Alienígenas existem? Novo filme de Steven Spielberg parte dessa pergunta para construir um dos mistérios mais aguardados do ano

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O que aconteceria se a humanidade recebesse uma prova impossível de contestar de que não está sozinha no universo? Essa é a pergunta que move Dia D, novo longa de ficção científica dirigido por Steven Spielberg, que estreia nos cinemas brasileiros em 11 de junho.

Embora o título sugira um acontecimento específico, a história não gira em torno de uma batalha ou de uma invasão alienígena tradicional. Em vez disso, Spielberg aposta em algo mais inquietante: mostrar como pessoas comuns reagem quando a realidade muda de forma repentina e ninguém consegue explicar exatamente o que está acontecendo.

A trama começa quando uma meteorologista sofre um colapso durante uma transmissão ao vivo. Diante das câmeras, ela perde a capacidade de falar normalmente e passa a emitir sons estranhos. O episódio rapidamente se espalha pelas redes de comunicação e deixa de ser tratado como um caso isolado quando situações semelhantes começam a surgir em diferentes partes do planeta.

A partir desse momento, governos, cientistas, empresas privadas e cidadãos comuns tentam entender a origem dos acontecimentos. O problema é que as respostas não aparecem na mesma velocidade que as perguntas. Enquanto o número de casos aumenta, cresce também a suspeita de que uma inteligência desconhecida pode estar influenciando a humanidade.

É justamente essa construção de mistério que diferencia Dia D de muitas produções recentes do gênero. Em vez de apresentar imediatamente uma ameaça visível, o filme parece interessado em explorar a sensação de incerteza. O público acompanha personagens tentando interpretar sinais, descobrir conexões e entender se aquilo representa um contato, uma invasão ou algo completamente diferente.

A protagonista é Margaret Fairchild, interpretada por Emily Blunt (Oppenheimer, Um Lugar Silencioso). Meteorologista e ex-jornalista investigativa, ela se torna uma das primeiras pessoas a perceber que os acontecimentos podem estar ligados a algo muito maior do que aparentam. Sua experiência em analisar informações e identificar padrões a coloca no centro da investigação.

Ao mesmo tempo, a história acompanha Daniel Kellner, personagem de Josh O’Connor (Rivais, The Crown), um especialista em segurança digital que passa a divulgar documentos sigilosos relacionados a supostos programas secretos mantidos há décadas. Enquanto tenta expor essas informações, ele se torna alvo de grupos interessados em impedir que determinados segredos venham à tona.

Outro personagem importante é Noah Scanlon, vivido por Colin Firth (O Discurso do Rei, Kingsman), líder da influente empresa Wardex. A presença da corporação na trama sugere que parte das respostas pode não estar apenas nos governos, mas também nas organizações privadas que acumulam poder e informação.

O elenco ainda reúne nomes conhecidos como Eve Hewson (Bad Sisters), Colman Domingo (Rustin, Fear the Walking Dead), Wyatt Russell (Thunderbolts), além de Elizabeth Marvel e Elliot Villar.

Para quem está pensando em assistir ao filme, vale saber que Dia D parece se aproximar mais de produções como Contatos Imediatos do Terceiro Grau e A Chegada do que de histórias focadas exclusivamente em ação e destruição. Os materiais divulgados até agora indicam uma narrativa construída sobre investigação, suspense e descoberta gradual dos acontecimentos.

Outro ponto que chama atenção é o retorno de Spielberg a um tema que ajudou a definir sua carreira. O diretor foi responsável por algumas das obras mais influentes da ficção científica moderna, incluindo E.T. – O Extraterrestre, Contatos Imediatos do Terceiro Grau e Guerra dos Mundos. Em cada uma delas, a chegada do desconhecido serviu para explorar medos, expectativas e transformações sociais. Tudo indica que Dia D seguirá uma linha semelhante.

Para o público, a principal informação é que o filme não parece interessado apenas em responder se existem alienígenas. A proposta é observar como a sociedade reage quando antigas certezas deixam de existir. Como governos lidam com informações que não conseguem controlar? Como as pessoas diferenciam fatos de boatos em um cenário de pânico? E o que acontece quando uma descoberta dessa magnitude deixa de ser teoria e passa a fazer parte da realidade?

Resumo A Infância de Romeu e Julieta 19/07/2023 quarta

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Resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta de 19/07/2023, quarta-feira. A exibição está prevista para acontecer às 21h, no SBT.

