Corujão 27/12/2023 TV Globo exibe Amor à Toda Prova

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No dia 27/12/2023, quarta-feira, prepare-se para uma noite repleta de risos e emoções, pois o Corujão apresentará uma cativante comédia romântica que promete envolver e conquistar os espectadores. O filme escolhido para encantar a audiência é “Amor à Toda Prova”. Este longa-metragem promete não apenas arrancar gargalhadas, mas também tocar os corações com sua história envolvente e personagens carismáticos. Não perca a oportunidade de mergulhar em um mundo de romance e humor nesta imperdível exibição do Corujão. Prepare-se para uma experiência cinematográfica encantadora e descontraída neste dia especial.

Na trama, somos apresentados a Carl Weaver, um homem na casa dos quarenta anos que desfruta de uma vida feliz ao lado de sua esposa. No entanto, sua realidade desmorona quando ela pede o divórcio. Desolado com a situação, Carl cruza o caminho de Jacob, um charmoso mulherengo que se oferece para ajudá-lo a superar a baixa autoestima, transformando-o em um autêntico Don Juan.

Curiosiades do filme Amor à Toda Prova

Treinamento físico de Ryan Gosling: Ryan Gosling surpreendeu o público ao exibir um físico atlético e esculpido para o papel de Jacob Palmer. O ator comprometeu-se intensivamente com um programa de treinamento físico, colaborando com um personal trainer e seguindo uma dieta específica. Sua transformação física adicionou autenticidade ao personagem mulherengo que interpreta no filme.

A cena do beijo em uma tomada: A química entre Steve Carell e Julianne Moore foi evidente em uma cena chave onde seus personagens se beijam no quintal. A decisão de filmar a cena em uma única tomada contribuiu para capturar a reação genuína de surpresa de Carell, que não estava ciente do beijo antecipadamente.

Dançando “The Time of My Life”: Uma das cenas mais memoráveis do filme envolve uma coreografia de dança entre Ryan Gosling e Emma Stone, sincronizada ao som de “The Time of My Life” de Dirty Dancing. A habilidade de dança de ambos foi destacada nessa cena, que foi ensaiada meticulosamente antes das filmagens.

A influência de Dirty Dancing: “Amor à Toda Prova” presta homenagem a Dirty Dancing em diversas ocasiões, desde a referência direta durante uma conversa entre personagens até a mencionada cena de dança. Essa escolha criativa adiciona uma camada de nostalgia e charme ao filme.

Participação especial de Kevin Bacon: O filme conta com uma participação especial do renomado ator Kevin Bacon, conhecido por seu papel em “Footloose”. De maneira irônica, seu personagem faz uma referência ao próprio filme, proporcionando um momento divertido e autoreferencial.

Nome do filme: O título original, “Crazy, Stupid, Love”, foi derivado de uma fala proferida por Julianne Moore no decorrer da narrativa. Essa escolha revela a essência do enredo, explorando as complexidades e peculiaridades do amor em suas diversas formas.

Química entre Ryan Gosling e Emma Stone: A dinâmica entre Ryan Gosling e Emma Stone foi tão extraordinária que os dois foram posteriormente reunidos em “La La Land”, um musical que também conquistou aclamação da crítica e do público, provando a força de sua parceria na tela.

Horário de exibição do filme Amor à Toda Prova no Corujão

Intitulado “Crazy, Stupid, Love.”, o filme conta com um elenco estelar, incluindo talentos como Julianne Moore, Emma Stone, Ryan Gosling e Steve Carell. A direção fica a cargo da dupla talentosa Glenn Ficarra e John Requa, que garantem uma narrativa envolvente. De nacionalidade estadunidense e classificado como uma comédia romântica, prepare-se para uma noite repleta de risadas e emoções. O Corujão começa logo após mais uma edição da Comédia na Madruga. Não perca a oportunidade de se encantar por essa história imperdível!

Weirdo 101 ganha novas imagens e mostra o começo de um romance entre dois estudantes muito diferentes

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A produção tailandesa Weirdo 101 teve novas imagens divulgadas nesta semana e, junto delas, surgem mais pistas sobre o tom da série, que tem estreia prevista para 2026. O material reforça a proposta de um BL escolar centrado na convivência diária entre dois estudantes com formas bem diferentes de lidar com a vida dentro do ambiente acadêmico.

