Boots | Governo Trump critica série da Netflix por retratar relacionamentos gays nas Forças Armadas

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A série Boots, recém-lançada pela Netflix, tem gerado polêmica e debates nos Estados Unidos. A produção, que retrata a história de um adolescente gay no Corpo de Fuzileiros Navais, foi criticada por membros do governo do ex-presidente Donald Trump, incluindo a secretária de imprensa do Pentágono, Kingsley Wilson, que classificou o conteúdo como “lixo woke”.

Em comunicado enviado ao Entertainment Weekly, Wilson declarou que, sob a administração Trump e o secretário Pete Hegseth, as Forças Armadas norte-americanas estão focadas em restaurar o espírito guerreiro. “Nossos padrões são de elite, uniformes e neutros em relação ao sexo, porque o valor de um ser humano não é medido por ele ser homem, mulher, gay ou heterossexual”, disse.

A porta-voz acrescentou que as Forças Armadas não comprometem seus padrões para satisfazer agendas ideológicas, criticando a Netflix por supostamente promover conteúdos que, segundo ela, seguem uma “agenda woke”, voltada a crianças e ao público em geral. A declaração rapidamente repercutiu nas redes sociais, gerando discussões sobre representatividade e liberdade criativa na mídia.

Premissa da série

Criada por Andy Parker e baseada no livro de memórias The Pink Marine, de Greg Cope White, a série acompanha a vida de Cameron Cope, um adolescente gay da Louisiana. Impulsionado por seu melhor amigo, Ray McAffey, Cameron decide se alistar no Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos. Apesar do livro original se passar em 1979, a adaptação para a Netflix transporta a história para a década de 1990, explorando tanto o treinamento militar quanto as tensões familiares e pessoais do jovem protagonista.

O enredo destaca os desafios enfrentados por Cameron ao tentar conciliar sua identidade sexual com as exigências de uma instituição tradicional e rigorosa. Paralelamente, a narrativa acompanha Barbara Cope, mãe de Cameron, enquanto lida com a decisão do filho, mostrando as diferentes formas de aceitação e preocupação que uma família pode ter diante de escolhas que fogem do esperado socialmente.

Elenco e produção

O elenco principal de “Boots” reúne nomes de destaque: Miles Heizer interpreta Cameron Cope, Max Parker assume o papel do Sargento Liam Robert Sullivan, Vera Farmiga vive Barbara Cope e Liam Oh dá vida a Ray McAffey. Outros atores, como Cedrick Cooper, Ana Ayora, Zach Roerig e Joy Osmanski, compõem o elenco recorrente, trazendo profundidade aos personagens secundários sem desviar o foco da narrativa principal.

A produção equilibra a tensão do treinamento militar com momentos de humor, amizade e reflexão, criando uma narrativa envolvente e acessível a diferentes públicos. A direção de Andy Parker mantém a sensibilidade necessária para tratar de temas delicados, sem recorrer a estereótipos ou exageros melodramáticos.

Recepção da crítica

Desde a estreia em 9 de outubro de 2025, Boots tem recebido críticas positivas, principalmente por sua abordagem sensível da diversidade e inclusão no contexto militar. A crítica especializada elogia a capacidade da série de retratar experiências LGBTQIA+ com respeito e realismo, destacando a interpretação de Miles Heizer como especialmente impactante ao transmitir as dúvidas, medos e coragem de Cameron.

Enquanto o governo Trump manifesta críticas severas, o público e os analistas de mídia apontam que a série cumpre um papel social importante. A produção oferece visibilidade a experiências que, historicamente, foram marginalizadas, promovendo debates sobre aceitação, empatia e inclusão.

Repercussão social

A polêmica envolvendo o governo americano e a Netflix reacende discussões sobre representatividade, liberdade artística e o papel da mídia na formação de valores culturais. Plataformas de streaming têm se tornado espaço para narrativas diversas, e “Boots” exemplifica como histórias centradas em jovens LGBTQIA+ podem gerar reflexão e diálogo.

Especialistas em mídia afirmam que o sucesso da série demonstra um interesse crescente do público por produções que exploram experiências humanas complexas, mesmo em ambientes tradicionalmente conservadores, como o militar. A recepção positiva reforça a importância de abordar temas sociais contemporâneos de maneira inclusiva e responsável.

Crítica | “Amores Materialistas” é um filme visualmente impactante com propostas ambiciosas

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Foto: Reprodução/ Internet

Logo nos primeiros minutos de Amores Materialistas, uma certeza se impõe: algo está profundamente fora do lugar. Uma cena inicial de homens das cavernas — sim, homens das cavernas — tenta lançar alguma metáfora sobre desejos primitivos, evolução social ou instinto amoroso. O problema é que essa sequência se torna, ironicamente, o momento mais honesto do filme. Tudo o que vem depois se perde em uma encenação que, embora tente parecer sofisticada, não consegue esconder sua essência: um romance esvaziado, montado sob a lógica de um algoritmo, onde cada batida emocional parece pré-programada para maximizar cliques e agradar investidores.

Sob a direção de Celine Song, cujo trabalho anterior (Vidas Passadas) comoveu plateias mundo afora por sua delicadeza e humanidade, era de se esperar uma obra que, ao menos, soubesse lidar com silêncios, olhares e hesitações — elementos que ela soube transformar em poesia. Mas Amores Materialistas é o exato oposto. Aqui, o silêncio não comunica, apenas se arrasta. Os personagens não hesitam; eles travam. O amor não floresce — é mecanicamente colocado em cena como um produto qualquer de consumo rápido, sem alma, sem risco, sem verdade.

