No capítulo da novela Dona de Mim de hoje, 22 de outubro de 2025, Leo garante a Samuel que vai conseguir conciliar a audiência pela guarda de Sofia com o lançamento de sua nova campanha, determinado a proteger a filha sem prejudicar sua carreira. Enquanto isso, Marlon confronta Kami sobre Ryan, gerando tensão no núcleo familiar. Sofia fica visivelmente entristecida, e Leo demonstra preocupação com o bem-estar da filha, tentando equilibrar suas responsabilidades paternas e profissionais. Breno, por sua vez, sente ciúmes da atenção que Leo recebe durante o lançamento da coleção, alimentando conflitos internos e rivalidades.
Incentivado por Filipa, Jaques realiza uma apresentação musical nas ruas, buscando reconhecimento e tentando recuperar sua imagem. Paralelamente, Gilmar procura Bárbara a pedido de Davi, enquanto Filipa insiste para que Jaques peça desculpas pelas humilhações que infligiu a Leo. Determinado a expor a verdade, Leo faz uma lista detalhada de todas as falcatruas de Jaques, e Breno, de forma inesperada, transmite a conversa ao vivo em seu perfil nas redes sociais, aumentando a repercussão e o impacto das ações de Jaques diante de todos.
Próximos capítulos da novela Dona de Mim
Jaques finalmente assume suas falcatruas contra Leo, enquanto Davi acompanha a transmissão ao vivo feita por Breno, que logo percebe o desespero de ter exposto toda a conversa inadvertidamente. Ivy comenta que Davi está apaixonado por Bárbara, e Breno pede que Caco volte para casa. Sofia, confusa com os acontecimentos, acredita que Leo é culpado por sua volta à mansão, aumentando a tensão entre pai e filha.
Samuel confronta Jaques pela morte de Abel, e Filipa se impressiona com o descontrole do cunhado. Jaques tem um pesadelo perturbador com Abel, refletindo sua culpa e ansiedade. Enquanto isso, Bárbara revela a Romano que deseja participar do esquema de Heidegger, e Danilo se incomoda ao ouvir Jaques falar de Filipa para Ricardo. Ivy aconselha Davi sobre Bárbara, e Paula alerta Leo quanto ao estado emocional de Sofia. Ricardo sugere que Samuel acione Jaques sobre as peças de Mianmar para proteger a Boaz, e Samuel decide doar as peças e emitir um comunicado oficial, ganhando admiração de Ricardo.
A relação entre Leo e Sofia melhora: a menina volta a falar normalmente e se refere a Leo como “mãe”. No dia da audiência pela guarda de Sofia, Filipa declara a Samuel que deseja cuidar da menina, enquanto Leo prepara-se para conciliar sua vida profissional e pessoal. Breno, Caco, Stephany e Leo organizam o desfile de lançamento da nova coleção, mantendo a atenção da mídia e do público.
Durante a audiência, Leo dá seu depoimento, mas a juíza decide conceder a guarda de Sofia para Filipa, o que provoca a comemoração imediata de Jaques. Para consolidar seus planos, Jaques pede que Isabela retorne a Portugal, deixando claro que sua estratégia de manipulação e poder continua em ação, enquanto os protagonistas enfrentam as consequências de escolhas, alianças e intrigas familiares.
Nesta segunda-feira, 14 de abril, a Tela Quente convida o público para uma viagem emocionante e divertida pela vida de um dos maiores ícones do humor brasileiro com a exibição da cinebiografia “Mussum, O Filmis”. A produção retrata, com sensibilidade, leveza e bom humor, a trajetória marcante de Antônio Carlos Bernardes Gomes, o inesquecível Mussum, mostrando não apenas o artista consagrado, mas também o homem por trás da fama.
Com direção de Silvio Guindane e roteiro de Paulo Cursino, o longa é inspirado no livro “Mussum – Uma História de Humor e Samba”, de Juliano Barreto, e acompanha desde a infância simples de Mussum, como filho de empregada doméstica e ex-militar, até sua consagração como músico e humorista. O filme lança luz sobre os bastidores de sua carreira e as dores e conquistas pessoais que moldaram sua personalidade carismática.
