Família Addams volta aos cinemas com novo filme após sucesso de Wandinha

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Nos últimos tempos, a Família Addams, aquele clã excêntrico e sombrio que habita o imaginário popular há quase um século, voltou a ganhar destaque no entretenimento. O responsável por reacender essa paixão mundial foi o sucesso da série Wandinha (no original, Wednesday), que estreou na Netflix e rapidamente conquistou uma legião de fãs. E agora, impulsionados por esse fenômeno, os criadores da série anunciaram que estão desenvolvendo um novo filme de animação da Família Addams, marcando o retorno dos personagens ao cinema após anos de ausência.

Criada pelo cartunista Charles Addams na década de 1930, a Família Addams sempre foi um reflexo irônico da família tradicional americana. Diferente das famílias perfeitinhas e normais dos anos 20 e 30, os Addams eram bizarros, sombrios e adoravam o macabro — e, no entanto, amavam-se profundamente. Com um humor negro e uma pitada de sarcasmo, a família conquistou leitores da revista The New Yorker antes de se tornar uma das franquias mais queridas da cultura pop.

Ao longo das décadas, os Addams ganharam várias versões: da série de televisão dos anos 60, que popularizou nomes e características dos personagens, aos filmes de Hollywood na década de 1990, e mais recentemente, a animação em 3D lançada em 2019 e sua sequência em 2021.

A série que capturou uma nova geração

Apesar do histórico de sucesso da Família Addams, a série Wandinha foi a responsável por transformar a franquia numa febre mundial recente. A produção da Netflix, lançada em novembro de 2022, gira em torno da filha mais velha da família, Wandinha Addams, trazendo um olhar moderno, cheio de suspense, humor e mistério.

Jenna Ortega, que interpreta Wandinha, recebeu elogios por sua atuação que combina frieza, sarcasmo e um charme único. A série foi dirigida nos seus primeiros episódios por Tim Burton, nome que carrega uma forte ligação com o universo gótico e excêntrico dos Addams.

Ambientada em um internato para jovens com dons sobrenaturais, a trama mistura o universo adolescente com elementos de terror e investigação policial, trazendo uma proposta fresca que agradou desde fãs antigos até novos espectadores.

O anúncio do novo filme

Empolgados com o sucesso da série, os criadores Alfred Gough e Miles Millar anunciaram que estão desenvolvendo um novo filme de animação da Família Addams, em parceria com a Amazon MGM. Segundo Gough, o projeto é um reinício completo e não terá ligação com os filmes anteriores ou com a série da Netflix.

Com isso, a ideia é apresentar um longa original, que respeite a essência bizarra e charmosa dos personagens, mas que explore novas histórias e linguagens. Kevin Miserocchi, conhecido por seu trabalho na Fundação Addams e contato direto com Charles Addams, também está envolvido no projeto, garantindo que o filme mantenha a autenticidade da franquia.

Apesar do entusiasmo, o filme ainda está em fases iniciais de desenvolvimento, sem previsão oficial de lançamento, mas já é aguardado com ansiedade por fãs e críticos.

Por que a Família Addams continua encantando?

O segredo do sucesso da Família Addams está no seu contraste com o convencional. Enquanto a sociedade tradicional busca o normal, o ideal e o previsível, os Addams celebram a diferença, a estranheza e o incomum. Eles amam o que é sombrio, têm humor ácido e, apesar de todas as bizarrices, são uma família unida e amorosa.

Essa mistura de humor negro, crítica social e personagens carismáticos faz com que a franquia seja sempre atual, mesmo com quase cem anos desde sua criação. Além disso, o visual marcante e o estilo gótico dos Addams inspiraram diversas subculturas e influenciaram moda, música e arte.

O impacto cultural de Wandinha

A série não só reavivou o interesse na família macabra, mas também elevou o padrão para produções do gênero. Com uma narrativa que combina mistério, drama adolescente e toques sobrenaturais, a série conquistou público e crítica, tornando-se uma das produções mais assistidas da Netflix em inglês.

Além do sucesso em audiência, a série recebeu importantes indicações e prêmios, incluindo Globo de Ouro e Primetime Emmy, reforçando sua qualidade e relevância no cenário atual.

O que esperar do futuro?

Com a confirmação do novo filme de animação, fica claro que a Família Addams ainda tem muito a oferecer. A proposta de recomeçar a franquia, com liberdade criativa e respeito à essência original, abre caminho para que os personagens ganhem vida para públicos de todas as idades.

Enquanto isso, os fãs já podem acompanhar a segunda temporada da série, que promete aprofundar ainda mais a mitologia dos personagens e trazer novas surpresas.

HBO divulga trailer de Task, minissérie policial que estreia em 7 de setembro

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Em setembro de 2025, a HBO Max prepara o lançamento de Task, uma minissérie original que já nasce com o peso e a expectativa de marcar uma nova era para o gênero dos dramas policiais. Criada por Brad Ingelsby, roteirista aclamado por seu trabalho em Mare of Easttown, a série reúne um elenco de grandes nomes, como Mark Ruffalo e Tom Pelphrey, e promete mergulhar fundo nas complexidades humanas, dilemas éticos e tensões sociais que rondam uma investigação criminal.

A plataforma de streaming lançou o trailer oficial da minissérie original, que estreia no próximo dia 7 de setembro. O vídeo apresenta cenas intensas que mostram a investigação de uma série de assaltos violentos na Filadélfia, destacando a tensão crescente entre o agente do FBI Tom (Mark Ruffalo) e o suspeito Robbie (Tom Pelphrey).

Ao contrário das séries policiais tradicionais que apostam em um antagonista claramente definido, a série se destaca por apresentar um conflito mais complexo e instigante. A trama se passa em um dos bairros operários da Filadélfia, cidade que se torna um personagem vivo na narrativa, com seus desafios, tensões e raízes históricas.

Tom (Mark Ruffalo) é um agente do FBI experiente, carregado de cicatrizes emocionais e morais, chamado para liderar uma força-tarefa especial encarregada de investigar uma série de assaltos violentos que vêm aterrorizando a cidade. O que torna seu trabalho mais complicado é o perfil do principal suspeito: Robbie (Tom Pelphrey), um homem aparentemente comum, pai de família, sem histórico criminal, mas que desperta desconfianças e intrigas.