Entre closes e clichês: um romance solitário

Uma das decisões mais desastrosas da direção é a insistência em filmar os protagonistas quase sempre em planos fechados e isolados, como se estivessem em monólogos paralelos. O famoso “plano e contraplano”, ferramenta clássica para criar conexão e tensão entre dois personagens, é tratado aqui como um luxo dispensável. Resultado? Um romance visualmente desarticulado, que transmite mais afastamento do que aproximação. É como se o filme tivesse medo de deixar seus personagens, e o público, se envolverem de fato.

Essa escolha de linguagem não seria um problema se viesse acompanhada de diálogos fortes ou de uma proposta ousada de desconstrução romântica. Mas o que temos é uma sucessão de falas truncadas, longos silêncios sem função narrativa e uma superficialidade emocional gritante. O romance se desenrola como um jogo de tabuleiro sem jogadores: as peças se movem porque é o que o roteiro exige, não porque algo real esteja sendo vivido ou sentido.

Quando a autoconsciência sufoca a emoção

Há também um desejo constante do roteiro de parecer mais inteligente do que realmente é. A comédia romântica autoconsciente, que ironiza seus próprios clichês, já foi bem explorada por filmes como 500 Dias com Ela ou Ruby Sparks. No caso de Amores Materialistas, no entanto, essa tentativa se torna um peso. O filme quer ser sarcástico e profundo ao mesmo tempo, mas esquece de ser, antes de tudo, minimamente engraçado ou comovente.

Os protagonistas — que deveriam conduzir o espectador por essa jornada amorosa — parecem existir num vácuo. São pessoas sem vínculos afetivos, sem amigos, sem vida além do roteiro. A impressão é que o filme esqueceu de dar contexto aos seus personagens, confiando que o carisma dos atores e a bela fotografia dariam conta do recado. Não deram.

Um romance sobre o nada — com celebridades demais

É inevitável a comparação com Vidas Passadas, justamente porque Celine Song parecia ser a cineasta perfeita para repensar o amor em tempos modernos. Naquele filme, ela mostrou que ainda há espaço para histórias sensíveis, de dor e reencontro, que fogem dos binarismos hollywoodianos. Já Amores Materialistas representa tudo o que Vidas Passadas não era: um produto calculado, com casting estrelado (e, curiosamente, carregado de nomes da Marvel) e um roteiro formatado para testes de audiência, não para a verdade emocional.

O que mais dói não é o fracasso da comédia ou o vazio do romance, mas o potencial desperdiçado. Celine Song poderia ter escolhido qualquer caminho após sua estreia brilhante — uma história mais íntima, um projeto autoral, ou até mesmo um salto ousado para outro gênero. Ao aceitar dirigir Amores Materialistas, parece ter embarcado num projeto que contradiz tudo o que sua arte representava.

Essa é a velha armadilha hollywoodiana: transformar diretores com voz própria em engrenagens de uma máquina que privilegia previsibilidade em detrimento da autenticidade. E o público, cada vez mais atento e exigente, sente quando isso acontece.

Uma crítica à indústria — que o próprio filme reforça

O título Amores Materialistas até poderia funcionar como uma crítica à forma como o amor é vendido como mercadoria nos dias de hoje. Poderia. Mas o filme nunca se aprofunda nesse comentário social. Em vez disso, parece apenas reforçar o materialismo que finge criticar: há mais fetiche por apartamentos modernos, roupas de grife e diálogos vazios do que qualquer reflexão real sobre sentimentos ou escolhas.

Enquanto isso, personagens femininas são reduzidas a vetores de desejo, e os homens dividem-se entre o arrogante bem-sucedido e o sensível-sem-rumo — dois arquétipos esgotados, que já não surpreendem ninguém. Mesmo as tramas paralelas, que poderiam oferecer algum alívio cômico ou humanização, são apenas ruído. O que resta, ao final, é a sensação de que tudo foi uma grande tentativa de embalar um presente bonito, mas vazio.

Amar é verbo, não fórmula

Amores Materialistas fracassa como comédia, falha como romance e decepciona como cinema. É um filme que parece não confiar em sua própria história, nem em seu público. A produção aposta em fórmulas que já não funcionam e esquece que, para contar uma boa história de amor, é preciso mais do que um par de rostos bonitos e uma trilha sonora genérica. É preciso conexão, conflito, verdade — tudo o que Celine Song já mostrou saber fazer, mas que aqui parece ter sido suprimido por decisões comerciais mal calculadas.

Mais do que um filme ruim, Amores Materialistas é um sintoma de algo maior: o modo como a indústria tenta transformar até o sentimento mais essencial em uma planilha de retorno financeiro. E nessa equação, quem perde não são só os cineastas ou o público — perde também o próprio cinema, que deixa de ser arte para virar apenas estratégia de marketing.

Em tempos onde se consome tudo com pressa, talvez não seja coincidência que o filme mais vazio seja também aquele que mais tenta parecer importante. Mas autenticidade não se forja. E o amor — mesmo o fictício — precisa, no mínimo, parecer real. Neste caso, não parece.

“Globo Repórter” desta sexta (01/08) finaliza expedição por um Brasil que cresce sem perder as raízes

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Foto: Reprodução/ Internet

Na noite desta sexta-feira, 1º de agosto de 2025, o “Globo Repórter” dá adeus — ao menos por agora — ao “Brasil do Meio”. Uma expedição intensa, sensível e cheia de descobertas que atravessou o coração do país, revelando muito além do que mapas mostram. Essa região, muitas vezes vista apenas como ponto de passagem ou corredor do agronegócio, se revelou um mosaico de histórias humanas, inovações surpreendentes, fé concreta e gente que não só planta e colhe, mas também sonha, transforma e resiste.

Durante semanas, a equipe do programa — liderada pelo repórter Chico Regueira — mergulhou na vida cotidiana de cidades, fazendas e comunidades nos estados de Goiás e Tocantins. E o que eles trouxeram de volta não foram apenas belas imagens ou dados impressionantes. Trouxeram vida. Histórias de superação, de amor à terra, de tecnologia com propósito e de tradições que sobrevivem mesmo quando os arranha-céus começam a engolir o céu.

