Matuê desembarca em Curitiba para show durante a Copa do Mundo

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Curitiba recebe neste sábado, 11 de julho, um dos artistas mais populares da música brasileira. Matuê é a principal atração do Festival Ginga Curitiba, evento que transforma o Complexo Durival de Britto em um ponto de encontro para quem quer acompanhar a Copa do Mundo de 2026, assistir a shows e aproveitar uma programação voltada ao esporte.

O rapper sobe ao palco depois da transmissão de Noruega x Inglaterra, confronto válido pelas quartas de final da competição. Antes e depois da partida, o público ainda poderá conferir apresentações de Tília e DJ Flem, que completam a programação musical da noite.

O que acontece no Festival Ginga Curitiba?

A proposta do festival é reunir diferentes formas de entretenimento em um único espaço. Enquanto os telões exibem os principais jogos da Copa, a programação também abre espaço para atrações musicais e competições esportivas, criando um ambiente que acompanha o clima do torneio do início ao fim do dia.

Neste sábado, o evento também recebe uma etapa do Campeonato Brasileiro de Clubes de Futevôlei, reunindo atletas da modalidade antes dos shows. Para quem pretende passar o dia inteiro no local, a estrutura conta com praça de alimentação, áreas de convivência e espaços preparados para acompanhar tanto as partidas quanto as apresentações.

Nos últimos anos, Matuê deixou de ser um fenômeno do trap para se tornar um dos artistas mais ouvidos do país. Músicas como Máquina do Tempo, Quer Voar e Vampiro figuram entre seus maiores sucessos e costumam fazer parte do repertório dos shows, que misturam diferentes fases da carreira.

A apresentação em Curitiba acontece em um momento de grande movimentação do artista pelos palcos brasileiros, levando ao público uma seleção de faixas que ajudaram a consolidar seu nome entre os principais representantes da música urbana nacional.

Quais são as próximas atrações do festival?

O Festival Ginga segue até 19 de julho, data da final da Copa do Mundo. Além de Matuê, o evento reúne artistas de diferentes estilos, como Bruninho & Davi, Tomate, Henrique & Diego, Banda Eva, Tília, Ariel B e Sundayz, projeto formado por Dubdogz e 5521, responsável pelo encerramento da programação.

Sucesso no BookTok e escolhido pelo clube de leitura de Jenna Bush Hager, Par Perfeito abre pré-venda no Brasil

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A Astral Cultural abriu a pré-venda de Par Perfeito, novo romance de Maurene Goo, autora conhecida por livros como Eu Acredito em um Amor à Primeira Vista e Somewhere Only We Know. A edição brasileira chega às livrarias em agosto e marca a estreia de uma história que rapidamente ganhou espaço entre os romances contemporâneos mais comentados do início de 2026.

Antes de desembarcar no Brasil, Par Perfeito já havia construído uma trajetória expressiva no mercado internacional. O livro foi a escolha de fevereiro de 2026 do Read with Jenna, clube de leitura comandado por Jenna Bush Hager no programa Today. A indicação costuma impulsionar novos títulos entre os mais vendidos nos Estados Unidos e ampliar sua visibilidade entre leitores e livrarias.

O romance também encontrou espaço no BookTok, comunidade literária do TikTok responsável por transformar diversos lançamentos em sucessos editoriais nos últimos anos. A repercussão se refletiu nas plataformas de leitura, onde a obra já reúne mais de 27 mil avaliações positivas entre Amazon e Goodreads, consolidando uma recepção consistente desde o lançamento internacional.

Na história, Maurene Goo combina romance, comédia e um discreto elemento de realismo mágico para acompanhar personagens adultos que lidam com decisões profissionais, relações familiares e incertezas sobre o futuro. Em vez de concentrar a narrativa apenas no relacionamento do casal, a autora dedica espaço às mudanças pessoais vividas pelos protagonistas, tornando a trama mais próxima das experiências da vida adulta.

A recepção também chamou a atenção de outros escritores do gênero. A autora Katherine Center, conhecida por romances como Hello Stranger e The Rom-Commers, definiu Par Perfeito como seu novo livro favorito e destacou especialmente o desfecho da história, afirmando que o capítulo final foi um dos pontos que mais a impactaram.

