A Netflix divulgou um novo trailer de The Apartment Job, série sul-coreana que estreia em 11 de julho e mistura comédia, crime e drama em uma história ambientada dentro de um condomínio residencial. Liderada por Ji Sung, conhecido por O Retorno do Juiz, a produção transforma as disputas da associação de moradores em uma trama marcada por corrupção, interesses ocultos e situações inusitadas.
Escrita por Kim Yoon-young e dirigida por Jo Yong-won, a série acompanha um ex-integrante do crime organizado que decide disputar a presidência do condomínio por um motivo bem específico: recuperar uma fortuna escondida. O plano, porém, toma um rumo inesperado quando ele passa a enfrentar um esquema de corrupção que envolve moradores influentes e acaba conquistando a confiança da vizinhança.
Qual é a história de The Apartment Job?
O protagonista é Park Hae-gang, interpretado por Ji Sung, um ex-gângster que leva uma vida aparentemente comum como empresário. Sua verdadeira missão, entretanto, é encontrar 10 bilhões de won escondidos dentro de um condomínio recém-construído, dinheiro que pode salvar Yong-man, figura que ele considera um pai.
Para ter acesso às áreas internas do prédio e circular sem levantar suspeitas, Hae-gang decide concorrer à presidência da associação de moradores. O que parecia ser apenas uma estratégia para localizar o dinheiro acaba colocando o personagem diante de fraudes, disputas de poder e interesses financeiros muito maiores do que imaginava.
Conforme investiga o condomínio, ele deixa de agir apenas em benefício próprio e passa a enfrentar os responsáveis pelos esquemas ilegais que afetam os moradores. Aos poucos, o antigo criminoso assume um papel improvável como defensor da comunidade.
Quem faz parte do elenco?
Ji Sung lidera o elenco como Park Hae-gang, personagem que alterna momentos de humor, tensão e ação ao longo da trama.
Ao seu lado está Ha Yoon-kyung, que interpreta Kang Ha-ri, uma jovem que sonha em trabalhar em um grande escritório de advocacia, mas atualmente atua em um balcão de assistência jurídica gratuita. O encontro entre ela e Hae-gang acaba mudando o rumo da investigação.
Park Byung-eun vive Lee Chung-won, representante da construtora responsável pelo condomínio e morador da cobertura. Elegante e carismático diante dos vizinhos, ele esconde uma personalidade muito mais fria quando seus interesses são ameaçados.
Já Moon So-ri interpreta Jang Suk-jin, uma moradora conhecida por saber tudo o que acontece no condomínio e participar de praticamente todos os conflitos da vizinhança.
Quem está por trás da produção?
A direção é de Jo Yong-won, vencedor do prêmio de Melhor Diretor no Seoul Drama Awards por Missing Child. O roteiro é assinado por Kim Yoon-young, que já trabalhou em produções como Kaist, Sweet Palpitations e My Strange Hero. A série é uma coprodução da SLL com a Red Nine Pictures e terá 12 episódios, exibidos originalmente pela emissora sul-coreana JTBC antes de chegarem ao catálogo internacional da Netflix.
Depois de anos cercado por rumores, o novoInstinto Selvagem começa a revelar seus primeiros detalhes. Em entrevista recente, o roteirista Joe Eszterhas, responsável pelo filme original de 1992, confirmou que Catherine Tramell estará de volta no reboot desenvolvido pela Amazon MGM Studios. A personagem, eternizada por Sharon Stone, continuará sendo o centro da história, mantendo viva uma das figuras mais marcantes do cinema de suspense.
A confirmação coloca fim às dúvidas sobre o caminho escolhido pelo estúdio. Em vez de reiniciar completamente a franquia com novos personagens, o projeto pretende recuperar o principal elemento que transformou o longa original em um fenômeno mundial.
Por que Catherine Tramell continua sendo o coração da franquia?
Quando o filme chegou aos cinemas em 1992, Catherine Tramell rapidamente ultrapassou o status de simples suspeita de assassinato. Rica, inteligente, manipuladora e sempre um passo à frente da investigação, ela se tornou uma das personagens mais comentadas da história do cinema.
Interpretada por Sharon Stone, a escritora de romances policiais conduzia toda a narrativa ao manipular pessoas, desafiar a polícia e transformar cada cena em um jogo psicológico. Seu famoso interrogatório acabou entrando para a cultura pop e permanece como uma das sequências mais lembradas do gênero.
Ao confirmar sua presença no novo filme, Joe Eszterhas deixa claro que o estúdio pretende preservar justamente o elemento que tornou a franquia tão reconhecida ao longo das décadas.