Um novo olhar para o centro do Brasil

O episódio final dessa jornada nos convida a pensar: o que significa estar no meio? Estar no centro geográfico do Brasil é também estar no centro das contradições, das transformações e das possibilidades. Não é à toa que Goiás e Tocantins têm sido apontados como laboratórios vivos de um futuro que tenta equilibrar avanço econômico com sustentabilidade, inovação com memória, concreto com cerrado.

Goiânia, por exemplo, não é apenas uma cidade que cresce para cima. É também uma cidade que olha para dentro. Entre novos edifícios, robôs simpáticos e combustíveis limpos, pulsa uma alma sertaneja, cheia de afetos simples e valores profundos. Palmas, ainda jovem e em constante construção, é símbolo de um país que quer se reinventar sem esquecer de onde veio.

Goiânia: onde o agro encontra a cidade

A capital goiana é o ponto de partida do episódio. Ali, o urbano e o rural não vivem em lados opostos — eles se abraçam, ainda que com tensão. A cidade, que ganha prédios cada vez mais altos, esconde entre suas avenidas modernas um ritmo de vida que ainda valoriza o quintal, o cheiro da comida no fogão de lenha e as rodas de viola.

Um exemplo disso é a influenciadora digital que abre as portas de seu apartamento com vista para o skyline goianiense e mostra, orgulhosa, sua coleção de panelas herdadas da avó. Atrás das fotos produzidas do Instagram, há uma mulher que fala de pamonha como quem fala da infância, de banho de rio como quem fala de cura. E ali, no centro da cidade, ela faz questão de manter viva essa identidade sertaneja.

E não é só nas cozinhas que a tradição ganha um toque de futuro. No prédio mais alto da cidade, a robô Pequi — com nome inspirado na fruta símbolo do cerrado — faz entregas entre os andares como se fosse um carteiro do amanhã. Um pequeno gesto que diz muito: a tecnologia aqui não é um fim em si, mas uma ponte entre mundos.

Quando o canteiro vira sala de aula

No meio desse cenário em transformação, o Globo Repórter encontra também pessoas que decidiram mudar a realidade à sua volta. A professora Mônica Ferreira dos Santos, por exemplo, criou uma iniciativa para capacitar operários da construção civil diretamente nos canteiros. Nada de quadro negro ou cadeiras enfileiradas — o aprendizado acontece com os pés na terra e o capacete na cabeça.

Mônica sabe do que está falando: já foi ajudante de obra, estudou à noite, criou os filhos sozinha e hoje é engenheira civil. Mas, mais do que isso, ela é ponte para outros sonharem também. “Quando a gente entende o desenho de uma planta, começa a desenhar o próprio futuro”, diz um de seus alunos, com os olhos brilhando.

Fé que constrói

No mesmo território onde o concreto avança, a espiritualidade se reinventa. O programa encontra o pastor Cláudio de Carvalho, que decidiu unir sua fé com sua profissão de engenheiro. Para ele, evangelizar não é só pregar com palavras — é ensinar com ações. Em vez de apenas falar de salvação, ele ensina serventes a se tornarem pedreiros qualificados. “A gente também salva quando oferece uma profissão”, diz, com a convicção de quem constrói mais que paredes.

Biometano: combustível do presente

Outra descoberta surpreendente vem dos bastidores da mobilidade urbana: ônibus movidos a biometano — um combustível limpo, extraído dos resíduos da cana-de-açúcar. A cena do repórter embarcando em um desses veículos não é só ilustrativa: é simbólica. Mostra que o futuro não está tão longe quanto parece. Ele já está circulando pelas ruas, de forma silenciosa, econômica e sustentável.

E o que poderia parecer uma inovação distante da realidade, se mostra muito presente: “O que sobra da cana vira força para mover gente. Isso é bonito demais”, resume um dos motoristas que opera os ônibus.

No Tocantins, a última fronteira é a esperança

A equipe do programa segue viagem até o Tocantins e chega à região conhecida como Matopiba, nome que soa técnico, mas que guarda um potencial humano imenso. Ali, entre lavouras modernas e iniciativas ecológicas, está a fazenda de Murilo Sharp — uma propriedade dividida entre produção e preservação.

Metade das terras é floresta nativa. A outra metade é ocupada por gado, sim, mas com responsabilidade ambiental. Murilo não fala em produtividade como quem fala em lucro, mas como quem fala de legado. “O segredo é escutar a terra”, diz, com olhos marejados diante de uma árvore que, segundo ele, já estava ali antes mesmo do avô chegar.

Dona Zefa: a cozinha como resistência

E é também no Tocantins que o episódio encontra um dos personagens mais encantadores da série: Dona Zefa. Simples, direta, generosa, ela transforma soja em café — literalmente. Torrada e moída, a leguminosa se transforma numa bebida que lembra o café tradicional, mas tem gosto de roça.

Ela prepara a bebida enquanto frita bolinhos e recebe a equipe com o sorriso de quem não se deixa intimidar pelas câmeras. “É café de soja, mas tem alma”, brinca. Ao lado do fogão, sua cozinha parece um relicário de afetos, receitas e memória.

Palmas: jovem, solar, promissora

A expedição se encerra na capital do Tocantins. Palmas ainda é uma cidade em construção — no tempo, na identidade, no sonho. Criada no fim dos anos 1980, ela é o exemplo mais literal do Brasil em transformação: uma cidade nova, nascida de um desejo de modernidade, mas que carrega histórias antigas em cada esquina.

O programa Globo Repórter visita o marco geodésico do país, conversa com os primeiros moradores que chegaram com quase nada e, hoje, têm filhos formados, netos sonhando alto. Palmas respira juventude, mas também carrega a sabedoria de quem começou tudo do zero.