No resumo do capítulo da novela A Infância de Romeu e Julieta – Glaucia teve uma conversa reveladora com Vera, explicando os motivos por trás da contratação de Vitor. Segundo ela, Vitor possuía um amplo conhecimento sobre a concorrência, o que tornava sua contratação uma estratégia inteligente para a empresa. Em uma conversa particular com Vera, Vitor se apresentou como um grande admirador da família Monteiro e expressou seu desejo sincero de promover mudanças positivas no ambiente de trabalho. Enquanto isso, Julieta compartilhou com Clara sua recente briga com os amigos. Clara, baseada em sua própria experiência pessoal, decidiu aconselhar Julieta, contando a história de uma desavença entre amigos no passado que havia dividido todo o bairro. Em um flashback emocionante, Clara narrou para Julieta como era a relação entre ela, Hélio, Leandro e Fausto quando eram apenas crianças, ressaltando a importância da amizade e da união. Mauro explicou a Telma que Trufa, o adorável animal de estimação, havia causado danos em seu apartamento. Como solução, Mauro decidiu entregá-la à vizinha. Telma informou Ellen que Trufa estava de castigo e, ao verificar a caminha do animal, Ellen fez uma descoberta surpreendente – o restante da bandeira da gangue Pedalzera estava escondido ali. Essa revelação indicava que Trufa havia tido algum tipo de envolvimento com a gangue, o que levantava questões sobre o paradeiro dos outros membros. Após muita reflexão, Mariana tomou uma decisão importante – ela decidiu aceitar a proposta de montar o restaurante de Daniel no Armazém. No entanto, essa escolha não foi fácil para ela, pois significava misturar assuntos pessoais e profissionais. Daniel, por sua vez, compartilhou sua própria perspectiva sobre a situação com Mariana, revelando que havia desistido de ter uma sociedade com Telma devido às complicações que surgiam ao misturar esses dois aspectos. Mariana, intrigada, questionou se havia algo mais entre Daniel e Telma, deixando uma ponta de curiosidade no ar.

Ainda na novela A Infância de Romeu e Julieta, Vitor se encontrava admirando Pórcia e pensando em como conquistá-la da melhor forma possível. Essa atração poderia gerar novos conflitos e emoções à trama, trazendo um elemento romântico e interessante para a história. No CEC, as crianças do Lado Torre impuseram a Julieta que se afastasse de Romeu. Julieta, determinada, rebateu afirmando que essa rivalidade não fazia sentido. Alex, membro do grupo, respondeu mencionando que a família Campos já havia prejudicado bastante a família Monteiro, alimentando ainda mais as tensões entre os personagens. Os sentimentos feridos e as disputas entre as famílias pareciam estar chegando a um ponto crítico. Enquanto isso, os membros do Pedalzera, com suas roupas sofisticadas, planejavam entrar no Residencial Verona. Nesse momento, eles avistaram Crânio, um dos membros da gangue, entrando no condomínio. Essa cena deixava no ar uma nova reviravolta prestes a acontecer, sugerindo que a trama se aprofundaria ainda mais no universo do crime e da rivalidade entre as gangues.Assim, as tensões, os conflitos e as reviravoltas continuavam a se desenrolar nesse episódio cheio de emoções, preparando o terreno para os próximos eventos emocionantes que estavam por vir.

O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

A Morte do Demônio: Em Chamas ganha trailer final e apresenta nova história de possessões que expande a franquia

A Warner Bros. Pictures apresentou o trailer final de A Morte do Demônio: Em Chamas, novo longa da franquia de terror criada por Sam Raimi. O filme chega aos cinemas brasileiros m 9 de julho e será o sexto capítulo da série Evil Dead. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

O material divulgado pela Warner indica que o longa-metragem mantém elementos tradicionais da franquia, como possessões demoníacas, violência gráfica e horror corporal, mas com uma história inédita e novos personagens.

Dirigido e coescrito pelo francês Sébastien Vaniček, responsável pelo elogiado terror Infestados (2023), o longa apresenta uma trama independente, sem ligação direta com os protagonistas dos filmes anteriores. A produção tem supervisão de Sam Raimi e Rob Tapert, nomes envolvidos com a franquia desde o primeiro filme lançado em 1981.

A história acompanha uma família que se reúne em uma casa isolada após a morte do filho de uma das integrantes. O encontro, marcado pelo luto, é interrompido quando uma força sobrenatural começa a agir sobre os presentes. Aos poucos, os familiares são transformados em Deadites, criaturas possuídas que se tornaram um dos elementos mais conhecidos da série.

O elenco é liderado por Souheila Yacoub (Duna: Parte Dois e Climax), que interpreta Alice. Também estão no filme Tandi Wright (Pearl e Jack Irish), Hunter Doohan (Wandinha e Your Honor), Luciane Buchanan (O Agente Noturno e Sweet Tooth), Erroll Shand (The Brokenwood Mysteries e Under the Vines), George Pullar (A Place to Call Home e Barons), Maude Davey (The Moogai e Wentworth), Tapiwa Soropa (Far North) e o jovem Keanu Karim. O elenco ainda conta com a participação do ator e cineasta francês Alain Chabat (Asterix & Obelix: Missão Cleópatra e A Noite no Museu 2), que interpreta o pai de Alice.

