Mason Thames entra para Caine, spin-off de John Wick comandado por Donnie Yen, que vai continuar direto a história de Baba Yaga

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O spin-off Caine confirmou a entrada de Mason Thames (Se Não Fosse Você, O Telefone Preto, Como Treinar o Seu Dragão) no elenco, ampliando o desenvolvimento do universo de John Wick após os eventos de Baba Yaga. Ele se junta a Rina Sawayama, que retorna como Akira, e Dacre Montgomery, ainda com papel não revelado. As informações são do Deadline.

O filme é dirigido e estrelado por Donnie Yen, que interpreta Caine, personagem apresentado no quarto longa da franquia. A história acompanha o personagem após sua saída da Alta Cúpula, explorando o período em que ele passa a atuar fora da organização que controla o submundo dos assassinos.

A trama do longa-metragem se passa logo após os acontecimentos do quarto filme, funcionando como continuação direta da linha principal da franquia. O ponto central da narrativa é a reorganização do submundo dos assassinos após a queda da Alta Cúpula, com diferentes personagens lidando com a ausência de uma estrutura de controle consolidada.

A direção de Donnie traz foco em coreografias de artes marciais combinadas ao estilo já estabelecido da franquia John Wick, conhecido por cenas de ação longas e contínuas. O roteiro é de Robert Askins e Mattson Tomlin, baseado em história de Yen em parceria com Chad Stahelski. A produção é da Lionsgate em conjunto com Thunder Road Films e 87Eleven Productions.

A franquia John Wick é um universo de ação e suspense com estética neo-noir criado por Derek Kolstad e estrelado por Keanu Reeves. A base da história gira em torno de John Wick, um ex-assassino de elite que tenta deixar a vida criminal para trás, mas acaba sendo puxado de volta ao submundo depois de uma sequência de eventos que rompe qualquer chance de aposentadoria.

O primeiro filme, lançado em 2014, apresentou um ponto de partida simples e direto: um homem em luto que reage com violência após perder algo pessoal. O que parecia uma trama enxuta se transformou no início de um universo muito mais amplo, construído a partir de regras próprias do crime organizado, contratos de assassinato e uma estrutura global que funciona quase como uma sociedade paralela.

A partir do Capítulo 2 e Parabellum, a franquia deixou de ser apenas uma história de vingança e passou a explorar a chamada Alta Cúpula, organização que regula o submundo dos assassinos com códigos rígidos, moedas próprias e punições severas. Esses filmes ampliaram o alcance da narrativa e transformaram o universo em algo mais complexo, onde cada decisão tem impacto direto em uma rede global de personagens e facções.

Com o Capítulo 4, a escala desse mundo cresceu ainda mais, levando o protagonista a confrontos que envolvem diretamente as estruturas de poder desse sistema criminoso. O filme também consolidou a franquia como uma das principais referências atuais do cinema de ação, tanto pelo estilo visual quanto pela forma como constrói suas sequências de combate.

O que ajuda a explicar o impacto da saga é a forma como o universo foi estruturado. John não é apenas um assassino aposentado, mas parte de uma rede antiga e altamente organizada. Nascido como Jardani Jovonovich, na Bielorrússia, ele foi criado por uma organização criminosa russa após ficar órfão, sendo treinado desde cedo para atuar como matador profissional. Sua reputação dentro desse mundo é tão extrema que ele passa a ser tratado quase como uma lenda viva, conhecido por sua eficiência e pela forma implacável com que executa missões.

Antes do primeiro filme, o personagem havia se afastado desse ambiente por alguns anos, tentando levar uma vida comum. Esse período de afastamento é interrompido, e a partir daí a franquia se desenvolve como uma escalada contínua dentro do submundo criminal, onde cada filme amplia as regras, os territórios e as consequências desse sistema paralelo que opera fora da sociedade tradicional.

Sem Censura é indicado a duas categorias do Prêmio Melhores do Ano NaTelinha 2025

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Foto: Tomaz Siva/Agência Brasil

O programa Sem Censura, exibido pela TV Brasil e apresentado por Cissa Guimarães, está entre os indicados ao Prêmio Melhores do Ano NaTelinha 2025, concorrendo nas categorias de Melhor Entrevista e Melhor Conteúdo Diário. A votação popular está aberta desde 31 de outubro e vai até 26 de novembro, permitindo que o público escolha os destaques mais significativos do audiovisual brasileiro.

Promovido pelo portal NaTelinha, parceiro do UOL, o prêmio chega à 16ª edição e entrega 24 troféus, sendo 21 determinados pelo voto popular. Além das premiações regulares, um reconhecimento especial será concedido a um profissional pelo conjunto de sua trajetória, valorizando sua contribuição ao jornalismo e à televisão.

Para Antonia Pellegrino, diretora de Conteúdo e Programação da EBC, as indicações refletem a importância e o reconhecimento do trabalho da equipe. “Estar, pelo segundo ano consecutivo, entre os finalistas, agora em duas categorias, confirma que o Sem Censura segue conquistando a confiança do público. No ano passado, o projeto superou concorrentes de peso, e esperamos que este ano seja igualmente premiado”, afirma.

A atração acumula conquistas significativas. Em 2024, recebeu o troféu de Melhor Entrevista no NaTelinha e também foi reconhecida pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como Melhor Programa de Televisão, um dos mais respeitados prêmios do setor cultural no Brasil.

Reestreado em 2024, o programa mantém sua essência de abordar temas contemporâneos com profundidade e relevância, conduzido por Cissa Guimarães. É exibido de segunda a quinta-feira, das 16h às 18h, com edições especiais às sextas, e conta com um painel fixo de debatedores que se alternam ao longo da semana, promovendo conversas sobre política, comportamento, cultura e entretenimento, sempre com convidados de diferentes áreas.

Em 2025, a produção comemora quatro décadas de história, reafirmando seu papel como um marco da televisão pública brasileira. Ao longo desses 40 anos, o programa consolidou-se como um espaço de informação, reflexão e diálogo com a sociedade, aproximando o público das questões mais relevantes do país.

Uma trajetória de relevância histórica

O programa estreou em 1º de julho de 1985 na então TV Educativa do Rio de Janeiro, posteriormente chamada TVE Brasil. Idealizado pelo jornalista Fernando Barbosa Lima, surgiu em um momento de abertura política no país, após mais de duas décadas de ditadura, e logo se destacou por promover debates de interesse público na televisão. A primeira condução ficou a cargo da jornalista Tetê Muniz.

