Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta sexta (08/08)

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Era só mais uma família simples do interior. Ou pelo menos parecia.
Nove filhos, um pedaço de terra, um pai teimoso e uma mãe guerreira. Gente comum, do tipo que acorda cedo pra trabalhar, que reza pra ter saúde e comida na mesa. Mas naquela casa de chão batido, em Pirenópolis, Goiás, havia também algo raro: um sonho que insistia em sobreviver à seca, à pobreza e às tragédias da vida.

Essa é a grande essência de 2 Filhos de Francisco, filme que retorna à tela da TV Globo nesta sexta, 8 de agosto de 2025, na Sessão da Tarde. Não é só um longa-metragem. É um reencontro. Uma lembrança viva de como o afeto, a música e a esperança podem transformar destinos — e como as histórias mais extraordinárias são, muitas vezes, aquelas que brotam dos cantos mais humildes do Brasil.

Uma história de verdade, com a cara do Brasil

De acordo com informações do AdoroCinema, dirigido por Breno Silveira, que nos deixou em 2022, o filme estreou em 2005 e conquistou o país com uma simplicidade arrebatadora. Nada ali parece fabricado. Não há glamour. Há suor, dor, luto e um tipo de fé que não se explica — apenas se sente. O longa narra a vida real dos irmãos Zezé Di Camargo & Luciano, desde a infância na zona rural até a explosão no cenário sertanejo nacional.

Mas o protagonista mesmo é Francisco Camargo, pai da dupla. Interpretado magistralmente por Ângelo Antônio, ele é o tipo de homem que os brasileiros conhecem bem: fala pouco, trabalha muito, acredita nos filhos com força quase cega. Um caboclo com os pés no chão e a cabeça nas nuvens. E que, por mais improvável que pareça, nunca duvidou de que dois de seus filhos mudariam o rumo da história familiar — e da música nacional.

Amor que não se explica, só se vive

É fácil esquecer, diante do sucesso atual de Zezé e Luciano, que tudo começou com um acordeão velho e muita vontade de cantar. Mirosmar, o primogênito, e Emival, o irmão com quem formaria a primeira dupla, encantavam a vizinhança com suas apresentações em festas da vila. Com apoio do pai, chegaram a se apresentar em grandes palcos do interior, mas a vida, implacável, os separou cedo demais. Um acidente trágico levou Emival ainda adolescente. O filme nos leva a esse momento com delicadeza e firmeza. A dor da perda, o silêncio da mãe (Dira Paes, em uma performance sensível), o luto coletivo. E mesmo assim, Francisco não desiste. Ele sabe que o sonho não morreu com Emival. Ele apenas mudou de forma.

Um Brasil que chora, mas não se entrega

o longa toca fundo porque não romantiza a pobreza, mas também não transforma tudo em desgraça. Mostra o Brasil que chora no silêncio, que sofre sem fazer barulho, mas que se levanta todos os dias pra tentar de novo. É nesse espírito que Mirosmar — agora já pai de família, sem dinheiro, sem sucesso — volta a tentar a sorte na música. Fracassa uma, duas, três vezes. Vende o carro pra gravar um disco. Ouve que sua voz é “boa só pra cantar escondido”. E continua. Porque no fundo, sabe que o pai não sonhava à toa. Quando Luciano entra em cena, a mágica acontece. Dois irmãos, uma nova chance. Surge a dupla Zezé Di Camargo & Luciano, com a canção “É o Amor” abrindo os caminhos. O resto é história.

O filme que fez o Brasil se ver na tela

Ao estrear nos cinemas, o longa-metragem quebrou recordes. Mais de 4,7 milhões de pessoas assistiram ao longa. R$ 34 milhões arrecadados. Um fenômeno de bilheteria nacional, sem precisar de efeitos especiais nem de nomes internacionais. Apenas uma boa história, bem contada, com verdade no olhar.

Nos bastidores, nomes como Patrícia Andrade e Carolina Kotscho assinam o roteiro, e a produção envolveu estúdios como Globo Filmes, Conspiração Filmes e a gigante Columbia TriStar. Mas o segredo do sucesso não está nos bastidores. Está no coração da narrativa. Está em cenas como a de Francisco negociando um instrumento no fiado, ou da mãe tentando esconder o choro para não desmotivar os filhos.

Aliás, quantas mães brasileiras já não fizeram o mesmo?

Um elenco que sente, não só interpreta

O que dá vida à história são os rostos, os sotaques, os silêncios. Ângelo Antônio é um gigante discreto como Francisco. Dira Paes, de olhar sempre úmido, carrega no corpo a fadiga de uma mulher que aguenta tudo — e ama sem reservas. Márcio Kieling e Thiago Mendonça interpretam Zezé e Luciano com uma verdade que impressiona, ainda mais por se tratar de personagens vivos, conhecidos.

E há participações especiais que aquecem o coração: Lima Duarte como o avô Benedito, Paloma Duarte como Zilu, Natália Lage, José Dumont, Maria Flor. Todos entregam mais do que técnica: entregam alma.

Trilha sonora de um Brasil inteiro

O filme não seria o mesmo sem sua trilha. A canção “É o Amor”, que virou hino nacional nos anos 1990, surge como clímax emocional. Mas a trilha vai além da nostalgia: Maria Bethânia, Nando Reis, Chitãozinho & Xororó, Wanessa Camargo, Ney Matogrosso — todos contribuíram para fazer da música um personagem à parte.

Quem assiste sai cantarolando, com nó na garganta e sorriso nos lábios. Porque é impossível não se identificar. Quem nunca viu um parente desistir de um sonho? Quem nunca sonhou por alguém?

Francisco: um herói real

No centro de tudo está ele: Francisco Camargo, que faleceu em 2020, pouco antes de completar 84 anos. O homem que plantava sonhos em solo duro, e os regava com amor, fé e persistência. Ele não compôs nenhuma canção, mas foi o maestro invisível da trajetória de Zezé e Luciano. Um herói brasileiro, desses que não têm estátua nem feriado, mas que vivem no coração de cada filho que foi incentivado a seguir.

Por que rever esse filme agora?

