Rodrigo Faro participa do Lady Night desta segunda (18) e promete arrancar risadas na estreia

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Na próxima segunda-feira, dia 18 de agosto, Rodrigo Faro será o convidado especial do Lady Night, programa apresentado por Tatá Werneck no Multishow e no Globoplay pelo plano premium. Conhecido por seu carisma e irreverência, Faro chega ao talk show pronto para se entregar ao clima descontraído e imprevisível que é marca registrada da apresentadora. Logo na estreia, o apresentador promete arrancar gargalhadas do público com histórias inéditas, respostas espontâneas e momentos de pura diversão.

“Foi incrível participar do Lady Night, já queria há muito tempo. Tenho certeza que o público vai se divertir tanto quanto a gente se divertiu”, comentou Rodrigo Faro, antecipando que a entrevista terá energia e humor, além de interações que mostrarão um lado diferente de sua personalidade. Tatá Werneck, por sua vez, reforça que cada temporada do programa é uma oportunidade de inovar e surpreender os convidados: “O Lady Night é um programa artesanal. Eu nunca entro numa temporada como se tivesse há 9 anos fazendo o programa. Sempre começo como se fosse a primeira vez e tivesse que conquistar tudo de novo”.

A presença de Faro no programa marca também um momento especial em sua trajetória. Com carreira iniciada ainda na infância, Rodrigo estreou em 1982 em um comercial de leite e rapidamente se destacou como modelo e apresentador infantil no programa ZYB Bom na TV, da TV Bandeirantes. Aos 19 anos, integrou o grupo musical Dominó e depois se formou em Rádio e TV pela USP, preparando-se para um caminho sólido na televisão e no entretenimento.

Sua estreia em novelas aconteceu em 1996, na produção Antônio Alves, Taxista, e ele seguiu atuando em títulos de destaque na Globo, como A Indomada, Malhação, Suave Veneno, O Cravo e a Rosa, A Padroeira e Chocolate com Pimenta. Cada papel contribuiu para consolidar seu talento versátil, capaz de transitar entre humor, romance e drama, preparando-o para encarar desafios em programas de auditório e reality shows.

Em 2008, Faro migrou para a Rede Record, assumindo inicialmente a apresentação do Ídolos. Pouco depois, foi chamado para substituir Márcio Garcia em O Melhor do Brasil, programa que estreou em 12 de abril e rapidamente se tornou sucesso de audiência. Entre 2013 e 2014, ele assumiu o horário dominical com o Hora do Faro, vencendo cinco Troféus Imprensa consecutivos como Melhor Apresentador, consolidando sua carreira como comunicador de destaque no país.

Além dos programas de auditório, Rodrigo apresentou realities musicais, como Canta Comigo Teen e a terceira temporada de Canta Comigo, substituindo Gugu Liberato após seu falecimento em 2019. Em dezembro de 2024, anunciou que não renovaria seu contrato com a Record, após 16 anos de casa, abrindo espaço para novos projetos e retornos estratégicos.

Agora, com sua participação no Lady Night, Rodrigo Faro retorna à TV Globo enquanto acompanha o andamento da vigésima segunda temporada do Dança dos Famosos, que já está indo ao ar, mostrando seu desempenho na competição de dança. Além disso, ele mantém negociações avançadas para novos projetos no Globoplay. O talk show comandado por Tatá Werneck será a oportunidade perfeita para revelar um lado diferente do apresentador, explorando humor, improviso e a química com a apresentadora, conhecida por conduzir entrevistas de forma irreverente e cativante.

O episódio de estreia promete momentos memoráveis, com performances hilárias, histórias inéditas e situações que colocarão Faro fora de sua zona de conforto. Entre risadas, desafios e respostas inesperadas, o público poderá conhecer detalhes curiosos da vida do apresentador, assim como sua personalidade autêntica e divertida, diferente da imagem que normalmente exibe no comando de programas próprios.

Para os fãs, a combinação de Tatá Werneck e Rodrigo Faro representa entretenimento garantido, mostrando que, mesmo com carreiras consolidadas, ambos continuam dispostos a inovar, brincar e se entregar ao improviso.

Entenda o final da série Desobedientes, a nova sensação da Netflix, e os mistérios que ainda deixam perguntas em aberto

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Desde sua estreia em 25 de setembro, Desobedientes se tornou rapidamente um dos grandes destaques da Netflix, conquistando o topo das produções mais assistidas da plataforma. Criada e estrelada por Mae Martin, a série canadense promete mistério, suspense e drama adolescente em uma cidade aparentemente tranquila, mas que esconde segredos sombrios. No entanto, se por um lado a produção consegue prender a atenção do público, seu final levanta questões sobre escolhas narrativas e coerência de roteiro.

A trama acompanha Abbie (Sydney Topliffe) e Leila (Alyvia Alyn Lind), duas adolescentes enviadas à clínica Tall Pines por mau comportamento. Liderada pela enigmática Evelyn Wade (Toni Collette), a instituição exerce controle absoluto sobre os internos, alternando métodos de manipulação psicológica e doutrinação. A chegada do policial Alex Dempsey (Mae Martin) à cidade cria uma terceira perspectiva, de fora do sistema, que busca investigar os segredos da clínica e proteger os jovens da influência de Evelyn.

Ao longo de oito episódios, Desobedientes equilibra tensão e drama, mas nem sempre com consistência. O suspense é frequentemente construído em cima de clichês de filmes de terror psicológico e dramas juvenis, e embora a ambientação bucólica da cidade contraste bem com a trama sombria da clínica, algumas situações e reações dos personagens soam forçadas. A série se apoia mais em sustos e revelações rápidas do que em desenvolvimento orgânico, o que, em determinados momentos, compromete a credibilidade da narrativa.

