Jason Statham entra em uma conspiração internacional no trailer de Código: Vingança; Assista!

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A Paris Filmes revelou um novo trailer de Código: Vingança, longa que coloca Jason Statham (Resgate Implacável, Beekeeper: Rede de Vingança) de volta ao gênero que consolidou sua carreira. Desta vez, o ator interpreta um ex-integrante das Forças Especiais britânicas que vê sua vida virar de cabeça para baixo depois de ser acusado de um crime que não cometeu.

Dirigido por Jean-François Richet (Plano em Alto Mar) e com roteiro de Lindsay Michel e JP Davis, o filme mistura ação, investigação e perseguições internacionais em uma trama que acompanha um homem tentando limpar seu nome enquanto enfrenta uma organização criminosa de alcance global.

Na trama, Cole Reed deixou para trás a carreira nas Forças Especiais e na Polícia Metropolitana de Londres para trabalhar como segurança particular. A rotina muda completamente quando seu amigo, o bilionário tailandês Tibu, é assassinado, e todas as evidências passam a apontar para Reed.

Sem conseguir provar sua inocência pelas vias legais, ele inicia uma investigação por conta própria. A busca pelo verdadeiro responsável revela uma conspiração internacional, colocando o protagonista na mira de criminosos e de autoridades que acreditam estar perseguindo o culpado.

Além de Jason Statham, o longa-metragem reúne Annabelle Wallis (Maligno, Peaky Blinders), Jason Wong (Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes), Roland Møller (Atomic Blonde, Land of Mine), Arnas Fedaravicius (The White Lotus, The Last Kingdom) e Adrian Lester (Riviera, O Dia Depois de Amanhã). A direção é de Jean-François Richet (Plano em Alto Mar, Inimigo Público nº 1).

Produzido pela MadRiver Pictures e Punch Palace Productions, Código: Vingança chega aos cinemas brasileiros no dia 10 de setembro, com distribuição da Lionsgate. No Reino Unido, o lançamento acontece na mesma data pela Sky Cinema.

Black Mirror ganha experiência imersiva inédita no Brasil; atração chega a São Paulo em julho

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Depois de anos levando o público a imaginar futuros desconfortavelmente possíveis, Black Mirror vai sair da tela para ganhar uma experiência presencial no Brasil. A The Black Mirror Experience™ estreia em 31 de julho, no Shopping Eldorado, em São Paulo, levando os visitantes para dentro de uma história inédita inspirada na série criada por Charlie Brooker.

A proposta foge do formato de exposição. Em vez de caminhar por cenários apenas para tirar fotos, o público participa da narrativa enquanto circula livremente pelos ambientes. A experiência mistura espaços físicos e realidade virtual para criar situações que colocam cada visitante no centro da história. E quem nunca assistiu à série também consegue acompanhar tudo, já que o roteiro foi desenvolvido de forma independente.

O que espera quem entrar na experiência?

O percurso foi pensado para que cada pessoa descubra a história conforme avança pelos ambientes. Ao longo da visita, diferentes espaços interativos e recursos de realidade virtual criam situações que lembram os dilemas que fizeram Black Mirror conquistar tanta repercussão.

Por que a série continua despertando tanta curiosidade?

Desde que estreou, em 2011, a produção britânica encontrou um jeito próprio de falar sobre tecnologia. Em vez de imaginar um futuro distante, a série sempre trabalhou com situações que parecem estar a poucos passos da realidade.

Cada episódio apresenta uma história diferente, mas todos giram em torno de temas como inteligência artificial, redes sociais, vigilância digital, privacidade e a forma como a tecnologia interfere nas relações humanas. Essa fórmula ajudou a transformar a produção em uma das antologias mais influentes da televisão nos últimos anos.

O projeto também ganhou formatos diferentes ao longo do tempo, como o filme interativo Black Mirror: Bandersnatch, lançado em 2018, que permitia ao público decidir os rumos da história durante a exibição.

