“No Céu da Pátria Nesse Instante” tem estreia marcada para os cinemas brasileiros

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Quando a democracia de um país é posta à prova, os olhos do mundo e o coração da nação se voltam para o que acontece além dos holofotes, nas histórias que não costumam ganhar espaço nas manchetes. É exatamente esse espaço que a diretora Sandra Kogut invade em seu novo documentário No Céu da Pátria Nesse Instante, que estreia nos cinemas brasileiros em 14 de agosto. Mais do que um registro dos fatos, o filme é um mergulho na alma de um Brasil dividido, ansioso e em suspense, revelando o país de dentro para fora.

O Brasil que pulsa em cena

Estamos falando de um Brasil que viveu momentos únicos em sua história recente: os meses que antecederam e sucederam as eleições presidenciais de 2022, marcados por uma tensão crescente que culminou na invasão das sedes dos três poderes da República, no fatídico 8 de janeiro de 2023. Kogut não se propõe a narrar essa história como um manual ou um noticiário. Ela escolhe olhar para as pessoas — aquelas que viveram essa crise como angústia, como dúvida, como medo —, construindo um mosaico de emoções e pontos de vista que muitas vezes se ignoram, mas que juntos definem o pulso da nação.

Muitas vozes, uma nação

O que torna o documentário tão especial é essa pluralidade de olhares. A diretora não busca os protagonistas do debate político, mas as pessoas que estão na linha de frente da experiência cotidiana desse momento — personagens que habitam diferentes espectros ideológicos e sociais, cujas histórias revelam como a polarização não é apenas um conceito abstrato, mas uma realidade que afeta vidas, relações e esperanças.

Com um recorte delicado, Kogut mostra como essas realidades paralelas coexistem em tensão, às vezes em conflito, às vezes em incompreensão, mas sempre profundamente conectadas pelo destino comum de um país que busca se encontrar.

Além dos muros do Brasil

O alcance do filme extrapola as fronteiras nacionais. Depois de rodar importantes festivais mundo afora — de Málaga a Amsterdã, de Paris a Seul —, o documentário tocou plateias diversas que, embora distantes geograficamente, reconhecem nas imagens e nas histórias ali contadas os reflexos de suas próprias inquietações e desafios democráticos.

O reconhecimento veio em forma de prêmios no 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, incluindo Melhor Montagem e Prêmio Especial do Júri, reforçando a força e o impacto da obra.

Uma urgência contemporânea

Produzido por uma parceria que inclui Ocean Films, GloboNews, Globo Filmes, Canal Brasil e outras, e com distribuição da O2 Play em co-distribuição com a Lira Filmes, No Céu da Pátria Nesse Instante não é só um filme que fala do passado recente. É um chamado urgente para olhar o presente e pensar o futuro.

Com uma narrativa que pulsa entre o medo e a esperança, entre o caos e a busca por sentido, o documentário é um convite para que o público reflita sobre o que significa ser brasileiro numa época em que a democracia mostrou sua fragilidade, mas também sua capacidade de resistência.

Um convite para sentir e pensar

Neste momento tão delicado, onde tantas verdades disputam espaço e tantas narrativas tentam prevalecer, o filme nos convida a desacelerar, ouvir e enxergar o outro. É, acima de tudo, uma experiência humana — que nos faz sentir a complexidade de um país em crise, e a força da esperança que insiste em sobreviver, mesmo nos instantes mais sombrios.

Mistério, FBI e pomada branca: Série documental A Mulher da Casa Abandonada ganha data de estreia no Prime Video

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O Prime Video acaba de confirmar que “A Mulher da Casa Abandonada”, série documental baseada no podcast que virou obsessão nacional, estreia no dia 15 de agosto. A adaptação promete levar ao público, com novos elementos visuais e ainda mais reviravoltas, a história real de uma mulher que parecia apenas excêntrica, mas carregava um passado digno de thriller internacional.

Narrada e investigada pelo jornalista Chico Felitti, a série parte de uma figura enigmática que assombrava — e ao mesmo tempo despertava curiosidade — dos moradores de Higienópolis, bairro nobre de São Paulo. Ela se apresentava como “Mari”, saía raramente de casa e, quando aparecia, estava sempre com o rosto lambuzado por uma pomada branca. Quem era ela? Uma reclusa excêntrica? Uma senhora com manias estranhas? Ou algo muito mais sombrio?

Bom… a resposta surpreendeu até os mais viciados em true crime.

Por trás da fachada em ruínas de uma mansão tomada por limo e mistério, havia uma mulher que, duas décadas antes, fugiu dos Estados Unidos, onde era procurada por um crime grave — daqueles que envolvem tráfico humano e maus-tratos em condições análogas à escravidão. A investigação de Felitti, contada com maestria no podcast original da Folha de S.Paulo, revelou conexões com a capital norte-americana, o FBI, julgamentos abafados, e até uma empresa ligada à NASA, especializada em construir satélites e foguetes.

Sim, a história é real. E sim, é ainda mais absurda do que parece.