A série aposta em explorar as linhas tênues entre o certo e o errado, o legal e o moral, e como as escolhas pessoais podem se transformar em decisões que alteram destinos. Robbie é um personagem que, à primeira vista, não parece o típico criminoso, e é essa ambiguidade que instiga o público a questionar suas próprias percepções.

Quem é a mente por trás da série?

Para quem conhece a obra de Brad Ingelsby, o nome por trás de Task já é um motivo de confiança. Ingelsby conquistou elogios da crítica e do público com Mare of Easttown (2021), série que combinou investigação policial com um olhar profundo para personagens fragilizados e complexos.

Ingelsby não apenas criou o roteiro, mas também atua como showrunner e produtor executivo, o que lhe confere controle criativo total para garantir que sua visão se mantenha intacta ao longo da produção.

Sua assinatura é clara: personagens multifacetados, trama que privilegia a emoção contida, dilemas éticos e o impacto social do crime. O roteiro da série busca ir além do simples “quem cometeu o crime?”, para focar no “por quê” e “como” — como o crime afeta famílias, comunidades e a própria identidade dos envolvidos.

Talentos que elevam a narrativa

Mark Ruffalo, conhecido mundialmente por interpretar o Hulk na franquia Vingadores, traz para a série sua habitual intensidade e profundidade dramática. Em papéis anteriores, como em Spotlight (2015) e Zodíaco (2007), Ruffalo demonstrou habilidade em equilibrar força e vulnerabilidade, qualidades essenciais para o personagem Tom, um agente marcado pelas pressões do trabalho e pela própria humanidade.

No papel de Robbie, temos Tom Pelphrey, um ator que vem ganhando destaque graças a personagens complexos em séries como Ozark (Netflix) e Iron Fist (Marvel/Netflix). Em Task, Pelphrey interpreta um homem dividido entre os compromissos familiares e um lado sombrio que pode estar ligado aos crimes investigados. Sua performance promete ser um dos pontos altos da série, pois o papel exige nuances e uma transformação sutil.

Personagens secundários

Além do núcleo principal, a produção conta com um time robusto de atores em papéis secundários e recorrentes, que ajudam a construir o universo social onde a trama acontece. Entre eles estão nomes como Silvia Dionicio, Owen Teague, Margarita Levieva, Raphael Sbarge, Mickey Sumner, Elvis Nolasco, Brian Goodman, Colin Bates, Isaach De Bankolé, Phoebe Fox, Coral Peña, Martha Plimpton e Mireille Enos.

Esses personagens ampliam o olhar da série para além do crime e da investigação, mostrando como os acontecimentos reverberam em diferentes setores da comunidade — familiares, amigos, autoridades e cidadãos comuns. A construção dessa rede humana contribui para que Task não seja apenas um suspense, mas um drama social com camadas e nuances.

Por que devemos ficar de olho nessa série?

O mercado de dramas policiais já conta com inúmeras produções de sucesso, mas Task surge com uma proposta diferenciada: priorizar a complexidade dos personagens e o contexto social, sem abrir mão da tensão e do suspense. O cuidado na construção do roteiro, a direção sensível e o elenco talentoso formam uma combinação que promete entregar uma experiência audiovisual densa, emocionalmente rica e instigante. Para os fãs do gênero, é uma oportunidade de acompanhar uma história que foge do óbvio e convida à reflexão — um convite para olhar para o crime e para a justiça com olhos mais humanos e questionadores.

Quando estreia?

Com estreia marcada para 7 de setembro de 2025, a nova série chega à HBO Max como uma das principais apostas da emissora para o segundo semestre do ano. A minissérie tem tudo para se consolidar como um marco do gênero, graças à junção da expertise de Brad Ingelsby, o talento de Mark Ruffalo e Tom Pelphrey, e a força de uma equipe técnica comprometida com a excelência.


Saiba quando Thunderbolts* chega na plataforma de streaming Disney+

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Após sua estreia nos cinemas em maio de 2025, Thunderbolts, o mais novo filme do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), finalmente chega ao streaming. A partir do dia 27 de agosto, os assinantes do Disney+ poderão acompanhar a saga desse grupo de anti-heróis, que desafia convenções e coloca à prova conceitos clássicos de heroísmo. Para muitos fãs, esta é a oportunidade de reviver a emoção das telonas ou conhecer um dos projetos mais ousados da Fase Cinco da Marvel.

Dirigido por Jake Schreier, com roteiro de Eric Pearson e Joanna Calo, o filme traz um elenco robusto e talentoso, incluindo Florence Pugh, Sebastian Stan, Wyatt Russell, Olga Kurylenko, Lewis Pullman, Geraldine Viswanathan, Chris Bauer, Wendell Pierce, David Harbour, Hannah John-Kamen e Julia Louis-Dreyfus. Diferente de outros filmes do MCU, a trama gira em torno de personagens que não são heróis convencionais; cada um deles carrega um passado conturbado e dilemas morais que tornam a narrativa mais intensa e imprevisível.

A Marvel começou a construir a ideia de uma equipe de anti-heróis em 2021, com sutis referências em filmes e séries. A proposta era apresentar um grupo capaz de desafiar os padrões estabelecidos pelos Vingadores, reunindo indivíduos com habilidades excepcionais, mas com motivações duvidosas. Em junho de 2022, o desenvolvimento de o longa foi oficialmente anunciado, com Schreier e Pearson à frente do projeto.

O elenco principal foi revelado em setembro de 2022, e novos nomes foram adicionados ao longo de 2023. Entre os roteiristas que ajudaram a aprimorar o projeto, Lee Sung Jin se juntou para reescrever o roteiro em março de 2023, trazendo contribuições importantes para o desenvolvimento emocional dos personagens. A produção enfrentou desafios significativos devido às disputas trabalhistas de Hollywood, o que acarretou mudanças no elenco e ajustes no cronograma. Joanna Calo entrou posteriormente para realizar reescritas adicionais.

As filmagens aconteceram entre fevereiro e junho de 2024, principalmente no Trilith Studios e Atlanta Metro Studios, em Atlanta, Geórgia, com locações adicionais em Utah e Kuala Lumpur. A diversidade de cenários e a qualidade técnica das filmagens ajudaram a criar um universo visualmente impressionante, capaz de equilibrar momentos de ação intensa e drama psicológico profundo.