A série agora ganha um novo formato no Brasil

A chegada da The Black Mirror Experience™ marca a primeira vez que uma atração oficial baseada na série desembarca no país. Em vez de adaptar um episódio conhecido, os organizadores optaram por criar uma narrativa completamente nova, preservando a identidade da franquia sem repetir histórias já vistas na televisão.

Netflix divulga trailer de Elize: Sombras de Uma Mulher, filme inspirado em um dos crimes mais conhecidos do Brasil

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A Netflix revelou o primeiro trailer de Elize: Sombras de Uma Mulher, longa que chega ao catálogo em 22 de julho e revisita um dos casos criminais de maior repercussão do país. Estrelado por Lorena Comparato, o filme é inspirado na história de Elize Matsunaga, condenada pelo assassinato do empresário Marcos Matsunaga em 2012.

Criada por Raphael Montes, autor de Bom Dia, Verônica, em parceria com Mariana Torres, roteirista da terceira temporada da série, a produção transforma um caso amplamente conhecido em um suspense psicológico que busca compreender os acontecimentos que antecederam o crime.

Qual é a história de Elize: Sombras de Uma Mulher?

A trama acompanha a trajetória de Elize desde a juventude até seu casamento com um empresário bem-sucedido de São Paulo. O relacionamento, que à primeira vista parecia estável, aos poucos revela conflitos, desconfianças e episódios de violência que alteram completamente a vida do casal.

Inspirado em fatos reais, o filme concentra sua narrativa nas escolhas, pressões e circunstâncias que levaram ao assassinato de Marcos Matsunaga. Em vez de reproduzir apenas o crime, a história procura explorar o contexto emocional e psicológico vivido pela protagonista antes daquele desfecho. Como se trata de uma obra de ficção baseada em acontecimentos reais, alguns elementos foram adaptados para construir a narrativa cinematográfica.

Quem está no elenco?

Lorena Comparato interpreta Elize Matsunaga e lidera um elenco formado por Henrique Kimura, Miwa Yanagizawa, Julia Shimura e Denise Weinberg. A direção é de Felipe Vellas, conhecido pela série DNA do Crime. O roteiro foi escrito por Raphael Montes e Mariana Torres, dupla que já trabalhou junta em Bom Dia, Verônica. Montes também participa da produção associada do longa.

Qual é a relação do filme com o documentário da Netflix?

A produção é assinada pela Boutique Filmes, mesma empresa responsável pela série documental Elize Matsunaga: Era Uma Vez um Crime, disponível na Netflix.

A diferença é que o documentário apresenta depoimentos, entrevistas e registros do caso, enquanto Elize: Sombras de Uma Mulher utiliza a linguagem da ficção para reconstruir os acontecimentos e imaginar os bastidores da relação entre Elize e Marcos Matsunaga.

Pequenas Criaturas ganha primeiro trailer; drama brasileiro premiado no Festival do Rio chega aos cinemas

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O primeiro trailer de Pequenas Criaturas, novo longa escrito e dirigido por Anne Pinheiro Guimarães, foi divulgado e oferece um olhar mais detalhado sobre o drama familiar ambientado em um dos períodos de transformação mais importantes da história recente do Brasil. Estrelado por Carolina Dieckmann, o filme estreia nos cinemas após conquistar o principal prêmio da mostra Première Brasil Ficção no Festival do Rio.

Produzido pela Bananeira Filmes, em coprodução com Globo Filmes, Telecine e RioFilme, o longa acompanha uma família que tenta reconstruir a própria vida em meio às mudanças de um país que também atravessa um momento de redefinição.

Qual é a história de Pequenas Criaturas?

A trama se passa em 1986, quando uma família deixa sua cidade para recomeçar a vida em Brasília. A mudança marca o início de um período de adaptação, no qual mãe e filhos precisam lidar com a sensação de isolamento, criar novos vínculos e encontrar um lugar em uma realidade completamente diferente da que conheciam.

Ao longo da narrativa, o filme acompanha as transformações pessoais de cada personagem, explorando temas como amadurecimento, pertencimento, relações familiares e as incertezas que acompanham qualquer recomeço.

