Crítica | Brick é um thriller psicológico que prende pela tensão, mas tropeça na profundidade

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Imagine acordar e perceber que o mundo sumiu. Não há mais sinal de celular, nem internet, nem vizinhos batendo à porta. Apenas um muro preto de tijolos cercando seu prédio, isolando você de tudo que existia lá fora. Esse é o ponto de partida de Brick, novo longa alemão da Netflix, dirigido por Philip Koch, que mistura suspense, drama conjugal e ficção científica em um experimento claustrofóbico sobre o medo — do outro, do silêncio e de si mesmo.

A trama acompanha Olivia (Ruby O. Fee) e Tim (Matthias Schweighöfer), um casal que já vinha se afastando antes mesmo do confinamento começar. Eles estão no limite do desgaste emocional quando se veem obrigados a permanecer juntos — não por escolha, mas por sobrevivência. Um muro inexplicável ergue-se ao redor do prédio, transformando a rotina cinzenta em uma prisão silenciosa. Lá dentro, a comida começa a faltar, a esperança se dissolve e a relação entre os moradores se deteriora aos poucos, como os mantimentos na despensa.

O que poderia soar como mais um filme de suspense pós-pandêmico se revela, aos poucos, uma metáfora poderosa sobre isolamento e convivência, costurada com tensão crescente e dilemas profundamente humanos. Koch, também roteirista, opta por não oferecer explicações fáceis: não há inimigo visível, governo opressor ou experimento científico para racionalizar o absurdo. O mistério do muro, ao fim, é menos importante do que o que ele revela: o que sobra de nós quando o mundo nos some?

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A força do filme está justamente nesse retrato íntimo da vulnerabilidade. Olivia, analítica e resiliente, tenta manter o controle emocional em meio ao caos. Tim, impulsivo e inquieto, oscila entre o instinto de proteção e o desespero. A dinâmica entre os dois é viva, cheia de fraturas antigas e silêncios pesados, o que dá ao filme um toque de realismo emocional que muitas vezes falta em thrillers do gênero.

O elenco de apoio, embora com boa presença, é tratado mais como pano de fundo do que como força narrativa. Há vizinhos que surgem com potencial dramático — o paranoico, a enfermeira, o cético —, mas eles desaparecem antes que possamos conhecê-los de fato. É uma escolha que mantém o foco no casal protagonista, mas que limita a complexidade da comunidade enclausurada. Em um cenário onde a convivência poderia gerar grandes confrontos éticos e morais, o roteiro opta por resoluções mais contidas, quase apressadas.

Visualmente, o filme se destaca. A fotografia acinzentada e o uso de luz natural reforçam o tom opressivo da história, enquanto o próprio prédio — com seus corredores abafados, janelas fechadas e portas trancadas — se transforma em um personagem. A câmera se move com parcimônia, quase como se hesitasse junto aos personagens, criando uma atmosfera densa, sufocante.

Mas talvez o aspecto mais desconcertante de Brick seja o desconforto silencioso que ele provoca. O espectador, assim como os moradores do prédio, é privado de respostas. Por que o muro surgiu? Quem está por trás disso? Vamos sair algum dia? Essas perguntas ficam no ar, sem promessas de resolução. E, curiosamente, isso não soa como uma falha, mas como parte da proposta.

Porque, no fundo, o longa não é sobre o muro. É sobre o que ele revela quando não podemos mais fugir de quem somos. Ele nos obriga a encarar o outro — parceiro, vizinho, estranho — como espelho, e isso, por si só, já é mais aterrorizante do que qualquer invasão alienígena ou conspiração apocalíptica.

Em tempos em que o isolamento deixou de ser ficção, “Brick” ressoa com uma força incômoda e atual. É um filme sobre confinamento, mas também sobre os limites do amor, da empatia e da própria sanidade. Uma obra que, mesmo tropeçando em algumas escolhas narrativas, nos prende pela alma antes de prender pelos olhos.

Missão: Impossível – O Acerto Final acumula US$ 584 milhões em bilheteria, mas ainda está longe de se pagar

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Depois de mais de duas décadas saltando de aviões em queda, escalando arranha-céus e desafiando as leis da física e da indústria, Tom Cruise retorna ao papel de Ethan Hunt em Missão: Impossível – O Acerto Final, o oitavo capítulo de uma das franquias mais longevas e respeitadas do cinema de ação. Mas, por trás da adrenalina e dos números de bilheteria, o novo filme entrega algo raro em blockbusters: uma reflexão sobre escolhas, legado e a urgência de manter a humanidade em tempos digitais.

Com direção de Christopher McQuarrie, parceiro criativo de Cruise desde Missão: Impossível – Nação Secreta, o longa propõe uma virada ousada: se antes Hunt lutava contra terroristas e agentes duplos, agora seu maior inimigo é invisível, algorítmico e global — uma inteligência artificial que ameaça controlar as engrenagens do mundo. É uma ameaça menos palpável, mas profundamente atual. E talvez por isso mesmo, mais assustadora.

Um herói que também duvida

Aos 62 anos, Cruise não esconde as marcas do tempo, e o filme também não. Ao contrário dos capítulos anteriores, O Acerto Final revela um Ethan Hunt mais introspectivo, forçado a olhar para trás, para as missões, perdas e decisões que moldaram seu caminho. Há uma humanidade crua nesse novo Hunt: ele continua correndo, mas agora também para se entender.

No centro da trama, está a ideia de que nossas vidas são definidas pela soma das escolhas que fazemos — e não apenas pelas missões que aceitamos. “Salvar o mundo” ganha um peso mais emocional quando se percebe que, no fundo, o que está em jogo é o próprio valor do livre-arbítrio. A tecnologia, neste cenário, se torna o grande vilão: onisciente, implacável e moralmente ambígua.