Com seis episódios, a série documental mergulha fundo nesse labirinto de identidade, silêncio, impunidade e choque cultural. E o mais perturbador: tudo isso estava acontecendo bem debaixo dos nossos narizes, em uma das regiões mais caras de São Paulo, onde ninguém desconfia de nada — ou prefere não desconfiar.

O sucesso estrondoso do podcast — que chegou a desbancar produções internacionais nos rankings brasileiros — transformou “A Mulher da Casa Abandonada” em um fenômeno. Agora, com imagens inéditas, entrevistas impactantes e a narração de Chico Felitti guiando os espectadores pelos bastidores da investigação, o mistério promete ganhar novas camadas e muito mais tensão.

Para quem já escutou o podcast, vale o retorno — com cenas reais e ângulos nunca antes vistos. Para quem não conhece, é a chance de embarcar em um dos casos mais bizarros e fascinantes da crônica policial brasileira recente.

“A Mulher da Casa Abandonada” estreia no Prime Video em 15 de agosto. E aí, vai encarar?

Virginia Cavendish revisita carreira e vida pessoal em conversa com Ronnie Von no “Companhia Certa” deste sábado (26/07)

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No cenário acolhedor do programa “Companhia Certa”, que vai ao ar na madrugada deste sábado (26) para domingo (27), à 0h30, na RedeTV!, o apresentador Ronnie Von recebe uma convidada que carrega nos olhos a força de quem transforma histórias em emoções: Virginia Cavendish. Atriz, diretora, produtora e um dos nomes mais marcantes da dramaturgia brasileira contemporânea, ela entrega ao público uma conversa honesta, cheia de memória afetiva, reflexões profundas e afeto.

Aos 54 anos, Virginia fala com serenidade e brilho nos olhos sobre uma trajetória que começou no teatro, floresceu na televisão e conquistou definitivamente o cinema nacional. Foi em 1999, ao dar vida à encantadora Rosinha na adaptação televisiva de O Auto da Compadecida, que seu rosto se eternizou na memória afetiva de milhões de brasileiros. Mas por trás do sucesso, havia o nervosismo e o medo comum a quem encara grandes desafios.

“Era uma responsabilidade enorme. Eu estava ali com atores consagradíssimos, me sentindo pressionada, querendo muito acertar”, relembra ela com vulnerabilidade, ao comentar os bastidores da produção dirigida por Guel Arraes — diretor com quem também compartilhou uma década de vida conjugal e uma filha, a atriz Luísa Arraes.

Muito além de Rosinha

Virginia não é apenas lembrada por seus papéis doces ou cômicos. Seu repertório artístico inclui uma profunda versatilidade. De Lisbela e o Prisioneiro a séries autorais e produções independentes, a atriz sempre buscou personagens que lhe provocassem inquietações e verdades. “Gosto do desafio. A personagem precisa me dizer alguma coisa, provocar, fazer pensar. Não gosto de ficar no confortável”, confessa, revelando o olhar artístico apurado que a move.

Um amor que virou afeto eterno

Durante a conversa com Ronnie Von, o tom muda suavemente quando o tema envereda pela vida pessoal. Virginia fala com maturidade e generosidade sobre o fim do casamento com Guel Arraes — união que resultou não só em colaborações marcantes na televisão e no cinema, mas também em uma relação familiar de grande afeto.

“Foi um amor muito importante. Não éramos só um casal, éramos uma dupla criativa. Tivemos uma filha linda, fizemos projetos incríveis. A separação foi difícil porque desmonta uma estrutura. Mas o amor virou amizade e respeito. Eu ainda o admiro muito”, diz, com a calma de quem elaborou suas emoções com delicadeza e verdade.

O Brasil que vive em suas histórias

Virginia Cavendish é uma dessas artistas que não perderam o encanto pelo próprio ofício. E isso fica evidente quando fala com paixão sobre o cinema nacional — setor que, segundo ela, precisa ser reconhecido pelo público como um verdadeiro patrimônio emocional.

“A gente precisa olhar para o nosso cinema como olhamos para o futebol. Há tanto talento, tantas histórias lindas e urgentes para contar. Quando um filme brasileiro chega ao Oscar, o país vibra. Mas precisamos vibrar sempre, inclusive com as produções menores, independentes, que resistem com tanta garra”, defende.

Ao longo da entrevista, ela destaca como o Brasil é fértil em narrativas potentes, com um povo que respira cultura mesmo diante das dificuldades. “É no cinema que a gente se vê, se reconhece. É ali que a gente cura feridas ou entende o outro. Por isso, precisamos apoiar cada vez mais nossas produções”, afirma.

Arte como destino

Criada em uma família de artistas, Virginia diz que nunca se imaginou em outro lugar que não fosse no palco ou diante das câmeras. “Para mim, a arte é um modo de viver. Sempre foi. Desde muito cedo, o teatro me salvava de muitas coisas, me dava força, me explicava o mundo”, relembra. Ainda hoje, quando sobe ao palco, sente uma mistura de euforia e medo. “É como se fosse sempre a primeira vez”, confessa, sorrindo.

