Veja qual filme a TV Globo exibe na Sessão da Tarde desta quinta-feira (8)

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A Sessão da Tarde desta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, leva ao ar na TV Globo a comédia brasileira “Tô Ryca”, produção lançada em 2016 que conquistou o público com humor popular e uma protagonista carismática. Dirigido por Pedro Antonio Paes (Um Tio Quase Perfeito, Um Natal Cheio de Graça), o longa é estrelado por Samantha Schmütz (Minha Mãe É Uma Peça, Vai Que Cola) e reúne nomes conhecidos da comédia nacional.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, na trama, Selminha Oléria Silva, conhecida como SOS, é uma frentista que leva uma vida simples e enfrenta dificuldades financeiras. Tudo muda quando ela descobre ser a única herdeira de uma grande fortuna deixada por um tio distante. Para ter acesso definitivo ao dinheiro, no entanto, Selminha precisa cumprir uma condição nada comum: gastar R$ 30 milhões em apenas 30 dias, sem guardar nada, sem acumular bens e sem contar a ninguém sobre o desafio.

A partir desse ponto, o filme se transforma em uma corrida contra o tempo, marcada por compras impulsivas, situações exageradas e uma sucessão de confusões. Conforme tenta se livrar do dinheiro, Selminha percebe que sua nova realidade atrai interesses inesperados e altera profundamente suas relações pessoais. Em meio ao caos financeiro, a protagonista acaba refletindo sobre amizade, confiança e o verdadeiro significado de riqueza.

Samantha Schmütz conduz a narrativa com seu humor característico, apostando em exageros físicos e timing cômico apurado. O elenco de apoio reforça o tom popular da comédia, com participações de Marcelo Adnet (Tá no Ar: A TV na TV, O Dentista Mascarado), Katiuscia Canoro (Zorra Total, Minha Mãe É Uma Peça), Marcus Majella (Vai Que Cola, Minha Vida em Marte), Fabiana Karla (Sob Pressão, Sai de Baixo), Anderson Di Rizzi (Amor à Vida, A Dona do Pedaço), Mauro Mendonça (Belíssima, Passione) e Marília Pêra (Pixote, Central do Brasil), em sua última atuação no cinema.

Lançado nos cinemas brasileiros em 22 de setembro de 2016, com distribuição da Paris Filmes e da Downtown Filmes, Tô Ryca obteve um desempenho sólido nas bilheteiras. Em sua semana de estreia, o longa vendeu mais de 210 mil ingressos, número expressivo para produções nacionais. Ao longo das semanas seguintes, manteve boa presença de público, até ultrapassar a marca de 1,1 milhão de espectadores, consolidando-se como um sucesso comercial.

A recepção crítica foi mista, com elogios ao carisma da protagonista e ao humor acessível, mas também comparações frequentes com a comédia americana “Chuva de Milhões” (1985), cuja premissa é semelhante. Ainda assim, o apelo popular garantiu a continuidade da história, culminando no lançamento de “Tô Ryca 2”, em 2022.

“Descendentes 3” é destaque da Sessão da Tarde na TV Globo nesta segunda-feira (28/07)

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Nesta segunda-feira, 28 de julho de 2025, a TV Globo traz para a sua tradicional Sessão da Tarde o filme “Descendentes 3″, um dos títulos mais queridos do universo Disney Channel que conquistou jovens, adolescentes e até adultos ao redor do mundo. Com uma combinação poderosa de fantasia, aventura, música e mensagens inspiradoras, o filme encerra a trilogia que acompanha a saga dos filhos dos vilões e heróis clássicos da Disney, mostrando que, apesar de suas origens, é possível escolher o próprio destino.

O universo mágico de Auradon e a Ilha dos Perdidos: cenário da saga

Para entender a importância de Descendentes 3, é preciso mergulhar no universo criado pela Disney, onde o tradicional encontra o contemporâneo de forma vibrante e cheia de nuances. Auradon é um reino mágico onde os filhos dos heróis vivem com segurança e liberdade, desfrutando de uma vida plena e cheia de oportunidades. Por outro lado, a Ilha dos Perdidos é o lugar onde os filhos dos vilões foram inicialmente confinados, afastados de Auradon por suas origens sombrias.

O filme retrata essa divisão, mas acima de tudo, explora a ideia de que a origem não define quem somos. Mal (Dove Cameron), filha da poderosa Malévola e do temível Hades, é a protagonista dessa história de crescimento e amadurecimento, que luta para encontrar seu lugar entre os dois mundos e mostrar que é possível quebrar ciclos de preconceito e vingança.

Em Descendants 3, o equilíbrio entre esses mundos está ameaçado, e a barreira mágica que protege a Ilha dos Perdidos é rompida. Isso desencadeia uma série de eventos que colocam em risco a paz de Auradon, e cabe a Mal e seus amigos impedir que a escuridão tome conta novamente.

O enredo principal de Descendentes 3 começa com um momento de esperança: o príncipe Ben (Mitchell Hope), herdeiro do reino de Auradon e filho do casal Bela e Fera, pede a mão de Mal em casamento, sinalizando o futuro brilhante e pacífico que eles desejam construir juntos. Mal está prestes a se tornar rainha, um símbolo de que o amor pode vencer todas as diferenças.

Porém, como toda boa história, esse caminho está longe de ser tranquilo. Mal precisa lidar com ameaças do passado e do presente. Audrey (Sarah Jeffery), a filha da Bela Adormecida, surge como uma antagonista inesperada, roubando o cetro e a coroa, e transformando-se numa versão malvada de si mesma. Além disso, Mal encara o desafio de seu pai, Hades (Cheyenne Jackson), o senhor do submundo, que tenta quebrar a barreira mágica da Ilha dos Perdidos para tomar Auradon.

No meio desse turbilhão, Mal, junto com seus fiéis amigos — Evie (Sofia Carson), Carlos (Cameron Boyce) e Jay (Booboo Stewart) — precisa recrutar uma nova geração de descendentes de vilões para ajudar na missão de salvar Auradon e impedir que Audrey destrua tudo.

O filme é uma montanha-russa de emoções: tem aventura, tensão, momentos engraçados e, claro, as famosas canções que fazem os fãs cantarem junto. Mas mais do que isso, ele aborda temas como lealdade, amizade, escolhas e a importância de acreditar em si mesmo, mesmo quando o mundo parece conspirar contra você.

