Corações Jovens | Delicado retrato do primeiro amor LGBTQIA+ chega aos cinemas brasileiros

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A Mares Filmes traz aos cinemas brasileiros, a partir do dia 13 de novembro, o drama belga Corações Jovens, uma produção sensível e comovente que marca a estreia do cineasta e roteirista Anthony Schatteman no universo dos longas-metragens. Com uma abordagem delicada sobre o despertar do primeiro amor, o filme promete tocar o público adolescente e adulto com sua narrativa honesta, repleta de emoções e descobertas.

Selecionado na prestigiada seção Geração Kplus do 74º Festival Internacional de Cinema de Berlim, o longa teve sua estreia mundial em fevereiro deste ano, onde concorreu ao Urso de Cristal de Melhor Filme, reconhecimento que já sinaliza a força da produção e a qualidade da direção de Schatteman. A coprodução belga-holandesa combina olhares artísticos de duas tradições cinematográficas, resultando em uma obra que equilibra sensibilidade e realismo, sem recorrer a clichês adolescentes.

Um olhar íntimo sobre o primeiro amor

No centro da trama está Elias, um garoto de 14 anos interpretado por Lou Goossens, que se vê diante de sentimentos inéditos quando conhece seu novo vizinho, Alexander (Marius De Saeger). Alexander é descrito como confiante, carismático e um pouco teimoso, características que despertam a atenção e a curiosidade de Elias. A amizade entre os dois rapidamente se transforma em algo mais profundo, mas Elias ainda precisa lidar com o turbilhão emocional que acompanha o despertar do amor e da sexualidade.

O roteiro de Schatteman explora com maestria as dúvidas, os medos e a insegurança típicos da adolescência, sem nunca reduzir os personagens a estereótipos. Elias se sente dividido entre seu desejo por Alexander e o medo do julgamento alheio, especialmente diante de familiares e amigos. Essa tensão interna é o eixo do drama, refletindo a experiência universal de muitos jovens que descobrem o amor e a sexualidade em um mundo ainda cheio de regras não ditas.

“Eu queria mostrar o quanto o primeiro amor é intenso e confuso, mas também belo e formativo”, comentou Schatteman em entrevista recente. “Não se trata apenas de romance; trata-se de crescimento, de aprender a entender seus próprios sentimentos e de encontrar coragem para ser honesto consigo mesmo.”

Elenco e personagens

O elenco de Corações Jovens reúne talentos belgas que dão vida a personagens autênticos e emocionantes. Lou Goossens se destaca como Elias, trazendo sensibilidade e profundidade ao protagonista. Marius De Saeger, no papel de Alexander, entrega um jovem confiante, carismático e complexo, capaz de desafiar e inspirar Elias. Os pais de Elias, Geert Van Rampelberg (Luk) e Emilie De Roo (Nathalie), representam a autoridade e o carinho parental, enquanto Dirk Van Dijck, como o avô Fred, oferece conselhos valiosos e lições sobre o amor. Saar Rogiers, Jul Goossens, Wilm Opbrouck, Florence Hebbelynck e Olivier Englebert completam o elenco, acrescentando camadas de emoção e autenticidade às relações familiares e sociais, contribuindo para a riqueza da narrativa e para a verossimilhança da história.

Uma história que ressoa com todos

O filme não foca apenas no romance entre Elias e Alexander, mas também nos relacionamentos familiares e de amizade que moldam a vida do protagonista. Cada personagem desempenha um papel significativo na jornada de autodescoberta de Elias. Em especial, a relação com seu avô se destaca: em um momento decisivo, o conselho sobre o amor eterno e a coragem de amar novamente inspira Elias a enfrentar seus próprios medos e a lutar pelo coração de Alexander. Este momento é emblemático do tom humanista do filme, que valoriza o crescimento emocional e o aprendizado afetivo.

Reflexões sobre a adolescência e identidade

O drama de Schatteman se insere em um contexto maior de filmes que exploram a adolescência, mas se diferencia por tratar de forma natural e respeitosa o despertar homoafetivo de seu protagonista. A narrativa não busca chocar nem dramatizar excessivamente; pelo contrário, ela se aproxima do realismo poético, mostrando que o amor adolescente é intenso, porém, muitas vezes, cheio de hesitações e autoconflitos.

Ao acompanhar Elias tentando entender seus sentimentos, o público é convidado a refletir sobre a própria experiência de amor, amizade e aceitação. O roteiro evita respostas fáceis, reconhecendo que o crescimento pessoal e a descoberta da identidade são processos complexos, muitas vezes marcados por erros, dúvidas e pequenas vitórias.

A direção de Schatteman, em sua estreia, impressiona por seu cuidado com os detalhes: enquadramentos intimistas, diálogos que soam naturais e cenas que capturam gestos simples, mas carregados de significado. Cada olhar, cada gesto, cada silêncio é utilizado para transmitir emoções que palavras sozinhas não conseguiriam expressar.

Reconhecimento internacional

A escolha de Corações Jovens para a seção Geração Kplus do Festival de Berlim é um reconhecimento significativo. Esta seção é conhecida por valorizar filmes que dialogam com jovens, mas com qualidade cinematográfica suficiente para atrair audiências amplas e críticas exigentes. A indicação ao Urso de Cristal de Melhor Filme reforça a importância do longa e destaca o talento de Anthony Schatteman como uma nova voz promissora do cinema europeu.

Além de ser uma vitrine para o talento de Schatteman, o filme também demonstra a força das coproduções internacionais, neste caso entre Bélgica e Holanda. A colaboração entre os dois países permite não apenas um compartilhamento de recursos técnicos e criativos, mas também um enriquecimento cultural, refletido na autenticidade do cenário, no comportamento dos personagens e na abordagem das questões sociais e afetivas.

Corações jovens no Brasil

Para os espectadores brasileiros, Corações Jovens será lançado exclusivamente nos cinemas, uma oportunidade rara de vivenciar a experiência do longa em tela grande. A Mares Filmes, responsável pela distribuição, aposta na força emocional e na narrativa sensível do filme para conquistar o público.

Athletico x Amazonas: Onde assistir a Série B do Campeonato Brasileiro ao vivo nesta segunda (27/10) 

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A noite desta segunda-feira (27) promete fortes emoções para os torcedores de Athletico e Amazonas. Às 21h30 (horário de Brasília), a bola rola na Arena da Baixada, em Curitiba, para um confronto que coloca frente a frente duas equipes em momentos completamente distintos na Série B do Campeonato Brasileiro. Enquanto o Furacão tenta reagir na competição e ainda sonha com o acesso à elite, o Amazonas luta bravamente contra o rebaixamento e vê cada ponto como uma chance de sobrevivência.

Clima de decisão em Curitiba

Restando apenas cinco rodadas para o fim da Série B, o Athletico chega pressionado. Após um empate sem gols com o Coritiba no clássico paranaense, o time de Odair Hellmann soma quatro partidas consecutivas sem vencer — sequência que esfriou o embalo da equipe e comprometeu a aproximação do G-4. Mesmo assim, a torcida segue confiante de que o time pode reagir em casa e iniciar uma arrancada derradeira rumo ao acesso.

