Justiça Artificial | Novo pôster revela embate entre humanidade e tecnologia no suspense futurista com Chris Pratt

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O suspense de ficção científica “Justiça Artificial” acaba de ganhar um novo cartaz oficial, destacando seus protagonistas Chris Pratt e Rebecca Ferguson. Com estreia marcada para 22 de janeiro nos cinemas brasileiros, o longa promete prender o público em uma narrativa intensa sobre tecnologia, ética e o futuro do sistema judiciário, em um mundo onde decisões humanas foram substituídas por algoritmos.

Na trama, Pratt vive Raymond, um detetive acusado de assassinar a própria esposa. O detalhe mais perturbador é que o julgamento não acontece em um tribunal convencional: ele tem apenas 90 minutos para provar sua inocência diante de um sistema judicial completamente comandado por Inteligência Artificial — tecnologia que ele mesmo ajudou a desenvolver. A juíza digital Maddox, interpretada por Rebecca Ferguson, representa uma justiça fria, lógica e implacável, baseada exclusivamente em dados, probabilidades e cálculos matemáticos, sem qualquer espaço para emoção ou compaixão.

Conhecido mundialmente por seu papel como Peter Quill / Senhor das Estrelas na franquia “Guardiões da Galáxia”, da Marvel, Chris Pratt também construiu uma carreira sólida em produções de ação e ficção científica, como “Jurassic World”, “O Passageiro”, “A Guerra do Amanhã” e a série “The Terminal List”, da Amazon Prime Video.

Já Rebecca Ferguson vem se consolidando como um dos grandes nomes do cinema contemporâneo. A atriz sueca ganhou destaque em “Missão: Impossível – Nação Secreta” e seguiu na franquia ao lado de Tom Cruise. Mais recentemente, chamou atenção como Lady Jessica em “Duna” e “Duna: Parte Dois”, além de estrelar o suspense “A Garota no Trem” e a série “Silo”, da Apple TV+.

O elenco de apoio também reforça a força do projeto, com nomes como Annabelle Wallis (Peaky Blinders, A Múmia), Chris Sullivan (This Is Us, Stranger Things), Kenneth Choi (Capitão América: O Primeiro Vingador, 9-1-1), Kylie Rogers (Contato Visceral, Yellowstone) e Kali Reis (True Detective: Terra Noturna).

Produzido pela Amazon MGM Studios e distribuído no Brasil pela Sony Pictures, o filme tem direção de Timur Bekmambetov (Ben-Hur, O Procurado), cineasta conhecido por narrativas visuais intensas e formatos inovadores. Com um roteiro que discute os limites da automação e o perigo de confiar decisões humanas a máquinas, o filme se apresenta como um suspense atual, provocador e assustadoramente plausível.

Tela Quente desta segunda (28/07): Veja qual filme a TV Globo exibe

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta segunda-feira, 28 de julho de 2025, a TV Globo exibe na Tela Quente o filme “Viúva Negra”, estrelado por Scarlett Johansson, em uma sessão que promete reunir não apenas os fãs da Marvel, mas também aqueles que buscam histórias sobre recomeços, segredos do passado e laços de afeto reconstruídos sob as cinzas do trauma. Mais do que uma simples aventura de espionagem, o longa mergulha em temas profundos e delicados como controle, culpa, identidade e a busca por pertencimento. Dirigido por Cate Shortland e lançado em 2021 após inúmeros adiamentos causados pela pandemia, o longa chegou aos cinemas e ao streaming simultaneamente, em um momento em que o mundo — e a própria Marvel — estava redescobrindo formas de se reconectar com o público. As informações são do AdoroCinema.

Scarlett Johansson retorna como Natasha Romanoff, agora em uma missão solo que se passa entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”. A personagem, pela primeira vez, está completamente sozinha, foragida, sem sua equipe, sem identidade oficial e tentando lidar com as consequências dos atos do passado — não apenas como espiã da Sala Vermelha, mas também como uma Vingadora que passou por perdas irreparáveis. A jornada de Natasha, no entanto, ganha contornos muito mais íntimos quando ela se vê forçada a revisitar a “família” forjada que conheceu na infância: Yelena Belova (Florence Pugh), Alexei Shostakov (David Harbour) e Melina Vostokoff (Rachel Weisz).

