Super Tela deste sábado (10) traz o drama esportivo Nocaute à Record TV

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O Super Tela deste sábado, 10 de janeiro de 2026, leva ao ar um drama esportivo intenso e emocional que vai muito além dos socos e cinturões. Nocaute, dirigido por Antoine Fuqua e com roteiro de Kurt Sutter, apresenta uma história de queda e reconstrução que usa o boxe como pano de fundo para falar sobre luto, paternidade, autocontrole e redenção.

No centro da narrativa está Billy “The Great” Hope, interpretado por Jake Gyllenhaal em uma das atuações mais exigentes de sua carreira. Billy é um campeão consagrado, conhecido por sua agressividade no ringue e por uma sequência impressionante de vitórias. Fora dele, porém, sua vida é guiada por impulsos, explosões de raiva e decisões tomadas no calor do momento. O filme deixa claro desde o início que o sucesso esportivo não foi acompanhado por maturidade emocional. (Via: AdoroCinema)

A virada da história acontece de forma abrupta, quando uma tragédia pessoal desmonta completamente a estrutura que Billy acreditava ser inabalável. Em pouco tempo, ele perde o controle da carreira, da estabilidade financeira e, principalmente, da própria família. A narrativa acompanha essa queda sem suavizar as consequências, mostrando como a fama pode se tornar vazia quando não existe equilíbrio interno.

Jake Gyllenhaal constrói um personagem fisicamente imponente, mas emocionalmente frágil. Sua transformação corporal impressiona, mas é na vulnerabilidade que o ator realmente se destaca. Billy não é retratado como um herói clássico: ele erra repetidamente, machuca quem ama e precisa enfrentar seus próprios limites antes de pensar em voltar ao topo. Essa abordagem torna a jornada do personagem mais humana e fácil de ser sentida pelo público.

O ponto de virada surge quando Billy cruza o caminho de Titus “Tick” Wills, vivido por Forest Whitaker. Treinador experiente e reservado, Tick representa uma filosofia oposta à violência descontrolada que sempre definiu o protagonista. Mais do que ensinar técnicas de luta, ele impõe disciplina, silêncio e reflexão, mostrando que força verdadeira também passa por autocontrole e responsabilidade.

Paralelamente à reconstrução profissional, o filme desenvolve com sensibilidade a relação de Billy com sua filha. É nesse vínculo que Nocaute encontra sua carga emocional mais forte. O personagem precisa provar que é capaz de mudar não para o público ou para o esporte, mas para a criança que observa suas escolhas e sofre as consequências delas. Essa luta íntima, silenciosa e contínua dá profundidade à história e eleva o drama para além do gênero esportivo.

Rachel McAdams tem uma participação essencial para estabelecer o impacto da perda que move toda a trama. Sua presença reforça o contraste entre o início glorioso da carreira de Billy e o vazio que se instala depois, ajudando a dar peso emocional às decisões do protagonista e ao caminho que ele precisa percorrer para se reerguer.

A trilha sonora é outro elemento marcante do filme. Nocaute foi o último trabalho do compositor James Horner, falecido pouco antes do lançamento. Sua música acrescenta intensidade e melancolia às cenas, funcionando quase como uma extensão emocional dos personagens. O projeto musical também contou com Eminem como produtor executivo, cuja participação reforça o tom de superação e resistência que permeia toda a narrativa.

Lançado em 2015, o filme teve bom desempenho comercial, arrecadando cerca de US$ 88 milhões em bilheteria mundial, frente a um orçamento de US$ 25 milhões. O resultado confirma a força de uma história que consegue dialogar tanto com fãs de filmes esportivos quanto com quem busca um drama humano, centrado em emoções reais e conflitos internos.

Onde posso assistir?

Além da exibição na Super Tela, Nocaute também está disponível para quem prefere assistir no streaming. O filme pode ser encontrado no Amazon Prime Video, integrando o catálogo do serviço para assinantes.

Descubra qual filme vai passar no Supercine deste sábado, 10 de janeiro, na TV Globo

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Previsto para ser exibido no Supercine deste sábado, 10 de janeiro de 2026, De Pernas pro Ar é daqueles filmes que chegam com a promessa de risadas, mas entregam muito mais do que humor fácil. A comédia brasileira, dirigida por Roberto Santucci, conquistou o público ao tocar em temas sensíveis da vida adulta com leveza, irreverência e uma boa dose de identificação, especialmente para quem já se sentiu engolido pela rotina de trabalho.

A história gira em torno de Alice, interpretada por Ingrid Guimarães em um de seus papéis mais marcantes no cinema. Ela é uma executiva competente, focada e completamente dedicada à carreira. Para Alice, o trabalho sempre vem em primeiro lugar — e tudo o que sobra acaba ficando em segundo plano. O casamento, o filho, os momentos de descanso e até os próprios desejos são constantemente adiados em nome da produtividade e das metas profissionais.