Um elenco talentoso e carismático que conquista gerações

A força do filme está no seu elenco talentoso, que retorna para dar vida a personagens complexos e apaixonantes. Dove Cameron, que interpreta Mal, é o coração da história. Sua atuação transmite tanto a força da personagem quanto sua vulnerabilidade diante dos desafios. Mal é uma jovem que carrega o peso do legado dos vilões, mas que escolhe lutar pelo bem, mostrando que é possível mudar a própria história.

Cameron Boyce, no papel de Carlos, traz uma energia contagiante e representa a diversidade da nova geração. Boyce, infelizmente, faleceu precocemente em 2019, mas seu trabalho como Carlos permanece uma parte querida da franquia, celebrada com carinho pelos fãs.

Sofia Carson, como Evie, filha da Rainha Má, exibe elegância e uma personalidade encantadora, equilibrando confiança com momentos de dúvida e crescimento. Booboo Stewart, interpretando Jay, e Sarah Jeffery, como a antagonista Audrey, completam o grupo principal com performances memoráveis.

Além deles, o elenco de apoio também é fundamental para enriquecer o universo de Auradon e da Ilha dos Perdidos. Personagens como Harry Gancho (Thomas Doherty), Gil (Dylan Playfair), Jane (Brenna D’Amico) e Celia (Jadah Marie) aparecem para agregar ainda mais diversidade e profundidade à trama.

A direção de Kenny Ortega, com vasta experiência em musicais e produções familiares, traz ritmo e emoção para o filme, unindo música, dança e narrativa de forma harmônica e cativante.

Dublagem em português

Para o público brasileiro e português, o sucesso do filme também se deve à qualidade das versões dubladas, que conseguem captar toda a essência dos personagens e trazer emoção às cenas, sem perder a magia da obra original.

No Brasil, nomes como Michelle Giudice (Mal), Lipe Volpato (Carlos), Flora Paulita (Evie), Agatha Paulita (Audrey) e Ítalo Luiz (Jay) dão voz a personagens queridos, ajudando a conectar as crianças e adolescentes com a história de forma natural e envolvente. A dublagem também é acompanhada de canções adaptadas, mantendo a musicalidade que é marca registrada da franquia.

Em Portugal, a responsabilidade fica com talentos como Raquel Ferreira, que dubla Mal, Luís Lobão como Ben, e Catarina Mago na voz de Audrey. A direção de dublagem e a tradução cuidadosa garantem que o filme mantenha seu charme e humor mesmo após a adaptação linguística.

Essa atenção à dublagem reforça o compromisso das produtoras e da TV Globo em oferecer entretenimento acessível e de qualidade para todos, ampliando o alcance da mensagem positiva que Descendentes 3 traz.

Música e coreografia

Uma das características mais marcantes de Descendants 3 são suas músicas originais e números coreográficos que empolgam o público. A trilha sonora combina pop, ritmos modernos e baladas emocionantes que ajudam a contar a história e aprofundar a personalidade dos personagens.

Cada canção é cuidadosamente construída para refletir os conflitos internos, esperanças e sonhos dos protagonistas, tornando-se um verdadeiro convite para cantar e se emocionar junto. A música tem papel fundamental em transmitir as mensagens do filme, muitas vezes falando sobre autoconfiança, união e a importância de fazer escolhas conscientes.

As coreografias, por sua vez, são dinâmicas e cheias de energia, fruto da expertise de Kenny Ortega, que sabe como usar a dança para enriquecer a narrativa sem perder o ritmo da história

Desde o lançamento do primeiro filme, em 2015, a franquia Descendants conquistou uma base sólida de fãs em todo o mundo. A proposta de revisitar o universo dos contos de fada da Disney a partir da perspectiva dos filhos dos vilões foi inovadora e atrativa, abrindo espaço para uma reflexão sobre temas como redenção, diversidade e empoderamento.

Além dos filmes, a franquia se expandiu para outras mídias, como séries animadas, livros, brinquedos e jogos, consolidando-se como um fenômeno do entretenimento jovem.

A importância dessa franquia vai além da diversão: ela cria um espaço onde crianças e adolescentes podem se identificar com personagens que não são perfeitos, que enfrentam dúvidas e dificuldades, mas que escolhem trilhar um caminho de crescimento e amizade. É um exemplo de como as histórias podem educar e inspirar ao mesmo tempo.

O legado de Descendants é também marcado pelo carinho dos fãs que acompanham a trajetória dos personagens e dos atores, especialmente em memória de Cameron Boyce, cuja contribuição para a série permanece viva no coração do público.

Por que assistir Descendentes 3 na Sessão da Tarde?

A Sessão da Tarde da TV Globo é conhecida por oferecer opções de entretenimento que reúnem qualidade, leveza e diversão para toda a família. O filme se encaixa perfeitamente nesse perfil, pois traz uma combinação equilibrada de aventura, emoção e mensagens positivas. Além disso, o filme serve como um excelente ponto de partida para quem ainda não conhece a franquia, despertando curiosidade para assistir os filmes anteriores e o spin-off animado Descendants: The Royal Wedding.

“O Agente Secreto” ultrapassa 2 milhões de espectadores e se transforma em um acontecimento cultural no Brasil

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Chegar a 2 milhões de espectadores nos cinemas brasileiros já é, por si só, um feito raro para qualquer produção nacional. Fazer isso na 14ª semana em cartaz torna a conquista ainda mais impressionante. Com 2.011.329 ingressos vendidos, O Agente Secreto confirma que sua trajetória nas salas de cinema foge completamente do padrão. Em vez de perder força com o passar das semanas, o filme de Kleber Mendonça Filho ganhou novo fôlego, ampliou seu público e se consolidou como um dos maiores sucessos recentes do cinema brasileiro.

Esse crescimento gradual diz muito sobre a relação que o público estabeleceu com o longa. Desde a estreia, o filme foi sendo descoberto aos poucos, impulsionado pelo boca a boca, pela repercussão nas redes sociais e, principalmente, pelo reconhecimento internacional. As conquistas no Globo de Ouro, onde venceu como Melhor Filme Internacional e garantiu o prêmio de Melhor Ator em Filme de Drama para Wagner Moura, marcaram um momento decisivo. A partir dali, O Agente Secreto passou a ser visto não apenas como um filme elogiado pela crítica, mas como uma obra que representava o Brasil em um dos palcos mais importantes do audiovisual mundial.