O desfecho: fuga e traição

No episódio final, Abbie, Leila e Rory (John Daniel) conseguem fugir da clínica, escondendo-se em um micro-ônibus da instituição. A sequência é marcada por perseguição e tensão, mas a execução deixa a desejar. Os obstáculos que deveriam dificultar a fuga, como a polícia e os tutores da clínica, aparecem e desaparecem de forma conveniente, tornando o jogo de gato e rato menos convincente do que o prometido.

Enquanto isso, Alex é capturado por Dwayne (Brandon Jay McLaren) e submetido a um ritual de lavagem cerebral comandado por Evelyn. A reviravolta que permite que Coelha (Tattiawna Jones) realize a lavagem em Evelyn no lugar de Alex é, sem dúvida, o ponto mais ousado do episódio. Mas, embora criativo, o momento parece mais uma manobra para chocar o público do que um desenvolvimento coerente da história, reforçando a sensação de que a série opta pelo impacto imediato em detrimento da consistência narrativa.

Culto e poder: novas tensões

O final ainda apresenta Laura (Sarah Gadon) como antagonista emergente, criando seu próprio culto e propondo uma ordem onde seu bebê simboliza a coletividade. A ideia poderia ser explorada com profundidade, mas o tempo limitado da série não permite uma construção satisfatória. O conceito de poder, controle e manipulação que permeia Desobedientes é interessante, mas a execução do arco de Laura parece apressada e superficial, deixando o público com mais perguntas do que respostas.

Alex, por sua vez, decide permanecer na cidade, dividindo seu tempo entre proteger as crianças e lidar com seus conflitos pessoais. Esse desfecho tenta humanizar o policial, mas sua decisão também carece de motivação clara, parecendo servir mais para amarrar pontas soltas do que para desenvolver o personagem de forma convincente.

Crítica à narrativa e ritmo

Embora a série tenha elementos visuais e de suspense bem construídos, a série peca pelo ritmo irregular e pela dependência excessiva de reviravoltas abruptas. A minissérie deixa o final em aberto, sugerindo uma segunda temporada, mas o público acaba sendo obrigado a aceitar soluções rápidas e convenientes para conflitos que deveriam ter sido mais densamente explorados.

Os personagens, embora carismáticos, muitas vezes se comportam de maneira previsível ou contraditória. Evelyn, por exemplo, alterna entre uma líder implacável e uma vilã vulnerável sem que haja construção suficiente para justificar essas mudanças. Abbie e Leila, protagonistas centrais, têm arcos limitados, e seu crescimento ao longo da série é sugerido mais do que efetivamente mostrado.

Potencial desperdiçado

O conceito de Desobedientes — adolescentes confrontando uma instituição manipuladora e corrupta — é promissor e poderia render uma narrativa profunda e psicológica. No entanto, o roteiro parece mais preocupado em surpreender com twists do que em desenvolver tensão real e coerência emocional. A série termina com a sensação de que o suspense foi resolvido de forma conveniente e que muitos dos mistérios introduzidos ao longo dos episódios permanecem apenas superficiais.

Mesmo assim, há pontos positivos. Mae Martin entrega uma performance segura como Alex, Toni Collette se destaca em cenas de tensão e manipulação, e a cinematografia captura bem a dualidade entre a tranquilidade da cidade e a opressão de Tall Pines. Esses elementos ajudam a manter a série assistível, mas não suficiente para elevar o final a um desfecho satisfatório.

Resumo da última semana da novela Vale Tudo de 16/10 a 18/10

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Capítulo 172 da última semana da novela Vale Tudo de quinta, 16 de outubro
A alegria toma conta da narrativa com o nascimento dos gêmeos de Solange e Afonso, trazendo esperança e renovação para toda a família. Enquanto isso, Consuelo e Marieta investigam relatórios de fraudes na TCA, revelando detalhes que podem abalar o império empresarial. Raquel, emocionada, compartilha fotos do neto Salvadorzinho com Poliana, reforçando os laços de ternura e união. Freitas circula entre reuniões, mas é flagrado sozinho em um táxi, despertando suspeitas sobre suas intenções. Fátima enfrenta questionamentos de Olavo, enquanto policiais aparecem no apartamento de Marco Aurélio, ampliando a tensão e o suspense da trama.

Capítulo 173 – sexta, 17 de outubro
O drama atinge seu ponto máximo com a prisão de Marco Aurélio, que recebe visitas de Tiago e de seu advogado, refletindo sobre suas escolhas e as consequências de seus atos. Em paralelo, Raquel encontra momentos de tranquilidade no Paladar, acompanhada por Bartolomeu e Poliana, enquanto Fátima organiza seus pertences no muquifo e enfrenta seus próprios medos. Afonso e Solange celebram a vida na praia com os filhos, encerrando um ciclo de luta com amor e união. Freitas aparece em um bangalô paradisíaco, insinuando rumos inesperados e misteriosos para seu destino.

Capítulo 174 da última semana da novela Vale Tudo de sábado, 18 de outubro
O episódio apresenta uma reprise do último capítulo, permitindo aos espectadores relembrar os momentos mais intensos e emocionantes da semana, reforçando os dramas, conquistas e revelações que marcaram a trama.