Bilheteria vs. legado

Mesmo com uma bilheteria expressiva de US$ 584,1 milhões ao redor do mundo, o filme ainda está distante de se pagar: seu orçamento, somado à divulgação, ultrapassa os US$ 400 milhões. Nos EUA, soma US$ 194 milhões, ocupando atualmente o oitavo lugar nas bilheteiras. Mas esse resultado, embora relevante, parece pequeno perto da grandiosidade emocional que o filme propõe.

Missão: Impossível – O Acerto Final talvez não quebre recordes, mas quebra expectativas. Entrega mais do que ação coreografada: entrega personagem, entrega dilema, entrega alma. E num cenário de franquias repetitivas e universos compartilhados à exaustão, isso já é um feito.

Ao lado de Cruise, Hayley Atwell brilha como uma aliada complexa e inesperada. Ving Rhames, parceiro de longa data, volta a dar suporte e história ao protagonista. A química entre os personagens se sustenta não pela ação, mas pela lealdade silenciosa que cresce entre eles — como se todos soubessem que, a qualquer momento, aquela missão pode ser mesmo a última.

Estrelado por Leandro Hassum, O Rei da Feira ganha cartaz oficial e trailer com dose de mistério e espiritismo no subúrbio carioca

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Em meio ao burburinho das barracas, ao cheiro de pastel frito e ao vai-e-vem das sacolas cheias, a feira livre do subúrbio do Rio de Janeiro se transforma em um território de tensão, espiritismo e boas risadas em O Rei da Feira, comédia nacional que estreia nos cinemas no dia 4 de setembro. Dirigido por Felipe Joffily, o filme reúne Leandro Hassum e Pedro Wagner em uma trama espirituosa — no sentido literal e figurado — que homenageia o calor humano das relações comunitárias, mesmo quando o assunto é a morte.

A história gira em torno do assassinato de Bode (Pedro Wagner), um feirante carismático que, após acertar um palpite no jogo do bicho, acaba morto em circunstâncias misteriosas. Mas a morte é apenas o começo. Bode volta do além como espírito — com amnésia alcoólica e tudo — e precisa da ajuda de seu melhor amigo Monarca (Leandro Hassum), um segurança de feira com dons mediúnicos que ele preferia ignorar. O que se segue é uma divertida e emocionante jornada entre o plano terreno e o espiritual, costurada com humor popular, afeto e desconfiança.

https://drive.google.com/file/d/1QsW7M_TBJAalUtkqePq7YzgBjywHPMEo/view

Mais do que uma simples comédia policial com elementos sobrenaturais, O Rei da Feira mergulha no universo afetivo e social das feiras de bairro. O cenário não é apenas pano de fundo: é essência da narrativa. Com personagens típicos, relações complexas e aquele olhar atravessado que só vizinho antigo sabe dar, o filme constrói um retrato sensível da vida suburbana — onde os laços de amizade, rivalidade e fé se misturam com a mesma intensidade com que se negociam frutas na banca.

“Esse filme é sobre o que tem de mais precioso nas comunidades: a convivência. Às vezes conflituosa, mas sempre carregada de humanidade”, resume Felipe Joffily. Diretor de sucessos como Muita Calma Nessa Hora e E Aí… Comeu?, Joffily aposta agora em uma abordagem mais emotiva, sem abrir mão da leveza que marca seu trabalho.

Leandro Hassum, conhecido pelo timing cômico certeiro e pela facilidade de emocionar, interpreta um médium às avessas — cético, atrapalhado e profundamente humano. “O Monarca é aquele cara durão por fora, mas cheio de camadas. Ele é o tipo de herói comum que você encontra em qualquer feira de bairro: trabalhador, engraçado e que carrega o peso dos outros nas costas”, comenta o ator.

Pedro Wagner, por sua vez, brilha como o espirituoso e desmemoriado Bode, criando um contraponto cômico-afetivo que sustenta o ritmo do filme. “Bode é um personagem que representa a alma do povo: imperfeito, barulhento, mas cheio de coração”, define Wagner, que tem se destacado por atuações intensas em séries como Irmandade e Cangaço Novo.

O elenco de apoio amplia esse mosaico humano com atuações de Luana Martau, Dani Fontan, Renata Gaspar, Clarissa Pinheiro, Everaldo Pontes, Talita Younan e outros nomes que dão vida a personagens tão suspeitos quanto familiares. A feira se revela um universo próprio, onde todos têm algo a esconder — e muito a oferecer.

Visualmente, o filme aposta em uma estética colorida e realista. A direção de fotografia de Marcelo Brasil valoriza a luz natural e os detalhes das feiras de rua, enquanto a direção de arte de Rafael Ronconi e o figurino assinado por Karla Monteiro constroem uma ambientação rica em texturas, sons e cheiros — quase dá para sentir o aroma do caldo de cana atravessando a tela.

Produzido pela Rubi Produtora, em coprodução com a Paramount Pictures, Wikishows e Calenza Filmes, O Rei da Feira reforça a potência da comédia brasileira em abordar temas densos com leveza e identidade. O espiritismo, tão presente na cultura popular brasileira, é tratado com respeito e naturalidade, integrando-se à rotina dos personagens sem folclore exagerado ou caricatura.