As indicações ao Oscar reforçaram ainda mais esse sentimento coletivo. Com quatro nomeações, incluindo Melhor Filme, Melhor Elenco, Melhor Ator e Melhor Filme Internacional, o longa despertou no público brasileiro algo que vai além da curiosidade. Houve uma clara sensação de torcida. Assistir ao filme virou também uma forma de participar dessa caminhada, de apoiar uma história brasileira que dialoga com o mundo sem abrir mão de suas raízes. Para muitos espectadores, ir ao cinema ver O Agente Secreto foi um gesto de identificação e orgulho.

Silvia Cruz, diretora da Vitrine Filmes, distribuidora responsável pelo lançamento no Brasil, resume bem o impacto desse resultado. Segundo ela, alcançar 2 milhões de espectadores reafirma a força do cinema nacional e mostra que o público continua interessado em histórias autorais, densas e potentes. A fala ecoa um desejo antigo do setor audiovisual, o de provar que filmes brasileiros podem, sim, conquistar grandes plateias quando encontram espaço, visibilidade e diálogo com o público.

E a jornada de O Agente Secreto nas bilheterias brasileiras ainda pode ganhar um novo impulso. Entre os dias 5 e 11 de fevereiro, a Semana do Cinema oferece ingressos a R$ 10 em todo o país, criando uma oportunidade para que novos públicos descubram o filme na tela grande. A campanha tem contado com o apoio de artistas e personalidades brasileiras, que vêm usando suas redes sociais para incentivar o público a aproveitar o período promocional. Esse movimento coletivo reforça a ideia de que o filme ultrapassou a condição de simples lançamento e se transformou em um verdadeiro evento cultural.

No exterior, o reconhecimento segue firme. Recentemente, o longa-metragem garantiu uma indicação ao César 2026, principal premiação do cinema francês, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. A presença da MK2 Films entre as coprodutoras ajudou a abrir portas importantes no mercado europeu. Na França, o longa já levou mais de 400 mil espectadores aos cinemas desde sua estreia, em dezembro de 2025, um número expressivo para uma produção falada em português. Os vencedores do César serão anunciados no dia 26 de fevereiro, data aguardada com expectativa por toda a equipe do filme.

Somadas às indicações ao César, às quatro nomeações ao Oscar e às duas indicações ao BAFTA, nas categorias Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Roteiro Original, o longa reafirma o potencial do audiovisual brasileiro em escala global. Esse reconhecimento internacional caminha lado a lado com a consagração no Brasil. O filme venceu três prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte, incluindo Melhor Filme de Ficção e Melhor Ator para Wagner Moura, além de receber um Prêmio Especial do Júri para Tânia Maria. Mais recentemente, foi eleito Melhor Longa-Metragem Brasileiro pela Abraccine. Ao todo, a produção já acumula 56 prêmios ao redor do mundo.

Ambientado em 1977, durante a ditadura militar brasileira, o filme acompanha Armando Solimões, um ex-professor viúvo que chega a Recife durante o Carnaval para visitar o filho Fernando, que vive com os avós maternos. A cidade, vibrante e contraditória, serve de cenário para uma trama marcada por tensão política, corrupção institucional e violência silenciosa. Ao assumir uma identidade falsa e se infiltrar em uma rede ligada à Polícia Civil, Armando se vê cercado por interesses perigosos, enquanto tenta lidar com perdas pessoais e com fragmentos de sua própria história.

Kleber Mendonça Filho opta por não transformar o filme em uma reconstituição histórica tradicional. Seu interesse está na sensação, no clima e na atmosfera daquele período. O diretor buscou recriar memórias afetivas do Recife de 1977, apostando em detalhes minuciosos como objetos de cena, carros, figurinos, jornais e telegramas. O resultado é um retrato do passado que não soa distante, mas inquietantemente próximo, dialogando com questões que ainda ecoam no presente brasileiro.

Recife ocupa um lugar central na narrativa. A cidade não aparece apenas como pano de fundo, mas como parte viva da história. Espaços emblemáticos, como o Cinema São Luiz, ganham destaque e reforçam o olhar afetivo do diretor sobre os cinemas como locais de encontro, memória e resistência cultural. Essa relação já havia sido explorada em Retratos Fantasmas e reaparece aqui com força renovada, conectando o espaço físico à experiência emocional dos personagens.

A estética do filme é outro ponto amplamente celebrado. A direção de fotografia de Evgenia Alexandrova, aliada à direção de arte de Thales Junqueira e ao figurino de Rita Azevedo, constrói uma identidade visual que transporta o espectador para os anos 1970 sem recorrer a exageros. O uso de lentes anamórficas e recursos ópticos específicos contribui para uma linguagem visual sofisticada, que reforça o clima de tensão e instabilidade constante vivido pelos personagens.

Festival Ilustra Plaza inicia hoje (4) no Plaza Shopping com muita cultura geek e K-pop

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O Plaza Shopping se transforma a partir de hoje, 4 de setembro, em um verdadeiro ponto de encontro da cultura pop. Começa oficialmente a primeira edição do Festival Ilustra Plaza, evento que promete encantar fãs de cultura geek, animes, doramas e K-pop, reunindo arte, música, gastronomia e experiências interativas até o dia 14 de setembro. E o melhor: a entrada é totalmente gratuita.

O festival é a evolução do projeto Ilustra Plaza, que vem acontecendo desde 2017, e ganha agora uma estrutura completa, pensada para acolher tanto o público quanto os artistas com conforto e variedade de atrações. Mais de 20 ilustradores e artistas independentes de Recife, João Pessoa e Fortaleza participam do evento, oferecendo quadrinhos, prints, action figures e obras originais, em um espaço que se transforma em um verdadeiro corredor de criatividade e inspiração.

Segundo Bianca Branco, produtora e responsável pela curadoria do festival, “o objetivo é criar um ambiente de interação direta entre artistas e público, valorizando o talento local e mostrando a diversidade da arte contemporânea”. Ela também é responsável pela curadoria gastronômica do evento, ao lado de Pedro Figueiredo, conhecido por organizar eventos culturais de grande porte, como a Feira Japonesa e o Festival Orgulho Nerd.