Hoje, ela também se arrisca na direção e produção, incentivando novos talentos e projetos autorais. “Gosto de estar nos bastidores, de ver a engrenagem funcionando. Há muita potência em contar histórias por outros ângulos também”, destaca.

Um papo necessário e reconfortante

No “Companhia Certa”, Ronnie Von conduz a conversa com elegância e empatia. Ao lado de Virginia, constrói um espaço onde o tempo desacelera e o público se conecta com a essência da convidada. O programa, que vem se consolidando como uma das boas surpresas da programação noturna, aposta em entrevistas mais íntimas, valorizando o percurso de artistas que marcaram — e continuam marcando — gerações.

Para Virginia, aceitar o convite foi uma forma de revisitar a própria caminhada. “A gente se esquece do quanto viveu, do quanto cresceu. Foi bom olhar para trás e perceber que cada escolha, cada dor e cada conquista ajudaram a formar quem eu sou hoje”, conclui.

Um encontro para não perder

A entrevista completa com Virginia Cavendish vai ao ar neste sábado (26), na virada para o domingo (27), à 0h30, na RedeTV!. Uma oportunidade de redescobrir uma artista intensa, generosa e que continua reinventando sua arte — e a si mesma — a cada novo projeto.

Felipeh Campos chega à Band e se junta oficialmente ao time do Bora Brasil

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A Band anunciou oficialmente a chegada de Felipeh Campos ao comando do Bora Brasil, a partir da próxima segunda-feira, 25 de agosto. O jornalista se junta à bancada formada por Patrícia Rocha e Cynthia Martins, que permanecem à frente do programa desde a saída de Rodrigo Alvarez. A emissora aposta na experiência e versatilidade de Felipeh para impulsionar a atração, trazendo um novo dinamismo às manhãs televisivas.

Felipeh, com 25 anos de carreira, comentou sobre a novidade: “Estrear como apresentador na Band é um ciclo incrível que se abre na minha carreira. Construir as manhãs será um desafio e conto com o meu público para que possamos impulsionar a atração. Muitas novidades estão sendo preparadas.” A declaração evidencia o entusiasmo do jornalista e a expectativa de criar uma relação próxima com a audiência.

Trajetória de Felipeh Campos

A carreira do jornalista começou ainda muito jovem. Em 1999, ele participou do clássico programa Qual é a Música?, de Silvio Santos, no SBT, atuando como dublador. Essa primeira experiência diante das câmeras foi apenas o início de uma trajetória que uniria jornalismo e entretenimento de forma consistente.

Após se formar em Jornalismo, Felipeh passou por diferentes emissoras, incluindo SBT, Jovem Pan, RedeTV!, Record e TV Gazeta. Em cada uma delas, ele consolidou sua presença, alternando entre reportagens, colunas de celebridades e programas de variedades. A experiência acumulada ao longo de mais de duas décadas confere ao jornalista uma versatilidade rara, essencial para programas matutinos que mesclam informação, serviço, entretenimento e opinião.

O Bora Brasil e suas transformações

O programa estreou em 16 de março de 2020, sob o comando de Joel Datena e Laura Ferreira, com o objetivo de oferecer um telejornal matutino que equilibrasse informação, entretenimento e serviços à população. Desde então, o programa passou por diversas mudanças de formato, duração e horários, refletindo o constante processo de adaptação da Band.

Em 2020, Laura Ferreira deixou o programa para se mudar para Portugal, sendo substituída por Thaís Dias. Em novembro do mesmo ano, o jornal ganhou 30 minutos extras e passou a começar às 7h30 da manhã, reforçando sua presença na grade matinal. Em julho de 2022, uma segunda edição foi incorporada à programação, mas acabou sendo descontinuada devido a ajustes de horários de programas religiosos terceirizados.

Mais recentemente, em 2024, Joel Datena e Taís Dias deixaram o comando, sendo substituídos por Cynthia Martins e Patrícia Rocha. O programa passou a ir ao ar às 8h15 e aumentou sua duração, ocupando quase toda a manhã e substituindo parcialmente o programa culinário The Chef. Em abril de 2025, Rodrigo Alvarez integrou a bancada, formando um trio com Cynthia e Patrícia, mas deixou o comando em julho, permanecendo apenas em reportagens externas.

Novidades que Felipeh traz para o programa

Com a chegada de Felipeh, o programa promete ganhar uma nova energia e abordagens inovadoras que buscam equilibrar informação e entretenimento. Além de reforçar a interação com os colunistas e especialistas, o jornalista pretende inserir quadros inéditos voltados para pautas atuais, como tendências de comportamento, cultura digital e lifestyle, ampliando o leque de temas abordados. Sua experiência em jornalismo e em programas de variedades permitirá criar conexões mais diretas com o público, tornando o programa mais dinâmico e próximo da realidade dos telespectadores. Felipeh também aposta em uma apresentação mais participativa, incentivando a audiência a enviar perguntas, opinar sobre os assuntos do dia e interagir nas redes sociais do programa, transformando o Bora Brasil em um espaço vivo, que reflete o cotidiano e os interesses da população.

