Zeca Pagodinho ganha cinebiografia no cinema com “Deixa a Vida Me Levar” e revela bastidores da sua trajetória no samba

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A cinebiografia Deixa a Vida Me Levar está levando para o cinema a história de Zeca Pagodinho de um jeito mais próximo da realidade dele, sem transformar tudo em algo distante do cotidiano. A ideia do filme é mostrar como o menino Jessé Gomes da Silva Filho saiu dos subúrbios do Rio de Janeiro e virou um dos nomes mais marcantes do samba no Brasil.

O longa não fica só na parte da fama. Ele também tenta mostrar o lado mais simples da trajetória, como o ambiente onde ele cresceu, as rodas de samba de bairro e as relações que ajudaram a construir a identidade artística dele.

Onde o filme foi gravado e por que isso faz diferença?

As filmagens de Deixa a Vida Me Levar aconteceram em Xerém, distrito de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Esse detalhe não é aleatório: o lugar tem ligação direta com a vida do Zeca Pagodinho e ajuda a deixar o filme mais fiel ao contexto dele.

Em vez de apostar só em estúdios, a produção escolheu locais reais, o que ajuda a dar mais verdade para a história. Isso também deixa o clima do filme mais próximo do cotidiano que inspirou a carreira do artista.

Como a história do filme vai ser contada?

A narrativa acompanha desde a infância de Zeca, passando pelos primeiros contatos com o samba até o momento em que ele começa a ganhar espaço no cenário musical brasileiro. O foco não é só mostrar “a carreira pronta”, mas o caminho até ela.

O filme também tenta trabalhar o lado humano da história, mostrando situações comuns da vida dele e como isso influenciou o jeito descontraído e único que marcou suas músicas e apresentações.

Quem está no elenco da cinebiografia?

O elenco de Deixa a Vida Me Levar traz o cantor Mosquito interpretando o Zeca mais jovem, além de participações de Arlindinho Cruz e Stephanie Serrat.

Quando o filme estreia?

Até agora, Deixa a Vida Me Levar ainda não tem data oficial de estreia confirmada.

Vale ficar de olho nesse filme?

A proposta da cinebiografia é bem direta: mostrar a vida de um artista que saiu de um ambiente simples e virou referência na música brasileira sem perder sua identidade. Isso faz com que o filme tenha um apelo que vai além do samba, já que fala sobre trajetória, oportunidade e construção de carreira.

“He-Man é coisa de criança?” Novo Mestres do Universo mira nostalgia e também quem cresceu com o desenho

Antes de falar do novo filme, vale lembrar de onde tudo isso começou. Mestres do Universo vem de uma das franquias mais marcantes da animação dos anos 1980, que virou febre na TV e ajudou a transformar He-Man em um dos heróis mais reconhecíveis da cultura pop.

A série animada original mostrava o Príncipe Adam se transformando em He-Man ao erguer a Espada do Poder, defendendo o planeta Eternia contra Esqueleto e suas tentativas de dominar o Castelo de Grayskull. Era simples, direto e cheio de aventura, o tipo de narrativa que marcou uma geração inteira e abriu espaço para brinquedos, quadrinhos e outras versões do personagem.

O que muda no novo filme?

Agora, Mestres do Universo chega em versão live-action em 2026 com uma proposta mais ambiciosa. Dirigido por Travis Knight, o filme não tenta apenas repetir a fórmula do desenho antigo, mas expandir esse universo para um formato mais cinematográfico.

A história acompanha o Príncipe Adam retornando a Eternia depois de anos afastado. Ele encontra o planeta dominado por Esqueleto e percebe que não dá mais para fugir do destino que sempre evitou. A partir daí, ele precisa assumir de vez a identidade de He-Man e encarar uma guerra que coloca o futuro de todo o planeta em risco.

