Truque de Mestre: O 3º Ato estreia no topo das bilheterias dos Estados Unidos e marca o retorno triunfal dos Cavaleiros

Depois de anos de silêncio, boatos, mudanças de direção, reescritas e impasses, a franquia Truque de Mestre finalmente reapareceu nos cinemas. E o retorno não poderia ter sido mais emblemático: O 3º Ato estreou direto no topo das bilheterias dos Estados Unidos, como se estivesse lembrando ao mundo que ainda sabe provocar encantamento.

O filme arrecadou US$ 21,3 milhões no primeiro fim de semana (14 a 16 de novembro), uma marca expressiva para uma sequência tão tardia — e uma prova de que o charme dos Cavaleiros não diminuiu com o tempo. Se alguém achou que o prestígio da franquia tinha se perdido, os números deixaram claro: o público estava com saudade. As informações são do Box Office Mojo.

O desafio de estrear num mercado disputado

E não foi uma vitória simples. A mesma semana trouxe a estreia de “O Sobrevivente”, novo suspense adaptado de Stephen King, que chegou forte e arrecadou US$ 17 milhões. Mesmo assim, ficou em segundo lugar. Abaixo deles, “Predador: Terras Selvagens” resistiu como pôde com US$ 13 milhões — uma queda natural para a segunda semana, mas ainda assim um sinal de disputa pesada.

Fechando o ranking, dois filmes que vêm chamando atenção do público mais jovem, “Se Não Fosse Você” e “O Telefone Preto 2”, ambos impulsionados pela presença do ator Mason Thames. Mas mesmo com todos esses competidores, foi o terceiro capítulo dos mágicos-ladrões que tomou o topo — com direito a vibração nostálgica dos fãs.

A longa travessia até o terceiro filme

Dizer que o filme demorou para sair é quase um elogio. Foram anos de idas e vindas, mudanças de direção, roteiros refeitos, agendas incompatíveis… e aquele medo silencioso de que o projeto nunca veria a luz do dia.

A Lionsgate anunciou o terceiro filme ainda em 2015, antes da estreia de “Now You See Me 2”. Parecia simples: apenas continuar a franquia que já era querida. Mas o caminho acabou sendo tortuoso. Jon M. Chu, diretor do segundo filme, estava previsto para retornar, mas novos compromissos e mudanças criativas tiraram o plano do eixo.

Só em 2022, com a entrada de Ruben Fleischer, o projeto finalmente encontrou estabilidade. Fleischer trouxe algo que faltava: frescor, humor e energia, com a preocupação de manter o estilo do universo. Ele também foi o responsável por resgatar parte da essência perdida do segundo filme — e por dar aos fãs a sensação de reencontro.

O retorno do elenco original — e aquele gostinho de “finalmente!”

Jesse retorna como Danny Atlas, agora ainda mais impaciente, obsessivo e perfeccionista. O ator entrega um Danny envelhecido emocionalmente, mas com o mesmo brilho de quem acredita ser dono do melhor truque da sala. Eisenberg traz uma intensidade mais madura, mostrando que o personagem sofreu, cresceu e voltou mais reflexivo — ainda que sem abrir mão da arrogância charmosa característica.

Woody reprisa seu papel como Merritt McKinney, o mentalista sarcástico que domina a leitura fria e a hipnose. Ele continua dono das melhores tiradas cômicas, mas agora adiciona um toque de amargura, como alguém que viu demais, perdeu demais e precisa voltar a acreditar no grupo. Harrelson sabe equilibrar humor e humanidade de um jeito que faz Merritt parecer mais humano do que nunca.

Dave volta como Jack Wilder, e não é exagero dizer que seu personagem cresceu. Se antes era o “caçula inconsequente” do grupo, agora ele surge mais seguro, mais autêntico e mais consciente do próprio talento. Ainda assim, mantém a leveza que sempre o acompanhou — e as cenas de truques de cartas continuam entre as mais divertidas do filme.

Talvez o retorno mais comemorado pelo público, Isla Fisher veste novamente o figurino de Henley Reeves, a escapista destemida que encantou multidões no primeiro filme. Sua ausência no segundo longa sempre pareceu um ponto fora da curva, e finalmente ela volta trazendo força, emoção e aquele humor rápido que só ela tem. Henley está mais plena, mais experiente e com a mesma coragem que fez os fãs se apaixonarem lá atrás.

Mark Ruffalo retorna como Dylan Rhodes, dividido entre os traumas do passado e a responsabilidade de orientar um grupo que ainda o vê como líder. Ruffalo entrega uma performance mais melancólica, mais carregada de memória, sem perder a ironia que equilibra a narrativa.

E claro, ele: Morgan Freeman, como Thaddeus Bradley. Sempre misterioso, sempre elegante, sempre ambíguo. Nesse filme, Thaddeus se posiciona como uma espécie de guardião silencioso — alguém que sabe mais do que diz e que move peças no tabuleiro sem que ninguém perceba. Freeman entrega uma presença imponente, mesmo nas cenas em que mal precisa falar.

A nova geração que chega para bagunçar — e renovar — o jogo

Smith interpreta Charlie, um mágico autodidata que cresceu reproduzindo truques dos Cavaleiros na internet. Ele é talentoso, acelerado, curioso — e funciona como ponte entre o legado dos veteranos e a magia da nova era. Dominic vive Bosco, um ilusionista cerebral, estrategista e obcecado por combos de ilusão e tecnologia. Ele é o tipo de personagem que parece ter estudado cada truque conhecido — e que monta cenários inteiros dentro da própria cabeça. Bosco funciona como o cérebro analítico que contrapõe o improviso caótico de Danny.

Ariana interpreta June, uma personagem elétrica, irônica e cheia de recursos. Ela é o “fogo” da nova trinca — impulsiva, apaixonada, desafiadora — e traz uma energia que dialoga muito bem com Henley, criando uma espécie de laço entre gerações. Rosamund Pike encarna Veronika Vanderberg, líder de um sindicato global de diamantes e uma mulher que domina todos os quartos em que entra. Elegante, fria, calculista, com aquele olhar que diz “eu já sei o truque antes de você pensar nele”.

O charme dos truques reais — e a busca por autenticidade

Ruben Fleischer queria que o público sentisse que a magia estava acontecendo ali. Por isso, insistiu em efeitos práticos sempre que possível. Vários truques foram ensaiados por semanas, e o elenco passou por treinamentos reais com ilusionistas renomados. O resultado é nítido: as cenas têm textura, têm peso, têm presença. É magia “real” em plena era do CGI.

A première que trouxe a franquia de volta ao mundo

A grande estreia mundial aconteceu no Harbour Club, em Amsterdã, transformando o evento em um espetáculo próprio. Fãs, mágicos profissionais e jornalistas lotaram o local como se fosse o retorno de uma velha banda querida. Era quase um reencontro emocional entre público e franquia. No Brasil e em Portugal, o filme chegou no dia 13 de novembro, dois dias antes dos EUA — e rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

Dare You To Death | Gravações do novo BL de JoongDunk chegam ao fim e suspense promete abalar o gênero

As filmagens de Dare You To Death, o novo BL tailandês estrelado por Joong Archen Aydin e Dunk Natachai Boonprasert, chegaram ao fim — e a sensação entre fãs e equipe é de que algo grande está vindo aí. Com uma mistura ousada de romance, tensão policial e um toque de thriller psicológico, o drama surge como o projeto mais maduro da dupla, famosa por conquistar o público em Star in My Mind e Hidden Agenda. Agora, porém, eles deixam para trás o ar leve das produções anteriores para mergulhar em uma trama densa, perigosa e cheia de camadas emocionais.

