Abaixo, confira o que vai acontecer na novela Amor Perfeito de 08/07/2023, sábado. A exibição da novela está prevista para acontecer às 18h00, na Globo.
De acordo com o resumo de Amor Perfeito, Lucília revela a Gilda seu verdadeiro objetivo: ela deseja a parte do hotel que pertence à família de Gilda, deixando-a furiosa e revoltada com a traição. Enquanto isso, Érico toma coragem e pede Verônica em namoro, expressando seus sentimentos por ela. Porém, Anselmo sofre ao pensar em Verônica, pois ainda nutre um amor não correspondido pela jovem. Para alcançar seus objetivos, Lucília ameaça denunciar Gilda à polícia como assassina de Leonel, colocando em jogo a reputação e a liberdade de sua inimiga. A tensão entre as duas se intensifica, e a batalha legal pelo controle do hotel se torna cada vez mais acirrada. Por outro lado, Ítalo compartilha com Marê a notícia de que o Conselho do hospital aprovou a campanha de arrecadação de fundos para a construção da maternidade. Essa é uma vitória para Marê, que se empenhou em desenvolver o projeto. Além disso, Cândida e Anselmo anunciam seu apoio ao projeto de Marê, trazendo um alívio e uma dose de esperança para a protagonista.
Ainda em Amor Perfeito, Gilda propõe um acordo a Lucília na tentativa de evitar mais conflitos, mas, secretamente, ela aciona Sílvio, um aliado obscuro, contra a jovem. Orlando, por sua vez, tem uma conversa com João sobre Darlene e Clara, revelando suas preocupações e incertezas em relação ao seu relacionamento amoroso. Entretanto, Lucília trai Orlando, deixando-o desconfiado e desapontado. A trama se complica ainda mais quando Gilda mostra a Felipe uma foto comprometedora de Lucília, evidenciando suas verdadeiras intenções e colocando em risco seus planos. Esses eventos trarão grandes reviravoltas e confrontos entre os personagens, levando a trama a um novo patamar de tensão e drama.
O resumo da novela Amor Perfeito é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.
Depois de conquistar os assinantes do Prime Video, Matador de Aluguel vai ganhar uma sequência — e com um reforço de peso nos bastidores. O renomado cineasta Guy Ritchie, conhecido por sucessos como Snatch: Porcos e Diamantes (2000), Sherlock Holmes (2009) e O Agente da U.N.C.L.E. (2015), foi escalado para dirigir o novo capítulo da história, segundo apuração da Variety.
Ritchie entra no projeto para substituir Doug Liman, diretor do remake original lançado neste ano. Liman, vale lembrar, demonstrou publicamente sua insatisfação com a decisão da Amazon de lançar o longa direto no streaming, sem exibição nos cinemas. Apesar da polêmica, o filme estrelado por Jake Gyllenhaal surpreendeu com ótima repercussão e audiência, o que pavimentou o caminho para uma sequência — agora sob a batuta de um diretor com estilo marcante e muita experiência em ação.
Ainda não há detalhes sobre a trama do novo longa, nem informações sobre quem mais do elenco original retorna ao lado de Gyllenhaal. Mas é certo que a expectativa está alta, especialmente após o sucesso da nova versão, que deu uma cara moderna ao clássico cult dos anos 1980.
Para quem não lembra, Matador de Aluguel (2024) é uma releitura do longa de 1989 estrelado por Patrick Swayze, um ícone do cinema da época. Na nova versão, Gyllenhaal interpreta Dalton, um ex-lutador do UFC que aceita trabalhar como segurança de um bar violento na Flórida, e acaba se envolvendo em uma rede de perigos, corrupção e ação desenfreada. O remake conseguiu equilibrar homenagem e inovação, entregando cenas de luta intensas, carisma e um bom ritmo narrativo.
Com o talento visual e narrativo de Guy Ritchie à frente do próximo capítulo, os fãs podem esperar sequências ainda mais estilizadas, diálogos afiados e, claro, muita pancadaria coreografada com classe. Resta saber agora se a continuação seguirá no streaming ou se a Amazon, diante do sucesso, vai repensar sua estratégia e levar o filme também para as telonas.
Enquanto novidades não chegam, você pode assistir ao Matador de Aluguel no Prime Video — e começar a se preparar para o que vem por aí. Guy Ritchie promete agitar a franquia!