As filmagens foram realizadas na Nova Zelândia entre julho e outubro de 2025. A direção de fotografia ficou a cargo de Philip Lozano, profissional que trabalhou anteriormente em produções como The Nun II e The Last Voyage of the Demeter.

Criada por Sam Raimi, a franquia Evil Dead começou em 1981 com Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio, produção de baixo orçamento que se transformou em um clássico do terror. A série ganhou continuações estreladas por Bruce Campbell e foi relançada para uma nova geração em 2013, com A Morte do Demônio. Em 2023, A Morte do Demônio: A Ascensão levou a história para um cenário urbano e arrecadou mais de US$ 147 milhões nas bilheterias mundiais.

Saiba qual filme vai passar na Temperatura Máxima 29/10/2023

Neste próximo domingo, dia 29/10/2023, prepare-se para uma sessão de cinema emocionante com o programa Temperatura Máxima. Nessa ocasião, será exibido o empolgante filme “Assassin’s Creed”. A trama é uma fusão perfeita de ação e aventura, garantindo que os telespectadores fiquem totalmente imersos na história.

O enredo gira em torno de Callum Lynch, um homem resgatado por uma misteriosa e poderosa corporação em busca de um objeto de grande valor conhecido como a Maçã do Éden. Utilizando uma tecnologia revolucionária, eles permitem que Callum reviva as incríveis aventuras de Aguilar, um corajoso guerreiro espanhol do século XV, que também é seu ancestral e detém informações cruciais sobre a localização da Maçã.

O elenco é estelar, incluindo talentosos atores como Brendan Gleeson, Charlotte Rampling, Marion Cotillard, Michael Fassbender, Jeremy Irons e Ariane Labed. A direção é da competente Justin Kurzel, e o filme tem sua origem no Canadá, garantindo uma experiência cinematográfica de altíssima qualidade.

Curiosidades do filme Assassin’s Creed

Um Encontro com o Mundo dos Jogos: “Assassin’s Creed” é uma adaptação da popular série de videogames que cativou milhões de jogadores em todo o mundo. A equipe por trás do filme tinha a tarefa de capturar a essência dos jogos e traduzi-la para a tela grande. Isso envolvia não apenas trazer a história à vida, mas também capturar a atmosfera única dos jogos.

Estrelas em Ação: O elenco do filme é um dos seus maiores trunfos. Com atores de renome como Michael Fassbender, Marion Cotillard, Jeremy Irons e outros, o filme tinha um elenco de alto calibre que contribuiu para o seu sucesso. A presença dessas estrelas não apenas aumentou o apelo do filme, mas também trouxe uma qualidade excepcional à interpretação dos personagens.

Uma História Original no Universo dos Jogos: Enquanto o filme é ambientado no mesmo universo dos jogos, ele optou por contar uma história original que não se baseia diretamente em nenhum dos jogos existentes. Essa abordagem permitiu que a equipe criativa explorasse novos elementos do enredo e expandisse o rico universo da série.

Cenas de Ação Espetaculares: “Assassin’s Creed” é notável por suas cenas de ação espetaculares. As coreografias de luta meticulosamente ensaiadas e as acrobacias ousadas são características marcantes do filme. A habilidade dos assassinos em escalar e pular de edifícios altos é recriada com maestria na tela.

Visualmente Deslumbrante: A atenção aos detalhes na recriação de locais históricos e a representação das eras históricas são impressionantes. O filme transporta o público para a Espanha do século XV de maneira convincente, oferecendo uma experiência visual que encanta os espectadores.

Dualidade entre o Presente e o Passado: Uma característica fundamental da franquia “Assassin’s Creed” é a narrativa que se desenrola tanto nos tempos modernos quanto no passado. Graças à tecnologia do Animus, que permite a exploração das memórias genéticas dos antepassados, o filme mantém essa dualidade, criando uma trama complexa e envolvente que abrange diferentes épocas.

O Papel do Animus: O Animus, o dispositivo que permite acessar as memórias genéticas dos antepassados, é um elemento icônico da série. No filme, o design do Animus foi repensado para torná-lo mais cinematográfico. Os personagens experimentam as memórias em um ambiente vertical, criando sequências de ação dinâmicas e emocionantes.

Temas Filosóficos em Jogo: Assim como nos jogos, o filme aborda questões filosóficas profundas, como livre-arbítrio versus controle e a busca pela liberdade. Isso adiciona camadas de complexidade à trama e estimula reflexões sobre questões existenciais.

Horário de exibição da Temperatura Máxima

Não deixe de assistir a essa exibição especial de “Assassin’s Creed”, programada para começar às 12:30, logo após o programa esportivo “Esporte Espetacular”. É a oportunidade ideal para se envolver em uma emocionante jornada repleta de ação, mistérios e reviravoltas, tudo isso no conforto de sua casa. Aventure-se neste próximo domingo com o “Temperatura Máxima” e mergulhe de cabeça nessa história eletrizante.