Sob a direção de Dome Jade Bunyoprakarn e com criação original de MTRD.S, a série aposta em um universo de investigação criminal que cresce em complexidade a cada episódio. O que começa como um caso aparentemente simples se transforma em território instável, marcado por segredos, rivalidades e um suspense crescente que exige muito dos protagonistas — e também do público.

Um crime misterioso que une uma dupla improvável

De acordo com informações do My Drama List, a narrativa toma forma a partir da morte repentina de Puifai, interpretada por Pahn Pathitta Pornhumroenrut. Após uma noite de festa com amigos, a jovem é encontrada morta em circunstâncias que não fazem sentido algum. A partir daí, a delegacia entra em alerta, e o caso é entregues a dois policiais que, sinceramente, preferiam estar em qualquer outro lugar.

De um lado está Khamin (Dunk), um inspetor recém-chegado, metódico e pouco disposto a dar voto de confiança a alguém. Do outro, Capitão Jade (Joong), experiente, exigente e conhecido por sua personalidade difícil — especialmente quando o assunto é trabalhar em dupla. Os dois já tinham um histórico problemático antes de dividir o caso, e a convivência forçada só faz reacender atritos antigos.

Mas basta uma olhada mais profunda no crime para que ambos percebam que estão diante de algo maior: um padrão oculto, um modus operandi suspeito e uma sensação incômoda de que a morte de Puifai não foi um evento isolado.

Um serial killer à solta — e um jogo psicológico mortal

À medida que mergulham no caso, novas vítimas começam a surgir, sempre com pistas sutis que apontam para o mesmo assassino. O suposto serial killer age com inteligência e crueldade, brincando com a polícia e mantendo-se sempre um passo à frente. O clima de tensão cresce a cada episódio, enquanto Jade e Khamin precisam encarar não apenas o perigo iminente, mas também seus próprios medos, frustrações e vulnerabilidades.

Aqui, o BL se mistura com o suspense policial de um jeito pouco comum para o gênero. A relação dos protagonistas não nasce de gestos fofos ou tropeços românticos, mas da convivência forçada em um ambiente hostil, onde cada erro pode custar vidas. Essa construção lenta, marcada por desconfiança e tensão emocional, cria um vínculo raro — e alimenta um romance que se desenvolve no limite entre o perigo e a intimidade.

Joong e Dunk em sua fase mais intensa e madura

A química entre Joong e Dunk nunca foi segredo, mas Dare You To Death dá à dupla a chance de explorar um lado completamente novo. Joong interpreta Jade com um tom mais rígido, carregado de traumas e um senso de responsabilidade que quase o destrói por dentro. Ele é o tipo de policial que prefere afastar as pessoas para não correr o risco de perdê-las.

Dunk, por sua vez, entrega um Khamin impulsivo, analítico e movido por feridas emocionais que moldaram sua forma dura de enxergar o mundo. O choque entre suas personalidades gera conflitos intensos — mas também momentos de conexão que, aos poucos, quebram as defesas de ambos. É uma interpretação carregada de nuances, que foge dos arquétipos clássicos do BL e aposta em complexidade emocional.

Um elenco de apoio que intensifica o suspense

O drama não se apoia apenas na dupla principal: o elenco de apoio funciona como uma engrenagem essencial para o avanço da trama. Gan Preeyaphat Lawsuwansiri (Bell) e Ohm Thipakorn Thitathan (Jay) ajudam a criar o clima de tensão dentro da delegacia, oferecendo perspectivas diferentes sobre o caso e aproximando o público do dia a dia dos investigadores.

Já Aungpao Ochiris Suwanacheep (Tar) e Chimon Wachirawit Ruangwiwat (Champion) ampliam o lado social do mistério, apresentando personagens que transitam entre suspeitos, testemunhas e vítimas — sempre levantando dúvidas sobre quem pode estar envolvido. Enquanto isso, Junho Wanwimol Jaenasavamethee (Cherene) e Prom Teepakron Kwanboon (Time) entram em momentos decisivos, trazendo pistas importantes ou comportamentos que soam estranhamente suspeitos.

Do lado técnico da investigação, dois personagens ganham destaque: os legistas Cinth Harit Cheewagaroon (Phut) e Fluke Jeeratch Wongpian (Thaenkhun Iriyasasanakul). Suas análises detalhadas e contribuições científicas funcionam como peças fundamentais no quebra-cabeça, aproximando o público do perfil psicológico do assassino e alimentando ainda mais o clima de urgência.

Direção afiada e trama sombria

A direção de Dome Jade Bunyoprakarn abraça sem medo o tom mais pesado da história. A estética escura, o ritmo investigativo e a construção de tensão contínua contrastam com a leveza típica dos BLs tradicionais — e esse contraste é justamente o que torna o projeto tão promissor. Cada cena parece carregada de significado, e cada detalhe narrativo é tratado como parte essencial para manter a atmosfera sombria que o público espera de um bom thriller.

Rivais do Ensino Médio | A série adolescente tailandesa que mistura drama e feridas antigas — e que você precisa conhecer

Se você ama séries escolares cheias de tensão, rivalidade, amizade quebrada e aquele clima de “tem alguma coisa não resolvida entre esses dois”, então prepare-se: Rivais do Ensino Médio é a indicação perfeita para a sua próxima maratona. Lançada em 2024, com 16 episódios e classificação A14, a produção tailandesa está conquistando o público com uma mistura certeira de emoção, energia juvenil e conflitos que fogem do óbvio.

Com um elenco já querido pelos fãs de BLs e dramas asiáticos — Sky Wongravee Nateetorn, Nani Hirunkit Changkham, Foei Patara Eksangkul e Maria Poonlertlarp — a série entrega carisma, química e aquela sensação de “só mais um episódio” que a gente adora.

A seguir, você confere uma matéria completinha, humanizada, com subtítulos e parágrafos para mergulhar de vez no universo dessa história cheia de cicatrizes emocionais e reencontros nada amigáveis.

Uma fusão escolar que ninguém queria

A trama começa quando a prestigiosa escola Siamwit enfrenta uma crise financeira séria. Para tentar salvar o ano letivo (e evitar um colapso total), a administração toma uma decisão radical: unir dois campi que sempre foram rivais ferrenhos.

Ou seja, o caos está oficialmente instaurado.

Os alunos, acostumados a competirem entre si em tudo — esportes, notas, prestígio — agora são obrigados a dividir salas, corredores, professores e até lugares no pátio. A tensão é tanta que basta alguém derrubar um lápis no chão para surgir uma discussão entre turmas adversárias.