Como nasceu um dos thrillers mais controversos dos anos 1990?
Dirigido por Paul Verhoeven e estrelado por Michael Douglas e Sharon Stone, o longa acompanha o detetive Nick Curran, encarregado de investigar o assassinato brutal de um astro do rock. A principal suspeita é Catherine Tramell, namorada da vítima e autora de romances policiais cujas histórias reproduzem, com precisão inquietante, os crimes que acontecem na vida real.
À medida que a investigação avança, Nick passa a se envolver emocionalmente com Catherine, tornando cada decisão mais perigosa. O relacionamento entre os dois transforma a investigação em uma disputa psicológica, na qual nunca fica claro quem está manipulando quem.
O roteiro de Joe Eszterhas foi disputado por diversos estúdios ainda nos anos 1980 antes de ser adquirido pela Carolco Pictures. A produção enfrentou protestos durante as filmagens, divergências criativas entre o roteirista e Paul Verhoeven e diversas recusas de atrizes conhecidas antes da escolha de Sharon Stone para o papel principal.
Por que o filme virou um fenômeno mundial?
Mesmo cercado por polêmicas desde o lançamento, o longa-metragem encontrou enorme resposta do público. O filme arrecadou US$ 353 milhões nas bilheterias mundiais, valor expressivo para um filme produzido com orçamento estimado em US$ 49 milhões.
Na época, críticas à violência gráfica e à representação da sexualidade dividiram especialistas e organizações, mas isso não impediu que a produção se tornasse um dos maiores sucessos comerciais de 1992. Ao longo dos anos, passou a ser frequentemente citado como uma das obras que definiram o thriller erótico moderno, influenciando dezenas de produções lançadas durante a década seguinte.
O que aconteceu depois do sucesso do primeiro filme?
A sequência Instinto Selvagem 2, lançada em 2006, trouxe Sharon Stone novamente como Catherine Tramell, mas sem a participação de Paul Verhoeven nem de Michael Douglas.
O resultado ficou muito distante do impacto do original. O filme recebeu críticas negativas, teve desempenho discreto nas bilheterias e acabou encerrando temporariamente a franquia.
Agora, quase vinte anos depois, a Amazon MGM Studios tenta recolocar a série no centro das atenções recuperando justamente o personagem que sempre sustentou a narrativa.
O que já se sabe sobre o reboot?
Embora o roteiro ainda esteja sendo mantido sob sigilo, Joe Eszterhas confirmou que Catherine Tramell continuará presente na nova história. Ainda não foi revelado se Sharon Stone retornará ao papel ou se outra atriz assumirá a personagem.
Também não há informações sobre elenco, direção ou cronograma de filmagens. A participação de Eszterhas, porém, indica uma tentativa de aproximar o novo projeto da identidade do longa de 1992, algo que não aconteceu na continuação lançada em 2006.
A CBS divulgou um novo teaser da segunda temporada de Marshals: Uma História Yellowstone, série que continua a trajetória de Kayce Dutton após os acontecimentos de Yellowstone. O material revela que os próximos episódios manterão o foco nas operações do Serviço de Delegados Federais dos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que aprofundam os conflitos pessoais do protagonista, dividido entre o dever e as consequências das perdas que marcaram sua vida.
Criada por Spencer Hudnut, a produção estreou em março de 2026 e foi renovada poucas semanas depois da exibição dos primeiros episódios. A série ocupa um lugar específico dentro da franquia criada por Taylor Sheridan, funcionando como sequência direta de Yellowstone e acompanhando um novo momento da vida de Kayce.
Sem revelar detalhes importantes da trama, o teaser indica que os novos episódios aumentarão a pressão sobre a equipe liderada por Pete “Cal” Calvin. As imagens destacam perseguições, confrontos armados e operações em áreas rurais, mantendo o clima de tensão que marcou a primeira temporada.
Como a série dá continuidade à história de Yellowstone?
Depois do fim de Yellowstone, Kayce Dutton deixa para trás parte da rotina ligada ao Rancho Yellowstone e assume uma nova função como delegado federal. Ex-integrante dos Navy SEALs, ele passa a integrar uma força especializada responsável por operações de alto risco em Montana.
A mudança de profissão também representa uma tentativa de reconstruir a própria vida após a morte de Monica. Agora viúvo, Kayce precisa conciliar o trabalho em missões perigosas com a criação do filho Tate, que continua enfrentando os impactos da perda da mãe.
Essa mudança de perspectiva diferencia Marshals das demais produções da franquia. Embora o cenário continue sendo Montana e personagens conhecidos permaneçam presentes, a narrativa troca as disputas por terras e poder por investigações criminais, perseguições e operações conduzidas pelo Serviço de Delegados Federais.