Marcial Maciel: O Lobo de Deus | HBO Max revela trailer da série chocante sobre abusos, silêncio e impunidade dentro da Igreja

Os Estranhos

A HBO Max revelou nesta sexta, 1º de agosto, o trailer oficial de Marcial Maciel: O Lobo de Deus, série documental que promete abalar estruturas ao explorar a trajetória sombria e cheia de contradições do fundador dos Legionários de Cristo. Prevista para estrear no dia 14 de agosto, a produção traz à tona documentos inéditos, depoimentos comoventes de sobreviventes e vozes fundamentais do jornalismo investigativo. Com imagens fortes e uma edição envolvente, o trailer já antecipa o tom impactante da narrativa, que convida o público a revisitar um dos escândalos mais desconcertantes da Igreja Católica recente. Abaixo, confira o vídeo:

Durante boa parte do século 20, Marcial Maciel foi celebrado como um renovador da fé cristã. Carismático, misterioso e politicamente influente, o fundador dos Legionários de Cristo era visto por muitos como um exemplo de virtude e disciplina, alguém dedicado à formação de seminaristas e ao crescimento da congregação ao redor do mundo. No entanto, sob a imagem de devoção, escondia-se um homem capaz de abusos inimagináveis — protegido por décadas por uma rede de silêncio, poder e adulação cega.

É esse enredo perturbador, repleto de contradições e ainda carregado de feridas abertas, que a série propõe a desvendar. A produção da Anima Films em parceria com a Warner Bros. Discovery mergulha fundo em relatos de sobreviventes, arquivos confidenciais e investigações conduzidas por jornalistas e estudiosos. Em quatro episódios, a obra expõe, com coragem e precisão, um dos capítulos mais sombrios da história recente da fé institucionalizada.

O carisma que encobria a crueldade

A narrativa da série se constrói a partir de um paradoxo cruel: como alguém visto como exemplo de virtude pôde viver tantas vidas paralelas, causando tamanho estrago em tantas outras? Como um homem que pregava o celibato e a disciplina podia, ao mesmo tempo, manter filhos escondidos, usar drogas pesadas e abusar sexualmente de dezenas de seminaristas sob sua tutela?

Essas perguntas, ainda sem resposta clara, são o fio condutor da série. Através de relatos em primeira pessoa de vítimas, ex-membros da Legião e jornalistas investigativos que dedicaram anos ao caso, o documentário reconstrói os bastidores de uma história marcada não apenas por abusos, mas por uma rede de acobertamentos cuidadosamente montada.

Entre os nomes que ajudam a costurar esse retrato estão o premiado jornalista Jason Berry, pioneiro nas investigações sobre abusos no clero; a repórter mexicana Carmen Aristegui, cuja voz firme se tornou símbolo de resistência em meio à censura; e o escritor Emiliano Ruiz Parra, que reflete sobre os desdobramentos culturais e sociais do caso.

Vozes feridas, mas não caladas

Há algo de profundamente tocante na forma como a série ouve suas fontes. Muitos dos entrevistados falam com pausas longas, olhos marejados, às vezes em ambientes que parecem não ter sido frequentados há muito tempo. São homens que, em sua juventude, acreditaram estar respondendo a um chamado divino, mas encontraram um pesadelo disfarçado de vocação.

Um deles descreve como Maciel “chegava como um pai”, apenas para, em questão de horas, se transformar em algo indecifrável. Outro confessa ter vivido anos com vergonha de contar à própria família o que sofreu, por medo de não ser acreditado. A série não oferece alívio — ela mergulha fundo na dor, sem manipular o espectador. O sofrimento é real. A vergonha, também. Mas a coragem de falar talvez seja o que mais impressiona.

Documentos, arquivos e omissões

A estrutura da série alterna esses depoimentos com documentos confidenciais e materiais de arquivo, muitos deles inéditos. Cartas internas da Legião, memorandos do Vaticano, registros de viagens com identidades falsas, recibos de transferências milionárias. Tudo aponta para uma engrenagem que não apenas permitia os abusos — como, em certos momentos, os facilitava.

O espectador é levado a entender que o caso Maciel não se trata apenas de um homem com desvios de conduta. Trata-se de um sistema. Uma arquitetura de poder construída com base na obediência cega, no silêncio institucional e na blindagem hierárquica. As consequências não se limitam às vítimas diretas: envolvem famílias, comunidades inteiras, fiéis que, até hoje, se veem divididos entre a fé e a verdade.

Muito além de um escândalo

Marcial Maciel morreu em 2008, sem nunca ter sido formalmente julgado por seus crimes. Morreu idoso, longe das câmeras, acolhido por parte da estrutura que ajudou a criar. Mas sua ausência física não significou o fim do seu legado — e é isso que a série enfatiza.