Clássico de Bruce Lee, A Fúria do Dragão chega ao Reserva Imovision e segue como um dos filmes mais importantes do cinema de artes marciais

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Um dos maiores clássicos de Bruce Lee acaba de entrar no catálogo do Reserva Imovision. Integrante da Coleção Bruce Lee, A Fúria do Dragão reúne cenas de luta que ajudaram a transformar o ator em um ícone mundial, mas seu impacto vai muito além da ação. O longa também aborda temas como preconceito, ocupação estrangeira e o desejo de justiça em uma China marcada por fortes tensões políticas.

Lançado em 1972, o filme teve papel decisivo na popularização do cinema de kung fu no Ocidente e segue influenciando produções do gênero até hoje. A história acompanha Chen Zhen (Bruce Lee), um jovem praticante de artes marciais que volta a Xangai depois de um período de estudos. Ao chegar, descobre que seu mestre, Huo Yuanjia, morreu em circunstâncias que ninguém consegue explicar direito.

Inconformado, Chen decide investigar por conta própria. A busca revela uma trama que envolve uma escola rival, tráfico de drogas e o conflito entre chineses e japoneses durante a ocupação da cidade. Quanto mais ele se aproxima da verdade, maiores se tornam os riscos e os confrontos.

Por que o filme continua sendo lembrado?

As lutas são, sem dúvida, um dos grandes atrativos do longa, mas elas nunca existem apenas pelo espetáculo. Cada confronto ajuda a contar a história de um homem dividido entre respeitar os ensinamentos do mestre e enfrentar quem destruiu sua escola.

Bruce Lee imprime uma presença difícil de ignorar em cena. Seu jeito de lutar, a velocidade dos movimentos e o carisma transformaram Chen Zhen em um dos personagens mais conhecidos de sua carreira, inspirando diversas releituras ao longo das décadas.

Quem está no elenco?

Além de Bruce Lee, o elenco reúne Nora Miao (The Big Boss), James Tien (O Voo do Dragão), Maria Yi (The Big Boss), Robert Baker (Operação Dragão), Han Ying-Chieh (O Dragão Chinês) e Fu Ching Chen.

Mais de 50 anos depois de sua estreia, o longa-metragem continua sendo uma excelente porta de entrada para quem quer conhecer o cinema de Bruce Lee e entender por que ele se tornou uma das figuras mais influentes da história das artes marciais nas telas.

Após vencer o Goya, Surda chega às plataformas digitais com um retrato raro e honesto da maternidade

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Depois de conquistar três prêmios no Goya 2026, a principal premiação do cinema espanhol, Surda já pode ser assistido nas plataformas digitais. Escrito e dirigido por Eva Libertad, o longa está disponível para compra e aluguel no Prime Video, Apple TV, Google TV, YouTube, Vivo TV e Claro tv+.

Entre os reconhecimentos recebidos pelo filme está o prêmio de Melhor Atriz Estreante para Miriam Garlo, cuja atuação foi apontada como um dos pontos mais marcantes da produção.

A trama acompanha Ángela (Miriam Garlo), uma mulher surda que está prestes a se tornar mãe pela primeira vez. Ao lado do companheiro, Héctor (Álvaro Cervantes), ela tenta encontrar seu próprio caminho durante a chegada da filha, enfrentando desafios que vão desde a comunicação dentro da família até as barreiras de uma sociedade pouco preparada para acolher pessoas com deficiência auditiva.

Em vez de transformar sua protagonista em um exemplo de superação, o filme escolhe outro caminho. A narrativa observa situações comuns da maternidade, os conflitos familiares e as dificuldades que surgem quando acessibilidade deixa de ser prioridade. É justamente esse olhar cotidiano que dá força à história.

Como o filme foi construído?

Antes de chegar aos cinemas, Surda nasceu como um curta-metragem lançado em 2021. A boa recepção incentivou Eva Libertad a desenvolver a história em formato de longa, mantendo Miriam Garlo no papel principal.

As duas são irmãs na vida real, e essa parceria influenciou diretamente o roteiro. Muitas das situações retratadas foram desenvolvidas a partir de vivências e reflexões sobre a realidade das pessoas surdas, o que ajuda o filme a fugir de representações superficiais e aproxima a narrativa da experiência de quem convive diariamente com essas questões.

Quem está no elenco e onde assistir?

Além de Miriam Garlo, o elenco reúne Álvaro Cervantes (42 Segundos) e Elena Irureta (Pátria). Já disponível nas principais plataformas digitais, o longa-metragem constrói seu drama sem recorrer a grandes reviravoltas.

