Maldição da Múmia | Lee Cronin retorna ao horror com um filme que promete tirar o fôlego do público em 2026

0

Os amantes do cinema de terror já têm um novo motivo para contar os dias no calendário. A Warner Bros. Pictures divulgou nesta domingo, 12, o primeiro teaser trailer de “Maldição da Múmia”, novo longa de horror dirigido por Lee Cronin, cineasta que vem se consolidando como um dos nomes mais interessantes do gênero contemporâneo. Com estreia marcada para 15 de abril de 2026 nos Estados Unidos e 16 de abril de 2026 no Brasil, o filme chegará aos cinemas nacionais também em salas IMAX, prometendo uma experiência intensa, sombria e profundamente inquietante.

Desde os primeiros segundos do teaser, fica claro que “Maldição da Múmia” não pretende seguir caminhos óbvios. O vídeo aposta mais na sugestão do que na exposição direta do horror, criando uma atmosfera de angústia crescente, marcada por silêncios incômodos, imagens fragmentadas e uma sensação constante de ameaça invisível. É um convite para o espectador mergulhar em um terror psicológico que, aos poucos, se transforma em algo muito mais visceral.

O filme parte de um dos arquétipos mais clássicos do terror, o mito da múmia, mas o reinventa sob uma ótica moderna e emocional. A história acompanha uma família marcada por uma perda irreparável: a filha desapareceu misteriosamente no deserto há oito anos e foi dada como morta. Quando ela retorna de forma inesperada, trazendo consigo marcas físicas e emocionais difíceis de explicar, o que deveria ser um reencontro milagroso rapidamente se transforma em um pesadelo. Aos poucos, os familiares percebem que algo profundamente errado voltou junto com ela — algo antigo, violento e impossível de controlar.

Lee Cronin, conhecido por seu domínio da tensão e pelo uso criativo do espaço e do silêncio, descreve o longa como uma mistura improvável, porém instigante, de “Poltergeist” e “Se7en – Os Sete Crimes Capitais”. Essa combinação sugere um terror que não se limita a sustos pontuais, mas que constrói um clima opressivo, explorando tanto o sobrenatural quanto o horror psicológico e moral. O foco não está apenas na criatura ou na maldição em si, mas no impacto que ela causa nas relações humanas, nos segredos familiares e na fragilidade emocional dos personagens.

O elenco reforça a ambição do projeto. Jack Reynor, que chamou atenção internacional em Midsommar, interpreta o pai da família, um homem consumido pela culpa e pela esperança contraditória de ter a filha de volta. Laia Costa, elogiada por performances intensas em produções europeias como Un Amor, vive a mãe, dividida entre o instinto de proteção e o medo crescente de que aquela jovem não seja mais a criança que perdeu. May Calamawy, conhecida do grande público por Cavaleiro da Lua, assume um papel central na trama, trazendo força emocional e complexidade a uma personagem envolvida diretamente nos mistérios da maldição.

O elenco ainda conta com Veronica Falcón (A Milhões de Quilômetros), Natalie Grace (1923), May Elghety, Shylo Molina e Billie Roy, formando um grupo diverso que ajuda a dar profundidade à narrativa. A presença de atores com experiências tão distintas sugere um filme que dialoga com diferentes culturas e referências, algo que combina com a própria origem do mito da múmia, tradicionalmente associado a histórias ancestrais e maldições antigas.

Nos bastidores, “Maldição da Múmia” reúne alguns dos nomes mais influentes do terror atual. James Wan (Invocação do Mal, Jogos Mortais) e Jason Blum (Corra!, Atividade Paranormal) assinam a produção, ao lado de John Keville, garantindo um equilíbrio entre terror autoral e apelo comercial. A supervisão criativa fica por conta de Atomic Monster, com Alayna Glasthal acompanhando o projeto, o que reforça a expectativa de um filme tecnicamente sofisticado e narrativamente ousado. Como produtores executivos, estão Michael Clear, Judson Scott e Macdara Kelleher, nomes já associados a projetos de grande impacto no gênero.

Diferente das versões clássicas da múmia no cinema, marcadas por aventuras grandiosas ou monstros mais explícitos, o novo longa parece apostar em uma abordagem mais íntima e perturbadora. O terror surge do desconhecido, da quebra da lógica natural e da sensação de que forças antigas não deveriam ser despertadas. A maldição, aqui, não é apenas física ou sobrenatural, mas também emocional, corroendo lentamente a confiança, o amor e a sanidade dos personagens.

Outro ponto que chama atenção é a escolha do deserto como elemento central da narrativa. O cenário, tradicionalmente associado ao isolamento, à morte e ao esquecimento, funciona como uma extensão do estado emocional da família. O retorno da filha não simboliza apenas a quebra de uma ordem natural, mas também o desenterrar de traumas que nunca foram realmente superados. O filme parece explorar com sensibilidade essa linha tênue entre luto, esperança e negação.