“Ne Zha 2”: A animação que desafiou Hollywood chega ao Brasil como fenômeno bilionário do cinema chinês

Um garoto indomável, forjado por raios divinos e pelas dores do destino, está prestes a desembarcar nos cinemas brasileiros. Mas ele carrega mais do que uma lenda ancestral da mitologia chinesa. Carrega um símbolo: o de uma nova era para a animação mundial — uma era em que a força criativa rompe as amarras do eixo Hollywood, e onde o bilionário sucesso de bilheteria deixa de ser privilégio exclusivo do Ocidente.

Estamos falando de “Ne Zha 2: O Renascimento da Alma”, superprodução chinesa que estreia no Brasil na segunda semana de setembro. A animação, sequência direta de “Ne Zha” (2019), causou verdadeiro abalo sísmico na indústria cinematográfica: ultrapassou os US$ 2 bilhões em bilheteria global, desbancou “Inside Out 2” como a animação mais lucrativa da história e tornou-se o primeiro filme de língua não inglesa a atingir tal marca.

No 16º Show de Inverno, evento anual realizado em Campos do Jordão, a distribuidora responsável pela estreia nacional celebrou a chegada do título como um “sinal dos tempos”: o mundo está sedento por novas vozes, por novas estéticas, por histórias que ultrapassem as narrativas ocidentais convencionais. E, acima de tudo, está pronto para abraçar protagonistas como Ne Zha.

O poder de uma história enraizada

O sucesso de “Ne Zha 2” não se explica apenas pelos números astronômicos. Ele se sustenta sobre pilares culturais sólidos. O filme, assim como seu antecessor, é inspirado em um dos textos mais antigos e reverenciados da mitologia chinesa: o romance épico “Fengshen Yanyi”, ou “Investidura dos Deuses”, do século XVI.

A história gira em torno do jovem Ne Zha, filho de um comandante humano, que ressurge após ter sido desintegrado em batalha contra forças celestiais. Com seu corpo reconstruído graças ao sacrifício de um sábio taoísta e a um misterioso Lótus Sagrado, Ne Zha renasce ao lado do antigo rival Ao Bing — filho do temido Rei Dragão do Leste. Unidos pelo destino e pela dor, os dois se veem no centro de uma nova batalha entre deuses, monstros e homens.

Por trás dos efeitos visuais espetaculares e batalhas de tirar o fôlego, há temas universais: paternidade, culpa, destino e livre-arbítrio. “Ne Zha 2” emociona não só pelos olhos, mas pelo coração — e isso o torna acessível a qualquer plateia, em qualquer canto do mundo.

Um feito sem precedentes: da China para o mundo

Com um orçamento estimado em US$ 80 milhões, o filme — dirigido e roteirizado por Jiaozi — se pagou em apenas dois dias de exibição na China. Em sua 11ª jornada nas salas chinesas, o longa ultrapassou a arrecadação de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015) em solo norte-americano, tornando-se a maior bilheteria de todos os tempos em um único território.

E não parou por aí. Três semanas após a estreia no Ano-Novo Chinês de 2025, o longa alcançou a impressionante marca de US$ 1,7 bilhão, superando “Inside Out 2”. Em junho, passou a integrar o seleto grupo dos seis filmes mais rentáveis da história, ao cruzar a fronteira dos US$ 2 bilhões.

Esse resultado coloca a China em uma nova posição estratégica na cadeia global do entretenimento — não mais como mercado consumidor, mas como potência produtora e exportadora de conteúdo cultural.

A ascensão do Fengshen Universe

“Ne Zha 2” é mais do que uma continuação: é parte de um ambicioso projeto da Enlight Pictures, estúdio que criou o chamado Fengshen Universe — uma espécie de “MCU da mitologia chinesa”. Ao lado de “Ne Zha” (2019) e “Jiang Ziya” (2020), o novo filme expande a mitologia taoísta em uma narrativa cinematográfica com potencial de franquia global.

Em entrevista à imprensa internacional, Jiaozi afirmou que “o universo Fengshen é um convite à reconciliação entre o ancestral e o moderno, entre a tecnologia e a espiritualidade, entre o Oriente e o mundo”. A ideia é seguir investindo em continuações, spin-offs e até séries animadas com base nessa mitologia riquíssima.

Um mercado em transformação

Segundo relatório da Mordor Intelligence, o setor global de animação e efeitos visuais movimenta hoje cerca de US$ 179 bilhões, com previsão de atingir US$ 311 bilhões até 2029. Esse crescimento exponencial é puxado por novas demandas de público, por plataformas de streaming e pela sofisticação de estúdios fora dos tradicionais polos americanos e japoneses.

“Ne Zha 2” chega ao Brasil nesse contexto: como um sinal de que o cinema mundial está em transição. O sucesso da animação reitera que o futuro não está mais centralizado em um único território — ele é plural, polifônico, e disposto a ouvir todas as vozes. Do Brasil à China, do México à Coreia do Sul, do Egito à França.

Um filme para além das telas

Mais do que um blockbuster, “Ne Zha 2” carrega um espírito transformador. Para o público chinês, representa orgulho nacional. Para o público internacional, representa a descoberta de uma nova forma de sonhar.

E para o cinema, como arte e indústria, simboliza uma nova chance de se reinventar. Porque quando uma animação bilionária que fala mandarim, evoca dragões e medita sobre o destino da alma humana conquista o mundo, uma coisa fica clara: estamos prontos para olhar além dos nossos próprios mitos. E talvez, como Ne Zha, estejamos todos prontos para renascer.

Neste sábado (02/08), Marcelo de Carvalho comemora aniversário no Mega Sonho com Thiago Arancam e Flávia Noronha

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Neste sábado, 2 de agosto, o Mega Sonho vai ser mais do que um game show. Vai ser festa, homenagem, reencontro e um baita mergulho na memória afetiva de quem está em casa. Isso porque o programa, apresentado por Marcelo de Carvalho, vai ao ar um dia depois do aniversário do próprio Marcelo — e, como não poderia deixar de ser, a produção preparou uma edição especial para celebrar a data com tudo o que ela merece: emoção, boas histórias e, claro, muita música.