O elenco reforça essa pegada de grande produção, com Nicholas Galitzine (Vermelho, Branco e Sangue Azul) no papel principal, além de Jared Leto (Esquadrão Suicida, Blade Runner 2049) como Esqueleto, Camila Mendes (Riverdale), Alison Brie (Community, Mad Men) e Idris Elba (Luther, Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw).

O filme é só nostalgia ou tenta ir além disso?

Mesmo sendo baseado em uma animação clássica, o filme não parece depender só da nostalgia. O foco está mais na jornada do Adam do que apenas na transformação dele em He-Man.

Isso significa que a história tenta trabalhar melhor o lado humano do personagem, mostrando o peso de voltar para um mundo destruído e assumir uma responsabilidade que ele sempre tentou evitar. Em vez de ser só “bem contra o mal”, o filme aposta mais em conflito interno e escolhas difíceis.

Ao mesmo tempo, ele mantém o DNA da animação: fantasia, espada, criaturas e aquele clima de aventura épica que sempre fez parte da franquia.

Como o legado da animação influencia essa nova versão?

A animação original de Mestres do Universo foi um fenômeno porque misturava ação simples com personagens marcantes e um universo visual bem característico. Mesmo com uma pegada mais leve, ela ajudou a criar um imaginário forte em torno de Eternia, do Castelo de Grayskull e da rivalidade entre He-Man e Esqueleto.

O novo filme parece pegar exatamente esse núcleo e tentar expandir. Em vez de repetir o formato episódico da TV, ele aposta em uma narrativa contínua, com começo, meio e fim mais definidos, explorando melhor o impacto do retorno de Adam e a ameaça de Esqueleto dominando o planeta.

Quando chega aos cinemas?

O longa-metragem estreia oficialmente nos cinemas no dia 4 de junho de 2026. Antes disso, algumas salas selecionadas já recebem sessões antecipadas no dia 3 de junho,

Backrooms vai sair do YouTube direto para o cinema? O terror da A24 que transforma um “lugar vazio” em pesadelo real

Backrooms: Um Não-Lugar nasceu de uma ideia que parece simples, mas pega muita gente pelo desconforto: um lugar infinito, todo igual, com luz amarelada, carpetes antigos e corredores que nunca acabam. É como se fosse um escritório abandonado que não termina nunca.

O filme vem dessa creepypasta famosa da internet e da websérie criada por Kane Parsons no YouTube. Agora, essa ideia sai do formato caseiro e vira um longa produzido pela A24, um estúdio que já virou referência quando o assunto é terror mais psicológico e fora do padrão.

Qual é a história do filme na prática?

A trama se passa em 1990 e acompanha Clark, um cara comum que trabalha com loja de móveis. A vida dele muda quando ele descobre um portal escondido no porão do próprio negócio.

Esse portal leva direto para os Backrooms, um espaço estranho e infinito, cheio de salas iguais, corredores sem fim e uma sensação constante de que algo não está certo ali. Clark acaba ficando obcecado por esse lugar, mesmo sabendo que ele não faz sentido nenhum.

Com o tempo, ele chama outras pessoas para tentar entender o que é aquilo. Só que o que parecia uma investigação curiosa vira um problema sério quando alguém desaparece dentro desse “labirinto sem saída”.

A partir daí, o filme deixa de ser só curiosidade e vira sobrevivência, com personagens tentando não se perder em um lugar que não parece obedecer nenhuma regra.

Por que todo mundo está falando desse filme da A24?

O hype em cima do longa-metragem existe porque ele encaixa perfeitamente no estilo da A24. Em vez de apostar em sustos óbvios, o estúdio costuma trabalhar com clima estranho, tensão constante e histórias que deixam mais perguntas do que respostas.

E os Backrooms são exatamente isso: um cenário vazio, infinito e desconfortável, onde o medo não vem de um monstro direto, mas da sensação de estar preso em um lugar sem lógica.

Além disso, o fato de o diretor Kane Parsons sair da internet direto para um filme de estúdio grande também aumentou a curiosidade em cima do projeto.

Quem está no elenco e quando chega?