Ao longo dos anos, diversos profissionais passaram pela bancada, como Gilse Campos, Lúcia Leme, Cláudia Cruz, Elizabeth Camarão, Márcia Peltier e Liliana Rodrigues, sendo Leda Nagle a apresentadora que permaneceu por mais tempo, de 1996 a 2016.

Em 2007, com a fusão da TVE Brasil e da TV Nacional de Brasília, nasceu a TV Brasil, onde o Sem Censura continuou sendo exibido. Em 2019, durante o governo de Jair Bolsonaro, a atração chegou a ser retirada do ar, mas voltou após pressão da sociedade e da mídia especializada, com novo cenário e transmissão ao vivo sob apresentação de Vera Barroso e Bruno Barros.

Após mudanças na direção, a produção passou para Brasília e São Paulo, com foco maior em jornalismo político, sob comando da jornalista Marina Machado. Em 2024, sob a nova administração do governo Lula, a atração retornou ao formato original, ao período vespertino e ao Rio de Janeiro, agora sob o comando de Cissa Guimarães, mantendo viva a tradição de informar, debater e engajar o público com os assuntos mais importantes do país.

Trailer da segunda temporada de Sequestro é revelado; Série estreia em janeiro de 2026

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A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser da tão aguardada segunda temporada de Sequestro (Hijack), trazendo Idris Elba de volta ao papel do negociador Sam Nelson. Com estreia marcada para 14 de janeiro de 2026, a produção promete ampliar ainda mais a tensão e o suspense que conquistaram o público na primeira temporada, desta vez em um cenário completamente novo: o metrô de Berlim. Abaixo, confira o vídeo:

O teaser, que já circula nas redes sociais, mostra breves momentos de crise e perigo iminente, deixando claro que cada decisão de Sam Nelson será crucial. A série seguirá com um total de oito episódios, lançando os dois primeiros simultaneamente na estreia e, em seguida, mantendo um ritmo semanal até 25 de fevereiro.

Um novo cenário, uma nova ameaça

Enquanto a primeira temporada se passava inteiramente em um voo entre Dubai e Londres, a segunda temporada amplia o universo da série, mostrando Sam Nelson enfrentando um sequestro em um trem do metrô em Berlim. Centenas de passageiros estão reféns e cada minuto se torna um teste à habilidade do negociador.

A sinopse oficial reforça o clima de tensão: “Um trem do metrô em Berlim, na Alemanha, e seus passageiros são feitos reféns, enquanto as autoridades lutam para salvar centenas de vidas. Sam Nelson está no centro da crise a bordo, onde uma única decisão errada pode causar um desastre.” O novo ambiente adiciona um elemento de claustrofobia e perigo constante, diferenciando a narrativa da primeira temporada e prometendo momentos ainda mais intensos.

Elenco retorna e novos rostos se juntam à série

Idris Elba, indicado ao Emmy pela primeira temporada, retorna como o negociador central Sam Nelson. Conhecido por papéis icônicos em produções como Luther, Mandela: Longa Caminhada até a Liberdade, Thor e The Suicide Squad, Elba traz novamente sua presença marcante à série. Ele é acompanhado por Christine Adams, que ganhou destaque em Tron: O Legado, além de participações em The 100 e L.A.’s Finest, garantindo profundidade emocional e consistência à narrativa. Max Beesley, lembrado por Magnata do Crime, também atuou em Hotel Babylon e Mad Dogs, trazendo experiência em dramas complexos. Archie Panjabi, vencedora do Emmy por The Good Wife e conhecida ainda por Blindspotting e Shantaram, completa o grupo principal com sua habilidade de transmitir intensidade e sutileza dramática.

A produção ainda apresenta novos talentos que prometem enriquecer a trama. Christian Näthe, conhecido por Ventos da Liberdade e Deutschland 83, Clare-Hope Ashitey, destaque em Doctor Foster e Children of Men, e Lisa Vicari, famosa por Dark e Isi & Ossi, adicionam frescor e novas perspectivas à narrativa. Toby Jones, veterano de Mr Bates vs The Post Office, Detectoristas, Império da Luz e Captain America: The First Avenger, traz seu talento para papéis dramáticos e complexos. Karima McAdams, conhecida por Duna: A Profecia e A Tale of Two Cities, e Christiane Paul, estrela de FBI: Internacional e Männerherzen, completam o elenco, garantindo diversidade e riqueza dramática à segunda temporada de Sequestro.

Equipe criativa e produção executiva

A segunda temporada conta com produção executiva de Jamie Laurenson (Slow Horses), Hakan Kousetta (Slow Horses), Tom Nash (Deep State), George Kay (Lupin) e Jim Field Smith (Criminal: Reino Unido). Combinando experiência em thrillers e dramas de alta intensidade, a equipe garante episódios cheios de suspense, reviravoltas e personagens complexos. Além disso, a série mantém o padrão de qualidade técnica, com direção, fotografia e cenários cuidadosamente planejados para criar tensão e realismo em cada cena.

O diferencial da série

O que distingue Sequestro de outros thrillers é sua habilidade de humanizar os personagens e explorar a tensão psicológica de cada situação. Sam Nelson não é apenas um herói; ele é um homem confrontado com decisões éticas e morais em situações de extremo perigo.

A série também foca nos passageiros, autoridades e até nos sequestradores, oferecendo uma visão completa da crise e tornando cada episódio mais profundo e envolvente. A narrativa não se limita à ação: ela mergulha no drama humano, mostrando como o medo, a esperança e a pressão afetam cada personagem.

Formato de lançamento e expectativa do público

Os episódios serão lançados semanalmente após a estreia inicial, permitindo que os fãs discutam teorias e especulem sobre os acontecimentos da série. Esse formato mantém o suspense e aumenta o engajamento do público, que poderá acompanhar a evolução da história e das relações entre os personagens.

O sucesso da primeira temporada, aclamada pela crítica e indicada a prêmios, cria uma expectativa alta para esta nova fase. Com Idris Elba à frente e um cenário urbano repleto de tensão, a série promete entregar suspense de alta intensidade e momentos de grande impacto emocional.

Por que assistir

Para os fãs de thrillers e dramas de ação, Sequestro combina tensão constante, personagens humanos e enredos imprevisíveis. A série consegue equilibrar ação e emoção, explorando a psicologia dos envolvidos em situações extremas. Cada episódio é uma experiência imersiva, mantendo o espectador na ponta da cadeira enquanto acompanha decisões críticas e reviravoltas inesperadas.