O contexto histórico também faz parte da construção da história. O país vivia os primeiros anos da redemocratização, e esse cenário dialoga com os conflitos vividos pela família, criando um paralelo entre mudanças coletivas e experiências íntimas.

Quem faz parte do elenco?

O elenco reúne nomes conhecidos do cinema e da televisão brasileira. Carolina Dieckmann lidera a produção ao lado de Letícia Sabatella, Caco Ciocler, Fernando Eiras, Théo Medon e Lorenzo Mello.

A direção e o roteiro são assinados por Anne Pinheiro Guimarães, que constrói a narrativa com foco nas relações entre os personagens, privilegiando momentos cotidianos e conflitos emocionais em vez de grandes reviravoltas.

Como foi a passagem pelo Festival do Rio?

Antes de chegar ao circuito comercial, Pequenas Criaturas fez sua estreia nacional na mostra Première Brasil Ficção, durante a 28ª edição do Festival do Rio, realizada em outubro de 2025.

O longa saiu da premiação como o principal vencedor da categoria de ficção ao conquistar o Troféu Redentor de Melhor Longa-Metragem, reconhecimento que colocou o filme entre os lançamentos brasileiros mais comentados do circuito de festivais.

Nova adaptação de Razão e Sensibilidade ganha primeiro trailer e resgata um dos romances mais influentes de Jane Austen

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A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer e o cartaz de Razão e Sensibilidade, nova adaptação do romance que marcou a estreia de Jane Austen como escritora, publicado originalmente em 1811. O longa chega aos cinemas brasileiros em 15 de outubro e coloca Daisy Edgar-Jones e Esmé Creed-Miles nos papéis das irmãs Elinor e Marianne Dashwood.

Qual é a história de Razão e Sensibilidade?

A trama acompanha as irmãs Elinor e Marianne Dashwood, que precisam reconstruir a vida depois da morte do pai. Sem direito à herança por causa das regras da época, elas deixam a casa onde cresceram e passam a viver em uma propriedade mais modesta ao lado da mãe e da irmã mais nova.

É nesse novo cenário que as duas começam a enfrentar os desafios da vida adulta. Entre dificuldades financeiras, mudanças inesperadas e relacionamentos que colocam seus sentimentos à prova, cada uma segue um caminho completamente diferente.

Elinor costuma esconder as emoções e analisar cada decisão com calma. Marianne, por outro lado, vive tudo de forma intensa e impulsiva. O contraste entre as duas conduz a narrativa e continua sendo um dos aspectos mais fascinantes da obra de Jane Austen.

Quem faz parte do elenco?

Daisy Edgar-Jones, indicada ao BAFTA por Pessoas Normais, interpreta Elinor Dashwood. Já Esmé Creed-Miles, conhecida por trabalhos recentes em séries de TV, vive Marianne.

Também estão no elenco George MacKay como Edward Ferrars, Frank Dillane como John Willoughby, Herbert Nordrum no papel do Coronel Brandon, além de Caitríona Balfe, Fiona Shaw, Bodhi Rae Breathnach e Stacy Martin.

Como nasceu essa nova versão do clássico?

O projeto foi anunciado em junho de 2025, quando a Focus Features e a Working Title Films confirmaram que desenvolveriam uma nova adaptação do primeiro romance publicado por Jane Austen.

A direção ficou nas mãos de Georgia Oakley, responsável pelo elogiado Blue Jean, enquanto o roteiro foi escrito por Diana Reid. As filmagens começaram no Reino Unido em julho de 2025 e reuniram uma equipe experiente, com destaque para o diretor de fotografia Arnaud Potier, a figurinista Grace Snell e o compositor Roger Goula, responsável pela trilha sonora.

A nova versão chega aos cinemas em um momento de renovado interesse pelas obras de Jane Austen. Nos últimos anos, romances da autora voltaram a ocupar espaço nas listas de leitura e ganharam novas adaptações para o cinema e a televisão, aproximando seus personagens de um público que talvez nunca tenha folheado um de seus livros.