Entretenimento diversificado para todas as idades

O evento contará com uma game zone equipada com fliperamas clássicos e modernos, karaokês, quizzes interativos sobre doramas e K-pop, desafios de Just Dance e exibições de AMVs de animes e MVs de K-pop. Tudo isso de maneira gratuita, permitindo que fãs de diferentes idades e interesses aproveitem cada atração.

Palco ao vivo com música e performances

O palco do festival será um dos principais pontos de encontro, com apresentações de quinta a domingo, das 15h às 22h. Entre as atrações confirmadas estão Faster Z (BTS Cover), Banda Izanagi e Rentaiko – Percussão Japonesa, garantindo um mix de música ao vivo que agrada aos fãs de diferentes estilos. Além disso, o espaço também receberá bate-papos com ilustradores, performances de dança K-pop e atividades interativas, promovendo a aproximação entre público e artistas.

Cosplays: expressão e criatividade

O Festival Ilustra Plaza também dá destaque à tradição dos cosplays. Os interessados podem participar de um desfile especial marcado para o domingo, 14 de setembro. Antes disso, haverá uma triagem no sábado, 6 de setembro, para avaliar interpretação, figurino e performance. Os aprovados terão a oportunidade de subir ao palco e mostrar toda a criatividade e paixão pelos personagens.

“Os cosplays são uma forma de expressão artística e cultural, permitindo que os fãs compartilhem sua paixão por animes, mangás, games e K-pop, além de interagir com outros entusiastas”, afirma Bianca Branco.

Gastronomia asiática para completar a experiência

O Ilustra Plaza também investe em uma experiência gastronômica completa, inspirada na culinária asiática em formato street food. Entre os destaques estão Wassabi Sushi Store (onigiri), Hakata (lámen, yakisoba e guioza), Pandas (culinária coreana), Tokoyaki Brothers (tokoyaki), Kokay (taiyaki, dango e mochi), Takayuki Sushi (donburi oishi e maguro oishi) e Doce Nuvem (algodão doce). A diversidade de sabores garante que o público desfrute de uma verdadeira imersão nos sabores do universo geek e asiático.

Lojas especializadas e produtos geek

O festival também contará com lojas dedicadas à cultura pop, como Geek Mundo, Bakamoon, Korea Shop, Sebo do Anderson, Banca Zapp e Top Games, oferecendo quadrinhos, action figures, jogos e produtos de K-pop para colecionadores e fãs de todas as idades.

Uma experiência completa

Com arte, música, performances, gastronomia e atividades interativas, o Festival Ilustra Plaza chega para consolidar o Plaza Shopping como um ponto de encontro da cultura pop e geek no Recife. O evento começa hoje, e quem passar pelo shopping poderá vivenciar uma programação intensa e diversificada, perfeita para reunir amigos, família e fãs em torno da cultura geek e asiática.

Cine Aventura Especial deste sábado (27) aposta em ficção científica com suspense e dilemas éticos em “57 Segundos”

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Foto: Reprodução/ Internet

O Cine Aventura Especial deste sábado, 27 de dezembro de 2025, leva ao ar na Record o filme 57 Segundos, uma produção americana de ficção científica com suspense lançada em 2023. Dirigido por Rusty Cundieff e escrito por ele em parceria com Macon Blair, o longa é inspirado no conto “Fallen Angel”, de E. C. Tubb, e aposta menos em efeitos grandiosos e mais em conflitos humanos, decisões difíceis e consequências irreversíveis. No centro da história estão Josh Hutcherson e Morgan Freeman, dois personagens de gerações distintas, conectados por um artefato capaz de alterar o curso do tempo e, principalmente, a vida de quem o utiliza.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama começa a se desenhar a partir da dor de Franklin Fausti, vivido por Josh Hutcherson. Ele é um blogueiro de tecnologia que construiu sua presença na internet denunciando práticas abusivas de grandes empresas, especialmente do setor farmacêutico. Essa militância não nasceu do acaso. Franklin carrega uma ferida aberta que nunca cicatrizou: a morte de sua irmã gêmea, Natalie. Ela se tornou dependente de um analgésico chamado Zonastin, um medicamento amplamente divulgado como seguro, mas que escondia efeitos devastadores. O vício levou Natalie a um caminho sem volta, deixando Franklin com a sensação constante de que alguém precisa ser responsabilizado.

Essa perda transforma o protagonista em alguém obstinado, inquieto e emocionalmente exausto. Não se trata apenas de expor uma empresa poderosa, mas de tentar dar sentido à própria dor. Para Franklin, derrubar os responsáveis pelo Zonastin é a única forma de honrar a memória da irmã e, talvez, encontrar algum tipo de paz. O principal alvo dessa cruzada é Sig Thorensen, interpretado por Greg Germann, um executivo influente, acostumado a manipular informações e pessoas para proteger sua imagem e seus lucros.

O rumo da história muda quando Franklin consegue algo que parecia improvável: uma entrevista com Anton Burrell, personagem de Morgan Freeman. Burrell é um magnata da tecnologia conhecido por investir em soluções inovadoras para a área da saúde. Diferente dos executivos tradicionais, ele se apresenta como alguém preocupado em melhorar a vida das pessoas, usando ciência e tecnologia de forma direta e prática. Às vésperas de um grande evento, Burrell se prepara para apresentar ao mundo o Tri Band 5, um dispositivo de pulso que promete controlar doenças como diabetes, hipertensão e até dependência química por meio de neurotecnologia avançada, sem a necessidade de medicamentos convencionais.

Durante a apresentação do Tri Band 5, o clima de celebração é interrompido por uma tentativa de assassinato. Um homem armado invade o local e tenta matar Burrell. Em um impulso inesperado, Franklin intervém e consegue salvar a vida do empresário. Esse ato muda completamente o destino dos dois. O blogueiro deixa de ser apenas um espectador crítico e passa a fazer parte de algo muito maior, ainda que não compreenda isso de imediato.