Na pele do protagonista, Ailton Graça entrega uma atuação poderosa, que emociona e diverte na medida certa. Sua interpretação vai além do caricato, destacando o lado humano de Mussum — suas lutas, seus sonhos e sua dedicação à arte. A história passa por sua passagem pelo exército, sua fundação do grupo Os Originais do Samba, e culmina no auge da fama com sua entrada no lendário quarteto Os Trapalhões, ao lado de Renato Aragão (Gero Camilo), Dedé Santana (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader).
O elenco de apoio também brilha, com Thawan Lucas Bandeira e Yuri Marçal interpretando Mussum em diferentes fases da vida. Cacau Protásio, Neusa Borges, Jennifer Dias, Cinnara Leal e outros grandes nomes completam a produção, enriquecendo a narrativa com interpretações sensíveis e marcantes.
“Mussum, O Filmis” equilibra com maestria o drama e a comédia, fazendo rir e chorar ao mesmo tempo. É uma homenagem sincera e merecida a um artista que revolucionou o humor brasileiro, com seu vocabulário irreverente, seu jeito único e, claro, seu amor pelo “mé”. A produção também evidencia a importância de Mussum para a representatividade negra na mídia brasileira, e como ele abriu caminhos com sua autenticidade e talento.
Onde assistir:
Além de ser exibido na Tela Quente, o filme também pode ser visto nas seguintes plataformas de streaming, mediante assinatura:
Na terça-feira, 29 de abril, Pedro Bial recebe no Conversa com Bial o premiado ator, comediante e diretor Ben Stiller, conhecido por protagonizar e dirigir clássicos da comédia como Zoolander e Entrando Numa Fria. Em um bate-papo descontraído e revelador, Stiller compartilha sua experiência por trás das câmeras, os desafios de equilibrar o humor com a crítica social em seus projetos e os rumos de sua carreira como cineasta. O artista, que também assinou a direção da aclamada minissérie Ruptura (Severance), reflete sobre o processo criativo na televisão contemporânea e sua evolução como contador de histórias, dentro e fora dos sets de filmagem.
A conversa revisita marcos históricos da emissora, seu impacto cultural e político ao longo das décadas e sua capacidade de se reinventar diante das transformações tecnológicas e comportamentais do público. Além disso, Bucci e Tas traçam um panorama dos desafios enfrentados pela televisão aberta no Brasil, como a concorrência com o streaming, a fragmentação da audiência e as novas formas de engajamento digital, apontando caminhos possíveis para o fortalecimento do conteúdo audiovisual nacional.
Combinando leveza, profundidade e informação, o Conversa com Bial desta semana oferece ao público dois episódios imperdíveis que unem entretenimento, análise crítica e celebração da arte de comunicar.
📺 Conversa com Bial vai ao ar de segunda a sexta, nas noites da TV Globo.
Neste domingo, 10 de agosto, o programaViver Sertanejo traz uma edição especial dedicada ao Dia dos Pais, mostrando um lado intimista e acolhedor do cantor e apresentador Daniel. Conhecido por sua voz marcante e por sua longa trajetória na música sertaneja, Daniel abriu as portas de sua casa para receber o público em um café da manhã familiar, onde compartilhou histórias, memórias e canções carregadas de emoção e significado.
Com sua esposa Aline e suas três filhas — Lara, Luiza e Olívia — Daniel proporcionou um momento genuíno de afeto e conexão, revelando uma faceta pouco vista do artista: a do pai presente, dedicado e orgulhoso da família que construiu. O episódio convida os espectadores a acompanharem uma manhã simples, mas repleta de amor, música e tradições que atravessam gerações.
A experiência começa logo na cozinha da casa, onde Daniel assume o papel de chef do café da manhã. Entre aromas de café fresco, pães e quitutes caseiros, o cantor revela que gosta de cuidar desse momento para a família. “Eu sou quem prepara o café todas as manhãs, deixo bilhetinhos carinhosos na mesa para as meninas e acordo elas para a escola. Depois que a gente vira pai, a gente fica mais babão”, confessa com um sorriso afetuoso, arrancando risadas das filhas.