Com estreia marcada para abril de 2026, “Maldição da Múmia” já desponta como um dos títulos de terror mais aguardados do ano. A decisão de lançá-lo também em IMAX reforça a confiança do estúdio na força visual e sonora da produção, apostando em uma experiência imersiva que potencializa o medo e a tensão.

Crítica – O Beijo da Mulher-Aranha é um musical visualmente elegante, mas emocionalmente vazio

0

A nova adaptação de O Beijo da Mulher-Aranha (2025) dialoga com o imaginário dos grandes musicais hollywoodianos da década de 1950, mas tropeça justamente naquilo que deveria sustentar sua potência: a densidade emocional e a complexidade dramática. Embora elegante em sua forma, o filme se perde em explicações excessivas e escolhas narrativas contraditórias que diluem sua força política e afetiva.

Há divergências quanto à principal matriz dessa releitura. Enquanto alguns a veem como uma atualização direta do filme homônimo de 1985, dirigido por Héctor Babenco, outros identificam maior proximidade com o musical da Broadway. Independentemente dessa origem, é evidente que ambas as versões convergem nesta nova encenação comandada por Bill Condon. Conhecido por musicais de forte apelo visual, como Dreamgirls, o diretor demonstra domínio técnico e senso estético refinado, entregando uma fotografia sofisticada e um desenho de produção impecável. No entanto, esse rigor formal não encontra respaldo em um roteiro que opta pela literalidade, pelo didatismo e por uma recusa sistemática à ambiguidade.

Ambientada nos anos 1970, a narrativa se desenrola em meio a um contexto de repressão política e autoritarismo estatal na América Latina, marcado pela perseguição a opositores do regime, pela censura e pela criminalização de corpos dissidentes. É nesse cenário que se encontram Molina, interpretado por Tonatiuh Elizarraraz, um homem gay sensível, afetuoso e profundamente ligado ao cinema, e Valentín, vivido por Diego Luna, um militante político encarcerado por sua atuação revolucionária. Ao dividirem a mesma cela, os dois constroem uma relação atravessada por convivência forçada, escuta mútua e tensões ideológicas, que poderia suscitar reflexões contundentes sobre poder, afeto, preconceito e instrumentalização.

A relação de Molina com o cinema não emerge da fantasia gratuita, mas da memória afetiva. Filho de uma mulher que trabalhava em uma sala de exibição, ele cresceu imerso em filmes e narrativas que moldaram sua forma de sentir e compreender o mundo. É dessa herança emocional que nascem os momentos musicais que atravessam o longa. O vínculo entre Molina e sua mãe, embora pouco explorado, figura entre os elementos mais orgânicos do filme, apontando o cinema como espaço de afeto, refúgio emocional e continuidade simbólica.

É nesse universo de lembranças que surge Aurora, personagem retirada de um dos filmes assistidos por Molina e interpretada por Jennifer Lopez. Longe de ser uma figura abstrata, Aurora habita a memória cinematográfica do protagonista e, ao longo da narrativa, também assume a dimensão simbólica da Mulher-Aranha. Essa sobreposição de sentidos, que envolve personagem fictícia, memória afetiva e alegoria do desejo e da sobrevivência emocional, constitui uma das ideias mais instigantes do filme, ainda que permaneça subdesenvolvida e pouco integrada ao arco dramático.

Uma das decisões mais problemáticas da adaptação está na tentativa de romantizar a relação entre Molina e Valentín. Ao suavizar essa dinâmica, o filme esvazia a ambiguidade ética que sustentava o conflito original. A relação, antes marcada por assimetrias, interesses cruzados e tensões morais, é reconfigurada sob uma chave mais conciliadora, o que enfraquece sua dimensão política e evidencia as hipocrisias sociais que o filme parece querer denunciar.

Na versão de 1985, havia uma honestidade desconfortável na maneira como esse vínculo se estabelecia. O encontro era breve, atravessado por desejo, afeto e também por instrumentalização mútua. Ao abdicar dessa complexidade, o filme de 2025 perde parte de seu caráter provocador e de sua capacidade de inquietar o espectador.

As sequências musicais associadas a Aurora evocam o glamour dos musicais clássicos dos anos 1950 e dialogam com um contexto histórico de silenciamento e repressão das dissidências sexuais e políticas. Ainda assim, o filme demonstra excessiva preocupação em explicar seus símbolos e intenções, subestimando a inteligência do público e comprometendo a fluidez narrativa.

Em comparação com o longa de Babenco, protagonizado por William Hurt, Raúl Juliá e Sônia Braga, esta nova versão carece da mesma força poética e do engajamento político que emergiam com maior naturalidade, sem necessidade de constantes sublinhados narrativos.

