Domingo Maior de 25/05: TV Globo exibe Bacurau, suspense nacional que virou fenômeno mundial

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Na noite deste domingo, 25 de maio de 2025, o Domingo Maior da TV Globo apresenta um dos filmes brasileiros mais impactantes e premiados dos últimos anos: Bacurau. Com direção de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho, o longa vai ao ar após o Fantástico, trazendo uma história carregada de tensão, crítica social e resistência popular.

Quando o sertão some do mapa…

O enredo se passa em um vilarejo fictício do sertão nordestino, chamado Bacurau. Após a morte da matriarca da cidade, os moradores começam a notar que algo muito errado está acontecendo: o povoado desapareceu dos mapas digitais e sinais estranhos tomam conta do local. Drones sobrevoam silenciosamente os céus, estrangeiros misteriosos surgem e cadáveres começam a aparecer. O clima muda — e rápido.

Liderados por figuras como Teresa (Bárbara Colen), Domingas (Sônia Braga) e o imprevisível Lunga (Silvero Pereira), os moradores percebem que estão sendo alvos de um ataque brutal. O que se segue é uma reação coletiva de defesa que mistura coragem, fúria e o senso de comunidade de um povo que resiste, com unhas e dentes, à aniquilação.

Um filme brasileiro aclamado no mundo todo

O filme conta com um elenco poderoso, incluindo Bárbara Colen, Karine Teles, Silvero Pereira, Sônia Braga, Thomas Aquino e o ator alemão Udo Kier. Cada um entrega atuações marcantes que elevam a intensidade da narrativa e ajudam a construir o clima de mistério e revolta que domina a trama.

A direção é assinada por Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho, conhecidos por seus trabalhos autorais que exploram as camadas sociais e políticas do Brasil. Juntos, eles criam uma obra que é ao mesmo tempo provocadora, violenta e profundamente simbólica.

Com elementos que transitam entre o suspense, o drama e a ficção científica, Bacurau também funciona como um poderoso comentário sobre desigualdade, exploração e resistência. O filme tem classificação indicativa de 16 anos, e é recomendado para quem gosta de histórias impactantes e com algo a dizer.

Sexta-Feira 13 | Jason retorna em Sweet Revenge, novo curta gratuito disponível no YouTube

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O silêncio da noite. O som de folhas secas se movendo. Um passo atrás de você. O frio na espinha. Quem cresceu assistindo filmes de terror nos anos 80 e 90 sabe exatamente o que essas imagens evocam: Jason Voorhees está próximo. E agora, mais de quatro décadas depois de sua primeira aparição, o vilão mascarado retorna com força total em um novo projeto.

O curta-metragem Sweet Revenge — ou “Doce Vingança” — acaba de ser lançado gratuitamente no YouTube, oferecendo 13 minutos de puro clima de slasher e nostalgia. O vídeo traz não apenas o retorno de Jason (interpretado por Schuyler White), mas também sinaliza uma movimentação maior dos detentores dos direitos da franquia, que há anos se encontrava paralisada por batalhas judiciais. Para os fãs, o recado é claro: Jason está de volta, e não pretende largar seu facão tão cedo.

Um presente para os fãs

A escolha de lançar filme gratuitamente não foi por acaso. Depois de anos em que a saga ficou presa a disputas legais, o público começou a perder as esperanças de ver algo novo e oficial de Sexta-Feira 13. Muitos se contentaram com fanfilms, jogos independentes e homenagens pontuais. Agora, com este curta de acesso livre, os produtores mostram que estão prontos para abrir as portas de Crystal Lake novamente.

Apesar de curto, o projeto não economiza na atmosfera clássica que consagrou Jason: o lago silencioso, a floresta isolada, a sensação constante de que alguém está prestes a ser caçado. É um aperitivo, mas um que deixa um gosto forte de “quero mais”.

Por que Jason ficou tanto tempo longe?

Para entender a importância deste lançamento, é preciso voltar um pouco no tempo. O primeiro Sexta-Feira 13, lançado em 1980, foi um fenômeno inesperado. Com um orçamento de apenas 500 mil dólares, faturou quase 60 milhões pelo mundo e ajudou a moldar o gênero slasher. Mas junto com o sucesso vieram as continuações, os crossovers e, inevitavelmente, as brigas pelos direitos autorais.

O roteirista original, Victor Miller, e o diretor Sean S. Cunningham travaram uma longa batalha na justiça sobre quem poderia produzir novos conteúdos envolvendo Jason. Essas disputas travaram qualquer projeto oficial por mais de uma década. Nesse meio tempo, a franquia sobreviveu na base de relançamentos, referências em outros filmes e a devoção dos fãs.

O anúncio do curta-metragem marca não apenas a volta de Jason às telas, mas também um aceno de que as portas para novos filmes, séries e até jogos podem finalmente estar destrancadas.

O futuro: Crystal Lake, a série prelúdio

E por falar em novos projetos, os fãs não vão precisar viver só de curtas. Já está em produção Crystal Lake, uma série que promete revisitar o passado do vilão. Diferente dos filmes, que sempre focaram na matança desenfreada, a série deve mergulhar mais fundo na história de Pamela Voorhees, mãe de Jason e a verdadeira assassina do primeiro filme.

Pamela será interpretada por Linda Cardellini, conhecida por trabalhos como Scooby-Doo e Dead to Me. Ao seu lado, Callum Vinson, que brilhou na série Chucky, dará vida ao jovem Jason. Ainda há muito mistério em torno da trama, mas a promessa é de explorar eventos anteriores ao primeiro massacre no acampamento, revelando a relação entre mãe e filho e o que levou Pamela a se tornar uma figura tão implacável.