Essa rotina simples, porém repleta de afeto, traduz a intimidade e o comprometimento de Daniel com o papel paterno. Para ele, a paternidade não é apenas um título, mas uma experiência transformadora que modifica a forma como se vê o mundo e valoriza o que realmente importa.
Entre uma mordida e outra, Daniel se volta para suas filhas e começa a contar histórias da infância, especialmente aquelas ligadas à sua relação com o pai, Seu José Camilo. Ele compartilha lembranças vivas das viagens de caminhão por Brotas, onde aprendeu técnicas vocais valiosas com o avô. “O vô, quando tinha oportunidade, me levava em viagens curtas e me ensinava a técnica de primeira e segunda voz. Ele dizia: ‘puxa uma moda aí’, e quando eu errava, ele me orientava a ‘tampa o ouvido do meu lado, pra você se adaptar à sua voz’. E não é que funcionava?”, relembra com a voz carregada de emoção.
Esse ensinamento passado de geração para geração é, para Daniel, um símbolo da continuidade do legado musical e afetivo em sua família. O carinho e o respeito por essas raízes são evidentes quando ele convida o pai para uma apresentação emocionante de “Jeitão de Caboclo”, interpretada em dupla, que reverbera as tradições sertanejas e o amor familiar.
O programa também reserva momentos musicais especiais que misturam vozes e gerações. Daniel divide vocais com a filha mais velha, Lara, interpretando “Tantinho”, canção que ganha uma nova vida ao ser cantada com essa cumplicidade familiar. Em seguida, Daniel, Seu José Camilo e Lara formam um trio emocionante para a música “Campeão de Pialo”, que traz no ritmo a força do sertão e a celebração da família.
Não fica de fora a participação das filhas Luiza e Lara em um dueto cheio de doçura, cantando “Meninas Grandes”, que reflete a conexão e o carinho entre irmãs. Para fechar as apresentações, Daniel se apresenta solo com “Tempo”, uma canção que dedica à família, refletindo sobre o valor do tempo compartilhado e a importância de cada momento vivido juntos.
Essas interpretações não são apenas demonstrações de talento; são verdadeiros diálogos afetivos que reforçam os laços entre os integrantes da família e mostram ao público que a música sertaneja é, acima de tudo, uma expressão de vida, amor e história.
O episódio especial do programa também oferece flashes de edições anteriores, nas quais artistas renomados do meio sertanejo compartilharam suas experiências pessoais sobre a relação com seus pais. Figuras como César Menotti & Fabiano, Cezar & Paulinho e a dupla Chitãozinho & Xororó trouxeram depoimentos emocionados que reforçam a importância do afeto e da presença paterna na formação de suas trajetórias.
Essas histórias, relembradas ao longo do programa, criam um mosaico rico em sensibilidade e humanidade, mostrando que a música, para esses artistas, é mais que um ofício — é também um meio de honrar as raízes familiares e os ensinamentos recebidos.
Em tempos em que a correria do dia a dia muitas vezes distancia pais e filhos, o episódio especial do Viver Sertanejo com Daniel é um convite para desacelerar, olhar para dentro de casa e celebrar os pequenos momentos que fazem toda a diferença. O programa lembra que o Dia dos Pais não precisa ser marcado por grandes eventos ou presentes caros, mas por presença, afeto e dedicação.
Daniel, com seu jeito carinhoso e espontâneo, mostra que é possível ser um artista consagrado e, ao mesmo tempo, um pai presente que valoriza as tradições familiares e a conexão emocional com seus filhos.
Além das canções e histórias, o público poderá acompanhar cenas que mostram a rotina real da família, com brincadeiras, conversas descontraídas e momentos de cumplicidade. É um retrato de uma família comum, com desafios e alegrias, mas que se mantém unida pelo amor e pela música.
A CBS confirmou oficialmente: O Rastreador, série estrelada por Justin Hartley, retorna para sua aguardada terceira temporada em 19 de outubro de 2025. A produção, que mistura investigação criminal com drama psicológico, promete expandir ainda mais o universo de Colter Shaw, um homem à margem da sociedade que transformou seu passado conturbado em ferramenta para salvar vidas.