Entre as atuações, Jennifer Lopez revela empenho e entrega às personagens que interpreta, mas sua presença em cena carece de impacto emocional duradouro. Assim como o filme em si, suas aparições impressionam visualmente, mas não conseguem gerar envolvimento afetivo. O resultado é uma obra esteticamente bela, porém emocionalmente distante.

Apesar das referências explícitas ao musical clássico e da experiência de Bill Condon com o gênero, O Beijo da Mulher-Aranha se mostra uma obra desequilibrada. Investe na superfície, na estilização e na explicação excessiva, mas falha justamente onde deveria ser mais incisiva: na construção dramática, na ambiguidade moral e na força política que historicamente definiram essa história.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta segunda, 12 de janeiro, na TV Globo

0

A Sessão da Tarde desta segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, leva ao ar um dos filmes mais emblemáticos do cinema romântico contemporâneo: “Podres de Ricos”. Lançado em 2018, o longa conquistou público e crítica ao unir uma história de amor clássica com um olhar moderno sobre identidade cultural, conflitos familiares e desigualdade social, tudo ambientado em um universo de luxo exuberante na Ásia. Dirigido por Jon M. Chu (Em um Bairro de Nova York, As Panteras), o filme se tornou um verdadeiro fenômeno cultural e um marco de representatividade em Hollywood.

A trama acompanha Rachel Chu (Constance Wu, de Fresh Off the Boat e Golpistas do Ano), uma professora de economia da Universidade de Nova York que leva uma vida simples, focada na carreira e no relacionamento estável com o namorado Nick Young (Henry Golding, de Magnatas do Crime e Último Natal). O casal vive um romance discreto até o momento em que Nick convida Rachel para acompanhá-lo a Singapura, onde será padrinho no casamento de seu melhor amigo. O que parecia apenas uma viagem romântica logo se transforma em um choque cultural quando Rachel descobre que a família de Nick está entre as mais ricas e poderosas da Ásia — e que ele é um dos solteiros mais desejados do país.

Ao chegar a Singapura, Rachel se vê cercada por mansões luxuosas, festas extravagantes e um estilo de vida quase inacreditável. Porém, o verdadeiro desafio surge no convívio com a família de Nick, especialmente com sua mãe, Eleanor Young, interpretada com elegância e intensidade por Michelle Yeoh (O Tigre e o Dragão, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo). Eleanor representa os valores tradicionais, a importância do legado familiar e a crença de que apenas alguém “à altura” da linhagem dos Young pode estar ao lado de seu filho. Para ela, Rachel — independente, americana e de origem simples — não se encaixa nesse ideal.

O filme constrói esse conflito de forma gradual, explorando as tensões entre tradição e modernidade, amor e dever, individualidade e expectativas familiares. Rachel passa a ser alvo de olhares julgadores, comentários maldosos e armadilhas sociais, especialmente de outras mulheres da alta sociedade que enxergam nela uma ameaça. Mesmo assim, ela tenta manter sua dignidade e autenticidade, questionando até que ponto vale a pena lutar por um relacionamento que parece exigir o sacrifício de quem ela é.

Além do casal protagonista, “Podres de Ricos” se destaca por seu elenco carismático e bem construído. Awkwafina (A Despedida) rouba cenas como Peik Lin, a melhor amiga extravagante e leal de Rachel, responsável por boa parte do humor do filme. Já Gemma Chan (Eternos) vive Astrid, prima de Nick, uma mulher aparentemente perfeita que esconde frustrações e problemas em seu casamento, oferecendo um contraponto emocional importante à narrativa principal. Esses personagens ajudam a ampliar o olhar do filme sobre diferentes tipos de pressão enfrentadas dentro daquele universo de privilégios.

Baseado no best-seller homônimo de Kevin Kwan, publicado em 2013, o longa foi lançado pela Warner Bros. Pictures em agosto de 2018 e rapidamente se tornou um sucesso de bilheteria, arrecadando mais de US$ 238 milhões em todo o mundo. Mais do que números, o filme entrou para a história como o primeiro longa de um grande estúdio de Hollywood, desde O Clube da Felicidade e da Sorte (1993), a apresentar um elenco majoritariamente asiático-americano em uma narrativa contemporânea. Esse feito teve impacto direto na indústria, abrindo portas para novas histórias e vozes até então pouco representadas no cinema mainstream.

A recepção crítica também foi positiva, com elogios ao charme da direção, ao figurino luxuoso, à trilha sonora marcante e, principalmente, às atuações, em especial a de Michelle Yeoh, frequentemente citada como o coração emocional do filme. “Podres de Ricos” equilibra o tom leve da comédia romântica com reflexões mais profundas sobre pertencimento, imigração, preconceito e o peso das raízes culturais.