A aguardada sexta temporada de The Chosen já tem data definida e chega cercada de expectativa por abordar o momento mais decisivo de sua narrativa. O novo ciclo estreia no dia 15 de novembro no Prime Video, dando início à fase final da produção com foco direto na crucificação de Jesus, evento que representa o ápice da história construída ao longo dos anos.
A nova temporada adota um formato de lançamento que combina impacto imediato com construção gradual de tensão. Os três primeiros episódios serão liberados de uma só vez, permitindo ao público uma imersão rápida no clima dramático. Em seguida, os capítulos passam a ser disponibilizados semanalmente, mantendo o engajamento até o início de dezembro, quando o arco será concluído.
Esse modelo de distribuição reforça a proposta da série de valorizar cada etapa da narrativa, especialmente em uma temporada que promete ser mais densa e emocional. Ao contrário das anteriores, que exploraram períodos mais amplos da trajetória de Jesus, a sexta temporada concentra sua história em um único dia, aprofundando os acontecimentos que levaram à crucificação.
Criada por Dallas Jenkins, a produção se destacou desde o início por apresentar uma abordagem mais humana das figuras bíblicas. A interpretação de Jonathan Roumie reforça essa proposta ao retratar um Jesus próximo, sensível e profundamente conectado às pessoas ao seu redor.
Ao longo da série, o público acompanhou não apenas os milagres e ensinamentos, mas também os relacionamentos construídos ao redor do personagem central. Discípulos, familiares e até opositores foram desenvolvidos com profundidade, permitindo uma leitura mais complexa dos eventos históricos. Esse cuidado narrativo atinge seu ponto máximo agora, quando cada decisão e cada conflito ganha peso diante do desfecho iminente.
O elenco segue como um dos pilares da produção, reunindo nomes como Shahar Isaac, Elizabeth Tabish, Paras Patel, Noah James e George H. Xanthis. Cada um deles contribui para construir diferentes perspectivas sobre os acontecimentos, ampliando o impacto emocional da trama.
Outro aspecto que diferencia “The Chosen” de outras produções é sua origem independente. A série nasceu por meio de financiamento coletivo, impulsionado pela Angel Studios, e rapidamente se transformou em um fenômeno global. Esse modelo permitiu maior liberdade criativa e fortaleceu a conexão direta com o público, que acompanha o projeto desde seus primeiros passos.
Com o passar das temporadas, a série expandiu seu alcance e consolidou sua presença em diversas plataformas ao redor do mundo. O sucesso não se limita ao streaming, abrangendo também exibições especiais, produtos licenciados e materiais derivados que ampliam o universo narrativo.
A sexta temporada representa um ponto de virada definitivo. Ao concentrar a história na crucificação, a série assume um tom mais introspectivo e intenso, explorando não apenas os fatos, mas os sentimentos envolvidos naquele momento. A proposta é levar o público a vivenciar cada detalhe, desde as tensões políticas até os conflitos internos dos personagens.
A produção também aposta em uma experiência diferenciada para o desfecho. O episódio final será exibido primeiro nos cinemas, antes de chegar ao streaming, transformando o encerramento da temporada em um evento especial. A iniciativa reforça a ambição da série de oferecer algo além do formato tradicional, aproximando o público de uma experiência mais imersiva.
Bastidores da crucificação emocionam elenco
A gravação da crucificação na sexta temporada de The Chosen não foi apenas um desafio técnico, mas também emocional para todo o elenco. Um vídeo recente de bastidores revelou o impacto profundo da cena nos atores, que não conseguiram conter as lágrimas durante as filmagens. A sequência, considerada uma das mais importantes da série, exigiu entrega total dos intérpretes, refletindo a carga dramática e espiritual do momento retratado.
Entre os registros mais marcantes, a atriz Elizabeth Tabish, que vive Maria Madalena, aparece visivelmente abalada enquanto grava a cena. Em outro momento, já fora do set, ela é consolada pelo criador e diretor Dallas Jenkins, evidenciando o peso emocional que a produção carrega nos bastidores. O vídeo também mostra Lara Silva e Amber Shana Williams profundamente emocionadas, reforçando o clima intenso que tomou conta da equipe durante as gravações.
O aguardado drama My Romance Scammer, nova produção dirigida por Siwaj Sawatmaneekul, promete se destacar entre os lançamentos tailandeses do gênero BL. Conhecido por seu olhar sensível e pela forma como constrói relações complexas em tela, o diretor reúne um elenco de peso, formado por Junior Panachai Sriariyarungruang, Mark Jiruntanin Trairattanayon, Ohm Thitiwat Ritprasert e Poon Mitpakdee, em uma trama que entrelaça golpes, sentimentos genuínos e dilemas morais.