Bastidores turbulentos

Apesar do entusiasmo dos fãs, Crystal Lake passou por um caminho tortuoso para sair do papel. Encomendada pela Peacock em 2022, a série originalmente teria Bryan Fuller (Hannibal) como showrunner. Contudo, após reuniões internas, executivos da A24 decidiram demitir Fuller e seu parceiro Jim Danger Gray. Segundo apurado pelo site The Wrap, eles não concordaram com a proposta de reimaginar os quatro primeiros filmes da franquia, dedicando uma temporada para cada um.

Essa decisão pegou muita gente de surpresa, já que diretores renomados como Kimberly Peirce (Meninos Não Choram) e Vincenzo Natali (O Cubo) já estavam envolvidos, assim como Kevin Williamson (Pânico), responsável por alguns roteiros. Até estúdios no Canadá haviam sido reservados para uma filmagem de oito meses. No lugar de Fuller, Brad Caleb Kane (It: Bem-Vindo a Derry) assumiu o comando. Com isso, o rumo da série mudou, e boa parte do material já desenvolvido foi descartada.

O peso de uma máscara de hóquei

É impossível falar de Jason sem mencionar o impacto cultural de sua imagem. Curiosamente, o personagem nem sequer usava a icônica máscara de hóquei no primeiro filme — ela só apareceu na terceira parte, em 1982. Antes disso, Jason era mostrado como uma figura deformada, usando um saco de estopa na cabeça (Part 2).

A máscara, no entanto, se tornou um dos símbolos mais reconhecíveis do cinema de terror. Hoje, mesmo quem nunca assistiu aos filmes sabe que ela representa perigo, morte e um facão afiado à espreita. Jason também ajudou a consolidar um subgênero de terror que segue vivo até hoje: o slasher. Filmes como Pânico, Halloween (nas suas várias versões) e até produções mais recentes, como X – A Marca da Morte, devem muito ao formato estabelecido em Sexta-Feira 13: jovens isolados, perseguição silenciosa e mortes criativas.

Um ícone que nunca morre

Parte do fascínio por Jason vem do fato de ele ser praticamente imortal. Nos filmes, ele já foi afogado, enforcado, queimado, decapitado, explodido e até mandado para o espaço. E sempre volta.

Essa “invencibilidade” o transforma em algo mais do que um simples assassino humano: ele é uma força da natureza, inevitável, imparável e, de certo modo, eterna. Isso o coloca ao lado de outras figuras do terror como Freddy Krueger e Michael Myers, mas com uma característica única: Jason raramente fala. Ele não negocia, não ameaça verbalmente. Apenas aparece — e mata.

O que esperar daqui para frente

Com o lançamento de, a expectativa é que mais conteúdos oficiais com Jason comecem a aparecer. Há rumores de novos jogos, de um possível reboot cinematográfico e até de crossovers inéditos (os fãs sonham com um encontro entre Jason e Michael Myers, por exemplo).

O sucesso ou fracasso da série Crystal Lake também deve influenciar bastante o futuro da franquia. Se o público abraçar a proposta, é possível que a história seja expandida para além da infância de Jason, talvez até mostrando sua primeira matança sob o ponto de vista da mãe.

Superação: O Milagre da Fé – A história real por trás do filme exibido na Sessão da Tarde hoje (14/08)

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Nesta quinta, 14 de agosto, a Sessão da Tarde traz ao público o emocionante drama cristão Superação: O Milagre da Fé, uma produção inspiradora que mistura fé, coragem e amor familiar. Dirigido por Roxann Dawson e distribuído pela Walt Disney Studios Motion Pictures através da 20th Century Fox, o longa narra a história de John Smith, adolescente que sofreu um grave acidente em um lago congelado nos Estados Unidos, foi dado como morto pelos médicos, mas voltou à vida após uma oração fervorosa de sua mãe.

O acidente aconteceu na vida real em 19 de janeiro de 2015, em Lake St. Louis, uma pequena cidade no interior do Estado do Missouri. Durante um passeio em família, John caiu nas águas geladas do lago e permaneceu submerso por 15 minutos, mesmo com a rápida intervenção dos bombeiros locais. Ao ser levado ao hospital, ele foi dado como morto após 45 minutos sem pulso. No entanto, inconformada, Joyce Smith permaneceu ao lado do filho, chorando e orando com todas as suas forças até ouvir o inesperado: a pulsação de John retornou, salvando sua vida de maneira milagrosa. As informações são da Veja.

A história de John vai além do acidente. Ele foi adotado ainda criança por Joyce e seu marido, Brian Smith, na Guatemala. Após sobreviver ao episódio, o jovem passou a compartilhar sua experiência pelo país, participando de palestras motivacionais sobre fé, esperança e superação. Atualmente, John tem 23 anos, é casado com Abigail Elise e juntos são pais de um filho pequeno.

O filme também se destaca por retratar o contexto comunitário que tornou o milagre possível. Durante a produção, a diretora Roxann Dawson passou um tempo com a família Smith, visitando a casa onde moram, a igreja frequentada por eles, o hospital onde John foi atendido e os bombeiros que participaram do resgate. Em entrevista, Dawson revelou que sua inspiração veio justamente de observar a dedicação e a solidariedade de todos os envolvidos.

“Antes de escolher as locações para o filme, passei um fim de semana com eles. Almoçamos juntos, fiquei um tempo na casa em que eles moram, fomos à igreja que eles frequentam. Também visitei o hospital onde John foi atendido, assim como os bombeiros que responderam ao chamado inicial. Queria saber a história do ponto de vista de outras pessoas. Foi importante mergulhar na realidade daquela comunidade. Foi aí que surgiu minha inspiração”, contou.