Além disso, a presença de um elenco talentoso e diversificado e a abordagem cuidadosa da equipe criativa garantem que cada capítulo seja uma narrativa sólida e envolvente, que transcende o suspense tradicional e se aproxima de um estudo sobre comportamento humano sob pressão.

Enola Holmes 3 estreia em julho na Netflix e coloca a jovem detetive diante do desaparecimento de Sherlock às vésperas de seu casamento

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Netflix lançou o trailer completo de Enola Holmes 3 e revelou os principais detalhes da continuação estrelada por Millie Bobby Brown. O novo filme chega ao catálogo em 1º de julho e dá sequência aos acontecimentos do segundo longa-metragem, lançado em 2022. Desta vez, a história coloca a protagonista diante de uma investigação que afeta diretamente sua família: Sherlock Holmes desaparece sem deixar pistas, obrigando Enola a assumir a responsabilidade de descobrir o que aconteceu.

O desaparecimento de Sherlock é o ponto de partida da trama e representa uma mudança importante para a série. Nos filmes anteriores, Enola investigava casos envolvendo clientes ou pessoas que cruzavam seu caminho. Agora, o mistério envolve o próprio detetive mais famoso da Inglaterra. Isso significa que a personagem precisará lidar não apenas com os desafios da investigação, mas também com as consequências emocionais de procurar alguém tão próximo.

Além do novo caso, o filme mostra uma fase diferente na vida da protagonista. Enola está prestes a se casar com Lorde Tewkesbury, personagem interpretado por Louis Partridge. A relação entre os dois vem sendo desenvolvida desde o primeiro filme e ganha mais espaço nesta continuação. O casamento surge como um elemento importante da narrativa porque coloca Enola diante de escolhas sobre seu futuro, especialmente em relação à carreira que construiu como detetive independente.

Para quem assistiu aos filmes anteriores, vale lembrar que Tewkesbury também passou por mudanças significativas. Agora integrante da Câmara dos Lordes, ele ocupa uma posição de maior influência na sociedade britânica. Essa nova realidade pode ter impacto direto na história e na forma como o casal enfrenta os acontecimentos do filme.

O retorno de Henry Cavill como Sherlock Holmes é outro dos principais atrativos da continuação. Embora o personagem desapareça logo no início da trama, sua presença continua sendo fundamental para os acontecimentos da história. Nos dois primeiros filmes, a franquia apresentou uma versão mais próxima e familiar de Sherlock, criando uma dinâmica diferente da vista em outras adaptações do personagem. Isso torna seu desaparecimento ainda mais relevante para a jornada de Enola.

O elenco principal também traz de volta Helena Bonham Carter como Eudoria Holmes. Nos filmes anteriores, a personagem teve participação importante em momentos decisivos da história e desempenhou papel fundamental na formação da personalidade independente de Enola. Sua presença sugere que a família Holmes terá uma participação ainda maior nos acontecimentos desta continuação.

Outra novidade é a presença do Dr. Watson, interpretado por Himesh Patel. Conhecido por ser o parceiro mais próximo de Sherlock nas histórias clássicas, o personagem pode ajudar a preencher lacunas sobre os últimos passos do detetive antes de seu desaparecimento. Para os leitores e espectadores familiarizados com o universo criado por Arthur Conan Doyle, essa é uma das adições mais interessantes do novo longa.

Nos bastidores, Enola Holmes 3 marca uma mudança importante. Pela primeira vez, a direção não está nas mãos de Harry Bradbeer, responsável pelos filmes anteriores. O comando passa para Philip Barantini, cineasta conhecido por trabalhos com ritmo mais intenso e foco maior na tensão dramática. A troca pode resultar em uma abordagem diferente para a franquia, especialmente em cenas de suspense e investigação.

Apesar da mudança na direção, a continuidade da série é garantida pela permanência do roteirista Jack Thorne. Ele segue adaptando os livros de Nancy Springer, autora responsável por criar a personagem e expandir o universo dos Holmes com uma perspectiva centrada em Enola.

Desde sua estreia em 2020, a franquia conquistou espaço entre as produções mais populares da Netflix por combinar mistério, aventura e personagens carismáticos. Ao contrário de muitas histórias de detetive, os filmes acompanham o crescimento da protagonista, mostrando como ela constrói sua própria identidade em um mundo que frequentemente tenta definir seu papel com base nas expectativas da sociedade da época.

Cine Espetacular 08/09/2023 SBT exibe Fuga Implacável 

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Foto: Reprodução/ Internet

No dia 08/09/2023, sexta-feira, uma noite repleta de adrenalina e ação está prestes a agitar os corações dos amantes de filmes eletrizantes. O tão aguardado Fuga Implacável será o destaque do Cine Espetacular do SBT, prometendo oferecer uma experiência cinematográfica arrebatadora. A sessão está programada para iniciar às 23h15, logo após a exibição do Programa do Ratinho.

“Fuga Implacável” é uma produção cinematográfica dos Estados Unidos, dirigida com maestria por Mikael Håfström, conhecido por seu trabalho em “Zona de Combate,” e lançada no ano de 2013. O filme traz à tona a cativante história de Ray Breslin, magistralmente interpretado por Sylvester Stallone, um especialista em segurança renomado por sua habilidade em testar a inviolabilidade de prisões de segurança máxima. Entretanto, a trama se torna sombria quando, em uma de suas missões desafiadoras, Ray é traído e abruptamente encarcerado em uma prisão secreta de alta segurança conhecida apenas como “A Tumba,” um lugar que não consta em nenhum registro oficial. Lá, ele se une a Emil Rottmayer, interpretado por um elenco de peso, em uma audaciosa tentativa de escapar das garras do traidor desconhecido e desvendar a trama obscura que o conduziu a esse destino aterrorizante.

Este emocionante filme, repleto de sequências de ação eletrizantes e momentos de suspense angustiantes, apresenta um elenco estelar com nomes renomados, incluindo Henry Cavill, conhecido por sua interpretação como Superman em “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça,” Jim Caviezel, que brilhou em “O Conde de Monte Cristo,” Curtis “50 Cent” Jackson, famoso por sua participação na série “Power,” e Vinnie Jones, que se destacou em “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes.” A saga de “Fuga Implacável” deu origem a duas emocionantes sequências: “Fuga Implacável 2,” lançada em 2018 sob o título “Escape Plan 2: Hades,” e “Fuga Implacável: O Final,” que chegou às telonas em 2019 como “Escape Plan: The Extractors.”