A história acompanha Tim (Junior Panachai) e Yu (Ohm Thitiwat), dois golpistas acostumados a viver de artimanhas cuidadosamente planejadas. Quando descobrem que dois primos ricos, Pai (Mark Jiruntanin) e North (Poon Mitpakdee), buscam relacionamentos sérios, eles veem a chance de aplicar um golpe audacioso: fingir estar apaixonados para levá-los a casamentos de fachada. O plano, contudo, sai do controle quando ambos começam a desenvolver sentimentos reais por suas vítimas.
A partir desse ponto, a trama se transforma em um jogo de verdades e mentiras, em que o amor surge de forma inesperada e desestabiliza todos os envolvidos. My Romance Scammer explora o limite entre a emoção genuína e o fingimento, questionando até que ponto é possível se redimir quando o coração decide agir por conta própria.
Com uma narrativa que transita entre a comédia romântica e o drama, o roteiro aborda a vulnerabilidade de seus personagens sem perder o ritmo leve e dinâmico característico das produções de Siwaj. O diretor, responsável por sucessos anteriores no universo BL, imprime à série sua marca de sensibilidade e equilíbrio, oferecendo momentos de descontração ao lado de cenas mais intensas e reflexivas.
O elenco principal é um dos grandes atrativos da produção. Ohm Thitiwat, conhecido por sua atuação em Until We Meet Again e Between Us, interpreta Yu com uma combinação de charme e insegurança, retratando um personagem dividido entre a ambição e o medo de se apaixonar. Junior Panachai, parceiro de tela de Mark Jiruntanin em outros projetos, dá vida a Tim, o estrategista frio que vê suas convicções ruírem ao se envolver emocionalmente pela primeira vez.
Já Poon Mitpakdee e Mark Jiruntanin interpretam os primos North e Pai, alvos do golpe, mas também peças fundamentais na transformação dos protagonistas. Ambos os personagens trazem uma doçura discreta e um senso de integridade que contrasta com a vida de aparências dos golpistas. Essa dualidade promete gerar momentos de forte conexão e dilemas morais, sustentados pela química entre os casais centrais.
O elenco de apoio também chama atenção. Kapook Ploynira Hiruntaveesin interpreta Nana, a secretária leal de Pai, cuja desconfiança pode ameaçar o plano dos protagonistas. Arm Weerayut Chansook, por sua vez, vive Prem, advogado e confidente de Yu, um personagem com papel crucial nas reviravoltas da história.
Desde que chegou às telonas, o mais novo filme do Supermantem sido motivo de muita conversa, especulação e análise, especialmente sobre seu desempenho nas bilheterias e seu impacto no universo do entretenimento. Um dos assuntos que mais chamou atenção nas últimas semanas foi a ideia de que o longa precisava alcançar a marca de US$ 650 milhões para ser considerado um sucesso financeiro — uma pressão que parecia pesar sobre a equipe e o estúdio. Mas James Gunn, diretor do filme e co-CEO da DC Studios, tratou de colocar um ponto final nessas especulações.
Em uma postagem recente na rede social Threads, Gunn afirmou com clareza que essa ideia de “precisar” atingir esse valor para ser lucrativo é “completamente falsa”. Segundo ele, quem defende esse tipo de pensamento “não entende nada da indústria cinematográfica” — e que a própria DC jamais estabeleceria uma meta tão rígida para o primeiro filme de uma nova franquia.
Até agora, o filme já arrecadou cerca de US$ 569 milhões mundialmente, com previsões de ultrapassar os US$ 600 milhões até o fim da sua passagem nos cinemas. Esses números mostram um desempenho bastante sólido, principalmente se considerarmos o momento delicado que o cinema vive, enfrentando concorrência acirrada com as plataformas de streaming, mudanças no comportamento do público e a instabilidade econômica global.
Especialistas apontam que o custo total do longa gira em torno de US$ 350 milhões, somando os US$ 225 milhões de produção aos US$ 125 milhões investidos em marketing e divulgação. Por isso, muita gente calculava que o filme precisava alcançar os US$ 650 milhões para quebrar o investimento — o chamado breakeven. No entanto, como Gunn ressaltou, esses números são simplificações que não traduzem toda a complexidade da rentabilidade em projetos desse porte.