Para Dawson, o verdadeiro impacto da história vai além do milagre em si. “O que me marcou foi o envolvimento de toda uma comunidade. Foram muitas pessoas trabalhando rapidamente no resgate dele. Os bombeiros que tiraram John da água não tinham esperança de que ele sobrevivesse. Os médicos ressaltaram como o caso desafiava qualquer histórico da medicina. E todos ainda ficam muito emocionados ao falar sobre o assunto. Foi essa comunidade que me fez perceber que a história não era só sobre um milagre, mas sim sobre as pessoas em torno do milagre”, afirmou a diretora.

Saiba mais sobre o filme

A história acompanha Joyce Smith (Chrissy Metz), uma mãe devota que enfrenta a pior noite de sua vida quando seu filho adotivo, John Smith (Marcel Ruiz), cai em um lago congelado no Missouri durante um passeio de inverno. Após o acidente, John é resgatado, mas permanece submerso e é considerado clinicamente morto por mais de uma hora. Os médicos lutam para salvá-lo, mas tudo indica que não há esperança. É nesse momento que Joyce se apega à fé, clamando a Deus com todas as suas forças para que seu filho sobreviva.

O que se segue é um verdadeiro milagre. A prece de Joyce, combinada com a determinação dos médicos e a coragem de socorristas como Tommy Shine (Mike Colter), resulta em uma recuperação extraordinária de John. O filme mostra não apenas a fragilidade da vida, mas também a força da fé e do amor materno, ressaltando como a esperança pode se tornar uma força transformadora mesmo nas situações mais desesperadoras.

O elenco do filme conta ainda com Josh Lucas como Brian Smith, marido de Joyce; Topher Grace como o pastor Jason Noble, que busca orientar e apoiar a juventude da comunidade; Sam Trammell como Dr. Kent Sutterer; e Dennis Haysbert como Dr. Garrett. Uma participação especial de Phil Wickham, artista cristão contemporâneo, complementa a trilha sonora inspiradora do filme. Curiosamente, o jogador de basquete Stephen Curry atuou como produtor executivo, ajudando a tornar a história acessível a um público ainda maior.

Lançado no Brasil em 11 de abril de 2019, o filme conquistou rapidamente o público, tornando-se o 14º maior filme cristão em bilheteria na América do Norte, com mais de 40,7 milhões de dólares arrecadados, e ultrapassando 50 milhões de dólares mundialmente, muito acima de seu orçamento de 14 milhões. Além disso, a canção original “I’m Standing with You”, interpretada por Chrissy Metz, foi indicada ao Oscar 2020 na categoria de melhor canção original, reforçando o impacto emocional da história.

A produção foi realizada em Manitoba, no Canadá, em cidades como Winnipeg, Selkirk e Portage la Prairie, em um período de 31 dias de filmagens. A atenção aos detalhes e a fidelidade aos eventos reais ajudaram a criar uma narrativa verossímil e emocionante, capaz de tocar o coração de qualquer espectador, independentemente de sua religião ou crença pessoal.

Para quem deseja assistir, o filme também está disponível no Disney+, permitindo que o público reviva essa história inspiradora e sinta a emoção da fé e da esperança em qualquer lugar. A plataforma oferece a oportunidade de acompanhar de perto a jornada de John e de sua família, mostrando que, mesmo diante do impossível, milagres podem acontecer.

Mais do que um filme de drama, o drama é uma lição sobre resiliência, amor e perseverança. Cada cena enfatiza como a força emocional de uma mãe, aliada ao cuidado de profissionais comprometidos e à fé, pode transformar uma situação desesperadora em um testemunho de esperança. A experiência cinematográfica vai além do entretenimento, convidando o espectador a refletir sobre a importância da fé e da determinação nos momentos mais críticos da vida.

Ao exibir o filme, a Sessão da Tarde oferece ao público brasileiro uma oportunidade única de se emocionar e se inspirar com uma narrativa verdadeira e profundamente humana. É impossível assistir sem se comover com o amor incondicional de Joyce, a coragem de John e a fé que permeia cada decisão tomada pelos personagens.

Resumo da novela A Escrava Isaura de quinta (4/9) – Tomásia denuncia Leôncio no altar e jura vingança após humilhação

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No capítulo de A Escrava Isaura que vai ao ar nesta quinta-feira, 4 de setembro, o dia do casamento de Malvina se transforma em um escândalo. No meio da cerimônia, Tomásia tem coragem de revelar publicamente que Leôncio tentou matá-la. A revelação causa espanto entre os presentes, mas, em vez de apoio, ela é expulsa da igreja, lançada na lama diante de todos. Humilhada, Tomásia jura vingança contra o fazendeiro e promete não descansar até vê-lo destruído.

Enquanto isso, Malvina hesita diante do altar, abalada pelo escândalo, mas, pressionada, acaba aceitando o casamento. O Conde Campos, sensibilizado pela cena, encontra Tomásia e a convida a subir em sua carruagem, oferecendo-lhe proteção.

Na fazenda, Rosa ouve uma conversa comprometedora entre André e Isaura e promete revelar tudo a Leôncio, o que pode colocar os dois em risco. Ao mesmo tempo, Henrique declara seu amor a Isaura e, tomado pela paixão, tenta beijá-la.

No núcleo familiar, Gabriel confessa à mãe que gosta de Helena, mas encontra resistência. Já Gioconda teme que as atitudes da filha resultem em um escândalo social.