Além dos astros mencionados anteriormente, o elenco de “Fuga Implacável” também incluiu talentosos atores como Sam Neill, conhecido por seu papel em “Jurassic Park,” no papel do Dr. Kyrie, o cérebro por trás da construção da prisão “A Tumba,” e Vincent D’Onofrio, famoso por seu papel em “Demolidor,” que interpretou Lester Clark, o vice-diretor da penitenciária. O filme ainda contou com a participação de Amy Ryan, conhecida por “Gone Baby Gone,” no papel de Abigail, uma advogada que auxilia Ray Breslin, e Faran Tahir, que ganhou notoriedade em “Homem de Ferro,” no papel de Javed, um dos guarda-costas de Emil Rottmayer.

Curiosidades sobre o filme “Fuga Implacável”:

  1. Parceria entre Stallone e Schwarzenegger: Este filme marcou a primeira vez que os ícones de ação Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger atuaram juntos em papéis de destaque. Embora já tenham aparecido brevemente juntos em “Os Mercenários” (The Expendables), “Fuga Implacável” foi a primeira vez que compartilharam considerável tempo de tela como protagonistas.
  2. Baseado em fatos reais: A premissa do filme, que envolve um especialista em segurança que testa a inviolabilidade de prisões de segurança máxima, foi inspirada em um artigo de revista que descrevia a fuga de prisões por meio de métodos engenhosos. O filme explora a ideia de como alguém poderia tentar escapar de uma prisão quase impenetrável.
  3. Papel originalmente destinado a Schwarzenegger: Inicialmente, o personagem de Sylvester Stallone, Ray Breslin, estava planejado para ser interpretado por Arnold Schwarzenegger, mas os papéis foram trocados, levando Schwarzenegger a interpretar Emil Rottmayer e Stallone a desempenhar o papel principal.
  4. Treinamento real: Sylvester Stallone é conhecido por se dedicar muito aos seus papéis de ação, e para “Fuga Implacável,” ele treinou em artes marciais, como jiu-jitsu brasileiro, para tornar suas cenas de luta mais autênticas.
  5. Duro processo de filmagem: As cenas de ação intensas e os efeitos especiais desafiadores tornaram a produção do filme fisicamente exigente para o elenco. Stallone e Schwarzenegger enfrentaram várias cenas de luta e ação, o que exigiu muito treinamento e preparação.
  6. Sequências: O sucesso do filme gerou duas sequências, “Fuga Implacável 2: Hades” (Escape Plan 2: Hades) e “Fuga Implacável: O Final” (Escape Plan: The Extractors), que continuam a história de Ray Breslin e suas aventuras no mundo das prisões de alta segurança.
  7. Cenário real: Embora a prisão “A Tumba” seja uma construção fictícia no filme, muitas das cenas foram filmadas em uma prisão real. As cenas de prisão foram filmadas em uma prisão desativada na Letônia, chamada Liepāja Prison.

Que horas vai passar o Cine Espetacular?

Prepare-se para uma noite de tirar o fôlego, repleta de cenas eletrizantes e emoções à flor da pele, enquanto o Cine Espetacular do SBT traz para você a exibição de “Fuga Implacável” a partir das 23h15, logo após o encerramento do Programa do Ratinho. É uma oportunidade única de mergulhar em um enredo cheio de ação, suspense e reviravoltas que vão mantê-lo grudado na tela do início ao fim.

Netflix revela trailer e pôster da segunda temporada de Cães de Caça com ação intensa e novos vilões

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A Netflix revelou oficialmente o novo trailer e o pôster da tão aguardada segunda temporada de Cães de Caça, k-drama de ação que conquistou fãs em todo o mundo com sua primeira temporada repleta de adrenalina, boxe e reviravoltas. O material promocional confirma que Gun-woo e Woo-jin, os dois jovens boxeadores que derrubaram uma quadrilha de agiotagem no soco, estão de volta — agora enfrentando desafios ainda maiores e uma liga internacional de boxe fora da lei.

Protagonizado por Woo Do-hwan, que retorna como Gun-woo, e Lee Sang-yi, de volta como Woo-jin, a série promete elevar ainda mais o nível da ação. Gun-woo, campeão de boxe em ascensão, mantém seu sonho de lutar no ringue, enquanto Woo-jin, ex-fuzileiro naval e amigo leal, continua ao seu lado, pronto para protegê-lo e encarar qualquer perigo. A grande novidade do elenco é a participação do cantor e ator Rain, que interpreta Baek-jeong, um vilão implacável e fisicamente imbatível, capaz de derrotar qualquer campeão de boxe. Seu personagem representa uma ameaça direta a Gun-woo, tentando envolvê-lo em negócios suspeitos ligados à sua liga clandestina.

No trailer divulgado, o clima é tenso: lutas coreografadas, perseguições e confrontos que mostram a dupla ao limite, tanto física quanto emocionalmente. Gun-woo e Woo-jin terão de enfrentar não apenas os desafios do ringue, mas também um jogo de poder e intrigas que ameaça derrubar todo o equilíbrio da liga clandestina. É a mistura de ação e drama que conquistou os fãs na primeira temporada e que promete ser ainda mais intensa neste novo arco.

Retorno da equipe criativa

Quem assina a direção e o roteiro novamente é Kim Joo-hwan, que também esteve à frente da primeira temporada. O diretor, conhecido pelo filme O Agente Faixa Preta, mantém seu estilo marcante, mesclando cenas de ação impactantes com desenvolvimento profundo dos personagens. A estreia da segunda temporada está marcada para 3 de abril na Netflix, e a produção reforça que, apesar da ação, a história mantém um olhar humano sobre os desafios e dilemas de cada protagonista.

A trama desta nova temporada se passa durante a pandemia de COVID-19, adicionando uma camada de tensão e realidade à narrativa. Gun-woo e Woo-jin, forçados a abandonar seus sonhos de se tornarem boxeadores profissionais por dívidas astronômicas, se veem envolvidos em um esquema comandado pelo misterioso Sr. Choi. Choi, uma lenda no mundo dos empréstimos privados, havia desaparecido sem deixar pistas, mas retorna para auxiliar os mais necessitados, emprestando dinheiro sem juros. No entanto, ele e sua equipe enfrentam uma forte oposição de outros personagens do mesmo ramo, que não hesitam em usar violência e manipulação para proteger seus interesses.