Esse modo de vida, que à primeira vista parece sinal de sucesso, começa a ruir de forma abrupta. Em um curto intervalo de tempo, Alice perde o emprego e o marido, sendo obrigada a encarar um vazio que ela vinha ignorando há anos. Sem o crachá e sem a estabilidade emocional que acreditava ter, a personagem precisa reaprender quem ela é fora do escritório.

É nesse momento de virada que surge Marcela, vivida por Maria Paula. Vizinha de Alice, ela é praticamente o oposto da protagonista: espontânea, livre e dona de um pequeno sex shop chamado Sex Delícia, que está à beira da falência. O encontro entre as duas não só muda o rumo do negócio, como transforma profundamente a vida pessoal de Alice, dando início a uma amizade improvável e extremamente transformadora.

Ao se envolver com o sex shop, Alice leva sua experiência corporativa para um universo que nunca imaginou explorar. O que começa como uma tentativa de ajudar uma amiga acaba se tornando uma oportunidade de reinvenção profissional e pessoal. O filme trata o tema da sexualidade com humor e naturalidade, quebrando tabus sem cair no vulgar, e mostrando como o prazer e a autoestima também fazem parte de uma vida equilibrada.

Mais do que falar sobre sexo, De Pernas pro Ar discute a pressão imposta às mulheres para serem impecáveis em todas as áreas da vida. O roteiro expõe, de forma bem-humorada, a cobrança por sucesso profissional, dedicação à família e realização pessoal — tudo ao mesmo tempo. Alice aprende, ao longo da trama, que não é preciso abrir mão de quem se é para ser bem-sucedida, e que prazer e responsabilidade podem, sim, caminhar juntos.

O elenco afiado contribui para o carisma da narrativa, com participações de nomes como Bruno Garcia, Flávia Alessandra, Denise Weinberg e Cristina Pereira, que ajudam a enriquecer a trama com personagens cheios de personalidade. A direção aposta em um ritmo ágil e popular, tornando o filme acessível para diferentes públicos e idades.

O sucesso foi imediato. Lançado no fim de 2010, De Pernas pro Ar levou milhões de espectadores aos cinemas, arrecadando cerca de R$ 35 milhões, um número expressivo para o cinema nacional. O desempenho garantiu uma sequência em 2012, consolidando a história como uma das franquias de comédia mais queridas da década.

Trailer de “Hong, a Infiltrada” revela comédia afiada e espionagem corporativa em novo k-drama da Netflix

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A Netflix divulgou oficialmente o primeiro trailer de Hong, a Infiltrada, e as imagens já indicam uma produção que equilibra com precisão leveza, humor e reviravoltas inteligentes. Em parceria com a tvN, a plataforma aposta em uma fórmula promissora para 2026 ao reunir carisma, diálogos afiados e uma protagonista feminina forte em meio a um ambiente corporativo repleto de intrigas. Ambientado em Seul, em 1997 — um dos momentos mais turbulentos da história econômica da Coreia do Sul —, o k-drama se destaca ao explorar jogos de identidade, disputas de poder e estratégias de sobrevivência no mundo do trabalho, oferecendo uma narrativa envolvente e atual, mesmo ancorada em um período histórico marcante.

Estrelada por Park Shin-hye, a série apresenta a atriz em um papel que foge do romance tradicional e aposta em comédia de situação, investigação e crítica social. Aqui, ela vive Hong Keum-bo, uma inspetora de elite do Serviço de Supervisão Financeira, conhecida por sua competência impecável e por colocar o trabalho acima de qualquer vida pessoal. Aos 35 anos, Keum-bo é vista como uma profissional fria, metódica e quase inalcançável dentro da hierarquia do governo.

Tudo muda quando movimentações financeiras suspeitas são detectadas em uma grande empresa de investimentos. Diante da possibilidade de um esquema ilegal envolvendo fundos milionários, Keum-bo recebe uma missão incomum: se infiltrar dentro da corporação para investigar as irregularidades por conta própria. Para isso, ela assume uma nova identidade, transformando-se em Hong Jang-mi, uma jovem funcionária júnior de apenas 20 anos, recém-contratada e cheia de inseguranças aparentes.

A escolha não é aleatória. Graças à sua aparência naturalmente jovem, Keum-bo consegue passar despercebida entre estagiários e funcionários iniciantes. No entanto, o que parecia uma missão simples logo se revela um verdadeiro teste de resistência emocional. Ao entrar na Hanmin Investment & Securities, ela se depara com um ambiente de trabalho caótico, marcado por hierarquias rígidas, competição extrema, fofocas, favoritismos e segundas intenções escondidas atrás de sorrisos corporativos.

É nesse contraste que a série encontra sua força. Enquanto Keum-bo domina relatórios financeiros e investigações complexas, ela precisa fingir desconhecimento básico, cometer erros “ingênuos” e engolir ordens absurdas para manter sua cobertura. As situações rendem momentos cômicos constantes, especialmente quando sua experiência entra em conflito com o papel de funcionária inexperiente que precisa desempenhar.