Quem faz parte da equipe de Marshals?
Luke Grimes retorna ao papel de Kayce Dutton, personagem que interpretou durante toda a trajetória de Yellowstone. A nova série explora um lado diferente do protagonista, agora atuando oficialmente como agente da lei.
Logan Marshall-Green interpreta Pete “Cal” Calvin, antigo comandante de Kayce nos Navy SEALs e atual chefe da equipe de delegados. Depois de abandonar a carreira militar, Cal tenta reconstruir a relação com a filha enquanto lidera operações federais em Montana.
Arielle Kebbel vive Isabel “Belle” Turek-Skinner, especialista em balística e armamentos que enfrenta uma grave dívida causada pelo vício em jogos de azar. Ash Santos interpreta Andrea Cruz, agente transferida de Washington para Montana contra a própria vontade.
Tatanka Means assume o papel de Miles Kittle, ex-policial da reserva indígena e ex-fuzileiro naval, cuja ligação com o governo federal provoca desconfiança dentro da comunidade onde cresceu.
O elenco ainda conta com Brecken Merrill como Tate Dutton, Mo Brings Plenty reprisando o papel de Mo e Gil Birmingham novamente como Thomas Rainwater, uma das figuras políticas mais influentes da região desde Yellowstone.
Por que Kayce continua sendo o centro da franquia?
Desde sua primeira aparição em Yellowstone, Kayce sempre ocupou uma posição diferente dentro da família Dutton. Ao contrário do pai, John Dutton, e dos irmãos, o personagem frequentemente tentou se afastar das disputas pelo controle das terras da família.
Em Marshals, essa característica permanece evidente. Seu trabalho como delegado federal o coloca diante de casos que exigem decisões rápidas e moralmente complexas, muitas vezes entrando em conflito com seus próprios princípios.
A série também preserva o peso emocional que marcou o personagem desde o início da franquia. O luto pela morte de Monica e a responsabilidade de criar Tate sozinho continuam influenciando suas escolhas, tornando a vida pessoal tão importante quanto as investigações conduzidas pela equipe.
A escritora e psicóloga clínica Ana Castro participará da 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), realizada entre os dias 22 e 26 de julho. A presença da autora no principal evento literário do país acontece na esteira da repercussão de Contos de uma Mulher Qualquer, livro lançado pela editora M.inimalismos que vem despertando interesse por seu retrato sensível das vivências femininas.
A obra chamou a atenção do jornalista e escritor Ignácio de Loyola Brandão durante a FliPoços. Depois de ler o livro, o autor publicou um texto elogiando a escrita de Ana Castro e destacou sua capacidade de transformar conflitos cotidianos em literatura. O reconhecimento ganhou ainda mais força com o comentário de Gloria Kalil na orelha da publicação: “Não conheço nenhuma mulher, de nenhuma classe social, de nenhuma idade que não se reconheça em Ana Castro”.
Psicóloga clínica, Ana Castro explica que não utiliza histórias de pacientes em sua ficção. Os contos nasceram da observação da vida cotidiana e da combinação de experiências compartilhadas por mulheres de diferentes idades e contextos sociais. O resultado é um conjunto de narrativas que aborda relações afetivas, maternidade, violência psicológica, culpa, silenciamento, desejo e recomeços sem recorrer a idealizações ou personagens heroicas.
Como será a participação da autora na Flip?
Durante a programação da Flip, Contos de uma Mulher Qualquer estará disponível na Casa Tyiwaras Tikunas + Neomarginais + Capitolinas, localizada na Rua do Comércio, 31, no Centro Histórico de Paraty. O espaço reúne editoras e coletivos independentes, entre eles o Capitolinas, do qual Ana Castro faz parte.
No dia 25 de julho, das 17h10 às 19h, a autora participa da Mesa 12, que discutirá o tema “O Conto é Romance do Futuro?”. O encontro será mediado por Vitor Miranda e contará também com a presença dos escritores Flavio Assub, Marcelino Freire e Anderson Estevan.
Já no dia 24 de julho, às 20h, a editora M.inimalismos promove uma sessão de autógrafos com Ana Castro na Casa Gueto, oferecendo aos leitores a oportunidade de conhecer a autora e conversar sobre o livro.
O que torna Contos de uma Mulher Qualquer diferente?
Em vez de construir grandes acontecimentos, o livro concentra sua força em situações aparentemente comuns. Cada conto acompanha mulheres que enfrentam conflitos muitas vezes invisíveis aos olhos de quem está ao redor, revelando como pequenas decisões, silêncios e relações desgastadas podem transformar profundamente uma vida.