Outro ponto alto do filme é o cuidado visual. As locações em Singapura e na Malásia transformam a produção em um verdadeiro espetáculo estético, com palácios, resorts e eventos grandiosos que reforçam o contraste entre o mundo de Rachel e o da família Young. Ao mesmo tempo, o roteiro evita glorificar cegamente o luxo, mostrando que, por trás da riqueza extrema, existem dores, inseguranças e conflitos tão humanos quanto os de qualquer outra pessoa.

Wagner Moura faz discurso histórico no Globo de Ouro 2026 e celebra o Brasil ao vencer Melhor Ator por O Agente Secreto

0

A noite do Globo de Ouro 2026 entrou para a história do cinema brasileiro com a vitória de Wagner Moura na categoria Melhor Ator em Filme – Drama por sua atuação em O Agente Secreto. O reconhecimento marca um feito inédito: Moura tornou-se o primeiro ator brasileiro a vencer o prêmio nessa categoria, consolidando sua trajetória internacional e reforçando o prestígio do cinema nacional no cenário global.

Ao subir ao palco, Wagner Moura demonstrou emoção e gratidão. Em um discurso que rapidamente repercutiu nas redes sociais e na imprensa internacional, o ator agradeceu à organização do evento, aos colegas indicados e, principalmente, à equipe do filme. “Meus colegas indicados… vocês são atores extraordinários. Eu compartilho isso com vocês”, afirmou, antes de destacar o trabalho coletivo por trás da produção.

Um dos momentos mais marcantes do discurso foi a homenagem ao diretor Kleber Mendonça Filho, responsável pelo roteiro e pela direção de O Agente Secreto. Moura chamou o cineasta de “irmão” e “gênio”, ressaltando a relação de confiança e cumplicidade artística entre os dois. A parceria, que já havia rendido frutos em festivais internacionais, alcançou agora um novo patamar com o reconhecimento da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood.

Mais do que um agradecimento protocolar, o discurso de Wagner Moura ganhou força ao abordar os temas centrais do filme. Segundo o ator, O Agente Secreto é uma obra sobre “memória, ou a falta dela, e trauma geracional”. Em uma reflexão profunda, ele afirmou que, assim como o trauma pode ser transmitido de geração em geração, os valores também podem sobreviver ao tempo e às adversidades. A fala foi interpretada como um comentário direto sobre o momento político e social vivido em diversas partes do mundo, incluindo o Brasil.

Wagner dedicou o prêmio à família, mencionando o filho e reforçando a importância de preservar valores humanos em tempos difíceis. O ápice do discurso veio quando ele decidiu falar em português, emocionando o público brasileiro que acompanhava a cerimônia ao vivo: “Para todo mundo no Brasil assistindo isso agora: Viva o Brasil! Viva a cultura brasileira!”. A declaração foi recebida com aplausos calorosos e rapidamente se tornou um dos trechos mais compartilhados da noite.

O reconhecimento no Globo de Ouro coroou a trajetória de sucesso de O Agente Secreto, filme neo-noir brasileiro de drama, suspense e thriller político, com coprodução francesa, neerlandesa e alemã. Escrito e dirigido por Kleber Mendonça Filho, o longa teve sua estreia mundial no Festival de Cannes 2025, onde competiu pela Palma de Ouro e saiu como um dos grandes destaques da edição. Na ocasião, Wagner Moura venceu o prêmio de Melhor Ator, enquanto Mendonça Filho levou o troféu de Melhor Direção, além do filme conquistar o Prêmio FIPRESCI da crítica internacional.

Ambientado no Recife de 1977, durante os anos mais duros da ditadura militar brasileira, o filme acompanha Marcelo, um professor universitário e especialista em tecnologia que retorna à sua cidade natal após anos afastado. Perseguido por assassinos de aluguel e envolvido em conflitos ligados a interesses industriais e políticos, o personagem tenta proteger o filho pequeno, reaproximar-se da família e, ao mesmo tempo, encontrar uma forma de sobreviver em um ambiente marcado pela vigilância constante e pela repressão do regime.

A narrativa se desenvolve a partir de uma atmosfera densa e opressiva, explorando temas como espionagem, manipulação da verdade, corrupção estatal, memória histórica e resistência. Marcelo encontra abrigo em uma casa segura ao lado de dissidentes e personagens marginalizados, como um casal de refugiados angolanos e a figura maternal de Dona Sebastiana, interpretada por Tânia Maria. O elenco ainda conta com Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Alice Carvalho, Udo Kier e Thomás Aquino, compondo um retrato plural e humano daquele período.

Lançado nos cinemas brasileiros em 6 de novembro de 2025, com distribuição da Vitrine Filmes, O Agente Secreto foi amplamente elogiado pela crítica por sua direção precisa, fotografia marcante e atuações intensas. O filme também foi escolhido pela Academia Brasileira de Cinema para representar o Brasil na disputa por uma vaga no Oscar, reforçando sua relevância artística e política.