Shangri-La Frontier revela primeiro teaser da 3ª temporada e confirma estreia para janeiro de 2027

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Depois de encerrar a segunda temporada, Shangri-La Frontier voltou a dar sinais de vida. O anime divulgou o primeiro teaser da terceira temporada e confirmou que os novos episódios chegam em janeiro de 2027. A prévia mostra que Sunraku continuará enfrentando desafios cada vez maiores dentro do MMORPG que conquistou milhões de jogadores em seu universo fictício.

Por que o anime conquistou tanta gente?

A história parte de uma ideia diferente da maioria dos animes sobre videogames. Em vez de acompanhar um jogador obcecado pelos títulos mais famosos, a série coloca no centro da trama alguém especializado justamente no oposto.

Rakuro Hizutome, conhecido online como Sunraku, passa boa parte do tempo zerando os chamados “jogos lixo”: títulos cheios de bugs, problemas técnicos e mecânicas mal desenvolvidas que quase ninguém tem paciência para jogar.

Depois de superar um desses desafios, ele resolve experimentar Shangri-La Frontier, um dos maiores sucessos da realidade virtual, com cerca de 30 milhões de jogadores registrados. O que parecia ser apenas um descanso acaba se transformando em uma aventura completamente diferente da que ele imaginava.

O que torna Sunraku um protagonista diferente?

Toda a experiência acumulada nos jogos problemáticos faz diferença quando ele entra em Shangri-La Frontier. Acostumado a lidar com situações imprevisíveis, Sunraku desenvolveu reflexos rápidos, criatividade para resolver problemas e uma forma pouco convencional de enfrentar inimigos e explorar mapas. Em vez de seguir o caminho mais óbvio, ele costuma encontrar soluções que surpreendem até outros jogadores experientes.

Como nasceu o anime?

A adaptação começou a tomar forma ainda em 2020, antes mesmo da publicação do mangá. O primeiro vídeo animado foi divulgado em julho de 2021 para celebrar o aniversário da obra e já contava com Yuma Uchida interpretando Sunraku, papel que ele manteve na série.

Durante o desenvolvimento do anime, a autora Katarina participou das reuniões de produção para ajudar na construção do mundo e esclarecer detalhes da história. Já o ilustrador Ryosuke Fuji colaborou principalmente com referências visuais do mangá, auxiliando a equipe na criação dos cenários, das cores e da identidade dos personagens.

Vídeo de Vin Diesel aumenta rumores sobre Velozes e Furiosos 11 e indica que o último filme está saindo do papel

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Depois de meses sem novidades relevantes, Velozes e Furiosos 11 voltou ao centro das conversas por causa de uma publicação de Vin Diesel. O ator compartilhou um vídeo em um set de filmagens, e a internet rapidamente interpretou as imagens como um sinal de que o capítulo final da franquia finalmente entrou em produção.

Segundo o World of Reel, porém, ainda não há confirmação de que as gravações tenham começado. A avaliação do site é que a equipe esteja na fase de pré-produção, etapa em que cenários são construídos, equipamentos passam por testes e toda a logística é organizada antes do início das filmagens. A Universal Pictures também não fez qualquer anúncio oficial até o momento.

O que o vídeo realmente revela?

Embora o vídeo não mostre cenas do longa nem confirme que as câmeras já estejam rodando, ele representa a primeira movimentação concreta em torno do projeto desde o lançamento de Velozes e Furiosos 10. Em produções desse porte, a pré-produção costuma durar meses e envolve desde a definição de locações até ensaios do elenco, testes de fotografia e planejamento das sequências de ação.

Por isso, a publicação do ator foi suficiente para reacender as discussões sobre o futuro da franquia. Não significa que o filme esteja sendo gravado, mas indica que o projeto voltou a ganhar ritmo depois de um longo período praticamente sem atualizações.

Por que o próximo filme é tão importante?

O décimo primeiro longa terá uma responsabilidade diferente dos anteriores: concluir uma história iniciada em 2001. Na época, a franquia era centrada em corridas de rua e na relação entre Dominic Toretto e Brian O’Conner. Ao longo dos anos, o foco mudou completamente, dando espaço para grandes operações internacionais, perseguições cada vez mais ambiciosas e um elenco que cresceu a cada sequência.