Ao mesmo tempo, a trama não se limita ao humor. Ambientada no contexto da crise financeira asiática de 1997, a série utiliza o pano de fundo histórico para discutir ambição desenfreada, corrupção corporativa e o impacto humano das decisões tomadas nos altos escalões. A investigação de Keum-bo revela não apenas números suspeitos, mas também como o sistema engole funcionários comuns, que muitas vezes sequer compreendem os riscos que correm.

Conforme a protagonista se adapta à vida no escritório, surgem amizades inesperadas, pequenas rivalidades e vínculos que desafiam sua postura rígida. A convivência diária faz com que Keum-bo questione suas próprias escolhas, especialmente o fato de ter dedicado toda a vida ao trabalho, deixando relações pessoais em segundo plano. A série explora essa dualidade com sensibilidade, mostrando que sua missão não é apenas profissional, mas também profundamente pessoal.

O elenco de apoio contribui para enriquecer esse universo. Ha Yoon-kyung interpreta uma colega de trabalho perspicaz, que começa a desconfiar que Jang-mi não é tão ingênua quanto parece. Já Cho Han-gyeol dá vida a um personagem ambicioso, envolvido diretamente nas engrenagens de poder da empresa. O destaque também fica para a presença de um CEO carismático e perigoso, cuja relação com a protagonista oscila entre tensão, desconfiança e interesse estratégico.

Nos bastidores, Hong, a Infiltrada reúne nomes de peso da indústria sul-coreana. A direção é de Park Sun-ho, responsável por sucessos como Pretendente Surpresa e Brewing Love, conhecido por equilibrar comédia, ritmo ágil e emoção. O roteiro é assinado por Moon Hyun-kyeong, de Dentro do Ringue, trazendo diálogos afiados e personagens bem construídos. A produção é da Studio Dragon, em parceria com a Celltrion Entertainment, duas potências dos k-dramas contemporâneos.

Originalmente desenvolvido sob o título provisório “Miss Undercover Boss”, o projeto ganhou identidade própria ao apostar em uma narrativa feminina forte, ambientação nostálgica e crítica social acessível. O figurino, os cenários e a trilha sonora ajudam a transportar o público para o fim dos anos 1990, criando uma atmosfera que mistura charme retrô e tensão corporativa.

A estreia de “Hong, a Infiltrada” está marcada para 17 de janeiro de 2026, com exibição na tvN, aos sábados e domingos, às 21h10 (horário da Coreia do Sul). A série também estará disponível para streaming na TVING e na Netflix, garantindo acesso simultâneo ao público internacional.

Saiba qual filme vai passar no Corujão desta quinta, 8 de janeiro, na TV Globo

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A Globo leva ao ar no Corujão desta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, o longa-metragem brasileiro “45 do Segundo Tempo”, um drama sensível que mistura amizade, memórias, futebol e reflexões profundas sobre a vida, o tempo e as escolhas que fazemos ao longo do caminho.

Na trama, Pedro, vivido por Tony Ramos, decide reencontrar dois grandes amigos do colégio após quatro décadas de afastamento. Ivan (Cássio Gabus Mendes) e Mariano (Ary França) se juntam a ele para recriar uma foto tirada em 1974, durante a inauguração do metrô de São Paulo. O que começa como um reencontro nostálgico logo se transforma em uma longa conversa sobre envelhecimento, frustrações, sonhos não realizados e os rumos que cada um seguiu. (Via: AdoroCinema)

Durante esse encontro carregado de lembranças e emoções, Pedro faz uma revelação inesperada: ele decidiu tirar a própria vida. No entanto, antes disso, impõe a si mesmo um último desejo — ver seu time do coração finalmente conquistar um título. A partir daí, o filme constrói uma narrativa delicada e humana, equilibrando momentos de melancolia, afeto e até humor, enquanto os personagens tentam lidar com a gravidade da situação.

Dirigido por Luiz Villaça, “45 do Segundo Tempo” se destaca pela abordagem sensível de temas como saúde mental, amizade masculina e o medo de envelhecer, sem recorrer a exageros ou discursos fáceis. O futebol surge como metáfora da esperança e da espera, funcionando como um fio emocional que conecta o passado, o presente e o futuro desses homens.

Além do trio principal, o elenco conta ainda com Denise Fraga e Louise Cardoso, que enriquecem a narrativa com personagens que ajudam a ampliar o olhar sobre as relações e os afetos que cercam Pedro.

O filme é uma produção da Bossa Nova Filmes, em coprodução com Globo Filmes, Telecine e SPcine. O projeto começou a ser desenvolvido no primeiro semestre de 2018 e marcou o retorno de Tony Ramos ao cinema como protagonista, após uma longa trajetória de sucesso na televisão. As gravações aconteceram na cidade de São Paulo, cenário que dialoga diretamente com a memória e a identidade dos personagens.

O cartaz e o trailer foram divulgados em 19 de julho de 2021, data escolhida estrategicamente por marcar o Dia Nacional do Futebol, reforçando a ligação emocional do protagonista com o esporte. A estreia nos cinemas brasileiros ocorreu em 12 de maio de 2022, com distribuição da Paris Filmes e Downtown Filmes.