A escrita de Ana Castro é direta e econômica, mas preserva espaço para nuances emocionais. Os textos não oferecem respostas prontas nem procuram suavizar temas delicados. Ao contrário, exploram sentimentos contraditórios e dilemas presentes em diferentes fases da vida adulta.
Entre os assuntos recorrentes estão maternidade, relacionamentos abusivos, dependência emocional, abuso psicológico, sexualidade, culpa e reconstrução da autoestima. As histórias evitam generalizações e apresentam personagens que poderiam existir em qualquer cidade, profissão ou classe social.
Um dos trechos mais comentados da obra retrata uma mulher que implora para ser vista emocionalmente dentro de um relacionamento. A passagem foi destacada por Ignácio de Loyola Brandão como um dos momentos mais impactantes da leitura e sintetiza a proposta do livro de observar dores silenciosas que muitas vezes passam despercebidas.
Quem ainda pretende assistir a Supergirl na tela grande não precisa se preocupar: o filme continua em cartaz nos cinemas. Ao mesmo tempo, a Warner Bros. já começa a preparar a próxima etapa do lançamento, levando a aventura de Kara Zor-El para as plataformas digitais nas próximas semanas.
Segundo o Comic Book Movie, o longa tem previsão para ficar disponível para compra e aluguel online a partir de 28 de julho. A data ainda não foi confirmada oficialmente pela Warner Bros., mas está alinhada com a estratégia que o estúdio vem adotando em seus lançamentos mais recentes.
O filme vai sair dos cinemas agora?
Não. A chegada ao mercado digital não significa que Supergirl deixará imediatamente as salas de cinema. Hoje, é comum que grandes produções continuem em exibição mesmo depois de estrearem nas plataformas de compra e aluguel.
Na prática, quem prefere assistir em uma sala de cinema ainda terá essa opção, enquanto outra parte do público poderá conferir o filme em casa sem precisar esperar pela estreia no streaming por assinatura.
Quando Supergirl chega à HBO Max?
Essa resposta ainda depende da Warner Bros. A previsão divulgada envolve apenas o lançamento nas plataformas digitais, onde o filme poderá ser comprado ou alugado.
Já a estreia na HBO Max ainda não foi anunciada. Como o longa pertence à Warner Bros. Pictures e à DC Studios, o serviço será o destino natural da produção. Considerando o calendário recente do estúdio, a chegada ao catálogo costuma acontecer entre dois e três meses após a estreia nos cinemas, embora esse intervalo possa variar de acordo com o desempenho comercial do filme.
Como está a bilheteria?
Até agora, o longa-metragem ultrapassou a marca de US$ 100 milhões em bilheteria mundial. Apesar do número expressivo, o resultado ficou abaixo do esperado para uma produção que teve um orçamento estimado em US$ 170 milhões.
A desaceleração da arrecadação acontece em um período de forte concorrência nos cinemas, com títulos como Toy Story 5, Obsessão, Backrooms: Um Não-Lugar, Todo Mundo em Pânico e Michael disputando espaço com a heroína da DC. Esse cenário ajuda a explicar por que a Warner deve acelerar sua chegada ao mercado digital.
Sobre o que é o filme?
Inspirado na aclamada HQ Supergirl: Woman of Tomorrow, de Tom King e da brasileira Bilquis Evely, o filme apresenta uma versão diferente da personagem que o público costuma conhecer.
Kara Zor-El cresceu em um fragmento de Krypton e testemunhou a destruição de tudo o que fazia parte de sua vida. Anos depois, ela cruza o caminho de Ruthye Marye Knoll, uma jovem determinada a encontrar o responsável pela morte do pai. A partir desse encontro, as duas iniciam uma longa caçada pelo espaço atrás de Krem das Colinas Amarelas, transformando a aventura em uma história de vingança, amadurecimento e escolhas difíceis.
Quem faz parte do elenco?
O longa é estrelado por Milly Alcock como Kara Zor-El. O elenco ainda reúne Eve Ridley no papel de Ruthye, Matthias Schoenaerts como Krem, além de David Krumholtz e Emily Beecham vivendo os pais da heroína. Outra novidade é a estreia de Jason Momoa como Lobo, um dos personagens mais populares da DC Comics.
Encontrar a casa ideal costuma parecer a parte mais empolgante da mudança de vida de qualquer família. Na prática, porém, a realidade é bem diferente. Orçamento apertado, imóveis disputados e decisões que precisam ser tomadas rapidamente fazem parte da rotina de quem está procurando um novo lar. É justamente esse cenário que serve de ponto de partida para Irmãos à Obra: Sob Pressão, nova série que estreia em 15 de julho, às 20h30, no Discovery Home & Health e na HBO Max.