O momento é de cobrança. O elenco rubro-negro tem qualidade e investimento para brigar no topo, mas vem enfrentando problemas de finalização e de criatividade no meio-campo. O empate no clássico foi visto internamente como um resultado frustrante, embora o time tenha mostrado solidez defensiva. Agora, diante de um adversário da parte de baixo da tabela, o Athletico sabe que não pode desperdiçar pontos.

Desfalques e escolhas de Odair Hellmann

Odair Hellmann terá que lidar com ausências importantes. O meia Bruno Zapelli, referência técnica da equipe, e o atacante Viveros estão suspensos pelo terceiro cartão amarelo. Sem o camisa 10, o treinador deve promover mudanças estruturais: Felipinho surge como opção para reforçar o meio, enquanto Leozinho, Mendoza e Luiz Fernando disputam uma vaga nas pontas.

No comando de ataque, Julimar e Alan Kardec são os principais candidatos à titularidade. A boa notícia é o retorno do zagueiro Terán e do atacante Mendoza, que cumpriram suspensão e estão à disposição.

Provável escalação do Athletico: Santos; Terán, Aguirre e Arthur Dias; Benavídez, Patrick, Dudu e Léo Derik; Leozinho (Mendoza), Luiz Fernando e Julimar (Alan Kardec).

Fora: Zapelli e Viveros (suspensos); Esquivel, Renan Peixoto e Isaac (no departamento médico).
Pendurados: Aguirre, Arthur Dias, João Cruz, Benavídez, Alan Kardec e Léo.

Odair tem insistido em ajustar o equilíbrio entre defesa e ataque. “Precisamos transformar o controle de jogo em gols. As chances estão sendo criadas, mas precisamos ser mais efetivos. O acesso ainda é possível, e temos que acreditar até o fim”, declarou o treinador em entrevista recente.

O desafio da Onça Pintada fora de casa

Do outro lado, o Amazonas chega a Curitiba ciente da dificuldade da missão, mas determinado a surpreender. O time comandado por Márcio Zanardi vem de um empate sem gols com o Novorizontino e ocupa a 19ª colocação, com 32 pontos. Apesar de a vitória não ser suficiente para sair da zona de rebaixamento, ela pode reduzir para apenas dois pontos a diferença em relação ao Athletic Club, primeiro time fora do Z-4.

A grande dificuldade da Onça Pintada está justamente nas partidas longe de Manaus. O clube venceu apenas uma vez como visitante em toda a competição — diante do Avaí, na 23ª rodada — e soma o pior desempenho fora de casa entre os 20 participantes. Ainda assim, Zanardi tenta usar o fator psicológico como motivação: “Estamos vivos. Cada jogo é uma final, e não temos nada a perder. Precisamos ser competitivos, acreditar na proposta e lutar até o último minuto”, afirmou o técnico.

Escalação provável do Amazonas

A tendência é que Zanardi mantenha a base do time que empatou na rodada anterior. A principal dúvida está no meio-campo: ele pode optar por reforçar a marcação com três volantes ou apostar em uma postura mais ofensiva, com Rafael Tavares de saída.

Provável escalação do Amazonas: Renan; Castrillón, Alvariño, Léo Coelho e Fabiano; PH, Erick Varão e Domingos (Rafael Tavares); Diego Torres, Kevin Ramírez e Henrique Almeida.

Fora: Iverton e Dener (departamento médico).
Pendurados: Caco Espinoza (auxiliar), Zabala, Robertinho, Pedro Caracoci, Léo Coelho, Vitão, William Barbio, Castrillón, Márcio Zanardi (treinador), João Lopes, Alvariño, Diego Torres, Iverton e Erick Varão.

A experiência de Henrique Almeida é vista como um trunfo para a equipe manauara. O atacante, com passagem por grandes clubes do futebol brasileiro, tem sido peça-chave para liderar os jovens em campo e tentar dar mais profundidade ao ataque.

O que está em jogo para cada lado

Para o Athletico, vencer é questão de sobrevivência na luta pelo acesso. A equipe paranaense soma 53 pontos e, apesar da sequência sem triunfos, ainda tem chances matemáticas de alcançar o quarto colocado — desde que volte a vencer imediatamente. Uma derrota em casa, porém, pode sepultar as esperanças e aumentar a pressão sobre Odair Hellmann.

Já o Amazonas joga o jogo da vida. Com apenas 32 pontos, o clube precisa de uma sequência quase perfeita nas últimas rodadas para escapar da queda. O time sabe que empates não são mais suficientes, e vencer fora é a única forma de manter viva a esperança de permanecer na Série B.

Histórico e expectativas

Athletico e Amazonas se enfrentam poucas vezes na história, mas o duelo carrega significados simbólicos. De um lado, o Furacão tenta reencontrar o caminho das vitórias e justificar seu peso de grande clube. Do outro, a Onça Pintada busca provar que pode competir de igual para igual com adversários mais tradicionais.

Na Arena da Baixada, o Athletico tem um retrospecto amplamente favorável. O time rubro-negro soma 10 vitórias, 4 empates e apenas 2 derrotas jogando em casa nesta Série B. Já o Amazonas, fora de casa, tem uma campanha com 1 vitória, 4 empates e 11 derrotas — números que mostram o tamanho do desafio.

A expectativa é de casa cheia em Curitiba. A torcida athleticana promete empurrar o time do início ao fim, ciente de que o momento pede união. A diretoria promoveu ações de incentivo, como ingressos a preços populares, para garantir o apoio das arquibancadas.

Onde assistir

O confronto será transmitido ao vivo pela ESPN e pelo Disney+, com cobertura completa a partir das 21h.

O que esperar do jogo

A tendência é de um duelo tenso, com o Athletico buscando o domínio da posse de bola e o Amazonas apostando nos contra-ataques. O Furacão deve tentar sufocar o adversário desde os primeiros minutos, explorando as jogadas pelos lados e a força da bola parada. Já o time amazonense deve se fechar atrás, compactando as linhas e esperando uma oportunidade para surpreender.

Se conseguir abrir o placar cedo, o Athletico pode transformar a partida em uma exibição de confiança. Mas se o Amazonas resistir e levar o empate até o segundo tempo, a pressão pode se tornar uma aliada perigosa — sobretudo considerando o clima de impaciência da torcida.

Resumo semanal da novela Êta Mundo Melhor de 29/10 a 01/11

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Capítulo 105 da novela Êta Mundo Melhor de quarta-feira, 29 de outubro
O temor toma conta de Candinho ao descobrir que Policarpo pode ser condenado injustamente, e Asdrúbal e Picolé se mobilizam para reanimá-lo e mantê-lo firme na fé. Simbá, tomado pela culpa, começa a refletir sobre suas mentiras, tocado pelas palavras de Picolé. A inesperada morte de Paixão choca a cidade e levanta suspeitas sobre Ernesto, que tenta tirar proveito da situação. Estela recupera totalmente a memória, reencontrando sua força interior. Diante da carta de Sandra, Celso se rende à chantagem de Zulma, mostrando sua fragilidade. Cunegundes procura Carmem para localizar as esmeraldas, enquanto Dita traça um plano ousado para libertar Policarpo. Sandra, com o apoio de Felícia, consegue fugir do porão e inicia uma nova vida em segredo. Movido pela fé, Candinho usa a rádio para mobilizar o povo em defesa de Policarpo, unindo a comunidade em torno da justiça e da esperança.