Se Não Fosse Você | Adaptação do best-seller de Colleen Hoover ganha trailer e promete tocar fundo os corações

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Foto: Divulgação/ Paramount Pictures

Em um mundo em que o silêncio às vezes fala mais alto do que mil palavras, Se Não Fosse Você surge como um grito contido, um desabafo emocional sobre tudo aquilo que deixamos de dizer. O novo longa, inspirado no best-seller da escritora Colleen Hoover, acaba de ganhar seu primeiro trailer oficial — e ele já chegou arrebatando o público com sua carga emocional crua e realista. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

A direção é de Josh Boone, o mesmo que fez milhares de corações chorarem com A Culpa é das Estrelas. Agora, ele retorna ao drama familiar com uma nova história sobre perdas, cicatrizes que o tempo não apaga e a difícil arte de se reconectar com quem a gente ama. A estreia está marcada para o dia 23 de outubro nos cinemas brasileiros, com distribuição da Paramount Pictures.

A trama gira em torno de Morgan Grant, interpretada por Allison Williams, uma mulher que trocou sonhos por responsabilidades quando se tornou mãe ainda adolescente. Sua vida, dedicada quase inteiramente à filha Clara (Mckenna Grace) e ao marido Chris, começa a ruir quando um acidente tira Chris de cena de forma repentina.

A tragédia, no entanto, é apenas a porta de entrada para um turbilhão emocional ainda maior: revelações dolorosas, mágoas antigas, segredos de família e feridas nunca curadas transformam o luto em confronto. De um lado, uma mãe tentando reconstruir sua vida a partir do que sobrou. Do outro, uma filha que se recusa a perdoar o passado ou compreender o presente.

Mais do que um drama sobre perdas, o filme é um retrato nu e cru de como o amor pode ser falho, frustrante, imperfeito — e, mesmo assim, necessário.

Boone prova, mais uma vez, que sabe como contar histórias que doem bonito. Ele não se apoia em exageros ou em frases de efeito. Seu olhar é íntimo, quase cúmplice. Ele entende que, às vezes, um gesto vale mais que um discurso, e que os maiores conflitos acontecem dentro da gente.

Allison Williams e Mckenna Grace brilham em atuações comoventes

Interpretar uma relação tão quebrada e ao mesmo tempo tão forte não é tarefa fácil. Mas Allison Williams e Mckenna Grace entregam performances que transbordam sinceridade. Allison — que já mostrou seu talento em Corra! e M3GAN — encarna Morgan com uma mistura de exaustão, amor reprimido e força silenciosa. Já Mckenna, aos 18 anos, impressiona ao viver Clara, uma adolescente ferida que usa a rebeldia como escudo. Juntas, elas constroem uma dinâmica intensa, marcada por diálogos cheios de mágoa, olhares carregados de frustração e momentos de silêncio que falam por si. É um embate de gerações, mas também de dores que não foram acolhidas. Difícil não se identificar.

Família, segredos e a difícil jornada do perdão

No fundo, o filme é sobre aquilo que a gente esconde — dos outros e de nós mesmos. Morgan teve sua juventude interrompida e viveu à sombra das escolhas que fez para proteger Clara. Clara, por sua vez, sente que nunca teve espaço para ser quem é de verdade. A comunicação entre as duas é quase inexistente, e quando a verdade finalmente aparece, ela não liberta — machuca.

A revelação de que Chris, o marido e pai que sustentava emocionalmente a família, mantinha segredos, faz com que mãe e filha tenham que reconstruir suas identidades. Mas para isso, é preciso coragem. É preciso perdoar, e talvez até amar, mesmo quando tudo está quebrado.

Foto: Divulgação/ Paramount Pictures

Colleen Hoover no comando emocional da produção

Autora de sucessos como É Assim que Acaba e Verity, Colleen Hoover é uma especialista em escrever o que as pessoas sentem, mas não dizem. E neste projeto, ela foi além do papel de escritora: atuou como produtora executiva, acompanhando de perto o processo criativo da adaptação. Ela garantiu que a alma da história — aquela sensação de que estamos lendo ou vendo algo muito pessoal — fosse mantida.

Elenco afiado e narrativa cheia de nuances

Além de Williams e Grace, o elenco traz Dave Franco, Mason Thames, Scott Eastwood e Willa Fitzgerald em papéis fundamentais. Franco vive um amigo da família que guarda mais do que aparenta. Thames interpreta um jovem com quem Clara cria uma conexão inesperada. Eastwood aparece em flashbacks como Chris, o pai cuja morte muda tudo. Já Fitzgerald interpreta uma personagem envolta em mistério, que tem ligação direta com os segredos revelados.

Quando chega aos cinemas?

Com previsão de estreia para o dia 23 de outubro de 2025, Se Não Fosse Você chega aos cinemas como uma das apostas mais emocionantes do ano. A distribuição fica por conta da Paramount Pictures, que já deu sinais de que pretende investir pesado na divulgação do longa, especialmente entre o público feminino e os fãs das obras de Colleen Hoover.

Sessão da Tarde desta sexta (15/08) exibe Velocidade Máxima, o clássico da ação dos anos 90

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta sexta-feira, 15 de agosto, a Sessão da Tarde da TV Globo traz aos telespectadores um verdadeiro marco do cinema de ação dos anos 90: Velocidade Máxima (Speed). Lançado em 1994, o filme não apenas consolidou Keanu Reeves e Sandra Bullock como protagonistas de ação, mas também elevou os padrões de tensão, efeitos especiais e narrativa cinematográfica em Hollywood. Com uma trama eletrizante, personagens cativantes e cenas que desafiam os limites da gravidade, Velocidade Máxima continua sendo uma experiência envolvente, mesmo décadas após seu lançamento.