Anti-heróis em ação

O filme começa na Malásia, onde Yelena Belova destrói um laboratório para proteger a diretora da CIA, Valentina Allegra de Fontaine, e esconder seu envolvimento no projeto super-humano “Sentinela”, desenvolvido pelo Grupo O.X.E.. Quando Valentina enfrenta um possível processo de impeachment, ela envia mercenários como Yelena, John Walker, Ava Starr e Antonia Dreykov para uma instalação secreta do O.X.E., instruindo-os a se enfrentarem até a morte.

Durante o confronto, Ava elimina Antonia, e um homem amnésico chamado Bob é libertado de uma cápsula de animação suspensa. Ao perceberem que foram manipulados para morrer, os mercenários conseguem escapar, mas não sem enfrentar confrontos internos e reviver memórias dolorosas. Ao interagir com Bob, Yelena e Walker revivem traumas do passado, mostrando que o filme não se limita a sequências de ação, mas explora profundamente a psicologia de cada personagem.

Valentina descobre a sobrevivência do grupo e do próprio Bob, que cria uma distração heroica para permitir a fuga dos demais. Bob é capturado e levado para a antiga Torre dos Vingadores em Nova York, agora transformada na “Torre de Vigilância”. Paralelamente, Alexei Shostakov resgata Yelena, Walker e Ava, nomeando-os de “Thunderbolts”, em homenagem a um antigo time de futebol da infância de Yelena.

Confronto com o Sentinela e surgimento do Vácuo

Os Thunderbolts logo se tornam alvos dos agentes de Valentina e acabam presos pelo Congressista Bucky Barnes, que deseja que testemunhem no processo de impeachment. Quando descobrem que Bob foi alvo de experimentos secretos, o grupo une forças com Barnes para enfrentar Valentina.

Bob foi transformado em um super-humano chamado Sentinela, que derrota facilmente os Thunderbolts. Ao desenvolver uma ilusão de superioridade divina, ele se volta contra Valentina, mas é contido por sua assistente Mel. Esse evento desencadeia o surgimento do alter ego destrutivo de Bob, o Vácuo, capaz de aprisionar os cidadãos de Nova York em dimensões baseadas em suas memórias traumáticas.

Para deter a ameaça, Yelena entra na dimensão das sombras e confronta seu próprio passado como Viúva Negra, enquanto ajuda Bob a retomar o controle de sua mente. Com o apoio da equipe, Bob consegue superar o Vácuo, libertando a cidade da escuridão sobrenatural.

De Thunderbolts a Novos Vingadores

Após a vitória, a equipe se prepara para prender Valentina. No entanto, a vilã manipula a mídia e realiza uma conferência de imprensa, apresentando os Thunderbolts como os Novos Vingadores. Embora relutantes, eles aceitam o novo título, percebendo que a imagem pública é tão importante quanto os atos heroicos.

A cena pós-créditos mostra que, quatorze meses depois, os Novos Vingadores e Bob enfrentam tensões com a equipe de Sam Wilson, enquanto uma nave espacial extradimensional com o símbolo “4” sugere futuras conexões com o Quarteto Fantástico.

Recepção e crítica

Apesar das críticas majoritariamente positivas, o filme teve arrecadação de 382,3 milhões de dólares, abaixo das expectativas. Analistas apontam que a complexidade da trama e o número elevado de personagens pode ter dificultado a identificação imediata do público. No entanto, a narrativa foi elogiada por explorar temas como trauma, redenção e moralidade ambígua, raramente abordados em filmes de super-heróis.

O elenco foi destacado como um dos pontos mais fortes, especialmente a química entre Florence Pugh, Sebastian Stan e Wyatt Russell. O desenvolvimento emocional dos personagens e os dilemas morais criaram momentos de tensão e empatia, tornando a experiência mais rica e envolvente.

Produção e desafios

O projeto enfrentou desafios logísticos e criativos, como mudanças no elenco e ajustes de roteiro devido a disputas trabalhistas. Schreier, com experiência em séries intimistas como Beef, trouxe uma abordagem que equilibra sequências de ação com momentos de introspecção e vulnerabilidade. As locações internacionais e os efeitos visuais de ponta contribuíram para criar cenas espetaculares, do combate físico ao confronto psicológico com Bob e o Vácuo.

O asterisco no título e a mudança de nome

O asterisco no título gerou curiosidade e debates entre os fãs. Ao final do filme, a equipe assume o nome Novos Vingadores, conectando o grupo ao legado dos Vingadores e reforçando a ideia de redenção. A mudança também sinaliza a importância da percepção pública na construção de heróis modernos.

Caramelo | Netflix divulga data de estreia e pôster oficial do emocionante filme estrelado por Rafael Vitti  

A Netflix anunciou nesta terça, 19, a data de estreia de Caramelo, seu novo filme brasileiro que promete emocionar o público com uma história de amizade, superação e afeto. O longa, estrelado por Rafael Vitti e pelo cão-astro Amendoim, chega à plataforma no dia 8 de outubro de 2025. Junto com a confirmação da data, a Netflix divulgou o pôster oficial, que já transmite a ternura e a conexão entre o chef de cozinha Pedro e seu companheiro de quatro patas.

O filme acompanha Pedro (Rafael Vitti), um jovem chef determinado a realizar o sonho de comandar seu próprio restaurante. Sua vida, porém, muda inesperadamente quando recebe um diagnóstico que o obriga a repensar prioridades e buscar um novo sentido para seus dias. É nesse momento que surge Amendoim, um simpático vira-lata caramelo, que transforma a rotina de Pedro e ensina lições sobre amor, amizade e resiliência.

Elenco diversificado e participações especiais

O elenco de Caramelo reúne talentos consagrados da televisão e do cinema brasileiro, trazendo diversidade e autenticidade à narrativa. Rafael Vitti (Verão 90; Além da Ilusão) interpreta Pedro, o chef protagonista, enquanto o adorável cão Amendoim rouba a cena como seu fiel companheiro. A história conta ainda com Arianne Botelho (Verdades Secretas 2), Noemia Oliveira (Segunda Chamada), Ademara (Auto Posto), Kelzy Ecard (Segundo Sol), Bruno Vinicius (Sintonia), Roger Gobeth (Malhação) e Olívia Araújo (Vai na Fé), que enriquecem a trama com atuações sensíveis e marcantes.

O longa também traz participações especiais de Cristina Pereira (Pé na Cova), Carolina Ferraz (Belíssima) e da chef Paola Carosella, interpretando a si mesma, fortalecendo a conexão com o universo gastronômico retratado no filme.