Capítulo 106 da novela Êta Mundo Melhor de quinta-feira, 30 de outubro
Araújo pressiona o juiz para que a verdade sobre Policarpo venha à tona diante da crescente pressão popular, enquanto Ernesto mostra seu lado mais cruel ao humilhar Mirtes e prosseguir com suas tramas sombrias. Assustada com a fuga de Sandra, Zulma busca proteção junto a Felícia, temendo represálias. Policarpo continua preso, e Candinho enfrenta a lentidão da justiça amparado apenas por sua fé inabalável. Sandra, movida pelo ódio, promete vingança contra Zulma e foge levando o dinheiro roubado de Celso. Samir, Picolé e as crianças encurralam Simbá, exigindo que ele revele a verdade sobre o crime que abalou tantas vidas. Cunegundes descobre que Francine está escondida em seu sítio e confronta Jocasta, que tenta interferir. Ernesto, em aliança com Sandra, força falsificações no testamento de Paixão, enquanto Estela revela a Celso que seu quase afogamento não foi um acidente. O capítulo termina com Candinho reafirmando sua fé e prometendo lutar até o fim pela libertação de Policarpo.

Capítulo 107 – Sexta-feira, 31 de outubro
A mobilização popular liderada por Candinho começa a surtir efeito, e Simbá é finalmente obrigado a admitir suas mentiras sobre Policarpo, mudando o rumo das investigações. A cidade se une em oração, enquanto Lauro alerta Estela sobre a possível perda de audição de Anabela, abalando a jovem mãe. Acuado, Ernesto pede demissão a Haydée na tentativa de escapar das consequências de seus atos. Candinho surpreende ao perdoar Simbá, demonstrando compaixão e nobreza. Estela revive momentos ternos com Túlio, e Lúcio convida Margarida — agora reconhecida como Adamo Angel — para um jantar com o elenco da rádio, celebrando a verdade e novos começos. Jocasta tenta comprar Quinzinho de Cunegundes, provocando revolta, enquanto Olga e Haydée discutem por causa de Araújo, e Olímpia passa a suspeitar da relação entre Adamo e Margarida. Maria Divina confronta Zé dos Porcos sobre Francine, e Sandra, disfarçada, planeja assumir nova identidade. O capítulo encerra com Dita aceitando o pedido de casamento de Candinho, marcando esperança e reconciliação.

Capítulo 108 – Sábado, 1º de novembro
Candinho lidera uma grande mobilização popular que pressiona o delegado a libertar Policarpo, enquanto Simbá admite a mentira diante das autoridades, mudando o rumo da investigação. Lauro alerta Estela sobre o risco de Anabela perder a audição, aumentando sua preocupação. Ernesto, encurralado, pede demissão a Haydée, e Candinho reafirma seu caráter nobre ao perdoar Simbá. Estela revive lembranças emocionantes com Túlio, e Lúcio organiza um jantar com Margarida, agora reconhecida como Adamo Angel, e o elenco da rádio, celebrando amizade e reconciliação. Ao mesmo tempo, Ernesto avisa Zulma sobre a vingança que Sandra prepara, aumentando a tensão entre os vilões. Jocasta tenta comprar Quinzinho de Cunegundes, provocando revolta, enquanto Sônia garante a presença de Margarida na festa. Olga discute com Haydée por causa de Araújo, e Olímpia desconfia da relação entre Adamo e Margarida. Maria Divina confronta Zé dos Porcos sobre Francine, e Sandra revela a Celso que planeja assumir nova identidade para escapar. O capítulo termina de forma comovente com Dita aceitando o pedido de casamento de Candinho, selando a semana com amor, fé e promessas de recomeços.

Resumo semanal da novela Êta Mundo Melhor de 3 a 8 de novembro

Capítulo 109 – Segunda-feira, 3 de novembro
Dita reafirma a Manoela que estará ao lado de Candinho, demonstrando amor e firmeza em sua decisão, enquanto Asdrúbal ajuda Sabiá a se aproximar de Zenaide, fortalecendo a ligação entre os jovens. Margarida inventa um romance secreto com Adamo Angel para enganar Olímpia, mas Lúcio a confronta sobre a mentira. Haydée surpreende Araújo ao revelar seu desejo de namorá-lo, e Sandra auxilia Ernesto na falsificação da assinatura de Paixão no testamento, consolidando a cumplicidade criminosa. Estela retoma seu trabalho no hospital e reencontra Túlio, revivendo lembranças e sentimentos do passado. Candinho visita a Casa dos Anjos para convidar as crianças para o casamento, mas a chegada inesperada de Zulma ameaça estragar o momento, trazendo tensão e preocupação.

Capítulo 110 – Terça-feira, 4 de novembro
Com a ajuda das crianças, Candinho consegue se esconder de Zulma, protegendo seus planos do perigo iminente. Dita escolhe seu vestido de noiva ao lado de Haydée, compartilhando alegria e expectativa pelo grande dia. Zenaide reconhece a voz de Asdrúbal na Casa dos Anjos, despertando sentimentos que tentava reprimir. Olga propõe uma aliança a Ernesto, enquanto Túlio declara seu amor a Estela, provocando conflito em seu coração. Margarida enfrenta Olímpia e encerra as provocações, enquanto Cunegundes faz um arriscado acordo com Jocasta sobre Quinzinho. Zé dos Porcos revela a Maria Divina suas dúvidas sobre o amor, e Celso decide vender sua casa para quitar dívidas da fábrica, prometendo deixar os golpes para trás. Ao perceber Estela com Túlio, Celso sente ciúmes, e Zulma jura impedir o casamento de Candinho, deixando Dita apreensiva.

Capítulo 111 – Quarta-feira, 5 de novembro
Zulma tenta atrapalhar o casamento de Dita e Candinho, mas o casal consegue celebrar sua união com o apoio da família e amigos, em clima de emoção e esperança. Zé dos Porcos desabafa com Quincas sobre a confusão que sente entre Francine e Maria Divina, enquanto Cunegundes anuncia que Quinzinho passará a noite com Jocasta, gerando polêmica. Miro ameaça Carmem no sítio, reacendendo antigos temores, e Ernesto se gaba a Sandra por manter o golpe em andamento contra Marcondes. Tobias incentiva Lauro a procurar Sônia, Olga enfrenta Haydée para resolver antigos conflitos, e Zulma sofre ao perder Candinho. Celso celebra o casamento com Estela e decide apresentá-la à família, enquanto Lauro leva Túlio ao Dancing, onde Tamires o reconhece, trazendo à tona lembranças do passado. Candinho e Dita vivem momentos de ternura, iniciando juntos uma nova fase de vida.