Webtoon que virou sucesso

A série é baseada em uma popular webtoon de mesmo nome, criada por Jeong Chan, que conquistou milhares de leitores antes de sua adaptação para a TV. A Netflix anunciou o projeto em novembro de 2021, confirmando os protagonistas e a direção de Kim Joo-hwan. A adaptação trouxe para as telas a intensidade visual e emocional que a webtoon já prometia, com sequências de ação realistas e personagens complexos que vão muito além do estereótipo do herói invencível.

A primeira temporada, que estreou com sucesso, combinou boxe, drama e elementos de suspense, ganhando atenção não apenas de fãs de k-dramas, mas também de espectadores que buscam histórias de ação com personagens que enfrentam dilemas morais e desafios reais. A expectativa para a segunda temporada é que ela supere a anterior, com uma trama mais madura, vilões mais ameaçadores e um ritmo ainda mais acelerado.

Polêmica e mudanças no elenco

Um dos episódios mais comentados da produção envolve a atriz Kim Sae-ron, originalmente escalada para interpretar Hyun-joo. Em maio de 2022, Kim se envolveu em um acidente de trânsito enquanto dirigia embriagada, sendo levada e interrogada pela polícia. O incidente gerou grande repercussão e fez com que a Netflix optasse por substituí-la por Jung Da-eun, mesmo que muitas cenas já tivessem sido filmadas. A mudança exigiu ajustes no roteiro, mas manteve a continuidade da narrativa sem prejudicar a produção.

Fontes próximas à produção afirmaram que algumas cenas de Kim Sae-ron ainda apareceriam na série, mas ela passaria a interpretar um personagem diferente. A decisão do diretor Kim Joo-hwan de reduzir ao máximo a presença da atriz na trama foi uma forma de minimizar o chamado “risco Kim Sae-ron” — ou seja, evitar que a polêmica comprometesse a recepção da série pelo público.

Bastidores e coletiva

A produção da segunda temporada seguiu intensa: após o lançamento do pôster principal e do primeiro trailer, imagens inéditas das gravações foram divulgadas, aumentando ainda mais a expectativa. O elenco participou de uma coletiva de imprensa em 7 de junho, em Mapo-gu, Seul, onde comentou sobre os desafios de filmar em meio à pandemia e a pressão de superar a primeira temporada. Woo Do-hwan e Lee Sang-yi destacaram a intensidade física exigida nas cenas de luta, enquanto Rain comentou sobre a complexidade de interpretar Baek-jeong, um vilão que não apenas intimida fisicamente, mas também testa a moral dos protagonistas.

O que esperar da nova temporada

Para os fãs de k-drama de ação, a segunda temporada de Cães de Caça promete ser um prato cheio. Com um enredo ambientado em tempos turbulentos, personagens que evoluem a cada episódio e cenas de ação meticulosamente coreografadas, a série mantém a essência que a tornou um sucesso, mas adiciona novas camadas de drama e suspense. Gun-woo e Woo-jin não são apenas lutadores; são amigos, irmãos de escolha e heróis dispostos a enfrentar o impossível por justiça.

O retorno de Kim Joo-hwan à direção garante coesão e consistência visual, enquanto a adição de Rain ao elenco promete confrontos memoráveis. Entre lutas de tirar o fôlego e intrigas que vão muito além do ringue, o público pode esperar momentos de tensão, emoção e, claro, ação de primeira linha.

Resumo de A Infância de Romeu e Julieta 11/03/2024 a 15/03/2024

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Foto: Reprodução/ Internet

A seguir, compartilhamos o resumo semanal das emoções e reviravoltas da envolvente trama A Infância de Romeu e Julieta no período de 11/03/2024 a 15/03/2024. Acompanhe diariamente, às 21h, na tela da emissora SBT, para se envolver nas complexas histórias que entrelaçam os destinos dos cativantes personagens desta fascinante novela. Esteja preparado para uma semana repleta de paixões intensas, conflitos familiares e surpresas que prometem manter os telespectadores ávidos por mais. Não perca a chance de mergulhar nesta cativante narrativa, onde o amor e a tragédia se entrelaçam em uma trama irresistível.

A Infância de Romeu e Julieta: Resumo da semana 11 de março a 15 de março de 2024

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de segunda-feira, 11/03/2024 –

Durante a festa surpresa de Alex, Mauro reconhece a mulher loira misteriosa como Laura, sua ex-mulher que havia sido dada como morta. Fausto convoca Hélio, Clara e Leandro para discutir sobre o Mundo da Imaginação e revela que retirou os livros de Shakespeare de lá, deixando todos sem conhecimento do clássico autor. Fausto explica aos amigos que anteriormente havia presenteado cada um com um livro do autor, e agora as obras estão interferindo na realidade. Vitor persuade as crianças do Pedalzera a causar tumulto no Instituto Casa de Castanheiras em troca de bicicletas novas. Enquanto isso, no apartamento, Laura abraça Mauro, mas ele exige explicações sobre seu paradeiro durante todos esses anos. Laura relata que durante uma competição de mergulho, foi arrastada pela correnteza e sofreu um acidente na cabeça. Mais tarde, foi encontrada sem memória em um local desconhecido. Leandro confidencia a Pórcia que Fausto precisa de ajuda psicológica. Clara e Hélio discutem sobre as teorias de Fausto, com Hélio achando que ele está perdendo a razão. Mauro reúne Alex e Ian para revelar que Laura é a mãe deles.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de terça-feira, 12/03/2024 –

Alex conversa com Lívia sobre a situação da mãe e expressa sua confusão, ao contrário de Ian, que está muito animado com o retorno dela. Bernardo se depara com o Instituto completamente bagunçado. Vitor se recusa a fornecer bicicletas novas para a gangue Pedalzera. Fausto pede ajuda a Dimitri, Ellen, Ian e Nath para recuperar os livros de Shakespeare e devolvê-los ao Mundo da Imaginação. Mauro diz a Mariana que ela o faz feliz e que o retorno de Laura não vai atrapalhar o namoro dos dois. Depois do ataque ao Instituto de Bernardo, Vitor cobra de Glaucia o apartamento prometido. Laura lembra Mauro de que ainda são casados. Mauro apresenta Mariana como sua namorada para Laura. Em particular, Laura pede respeito a Mauro. Mauro afirma que durante anos viveu sozinho com a dor da perda dela, mas que precisou seguir em frente. Laura pergunta a Mauro se ele ainda a ama.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de quarta-feira, 13/03/2024 –