Ao contrário dos dramas processuais tradicionais, a produção americana não foca apenas nos crimes em si, mas nas motivações humanas por trás deles — e no impacto emocional das buscas que Shaw realiza. A cada episódio, ele percorre um novo canto dos Estados Unidos, colocando seu conhecimento em rastreamento a serviço de causas urgentes: pessoas desaparecidas, vítimas de sequestros e casos que desafiam a lógica policial.
Mas o que torna a série única é que, enquanto resolve os mistérios dos outros, Colter também tenta desvendar o seu próprio. A série vem aprofundando, temporada após temporada, as feridas deixadas por uma infância isolada, marcada por traumas familiares, e pelo desaparecimento do pai — um mistério que ainda ecoa nas decisões do protagonista.
Foto: Reprodução/ Internet
Justin Hartley em nova fase
Conhecido por seu papel marcante em This Is Us, Justin Hartley não apenas é o grande astro da série como também atua como produtor executivo. Em O Rastreador, ele assume uma performance mais contida, física e estratégica. Shaw não é um herói tradicional: ele desconfia de todos, não confia em ninguém e, muitas vezes, parece mais motivado por redenção pessoal do que por altruísmo.
“Colter é um personagem cheio de zonas cinzentas. Ele quer fazer a coisa certa, mas muitas vezes não sabe o que isso significa”, afirmou Hartley em entrevistas anteriores.
O que podemos esperar da 3ª temporada?
Poucos detalhes foram revelados, mas fontes ligadas à produção indicam que os novos episódios irão mergulhar mais fundo no passado da mãe de Colter, personagem enigmática que pode guardar segredos sobre a verdadeira natureza da família Shaw. Além disso, o protagonista deve enfrentar um novo antagonista recorrente, alguém que parece conhecer sua história melhor do que ele próprio.
Os roteiristas também prometem um equilíbrio entre tramas episódicas — com casos que se resolvem em uma única semana — e arcos maiores que vão evoluindo ao longo da temporada, incluindo a possibilidade de um aliado se tornar uma ameaça.
Quando será lançada no Brasil?
No Brasil, a série é distribuída exclusivamente pelo Disney+, onde as temporadas anteriores estão disponíveis. Ainda não há uma data oficial para o lançamento da 3ª temporada no streaming nacional, mas a expectativa é que os episódios cheguem com pequena diferença em relação à exibição americana.
O Viver Sertanejo deste domingo (13) dá continuidade ao encontro entre Daniel e a dupla Bruno & Marrone, que emocionou o público na semana passada. Em clima de intimidade e parceria, o episódio mergulha em histórias pouco conhecidas dos artistas, revelando lados pessoais, memórias de bastidores e conexões que atravessam décadas da música sertaneja.
Trajetória com raízes profundas
Bruno & Marrone relembram o início da carreira em bares de Goiânia, marcados por apresentações longas, repertório vasto e a esperança de um dia conquistar o grande público. A dupla compartilha o momento exato em que percebeu que havia chegado lá — e como o sucesso, embora transformador, trouxe novas responsabilidades e desafios.
Marrone fala sobre saúde e superação
Um dos momentos mais tocantes do episódio é o depoimento de Marrone sobre o diagnóstico de glaucoma, que desencadeou uma jornada de ansiedade e depressão. Com sinceridade, o cantor conta como enfrentou o período delicado e como o apoio da família e da música foram essenciais em sua recuperação. Ao lado de Daniel, ele reflete sobre os aprendizados e a importância de cuidar do corpo e da mente, mesmo com a rotina intensa dos palcos.
O poder da canção que quase não foi
A música também é protagonista neste encontro. Além da interpretação de “Na Conta da Loucura”, Bruno & Marrone se unem a Daniel para uma nova versão de “Dormi na Praça”, um dos maiores sucessos da dupla. Durante a conversa, Marrone revela que a canção circulou por diversos artistas — incluindo Christian & Ralf e Gian & Giovani — antes de ser gravada por eles. Daniel compartilha que ele e João Paulo também chegaram a conhecer a composição, mas optaram por não gravá-la. “Acho que era pra ser deles mesmo. O destino cuidou disso”, reflete o cantor.