Capítulo 112 – Quinta-feira, 6 de novembro
Candinho anuncia a Dita que a levará para conhecer o Rio de Janeiro, marcando o início de uma nova fase de amor e descobertas. Tamires tenta relembrar com Túlio o noivado que tiveram no passado, quando ainda se chamava Elisete, despertando memórias adormecidas. Marcondes informa a Ernesto que a herança de Paixão será entregue a ele, alimentando sua ganância, enquanto Zulma, tomada pelo ódio, demite Zenaide e deixa as crianças inconsoláveis. Celso confessa a Araújo que revelará a Candinho as dificuldades financeiras da fábrica, e Zulma promete vingança contra Dita. Sandra planeja se casar com Ernesto, Túlio desabafa com Estela sobre Tamires/Elisete, e Quinzinho teme o encontro com Jocasta. Dita conhece Adália, que elogia sua voz e a incentiva a voltar a cantar, e emocionada, promete a Candinho que juntos reencontrarão Júnior, fortalecendo os laços da família.

Capítulo 113 – Sexta-feira, 7 de novembro
Ernesto comemora no Dancing a conquista da herança de Paixão, revelando frieza e ambição desmedida, enquanto Sandra inicia um novo caminho ao lado do comparsa. Maria Divina demonstra compaixão ao ajudar Zé dos Porcos a salvar um porco ferido, e Francine se encanta por Anacleto. Cunegundes interrompe a noite de Quinzinho com Jocasta, provocando confusão, e Zé dos Porcos finalmente se declara a Maria Divina. Determinada a se vingar, Zulma exige que Samir revele o destino da lua de mel de Candinho e Dita. Celso apresenta seus filhos a Estela, consolidando seu novo lar, enquanto Picolé percebe o romance florescendo entre Asdrúbal e Zenaide. Túlio procura Tamires para resolver assuntos do passado, e Ernesto e Sandra oficializam o casamento. O capítulo termina com Zulma decidindo viajar ao Rio, pronta para arquitetar novos e perigosos planos.

Capítulo 114 – Sábado, 8 de novembro
Samir alerta Picolé e Asdrúbal sobre a viagem de Zulma ao Rio, permitindo que se preparem para conter seus planos. Sandra decide comprar a casa de Celso, enquanto Zenaide se aproxima ainda mais de Asdrúbal. Samir, Simbá e as crianças se unem para proteger Candinho e Dita durante a lua de mel, determinados a impedir que Zulma cause novos problemas. Disfarçada como Baronesa Deschamps, Sandra tenta apagar o passado e recomeçar a vida. Manoela aconselha Estela a ter clareza sobre seus sentimentos por Celso antes do casamento, e Túlio se aproxima de Tamires, relembrando o passado. Candinho e Dita retornam a São Paulo, Zé dos Porcos decide se casar com Maria Divina, e Francine observa o retorno misterioso de Carmem. Asdrúbal confessa a Candinho o amor que sente por Zenaide, e a semana se encerra com Estela e Celso surpreendidos por um assalto, deixando os capítulos em clima de tensão e suspense.

Jovens Mães | Novo filme dos irmãos Dardenne ganha trailer e chega aos cinemas brasileiros em janeiro de 2026

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Foto: Reprodução/ Internet

A Vitrine Filmes revelou o trailer oficial de Jovens Mães, o novo longa dos consagrados irmãos Jean-Pierre e Luc Dardenne — dois dos nomes mais respeitados do cinema europeu. Premiado no Festival de Cannes 2025 e escolhido para representar a Bélgica no Oscar 2026, o filme estreia nos cinemas do Brasil janeiro de 2026. Abaixo, assista ao vídeo:

Conhecidos por transformar histórias simples em experiências emocionais profundas, os Dardenne voltam a explorar o olhar humano sobre quem vive à margem da sociedade. Dessa vez, o foco recai sobre jovens mulheres que encaram a maternidade antes mesmo de descobrirem quem são — um tema delicado que os cineastas abordam com a sensibilidade e o realismo que sempre marcaram sua filmografia.

Um retrato íntimo e sensível da maternidade adolescente

O longa-metragem acompanha cinco adolescentes — Jessica, Perla, Julie, Ariane e Naïma — que vivem juntas em um abrigo para gestantes na cidade de Liège, na Bélgica. Cada uma traz nas costas uma história diferente, mas todas compartilham o mesmo desafio: aprender o que significa cuidar, tanto dos bebês que estão por vir quanto delas mesmas.

O abrigo, longe de ser um espaço idealizado, é um microcosmo de emoções intensas. Há amizade, ciúme, cumplicidade e conflito. São meninas tentando se entender como mulheres, mães e, principalmente, como pessoas. Entre trocas de olhares, gestos silenciosos e pequenas demonstrações de afeto, o filme constrói um mosaico de humanidade — daqueles que tocam fundo, sem precisar levantar a voz.

Reconhecimento em Cannes e recepção calorosa

Apresentado em Cannes 2025, o longa-metragem emocionou o público e arrancou longos aplausos. O longa levou dois prêmios importantes: Melhor Roteiro e o Prêmio do Júri Ecumênico, dedicado a obras com profundidade ética e humanista.

A crítica internacional destacou o retorno dos Dardenne ao que eles sabem fazer de melhor: unir uma narrativa precisa à empatia por pessoas invisíveis aos olhos da sociedade. O jornal francês Le Monde descreveu o filme como “um poema visual sobre a coragem feminina diante do desamparo”, enquanto a revista Variety destacou que “a simplicidade formal dos Dardenne esconde uma força emocional devastadora”.

O filme também marcou presença na 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, onde foi recebido com entusiasmo pelo público brasileiro. Na ocasião, os irmãos receberam o Prêmio Humanidade, reconhecimento concedido a cineastas cuja obra reflete compromisso ético, coerência artística e sensibilidade social — três qualidades que definem bem o cinema da dupla.

Elenco de novos rostos e interpretações reais

Fieis ao estilo que consagrou sua carreira, os Dardenne optaram por um elenco formado majoritariamente por atrizes estreantes. Essa escolha reforça o realismo das cenas e a naturalidade das atuações, aproximando o filme mais de um documentário do que de uma ficção tradicional.

As jovens intérpretes foram descobertas em oficinas e pesquisas realizadas na Bélgica. Cada uma delas traz um pouco de si para o papel, transformando a experiência de assistir Jovens Mães em algo quase palpável. As emoções estão na superfície — um olhar que vacila, um abraço que hesita, um silêncio que diz mais que mil palavras.

Um retorno às origens com olhar renovado

Depois de filmes marcantes como O Filho (2002), A Criança (2005) e O Jovem Ahmed (2019), os Dardenne voltam a mergulhar no cotidiano dos excluídos — mas agora com um foco novo: o poder feminino em meio à vulnerabilidade. A câmera, sempre próxima e discreta, capta gestos pequenos que revelam mundos inteiros.

Estreia no Brasil

Distribuído pela Vitrine Filmes, o filme estreia nos cinemas brasileiros em 1º de janeiro de 2026, abrindo o novo ano com uma história sobre empatia, juventude e coragem. Um filme que, fiel ao espírito dos Dardenne, nos faz olhar o mundo com mais cuidado — e, talvez, com um pouco mais de ternura.