Dimitri, Ellen, Ian e Nath partem em busca dos livros de Shakespeare. Os habitantes do Lado Vila e do Lado Torre decidem firmar um acordo de paz entre eles. Téo e Karen discordam da proposta de paz. Telma e Daniel se beijam, e Telma encoraja Daniel a superar Mariana, sua ex-esposa. Enquanto isso, Laura encontra Alex na praça e o convida para tomar sorvete. Alex expressa sua necessidade de encontrar Lívia. Clara, sendo empática, sugere a Hélio que se aproxime de Fausto. Durante uma conversa com Mauro, Mariana propõe dar um tempo no relacionamento para que ele possa resolver as questões pendentes com Laura, considerando que ainda são casados.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de quinta-feira, 14/03/2024 –

Laura manifesta o ardente desejo de desfrutar de um tempo com Ian, contudo, o jovem menciona que Mauro expressou preferência em não deixá-lo a sós com a mãe dela. Por outro lado, Romeu confia a Bernardo que percebe a situação entre ele e Vera, reconhecendo que estão compartilhando quartos separados, e ainda comenta sobre a presença excessiva de Téo na vida de seu pai. Movido por esse diálogo, Bernardo opta por agendar um encontro que inclua Romeu e Téo juntos. Enquanto isso, Laura se vê tomada pela irritação diante da atitude de Mauro, que a impede de estar com os próprios filhos. Numa troca acalorada, Mauro declara que não reconhece mais Laura como a pessoa que um dia conheceu. Dimitri, Ellen, Ian e Nath propõem uma solução criativa para o dilema de Romeu e Julieta, sugerindo um encontro no Mundo da Imaginação, onde suas famílias não possam impor barreiras à sua convivência. Contudo, no encontro planejado por Bernardo com Romeu e Téo, Romeu não comparece, deixando Téo a interpretar que seu amigo não valoriza mais a amizade que compartilham.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de sexta-feira, 15/03/2024 –

Vera se depara com Bernardo e Téo desfrutando de um momento na sorveteria. Curioso, Téo questiona seu pai sobre a aceitação da família Monteiro em relação a ele. Enquanto isso, Laura tem um encontro emocionante com seus filhos na residência de Mauro. No ínterim, em casa, Vera expressa a Bernardo sua preocupação de que ele esteja dedicando demasiada atenção a Téo, ao passo que parece ter deixado Romeu em segundo plano. Vitor decide procurar Leandro na Monter Holding para discutir assuntos delicados e instrui Enzo a notificar o chefe sobre sua chegada. Ao enviar uma foto para Glaucia, indicando sua presença na Monter Holding, ela fica apreensiva, temendo que Vitor revele tudo ao pai. Enquanto isso, Alex e Ian decidem abordar Mauro e Laura sobre o futuro deles como casal. Em um momento de tensão, Glaucia e Fred correm até a Monter Holding e confrontam Vitor. Glaucia enfatiza que se ela cair, ele cairá junto. Vitor responde que não tem nada a perder, mas ela tem muito a perder. Enquanto isso, Daniel desabafa com Telma sobre seu desejo de não viver mais na sombra de Mariana e almeja encontrar a felicidade ao lado dela. Por fim, Vitor encara Leandro Monteiro e prepara-se para uma conversa séria e crucial.

A responsabilidade integral pela elaboração do resumo semanal da novela “A Infância de Romeu e Julieta” recai sobre a emissora. Vale ressaltar que o Almanaque Geek não detém qualquer controle sobre eventuais modificações na programação, não assumindo, consequentemente, a responsabilidade por quaisquer alterações que possam ocorrer.

Crítica | Kleber Mendonça Filho reinventa o cinema político e a memória brasileira em O Agente Secreto

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Kleber Mendonça Filho consolida sua posição como um dos cineastas mais audaciosos do Brasil contemporâneo em O Agente Secreto, apresentado na Competição Oficial deste ano. Ao contrário de diretores que dialogam com gêneros cinematográficos clássicos de maneira convidativa, como Paul Thomas Anderson ou Richard Linklater, Mendonça adota um caminho mais instigante: suas referências não existem para confortar o público, mas para desestabilizá-lo, provocar reflexão e despertar curiosidade. O cineasta cria um cinema de intensidade calculada, em que cada elemento — da narrativa à ambientação — participa de uma teia de significados que desafiam a percepção imediata do espectador.

O longa se passa em Recife, cidade já simbólica na filmografia de Mendonça Filho, aqui recriada em 1977, um período marcado por tensões políticas e sociais no Brasil. No centro da narrativa está um ex-acadêmico em conflito com o governo, inicialmente apresentado como Marcelo e depois revelado como Armando. Essa ambiguidade nomeia o tom da obra: um filme que se recusa a ser facilmente categorizado, que opera em um espaço de incertezas, misturando memória, política e cinema de gênero. O próprio enredo, estruturado quase como um mosaico, recusa linearidade: cada personagem, evento e detalhe histórico atua como fragmento de uma realidade maior, conduzindo o espectador por camadas de significado que exigem atenção e reflexão.

Com uma duração próxima de duas horas e quarenta minutos, O Agente Secreto apresenta um universo densamente povoado, entrelaçando narrativas secundárias que, à primeira vista, parecem dispersas, mas que se articulam para criar uma representação vívida de uma época. Mendonça Filho demonstra maestria em integrar elementos de cenário, como o carnaval, a imprensa local e referências cinematográficas da década de 1970, sem reduzi-los a meros indicadores temporais. Pelo contrário, cada detalhe contribui para a construção de uma textura narrativa própria, rica e polifônica.

O filme se distingue também pela inserção inesperada do presente na narrativa, promovendo uma reflexão sobre memória política e social. Essa estratégia, que já aproxima o longa de obras como Ainda Estou Aqui (2024), de Walter Salles, vai além da comparação: enquanto Salles oferece compreensão e contextualização, Mendonça Filho provoca desconforto e frustração, recusando o prazer didático do cinema baseado em fatos reais. O espectador é constantemente desafiado a decifrar nuances, subtextos e ambiguidades, tornando a experiência cinematográfica ativa e exigente.