Essa transformação ajudou a série a ultrapassar US$ 6 bilhões em bilheteria mundial e consolidou Velozes e Furiosos como uma das maiores franquias de ação do cinema. Agora, mais de duas décadas depois, a história principal se aproxima do fim.

O que ficou sem resposta em Velozes e Furiosos 10?

O filme lançado em 2023 foi desenvolvido justamente como a primeira parte do desfecho e, por isso, encerrou sua narrativa com vários acontecimentos em aberto.

O principal deles envolve Dante Reyes, interpretado por Jason Momoa. Filho do traficante Hernan Reyes, morto durante os eventos de Operação Rio, o personagem transforma sua vingança contra Dominic Toretto em uma perseguição que atinge toda a família do protagonista.

Nos minutos finais, Dom e seu filho Brian ficam presos sobre uma represa cercada por explosivos preparados por Dante. Ao mesmo tempo, Roman, Tej, Han e Ramsey desaparecem depois que o avião onde estavam é abatido durante a missão. Em outra frente da história, Letty Ortiz e Cipher conseguem escapar de uma prisão secreta na Antártica graças ao retorno inesperado de Gisele Yashar, considerada morta desde o sexto filme.

A cena pós-créditos ainda revela que Luke Hobbs voltou à mira de Dante, deixando claro que o personagem de Dwayne Johnson terá participação importante na conclusão da história.

Os bastidores também passaram por mudanças

A reta final da franquia enfrentou mudanças importantes fora das telas. Em 2020, a Universal confirmou que a saga principal seria encerrada em dois filmes. Durante a produção de Velozes e Furiosos 10, o diretor Justin Lin deixou o projeto poucos dias após o início das gravações por divergências criativas, e Louis Leterrier assumiu o comando do longa, permanecendo ligado ao desenvolvimento do capítulo final.

Nos últimos anos, Vin também comentou diversas vezes que gostaria de concluir a franquia de forma respeitosa ao legado construído ao lado de Paul Walker. Desde então, o estúdio manteve discrição sobre o andamento da produção e divulgou poucas informações oficiais.

Resenha – Um Rosto no Computador transforma um concurso de beleza em um mistério que prende o leitor até a última página

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Marco Rey já provou em outras histórias que sabe construir bons romances policiais, e Um Rosto no Computador confirma isso mais uma vez. O autor reúne novamente Leo, Gino e Ângela para investigar um desaparecimento cercado de perguntas, pistas improváveis e personagens que escondem mais do que aparentam. O resultado é uma leitura ágil, envolvente e difícil de largar depois dos primeiros capítulos.

A trama começa quando Camélia, uma adolescente de Salvador, viaja para São Paulo para participar de um concurso fotográfico de beleza realizado no luxuoso Emperor Park Hotel. Logo na inscrição, ela recebe uma orientação curiosa: deverá usar o nome artístico Lia Magno, uma forma de impedir que sua família descubra sua participação no evento.

À primeira vista, a mudança de nome parece apenas uma exigência da organização. Mas tudo muda quando a jovem vence o concurso e desaparece pouco depois da premiação, sem deixar qualquer explicação.

É aí que Leo, Gino e Ângela entram em cena. O trio passa a investigar o caso praticamente do zero, contando apenas com algumas pistas que parecem não fazer sentido: flores de camélia espalhadas pelo caminho e um cartão-postal enviado de Paris. Quanto mais eles tentam entender o que aconteceu, mais o quebra-cabeça parece complicado.

Um dos grandes méritos do livro é justamente a maneira como Marco Rey conduz essa investigação. Em vez de recorrer a perseguições exageradas ou revelações mirabolantes, o suspense nasce da observação dos detalhes. Cada conversa, cada objeto encontrado e cada novo personagem podem esconder uma peça importante da história.