Acerte ou Caia 13/04/2025: Tom Cavalcante recebe Matheus Ceará, Nizo Neto e Thayse Teixeira

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Neste domingo, dia 13 de abril de 2025, o Acerte ou Caia! entra em clima de stand-up comedy com uma edição pra lá de especial! Sob o comando do irreverente Tom Cavalcante, o palco será tomado por um verdadeiro esquadrão do riso, reunindo alguns dos nomes mais hilários do humor nacional. É gargalhada na certa — mas com um toque de adrenalina! Afinal, os comediantes terão que provar que além de arrancar risos, também sabem se virar nos desafios do game.

E não pense que vai ser fácil! Eles vão precisar de muito raciocínio rápido, agilidade e improviso para se manterem na disputa e fugir das quedas inesperadas do game. No fim, o grande vencedor será aquele que conseguir equilibrar piada boa com concentração total. E o público, claro, é quem sai ganhando com tanto talento reunido no mesmo palco!

Confira quem promete dominar a noite com humor afiado:


Ana Maria Brisa – A estrela carismática de Maicon Sales

Um dos momentos mais esperados da noite é a participação da queridíssima Ana Maria Brisa, personagem icônica criada por Maicon Sales. Inspirada na eterna Ana Maria Braga, a personagem não é apenas uma imitação — é uma recriação hilária, com trejeitos exagerados, figurino inconfundível e aquele jeitinho meigo e espontâneo que conquistou a internet.

Maicon tem lotado teatros com seu show solo e viraliza diariamente com vídeos engraçadíssimos nas redes sociais. No rádio, ele também marca presença com um programa de sucesso. Agora, Ana Maria Brisa troca a cozinha matinal por um cenário de competição: será que ela vai temperar o jogo com seu humor afiado e ainda levar o prêmio?


Aurineide Camurupim – A força cearense do riso

Direto do Ceará, assim como Tom, a divertida Aurineide Camurupim é veterana quando o assunto é fazer rir. A humorista conquistou o país após vencer o concurso de piadas do Show do Tom em 2006 e, desde então, não parou mais. Já dividiu palco com lendas do entretenimento, incluindo Silvio Santos, e segue rodando o Brasil com shows que arrancam gargalhadas por onde passa.

Agora, ela encara mais um desafio no Acerte ou Caia! Será que sua experiência e irreverência serão suas armas para vencer a disputa?


Criss Paiva – A segunda chance de uma gigante do humor

Criss Paiva é daquelas artistas multifacetadas: humorista, youtuber, palestrante e uma das vozes mais conhecidas da podosfera brasileira. Ela também brilha nos palcos com seu stand-up direto e afiado. Já participou do programa anteriormente, mas não levou o troféu para casa.

Agora, com uma nova oportunidade em mãos, Criss volta com tudo — pronta para mostrar que, além de conteúdo, também tem jogo de cintura. Será que a revanche vem aí?


Gustavo Mendes – O talento que une teatro, TV e muita piada boa

Gustavo Mendes já mostrou seu talento ao lado de Tom Cavalcante nos tempos do Show do Tom na RECORD, onde brilhou em festivais de piadas. Desde então, expandiu sua carreira: atuou em novelas, séries e segue firme nos palcos com shows de stand-up sempre lotados.

Hoje, Gustavo também pilota um podcast de sucesso, compartilhando os melhores momentos com sua base fiel nas redes sociais. Agora, a pergunta é: será que ele vai conseguir rir e raciocinar ao mesmo tempo para levar a melhor no game?


Matheus Ceará – A certeza de risada (e talvez de vitória)

Com uma trajetória marcada por conquistas no humor, Matheus Ceará começou ganhando destaque ainda em 2008, no festival de piadas do Show do Tom. Pouco depois, venceu o concurso “O Mais Novo Humorista do Brasil” e se consolidou em um programa humorístico onde ficou por mais de uma década.

Autor de livro, apresentador e sucesso no palco, Matheus atualmente segue em turnê pelo país e recentemente apresentou o quadro “Talk Rua” no Domingo Record. No palco do Acerte ou Caia!, diversão é garantida com ele — mas será que o prêmio também vem?


Com esse elenco de peso, o episódio promete ser um verdadeiro show de humor e agilidade. Prepare a pipoca, o sorriso e a torcida, porque o Acerte ou Caia! deste domingo vai ser daqueles para não perder por nada!

Crítica – Pecadores surpreende com vampiros, trilha sonora marcante e Michael B. Jordan em dose dupla

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O cinema de terror está sempre à procura de algo novo — e Pecadores entrega exatamente isso. Com uma mistura ousada de drama psicológico, horror sobrenatural e uma inesperada integração da música como fio narrativo, o longa não só surpreende, como também firma sua identidade própria dentro do gênero.

A trama gira em torno de dois irmãos gêmeos, interpretados com maestria por Michael B. Jordan, que decidem retornar à sua cidade natal em busca de redenção e um recomeço. No entanto, ao invés da paz, são confrontados por forças malignas que os arrastam para um verdadeiro pesadelo. A atuação de Jordan é um espetáculo à parte — ele entrega performances tão distintas para cada irmão que, por momentos, esquecemos que se trata do mesmo ator. É uma transformação completa, nos trejeitos, na voz, nas expressões. Um trabalho digno de premiação.

O roteiro, ainda que comece em ritmo mais lento, se revela uma escolha acertada. Esse tempo inicial serve para estabelecer uma forte conexão emocional com os personagens, tornando os momentos de horror ainda mais intensos e significativos. Quando o caos se instala, o espectador já está totalmente imerso.