Saint e Shin: de melhores amigos a inimigos declarados

É nesse ambiente inflamado que reencontramos Saint (Sky Wongravee Nateetorn) e Shin (Nani Hirunkit Changkham). Os dois já foram inseparáveis: aqueles amigos que crescem juntos, que dividem sonhos, que se conhecem pelo olhar… até que algo aconteceu — algo grande o suficiente para transformar carinho em ressentimento.

Agora, Saint é o líder de turma, apático, silencioso e cheio de mágoas guardadas. Shin, por outro lado, virou o típico rebelde inquieto, impulsivo, que prefere explodir a engolir qualquer sentimento. Quando a fusão escolar os coloca frente a frente, o reencontro é tudo… menos pacífico.

E o pior? Eles não só trazem suas próprias feridas: um puxa o clima inteiro da escola com eles. Aos poucos, a rivalidade entre os dois vira combustível para brigas entre salas, panelinhas e até professores que não sabem mais o que fazer.

Diretores e professores entram em campo

Com a situação saindo do controle, a equipe pedagógica percebe que a raiz de grande parte dos conflitos está na relação mal resolvida entre Saint e Shin. A partir daí, a escola decide intervir — nem sempre do jeito mais delicado.

Entre tentativas de mediação, projetos em grupo forçados e conselhos diretos ou indiretos, a escola tenta fazer os dois rapazes encararem o passado. Mas quando o orgulho e a mágoa falam mais alto, a reconciliação parece cada vez mais distante.

Afinal… nem toda amizade consegue sobreviver às escolhas que fizemos no caminho.

Um remake com alma própria

“Rivais do Ensino Médio” é um remake tailandês do aclamado drama sul-coreano Escola 2013, um dos clássicos do gênero. Mas não se engane: apesar de se inspirar na história original, a nova versão tem personalidade própria.

O tom é mais atual, o visual é mais vibrante, e as emoções são trabalhadas com aquela intensidade muito característica dos dramas tailandeses — especialmente quando envolvem vínculos quebrados e reconciliações difíceis.

Vale a pena colocar na sua lista?

Se você curte dramas escolares, histórias de amizade quebrada, rivalidade intensa e personagens imperfeitos tentando lidar com suas próprias cicatrizes, sim — vale muito a pena.

O dorama BL é aquele tipo de série que te prende emocionalmente, deixa você torcendo pela reconciliação, mas também entendendo a dor dos dois lados. É humana, intensa e cheia de pequenos momentos que fazem o coração apertar.

Tela Quente desta segunda (17) exibe A Fera, suspense com Idris Elba em uma luta brutal pela sobrevivência

Foto: Reprodução/ Internet

A Tela Quente desta segunda, 17 de novembro, chega com um daqueles filmes que deixam a gente tenso no sofá, quase segurando a respiração sem perceber. Estamos falando de A Fera, o thriller de sobrevivência lançado em 2022 que coloca Idris Elba — sempre imponente, sempre magnético — diante de um leão feroz, selvagem e completamente fora de controle. É o tipo de história que mexe com nossos medos mais primitivos, mas também com algo ainda mais profundo: a sensação de perder alguém, a culpa que fica e a necessidade urgente de se reconectar antes que seja tarde demais.

Dirigido pelo islandês Baltasar Kormákur, especialista em narrativas de ação e resistência física, e escrito por Ryan Engle a partir de uma história de Jaime Primak Sullivan, o thriller é aquele filme que pega tudo de mais tenso no gênero “homem vs. natureza” e transforma numa jornada emocional sobre paternidade, luto e coragem. No centro disso, Idris Elba segura o filme com uma entrega impressionante, mas ele não está sozinho — e isso faz toda a diferença. As informações são do AdoroCinema.

Quem são as grandes estrelas do filme?

Se tem algo que faz A Fera funcionar além do suspense bem amarrado, são as atuações. Idris Elba vive o Dr. Nate Samuels, um pai tentando reconstruir os fragmentos de sua vida depois de perder a esposa para o câncer. Ao lado dele, duas jovens talentos em plena ascensão brilham: Iyana Halley e Leah Jeffries, que interpretam Meredith e Norah, filhas que carregam suas próprias dores, incompreensões e um carinho profundo que ainda precisa encontrar espaço para respirar.

E, claro, há Sharlto Copley — sempre vibrante — como Martin Battles, o biólogo e amigo de longa data da família que conhece cada pedaço da reserva africana onde a história se passa. É ele quem tenta equilibrar razão e instinto enquanto tudo começa a sair do controle. Mesmo com pouco tempo de tela, Copley é fundamental para a carga emocional da trama.

Mas há um “ator” que domina tudo: o próprio leão. Mesmo criado digitalmente, ele é tão bem construído que se torna um personagem com camadas, dor e fúria. Não é apenas um predador; é uma criatura traumatizada, reativa, quebrada — e isso torna tudo mais complexo.

Sobre o que realmente fala o filme?

Por trás da perseguição brutal e das cenas de ação, a história começa de forma até serena. Nate leva as filhas para a Reserva Mopani, na África do Sul, numa tentativa de unir novamente a família depois de meses — talvez anos — de distância emocional. Foi ali, afinal, que ele conheceu a esposa, e é ali que espera encontrar algum tipo de cura. Mas o reencontro com Martin e com o ambiente que a esposa amava tão profundamente logo se transforma numa viagem pelas sombras da savana.

O perigo aparece rápido. Martin percebe que algo está errado quando encontra um leão ferido e, mais tarde, descobre uma comunidade Tsonga praticamente dizimada. Nate tenta ajudar um sobrevivente, sem sucesso, e é nesse contraste entre vida e morte que o filme encontra seu tom. A partir do momento em que o leão passa a caçar a família, A Fera se transforma numa corrida desesperada — e quase ininterrupta — por sobrevivência.

Cada ataque é inesperado, cada silêncio é ameaçador. A tensão cresce de uma forma quase física, como se o espectador estivesse ali, preso no carro amassado, em meio ao mato alto, ouvindo passos que podem significar o fim.

Um vilão que também é vítima

Uma das escolhas mais interessantes do filme é rejeitar a ideia do “animal monstruoso” sem motivo. O leão se torna o que é porque caçadores furtivos destruíram sua alcateia. Ele não mata por esporte: mata porque perdeu tudo. É o resultado de uma violência humana que o filme não tenta esconder. E esse detalhe dá uma camada emocional inesperada a um longa que, à primeira vista, parece focado apenas na adrenalina.

A sequência mais intensa

Em um dos momentos mais marcantes, Martin se sacrifica para proteger Meredith e Norah, provocando uma explosão que deixa o leão gravemente ferido. É um choque para Nate e para as meninas — e para o público. Essa morte impulsiona a família para o momento final: um confronto ainda mais brutal.

Numa escola abandonada que servia de esconderijo aos caçadores furtivos, Nate faz o que um pai faria sem hesitar: coloca o próprio corpo entre o perigo e suas filhas. Ao entrar em combate direto com o leão, quase em luta corporal, ele se torna uma representação crua e visceral do instinto de proteção. A cena é impactante porque não glamouriza o sacrifício — é feia, violenta, desesperada.