Uma amizade que transforma

Mais do que um simples filme sobre a relação entre homem e cachorro, Caramelo retrata a força de laços inesperados. Pedro aprende, com a presença de Amendoim, a valorizar o presente, enfrentar desafios e enxergar a vida com outra perspectiva. A jornada dos dois é marcada por momentos de humor, emoção e ternura, tornando a história acessível e tocante para todas as idades.

A relação entre Pedro e Amendoim mostra como companheirismo e afeto podem ser forças transformadoras. O cachorro não apenas traz leveza e alegria para a vida do protagonista, mas também o ajuda a ressignificar seus objetivos e a lidar com as incertezas da vida, construindo uma amizade que emociona e inspira.

Direção sensível e produção cuidadosa

Com direção de Diego Freitas (Depois do Universo), Caramelo combina emoção e leveza de forma equilibrada. O cineasta aproveita a química entre Rafael Vitti e Amendoim para criar cenas tocantes, espontâneas e genuínas. A sensibilidade de Freitas na condução da narrativa garante que o público se conecte profundamente com os personagens e suas jornadas emocionais.

O cuidado com os animais foi um ponto central da produção. Luis Estrelas, renomado treinador brasileiro, supervisionou Amendoim durante todas as gravações, garantindo segurança e bem-estar. A produção também contou com consultoria do americano Mike Miliotti (Garfield – O Filme), elevando o padrão profissional das cenas que envolvem animais.

Um tributo ao vira-lata caramelo

O título do filme presta homenagem a um verdadeiro ícone da cultura brasileira: o vira-lata caramelo. Presente em ruas, praças e histórias de inúmeras famílias, ele representa lealdade, resistência e afeto. Ao colocar o cão no centro da narrativa, Caramelo aproxima o público da história, reforçando identificação e emoção.

Essa escolha transforma o longa em uma obra que dialoga com memórias afetivas do público brasileiro, especialmente daqueles que já tiveram ou têm um cachorro de rua adotado, fortalecendo a mensagem de que pequenas relações podem ter grande impacto.

Cenários e estética do filme

O filme foi gravado em diferentes locações do estado de São Paulo, explorando restaurantes, casas e áreas urbanas. As cenas culinárias foram produzidas com atenção a detalhes e consultoria profissional, garantindo realismo e autenticidade.

A fotografia utiliza cores quentes e iluminação natural para transmitir aconchego e proximidade. A trilha sonora, cuidadosamente selecionada, intensifica os momentos de emoção, criando uma experiência cinematográfica envolvente que conecta o público à narrativa e aos personagens.

Temas universais e mensagem do filme

Embora seja centrado na relação entre Pedro e Amendoim, Caramelo aborda temas universais como superação, empatia, amizade e valorização do presente. A história incentiva o público a enxergar a vida de forma mais leve e positiva, mesmo diante de desafios inesperados.

A mensagem central é clara: encontros inesperados podem transformar vidas e ensinar lições sobre amor, cuidado e companheirismo. É um convite para refletir sobre como pequenas conexões podem gerar mudanças profundas e duradouras.

Wicked: Parte 2 – For Good | Universal Pictures divulga teaser com Fiyero e aumenta a expectativa para o musical mais aguardado do ano

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Nesta sexta, 22 de agosto, a Universal Pictures Brasil surpreendeu os fãs ao divulgar o teaser oficial de Wicked: Parte 2 – For Good, sequência direta do sucesso de 2024. O vídeo, curto mas intenso, trouxe pela primeira vez imagens inéditas de Fiyero (Jonathan Bailey), o príncipe Winkie que se vê diante de escolhas capazes de mudar para sempre os rumos da Terra de Oz.

O teaser não apenas revelou o visual refinado do personagem, mas também entregou um tom emocional que promete dominar a narrativa. Em uma das falas mais marcantes, a narração destaca que Fiyero precisará decidir onde está o seu coração – e essa decisão terá repercussões para todo o povo de Oz. Para quem conhece a peça da Broadway ou o livro de Gregory Maguire, a cena remete a momentos cruciais da história que envolvem não apenas romance, mas também lealdade, política e destino.

A grandiosidade de um fenômeno que atravessa gerações

Desde que estreou na Broadway em 2003, Wicked se consolidou como um dos maiores sucessos do teatro musical moderno. Com letras de Stephen Schwartz e libreto de Winnie Holzman, a obra se tornou não apenas um espetáculo visual e musical, mas também um mergulho em dilemas universais: amizade, poder, preconceito e destino.

Agora, ao ganhar vida no cinema sob direção de Jon M. Chu (Podres de Ricos, Em um Bairro de Nova York), Wicked carrega consigo uma expectativa monumental. A primeira parte, lançada em 2024, foi celebrada tanto pela crítica quanto pelo público por manter a essência do espetáculo e, ao mesmo tempo, ampliar o universo visual de Oz com efeitos práticos e cenários grandiosos.

Fiyero em destaque: o dilema do coração

Jonathan Bailey, conhecido mundialmente por seu papel em Bridgerton, já havia conquistado elogios na primeira parte pela energia carismática de Fiyero. Agora, o teaser mostra que o personagem ganhará ainda mais profundidade.

Nos poucos segundos revelados, Fiyero aparece dividido entre sua paixão por Elphaba e sua ligação com Glinda, ao mesmo tempo em que assume responsabilidades como líder e guerreiro. Essa ambiguidade é central na narrativa de Wicked, pois o coração de Fiyero simboliza não apenas uma escolha amorosa, mas também política.

Do palco para o cinema: uma adaptação cuidadosa

A decisão da Universal de dividir a adaptação em duas partes se mostra cada vez mais acertada. No teaser, já é possível sentir que os arcos narrativos terão espaço para respirar. O dilema de Fiyero, por exemplo, teria sido facilmente reduzido em uma adaptação de filme único, mas agora ganha peso dramático.

Jon M. Chu declarou em entrevistas anteriores que não queria “fazer concessões fatais” ao material original. Por isso, tanto Wicked: Parte 1 quanto Parte 2 foram filmados simultaneamente, com atenção minuciosa a cada detalhe. Para os números musicais, os atores gravaram suas vozes ao vivo no set – uma escolha ousada que trouxe autenticidade à experiência.