Os Legionários de Cristo, apesar de terem sofrido reformulações, ainda atuam em mais de 25 países. Muitos ex-integrantes continuam lutando por reconhecimento oficial das agressões sofridas, por reparação financeira, por espaço para recomeçar. Alguns deixaram completamente a vida religiosa; outros ainda tentam conciliar espiritualidade com a dor que carregam no corpo e na alma.

A série mostra que, enquanto a Igreja tenta cicatrizar suas feridas públicas, há um número incalculável de feridas privadas que seguem abertas. E que o silêncio ainda é, muitas vezes, a regra — não a exceção.

Técnica e sensibilidade

É preciso destacar a competência técnica da produção. A direção é sóbria, respeitosa, e nunca sensacionalista. Os episódios têm ritmo, mas não atropelam. Cada bloco oferece espaço para o espectador respirar, absorver e refletir. A trilha sonora é discreta, mas eficaz. A fotografia aposta em tons sóbrios, com poucos elementos de distração. A palavra, aqui, é protagonista.

O uso de material de arquivo e reconstituições pontuais é preciso. Nada parece gratuito. A montagem evita dramatizações exageradas. Há algo quase documental no sentido mais puro do termo: mostrar para que se compreenda, não apenas para chocar.

Por que assistir?

Porque esta não é apenas uma série sobre um homem que cometeu crimes. É uma obra sobre as estruturas que permitem que esses crimes se repitam. Sobre o poder que corrompe, mas também sobre a fé que resiste. É, acima de tudo, uma história sobre sobrevivência — e sobre a urgência de escutar quem foi silenciado.

Dan Da Dan confirma 3ª temporada e fãs celebram nova fase do anime

Nesta quinta-feira (18), o universo dos animes ganhou um motivo extra para comemorar. O perfil oficial de Dan Da Dan, a série japonesa que conquistou fãs ao redor do mundo, anunciou oficialmente a chegada de uma terceira temporada. Para marcar a notícia, uma imagem divulgada pelo perfil mostra os protagonistas Okarun, Momo e a icônica Vovó Turbo juntos, celebrando o retorno da produção para mais uma leva de aventuras.

O anúncio não pegou totalmente de surpresa os fãs mais atentos. A segunda temporada de Dan Da Dan terminou recentemente, consolidando o sucesso da obra e deixando a audiência ansiosa por mais. Desde o início, a série se destacou por sua capacidade de mesclar ação, elementos sobrenaturais e humor de maneira única, conquistando tanto o público jovem quanto adultos. A renovação para uma terceira temporada parecia inevitável, mas, até o momento, não há uma data oficial de estreia, mantendo a expectativa lá em cima.

Atualmente, as duas primeiras temporadas estão disponíveis em plataformas de streaming como Crunchyroll e Netflix, com opções de dublagem em diferentes idiomas, permitindo que cada espectador escolha a experiência que prefere — seja a versão original em japonês ou uma adaptação localizada. A série é baseada no mangá homônimo, criado por Yukinobu Tatsu, publicado desde abril de 2021 na plataforma Shōnen Jump+ da editora Shueisha. Até julho de 2025, o mangá já compilava 20 volumes em formato tankōbon, refletindo o crescimento constante da popularidade da obra.

Uma mistura de sobrenatural e absurdo com leveza

O grande charme de Dan Da Dan está na forma como a história combina elementos sobrenaturais com uma narrativa adolescente cheia de humor e reviravoltas. A trama acompanha Momo Ayase, uma estudante do ensino médio que acredita em fantasmas e vem de uma família de médiuns, e Ken Takakura, ou Okarun — abreviação de Occult-kun — que acredita em alienígenas. Essa oposição entre o sobrenatural e o extraterrestre se torna o motor da narrativa, criando situações inusitadas e, muitas vezes, hilárias.

Ao longo da série, os protagonistas entram em uma espécie de competição para provar quem está certo: Momo visita locais ligados a alienígenas, enquanto Okarun explora lugares supostamente assombrados. Durante uma dessas apostas, Momo é abduzida por extraterrestres, mas consegue escapar ao ativar seus chakras, adquirindo habilidades psíquicas. Já Okarun é possuído por um espírito, gerando situações caóticas e cômicas que se tornam marca registrada da série. O trabalho em equipe entre os dois, aproveitando os poderes recém-descobertos, é essencial para enfrentar tanto alienígenas quanto espíritos do folclore japonês.

O equilíbrio entre o sobrenatural e o humor é um dos pontos mais fortes da obra. Momentos absurdos, como a recuperação do corpo de Okarun de órgãos removidos pelo espírito que o possui, se alternam com o desenvolvimento de sentimentos românticos entre os protagonistas. Essa mistura de ação, leve drama e romance torna Dan Da Dan uma experiência diferente de outros animes do gênero, conquistando os espectadores por sua abordagem única.