O que muda neste novo programa?
Desta vez, Jonathan e Drew Scott deixam um pouco de lado as grandes reformas para acompanhar um momento que costuma ser ainda mais complicado: a busca pela casa certa.
Ao longo de 14 episódios, os irmãos ajudam compradores que precisam encontrar um imóvel dentro do orçamento, conciliando localização, espaço, necessidades da família e um mercado em que boas oportunidades desaparecem rapidamente.
A série acompanha desde as primeiras visitas até as negociações finais, mostrando que escolher uma casa vai muito além de gostar da fachada ou da decoração.
Por que comprar um imóvel ficou tão complicado?
O programa retrata uma realidade conhecida por muita gente. Em várias cidades, a oferta de imóveis é pequena, os preços continuam altos e qualquer demora pode significar perder uma boa oportunidade.
Durante cada episódio, Jonathan e Drew ajudam os participantes a organizar prioridades, entender onde vale a pena investir e identificar quais concessões realmente fazem sentido. Em alguns casos, abrir mão de um detalhe pode significar conseguir uma localização melhor ou uma casa com mais potencial para o futuro.
O que a série mostra além das negociações?
A produção também acompanha o impacto emocional desse processo. Quando chega a hora de comprar um imóvel, é comum que casais e famílias tenham opiniões diferentes sobre bairro, tamanho da casa, orçamento e estilo de vida.
Os irmãos Scott ajudam os participantes a encontrar soluções práticas para equilibrar essas diferenças e tomar decisões mais conscientes, mostrando que a compra de uma casa envolve muito mais do que números.
O Coringa de Barry Keoghan pode ter um papel mais importante em Batman: Parte 2. Segundo o site francês BoxOfficePro, o nome do ator voltou a ser citado em relação à sequência dirigida por Matt Reeves, alimentando rumores de que o personagem terá uma presença maior na história.
Até o momento, a Warner Bros. e a DC Studios não confirmaram oficialmente a informação. Ainda assim, a possibilidade reacende uma discussão antiga entre quem acompanha a franquia desde The Batman (2022), quando Keoghan apareceu rapidamente como um misterioso detento do Asilo Arkham.
O que diz o rumor?
De acordo com o site americado, Barry Keoghan continua ligado ao projeto e pode voltar como o Coringa. O veículo, porém, não revelou detalhes sobre o tamanho da participação do personagem nem sua função dentro da trama.
A informação está alinhada ao planejamento adotado por Matt Reeves desde o primeiro filme. Na ocasião, o diretor optou por não colocar o Coringa como antagonista principal, preferindo apresentar uma versão ainda em estágio inicial da carreira criminosa. A breve cena em Arkham e a sequência deletada divulgada posteriormente deixaram claro que o personagem existia naquele universo, mas ainda não ocupava o centro da narrativa.
Sobre o que será a sequência?
A história se passa durante o inverno, pouco depois dos acontecimentos de The Penguin. Gotham ainda enfrenta as consequências da enchente provocada pelo Charada, cenário que amplia os conflitos políticos e fortalece organizações criminosas.
Matt Reeves afirmou que pretende dedicar mais espaço a Bruce Wayne. No primeiro longa, a maior parte da narrativa acompanhava Batman em suas investigações. Agora, o foco também recai sobre o homem por trás da máscara e sua dificuldade em assumir responsabilidades fora da figura do vigilante.
O novo caso investigado pelo personagem também deve aprofundar as disputas pelo controle da cidade, mantendo o tom policial que definiu o primeiro filme.
Quem está confirmado no elenco?
Robert Pattinson retorna como Bruce Wayne. Jeffrey Wright reprisa o papel do comissário Jim Gordon, Andy Serkis volta como Alfred Pennyworth e Colin Farrell novamente interpreta Oz Cobb, o Pinguim.
Entre as novidades estão Scarlett Johansson como Gilda Dent, Sebastian Stan vivendo Harvey Dent e Charles Dance no papel de Charles Dent, pai do futuro Duas-Caras.
Também integram o elenco Sebastian Koch e Brian Tyree Henry, cujos personagens permanecem em sigilo.
Barry Keoghan, por enquanto, segue sem confirmação oficial.
O Coringa será o principal vilão?
Ainda não há qualquer indicação oficial nesse sentido.
Desde o desenvolvimento do primeiro longa, Matt Reeves afirmou que prefere construir seus personagens ao longo de diferentes histórias, em vez de utilizá-los imediatamente como antagonistas centrais. Essa estratégia permitiu que o Coringa aparecesse apenas como uma peça do quebra-cabeça de Gotham.