Novo filme de dinossauros com Anne Hathaway recebe classificação indicativa e revela que terá violência intensa e cenas sangrentas

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O suspense de ficção científica O Fim da Rua, nova produção da Warner Bros. Pictures, teve sua classificação indicativa revelada nos Estados Unidos. Segundo informações do When To Stream, a Motion Picture Association (MPA) classificou o longa como PG-13, equivalente à recomendação para maiores de 13 anos.

De acordo com a descrição oficial da entidade, o filme contém violência forte, imagens sangrentas, linguagem imprópria e conteúdo sugestivo, indicando que a produção seguirá um caminho mais intenso do que o sugerido pelos primeiros materiais de divulgação.

Ambientado na década de 1980, O Fim da Rua acompanha Denise (Anne Hathaway) e Greg (Ewan McGregor), um casal que enfrenta uma crise no casamento enquanto tenta manter a rotina da família ao lado dos filhos Audrey e Brian. A vida tranquila no bairro onde moram muda completamente depois que um misterioso evento cósmico transporta toda a Rua Oak para um território desconhecido, habitado por criaturas pré-históricas.

Sem qualquer contato com o mundo que conheciam, os moradores precisam encontrar uma forma de sobreviver em um ambiente dominado por dinossauros e outros perigos. No caso da família Platt, a situação também obriga os quatro a enfrentar conflitos que já existiam antes da catástrofe, agora em circunstâncias nas quais cada decisão pode significar a diferença entre viver e morrer.

Escrito, dirigido e produzido por David Robert Mitchell (Corrente do Mal), o longa mistura ficção científica, suspense e sobrevivência. Em vez de usar os dinossauros apenas como ameaça, a história coloca seus personagens diante de um cenário imprevisível, onde o desconhecido se torna tão perigoso quanto as criaturas que habitam o local.

Quem está no elenco?

Além de Anne Hathaway (Uma Ideia de Você) e Ewan McGregor (Obi-Wan Kenobi), o elenco reúne Maisy Stella (My Old Ass), Christian Convery (Cocaine Bear) e Jordan Alexa Davis (Genius).

O projeto marca o retorno de David Robert Mitchell aos cinemas após Debaixo do Lago Prateado (2018). O cineasta ficou conhecido principalmente por Corrente do Mal (2014), filme que se tornou referência no terror contemporâneo e consolidou seu estilo visual.

Quando o filme estreia?

O longa-metragem chega aos cinemas brasileiros em 14 de agosto. A classificação PG-13 indica que a produção deve apresentar cenas de ação e violência mais intensas, mas sem alcançar a classificação restrita para maiores de 17 anos nos Estados Unidos.

A Morte do Demônio: Em Chamas estreia com 81% no Rotten Tomatoes e inicia nova fase da franquia com críticas positivas

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A Morte do Demônio: Em Chamas começou sua trajetória entre a crítica especializada com uma recepção bastante favorável. O novo capítulo da franquia alcançou 81% de aprovação no Rotten Tomatoes, índice baseado em 57 avaliações publicadas até o momento. Como ainda está nos primeiros dias de exibição, a porcentagem pode subir ou cair conforme novas análises forem adicionadas ao agregador.

Dirigido por Sébastien Vaniček (Infested) e escrito em parceria com Florent Bernard, o longa mantém a tradição da série ao combinar horror sobrenatural, violência gráfica e um grupo de personagens presos em uma situação cada vez mais desesperadora. A produção também reúne novamente Sam Raimi, criador da franquia, e Rob Tapert, responsáveis por acompanhar a evolução da saga desde seus primeiros filmes.

A história acompanha Alice, vivida por Souheila Yacoub (Duna: Parte Dois), que se reúne com a família do marido após sua morte. O encontro acontece em uma casa isolada, mas rapidamente sai do controle quando uma força maligna começa a transformar os presentes em Deadites, as criaturas demoníacas que se tornaram a marca registrada da franquia.

Além de Souheila, o filme reúne Hunter Doohan (Wandinha), Luciane Buchanan (The Night Agent), Tandi Wright (Pearl), Erroll Shand (Mulan), Maude Davey (The Moogai), George Pullar (A Place to Call Home), Tapiwa Soropa e Keanu Karim.

É preciso assistir aos filmes anteriores?

Não. A Morte do Demônio: Em Chamas conta uma história independente, assim como aconteceu com A Morte do Demônio (2013) e A Morte do Demônio: A Ascensão (2023). Embora todos façam parte do mesmo universo criado por Sam Raimi, cada produção apresenta novos personagens e conflitos próprios, permitindo que o público acompanhe a trama sem conhecer os capítulos anteriores.