Sequências como a perseguição de Armando por assassinos de aluguel ilustram o domínio do diretor sobre a tensão narrativa. Ao subverter expectativas — desviando o clímax e negando a catarse tradicional do thriller — Mendonça reafirma seu compromisso com um cinema politicamente engajado e formalmente inventivo. Essa recusa deliberada ao conforto emocional e narrativo não é apenas um recurso estilístico, mas um posicionamento crítico que atravessa toda a obra.

Além disso, o diretor manipula habilmente os códigos do cinema de gênero. O que poderia se tornar uma narrativa linear e previsível, adequada a formatos de streaming convencionais, é transformado em um cinema de subversão e complexidade. Cada desvio, cada pausa, cada corte inesperado funciona como um recurso expressivo, ampliando camadas de significado e mantendo o filme vivo na memória do espectador muito depois da exibição.

O Agente Secreto é um cinema de tensão e reflexão, que se recusa a ser facilmente consumido. Desafiador e repleto de arestas, o filme convida o público a perder-se para, paradoxalmente, encontrar uma representação profunda de uma época e um espelho crítico do presente. Mendonça Filho reafirma sua singularidade, articulando memória, política e cinefilia em um longa que confirma seu lugar como um dos autores mais originais e relevantes do cinema brasileiro contemporâneo.

Saiba qual filme vai passar no Supercine deste sábado (02/08)

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Foto: Reprodução/ Internet

É difícil assistir a Queen & Slim – Os Perseguidos e sair ileso. O filme, que vai ao ar neste sábado, 2 de agosto de 2025, no Supercine da TV Globo, é o tipo de obra que te agarra pelo colarinho, sacode as emoções e te obriga a encarar o espelho da realidade – mesmo quando o que se vê ali incomoda.

Sob a direção vibrante de Melina Matsoukas (a mesma mente criativa por trás de clipes icônicos de Beyoncé), e com roteiro assinado por Lena Waithe, o longa-metragem mistura romance, crítica social e tensão de thriller em um combo emocional de tirar o fôlego. Tudo começa com um encontro – um date despretensioso, como tantos outros. Mas basta uma única noite para virar a vida do casal do avesso. As informações são do AdoroCinema.

Um encontro como qualquer outro. Até que não é mais.

Angela (interpretada com intensidade por Jodie Turner-Smith) é uma advogada criminal, direta, séria, calejada. Ernest, ou simplesmente Slim (Daniel Kaluuya, no melhor estilo silenciosamente magnético), é um cara tranquilo, religioso, quase introspectivo. Eles se encontram por um aplicativo e saem para jantar. A química não explode de imediato. São dois desconhecidos, cada um com sua bagagem, suas feridas e suas formas de resistir ao mundo.

Na volta para casa, o inesperado: eles são parados por um policial branco por uma infração de trânsito banal. O que deveria ser só mais uma abordagem vira um momento tenso, violento – e trágico. Em legítima defesa, Slim mata o policial. A cena é gravada por um celular, viraliza na internet, e, em questão de horas, Queen e Slim se tornam alvos da polícia e símbolos involuntários da luta contra a violência racial nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução/ Internet

Fuga, amor e identidade

A partir daí, o filme se transforma em uma jornada de fuga – mas também de descoberta. Sem saber exatamente para onde ir, o casal embarca em uma espécie de road trip pela América profunda, cruzando cidades, encontrando aliados e enfrentando perigos. Aos poucos, o que era uma relação marcada pelo estranhamento vai se transformando em algo maior: um amor nascido da urgência, da vulnerabilidade e da conexão diante do abismo.

Mas Queen & Slim nunca deixa o espectador esquecer: esse não é só um romance. É um retrato cru da experiência negra em um país onde o simples ato de existir pode ser uma ameaça. A perseguição que o casal sofre não é apenas literal — ela representa séculos de opressão, silenciamento e medo.

Um filme com algo a dizer — e que diz com força

A beleza do filme está na forma como ele combina poesia e brutalidade. A fotografia é deslumbrante: estradas vazias, pores do sol quentes, silhuetas recortadas contra o horizonte — tudo embalado por uma trilha sonora arrebatadora, que vai de hip hop a soul, passando por momentos de absoluto silêncio que falam mais do que mil diálogos.

A diretora Melina Matsoukas, em seu primeiro longa-metragem, não economiza em estilo, mas também não sacrifica o conteúdo. O filme tem uma estética que lembra videoclipes — cortes rápidos, cenas coreografadas com precisão, uma atenção quase religiosa à luz e à textura da imagem. Mas essa beleza nunca suaviza o que está sendo contado: o peso da violência policial, a herança do racismo estrutural, o poder das redes sociais em moldar narrativas e o risco de ser transformado em símbolo quando só se quer sobreviver.

Daniel Kaluuya e Jodie Turner-Smith: química sob pressão

Grande parte da força do filme vem da atuação do casal protagonista. Daniel Kaluuya, que já havia impressionado o mundo com seu papel em Corra!, entrega aqui um personagem contido, mas profundo. Seu Slim é gentil, quase passivo, até que o mundo exige outra postura. Já Jodie Turner-Smith estreia com força: sua Queen é dura, estratégica, mas não menos sensível. Juntos, eles formam uma dupla que cresce a cada cena — e carrega o filme nas costas.

A química entre os dois vai surgindo aos poucos, sem pressa. Eles não se apaixonam “à primeira vista” — e talvez nem tenham tempo de se apaixonar como gostaríamos. Mas há algo entre eles que é real: um laço forjado sob pressão, que se torna íntimo porque é urgente. Porque não há garantias de um amanhã.

Símbolos, heróis e sacrifícios

É interessante perceber como o filme joga com a ideia de “mártires” e “heróis”. Queen e Slim não queriam ser ícones. Eles não tinham um plano político. Apenas queriam voltar para casa vivos. Mas a internet, a mídia, os protestos — tudo isso os transforma. Vemos cenas de pessoas celebrando o casal, fazendo grafites com seus rostos, tratando-os como símbolos da resistência negra. Mas também vemos o peso que isso impõe: ser transformado em símbolo é, muitas vezes, deixar de ser humano.

O roteiro de Lena Waithe acerta ao mostrar a dualidade disso tudo. Há beleza no levante popular, nos atos de solidariedade, no orgulho comunitário. Mas há também tristeza — porque essa idolatria vem sempre depois da dor. Depois da perda. Depois da violência.

Não é um final feliz. Mas é necessário.

Sem dar spoilers, vale dizer que a trama não entrega um desfecho típico de Hollywood. Não há final amarrado, nem promessas de redenção fácil. O filme termina como começou: com um retrato honesto e, às vezes, duro da realidade. Mas essa honestidade é o que torna o filme tão necessário.