Entre a periferia e o poder: “O Tubarão da Berrini” expõe as engrenagens que moldam destinos no Brasil

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São Paulo é uma cidade de extremos. Arranha-céus reluzentes dividem espaço com realidades invisibilizadas, onde crescer significa aprender a sobreviver antes mesmo de sonhar. É nesse território de contrastes que nasce O Tubarão da Berrini, romance de Marcos Clementino que propõe um olhar sensível, direto e profundamente humano sobre como a sociedade brasileira constrói, limita e, muitas vezes, destrói seus jovens desde a infância.

A obra acompanha a trajetória de Marcolino, um menino frágil, marcado por crises asmáticas, humilhações na escola e uma rotina atravessada pela violência cotidiana. Desde cedo, ele aprende que o medo não é exceção, mas regra. Cada esquina, cada decisão, cada silêncio carrega um peso que não deveria fazer parte da infância, mas que se impõe a quem nasce longe das oportunidades.

Com o avanço da adolescência, o cerco se fecha. Aos 16 anos, Marcolino se envolve em um assalto na região da Berrini, um dos centros financeiros mais simbólicos da cidade. A ação termina em tragédia: ele é baleado por um policial, fica paraplégico e vê sua vida mudar de forma irreversível. O tiro não paralisa apenas seu corpo, mas o obriga a encarar uma nova realidade, marcada por hospitais, dor, culpa e questionamentos profundos sobre fé, justiça e sobrevivência.

Longe de romantizar a violência, o livro expõe com crueza as engrenagens que empurram jovens periféricos para caminhos quase sempre previsíveis. Racismo estrutural, ausência do Estado, falta de políticas públicas, violência institucional e a presença constante do crime organizado formam um cenário onde errar custa caro demais. Clementino constrói essa realidade sem discursos fáceis, permitindo que os fatos falem por si e que o leitor sinta o peso de cada escolha que, na prática, nunca foi totalmente livre.

Um dos grandes acertos da narrativa está na simbologia que dá título à obra. Marcolino é comparado a um tubarão, figura que carrega força, medo e fascínio, mas que também vive isolada, constantemente ameaçada e incompreendida. Assim como o animal, o protagonista é visto como perigo antes de ser reconhecido como ser humano. A metáfora acompanha sua jornada e ajuda a traduzir a solidão de quem precisa endurecer para continuar vivo.

Após um período de internação e passagem pela FEBEM, Marcolino inicia um processo de reconstrução. É uma trajetória marcada por contradições, recaídas e uma espiritualidade que surge mais como necessidade do que como conforto. Anos depois, ele ressurge como empresário e retorna à Berrini, agora em outra posição social. O retorno não é apenas geográfico, mas simbólico: ele encara o mesmo espaço que quase lhe tirou tudo, carregando as marcas de um sistema que falhou em protegê-lo.

Marcos Clementino deixa claro que seu objetivo não é apontar culpados individuais, mas provocar reflexão. O autor aposta em uma narrativa que convida o leitor a enxergar além do rótulo, questionando a lógica que transforma meninos em números, estatísticas ou manchetes. Em vez de respostas prontas, o livro oferece perguntas incômodas sobre responsabilidade coletiva, empatia e o preço de ignorar realidades que insistimos em manter à margem.

O Tubarão da Berrini é, acima de tudo, um retrato duro e necessário do Brasil urbano. Uma história que expõe como talento, inteligência e potencial podem ser sufocados antes mesmo de florescer. Ao final, a obra deixa um alerta silencioso, porém contundente: enquanto continuarmos tratando jovens periféricos como ameaças antes de reconhecê-los como cidadãos, seguiremos alimentando um ciclo de violência que não cria monstros, apenas sobreviveiros.

A Terra Média de volta às telonas! O Senhor dos Anéis retorna aos cinemas e comemora 25 anos de uma das maiores sagas da cultura pop

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A Terra Média está prestes a ganhar vida novamente nas telonas brasileiras. A Warner Bros. Pictures anunciou o relançamento da trilogia completa de O Senhor dos Anéis em versão estendida nos cinemas, em comemoração aos 25 anos de lançamento de A Sociedade do Anel. Entre os dias 22 e 24 de janeiro, o público poderá acompanhar um filme por dia, revivendo uma das jornadas mais marcantes da história do cinema ou descobrindo esse universo pela primeira vez. A pré-venda de ingressos começa no dia 8 de janeiro, pelo Ingresso.com.

A programação especial segue a ordem cronológica da saga. No dia 22, A Sociedade do Anel retorna às telas apresentando o início da missão que mudaria o destino da Terra Média. No dia 23, As Duas Torres aprofunda os conflitos e expande o campo de batalha. Já no dia 24, O Retorno do Rei encerra a trilogia de forma épica, coroando a saga que conquistou o Oscar de Melhor Filme e entrou para a história do cinema. Todas as sessões serão exibidas na versão legendada.