Outro ponto que funciona muito bem é o ritmo. Os capítulos são curtos, os acontecimentos se encaixam naturalmente e quase sempre terminam deixando alguma pergunta no ar. É aquele tipo de livro que faz o leitor pensar: “só mais um capítulo”. Quando percebe, boa parte da história já ficou para trás.

Quem já conhece Leo, Gino e Ângela vai encontrar personagens mais maduros e seguros durante a investigação. Para quem está tendo o primeiro contato com o trio, isso também não é um problema. A história funciona de forma independente e apresenta os protagonistas de maneira bastante natural.

O cenário escolhido também ajuda a construir o clima do mistério. O glamour de um concurso de beleza contrasta com o desaparecimento da vencedora, criando uma sensação constante de que existe algo muito errado por trás daquele ambiente aparentemente perfeito. Aos poucos, a narrativa revela interesses escondidos, mentiras e pessoas que nem sempre são aquilo que demonstram.

A escrita de Marco Rey continua sendo um dos grandes diferenciais da obra. O texto é direto, leve e muito fácil de acompanhar. O autor evita enrolação e faz a investigação avançar o tempo todo, sem perder espaço com descrições desnecessárias. Isso deixa a leitura dinâmica e mantém a curiosidade viva até o desfecho.

Mesmo sendo um livro voltado ao público jovem, Um Rosto no Computador conversa tranquilamente com leitores de qualquer idade. O mistério é bem construído, os personagens têm personalidade e a solução do caso surge de forma coerente, aproveitando pistas que estavam espalhadas pela narrativa desde o início.

Resenha – O Rapto do Garoto de Ouro transforma o Bexiga em palco de um suspense envolvente

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Mistérios policiais costumam conquistar o leitor quando conseguem equilibrar boas pistas, personagens interessantes e um cenário que faz diferença para a narrativa. O Rapto do Garoto de Ouro reúne justamente esses elementos ao levar a investigação para um dos bairros mais tradicionais de São Paulo. O resultado é um romance policial ágil, acessível e carregado de identidade brasileira.

A história começa em clima de celebração. Alfredo, conhecido nacionalmente como o Garoto de Ouro, retorna ao Bexiga para comemorar seu aniversário ao lado da família e dos amigos na tradicional cantina Il Cacciatore. Ídolo do rock e orgulho dos moradores do bairro, ele representa a realização do sonho de quem saiu dali para conquistar o país.

Mas a festa nunca acontece.

Antes do encontro, Alfredo desaparece sem deixar qualquer explicação. Dentro de sua casa, apenas um detalhe chama a atenção: seu violão foi abandonado na sala, sinal de que algo aconteceu de forma inesperada. A descoberta muda completamente o rumo da história e dá início a uma investigação que prende a atenção desde os primeiros capítulos.

O livro tem o mérito de não concentrar toda a busca apenas na polícia. Leo, seu primo Gino e outros amigos próximos do cantor passam a colaborar diretamente com as investigações, acompanhando pistas, levantando hipóteses e cruzando informações. Essa escolha aproxima o leitor da narrativa e cria a sensação de que o mistério está sendo desvendado junto com os personagens.

Outro ponto forte é a ambientação. O Bexiga deixa de ser apenas o local onde a história acontece para assumir um papel importante na construção do enredo. As ruas, as cantinas, os moradores e a forte influência da imigração italiana ajudam a criar uma atmosfera bastante característica, tornando o cenário parte essencial da narrativa. O passeio por diferentes regiões de São Paulo também amplia o alcance da investigação sem perder a conexão com as origens da história.

A escrita é direta e dinâmica. Os capítulos curtos e os diálogos frequentes mantêm a leitura em ritmo constante, permitindo que o suspense avance naturalmente. As pistas aparecem no momento certo, sem facilitar demais a solução do caso, mas também sem criar reviravoltas artificiais apenas para surpreender o leitor.

Outro aspecto interessante é que o livro evita transformar Alfredo apenas na vítima de um crime. Mesmo ausente durante boa parte da narrativa, sua história, sua relação com o bairro e o carinho das pessoas ao seu redor ajudam a construir um personagem presente o tempo todo, tornando o desaparecimento ainda mais significativo.