Solo Leveling: Karma | Novo jogo expande o universo da franquia e ganha previsão de lançamento

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Foto: Reprodução/ Internet

Os fãs de Solo Leveling mal terminaram de digerir as emoções da segunda temporada do anime, Arise from the Shadow, quando uma nova notícia caiu como uma magia épica: vem aí Solo Leveling: Karma. Mas atenção — não é uma terceira temporada. Trata-se de um novo jogo ambientado no universo da série, que promete mergulhar ainda mais fundo nas sombras que moldaram o mundo dos caçadores.

Previsto para 2026, o jogo será lançado para computadores e dispositivos móveis, trazendo uma história inédita que se passa entre os eventos da narrativa original e os acontecimentos de Solo Leveling: Ragnarok — a aguardada sequência que deve expandir o legado de Sung Jinwoo. As informações são do Omelete.

Ou seja, estamos falando de um hiato de 27 anos entre as duas séries — e é exatamente nesse espaço de tempo que os jogadores vão se aventurar em Karma.

Uma ponte entre eras

Solo Leveling: Karma promete funcionar como uma espécie de elo entre a era do lendário Sung Jinwoo e o futuro sombrio que virá em Ragnarok. O game vai explorar as consequências do poder que Jinwoo acumulou, e como o equilíbrio do mundo dos caçadores foi afetado após seus atos.

Ainda não há muitos detalhes sobre a trama, mas especula-se que o jogador poderá controlar novos personagens que vivem à sombra do herói original — guerreiros, magos e caçadores tentando sobreviver em um mundo que ainda sente os ecos do “Jogador Solitário”.

No trailer divulgado, é possível ver visuais impressionantes, batalhas rápidas e um sistema de progressão que parece ter sido inspirado diretamente no conceito central do universo de Solo Leveling: subir de nível, evoluir e desafiar os próprios limites.

Do webtoon ao império multimídia

O sucesso de Solo Leveling é um daqueles fenômenos que mostram a força da cultura pop coreana no mundo. Criado por Chugong, a obra nasceu como uma web novel publicada na plataforma KakaoPage em 2016. Rapidamente ganhou versão em webtoon (HQ digital) ilustrada por Jang Sung-Rak, mais conhecido como Dubu, da Redice Studio — o artista que ajudou a dar rosto e identidade visual à saga, mas que faleceu em 2022, deixando um legado reverenciado por fãs no mundo todo.

A série em quadrinhos terminou em 2021 com 179 capítulos, e continua sendo um dos títulos mais lidos e influentes da Ásia. Em 2024, a A-1 Pictures, estúdio responsável por sucessos como Sword Art Online e Kaguya-sama: Love is War, levou Solo Leveling para as telas em uma adaptação animada — e foi um estouro.

A primeira temporada foi exibida de janeiro a março de 2024 e se tornou um dos animes mais comentados do ano. A segunda, Arise from the Shadow, chegou em janeiro de 2025, elevando o nível da produção e aprofundando o desenvolvimento emocional de Jinwoo.

Agora, com o anúncio de Karma, a franquia parece seguir o caminho natural dos grandes universos narrativos: expandir-se além das telas, entrando no território dos games e preparando terreno para o que vem a seguir.

O que esperar do jogo?

Desenvolvido pela Netmarble, gigante dos jogos mobile que já trabalhou em títulos como Seven Knights e Ni no Kuni: Cross Worlds, Karma promete misturar ação em tempo real, elementos de RPG e narrativa cinematográfica.

A proposta é entregar uma experiência dinâmica, com sistemas de combate personalizáveis e missões que exploram as consequências morais das ações do jogador — daí o nome “Karma”. Cada decisão poderá impactar o destino dos personagens e do mundo à sua volta.

E, claro, não faltará o que todo fã espera: chefões absurdamente poderosos, gráficos sombrios e estilizados, e aquela trilha sonora épica que faz cada batalha parecer o fim (ou o começo) de uma era.

Entenda o legado de Sung Jinwoo

Mesmo que Karma se passe após os eventos de Jinwoo, o protagonista continua sendo a alma da franquia. É o seu mito que paira sobre cada novo caçador que tenta deixar a própria marca.

A história de Jinwoo começou de forma modesta: ele era o “caçador mais fraco do mundo”, enfrentando monstros em masmorras apenas para sobreviver. Mas, após ser escolhido por um misterioso “Sistema”, sua vida mudou completamente — ele passou a ter a habilidade única de subir de nível indefinidamente, quebrando todas as regras conhecidas.

A jornada de Jinwoo foi marcada por solidão, sacrifício e poder absoluto, temas que continuam ecoando em Karma. Afinal, o preço de ser um deus entre humanos sempre foi alto demais — e agora o jogo promete explorar as consequências desse desequilíbrio.

Atualmente, o anime está disponível no catálogo da Crunchyroll, com legendas em português e dublagem para quem prefere acompanhar a saga de Sung Jinwoo em sua própria língua. Já os fãs que desejam mergulhar na versão original em quadrinhos podem encontrar o mangá publicado pela editora Panini, que traz edições caprichadas e com excelente qualidade de impressão.

A Múmia vai despertar outra vez! Universal desenvolve novo filme com Brendan Fraser e Rachel Weisz

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Foto: Reprodução/ Internet

Depois de mais de duas décadas desde a última aventura no deserto, parece que o antigo Egito vai voltar a ganhar vida — e poeira — nas telonas. A Universal Pictures está desenvolvendo um novo filme de A Múmia, um dos maiores sucessos do estúdio nos anos 1990, e as novidades já estão sacudindo o mundo do cinema: Brendan Fraser (A Baleia, George, o Rei da Floresta e Viagem ao Centro da Terra: O Filme) e Rachel Weisz (Desobediência, Viúva Negra e Constantine) estão em negociações para reprisar seus papéis icônicos, segundo informações do Deadline.

O novo longa será dirigido por Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, dupla conhecida como Radio Silence — os mesmos nomes por trás dos elogiados Casamento Sangrento e Pânico VI. O roteiro está nas mãos de David Coggeshall, enquanto Sean Daniel, produtor veterano da franquia, retorna para garantir que a essência original não se perca em meio às múmias digitais e efeitos de última geração. A produção ainda conta com o envolvimento da Project X Entertainment, responsável por títulos como Ready or Not e Scream. O projeto ainda está em fase inicial, sem data de estreia confirmada.

Um legado que nunca morreu

Para entender o peso dessa notícia, é preciso voltar às origens. A franquia é uma marca que atravessou quase um século de história do cinema. Tudo começou em 1932, quando Boris Karloff vestiu as ataduras do temível Imhotep, dando vida ao primeiro filme da franquia. A produção, dirigida por Karl Freund, definiu o padrão do terror clássico da Universal, ao lado de monstros como Drácula e Frankenstein.

Entre 1932 e 1955, a Universal lançou seis longas da série original, todos explorando o mito da múmia como uma força antiga, trágica e implacável. Os títulos incluíam A Mão da Múmia, A Tumba da Múmia, O Fantasma da Múmia e A Maldição da Múmia. Esses filmes consolidaram o personagem no imaginário popular e ajudaram a moldar o gênero de horror moderno.