Outro destaque surpreendente é a forma como o filme incorpora o humor. Leve, pontual e jamais deslocado, ele serve como respiro entre as cenas mais densas, equilibrando o tom sem comprometer a tensão. Mas o verdadeiro diferencial de Pecadores está em seu uso criativo da música. As sequências musicais não apenas embalam a narrativa, mas ditam o ritmo das cenas de terror, criando uma atmosfera única que beira o hipnótico. É raro ver o terror dialogar com a trilha sonora de forma tão orgânica e inovadora.

A direção é ousada e visualmente deslumbrante. Cada cena parece cuidadosamente pensada para causar impacto — seja emocional ou visual. A escolha pelo formato IMAX é certeira: a tela gigante amplifica os momentos mais intensos, tornando a experiência ainda mais imersiva e visceral.

Embora elementos da história possam remeter a outros clássicos do gênero, o longa-metragem encontra seu próprio caminho. A abordagem diferente sobre vampiros — aqui tratados de forma simbólica e quase poética — traz frescor a um tema já bastante explorado.

Com um elenco afiado, direção marcante, roteiro sólido e um toque criativo que envolve música e horror como poucos fizeram antes, Pecadores tem tudo para entrar na lista de destaques do ano. E, quem sabe, nas premiações também.

Caldeirão com Mion 10/05/2025: Sobe o Som de Ouro e Vera Fischer e Silvia Pfeifer no TV Teca

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 10 de maio de 2025, o Caldeirão com Mion celebra com emoção e nostalgia os grandes momentos da teledramaturgia brasileira em mais uma edição especial do quadro TV Teca – Novelas, em homenagem aos 60 anos da TV Globo. Para marcar a data e também a proximidade do Dia das Mães, Marcos Mion recebe duas estrelas que marcaram gerações: Vera Fischer e Silvia Pfeifer.

Juntas no palco, as atrizes relembram parcerias inesquecíveis, como na novela ‘Perigosas Peruas’ (1992), onde interpretaram com carisma e irreverência as protagonistas e grandes amigas Cidinha e Leda. O reencontro das atrizes no programa resgata não apenas os bastidores da trama de Carlos Lombardi, mas também a cumplicidade entre as intérpretes.

Nunca imaginei que fosse me divertir tanto e ficar tão emocionada. E a Vera é uma parceira maravilhosa. Só tenho boas lembranças”, afirmou Silvia Pfeifer, visivelmente emocionada com o reencontro. Vera Fischer também compartilha sua visão sobre o carinho do público ao longo dos anos. “Costumo dizer que a novela que a gente gosta é aquela em que a gente sente que o público também gostou da gente. Então, ‘Meu Bem, Meu Mal’, ‘Tropicaliente’, ‘Perigosas Peruas’, ‘O Rei do Gado’ e ‘Torre de Babel’ são títulos que me trazem esse retorno”, destacou a atriz.

Além da parceria em Perigosas Peruas, Silvia também rememora seu início nas novelas com a marcante vilã Isadora Venturini, de Meu Bem, Meu Mal (1990). Em um dos momentos mais simbólicos da entrevista, ela revê uma cena icônica em que manipula o filho Marco Antônio, vivido por Fábio Assunção. O momento revela a força dramática da personagem e o impacto da atuação de Silvia em sua estreia na televisão.

Especial Dia das Mães e trilhas sonoras inesquecíveis

A véspera do Dia das Mães torna o clima ainda mais emotivo. Ambas as atrizes aproveitam para falar não apenas das mães que interpretaram na ficção, mas também de suas experiências maternas na vida real. Entre risos, histórias e lembranças, o bate-papo mistura afeto e reverência à trajetória de mulheres que marcaram décadas de televisão.

Fechando o programa em grande estilo, o Caldeirão apresenta o Sobe o Som de Ouro, quadro musical que ganha uma edição temática dedicada às trilhas de novelas. Nesta semana, artistas renomados interpretam canções que embalaram tramas icônicas como A Viagem, Andando nas Nuvens e Guerra dos Sexos, transportando o público diretamente para os momentos mais emocionantes da ficção brasileira.

Dan Da Dan confirma 3ª temporada e fãs celebram nova fase do anime

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Nesta quinta-feira (18), o universo dos animes ganhou um motivo extra para comemorar. O perfil oficial de Dan Da Dan, a série japonesa que conquistou fãs ao redor do mundo, anunciou oficialmente a chegada de uma terceira temporada. Para marcar a notícia, uma imagem divulgada pelo perfil mostra os protagonistas Okarun, Momo e a icônica Vovó Turbo juntos, celebrando o retorno da produção para mais uma leva de aventuras.

O anúncio não pegou totalmente de surpresa os fãs mais atentos. A segunda temporada de Dan Da Dan terminou recentemente, consolidando o sucesso da obra e deixando a audiência ansiosa por mais. Desde o início, a série se destacou por sua capacidade de mesclar ação, elementos sobrenaturais e humor de maneira única, conquistando tanto o público jovem quanto adultos. A renovação para uma terceira temporada parecia inevitável, mas, até o momento, não há uma data oficial de estreia, mantendo a expectativa lá em cima.

Atualmente, as duas primeiras temporadas estão disponíveis em plataformas de streaming como Crunchyroll e Netflix, com opções de dublagem em diferentes idiomas, permitindo que cada espectador escolha a experiência que prefere — seja a versão original em japonês ou uma adaptação localizada. A série é baseada no mangá homônimo, criado por Yukinobu Tatsu, publicado desde abril de 2021 na plataforma Shōnen Jump+ da editora Shueisha. Até julho de 2025, o mangá já compilava 20 volumes em formato tankōbon, refletindo o crescimento constante da popularidade da obra.