A importância dos programas matinais

Programas como o Bora Brasil desempenham papel fundamental na televisão aberta, pois oferecem uma mistura de informação, entretenimento e serviço público logo no início do dia. A diversidade de quadros e a presença de especialistas em diferentes áreas permitem que o telespectador se mantenha atualizado e ainda aproveite conteúdos leves e interessantes para começar a manhã.

O desafio de Felipeh será equilibrar essa diversidade de conteúdos, mantendo a coerência editorial e a fluidez do programa. A experiência acumulada ao longo de sua carreira em diferentes formatos será um diferencial importante para conduzir entrevistas, debates e interações com o público, garantindo que o jornalismo e o entretenimento caminhem lado a lado.

Novas temporadas da franquia FBI chegam ao Universal TV em estreia tripla

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Na próxima quinta-feira, 24, os fãs de séries policiais têm um convite irrecusável: uma maratona especial com a estreia simultânea das novas temporadas das três séries da franquia FBI no Universal TV. Prepare-se para uma noite intensa, que começa às 21h30 e só termina perto da meia-noite, repleta de mistérios, investigações perigosas e personagens que enfrentam não só criminosos, mas também seus próprios conflitos.

Essa é uma chance rara de acompanhar, em sequência, os episódios que abrem a sétima temporada de FBI, a quarta de FBI: Internacional e a sexta de FBI: Most Wanted. Cada uma delas traz seu tempero especial — do drama nas ruas de Nova York à tensão de missões internacionais e às caçadas implacáveis aos mais procurados.

Começo eletrizante: a sétima temporada de FBI coloca a equipe frente a um protesto que sai do controle

O ponto de partida da noite é o episódio “Abandonado”, que lança o público direto no meio de uma situação que rapidamente foge do controle. Um protesto pacífico termina em violência e uma morte, e a equipe do FBI é convocada para evitar que a situação piore ainda mais.

Além do suspense pelo crime em si, há um toque pessoal na trama: o agente Jubal Valentine se depara com alguém do seu passado no meio do tumulto, reacendendo velhas lembranças e criando uma tensão que vai muito além do trabalho. É esse equilíbrio entre ação e emoção que mantém a série tão conectada com o público, fazendo da sétima temporada uma das mais aguardadas.

Território estrangeiro e novos líderes: o desafio da quarta temporada de FBI: Internacional

Logo depois, às 22h20, a ação ganha escala global com o episódio “Um líder, não um turista”. A equipe de agentes que atua fora dos Estados Unidos enfrenta novos desafios — não apenas no campo, mas também dentro do próprio time.

A saída do antigo líder deixa um vazio difícil de preencher, e o novo comandante, Wesley Mitchell, chega com personalidade forte e estilo próprio, que inicialmente gera resistência, mas promete conquistar a confiança dos colegas com seu jeito determinado. A temporada reserva muito trabalho de campo, suspense e o impacto real das investigações em diferentes países, mostrando o FBI numa versão globalizada e ainda mais perigosa.

A caçada continua: FBI: Most Wanted retoma histórias de altos riscos com episódios eletrizantes

Para fechar a noite, às 23h10, FBI: Most Wanted retoma a sua missão mais intensa: encontrar e capturar os criminosos que estão sempre um passo à frente da lei. O episódio “Bebedouro” traz a equipe lidando com as consequências da bomba que quase explodiu em Nova York, mostrando que o trabalho deles nunca para — mesmo quando o perigo parece ter sido contido.

Essa temporada promete manter o público na ponta da cadeira, com casos que testam a inteligência e coragem dos agentes, além de explorar o lado humano desses profissionais dedicados que enfrentam riscos constantes para manter a segurança de todos.

Uma experiência imersiva que vai além da ação

O que torna essa noite de estreia algo especial não é apenas a quantidade de episódios, mas o modo como cada série constrói sua narrativa. A franquia FBI, criada por Dick Wolf, se destaca por mostrar que por trás das investigações existem pessoas com histórias, dúvidas e emoções.

Ao assistir, o público não apenas acompanha perseguições e revelações — mas também se conecta com personagens que vivem dilemas reais, dentro e fora do trabalho, trazendo um frescor humano que torna as histórias ainda mais cativantes.

Por que acompanhar a franquia FBI?

Seja você fã de séries policiais ou alguém que busca uma narrativa bem construída com personagens complexos, as séries FBI, FBI: Internacional e FBI: Most Wanted oferecem um panorama rico e diversificado do universo das forças especiais.

A combinação de roteiros inteligentes, suspense bem dosado e uma direção que privilegia o realismo faz com que cada episódio seja uma pequena aula de investigação — e também de humanidade.

Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu divulga novo trailer e anuncia estreia em janeiro de 2026

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Após décadas encantando gerações com suas trapalhadas inesquecíveis, o icônico gato Tom e o esperto rato Jerry estão de volta às telonas em Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu, longa que estreia em 8 de janeiro de 2026, com distribuição da Imagem Filmes. O novo filme celebra não apenas a energia e o humor que tornaram os personagens mundialmente famosos, mas também marca uma data especial: os 85 anos da criação de Tom e Jerry, assinada por William Hanna e Joseph Barbera.