Durante a festa do casamento, Gertrudes passa mal, deixando os convidados alarmados. Nesse mesmo período, Miguel retorna à fazenda determinado a comprar a liberdade de sua filha, Isaura. Porém, os planos são ameaçados quando Leôncio, cada vez mais implacável, manda prender André, elevando ainda mais a tensão.

O que vai rolar nos próximos capítulos de A Escrava Isaura?

Gioconda ameaça o Coronel Sebastião após descobrir sua violência contra Gabriel. Isaura, temendo cair novamente nas mãos de Leôncio, prefere que o pai, Miguel, tente comprá-la legalmente. Nesse ínterim, Henrique socorre Gabriel, que desmaia, carregando-o nos ombros. Logo depois, André é solto, mas os conflitos continuam.

Helena se encontra com Gabriel e revela que o pai é contra o namoro deles. Ao flagrar os dois juntos, o Coronel Sebastião atira contra Gabriel, que acaba baleado, e castiga a filha severamente. Mesmo assim, o rapaz reúne forças e decide pedir a mão de Helena em casamento, desafiando a oposição paterna.

Enquanto isso, Tomásia encontra consolo nos braços do Conde Campos e se casa com ele. Durante a festa, ambos trocam elogios, embora Tomásia não consiga esconder sua tristeza ao saber do retorno de Leôncio. A lembrança da violência sofrida — quando ele a empurrou — ainda a atormenta.

Na fazenda, Isaura revela a Gertrudes a crueldade de Leôncio contra Tomásia. A revelação abala profundamente a senhora, que sofre um ataque cardíaco no mesmo dia da chegada do sobrinho. Cansada de adiar a justiça, Gertrudes confidencia a Isaura que se arrepende de não ter lhe dado a liberdade antes e pede que chamem o tabelião para oficializar o documento de alforria.

Netflix divulga primeiro trailer de Apex, suspense de sobrevivência com Charlize Theron e Taron Egerton

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A Netflix divulgou nesta semana o primeiro trailer de Apex, seu novo filme de ação e suspense que promete prender a atenção do público do início ao fim. Estrelado por Charlize Theron e Taron Egerton, o longa aposta em uma narrativa intensa de sobrevivência ambientada na natureza selvagem da Austrália e já desponta como uma das apostas mais fortes da plataforma para 2026. O trailer, que já está disponível, antecipa uma história marcada por tensão psicológica, perseguição implacável e personagens levados ao limite.

Segundo a sinopse oficial, o filme acompanha uma mulher em luto que decide testar seus próprios limites em meio à paisagem hostil do interior australiano. O que começa como uma jornada solitária de enfrentamento emocional rapidamente se transforma em um pesadelo quando ela se vê envolvida em um jogo mortal com um predador humano. Esse predador é um serial killer, interpretado por Taron Egerton, que transforma a imensidão da natureza em um território de caça.

Charlize Theron assume o papel da protagonista e também atua como produtora do projeto, reforçando sua presença cada vez mais forte nos bastidores de grandes produções. Conhecida por personagens intensos e fisicamente exigentes, a atriz volta a explorar o gênero de ação e suspense, agora em um contexto mais cru e psicológico. O trailer sugere uma personagem marcada pela dor da perda, mas também pela força necessária para sobreviver em um ambiente onde não há regras claras, apenas instinto.

Já Taron Egerton surge em um papel bem diferente de seus trabalhos mais populares. Longe do carisma de personagens heroicos ou carismáticos, o ator interpreta um assassino frio, calculista e extremamente perigoso. A prévia indica um antagonista silencioso, que usa o terreno a seu favor e parece sempre um passo à frente, ampliando a sensação de ameaça constante. O embate entre os dois personagens promete ser o coração emocional e narrativo de Apex.

O elenco ainda conta com Eric Bana, cuja participação adiciona ainda mais peso dramático à produção. Embora detalhes sobre seu personagem ainda não tenham sido totalmente revelados, sua presença sugere um papel importante na dinâmica da história, seja como aliado, figura ambígua ou parte do passado dos protagonistas.

A direção fica por conta de Baltasar Kormákur, cineasta conhecido por seu trabalho em filmes de sobrevivência e histórias ambientadas em cenários extremos. Produções anteriores do diretor já demonstraram sua habilidade em transformar paisagens naturais em elementos centrais da narrativa, quase como personagens vivos, e essa característica parece estar fortemente presente no novo longa da Netflix. O roteiro é assinado por Jeremy Robbins, que constrói uma trama focada menos em explicações e mais em tensão crescente, decisões difíceis e consequências brutais.

A Netflix garantiu os direitos do filme em fevereiro de 2024, apostando desde cedo no potencial do projeto. A produção reúne nomes de peso da indústria, como Ian Bryce e a Chernin Entertainment, além da RVK Productions, de Kormákur. Charlize Theron também atua como produtora ao lado de Dawn Olmstead, AJ Dix e Beth Kono, reforçando o envolvimento criativo da atriz em todas as etapas do filme. Peter Chernin, Jenno Topping e David Ready completam o time de produtores.

O projeto foi ganhando forma ao longo de 2024 e 2025. Taron Egerton entrou oficialmente para o elenco em novembro de 2024, enquanto Eric Bana foi confirmado em janeiro de 2025. Pouco depois, as filmagens principais tiveram início, em fevereiro de 2025, com locações em Sydney e em diversas regiões de Nova Gales do Sul, na Austrália. O cenário natural, marcado por vastas áreas isoladas, clima imprevisível e paisagens imponentes, promete ser um dos grandes destaques visuais do filme.