Elenco incrível reprisando papéis

Além de Jonathan Bailey (Bridgerton, Fleabag, Broadchurch, Crashing), o teaser reforça o retorno de Cynthia Erivo (Harriet, Genius: Aretha, Chaos Walking, Needle in a Timestack, Bad Times at the El Royale) como Elphaba e Ariana Grande (Victorious, Sam & Cat, Don’t Look Up, Zoolander 2, voz em Family Guy e Sing 2) como Glinda. Ambas foram amplamente elogiadas na primeira parte, especialmente Erivo, cuja performance vocal foi considerada um dos pontos altos do filme.

Também voltam Jeff Goldblum (Jurassic Park, A Mosca, Thor: Ragnarok, Independence Day, The Grand Budapest Hotel) como o Mágico; Michelle Yeoh (Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, Memórias de uma Gueixa, Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, Crouching Tiger, Hidden Dragon, Sunshine, The Lady) como Madame Morrible; Marissa Bode (estreante no cinema) como Nessarose; Ethan Slater (SpongeBob SquarePants: The Broadway Musical, Fosse/Verdon, The Man Who Killed Hitler and Then the Bigfoot) como Boq; e participações especiais que prometem emocionar os fãs mais atentos, como a presença de Kerry Ellis (Les Misérables, We Will Rock You, Chess in Concert), uma das Elphabas mais memoráveis dos palcos.

O elenco também conta com Bowen Yang (Saturday Night Live, Girls5Eva, Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes, Isn’t It Romantic, The Outs) como Pfannee; Bronwyn James (Harlots, The Dig, The Ballad of Renegade Nell, Wild Honey Pie!) como ShenShen; e Sharon D. Clarke (Rocketman, Holby City, Silent Witness, Informer) dando voz à personagem Dulcibear.

Quando o filme chega aos cinemas?

A tão aguardada sequência já tem data confirmada para encantar o público. No Brasil, o filme estreia em 20 de novembro de 2025, um dia antes do lançamento oficial nos Estados Unidos, marcado para 21 de novembro de 2025.

Hamnet | Trailer revela drama histórico estrelado por Paul Mescal e Jessie Buckley, favorito ao Oscar 2026

O universo do cinema histórico e literário ganhou um novo capítulo emocionante. Hamnet, adaptação cinematográfica do aclamado romance de Maggie O’Farrell, acaba de divulgar seu primeiro trailer, e a expectativa entre críticos e público não poderia ser maior. Com direção da premiada Chloé Zhao — vencedora do Oscar por Nomadland e responsável por Os Eternos — o filme é apontado como um dos favoritos ao Oscar 2026 pela revista Variety, consolidando-se como uma das grandes apostas da temporada de premiações.

O longa traz ao centro da narrativa a história fictícia da família Shakespeare, mergulhando na dor e no luto do casal William e Agnes Shakespeare após a perda do filho Hamnet, de apenas 11 anos. Jessie Buckley, conhecida por trabalhos em The Lost Daughter e Wild Rose, interpreta Agnes Shakespeare, enquanto Paul Mescal, destaque em Normal People e God’s Creatures, dá vida ao dramaturgo William Shakespeare. Complementando o elenco estão Emily Watson (Chernobyl, Punch-Drunk Love), Joe Alwyn (Billy Lynn’s Long Halftime Walk, Conversations with Friends), Jacobi Jupe como Hamnet, além de Bodhi Rae Breathnach, Olivia Lynes, Freya Hannan-Mills e Faith Delaney.

Uma história de dor e sensibilidade

A premissa de Hamnet é ao mesmo tempo íntima e universal: explorar a dor de pais que perdem um filho. O romance de O’Farrell, publicado em 2020, conquistou o público e a crítica por sua sensibilidade narrativa e a forma poética com que retrata o luto e a memória. A adaptação cinematográfica, dirigida por Chloé Zhao, promete manter essa mesma força emocional, oferecendo uma narrativa visualmente impactante e profundamente humana.

O trailer, que já circula nas redes sociais e plataformas de streaming, apresenta vislumbres do drama familiar, com cenas que mesclam o cotidiano da vida doméstica na Inglaterra do século XVI com momentos de intensa emoção. A direção de Zhao, conhecida por seu olhar intimista em Nomadland, reforça a sensação de proximidade com os personagens, tornando o espectador cúmplice do sofrimento e das pequenas alegrias da família Shakespeare.

O olhar de Chloé Zhao

Chloé Zhao é reconhecida por sua habilidade única de capturar a intimidade humana e transformar emoções sutis em experiências cinematográficas memoráveis. Em Nomadland, ela trouxe à tela personagens marginalizados de forma poética e verdadeira, conquistando os prêmios de Melhor Direção e Melhor Filme no Oscar. Com Hamnet, Zhao se aventura novamente no universo histórico, explorando não apenas a vida de uma das figuras mais icônicas da literatura mundial, mas também o impacto humano da perda e da memória.

O roteiro, escrito em parceria com Maggie O’Farrell, mantém a fidelidade ao romance original, mas acrescenta a visão cinematográfica de Zhao, trazendo uma estética sensível e naturalista, característica da diretora. O resultado promete ser um drama histórico comovente, capaz de emocionar tanto os fãs da literatura quanto os espectadores que buscam narrativas humanas profundas.

Um elenco de estrelas

A escolha do elenco reforça a ambição do projeto. Jessie Buckley e Paul Mescal, que já haviam mostrado grande química em projetos anteriores, lideram o elenco com performances aguardadas para serem marcantes. Buckley, com sua capacidade de transmitir emoções complexas com sutileza, dá vida a Agnes Shakespeare, uma mãe que lida com a perda de seu filho em meio a uma sociedade rígida e cheia de expectativas. Mescal, por sua vez, interpreta William Shakespeare com um equilíbrio entre genialidade criativa e fragilidade emocional, oferecendo um retrato íntimo do dramaturgo fora dos palcos.

O restante do elenco, incluindo Emily Watson e Joe Alwyn, adiciona profundidade ao núcleo familiar e à comunidade ao redor dos Shakespeare. Jacobi Jupe, que interpreta Hamnet, entrega um retrato sensível da criança que, mesmo ausente na maior parte da narrativa, deixa marcas profundas na vida de seus pais e molda a história da obra.

Produção e bastidores

O projeto começou a se desenhar em novembro de 2022, quando uma adaptação teatral do romance de O’Farrell foi anunciada. Os direitos para o cinema foram adquiridos pela Neal Street Productions em março de 2023, com Chloé Zhao sendo contratada em abril para dirigir o filme. O roteiro foi desenvolvido em colaboração com a própria autora, garantindo fidelidade ao texto original e à atmosfera poética do livro.