Dirigido por Jan de Bont, que fazia sua estreia na direção de longas-metragens após uma carreira consolidada como diretor de fotografia, o filme conta a história do policial Jack Traven (Keanu Reeves), que precisa impedir um desastre iminente: um ônibus urbano carregado de passageiros equipado com uma bomba, que explode caso sua velocidade caia abaixo de 80 km/h. Ao lado de Jack, surge Annie Porter (Sandra Bullock), uma passageira corajosa que assume o volante após o motorista ser ferido, transformando-se em co-protagonista em uma jornada repleta de suspense e heroísmo.

Uma história que prende o espectador

O grande diferencial do filme é a forma como constrói a tensão. Cada segundo importa: desacelerar significa risco de morte instantâneo, e a ameaça do terrorista Howard Payne (Dennis Hopper) se faz sentir em cada curva e reta da cidade de Los Angeles. A narrativa combina a ação vertiginosa dentro do ônibus com a estratégia policial externa, liderada pelo tenente Mac McMahon (Jeff Daniels), criando um ritmo ininterrupto que mantém o espectador atento do início ao fim.

O filme também equilibra ação e humanidade. Jack não é apenas um policial habilidoso, mas um personagem com sensibilidade, empatia e capacidade de improviso. Annie, por sua vez, representa a coragem do cidadão comum diante do perigo, mostrando que heroísmo nem sempre está ligado a uniformes ou treinamento especializado. Essa dinâmica entre protagonistas cria uma conexão emocional com o público, tornando as sequências de tensão ainda mais impactantes.

Foto: Reprodução/ Internet

Personagens e atuações memoráveis

O sucesso do filme também se deve ao talento do elenco. Keanu Reeves entrega um Jack Traven convincente, que combina agilidade física, raciocínio rápido e presença emocional, permitindo ao público torcer por ele a cada desafio. Sandra Bullock, como Annie, não é apenas uma coadjuvante: ela se destaca em uma performance que equilibra coragem, vulnerabilidade e humor sutil, tornando suas cenas com Jack ainda mais memoráveis.

Dennis Hopper, no papel de Howard Payne, é outro destaque. Sua interpretação de um terrorista calculista, frio e imprevisível confere ao filme a tensão necessária para que cada ameaça pareça real. Com olhares ameaçadores, gestos minuciosos e uma presença intimidadora, Hopper transforma Payne em um vilão inesquecível, que é tão inteligente quanto perigoso.

O restante do elenco, incluindo Joe Morton, Alan Ruck e Jeff Daniels, complementa a trama com personagens secundários sólidos, que ajudam a criar um ambiente mais verossímil e envolvente. No Brasil, a dublagem realizada por Márcio Simões, Manolo Rey e Sheila Dorfman contribuiu para tornar a narrativa acessível e emocionante para o público nacional, sem perder nuances da interpretação original.

Efeitos visuais e técnicos que marcaram época

Mesmo passadas quase três décadas, Velocidade Máxima mantém seu impacto visual. Jan de Bont trouxe para a direção uma expertise em fotografia que se traduz em sequências de ação impecáveis, incluindo perseguições de ônibus e saltos arriscados sobre rodovias interrompidas. As cenas foram planejadas com precisão e muitas vezes envolviam efeitos práticos, garantindo realismo e tensão contínua.

A trilha sonora pulsante e a mixagem de som, premiadas com Oscars, também desempenham papel fundamental na experiência do espectador. Cada ronco de motor, explosão ou freada em falso é amplificado de forma a aumentar a sensação de perigo iminente, tornando impossível desviar o olhar da tela. Esses elementos técnicos não só impressionaram a crítica na época, mas continuam a influenciar produções modernas de ação e suspense.

Sucesso comercial e legado

Quando estreou, o filme arrecadou US$ 350,4 milhões mundialmente, um feito notável considerando o orçamento de apenas US$ 30 milhões. O filme também conquistou dois Oscars, em categorias técnicas, consolidando sua importância no cinema e garantindo que fosse lembrado não apenas pelo público, mas também pela indústria cinematográfica.

O sucesso do filme gerou uma sequência, Speed 2: Cruise Control, lançada em 1997. Apesar de trazer de volta Sandra Bullock, a continuação não alcançou a mesma aclamação crítica ou comercial, sendo amplamente criticada por perder a tensão e o dinamismo do original. Ainda assim, o longa-metragem permanece como referência obrigatória para filmes de ação, especialmente aqueles que exploram tensão em ambientes confinados.

Momentos icônicos que marcaram o cinema

Algumas cenas do filme se tornaram emblemáticas e permanecem na memória do público:

O ônibus que não pode reduzir a velocidade: O conceito de uma bomba que explode se o veículo desacelera tornou a narrativa imediatamente envolvente e inovadora para a época.

Annie ao volante: A decisão de uma passageira assumir o ônibus adicionou uma dimensão emocional e heróica à trama, mostrando coragem e protagonismo feminino.

O salto sobre a estrada interrompida: Um dos momentos mais memoráveis do cinema de ação, combinando planejamento meticuloso e execução arriscada.

Confronto final no trem do metrô: A sequência culminante onde Jack e Annie enfrentam Howard Payne, demonstrando criatividade, coragem e tensão máxima.

+Milionária de Hoje | Resultado do Concurso 294 de quarta (15/10) – Prêmio estimado em R$ 10 milhões

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A noite desta quarta-feira, 15 de outubro de 2025, entra para a história como uma das mais aguardadas do ano. O motivo é o sorteio do concurso 294 da +Milionária, uma das apostas mais recentes e inovadoras da Caixa Econômica Federal. Com um prêmio estimado em impressionantes R$ 10 milhões, o concurso captura a atenção e o entusiasmo de milhões de brasileiros, todos sonhando em se tornar os próximos milionários do país. A emoção se espalha por todas as regiões — do interior às capitais — com pessoas reunidas em casa, bares e grupos de amigos, aguardando o momento em que os números serão revelados.