A reinvenção dos anos 90

Em 1999, o diretor Stephen Sommers reinventou A Múmia para uma nova geração. O terror sombrio deu lugar à aventura de ação com toques de humor, e o público abraçou a mudança de braços abertos. Fraser brilhou como Rick O’Connell, o aventureiro corajoso e desajeitado, enquanto Rachel Weisz encantou como a bibliotecária e arqueóloga Evelyn Carnahan.

O sucesso foi imediato. O filme arrecadou mais de US$ 400 milhões e se tornou um fenômeno cultural. Sua mistura de efeitos práticos, CGI inovador para a época e carisma do elenco principal transformou A Múmia em um clássico moderno — o tipo de produção que passava na Sessão da Tarde e ninguém conseguia mudar de canal.

As continuações vieram logo em seguida. O Retorno da Múmia (2001) trouxe de volta o casal O’Connell, introduziu o vilão Escorpião Rei (vivido por Dwayne Johnson) e ampliou o universo da saga. Já A Múmia: Tumba do Imperador Dragão (2008), dirigido por Rob Cohen, levou a ação para a China antiga, com Jet Li e Maria Bello substituindo Rachel Weisz. Embora o terceiro filme tenha dividido opiniões, a trilogia consolidou um legado de mais de US$ 1,4 bilhão em bilheteria mundial.

A maldição dos reboots

Em 2017, a Universal tentou mais uma ressurreição com um reboot estrelado por Tom Cruise, prometendo inaugurar o “Dark Universe”, um universo compartilhado de monstros clássicos. A ideia era ambiciosa — conectar A Múmia, Frankenstein, O Lobisomem, O Homem Invisível e outros monstros lendários. Mas o feitiço virou contra o feiticeiro: o filme não convenceu o público nem a crítica. Apesar dos visuais impressionantes e do orçamento generoso, faltou coração e autenticidade. O projeto acabou enterrado junto com o próprio Dark Universe.

Mais do que nostalgia

Se há algo que A Múmia provou ao longo de suas muitas encarnações, é que boas histórias nunca morrem — apenas esperam o momento certo para despertar novamente. E talvez este seja o momento. Em uma era dominada por reboots e sequências, o desafio da Universal será trazer algo que não pareça apenas um exercício de nostalgia, mas uma nova aventura que emocione tanto quem cresceu com os filmes originais quanto quem os descobrir agora.

Crítica – Amor Vingado é um drama provocante que expõe as contradições entre orgulho, poder e amor

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Existem séries que começam com raiva e terminam com ternura — e Amor Vingado é exatamente uma dessas. Adaptado do web novel de Chai Ji Dan, o drama chinês parte de uma premissa aparentemente simples — um homem traído que decide se vingar — mas rapidamente revela camadas de ironia, culpa e contradição emocional que transformam o enredo em algo muito mais humano. É uma história sobre o que acontece quando a vingança deixa de ser um plano e se torna um espelho — um reflexo do que o protagonista mais teme em si mesmo.

Wu Suo Wei (Zi Yu) é o tipo de personagem que nasce do ressentimento. Criado em uma família humilde, ele é o homem que a sociedade não espera ver vencer — e quando sua namorada rica o abandona e o humilha, o golpe atinge mais do que o coração: fere o orgulho, a masculinidade e a sensação de pertencimento. Suo Wei, então, decide mudar de vida, abrir seu próprio negócio e provar que pode alcançar o topo sem ajuda de ninguém.

Até aí, tudo parece um drama sobre superação. Mas a série não demora a mostrar que Suo Wei quer algo mais do que sucesso — ele quer revanche. E quando descobre que sua ex agora está com Chi Cheng (Tian Xu Ning), um herdeiro arrogante e mimado, a raiva se transforma em estratégia: ele vai seduzir o novo namorado dela e fazê-lo pagar com o coração.

A vingança como armadilha emocional

O plano de Suo Wei começa como um jogo: ele observa, calcula e manipula. E, por um tempo, o público quase torce por ele — há um certo prazer em ver o rapaz simples virar o jogo contra o mundo dos ricos. Mas a série tem uma carta na manga: ela transforma o manipulador em prisioneiro do próprio plano.

Conforme o relacionamento entre os dois se intensifica, Suo Wei descobre que não se pode brincar com o coração sem se ferir também. A suposta sedução vira um labirinto de sentimentos reais, e o público sente junto com ele o desconforto de perceber que o amor pode nascer do engano.

É aqui que o roteiro se destaca: ele não idealiza o romance, nem tenta limpá-lo. Ao contrário, a série se alimenta da ambiguidade — da culpa, do desejo, do medo de admitir que algo genuíno está florescendo no terreno da mentira.

Chi Cheng: o herdeiro que surpreende

Se Suo Wei é o cérebro do jogo, Chi Cheng é o seu ponto cego. O herdeiro, interpretado por Tian Xu Ning, começa como um clichê ambulante: bonito, arrogante, superficial. Mas a série o trata com empatia, mostrando que sua arrogância é, na verdade, uma forma de defesa.

O que poderia ser apenas uma caricatura de “rico mimado” se transforma em um personagem complexo — alguém que aprendeu a se proteger do mundo com cinismo, mas que, ao conhecer Suo Wei, começa a desmontar as próprias armaduras. A química entre os dois é intensa, mas nunca gratuita: há afeto, tensão, provocação e uma vulnerabilidade palpável que atravessa o olhar dos dois atores.

Entre o amor e o ego

O que faz Amor Vingado se destacar entre tantos dramas românticos é o fato de que ele não tem medo de ser desconfortável. A série fala sobre amor, sim — mas também fala sobre ego, poder e identidade. O romance entre Suo Wei e Chi Cheng não é construído para agradar; é um campo de batalha emocional onde cada um tenta dominar o outro, e acaba se perdendo no processo.

O público é convidado a assistir à desconstrução dos dois: o homem que queria se vingar descobre o amor; o herdeiro que se achava intocável aprende a ser vulnerável. Nenhum dos dois sai ileso — e é exatamente isso que torna a série tão humana.

Um romance que questiona mais do que responde

Amor Vingado é, no fundo, uma história sobre autodescoberta em meio ao caos emocional. A série se recusa a dar respostas fáceis. Ela não romantiza a vingança, nem idealiza o amor; mostra que ambos podem coexistir, se confundir e até se destruir.

E esse talvez seja o maior mérito da produção: ela trata o amor entre dois homens com naturalidade, sem rótulos, sem discurso — apenas como algo que acontece, mesmo quando não deveria. Em um cenário audiovisual ainda conservador, isso já é revolucionário por si só.

Duna: Parte 3 encerra filmagens e promete um final épico para a trilogia de Denis Villeneuve — com Timothée Chalamet, Zendaya e Robert Pattinson no elenco

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Foto: Reprodução/ Internet

Os ventos de Arrakis voltaram a soprar — e dessa vez é pra se despedir. Foi anunciado nesta terça-feira (11) que Duna: Parte 3 terminou oficialmente suas filmagens. O último capítulo da trilogia de Denis Villeneuve chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, marcando o fim de uma das sagas mais grandiosas e visualmente deslumbrantes da ficção científica moderna. Agora, o longa entra em 13 longos meses de pós-produção — tempo suficiente para lapidar cada grão de areia e cada nota da trilha sonora de Hans Zimmer. As informações são do Omelete.