As fotos ajudam a entender melhor como a série vai construir sua narrativa. Em vez de apostar em eventos marcantes ou mudanças rápidas, a produção parece organizar a história a partir de interações pequenas, observações silenciosas e momentos comuns do dia a dia escolar que vão acumulando significado ao longo dos episódios.

Quem é Niran e como ele se encaixa na história?

Niran, interpretado por Keen Suwijak Piyanopharoj, é apresentado como um estudante que circula pela escola sem se prender a pressões ou expectativas. Ele não ocupa um espaço de destaque entre os colegas e tampouco demonstra preocupação em seguir um caminho rígido, o que faz com que suas decisões pareçam mais espontâneas do que planejadas. Esse comportamento muda quando ele passa a dividir mais tempo com Cheewa.

Quem é Cheewa e por que ele muda a dinâmica da série?

Cheewa, interpretado por Sea Dechchart Taslip, é o oposto direto de Niran em vários aspectos. Ele é mais contido, observa antes de agir e mantém certa distância emocional das pessoas ao redor. Dentro do ambiente escolar, sua presença é mais discreta, mas não passa despercebida para quem começa a conviver com ele.

A relação entre os dois começa sem qualquer sinal de que se tornaria central na história. O que chama atenção é justamente o modo como essa aproximação não é forçada. A convivência surge aos poucos, e o interesse entre eles cresce a partir de situações simples, como trabalhos em grupo, encontros nos corredores e momentos de silêncio compartilhado.

Mesmo quando Niran tenta se afastar, a narrativa sugere que essa conexão já está estabelecida de forma difícil de ignorar, como se os dois passassem a ocupar o mesmo espaço emocional dentro da rotina escolar.

Quem mais aparece na produção?

Além do casal principal, o elenco de apoio amplia o ambiente escolar e ajuda a criar diferentes núcleos de convivência. Entre os nomes confirmados estão Marc Natarit Worakornlertsith, Thor Thinnaphan Tantui, Ashi Peerakan Teawsuwan, Titan Chayuth Gorsurat, Aungpao Ochiris Suwanacheep e Aston Ratiphat Luengvoraphan.

Quando a série chega e o que já se sabe até agora?

A estreia de Weirdo 101 está prevista para 2026, na Tailândia, ainda sem data oficial definida. Mesmo sem um calendário fechado, o projeto já tem material suficiente para indicar o tipo de narrativa que pretende seguir.

Saiba quais filmes vão passar no Corujão 07/10/2023

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Foto: Reprodução/ Internet

Na noite deste sábado, 07/10/2023, prepare-se para uma dose dupla de entretenimento, pois o Corujão apresentará duas histórias emocionantes que prometem iluminar a sua tela. É hora de fazer a pipoca estourar e se acomodar confortavelmente para desfrutar de uma noite repleta de magia!

Filmes que vão passar no Corujão de hoje, 07 de outubro de 2023

A primeira atração da noite é “Noite de Ano Novo”, que nos transporta para as movimentadas ruas de Nova York na véspera do Ano Novo. Esta noite promete ser mágica, cheia de surpresas e repleta de histórias cativantes. Com um elenco estelar que inclui nomes como Ashton Kutcher, Jessica Biel, Michelle Pfeiffer, Robert De Niro, Sarah Jessica Parker e Zac Efron, este filme nos brinda com momentos de comédia romântica, emoção e reflexões profundas sobre as complexidades do amor e das relações humanas. Sob a direção de Garry Marshall, esta produção americana está pronta para tocar nossos corações e nos fazer rir.

Por outro lado, temos “Os Smurfs: A Vila Perdida”, que nos transporta para o mundo mágico da adorável Smurfette e seus amigos azuis. Smurfette começa a questionar seu papel na vila dos Smurfs, uma vez que todos os outros têm funções bem definidas, enquanto ela parece não ter uma. Determinada a encontrar seu propósito, Smurfette embarca em uma jornada repleta de aventuras e descobertas em uma floresta encantada, onde encontra criaturas mágicas e encantadoras. Entretanto, o vilão Gargamel está de olho em Smurfette e a segue nesta busca emocionante. Com dubladores talentosos como Angelica Borges, Rodrigo Lombardi e Ivete Sangalo, esta animação dirigida por Kelly Asbury nos leva a uma viagem colorida e cheia de magia com os adoráveis Smurfs.

O Corujão, conhecido por sua seleção de filmes envolventes, começa logo após mais uma edição de Fuzuê. Não perca esta oportunidade de relaxar e se divertir com as histórias emocionantes desses dois filmes encantadores. É a combinação perfeita para uma noite aconchegante em casa, onde a magia do cinema ganha vida na sua tela.