O evento começa às 20h, horário de Brasília, diretamente do tradicional Espaço da Sorte, na Avenida Paulista, em São Paulo. A transmissão ao vivo acontece pelos canais oficiais da Caixa e plataformas digitais, garantindo total transparência e permitindo que apostadores de todo o país acompanhem, em tempo real, cada detalhe do sorteio. À medida que os números são sorteados, o silêncio se mistura à vibração de quem acredita que a sorte pode finalmente bater à porta.

Resultado do concurso 294 

O que está em jogo

Mais do que um simples sorteio, o concurso 293 da +Milionária representa o sonho da independência financeira. Um prêmio de R$ 173 milhões pode transformar completamente o destino de uma pessoa — e de toda uma família. É o tipo de valor capaz de garantir estabilidade por gerações, abrir portas para novos negócios, realizar viagens dos sonhos, proporcionar segurança financeira e transformar desejos distantes em realidade.

Nos últimos dias, o volume de apostas cresce expressivamente. Casas lotéricas de todo o país registram filas desde as primeiras horas da manhã, enquanto o número de apostas online bate recordes. A atmosfera é de esperança e imaginação: cada apostador mentaliza seus planos para o futuro, sonha com o que faria com tanto dinheiro e compartilha palpites com amigos e familiares.

A +Milionária, desde sua criação, conquista um público fiel ao oferecer mais do que a expectativa de vitória: ela cria uma narrativa coletiva de sonhos, planos e superstição. Cada aposta é, ao mesmo tempo, um gesto de fé e uma forma de entretenimento.

Como funciona a +Milionária

Lançada em 2022, a +Milionária rapidamente se consolida como uma das loterias mais empolgantes do país. Seu diferencial está no sistema do Trevo da Sorte, que adiciona um toque estratégico ao jogo. Para participar, o apostador escolhe seis números entre 50 disponíveis no volante e dois Trevos da Sorte entre seis opções.

A aposta simples custa R$ 6,00, tornando o jogo acessível a uma ampla faixa da população. O sistema cria diversas faixas de premiação, permitindo que os jogadores sejam contemplados mesmo que não acertem todos os números e trevos. Essa estrutura garante uma experiência mais envolvente e prolonga a emoção até o final do sorteio.

Outro diferencial é a liberdade do jogador ao escolher suas dezenas. É possível selecionar manualmente ou optar pela Surpresinha, que sorteia os números automaticamente. Já a Teimosinha permite repetir a mesma combinação por vários concursos consecutivos — uma escolha prática para quem acredita na força de seus números da sorte.

Faixas de premiação

A +Milionária é conhecida por sua generosidade na distribuição dos prêmios. Além da cobiçada faixa principal, há categorias intermediárias que garantem recompensas interessantes, aumentando o número de vencedores por concurso.

Entre as principais faixas estão:

2 números + 1 Trevo: prêmios iniciais fixos, voltados para acertos menores;

5 números + 1 Trevo: valores intermediários, que já proporcionam ganhos significativos;

6 números + 2 Trevos: o prêmio máximo, que nesta edição pode chegar a R$ 173 milhões.

Essa diversidade é um dos fatores que tornam a +Milionária tão atraente, pois multiplica as possibilidades de vitória e faz com que cada jogador sinta que tem chances reais de ganhar algo, mesmo que pequeno.

Acerte ou Caia 04/05/2025: Marco Luque, Renata Castro e outros famosos

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No próximo domingo, 4 de maio de 2025, a partir das 15h30, a Record TV coloca no ar mais um episódio novinho em folha do Acerte ou Caia!, o game show que mistura conhecimento, celebridades e tombos épicos num só pacote de diversão.

Comandado pelo mestre da zoeira Tom Cavalcante, o programa traz uma fórmula que o público já ama: perguntas de múltipla escolha, celebridades tentando acertar… e, quando erram, a TRAP DO BURACO se abre e é queda na certa! 🎯

Só um sai com o prêmio… os outros vão direto pro fundo!

O prêmio da vez pode chegar a R$300 mil, mas não se engane: só UM leva a bolada. Os outros dez participantes só levam o susto (e a vergonha) da queda televisionada. E o melhor de tudo? Quem tá em casa dá risada, torce, tenta responder junto e ainda fica naquela tensão gostosa do “vai ou não vai cair?”

Quem vai se dar bem (ou se dar mal) neste domingo?

O elenco tá de peso, com famosos de vários cantos do entretenimento brasileiro. Olha só quem vai encarar o desafio:

🎤 Thiago Gardinali, o jornalista que comanda o Balanço Geral Manhã, vai mostrar se tá por dentro de tudo mesmo ou se vai tropeçar em alguma pegadinha.
🤣 Os comediantes Marco Luque (o eterno Jackson Five!) e Cláudio Manoel (do Casseta & Planeta) prometem tirar onda, mesmo se acabarem no chão.
🎶 A dupla sertaneja Bruno & Barreto vai entrar no clima do game — só que competindo um contra o outro! Será que o sertanejo é bom de quiz?
🎤 A galera do forró também chega com tudo: Larissa e Frajola, da banda Magníficos, vão mostrar que além de cantar têm jogo de cintura no palco do Acerte ou Caia!.
🎵 Tem também a cantora Zaynara, representando a nova geração da música brasileira.
🎬 E completando o time estrelado: as atrizes Renata Castro e Gisele Fraga, e a modelo e apresentadora Tânia Oliveira. Será que elas vão brilhar ou despencar?