A salvação só chega quando dois leões do bando natural da reserva — Kuda e Kawe — intervêm. O simbólico aqui é inevitável: a própria natureza, ferida pelo homem, é quem encerra o ciclo de violência.

Um final que abraça a dor e aponta para o futuro

No hospital, Nate enfim diz às filhas aquilo que a viagem inteira tentava arrancar dele: um “eu amo vocês” cheio de verdade. Depois, já recuperados, os três recriam uma foto da mãe das meninas ao lado de sua árvore favorita. É uma cena simples, mas que amarra tudo de forma poética, quase catártica, mostrando que A Fera é, acima de tudo, um filme sobre cura.

Qual foi a bilheteria do filme?

Mesmo com boa recepção da crítica e com o nome de Idris Elba atraindo público, olonga-metragem teve uma bilheteria considerada modesta. Internacionalmente, arrecadou cerca de US$ 59,1 milhões, valor que supera o orçamento de US$ 36 milhões, mas permanece distante de grandes sucessos comerciais.

Nos Estados Unidos e Canadá, fez US$ 31,8 milhões, competindo diretamente com Dragon Ball Super: Super Hero, que liderou o fim de semana de estreia. O filme abriu com US$ 11,6 milhões e manteve desempenho estável por algumas semanas, impulsionado sobretudo pelo público adulto — especialmente homens acima de 35 anos.

Vecna no Brasil! Jamie Campbell Bower confirma presença na Parada Estranha e enlouquece fãs de Stranger Things em SP

Foto: Reprodução/ Internet

Você piscou e a Netflix decidiu soltar uma bomba no meio do domingo (16). Do nada, plim, surge Jamie Campbell Bower — o próprio Vecna em carne, osso e tentáculos imaginários — chamando os fãs brasileiros para a Parada Estranha, o evento gratuito inspirado no universo de Stranger Things. E se tem alguém que sabe como incendiar a internet, é ele.

No vídeo divulgado pela plataforma, Bower aparece daquele jeito intenso que só ele sabe fazer, olhando direto pra câmera e avisando que estará pessoalmente em São Paulo no dia 23 de novembro. O detalhe saboroso? Um dia depois do aniversário dele. Ou seja: vai comemorar por aqui mesmo. Se isso não é amor pelo público brasileiro, eu não sei o que é.

A Parada Estranha acontece na Av. Pedro Álvares Cabral, entre os portões 9 e 10 do Parque Ibirapuera, e começa às 15h30. É aberto ao público, totalmente gratuito e pensado para virar um daqueles momentos que a gente guarda na memória. Vai ter carro alegórico, alas temáticas, música, performances e uma energia coletiva que só fandom grande entrega. É tipo um Carnaval geek — só que com a presença oficial do maior vilão da série.

As datas da temporada final

Enquanto a cidade se prepara para ver Vecna de perto (sem precisar fugir), a Netflix já organizou o restante da festa: A estreia da última temporada de Stranger Things será dividida em três momentos que prometem movimentar o fim de ano dos fãs. O Volume 1 chega no dia 26 de novembro, às 22h, abrindo oficialmente a reta final da série.

Um mês depois, em 25 de dezembro, também às 22h, o Volume 2 desembarca como presente de Natal para quem já estiver surtando com os ganchos da primeira parte. E, para fechar 2025 com o coração na boca, o episódio final — com mais de duas horas de duração — será lançado na noite de 31 de dezembro, às 22h, praticamente um réveillon dentro do Mundo Invertido.

Ou seja, a gente vai terminar 2025 com o coração na mão, literalmente no último dia do ano. A produção continua nas mãos dos irmãos Duffer, ao lado de Shawn Levy e Dan Cohen, garantindo aquela assinatura visual e emocional que acompanhamos desde 2016.

O elenco, claro, retorna quase todo. Estão de volta Winona Ryder, David Harbour, Millie Bobby Brown, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Noah Schnapp, Sadie Sink, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Joe Keery, Maya Hawke, Priah Ferguson, Cara Buono, Brett Gelman e Jamie Campbell Bower.

Tem novidade também: Amybeth McNulty entra como regular, e Linda Hamilton, a eterna Sarah Connor, chega para reforçar ainda mais esse elenco de peso como a enigmática Dra. Kay.

Hawkins ferida, Eleven escondida e um silêncio que diz tudo

O último capítulo da saga nos leva ao outono de 1987, e Hawkins está irreconhecível. Depois da abertura das Fendas, a cidade vive sob quarentena militar — uma mistura de cenário pós-apocalíptico com um silêncio que só quem conhece o Mundo Invertido entende de verdade. É aquele clima que já coloca a gente tenso só de imaginar.

Enquanto isso, Eleven está escondida novamente, fugindo das autoridades que intensificaram a busca por ela. E o grupo — esse que virou uma espécie de família para os fãs — volta a se reunir com uma missão clara: encontrar e matar Vecna de uma vez por todas.

Só que existe um problema: Vecna desapareceu. Ninguém sabe onde ele está, o que está planejando ou quando vai atacar. E esse silêncio, essa ausência, talvez seja mais assustadora do que qualquer aparição dele até agora.

Com a proximidade do aniversário do desaparecimento de Will, aquela sensação familiar começa a crescer no peito dos personagens — e no nosso também. A Netflix descreve essa temporada como “a batalha final”, enfrentando uma escuridão “mais poderosa e mortal” do que qualquer coisa anterior.

É a última vez que veremos esse grupo unido contra o inimigo que marcou a história da série.

E enquanto isso… o Brasil entra no clima

Com a Parada Estranha chegando e Jamie Campbell Bower desembarcando por aqui, o Brasil praticamente virou ponto oficial de encontro do fandom de Stranger Things. A reta final da série promete ser intensa, simbólica, emocional e, acima de tudo, inesquecível — dentro e fora da tela.

E se tem uma coisa que a gente aprendeu com Hawkins, é que enfrentar o fim ao lado de quem ama a história faz tudo valer mais a pena.

Então pode separar a roupa temática, preparar o coração e ajustar o relógio: Vecna está vindo, a Parada Estranha está logo aí e a temporada final está batendo na porta. O Mundo Invertido nunca esteve tão perto — e a gente está prontíssimo para atravessar.

Samuel L. Jackson comanda a noite! “O Negociador” é o destaque do Domingo Maior de hoje (16)

Foto: Reprodução/ Internet

O seu domingo à noite vai ganhar outra temperatura com a escolha da Globo para o Domingo Maior. Hoje, 16 de novembro, o público acompanha O Negociador, um thriller daqueles que grudam a gente no sofá e só largam quando os créditos sobem. Lançado em 1998, dirigido por F. Gary Gray e estrelado pelos gigantes Samuel L. Jackson e Kevin Spacey, o filme continua sendo um dos suspenses policiais mais tensos e bem construídos do cinema dos anos 90.

E, convenhamos, poder rever — ou descobrir — Samuel L. Jackson interpretando um negociador de reféns com a vida virada do avesso já é motivo suficiente para ficar ligado na TV.