Domingão com Huck 27/04/2025 faz homenagem aos programas de auditório em celebração aos 60 anos da TV Globo

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O ‘Domingão com Huck’ deste domingo, 27 de abril, promete ser um episódio repleto de emoção e nostalgia. Em celebração aos 60 anos da TV Globo, a atração faz uma homenagem aos inesquecíveis programas de auditório que marcaram a história da televisão brasileira e ajudaram a construir a identidade da emissora. A edição especial, recheada de surpresas e recordações, vai levar os telespectadores a uma viagem no tempo, revisitando momentos que definiram a cultura popular do país.

A grande homenagem será conduzida pelo apresentador Luciano Huck, que se empolga ao falar da importância desse especial. “Decidimos fazer uma retrospectiva dos programas de auditório da Globo desde os anos 60, começando com Silvio Santos, que foi pioneiro nesse formato. Ao longo das décadas, mais de 50 programas de auditório passaram pela TV Globo. Eles não apenas divertiram, mas também refletiram as transformações sociais do Brasil, trazendo para a tela o que o povo cantava, dançava e discutia. É uma honra poder revisitar essa história”, comenta o apresentador, com entusiasmo.

Emoção e nostalgia estão garantidas durante o programa, que promete momentos inesquecíveis. Em um dos destaques da noite, Luciano Huck faz uma homenagem ao icônico ‘Cassino do Chacrinha’, um dos programas mais emblemáticos da televisão brasileira, que deixou um legado de irreverência, humor e carisma. O “Rei do Baião”, como Chacrinha ficou conhecido, foi responsável por lançar e promover grandes nomes da música e da comédia. Com muito bom humor, o ‘Domingão com Huck’ vai resgatar a magia desse momento que, sem dúvida, faz parte da memória afetiva dos brasileiros.

A homenagem aos programas de auditório também contará com a participação de artistas e humoristas que marcaram época na TV Globo. Estarão no palco Stênio Garcia, Maria Paula, Eri Johnson, Lore Improta, Juan Paiva, João Guilherme, Deborah Secco e Danielle Winits, que farão uma releitura do famoso quadro ‘Sexolândia’, exibido nos anos 90 no ‘Domingão do Faustão’. O quadro, que abordava de maneira irreverente e bem-humorada temas sobre relacionamentos e comportamento, promete fazer o público relembrar os velhos tempos, com piadas e interações hilárias.

Além disso, o programa contará com a participação de alguns dos artistas mais queridos do Brasil, que também têm uma longa história com os programas de auditório. O cantor Daniel, por exemplo, que desde o início de sua carreira sempre se apresentou em diversos programas da emissora, será uma das atrações musicais da noite. Ele trará à tona o melhor de sua carreira, com direito a grandes sucessos que marcaram gerações de brasileiros.

O programa não para por aí! Durante a homenagem, o ‘Domingão com Huck’ também vai trazer outros momentos de reflexão sobre a importância dos programas de auditório na construção da identidade da TV Globo e de sua relação com a audiência. Esses programas sempre foram mais do que simples entretenimento; eles ajudaram a discutir e refletir sobre a sociedade, a política e as mudanças de comportamento que ocorreram ao longo dos anos. Com uma seleção especial de imagens e vídeos históricos, o programa vai revisitar as memórias dos maiores sucessos dos palcos de auditório, desde o ‘Programa Silvio Santos’, até o ‘Domingão do Faustão’, ‘Xuxa Park’, ‘Qual é a Música’, entre muitos outros.

A edição deste domingo é uma verdadeira celebração de seis décadas de televisão e de entretenimento, um olhar carinhoso sobre os momentos que marcaram a vida dos brasileiros e ajudaram a moldar o perfil da televisão. O ‘Domingão com Huck’ se propõe a resgatar, com muito carinho e respeito, essas histórias que, com humor e emoção, fazem parte da memória coletiva do público.

Eita, Lucas! deste sábado (09) destaca histórias de superação no circo, solidariedade em São Mateus e homenagens emocionantes

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Neste sábado, 9 de agosto, às 15h, o programa Eita, Lucas!, apresentado por Lucas Guimarães no SBT, apresenta uma edição especial dedicada ao Dia dos Pais. Diferente das tradicionais homenagens, o programa destaca a diversidade da paternidade no Brasil por meio de histórias reais e emocionantes que evidenciam coragem, dedicação e amor incondicional.

Desde sua estreia, pouco mais de cinco meses atrás, Lucas Guimarães tem percorrido o país, acumulando mais de 30 mil quilômetros rodados, para dar voz a pais anônimos e suas trajetórias inspiradoras. Essa edição do programa busca ampliar o conceito de paternidade, mostrando que ser pai vai muito além das condições financeiras ou do papel tradicional, envolvendo também presença, afeto e compromisso social.

Em sua passagem por diversas cidades brasileiras, Lucas já conheceu relatos emocionantes que ilustram a pluralidade da experiência paterna no país. No Nordeste, por exemplo, ele visitou Recife, onde conheceu os irmãos José e José Givanildo, mais conhecidos como os “Sombra”. Criados em um ambiente marcado por dificuldades financeiras e sociais, os irmãos encontraram no circo uma forma de resistência, expressão artística e esperança.

A infância dos “Sombra” foi marcada pela escassez, mas também pela criatividade. Eles improvisavam maquiagem para os espetáculos utilizando itens simples como creme dental e temperos, encantando o público com seu talento genuíno. “O circo foi nossa salvação. Foi onde aprendemos a sonhar e, hoje, como pais, usamos essa mesma arte para dar força à nossa família e à nossa comunidade”, conta José Givanildo, emocionado.