As filmagens, originalmente previstas para Londres em junho de 2024, foram iniciadas no País de Gales em 29 de julho do mesmo ano e concluídas em 30 de setembro. O processo de produção envolveu nomes de peso, como Steven Spielberg, que atua como produtor, e Łukasz Żal, renomado diretor de fotografia responsável por criar a estética visual marcante do filme.

Lançamento e expectativas

Hamnet terá um lançamento limitado nos Estados Unidos a partir de 27 de novembro de 2025, com expansão para circuito comercial em 12 de dezembro. Ainda não há confirmação sobre datas de estreia no Brasil, mas a expectativa é alta, considerando o histórico de filmes premiados de Chloé Zhao e a atenção que o filme já desperta na imprensa internacional.

A Focus Features, que adquiriu os direitos de distribuição nos Estados Unidos, ficará responsável pelo lançamento do filme, enquanto a Universal Pictures cuidará da distribuição internacional. A estratégia de lançamento limitado seguida de expansão é comum para filmes que buscam posicionamento forte em premiações, permitindo que Hamnet ganhe visibilidade e críticas positivas antes de chegar a um público mais amplo.

Favorito ao Oscar 2026

Com base na recepção inicial do trailer e na análise de críticos especializados, Hamnet já figura entre os favoritos ao Oscar 2026. A combinação da direção sensível de Chloé Zhao, o roteiro fiel de Maggie O’Farrell e o elenco estrelado cria uma fórmula que agrada tanto aos especialistas quanto ao público, aumentando as chances de premiação em categorias como Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Ator/Atriz.

Além disso, a narrativa centrada na dor e na humanidade da família Shakespeare tem grande apelo emocional, um fator que costuma ser valorizado pela Academia. A expectativa é de que o filme se destaque também pelo design de produção, figurino e direção de fotografia, reforçando o caráter histórico e imersivo da obra.

Invocação do Mal 4: O Último Ritual ganha clipe inédito com Annabelle e promete encerrar a franquia em clima de arrepiar

A escuridão nunca esteve tão próxima das telonas. A Warner Bros. divulgou um clipe inédito de Invocação do Mal 4: O Último Ritual, e os fãs do universo de terror criado por James Wan já têm motivos de sobra para perder o sono. O vídeo mostra Annabelle, a icônica boneca amaldiçoada, surgindo de forma arrepiante em uma cena tensa, onde aparece no escuro, balançando-se lentamente em sua cadeira de madeira. A imagem simples, mas carregada de silêncio e expectativa, reacende aquilo que sempre fez a força dessa franquia: o medo psicológico que antecede o susto.

Mais do que um simples aperitivo, o clipe marca oficialmente o tom daquilo que promete ser a conclusão épica da saga principal dos Warren nos cinemas. Baseado nos relatos paranormais da família Smurl, o longa explora mais uma investigação real documentada por Ed e Lorraine Warren, casal de demonologistas que se tornou sinônimo de terror contemporâneo. Com direção de Michael Chaves, que já havia comandado A Maldição da Chorona (2019) e A Ordem do Diabo (2021), o quarto filme chega aos cinemas dos Estados Unidos no dia 5 de setembro de 2025, carregando a responsabilidade de encerrar mais de uma década de histórias que redefiniram o gênero.

O impacto do clipe: menos é mais no terror

O vídeo divulgado pela Fandango é curto, mas já deixou fãs em polvorosa. Nele, Annabelle surge em um ambiente quase totalmente às escuras, iluminada apenas pela fraca luz que entra por uma fresta da janela. O ranger da cadeira de balanço acompanha o movimento lento da boneca, enquanto a câmera se aproxima em silêncio, aumentando a tensão. Não há diálogos, não há efeitos sonoros exagerados. Apenas o desconforto crescente.

Essa simplicidade é proposital. Diferente de outros filmes de terror que apelam para sustos fáceis, a saga Invocação do Mal sempre se destacou por criar tramas sufocantes, onde o espectador sabe que algo vai acontecer, mas não quando. O clipe de Annabelle, portanto, não entrega nada da trama, mas cumpre seu papel: deixa no ar a sensação de que o mal nunca se foi, apenas aguardava a hora certa de voltar.

A família Smurl: o caso real que inspira o filme

Dessa vez, a investigação de Ed e Lorraine Warren gira em torno da assombração dos Smurl, um dos casos mais controversos da carreira do casal. Na década de 1970, Jack e Janet Smurl afirmaram ter vivido experiências aterrorizantes em sua casa, localizada na Pensilvânia. Eles relatavam desde ruídos inexplicáveis e odores fétidos até agressões físicas e ataques de natureza demoníaca.

Segundo os Smurl, os fenômenos se intensificaram ao longo dos anos, chegando a afetar não apenas os adultos, mas também seus filhos. Ed e Lorraine Warren foram chamados para analisar a situação e registraram o caso como uma das manifestações mais violentas de poltergeist que já investigaram. Embora haja muito ceticismo em torno das alegações da família, a história ganhou notoriedade e chegou a render um livro e um telefilme nos anos 1990. Agora, com O Último Ritual, será levada para o cinema em grande escala, prometendo dar novo fôlego ao legado de medo dos Warrens.

Elenco: velhos conhecidos e novos rostos

Para os fãs, o maior atrativo é o retorno de Patrick Wilson e Vera Farmiga como Ed e Lorraine Warren. Desde 2013, a dupla se consolidou como o coração da franquia, equilibrando emoção, fé e coragem diante do mal. A química entre os dois atores é tão marcante que muitos espectadores afirmam assistir aos filmes não apenas pelos sustos, mas pela relação de cumplicidade entre o casal.

Além deles, O Último Ritual traz novidades importantes no elenco. Mia Tomlinson interpreta Judy Warren, filha de Ed e Lorraine, agora adulta, enquanto Ben Hardy dá vida a Tony Spera, namorado de Judy, que também existe na vida real e hoje cuida do Museu dos Ocultos da família. Rebecca Calder e Elliot Cowan interpretam Janet e Jack Smurl, o casal assombrado, enquanto as jovens Kíla Lord Cassidy, Beau Gadsdon e Molly Cartwright assumem os papéis das filhas Heather, Dawn e Shannon Smurl. O elenco também conta com Shannon Kook como Drew, amigo dos Warrens, e John Brotherton como Carin Smurl. Essa mistura entre personagens clássicos e novos promete trazer frescor à trama sem perder a identidade da franquia.