O elenco do filme conta com Chiwetel Ejiofor, Renate Reinsve, Mark Duplass, Finn Bennett e Lukita Maxwell. A estreia está marcada para 28 de maio de 2026 no Brasil.

Vale ficar de olho?

O filme de terror com ficção científica não está sendo vendido como um simples terror tradicional. A ideia aqui é mais brincar com o desconforto e com a sensação de estar preso em um lugar que não deveria existir.

Obsessão | Entenda a história do terror de baixo orçamento que virou fenômeno e faturou milhões nas bilheterias

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O terror independente Obsessão virou assunto justamente por entregar uma história que começa como romance juvenil estranho e vai descambando para um caos psicológico pesado. Dirigido, escrito e editado por Curry Barker, o filme acompanha Bear (Michael Johnston), um jovem que trabalha em uma loja de música e vive preso a sentimentos não resolvidos por Nikki (Inde Navarrette), sua amiga de infância.

Antes mesmo de qualquer coisa sobrenatural aparecer, o filme já deixa claro que o Bear não está em um momento bom. Ele é um cara meio perdido, lidando com perdas recentes e com uma vida social meio bagunçada, sem muita direção.

Como o “Salgueiro dos Desejos” muda tudo?

O ponto de virada acontece quando Bear compra em uma loja esotérica um objeto chamado “Salgueiro dos Desejos”, um brinquedo capaz de realizar um desejo ao ser quebrado. Em um momento de frustração emocional e insegurança, ele faz o pedido que move toda a trama: quer que Nikki passe a amá-lo mais do que qualquer outra pessoa no mundo.

A partir daí, o que parecia uma história de aproximação vira outra coisa completamente diferente. Nikki realmente se aproxima de Bear, mas essa conexão vem acompanhada de mudanças bruscas de comportamento, oscilações emocionais e atitudes cada vez mais difíceis de prever. O filme deixa claro que o desejo não cria um amor saudável, mas uma ligação distorcida e instável.

Quando o relacionamento sai do controle?

Com o passar do tempo, Bear começa a perceber que a relação não está evoluindo de forma natural. Nikki alterna momentos de afeto intenso com comportamentos agressivos e atitudes que deixam tudo ainda mais desconfortável. O relacionamento dos dois começa a parecer menos um romance e mais uma dependência emocional perigosa.

Nesse meio tempo, pessoas próximas levantam inconsistências sobre o comportamento de Nikki e sobre as histórias que ela conta, o que aumenta a tensão entre os personagens. O ambiente ao redor dos dois vai ficando cada vez mais sufocante, como se tudo estivesse preso dentro de um ciclo sem saída.

Por que o terror fica tão pesado no meio da história?

O filme usa o elemento sobrenatural não como “vilão tradicional”, mas como catalisador de tudo que já estava fora do eixo entre os personagens. O Salgueiro dos Desejos não resolve nada, ele amplifica inseguranças, ciúmes e comportamentos extremos.

A cada tentativa de controle da situação, as consequências ficam mais graves. Bear tenta entender como reverter o desejo, mas descobre que não existe um caminho simples de volta. Isso transforma a narrativa em uma escalada de tensão emocional, onde cada decisão piora ainda mais o cenário.

O que o filme mostra no final das contas?

Obsessão não funciona como uma história de amor tradicional nem como um terror baseado só em sustos. Ele se apoia mais no desconforto de ver uma relação desmoronando a partir de um desejo mal pensado.

Quanto Obsessão gastou e quanto ele já faturou?

O terror independente Obsessão foi feito com um orçamento bem baixo para padrões do gênero, ficando entre US$ 750 mil e US$ 1 milhão. Mesmo assim, o filme acabou surpreendendo ao alcançar cerca de US$ 90,2 milhões em bilheteria mundial, um número que coloca a produção entre os casos mais chamativos de retorno financeiro no terror recente.