Porque o Brasil precisa de histórias assim. Num país tantas vezes marcado por crises, desigualdades, lutos e desesperanças, filmes como “2 Filhos de Francisco” nos lembram de algo essencial: a beleza das histórias possíveis. Aquelas que começam pequenas e terminam enormes, que surgem em barracos e chegam aos palcos. Que nascem de dores reais, mas também de afetos que sobrevivem a tudo.

Onde posso assistir?

Você pode assistir ao filme em diferentes plataformas de streaming. O longa está disponível para assinantes da Amazon Prime Video e da HBO Max, oferecendo acesso completo por meio de suas respectivas assinaturas. Para quem prefere alugar, o título também pode ser encontrado na modalidade VOD (Vídeo sob Demanda) na própria Prime Video, com aluguel a partir de R$ 6,90. Essas opções tornam fácil reviver — ou descobrir pela primeira vez — a emocionante trajetória da dupla sertaneja em qualquer momento, no conforto de casa

Vale a pena assistir O Ritual? O filme de exorcismo que desafia sua fé e mexe com a sua mente

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Filmes de exorcismo são como velhas orações: repetidos tantas vezes que, para funcionar, precisam ser ditos com algo novo na voz. O Ritual se propõe a fazer exatamente isso — revisitar um gênero saturado, mas com a promessa de trazer mais do que sustos fáceis. Dirigido por David Midell e estrelado por Al Pacino, Dan Stevens e Abigail Cowen, o longa parte de um caso real para explorar não apenas o sobrenatural, mas também o peso da dúvida, a fragilidade da fé e os limites da mente humana.

O filme leva o público a uma viagem intensa entre o sobrenatural e o psicológico. Inspirado em um caso real ocorrido em 1928, o longa acompanha Emma Schmidt, uma jovem de uma pequena cidade agrícola de Iowa que começa a apresentar sinais perturbadores: crises violentas, aversão a símbolos religiosos e a habilidade de falar idiomas que jamais estudou. Preocupada, sua família recorre à Igreja Católica, que designa o experiente padre Theophilus Riesinger e o jovem padre Joseph Steiger para ajudá-la. No isolamento de um convento, durante 23 dias de exorcismos, fé e dúvida se entrelaçam, revelando segredos sombrios e forçando todos os envolvidos a confrontar seus próprios limites.

O elenco do terror ainda conta com Ashley Greene como Irmã Rose, Patricia Heaton como a Madre Superiora, Patrick Fabian no papel de Bispo Edwards e María Camila Giraldo como Irmã Camila, cada um contribuindo para o retrato multifacetado da vida no convento.

Um caso que começou no interior dos Estados Unidos

A história é inspirada em eventos ocorridos em 1928, na cidade agrícola de Earling, Iowa. Emma Schmidt — interpretada com intensidade por Abigail Cowen — começou a apresentar comportamentos estranhos: falava idiomas que nunca estudou, tinha acessos de violência sem motivo, rejeitava qualquer símbolo sagrado e, segundo testemunhas, parecia conversar com “vozes” que não eram suas.

A família, profundamente religiosa, buscou ajuda na Igreja Católica. É assim que entram em cena dois padres com visões de mundo quase opostas: Theophilus Riesinger (Al Pacino), experiente, acostumado a rituais de exorcismo, e Joseph Steiger (Dan Stevens), jovem, cético e carregando traumas pessoais.

A dupla se encontra em um convento isolado, onde o ritual é conduzido ao longo de 23 dias. É um cenário perfeito para o terror: corredores estreitos, luz fraca, paredes que parecem absorver cada sussurro.

A dúvida como motor da narrativa

O diferencial do filme está no ritmo e na construção da história. Ao contrário de muitas produções do gênero, ele não joga o espectador de cara no caos demoníaco. O filme planta sementes de incerteza: será que Emma está realmente possuída, ou tudo não passa de um caso grave de distúrbio mental?

Cada nova cena reforça essa ambiguidade. Quando Emma grita em latim, isso pode ser interpretado como um sinal sobrenatural… ou como resultado de algum conhecimento inconsciente adquirido na infância. Quando ela demonstra força sobre-humana, é algo demoníaco… ou uma descarga extrema de adrenalina?

Essa abordagem faz com que a verdadeira “protagonista” seja a dúvida. O espectador é convidado a oscilar entre a ciência e a fé, sem saber em qual terreno está pisando.

O convento onde se passa a maior parte da trama é mais do que um cenário — é um personagem silencioso. Os corredores parecem estreitar à medida que a tensão aumenta. A luz das velas cria sombras que nunca estão quietas. O som de passos ecoa de forma quase imperceptível, fazendo o espectador se perguntar se há mais alguém ali.

Midell opta por um visual que flerta com o gótico: poucos elementos em cena, paleta de cores frias, e um jogo de luz e sombra que sugere mais do que mostra. Os efeitos especiais são sutis. Não há explosões visuais nem exageros de CGI. O terror nasce da sugestão, não da exposição.

Quando o terror tropeça

Nem tudo, no entanto, funciona. O maior deslize está na movimentação da câmera. Em várias cenas, principalmente nos momentos de maior tensão, o diretor usa uma câmera trêmula, tentando transmitir urgência e confusão. Mas o excesso dessa técnica prejudica a imersão e chega a provocar desconforto visual.

Além disso, o clímax do filme acaba cedendo a alguns clichês do gênero — olhos virando, vozes graves, levitações — que, embora bem executados, soam previsíveis. É como se, depois de construir algo diferenciado, o roteiro cedesse à pressão de entregar o que o público “espera” de um filme de possessão.

Vale a pena assistir?

A resposta depende do tipo de experiência que você procura.

Se a sua ideia de terror é baseada em sustos frequentes e efeitos exagerados, talvez o filme não seja o filme ideal. Ele exige paciência, atenção e disposição para lidar com incertezas.

Mas, se você aprecia histórias que exploram o lado psicológico do medo, que desafiam certezas e que se sustentam mais pela atmosfera do que pelo choque visual, O Ritual pode ser uma experiência recompensadora.