No Globo de Ouro 2026, o longa foi indicado a três categorias: Melhor Filme – Drama, Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Drama. Ao vencer duas delas, o filme alcançou outro marco histórico, tornando-se o primeiro longa brasileiro a conquistar dois Globos de Ouro em uma única noite. O feito simboliza um momento de afirmação do cinema brasileiro no mercado internacional.

The Rip | Novo suspense da Netflix aposta em tensão moral e reúne Ben Affleck e Matt Damon em estreia aguardada de 2026

0

A Netflix divulgou recentemente um novo clipe de The Rip, suspense policial que marca mais uma parceria de peso entre Ben Affleck e Matt Damon. Com estreia confirmada para 16 de janeiro de 2026, o longa promete conquistar o público com uma narrativa intensa, ambientada no submundo policial de Miami, e um elenco repleto de nomes consagrados do cinema e da TV.

Dirigido e roteirizado por Joe Carnahan, conhecido por filmes como A Perseguição e Esquadrão Classe A, o longa foi desenvolvido em colaboração com Michael McGrale. A trama acompanha um grupo de policiais que, durante uma operação, encontra um esconderijo com milhões de dólares em dinheiro vivo. O que deveria ser uma grande apreensão rapidamente se transforma em um jogo perigoso de desconfiança, à medida que a existência do dinheiro vem à tona e forças externas passam a pressionar os envolvidos. Nesse cenário, alianças são testadas e a linha entre certo e errado se torna cada vez mais tênue.

Além de protagonizarem a história, Affleck (Argo, Garota Exemplar) e Damon (O Ultimato Bourne, Oppenheimer) também atuam como produtores por meio da Artists Equity, produtora fundada pela dupla com o objetivo de criar modelos mais justos de remuneração na indústria cinematográfica. Esse compromisso se reflete diretamente no acordo firmado com a Netflix, que prevê bônus financeiros para mais de 1.200 profissionais envolvidos no projeto, caso o filme atinja determinadas metas de desempenho nos primeiros meses após o lançamento — um movimento incomum para o padrão do streaming.

O elenco de The Rip reforça a ambição do projeto. Steven Yeun, indicado ao Oscar por Minari e conhecido pela série Treta, divide a cena com Teyana Taylor (A Mil Um, Um Príncipe em Nova York 2). O filme também conta com Sasha Calle (The Flash), Catalina Sandino Moreno (Maria Cheia de Graça), Scott Adkins (John Wick 4), Kyle Chandler (Manchester à Beira-Mar), Néstor Carbonell (Bates Motel) e Lina Esco (S.W.A.T.), compondo um grupo diverso de personagens que transitam entre a lei, a violência e a ambiguidade moral.

As filmagens aconteceram entre outubro e dezembro de 2024, principalmente em Los Angeles, com sequências adicionais gravadas em Nova Jersey. A direção de fotografia ficou a cargo de Juanmi Azpiroz, que contribui para uma estética urbana e sombria, alinhada ao clima de tensão constante sugerido pelo material promocional divulgado até agora.

Trailer da 2ª temporada de Frieren reforça a fantasia sensível que conquistou fãs ao redor do mundo

0

A segunda temporada de Frieren e a Jornada para o Além acaba de ganhar um novo trailer, divulgado neste domingo (11) pela TOHO Animation, reacendendo o entusiasmo dos fãs do anime que se destacou por sua narrativa contemplativa e emocionalmente profunda. A prévia indica que a nova fase seguirá explorando o impacto do tempo, das memórias e das conexões humanas dentro de um universo de fantasia que foge dos clichês tradicionais do gênero.

Conhecido no Brasil como Frieren e a Jornada para o Além e, em Portugal, simplesmente como Frieren, o anime é baseado no mangá escrito por Kanehito Yamada e ilustrado por Tsukasa Abe. A obra é publicada desde abril de 2020 na revista Weekly Shōnen Sunday, da Shogakukan, e já soma 15 volumes lançados até dezembro de 2025. O sucesso é refletido também nos números: o mangá ultrapassou a marca de 17 milhões de cópias em circulação, além de ter recebido prêmios de grande prestígio, como o 14º Mangá Taishō e o Prêmio Novo Criador do 25º Prêmio Cultural Osamu Tezuka, ambos em 2021.

A trama acompanha Frieren, uma maga elfa que integrou o lendário grupo responsável por derrotar o Rei Demônio após uma jornada de dez anos. Ao lado do herói humano Himmel, do guerreiro anão Eisen e do sacerdote Heiter, ela ajudou a restaurar a paz no mundo. Ao final da aventura, o grupo se separa após testemunhar a Chuva de Meteoros da Era, um fenômeno raro que ocorre a cada cinquenta anos, prometendo se reencontrar no futuro.