No meio da confusão, Franklin encontra um anel que Burrell deixa cair. O objeto, à primeira vista comum, guarda um segredo extraordinário. Ao colocá lo no dedo, Franklin descobre que o anel permite voltar exatamente 57 segundos no tempo. Não são horas, dias ou anos. São apenas 57 segundos. Esse limite específico dá ao filme uma identidade própria, pois obriga o personagem a lidar com decisões rápidas e consequências quase imediatas.

No início, Franklin encara o poder como um presente inesperado. Ele passa a testar os limites do anel em situações banais, usando a habilidade para ganhar dinheiro em apostas, corrigir pequenas falhas do cotidiano e até tentar se aproximar romanticamente de Jala, sua colega interpretada por Lovie Simone. Esses momentos revelam um lado mais leve da narrativa, mas também expõem algo essencial: como é fácil se acostumar à sensação de controle absoluto, mesmo que por poucos segundos.

Com o tempo, Franklin percebe que o uso constante do anel começa a moldar sua forma de pensar. Ele passa a agir com menos cautela, confiando que sempre poderá voltar atrás. Essa falsa segurança se transforma em um vício silencioso. O filme faz um paralelo claro entre o poder do anel e o próprio Zonastin, o remédio que destruiu a vida de Natalie. Ambos oferecem alívio imediato, mas cobram um preço alto a longo prazo.

Decidido a usar o poder para algo que realmente importe, Franklin volta sua atenção para Sig Thorensen. Com a ajuda do anel, ele consegue se infiltrar na empresa farmacêutica e reunir provas que vão muito além de suspeitas. Documentos internos revelam que a companhia sabia dos efeitos nocivos do Zonastin e, ainda assim, optou por mantê lo no mercado. A investigação também aponta o envolvimento direto da empresa na morte de Susan Miller, uma funcionária que ameaçava tornar públicas as irregularidades.

Com o apoio de seu amigo Andy, Franklin organiza as informações e as entrega à imprensa. A repercussão é imediata e devastadora para Thorensen, que vê sua imagem pública desmoronar. Sentindo o cerco se fechar, o executivo parte para uma atitude extrema: sequestra Franklin e tenta fugir do país em um avião particular. O desespero do vilão contrasta com a exaustão emocional do protagonista, que já não tem certeza se controlar o tempo vale todo o sofrimento que acumulou.

A fuga termina de forma trágica. A aeronave sofre uma falha após a intervenção policial e cai. Franklin sobrevive ao acidente, enquanto Thorensen morre, encerrando sua trajetória marcada por ganância e negligência. O desfecho não traz celebração, apenas um silêncio pesado, típico de histórias em que a justiça chega, mas deixa cicatrizes profundas.

Após os acontecimentos, Anton Burrell procura Franklin e faz uma proposta tentadora. Ele o convida para integrar sua equipe de pesquisa e ajudar a desenvolver ainda mais a tecnologia ligada ao anel e à manipulação do tempo. Para qualquer outra pessoa, seria a oportunidade de uma vida. Para Franklin, porém, a experiência recente falou mais alto. Ele reconhece o perigo daquele poder, o risco de dependência e as consequências imprevisíveis de mexer no tempo.

Em uma decisão que define sua jornada, Franklin recusa a oferta e escolhe destruir o anel. O gesto simboliza maturidade, responsabilidade e a compreensão de que nem tudo o que é possível deve ser utilizado. Ao abrir mão do poder, ele aceita que algumas dores não podem ser apagadas, apenas enfrentadas.

Nos bastidores, 57 Segundos também carrega histórias interessantes. As filmagens começaram em abril de 2022, na cidade de Lafayette, na Louisiana. Durante o período de produção, Morgan Freeman esteve bastante envolvido com o projeto, chegando a contribuir com ideias para o roteiro e participando ativamente da escolha de locações. Sua presença ajudou a dar mais peso e consistência ao filme, tanto dentro quanto fora das telas.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta segunda, 12 de janeiro, na TV Globo

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A Sessão da Tarde desta segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, leva ao ar um dos filmes mais emblemáticos do cinema romântico contemporâneo: “Podres de Ricos”. Lançado em 2018, o longa conquistou público e crítica ao unir uma história de amor clássica com um olhar moderno sobre identidade cultural, conflitos familiares e desigualdade social, tudo ambientado em um universo de luxo exuberante na Ásia. Dirigido por Jon M. Chu (Em um Bairro de Nova York, As Panteras), o filme se tornou um verdadeiro fenômeno cultural e um marco de representatividade em Hollywood.

A trama acompanha Rachel Chu (Constance Wu, de Fresh Off the Boat e Golpistas do Ano), uma professora de economia da Universidade de Nova York que leva uma vida simples, focada na carreira e no relacionamento estável com o namorado Nick Young (Henry Golding, de Magnatas do Crime e Último Natal). O casal vive um romance discreto até o momento em que Nick convida Rachel para acompanhá-lo a Singapura, onde será padrinho no casamento de seu melhor amigo. O que parecia apenas uma viagem romântica logo se transforma em um choque cultural quando Rachel descobre que a família de Nick está entre as mais ricas e poderosas da Ásia — e que ele é um dos solteiros mais desejados do país.

Ao chegar a Singapura, Rachel se vê cercada por mansões luxuosas, festas extravagantes e um estilo de vida quase inacreditável. Porém, o verdadeiro desafio surge no convívio com a família de Nick, especialmente com sua mãe, Eleanor Young, interpretada com elegância e intensidade por Michelle Yeoh (O Tigre e o Dragão, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo). Eleanor representa os valores tradicionais, a importância do legado familiar e a crença de que apenas alguém “à altura” da linhagem dos Young pode estar ao lado de seu filho. Para ela, Rachel — independente, americana e de origem simples — não se encaixa nesse ideal.

O filme constrói esse conflito de forma gradual, explorando as tensões entre tradição e modernidade, amor e dever, individualidade e expectativas familiares. Rachel passa a ser alvo de olhares julgadores, comentários maldosos e armadilhas sociais, especialmente de outras mulheres da alta sociedade que enxergam nela uma ameaça. Mesmo assim, ela tenta manter sua dignidade e autenticidade, questionando até que ponto vale a pena lutar por um relacionamento que parece exigir o sacrifício de quem ela é.