Mesmo assim, quem já acompanha a franquia encontrará referências ao estilo que transformou Evil Dead em um dos nomes mais influentes do terror, misturando possessões demoníacas, muito sangue e um ritmo acelerado que se tornou uma das características da série desde Uma Noite Alucinante, lançado em 1981.

A franquia já tem outro filme confirmado?

Sim. A próxima produção já está em desenvolvimento. Intitulado Evil Dead: Wrath, o longa será dirigido por Francis Galluppi (The Last Stop in Yuma County) e chegará aos cinemas em 7 de abril de 2028.

Anatomia do Caos terá sessões especiais no Rio de Janeiro com debates após as exibições

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O documentário Anatomia do Caos, dirigido por Dandara Ferreira (Meu Nome É Gal), terá duas sessões especiais no Rio de Janeiro acompanhadas por debates com a diretora. As exibições acontecem em 9 de julho, no Estação Claro Rio, e em 10 de julho, na Universidade Federal Fluminense (UFF).

Lançado nos cinemas em 2 de julho com distribuição da Descoloniza Filmes, o longa acompanha os bastidores da CPI da Covid a partir de imagens gravadas dentro do Senado Federal. Com acesso à comissão parlamentar, a produção registra reuniões, investigações e momentos decisivos das apurações sobre a condução da pandemia de Covid-19 no Brasil.

Dirigido por Dandara Ferreira, o documentário utiliza imagens inéditas, documentos e registros das sessões da CPI para reconstruir um dos períodos mais marcantes da história recente do país. O foco está no trabalho dos parlamentares durante as investigações e nas decisões políticas tomadas ao longo da crise sanitária.

Depois das exibições no Rio de Janeiro, Anatomia do Caos seguirá com um circuito de sessões especiais em diferentes cidades brasileiras, sempre acompanhado por debates que discutem os temas abordados pelo filme.

Com acesso inédito aos bastidores do Senado Federal, Anatomia do Caos acompanha toda a trajetória da CPI da Covid e reúne imagens exclusivas, documentos e registros das investigações que analisaram a condução da pandemia no Brasil.

Débora Falabella e Naruna Costa estrelam Pele de Rinoceronte, drama inspirado no caso Ângela Diniz que estreia no Festival de Gramado

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Pele de Rinoceronte, novo filme dirigido por Marcello Ludwig Maia, fará sua primeira exibição durante a 54ª edição do Festival de Gramado, onde integra a Competição de Longas-Metragens Brasileiros. Estrelado por Débora Falabella (O Beijo no Asfalto, Aruanas) e Naruna Costa (Coração Acelerado, A Divisão), o longa parte de um dos casos criminais mais marcantes da história do Brasil para discutir a violência contra a mulher e a forma como esses crimes são retratados pela sociedade e pela imprensa. O festival acontece entre os dias 12 e 22 de agosto, no Rio Grande do Sul, e marcará o primeiro contato do público com a produção.

Qual é a história do filme?

Inspirado no assassinato de Ângela Diniz, ocorrido em 1976, o filme acompanha três mulheres cujas vidas se cruzam em torno de um feminicídio. Débora Falabella interpreta uma repórter policial responsável por cobrir o caso para um jornal popular. Já Naruna Costa vive a advogada encarregada de construir a acusação contra o réu. A terceira perspectiva é apresentada por Camila Lucciola, que interpreta a própria vítima, assassinada depois de encerrar o relacionamento com o namorado. Em vez de reconstruir apenas o crime, o roteiro de Josefina Trotta acompanha como essas mulheres enfrentam diferentes formas de violência e pressão em um contexto dominado por estruturas de poder masculinas.

Por que o caso Ângela Diniz continua atual?

O assassinato de Ângela Diniz se tornou um marco na discussão sobre violência de gênero no Brasil. Morta pelo então companheiro, Doca Street, ela foi transformada em alvo durante o primeiro julgamento, quando a defesa utilizou a tese da “legítima defesa da honra” para tentar justificar o crime. A repercussão nacional impulsionou movimentos feministas e abriu um amplo debate sobre a forma como mulheres vítimas de violência eram tratadas pela Justiça e pela opinião pública. Décadas depois, esse episódio continua sendo referência quando o assunto é feminicídio no país. O longa utiliza esse contexto histórico como ponto de partida, mas direciona seu olhar para questões que seguem presentes na realidade brasileira.

O filme também dialoga com dados atuais?