Novo trailer de Beast of War mostra tubarão gigante ameaçando soldados australianos

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O novo trailer de Beast of War, dirigido pelo australiano Kiah Roache-Turner, já está disponível e promete deixar os fãs de suspense e terror em alerta. Nas cenas divulgadas, um grupo de jovens soldados australianos luta pela sobrevivência no meio do oceano Pacífico, após seu navio ser destruído em um ataque aéreo japonês durante a Segunda Guerra Mundial. Mas além de enfrentar fome, sede e o clima hostil, eles precisam encarar um inimigo ainda mais mortal: um tubarão branco de proporções gigantescas, que se mostra obstinado em caçá-los. Abaixo, confira o vídeo:

O trailer revela a atmosfera tensa do longa, com sequências de alto impacto que combinam efeitos visuais e ação em alto-mar. A mistura de animatrônico de meia tonelada com computação gráfica torna o predador extremamente realista, aumentando a sensação de perigo iminente e suspense constante. Cada movimento do tubarão, desde a aproximação silenciosa até o ataque devastador, é mostrado com detalhes que prometem fazer o público prender a respiração.

O filme se passa em 1942, e explora não apenas a luta contra a natureza, mas também a pressão psicológica e o medo enfrentados pelos soldados isolados. Os protagonistas precisam encontrar força e estratégia para sobreviver, enquanto o oceano se torna um campo de batalha onde cada decisão pode ser fatal.

O elenco reúne nomes conhecidos do cinema australiano, como Mark Coles Smith, Joel Nankervis, Sam Delich, Lee Tiger Halley, Sam Parsonson, Maximillian Johnson e Steve Le Marquand. A presença de Masa Yamaguchi como o comandante japonês Tetsuo Harada e Lauren Grimson como Hazel acrescenta profundidade ao drama humano que se desenrola em meio ao horror do ataque do tubarão.

Nos bastidores, a equipe técnica mostra cuidado extremo com a ambientação e realismo. A direção de fotografia é assinada por Mark Wareham, o design de produção por Esther Rosenberg, e a direção de arte por Meiko Wong, garantindo que tanto o ambiente quanto os efeitos do tubarão sejam convincentes e imersivos. A maquiagem e o figurino, liderados por Natalie Stanfield e Tracey Rose Sparke, completam a recriação histórica do período da Segunda Guerra Mundial.

Beast of War marca mais uma aposta de Kiah Roache-Turner em gêneros de tensão e criaturas ameaçadoras, seguindo o estilo que ele já demonstrou em produções anteriores, como Wyrmwood: Road of the Dead. O filme combina thriller psicológico, drama de guerra e terror marítimo, criando uma experiência única para os amantes do suspense e da ação.

Quando o filme chega aos cinemas?

O longa tem estreia confirmada nos Estados Unidos em 10 de outubro de 2025, mas ainda não há previsão de lançamento nos cinemas brasileiros. Com o trailer já circulando, o público internacional já começa a se preparar para um filme que promete suspense co

Resumo da novela A Escrava Isaura de hoje (01) – Quilombo destruído e Juliana enfrenta destino trágico

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No capítulo de A Escrava Isaura que vai ao ar hoje, segunda-feira, 01 de setembro, Martinho e seus homens invadem o quilombo, espalhando o terror entre os moradores. Apesar do perigo, os negros ainda encontram momentos para festejar e celebrar a união da comunidade, tentando preservar sua alegria em meio à ameaça constante. Juliana se despede emocionada de seu pai e aproveita um momento de distração para fugir, mas Martinho coloca fogo no quilombo, perseguindo-a até capturá-la. Ao ver o corpo do pai entre as chamas, Juliana chora, tomada pela dor e pelo desespero.

No mercado de escravos, Juliana é leiloada e comprada pelo Comendador Almeida. Miguel, sensível à situação dela, oferece ajuda, enquanto o Comendador ordena que a festa dos negros seja encerrada imediatamente. O clima de opressão aumenta quando o Comendador tenta se aproveitar de Juliana, que consegue pedir socorro a Gertrudes. Para punir a jovem, o Comendador a obriga a trabalhar na lavoura, enquanto um romance tímido e crescente surge entre Juliana e Miguel.

Juliana revela a Miguel que está grávida, e ele tenta desesperadamente comprar sua alforria, mas o Comendador Almeida reage demitindo Miguel de suas funções. Francisco assume como novo feitor, mas Gertrudes protege Juliana, impedindo que ela sofra castigos mais severos. Juliana dá à luz Isaura, mas, pouco depois do parto, é condenada ao tronco, onde morre, deixando Gertrudes responsável por cuidar da filha.

Miguel visita a senzala para conhecer Isaura, acompanhando seu crescimento. Dez anos se passam, e Isaura já é uma menina; Gertrudes então pede a liberdade da jovem. Com a passagem do tempo, Isaura aparece como mocinha, amadurecida e preparada para enfrentar os desafios da vida. Nesse meio tempo, o Comendador Almeida descobre que Leôncio o enganou, enquanto Tomásia revela que está grávida de Leôncio. O Comendador, surpreso e furioso, confronta Leôncio e Tomásia,.

O que vai acontecer nos próximos capítulos de A Escrava Isaura?

Tomásia enfrenta um momento de abandono e desespero quando Leôncio a deixa sem explicações. O Comendador Almeida cobra as dívidas de Leôncio, aumentando ainda mais a pressão sobre ele. Coronel Sebastião anuncia que Leôncio terá que se casar com Malvina, decisão que deixa o vilão em conflito. Ao chegar em casa, Leôncio encontra Isaura, e a tensão entre eles se intensifica. Gioconda informa a Tomásia que foram despejadas, aumentando a tristeza da jovem.

Enquanto isso, André se declara para Isaura, mas Leôncio também não esconde seus sentimentos e se declara para a jovem, criando um triângulo perigoso. Miguel encontra Joaquina, e Isaura confessa a ela e a João que Leôncio a importunou e tentou marcar um encontro no celeiro. O Comendador Almeida e Coronel Almeida acertam os detalhes do sarau de noivado de Leôncio e Malvina. João e André ficam de guarda para proteger Isaura, atentos às ações de Leôncio.

Rosa tenta seduzir Leôncio no celeiro, e André não hesita em confrontá-la. Gioconda e Tomásia decidem ir ao sarau, enquanto Gabriel se encanta por Helena. Coronel Sebastião cruza com Gioconda na estrada, e Leôncio, junto ao Comendador, é surpreendido com a presença de Tomásia no noivado. Tomásia ameaça Leôncio, e Isaura testemunha tudo, inclusive o momento em que Leôncio faz Tomásia tropeçar na escada.