Além do casal protagonista, “Podres de Ricos” se destaca por seu elenco carismático e bem construído. Awkwafina (A Despedida) rouba cenas como Peik Lin, a melhor amiga extravagante e leal de Rachel, responsável por boa parte do humor do filme. Já Gemma Chan (Eternos) vive Astrid, prima de Nick, uma mulher aparentemente perfeita que esconde frustrações e problemas em seu casamento, oferecendo um contraponto emocional importante à narrativa principal. Esses personagens ajudam a ampliar o olhar do filme sobre diferentes tipos de pressão enfrentadas dentro daquele universo de privilégios.

Baseado no best-seller homônimo de Kevin Kwan, publicado em 2013, o longa foi lançado pela Warner Bros. Pictures em agosto de 2018 e rapidamente se tornou um sucesso de bilheteria, arrecadando mais de US$ 238 milhões em todo o mundo. Mais do que números, o filme entrou para a história como o primeiro longa de um grande estúdio de Hollywood, desde O Clube da Felicidade e da Sorte (1993), a apresentar um elenco majoritariamente asiático-americano em uma narrativa contemporânea. Esse feito teve impacto direto na indústria, abrindo portas para novas histórias e vozes até então pouco representadas no cinema mainstream.

A recepção crítica também foi positiva, com elogios ao charme da direção, ao figurino luxuoso, à trilha sonora marcante e, principalmente, às atuações, em especial a de Michelle Yeoh, frequentemente citada como o coração emocional do filme. “Podres de Ricos” equilibra o tom leve da comédia romântica com reflexões mais profundas sobre pertencimento, imigração, preconceito e o peso das raízes culturais.

Outro ponto alto do filme é o cuidado visual. As locações em Singapura e na Malásia transformam a produção em um verdadeiro espetáculo estético, com palácios, resorts e eventos grandiosos que reforçam o contraste entre o mundo de Rachel e o da família Young. Ao mesmo tempo, o roteiro evita glorificar cegamente o luxo, mostrando que, por trás da riqueza extrema, existem dores, inseguranças e conflitos tão humanos quanto os de qualquer outra pessoa.

NBA estreia sua primeira série documental produzida no Brasil e acompanha a jornada de Gui Santos ao topo do basquete mundial

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Foto: Reprodução/ Internet

A NBA inaugura uma nova etapa de sua presença no país ao lançar Gui Santos do Brasil, a primeira série documental original da liga produzida no Brasil e dedicada ao público brasileiro. A produção narra, com sensibilidade e profundidade, a trajetória de Gui Santos, ala do Golden State Warriors e atualmente o único jogador brasileiro na temporada 2025–2026 da NBA. A série revela não apenas o atleta, mas o jovem que deixou o Brasil para perseguir um sonho considerado inalcançável por muitos: construir carreira no mais alto nível do basquete mundial.

A estreia acontece no dia 4 de dezembro, durante a CCXP 2025, no São Paulo Expo. Pela primeira vez, a NBA terá um espaço oficial no evento, em uma área imersiva de 540 m², que une basquete, entretenimento e estilo de vida. O público encontrará ativações interativas, uma minicourt, uma pop-up da NBA Store, itens de memorabilia e transmissões ao vivo produzidas diretamente do estande.

Um olhar íntimo e raro sobre a vida de Gui Santos

A série, que será disponibilizada ao público no canal da NBA Brasil no YouTube, é composta por seis episódios que acompanham Gui em diferentes fases de sua jornada dentro e fora das quadras. O documentário abre as portas para o cotidiano do atleta em San Francisco, registra bastidores de treinos, conversas com companheiros de equipe e momentos de intimidade com familiares e amigos.

Mais do que registrar feitos esportivos, Gui Santos do Brasil busca compreender a pessoa por trás do uniforme. A produção destaca o esforço silencioso, o amadurecimento emocional e os desafios de cultivar raízes longe de casa, um panorama que humaniza e aproxima Gui dos fãs brasileiros, que o acompanham desde o início.

Da infância no Brasil às luzes da NBA: uma trajetória em movimento

Sob direção de Tarian Chaud, a série constrói uma narrativa visual que atravessa fronteiras e revisita lugares fundamentais na formação do atleta. As filmagens passaram por São Paulo, Brasília, São Francisco, Chicago e Cleveland, compondo um mosaico que revela como diferentes geografias moldaram sua personalidade e sua performance.

Amigos, familiares e antigos treinadores participam do documentário e ajudam a reconstruir o caminho de Gui, da descoberta do basquete ainda criança ao momento em que vestiu, pela primeira vez, a camisa do Golden State Warriors. Essas vozes reforçam o impacto transformador da sua jornada e a importância do apoio comunitário para que um talento brasileiro floresça em um cenário global.

O orgulho de representar o Brasil na principal liga de basquete do mundo

O documentário também celebra a responsabilidade de Gui Santos em ser o único brasileiro atuando na NBA na temporada atual. Para ele, a experiência vai além da disputa dentro das quadras e envolve representar uma cultura, uma identidade e uma legião de torcedores que se vêem refletidos em sua trajetória.

Gui aparece em cena dividido entre o peso e a alegria dessa representatividade. Entre treinos exaustivos, viagens constantes e a pressão por resultados, a série o acompanha em momentos de silêncio, reflexão e também celebração, evidenciando o equilíbrio delicado entre disciplina e humanidade que sustenta sua carreira.

Saiba tudo sobre os filmes de hoje (10) na Temperatura Máxima, Domingo Maior e Cinemaço da TV Globo

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Foto: Reprodução/ Internet

Domingo (10) é dia de relaxar e aproveitar aquele filme que faz o coração acelerar, a adrenalina subir e a gente se envolver de verdade com uma história emocionante. E a Temperatura Máxima da TV Globo preparou exatamente isso para você: Arranha-Céu: Coragem Sem Limite, um filme que vai fazer você prender a respiração do começo ao fim.

A trama gira em torno de Will Sawyer, vivido por Dwayne Johnson, um homem que já passou por muita coisa difícil na vida — ele é veterano de guerra e ex-líder de resgates do FBI. Mas o que Will enfrenta aqui é diferente: ele vai precisar usar toda sua força e inteligência para salvar a família que está presa no arranha-céu mais alto e seguro do mundo, um prédio futurista em Hong Kong.