Uma mistura de sobrenatural e absurdo com leveza

O grande charme de Dan Da Dan está na forma como a história combina elementos sobrenaturais com uma narrativa adolescente cheia de humor e reviravoltas. A trama acompanha Momo Ayase, uma estudante do ensino médio que acredita em fantasmas e vem de uma família de médiuns, e Ken Takakura, ou Okarun — abreviação de Occult-kun — que acredita em alienígenas. Essa oposição entre o sobrenatural e o extraterrestre se torna o motor da narrativa, criando situações inusitadas e, muitas vezes, hilárias.

Ao longo da série, os protagonistas entram em uma espécie de competição para provar quem está certo: Momo visita locais ligados a alienígenas, enquanto Okarun explora lugares supostamente assombrados. Durante uma dessas apostas, Momo é abduzida por extraterrestres, mas consegue escapar ao ativar seus chakras, adquirindo habilidades psíquicas. Já Okarun é possuído por um espírito, gerando situações caóticas e cômicas que se tornam marca registrada da série. O trabalho em equipe entre os dois, aproveitando os poderes recém-descobertos, é essencial para enfrentar tanto alienígenas quanto espíritos do folclore japonês.

O equilíbrio entre o sobrenatural e o humor é um dos pontos mais fortes da obra. Momentos absurdos, como a recuperação do corpo de Okarun de órgãos removidos pelo espírito que o possui, se alternam com o desenvolvimento de sentimentos românticos entre os protagonistas. Essa mistura de ação, leve drama e romance torna Dan Da Dan uma experiência diferente de outros animes do gênero, conquistando os espectadores por sua abordagem única.

O mangá: origem de uma história fascinante

Antes de ganhar vida em animação, Dan Da Dan começou como mangá. Yukinobu Tatsu, seu criador, trabalhou como assistente em títulos consagrados como Chainsaw Man de Tatsuki Fujimoto e Hell’s Paradise: Jigokuraku de Yuji Kaku. Essa experiência em grandes produções ajudou Tatsu a desenvolver a narrativa de seu próprio trabalho.

Durante o período como assistente, o autor enfrentou dificuldades financeiras e abriu mão de pequenas indulgências para se dedicar totalmente ao mangá. Em entrevistas, ele contou que essas experiências influenciaram sua visão de mundo e sua abordagem com os personagens: cada vitória, por menor que seja, merece ser celebrada, até mesmo nas ações mais simples, como compartilhar uma refeição.

Tatsu também se inspirou em obras icônicas de terror e fantasia, como os mangás de Junji Ito e a série Ultraman, além de ler e analisar mais de cem mangás shōjo para desenvolver a dinâmica entre Momo e Okarun. Essa atenção aos detalhes é visível na narrativa, em momentos cotidianos como a troca de roupas ou a entrega de uma revista, que carregam significado emocional e fortalecem a conexão entre os protagonistas.

Outro ponto que o autor valoriza são as cenas de refeição na obra, que funcionam como alívio emocional e símbolo de esperança. Inspirado por clássicos como Tonari no Totoro e Kurenai no Buta de Hayao Miyazaki, Tatsu consegue equilibrar ação intensa com momentos de ternura e humanidade, tornando a história mais próxima do público.

Domingo Espetacular (12) traz Roberto Cabrini ao vivo de Israel e revela detalhes de cessar-fogo histórico entre Israel e Hamas

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O Domingo Espetacular deste domingo, 12 de outubro, chega com uma edição de forte impacto jornalístico, grandes reportagens e uma cobertura internacional exclusiva. O programa será apresentado por Roberto Cabrini, diretamente de Israel, e por Carolina Ferraz, ao vivo dos estúdios da Record TV, em São Paulo. Cabrini acompanha de perto os desdobramentos do primeiro acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas, mediado pelo presidente americano Donald Trump, em uma cobertura que promete mostrar os bastidores de um dos momentos mais delicados e aguardados desde o início da guerra no Oriente Médio.

Além da cobertura internacional, a edição trará reportagens especiais sobre o drama dos moradores do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, divididos por facções rivais; o caso chocante de uma assassina em série que teria envenenado suas vítimas com uma feijoada; e uma reviravolta nas investigações contra o jogador David Luiz, que agora vê seu caso caminhar para o arquivamento.

Roberto Cabrini em Israel: bastidores do primeiro acordo entre Israel e Hamas

O jornalista Roberto Cabrini embarcou para Israel para acompanhar os desdobramentos do primeiro acordo de cessar-fogo entre Israel e o grupo Hamas, um avanço diplomático histórico intermediado por Donald Trump. O entendimento prevê a libertação de 20 reféns israelenses e a entrega de 2 mil prisioneiros palestinos, dos quais 250 estão condenados à prisão perpétua.

Esta é a quarta vez que Cabrini cobre a guerra na região desde o ataque de 7 de outubro de 2023, quando o Hamas lançou uma ofensiva que resultou em 1,2 mil mortes e 251 sequestros. Desta vez, o repórter mostrará os bastidores da operação de libertação dos reféns, que devem ser soltos no início da próxima semana. Segundo o governo israelense, a maioria das vítimas mantidas em cativeiro são homens de 21 a 48 anos.

Cabrini também revelará os desafios enfrentados por diplomatas e famílias dos reféns, além de registrar o clima nas ruas de Jerusalém e Tel Aviv diante da esperança por um cessar-fogo duradouro. O público poderá acompanhar relatos emocionantes e entrevistas exclusivas que mostram o lado humano por trás do conflito — uma marca do trabalho do jornalista ao longo de décadas de carreira.

Complexo da Maré: o cotidiano de uma comunidade dividida por facções

Outro destaque do programa é uma reportagem de Diogo Menezes, que entra no coração de uma das áreas mais perigosas do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. A equipe mostra como moradores vivem em constante tensão, cercados por fronteiras invisíveis que separam territórios controlados por facções rivais.