É impossível não se emocionar. É impossível não refletir. E, talvez, seja justamente essa a proposta: fazer a gente parar, nem que por duas horas, e pensar sobre o que significa existir em um mundo onde o racismo ainda mata — direta ou indiretamente.

Uma obra atual, mesmo anos depois

Lançado em 2019, o longa não perdeu a força — pelo contrário. Em 2025, com os debates sobre justiça racial, inteligência artificial e responsabilidade social ganhando novos contornos, a produção americana continua sendo um lembrete do que está em jogo. É um filme sobre escolhas difíceis, sobre amor em tempos sombrios, e sobre como, às vezes, a simples decisão de seguir em frente pode ser um ato revolucionário.

Onde posso assistir?

Além da exibição na TV aberta, o filme também está disponível em plataformas digitais. No Prime Video, você pode alugá-lo a partir de R$ 6,90, oferecendo uma opção acessível para quem prefere assistir no conforto de casa, no horário que quiser. Basta acessar o serviço, buscar pelo título e iniciar a reprodução com poucos cliques.

Sessão da Tarde desta sexta (19) acelera com “Velozes e Furiosos 6”, um dos capítulos mais explosivos da franquia

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Foto: Reprodução/ Internet

A Sessão da Tarde desta sexta, 19 de dezembro de 2025, promete acelerar os corações do público com a exibição de “Velozes e Furiosos 6”, um dos filmes mais emblemáticos da franquia de ação estrelada por Vin Diesel e Paul Walker. Lançado em 2013 e dirigido por Justin Lin, o longa marca um ponto de virada importante na saga ao consolidar de vez a transformação da série em um espetáculo de ação global, sem perder o que sempre esteve no centro de tudo: a ideia de família.

Depois do assalto cinematográfico no Rio de Janeiro, visto em Velozes e Furiosos 5, Dominic Toretto e sua equipe conquistam algo que parecia inalcançável: dinheiro suficiente para nunca mais precisarem correr riscos. Com US$ 100 milhões divididos entre eles, o grupo se espalha pelo mundo vivendo confortavelmente, longe da polícia e das antigas preocupações. Ainda assim, essa liberdade tem um preço alto. Sem identidade legal, eles não podem voltar para casa, e essa ausência de pertencimento deixa claro que dinheiro nenhum substitui raízes.

Dom vive ao lado de Elena Neves, Mia construiu uma vida com Brian O’Conner e o filho do casal, enquanto Roman e Tej aproveitam uma rotina luxuosa. Apesar disso, todos carregam a sensação de que algo está faltando. É nesse momento que surge Luke Hobbs, agente durão interpretado por Dwayne Johnson, agora ainda mais integrado ao grupo. Hobbs está no encalço de uma perigosa organização internacional de mercenários liderada por Owen Shaw, um ex-militar britânico frio, estratégico e extremamente letal.

A proposta que Hobbs leva até Dom muda completamente o rumo da história. Para convencer o ex-criminoso a voltar à ativa, ele apresenta uma foto que abala todas as certezas: Letty Ortiz está viva. A mulher que Dom acreditava ter perdido para sempre agora trabalha ao lado de Shaw, sem qualquer memória de sua antiga vida. Em troca da ajuda para capturar os mercenários, Hobbs oferece perdão total para Dom e sua equipe, permitindo que todos finalmente retornem para casa. Para Dom, a missão deixa de ser apenas estratégica e se torna profundamente pessoal.

Grande parte da ação se desenrola em Londres, cenário de algumas das sequências mais empolgantes do filme. As perseguições pelas ruas da cidade, cheias de carros personalizados, explosões calculadas e manobras quase impossíveis, deixam claro que Velozes e Furiosos 6 não economiza em escala. A franquia, que começou focada em rachas ilegais, agora abraça de vez o cinema de ação internacional, flertando com o gênero de espionagem e assalto em alto nível.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama gira em torno do projeto “Nightshade”, um dispositivo capaz de desligar sistemas de energia em larga escala, elevando as apostas do conflito. Mais do que impedir um roubo, Dom e sua equipe precisam evitar uma ameaça global. Ainda assim, o filme encontra espaço para aprofundar os conflitos emocionais, especialmente no arco de Letty. Mesmo sem se lembrar de Dom, ela demonstra dúvidas, conflitos internos e uma estranha conexão com o passado que insiste em emergir.

A corrida de rua entre Dom e Letty simboliza bem esse embate entre razão e sentimento. O colar com a cruz, um dos símbolos mais marcantes da franquia, funciona como um elo silencioso entre quem Letty foi e quem ela tenta ser agora. Esses momentos mais contidos ajudam a equilibrar o excesso de ação, tornando a narrativa mais humana e emocionalmente envolvente.

Se Londres entrega adrenalina, a sequência ambientada na Espanha leva o exagero a outro nível. Um tanque de guerra em plena rodovia, carros sendo arremessados como brinquedos e uma coreografia de destruição milimetricamente calculada transformam a cena em uma das mais comentadas de toda a saga. Mesmo assim, o espetáculo não se sobrepõe totalmente ao drama, especialmente quando o filme se aproxima de seu clímax.

A perseguição final envolvendo um gigantesco avião cargueiro em uma pista aparentemente interminável se tornou uma das marcas registradas do longa. É ali que acontece um dos momentos mais emocionais do filme: o sacrifício de Gisele Yashar, personagem de Gal Gadot, para salvar Han. A cena dá peso às consequências da missão e reforça que, mesmo em um universo marcado por exageros, as perdas são reais.

Com Owen Shaw derrotado, Dom entrega o chip do Nightshade a Hobbs e garante o perdão prometido. A equipe retorna, enfim, à antiga casa da família Toretto, em Los Angeles. O reencontro é simples, longe das explosões e perseguições, mas carregado de significado. Elena aceita que o coração de Dom sempre pertenceu a Letty, e o grupo se reúne ao redor da mesa, reforçando mais uma vez o valor da família acima de tudo.

Com uma bilheteria mundial próxima dos US$ 789 milhões, o filme se tornou um dos maiores sucessos de 2013 e, por um período, o mais lucrativo da franquia. A recepção da crítica foi positiva, destacando a direção segura de Justin Lin, o carisma do elenco e a habilidade do filme em equilibrar ação exagerada com emoção genuína.

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