Para o diretor, o sucesso financeiro de um filme não pode ser medido apenas por números fixos. Hoje, várias fontes de receita entram em jogo — desde vendas digitais, parcerias comerciais e licenciamento de produtos até o fortalecimento da marca do estúdio. Gunn reforça que a DC Studios tem como objetivo construir uma franquia sustentável, e que o valor bruto arrecadado nas bilheterias é só uma parte dessa equação.
Foto: Reprodução/ Internet
Personagens e narrativa construídos com cuidado
O sucesso do filme vai além dessa nova visão do herói. Ele reflete o trabalho dedicado de uma equipe que respeitou a mitologia do personagem, mas que também soube renovar sua história para o nosso tempo.
O ator que interpreta o Homem de Aço não se dedicou só à preparação física, mas também à construção psicológica do personagem, entregando uma atuação que equilibra força e vulnerabilidade com naturalidade. Já a atriz que interpreta Lois Lane foge do estereótipo do interesse amoroso, trazendo uma personagem com voz e protagonismo próprios — um reflexo das transformações sociais e do papel da mulher na cultura contemporânea.
Outro destaque fica por conta do vilão, que não é um antagonista simplista. Ele traz uma complexidade ética e social que faz o espectador refletir sobre as nuances entre o bem e o mal. Essa profundidade dá ao filme uma dimensão maior do que apenas entretenimento, abrindo espaço para discussões sobre temas atuais e relevantes.
Efeitos visuais que servem à história
Em um gênero onde os efeitos especiais costumam dominar tudo, o novo Homem de Aço consegue um equilíbrio raro: os efeitos são grandiosos, mas sempre a serviço da história e dos personagens.
A direção de fotografia, a paleta de cores, os movimentos de câmera e a edição trabalham juntos para construir um universo visualmente impressionante, mas também emocionalmente envolvente. O público não é apenas levado a presenciar batalhas espetaculares, mas é convidado a embarcar numa jornada pessoal, cheia de escolhas difíceis e suas consequências.
Esse cuidado técnico e artístico aproxima o filme tanto dos fãs de ação quanto daqueles que buscam uma experiência cinematográfica mais profunda.
Muito além das bilheterias
Ultrapassar a marca de 4 milhões de espectadores e gerar mais de R$ 86 milhões no Brasil não é só um número. É a prova de que o cinema segue sendo um espaço de encontro, emoção e reflexão.
O novo Superman fomentou debates nas redes sociais, encontros em salas de cinema e eventos que movimentaram fãs e amantes da cultura pop em todo o país. Ele trouxe de volta discussões importantes sobre o que significa ser herói hoje, sobre a necessidade de empatia e coragem para enfrentar os desafios do nosso tempo.
Além disso, a introdução de novos personagens e a expansão do universo do Homem de Aço abrem caminho para futuras produções, que prometem manter viva a chama do entretenimento inteligente e emocionante.
O que vem por aí?
Com o sucesso do primeiro filme e o aval de James Gunn sobre a sustentabilidade do projeto, as expectativas para os próximos capítulos da DC Studios estão altas. O diretor e sua equipe sabem dos desafios para manter a qualidade e a inovação, sem cair na armadilha de priorizar apenas números e grandes orçamentos.
A seguir, compartilhamos o resumo semanal das emoções e reviravoltas da envolvente trama A Infância de Romeu e Julieta no período de 01/03/2024 a 08/03/2024. Acompanhe diariamente, às 21h, na tela da emissora SBT, para se envolver nas complexas histórias que entrelaçam os destinos dos cativantes personagens desta fascinante novela. Esteja preparado para uma semana repleta de paixões intensas, conflitos familiares e surpresas que prometem manter os telespectadores ávidos por mais. Não perca a chance de mergulhar nesta cativante narrativa, onde o amor e a tragédia se entrelaçam em uma trama irresistível.
A Infância de Romeu e Julieta: Resumo da semana 01 de março de 2024
Resumo A Infância de Romeu e Julieta de sexta-feira, 01/03/2024 –
Téo desabafa com Bernardo sobre a falta de consistência em seu repentino papel de figura paterna. Enquanto isso, Pórcia confronta Vitor de forma direta, apresentando evidências das câmeras de segurança do Monter Mercado que o incriminam por sabotagem através da venda de produtos vencidos. Julieta fica chocada ao encontrar Rosalina no apartamento de Lívia, o que desencadeia um acesso de ciúmes. A situação se complica quando Leandro e Julieta ficam presos no elevador, enquanto Amanda desabafa com Enzo sobre a preparação emocional de Téo para lidar com Bernardo, preocupada se ele desenvolverá um afeto maior pela outra família do que por ela. Clara, ciente dos segredos obscuros de Vitor, o pressiona a confessar sua culpa para Vera, revelando seu envolvimento na sabotagem do mercado. Enquanto isso, Mariana interrompe o encontro entre Daniel e Telma para informá-los sobre o desaparecimento de Julieta, cujo desespero dentro do elevador aumenta cada vez mais.