Whalefall | Filme com Josh Brolin e Austin Abrams ganha primeiro trailer e leva história de sobrevivência dentro de uma baleia para os cinemas

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A 20th Century Studios divulgou o primeiro trailer de Whalefall, adaptação do romance de Daniel Kraus publicado em 2023. O longa-metragem acompanha Jay Gardiner, um jovem mergulhador que parte em busca dos restos mortais do pai e acaba preso dentro de uma baleia-cachalote durante a expedição. Com pouco tempo para agir e recursos limitados, ele precisa encontrar uma forma de escapar antes que o oxigênio se esgote.

A trama é baseada em um dos elementos centrais do livro: a relação entre Jay e seu pai, Mitt Gardiner, interpretado por Josh Brolin. A busca pelos restos mortais do personagem dá início à história e conduz as decisões do protagonista ao longo da narrativa. O trailer indica que as lembranças dessa relação terão papel importante no desenvolvimento dos acontecimentos. As informações são do Deadline.

Austin Abrams (Euphoria, Lobos e Dash & Lily) assume o papel principal. O elenco também reúne Josh Brolin (Duna e Vingadores: Ultimato), Elisabeth Shue (Cobra Kai e De Volta para o Futuro 2), John Ortiz (Velozes e Furiosos e Bumblebee), Jane Levy (Evil Dead e Zoey e Sua Fantástica Playlist) e Emily Rudd (One Piece e Rua do Medo: Rainha do Baile). A direção é de Brian Duffield, roteirista de A Babá e diretor de Ninguém Vai Te Salvar, que também assina o roteiro ao lado de Daniel Kraus, autor da obra original.

Diferentemente de outros filmes de sobrevivência ambientados em ambientes abertos, o longa-metragem concentra grande parte da narrativa em um espaço extremamente limitado. A história acompanha os esforços do protagonista para lidar com a falta de oxigênio, os ferimentos provocados pelo acidente e o tempo reduzido para encontrar uma saída.

O filme adapta integralmente o romance lançado por Kraus, obra que ganhou destaque por combinar uma história de sobrevivência com um drama familiar centrado em perda, luto e reconciliação. O livro foi publicado em diversos países e rapidamente se tornou um dos trabalhos mais conhecidos do autor.

Whalefall chega aos cinemas dos Estados Unidos em outubro. Até o momento, a 20th Century Studios não confirmou uma data de lançamento para o mercado brasileiro.

Quarteto Fantástico ganha novo trailer com destaque para a Surfista Prateada de Julia Garner

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo (13), o Marvel Studios agitou as redes sociais ao lançar um novo trailer de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, um dos lançamentos mais aguardados do MCU para 2025. Com estreia prevista para o dia 24 de julho, o filme traz uma abordagem fresca da icônica equipe da Marvel — mas o que realmente roubou a cena foi a aparição da enigmática Surfista Prateada, vivida pela talentosa Julia Garner, em uma interpretação que promete mexer com as expectativas dos fãs.

O vídeo, que pode ser visto logo acima, mostra a Surfista Prateada de forma diferente do que muitos conhecem dos quadrinhos. Julia Garner dá vida a uma personagem profunda e solitária, carregada de uma melancolia que vai além do visual futurista. Seu olhar transmite não só o peso de universos percorridos, mas também um misto de desconfiança e esperança, deixando claro que sua história será muito mais do que a de uma mera mensageira cósmica.

A origem da lenda

Baseado na clássica HQ de 1961, criada por Stan Lee e Jack Kirby, o filme dirigido por Matt Shakman (WandaVision) e escrito por Josh Friedman e Jeff Kaplan promete renovar o olhar sobre Reed Richards, Susan Storm, Johnny Storm e Ben Grimm. Após uma missão espacial interrompida por uma tempestade de raios cósmicos, eles retornam à Terra transformados, cada um com habilidades extraordinárias: Reed estica seu corpo; Susan torna-se invisível; Johnny controla o fogo e voa; e Ben se transforma em uma poderosa criatura rochosa.

A prévia divulga cenas que ressaltam a luta interna de cada personagem para aceitar suas mudanças, enquanto se preparam para enfrentar ameaças que desafiarão seus limites — tudo isso embalado por uma estética que mistura o charme retrô dos anos 60 com o futurismo da ficção científica moderna.