Villeneuve (de A Chegada, Blade Runner 2049 e Sicario: Terra de Ninguém), que também coescreve o roteiro ao lado de Jon Spaihts (Doutor Estranho, Prometheus), promete fechar a história de Paul Atreides de um jeito emocional, político e, acima de tudo, humano. O filme é baseado em O Messias de Duna, livro de Frank Herbert publicado em 1969, e dá continuidade direta aos acontecimentos intensos de Duna: Parte Dois (2024).

E sim, o elenco é daqueles de fazer qualquer fã de cinema suspirar: Timothée Chalamet (Me Chame Pelo Seu Nome, Wonka), Zendaya (Euphoria, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa), Rebecca Ferguson (Missão: Impossível – Efeito Fallout, O Iluminado: Doutor Sono), Florence Pugh (Midsommar, Viúva Negra), Anya Taylor-Joy (O Gambito da Rainha, Furiosa: Uma Saga Mad Max), Jason Momoa (Aquaman, Game of Thrones), Josh Brolin (Vingadores: Guerra Infinita, Sicario: Terra de Ninguém) e, para completar o time, Robert Pattinson (The Batman, O Farol), que chega trazendo mistério e carisma para esse universo de poeira, poder e profecias.

A despedida de um sonho de areia

Desde que Duna (2021) estreou, ficou claro que Villeneuve não estava apenas fazendo mais um blockbuster de ficção científica. Ele estava construindo um sonho — árido, lento, contemplativo — e o público mergulhou junto. A primeira parte foi o início de uma lenda; a segunda, o despertar do messias. Agora, Duna: Parte 3 vem para mostrar as consequências de tudo isso: o peso do poder, o preço da fé e o perigo de transformar heróis em deuses.

Villeneuve já disse em entrevistas que este será o capítulo mais “espiritual e trágico” da trilogia. E faz sentido: O Messias de Duna é um livro mais denso, mais silencioso e cheio de dilemas internos. Paul Atreides, que começou como um jovem príncipe tentando sobreviver à traição, agora é o líder supremo de um império galáctico — e talvez o próprio profeta que ele tanto temia se tornar.

O elenco dos sonhos (e das dunas)

O time que Villeneuve reuniu é simplesmente impecável. Timothée Chalamet retorna no auge, mostrando um Paul mais maduro, complexo e cheio de cicatrizes — tanto físicas quanto emocionais. Zendaya, que roubou a cena na Parte Dois, agora deve ter papel central, não só como parceira de Paul, mas como peça-chave do destino político e emocional da história.

Rebecca Ferguson, como a poderosa Lady Jessica, continua sendo uma das figuras mais fascinantes desse universo — uma mãe dividida entre a fé e o amor. Florence Pugh, que chegou em Parte Dois como a princesa Irulan, promete mais destaque, com suas intrigas políticas e olhares cheios de segredos.

E há Anya Taylor-Joy, que entra na trama como Alia Atreides, a irmã de Paul. Para quem leu os livros, sabe que essa personagem é… peculiar, para dizer o mínimo. Alia é uma criança nascida com memórias ancestrais — algo entre uma bênção e uma maldição. A expectativa para ver Anya nesse papel é altíssima.

Ah, e não dá pra esquecer da cereja do bolo: Robert Pattinson. Ainda não se sabe oficialmente quem ele interpreta, mas o ator — conhecido por alternar entre papéis intensos e carismáticos — deve trazer uma nova energia para o universo de Duna. Villeneuve é fã declarado de Pattinson, então dá pra esperar algo especial.

O longo caminho até dezembro de 2026

Agora começa a parte mais longa — e mais tensa — para os fãs: a espera. Com as filmagens concluídas em novembro de 2025, Duna: Parte 3 entra em um extenso processo de pós-produção. Villeneuve é conhecido por sua paciência e perfeccionismo, então ninguém espera menos do que algo tecnicamente impecável.

Durante esse tempo, ele e Zimmer devem trabalhar lado a lado, ajustando cada som, cada cena e cada corte para que tudo soe como um único batimento — o coração do deserto pulsando pela última vez.

E quando dezembro de 2026 finalmente chegar, o público poderá testemunhar o fim de uma das sagas mais marcantes da história recente do cinema. Duna: Parte 3 promete ser mais do que um filme — será uma despedida, um ritual.

O adeus a Arrakis

Há algo quase poético em pensar que a história que começou com um jovem tentando sobreviver à traição termina com ele enfrentando o próprio destino. Duna sempre foi sobre poder, fé e desilusão — mas, acima de tudo, sobre humanidade.

Villeneuve não adaptou apenas um livro de ficção científica. Ele construiu uma meditação sobre o que significa ser humano num mundo governado por profecias, política e desespero. E talvez seja isso que torne o adeus a Duna tão doloroso — porque, de algum jeito, todos nós encontramos um pouco de nós mesmos nas areias de Arrakis.

Five Nights at Freddy’s 2 | Sequência do terror da Blumhouse tem pré-venda iniciada e promete revelar os segredos sombrios da Freddy Fazbear’s Pizza

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Os animatrônicos mais assustadores do cinema estão de volta — e com data marcada para invadir novamente as telonas. A Universal Pictures deu início nesta quarta-feira à pré-venda de ingressos de Five Nights at Freddy’s 2, aguardada continuação do sucesso de 2023 que levou quase 3 milhões de pessoas aos cinemas brasileiros. A sequência estreia em 4 de dezembro, e os fãs já podem garantir seus lugares no site de sua rede de cinema favorita.

Produzido pela Blumhouse, estúdio responsável por hits como M3GAN e O Homem Invisível, o novo capítulo promete mergulhar ainda mais fundo no universo sombrio criado por Scott Cawthon, criador da franquia de games que conquistou milhões de fãs pelo mundo.

O retorno de um pesadelo

Com direção de Emma Tammi, que também comandou Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim (2023), a sequência retoma o clima tenso e claustrofóbico que transformou o primeiro filme em um fenômeno. Tammi volta a trabalhar lado a lado com Scott Cawthon, que além de assinar o roteiro, também produz o longa ao lado de Jason Blum — um dos nomes mais poderosos do cinema de terror atual.

O elenco traz de volta Josh Hutcherson (Ponte para Terabítia, Viagem 2: A Ilha Misteriosa e Viagem ao Centro da Terra: O Filme), Elizabeth Lail (A Hora da Sua Morte, Você e Era Uma Vez), Piper Rubio e Matthew Lillard (Scooby-Doo, Pânico Ela É Demais), que retorna com ainda mais destaque. O ator, aliás, firmou contrato para participar de três filmes da franquia, o que reforça a ideia de que Five Nights at Freddy’s 2 é apenas o começo de uma expansão ainda maior do chamado Freddyverse.

Entre as novidades do elenco, nomes de peso entram em cena: Skeet Ulrich (Pânico), Mckenna Grace (Capitã Marvel, Ghostbusters: Mais Além), Teo Briones (Chucky) e Wayne Knight (Jurassic Park).