Tomásia não hesita e interrompe o casamento de Leôncio e Malvina. Leôncio tenta minimizar o incidente, dizendo a Isaura que Tomásia tropeçou sozinha. Gioconda, aos prantos, tenta consolar a amiga. Henrique se mostra fascinado por Isaura, enquanto Malvina começa a suspeitar do interesse de Leôncio na jovem. Gabriel confronta Leôncio e fala mal dele para Helena, que revela a Sebastião tudo o que descobriu sobre o vilão.

Henrique e Helena compartilham com Malvina os detalhes do que Leôncio fez com Tomásia, deixando-a em choque. Tomásia acorda e recebe a notícia devastadora de que perdeu a criança. Miguel consegue o dinheiro que faltava para comprar a liberdade de Isaura, mas Leôncio volta a ameaçá-la, apertando seu pescoço. Enquanto isso, Gabriel se aproxima de Helena e a beija.

Sebastião questiona Gioconda sobre a promessa de casamento de Leôncio a Tomásia. Gertrudes percebe a tristeza de Isaura e tenta entender a situação. No mesmo dia, começa o casamento de Leôncio e Malvina, mas Tomásia interrompe novamente a cerimônia, exigindo justiça. Diante do caos, André propõe fugir com Isaura, oferecendo uma alternativa para escapar das ameaças de Leôncio e buscar segurança.

O Telefone Preto 2 | Trailer revela terror intenso e mistérios sobrenaturais com Mason Thames

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A Universal Pictures acaba de liberar o trailer oficial de O Telefone Preto 2, sequência do sucesso de terror que conquistou o mundo em 2022. O vídeo já mostra por que a franquia se tornou um fenômeno: cenas intensas, suspense crescente e uma atmosfera de puro horror que promete deixar o público à beira do assento.

O vídeo divulgado enfatiza o crescimento do terror psicológico. As primeiras cenas mostram Gwen, interpretada por Madeleine McGraw, recebendo ligações misteriosas em sonhos, enquanto Finn (Mason Thames) ainda lida com os traumas do sequestro sofrido quatro anos antes.

O primeiro longa arrecadou mais de 160 milhões de dólares globalmente, consolidando a história de Joe Hill como um dos grandes sucessos recentes do gênero. Agora, com estreia marcada para 16 de outubro nos cinemas brasileiros, o segundo filme traz de volta Ethan Hawke no papel do aterrorizante Sequestrador, conhecido também como O Agarrador, ampliando o universo sombrio criado na primeira produção.

Retorno do elenco e novos reforços

Além de Ethan Hawke (Antes do Amanhecer, A Bruxa de Blair 2, Uma Vida Melhor), Mason Thames (O Telefone Preto, Old), e Madeleine McGraw (O Telefone Preto, The Black Phone: Curta-metragem), Jeremy Davies (O Patriota, Lost, O Telefone Preto), e Miguel Cazarez Mora (O Telefone Preto, Resgate Implacável) reprisam seus papéis, enquanto novas adições como Demián Bichir (Uma Vida Melhor, A Freira), Arianna Rivas (Resgate Implacável), Maev Beaty (Beau Tem Medo), e Graham Abbey (Em Nome do Céu) prometem elevar a intensidade da narrativa.

A química entre os irmãos Finn e Gwen continua sendo um ponto central, enquanto Hawke mantém sua interpretação perturbadora e ameaçadora, consolidando O Agarrador como uma das figuras mais icônicas do terror contemporâneo.

Um olhar sobre a produção

O longa é dirigido por Scott Derrickson, que também assina o roteiro ao lado de C. Robert Cargill, ambos com experiência consolidada em histórias de suspense e horror. A produção executiva de Jason Blum e Joe Hill garante que a sequência mantenha o tom sombrio e a essência da obra original.

Antecedentes da sequência

A ideia para este segundo filme surgiu logo após o sucesso do primeiro. Joe Hill compartilhou com Derrickson conceitos que expandiam o universo do Agarrador, e o sucesso de bilheteria do original impulsionou a produção da sequência. As filmagens ocorreram em Toronto entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, sob o título provisório Mysterium.

Segundo Derrickson, o trailer reflete não apenas o crescimento do terror, mas também o aprofundamento dos personagens, mostrando que o medo pode deixar marcas duradouras e transformá-los de maneiras inesperadas.

Expectativas com o lançamento

Com estreia marcada para 16 de outubro no Brasil e em Portugal, O Telefone Preto 2 se prepara para se tornar um dos filmes de terror mais aguardados do ano. O trailer, com sua atmosfera tensa e visuais arrepiantes, já cria expectativas de sustos, reviravoltas e momentos de pura adrenalina.

Vale a pena assistir A Longa Marcha: Caminhe ou Morra? Distopia, violência e crítica social na adaptação do clássico de Stephen King

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Em um futuro alternativo dos Estados Unidos, onde a obediência e a produtividade são impostas a qualquer custo, parar significa a morte. Essa é a premissa central de A Longa Marcha: Caminhe ou Morra, adaptação cinematográfica do clássico homônimo de Stephen King, publicado em 1979 sob o pseudônimo Richard Bachman. Lançado nos cinemas brasileiros em 18 de setembro de 2025, o filme não apenas transporta o espectador para uma competição mortal, mas também transforma o horror em uma ferramenta de crítica social, expondo como regimes autoritários podem reduzir vidas humanas a meras peças de espetáculo.

A narrativa acompanha cinquenta adolescentes, um representante de cada estado, selecionados anualmente para participar da chamada Longa Marcha. O desafio é cruel em sua simplicidade: caminhar sem parar. Qualquer desaceleração ou interrupção é punida com a morte, monitorada por soldados armados e transmitida ao vivo para toda a nação. O prêmio para o último sobrevivente não é apenas a sobrevivência, mas a realização de um desejo pessoal, capaz de justificar a dor extrema e o desgaste físico quase insuportável que cada caminhante enfrenta. Entre eles está Ray Garraty (Cooper Hoffman), jovem que enfrenta não apenas a prova física, mas o impacto psicológico de testemunhar a morte de seus colegas, enquanto tenta manter sua humanidade intacta.