Uma nova dimensão para a Surfista Prateada

A presença de Julia Garner como Surfista Prateada é a cereja do bolo do trailer. Diferente da versão clássica, em que o personagem é Norrin Radd, aqui a Marvel dá um passo ousado ao trazer uma mulher para o papel, abrindo caminho para novas interpretações e camadas emocionais. A personagem surge deslizando por nebulosas e estrelas, com uma voz que parece carregar segredos e avisos, deixando os fãs ansiosos para descobrir seu verdadeiro papel dentro da narrativa.

Este olhar mais introspectivo pode indicar que o filme vai explorar não só batalhas épicas, mas também dilemas existenciais e questões filosóficas sobre destino e sacrifício — temas que se encaixam perfeitamente na proposta de renovar a mitologia do Quarteto Fantástico.

Preparando o terreno para o futuro do MCU

Embora o trailer mantenha o mistério sobre quem será o antagonista principal, a aparição da Surfista Prateada já sugere que o filme será a porta de entrada para eventos cósmicos mais amplos dentro do Universo Marvel. É fácil imaginar conexões com ameaças que se estendem para além da Terra, preparando o público para a próxima fase do MCU, possivelmente alinhando o Quarteto Fantástico com os futuros desdobramentos de Guerras Secretas.

Mais do que uma simples reinvenção, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos parece ter a ambição de colocar a equipe no centro das discussões emocionais e científicas do universo Marvel, com uma narrativa que vai explorar a transformação pessoal e coletiva desses heróis.

Witch Hat Atelier ganha novo trailer e confirma estreia do anime para abril de 2026

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A magia está mais viva do que nunca para os fãs de Witch Hat Atelier. Nesta terça-feira (12), a Crunchyroll revelou o segundo trailer da tão aguardada adaptação do mangá de Kamome Shirahama, reacendendo o entusiasmo de uma comunidade que acompanha a obra desde seus primeiros capítulos em 2016. A prévia chegou acompanhada de outra novidade igualmente importante: o anime estreia oficialmente em abril de 2026, ainda sem uma data exata anunciada — mas já com a expectativa lá no alto.

O novo trailer se concentra no tom da série, misturando delicadeza, fantasia e um senso crescente de mistério que sempre acompanhou o mangá. Além disso, foi revelado quem dará voz aos protagonistas: Rena Motomura (Maebashi Witches) interpretará Coco, enquanto Natsuki Hanae, famoso mundialmente por viver Tanjiro Kamado em Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba, será o responsável pela voz de Qifrey. A escalação reforça o cuidado da produção em trazer atores capazes de captar a sensibilidade e a intensidade emocional que a história exige. Abaixo, confira o vídeo:

Uma adaptação aguardada por fãs do mundo inteiro

Desde que Witch Hat Atelier começou a ser publicado na revista Morning Two, da Kodansha, em 2016, leitores do mundo inteiro pedem uma adaptação que faça jus à riqueza visual e narrativa da obra. Shirahama é conhecida por sua arte elaborada, com traços detalhados e uma estética que mistura fantasia clássica com elegância barroca. A expectativa por um anime sempre veio acompanhada de um questionamento: seria possível traduzir a beleza das páginas para animação sem perder sua essência?

Agora, com a produção assinada pelo estúdio Bug Films, os fãs finalmente recebem sua resposta — e os primeiros trailers mostram que a equipe está comprometida em preservar a atmosfera do mangá. Cenários inspirados, uso cuidadoso de luz natural, paleta de cores suave e uma direção que aposta no encantamento visual parecem sinalizar que a adaptação tem potencial para se tornar uma das mais belas dos últimos anos.

Além disso, a obra vive seu melhor momento em termos de popularidade. Em novembro de 2025, o mangá ultrapassou 7 milhões de cópias em circulação, consolidando-se como uma das séries mais queridas do catálogo adulto da Kodansha. Entre seus reconhecimentos mais importantes estão o Prêmio Harvey (2020 e 2025) e o Prêmio Eisner, que consagrou a edição americana como Melhor Material Internacional – Ásia.

Uma heroína guiada pela curiosidade e pela coragem

No centro da história está Coco, uma menina gentil e criativa, filha de uma costureira. Desde pequena, ela sonha em se tornar uma bruxa — uma possibilidade proibida para alguém sem talento mágico inato. Nesse mundo, a magia é restrita a poucos escolhidos e guardada sob regras rígidas.