O filme se descola do estilo tradicional das superproduções da Marvel ao apostar mais na construção dramática das relações e em um roteiro que equilibra cenas de ação com silêncios significativos. A química entre o elenco é um dos grandes trunfos da narrativa. Florence Pugh, como Yelena, entrega não apenas carisma e ironia, mas também uma vulnerabilidade poderosa que rapidamente conquistou o público. Sua personagem, criada pela mesma organização que moldou Natasha, surge como espelho e contraponto emocional, escancarando feridas que Natasha há muito tempo tenta ignorar. Já Rachel Weisz e David Harbour interpretam figuras complexas: a mãe científica que ainda vive sob o peso da submissão ao sistema e o pai forjado, mais bufão do que herói, que busca desesperadamente se provar como algo além do passado comunista glorificado.

Em meio a essas relações truncadas, o filme conduz o espectador por uma espécie de road movie emocional. Os reencontros são amargos, os diálogos repletos de mágoa, ressentimento e, curiosamente, um afeto que insiste em sobreviver ao abandono e às mentiras. A cena do jantar — aparentemente banal — transforma-se em uma das mais impactantes da produção. Ali, cada olhar e cada silêncio dizem mais do que qualquer explosão. A fragilidade de Natasha emerge, sem capa, sem uniforme, sem precisar salvar o mundo. Pela primeira vez, ela precisa salvar a si mesma.

Outro ponto que merece destaque é a abordagem crítica da Sala Vermelha, a organização russa responsável por transformar meninas órfãs em armas vivas. O roteiro, assinado por Eric Pearson, com história de Jac Schaeffer e Ned Benson, faz questão de enfatizar a violência sistêmica e o controle biológico a que essas mulheres foram submetidas. É um dos momentos em que o filme toca uma ferida real: o uso do corpo feminino como instrumento de poder, manipulação e silenciamento. Ainda que emoldurado pela estética dos blockbusters, esse discurso nunca soa superficial.

O vilão da vez, Dreykov (Ray Winstone), representa justamente essa face patriarcal e autoritária, que controla suas “viúvas” por meio de tecnologia e medo. Mas diferentemente de antagonistas anteriores da franquia, ele não precisa de uma armadura ou poderes sobre-humanos. Sua ameaça está na manipulação. Ao enfrentá-lo, Natasha não apenas encerra uma parte de sua história — ela rompe simbolicamente com tudo que a desumanizou. É um confronto íntimo, ideológico, que ecoa muito além do clímax de ação.

A direção de Cate Shortland acerta ao manter o foco emocional, mesmo nas sequências de maior impacto visual. A câmera frequentemente se aproxima dos rostos, privilegia reações, acompanha os movimentos com nervosismo e precisão. É como se o filme respirasse junto com suas protagonistas. A trilha sonora de Lorne Balfe também contribui para o tom sombrio e melancólico, com destaque para a versão sombria de “Smells Like Teen Spirit”, dos Nirvana, que abre o filme com imagens perturbadoras das meninas sendo sequestradas e treinadas. É um lembrete de que essa história não é sobre heroísmo, mas sobre sobrevivência.

Para Scarlett Johansson, que interpreta Natasha desde 2010, “Viúva Negra” funciona como uma espécie de despedida e redenção. Após anos sendo coadjuvante em tramas lideradas por homens, a personagem finalmente tem a chance de ter sua história contada com profundidade. E não apenas no sentido narrativo, mas também simbólico. É um acerto de contas com o machismo estrutural que também se fez presente nos bastidores da própria Marvel, principalmente nas fases iniciais do estúdio. Johansson, produtora executiva do longa, garantiu que essa abordagem mais consciente e madura fosse o cerne da obra.

Florence Pugh, por sua vez, desponta como o grande achado da nova fase do MCU. Sua Yelena já reapareceu na série “Gavião Arqueiro” (Hawkeye), da Disney+, e promete ter papel relevante nos próximos capítulos da saga. A atriz inglesa conquistou o público com sua entrega, vulnerabilidade e senso de humor mordaz. A relação entre Natasha e Yelena é o verdadeiro coração do filme — entre provocações e silêncios cúmplices, as duas constroem um vínculo que vai muito além do sangue. São duas sobreviventes, duas mulheres que aprenderam a ser duras demais para não quebrarem.