O clima promete ser de celebração do início ao fim. Marcelo vai receber no palco dois convidados que vão muito além da simpatia e do talento: o tenor Thiago Arancam, dono de uma voz que já ecoou pelos quatro cantos do mundo, e a apresentadora Flávia Noronha, que vai surpreender o público com um lado seu que quase ninguém conhece.

Uma homenagem que promete arrepiar

Se você é daqueles que se emocionam fácil com música, prepare o coração. Logo no começo do programa, Thiago Arancam vai soltar a voz em uma versão italiana do clássico “Parabéns pra Você”. E não é qualquer parabéns: com a potência vocal que fez dele um nome aclamado na ópera internacional, Arancam vai transformar o momento em um verdadeiro espetáculo.

O gesto não será à toa. Marcelo de Carvalho tem raízes ítalo-brasileiras, e ouvir esse “auguri” cantado com tanta entrega — ainda por cima ao vivo e diante da plateia — promete ser um daqueles momentos que a gente guarda. “Celebrar a vida com arte é uma das maiores dádivas”, vai dizer Marcelo, visivelmente emocionado.

Uma cápsula do tempo com Flávia Noronha

Mas a surpresa da noite vai além da música clássica. Conhecida pelo público por comandar programas como o TV Fama, Flávia Noronha vai surpreender ao revisitar um capítulo da sua adolescência: o breve, mas marcante, flerte com a música pop.

Na juventude, ela chegou a gravar a música “Te Esperaré”, sob o nome artístico de Francheska Rai. E neste sábado, ela vai retomar essa canção no palco do Mega Sonho, em uma performance que promete misturar leveza, saudade e coragem. “Eu era só uma menina cheia de sonhos… cantar isso hoje é como abrir uma caixinha do passado que ficou guardada no coração”, vai dizer Flávia, visivelmente tocada com a recepção do público.

Mas não é só emoção… vai ter jogo também!

Entre uma homenagem e outra, o Mega Sonho seguirá com a energia de sempre. Thiago e Flávia também vão encarar os desafios do programa — aqueles que testam agilidade, memória e raciocínio dos convidados e dos participantes, que competem por um prêmio milionário.

Ao lado de Marcelo, os dois formarão um trio afinado e divertido. Sem vaidade, com muito bom humor e espírito esportivo, eles vão mergulhar nas dinâmicas do game show e ainda dar aquela força aos participantes que sonham alto. Afinal, o Mega Sonho é isso: um palco onde sonhos se encontram com a chance.

Um trio que mistura arte, afeto e autenticidade

Thiago Arancam, que já interpretou o lendário Fantasma da Ópera e dividiu palco com ícones como Plácido Domingo, mostra que também sabe ser leve fora dos grandes teatros. No programa, ele vai brincar, cantar e se divertir como se estivesse entre amigos — e estará mesmo.

“Estar próximo das pessoas, sentir essa troca ao vivo… isso me inspira mais do que qualquer cenário grandioso”, vai dizer o tenor, num daqueles momentos espontâneos que só a TV ao vivo consegue proporcionar.

Flávia, por sua vez, vai mostrar porque é um dos rostos mais queridos da televisão. Com uma trajetória que começou nos bastidores da Band, passou por jornais, programas de variedades e reality shows, ela vai brilhar mostrando seu lado mais humano — aquele que relembra os próprios sonhos e se permite emocionar de verdade.

Luta de Classes | Spike Lee e Denzel Washington trazem Kurosawa para as ruas modernas de Nova York em novo thriller do Apple TV+

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O Apple TV+ liberou nesta segunda-feira, 4 de agosto, o aguardado trailer de Luta de Classes, o novo longa dirigido por Spike Lee e estrelado pelo eterno e sempre magnético Denzel Washington. A parceria entre os dois ícones do cinema americano ganha um novo e ousado capítulo nesta que é a quinta colaboração entre diretor e ator — e promete ser uma das mais intensas até agora.

Com estreia mundial marcada para 5 de setembro, o filme já está gerando burburinho por um motivo que vai além dos grandes nomes envolvidos: trata-se de uma releitura contemporânea do clássico japonês “Céu e Inferno” (“High and Low”), de Akira Kurosawa — um dos mestres indiscutíveis da sétima arte. Se a expectativa já era alta por si só, o fato de Spike Lee reinterpretar essa obra-prima, transpondo sua trama para a selva urbana da Nova York atual e para os bastidores da indústria da música, é o tipo de ousadia que a gente gosta de ver.

Um clássico japonês reimaginado com alma americana

A versão original, dirigida por Kurosawa em 1963, trazia a história de um executivo da indústria do calçado que se vê diante de um dilema moral e pessoal quando o filho de seu motorista é sequestrado por engano. Em “Luta de Classes”, esse dilema permanece — mas agora, no lugar de sapatos, temos beats, contratos milionários, estrelato e decisões que custam caro demais.

Denzel Washington vive o protagonista: um magnata da música, conhecido por ter “o ouvido mais preciso do mercado”. No auge de seu império sonoro, ele é confrontado com uma situação extrema que abala sua vida confortável e sua reputação impecável. O pedido de resgate que ele recebe — e a escolha que precisa fazer entre a vida de uma criança e seus próprios interesses — colocam tudo em xeque. O título “Luta de Classes” não é gratuito: o filme mergulha fundo na desigualdade brutal que divide os extremos sociais da metrópole americana.