O mangá: origem de uma história fascinante

Antes de ganhar vida em animação, Dan Da Dan começou como mangá. Yukinobu Tatsu, seu criador, trabalhou como assistente em títulos consagrados como Chainsaw Man de Tatsuki Fujimoto e Hell’s Paradise: Jigokuraku de Yuji Kaku. Essa experiência em grandes produções ajudou Tatsu a desenvolver a narrativa de seu próprio trabalho.

Durante o período como assistente, o autor enfrentou dificuldades financeiras e abriu mão de pequenas indulgências para se dedicar totalmente ao mangá. Em entrevistas, ele contou que essas experiências influenciaram sua visão de mundo e sua abordagem com os personagens: cada vitória, por menor que seja, merece ser celebrada, até mesmo nas ações mais simples, como compartilhar uma refeição.

Tatsu também se inspirou em obras icônicas de terror e fantasia, como os mangás de Junji Ito e a série Ultraman, além de ler e analisar mais de cem mangás shōjo para desenvolver a dinâmica entre Momo e Okarun. Essa atenção aos detalhes é visível na narrativa, em momentos cotidianos como a troca de roupas ou a entrega de uma revista, que carregam significado emocional e fortalecem a conexão entre os protagonistas.

Outro ponto que o autor valoriza são as cenas de refeição na obra, que funcionam como alívio emocional e símbolo de esperança. Inspirado por clássicos como Tonari no Totoro e Kurenai no Buta de Hayao Miyazaki, Tatsu consegue equilibrar ação intensa com momentos de ternura e humanidade, tornando a história mais próxima do público.

Sessão da Tarde exibe Need for Speed: O Filme nesta sexta-feira (5) com perseguição policial e corrida clandestina de alto risco

A Sessão da Tarde desta sexta-feira, 5 de junho de 2026, na TV Globo, exibe Need for Speed: O Filme, produção de ação inspirada na famosa franquia de videogames da Electronic Arts. O longa aposta em uma narrativa centrada em velocidade, vingança e disputa entre pilotos em um circuito ilegal que atravessa os Estados Unidos.

De acordo com o AdoroCinema, a história acompanha Tobey Marshall, interpretado por Aaron Paul, um mecânico que herdou do pai uma oficina especializada em modificação de carros. Ao lado de sua equipe, ele transforma veículos comuns em máquinas de alta performance, ao mesmo tempo em que participa de corridas clandestinas para manter a oficina funcionando.

A vida de Tobey muda quando ele é procurado por Dino Brewster, vivido por Dominic Cooper, um ex-piloto da Fórmula Indy que agora atua no mercado de carros de luxo e modificações. Dino contrata Tobey para finalizar um Mustang raro, projetado por um engenheiro automotivo já falecido. Mesmo desconfiado, Tobey aceita o trabalho por causa da recompensa financeira, o que acaba aproximando os dois novamente.

Após a conclusão do carro, o veículo é vendido, mas a rivalidade entre Tobey e Dino volta a crescer rapidamente. O conflito chega ao ponto de um último racha entre os dois, que também conta com a participação de Pete, amigo próximo de Tobey interpretado por Harrison Gilbertson. A corrida termina em um acidente fatal que resulta na morte de Pete, evento que muda completamente o rumo da história.

Acusado de forma indireta pelo acidente, Tobey é condenado e passa dois anos na prisão. Quando é libertado, ele encontra sua vida destruída e decide montar um plano para participar de uma corrida clandestina de alto nível conhecida no submundo das competições ilegais. O objetivo é confrontar Dino em um ambiente onde regras não existem e onde a disputa envolve grandes riscos, incluindo perseguição policial e rotas atravessando diferentes estados americanos.

Enquanto isso, o filme expande o universo das corridas ilegais ao apresentar uma competição organizada por uma figura misteriosa conhecida como Monarch, interpretado por Michael Keaton. Ele coordena uma corrida clandestina que reúne pilotos de diferentes regiões, criando um evento sem limites de velocidade ou segurança, onde apenas os mais habilidosos conseguem sobreviver até o final.

A narrativa ainda acompanha a formação da equipe de Tobey durante sua jornada, incluindo personagens como Julia Maddon, vivida por Imogen Poots, que ajuda a conectar o protagonista ao mundo dos supercarros e das negociações ilegais, além de integrantes como Maverick, Finn e Joe Peck, interpretados por Scott Mescudi, Rami Malek e Ramón Rodríguez.

Sonic 2: O Filme é atração da Tela Quente desta segunda-feira (14)

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A Tela Quente da próxima segunda-feira, 14 de julho de 2025, exibe Sonic 2: O Filme, continuação do longa lançado em 2020 e inspirado no clássico personagem dos videogames da SEGA. A produção reforça o tom familiar da franquia, combinando humor, ação e referências à cultura gamer.

Nova aventura e novos aliados

Na trama, Sonic vive tranquilamente em Green Hills e deseja provar que está pronto para assumir o papel de herói. Enquanto seus tutores, Tom e Maddie, viajam ao Havaí, o vilão Dr. Robotnik retorna à Terra em busca de uma esmeralda com poderes destrutivos. Desta vez, ele conta com a ajuda de Knuckles, personagem conhecido pelos fãs dos jogos.