Ainda que “Viúva Negra” não tenha a grandiosidade dos maiores épicos da Marvel, sua força está justamente na escala humana. Ao invés de batalhas cósmicas, temos confrontos internos. Ao invés de exércitos alienígenas, enfrentamos memórias dolorosas. E mesmo que saibamos do trágico destino de Natasha em “Vingadores: Ultimato”, o filme não perde sua potência — pelo contrário, ganha ainda mais camadas ao ser assistido como o último suspiro de uma heroína que sempre esteve em segundo plano, mas que, no fim, se tornou a alma silenciosa dos Vingadores.

Agora, vamos conhecer alguns segredos (e surpresas) de uma despedida heroica:

A última dança de Scarlett – e a liberdade criativa que ela nunca teve antes

Depois de quase uma década no papel da espiã mais enigmática dos Vingadores, Scarlett Johansson finalmente ganhou o que os fãs pediam: um filme solo. O que muitos não sabem é que ela teve participação ativa como produtora do projeto, o que garantiu um grau de autonomia raro dentro da Marvel Studios.

Em entrevistas, Scarlett revelou que nunca se sentiu tão livre para explorar as vulnerabilidades de Natasha Romanoff como neste projeto. “Eu queria mostrar que ela também pode tropeçar, errar, se emocionar, fugir…”, comentou. O filme é, portanto, um tributo à humanidade da heroína — mais do que aos seus feitos grandiosos.

Florence Pugh e a improvisação que virou viral

A química entre Scarlett Johansson e Florence Pugh (Yelena Belova) foi um dos grandes trunfos do filme. Mas um dos momentos mais marcantes — a piada sobre a “pose de super-heroína” — nasceu de uma provocação nos bastidores.

Durante os ensaios, Pugh teria feito graça da forma como Natasha sempre caía de joelhos ao pousar. A equipe achou tão hilário que a diretora Cate Shortland pediu para que a atriz repetisse aquilo diante das câmeras. O resultado? Uma das cenas mais queridas pelos fãs e que viralizou nas redes sociais.

A diretora que quase disse “não” à Marvel

A australiana Cate Shortland, conhecida por dramas sensíveis e autorais como Lore (2012), não era uma escolha óbvia para comandar um filme da Marvel. E ela mesma hesitou. Segundo relatos, Cate recusou o convite duas vezes por não se sentir à vontade com blockbusters.

Foi Scarlett Johansson quem insistiu. A atriz queria que uma mulher contasse a história de outra mulher, com delicadeza e profundidade — não apenas com cenas de luta bem coreografadas. Cate aceitou, com a condição de que o foco estivesse na alma dos personagens. O resultado é um filme mais sombrio, introspectivo e emocional do que o tradicional “padrão Marvel”.

Filmado antes, lançado depois: uma peça fora do tempo

Muitos fãs estranharam o tom de “Viúva Negra” quando ele chegou aos cinemas em 2021. Afinal, Natasha Romanoff já havia morrido em “Vingadores: Ultimato” (2019). Na verdade, o filme foi pensado para sair antes do grande desfecho da heroína, mas enfrentou atrasos por conta da pandemia e disputas de agenda.

Isso fez com que o público assistisse a uma despedida após já ter se despedido — o que causou uma sensação agridoce. Scarlett Johansson filmou suas últimas cenas como Natasha quase dois anos antes da estreia.

Stunt doubles e dublês reais: as heroínas por trás das heroínas

As cenas de ação de “Viúva Negra” impressionam, mas não são apenas obra de efeitos visuais. A produção contou com algumas das melhores dublês do cinema, como Heidi Moneymaker, que já havia sido dublê de Johansson em filmes anteriores da Marvel.

Curiosamente, Heidi participou tão ativamente do processo que ela foi incluída nos storyboards e teve liberdade para coreografar parte das lutas. Muitos dos movimentos que vemos em tela são fruto de sua assinatura — uma dança entre precisão militar e expressão corporal.

O esconderijo na neve que existia de verdade

A sequência em que Natasha se reúne com sua família improvisada na Rússia foi rodada em um local real, numa antiga instalação soviética desativada. A produção optou por gravar em locações reais na Noruega, Hungria e Inglaterra, fugindo do excesso de CGI.