Rumores também mencionam possíveis aparições da Corte das Corujas, Robin e do Dr. Arkham, mas nenhum desses personagens foi confirmado pela Warner Bros.
Por que a sequência desperta tanto interesse?
O primeiro longa-metragem apresentou uma versão mais investigativa do herói, inspirada em romances policiais e histórias de detetive. O filme priorizou investigações, corrupção e disputas pelo controle de Gotham, deixando as grandes batalhas em segundo plano.
A continuação seguirá essa linha, mas ampliando o espaço dedicado a Bruce Wayne. A presença de Harvey Dent, a consolidação do Pinguim após os acontecimentos da série The Penguin e a possibilidade do retorno do Coringa indicam que diferentes peças do submundo da cidade passarão a disputar influência ao mesmo tempo.
Outro fator que diferencia a produção é sua independência em relação ao novo Universo DC comandado por James Gunn e Peter Safran. A franquia de Matt Reeves continuará existindo separadamente, preservando a continuidade iniciada em 2022.
Quando estreia?
O longa-metragem do Homem Morcego estreia nos cinemas em 1º de outubro de 2027 e seguirá como uma produção independente dentro do selo DC Elseworlds, sem ligação direta com o universo compartilhado comandado por James Gunn e Peter Safran.
Aprender a criar jogos digitais pode ser o primeiro passo para quem sonha em trabalhar na indústria gamer ou ingressar no mercado de tecnologia. Para quem mora em São Paulo, essa oportunidade está com inscrições abertas por pouco tempo. A Prefeitura de São Paulo está oferecendo 160 vagas gratuitas para o curso de Desenvolvedor de Games, uma formação voltada para quem deseja aprender todas as etapas de criação de um jogo, desde a ideia inicial até a publicação do projeto final.
As inscrições seguem abertas até o dia 14 de julho, e o curso será realizado presencialmente no Hub Sampa Games, um dos principais espaços públicos dedicados ao desenvolvimento de jogos na capital paulista. Além de ser gratuito, o programa foi estruturado para atender tanto quem está começando quanto quem deseja aprofundar conhecimentos e construir um portfólio na área.
Quem pode participar do curso?
O processo seletivo prioriza moradores da cidade de São Paulo com 16 anos ou mais, que estejam cursando ou já tenham concluído o Ensino Médio.
Metade das vagas será destinada a estudantes e ex-alunos da rede pública de ensino ou bolsistas integrais de escolas particulares, ampliando o acesso à formação para quem busca qualificação profissional sem custos.
As aulas começam em 17 de agosto de 2026 e acontecerão uma vez por semana, em formato presencial, permitindo que os participantes conciliem os estudos com trabalho ou outras atividades.
O que será ensinado durante a formação?
Com carga horária de 180 horas distribuídas ao longo de 12 meses, o curso acompanha o fluxo de trabalho utilizado pelos estúdios de desenvolvimento de jogos.
Durante a formação, os alunos terão contato com conteúdos que abrangem todas as etapas da produção de um game, incluindo:
Pré-produção e planejamento de projetos; Game Art e criação visual; Modelagem e arte 3D; Desenvolvimento utilizando game engines; Produção de um jogo completo como projeto final.
Ao final do curso, cada participante terá desenvolvido um projeto próprio, experiência que pode fazer diferença na construção de um portfólio para futuras oportunidades no mercado.
Por que o mercado de games chama tanta atenção?
A indústria de jogos eletrônicos continua entre os setores mais aquecidos da economia criativa. Além dos estúdios responsáveis por games para consoles, computadores e celulares, cresce também a demanda por profissionais em áreas como realidade virtual, simulações, educação, publicidade e experiências interativas.
Por isso, conhecimentos em desenvolvimento de jogos também podem abrir portas em empresas de tecnologia, startups e produtoras de conteúdo digital, ampliando as possibilidades de atuação profissional.
Como fazer a inscrição?
As inscrições devem ser realizadas até 14 de julho por meio do site da ADE SAMPA (Agência São Paulo de Desenvolvimento).
Os candidatos selecionados iniciarão as aulas em 17 de agosto de 2026, no Hub Sampa Games, localizado na região central da capital paulista.
A comunidade gamer de Manaus terá um dos encontros mais aguardados do ano entre os dias 10 e 12 de julho. A AGON by AOC será a patrocinadora master e dona dos naming rights do Tecnogame AGON by AOC Manaus 2026, levando ao público uma programação que combina testes de equipamentos, encontros com criadores de conteúdo e experiências voltadas para quem acompanha de perto o universo dos games e dos esports.