A Infância de Romeu e Julieta: Resumo da semana 04 de março a 08 de março de 2024
Resumo A Infância de Romeu e Julieta de segunda-feira, 04/03/2024 –
Aguardando divulgação oficial do SBT.
Resumo A Infância de Romeu e Julieta de terça-feira, 05/03/2024 –
Aguardando divulgação oficial do SBT.
Resumo A Infância de Romeu e Julieta de quarta-feira, 06/03/2024 –
Aguardando divulgação oficial do SBT.
Resumo A Infância de Romeu e Julieta de quinta-feira, 07/03/2024 –
Aguardando divulgação oficial do SBT.
Resumo A Infância de Romeu e Julieta de sexta-feira, 08/03/2024 –
Aguardando divulgação oficial do SBT.
A responsabilidade integral pela elaboração do resumo semanal da novela “A Infância de Romeu e Julieta” recai sobre a emissora. Vale ressaltar que o Almanaque Geek não detém qualquer controle sobre eventuais modificações na programação, não assumindo, consequentemente, a responsabilidade por quaisquer alterações que possam ocorrer.
Na noite desta segunda-feira, 28 de julho de 2025, o programa “Sensacional”, apresentado por Daniela Albuquerque na RedeTV!, promoveu mais que uma simples entrevista. A atração foi o cenário de um reencontro íntimo entre o cantor Buchecha e suas memórias, dores e conquistas. Com uma trajetória marcada por sucessos que embalaram a juventude dos anos 1990, Buchecha abriu o coração e falou, com rara franqueza, sobre a ausência do amigo e parceiro musical Claudinho, morto há mais de duas décadas. O encontro com Daniela foi delicado, sensível e profundamente humano.
“O buraco que ele deixou nunca será preenchido”, diz Buchecha, ainda com os olhos marejados de lembranças. “A saudade é irreparável e é impossível esse lugar ser ocupado.” O artista, cujo nome verdadeiro é Claucirlei Jovêncio de Souza, fala com o tom de quem ainda revive cada detalhe da história que mudou para sempre sua vida.
O dia que parou tudo: A tragédia que mudou os rumos da música brasileira
Era 13 de julho de 2002 quando um acidente de carro na Rodovia Presidente Dutra, no Rio de Janeiro, tirou a vida de Claudinho. A notícia chocou o Brasil e interrompeu, de forma abrupta, a carreira de uma das duplas mais amadas da música popular brasileira. Claudinho & Buchecha haviam conquistado o país com o estilo inédito do funk melody — romântico, dançante, positivo. Sucessos como “Só Love”, “Conquista”, “Nosso Sonho” e “Fico Assim Sem Você” estavam entre as músicas mais tocadas nas rádios, bailes, festas de rua e programas de TV.
Na entrevista, Buchecha relembra o exato instante em que recebeu a notícia e como o luto se abateu sobre ele. “Eu só olhei para o céu e falei: ‘Deus, por quê?’”, confidencia, com a voz embargada. “Você começa a se culpar. Por que eu não orei? Por que eu não estava com ele naquele dia? Vêm essas perguntas todas, que a gente nunca consegue responder.”
A premonição de um pai: o pedido inusitado de Claudinho
Em um dos momentos mais tocantes da conversa com Daniela Albuquerque, Buchecha compartilhou um episódio que, à época, parecia apenas curioso. “Ele estava no estúdio e começou a autografar vários CDs nossos para a filha dele, que tinha só três aninhos”, recorda. “Ele me pediu que eu entregasse aqueles CDs no dia em que ela completasse 15 anos.”
Buchecha diz que só anos depois entendeu a dimensão daquele gesto, quase como se Claudinho, de alguma maneira, pressentisse que sua jornada seria interrompida cedo demais. A filha, hoje já adulta, guarda as relíquias como lembrança eterna do pai.
A escuridão da depressão: “Eu não queria nem tomar banho”
A perda de Claudinho não foi apenas pessoal. Ela mexeu com a identidade profissional, emocional e espiritual de Buchecha. A parceria musical não era uma sociedade artística qualquer — era uma irmandade. E o luto, como ele conta sem rodeios, veio acompanhado de uma forte depressão.