Spike Lee e Denzel: parceria de peso, filme com alma

Não é todo dia que vemos dois nomes como Spike Lee e Denzel Washington juntos em um projeto — e menos ainda com a liberdade criativa que o Apple TV+ proporciona. A dupla já fez história com filmes como “Malcolm X” (1992), “O Plano Perfeito” (2006) e “O Verão de Sam” (1999). Aqui, eles voltam com sangue nos olhos, mas agora em uma narrativa onde a tensão social é quase um personagem à parte.

Elenco afiado e trilha de respeito

Além de Denzel, o elenco traz nomes que adicionam textura e diversidade à produção. Jeffrey Wright, indicado ao Oscar por “American Fiction”, interpreta o detetive que tenta costurar as peças de um quebra-cabeça que vai muito além do sequestro. Ilfenesh Hadera (de She’s Gotta Have It e Billions) vive uma executiva rival que tem mais camadas do que aparenta. E, talvez a surpresa mais instigante, é a presença de A$AP Rocky — sim, o rapper — que interpreta um produtor musical underground com ligações ambíguas ao crime e ao estrelato.

Ah, e a trilha sonora? Já é um dos elementos mais comentados nas redes sociais após o lançamento do trailer. Com produção musical de Terrace Martin (colaborador de Kendrick Lamar), a trilha é uma mescla de hip-hop,

Expectativa lá em cima (ou lá no inferno?)

O trailer do longa mostra um visual estilizado, repleto de contrastes visuais — dos cobertores térmicos dos sem-teto às salas espelhadas dos estúdios de gravação. Há tensão. Há confrontos morais. Há tiros e sussurros. Há, sobretudo, a promessa de um filme que vai além da superfície.soul, jazz e batidas eletrônicas — tudo para traduzir o coração pulsante de uma Nova York onde a música salva, condena e denuncia.

Globo Repórter desta sexta (08/08) revela os tesouros escondidos da República Dominicana em jornada de 15 dias

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Na próxima sexta-feira, 8 de agosto de 2025, o telespectador do Globo Repórter será convidado a viver uma experiência que vai além do turismo tradicional. Durante quinze dias, a equipe da jornalista Dulcineia Novaes atravessou a República Dominicana para mostrar um país que encanta não só pela beleza, mas também pela diversidade, pela história e, principalmente, pelas pessoas.

É fácil se apaixonar pela paisagem: praias de areia branca, mar azul-turquesa, coqueiros recortando o céu, sol dourado. Mas essa edição do programa, produzida em parceria com a RPC, afiliada da Globo no Paraná, mergulha mais fundo. Ao longo da viagem, o que se revela é uma República Dominicana plural, marcada por contrastes geográficos, culturais e humanos.

Um paraíso que respira história e natureza

O episódio começa como se fosse um sonho: sobrevoando o mar do Caribe, a câmera se aproxima de uma mancha de areia perdida no meio das águas cristalinas. É Cayo Arena, também chamada de Cayo Paraíso. Pequena, rústica, cercada por um recife de coral impressionante, a ilha é ponto de encontro para quem busca mergulhar com snorkel e ver a vida marinha em seu estado mais puro.

Ali, entre peixes coloridos e o silêncio do oceano, começa a narrativa de um país que não pode ser resumido apenas a cartões-postais.

Logo a seguir, a equipe segue para a Baía de Samaná, onde um espetáculo da natureza acontece anualmente: as baleias-jubarte que migram do norte para acasalar e dar à luz em águas quentes e calmas. É um dos mais importantes berçários desses gigantes do mar no hemisfério norte.

Ao lado de biólogos e barqueiros locais, Dulcineia embarca em uma expedição para observá-las. Entre um salto e outro, o som emitido pelas jubartes — como se fosse uma canção ancestral — toma conta do ambiente. “É um momento em que o tempo para. Você esquece que está ali como jornalista e apenas observa, respira, sente”, descreve a repórter, emocionada.

Por trás do turismo de luxo, um povo de histórias e trabalho

Apesar da fama internacional de destinos como Punta Cana, com seus resorts luxuosos, campos de golfe e festas à beira-mar, a equipe do Globo Repórter decidiu seguir por outras rotas.
A proposta não era apenas mostrar o que já está no imaginário coletivo, mas abrir espaço para que outras vozes, outras realidades, também ganhassem protagonismo.

E é nesse caminho que o programa encontra o que realmente sustenta o país: o povo dominicano. Gente simples, trabalhadora, acolhedora, que transforma desafios em festa, e rotina em poesia. Em pequenos vilarejos litorâneos, Dulcineia conversa com pescadores, artesãos, agricultores. Ouve histórias de resistência, fé e criatividade.

O carisma e a leveza com que os dominicanos recebem os brasileiros é evidente. Mesmo com sotaques diferentes, há uma familiaridade no riso, no gesto, no jeito de acolher.

Um lago salgado no meio do nada: o mistério de Enriquillo

Seguindo por uma estrada que cruza terras áridas e paisagens quase lunares, o programa chega ao Lago Enriquillo. Quase do tamanho da Baía de Guanabara, ele é o maior lago do Caribe e também um dos mais curiosos: por estar em uma depressão geológica, suas águas são extremamente salinas e abrigam uma população considerável de crocodilos-americanos — algo raro em todo o continente.

O contraste é fascinante. Em volta do lago, o cenário é seco, com cactos gigantes e muito calor. Mas dentro dele, uma vida selvagem pulsa de forma inesperada. Ao lado de ambientalistas locais, Dulcineia acompanha o comportamento desses animais e aprende como a comunidade da região convive com essa natureza tão peculiar.