Dirigida por Peter Jackson, a trilogia acompanha a trajetória de Frodo Bolseiro, interpretado por Elijah Wood, um hobbit do pacato Condado que se vê responsável por uma missão maior do que ele mesmo. Em suas mãos está o Um Anel, um artefato criado pelo Senhor Sombrio Sauron e capaz de dominar toda a Terra Média. Para impedir que o mal volte a se espalhar, Frodo parte em uma jornada perigosa ao lado de aliados que representam diferentes povos, culturas e ideais.

A força de O Senhor dos Anéis no cinema está diretamente ligada à riqueza do material original. A saga literária foi escrita por J.R.R. Tolkien entre 1937 e 1949, em um período marcado por profundas transformações históricas, incluindo a Segunda Guerra Mundial. Concebida como uma continuação de O Hobbit, a obra acabou sendo publicada em três volumes entre 1954 e 1955, tornando-se rapidamente um fenômeno literário. Ao longo das décadas, os livros foram traduzidos para mais de 40 idiomas e ultrapassaram a marca de 160 milhões de cópias vendidas, consolidando-se como um dos maiores sucessos da literatura do século XX.

No centro de toda a narrativa está o Um Anel, símbolo máximo do poder e da corrupção. Gravada em sua superfície, a inscrição que promete dominar todos os povos resume o perigo que ele representa. Ao longo da história, fica claro que o verdadeiro inimigo não é apenas Sauron, mas a sedução exercida pelo poder absoluto, capaz de destruir até mesmo aqueles que acreditam ser fortes o suficiente para resistir.

No Brasil, O Senhor dos Anéis teve uma trajetória editorial marcante. A primeira edição em português foi lançada na década de 1970, dividida em seis volumes, o que gerou debates entre leitores e estudiosos. Com o passar dos anos, novas traduções surgiram até que a HarperCollins Brasil assumiu os direitos de publicação da obra. A editora optou por uma tradução mais fiel às escolhas linguísticas de Tolkien, adotando termos como Anãos, Orques, Gobelins e Trevamata, alinhados à sonoridade e à intenção original do autor. Embora essas mudanças tenham causado estranhamento em parte do público, elas reforçam o cuidado em preservar a essência do universo criado por Tolkien.

Ambientada na Terceira Era da Terra Média, a saga se passa em um mundo fictício inspirado em mitologias europeias, especialmente nas tradições nórdicas e germânicas. Humanos, elfos, anãos, hobbits, ents e outras criaturas coexistem em um cenário que mistura fantasia, história e filosofia. Tolkien chegou a afirmar que imaginava a Terra Média como uma versão mitológica do nosso próprio mundo, situada milhares de anos no passado.

Mais do que uma aventura épica, O Senhor dos Anéis aborda temas universais como amizade, sacrifício, esperança e resistência diante da escuridão. A narrativa acompanha a Guerra do Anel sob diferentes perspectivas, mostrando como decisões individuais podem impactar o destino de todo um mundo. Os apêndices que acompanham os livros ampliam ainda mais esse universo, oferecendo detalhes históricos, linguísticos e culturais que ajudam a explicar a complexidade da Terra Média.

O impacto da obra ultrapassa os limites da literatura e do cinema. O Senhor dos Anéis influenciou gerações de artistas e criadores, deixando marcas profundas na cultura pop. George Lucas já declarou que Star Wars bebeu diretamente da fonte criada por Tolkien, enquanto sagas como As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R.R. Martin, e Harry Potter carregam elementos claros dessa herança. Jogos, séries, músicas e produções audiovisuais continuam se inspirando nesse universo até hoje.

O lançamento da trilogia cinematográfica entre 2001 e 2003 foi responsável por apresentar a obra de Tolkien a um público ainda maior, arrecadando bilhões de dólares em bilheteria e conquistando uma legião de novos fãs. Esse retorno aos cinemas, agora em versão estendida, reforça o caráter atemporal da saga e celebra sua relevância cultural mesmo após 25 anos de sua estreia nas telas.

Heated Rivalry | Série de romance esportivo chega à HBO Max no Brasil em fevereiro

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A HBO Max já tem novidade chegando e ela promete mexer com o coração de quem ama um bom romance com tensão, esporte e muita emoção. Heated Rivalry, uma das séries mais comentadas do ano, estreia no Brasil em fevereiro e leva para a tela a adaptação da famosa saga literária Game Changers, da autora Rachel Reid, sucesso absoluto entre os fãs do gênero.

Por trás da série está Jacob Tierney, roteirista, diretor e produtor canadense conhecido por trabalhos como Letterkenny e Shoresy. Aqui, ele deixa um pouco de lado o humor afiado para apostar em uma história mais intensa e emocional, mas sem perder a naturalidade. O resultado é uma narrativa que fala sobre amor, identidade e decisões difíceis, tudo de um jeito muito real.