“Eu morava na beira da rua, numa casa de esquina na Ilha do Governador. As crianças paravam a van escolar em frente à minha casa e gritavam: ‘Buchecha, cadê você?’. Eu estava trancado no quarto, sem querer ver a luz do dia”, relata, com franqueza comovente. “Confesso que tinha até dificuldade para tomar banho. Não tenho vergonha de falar.”
Esses pequenos gestos — os gritos das crianças, a lembrança viva dos fãs — foram, aos poucos, empurrando Buchecha de volta à vida. O carinho popular se mostrou um antídoto contra a solidão e a dor.
De camelô a ídolo nacional: a origem humilde do artista
A história de Buchecha é, por si só, um retrato da luta de milhões de brasileiros. Nascido em 1º de abril de 1975, em São Gonçalo, no estado do Rio de Janeiro, ele cresceu na comunidade de Coronel Leôncio, em Niterói. Filho de Claudino de Souza Filho, compositor que também enfrentou a dureza da vida, Buchecha precisou abandonar os estudos aos 13 anos para ajudar a família. Trabalhou como camelô, servente de obras e office boy — funções que marcaram sua adolescência.
Foi ainda adolescente que conheceu o amigo Claudinho, com quem viria a formar a dupla que revolucionaria o funk carioca. Em 1992, incentivado pelo parceiro, participou do 1º Festival de Rap do Clube Mauá, no Rio. Venceram com a música “Rap da Bandeira Branca”. Em 1995, venceram outro festival com “Rap do Salgueiro”. Estava selada a parceria que encantaria o país.
Um sucesso meteórico: dos bailes ao topo das paradas
Logo no disco de estreia, lançado em 1996, Claudinho & Buchecha venderam mais de 1,2 milhão de cópias. A música “Conquista” dominou as paradas. Vieram outros hits: “Xereta”, “Quero Te Encontrar”, “Coisa de Cinema”. A mistura de romantismo, batidas envolventes e letras acessíveis tornaram a dupla um fenômeno não só no Brasil, mas também em países como Japão, Portugal, Argentina e EUA.
Foram seis álbuns de estúdio lançados até 2002. Em pouco tempo, os dois jovens de São Gonçalo se tornaram ícones da juventude, frequentando programas como Domingão do Faustão, Planeta Xuxa e H.
Vida solo, homenagens e reinvenção
A morte de Claudinho quase levou Buchecha a abandonar a música. Mas, incentivado por amigos e fãs, ele decidiu seguir. “Eu percebi que aquilo que a gente construiu não podia morrer com ele”, explica.
Em 2006, lançou o álbum Buchecha Acústico, relembrando os grandes sucessos da dupla com participações de MC Marcinho, Latino e Lulu Santos. Em 2012, realizou o sonho de gravar seu primeiro DVD solo, comemorando 15 anos de carreira, com participações de Jorge Vercillo e Belo.
Buchecha também viu sua música ser regravada por ícones da MPB, como Adriana Calcanhoto e Kid Abelha. Em 2010, viu mais uma tragédia atingir sua vida: o assassinato de seu pai, Claudino, em São Gonçalo. Mas, mais uma vez, escolheu resistir.
“Funk é poesia, é emoção, é realidade”
Em uma época em que o funk ainda era marginalizado, Claudinho & Buchecha ajudaram a mudar essa percepção. “O funk melody mostrou que o gênero também é poesia, é emoção, é realidade vivida com alegria”, reflete Buchecha.
Hoje, mesmo com o passar dos anos, ele segue sendo referência no gênero. Seu álbum mais recente, Funk Pop (2015), apostou na mistura de ritmos, sem abandonar a essência que o consagrou.
A música “Hot Dog”, lançada em 2012, ganhou destaque nacional ao ser trilha sonora da novela Avenida Brasil, um dos maiores sucessos da dramaturgia brasileira da TV Globo.
O legado vivo de Claudinho & Buchecha
Mais do que uma história de sucesso e superação, Buchecha carrega em si um compromisso com o passado e com os fãs. “Eu preferia tê-lo aqui, mesmo que não estivéssemos mais cantando juntos”, diz, com sinceridade. “Mas Deus quis assim. Eu sigo por nós dois.”
Em cada show, cada batida, cada verso entoado, Claudinho continua presente. Seja na lembrança viva dos que cresceram ouvindo suas canções ou nos novos fãs que redescobrem a dupla pelas plataformas digitais. Buchecha é, hoje, o guardião de uma história que continua viva.