Uma trama que mistura fantasia e comédia clássica

No longa, Jerry, movido pela curiosidade que sempre o caracterizou, se envolve em uma missão para desvendar os segredos de uma misteriosa Bússola Mágica escondida no museu. Ao mesmo tempo, Tom assume o papel de segurança do local, determinado a impedir que seu eterno rival cause mais confusões. Mas, como já era de se esperar, a situação rapidamente foge do controle. Ambos são transportados para um mundo mágico, desconhecido e fascinante, onde Tom é confundido com um mensageiro divino e passa a ser venerado pelos habitantes locais. Paralelamente, Jerry encontra um rato carismático, mas cheio de segredos, que coloca sua astúcia à prova.

Essa premissa permite que o longa misture aventura, comédia e ternura, proporcionando momentos de ação que arrancam risadas e cenas de tirar o fôlego. Diferente de algumas produções recentes que apenas utilizam os personagens em histórias modernas sem grandes desafios, Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu aposta na colaboração improvável da dupla: pela primeira vez em muito tempo, Tom e Jerry precisam trabalhar juntos para superar obstáculos, salvar a cidade e, acima de tudo, preservar a amizade que, apesar das disputas clássicas, sempre existiu entre eles.

Nostalgia e inovação lado a lado

Um dos grandes destaques do filme é a maneira como consegue equilibrar o humor físico que consagrou Tom e Jerry com elementos modernos capazes de dialogar com o público contemporâneo. Crianças de hoje, acostumadas com efeitos visuais impressionantes e narrativas ágeis, encontrarão diversão nas perseguições inesperadas, nas armadilhas mirabolantes e nos cenários coloridos que transformam o museu em um palco de magia e caos. Já os adultos terão a oportunidade de se reconectar com a nostalgia das situações clássicas: os olhares irônicos, os gestos exagerados, as trombadas e os planos mirabolantes que, ao longo de décadas, definiram a identidade da dupla.

Além disso, o longa expande o universo de Tom e Jerry, apresentando novos personagens e ambientes que enriquecem a narrativa. O público é convidado a explorar o museu como nunca antes, descobrindo salas secretas, objetos encantados e criaturas surpreendentes. Cada cenário é cuidadosamente construído para proporcionar uma experiência visual imersiva, capaz de transportar os espectadores para dentro do filme, transformando cada perseguição e confusão em um espetáculo para os olhos.

A magia de uma dupla atemporal

O que torna Tom e Jerry tão especiais é sua capacidade de se reinventar sem perder a essência. Desde sua primeira aparição, eles conquistaram públicos de todas as idades com o humor físico, a criatividade dos roteiros e a química entre o gato e o rato. Uma Aventura no Museu mantém essa tradição, enquanto acrescenta camadas de emoção e narrativa que fortalecem a relação entre os personagens e tornam a história mais rica.

O filme também funciona como uma celebração da própria história da animação. Ao longo de 85 anos, Tom e Jerry passaram por diversas adaptações — de curtas clássicos a séries de televisão e filmes híbridos com atores reais. Cada geração encontrou algo único na dupla: para alguns, era o divertimento puro das perseguições; para outros, a capacidade de rir da absurda rivalidade entre dois personagens tão diferentes e, ainda assim, inseparáveis. Com este novo longa, essa tradição continua, mostrando que, mesmo após quase um século, Tom e Jerry ainda conseguem encantar e divertir.

Dirigido por Gang Zhang, conhecido por seu trabalho em animações que combinam ação, comédia e efeitos visuais inovadores, o filme aposta em um estilo que agrada tanto o público infantil quanto o adulto. A combinação de animação tradicional com recursos digitais de última geração cria sequências dinâmicas e visualmente impressionantes. Cada detalhe — desde a textura das obras de arte no museu até a expressividade de Tom e Jerry — foi cuidadosamente pensado para enriquecer a experiência cinematográfica.

Beauty | Novo projeto de Ryan Murphy ganha primeiro pôster e promete uma das séries mais provocativas de 2026

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O universo de Ryan Murphy está prestes a ganhar mais um daqueles capítulos que deixam o público inquieto — no melhor sentido possível. O perfil oficial de American Horror Story divulgou o primeiro pôster de Beauty, nova série dramática criada por Murphy em parceria com Matt Hodgson, e que será exibida pelo Hulu e pelo Disney+. A imagem viralizou em poucos minutos: sombria, sedutora e desconfortável na medida certa, carregando aquela assinatura visual que qualquer fã reconhece de longe. E, claro, reacendeu de vez a expectativa para a estreia, marcada para janeiro de 2026. Abaixo, confira a imagem:

Inspirada na HQ The Beauty, de Jeremy Haun e Jason A. Hurley, a série parte de uma premissa tão curiosa quanto perturbadora. Em um mundo muito parecido com o nosso, uma infecção sexualmente transmissível começa a se espalhar — só que, ao invés de debilitar o corpo, ela deixa as pessoas mais belas a cada dia. É quase um “milagre” moderno… até que as consequências entram em cena. A tal beleza vem acompanhada de riscos, metamorfoses corporais e uma inquietação coletiva crescente. Beauty mergulha fundo na vulnerabilidade que existe por trás da obsessão pela aparência perfeita, tocando em temas como vaidade, moralidade e o jeito como o corpo vira produto em uma sociedade que não sabe viver sem filtros.