Santo Domingo: onde tudo começou

Para entender a alma da República Dominicana, é necessário voltar no tempo. E é na capital, Santo Domingo, que o passado ressurge em cada esquina. Fundada ainda no século XV, a cidade foi a primeira capital europeia nas Américas e abriga a primeira catedral do continente.

As ruas de pedra, os casarões coloniais e as fortalezas ainda de pé contam histórias de conquistas, conflitos e transformações.
Caminhando pela Zona Colonial, Dulcineia reencontra o peso e a beleza de uma herança que ainda molda a identidade dominicana. Conversa com historiadores, visita museus e ouve músicos que, entre uma canção e outra, falam de um país que nunca deixou de se reinventar.

As montanhas que lembram os Alpes

Quando o programa sobe pelas estradas que serpenteiam a Cordilheira Central, é difícil acreditar que ainda estamos na mesma ilha de praias tropicais. As cidades de Constanza e Jarabacoa, apelidadas de “Suíça do Caribe”, surpreendem com seus vales, montanhas verdes e clima ameno. É comum ver neblina ao amanhecer, plantações de morango, e até cachoeiras escondidas no meio das florestas.

Nessa região, a agricultura floresce com força. O solo fértil e a altitude permitem o cultivo de hortaliças, frutas, flores. A repórter visita estufas e sítios, onde produtores orgulhosos mostram seus morangos gigantes, suas cenouras crocantes, seus sonhos de exportar o sabor do Caribe para o mundo.

É também nessa parte do país que aventureiros se encontram: o turismo de montanha, com trilhas, rafting e rapel, tem crescido e atraído visitantes em busca de adrenalina e conexão com a natureza.

O âmbar que guarda segredos do tempo

Em outra etapa da viagem, o Globo Repórter visita minas e ateliês de âmbar, resina fóssil que se formou há milhões de anos e que, na República Dominicana, aparece em tonalidades raras, como o azul.

É nesse âmbar que cientistas encontram vestígios do passado: insetos, folhas, flores e até pequenos vertebrados, perfeitamente preservados. É como se o tempo tivesse congelado essas cenas para contar uma história que só agora conseguimos ver.

Além da ciência, há a arte: artesãos locais transformam essas preciosidades em joias e esculturas que carregam não apenas valor material, mas também simbólico.

Charutos, música e identidade

A República Dominicana é, ainda, uma potência cultural. Com uma das maiores produções de charutos artesanais do mundo, o país mantém viva uma tradição que passa de geração em geração.

Nas fábricas, Dulcineia conversa com mulheres e homens que dedicam a vida a enrolar folhas de tabaco com uma precisão quase coreográfica. É um trabalho delicado, exigente, e que resulta em produtos reconhecidos internacionalmente.

E enquanto as mãos moldam o tabaco, os sons da bachata e do merengue embalam o cotidiano. A música está por toda parte: nas praças, nas casas, nos fones de ouvido dos jovens, nas rádios dos táxis. O ritmo é identidade, resistência e celebração.

Um país que merece ser descoberto de verdade

No fim da jornada, depois de navegar mares, escalar montanhas, cruzar desertos e caminhar por cidades históricas, Dulcineia Novaes resume a experiência com uma frase simples: “A República Dominicana me surpreendeu”.

E é exatamente essa a sensação que o telespectador leva após assistir ao programa: surpresa. Porque, além das praias e dos resorts, há um país inteiro para ser descoberto — feito de histórias, gente, sabores e paisagens que não cabem em um só olhar.

No Terra da Padroeira deste domingo (10/09), pais e filhos dividem o palco em especial de Dia dos Pais

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No próximo domingo, 10 de agosto de 2025, a TV Aparecida abre o coração e o palco do Terra da Padroeira para um encontro que vai além da música. A partir das 9h da manhã, sob o comando carismático de Kleber Oliveira, com a irreverência de Tonho Prado e o bom humor do Menino da Porteira, o especial de Dia dos Pais chega para celebrar histórias, memórias e melodias que atravessam o tempo.

Não será apenas um programa musical — será um mosaico de afetos. De um lado, pais que ensinaram seus filhos a dedilhar os primeiros acordes. Do outro, filhos que cresceram embalados por modões nas varandas de casa e hoje dividem o microfone com quem os inspirou. Entre risadas, lembranças e refrões que o Brasil inteiro sabe cantar, o Terra da Padroeira quer mostrar que o sertanejo é muito mais do que música: é herança, identidade e forma de viver.

Primeiros acordes da manhã: Ailson e Ailsinho

Abrindo o especial, sobem ao palco Ailson e Ailsinho, dupla que já carrega a sintonia no nome e no sangue. Unidos oficialmente nos palcos desde 2016, pai e filho transformaram a cumplicidade familiar em harmonia musical. Inspirados por lendas como o Trio Parada Dura, misturam respeito pela tradição com arranjos próprios e cheios de personalidade.

No YouTube, já são mais de 135 mil inscritos que acompanham de perto essa parceria. Para Ailson, cantar ao lado do filho não é apenas um ato profissional, mas uma extensão natural da vida: “Quando a música vem de dentro, de casa, tudo se torna mais verdadeiro. E com meu filho, cada canção é também uma lembrança nossa.”

De Minas para o Brasil: Paulo Sousa e Andressa

Direto de Elói Mendes (MG), Paulo Sousa e Andressa trazem ao especial uma história que começa bem antes da formação oficial da dupla, há cerca de oito anos. Andressa cresceu acompanhando o pai em ensaios e apresentações, absorvendo cada verso e cada história do sertanejo de raiz. Hoje, como parceira de palco, mantém viva a chama dessa tradição enquanto imprime seu próprio estilo.