E, como ele mesmo canta em um de seus maiores sucessos: “Nosso sonho não acabou”.
Do Pará para o mundo — e agora de volta ao Brasil em uma homenagem que cruza moda, arte e identidade. O fotógrafo paraense Cris Vidal, radicado em Paris e dono de um portfólio que já clicou nomes como Anitta, Anne Hathaway, Kendall Jenner, Viola Davis e Alicia Keys, é um dos destaques da exposição Lino Villaventura, que estreia no Museu da Fotografia Fortaleza (MFF) no dia 16 de julho.
A mostra celebra os 50 anos de carreira do estilista que moldou um imaginário visual único na moda brasileira, reunindo obras de 12 fotógrafos convidados — entre eles ícones como Bob Wolfenson, Miro e Tripolli. Entre os trabalhos em destaque está a foto de Taís Araújo assinada por Vidal, em uma leitura sofisticada e poderosa da estética inconfundível de Villaventura.
Um olhar que cruza oceanos
Aos 35 anos, Cris Vidal representa uma nova geração da fotografia de moda, com uma trajetória que dialoga entre o Brasil e a Europa. Com passagens por Cannes, Veneza e colaborações com marcas como Mercedes-Benz, L’Oréal Paris, Meta, Audemars Piguet e o Comitê Olímpico do Brasil, seu trabalho carrega não apenas excelência técnica, mas também camadas narrativas refinadas e um senso de beleza conectado ao tempo presente.
Na exposição, sua contribuição vai além do retrato. É uma afirmação estética. Um encontro entre gerações de criadores que transformam a imagem em linguagem e a moda em expressão artística.
Raízes amazônicas, discurso global
Apesar do cenário internacional, Cris Vidal nunca perdeu a conexão com suas origens. Natural do Pará, ele incorpora elementos da cultura amazônica e da identidade do Norte do Brasil em seus projetos autorais, criando uma ponte simbólica entre o regional e o cosmopolita.
“Estar nessa exposição é, para mim, uma forma de honrar tanto a sofisticação da moda quanto a força cultural das minhas raízes”, comenta o fotógrafo. “Villaventura sempre foi um criador que entendeu o corpo como território de arte. Fotografá-lo, mesmo indiretamente, é um ato de reverência.”
Uma exposição para ver — e sentir
Com entrada gratuita e curadoria dedicada à trajetória de um dos maiores estilistas do país, a exposição Lino Villaventura propõe um mergulho visual na fusão entre moda, performance e fotografia. Um convite à sensibilidade, ao olhar demorado e ao encontro entre criadores que não apenas registram imagens, mas moldam universos.
A mostra fica em cartaz até 19 de outubro, no Museu da Fotografia Fortaleza, e promete ser um dos destaques do circuito cultural nacional no segundo semestre.
Resumo da novela A Gata de 17/10/2023, terça-feira. A exibição está prevista para acontecer às 16h15, no SBT.
No capítulo da novela A Gata de 17 de outubro de 2023 – Mariano encontrou sua mãe e fez um pedido que já havia feito no dia anterior: dinheiro. No entanto, ela respondeu que já havia dado dinheiro a ele no dia anterior e que não podia simplesmente fabricar dinheiro. Mariano explicou que gastava muito dinheiro em táxi, pois Lorena, sua esposa, não permitia que seu pai lhe desse um carro. Ele estava visivelmente frustrado com a situação. Esmeralda, a filha de Lorena, estava chateada com Paulo, o filho de Mariano, e reclamava que Lorena a tratara muito mal. Paulo tentou mediar a situação e pediu a Esmeralda que desculpasse sua mãe, argumentando que Lorena era um pouco orgulhosa. No entanto, Esmeralda não estava disposta a perdoar tão facilmente e afirmou que Lorena era uma bruxa que abusava dos menos favorecidos e pisava em todos. Paulo tentou amenizar a situação, defendendo sua mãe, alegando que ela não era má, apenas tinha um temperamento difícil. Virginia, irmã de Paulo, se aproximou de Lorena e lhe disse que Mariano estava ficando fora de controle. Lorena, por sua vez, desconsiderou as preocupações da filha, dizendo que, na idade de Virginia, ela não sabia de nada. Virginia, no entanto, contra-argumentou, afirmando que a idade não determinava a validade de suas opiniões e que Lorena estava errada ao defender Mariano.