Murphy e Hodgson estão envolvidos em tudo: criação, roteiro e produção executiva. E isso já diz muito sobre o tom da série. Quando ele pega um projeto, a combinação de estética forte, narrativa intensa e temas espinhosos é quase garantida. Desde seu anúncio lá em 2024, Beauty já era vista como uma das apostas mais ambiciosas da FX — a escolha de levar o título para o streaming reforça ainda mais a intenção de apostar em histórias adultas, sombrias e carregadas de tensão social.

A construção do universo de Beauty

Nos bastidores, a equipe comenta que Murphy e Hodgson decidiram ir além da HQ original, apostando em uma abordagem mais visceral e emocional. A base continua a mesma — o famigerado “vírus da beleza” —, mas a série dedica tempo aos impactos psicológicos, éticos e até existenciais da transformação. A pergunta ali não é só “o que essa doença faz?”, mas “o que ela revela sobre nós?”. Como uma aparência em mutação muda relações, carreiras, identidades?

O desenvolvimento oficial começou em setembro de 2024, e tudo andou rápido dali em diante. Entre novembro de 2024 e junho de 2025, as filmagens transformaram o set em um grande exercício de experimentação visual e sensorial. Para levar à tela as mudanças corporais — algumas belas, outras desconfortáveis — a produção contou com especialistas em efeitos práticos e próteses, algo que deve ser uma das marcas registradas da série. Se tem algo que Ryan Murphy sabe fazer, é fazer o público desviar o olhar… e, logo em seguida, querer olhar de novo.

O elenco de Beauty reúne alguns dos nomes mais versáteis e interessantes do audiovisual atual. Evan Peters, parceiro frequente de Murphy e conhecido tanto por Dahmer quanto por seus anos em American Horror Story, interpreta o misterioso Detetive Madsen. Ele divide o protagonismo com Rebecca Hall (O Beco do Pesadelo, Christine), que dá vida à Detetive Bennett, trazendo sua sensibilidade habitual para papéis emocionalmente complexos. O time também conta com Ashton Kutcher (Two and a Half Men, Jobs), Anthony Ramos (Em um Bairro de Nova York, Transformers: O Despertar das Feras) e Jeremy Pope (Hollywood, The Inspection), ampliando o alcance emocional e estilístico da equipe. Isabella Rossellini (Blue Velvet, Death Becomes Her) adiciona elegância e presença, enquanto Bella Hadid retorna ao audiovisual após ter surpreendido positivamente em Ramy.

A lista segue com nomes que dão ainda mais textura ao conjunto. Billy Eichner (Bros, Billy on the Street) e Ben Platt (Dear Evan Hansen, The Politician) equilibram drama e humor, ao lado da energia jovem de Amelia Gray Hamlin, que vem despontando no audiovisual, e Daryl Sabara, eterno conhecido por Pequenos Espiões. Meghan Trainor — sim, a cantora — amplia sua presença na TV depois da experiência em The Voice. E, para completar, Vincent D’Onofrio (Demolidor, Law & Order: Criminal Intent) traz aquele peso dramático que ele domina tão bem. Ainda fazem parte do elenco John Carroll Lynch (Fargo, The Americans), Eddie Kaye Thomas (American Pie, Scorpion), Emma Halleen (The Peripheral), Julie Halston (And Just Like That…) e Maggie Rose Tyma, fechando um time diverso e cheio de personalidade.

Extermínio: A Evolução estreia com sessões antecipadas no Brasil no dia 18 de junho

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A nova sequência da aclamada franquia de terror e ficção científica estreia oficialmente nos cinemas no dia 19 de junho, mas quem quiser conferir antes poderá assistir ao filme nas sessões antecipadas marcadas para a terça-feira, 18. Os ingressos já estão disponíveis para compra nas principais plataformas e redes de cinema do país. A programação completa pode ser consultada no site Ingresso.com.


🌍 Trinta anos depois, o vírus ainda assombra

Terceiro capítulo da franquia iniciada com Extermínio (2002), o novo longa se passa três décadas após a disseminação do vírus da raiva — uma mutação violenta que mudou a humanidade para sempre. O mundo agora é outro, e os poucos que resistem tentam encontrar formas de sobreviver entre ruínas, silêncio e ameaças constantes.

Nesse novo cenário, acompanhamos um grupo de personagens tentando se manter vivo em meio ao colapso da civilização. A luta já não é só contra os infectados, mas também contra o medo, a solidão e a perda do que ainda restava de humanidade. O título “A Evolução” não é à toa: o vírus mudou, os sobreviventes também.