A brutalidade como metáfora social

O filme estabelece desde os primeiros minutos sua crítica central: a vida humana transformada em mercadoria e a dor transformada em espetáculo. Cada passo dado pelos jovens caminhantes simboliza não apenas esforço físico, mas também resistência a um sistema que legitima o sofrimento e a competição extrema como entretenimento. Diferentemente de narrativas que romantizam a violência, A Longa Marcha força o espectador a reconhecer o valor de cada vida perdida, subvertendo a lógica de consumo imediato do horror.

Ray Garraty funciona como ponto de identificação do público. Sua trajetória oferece uma visão emocional da competição, mostrando medo, dúvida e determinação. Entretanto, Peter McVries (David Jonsson) se destaca ao equilibrar momentos de alívio e reflexão moral. Suas falas e atitudes apresentam um otimismo que contrasta com a brutalidade da marcha, embora em alguns momentos soem deslocadas frente ao clima de desespero coletivo. Ainda assim, a atuação de Jonsson imprime profundidade ao personagem, que se torna um contraponto necessário à violência e à desesperança que permeiam o longa.

O roteiro, de JT Mollner, mantém a tensão constante, mas por vezes recorre a diálogos didáticos para reforçar a crítica social. Essa escolha narrativa poderia prejudicar o ritmo, mas o impacto visual e a intensidade das cenas de ação e sofrimento compensam qualquer fragilidade verbal, garantindo que o público permaneça envolvido do início ao fim.

Entre violência explícita e horror psicológico

No conto original de King, a brutalidade física é sugerida mais do que mostrada: o leitor acompanha dores, cãibras, pés em carne viva e exaustão extrema, sem a exploração gráfica detalhada típica de adaptações cinematográficas de horror. A intenção é que o sofrimento simbolize a obediência cega ao sistema e a pressão sobre os jovens participantes.

A adaptação cinematográfica, porém, opta por um retrato mais direto do horror físico. Tornozelos quebrados, desmaios, defecações involuntárias e execuções são mostrados de maneira intensa, mas estrategicamente fragmentada, evitando que o choque visual se torne gratuito. Essa abordagem cria um equilíbrio entre impacto sensorial e reflexão crítica, permitindo que o público perceba a dimensão social do sofrimento sem perder a imersão na história. Cada ferida, cada passo doloroso e cada morte carregam peso simbólico, lembrando que a violência da Longa Marcha é também uma alegoria do abuso de poder e da exploração da juventude.

Crítica social e atualidade

O que diferencia A Longa Marcha de outras distopias é seu foco no espetáculo da violência. A transmissão da competição ao vivo reflete a forma como a sociedade contemporânea consome tragédias e sofrimento alheio como entretenimento. Reality shows extremos, redes sociais e cobertura midiática de desastres funcionam como ecos modernos da Longa Marcha, onde dor e medo se tornam produtos para o consumo.

O filme critica não apenas o regime fictício que organiza a marcha, mas também a indiferença do público que assiste passivamente, consumindo vidas humanas como se fossem números ou atrações esportivas. Essa dimensão ética e social é reforçada pelas escolhas narrativas que humanizam cada caminhante, permitindo que o espectador sinta empatia por suas esperanças, medos e perdas.

Personagens e performances

Cooper Hoffman entrega uma performance sensível e realista como Ray Garraty. O jovem ator traduz de forma convincente o impacto da violência, a pressão psicológica da competição e a luta interna para manter valores éticos em meio ao caos. David Jonsson, como Peter McVries, traz carisma e complexidade, funcionando como alívio moral e emocional, ao mesmo tempo em que desafia Ray e o público a refletir sobre escolhas e consequências.

O elenco de apoio contribui significativamente para o equilíbrio da narrativa. Garrett Wareing, Tut Nyuot, Charlie Plummer, Roman Griffin Davis e outros oferecem diversidade de perfis, garantindo que a marcha não se torne uma sequência monótona de sofrimento, mas um microcosmo da juventude americana, com suas contradições, ambições e fragilidades. O vínculo entre os personagens — alianças temporárias, rivalidades e gestos de solidariedade — humaniza ainda mais a história e reforça o peso de cada perda.

Produção e direção

Dirigido por Francis Lawrence e produzido pela Lionsgate Films, o longa é visualmente impactante e narrativamente coerente. A decisão de filmar a produção em ordem cronológica permitiu que os atores experimentassem o desgaste físico e emocional de seus personagens de forma progressiva, aumentando a verossimilhança das performances. A direção enfatiza planos longos, closes intensos e tomadas panorâmicas que ampliam a sensação de cansaço, claustrofobia e inevitabilidade.

A trilha sonora, composta por Jeremiah Fraites, reforça a tensão e a melancolia da narrativa. A canção country “Took a Walk”, interpretada por Shaboozey e Stephen Wilson Jr., contrapõe a brutalidade da marcha com uma sensibilidade sonora que remete às raízes culturais da América, criando uma camada adicional de interpretação e simbolismo. A cinematografia, cuidadosamente planejada, equilibra a exposição gráfica do horror com momentos de contemplação, permitindo ao público refletir sobre o significado mais profundo da narrativa.

O legado de Stephen King e a adaptação cinematográfica

O romance de 1979 já havia despertado interesse em Hollywood por décadas. George A. Romero foi considerado para dirigir em 1988, mas o projeto não avançou. Em 2007, Frank Darabont garantiu os direitos, planejando uma adaptação contida e introspectiva, mas sem concretização. Somente em 2023, a Lionsgate consolidou a produção com Francis Lawrence à frente, entregando uma versão que consegue traduzir para a tela a tensão psicológica, o horror físico e a crítica social presentes na obra original.

A adaptação respeita a essência do texto de King ao mostrar que o medo e a violência, mesmo em contextos extremos, são também construções sociais. Cada morte, cada passo forçado e cada gesto de solidariedade ou conflito entre os caminhantes reforçam a crítica à alienação, à espetacularização da dor e à pressão sobre os jovens. O filme amplia a narrativa original sem perder o simbolismo, conectando a história de 1979 a reflexões contemporâneas sobre poder, mídia e consumo da violência.