Uma armadilha, um desespero e um homem encurralado

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, no filme Danny Roman (Samuel L. Jackson) é um dos melhores negociadores da polícia. Calmo, preciso e especialista em lidar com situações explosivas, ele vê sua vida virar de cabeça para baixo quando é acusado injustamente de desfalque e assassinato. De repente, o homem que sempre dedicou a carreira a salvar vidas se torna o principal suspeito de um crime que não cometeu.

Recém-casado e encarando a possibilidade real de passar anos — talvez a vida inteira — atrás das grades, Roman toma uma decisão extrema e desesperada. Ele assume o controle de um prédio, faz reféns e passa a exigir respostas. Não por ego, mas porque sabe que a verdade dificilmente virá à tona se ele simplesmente confiar que o “sistema” fará justiça. Para ele, essa é a única forma de descobrir quem armou a emboscada que destruiu sua reputação.

A partir daí, o filme mergulha numa montanha-russa de tensão, jogos psicológicos, segundas intenções e uma investigação que se desenrola como um verdadeiro tabuleiro de xadrez.

Um duelo de mentes brilhantes

Para lidar com a situação, a polícia chama Chris Sabian (Kevin Spacey), um negociador tão habilidoso quanto Roman — mas completamente externo a toda a conspiração envolvendo o nome do colega.

O duelo entre Roman e Sabian é o coração do filme. Não é só refém e sequestrador. Não é simples. São dois homens extremamente inteligentes, calculistas e com faro apurado para mentiras. Eles falam a mesma língua — e é exatamente isso que torna cada diálogo mais eletrizante.

O que o filme faz de melhor é justamente explorar essa dinâmica: a confiança que pode quebrar a qualquer segundo, a dúvida que paira no ar, a sensação de que qualquer palavra pode acender o pavio.

O elenco que sustenta o suspense

Além da dupla principal, o longa-metragem conta com um elenco que segura o filme com firmeza e entrega momentos que ampliam ainda mais a tensão da história. David Morse (À Espera de um Milagre, Contato), como o Comandante Adam Beck, aparece sempre com aquela postura rígida que deixa no ar a sensação de que ele sabe mais do que demonstra. Já Ron Rifkin (Alias, LA Confidential), interpretando o Comandante Grant Frost, traz um ar calculado que reforça o clima de desconfiança que permeia toda a narrativa.

John Spencer (The West Wing, Cop Land), no papel do Chefe Al Travis, representa a figura da autoridade que tenta manter a ordem no meio do caos, enquanto J.T. Walsh (Um Dia de Fúria, Pleasantville), como o enigmático Inspetor Niebaum, é crucial para o mistério que envolve Danny Roman. A presença de Paul Giamatti (Sideways, O Mundo de Andy), vivendo o nervoso e atrapalhado Rudy Timmons, adiciona uma dose equilibrada de humor e humanidade no meio do conflito. Regina Taylor (Mudança de Hábito, The Unit) entrega emoção genuína como Karen Roman, esposa de Danny, reforçando o impacto pessoal que a acusação tem na vida do protagonista.

Completam o elenco nomes como Siobhan Fallon (Homens de Preto), Michael Cudlitz (The Walking Dead, Southland) e Carlos Gómez (Desperado, Chasing Papi), cada um ocupando pequenas, mas essenciais peças do quebra-cabeça que o filme monta diante do espectador. E claro, não dá para ignorar: Samuel L. Jackson (Pulp Fiction, Tempo de Matar) está no ápice, explosivo sem perder a precisão, enquanto Kevin Spacey (Seven, Los Angeles: Cidade Proibida) oferece um contraponto perfeito — frio, analítico e sempre imprevisível. Juntos, eles criam um duelo interpretativo que faz O Negociador nunca perder o ritmo — nem por um segundo.

Por que o filme ainda funciona tão bem?

O filme continua funcionando como um relógio suíço porque aposta em elementos que simplesmente não envelhecem: personagens bem construídos, atuações intensas e um roteiro que conversa com o público sem subestimar ninguém. A trama não entrega respostas fáceis, não trata o espectador como distraído e não sacrifica coerência por ação exagerada. Cada cena acrescenta uma camada, cada diálogo carrega tensão e cada revelação abre espaço para uma nova dúvida.

Décadas após sua estreia, o filme permanece atual porque temas como corrupção policial, manipulação interna e a luta por justiça continuam ecoando fortemente — talvez até mais hoje do que na época do lançamento. A narrativa, cheia de reviravoltas bem amarradas, mergulha o espectador no caos emocional dos personagens, onde ninguém é completamente confiável e qualquer detalhe pode virar o jogo de um minuto para o outro.

É justamente essa construção cuidadosa, densa e humana que mantém o filme vivo na memória de quem já assistiu e tão impactante para quem está prestes a conhecer.

Para quem é o filme de hoje?

Se você é do tipo que se amarra em thrillers inteligentes, daqueles que te fazem prestar atenção em cada movimento e cada frase, este filme é totalmente sua praia. O Negociador também é perfeito para quem ama suspense policial com aquele clima clássico dos anos 90, cheio de fumaça, tensão, telefone tocando e corredores cheios de policiais tentando ficar um passo à frente.

Para quem curte duelos psicológicos entre protagonistas fortes, esta é uma das melhores opções do gênero. E se você aprecia filmes com ritmo firme, diálogos afiados e surpresas que realmente funcionam, não precisa procurar mais nada para fechar o final de semana.

Ryan Coogler confirma Pantera Negra 3 e reacende a emoção dos fãs! Wakanda vai voltar — e mais cedo do que imaginávamos

A volta a Wakanda finalmente ganhou um sinal oficial. O diretor Ryan Coogler, que assinou os dois primeiros filmes da franquia, confirmou publicamente que Pantera Negra 3 será seu próximo projeto. A revelação aconteceu neste sábado, durante o evento Contenders Film: Los Angeles, organizado pelo Deadline, e imediatamente movimentou fãs, sites especializados e todo o ecossistema do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM).

Com o anúncio, Coogler deixa claro que pretende continuar expandindo o legado de Wakanda — um universo já consolidado, emocionalmente forte e marcado por uma carga cultural que extrapola o entretenimento. Ainda não há data de estreia, nem detalhes sobre elenco ou enredo, mas o simples fato de sabermos que o filme está em desenvolvimento já acende aquele sentimento coletivo: Wakanda Forever, de novo.

Por que esse anúncio importa tanto?

Entre todas as produções da Marvel, Pantera Negra ocupa um lugar especial. Não apenas pelas bilheterias astronômicas ou pelos recordes quebrados, mas pela força simbólica que carrega: cultura africana celebrada, afro-futurismo em destaque e representatividade que alcançou milhões de pessoas ao redor do mundo.

E é impossível falar de Pantera Negra 3 sem revisitar a trajetória do segundo filme, que marcou profundamente o público.

Relembrando Wakanda Forever

Lançado em 2022, Pantera Negra: Wakanda Forever foi um desafio gigantesco para todo o time. A produção teve início logo após a morte de Chadwick Boseman, intérprete do rei T’Challa, que faleceu em agosto de 2020 vítima de câncer colorretal. Em respeito ao ator, a Marvel tomou a decisão de não reescalar o personagem — uma escolha ousada, sensível e historicamente rara em franquias desse tamanho.