A nova trama

Um ano se passou desde o primeiro filme, mas o terror está longe de acabar. Em Five Nights at Freddy’s 2, Abby Schmidt (Piper Rubio) tenta se reconectar com os misteriosos animatrônicos que marcaram sua infância. Essa busca por respostas acaba abrindo feridas antigas e revelando a origem sombria da Freddy Fazbear’s Pizza.

Enquanto isso, Mike Schmidt (Josh Hutcherson), ainda tentando colocar a vida nos trilhos, é forçado a retornar ao local que mudou tudo. Ele descobre que há segredos enterrados nas sombras do restaurante — e que nem tudo o que está “morto” permanece adormecido por muito tempo. A sequência promete unir terror psicológico e ação, com momentos de puro suspense e reviravoltas que devem agradar tanto os fãs de longa data quanto quem conheceu o universo da franquia pelo primeiro filme.

Por trás das câmeras

Se tem uma coisa que o público pode esperar, é o retorno dos assustadores animatrônicos em toda a sua glória prática. As criaturas voltam a ser criadas pela lendária Jim Henson’s Creature Shop, responsável por dar vida aos bonecos do primeiro filme — com uma mistura de efeitos práticos e tecnologia digital que mantém o charme e o horror do material original.

As gravações aconteceram entre novembro de 2024 e fevereiro de 2025, em Nova Orleans, e segundo o próprio Jason Blum, o objetivo da sequência é “tornar o terror mais íntimo, mas também mais épico”. Em outras palavras: o público pode esperar sustos maiores, emoções mais intensas e uma mitologia mais complexa.

Um sucesso que ninguém esperava (mas todo mundo adorou)

Quando o primeiro Five Nights at Freddy’s estreou em 2023, muita gente duvidava que a adaptação de um jogo de terror independente pudesse causar tanto impacto. Mas o resultado surpreendeu: o filme arrecadou mais de US$ 290 milhões globalmente e conquistou tanto os fãs dos games quanto o público casual.

O longa combinou nostalgia dos anos 80, tensão psicológica e mistério, mostrando que a fórmula do terror ainda pode emocionar — e assustar — de forma criativa. Agora, o segundo filme promete expandir essa atmosfera, explorando o passado da pizzaria, o legado dos animatrônicos e o elo entre Abby e Mike.

O que vem por aí?

A diretora Emma Tammi já adiantou que o segundo filme será “mais maduro e emocional”. Segundo ela, a sequência “não é apenas sobre medo, mas sobre o peso do passado e o que estamos dispostos a enfrentar para seguir em frente”. A expectativa dos fãs também está nas novas criaturas inspiradas nos personagens clássicos do game FNAF 2, como Toy Freddy, Balloon Boy, Mangle e The Puppet, que devem aparecer em versões inéditas nos cinemas.

Sony garante direitos de Labubu e prepara adaptação cinematográfica da febre mundial dos colecionáveis

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Foto: Reprodução/ Internet

A Sony deu um passo daqueles que balançam o mercado: segundo o The Hollywood Reporter, o estúdio acabou de garantir os direitos da marca chinesa de brinquedos Labubu, um fenômeno absoluto entre colecionadores nos últimos anos. A notícia ainda está fresca, mas já acende o radar de quem acompanha o universo do entretenimento, especialmente porque Labubu é hoje uma das marcas mais comentadas no mundo dos designer toys.

Por enquanto, ninguém dentro da Sony confirma se o longa será live-action ou animação. O que sabemos é: a adaptação está acontecendo, mesmo que o estúdio ainda mantenha portas fechadas quando o assunto é enredo, direção ou cronograma. Mesmo assim, conversas internas já apontam um caminho mais óbvio — e quase inevitável: transformar Labubu em uma animação. Afinal, seu universo fantástico, suas criaturas fofas (mas cheias de personalidade) e o estilo visual inconfundível parecem feitos sob medida para isso.

O monstrinho fofo — e um pouco travesso — que conquistou o mundo

A história de Labubu é curiosa justamente porque ele não nasceu com a pretensão de ser um fenômeno global. Seu criador, o artista Kasing Lung, é nascido em Hong Kong, cresceu na Holanda e sempre buscou inspiração em lendas do folclore nórdico, histórias que ouviu na infância e elementos que misturam inocência, fantasia e aquele toque leve de estranhamento que faz tudo ficar mais interessante.

Labubu apareceu pela primeira vez em 2015, como parte da série The Monsters. Mas o grande salto veio com a parceria entre Lung e a gigante dos colecionáveis Pop Mart, em 2019. Com os blind boxes — aquelas caixinhas que escondem surpresas e fazem qualquer colecionador entrar em modo caça ao tesouro — o personagem ganhou o mundo. Se antes era um nicho, de repente Labubu virou assunto, virou coleção, virou flerte com a cultura pop global.

Entre janeiro e maio de 2025, o monstrinho chegou ao seu pico. Lojas lotadas, filas gigantes, lançamentos esgotados em minutos… e claro, uma enxurrada de vídeos, fotos e disputas amigáveis (e nem tão amigáveis assim) entre colecionadores nas redes sociais.

O segredo do design: fofura, esquisitice e muito carisma

Se você já viu um Labubu, sabe bem: não tem como confundir. Ele é fofinho, é travesso, é expressivo — e carrega uma estética que parece brincar com os limites entre o adorável e o estranho.

O jeitinho clássico da criatura inclui corpo pequeno e felpudo, olhos gigantes, orelhas pontudas e um sorriso cheio de dentes afiados que não chega a assustar, mas deixa claro que ele tem personalidade. Esse equilíbrio entre “aww” e “opa, que isso?” é exatamente o que fisga o público. Ele parece vir de um conto de fadas místico, mas com uma pegada moderna que conversa com todas as gerações.

Com o tempo, a família de Labubu cresceu. Hoje, nomes como Zimomo, Mokoko, Tycoco, Spooky e até o Pato já viraram queridinhos dos fãs — sempre em coleções temáticas que transformam cada lançamento em um evento.

E claro: tem o fator surpresa. Os blind boxes tornaram tudo mais emocionante. Você nunca sabe qual personagem vai tirar, o que cria aquela ansiedade gostosa e alimenta a troca de peças entre colecionadores que buscam completar séries inteiras.

E o filme? O que podemos esperar dessa adaptação?

Ainda não há detalhes sobre roteiro, personagens, tom ou direção. Mas algumas possibilidades surgem naturalmente quando pensamos no estilo de Labubu e no que seu universo permite explorar.

Uma delas é uma fantasia infantojuvenil cheia de imaginação. O mundo criado por Kasing Lung sempre flertou com elementos de sonho, natureza, magia e mistério. É fácil imaginar Labubu liderando uma aventura encantada, daquelas que misturam humor, emoção e descobertas.

Outra possibilidade é apostar em uma história sobre amizade, pertencimento e o processo de crescer — temas universais que sempre encontram espaço nas animações.

Há também espaço para uma abordagem mais artística e autoral, já que Lung é um artista com visão muito própria. Essa versão traria um visual fortíssimo, ambientações oníricas e um tom mais sensível e contemplativo.

Claro, não dá para descartar uma aventura cômica, considerando o carisma e a variedade de criaturas desse universo. Uma história leve, divertida e com bastante personalidade seria uma escolha natural.

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