Quando Frieren retorna décadas depois para cumprir essa promessa, ela se depara com uma realidade dolorosa: seus antigos companheiros envelheceram, enquanto ela permanece praticamente imutável. A morte de Himmel, ocorrida após uma última viagem do grupo para ver novamente os meteoros, se torna um ponto de virada na vida da protagonista. No funeral, Frieren percebe que nunca se dedicou de verdade a compreender os sentimentos e a humanidade de seus amigos, algo que passa a carregar como arrependimento.

É a partir desse despertar emocional que a história avança. Frieren aceita o pedido de Heiter para cuidar e ensinar magia à jovem Fern, uma órfã criada por ele. Ao mesmo tempo, surge um novo propósito: viajar rumo ao norte, até o local conhecido como o descanso das almas, onde a maga acredita que poderá reencontrar Himmel, dizer o que ficou guardado e se despedir de forma definitiva. Durante essa jornada, elas são acompanhadas por Stark, um jovem guerreiro treinado por Eisen, que passa a integrar o grupo e trazer uma nova dinâmica à narrativa.

A longa vida de Frieren é um elemento central da obra. Para uma elfa, décadas passam como breves momentos, e isso faz com que a antiga aventura contra o Rei Demônio pareça quase efêmera. O anime constrói sua narrativa explorando essa diferença de percepção do tempo, alternando o presente com flashbacks que revelam o crescimento físico e emocional dos personagens humanos, enquanto Frieren aprende, lentamente, a valorizar cada encontro e cada despedida.

Saiba qual filme vai passar no Domingo Maior de hoje, 11 de janeiro, na TV Globo

0

O Domingo Maior de hoje, 11 de janeiro de 2026, traz para a tela da TV Globo o filme “Elysium”, uma ambiciosa produção de ficção científica que combina ação, crítica social e espetáculo visual. Lançado em 2013, o longa é escrito e dirigido por Neill Blomkamp (Distrito 9, Chappie), cineasta conhecido por usar o gênero sci-fi como ferramenta para discutir desigualdade, exclusão e poder.

Estrelado por Matt Damon (Bourne – Identidade Desconhecida, Perdido em Marte), Jodie Foster (O Silêncio dos Inocentes, Contato), Wagner Moura (Tropa de Elite, Narcos), Alice Braga (Eu Sou a Lenda, Esquadrão Suicida), Sharlto Copley (Distrito 9, Maleficent) e Diego Luna (Rogue One: Uma História Star Wars, Narcos: Mexico), Elysium apresenta um futuro distópico em que a divisão de classes atinge níveis extremos.

A história se passa em 2154 (ou 2159, em algumas versões de divulgação), quando a humanidade está literalmente separada em dois mundos. Os mais ricos vivem em Elysium, uma gigantesca estação espacial em formato de cilindro que oferece luxo absoluto, segurança e tecnologia avançada capaz de curar qualquer doença por meio das chamadas Med-Bays. Já o restante da população sobrevive na Terra, agora superpovoada, poluída, empobrecida e patrulhada por robôs policiais violentos.

O protagonista é Max Da Costa (Matt Damon), um ex-ladrão de carros que tenta levar uma vida honesta trabalhando em uma fábrica da poderosa Armadyne Corp, empresa responsável pela construção de Elysium. Durante um grave acidente de trabalho, Max é exposto a uma dose letal de radiação e descobre que tem apenas alguns dias de vida. Sem acesso a tratamento médico na Terra, ele passa a ver a estação espacial como sua única chance de sobrevivência.

Enquanto isso, em Elysium, a rígida e implacável Jessica Delacourt (Jodie Foster), secretária de Defesa da estação, faz de tudo para preservar o estilo de vida da elite, mesmo que isso signifique violar direitos humanos e ordenar ataques contra naves de imigrantes ilegais. Para executar suas ordens na Terra, ela conta com o mercenário Kruger (Sharlto Copley), um personagem brutal e imprevisível.

Determinando a mudar seu destino, Max procura Spider (Wagner Moura), um hacker e líder de um grupo clandestino responsável por enviar pessoas ilegalmente para Elysium. Spider aceita ajudá-lo, desde que Max participe de uma missão extremamente perigosa: roubar dados sigilosos de John Carlyle (William Fichtner – O Cavaleiro das Trevas, Fuga da Prisão), CEO da Armadyne. Para isso, Max passa por uma cirurgia improvisada que instala um exoesqueleto em seu corpo, aumentando drasticamente sua força e resistência.

A missão, no entanto, sai do controle e desencadeia uma verdadeira caçada humana. Ferido e perseguido, Max encontra abrigo na casa de Frey (Alice Braga), uma antiga amiga de infância e enfermeira que luta para salvar a filha Matilda, diagnosticada com leucemia. A situação torna o dilema moral ainda mais forte, colocando Max diante de uma escolha que pode mudar não apenas sua vida, mas o destino de toda a humanidade.