Ela resume a sensação de cantar com o pai como um reencontro com o passado: “No palco, tudo volta. Lembro das vezes em que ensaiávamos na sala de casa e percebo que, de alguma forma, cada música conta um pedaço da nossa história.”

Homenagem de filho para pai: Barrerito Jr.

O momento mais nostálgico do programa ficará nas mãos de Barrerito Jr., que sobe ao palco para homenagear seu pai, o eterno Barrerito, integrante histórico do Trio Parada Dura. Sucessos como “As Andorinhas” se transformam, nas mãos do filho, em cartas abertas de gratidão e saudade.

Para Barrerito Jr., manter vivo o repertório do pai é uma missão de vida, não apenas um gesto artístico. A emoção de sua apresentação promete atravessar a tela e alcançar cada lar, especialmente aqueles onde a música também é um elo familiar.

Modão para todas as idades: Durval e Alladin

Outra atração imperdível será a dupla Durval e Alladin, que nasceu de experiências musicais distintas, mas encontrou no modão um ponto de encontro perfeito. Em 2021, eles já haviam pisado no palco do programa para lançar a parceria — desde então, seguem conquistando plateias Brasil afora.

O repertório inclui hinos como “Dois Passarinhos”, “Lembrança de Quem Eu Amo” e “Oração Pela Família”, entremeados por histórias de estrada e lembranças de bastidores que reforçam a essência afetiva do especial.

Encerramento em tom de afeto: Leyde e Laura

Para fechar com chave de ouro, o especial recebe as irmãs Leyde e Laura, vozes femininas que há mais de 25 anos dão brilho à música sertaneja. De Rondonópolis (MT) para o país inteiro, Lucineide (Leyde) e Marinilza (Laura) construíram uma carreira marcada pela harmonia impecável e por sucessos como “De Volta Pra Casa”, “História do Meu Avô” e “Amor da Minha Vida”.

Elas carregam o DNA da música de raiz e, no especial, prometem um reencontro emocionante com o público que as acompanha há décadas.

Resumo da novela A Caverna Encantada de terça (12/08): Elisa e César montam quarto improvisado na biblioteca

Foto: Reprodução/ Internet

No episódio de A Caverna Encantada desta terça, 12 de agosto, Elisa e César, buscando um refúgio só deles, decidem montar um quarto improvisado na antiga biblioteca da escola. Mas a escolha do lugar não agrada a todos, principalmente porque ali está o segredo para acessar a misteriosa caverna escondida sob a cidade. A tensão aumenta quando Anna, tomada por uma forte emoção, sofre uma queda inesperada, deixando todos em alerta e preocupados.

Enquanto isso, na tradicional cerimônia de coroação dos Luíses, a alegria toma conta do grupo: Senor, Binho e Benjamin retornam, trazendo nova energia e esperança para os amigos. Ao mesmo tempo, Felipe e Rui são oficialmente acolhidos na turma, fortalecendo ainda mais os laços de amizade que prometem ajudar a enfrentar os desafios que virão.

Em outro canto de Milagres, um momento de ternura e preocupação. Norma, preocupada com a saúde de Goma, não consegue conter a emoção e se apoia nele, enquanto Goma revela a Fafá que seus sentimentos por ela crescem a cada dia, mais sinceros e profundos. O verão começa a aquecer a cidade, trazendo com ele a promessa de novos recomeços e renovação.

O que vem por aí?

Na festa animada organizada por Felipe, o clima esquenta quando Dalete e Tonico se entregam a uma dança que não passa despercebida pelas crianças, que logo percebem o romance que nasce entre eles. Porém, nem tudo é festa em Milagres: Thomas, curioso e um tanto inconsequente, acaba mexendo em fios de alta tensão na casa de Goma, provocando um apagão que mergulha toda a cidade na escuridão, abrindo espaço para mistérios e medos inesperados.

Em meio ao caos, Goma decide tomar uma atitude corajosa e se abre com Norma. Ele entrega a aliança, um gesto simbólico que representa o desejo de clareza e um novo começo para os dois. Com a ajuda de Flora, prepara um jantar especial, na esperança de reacender a confiança entre eles. Já à noite, Betina, tomada pela insegurança, busca refúgio na casa das detetives, sentindo o peso do medo que ronda Milagres.

As crianças, com sua imaginação fértil e olhos atentos, começam a desconfiar de que algo sobrenatural pode estar acontecendo na escola, levantando suspeitas de uma possível assombração. Diante dessa inquietação, Norma toma uma decisão firme: César precisa sair do colégio. Ela promete que, enquanto estiver ali, nenhum segredo ficará escondido.

2ª temporada de Paradise encerra gravações e promete reviravoltas intensas

A tão aguardada segunda temporada da série norte-americana Paradise finalmente encerrou suas filmagens, trazendo ao público uma expectativa renovada para os próximos episódios. A notícia foi compartilhada pelo astro Sterling K. Brown em suas redes sociais, com um vídeo dos bastidores que rapidamente viralizou, mostrando momentos de descontração entre o elenco e cenas de ação que prometem manter os fãs à beira do sofá. A série, que combina suspense político e drama intenso, consolidou-se como um dos grandes fenômenos televisivos recentes, tanto nos Estados Unidos quanto internacionalmente, e a segunda temporada surge como uma oportunidade de aprofundar os conflitos e segredos que já marcaram a primeira fase da produção.