Um episódio que celebra a música e a vida
Mais do que uma entrevista, o episódio deste domingo é um mergulho na história de três grandes nomes da música brasileira. Entre memórias, confissões e melodias que marcaram gerações, Viver Sertanejo convida o público a olhar além do palco e conhecer as vivências que moldaram os artistas.
Nesta terça, 5 de agosto de 2025, oCine Record Especial traz para a tela da Record TV o filme Assassinos Múltiplos (Título original: Acts of Vengeance), um thriller eletrizante que combina ação, drama e suspense de maneira única. Sob a direção de Isaac Florentine — conhecido por sua habilidade em artes marciais e sequências de luta (Undisputed II: Last Man Standing e Ninja: Shadow of a Tear) — e com roteiro de Matt Venne (autor de The Void e The Roost), a produção promete uma experiência visceral, envolvendo uma trama de perda, silêncio e busca implacável por justiça.
Um enredo que prende do começo ao fim
O centro da história é Frank Valera, interpretado pelo veterano Antonio Banderas, cuja carreira é marcada por personagens complexos e cheios de camadas (estrela em Desperado e A Máscara do Zorro). Frank é um advogado de sucesso que tem sua vida destruída pelo assassinato brutal de sua esposa e filha. A dor e o desespero o levam a fazer um voto de silêncio: ele não falará até que consiga encontrar o responsável por essa tragédia.
Essa decisão marca o início de uma jornada intensa e transformadora. Para se preparar para o confronto que sabe que virá, Frank mergulha em um treinamento rigoroso de artes marciais, transformando seu corpo e mente em armas poderosas para enfrentar o assassino Strode, papel vivido por Karl Urban (famoso por seus papéis em O Senhor dos Anéis e Doutor Estranho no Multiverso da Loucura). O embate entre esses dois personagens torna-se o ponto alto do filme, marcado por cenas de luta coreografadas com precisão e uma atmosfera de tensão crescente.
A construção do personagem Frank Valera é profundamente humana. A escolha de um voto de silêncio não apenas expressa a dor do luto, mas também simboliza sua determinação absoluta. Ao renunciar à fala, ele concentra suas energias na vingança e na justiça pessoal — um caminho doloroso e solitário que desafia suas próprias limitações físicas e emocionais.
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A direção afiada de Isaac Florentine
Isaac Florentine, diretor e coreógrafo de cenas de ação, é uma referência no gênero. Com um currículo que inclui títulos aclamados por fãs das artes marciais e filmes de ação — como Undisputed II: Last Man Standing (2006) e Ninja: Shadow of a Tear (2013) —, Florentine tem um talento especial para transformar sequências de luta em momentos narrativos que avançam a trama e aprofundam os personagens.
Em Assassinos Múltiplos, essa expertise fica evidente em cada cena de combate, que combina técnica e emoção. As batalhas não são apenas espetáculos visuais, mas também expressões da luta interna de Frank, seu sofrimento e sua busca por redenção.
O diretor também trabalha habilmente o suspense, usando enquadramentos e iluminação para criar uma atmosfera tensa, que mantém o público envolvido e apreensivo até o desfecho. A edição dinâmica e a trilha sonora pulsante ajudam a intensificar essa sensação, criando um ritmo que equilibra ação e momentos mais introspectivos.
Um roteiro que explora temas profundos
Matt Venne, roteirista conhecido por seu trabalho em filmes como The Void (2016) e The Roost (2005), constrói uma narrativa que vai além do simples thriller de ação. O roteiro do filme mergulha nas complexidades do luto, da perda e da transformação pessoal.
Ao escolher um advogado como protagonista, o filme cria uma tensão interessante entre o mundo racional e jurídico e o universo emocional da vingança e da justiça pessoal. Frank Valera não apenas luta contra um assassino, mas contra seus próprios demônios, tentando encontrar um propósito depois de uma tragédia que ameaça destruí-lo por completo.