Diversão garantida pra toda a família

O Acerte ou Caia! virou aquele programa clássico de domingo que junta todo mundo no sofá: mãe, pai, filhos, avós, cachorro, papagaio… todo mundo querendo acertar antes dos famosos e vibrando (ou rindo!) a cada queda.

É risada garantida, muita torcida, um pouco de desespero (principalmente dos participantes) e muita leveza pra espantar qualquer tédio do fim de semana. Tudo isso com a irreverência inconfundível do Tom Cavalcante, que faz piada até quando o chão se abre.

Onde assistir?

📺 A diversão começa às 15h30, na RECORD, com produção da Boxfish Brasil e direção de David Feldon.
💻 E se perder algum momento ou quiser rever aquele tombo épico, é só correr pro PlayPlus, o streaming oficial da RECORD, que tem todos os episódios na íntegra.

Hirayasumi | Mangá aclamado será adaptado para anime e série live-action em 2025

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Em meio à pressa constante que marca nossas vidas modernas, raramente nos damos a chance de simplesmente parar e respirar. É nesse espaço de pausa que Hirayasumi: Uma Pausa Relaxante em uma Casa Térrea, mangá delicadamente criado por Keigo Shinzo, encontra sua força. E, agora, essa história de tranquilidade e simplicidade está pronta para ganhar novas vozes: uma adaptação em anime e uma série live-action, ambas previstas para o fim de 2025. As informações são do Crunchyroll.

Um refúgio em forma de mangá

Hirayasumi não é uma história sobre batalhas épicas ou reviravoltas dramáticas. Seu poder está na quietude, no calor humano e na beleza do cotidiano. Hiroto Ikuta, o protagonista, é um jovem de 29 anos, dono de uma vida que muitos chamariam de simples, mas que está cheia de camadas invisíveis de emoções e encontros significativos.

Após perder uma amiga muito especial, uma senhora chamada Hanae, Hiroto herda a casa dela — um espaço modesto, porém cheio de significado. Com a chegada de sua prima Natsumi, uma jovem artista em formação, essa casa se transforma no cenário de pequenas descobertas, aprendizado mútuo e reconstrução de vínculos.

O retrato da vida real

A força de Hirayasumi está na sua capacidade de fazer o leitor sentir o cheiro da comida, ouvir o silêncio confortável entre personagens e perceber o conforto que só um lar pode oferecer. Keigo Shinzo não pinta apenas cenas; ele cria atmosferas que abraçam quem lê, mesmo nos momentos mais simples — um café compartilhado, um olhar gentil, uma conversa despretensiosa. Esse olhar atento ao cotidiano é o que tornou o mangá um sucesso crescente desde seu lançamento em 2021, conquistando leitores que buscam histórias que falem ao coração sem apelar para excessos.

Do papel para as telas: um passo natural

A notícia de que Hirayasumi será adaptado em duas mídias distintas — anime e live-action — foi recebida com entusiasmo por quem já conhece e também pelos que ainda vão descobrir essa joia. A produção do anime ficará por conta do estúdio Production +h., que tem experiência em dar vida a narrativas delicadas e atmosféricas, enquanto a NHK trará o drama ao formato live-action, apostando no horário nobre para levar a história a um público amplo. Essa dupla abordagem promete captar a essência da obra: o anime trará a poesia visual que o mangá inspira, e o live-action aprofundará a experiência humana, com interpretações que refletem as nuances do dia a dia.

Embora profundamente japonês em seu cenário e costumes, Hirayasumi fala uma linguagem universal. Quem nunca precisou de um espaço para respirar, de um momento para se sentir acolhido? É exatamente essa sensação que a história de Hiroto e Natsumi transmite. A trama nos lembra que um lar não é apenas um endereço, mas um lugar de encontros — com os outros e consigo mesmo.

Reconhecimento e impacto

Com mais de um milhão de cópias vendidas e diversos prêmios ao longo dos últimos anos, Hirayasumi ganhou seu merecido lugar entre os mangás que não apenas entretêm, mas também tocam profundamente o público. O reconhecimento que recebe, desde premiações no Japão até o sucesso no Lucca Comics & Games na Europa, atesta seu apelo global e sua capacidade de tocar almas em diferentes culturas.

Vivemos uma época em que o barulho é constante — das redes sociais, das demandas profissionais, das vidas digitais. É nesse contexto que histórias como Hirayasumi se tornam essenciais: elas nos oferecem uma pausa consciente, uma chance de redescobrir o valor da calma e da presença. Ao apresentar personagens que buscam sentido em suas relações e no espaço que habitam, o mangá propõe uma reflexão sobre o que realmente importa.

O que esperar das adaptações?

As produções que chegam em 2025 têm o desafio e a oportunidade de traduzir essa delicadeza para as telas. O anime, com sua capacidade de brincar com cores, luzes e silêncio, promete mergulhar o espectador em um universo sensorial. O live-action, por sua vez, deverá privilegiar a intimidade das interpretações, revelando as emoções contidas e as sutilezas do convívio. Se bem-sucedidas, as adaptações poderão ampliar o alcance da obra, permitindo que mais pessoas encontrem nesse refúgio narrativo um espaço para descansar a alma.

No Brasil e no mundo

Por aqui, a Panini publica o mangá, abrindo as portas para leitores brasileiros se conectarem com essa história que, apesar de simples, carrega uma profundidade rara. Além disso, a parceria internacional para a produção do anime, envolvendo a VIZ Media, sinaliza que Hirayasumi tem tudo para conquistar públicos além das fronteiras japonesas, reafirmando a força de narrativas que valorizam o humano e o cotidiano.