Realizado no Centro de Convenções Vasco Vasques, o evento reunirá fabricantes, influenciadores, jogadores e fãs da cultura pop em três dias de atividades. Para a AGON by AOC, a participação marca mais um passo na expansão da marca pelo Brasil, aproximando seus produtos de um público que busca conhecer de perto as tecnologias utilizadas no cenário competitivo.
O que o público vai encontrar no estande da AGON by AOC?
Quem passar pelo espaço da marca poderá experimentar diversos modelos da linha AGON em estações de jogo montadas especialmente para o evento. A ideia é permitir que os visitantes testem os monitores em diferentes gêneros, desde FPS até MOBAs e jogos de corrida, observando na prática recursos como altas taxas de atualização, baixo tempo de resposta e maior fluidez nas partidas.
Em vez de apenas conhecer as especificações técnicas, o público terá a oportunidade de comparar o desempenho dos equipamentos durante partidas, entendendo como cada tecnologia interfere na experiência de jogo.
Além dos testes, o estande contará com ativações voltadas para interação com os visitantes, criando um ambiente que vai além da simples exposição de produtos.
Quais influenciadores estarão presentes?
Um dos principais atrativos do Tecnogame será a presença de três dos maiores nomes da comunidade gamer brasileira: Fallen, Gaules e Bruno PH, que participam do time de criadores de conteúdo da AGON by AOC.
Ao longo dos três dias de evento, eles participarão de sessões de meet & greet e de atividades especiais organizadas pela marca, permitindo que o público converse, tire fotos e acompanhe momentos ao lado de personalidades que ajudaram a transformar o cenário nacional de games e esports.
Por que o Tecnogame vem crescendo tanto?
Nos últimos anos, o Tecnogame se consolidou como um dos maiores eventos dedicados à tecnologia, cultura pop e games da Região Norte. A cada edição, o encontro amplia sua programação e atrai empresas interessadas em apresentar novidades para um público cada vez mais conectado.
A edição de 2026 reforça esse crescimento ao reunir grandes marcas do mercado e convidados conhecidos nacionalmente, transformando Manaus em um importante ponto de encontro para jogadores, criadores de conteúdo e fãs de tecnologia.
Além das atrações voltadas ao entretenimento, eventos como esse também permitem que o público conheça equipamentos antes de decidir uma compra, participe de demonstrações práticas e acompanhe tendências que chegam ao mercado gamer.
Christopher Nolan construiu a carreira desafiando os limites do cinema moderno. Depois do sucesso histórico de Oppenheimer, vencedor do Oscar de Melhor Filme, o diretor decidiu voltar sua atenção para um dos textos mais influentes da história da humanidade. A Odisseia chega aos cinemas cercada de expectativa não apenas pelo peso de seu material de origem, mas também pela promessa de entregar o projeto mais grandioso e tecnicamente sofisticado da filmografia do cineasta.
Marcado para estrear em 16 de julho de 2026, o longa já movimenta o público muito antes de chegar às salas de exibição. Entre o enorme investimento da Universal Pictures, um elenco de primeira linha e uma produção que percorreu diferentes países para recriar a Grécia Antiga, a adaptação reúne todos os elementos de um verdadeiro evento cinematográfico.
Por que esse lançamento desperta tanta expectativa?
Não é apenas o nome de Christopher Nolan que chama atenção. Ao longo dos últimos anos, o diretor conquistou reputação justamente por transformar histórias complexas em grandes espetáculos visuais, sem abrir mão de personagens densos e narrativas que permanecem na memória do público muito depois da sessão terminar.
Agora, ele enfrenta um desafio diferente de tudo o que já fez. Em vez de trabalhar com uma ideia original ou adaptar quadrinhos, o cineasta leva às telas um dos poemas mais importantes já escritos, responsável por influenciar milhares de obras da literatura, do teatro e do cinema ao longo dos séculos.
A curiosidade também aumenta porque poucas produções conseguiram representar toda a grandiosidade da jornada criada por Homero. A expectativa é descobrir como Nolan pretende equilibrar fidelidade ao texto clássico com a linguagem cinematográfica que se tornou sua marca registrada.
Outro detalhe que evidencia a dimensão do projeto é o investimento estimado em US$ 250 milhões, o maior orçamento já utilizado pelo diretor.
Qual é a história apresentada pelo filme?
A narrativa acompanha Odisseu, lendário rei da ilha de Ítaca, que tenta voltar para casa após o fim da Guerra de Troia. O caminho, porém, está longe de ser simples.