Isso deu ao filme uma textura mais crua e palpável — o que encaixa perfeitamente com o clima de espionagem e redenção da narrativa.

A jaqueta verde e a passagem de bastão

Um dos detalhes mais simbólicos do filme está em uma peça de figurino: a jaqueta verde de Yelena, que Natasha usa em “Vingadores: Guerra Infinita”. O filme explica que aquela jaqueta era um presente de Yelena, marcando não apenas a conexão emocional entre as duas, mas também o ato simbólico de passar o bastão para uma nova Viúva Negra.

Para Florence Pugh, a roupa virou uma forma de conexão com Scarlett Johansson fora de cena também. “Ela me incentivou o tempo todo. Me deu liberdade e me deixou segura”, declarou a atriz.

A polêmica com a Disney e o fim de um ciclo

Poucos lembram, mas “Viúva Negra” também marcou o início de uma crise entre artistas e estúdios no mundo pós-pandemia. Scarlett Johansson processou a Disney por ter lançado o filme simultaneamente nos cinemas e no streaming, o que teria impactado sua remuneração, vinculada à bilheteria.

O embate foi resolvido fora dos tribunais, mas abriu precedente para futuras negociações de contratos na era digital. Para muitos, foi também um símbolo de que Scarlett estava encerrando de vez seu ciclo com a Marvel, em seus próprios termos.

O presente surpresa no set: irmandade de verdade

Para celebrar o fim das filmagens, Scarlett Johansson presenteou Florence Pugh com um colar personalizado com pingentes representando as personagens Natasha e Yelena. “Foi um gesto simples, mas cheio de significado”, comentou a atriz. O colar teria o formato de duas Viúvas entrelaçadas — uma lembrança permanente da parceria que nasceu no set e se estendeu além dele.

Uma despedida com gosto de recomeço

Apesar de ser uma despedida, “Viúva Negra” foi o ponto de partida para algo novo. Com a apresentação de Yelena e a inserção de Valentina Allegra de Fontaine (interpretada por Julia Louis-Dreyfus), o filme plantou sementes para a futura formação dos Thunderbolts, grupo que Yelena integrará nos próximos filmes.

Ou seja, enquanto Natasha se despede em silêncio, a história continua ecoando — nas roupas que ela usou, nas relações que construiu e nas escolhas que inspirou.

Salve Rosa | Suspense com Klara Castanho e Karine Teles ganha cartaz oficial

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A ELO STUDIOS acaba de divulgar o cartaz oficial de “Salve Rosa”, filme protagonizado por Klara Castanho e Karine Teles, com direção de Susanna Lira. A revelação do material aconteceu durante o Show de Inverno, evento dedicado ao mercado cinematográfico nacional, realizado em Campos do Jordão, e marcou o primeiro contato de exibidores brasileiros com o universo provocador da trama.

Influência digital ou armadilha moderna?

Com uma proposta ousada e atualíssima, “Salve Rosa” levanta o véu sobre os bastidores do fenômeno da infância nas redes sociais, tema que, apesar de presente em milhões de lares, ainda é pouco debatido com a profundidade que merece. No centro da história está Rosa (interpretada por Klara Castanho), uma influenciadora digital de apenas 12 anos que conquista multidões com vídeos sobre brinquedos e colecionáveis. Seu carisma, talento e aparência doce a transformam em uma verdadeira estrela mirim da internet — e, claro, num produto altamente rentável.

Mas nem tudo é cor-de-rosa no mundo da protagonista. Por trás da câmera, quem realmente dirige a carreira da jovem é Dora (vivida por Karine Teles), sua mãe, empresária, confidente e figura central em cada passo do sucesso da filha. Em busca de estabilidade e status, Dora muda com Rosa para um condomínio de luxo no Rio de Janeiro, mas o que parecia um recomeço brilhante logo se transforma em uma espiral de tensão. Intrigas, vigilância constante e uma sensação crescente de que algo não está certo invadem a nova rotina da família.

Thriller psicológico com olhar social

Sob o comando de Susanna Lira, cineasta conhecida por sua sensibilidade em temas sociais e humanos, “Salve Rosa” se desenha como um thriller psicológico cheio de camadas, onde a linha entre proteção e controle se dissolve rapidamente. Com roteiro assinado por Ângela Hirata Fabri, a partir de uma ideia original de Mara Lobão, o longa discute a adultização precoce, os impactos da superexposição online e os limites da ética familiar na era digital.