Imagine só: um edifício que é uma verdadeira cidade nas alturas, com toda a tecnologia e segurança do mundo. Só que, do nada, ele vira palco de um incêndio devastador. E para piorar, o próprio Will é acusado de ter provocado tudo aquilo. A situação parece impossível, quase um pesadelo. Mas é aí que ele mostra o que significa ser um herói de verdade.

O filme não é só explosões e cenas de ação — tem muito coração também. A relação entre Will e sua esposa Sarah, interpretada por Neve Campbell, traz uma emoção real para a história. A gente entende que, no meio daquele caos todo, o que ele mais quer é proteger quem ama. É essa luta que torna tudo mais intenso e humano.

Além disso, o filme fala sobre coragem, justiça e o poder da determinação. Will não desiste, mesmo quando tudo está contra ele. A gente torce, vibra e sofre junto, porque aquela não é só uma aventura qualquer: é uma corrida contra o tempo para salvar vidas.

A produção do filme é incrível, com efeitos que deixam a gente quase sentindo o calor do fogo e a vertigem das alturas. As filmagens aconteceram em Vancouver, no Canadá, e o trabalho dos técnicos foi minucioso para que tudo parecesse real e impressionante.

Se você gosta de filmes que misturam ação de tirar o fôlego com uma história que mexe com o coração, Arranha-Céu: Coragem Sem Limite é para você. Dwayne Johnson, que já é conhecido por seus papéis cheios de energia, aqui entrega uma performance que mistura força física com sensibilidade, mostrando que heróis também sentem medo, mas escolhem seguir em frente.

Foto: Reprodução/ Internet

Domingo Maior exibe Planeta dos Macacos: O Confronto

A TV Globo traz para a sua tela o emocionante e aclamado filme Planeta dos Macacos: O Confronto, uma produção que vai além da ação e da ficção científica para falar sobre dilemas profundos da convivência, liderança e o futuro de duas espécies marcadas por conflitos históricos.

Dez anos depois de conquistar a liberdade, César, o chimpanzé líder da comunidade símia, vive em um refúgio tranquilo na floresta próxima a São Francisco, onde ele e sua espécie desenvolveram uma sociedade baseada no respeito e no apoio mútuo. Enquanto isso, os humanos enfrentam uma crise sem precedentes: um vírus criado em laboratório dizimou grande parte da população, deixando os sobreviventes isolados e desesperados.

Nesse cenário de tensão e incerteza, um grupo humano tenta reativar uma usina hidrelétrica dentro do território dos macacos, na esperança de restaurar a energia elétrica e salvar o que resta da civilização. Malcolm, o líder desse grupo e um dos poucos que conhece verdadeiramente César e sua comunidade, busca evitar a guerra e promover a paz entre as espécies. Mas nem todos compartilham dessa visão.

O filme conduz o espectador por uma narrativa rica em emoção, política e ética, onde lealdades são testadas e decisões difíceis precisam ser tomadas. A figura de César, interpretada magistralmente por Andy Serkis através de captura de movimento, representa a luta por coexistência pacífica, enquanto o bonobo Koba, seu ex-tenente e um sobrevivente de crueldades humanas, alimenta o ressentimento e a sede por vingança.

A tensão cresce à medida que desconfiança, medo e passado traumático ameaçam explodir em um conflito aberto. As cenas impressionantes que misturam tecnologia de ponta, efeitos visuais realistas e atuações intensas transportam o público para esse universo onde o futuro das espécies está em jogo.

Além do elenco principal, com nomes como Jason Clarke (Malcolm), Gary Oldman (Dreyfus) e Keri Russell (Ellie), a dublagem brasileira também se destaca, trazendo vozes marcantes que dão vida aos personagens e intensificam a experiência emocional do filme.

Foto: Reprodução/ Internet

Cinemaço exibe Clube da Luta

Na madrugada deste domingo, o Cinemaço traz um filme que é referência quando o assunto é cinema provocativo e cheio de camadas: Clube da Luta (Fight Club), dirigido por David Fincher. Mais do que uma história sobre violência, o filme é um retrato intenso da luta interna de um homem contra o vazio da vida moderna e as amarras do consumismo.

O protagonista, interpretado por Edward Norton, é um homem sem nome que vive uma existência sufocante — preso em um trabalho burocrático, sofrendo de insônia e buscando sentido em meio à monotonia. Para tentar aliviar sua angústia, ele começa a frequentar grupos de apoio para pessoas com doenças graves, mesmo sem realmente sofrer delas. É nesses encontros que encontra um alívio temporário, até cruzar o caminho de Marla Singer, personagem enigmática e tão perdida quanto ele.

Tudo muda quando ele conhece Tyler Durden, vivido por Brad Pitt — um homem carismático e subversivo, que o convida a participar de um clube secreto de luta. O clube nasce como uma forma crua de liberdade, onde homens comuns se enfrentam para sentir que estão vivos, quebrando a rotina anestesiante da sociedade consumista. Mas o que era para ser uma válvula de escape se transforma em algo muito maior e perigoso.

Clube da Luta é uma reflexão sobre a identidade, o poder e o desespero de uma geração que se sente desconectada do mundo à sua volta. A relação complexa entre o narrador e Tyler revela camadas profundas sobre dualidade e autoconhecimento, em um roteiro que surpreende e desafia o espectador a questionar a própria realidade.

A direção de David Fincher é precisa e intensa, utilizando a violência e o caos como metáforas para o conflito interno do protagonista e para uma crítica social mordaz. Helena Bonham Carter, no papel de Marla, traz uma presença única, representando tanto o desespero quanto a possibilidade de redenção.

Quando foi lançado, Clube da Luta dividiu opiniões, mas com o tempo se tornou um clássico cult, influenciando gerações e sendo constantemente revisitado por seu estilo inovador e mensagem profunda.

“Emmanuelle” estreia nos cinemas com nova pele, nova voz — e o mesmo desejo de liberdade

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Há personagens que atravessam décadas sem pedir licença. Emmanuelle é uma delas. Mas, se um dia foi símbolo do desejo moldado pelo olhar masculino, agora ela volta para contar a própria história — com voz firme, corpo livre e olhos bem abertos.