Só para maiores! Todo Mundo em Pânico 6 recebe classificação indicativa e confirma retorno da comédia sem freio

Todo Mundo em Pânico 6 recebeu classificação Rated R nos Estados Unidos, o que indica um filme feito exclusivamente para adultos, com linguagem forte, humor mais pesado e situações sem nenhum tipo de filtro.

Com essa liberação, o filme ganha espaço para piadas mais pesadas, referências mais diretas ao terror atual e situações que não passariam em uma versão mais “leve”. Isso se encaixa diretamente no DNA da franquia, que sempre viveu de exagero e sátira sem limite.

No Brasil, a expectativa é de classificação para 16 anos, seguindo a mesma lógica de conteúdo mais maduro. Isso basicamente define o tom: a produção não deve suavizar piadas nem tentar se adaptar a um público mais amplo, apostando no estilo mais exagerado que sempre marcou a franquia.

A franquia realmente está de volta depois de tanto tempo?

Sim, e esse retorno chama atenção porque Todo Mundo em Pânico 6 chega depois de anos sem um novo capítulo da série.

O roteiro conta novamente com Marlon Wayans e Shawn Wayans, nomes diretamente ligados à fase mais conhecida da franquia. A direção de Michael Tiddes reforça essa proposta de voltar ao estilo original, mais rápido, mais caótico e focado em paródias diretas do cinema de terror.

Qual é a história do novo filme?

A ideia central de Todo Mundo em Pânico 6 continua seguindo a mesma lógica que sempre moveu a franquia: pegar o terror em alta e transformar tudo em paródia, sem tentar levar nada muito a sério.

Dessa vez, a história gira em torno de personagens que já tinham deixado para trás um ciclo de perseguições envolvendo um assassino mascarado, mas acabam sendo colocados de novo no centro de uma nova sequência de ataques. O ponto de partida é esse “recomeço forçado”, que serve como gatilho para uma nova onda de confusões.

A partir daí, o filme usa esse cenário como base para brincar com várias referências do terror atual ao mesmo tempo. Em vez de focar em uma única história ou franquia, a proposta é misturar situações conhecidas do gênero e transformar tudo em piada, com ritmo acelerado e sem pausa para explicar demais.

Quais filmes serão parodiados?

O Todo Mundo em Pânico 6 deve mirar em alguns dos títulos de terror mais comentados dos últimos anos, usando tudo como base para sátira. A lista inclui produções como “Sorria!”, “Pânico”, “Pecadores”, “Halloween”, “Corra!”, “M3GAN”, “Longlegs: Vínculo Mortal”, além de referências mais pesadas como “Terrifier” e “A Substância”.

Quem está no elenco e por que isso importa?

O elenco reúne nomes que ajudam a reforçar a identidade da franquia. Além de Marlon Wayans e Shawn Wayans, retornam Anna Faris e Regina Hall, que foram centrais nos primeiros filmes. Também fazem parte do elenco Chris Elliott, Dave Sheridan, Lochlyn Munro, Jon Abrahams e Anthony Anderson.

O que esperar dessa nova fase?

O retorno de Marlon Wayans e Shawn Wayans indica que o sexto longa deve seguir o caminho mais direto da franquia: ritmo rápido, piadas em sequência e sátira constante do cinema de terror.

A proposta não parece ser reinventar a série, mas recuperar o estilo que fez os primeiros filmes virarem referência dentro das comédias de paródia.

Quando estreia?

O longa-metragem chega aos cinemas em 4 de junho de 2026 no Brasil e 5 de junho de 2026 nos Estados Unidos, com distribuição da Paramount Pictures.

Mestres do Universo | Tudo que o live-action trouxe direto do desenho clássico de He-Man

Desde as primeiras imagens divulgadas de Mestres do Universo, uma das maiores curiosidades em torno do projeto era entender o quanto o live-action realmente respeitaria a identidade do desenho clássico He-Man and the Masters of the Universe. E pelo que já foi mostrado até agora, o novo longa-metragem parece manter justamente os elementos mais importantes da animação dos anos 80.