Não espere soluções fáceis ou vilões caricatos — a força do filme está exatamente na ambiguidade das relações, na tensão crescente e nos silêncios incômodos que permeiam a aparente perfeição da vida de Rosa.

Produção de peso e estreia em breve

Com produção da Panorâmica, em coprodução com a ELO STUDIOS e a Paramount Pictures, o longa promete se destacar tanto pelo conteúdo quanto pela estética. O cartaz oficial, recém-lançado, já antecipa o clima enigmático e sofisticado do filme, brincando com a dualidade entre o brilho das redes sociais e os segredos guardados a sete chaves nos bastidores.

“Salve Rosa” estreia nos cinemas no segundo semestre de 2025, com distribuição da ELO STUDIOS. A expectativa é que o longa seja um dos grandes destaques da temporada, especialmente por tratar de um tema urgente com coragem narrativa e olhar crítico.

Uma Batalha Após a Outra rompe barreiras e se torna a maior bilheteria da carreira de Paul Thomas Anderson

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Paul Thomas Anderson nunca foi conhecido por filmes de grande faturamento. Seu prestígio vinha da sofisticação narrativa, dos personagens complexos e de um cinema que abraçava o risco, não a matemática do mercado. Mas Uma Batalha Após a Outra mudou esse cenário de forma definitiva. De acordo com informações do Omelete, o longa ultrapassou US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais, um resultado histórico para o diretor — e seu primeiro filme a romper essa marca. Até então, o recorde pertencia a Sangue Negro (2007), que somou US$ 76,4 milhões. Agora, esse número parece apenas uma nota de rodapé diante da enorme força global da nova produção.

A conquista impressiona porque o desempenho doméstico foi robusto, mas não gigantesco: cerca de US$ 70 milhões nos Estados Unidos. O que elevou o filme a esse patamar foi o mercado internacional, responsável por US$ 130 milhões, com destaque para Europa e Ásia. O longa, orçado entre US$ 130 e US$ 175 milhões, também se coloca como o projeto mais caro da filmografia de Anderson — e talvez o mais ousado em termos estéticos e narrativos.

O nascimento de um projeto ambicioso

A adaptação de Vineland, romance de Thomas Pynchon lançado em 1990, era um desejo antigo de Anderson. O diretor, que já demonstrara afinidade com a prosa caótica e labiríntica do escritor em Vício Inerente, encontrou no livro uma oportunidade de unir elementos da obra original a experiências pessoais acumuladas ao longo dos anos. Resultado: um híbrido que respeita a essência pynchoniana, mas carrega a assinatura emocional e cinematográfica típica de Anderson.

A trama acompanha um ex-revolucionário que tenta escapar do passado, mas se vê arrastado de volta a ele quando um militar corrupto passa a perseguir sua família. É uma história de perseguições, segredos e feridas que insistem em se abrir no momento em que deveriam cicatrizar. O elenco reforça o peso dramático: Leonardo DiCaprio, Sean Penn, Benicio Del Toro, Regina Hall, Teyana Taylor e Chase Infiniti conduzem o espectador por uma narrativa densa e cheia de camadas.

Uma experiência filmada como um épico moderno

As filmagens, realizadas na Califórnia, chamaram atenção por um detalhe técnico raro: o uso do VistaVision, formato amplamente utilizado entre os anos 1950 e 1960, famoso pela definição e profundidade excepcionais. Anderson reviveu o processo para dar ao longa uma textura visual particular — quase tátil — que destaca tanto a ação quanto a carga emocional da história.

Esse resgate estético transforma Uma Batalha Após a Outra em um épico contemporâneo que mistura tensão política, drama familiar e uma cadência cinematográfica que poucos diretores trabalham com tanta precisão.

Um passo rumo à consagração

A première mundial aconteceu em 8 de setembro de 2025, em Los Angeles, e despertou reações imediatas. Críticos e público destacaram o equilíbrio raro entre complexidade narrativa e vigor visual. Lançado comercialmente nos EUA em 26 de setembro pela Warner Bros., o filme recebeu elogios pela direção de Anderson, pela trilha sonora, pela fotografia intensa e pela maneira inesperada com que o diretor trabalha cenas de ação — um território pouco explorado em sua filmografia.