Ainda em A Gata, a discussão entre Paulo e Esmeralda continuou, mas Paulo fez uma promessa a Esmeralda: ele a ensinaria a ler e escrever, e independentemente da vontade de sua mãe, eles sempre seriam amigos. Enquanto isso, Dona Rita recebeu notícias alarmantes de uma rebelião no presídio, na qual vários presos conseguiram escapar, incluindo seu filho. Lorena compartilhou essa notícia com Augusto e discutiram sobre a possibilidade de deixar o país para evitar problemas, como assaltos ou ameaças à sua vida. Lorena hesitou, argumentando que seus filhos estavam no final do ano letivo, sugerindo que esperassem um pouco mais antes de tomar qualquer decisão drástica. Enquanto isso, o filho de Dona Rita chegou ao lixão, deixando Esmeralda e Centavinho assustados. No presídio, o diretor informou a Silencioso que, apesar de todos os argumentos apresentados, ele não conseguiu obter o indulto. Determinado a se vingar de todos que causaram sua desgraça, Silencioso afirmou que não importava quanto tempo levasse; ele alcançaria seu objetivo. Eventualmente, a polícia recapturou o filho de Dona Rita, colocando-o novamente atrás das grades.
O resumo da novela A Gata é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.
Neste sábado (1º), os fãs da franquia Predador receberam uma prévia empolgante do próximo filme com a divulgação de uma cena inédita. Intitulada Terras Selvagens, a produção apresenta uma abordagem diferente da série, mostrando um jovem predador rejeitado por seu clã e obrigado a lutar pela sobrevivência em um planeta remoto, cercado por ameaças de todos os lados. O lançamento está previsto para 6 de novembro no Brasil, com estreia nos Estados Unidos um dia depois. Veja a cena publicada pelo Rotten Tomatoes:
A novidade desta edição da franquia é a parceria inesperada entre o predador e Thia, personagem interpretada por Elle Fanning, uma ciborgue habilidosa que se torna sua aliada. Juntos, eles enfrentam desafios constantes, aprimoram suas habilidades e tentam escapar de habitantes hostis que querem capturá-los ou eliminá-los. A cena liberada mostra momentos de tensão e estratégia, destacando como a dupla precisa confiar um no outro para sobreviver.
Um novo olhar sobre a franquia
Diferente dos filmes anteriores, em que o predador aparecia apenas como ameaça, este longa explora sua vulnerabilidade e humanidade, criando uma narrativa mais envolvente. Ao mostrar que o alienígena também precisa de aliados para enfrentar inimigos poderosos, o filme adiciona camadas de emoção e aproxima o público da história de maneira mais profunda.
O equilíbrio entre ação intensa e momentos de ligação entre os personagens é um dos grandes destaques. Fanning e o jovem predador formam uma dupla improvável, mas convincente, em que cada decisão pode ser a diferença entre a vida e a morte. Esse contraste entre tensão e cumplicidade torna o filme mais dinâmico e imprevisível, mantendo o espectador atento do início ao fim.
O filme é dirigido por Dan Trachtenberg, que também assina o roteiro junto com Patrick Aison. As filmagens aconteceram na Nova Zelândia, cujas paisagens foram fundamentais para criar o cenário de um planeta remoto e perigoso. A direção de fotografia de Jeff Cutter ajuda a dar realismo e intensidade às cenas de ação, destacando tanto o ambiente hostil quanto a presença ameaçadora do predador.
Entenda a franquia de sucesso
A franquia Predador é um marco do cinema de ação e ficção científica, conhecida por explorar o confronto entre humanos e os caçadores alienígenas chamados Predadores. Desde o primeiro filme, lançado em 1987 como Predador, dirigido por John McTiernan, a série conquistou fãs ao combinar suspense, ação e tecnologia avançada, criando uma sensação constante de perigo e tensão. Produzida e distribuída pela 20th Century Studios, a saga nasceu da criatividade dos roteiristas Jim e John Thomas e rapidamente se tornou referência no gênero, por sua maneira única de transformar cada embate em uma batalha emocionante entre caça e caçador.
Ao longo dos anos, a franquia se expandiu com novos filmes e interpretações, incluindo Predador 2 (1990), Predadores (2010), O Predador (2018), A Origem (2022) e o próximo lançamento Terras Selvagens (2025). Além das telonas, o universo dos Predadores se espalhou para quadrinhos, romances e videogames, como Concrete Jungle (2005) e Hunting Grounds (2020), permitindo que fãs explorassem ainda mais a mitologia da espécie alienígena e se envolvessem com histórias de sobrevivência, estratégia e combate em mundos cada vez mais perigosos.