A nova versão continua usando Eternia como centro da história, mantém o conflito contra o Esqueleto e preserva a relação entre Príncipe Adam e He-Man. O filme também segue tratando o Castelo de Grayskull como peça fundamental desse universo, algo que sempre foi uma das bases da franquia original.

O filme ainda mantém a transformação do Príncipe Adam em He-Man?

Sim. Assim como no desenho clássico, o filme continua tratando He-Man como o alter ego do Príncipe Adam. Na trama, Adam retorna para Eternia após anos afastado e descobre que o planeta está dominado pelas forças do Esqueleto. A partir disso, ele precisa aceitar o próprio destino e assumir o papel de He-Man para tentar recuperar seu mundo.

A Espada do Poder também continua sendo parte essencial dessa transformação, preservando um dos elementos mais icônicos da franquia. Essa construção segue muito próxima da animação original, onde Adam precisava esconder sua verdadeira identidade enquanto protegia Eternia.

Eternia continua parecendo uma mistura de magia e tecnologia?

Uma das características mais marcantes da animação sempre foi a mistura entre fantasia medieval e elementos futuristas. E o live-action parece manter exatamente essa identidade visual.

As imagens divulgadas mostram um universo com castelos gigantes, guerreiros, criaturas monstruosas e tecnologia avançada coexistindo no mesmo espaço. Essa combinação sempre diferenciou He-Man de outras franquias de fantasia da época e continua sendo uma das partes mais importantes do visual de Eternia.

Quais personagens clássicos retornam no live-action?

O novo longa-metragem traz de volta vários personagens clássicos da animação. Nicholas Galitzine interpreta Príncipe Adam e He-Man, enquanto Jared Leto assume o papel do Esqueleto. O elenco ainda conta com Camila Mendes, Idris Elba, Morena Baccarin, Alison Brie e Kristen Wiig. Além disso, personagens importantes da animação, como Teela e Mentor, continuam fazendo parte da história principal.

O visual de He-Man continua parecido com o original?

Mesmo trazendo um visual mais realista, o live-action mantém várias características clássicas do personagem. O físico musculoso, o cabelo loiro, a armadura e os acessórios metálicos continuam muito próximos da versão que ficou famosa nos brinquedos da Mattel e no desenho animado.

Isso faz sentido porque o personagem sempre foi criado com essa estética exagerada de guerreiro bárbaro misturado com herói de fantasia. Desde o início, He-Man foi inspirado em figuras musculosas de histórias de espada e feitiçaria, algo que o novo filme claramente tenta preservar.

O novo filme tenta modernizar He-Man sem abandonar a nostalgia?

Tudo indica que sim. O live-action parece buscar um equilíbrio entre atualizar a franquia para o cinema atual e manter os elementos mais reconhecíveis da animação clássica.

A história trabalha um lado mais emocional do Príncipe Adam, mostrando um personagem afastado de Eternia e precisando redescobrir seu papel como He-Man. Ao mesmo tempo, o filme mantém batalhas grandiosas, visual fantasioso e o confronto clássico contra o Esqueleto.

Nicolas Cage fala sobre rumores em True Detective e entrada do ator na série ainda não está garantida

Os rumores envolvendo Nicolas Cage (Longlegs – Vínculo Mortal, A Lenda do Tesouro Perdido, Motoqueiro Fantasma) e a quinta temporada de True Detective ganharam força nos últimos dias, mas o ator deixou claro que a negociação ainda está em estágio inicial.

Durante uma entrevista recente, Cage explicou que conversou com a equipe da série, porém ainda não assinou contrato. Segundo ele, o projeto continua sendo desenvolvido internamente e não existe nada fechado até agora.

O ator também aproveitou para elogiar Issa López (Casi divas, Os Tigres Não Têm Medo, O Casamento de Valentina), diretora e roteirista responsável pela quarta temporada, afirmando que gostaria de trabalhar com ela caso as negociações avancem.