No palco do “Eita, Lucas!”, os irmãos participaram do quadro “Carona da Sorte”, onde tiveram a oportunidade de concorrer a até R$ 10 mil. Um imprevisto mecânico durante a gravação poderia ter estragado o dia, mas acabou se tornando motivo de celebração quando Lucas anunciou a participação deles. A surpresa emocionou a todos e ressaltou o poder do reconhecimento para fortalecer sonhos.

Solidariedade e liderança em São Mateus

A capital paulista também entrou na rota do programa, que visitou o bairro de São Mateus para contar a história de Fernando, conhecido como “Negotinho”. Pai dedicado e líder comunitário, ele é responsável pelo projeto São Mateus em Movimento, que promove oficinas culturais e ações solidárias com o objetivo de melhorar a qualidade de vida na comunidade.

Entre as iniciativas de maior destaque está a transformação de cobertores doados em casacos para moradores de rua. A ação, que rapidamente viralizou nas redes sociais, revela a força da empatia em tempos difíceis. “Cada casaco representa cuidado, calor humano e a certeza de que ninguém está sozinho”, explica Negotinho. Junto à família, ele recebeu uma homenagem especial do programa, que celebrou seu trabalho com prêmios e reconhecimento público.

Paternidade além das aparências

A edição especial do “Eita, Lucas!” é um convite para refletir sobre o significado da paternidade em um país marcado por desigualdades sociais e culturais. No Brasil, a experiência de ser pai é multifacetada, muitas vezes silenciada pela falta de recursos ou pela invisibilidade midiática.

Lucas Guimarães comenta: “O que mais me emociona é perceber que, independentemente da situação econômica, a paternidade se revela no compromisso diário, no amor silencioso, nas pequenas ações que fazem toda a diferença na vida dos filhos.”

Essas histórias mostram que a paternidade pode ser construída a partir do afeto, da presença ativa e da luta por um futuro melhor, mesmo diante das adversidades. Elas nos desafiam a romper estigmas e a valorizar todas as formas de pai, desde o mais tradicional até aquele que assume o papel em contextos não convencionais.

Neste sábado, 9 a TV brasileira tem a oportunidade de celebrar a paternidade em sua forma mais profunda e verdadeira. Histórias que emocionam, que ensinam e que mostram que, acima de tudo, ser pai é estar presente — com amor, coragem e solidariedade.

Franquia Assassin’s Creed retorna ao audiovisual com série da Netflix sob comando dos criadores de Westworld e Halo

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A Ubisoft confirmou que a popular franquia Assassin’s Creed ganhará uma nova adaptação para o audiovisual, desta vez em formato de série para a Netflix. Após o longa-metragem lançado em 2016, estrelado por Michael Fassbender, a saga que estreou nos videogames em 2007 retorna para explorar seu rico universo em um projeto televisivo ambicioso.

O desenvolvimento da série está a cargo de Roberto Patino e David Wiener, que assumem os papéis de criadores, showrunners e produtores executivos. Patino é reconhecido por seu trabalho em Westworld, enquanto Wiener é um dos nomes por trás da série de sucesso Halo. Essa dupla traz experiência na condução de narrativas complexas e de grande apelo para o público fã de ficção científica e fantasia.

Além dos criadores, a produção executiva inclui Gerard Guillemot, Margaret Boykin e Austin Dill pela Ubisoft Film & Television, bem como Matt O’Toole, conforme divulgado pelo site Deadline. Em declaração oficial, Patino e Wiener expressaram entusiasmo pelo projeto:
“Somos fãs de Assassin’s Creed desde seu lançamento em 2007. A cada dia que trabalhamos nesta série, ficamos animados e honrados com as possibilidades que Assassin’s Creed nos abre. Por trás do escopo, do espetáculo, do parkour e das emoções está a base para o tipo mais essencial de história humana — sobre pessoas em busca de propósito, lutando com questões de identidade, destino e fé. É sobre poder, violência, sexo, ganância e vingança.”

Apesar do anúncio, detalhes sobre o elenco, datas de início das filmagens ou lançamento ainda não foram divulgados, mantendo em sigilo as informações que possam antecipar a produção.

A aposta da Netflix em Assassin’s Creed acompanha uma tendência crescente da plataforma em investir em adaptações de videogames, visando capitalizar o público cativo desses universos e ampliar a oferta de conteúdos originais para seu catálogo.

A franquia de sucesso

Desde sua estreia em 2007, Assassin’s Creed tornou-se um dos títulos mais influentes da indústria dos videogames. Desenvolvida pela Ubisoft, a série se destaca por combinar aventura, ação e narrativas históricas que transportam o jogador a diferentes épocas, como o Renascimento, a Revolução Americana e o Egito Antigo.

O jogo gira em torno da eterna batalha entre Assassinos e Templários, duas facções com ideais opostos sobre liberdade e controle. Através da tecnologia fictícia do Animus, que permite acessar memórias genéticas, o jogador revive as vidas dos ancestrais em cenários detalhados e fiéis à história.

Com gráficos cada vez mais sofisticados, mundo aberto expansivo e mecânicas de gameplay refinadas, a franquia conquistou uma base fiel de fãs e continua atraindo novos jogadores. Além dos jogos, a obra também ganhou adaptações para outras mídias, como o filme de 2016 estrelado por Michael Fassbender. Agora, a Netflix aposta em uma série original que promete aprofundar os temas centrais da franquia, sob o comando dos criadores de Westworld e Halo.

Mia Carragher, filha de Jamie Carragher, assume papel de Katniss Everdeen em nova adaptação teatral de “Jogos Vorazes”

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Você se lembra da primeira vez em que ouviu falar de Katniss Everdeen? Talvez tenha sido em um trailer com arco e flecha, talvez no silêncio da sala de cinema ao som de “The Hanging Tree”, ou então nas páginas do livro, com uma garota de trança saindo de casa para enfrentar o impossível. Aquela personagem que não queria ser heroína, mas acabou inspirando uma revolução — dentro e fora da ficção.