Trama e acontecimentos

Ao longo de cinco dias de marcha, os personagens enfrentam desafios físicos extremos e dilemas éticos complexos. Thomas Curley é o primeiro a morrer após cãibras incapacitantes. Barkovitch, responsável indireto pela morte de outro caminhante, sofre colapso mental e termina sua jornada tragicamente. Outros, como Collie e Art, enfrentam deterioração física e psicológica até suas mortes inevitáveis. Ray e Peter permanecem como protagonistas centrais, representando a luta entre sobrevivência, ética e desejo de justiça.

A jornada é também uma crítica ao autoritarismo e à guerra, ambientada em um Estados Unidos devastado por uma segunda guerra civil e governado por um regime militar totalitário. O Major, líder da competição, simboliza o controle absoluto, enquanto o público que assiste à marcha encarna a indiferença social diante da exploração da vida humana. A tensão cresce até o clímax, quando Peter executa o Major com o rifle concedido pelo prêmio, encerrando a marcha de forma simbólica e dramática.

Resumo semanal da novela A Escrava Isaura de 01/10 a 10/10

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Capítulo 023 da novela A Escrava Isaura de quarta-feira, 1º de outubro
Tomásia e sua família enfrentam o despejo da fazenda do Conde, ficando sem abrigo e consumidas pelo desespero, enquanto Dr. Paulo revela detalhes sombrios da emboscada que matou seu marido, inflamando sua sede de justiça. Leôncio tenta dominar Isaura, mas ela reage com coragem, deixando marcas e despertando a desconfiança de Malvina, que pressiona Rosa a descobrir a verdade. Na cidade, Miguel busca apoio de Belchior, enquanto Almeida, debilitado por uma nova crise de tosse, repreende Leôncio com ameaças de deserdá-lo se não se comportar. No quilombo, Moleca se declara a André, e Tomásia descobre um testamento recém-descoberto do Conde, reacendendo esperanças de recuperar seu patrimônio. A situação se complica ainda mais quando João adoece gravemente na senzala, aumentando a tensão e a preocupação de todos ao seu redor.

Capítulo 024 – Quinta-feira, 2 de outubro
Henrique surpreende Leôncio em uma tentativa de assassinato contra João, que se encontra gravemente doente, e o vilão tenta chantagear Isaura exigindo um beijo em troca da vida do menino, mas João se defende corajosamente, criando um momento de tensão extrema. No quilombo, Bernardo encontra um diamante em um riacho, renovando a esperança do grupo de fugitivos e fortalecendo a união com André. Henrique reafirma seu compromisso com a liberdade de Isaura, enfrentando ameaças do Coronel Sebastião caso continue em sua missão. Almeida, atormentado por visões de Gertrudes, busca força para tomar decisões, enquanto Belchior, dividido entre dever e paixão, pede Rosa em casamento. Em meio a desafios e perdas, Tomásia tenta recomeçar durante a inauguração da estação de trem, e Almeida redige um novo testamento garantindo a alforria de Isaura, preparando o terreno para uma virada decisiva.

Capítulo 025 da novela A Escrava Isaura de sexta-feira, 3 de outubro
Leôncio, tomado pelo desespero, tenta impedir Almeida de libertar Isaura, mas o pai permanece firme, aumentando o conflito familiar; enquanto isso, Gabriel, sonhando com o amor perdido, se enche de esperança, e Helena presencia um ataque de Leôncio contra Isaura, provocando um confronto tenso. No campo da resistência, Martinho organiza um ataque ao quilombo, colocando André e Bernardo em perigo iminente. Almeida se prepara para viajar, instruindo seu filho a respeitar Isaura, mas Leôncio desobedece, demonstrando arrogância e desprezo. Gabriel revela a Miguel seu plano de pedir apoio financeiro a Tomásia, evidenciando lealdade e amizade, enquanto Belchior desabafa sua paixão com Violeta, e Miguel vive um emocionante reencontro com sua filha, tecendo emoções de esperança, amor e conflitos que se entrelaçam.

Resumo semanal da novela A Escrava Isaura de 06/10 a 10/10

Capítulo 026 – Segunda-feira, 6 de outubro
A tensão explode quando Henrique surpreende Leôncio e Rosa juntos no celeiro, aumentando o clima de desconfiança e rivalidade. Na fazenda do Comendador, Francisco discute intensamente com Miguel, enquanto o Coronel Sebastião demonstra sua autoridade ao arrancar uma carta das mãos da filha. No quilombo, Martinho encontra Bernardo, trazendo uma faísca de esperança aos fugitivos, enquanto Tomásia começa a planejar sua vingança contra Leôncio. Almeida se mantém firme, proibindo Miguel de ver Isaura e delegando a Malvina a responsabilidade de protegê-la, enquanto Henrique confronta novamente o casal no celeiro. Isaura relata todas as ameaças de Leôncio a Almeida, aumentando a tensão e o clima de perigo em toda a fazenda.

Capítulo 027 – Terça-feira, 7 de outubro
Miguel tenta negociar a liberdade de Isaura, mas sua tentativa fracassa, deixando-o frustrado e desesperado. No quilombo, Martinho procura André sem sucesso, enquanto Almeida deixa claro que não tolerará desrespeito de Leôncio. Tomásia, determinada, planeja incendiar a lavoura de café do vilão como forma de vingança, enquanto Almeida promete libertar Isaura assim que voltar de viagem. Belchior lamenta sua situação para Violeta, e Leôncio continua perigoso, ameaçando Joaquina e espalhando medo por onde passa, deixando todos à beira do conflito.

Capítulo 028 – Quarta-feira, 8 de outubro
Isaura revela a Henrique todas as ameaças de Leôncio, aumentando a preocupação do jovem, enquanto o vilão tenta enforcar Joaquina, mostrando sua crueldade extrema. André trabalha para reconstruir o quilombo, mantendo viva a resistência do grupo, enquanto Tomásia continua tramando sua vingança. Henrique confronta Leôncio na senzala, Gioconda questiona as intenções de Tomásia, e Isaura busca refúgio na música tocando piano. Malvina considera vender Rosa, enquanto Belchior, desesperado, acaba afundando na bebida. André e Moleca se aproximam, fortalecendo laços, e Rosa insiste que Isaura se submeta a Leôncio, aumentando ainda mais os conflitos.