🌟 Elenco e equipe criativa de peso

O filme traz nomes de destaque como Jodie Comer (Killing Eve), Aaron Taylor-Johnson (Kick-Ass, Bullet Train), Ralph Fiennes, Jack O’Connell e Alfie Williams, reunindo gerações de talentos em uma história sombria e carregada de tensão.

A direção é de Danny Boyle, vencedor do Oscar® por Quem Quer Ser um Milionário?, que retorna ao universo que ajudou a criar no início dos anos 2000. O roteiro é assinado por Alex Garland, indicado ao Oscar® e conhecido por obras como Ex Machina e Aniquilação. Outro nome que chama atenção é o de Cillian Murphy, protagonista do primeiro filme, agora atuando como produtor executivo.


🔮 Continuação já confirmada

A Sony Pictures já anunciou que o próximo filme da trilogia está em desenvolvimento e deve chegar aos cinemas em 2026. A ideia é expandir ainda mais o universo de Extermínio, com novas histórias e novos olhares sobre um mundo que ainda tenta sobreviver ao caos.

Vingadores: Doutor Destino | Novo teaser une Wakanda, Quarteto Fantástico e prepara o terreno para o maior confronto do MCU

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A Marvel divulgou o quarto teaser trailer de Vingadores: Doutor Destino e, com ele, deixou claro que o próximo capítulo do Universo Cinematográfico Marvel será construído em uma escala maior, mais densa e emocional. Depois de prévias que destacaram personagens específicos como Steve Rogers, Thor e os mutantes, o novo material aposta na força do encontro entre mundos diferentes, conectando Wakanda, Talocan e o recém-apresentado Quarteto Fantástico em uma mesma narrativa. O resultado é uma prévia carregada de simbolismo, que aponta para um evento capaz de redefinir o equilíbrio de poder no MCU.

O teaser se inicia de forma contemplativa, quase silenciosa. Shuri surge caminhando sozinha por um deserto, um contraste visual forte com a exuberância tecnológica de Wakanda. Em sua fala, a personagem revela ter perdido tudo e todos que amava, reforçando o peso emocional acumulado desde a morte de T’Challa e os conflitos recentes enfrentados por sua nação. A escolha do cenário árido não parece casual: ela transmite a ideia de um mundo em colapso, esvaziado de esperança, à espera de uma nova reconstrução.

Na sequência, a prévia surpreende ao mostrar Talocan em uma situação igualmente alarmante. Namor e seu povo aparecem fora da água, em um ambiente seco, o que sugere uma ameaça capaz de atingir até mesmo reinos tradicionalmente protegidos pela natureza. A imagem reforça que o conflito em Vingadores: Doutor Destino não se limita a fronteiras políticas ou territoriais, mas ameaça a própria ordem natural do planeta. Wakanda e Talocan, duas potências que já se enfrentaram no passado, agora parecem divididas pela mesma sensação de perda e vulnerabilidade.

O foco retorna a Wakanda, que surge em um momento de transição. Shuri não ocupa mais o centro do poder sozinha. Ao seu lado está M’Baku, que se apresenta oficialmente como o novo Rei de Wakanda. A presença do líder da tribo Jabari simboliza uma mudança importante na condução da nação, indicando um caminho mais coletivo e menos centralizado. Essa nova configuração política será essencial para os desafios que estão por vir, especialmente diante de uma ameaça que exige alianças além das fronteiras tradicionais.

É nesse contexto que acontece um dos momentos mais marcantes do teaser. M’Baku se encontra com Ben Grimm, o Coisa, interpretado por Ebon Moss-Bachrach, na versão apresentada em Quarteto Fantástico: Primeiros Passos. O aperto de mãos entre os dois não é apenas um gesto de cordialidade, mas um símbolo poderoso da união entre universos que até então caminhavam separados. Wakanda, com sua herança ancestral e tecnologia avançada, cruza caminho com o Quarteto Fantástico, representantes da exploração científica e do espírito aventureiro. O teaser se encerra sugerindo que essa parceria será fundamental no enfrentamento da ameaça central do filme.

Curiosamente, o personagem que dá nome ao longa não aparece diretamente no teaser. Ainda assim, sua presença é sentida em cada cena, como uma sombra que se projeta sobre todos os reinos apresentados. Doutor Destino é um vilão cuja força não está apenas em suas habilidades, mas em sua história, sua visão de mundo e sua capacidade de manipular situações a seu favor. Sua ascensão promete ser o eixo em torno do qual todo o conflito irá girar.

Victor von Doom teve uma infância marcada por tragédias que moldaram sua personalidade. Nascido na Latvéria, ele perdeu a mãe ainda muito jovem após uma tentativa desesperada de obter poder místico para proteger seu povo da perseguição governamental. Pouco tempo depois, seu pai também morreu, deixando Victor órfão e consumido por um profundo sentimento de injustiça. Desde cedo, ele desenvolveu a convicção de que o mundo era cruel demais para ser deixado nas mãos de pessoas comuns.