Tudo muda quando Coco conhece o bruxo Qifrey. Ao testemunhar um feitiço sendo criado por meio de um desenho mágico, ela descobre que a magia pode não ser tão inacessível quanto imaginava. Fascinada, ela tenta imitar o processo e acaba libertando uma energia que transforma sua mãe em pedra. Sem entender o que fez — e desesperada para desfazer o feitiço — Coco se junta a Qifrey como sua aprendiz.

Esse ponto de partida é o que impulsiona toda a trama. Coco passa a explorar um mundo cheio de encantamentos e criaturas misteriosas, mas também descobre que magia e poder têm um preço alto. O clã dos Chapéus de Aba Larga, um grupo clandestino que busca restaurar o uso livre da magia, demonstra interesse especial pela garota. Eles acreditam que Coco pode ser a chave para quebrar as leis impostas há gerações — leis que existem justamente para evitar o retorno de calamidades provocadas por magos descontrolados no passado.

E é aí que mora a tensão narrativa: enquanto Coco se maravilha com um universo novo, ela também se vê envolvida em uma teia de segredos, perseguições e intenções ocultas.

Magia, responsabilidade e um mundo que guarda mais mistérios do que respostas

A construção do mundo de Witch Hat Atelier sempre foi um dos grandes triunfos de Kamome Shirahama. No mangá, a magia funciona por meio de desenhos rúnicos traçados com precisão. Não é um poder que vem “de dentro”, mas sim um conhecimento técnico — o que a torna potencialmente acessível a qualquer pessoa. Por isso, existe uma Assembleia encarregada de controlar e esconder essas informações, indo ao ponto de apagar a memória de qualquer indivíduo não iniciado que descobre os segredos da magia.

Essa dinâmica cria uma tensão ética constante. Coco, ao mesmo tempo em que aprende feitiços novos e se deslumbra com a beleza do desconhecido, percebe que seu envolvimento com a magia não afetou apenas sua mãe. Ele expôs sua própria vida a poderes que ela não compreende e atraiu a atenção de forças antigas e perigosas.

Qifrey, por sua vez, esconde suas próprias motivações e um passado que parece profundamente entrelaçado com os Chapéus de Aba Larga. No trailer, algumas cenas sugerem que essa camada sombria do personagem será explorada desde os primeiros episódios, ampliando ainda mais o peso dramático da história.

O fenômeno da cozinha mágica

Um detalhe que muitos novos fãs desconhecem é que o universo criado por Shirahama cresceu ao ponto de gerar até um spin-off. A série Witch Hat Atelier Kitchen estreou em 2019 no canal Morning Two e acompanha personagens do mangá em aventuras culinárias repletas de magia.
O especial é leve, divertido e funciona como um complemento acolhedor ao tom mais sério da história principal.

Com o anime de 2026 chegando, muitos fãs esperam que o spin-off também receba algum tipo de adaptação futuramente — especialmente agora que o interesse pelo universo está maior do que nunca.

Estrelado por Denise Fraga, Sonhar com Leões ganha trailer oficial

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O cinema brasileiro se prepara para abraçar uma história que toca fundo no coração, feita com delicadeza, coragem e muita verdade. Sonhar com Leões, protagonizado pela talentosa Denise Fraga e dirigido por Paolo Marinou-Blanco, chega às telas no dia 11 de setembro, depois de conquistar olhares atentos e emocionados em festivais mundo afora. Esse filme especial envolve o espectador com sua sensibilidade, misturando momentos de leveza e risos com reflexões profundas sobre a vida, o tempo que temos e a forma como escolhemos viver. Abaixo, confira o trailer divulgado:

O que move Sonhar com Leões?

No centro da trama está Gilda, uma mulher brasileira vivendo em Lisboa que enfrenta um diagnóstico terminal de câncer, com expectativa de vida de apenas um ano. Mas, mais do que uma narrativa sobre doença, o filme fala sobre o desejo de manter a própria identidade, a dignidade e a vontade de escolher como viver e morrer.

Paolo Marinou-Blanco, que também assina o roteiro, constrói uma tragicomédia baseada na experiência pessoal que viveu ao acompanhar o fim da vida do seu pai. Para ele, a morte não precisa ser um tabu carregado de silêncio e tristeza absoluta. Pelo contrário: o humor e o riso são formas de resistência, de afirmar a vida mesmo diante da dor.

O filme surge, portanto, como uma pergunta aberta para todos nós: até onde a vida é um peso a carregar, e até que ponto pode ser um ato de vontade e coragem? E, se vivemos com essa consciência, como lidar com os últimos momentos sem perder a humanidade?