À medida que a trama avança, o filme revela que as informações armazenadas no cérebro de Max são capazes de reiniciar o sistema de Elysium, tornando todos os habitantes da Terra cidadãos legítimos da estação. A partir daí, Elysium assume de vez seu tom político e simbólico, discutindo imigração, acesso à saúde, desigualdade social e o preço do sacrifício individual em prol do bem coletivo.

Visualmente, o longa mantém a marca registrada de Neill Blomkamp: efeitos especiais realistas, cenários futuristas sujos e uma estética que mistura alta tecnologia com decadência social. Apesar de dividir opiniões na época do lançamento, Elysium se destacou pelo debate que propõe e pela força de suas imagens, tornando-se presença frequente nas exibições da TV aberta.

Saiba qual filme vai passar no Cine Maior deste domingo, 11 de janeiro, na Record TV

0

O Cine Maior deste domingo, 11 de janeiro de 2026, exibe na Record TV o longa “211: O Grande Assalto”, um thriller policial de ação que aposta em tensão constante e confrontos armados intensos. Lançado em 2018, o filme tem direção de York Shackleton (Distorted) e traz Nicolas Cage (Despedida em Las Vegas, A Lenda do Tesouro Perdido) como protagonista, em uma história inspirada livremente em um dos assaltos mais violentos da história recente dos Estados Unidos.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, na trama, Cage interpreta Mike Chandler, um policial veterano que enfrenta conflitos familiares e pessoais enquanto tenta cumprir seu dever nas ruas. Ao seu lado está o jovem Kenny Ralston, vivido por Dwayne Cameron (Playing with Fire), um estudante do ensino médio obrigado a acompanhar uma ronda policial como parte de uma punição escolar. O que deveria ser apenas um dia comum se transforma em uma experiência traumática quando ambos se veem presos no meio de um assalto a banco conduzido por mercenários fortemente armados.

O elenco de apoio também chama atenção. Alexandra Dinu (Suburra), Michael Rainey Jr. (Power, Power Book II: Ghost), Sophie Skelton (Outlander) e Ori Pfeffer (World War Z, The Spy) completam o time de personagens que orbitam esse cenário de caos e violência. Cada um deles contribui para ampliar o impacto emocional da história, que alterna ação explosiva com dilemas morais.

O enredo tem início no Afeganistão, onde um grupo de mercenários descobre que uma grande quantia de dinheiro foi transferida para um banco na cidade de Chesterford, em Massachusetts. Para recuperar o valor, eles arquitetam um plano que envolve explosões estratégicas e distrações calculadas, criando um cenário de pânico generalizado. O título do filme faz referência ao código 211, usado na Califórnia para identificar roubos, embora a narrativa se passe em outro estado, detalhe curioso para os fãs do gênero policial.

À medida que o assalto se desenrola, a polícia local é forçada a reagir rapidamente, enquanto civis inocentes ficam presos no fogo cruzado. O filme se inspira livremente no tiroteio de North Hollywood, ocorrido em 1997, conhecido pela brutalidade e pelo uso de armamento pesado, elemento que se reflete na forma como os criminosos são retratados.

As filmagens do filme aconteceram na Bulgária, entre fevereiro e abril de 2018, aproveitando locações urbanas que ajudaram a construir a atmosfera opressiva do longa. O filme foi lançado nos cinemas em 8 de junho de 2018, com distribuição da Momentum Pictures, arrecadando cerca de US$ 1,1 milhão nas bilheterias mundiais.

Apesar de ter recebido críticas majoritariamente negativas em seu lançamento, o longa ganhou sobrevida nas exibições televisivas, especialmente por contar com um protagonista carismático como Nicolas Cage e por entregar uma narrativa direta, sem rodeios, focada em ação e sobrevivência. Para muitos espectadores, trata-se de um filme ideal para quem busca entretenimento rápido e intenso.

Crime 101 ganha novo trailer e reforça clima tenso do thriller policial estrelado por Chris Hemsworth e Mark Ruffalo

0

O suspense criminal Crime 101 acaba de ganhar um novo trailer, aumentando a expectativa para um dos thrillers policiais mais aguardados do ano. Dirigido por Bart Layton (American Animals), o filme reúne um elenco de peso liderado por Chris Hemsworth (Thor, Resgate), Mark Ruffalo (Spotlight, Vingadores), Halle Berry (A Última Ceia, A Mulher-Gato) e Barry Keoghan (Os Banshees de Inisherin, Eternos), e tem estreia confirmada nos cinemas brasileiros em 12 de fevereiro.

O trailer recém-divulgado aprofunda o tom sombrio e urbano da narrativa, destacando uma trama marcada por jogos de poder, investigações complexas e personagens moralmente ambíguos. Com uma edição ágil e atmosfera carregada de tensão, a prévia sugere um filme que aposta mais no suspense psicológico e no embate entre seus protagonistas do que em ação explosiva gratuita.