A série foi criada por Dan Fogelman, responsável também pela produção executiva ao lado de Sterling K. Brown, John Requa, Glenn Ficarra, John Hoberg, Jess Rosenthal e Steve Beers. A série estreou no Hulu em 26 de janeiro de 2025 nos Estados Unidos e, desde então, conquistou a crítica e o público com seu enredo intrigante e personagens complexos. No Brasil, o público acompanha a trama pelo Disney+, o que permite que a série alcance fãs de diferentes partes do mundo e conquiste uma base sólida de espectadores fiéis.

A trama central gira em torno do agente do Serviço Secreto Xavier Collins, interpretado por Sterling K. Brown, que se vê envolvido em uma teia de intrigas após o assassinato do Presidente dos Estados Unidos, Cal “Wildcat” Bradford, vivido por James Marsden. À medida que a história se desenrola, Xavier se torna um dos principais suspeitos e precisa descobrir a verdade por trás da morte do presidente, enquanto lida com traições, conspirações e revelações que desafiam sua confiança nas pessoas ao seu redor. O suspense político, aliado a dramas pessoais e éticos, é o que torna a série um marco no gênero.

A segunda temporada traz novidades significativas no elenco e na narrativa. Entre os nomes confirmados, destacam-se Sterling K. Brown, Julianne Nicholson e James Marsden, que retornam em seus papéis centrais. Eles são acompanhados por Sarah Shahi, Nicole Brydon Bloom, Aliyah Mastin e Percy Daggs IV, reforçando a densidade do elenco. A grande novidade é a inclusão de Shailene Woodley, cuja entrada promete acrescentar ainda mais tensão e dinâmica emocional à trama. Cada personagem é construído com camadas de complexidade, tornando as relações interpessoais tão cruciais quanto os acontecimentos políticos que movem a história.

O elenco de apoio e recorrente também desempenha um papel fundamental no desenrolar da narrativa. Cassidy Freeman interpreta a Primeira-Dama Jessica Bradford, Gerald McRaney dá vida a Kane Bradford, Matt Malloy atua como Henry Baines, e Richard Robichaux como Carl, todos complementando os conflitos centrais e oferecendo diferentes perspectivas sobre os eventos que assolam a Casa Branca e o círculo de pessoas que orbitam o poder. Essa diversidade de personagens permite que a série explore múltiplas dimensões do suspense político, incluindo ambições pessoais, dilemas éticos e decisões que têm impacto direto sobre vidas e carreiras.

A produção da série também merece destaque. As filmagens da segunda temporada começaram em fevereiro de 2024 em Los Angeles, sob o título provisório Paradise City, e seguiram intensamente até o encerramento, com cenas gravadas em locações internas e externas que capturam a atmosfera dramática e tensa da narrativa. A série é produzida pela 20th Television e pela Rhode Island Ave. Produções, com Dan Fogelman e Sterling K. Brown à frente da produção executiva. A colaboração criativa entre Fogelman e Brown é um dos pilares que fortalece a autenticidade da série, garantindo que cada episódio equilibre ação, suspense e emoção de maneira envolvente.

A narrativa da série não se limita apenas ao assassinato do presidente. Ela explora temas como lealdade, traição, corrupção política, ambição e o impacto do poder sobre as relações pessoais. Xavier Collins se vê constantemente em conflito entre seu dever como agente do Serviço Secreto e suas próprias convicções éticas, enquanto precisa lidar com figuras poderosas que estão prontas para manipular fatos e pessoas em prol de interesses próprios. Esse equilíbrio entre ação, mistério e drama pessoal é o que mantém a audiência engajada e ansiosa por cada novo episódio.

O que podemos esperar da nova temporada?

A segunda temporada, em especial, promete intensificar esses conflitos. Com a chegada de Shailene Woodley, espera-se que novas alianças e rivalidades transformem ainda mais a trama. A atriz trará um personagem que desafiará Xavier e outros membros do elenco principal, criando uma dinâmica de incerteza que promete prender o público. Além disso, a narrativa explorará consequências de decisões tomadas na primeira temporada, revelando segredos que podem mudar a trajetória de cada protagonista.

A questão da paternidade, alianças políticas secretas e estratégias de poder também ganham destaque. A complexidade da série permite que os roteiristas explorem múltiplas camadas de intriga, incluindo conspirações internas dentro da Casa Branca e ameaças externas que colocam todos em risco. A série não apenas entretém, mas também convida o público a refletir sobre questões de moralidade, responsabilidade e confiança em contextos de alta pressão.

O processo de produção da segunda temporada envolveu desafios significativos. Entre eles, a logística de gravações em múltiplas locações, a coordenação de um elenco extenso e a manutenção da consistência narrativa foram cruciais para garantir que a qualidade visual e dramática permanecesse elevada. O envolvimento de Sterling K. Brown como produtor executivo permitiu que houvesse uma visão integrada entre a atuação e o desenvolvimento da história, o que reforça a coesão da narrativa.

O lançamento da primeira temporada no Hulu, em janeiro de 2025, foi um sucesso de público e crítica, o que motivou a rápida renovação para a segunda temporada em fevereiro do mesmo ano. Internacionalmente, o Disney+ tornou possível que a série alcançasse um público mais amplo, incluindo espectadores brasileiros que acompanharam atentamente os acontecimentos da primeira temporada. O sucesso de audiência e o engajamento nas redes sociais refletem a capacidade da série em gerar discussões sobre política, ética e relações humanas em contextos de poder.

Entre os destaques da segunda temporada, os fãs podem esperar novas reviravoltas, confrontos inesperados e a exploração mais profunda dos dilemas internos de cada personagem. O suspense político continua sendo o fio condutor da trama, mas o foco em relações pessoais e segredos familiares garante que a série não perca sua dimensão humana. Essa combinação de elementos faz de Paradise uma experiência completa para quem aprecia drama, ação e narrativa complexa.

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