A declaração ajuda a colocar um pouco de ordem nos rumores que começaram a circular após informações publicadas pela Variety indicarem que o ator estaria sendo considerado para um dos papéis centrais da nova história.

Por que o nome de Nicolas Cage chamou tanta atenção para a série?

A possível entrada de Nicolas no drama policial acabou gerando repercussão porque o estilo recente do ator combina bastante com o clima que a série costuma construir.

Nos últimos anos, Cage passou a escolher projetos mais intensos e personagens emocionalmente instáveis, normalmente envolvidos em histórias pesadas, violentas ou psicologicamente desconfortáveis. E essa é justamente uma das marcas mais fortes de True Detective desde a primeira temporada.

O que já foi revelado sobre a quinta temporada?

Até agora, a HBO ainda não divulgou detalhes concretos sobre a trama da quinta temporada. Não existem informações oficiais sobre o caso investigado, local onde a história acontecerá ou quais personagens estarão envolvidos.

Como True Detective virou uma das séries policiais mais marcantes da HBO?

Desde sua estreia em 2014, a série se destacou por tratar cada temporada como uma história independente. Isso permitiu que a série mudasse completamente de cenário, personagens e estilo narrativo a cada novo ano.

A primeira temporada segue sendo a mais lembrada, principalmente pela química entre Matthew McConaughey e Woody Harrelson como dois detetives investigando um assassinato ligado a rituais e uma conspiração na Louisiana.

Depois disso, a série passou pela Califórnia com Colin Farrell, Rachel McAdams, Taylor Kitsch e Vince Vaughn, explorou os montes Ozark com Mahershala Ali e mais recentemente mergulhou no clima congelante e claustrofóbico de “Terra Noturna”.

Quando devem sair novas informações da série?

Por enquanto, a emissora americana ainda não anunciou previsão de estreia para a quinta temporada da trama. Também não existe confirmação oficial sobre o elenco principal.

The Boys já acabou, mas Chace Crawford quer continuar o caos do Profundo em spin-off totalmente absurdo

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Mesmo depois do fim de The Boys, parece que o universo da série ainda pode render umas ideias tão bizarras quanto tudo que o público acompanhou nas últimas temporadas. E uma delas veio diretamente de Chace Crawford (O Pacto, Gossip Girl), ator que viveu o Profundo durante toda a série.

Durante participação no Armchair Expert Podcast, Crawford comentou que imaginou um possível spin-off focado totalmente no personagem. Só que, em vez de tentar transformar o Profundo em um herói mais sério ou em alguém finalmente redimido, a proposta seguiria justamente pelo caminho oposto: mostrar ele completamente decadente, tentando sobreviver no mundo do entretenimento depois de perder relevância.

Segundo o ator, a ideia seria acompanhar o personagem virando uma espécie de ator fracassado de Hollywood, preso em filmes ruins e produções constrangedoras, enquanto tenta desesperadamente continuar famoso. Crawford descreveu o projeto como uma mistura de Trovão Tropical com Barry, mantendo aquele humor desconfortável e caótico que virou marca registrada de The Boys.

E o mais engraçado é que ele deixou claro que não acha que o Profundo precise virar alguém melhor. A graça estaria justamente em acompanhar o personagem continuando egoísta, carente e tomando decisões terríveis enquanto tenta convencer o mundo de que ainda importa.

Por que o Profundo virou um dos personagens mais caóticos da franquia?

Ao longo de The Boys, o Profundo acabou virando muito mais do que apenas “o herói aquático dos Sete”. O personagem se transformou em uma mistura constante de vergonha alheia, humor absurdo e fracasso pessoal.

Enquanto outros supers chamavam atenção pela violência ou pelo poder, ele se destacava justamente pela necessidade desesperada de aprovação. Durante a série inteira, o personagem passou por humilhações públicas, crises de identidade, surtos emocionais e tentativas completamente desastrosas de reconstruir sua imagem.