Sem recorrer a violência exagerada ou cenas apelativas, O Rapto do Garoto de Ouro constrói seu suspense por meio da curiosidade. Cada novo personagem apresentado acrescenta uma possibilidade diferente para o caso, e o desfecho consegue surpreender sem abandonar a lógica construída ao longo da investigação.

O jantar começa como um encontro entre vizinhos, mas termina revelando segredos e mudando tudo em O Convite

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Depois de despertar curiosidade durante sua passagem pelo Festival de Sundance, O Convite chega aos cinemas brasileiros em 9 de julho, com distribuição da O2 Play. Antes mesmo da estreia comercial, o filme já vinha sendo comentado pela imprensa internacional por escolhas pouco convencionais, como a filmagem em ordem cronológica, o uso frequente de improvisações e uma narrativa que preserva o clima intimista da peça teatral que inspirou sua versão original.

Dirigido e estrelado por Olivia Wilde, o longa é uma adaptação em inglês da comédia espanhola As Pessoas do Andar de Cima (2020), de Cesc Gay. Ao lado de Seth Rogen, Penélope Cruz e Edward Norton, Wilde conduz uma história que mistura humor, tensão e drama para discutir relacionamentos, desejo e convivência, tudo concentrado em uma única noite.

Do que fala O Convite?

A trama acompanha Joe, um músico frustrado que enfrenta uma crise no casamento com Angela. Os dois mal conseguem manter uma conversa sem discutir e vivem irritados com o barulho constante vindo do apartamento de cima, onde mora um casal que parece viver uma relação muito mais intensa do que a deles.

Na tentativa de criar um clima amigável entre os vizinhos, Angela convida Pína e Hawk para um jantar. Joe aceita a ideia contrariado e pretende aproveitar a ocasião para reclamar do incômodo causado pelo casal.

O encontro, porém, toma um rumo completamente diferente do esperado. O jantar começa cercado por situações constrangedoras, comentários sinceros demais e pequenas provocações, mas rapidamente evolui para uma conversa sobre intimidade, sexualidade e os conflitos escondidos dentro de cada relacionamento.

Por que o jantar muda completamente de rumo?

Conforme a noite avança, Pína e Hawk revelam que mantêm um relacionamento aberto e participam de encontros com outros casais. A revelação explica o motivo das noites barulhentas e surpreende Joe e Angela, que passam a enxergar os vizinhos sob outra perspectiva.

A conversa ganha um novo rumo quando o casal admite que foi ao jantar justamente para convidar os anfitriões a viver uma experiência diferente. A proposta gera curiosidade, insegurança e faz com que velhos ressentimentos entre Joe e Angela venham à tona.

Quem está no elenco?

Seth Rogen interpreta Joe, músico que vê sua vida profissional e afetiva entrar em um impasse. Olivia Wilde vive Angela, esposa de Joe e responsável por organizar o jantar que desencadeia todos os acontecimentos.

Já Penélope Cruz assume o papel de Pína, uma sexóloga confiante e direta, enquanto Edward Norton interpreta Hawk, seu companheiro, que encara a noite com naturalidade e ajuda a conduzir conversas cada vez mais desconfortáveis para os anfitriões.

Por que o filme chamou atenção antes da estreia?

Durante a produção, Olivia Wilde optou por filmar a história em ordem cronológica, uma decisão incomum em Hollywood. A estratégia permitiu que as relações entre os personagens evoluíssem de forma natural ao longo das gravações, acompanhando o desgaste emocional vivido durante o jantar.

Outro aspecto bastante comentado foi a liberdade concedida ao elenco para improvisar determinadas cenas. Embora o roteiro tenha servido como base, diversas conversas ganharam ajustes durante as filmagens para tornar os diálogos mais espontâneos.

A influência teatral também permanece evidente. Como a obra original foi concebida para se apoiar principalmente nas conversas entre os personagens, a adaptação preserva esse formato e faz do apartamento praticamente o único cenário da narrativa.

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