Dotado de uma inteligência extraordinária, Victor se destacou tanto no campo científico quanto no estudo do ocultismo. Essa combinação rara o levou a conquistar uma bolsa de estudos em uma universidade nos Estados Unidos, onde conheceu Reed Richards e Ben Grimm. A relação com Reed, em especial, foi marcada por rivalidade e ressentimento. Victor não suportava a ideia de dividir reconhecimento e passou a enxergar Richards como uma ameaça direta à sua superioridade intelectual.

Essa obsessão o levou a conduzir experimentos cada vez mais perigosos. Ao tentar criar um dispositivo capaz de acessar outras dimensões, Victor ignorou alertas sobre falhas no projeto. O experimento saiu do controle, resultando em uma explosão que deixou cicatrizes em seu rosto e destruiu sua reputação acadêmica. Expulso da universidade, ele atribuiu a culpa a Reed Richards, alimentando um ódio que se tornaria um dos pilares de sua identidade como Doutor Destino.

Após vagar pelo mundo em busca de respostas, Victor encontrou um grupo de monges que o ajudaram a canalizar seu conhecimento científico e místico na criação de uma armadura. Mais do que proteção, a armadura se tornou uma extensão de sua própria vontade, símbolo de poder e autoridade. De volta à Latvéria, ele derrubou o governo vigente e se proclamou soberano, instaurando um regime rígido, porém eficiente, que transformou o país em uma potência temida.

O que torna Doutor Destino um antagonista tão fascinante é sua complexidade moral. Ele não se vê como um vilão, mas como alguém disposto a fazer o que for necessário para impor ordem ao mundo. Em diferentes momentos, já se aliou a heróis quando isso serviu aos seus interesses, apenas para traí-los quando a oportunidade surgiu. Sua visão de mundo é guiada pela crença de que apenas uma mente verdadeiramente superior pode conduzir a humanidade ao futuro.

Anora, vencedor do Oscar 2025, estreia no Prime Video em julho

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Depois de conquistar Hollywood e emocionar plateias ao redor do mundo, “Anora”, o grande vencedor do Oscar 2025, tem data marcada para chegar ao streaming. A partir de 23 de julho, o longa estará disponível no Prime Video, sem custo adicional para os assinantes. Basta abrir o aplicativo e dar play. Nenhuma compra, nenhum aluguel, só uma história potente esperando para ser vivida — ou revivida — em casa.

Aclamado pela crítica e pelo público, o filme levou cinco estatuetas da Academia: Melhor Filme, Melhor Direção (Sean Baker), Melhor Atriz (Mikey Madison), Melhor Roteiro Original e Melhor Edição. Com sua estética crua, ritmo envolvente e narrativa surpreendentemente delicada, Anora é mais que um filme — é uma experiência humana.

Uma fábula moderna com os dois pés na realidade

Dirigido e roteirizado por Sean Baker (conhecido por obras como The Florida Project), o filme nos leva ao coração do Brooklyn, Nova York, para contar a história de Anora, interpretada com brilho pela atriz Mikey Madison. Jovem, perspicaz e trabalhadora do sexo, ela vê sua rotina ganhar contornos de conto de fadas moderno ao se envolver com Ivan (Mark Eydelshteyn), um herdeiro russo que cruza seu caminho numa noite comum — e com quem ela se casa impulsivamente.

Mas o que começa como um romance improvável logo mergulha em conflito e ironia quando os poderosos pais de Ivan tomam conhecimento da união. A partir daí, a relação entre os dois é colocada à prova em uma sucessão de decisões difíceis, encontros desconfortáveis e descobertas emocionais.

Será que o amor sobrevive quando o mundo inteiro está contra você?” — essa parece ser a pergunta que paira ao longo de cada cena, ao passo que Anora, entre ingenuidade e pragmatismo, tenta encontrar um espaço para existir sem abrir mão de si mesma.

De Hollywood ao Brasil: Mikey Madison e Fernanda Torres

Durante a temporada de premiações, a protagonista Mikey Madison emocionou plateias com sua entrega visceral e, ao subir ao palco do Oscar para receber sua estatueta, tornou-se um dos rostos mais lembrados da cerimônia. Em entrevista recente, Madison revelou que conheceu a atriz Fernanda Torres após a cerimônia, e que se encantou com o trabalho da brasileira: “Ela é uma força. Uma mulher que entende a comédia, o drama, o tempo certo das coisas. Me senti inspirada conversando com ela.”

O encontro inesperado entre duas gerações de atrizes — de lados opostos do continente — simboliza bem a forma como Anora atravessa barreiras e encontra ressonância universal. A história de uma mulher em busca de dignidade e afeto, em meio a desigualdades, expectativas e julgamentos, poderia se passar no Brooklyn, em São Paulo ou em Moscou.

Uma estreia imperdível

Se você perdeu Anora nas telonas, o streaming te dá agora uma segunda chance. E, para quem já assistiu, talvez seja a hora de reviver a trama com mais calma, reparando nas sutilezas, nos silêncios e nos olhares que fizeram do filme um dos mais premiados do ano.

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