O voto de silêncio, um elemento central da trama, funciona como uma metáfora para a dor que não se consegue expressar em palavras e a força que nasce do silêncio e da disciplina. Esse simbolismo dá profundidade ao personagem e convida o público a refletir sobre as diferentes formas de enfrentar a dor.
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O elenco que eleva a produção
Antonio Banderas é o coração do filme. Com uma carreira que mistura ação, drama e personagens icônicos — de Desperado (1995) a A Máscara do Zorro (1998), e até trabalhos mais recentes em Dolittle (2020) —, ele traz para Frank Valera uma intensidade e uma vulnerabilidade que fazem o público se importar profundamente com sua trajetória.
Karl Urban, conhecido por interpretar personagens marcantes como Éomer em O Senhor dos Anéis (2001-2003) e Skurge em Thor: Ragnarok (2017), oferece uma atuação sombria e implacável como Strode, o antagonista que não hesita em confrontar Frank. Sua preparação para as cenas de luta, que incluiu treinamento rigoroso em artes marciais, aumenta a veracidade dos confrontos e o equilíbrio dramático entre herói e vilão.
Cristina Serafini, Paz Vega (de Lucía y el sexo, 2001) e Robert Forster (veterano de Jackie Brown, 1997) completam o elenco com personagens que dão suporte à trama principal, enriquecendo a narrativa com suas próprias histórias e dilemas, ampliando o universo emocional do filme.
Curiosidades que tornam o filme ainda mais interessante
Uma das curiosidades mais marcantes é que tanto Antonio Banderas quanto Karl Urban passaram por um intenso treinamento em artes marciais para dar mais autenticidade às cenas de ação. Essa preparação resultou em sequências de luta mais realistas e emocionantes, o que é um diferencial para quem aprecia o gênero.
Outro ponto interessante é a escolha da Bulgária como local de produção. O país tem se tornado um polo para filmes de ação e grandes produções internacionais devido a seus custos acessíveis e infraestrutura de qualidade, e Assassinos Múltiplos é um exemplo claro dessa tendência.
O filme também se destaca por sua duração relativamente curta — 87 minutos —, o que ajuda a manter o ritmo acelerado e a evitar dispersões na narrativa, tornando a experiência intensa e direta.
Por que assistir ao filme no Cine Record Especial?
Para quem gosta de filmes que combinam ação com uma história que emociona, Assassinos Múltiplos é uma escolha certeira. A trajetória de Frank Valera, que enfrenta a perda mais dolorosa da vida e busca justiça com a força do corpo e da mente, oferece momentos de tensão e empatia.
Na tela da Record TV, o filme ganha ainda mais destaque por sua narrativa ágil e visual marcante, capazes de prender a atenção do público do início ao fim. Você pode assistir ao filme em diversas plataformas de streaming, incluindo a Adrenalina Pura, disponível por assinatura para quem busca muita ação e emoção na telinha.
No próximo domingo, dia 2 de março, a Temperatura Máxima traz uma superprodução repleta de ação, emoção e heroísmo para as telas da TV Globo. A partir das 13h55, os telespectadores poderão conferir a versão live-action de “Mulan” (2020), uma das adaptações mais ambiciosas da Disney nos últimos anos.
Uma história de coragem e honra
Baseado na lenda chinesa de Hua Mulan, o filme acompanha a trajetória de uma jovem destemida (interpretada por Liu Yifei) que decide se disfarçar de homem e assumir o lugar de seu pai doente no exército imperial. Com o reino sob ameaça de invasores liderados pelo guerreiro Bori Khan (Jason Scott Lee), Mulan adota o nome de Hua Jun e parte para um rigoroso treinamento, onde precisa provar seu valor e esconder sua verdadeira identidade.
Diferente da animação lançada em 1998, esta versão dirigida por Niki Caro adota um tom mais realista, trazendo intensas sequências de batalha, cenários grandiosos e uma abordagem mais séria da história. Embora alguns elementos icônicos da animação, como o dragão Mushu e as músicas cantadas, tenham ficado de fora, o filme compensa com coreografias de luta impressionantes e efeitos visuais deslumbrantes.