Rita Batista emociona o público no quadro “Quem Vem Pra Cantar” no Domingão com Huck deste domingo (27)

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 27 de julho de 2025, o palco do Domingão com Huck será tomado por emoção, afeto e boas doses de surpresa. Convidada especial do quadro Quem Vem Pra Cantar, a apresentadora, jornalista e radialista Rita Batista protagoniza um dos momentos mais marcantes da temporada. Conhecida pelo carisma vibrante e pela autenticidade que carrega em sua trajetória, Rita revisita memórias, solta a voz e encara um dueto misterioso que promete tocar fundo o coração dos telespectadores — e o dela também.

Ao lado de Luciano Huck, Rita mergulha em lembranças que moldaram sua vida pessoal e profissional. O reencontro com uma figura importante de sua história, cuidadosamente mantida em segredo até o momento final, é o ápice de uma participação que celebra mais do que talento: celebra resiliência, representatividade e a potência das conexões humanas.

Neste especial, vamos mergulhar na biografia de Rita Batista, reviver os principais momentos da sua carreira e entender por que sua presença no Domingão neste domingo é mais do que um simples quadro musical — é um tributo à mulher negra que vem abrindo caminhos e inspirando tantas outras a fazerem o mesmo.

Um reencontro inesquecível no ‘Quem Vem Pra Cantar’

O quadro Quem Vem Pra Cantar, uma das atrações mais populares do Domingão com Huck, é conhecido por promover reencontros entre celebridades e pessoas marcantes em suas vidas — tudo através da música. No caso de Rita, o suspense envolveu o público e a própria convidada, que recebeu pistas de Luciano Huck enquanto tentava adivinhar quem se escondia atrás do telão. O mistério, no entanto, era mais do que uma brincadeira de palco: era o prenúncio de uma catarse emocional.

Rita Batista, acostumada aos microfones e câmeras, deixou transparecer sua emoção de forma comovente. Ao reconhecer a voz do seu convidado-surpresa durante o dueto, foi impossível conter as lágrimas — e o público acompanhou cada segundo da descoberta com o coração apertado. Trata-se de alguém profundamente conectado à jornada de Rita, alguém que esteve presente em momentos decisivos e ajudou a moldar a profissional e mulher que ela é hoje.

Esse tipo de narrativa genuína é o que fortalece a conexão entre o programa e a audiência. Rita, com sua habitual espontaneidade, alternou entre sorrisos e lágrimas, agradecendo pela oportunidade de reviver sentimentos muitas vezes guardados em silêncio.

Uma vida dedicada à comunicação

Nascida em 22 de maio de 1979, em Salvador, Rita de Cássia Batista Suzart cresceu em meio ao calor baiano e ao fervor cultural de uma cidade marcada por contrastes e tradições. Formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Católica do Salvador, Rita iniciou sua trajetória no Grupo Metrópole em 2003, revelando desde cedo um apetite voraz por contar histórias, comunicar com paixão e desafiar os formatos tradicionais da mídia.

Ela se destacou em diferentes funções — apresentadora, repórter e produtora — e não demorou a deixar sua marca também no rádio. Criou o ousado programa “Rita para Maiores”, que abordava sexualidade de forma aberta e educativa, e participou da bancada do Aratu Notícias, da TV Aratu, afiliada do SBT. Desde então, sua atuação passou a ser sinônimo de quebra de tabus e combate à invisibilidade das mulheres negras no jornalismo.

Da Bahia para o Brasil

Aos poucos, Rita foi se consolidando como um rosto querido e respeitado na mídia baiana, o que a levou a novas oportunidades na TV Bandeirantes Bahia, onde comandou o Boa Tarde Bahia e se destacou no tradicional Band Folia, cobrindo o carnaval com irreverência e competência.

Foi também nesse período que o Brasil começou a enxergar o brilho de Rita. Em 2012, ela chegou à Rede Bandeirantes nacional para apresentar o programa de variedades Muito+. No ano seguinte, integrou o elenco do aclamado A Liga, mergulhando em reportagens de impacto social e mostrando um lado mais investigativo e empático do jornalismo.

Mesmo com altos e baixos — como a demissão da TV Aratu em 2016, após o fim do Bom Dia Bahia — Rita manteve sua determinação. Regressou à Rádio Metrópole, explorou novas linguagens na TVE Bahia, apresentou o carnaval na TV pública e consolidou sua imagem como comunicadora versátil e comprometida com pautas sociais relevantes.

Da TV pública ao estrelato na TV Globo

Entre 2018 e 2020, Rita esteve à frente do telejornal TVE Revista, e em seguida iniciou uma trajetória ascendente na TV Globo, integrando os quadros da Super Manhã, do Encontro, Mais Você e É de Casa. Sua chegada à bancada fixa do É de Casa em julho de 2022, ao lado de Maria Beltrão, Talitha Morete e Thiago Oliveira, foi mais do que uma promoção: foi um marco simbólico na diversidade da emissora, representando milhões de brasileiros que se viram nela pela primeira vez.

No GNT, em 2024, Rita também brilhou ao integrar o time do Saia Justa, ao lado de Eliana, Bela Gil e Tati Machado. A troca de ideias entre quatro mulheres com histórias distintas e potentes fez da temporada uma das mais assistidas e comentadas dos últimos anos.

Uma voz que representa muitas

A presença de Rita Batista na televisão brasileira vai muito além de sua competência como jornalista ou apresentadora. Ela é um símbolo de resistência, autoestima e representatividade negra em um meio historicamente dominado por padrões excludentes. Mulher preta de Salvador, de origem periférica, com sotaque, com gírias, com corpo fora do padrão. E com coragem de não abrir mão de nenhum desses traços.