Denise Fraga em um papel inesquecível

O desafio de interpretar Gilda coube à atriz Denise Fraga, que não apenas abraçou o papel, mas também se emocionou profundamente com a história. Para Denise, Gilda é uma das personagens mais ricas e complexas que já teve a oportunidade de vivenciar.

“A força da personagem está na sua humanidade — ela ri, sofre, ama e enfrenta o medo. É uma mulher que não se entrega, que luta para ser ela mesma até o fim”, comenta Denise. Segundo ela, o equilíbrio entre o humor e a dor que o roteiro oferece faz com que o filme tenha uma verdade que toca o espectador de forma única.

Ela destaca também o jeito sensível com que Paolo dirige a história, criando um espaço onde a tragicomédia não se torna leve demais, nem pesada em excesso. “É um fio da navalha muito delicado, que ele percorre com maestria. E o público vai se identificar, com certeza.”

Reconhecimento além das fronteiras

Antes de estrear no Brasil, o longa-metragem já rodou o mundo em festivais importantes. A estreia internacional aconteceu no Black Nights Film Festival, na Estônia, onde recebeu elogios pela originalidade e profundidade. O filme também foi exibido no Red Sea International Film Festival, na Arábia Saudita, e no Festival Internacional de Cinema de Guadalajara, no México — um percurso que demonstra o alcance universal da história de Gilda.

Agora, o filme chega ao Brasil para sua première nacional durante o Festival de Cinema de Gramado, evento que celebra o melhor da produção audiovisual brasileira e que poderá premiar o longa com o Kikito, a mais tradicional honraria do festival.

Uma coprodução entre Brasil, Portugal e Espanha

O filme é um exemplo vivo da força do cinema colaborativo, resultado da união entre produtoras de três países: Capuri (Brasil), Promenade e Darya Filmes (Portugal) e Cinètica (Espanha). Essa coprodução internacional reflete na riqueza do filme, que explora com sensibilidade a experiência de uma brasileira em solo estrangeiro.

Além disso, a distribuição pelo selo Pandora Filmes para Brasil e América Latina, e pela Nos Audiovisuais para Portugal e África, mostra o desejo de alcançar públicos diversos e promover um diálogo sobre temas tão universais quanto a vida, a doença e a coragem.

O que o público pode esperar?

Assistir a “Sonhar com Leões” é embarcar em uma jornada cheia de nuances, onde o humor surge como alívio e como resistência. O filme não foge da tristeza, mas também não a deixa dominar completamente. Essa mistura traz autenticidade e permite que o espectador se conecte com Gilda e com seus conflitos, seus medos e suas pequenas vitórias.

É um convite para refletir sobre como lidamos com a finitude, como cuidamos da nossa própria história e da história daqueles que amamos. Mais do que isso, é um chamado para enxergar a beleza da vida mesmo quando o cenário parece sombrio.

Dica na Netflix: Te Espero no Fim da Jornada — Um filme sobre encontros improváveis, feridas abertas e o poder transformador da conexão

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Foto: Reprodução/ Internet

Algumas histórias não precisam de grandes reviravoltas para emocionar. Elas só precisam ser honestas. Te Espero no Fim da Jornada é assim: um filme que fala baixinho, mas que vai fundo. Não grita, não pressiona, não tenta ser o que não é — e talvez por isso mesmo, acabe tocando de um jeito inesperado.

Na trama, conhecemos Tian Yu, um escritor de Hong Kong que já teve seus dias de brilho, mas hoje caminha à beira do próprio abismo. Assombrado por uma acusação de plágio e por lembranças que ainda doem, ele carrega um vazio difícil de explicar. Em meio ao caos interno, decide embarcar numa viagem até Taipei — uma fuga, talvez. Ou um último suspiro antes de desistir de tudo.

É lá que ele conhece Xiang, um jovem que vive à margem, entre becos e riscos, mas que tem no olhar uma certa inquietude bonita de se ver. Xiang não pergunta muito, não invade. Apenas oferece companhia, abrigo e uma promessa: levar Tian Yu até a tal Baía das Baleias, um lugar escondido no mapa, que dizem ser passagem para algo maior — um tipo de paraíso, quem sabe.