Capítulo 029 – Quinta-feira, 9 de outubro
A tensão aumenta quando Leôncio encontra Henrique no celeiro, gerando uma discussão acalorada, enquanto Helena aguarda ansiosa por notícias. Malvina reafirma seu controle ao impedir Rosa de servir o jantar, e Tomásia demonstra justiça ao conceder a alforria aos escravos. Isaura se debate entre ceder ou não a Leôncio, enquanto Henrique cuida de João e Joaquina. O vilão, furioso, confronta Henrique novamente e provoca Isaura, tornando-se cada vez mais perigoso. Sebastião desconfia da presença de Gabriel, e Rosa se insinua para Leôncio, intensificando o clima de tensão, enquanto Miguel, já alcoolizado, se mostra vulnerável às circunstâncias.

Capítulo 030 – Sexta-feira, 10 de outubro
No quilombo, André e Moleca continuam reconstruindo o espaço, mantendo a esperança viva entre os fugitivos. Sebastião flagra Gabriel e Helena na sala, gerando confrontos e riscos, enquanto Tomásia e Gioconda unem forças para proteger Gabriel. Leôncio expulsa Henrique de sua casa, e João e Joaquina chegam à fazenda do Coronel, aumentando a tensão. Tomásia compra Bernardo para protegê-lo, enquanto André e Moleca reforçam os esforços de reconstrução. Henrique discute com Leôncio diante de Malvina e se despede de Isaura, enquanto Helena maltrata Dr. Paulo e Belchior relata a Miguel os acontecimentos na fazenda. Apesar de todos os conflitos, Leôncio se sente vitorioso com a saída de Henrique, consolidando seu domínio e deixando um clima de tensão e expectativa.

Resumo da novela A Viagem de quarta (01/10) – Raul fica enciumado com Antônio e Ismael ameaça Estela

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No capítulo de A Viagem que vai ao ar nesta quarta-feira, 1º de outubro, Antônio conta a Guiomar e Andrezza que a companhia de rodeio está quase pronta, mas a notícia deixa Raul visivelmente enciumado ao voltar para casa e encontrar o amigo. Enquanto isso, Otávio revela a Júlia seu desejo de ser útil no Além, enquanto Alexandre continua interferindo na vida de Raul.

Estela procura novamente o delegado, que lhe informa sobre a batida no chalé de Ismael. Tato compartilha com Alberto um sonho que teve com Otávio, descobrindo que o amigo sofria de uma doença grave e incurável, e percebe que Otávio sempre tentou protegê-los de qualquer sofrimento.

Determinada, Estela pede emprestado o carro de Tibério e segue para Itatiaia à procura de Bia. Diná confessa a Lisa que torce para que tudo termine bem entre ela e Téo. No entanto, a situação se complica quando Ismael decide confrontar Estela: ele a amarra, relembra o passado, tenta beijá-la e, em um momento de tensão, rasga sua blusa com um canivete. Preocupada, Diná desabafa com Alberto sobre o estado de sua irmã, sentindo que algo não vai bem.

Confira o que vai acontecer nos próximos capítulos da novela A Viagem

Ismael abusa de Estela, mas Regina consegue desamarrá-la e a manda embora, pedindo que não conte a ninguém onde eles estão. Enquanto isso, Guiomar obriga Raul a vestir uma roupa de cowboy, e Andrezza dá uma entrevista sobre a companhia de rodeios, deixando Raul enciumado. Alexandre influencia Guiomar a tratar Raul bem para que ele não estrague seus planos. Antônio, Andrezza e Raul visitam Dudu, enquanto Carmem conta a Alberto que Estela pediu o carro de Tibério emprestado e não deu notícias. Raul discute com Andrezza por ciúmes, e mais tarde, destrói as flores que deu para ela no aniversário. Andrezza se recusa a devolver o carro, explicando que Antônio é como um irmão para ela.

Otávio chega à Terra e encontra Diná dormindo; Téo entra no quarto e a acaricia, deixando Otávio furioso, que derruba vasos tentando conter sua raiva. Júlia e um anjo alertam Otávio que ele não pode interferir nas escolhas de Diná. Estela revela a Diná o desaparecimento de Bia em Itatiaia, e Diná se sente culpada, prometendo encontrá-la. Enquanto Igor e Bia se escondem, Kazuo e a mulher de Okida morrem em um acidente, e Dudu e Alberto tentam consolar o filho, Nori. Josefa revela a Lisa que foi Alexandre quem a separou de Téo, e o mistério sobre Bia continua a movimentar a trama.

Lisa encontra Téo no shopping, mas reage com indiferença, mostrando que não quer mais saber dele. Johnny informa a Estela que Bia está perto de Búzios, e Carmem e Lisa levam Estela até a cidade em busca da menina. Dudu decide não viajar com Antônio e Andrezza para não deixar Nori sozinho, enquanto Tato discute com Diná, que o confronta sobre a necessidade de mudanças em seu comportamento.

Em Búzios, Carmem, Lisa e Estela procuram Bia pela praia. Lisa encontra Igor, mas ele não confirma nada, e Bia continua se escondendo, deixando todos em suspense. Enquanto isso, Raul fica irritado com a viagem de Andrezza e Antônio para Barretos, e Maroca o repreende por não ter ido atrás da filha. Guiomar, influenciada por Alexandre, planeja mais uma armação contra Raul. Antônio ganha o primeiro prêmio no rodeio, e Naná anuncia a Cininha que não se casará mais com Hélio. Em outro conflito, Ismael ameaça Regina, afirmando que, se for solta, revelará seu plano de fuga do país. Téo tenta se aproximar de Diná, mas Otávio se interpõe, impedindo qualquer ação do rapaz.

Fábio Jr. chega a São Paulo com turnê emocionante Bem Mais Que os Meus 20 e Poucos Anos na Suhai Music Hall

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São Paulo se prepara para receber um dos maiores nomes da música brasileira: Fábio Jr. O artista sobe ao palco do Suhai Music Hall no dia 18 de outubro com sua nova turnê “Bem Mais Que os Meus 20 e Poucos Anos”, um espetáculo que celebra décadas de carreira e conquistas, mostrando a versatilidade de um artista que marcou gerações com sua voz única e carisma inconfundível.