Seu trabalho não é apenas performático — é político. Rita fala com a alma de quem já foi subestimada, de quem já precisou abrir caminho onde não havia trilha. E, ao fazer isso, ela inspira outras mulheres negras a ocuparem seus lugares com dignidade, orgulho e ambição.

‘Domingão com Huck’ em clima de homenagem e celebração

Além do Quem Vem Pra Cantar, o Domingão com Huck deste domingo promete fortes emoções com quadros como Pequenos Gênios, que destaca o talento de crianças prodígio, e Quem Quer Ser Um Milionário, o tradicional game show que une entretenimento e conhecimento. O quadro Encontrar Alguém também marca presença, com uma história especial em homenagem ao Dia dos Avós — tema que costuma arrancar lágrimas e sorrisos dos telespectadores.

Na famosa “bomboniere” do programa, Ed Gama, Déa Lúcia, Lívia Andrade e Preto Zezé trazem comentários irreverentes sobre os acontecimentos do palco, reforçando o clima de festa, leveza e reflexão que é marca registrada da atração dominical.

O legado que Rita constrói

Rita Batista não chegou à televisão por acaso, tampouco teve uma jornada facilitada. Sua história é feita de persistência, rupturas, reconstruções e coragem. Neste domingo, ao cantar no palco do Domingão, ela canta por todas as vozes que foram silenciadas. Canta por sua ancestralidade, por sua cidade, por sua caminhada e, principalmente, por um futuro onde mais Ritas possam brilhar — sem pedir licença.

Viver Sertanejo deste domingo (03) recebe Luciano Camargo, André & Felipe e Daniel

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Foto: Reprodução/ Internet

O sertanejo sempre foi mais do que um estilo musical — ele é uma linguagem de alma, um espelho do Brasil profundo, que traduz em versos o amor, a dor, o campo, a saudade e, muitas vezes, a fé. Neste domingo, 3 de agosto de 2025, o programa Viver Sertanejo entrega um episódio que vai além da música. Vai direto ao coração.

Com a presença de Luciano Camargo, da dupla André & Felipe e do anfitrião Daniel, o programa promove um encontro que une dois universos que, na verdade, nunca estiveram separados: o da música sertaneja e o da espiritualidade. O resultado é um especial que emociona, inspira e reforça que a canção também pode ser oração.

Luciano Camargo vive um novo capítulo em sua vida — e talvez o mais profundo. Reconhecido nacionalmente por décadas de sucesso ao lado de Zezé Di Camargo, ele agora também trilha um caminho solo voltado à música gospel, sem jamais abandonar suas raízes na dupla.

No palco do Viver Sertanejo, Luciano compartilha a história por trás dessa nova fase: uma decisão que nasceu de um chamado divino e de um desejo guardado há tempos. “Eu recebi uma missão”, revela. “Foi Deus quem me disse que minha voz precisava ser usada para algo maior. E tudo começou com a minha conversão, em 2020.”

Ele canta músicas que vêm tocando o público nessa nova fase, como “Vai Passar”, “Terra Fértil” e “Tempo” — esta última em um dueto emocionante com Daniel, em um momento que, para muitos, foi o ponto alto da noite.

Luciano ainda lembra com carinho da primeira música que gravou após sua conversão: a clássica “Porque Ele Vive”, que marcou sua estreia no gospel e consolidou o início de uma transformação pessoal e artística.

Mesmo abraçando o louvor, ele reforça que a parceria com Zezé continua sólida, como sempre foi: “O Zezé nunca questionou. Pelo contrário, ele me incentivou, me apoiou. Ele sabe que tudo isso faz parte do meu coração.”

Com raízes no interior do Paraná e uma trajetória marcada pela simplicidade e pelo compromisso com a fé, os irmãos André & Felipe representam uma geração de artistas sertanejos que nunca se desligaram da igreja. Filhos de pastor, começaram a cantar ainda pequenos, nos cultos de domingo e nos encontros de juventude.

“A gente andava quilômetros a pé pra chegar nos ensaios da igreja. Era cansativo, mas também era especial. A música era a nossa brincadeira, nossa missão, nossa alegria”, conta André, emocionado.

No palco do programa, eles interpretam duas das músicas mais conhecidas do seu repertório: “Chuva de Poder” e “Acelera e Pisa”. As canções misturam a batida do sertanejo com letras de adoração, criando uma ponte entre o popular e o sagrado — e mostrando que louvar também pode ser dançante, animado, cheio de vida.

Além disso, eles revelam com exclusividade no programa que estão trabalhando em um novo projeto chamado “Raízes”, que vai resgatar louvores clássicos do cancioneiro cristão em versões sertanejas — uma homenagem à infância e à trajetória de fé que construíram juntos.

No centro desse encontro está Daniel, um artista cuja carreira é marcada por sensibilidade, afeto e respeito às tradições. Ao longo do episódio, ele transita com naturalidade entre o papel de apresentador e o de cantor — mas, acima de tudo, de interlocutor da emoção.

Daniel participa do dueto com Luciano na música “Tempo”, e também divide o palco com todos os convidados na interpretação de “Raridade”, canção consagrada por Anderson Freire, e que virou hino sobre autoestima, fé e identidade.

“A música tem esse poder de tocar onde a palavra não alcança”, diz Daniel. “E quando ela vem carregada de fé, vira um abraço na alma.”

Onde e quando assistir

O episódio vai ao ar no domingo, 3 de agosto, pela TV Globo, e também poderá ser conferido nas plataformas digitais da emissora. Uma oportunidade imperdível para quem quer ver a música sertaneja dialogar com a espiritualidade de maneira autêntica, respeitosa e emocionante.

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