O que começa como uma jornada geográfica logo se transforma numa viagem interna. E o que parecia apenas um roteiro improvável entre um escritor melancólico e um quase-gângster, vai revelando um vínculo que não se encaixa em definições fáceis. Há silêncio, mas também afeto. Há mágoa, mas também esperança. E, acima de tudo, há o reconhecimento de que, às vezes, tudo o que a gente precisa é encontrar alguém que nos veja de verdade.

Dirigido por Angel Ihan Teng, o longa taiwanês é puro lirismo. A câmera passeia com calma, permitindo que a relação entre os protagonistas floresça com tempo, com verdade, com espaço para respirar. Nada é forçado — nem o drama, nem a emoção. O filme entende que as grandes mudanças acontecem no detalhe: num toque, num desabafo tímido, num gesto de cuidado que salva sem alarde.

🎬 Ficha Técnica
Título: Te Espero no Fim da Jornada
Direção: Angel Ihan Teng
Elenco: Terrance Lau Chun-him, Fandy Fan, Chan Tzu-hsuan
Duração: 1h43min
Gênero: Drama romântico / Taiwanês
Na Netflix
Classificação indicativa: 16 anos

Fúlvio Stefanini celebra sete décadas de carreira e fala sobre legado, vocação e a nova cara da televisão

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Se a arte é um espelho do tempo, poucos atores brasileiros refletiram tantas eras, estilos e formatos quanto Fúlvio Stefanini. Com impressionantes sete décadas de carreira, ele já foi galã de novela, patriarca de família, homem em crise, político, cômico, trágico, sonhador e realista. Aos 87 anos, não apenas continua em cena — como continua com algo raro: relevância.

Na noite desta quarta-feira (9), Fúlvio é o convidado do apresentador Ronnie Von no programa Companhia Certa, da RedeTV!, onde relembra passagens marcantes da vida artística, compartilha aprendizados e joga luz sobre um tema que lhe é caro: a vocação verdadeira pela arte de interpretar.

“A televisão mudou porque o mundo mudou”

Durante o papo com Ronnie, Fúlvio fala com franqueza e serenidade sobre as transformações que assistiu — de dentro — no fazer televisivo. O tempo das famílias reunidas no sofá, esperando o capítulo das 20h, parece coisa de um Brasil que já não existe. E ele sabe disso. “As pessoas não têm mais tempo para assistir novela”, observa. “Mudou o comportamento, a vida do telespectador. É preciso acompanhar a vida como ela se apresenta.”

Longe de um saudosismo amargo, Stefanini encara as mudanças com maturidade. Ele entende que os formatos precisam se adaptar ao mundo veloz, múltiplo e fragmentado de hoje — mas reconhece, com certa nostalgia, que as novelas perderam a centralidade que um dia tiveram na formação cultural do brasileiro.

Uma vida dedicada à arte — e à persistência

Sete décadas de carreira não se constroem com sorte. E Fúlvio é direto ao falar sobre isso: “Só os apaixonados conseguem seguir em frente, porque não é fácil. É uma profissão competitiva, que exige talento, perseverança, determinação e, acima de tudo, vocação.”

A fala tem peso. Afinal, Stefanini viu gerações de artistas irem e virem, viu modas passarem e estilos nascerem. E seguiu ali, reinventando-se sem trair sua essência. Ele sabe que, no palco ou diante da câmera, quem não ama profundamente o que faz, desiste no primeiro tropeço.

Palco e paternidade: o encontro entre gerações em O Pai

Hoje, Fúlvio está em cartaz com o espetáculo “O Pai”, no Teatro UOL, onde interpreta um homem em processo de perda cognitiva, num mergulho íntimo, sensível e devastador sobre o avanço da demência. A peça lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator (2017) e o Prêmio Bibi Ferreira (2023).

Mas o que torna essa montagem ainda mais especial é quem está por trás da direção: seu filho, Léo Stefanini. É sobre esse laço artístico-familiar que o ator reflete com ternura: “Essa é uma das poucas profissões que não são institucionais. Pai não doa espectador para o filho”, diz, com sorriso no rosto e olhos marejados. “Mas estar em cena dirigido por ele é uma troca rara. Um diálogo entre gerações que vai muito além do texto.”

Trata-se, aqui, não só de encenar uma peça, mas de dividir o palco da vida — e da arte — com quem herdou o ofício, mas trouxe novos olhares, novas perguntas e nova escuta.

Um tributo em forma de conversa

A participação de Fúlvio no Companhia Certa é mais do que uma entrevista: é uma celebração em vida. Um tributo a um artista que não parou no tempo, que acompanha as transformações do mundo com humildade, mas sem perder a memória de onde tudo começou.