Imagens exclusivas mostram o cotidiano de quem precisa adaptar a rotina às regras impostas pelo tráfico: há ruas que não podem ser atravessadas e horários em que a circulação se torna impossível devido a tiroteios e ataques-surpresa. As famílias vivem divididas — e, em alguns casos, separadas — por muros simbólicos que refletem a disputa pelo poder e o medo constante.

O Domingo Espetacular dá voz a professores, mães e líderes comunitários que, mesmo em meio ao caos, lutam para oferecer alternativas às novas gerações. A reportagem mostra a dura realidade de quem tenta resistir e sobreviver dentro de um “campo minado” urbano, em que a paz é um sonho distante.

A “Feijoada Mortal”: investigação revela crimes de uma suposta assassina em série

A edição deste domingo também traz uma investigação arrepiante sobre uma mulher suspeita de ser uma assassina em série. A repórter Ingrid Griebel revela detalhes do caso de Ana Paula Veloso Fernandes, técnica de enfermagem de 36 anos, acusada de matar três pessoas e de estar envolvida em uma quarta morte — todas seguindo um mesmo padrão.

Os crimes, ocorridos entre janeiro e maio de 2025, chocaram moradores de Guarulhos (SP) e Duque de Caxias (RJ). Uma das vítimas, Neil Corrêa da Silva, teria sido envenenada durante uma feijoada oferecida pela própria autora, o que levou a polícia a batizar o caso como “Feijoada Mortal”. Outras vítimas incluem Marcelo Hari Fonseca, Maria Aparecida Rodrigues e Hayder Mhazres, todos mortos em circunstâncias semelhantes.

A reportagem também apresenta uma reviravolta intrigante: a polícia suspeita que a irmã gêmea de Ana Paula, Roberta, possa ter participado dos crimes, ao lado de Michele de Paiva da Silva, filha de uma das vítimas. As investigações apontam para um possível pacto entre as suspeitas, motivado por dinheiro e ressentimentos pessoais. Com exclusividade, o Domingo Espetacular mostra depoimentos de familiares e documentos que ajudam a reconstruir o perfil psicológico da criminosa e a compreender como ela enganava suas vítimas com simpatia e aparente inocência.

Reviravolta no caso David Luiz: nova fase nas investigações

O programa ainda aborda a mudança de rumo no caso do jogador David Luiz, investigado após denúncias feitas por Francisca Karollainy Cavalcante, que o acusava de enviar mensagens com ameaças. Após meses de apuração, a polícia concluiu o inquérito e sugeriu o arquivamento do caso, alegando falta de provas suficientes.

Em entrevista à repórter Patrícia Ferraz, Francisca afirmou que não pretende desistir e que possui novas evidências que podem ser apresentadas à Justiça. A reportagem traz também o posicionamento do atleta e detalhes sobre o impacto da investigação em sua vida pessoal e profissional.

Com um olhar equilibrado, a matéria discute o papel das redes sociais nas disputas entre celebridades e a importância da verificação de informações antes da exposição pública de acusações.

Deniziane Ferreira e Thiago Carvalho participam do “Mega Sonho” neste sábado (12), na RedeTV!

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O sábado à noite promete ser de torcida, risadas e emoção na tela da RedeTV!. Às 23h10, o apresentador Marcelo de Carvalho comanda mais uma edição do “Mega Sonho”, o game show que transforma histórias em grandes chances de recomeço — e que, desta vez, recebe uma dupla que combina carisma, energia e popularidade: Deniziane Ferreira e Thiago Carvalho.

A influenciadora e ex-BBB Deniziane mostra um lado leve e descontraído enquanto mergulha nas provas do programa, ajudando os participantes com empatia e bom humor. Já Thiago, que vem se destacando na cena sertaneja e já dividiu vocais com nomes como Simone Mendes e Leonardo, também participa ativamente das dinâmicas e ainda solta a voz em momentos especiais da atração.

Jogo, emoção e histórias reais

No palco, seis participantes iniciam a disputa por uma vaga na grande final. Em um formato dinâmico e cheio de reviravoltas, os competidores passam por fases eliminatórias, onde não bastam sorte ou conhecimento: é preciso estratégia, sangue frio e uma dose de esperança. Apenas um deles chega ao tão aguardado “Desafio do Milhão”, fase final em que a chance de mudar de vida se torna real.

Ao lado dos convidados, Marcelo de Carvalho conduz tudo com sua já conhecida mistura de ironia elegante, empatia e experiência. Mais do que um apresentador, ele é um anfitrião que sabe valorizar os momentos de tensão e comemoração — sempre colocando os holofotes nos participantes, verdadeiros protagonistas do programa.

Mais do que entretenimento, um sonho possível

Desde sua estreia, o “Mega Sonho” tem se consolidado como uma vitrine de oportunidades e de reencontros com a esperança. Com histórias tocantes, personagens reais e uma produção que mistura agilidade e emoção, o programa tem conquistado não apenas audiência, mas também a confiança de quem assiste.

Sexta-Feira 13 | Jason retorna em Sweet Revenge, novo curta gratuito disponível no YouTube

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O silêncio da noite. O som de folhas secas se movendo. Um passo atrás de você. O frio na espinha. Quem cresceu assistindo filmes de terror nos anos 80 e 90 sabe exatamente o que essas imagens evocam: Jason Voorhees está próximo. E agora, mais de quatro décadas depois de sua primeira aparição, o vilão mascarado retorna com força total em um novo projeto.

O curta-metragem Sweet Revenge — ou “Doce Vingança” — acaba de ser lançado gratuitamente no YouTube, oferecendo 13 minutos de puro clima de slasher e nostalgia. O vídeo traz não apenas o retorno de Jason (interpretado por Schuyler White), mas também sinaliza uma movimentação maior dos detentores dos direitos da franquia, que há anos se encontrava paralisada por batalhas judiciais. Para os fãs, o recado é claro: Jason está de volta, e não pretende largar seu facão tão cedo.