A trama gira em torno de Shane Hollander e Ilya Rozanov, dois astros do hóquei profissional. Dentro do rinque, eles são rivais declarados, protagonistas de disputas acirradas e jogos de tirar o fôlego. Fora dele, vivem um relacionamento secreto, cheio de desejo, medo e sentimentos que nenhum dos dois sabe muito bem como lidar.

Vividos por Hudson Williams e Connor Storrie, os protagonistas conquistam não só pelo talento esportivo, mas pela vulnerabilidade que carregam. O que começa como algo casual, ainda na juventude, acaba se transformando em uma conexão profunda ao longo de oito anos, marcada por encontros, afastamentos e aquele sentimento que insiste em não ir embora.

Shane enfrenta o peso de entender sua sexualidade em um ambiente que ainda cobra silêncio emocional e uma masculinidade rígida. Já Ilya lida com expectativas familiares e culturais que o pressionam a ser sempre forte e inabalável. Juntos, eles precisam decidir se vale a pena arriscar tudo — carreira, reputação e futuro — para viver algo verdadeiro.

Um dos grandes acertos da série é tratar o romance de forma madura, sem apelar para clichês fáceis. O esporte não está ali só como pano de fundo: ele influencia diretamente as escolhas, os medos e os conflitos dos personagens. É justamente nesse contraste entre fama, pressão e sentimentos escondidos que Heated Rivalry encontra sua força.

O elenco de apoio também ajuda a enriquecer a história, com nomes como François Arnaud, Robbie G.K., Christina Chang, Dylan Walsh, Sophie Nélisse e Ksenia Daniela Kharlamova, que ampliam o universo da série entre família, bastidores, imprensa e relações profissionais.

Com seis episódios na primeira temporada, a série estreou mundialmente no Image+Nation LGBTQ+ Film Festival, em Montreal, em novembro de 2025, e foi recebida com muitos elogios. A química entre os protagonistas, o roteiro honesto e a direção segura chamaram a atenção da crítica e do público.

O sucesso foi tanto que Heated Rivalry se tornou a produção original mais assistida da história da Crave e um dos maiores acertos recentes da HBO Max em aquisições internacionais. A resposta veio rápido: a série já está renovada para a segunda temporada, consolidando seu status de fenômeno global.

EPIC: Elvis Presley in Concert transforma o legado de Elvis Presley em uma experiência cinematográfica imersiva

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A Universal Pictures acaba de divulgar o cartaz IMAX de “EPIC: Elvis Presley in Concert”, um projeto ambicioso que reforça o fascínio eterno em torno de Elvis Presley. Dirigido por Baz Luhrmann, o mesmo cineasta que levou mais de um milhão de brasileiros aos cinemas com Elvis em 2022, o longa chega com a proposta de oferecer uma experiência cinematográfica intensa, emocional e completamente imersiva.

Mais do que um filme de música, EPIC se apresenta como uma celebração da presença de palco e da força artística de Elvis em seu auge. Considerado o Rei do Rock & Roll, o cantor venceu cinco prêmios Grammy e segue como um fenômeno cultural sem precedentes. Mesmo décadas após sua morte, Elvis permanece como o artista solo mais vendido da história, com cerca de 1 bilhão de discos comercializados em todo o mundo, segundo o Guinness World Records.

Com estreia marcada para 26 de fevereiro nos cinemas, o longa terá distribuição da Universal Pictures e aposta no formato IMAX para potencializar a grandiosidade das performances. A ideia é fazer o público sentir como se estivesse diante do palco, acompanhando cada gesto, cada nota e cada reação que transformaram Elvis em um símbolo universal da música e do entretenimento.

A origem do filme é tão surpreendente quanto o próprio artista. Durante as pesquisas para seu longa anterior, Baz Luhrmann mergulhou nos arquivos históricos ligados a Elvis e acabou encontrando um material considerado perdido. Dezenas de caixas de filmagens em 35mm e 8mm estavam armazenadas em antigas minas de sal no Kansas, nos Estados Unidos. Ali estavam registros raríssimos de shows, ensaios e bastidores, incluindo cenas descartadas de Elvis: That’s the Way It Is e Elvis on Tour.

Entre os achados mais impressionantes estão imagens da lendária apresentação de Elvis usando o casaco dourado, no Havaí, em 1957, além de entrevistas nunca antes ouvidas. O desafio era que grande parte desse material não possuía áudio. Ao longo de dois anos, a equipe liderada por Luhrmann se dedicou à restauração minuciosa das imagens e à sincronização com gravações sonoras originais, reconstruindo momentos históricos com tecnologia de ponta.

Durante esse processo, outra descoberta tornou o projeto ainda mais especial: uma gravação de áudio de aproximadamente 45 minutos, na qual Elvis fala abertamente sobre sua vida, sua trajetória e seus sentimentos longe dos holofotes. Esse registro raro se tornou o coração emocional de EPIC, permitindo que o público conheça não apenas o ícone, mas o homem por trás da fama.