Inspirado no conto homônimo de Don Winslow, Crime 101 se passa em Los Angeles e acompanha uma série de assaltos aparentemente simples, mas que seguem regras rígidas — o chamado “crime 101”. À medida que a investigação avança, o que parecia ser um esquema controlado começa a revelar rachaduras perigosas, colocando criminosos e autoridades em um jogo cada vez mais arriscado.

Chris Hemsworth surge em um papel diferente do que o público está acostumado, deixando de lado o heroísmo clássico para viver um personagem envolto em mistério e tensão constante. Já Mark Ruffalo interpreta um investigador experiente, determinado a quebrar o padrão dos crimes e chegar ao responsável por trás da operação. Halle Berry e Barry Keoghan completam o núcleo central com personagens que prometem surpreender e adicionar camadas dramáticas à história.

Bart Layton, conhecido por seu olhar detalhista e abordagem realista, imprime ao filme um estilo mais contido e inquietante, reforçado pela fotografia noturna e pela trilha sonora discreta, mas ameaçadora. O novo trailer deixa claro que Crime 101 pretende conquistar o público não apenas pela força de seu elenco, mas pela construção gradual do suspense e pelas reviravoltas morais ao longo da narrativa.

Jacobi Jupe vence o Astra Awards por Hamnet: A Vida Antes de Hamlet e se destaca como uma das grandes revelações do cinema histórico

0

O jovem ator Jacobi Jupe conquistou um importante reconhecimento em sua carreira nesta sexta-feira (9) ao vencer o Astra Awards de Melhor Performance Jovem por sua atuação em Hamnet: A Vida Antes de Hamlet. No filme, Jupe interpreta o personagem-título da obra dirigida pela cineasta vencedora do Oscar Chloé Zhao, consolidando-se como um dos talentos mais promissores de sua geração. As informações são do Omelete.

Hamnet é um drama histórico baseado no romance homônimo de Maggie O’Farrell, lançado em 2020 e amplamente elogiado pela crítica literária. A adaptação cinematográfica propõe uma leitura sensível e ficcional da vida de William Shakespeare e de sua esposa Agnes Shakespeare, explorando o luto do casal após a morte do filho Hamnet, aos 11 anos. Longe de ser uma biografia tradicional, o filme se concentra no impacto emocional da perda e na maneira como a dor molda a arte, a memória e as relações familiares.

A atuação de Jacobi foi um dos aspectos mais destacados desde as primeiras exibições do longa. Sua performance é marcada por delicadeza, introspecção e uma maturidade emocional rara para um ator tão jovem. Ao dar vida a Hamnet, Jupe consegue transmitir inocência, sensibilidade e uma presença quase etérea, elemento central para a narrativa, que trata a ausência do personagem como força motriz da história.

O filme teve sua estreia mundial no 52º Festival de Cinema de Telluride, onde recebeu forte repercussão positiva. A direção contida e poética de Chloé Zhao, aliada às atuações intensas do elenco, chamou a atenção da crítica especializada. Após a exibição no festival, Hamnet ganhou lançamento limitado nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá em 27 de novembro de 2025, com distribuição da Focus Features, expandindo para circuito nacional em 12 de dezembro de 2025.

Além de Jupe, o elenco conta com performances elogiadas de Jessie Buckley, no papel de Agnes Shakespeare, e Paul Mescal, como William Shakespeare. A química entre os dois atores e a forma como o filme aborda o luto conjugal foram apontadas como pontos altos da produção, rendendo críticas majoritariamente positivas e colocando o longa no radar das principais premiações da temporada.

As filmagens de Hamnet passaram por mudanças em seu cronograma inicial. Originalmente previstas para começar em Londres em junho de 2024, as gravações tiveram início no País de Gales em 29 de julho de 2024, sendo concluídas em 30 de setembro do mesmo ano. Durante o processo de produção, Joe Alwyn e Emily Watson foram adicionados ao elenco, ampliando o peso dramático do filme. Outro destaque foi a entrada de Steven Spielberg como produtor, reforçando o prestígio do projeto nos bastidores de Hollywood.

A fotografia do longa ficou a cargo de Łukasz Żal, conhecido por seu trabalho em filmes de forte identidade visual. Em Hamnet, Żal aposta em imagens naturalistas, iluminação suave e enquadramentos que reforçam a atmosfera melancólica e contemplativa da narrativa, dialogando diretamente com o estilo autoral de Zhao.

A Focus Features adquiriu os direitos de distribuição do filme em agosto de 2024, enquanto a Universal Pictures assumiu a responsabilidade pela distribuição internacional. Desde então, Hamnet vem sendo tratado como uma das apostas mais prestigiadas do estúdio para a temporada de prêmios

almanaque recomenda