Embora inspirado em um caso ocorrido nos anos 1970, Pele de Rinoceronte estabelece um paralelo com números recentes da violência contra a mulher. Segundo o Dossiê Mulher 2026, divulgado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, 159.041 meninas e mulheres sofreram agressões no estado ao longo de 2025, uma média de 436 vítimas por dia. Como a produção foi filmada no Rio de Janeiro, esses dados ajudam a contextualizar um problema que permanece atual e ultrapassa o caso retratado pelo filme.

Quem faz parte do elenco?

Além de Débora Falabella, Naruna Costa e Camila Lucciola, o elenco reúne nomes conhecidos do cinema e da televisão brasileira, como Irandhir Santos (Tatuagem, Pantanal), Augusto Madeira (Marighella, Cidade Invisível), Daniel Rangel (Vale Tudo, Malhação), Elli Fêrreira, Alex Nader e Márcia Santos. A produção ainda conta com participações de João Pedro Zappa, Natasha Jascalevich, Isabel Gueron e Isabel Lobo.

Quem está por trás da produção?

O roteiro é assinado por Josefina Trotta, enquanto a direção e a produção ficam a cargo de Marcello Ludwig Maia. A fotografia é de Heloísa Passos (Pacarrete, Motel Destino), com direção de arte de Karen Araújo, figurino de Renata Russo e desenho de som de Laura Zimmerman. Pele de Rinoceronte é uma produção da República Pureza Filmes, em coprodução com Telecine e Canal Brasil. A uruguaia Circula Media participa como produtora associada, enquanto a distribuição ficará por conta da Arthouse.

Duna: Parte Três ganha primeiro trailer e revela o início da fase mais sombria de Paul Atreides na conclusão da trilogia

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A Warner Bros. Pictures divulgou nesta terça, 8 de julho, o primeiro trailer e o pôster oficial de Duna: Parte Três, encerrando meses de expectativa em torno do último capítulo da trilogia dirigida por Denis Villeneuve (A Chegada, Blade Runner 2049). Desta vez, a história deixa para trás a ascensão de Paul Atreides e acompanha o peso de governar um império construído em meio a guerras, disputas religiosas e decisões que mudaram o destino da galáxia.

Baseado em Duna: Messias, segundo romance da saga escrita por Frank Herbert, o longa apresenta uma fase bem diferente da vista nos filmes anteriores. Em vez da luta pelo poder, a narrativa acompanha as consequências de tudo o que aconteceu desde a queda da Casa Harkonnen.

O que muda na história de Paul Atreides?

A trama avança 12 anos após os acontecimentos de Duna: Parte Dois. Agora imperador, Paul Atreides, vivido por Timothée Chalamet (Um Completo Desconhecido, Wonka), é tratado pelos Fremen como o Lisan al-Gaib, a figura messiânica que unificou Arrakis.

O problema é que a paz nunca chega. Enquanto diferentes povos travam uma Guerra Santa em seu nome, Paul percebe que o império construído por ele já não pode ser controlado da forma como imaginava. As visões do futuro continuam presentes, mas agora parecem muito mais um aviso do que uma vantagem.

Sua relação com Chani, interpretada por Zendaya (Rivais, Homem-Aranha: Sem Volta para Casa), também entra em uma nova fase. Ao mesmo tempo, o casamento político com Irulan, personagem de Florence Pugh (Thunderbolts, Oppenheimer), passa a ter um papel importante nos rumos da história.

Quem está de volta ao elenco?

O terceiro filme reúne praticamente todos os nomes centrais da franquia. Retornam Timothée Chalamet, Zendaya, Rebecca Ferguson (Missão: Impossível – Acerto de Contas), Florence Pugh, Javier Bardem (Onde os Fracos Não Têm Vez), Charlotte Rampling (45 Anos) e Anya Taylor-Joy (Furiosa, O Gambito da Rainha), que desta vez terá uma participação muito maior como Alia Atreides.

Outra volta bastante aguardada é a de Jason Momoa (Minecraft: O Filme, Aquaman), agora interpretando Hayt, um ghola criado a partir de Duncan Idaho. Entre as novidades, Robert Pattinson (The Batman, Mickey 17) assume o papel de Scytale, personagem que desempenha uma função decisiva na conspiração contra o governo de Paul.

Por que Duna: Messias é tão importante para a saga?

Quem conhece apenas os filmes pode imaginar que a história terminou com a vitória de Paul Atreides. O livro Duna: Messias, porém, muda completamente essa perspectiva.