Ryan, junto com o roteirista Joe Robert Cole, teve que redesenhar toda a narrativa. E o filme se tornou, ao mesmo tempo, um épico de ação e uma homenagem emocionante ao legado de Boseman.

Como o segundo filme nasceu: entre homenagens, ressignificações e uma produção turbulenta

As conversas sobre uma sequência começaram ainda em 2018, logo após o lançamento do primeiro filme. Coogler já negociava seu retorno como diretor quando tudo mudou com a notícia da morte do protagonista.

Ainda assim, a Marvel seguiu em frente com a produção. Diversos nomes importantes do elenco original — Letitia Wright, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Winston Duke e Angela Bassett — foram confirmados de volta em novembro de 2020. O título Wakanda Forever foi revelado em maio de 2021.

As filmagens começaram em junho de 2021, passando por Atlanta, Brunswick (Geórgia), Massachusetts e, já no final, Porto Rico. A produção precisou pausar por meses para que Letitia Wright se recuperasse de uma lesão sofrida no set. O trabalho só foi retomado em janeiro de 2022, concluindo no fim de março.

Apesar de todos os obstáculos, o resultado chegou aos cinemas em novembro de 2022 como o último filme da Fase 4 da Marvel — e trouxe um impacto emocional poucas vezes visto no estúdio.

Wakanda Forever emocionou o mundo

O filme foi elogiado por críticos e espectadores, especialmente pelas atuações de Letitia Wright, Tenoch Huerta e Angela Bassett (que chegou a ser indicada ao Oscar). A direção de Coogler, a trilha sonora marcante, as sequências de ação e, claro, a homenagem a Boseman foram alguns dos pontos mais exaltados.

Foi um filme que segurou o peso do luto, celebrou a força das mulheres de Wakanda e introduziu um novo grande personagem ao UCM: Namor, interpretado por Tenoch Huerta, junto de todo o seu reino subaquático, Talokan.

Resumo do enredo

O enredo de Wakanda Forever gira em torno da morte repentina de T’Challa, enquanto Shuri se culpa por não ter conseguido recriar a “erva coração” a tempo de salvá-lo. A nação wakandana entra em luto, mas também se vê pressionada internacionalmente por seu vibranium — cobiçado, desejado e alvo de ataques externos.

Quando uma máquina da CIA detecta vibranium no oceano, Namor e o povo de Talokan atacam a equipe em segredo, criando tensão global e levando a CIA a culpar Wakanda. Namor, sentindo-se ameaçado, confronta Ramonda e Shuri, oferecendo um ultimato: entregar a cientista responsável pela máquina ou enfrentar guerra.

Entra em cena Riri Williams, jovem estudante do MIT que se torna peça-chave do conflito. Shuri e Okoye tentam protegê-la, mas acabam capturadas por Namor, que apresenta Talokan e tenta convencer Shuri a se unir a ele contra o resto do mundo.

A narrativa ganha força quando Ramonda morre tentando salvar Riri, o que leva Shuri a mergulhar profundamente no desejo de vingança. Após recriar sinteticamente a erva coração, Shuri se torna a nova Pantera Negra — mas é ao enfrentar Namor cara a cara, já no clímax, que ela finalmente escolhe o caminho da paz.

A decisão evita a guerra e abre espaço para uma nova era entre Wakanda e Talokan.

Um final emocionante e uma revelação que mudou tudo

Na cena pós-créditos, Shuri viaja ao Haiti e descobre que T’Challa deixou um filho: Toussaint, criado em segredo por Nakia. O garoto também carrega um nome wakandano: Príncipe T’Challa. A revelação emocionou o público e abriu portas para o futuro da dinastia em Wakanda.

E agora: o que esperar de Pantera Negra 3?

Com a confirmação de Coogler, muitas perguntas surgem — e todas são deliciosas de acompanhar.

Quem assume o protagonismo? Shuri seguirá como Pantera Negra? Veremos uma expansão maior de Talokan? O jovem Príncipe T’Challa terá um papel mais significativo? A nova fase do UCM abrirá espaço para novas alianças, vilões ou conflitos globais envolvendo vibranium?

O diretor não revelou nenhum detalhe. Mas, conhecendo o trabalho dele, dá pra sentir que essa continuação será grande, emocional e cheia de novas camadas — exatamente como Wakanda merece

Sony garante direitos de Labubu e prepara adaptação cinematográfica da febre mundial dos colecionáveis

Foto: Reprodução/ Internet

A Sony deu um passo daqueles que balançam o mercado: segundo o The Hollywood Reporter, o estúdio acabou de garantir os direitos da marca chinesa de brinquedos Labubu, um fenômeno absoluto entre colecionadores nos últimos anos. A notícia ainda está fresca, mas já acende o radar de quem acompanha o universo do entretenimento, especialmente porque Labubu é hoje uma das marcas mais comentadas no mundo dos designer toys.

Por enquanto, ninguém dentro da Sony confirma se o longa será live-action ou animação. O que sabemos é: a adaptação está acontecendo, mesmo que o estúdio ainda mantenha portas fechadas quando o assunto é enredo, direção ou cronograma. Mesmo assim, conversas internas já apontam um caminho mais óbvio — e quase inevitável: transformar Labubu em uma animação. Afinal, seu universo fantástico, suas criaturas fofas (mas cheias de personalidade) e o estilo visual inconfundível parecem feitos sob medida para isso.

O monstrinho fofo — e um pouco travesso — que conquistou o mundo

A história de Labubu é curiosa justamente porque ele não nasceu com a pretensão de ser um fenômeno global. Seu criador, o artista Kasing Lung, é nascido em Hong Kong, cresceu na Holanda e sempre buscou inspiração em lendas do folclore nórdico, histórias que ouviu na infância e elementos que misturam inocência, fantasia e aquele toque leve de estranhamento que faz tudo ficar mais interessante.

Labubu apareceu pela primeira vez em 2015, como parte da série The Monsters. Mas o grande salto veio com a parceria entre Lung e a gigante dos colecionáveis Pop Mart, em 2019. Com os blind boxes — aquelas caixinhas que escondem surpresas e fazem qualquer colecionador entrar em modo caça ao tesouro — o personagem ganhou o mundo. Se antes era um nicho, de repente Labubu virou assunto, virou coleção, virou flerte com a cultura pop global.

Entre janeiro e maio de 2025, o monstrinho chegou ao seu pico. Lojas lotadas, filas gigantes, lançamentos esgotados em minutos… e claro, uma enxurrada de vídeos, fotos e disputas amigáveis (e nem tão amigáveis assim) entre colecionadores nas redes sociais.

O segredo do design: fofura, esquisitice e muito carisma

Se você já viu um Labubu, sabe bem: não tem como confundir. Ele é fofinho, é travesso, é expressivo — e carrega uma estética que parece brincar com os limites entre o adorável e o estranho.

