experiência que o espectador procura.

A trama acompanha Asia Reeves, uma jovem marcada por um passado traumático ao lado de sua irmã, Maria. Após um episódio violento envolvendo o pai abusivo, as duas são separadas. Anos depois, Asia retorna com uma missão clara: resgatar a irmã, agora envolvida com um misterioso edifício de elite em Nova York, o centenário Virgil. O que começa como uma infiltração silenciosa rapidamente se transforma em um pesadelo sangrento.

O filme não demora a revelar sua verdadeira natureza. Invasores mascarados, moradores que se mostram mais do que aparentam e um culto satânico operando dentro do prédio estabelecem o tom da narrativa. No entanto, o diferencial — ou problema, dependendo do ponto de vista — está na forma como tudo isso é conduzido. Aqui, a lógica é secundária. Personagens morrem e retornam à vida, alianças mudam sem desenvolvimento consistente e as motivações muitas vezes são superficiais.

Do ponto de vista técnico, Eles Vão Te Matar demonstra competência. A direção aposta em sequências de ação intensas, com coreografias brutais e uso constante de efeitos práticos para reforçar o impacto visual. Há um cuidado evidente na construção de atmosfera, especialmente nos corredores claustrofóbicos do Virgil, que funcionam quase como um personagem à parte. A fotografia escura e o design de produção ajudam a sustentar o clima opressor.

Por outro lado, o roteiro se perde em sua própria ambição. A tentativa de misturar drama familiar, terror sobrenatural e ação desenfreada resulta em um produto fragmentado. A relação entre Asia e Maria, que deveria ser o coração emocional da história, acaba diluída em meio ao caos narrativo. Quando o filme tenta aprofundar esse vínculo, já é tarde demais para gerar impacto real.

Outro ponto que chama atenção é a construção do culto. A ideia de uma elite que alcança a imortalidade por meio de sacrifícios humanos tem potencial, mas é explorada de forma apressada. Elementos simbólicos, como a entidade demoníaca representada por uma cabeça de porco, flertam com o grotesco e o absurdo, mas carecem de desenvolvimento para além do choque visual.

Ainda assim, há mérito na coragem do filme em assumir sua proposta sem concessões. Eles Vão Te Matar não tenta ser sutil nem acessível. Pelo contrário, abraça o exagero e entrega uma experiência que pode ser descrita como um “terror sem freios”. Para fãs do gênero que apreciam produções intensas, caóticas e repletas de gore, isso pode ser um atrativo.

Vale a pena assistir?

Se você gosta de terror extremo, imprevisível e cheio de reviravoltas absurdas, sim. Mas se prefere histórias bem estruturadas e com desenvolvimento consistente, talvez seja melhor procurar outra opção.

notícias em destaque