Um presente para os fãs

A escolha de lançar filme gratuitamente não foi por acaso. Depois de anos em que a saga ficou presa a disputas legais, o público começou a perder as esperanças de ver algo novo e oficial de Sexta-Feira 13. Muitos se contentaram com fanfilms, jogos independentes e homenagens pontuais. Agora, com este curta de acesso livre, os produtores mostram que estão prontos para abrir as portas de Crystal Lake novamente.

Apesar de curto, o projeto não economiza na atmosfera clássica que consagrou Jason: o lago silencioso, a floresta isolada, a sensação constante de que alguém está prestes a ser caçado. É um aperitivo, mas um que deixa um gosto forte de “quero mais”.

Por que Jason ficou tanto tempo longe?

Para entender a importância deste lançamento, é preciso voltar um pouco no tempo. O primeiro Sexta-Feira 13, lançado em 1980, foi um fenômeno inesperado. Com um orçamento de apenas 500 mil dólares, faturou quase 60 milhões pelo mundo e ajudou a moldar o gênero slasher. Mas junto com o sucesso vieram as continuações, os crossovers e, inevitavelmente, as brigas pelos direitos autorais.

O roteirista original, Victor Miller, e o diretor Sean S. Cunningham travaram uma longa batalha na justiça sobre quem poderia produzir novos conteúdos envolvendo Jason. Essas disputas travaram qualquer projeto oficial por mais de uma década. Nesse meio tempo, a franquia sobreviveu na base de relançamentos, referências em outros filmes e a devoção dos fãs.

O anúncio do curta-metragem marca não apenas a volta de Jason às telas, mas também um aceno de que as portas para novos filmes, séries e até jogos podem finalmente estar destrancadas.

O futuro: Crystal Lake, a série prelúdio

E por falar em novos projetos, os fãs não vão precisar viver só de curtas. Já está em produção Crystal Lake, uma série que promete revisitar o passado do vilão. Diferente dos filmes, que sempre focaram na matança desenfreada, a série deve mergulhar mais fundo na história de Pamela Voorhees, mãe de Jason e a verdadeira assassina do primeiro filme.

Pamela será interpretada por Linda Cardellini, conhecida por trabalhos como Scooby-Doo e Dead to Me. Ao seu lado, Callum Vinson, que brilhou na série Chucky, dará vida ao jovem Jason. Ainda há muito mistério em torno da trama, mas a promessa é de explorar eventos anteriores ao primeiro massacre no acampamento, revelando a relação entre mãe e filho e o que levou Pamela a se tornar uma figura tão implacável.

Bastidores turbulentos

Apesar do entusiasmo dos fãs, Crystal Lake passou por um caminho tortuoso para sair do papel. Encomendada pela Peacock em 2022, a série originalmente teria Bryan Fuller (Hannibal) como showrunner. Contudo, após reuniões internas, executivos da A24 decidiram demitir Fuller e seu parceiro Jim Danger Gray. Segundo apurado pelo site The Wrap, eles não concordaram com a proposta de reimaginar os quatro primeiros filmes da franquia, dedicando uma temporada para cada um.

Essa decisão pegou muita gente de surpresa, já que diretores renomados como Kimberly Peirce (Meninos Não Choram) e Vincenzo Natali (O Cubo) já estavam envolvidos, assim como Kevin Williamson (Pânico), responsável por alguns roteiros. Até estúdios no Canadá haviam sido reservados para uma filmagem de oito meses. No lugar de Fuller, Brad Caleb Kane (It: Bem-Vindo a Derry) assumiu o comando. Com isso, o rumo da série mudou, e boa parte do material já desenvolvido foi descartada.

O peso de uma máscara de hóquei

É impossível falar de Jason sem mencionar o impacto cultural de sua imagem. Curiosamente, o personagem nem sequer usava a icônica máscara de hóquei no primeiro filme — ela só apareceu na terceira parte, em 1982. Antes disso, Jason era mostrado como uma figura deformada, usando um saco de estopa na cabeça (Part 2).

A máscara, no entanto, se tornou um dos símbolos mais reconhecíveis do cinema de terror. Hoje, mesmo quem nunca assistiu aos filmes sabe que ela representa perigo, morte e um facão afiado à espreita. Jason também ajudou a consolidar um subgênero de terror que segue vivo até hoje: o slasher. Filmes como Pânico, Halloween (nas suas várias versões) e até produções mais recentes, como X – A Marca da Morte, devem muito ao formato estabelecido em Sexta-Feira 13: jovens isolados, perseguição silenciosa e mortes criativas.

Um ícone que nunca morre

Parte do fascínio por Jason vem do fato de ele ser praticamente imortal. Nos filmes, ele já foi afogado, enforcado, queimado, decapitado, explodido e até mandado para o espaço. E sempre volta.

Essa “invencibilidade” o transforma em algo mais do que um simples assassino humano: ele é uma força da natureza, inevitável, imparável e, de certo modo, eterna. Isso o coloca ao lado de outras figuras do terror como Freddy Krueger e Michael Myers, mas com uma característica única: Jason raramente fala. Ele não negocia, não ameaça verbalmente. Apenas aparece — e mata.

O que esperar daqui para frente

Com o lançamento de, a expectativa é que mais conteúdos oficiais com Jason comecem a aparecer. Há rumores de novos jogos, de um possível reboot cinematográfico e até de crossovers inéditos (os fãs sonham com um encontro entre Jason e Michael Myers, por exemplo).

O sucesso ou fracasso da série Crystal Lake também deve influenciar bastante o futuro da franquia. Se o público abraçar a proposta, é possível que a história seja expandida para além da infância de Jason, talvez até mostrando sua primeira matança sob o ponto de vista da mãe.

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