O jeitinho clássico da criatura inclui corpo pequeno e felpudo, olhos gigantes, orelhas pontudas e um sorriso cheio de dentes afiados que não chega a assustar, mas deixa claro que ele tem personalidade. Esse equilíbrio entre “aww” e “opa, que isso?” é exatamente o que fisga o público. Ele parece vir de um conto de fadas místico, mas com uma pegada moderna que conversa com todas as gerações.

Com o tempo, a família de Labubu cresceu. Hoje, nomes como Zimomo, Mokoko, Tycoco, Spooky e até o Pato já viraram queridinhos dos fãs — sempre em coleções temáticas que transformam cada lançamento em um evento.

E claro: tem o fator surpresa. Os blind boxes tornaram tudo mais emocionante. Você nunca sabe qual personagem vai tirar, o que cria aquela ansiedade gostosa e alimenta a troca de peças entre colecionadores que buscam completar séries inteiras.

E o filme? O que podemos esperar dessa adaptação?

Ainda não há detalhes sobre roteiro, personagens, tom ou direção. Mas algumas possibilidades surgem naturalmente quando pensamos no estilo de Labubu e no que seu universo permite explorar.

Uma delas é uma fantasia infantojuvenil cheia de imaginação. O mundo criado por Kasing Lung sempre flertou com elementos de sonho, natureza, magia e mistério. É fácil imaginar Labubu liderando uma aventura encantada, daquelas que misturam humor, emoção e descobertas.

Outra possibilidade é apostar em uma história sobre amizade, pertencimento e o processo de crescer — temas universais que sempre encontram espaço nas animações.

Há também espaço para uma abordagem mais artística e autoral, já que Lung é um artista com visão muito própria. Essa versão traria um visual fortíssimo, ambientações oníricas e um tom mais sensível e contemplativo.

Claro, não dá para descartar uma aventura cômica, considerando o carisma e a variedade de criaturas desse universo. Uma história leve, divertida e com bastante personalidade seria uma escolha natural.

Selton Mello mostra bastidores de Anaconda e revela clima irreverente do reboot hollywoodiano ao lado de Jack Black e Paul Rudd

Foto: Reprodução/ Internet

Nesta semana, Selton Mello deu aquele presente que os fãs adoram: um vídeo íntimo, descontraído e cheio de momentos engraçados dos bastidores de Anaconda, o novo reboot da franquia que marcou gerações e agora renasce em Hollywood com uma mistura improvável de humor, terror e ação. O ator brasileiro, que estrela o longa ao lado de Jack Black, Paul Rudd, Steve Zahn, Thandiwe Newton e Daniela Melchior, mostrou o clima de irreverência que tomou conta da produção desde o início das filmagens.

Meu momento favorito: mostrar o que acontece por trás das câmeras. Com Anaconda, não foi diferente”, escreveu Selton na legenda. O vídeo, claro, viralizou em minutos. Não só pela curiosidade natural em torno de uma superprodução hollywoodiana, mas pelo carisma e pelo olhar genuíno que Selton imprime ao gravar esse tipo de conteúdo. Ele não mostra apenas o set — mostra a energia das pessoas que constroem aquele universo.

E energia, ali, é o que não falta.

Um reboot que não tenta ser sério — e é justamente aí que mora o charme

Dirigido por Tom Gormican e escrito por ele ao lado de Kevin Etten, o novo filme já nasce com uma proposta assumida: é uma comédia de terror escrachada, que abraça o exagero do original de 1997 e se diverte com isso. Esqueça o suspense sombrio ou a tensão constante. Aqui, o espírito é outro, quase como se o filme desse uma piscada para o público o tempo todo, lembrando que ninguém precisa levar nada tão a sério.

O enredo gira em torno de Doug (Jack Black) e Griff (Paul Rudd), dois amigos que, enfrentando crises típicas da meia-idade, decidem viajar até a Amazônia para recriar o longa que marcou a juventude deles. A ideia já seria absurda por si só, mas fica ainda mais caótica quando uma anaconda gigantesca — dessa vez real — aparece, transformando o sonho de fazer cinema num pesadelo hilário.

O próprio trailer, lançado pela Sony no fim de setembro de 2025, já mostrava o tom: piadas autorreferenciais, escorregões, sustos inesperados e uma cobra gigante que parece tão interessada em devorar quanto em provocar reações cômicas. É autossátira na veia, um tipo de humor que só funciona quando todos os envolvidos estão no mesmo espírito. E, pelo vídeo de Selton, estão.

Nos bastidores, Selton vira o “elo de ligação” entre caos e camaradagem

No vídeo postado nas redes, Selton aparece totalmente integrado à equipe e, principalmente, ao elenco. A troca dele com Paul Rudd chama atenção: os dois riem de improvisos, conversam como se fossem amigos de longa data e parecem ter encontrado um ritmo próprio. Rudd, com seu humor leve e eterno ar de surpresa, funciona quase como uma dupla de comédia com Selton, que responde com uma naturalidade impressionante para quem está filmando seu maior projeto internacional.

Com Jack Black, o clima é ainda mais escrachado. Em vários trechos, Jack brinca com Selton, tenta fazer o brasileiro repetir palavras e frases gringas com sotaque perfeito e, claro, esbarra em expressões cariocas que ele não consegue pronunciar por nada. Selton, por sua vez, tenta ensinar — mas desiste rápido ao perceber que a gargalhada é mais eficiente do que a aula.

O vídeo também mostra momentos técnicos que sempre fascinam o público: a gigante cabeça animatrônica da cobra descansando ao lado de uma mesa de almoço, ensaios com tela verde, operadores de efeitos especiais manipulando estruturas enormes e cenas caóticas gravadas no meio de uma “Amazônia hollywoodiana”. Selton observa tudo com aquele humor fino que o público brasileiro conhece bem — e isso dá ao material um toque de brasilidade no meio do caos.

Um brasileiro no centro da ação — e sem perder a essência

A escalação de Selton Mello sempre chamou atenção, principalmente por ser algo raro na carreira dele, que é marcada por escolhas cuidadosas e personagens densos. No filme, ele interpreta Santiago Braga, um guia local que tenta conduzir Doug, Griff e seus amigos com alguma sensatez, mas rapidamente percebe que está lidando com um grupo que atrai confusão como ninguém.

Santiago é um personagem que permite a Selton explorar tanto o humor quanto a emoção — e o ator parece confortável demais nessa mistura. Ele transita entre a ironia fina e momentos de vulnerabilidade, dando um toque humano a um filme que, na maior parte do tempo, flerta com o absurdo planejado.

Para os brasileiros, ver Selton nesse contexto é mais que representatividade. É uma confirmação de que seu talento atravessa fronteiras sem perder identidade. Ele fala português nos bastidores, brinca com a equipe, improvisa e mantém um tom que só ele tem. É o Brasil dentro da floresta hollywoodiana — e isso dá ao reboot uma camada inesperada de autenticidade.

A equipe abraça o absurdo e o transforma em virtude

Produzido pela Columbia Pictures e pela Fully Formed Entertainment, o reboot foi pensado como uma grande carta de amor — e de zoeira — ao original. Brad Fuller e Andrew Form, responsáveis por franquias clássicas do terror, mergulharam fundo no tom de comédia metalinguística que Gormican queria.