A apresentação vai além da execução de grandes sucessos. Com uma produção moderna e cenários impactantes, o show é estruturado em blocos temáticos que contam a trajetória de Fábio Jr., reunindo momentos históricos de sua carreira como cantor, compositor, ator, apresentador e poeta. O público poderá vivenciar memórias afetivas por meio de vídeos de novelas, registros pessoais e imagens inéditas, criando uma experiência completa e envolvente.

O espetáculo apresenta hits que atravessaram décadas e continuam emocionando fãs de todas as idades. Canções como “Só Você”, “Pai”, “Alma Gêmea”, “Senta Aqui” e “20 e Poucos Anos” compõem o repertório, proporcionando uma verdadeira viagem pela história musical do artista. Cada música é acompanhada de elementos visuais e cenográficos que intensificam a emoção e a conexão com o público.

Além de revisitar sua carreira, a turnê também oferece reflexões sobre a vida e o amor, sempre com a leveza e a paixão que definem a essência de Fábio Jr. A combinação de música, imagens e lembranças cria uma narrativa afetiva, permitindo que fãs de todas as idades se conectem com a trajetória do artista de maneira profunda e emocionante.

Com mais de 30 álbuns lançados e inúmeras canções presentes em trilhas sonoras de novelas brasileiras, Fábio Jr. continua conquistando corações por onde passa. A turnê em São Paulo representa uma oportunidade única de acompanhar de perto a energia e o talento de um artista que permanece relevante e inspirador, consolidando sua posição como ícone da cultura nacional.

A apresentação tem duração aproximada de 1h30 e oferece ao público uma experiência completa, marcada por emoção, nostalgia e surpresas visuais que tornam a noite inesquecível. O espetáculo reforça a importância da música brasileira e celebra a trajetória de um artista que se mantém no coração do público há décadas.

My Hero Academia | Netflix garante fidelidade ao mangá com supervisão de Kohei Horikoshi no live-action

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A Netflix anunciou recentemente a produção de um filme live-action de My Hero Academia, e a notícia tem gerado grande expectativa entre fãs e críticos. O ponto central que diferencia esta adaptação de outras produções similares é o envolvimento direto de Kohei Horikoshi, criador do mangá, que supervisiona cada etapa do projeto, garantindo que a essência da obra original seja preservada.

Jason Fuchs, roteirista do filme, afirmou em entrevista à Entertainment Weekly que Horikoshi está “muito envolvido” no processo. “Não há tratamento, não há esboço, não há cenas que ele não revise, com polegares para cima ou para baixo”, explicou Fuchs. Ele acrescenta que essa participação reforça a confiança da equipe em entregar uma obra que os fãs reconhecerão e apreciarão, respeitando a história e os personagens que conquistaram o mundo.

O fenômeno que conquistou o mundo

My Hero Academia é um mangá escrito e ilustrado por Kohei Horikoshi, publicado na revista Weekly Shōnen Jump entre julho de 2014 e agosto de 2024, totalizando 42 volumes. No Brasil, a série é publicada pela JBC, enquanto em Portugal a responsabilidade é da Devir. Desde o início, a obra conquistou uma base sólida de fãs, graças à combinação de ação, humor, drama e a construção de um universo de super-heróis extremamente rico.

A história acompanha Izuku Midoriya, um jovem que nasce sem superpoderes — conhecidos no universo como “individualidades” — em um mundo em que a maioria das pessoas os possui. Apesar de sua condição, Midoriya sonha em se tornar um grande herói, inspirado pelo lendário All Might, o Símbolo da Paz.

Uma trajetória marcada por coragem e superação

O ponto de virada na vida de Izuku ocorre quando ele ajuda All Might em uma situação de perigo. Reconhecendo sua coragem e determinação, All Might decide compartilhar com ele seu poder, o One for All, permitindo que Midoriya ingresse na Escola de Heróis U.A. — uma instituição que treina jovens para se tornarem super-heróis.

A narrativa acompanha sua evolução, desde os desafios do treinamento até os conflitos com colegas e vilões poderosos. Personagens como Katsuki Bakugo, Ochaco Uraraka e Shoto Todoroki são parte essencial da trama, cada um com motivações próprias, dilemas morais e histórias de crescimento que tornam o universo da trama tão completa e cativante.

Do mangá ao anime

O sucesso do mangá impulsionou a produção de um anime pelo estúdio Bones. A primeira temporada estreou em abril de 2016, seguida por novas temporadas que expandiram o universo da história e aprofundaram o desenvolvimento dos personagens. No Brasil, o anime ganhou espaço na TV aberta em 2021, pelo canal Loading, enquanto em Portugal foi transmitido pelo Biggs em 2019.

A adaptação animada manteve a fidelidade à obra original, equilibrando momentos de ação intensa com tramas emocionais e cenas de construção de caráter. Esse cuidado ajudou a consolidar My Hero Academia como um fenômeno internacional, reconhecido tanto por críticos quanto por fãs.

Desafios da adaptação live-action

Adaptar um mangá e anime de sucesso para live-action é um desafio notório. Os personagens possuem habilidades únicas, cenas de ação extremamente dinâmicas e um estilo visual marcante. A supervisão de Horikoshi, contudo, promete minimizar erros de adaptação, garantindo que elementos essenciais da narrativa, do visual e da personalidade dos personagens sejam mantidos.

Jason Fuchs enfatiza que cada detalhe do roteiro será analisado, desde diálogos até as coreografias de combate. O objetivo é criar um filme que seja, ao mesmo tempo, fiel ao material original e capaz de dialogar com um público novo, que talvez nunca tenha lido o mangá ou assistido ao anime.

Por que My Hero Academia conquista fãs

O que diferencia My Hero Academia de outras histórias de super-heróis é a profundidade de seus personagens. Izuku Midoriya representa coragem, empatia e perseverança, valores que ressoam com o público de forma universal. Personagens como Bakugo e Uraraka acrescentam camadas de complexidade, mostrando que até os heróis enfrentam medos, inseguranças e conflitos internos.

Essa abordagem humana é parte do motivo pelo qual a obra conquistou leitores e espectadores em todo o mundo. O filme live-action terá a missão de transmitir essas nuances, equilibrando ação, drama e humor de maneira convincente.

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