Pois é. Katniss está voltando. Mas não do jeito que você imagina.

Do futebol ao palco: conheça a nova intérprete da protagonista que mudou tudo

Mia Carragher tem 20 e poucos anos, sotaque britânico e uma história de vida bem diferente da de Katniss. Filha do ex-jogador do Liverpool Jamie Carragher, ela cresceu cercada de holofotes — mas por outros motivos. O sobrenome, conhecido nos gramados, agora ganha destaque nos palcos. Mia acaba de ser escolhida para viver Katniss Everdeen na adaptação teatral “The Hunger Games on Stage”, que estreia em outubro, em Londres.

A peça será encenada no Troubadour Canary Wharf Theatre, um dos espaços mais modernos da capital britânica, com direito a efeitos especiais de última geração, som 360° e, claro, muito fogo.

Para muitos fãs, é uma escolha surpreendente. Mia tem pouca experiência em atuação — seu principal trabalho até agora foram dois episódios da série britânica The Gathering. Mas talvez seja justamente isso que dê um charme à escolha. Afinal, Katniss também não foi treinada para ser símbolo de nada. Ela apenas sobreviveu. E talvez Mia também vá nos conquistar assim: com verdade.

“Eu sei que tem muita gente com grandes expectativas… e isso assusta”, disse Mia em uma entrevista recente. “Mas estou disposta a mergulhar nessa personagem que representa tanta coisa para tantas pessoas. Ela não é só uma heroína. Ela é uma cicatriz viva.”

É uma fala forte. E verdadeira.

Enquanto isso, do outro lado do oceano… as câmeras começam a rodar novamente em Panem

Se nos palcos Katniss volta ao início de sua trajetória, nas telas voltamos ainda mais no tempo. Começaram neste mês, nos Estados Unidos, as gravações de “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”, o novo filme da franquia. Uma prequela da trilogia original, a produção é baseada no livro homônimo lançado este ano por Suzanne Collins — autora que não cansa de revisitar Panem com olhos cada vez mais críticos.

O filme, que chega aos cinemas em novembro de 2026, será dirigido por Francis Lawrence (o mesmo de Em Chamas e A Esperança) e tem no elenco nomes que prometem — e muito: Joseph Zada como o jovem Haymitch Abernathy, Whitney Peak, Mckenna Grace, Maya Hawke, Jesse Plemons, Elle Fanning, Kieran Culkin, e até o lendário Ralph Fiennes, como o Presidente Snow.

Sim, esse mesmo Snow que transformou os Jogos numa ferramenta de controle, aqui aparece em uma fase anterior — ainda consolidando seu poder, ainda aprendendo a manipular.

O Massacre Quaternário: onde a esperança foi rasgada

“Amanhecer na Colheita” se passa durante o 50º Jogos Vorazes, também conhecido pelos fãs como o Massacre Quaternário — uma versão ainda mais cruel do torneio, com o dobro de tributos enviados à arena. Para quem já viu Katniss enfrentar horrores no campo de batalha, prepare-se: o trauma de Haymitch pode ser ainda mais brutal.

Neste filme, vamos acompanhar a origem do cansaço nos olhos daquele mentor beberrão, que carregava nas costas um passado que ele nunca revelou por inteiro. Agora, vamos ver o que ele enfrentou — e o que perdeu.

Haymitch, aqui, é jovem, corajoso, impetuoso. E o mundo ainda está cheio de gente que acredita no sistema, que obedece às regras. Mas o Massacre vai mudar tudo. Para sempre.

Um elenco jovem, potente e promissor

Se “Jogos Vorazes” sempre foi sobre juventude forçada a crescer cedo demais, o novo elenco faz jus a esse legado. É um time diverso, com nomes que já brilharam (e ainda vão brilhar) muito:

O elenco do novo filme é um verdadeiro mosaico de talentos da nova geração e nomes já consagrados, reunidos para dar vida a um capítulo sombrio da história de Panem. Joseph Zada, conhecido por seu trabalho intenso em The Last Border (2023), assume o papel de Haymitch Abernathy em sua juventude, enfrentando seus primeiros traumas na arena. Ao seu lado, a promissora Whitney Peak (Gossip Girl, Hocus Pocus 2) interpreta Lenore Dove Baird, uma tributo com espírito inquieto. Mckenna Grace (A Maldição da Residência Hill, Ghostbusters: Mais Além) vive a sensível e corajosa Maysilee Donner, enquanto Jesse Plemons (Ataque dos Cães, Black Mirror) dá profundidade ao jovem Plutarch Heavensbee, já envolvido nos bastidores do poder. Completam o elenco a carismática Maya Hawke (Stranger Things, Rua do Medo), o versátil Kelvin Harrison Jr. (Elvis, Waves), a veterana Lili Taylor (Invocação do Mal, Six Feet Under), o irreverente Kieran Culkin (Succession), o promissor Ben Wang (American Born Chinese), e os consagrados Elle Fanning (The Great, Malévola) como uma jovem Effie Trinket, e Ralph Fiennes (O Menu, Harry Potter) no papel do astuto Presidente Snow. Uma reunião de nomes que, juntos, prometem incendiar novamente a tela com drama, tensão e humanidade.

Suzanne Collins e a eterna ferida chamada Panem

A escritora já deixou claro, em diversas entrevistas, que Panem é uma metáfora — sempre foi. E se o primeiro livro falava sobre guerra e trauma, Amanhecer na Colheita aprofunda o desconforto: fala de memória, de manipulação, de um sistema que se reinventa para permanecer cruel. Em tempos em que o autoritarismo se esconde sob novas máscaras, Collins nos lembra: a distopia está sempre à espreita.