O peso de um fim

O anúncio de que O Último Ritual pode encerrar a linha principal dos filmes pegou muitos fãs de surpresa. Afinal, a franquia arrecadou mais de 2 bilhões de dólares mundialmente e se tornou a mais lucrativa da história do terror. Encerrar esse ciclo é arriscado, mas também corajoso. Michael Chaves já declarou que a ideia é entregar uma conclusão “emocionalmente satisfatória e aterrorizante”, que não apenas assuste, mas também honre a trajetória de Ed e Lorraine Warren. Se isso será suficiente para evitar futuras continuações, só o tempo dirá.

O legado da franquia de sucesso

Desde sua estreia em 2013, com direção de James, Invocação do Mal redefiniu o terror comercial. Enquanto muitos filmes apostavam em violência gráfica, a franquia optou por um terror mais psicológico e atmosférico, resgatando influências dos anos 1970, como O Exorcista e Poltergeist. Além da trilogia principal, o universo se expandiu com spin-offs de sucesso, como Annabelle, A Freira e A Maldição da Chorona. Criou-se, assim, um “universo compartilhado” do terror, algo até então raro nesse gênero.

Novo trailer de Chad Powers mostra Glen Powell em comédia esportiva repleta de humor e surpresas

O novo trailer da série Chad Powers, estrelada por Glen Powell, acaba de ser lançado e promete conquistar fãs de comédia e esportes com sua mistura de risadas, emoção e momentos inesperados. O vídeo revela cenas inéditas da trama, mostrando Powell interpretando Russ Holliday, um quarterback universitário em desgraça que se disfarça como Chad Powers para integrar um time de futebol americano do sul do país que enfrenta dificuldades. A série chega ao Disney+ em 30 de setembro, e o trailer já deixa claro que os espectadores terão uma experiência divertida e envolvente. Abaixo, veja o vídeo:

O trailer de 30 segundos consegue transmitir o tom leve e irreverente da série. Desde o primeiro segundo, é possível perceber a tensão e a comédia surgindo das situações de disfarce de Russ. Vemos o quarterback enfrentando treinos desafiadores, interações engraçadas com colegas de time e momentos de puro improviso que tornam sua tentativa de voltar ao futebol americano ao mesmo tempo cômica e emocionante.

Uma história de recomeço e superação

A comédia americana se propõe a contar uma história sobre segundas chances. Russ Holliday não é apenas um atleta tentando reconquistar sua reputação; ele é um homem enfrentando seus erros, aprendendo a lidar com frustrações e tentando se reconectar com o que realmente ama: o futebol americano. A trama explora o equilíbrio entre talento, ego e vulnerabilidade, trazendo à tona uma narrativa humana que vai além do esporte.

Inspiração real

A série é baseada em um episódio real envolvendo Eli Manning, quarterback lendário do New York Giants. Durante uma intertemporada, Manning se disfarçou como Chad Powers e participou de um treino universitário, experiência que viralizou e inspirou a criação da série. Esse toque da vida real dá autenticidade à produção, mostrando que situações inusitadas e divertidas podem acontecer até nos ambientes mais sérios e competitivos.

Elenco e personagens

Glen lidera um elenco diversificado e talentoso, que inclui: Steve Zahn (Saving Grace, Riding in Cars with Boys), Toby Huss (King of the Hill, True Blood), Perry Mattfeld (Charmed, The Night Shift), Wynn Everett (Boardwalk Empire, For All Mankind), Frankie A. Rodriguez (High School Musical: The Musical: The Series), Clayne Crawford (Lethal Weapon, Rectify), Colton Ryan (Dear Evan Hansen, Mare of Easttown), Keese Wilson (Law & Order: SVU), Xavier Mills e Quentin Plair. Cada ator acrescenta camadas de complexidade e charme aos personagens, criando uma dinâmica rica entre colegas de time, treinadores e familiares. Essas interações prometem momentos de comédia, mas também cenas de emoção e reflexão sobre amizade, trabalho em equipe e crescimento pessoal.

A produção é assinada por Glen Powell (Set It Up) e Michael Waldron (Loki, Doctor Strange in the Multiverse of Madness), que também atuam como produtores executivos ao lado de Eli e Peyton Manning. Tony Yacenda (American Vandal, On My Block) dirige a produção, garantindo ritmo e fluidez entre cenas cômicas e momentos de tensão esportiva. A trilha sonora é de Natalie Holt (Loki, Obi-Wan Kenobi), e a edição de Patrick Tuck (WandaVision, American Vandal) mantém a narrativa envolvente. Cada detalhe do cenário e da ambientação foi cuidadosamente pensado para criar a atmosfera autêntica do futebol universitário americano.

Embora a série seja repleta de humor, o riso nunca é gratuito. As situações cômicas surgem do conflito entre identidade, expectativas e habilidades esportivas de Russ/Chad. É uma comédia que também fala sobre empatia, aprendizado e superação, permitindo que o público se identifique com personagens que erram, tentam se reinventar e enfrentam desafios de forma criativa.


Resumo da novela A Caverna Encantada de quarta (3/9) – Norma manipula a polícia e professores são presos

No capítulo da novela A Caverna Encantada desta quarta-feira, 3 de setembro de 2025, Isadora e Manu descobrem que a única forma de salvar o colégio é quebrar a conexão mental sombria que une Norma a Safira. Enquanto isso, César retorna a Milagres determinado a resgatar Elisa, mas ao encontrá-la é surpreendido e amarrado por Flora. Gabriel e Pilar acionam a polícia para denunciar a situação, porém Norma manipula os agentes, convencendo-os de que os professores foram demitidos e que estão revoltados, enquanto nega qualquer maltrato aos alunos.

Flora reforça a farsa, elogiando Norma como uma diretora carinhosa, o que a transforma em testemunha contra Gabriel e Pilar. Consequentemente, os dois são conduzidos à delegacia, aumentando ainda mais a tensão no colégio. Paralelamente, Lavínia chega a Belo Horizonte de helicóptero, determinada a convencer Anna a retornar a Milagres e se unir à luta. Unindo forças, os grupos Luíses e Lúcias se preparam para enfrentar Norma e tentar salvar a instituição da influência sombria que ameaça alunos e professores.