Sob direção da premiada Audrey Diwan (O Acontecimento), o novo “Emmanuelle” não é um remake. É um reposicionamento. Uma reconstrução. Uma mulher em trânsito — entre países, vontades e fronteiras — que decide que o prazer não é mais um lugar para onde ela é levada, mas um território que ela mesma ocupa.

Um novo olhar, um corpo em movimento

Interpretada com intensidade por Noémie Merlant (Retrato de Uma Jovem em Chamas), Emmanuelle aterrissa em Hong Kong para uma missão de negócios, mas o roteiro logo se desfaz. No lugar de metas e contratos, ela encontra Kei — um homem que a intriga, escapa e provoca. O que se desenha a partir daí é menos uma história de amor e mais uma travessia íntima: entre o controle e o abandono, o poder e o prazer, o desejo e a descoberta de si.

Com Naomi Watts, Will Sharpe e Jamie Campbell Bower no elenco, o filme não se apressa. Ele observa. Escuta o silêncio, o suor, o olhar. Cada cena carrega tensão, mistério e uma sensualidade que não grita — apenas arde.

O desejo não é mais o mesmo. Emmanuelle também não.

Audrey Diwan transforma o erotismo em linguagem política. Ao invés de corpos disponíveis, corpos conscientes. Ao invés de cenas decorativas, experiências sensoriais. O que Emmanuelle propõe é um erotismo que pertence — e não que se exibe. Um jogo em que só entra quem entende que o prazer é também narrativa, autoria, presença.

🎬 Já em cartaz nos cinemas. E se você procura o inesperado, a sessão certa já começou:

🔥 Brasília
Cine Cultura Liberty Mall | Cinesystem Brasília

🔥 Belo Horizonte
Cineart Ponteio | Minas Tênis Clube

🔥 Curitiba
Cineplex Batel

🔥 Niterói
Reserva Cultural Niterói

🔥 Porto Alegre
Cinemateca Paulo Amorim | GNC Moinhos

🔥 Recife
Cinema da Fundação – Museu

🔥 Rio de Janeiro
Cinemark Downtown | Cinesystem Botafogo | Estação NET Gávea | Estação NET Rio

🔥 Salvador
Cine Metha Glauber Rocha | Saladearte Cine Paseo

🔥 Santos
Cineflix Santos

🔥 São José dos Campos
Cinemark Colinas

🔥 São Paulo
Cinesystem Frei Caneca | Espaço Petrobras de Cinema | REAG Belas Artes | Reserva Cultural

Cine Aventura deste sábado (3) exibe “Buscando…”, suspense moderno que prende do início ao fim

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O Cine Aventura deste sábado, 3 de janeiro de 2026, reserva uma escolha diferente do que o público costuma esperar da sessão da Record TV. Em vez de explosões ou aventuras grandiosas, entra em cena “Buscando…” (Searching), um suspense que aposta na tensão emocional e na realidade digital para contar uma história que poderia acontecer com qualquer família.

Dirigido por Aneesh Chaganty, o filme chama atenção logo de cara pelo formato nada convencional. Toda a narrativa acontece a partir de telas de celulares, computadores, chamadas de vídeo e redes sociais. Pode parecer estranho à primeira vista, mas basta alguns minutos para o espectador se sentir completamente envolvido — quase como se estivesse ajudando a investigar o caso junto com o protagonista.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama acompanha David Kim, vivido por John Cho, um pai comum, dedicado e visivelmente amoroso. Sua rotina vira um pesadelo quando a filha de 16 anos, Margot, não volta para casa. No começo, a ausência parece algo simples, talvez um atraso ou um mal-entendido. Mas o silêncio se prolonga, as ligações não são atendidas e o desespero toma conta.

Sem saber por onde começar, David faz o que qualquer pessoa faria hoje em dia: abre o computador da filha. É ali, entre senhas, mensagens, vídeos e buscas na internet, que ele começa a montar um quebra-cabeça doloroso. Cada clique revela não apenas pistas sobre o desaparecimento, mas também a distância silenciosa que havia entre pai e filha. O suspense cresce de forma sutil, misturando tensão com culpa, medo e amor.

John Cho entrega uma atuação extremamente sensível, longe de exageros. Seu David Kim não é um herói, mas um pai assustado, cansado e disposto a tudo para encontrar a filha. Essa escolha torna o filme ainda mais impactante. Além disso, Buscando… marcou história ao se tornar o primeiro suspense mainstream de Hollywood protagonizado por um ator asiático-americano, algo tratado com naturalidade pela narrativa, sem discursos forçados.

Ao lado dele, Debra Messing interpreta a detetive Rosemary Vick, responsável pelo caso. Sua personagem foge do estereótipo da policial fria e distante, trazendo humanidade à investigação. Ela erra, questiona e também sente o peso emocional do desaparecimento, criando uma relação sincera com David ao longo da história.

Mesmo ausente fisicamente durante boa parte do filme, Margot Kim tem presença constante. Interpretada por Michelle La, a personagem ganha vida através de vídeos caseiros, mensagens e registros digitais. O longa também mostra diferentes fases da garota, vividas por Kya Dawn Lau, Megan Liu e Alex Jayne Go, reforçando o laço afetivo entre pai e filha e tornando a situação ainda mais dolorosa.

A história se completa com Sara Sohn, que interpreta Pamela Nam Kim, mãe de Margot e esposa de David. Sua ausência, apresentada logo no início, é fundamental para compreender a fragilidade emocional da família e o silêncio que se instalou entre eles ao longo do tempo.

Buscando… teve sua estreia mundial no Sundance Film Festival, em janeiro de 2018, onde rapidamente chamou atenção pela criatividade e pela forma intimista de contar um suspense. Pouco depois, a Sony Pictures Worldwide Acquisitions adquiriu os direitos de distribuição, levando o filme aos cinemas em agosto do mesmo ano. O resultado foi um sucesso que superou expectativas e transformou o longa em um dos thrillers mais comentados de 2018.

Mais do que um mistério sobre um desaparecimento, o filme propõe uma reflexão silenciosa sobre como nos relacionamos em tempos digitais. Ele questiona o quanto realmente conhecemos as pessoas que amamos e como a tecnologia pode aproximar, mas também afastar. Cada notificação que surge na tela carrega tensão e emoção, fazendo o espectador se identificar com aquele pai perdido em meio a senhas, abas abertas e segredos.

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