E o que isso tudo significa para os fãs?

Significa que não estamos prontos para deixar Panem.

Mesmo depois de tantos anos, algo naquele mundo ainda fala com a gente. A injustiça, a opressão, a coragem silenciosa, o medo, a força de quem não pediu para lutar, mas lutou assim mesmo. Seja nos olhos firmes de Mia no palco ou no suor do jovem Haymitch na arena, essa história ainda pulsa. E ainda machuca.

Mas também inspira. Porque “Jogos Vorazes” nunca foi apenas sobre lutar. Foi sobre resistir. Sobre dizer “não”. Sobre desafiar o que parecia imutável.

Hungria recebe alta hospitalar após suspeita de intoxicação por metanol no Distrito Federal

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O rapper Gustavo da Hungria Neves, mais conhecido como Hungria, recebeu alta hospitalar neste domingo, 5 de outubro, após apresentar melhora significativa em seu estado de saúde. Internado desde quinta-feira (2) em um hospital particular de Brasília, o cantor havia dado entrada com sintomas que levantaram suspeita de intoxicação por metanol, substância altamente tóxica encontrada em bebidas alcoólicas adulteradas.

Em comunicado oficial, o Hospital DF Star informou que o artista apresentou “excelente evolução clínica” e destacou a importância de seguir acompanhamento médico ambulatorial. “O Hospital DF Star informa que o paciente Gustavo da Hungria Neves apresentou excelente evolução clínica, recebendo alta hospitalar no dia de hoje. Deverá seguir cuidados clínicos e reavaliação médica ambulatorialmente”, declarou a unidade de saúde.

Nas redes sociais, Hungria compartilhou sua gratidão pelo atendimento recebido e pelo apoio dos fãs. “Hoje é um dia de vitória e gratidão! Obrigado a todos que estiveram comigo nesse momento”, escreveu o artista em sua conta no Instagram. A postagem rapidamente repercutiu, com centenas de comentários de fãs e colegas de profissão demonstrando alívio e carinho.

A suspeita de intoxicação por metanol chamou atenção das autoridades de saúde, já que Hungria se tornou o primeiro caso suspeito registrado no Distrito Federal. Os sintomas apresentados pelo cantor — náusea intensa, tontura, dor abdominal e alterações na visão — são típicos da exposição à substância química, que pode provocar complicações graves, incluindo cegueira e falência de órgãos.

Segundo informações das autoridades de saúde locais, exames laboratoriais foram coletados para confirmar a presença de metanol no organismo do cantor. Os resultados estavam previstos para divulgação nesta segunda-feira (6). Enquanto isso, médicos reforçam que o acompanhamento clínico é essencial, pois efeitos tardios podem surgir mesmo após a alta hospitalar.

Um laudo pericial divulgado recentemente, porém, indicou que as bebidas consumidas por Hungria em Brasília não continham metanol. O exame físico-químico apontou que o teor de álcool anidro estava dentro dos parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Essa constatação sugere que os sintomas apresentados pelo cantor podem ter origem em outros fatores, como intoxicação leve por consumo excessivo de álcool, desidratação ou uma reação adversa individual.

Apesar disso, o episódio integra uma investigação mais ampla conduzida pelo Ministério da Saúde, que monitora suspeitas de intoxicação por bebidas alcoólicas adulteradas em diferentes regiões do país. Nos últimos anos, casos de contaminação por metanol têm causado preocupação, especialmente entre jovens que frequentam festas e bares, reforçando a necessidade de fiscalização rigorosa e conscientização sobre os riscos do consumo de bebidas de procedência duvidosa.

Outro caso suspeito de intoxicação por metanol também foi registrado no Distrito Federal, envolvendo um paciente que sofreu complicações graves, incluindo um acidente vascular cerebral (AVC). As autoridades seguem investigando a relação entre os casos e a possível origem das substâncias ingeridas, com o objetivo de prevenir novos incidentes.

Especialistas ouvidos pela imprensa alertam que nem todos os sintomas atribuídos à ingestão de metanol são necessariamente causados pela substância. Infecções, problemas gastrointestinais, desidratação ou excesso de álcool podem mimetizar o quadro clínico, tornando fundamental a realização de exames detalhados para diagnóstico preciso.

A recuperação de Hungria foi acompanhada de perto pelos fãs e pela mídia, evidenciando a preocupação do público com a saúde do artista. O rapper, que tem uma trajetória marcada por sucessos no cenário do rap nacional, conquistou notoriedade com letras que abordam superação, desafios urbanos e experiências de vida. Seus seguidores se mobilizaram rapidamente após a notícia da internação, enviando mensagens de apoio e orações, demonstrando a conexão intensa entre cantor e público.

Agora em casa, Hungria deve seguir orientações médicas que incluem hidratação adequada, alimentação balanceada e monitoramento de sintomas remanescentes. Médicos ressaltam a importância de observar sinais como fadiga intensa, alterações na visão ou tontura persistente, que podem indicar complicações tardias, mesmo após a alta hospitalar.

O caso também reacende debates sobre consumo consciente de bebidas alcoólicas. Autoridades de saúde recomendam atenção à procedência dos produtos, evitando compras em locais informais e preços muito abaixo do mercado, que podem indicar adulteração. Campanhas educativas têm reforçado a importância de consumir álcool com responsabilidade, principalmente em ambientes de festa ou celebrações, onde a ingestão excessiva é mais frequente.

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