O elenco do longa-metragem conta com grandes nomes do cinema asiático, incluindo Donnie Yen (Rogue One: Uma História Star Wars, O Grande Mestre) como o comandante Tung, Jet Li (O Templo Shaolin, Máquina Mortífera 4) no papel do Imperador, Gong Li (Memórias de uma Gueixa, Lanterna Vermelha) como a enigmática vilã Xian Lang e Tzi Ma (O Preço da Verdade, A Chegada) interpretando o pai de Mulan.
Onde assistir?
Para quem deseja embarcar nessa jornada épica, além da exibição na TV Globo, o filme também está disponível para streaming no Disney+, permitindo que os fãs revivam a história dessa guerreira sempre que quiserem.
Feitos Um Para o Outro, da autora italiana Biondi, é um romance que se apresenta inicialmente como uma delicada narrativa sobre um casal jovem tentando se encontrar na turbulência dos primeiros anos da vida adulta. A trama, situada em Bolonha, acompanha Manuel e Mia, dois jovens que dividem um pequeno quarto num alojamento estudantil, imersos em uma realidade marcada por sonhos, inseguranças e as pressões da independência.
A escrita de Biondi revela sensibilidade e sutileza ao retratar as nuances emocionais de um relacionamento em sua fase inicial — sem recorrer ao melodrama exagerado ou a clichês desgastados. O texto navega habilmente entre as esperanças e as dúvidas típicas de quem encara o futuro com certa ansiedade, traduzindo em diálogos naturais e cenas cotidianas as tensões entre afeto e conflito.
No entanto, apesar de suas qualidades narrativas, o livro carrega uma controvérsia que polariza opiniões: o tratamento dado à traição cometida por Mia.
Aqui reside o principal desafio da obra. A autora escolhe abordar a traição de forma relativamente superficial, sem aprofundar as complexas implicações emocionais e éticas do ato. A decisão unilateral de Mia — que pede demissão sem diálogo prévio, abalando a estabilidade financeira que ambos buscavam — e, sobretudo, a traição, são fatos que poderiam render uma análise profunda sobre maturidade, confiança e consequências. Contudo, Biondi opta por minimizá-los na narrativa.
Além disso, Mia é retratada com uma ambiguidade problemática: sua postura parece simbolizar uma resistência ao amadurecimento. Ela valoriza o lazer e a liberdade ao lado dos amigos e rejeita a cobrança legítima de Manuel por responsabilidade e compromisso. Por sua vez, Manuel, que sonha em ser escritor e trabalha numa pizzaria para se sustentar, é caracterizado como alguém quase obsessivo e desequilibrado, numa inversão que gera desconforto, pois coloca a vítima da traição como antagonista da história.
Essa dinâmica – que transforma Manuel em um “vilão” na percepção da própria parceira e do círculo social dela – levanta questões importantes sobre representação de gênero, responsabilidade afetiva e o que se considera “culpa” num relacionamento. A narrativa, ao promover uma reconciliação rápida e quase sem consequências reais, perde a oportunidade de explorar os dilemas e as dores que acompanham uma traição, assim como a reconstrução (ou não) da confiança.
Para leitores que valorizam a profundidade emocional e a coerência psicológica, o livro pode parecer simplista ou até ingênuo na resolução dos conflitos. O perdão, no romance, não exige tempo, nem reflexão profunda, nem crescimento genuíno — e isso pode soar como uma romantização perigosa de uma falha grave.
Contudo, é justamente essa ambivalência que torna Feitos Um Para o Outro um texto instigante. A obra não oferece respostas definitivas nem pretende julgar seus personagens com rigidez moral. Em vez disso, convida o leitor a refletir sobre as complexidades do amor jovem, as contradições do amadurecimento e os limites da tolerância nas relações afetivas.
Manuel e Mia são personagens imperfeitos, com sonhos conflituosos e inseguranças típicas da idade. Talvez eles nunca tenham sido, na realidade, “feitos um para o outro” no sentido romântico idealizado, mas são, sim, retratos verossímeis da confusão que é crescer amando.