Para Baz Luhrmann, o filme foge de qualquer definição simples. Segundo o diretor, EPIC não é apenas um documentário tradicional nem um filme-concerto convencional. A proposta é criar algo novo, que respeite a dimensão quase mítica de Elvis, mas que também revele sua sensibilidade, suas inquietações e sua humanidade. É um olhar íntimo sobre alguém que passou a vida sob os holofotes, mas que ainda guardava muito para si.

Ao longo de 2025, o cineasta dividiu com os fãs pequenos vislumbres do projeto em suas redes sociais, mostrando trechos do processo de restauração e edição. Algumas dessas publicações incluíram performances icônicas, reacendendo a curiosidade e a emoção de admiradores ao redor do mundo. A expectativa cresceu ainda mais quando imagens do filme foram exibidas em uma apresentação especial da Sony Music Vision.

A estreia mundial de EPIC: Elvis Presley in Concert aconteceu no Festival Internacional de Cinema de Toronto, onde o longa foi recebido como uma homenagem potente e sensível a um artista que redefiniu a música popular. Agora, com sua chegada aos cinemas, o filme promete emocionar tanto fãs de longa data quanto novas gerações que continuam descobrindo Elvis.

Peaky Blinders: O Homem Imortal ganha imagem inédita e marca o capítulo final da saga de Tommy Shelby

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O universo de Peaky Blinders se prepara para um desfecho aguardado há anos pelos fãs. O filme Peaky Blinders: O Homem Imortal, que dá continuidade direta aos eventos da série, ganhou recentemente uma imagem inédita destacando Tommy Shelby, o enigmático protagonista interpretado por Cillian Murphy. Com estreia marcada para 20 de março de 2026, no catálogo da plataforma de streaming, o longa-metragem chega com a missão de concluir uma das histórias mais marcantes da televisão britânica contemporânea.

Desde seu anúncio oficial, o filme vem sendo tratado como o verdadeiro capítulo final da saga criada por Steven Knight. Após o encerramento da sexta temporada, exibida em 2022, ficou claro que a trajetória de Tommy Shelby ainda guardava conflitos não resolvidos, especialmente em um contexto histórico cada vez mais sombrio e instável. O Homem Imortal surge, portanto, como a peça que faltava para fechar esse arco narrativo com profundidade e significado.

No elenco, além do retorno de Cillian Murphy, a produção traz de volta personagens essenciais para a história dos Shelby. Sophie Rundle, Ned Dennehy, Packy Lee, Stephen Graham e Ian Peck reprisam seus papéis, reforçando a conexão direta com os acontecimentos da série. Ao mesmo tempo, o filme amplia seu universo com a chegada de novos nomes de peso, como Rebecca Ferguson, Barry Keoghan, Tim Roth e Jay Lycurgo, indicando que a trama ganhará novas camadas dramáticas e conflitos ainda mais complexos.

A direção fica a cargo de Tom Harper, que já havia comandado episódios importantes da série. Sua presença garante não apenas continuidade estética, mas também fidelidade ao tom sombrio, elegante e brutal que consagrou Peaky Blinders. O filme promete manter a assinatura visual marcante, com fotografia estilizada, trilha sonora impactante e uma narrativa que mistura crime, política e drama psicológico.

Criada por Steven Knight, Peaky Blinders estreou em 2013 e rapidamente se destacou no cenário televisivo. Ambientada em Birmingham, logo após o fim da Primeira Guerra Mundial, a série acompanha a ascensão da gangue criminosa liderada pela família Shelby. Inspirada livremente em uma gangue real que atuou na cidade entre o fim do século XIX e o início do XX, a produção construiu um universo ficcional poderoso, no qual ambição, lealdade e violência caminham lado a lado.

No centro da narrativa está Thomas “Tommy” Shelby, um ex-soldado marcado pelos horrores da guerra, extremamente inteligente e estrategista. Ao longo das temporadas, o personagem evolui de líder local de apostas ilegais para uma figura de influência nacional, transitando entre o submundo do crime e os corredores do poder político. Essa trajetória é acompanhada por conflitos familiares intensos, perdas dolorosas e escolhas morais cada vez mais difíceis.

A série também se destacou por seu elenco forte e diverso. Personagens como Polly Gray (Helen McCrory), Arthur Shelby (Paul Anderson) e John Shelby (Joe Cole) foram fundamentais para o sucesso da narrativa, enquanto participações recorrentes de nomes como Tom Hardy, Adrien Brody, Anya Taylor-Joy e Sam Neill ampliaram o impacto da produção ao longo dos anos. Cada temporada trouxe novos antagonistas e desafios, elevando constantemente o nível da história.

Com o passar do tempo, Peaky Blinders deixou de ser apenas uma série sobre gangues para se tornar um retrato ambicioso das transformações sociais e políticas do início do século XX. A trama abordou temas como o crescimento do fascismo, as consequências da guerra, as greves trabalhistas e a instabilidade econômica que culminaria na Grande Depressão. Tommy Shelby, ao se tornar membro do Parlamento britânico, simboliza essa transição entre o crime organizado e o poder institucionalizado.