Durante a longa viagem, o herói enfrenta criaturas mitológicas, tempestades, deuses vingativos e desafios que colocam à prova não apenas sua força, mas principalmente sua inteligência e capacidade de sobrevivência. Enquanto luta para reencontrar Penélope e o filho Telêmaco, ele precisa tomar decisões capazes de mudar completamente seu destino.
Entre os encontros mais conhecidos estão o Ciclope Polifemo, as Sereias, a feiticeira Circe e outras figuras que ajudaram a construir o imaginário da mitologia grega.
Mais do que uma aventura fantástica, a história fala sobre saudade, amadurecimento, perseverança, perdas e a busca por um lugar ao qual realmente se pertence. São temas que continuam atuais mesmo após milhares de anos.
Quem faz parte do elenco?
Para dar vida a esse universo, Christopher Nolan reuniu um dos elencos mais impressionantes dos últimos anos. Matt Damon interpreta Odisseu, protagonista da trama, enquanto Tom Holland assume o papel de Telêmaco, filho do herói, cuja jornada também ganha importância na adaptação.
Anne Hathaway vive Penélope, personagem que representa a esperança do reencontro. Já Zendaya interpreta Atena, deusa da sabedoria e uma das figuras mais importantes na trajetória do protagonista. O elenco ainda reúne Charlize Theron como Circe, Robert Pattinson como Antínoo, Jon Bernthal como Menelau, além de Lupita Nyong’o, Benny Safdie, John Leguizamo, Elliot Page, Samantha Morton, Himesh Patel e Bill Irwin.
O que torna essa produção diferente das anteriores de Nolan?
Embora Christopher Nolan já seja conhecido pelo uso de tecnologias cinematográficas de ponta, desta vez ele decidiu elevar ainda mais o nível da experiência visual.
Este é o primeiro longa da história filmado inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm utilizando uma nova geração de equipamentos desenvolvida especialmente para esse projeto. Ao longo das gravações, foram utilizados mais de 610 quilômetros de película, um número que impressiona até mesmo pelos padrões de Hollywood.
A decisão deve proporcionar imagens com um nível de definição raramente visto nos cinemas, principalmente nas salas IMAX, onde o público poderá assistir ao filme exatamente da maneira imaginada pelo diretor.
Essa tecnologia, no entanto, também trouxe desafios curiosos. Tom Holland revelou recentemente que ficou confuso durante seu primeiro dia de gravação ao perceber que Nolan interrompia constantemente as cenas. Só depois descobriu que cada rolo de película grava aproximadamente três minutos antes de precisar ser substituído.
Onde essa grande aventura foi filmada?
Em vez de recorrer apenas aos estúdios e aos efeitos digitais, a produção percorreu alguns dos cenários naturais mais impressionantes do mundo.
As gravações começaram no Marrocos, que serviu de cenário para a antiga cidade de Troia. Depois, a equipe seguiu para a Grécia, utilizando praias, fortalezas medievais e sítios arqueológicos que ajudaram a dar autenticidade à jornada do protagonista.
A equipe também passou por diversas regiões da Itália, incluindo a Sicília e as Ilhas Eólias, além de filmar na Escócia, Islândia, Malta e em estúdios de Los Angeles.
A escolha por locações reais segue uma filosofia presente em praticamente toda a carreira de Nolan: privilegiar cenários físicos sempre que possível para tornar a experiência mais imersiva.
O longa também enfrentou polêmicas?
Mesmo antes da estreia, o projeto acabou envolvido em uma discussão internacional.
Parte das filmagens ocorreu em Dakhla, cidade localizada no Saara Ocidental, território disputado politicamente há décadas. Organizações ligadas ao povo saaraui criticaram a escolha da locação, afirmando que a produção ajudaria a normalizar a ocupação marroquina da região.
Representantes do Festival Internacional de Cinema do Saara chegaram a pedir que essas cenas fossem retiradas da versão final.
Por outro lado, autoridades marroquinas defenderam as gravações, destacando a importância econômica e cultural de receber uma superprodução desse porte. Até o momento, nem Christopher Nolan nem a Universal Pictures anunciaram qualquer alteração relacionada às sequências registradas no local.
Vale a pena ficar de olho nessa estreia?
Tudo indica que sim.
A combinação entre um dos diretores mais respeitados do cinema contemporâneo, um clássico literário que atravessa gerações, um elenco estrelado e uma produção de escala monumental faz deste lançamento um dos acontecimentos mais aguardados de 2026.
Além do espetáculo visual, existe uma expectativa natural para descobrir como Christopher Nolan irá reinterpretar uma história conhecida há séculos, apresentando seus personagens e conflitos para um público que talvez nunca tenha tido contato com a obra de Homero.