Para impedir os planos do antagonista, Sonic une forças com Tails, uma raposa inventora que chega ao planeta em busca do ouriço azul. Juntos, os dois embarcam em uma jornada para localizar a esmeralda antes que ela caia em mãos erradas.

Elenco e dublagem

O elenco reúne nomes como Jim Carrey, no papel de Robotnik, James Marsden, Tika Sumpter e as vozes de Ben Schwartz (Sonic), Colleen O’Shaughnessey (Tails) e Idris Elba (Knuckles). No Brasil, a versão dublada conta com os trabalhos de Tatá Guarnieri, Raphael Rossatto, Manolo Rey, entre outros.

Dirigido por Jeff Fowler, o filme mantém o estilo visual vibrante do primeiro longa e apresenta sequências de ação mais ambiciosas, além de explorar a relação entre os personagens com mais profundidade.

Para além da ação

Mais do que cenas de perseguição e efeitos visuais, o filme aborda temas como responsabilidade, amizade e pertencimento. Sonic, inicialmente impulsivo e ansioso, aprende a importância da parceria e do autocontrole ao longo da trama. A introdução de Tails e Knuckles amplia a narrativa e sugere novos caminhos para a franquia.

Exibição e streaming

Além da exibição na TV Globo, o filme também está disponível no serviço de streaming Universal+, para assinantes. A produção tem duração de 2h02 e é indicada para todas as idades.

Soldado de Chumbo | Vale a pena assistir ao suspense que chegou ao Prime Video com Robert De Niro?

Soldado de Chumbo chegou ao catálogo do Prime Video cercado por uma expectativa natural: um elenco estrelado, uma trama de infiltração em culto militarizado e a presença de nomes como Robert De Niro e Jamie Foxx. Na prática, porém, o filme entrega uma experiência desigual, que tenta equilibrar ação, drama psicológico e conspiração, mas nem sempre consegue sustentar essas camadas.

Dirigido por Brad Furman, o longa foi filmado em 2022 e lançado apenas em 2025, chegando ao público com a promessa de ser um thriller intenso sobre manipulação, lealdade e trauma de guerra. O resultado, no entanto, ficou abaixo do potencial que o próprio conceito sugeria.

Qual é a história do filme?

A trama acompanha Nash Cavanaugh, interpretado por Scott Eastwood, um ex-soldado recrutado pelo governo para uma missão infiltrada dentro de uma organização liderada por um homem carismático e perigoso chamado Bokushi, vivido por Jamie Foxx.

Esse grupo funciona como uma espécie de culto militarizado que promete propósito e pertencimento a veteranos de guerra. Na prática, porém, o sistema esconde uma estrutura de controle psicológico e militar altamente perigosa, que vem chamando a atenção das autoridades.

A missão de Nash é retornar a esse ambiente, agora como infiltrado, e ajudar a desmontar a organização por dentro — algo que inevitavelmente o força a confrontar seu próprio passado.

O filme realmente explora o potencial do seu elenco?

Esse é um dos principais problemas de Soldado de Chumbo. Apesar de contar com nomes fortes como Robert De Niro, no papel do agente Emmanuel Ashburn, o filme raramente aproveita o peso dramático de seus atores.

De Niro, por exemplo, aparece em uma função mais expositiva do que realmente ativa na narrativa. Seu personagem serve como suporte da missão, mas sem grandes momentos que explorem sua presença ou profundidade emocional.

O mesmo acontece com Jamie Foxx, que interpreta Bokushi. Embora o personagem tenha uma proposta interessante como líder carismático e manipulador, sua construção oscila entre momentos exagerados e decisões narrativas pouco consistentes.

O protagonista sustenta a narrativa?

Scott Eastwood assume o papel central como Nash, mas o roteiro não oferece camadas suficientes para transformar sua jornada em algo realmente marcante. O personagem vive dividido entre o passado traumático e a missão atual, porém essa dualidade raramente é explorada com profundidade.

Em vez disso, o filme opta por seguir uma estrutura mais previsível, com cenas de infiltração, conflitos internos e confrontos diretos que não fogem muito do padrão do gênero.

A ideia do culto militarizado funciona na prática?

A premissa de um grupo de veteranos transformado em uma espécie de seita armada é, sem dúvida, o elemento mais interessante do filme. Existe aqui um potencial claro para discutir manipulação psicológica, fragilidade emocional e abuso de autoridade.

No entanto, a execução não aprofunda essas questões. O culto liderado por Bokushi até cria uma atmosfera de tensão, mas o roteiro não desenvolve com consistência os mecanismos de controle ou o impacto real sobre seus seguidores.

O filme entrega ação satisfatória?