Em síntese, Feitos Um Para o Outro é uma obra recomendada para leitores que buscam mais do que um romance açucarado, que estejam dispostos a enfrentar as sombras e os incômodos do amor real. É um convite a entender que a vida adulta, com suas responsabilidades e escolhas, nem sempre permite finais lineares ou simples — e que o amor, por mais lindo que seja, também é um terreno de complexidade e desafio.
O aguardado reboot de Street Fighter finalmente revelou seu primeiro trailer oficial durante o TGA 2025, deixando fãs e curiosos em clima de euforia. A nova adaptação, dirigida por Kitao Sakurai (Bad Trip) e roteirizada por Dalan Musson (Falcão e o Soldado Invernal), marca a terceira incursão da franquia em live-action e representa o quarto longa-metragem inspirado na icônica série de videogames da Capcom. Desta vez, a proposta é clara: revisitar as raízes, modernizar o universo e entregar uma experiência cinematográfica que traduza a grandiosidade e o impacto cultural que Street Fighter conquistou ao longo das últimas décadas.
No elenco, Andrew Koji (Warrior) interpreta Ryu, trazendo para o papel uma mistura de precisão em artes marciais, presença cênica e profundidade dramática. Ao seu lado está Noah Centineo (Adão Negro), que surpreende na pele de Ken Masters. Longe do estilo leve e romântico que marcou boa parte de sua carreira, o ator surge mais maduro e emocionalmente complexo. Callina Liang (Avatar: A Lenda de Aang, Netflix) vive Chun-Li, que no trailer aparece como a figura determinante para reunir os protagonistas e impulsionar a narrativa.
Além do trio central, o elenco conta com nomes de peso como Jason Momoa (Aquaman), Joe “Roman Reigns” Anoa’i (Velozes & Furiosos 10), Vidyut Jammwal (Commando), David Dastmalchian (O Esquadrão Suicida), Curtis “50 Cent” Jackson (Power), Cody Rhodes (WWE), Andrew Schulz (You People) e Eric André (The Eric André Show). A variedade de estilos, talentos e presenças físicas reflete o compromisso do filme em celebrar a diversidade dos lutadores que sempre fez parte da essência da franquia. Cada ator parece ocupar um papel essencial no mosaico narrativo, aumentando ainda mais as expectativas do público.
A história é ambientada em 1993 e acompanha Ryu e Ken, lutadores afastados por motivos ainda mantidos em segredo. A aparição de Chun-Li os puxa de volta a um mundo que acreditavam ter deixado para trás. A partir desse reencontro, ambos são conduzidos ao Torneio Mundial de Guerreiros, uma competição marcada por confrontos brutais e histórias individuais carregadas de dor, orgulho e esperança. O trailer deixa claro que o torneio será o eixo principal do filme, mas também dá indícios de que existe uma ameaça maior atuando nas sombras, capaz de levar os lutadores ao limite físico e emocional.
O percurso da produção foi cheio de reviravoltas. Desde abril de 2023, quando a Legendary Entertainment assumiu os direitos de adaptação, as expectativas se tornaram cada vez maiores. Danny e Michael Philippou (Fale Comigo) foram anunciados como diretores iniciais, mas deixaram o projeto em junho de 2024 por conflitos de agenda e visão criativa. Em fevereiro de 2025, Kitao Sakurai assumiu o comando, trazendo uma nova perspectiva que uniu estética, intensidade e humanidade.
A escolha do elenco foi realizada entre maio e julho de 2025. Noah Centineo, Andrew Koji, Jason Momoa e Roman Reigns iniciaram as negociações logo nas primeiras semanas, sendo posteriormente confirmados junto a novos nomes que também se somaram ao longa. Callina Liang, David Dastmalchian e Curtis Jackson reforçaram a lista, enquanto Vidyut Jammwal e Cody Rhodes concluíram o grupo ao longo de julho.
As filmagens aconteceram na Austrália entre 18 de agosto e 12 de novembro de 2025, sob o título provisório de Punch. O diretor de fotografia Ken Seng (Deadpool) foi o responsável pela estética visual do projeto, que combina realismo cru com influências estilizadas dos golpes icônicos da franquia. O visual mistura cenários dos anos 1990 com uma abordagem moderna de iluminação e câmera, equilibrando nostalgia e novos ares.