Isso fez com que o público nunca soubesse exatamente o que esperar dele. Em alguns momentos, ele parecia prestes a aprender alguma coisa. Em outros, voltava imediatamente a tomar as piores decisões possíveis. E foi justamente essa bagunça emocional que transformou o Profundo em um dos personagens mais imprevisíveis e estranhamente engraçados da série.

Como terminou a série?

A quinta temporada encerrou oficialmente The Boys com um clima muito mais pesado e brutal do que as temporadas anteriores. A reta final mostrou Billy Butcher e os Rapazes tentando impedir o Capitão Pátria, que já havia tomado controle político dos Estados Unidos e se tornado praticamente uma figura religiosa para parte da população.

A temporada girou em torno do V1, primeira versão do Composto V, capaz de deixar o Capitão Pátria ainda mais poderoso. Conforme os episódios avançavam, alianças começaram a ruir, personagens importantes morreram e a guerra entre supers e humanos chegou num ponto completamente sem volta.

O personagem também teve bastante destaque nesse encerramento, principalmente após os acontecimentos ligados ao desastre ambiental causado pelo oleoduto da Vought e aos conflitos internos envolvendo outros supers. O personagem terminou a série mergulhado no mesmo caos emocional que marcou toda sua trajetória.

Ainda existe chance desse spin-off acontecer?

Por enquanto, a ideia comentada por Chace Crawford não passa de uma possibilidade imaginada pelo próprio ator. A Amazon MGM Studios ainda não confirmou oficialmente nenhum derivado focado no Profundo.

Dia D revela invasão alienígena em trailer final de Steven Spielberg e transforma o planeta em caos absoluto

Cena do filme "Dia D". Foto: Reprodução/ Internet

A Universal Pictures soltou o trailer final de Dia D, novo filme de ficção científica dirigido por Steven Spielberg, e a ideia aqui é bem direta: a humanidade descobre, do nada, que não está sozinha no universo e isso vira um problema global em questão de minutos.

Nada de descoberta lenta ou investigação científica ao longo do tempo. O filme aposta em um choque imediato, onde a revelação acontece ao mesmo tempo para todo mundo e bagunça completamente a ordem do planeta.

Como tudo começa a sair do controle?

O estopim dessa confusão aparece numa transmissão ao vivo com uma meteorologista em Kansas City, vivida por Emily Blunt. Durante o boletim, algo invisível atinge ela em pleno ar. Em segundos, ela perde a fala normal e começa a emitir sons estranhos, ainda ao vivo na TV.

Essa cena vira o primeiro sinal de que tem algo muito errado acontecendo. A partir daí, o trailer mostra casos parecidos surgindo em vários lugares do mundo. Pessoas começam a agir de forma estranha, como se alguma coisa estivesse influenciando diretamente o comportamento delas.

O mais curioso é que o filme não trata isso como um ataque físico clássico. A sensação é que essa força mexe mais com a mente das pessoas do que com o mundo ao redor.

Quem tenta controlar o caos quando ninguém entende nada?

Enquanto o planeta entra em colapso, o trailer também mostra governos tentando segurar a situação, principalmente controlando informações e tentando evitar pânico geral.

Nesse meio, aparecem personagens interpretados por Colin Firth e Josh O’Connor, que ficam bem no centro dessas decisões mais políticas e estratégicas, tentando lidar com uma crise que simplesmente foge de qualquer manual.

Já a parte da imprensa e de pessoas tentando investigar por conta própria aparece com o núcleo da personagem de Eve Hewson, que ajuda a montar esse quebra-cabeça em meio à confusão geral.

A sensação é de um mundo onde ninguém tem controle total da informação, e isso só piora tudo.

O que exatamente essa “ameaça alienígena” faz?

Em vez de invasão com naves ou batalhas, o filme trabalha com algo bem mais estranho: uma presença invisível que parece interferir na mente humana e até nos sistemas de comunicação.

Isso faz com que TV, rádio e internet deixem de ser confiáveis, porque tudo pode estar sendo afetado por essa força desconhecida. E aí o medo cresce justamente porque ninguém sabe o que é real ou não.