Apesar das falhas narrativas, Soldado de Chumbo ainda tenta se sustentar como um thriller de ação. Há sequências de confronto, infiltração e tensão física que mantêm o ritmo em alguns momentos.

Porém, essas cenas acabam não se destacando dentro do gênero, especialmente quando comparadas a outros filmes de ação mais bem estruturados. A falta de impacto emocional reduz a força das cenas mais intensas.

A recepção justifica as críticas?

O filme chegou ao público com uma recepção majoritariamente negativa da crítica especializada. As principais observações apontam para um roteiro irregular, desenvolvimento superficial de personagens e falta de identidade clara entre drama psicológico e ação militar.

Mesmo assim, o longa encontrou espaço no streaming, principalmente por conta do elenco conhecido e da curiosidade em torno da combinação de seus protagonistas.

Vale a pena assistir?

A resposta depende do que o espectador espera. Se a ideia é ver um thriller de ação simples, com ritmo constante e elenco famoso, o filme pode funcionar como entretenimento passageiro.

Mas se a expectativa envolve uma narrativa mais profunda, personagens bem desenvolvidos ou uma abordagem original sobre culto militar e trauma de guerra, Soldado de Chumbo tende a decepcionar.

Harry Potter | Descubra os salários milionários dos jovens atores que vivem Harry, Hermione e Rony

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A magia de Hogwarts está prestes a invadir a tela pequena, e junto com ela vêm salários de cair o queixo. Dominic McLaughlin, Arabella Stanton e Alastair Stout, que vão interpretar Harry, Hermione e Rony na nova série da HBO, receberão mais de R$ 3 milhões cada apenas pela primeira temporada. Se mantiverem esse ritmo, esses jovens atores podem se tornar multimilionários antes mesmo de completarem 18 anos.

A série vai começar com o clássico Harry Potter e a Pedra Filosofal e promete manter a essência dos livros de J.K. Rowling, trazendo aos espectadores a história que conquistou o mundo inteiro, mas com um olhar fresco e mais próximo da realidade das crianças e adolescentes de hoje.

Jovens atores saem do anonimato direto para Hogwarts

Para Dominic, Arabella e Alastair, a vida mudou da noite para o dia. Saíram praticamente do anonimato e, agora, fazem parte de uma das franquias mais amadas do entretenimento mundial. A comparação com os filmes mostra que o caminho para o sucesso sempre foi grande, mas agora o salto é ainda maior: Daniel Radcliffe recebeu cerca de R$ 5 milhões no primeiro filme, e Emma Watson e Rupert Grint um pouco menos. Mas, com o sucesso da saga, os valores cresceram exponencialmente: nos filmes finais, Radcliffe chegou a R$ 262 milhões, e Watson e Grint, aproximadamente R$ 157 milhões cada.

Os jovens da série da HBO já começam com salários impressionantes e a tendência é que esse valor continue crescendo nas próximas temporadas, mostrando o quanto o estúdio aposta no talento e no futuro deles.

Uma produção que promete fidelidade e emoção

A série começou a ser planejada em 2021, com a intenção de criar uma adaptação fiel de toda a saga ao longo de uma década. A HBO, junto à Warner Bros. Television, Brontë Film & TV e Heyday Films, está à frente da produção. A busca pelos atores principais foi intensa: mais de 32.000 crianças e adolescentes se inscreveram para os papéis de Harry, Rony e Hermione. Dominic McLaughlin, Alastair Stout e Arabella Stanton foram os escolhidos, trazendo energia, carisma e talento para o projeto.

O elenco também conta com nomes experientes, como John Lithgow, Janet McTeer, Paapa Essiedu e Nick Frost, que interpretam papéis coadjuvantes importantes, e ainda uma série de personagens recorrentes que completam o universo da história.

Gravando a magia de Hogwarts

As filmagens começaram em julho de 2025 nos Leavesden Studios, local que já é sinônimo de magia para os fãs da saga. A primeira temporada terá oito episódios e está prevista para estrear no início de 2027. Originalmente pensada para o streaming Max, a produção agora será exibida na HBO, buscando alcançar ainda mais espectadores e manter a experiência da magia de Hogwarts viva e acessível.

O desafio é grande: recriar o mundo de Harry Potter para a TV envolve manter a essência dos livros, mas também adaptar a narrativa para uma nova geração, com cenas que emocionem, encantem e surpreendam.

A história de sempre, com um olhar novo

A primeira temporada cobrirá toda a trama de Pedra Filosofal, apresentando os personagens em sua infância e mostrando a amizade e coragem que definem Harry, Hermione e Rony. Mas, além da história clássica, a série promete trazer nuances mais profundas dos personagens, explorando suas emoções, dilemas e crescimento pessoal de forma mais humanizada e próxima do público.

A série ainda reforça diversidade e inclusão, desde o processo de seleção do elenco até a forma como os personagens serão retratados. A intenção é criar uma experiência de fantasia que seja acolhedora e representativa para todos.

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