Aos 87 anos, ele segue atuando com a vitalidade de um estreante e a sabedoria de um mestre. Sabe que envelhecer em cena é resistir, mas também aceitar a passagem do tempo como matéria-prima da arte.

Em tempos de pressa, superficialidade e fama instantânea, Fúlvio Stefanini é o oposto disso tudo: consistência, profundidade e entrega.

Veja qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta sexta, 20 de março, na TV Globo

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Tooth Fairy (2010) Directed by Michael Lembeck Shown: Dwayne Johnson

A Sessão da Tarde exibe nesta sexta-feira, 20 de março de 2026, o filme O Fada do Dente (Tooth Fairy), comédia familiar estrelada por Dwayne Johnson. Lançado em 2010, o longa combina elementos de fantasia e humor para contar uma história centrada em transformação pessoal, responsabilidade e amadurecimento.

Na trama, Derek Thompson é um jogador profissional de hóquei conhecido por sua postura agressiva dentro das quadras. O apelido “Fada do Dente” não surge por acaso: ele é temido por seus adversários justamente por provocar lesões frequentes, especialmente a perda de dentes durante as partidas. Fora do esporte, Derek mantém uma postura igualmente rígida, demonstrando pouca sensibilidade ao lidar com outras pessoas — sobretudo com crianças.

O ponto de virada da narrativa ocorre quando o personagem interfere diretamente na imaginação de uma menina ao negar a existência da fada do dente. A atitude desencadeia uma consequência inesperada: Derek é condenado a cumprir uma espécie de “pena” no universo mágico, sendo obrigado a atuar como uma verdadeira fada do dente por um período determinado.

A partir desse momento, o protagonista é inserido em uma realidade completamente diferente da que conhece. Equipado com asas, ferramentas incomuns e uma série de regras a seguir, ele passa a enfrentar situações que exigem delicadeza, atenção e empatia — características que contrastam com seu comportamento inicial. O choque entre esses dois universos funciona como motor da narrativa, criando situações cômicas enquanto conduz o personagem a um processo gradual de mudança.

Ao longo da história, Derek passa a compreender o impacto de suas atitudes, especialmente no que diz respeito à influência sobre o imaginário infantil. A experiência no mundo mágico se transforma em um aprendizado sobre responsabilidade emocional, levando-o a rever suas escolhas e a reconstruir sua relação com aqueles ao seu redor.

O elenco do filme reúne nomes conhecidos do público. Além de Dwayne Johnson no papel principal, participam Ashley Judd, Julie Andrews e Stephen Merchant, que contribuem para o desenvolvimento da narrativa e para o equilíbrio entre humor e fantasia. A direção é de Michael Lembeck, que conduz o longa com foco no público familiar e em uma linguagem acessível.

Produzido pela Walden Media e distribuído pela 20th Century Fox, o filme foi rodado majoritariamente em Vancouver, no Canadá. As cenas de hóquei foram gravadas em arenas reais, o que contribui para dar autenticidade às sequências esportivas.

A trilha sonora, composta por George S. Clinton, foi gravada com uma orquestra completa, reforçando o caráter leve e lúdico da produção. O resultado é uma ambientação que dialoga diretamente com o público infantil, ao mesmo tempo em que mantém elementos capazes de entreter espectadores de diferentes idades.

Em termos de desempenho comercial, O Fada do Dente apresentou resultados expressivos. Mesmo com recepção negativa da crítica especializada à época do lançamento, o longa conseguiu atrair o público e superar a marca de 100 milhões de dólares em bilheteria mundial. O desempenho consolidou o filme como um produto de forte apelo popular, especialmente no segmento de entretenimento familiar.

A exibição na Sessão da Tarde reforça essa vocação. Tradicional na programação da TV aberta brasileira, a faixa é conhecida por reunir títulos acessíveis, com narrativas diretas e temáticas universais. Nesse contexto, o filme se encaixa ao propor uma história de transformação pessoal construída a partir de uma situação fantástica, mas com consequências que dialogam com a realidade.

Ao abordar temas como empatia, responsabilidade e amadurecimento, o longa segue uma estrutura narrativa recorrente no cinema voltado ao público familiar. O protagonista, inicialmente resistente à mudança, é colocado em uma situação fora de sua zona de conforto, o que o leva a reavaliar suas atitudes e a desenvolver uma nova perspectiva sobre o mundo ao seu redor.

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