Frank Herbert escreveu o romance para discutir justamente os riscos de transformar líderes em figuras messiânicas. Em vez de celebrar um herói, a obra analisa o impacto político, religioso e humano causado por alguém colocado no centro de uma devoção quase absoluta.

Essa mudança de foco faz com que o terceiro filme tenha um tom muito diferente dos anteriores, concentrando menos atenção nas grandes batalhas e muito mais nas consequências das escolhas feitas por seus personagens.

Quando o filme estreia?

Depois do sucesso do primeiro e segundo longa-metragem, Denis Villeneuve decidiu concluir a trajetória de Paul Atreides adaptando Duna: Messias, livro publicado por Frank Herbert em 1969.

As filmagens aconteceram entre julho e novembro de 2025, com gravações em Budapeste e Abu Dhabi. A trilha sonora volta a ser composta por Hans Zimmer, colaborador de Villeneuve desde o primeiro filme.

A24 leva aos cinemas uma nova versão de Robin Hood com Hugh Jackman e uma abordagem distante das lendas tradicionais

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Foto: Reprodução/ Internet

A história de Robin Hood já inspirou filmes, séries e livros ao longo de décadas, mas A Morte de Robin Hood escolhe um recorte pouco explorado desse personagem. No novo longa da A24, Hugh Jackman (Logan, Os Miseráveis) interpreta um homem envelhecido, isolado e obrigado a conviver com as consequências de uma vida inteira marcada pela violência.

Escrito e dirigido por Michael Sarnoski (Pig, Um Lugar Silencioso: Dia Um), o filme estreia nos cinemas brasileiros em 13 de agosto, com distribuição da Imagem Filmes.

Quem foi Robin Hood?

Robin Hood faz parte do folclore inglês desde a Idade Média. As primeiras baladas sobre o personagem surgiram entre os séculos XIII e XIV, embora sua origem exata continue sendo debatida por historiadores. Ao longo do tempo, a figura do fora da lei que roubava dos ricos para ajudar os pobres acabou se tornando uma das lendas mais conhecidas da literatura mundial.

No cinema, essa história já ganhou interpretações bastante diferentes. Entre as versões mais lembradas estão As Aventuras de Robin Hood (1938), com Errol Flynn, Robin Hood: O Príncipe dos Ladrões (1991), estrelado por Kevin Costner, e Robin Hood (2010), dirigido por Ridley Scott e protagonizado por Russell Crowe. Em comum, todas retratam um herói em plena atividade, liderando rebeliões e enfrentando o poder.

O novo filme segue um caminho oposto.

O que muda nesta versão da lenda?

A trama é ambientada por volta de 1247, quando Robin Hood já deixou seus dias de glória para trás. Escondido nas montanhas, ele vive longe das batalhas até receber a visita de Pequeno João, interpretado por Bill Skarsgård (Nosferatu, It: A Coisa), que pede sua ajuda para uma última missão.

O reencontro termina em tragédia. Gravemente ferido, Robin é encontrado por Irmã Brigid, personagem de Jodie Comer (Clube dos Vândalos, Killing Eve), e levado para um priorado isolado, onde começa um lento processo de recuperação.

A história passa a acompanhar esse período de isolamento. Em vez de grandes confrontos ou sequências de ação contínuas, o roteiro concentra a atenção no estado físico e emocional de Robin, que revisita decisões tomadas ao longo da vida e encara um passado do qual nunca conseguiu escapar.

Por que essa adaptação foge das anteriores?

Michael Sarnoski evita transformar Robin Hood em um herói invencível. Seu protagonista aparece cansado, ferido e vulnerável, bem distante da imagem tradicional do arqueiro carismático que domina boa parte das adaptações para o cinema.

Essa mudança também altera o ritmo da narrativa. O longa usa a figura de Robin Hood para discutir culpa, envelhecimento e o impacto da violência sobre quem passou a vida inteira empunhando uma espada. A lenda continua presente, mas serve como ponto de partida para contar uma história mais intimista.

Quem faz parte do elenco?

Além de Hugh Jackman, o elenco reúne Jodie Comer, Bill Skarsgård, Murray Bartlett (The Last of Us, The White Lotus), Noah Jupe (Um Lugar Silencioso, Honey Boy) e Faith Delaney.

Nos bastidores, a fotografia é assinada por Pat Scola (Pig), enquanto a trilha sonora ficou a cargo de Jim Ghedi. A produção reúne Aaron Ryder, Andrew Swett, Alexander Black e o próprio Hugh Jackman.

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