Nos bastidores, Fuller chegou a comentar que a intenção jamais foi competir com o filme de 1997, mas “rir com ele, não dele”. E isso se reflete em tudo: da atuação exagerada ao design da anaconda, que mistura terror e humor de forma quase caricata.

Parte desse charme também vem dos efeitos práticos. Mesmo com CGI de ponta, o filme usa bonecos gigantescos que exigem cinco, seis operadores ao mesmo tempo. No vídeo de Selton, há um momento tão espontâneo quanto revelador: a equipe tentando ajustar uma das presas da anaconda mecânica enquanto o ator comenta, rindo, que “o glamour de Hollywood é muito superestimado”.

Primeiras imagens e trailer só aumentaram a expectativa

Quando a revista People publicou as primeiras fotos oficiais em 16 de setembro de 2025, o público mergulhou na nostalgia. Ver Jack Black coberto de lama, Paul Rudd fugindo de uma câmera que parece ter vontade própria e Selton Mello com expressão de quem perdeu a paciência antes do café da manhã criou um imediatismo raro: todos já queriam assistir ao filme.

No dia seguinte, a Sony divulgou o trailer. A recepção foi explosiva. O público entendeu imediatamente a proposta — não é terror puro, não é apenas comédia, e definitivamente não é algo que precise ser levado a sério. É entretenimento puro. É exagero com propósito.

E no meio de tudo isso, Selton aparece firme, divertido e totalmente encaixado naquele universo caótico.

Um lançamento para fechar 2025 com leveza e risadas

O filme estreia no Brasil em 25 de dezembro de 2025, chegando como uma opção divertida para o fim de ano — exatamente quando o público busca leveza, humor e aquela sensação de “vamos aproveitar o momento”. A Sony aposta alto no projeto e deve investir em campanhas globais, entrevistas conjuntas e, claro, mais vídeos de bastidores que mostram a alma da produção.

Se depender do que Selton Mello mostrou — e da sintonia evidente entre o elenco — o longa-metragme tem tudo para ser um dos títulos mais comentados do período. Não apenas pelo absurdo calculado, mas pela forma carinhosa como a equipe parece abraçar esse absurdo.

Beauty | Novo projeto de Ryan Murphy ganha primeiro pôster e promete uma das séries mais provocativas de 2026

Foto: Reprodução/ Internet

O universo de Ryan Murphy está prestes a ganhar mais um daqueles capítulos que deixam o público inquieto — no melhor sentido possível. O perfil oficial de American Horror Story divulgou o primeiro pôster de Beauty, nova série dramática criada por Murphy em parceria com Matt Hodgson, e que será exibida pelo Hulu e pelo Disney+. A imagem viralizou em poucos minutos: sombria, sedutora e desconfortável na medida certa, carregando aquela assinatura visual que qualquer fã reconhece de longe. E, claro, reacendeu de vez a expectativa para a estreia, marcada para janeiro de 2026. Abaixo, confira a imagem:

Inspirada na HQ The Beauty, de Jeremy Haun e Jason A. Hurley, a série parte de uma premissa tão curiosa quanto perturbadora. Em um mundo muito parecido com o nosso, uma infecção sexualmente transmissível começa a se espalhar — só que, ao invés de debilitar o corpo, ela deixa as pessoas mais belas a cada dia. É quase um “milagre” moderno… até que as consequências entram em cena. A tal beleza vem acompanhada de riscos, metamorfoses corporais e uma inquietação coletiva crescente. Beauty mergulha fundo na vulnerabilidade que existe por trás da obsessão pela aparência perfeita, tocando em temas como vaidade, moralidade e o jeito como o corpo vira produto em uma sociedade que não sabe viver sem filtros.

Murphy e Hodgson estão envolvidos em tudo: criação, roteiro e produção executiva. E isso já diz muito sobre o tom da série. Quando ele pega um projeto, a combinação de estética forte, narrativa intensa e temas espinhosos é quase garantida. Desde seu anúncio lá em 2024, Beauty já era vista como uma das apostas mais ambiciosas da FX — a escolha de levar o título para o streaming reforça ainda mais a intenção de apostar em histórias adultas, sombrias e carregadas de tensão social.

A construção do universo de Beauty

Nos bastidores, a equipe comenta que Murphy e Hodgson decidiram ir além da HQ original, apostando em uma abordagem mais visceral e emocional. A base continua a mesma — o famigerado “vírus da beleza” —, mas a série dedica tempo aos impactos psicológicos, éticos e até existenciais da transformação. A pergunta ali não é só “o que essa doença faz?”, mas “o que ela revela sobre nós?”. Como uma aparência em mutação muda relações, carreiras, identidades?

O desenvolvimento oficial começou em setembro de 2024, e tudo andou rápido dali em diante. Entre novembro de 2024 e junho de 2025, as filmagens transformaram o set em um grande exercício de experimentação visual e sensorial. Para levar à tela as mudanças corporais — algumas belas, outras desconfortáveis — a produção contou com especialistas em efeitos práticos e próteses, algo que deve ser uma das marcas registradas da série. Se tem algo que Ryan Murphy sabe fazer, é fazer o público desviar o olhar… e, logo em seguida, querer olhar de novo.

O elenco de Beauty reúne alguns dos nomes mais versáteis e interessantes do audiovisual atual. Evan Peters, parceiro frequente de Murphy e conhecido tanto por Dahmer quanto por seus anos em American Horror Story, interpreta o misterioso Detetive Madsen. Ele divide o protagonismo com Rebecca Hall (O Beco do Pesadelo, Christine), que dá vida à Detetive Bennett, trazendo sua sensibilidade habitual para papéis emocionalmente complexos. O time também conta com Ashton Kutcher (Two and a Half Men, Jobs), Anthony Ramos (Em um Bairro de Nova York, Transformers: O Despertar das Feras) e Jeremy Pope (Hollywood, The Inspection), ampliando o alcance emocional e estilístico da equipe. Isabella Rossellini (Blue Velvet, Death Becomes Her) adiciona elegância e presença, enquanto Bella Hadid retorna ao audiovisual após ter surpreendido positivamente em Ramy.

A lista segue com nomes que dão ainda mais textura ao conjunto. Billy Eichner (Bros, Billy on the Street) e Ben Platt (Dear Evan Hansen, The Politician) equilibram drama e humor, ao lado da energia jovem de Amelia Gray Hamlin, que vem despontando no audiovisual, e Daryl Sabara, eterno conhecido por Pequenos Espiões. Meghan Trainor — sim, a cantora — amplia sua presença na TV depois da experiência em The Voice. E, para completar, Vincent D’Onofrio (Demolidor, Law & Order: Criminal Intent) traz aquele peso dramático que ele domina tão bem. Ainda fazem parte do elenco John Carroll Lynch (Fargo, The Americans), Eddie Kaye Thomas (American Pie, Scorpion), Emma Halleen (The Peripheral), Julie Halston (And Just Like That…) e Maggie Rose Tyma, fechando um time diverso e cheio de personalidade.

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