O filme Peaky Blinders: O Homem Imortal deve retomar esse contexto histórico, explorando os impactos finais das decisões de Tommy e os fantasmas que ele carrega. O título sugere não apenas a longevidade do personagem, mas também o peso de sua reputação e a dificuldade de escapar do próprio legado. Para os fãs, a expectativa é de um encerramento intenso, emocionalmente carregado e fiel à essência da série.

Saiba qual filme vai passar no Cine Aventura deste sábado (10) na Record TV

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Foto: Reprodução/ Internet

O Cine Aventura deste sábado, 10 de janeiro de 2026, exibe na Record o filme A Onda dos Sonhos 2, produção lançada em 2011 que aposta em uma combinação de drama juvenil, aventura e surfe. Apesar de carregar o título de um sucesso dos anos 2000, o longa funciona como uma história independente, sem ligação direta com o primeiro filme e sem o retorno de personagens ou atores da obra original.

Dirigido por Mike Elliott, o filme foi lançado diretamente em vídeo e traz no elenco Sasha Jackson, Elizabeth Mathis, Ben Milliken e Sharni Vinson. Na época de sua estreia, o longa recebeu críticas majoritariamente negativas, principalmente pela narrativa previsível e pelo desenvolvimento irregular dos conflitos, mas ainda assim conquistou espaço entre o público jovem por seu visual ensolarado e pela temática inspiradora ligada ao esporte e à superação pessoal.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama acompanha Dana, interpretada por Sasha Jackson, uma jovem californiana que encontra no diário de sua mãe falecida um chamado inesperado para mudar de vida. Entre fotos antigas e relatos de viagens, Dana descobre o passado da mãe como surfista na África do Sul e decide seguir seus passos, visitando os mesmos lugares e, principalmente, encarando o desafio que sua mãe nunca conseguiu cumprir: surfar em Jeffreys Bay, um dos picos mais famosos e perigosos do mundo.

Sozinha, Dana parte para o continente africano enquanto seu pai, vivido por Gideon Emery, está ausente por conta do trabalho. Ainda durante a viagem, ela conhece Grant (Chris Fisher), um homem carismático que se oferece para ajudá-la caso ela precise. Já em terra firme, a jovem passa por situações de risco e acaba conhecendo Pushy (Elizabeth Mathis), uma surfista impulsiva que se torna sua principal companhia nessa jornada.

O clima de amizade logo se mistura a rivalidades quando Dana cruza o caminho de Tara (Sharni Vinson), uma surfista patrocinada por uma grande marca. A disputa entre as duas se intensifica no mar e acaba resultando na quebra da prancha de Dana, um objeto de grande valor emocional por ter pertencido à sua mãe. Pouco depois, a protagonista ainda sofre um novo golpe ao ter seus pertences roubados, incluindo uma escultura de madeira que guardava como lembrança familiar.

Abalada, Dana aceita a ajuda de Pushy e passa a viver em um conjunto de cabanas à beira-mar, onde jovens surfistas dividem sonhos, dificuldades e uma rotina simples. É ali que ela conhece Tim (Ben Milliken), um rapaz sensível que rapidamente demonstra interesse por ela. Entre festas improvisadas, treinos nas ondas e conversas à beira da fogueira, Dana começa a reconstruir sua confiança e a se sentir parte de algo novamente.

Decidida a completar a jornada iniciada pela mãe, Dana propõe uma espécie de “odisseia do surfe”, visitando diversos pontos da costa e registrando tudo em fotos. Tara, inicialmente hostil, duvida que a jovem seja capaz de concluir o desafio e aposta contra ela, criando uma tensão que acompanha toda a viagem. Com a ajuda de Grant, que empresta seu caminhão em troca de trabalho em seu restaurante, o grupo segue estrada afora, enfrentando não apenas ondas difíceis, mas também segredos perigosos e conflitos internos.

A narrativa ganha contornos mais dramáticos quando Dana descobre atividades criminosas envolvendo Grant, o que leva a perseguições, brigas e ao rompimento temporário de laços importantes. Em meio a isso, as cabanas onde os surfistas vivem são demolidas pelas autoridades, forçando o grupo a seguir viagem e a encarar o futuro de forma mais madura.

No trecho final, todos seguem rumo a Jeffreys Bay, onde Dana finalmente confronta o maior desafio de sua jornada. O reencontro com o pai traz à tona mágoas antigas, mas também possibilita reconciliação e entendimento. Nas águas de J-Bay, diante de ondas gigantes e de um ambiente dominado por homens, Dana cai, se levanta e prova para si mesma que é capaz de seguir adiante, honrando a memória da mãe.

Onde posso assistir?

Além da exibição no Cine Aventura, A Onda dos Sonhos 2 também está disponível para quem prefere assistir sob demanda. O filme pode ser encontrado no Prime Video, onde é possível alugar a partir de R$ 6,90, permitindo que o público reveja a história a qualquer momento e com a comodidade do streaming, sem depender da programação da TV aberta.

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