Confira o que vem por aí nos últimos capítulos de A Caverna Encantada

No SBT, Fafá caminha entre as pessoas sem ser reconhecida, percebendo que a fama não brilha como ela esperava. Enquanto isso, Pedro, André, Nina, Rui e Tonico preparam armadilhas para combater Norma, mas são observados por Flora, que demonstra raiva e desconfiança. De repente, Norma surge acompanhada de Safira e, num clima de terror, hipnotiza todas as crianças presas numa sala do colégio.

Anna e Lavínia retornam a Milagres, mas a chegada de Lavínia revela uma surpresa: ela foi espiã de Norma, deixando Anna como a única aliada confiável. Lavínia enfrenta Flora, enquanto Anna encara Norma cara a cara, consciente de que apenas ela pode enfrentar a diretora e salvar os alunos. Com todos os funcionários e estudantes sob o controle de Norma, Anna se prepara para a batalha final que decidirá o destino do colégio, marcando um momento de tensão e coragem.

Invocação do Mal 4: O Último Ritual aterroriza e emociona mais de 3,4 milhões de brasileiros em estreia histórica

O terror tomou conta das salas de cinema brasileiras nas últimas semanas. O Último Ritual, a mais recente produção do famoso universo de filmes de terror Invocação do Mal, estreou em 4 de setembro de 2025 e rapidamente se tornou um fenômeno de público, atraindo mais de 3,4 milhões de espectadores e arrecadando mais de R$ 71 milhões em menos de duas semanas. Dirigido por Michael Chaves, o longa encerra a saga do casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren, interpretados por Patrick Wilson e Vera Farmiga, combinando sustos intensos, tensão sobrenatural e uma narrativa profundamente emocional.

O sucesso do filme vai além do simples impacto visual. Para o produtor Peter Safran, o diferencial está na capacidade do terror de se unir à emoção humana. “Precisávamos criar um filme que não apenas assustasse, mas que também emocionasse de verdade. Se conseguirmos fazer o público sentir medo e lágrimas ao mesmo tempo, teremos cumprido nossa missão”, afirma Safran. Chaves seguiu à risca essa proposta, equilibrando momentos de suspense absoluto com cenas que exploram a fragilidade, a coragem e a fé dos personagens. Essa combinação resultou em um filme que não apenas assusta, mas também conecta o público à experiência humana por trás do sobrenatural.

O quarto filme da franquia de sucesso se inspira em fatos reais, baseando-se no Caso Smurl, uma das investigações conduzidas pelos Warrens. O roteiro, escrito por Ian Goldberg, Richard Naing e David Leslie Johnson-McGoldrick, combina elementos da história real com o estilo cinematográfico característico da franquia. Além de Wilson e Farmiga, o elenco conta com Mia Tomlinson e Ben Hardy, que interpretam personagens fundamentais na trama, criando uma ponte entre passado e presente dentro de uma narrativa carregada de tensão e mistério.

Enredo: medo, emoção e coragem

O longa começa em 1964, com Ed e Lorraine investigando um espelho antigo em uma loja de curiosidades. Lorraine tem uma visão aterrorizante de uma entidade sombria e de seu filho ainda não nascido, levando-a a desmaiar e a ser levada ao hospital. O nascimento de sua filha Judy, que inicialmente nasce morta, marca um dos momentos mais dramáticos do filme, quando o casal consegue trazê-la de volta à vida. Esta abertura já estabelece a dualidade que atravessa toda a história: terror e emoção humana andando lado a lado.

Vinte e dois anos depois, a narrativa central se concentra na família Smurl, que se muda para uma casa na Pensilvânia. Jack e Janet Smurl vivem com os pais de Jack e suas quatro filhas. Aparentemente, a vida familiar é tranquila até que um presente de aniversário — um grande espelho — desencadeia uma série de acontecimentos sobrenaturais. Objetos se movem sozinhos, vozes misteriosas ecoam pela casa e aparições sombrias passam a assombrar os membros da família. Com o tempo, as manifestações se tornam violentas: o espelho causa ferimentos físicos, atacando a filha mais velha, Dawn, e ameaçando a segurança de todos.

Desesperada, a família decide expor os eventos para a imprensa, buscando respostas e ajuda. É nesse ponto que o filme conecta o terror à experiência humana: medo real de perder pessoas queridas, a sensação de impotência e a necessidade de proteger aqueles que amamos. A tensão cresce quando o Padre Gordon tenta ajudar os Smurls, mas é atacado por forças malignas, resultando em sua morte. Judy, filha dos Warrens, sente o perigo e decide agir por conta própria, demonstrando a coragem e a responsabilidade que herdou de seus pais.

Judy Warren: amadurecimento e poderes sobrenaturais

Judy, interpretada por Mia Tomlinson, torna-se uma personagem central, mostrando a evolução de seus dons psíquicos. As visões que Judy começa a ter — incluindo aparições de Annabelle e de uma mulher idosa ligada à entidade do espelho — aumentam a tensão e adicionam camadas emocionais à narrativa. Paralelamente, seu romance com Tony Spera, vivido por Ben Hardy, introduz momentos de ternura e humanidade, equilibrando o horror da história. A jornada de Judy é sobre crescimento, responsabilidade e enfrentamento do desconhecido, tornando-a uma figura essencial tanto na batalha contra o mal quanto no desfecho emocional do filme.

Quando Judy localiza os Smurls, Ed, Lorraine e Tony unem forças com ela para enfrentar a entidade maligna. O clímax do filme é uma sequência eletrizante que mistura possessões, exorcismos e fenômenos sobrenaturais com emoção humana. Lorraine explora suas habilidades psíquicas, Judy enfrenta suas visões mais perturbadoras, e Ed lidera o confronto com coragem e fé. O terror se mistura à emoção, reforçando que amor, união e coragem podem prevalecer diante do mal mais profundo. A destruição do espelho amaldiçoado encerra o conflito, permitindo que a família Smurl viva com mais tranquilidade e que os Warrens guardem o objeto em segurança em seu Museu do Ocultismo.

Onde assistir

O flme está em cartaz em todo o Brasil, com sessões em horários variados e versões acessíveis, incluindo legendas e recursos para pessoas com deficiência auditiva. Para conferir horários e comprar ingressos, recomenda-se consultar os cinemas locais ou plataformas online de bilheteria.

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