O elenco ainda traz Colman Domingo, Wyatt Russell e Elizabeth Marvel, que aparecem em diferentes pontos da crise, desde decisões militares até reações mais humanas e até religiosas.

Quando chega aos cinemas?

O longa-metragem estreia nos cinemas brasileiros no dia 10 de junho. O filme é dirigido por Steven e tem roteiro assinado por David Koepp.

Por que esse filme está chamando tanta atenção?

O que mais chama atenção em Dia D é justamente essa pegada de caos imediato. Não é sobre lutar contra alienígenas, mas sobre lidar com o impacto psicológico de descobrir que a humanidade não está sozinha.

A Morte do Demônio: Em Chamas chega com teaser que transforma reunião familiar em surto de possessão em casa isolada

O novo teaser de A Morte do Demônio: Em Chamas não tenta explicar a história de forma direta. Ele aposta em um clima de desconforto dentro de uma casa isolada, onde uma família tenta lidar com a morte recente de um filho enquanto pequenos sinais de algo errado começam a surgir.

A sensação é de que o filme não depende só do susto ou da aparição imediata do sobrenatural. O que aparece primeiro é o desgaste emocional entre as pessoas, que já chegam ao mesmo espaço carregando tensão, silêncio e relações mal resolvidas. A partir daí, o ambiente vai ficando cada vez mais instável. Abaixo, assista o trailer:

Como o terror se desenvolve dentro da história?

O que o teaser sugere é uma transformação gradual. No início, são comportamentos estranhos e mudanças sutis de atitude. Depois, esses sinais começam a se intensificar até que fica claro que algo está tomando conta dos personagens.

A franquia Evil Dead sempre trabalhou com possessão, e aqui isso volta com os “Deadites”. A diferença está no ponto de partida. Em vez de um grupo em uma situação aleatória, o filme coloca uma família já fragilizada emocionalmente, o que faz com que a deterioração aconteça em duas frentes ao mesmo tempo: a humana e a sobrenatural.

Como o filme se conecta com a franquia?

O novo longa-metragem faz parte da fase recente da franquia, que inclui A Morte do Demônio (2013) e A Morte do Demônio: A Ascensão (2023).

O filme de 2013 trouxe a franquia de volta com uma história em uma cabana isolada, onde um grupo de amigos enfrenta uma força demoníaca após a descoberta de um livro amaldiçoado. Já o filme de 2023 levou o horror para dentro de um prédio, mantendo a ideia de isolamento, mas em um cenário urbano.

Agora, o novo capítulo muda o foco novamente. A história começa dentro de uma família que já chega marcada por uma perda, o que torna o impacto do terror mais íntimo e direto.

Quem está no elenco?

O elenco é formado por Souheila Yacoub (O Protetor: Capítulo Final), Tandi Wright (O Poder do Cão) e Hunter Doohan (Wandinha). Também participam Luciane Buchanan (O Novo Lugar), Erroll Shand (Sweet Tooth), Maude Davey (The Boy, the Queen and Everything in Between) e George Pullar (O Homem do Norte).

Quem está por trás da produção?

A direção e o roteiro são de Sébastien Vaniček. A produção conta com Rob Tapert e Sam Raimi, nomes diretamente ligados à construção da identidade da franquia.

Essa combinação mantém o estilo característico da série, que trabalha com possessão, violência sobrenatural e ambientes fechados onde o controle da situação vai sendo perdido aos poucos.

O que muda neste novo capítulo?

A principal diferença em relação aos filmes anteriores está no ponto de partida. Em vez de pessoas sem ligação forte entre si presas em um lugar isolado, a história começa com uma família já emocionalmente abalada.

Quando o filme estreia?

O terror americano estreia em 8 de julho de 2026 na França e na Itália, chegando aos Estados Unidos em 10 de julho. No Brasil, o longa-metragem estreia no dia 9 de julho.

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