As atuações também chamaram atenção. DiCaprio entrega uma performance firme e contida, enquanto a jovem Chase Infiniti surge como revelação, trazendo verdade e força emocional ao papel da filha adolescente.

A narrativa se estende por décadas e mergulha em temas como extremismo político, racismo, vigilância estatal e como ideologias corroem — ou moldam — vínculos afetivos. Em sua juventude, “Ghetto” Pat Calhoun e Perfidia Beverly Hills compõem a organização revolucionária French 75. Vivem missões clandestinas, tensões internas e confrontos cada vez mais perigosos. Em meio a esse caos, Perfidia se envolve com Steven J. Lockjaw, um comandante militar cruel e obcecado por ela.

A militante engravida e dá à luz Charlene. Mesmo assim, não abandona a causa. Sua prisão leva a uma decisão extrema: entrar no programa de proteção a testemunhas. Nesse processo, Lockjaw inicia uma caçada violenta, enquanto Pat assume uma nova identidade para salvar a filha — agora uma bebê lançada ao mundo entre mentiras, violência e rupturas.

Anos passam. Pat vive como Bob, escondido em Baktan Cross, uma comunidade isolada na Califórnia. Sua vida gira em torno de manter Willa — nome que Charlene passa a usar — a salvo e distante de qualquer vestígio do passado. Ele carrega culpa, trauma e uma paranoia crescente, enquanto tenta dar à filha a normalidade que jamais teve.

Enquanto isso, Lockjaw ascende na estrutura militar dos EUA, tornando-se coronel e figura influente entre supremacistas brancos ligados ao Clube dos Aventureiros de Natal. Mas sua trajetória começa a ruir quando decide apagar de vez qualquer evidência de sua relação com Perfidia — incluindo a existência da filha mestiça.

A caça recomeça — e nada permanece escondido para sempre

A partir daqui, o filme assume a tensão de um thriller. Lockjaw envia tropas com o pretexto de uma operação anti-imigração, mas o objetivo real é capturar Bob e Willa. O que se segue é um percurso de fuga, violência e revelações. Bob tenta recorrer a antigos aliados, mas o trauma o impede até de lembrar a senha que poderia salvá-los.

Willa, por sua vez, é enviada para um convento de freiras revolucionárias, um dos tantos símbolos de resistência que o filme incorpora para reforçar seu comentário político.

O cerco se fecha quando Lockjaw descobre o paradeiro da filha. A revelação de que Willa é seu sangue o faz perder prestígio e ser expulso do grupo supremacista. Ainda assim, sua obsessão permanece. Willa, devastada pela verdade sobre sua origem e pela ausência da mãe, exige respostas de Bob — e o confronta armada, em uma das cenas mais doloridas e intensas do filme.

É nesse ponto que Anderson faz a trama crescer não pelo espetáculo, mas pelo drama emocional. O diretor mostra que as batalhas centrais da narrativa são internas, ainda que cercadas por violência e perseguição.

Nosso Lar 3: Vida Eterna confirma Fábio Assunção e Carol Castro como protagonistas de nova missão espiritual

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Foto: Reprodução/ Internet

A emocionante jornada espiritual iniciada em Nosso Lar ganhará um novo e promissor capítulo. A Disney confirmou, na última sexta-feira (4), que Fábio Assunção e Carol Castro serão os protagonistas de Nosso Lar 3: Vida Eterna. O anúncio veio através de um vídeo especial divulgado nas redes sociais da produtora, celebrando o início das gravações do novo longa.

🎬 Filmagens começam neste domingo no Rio com direção de Wagner de Assis

Sob a batuta do diretor e roteirista Wagner de Assis, que comandou os dois filmes anteriores (Nosso Lar e Nosso Lar 2: Os Mensageiros), as filmagens de Vida Eterna começam neste domingo (6), no Rio de Janeiro. A produção é da Cinética Filmes, com coprodução e distribuição da Star Original Productions.

O terceiro longa da franquia é uma adaptação do livro Obreiros da Vida Eterna, ditado pelo espírito André Luiz e psicografado por Chico Xavier — uma das obras mais conhecidas e profundas da literatura espírita.

Uma missão de amor, recomeços e perdão

Na nova história, acompanhamos a trajetória dos personagens Zenóbia (Carol Castro) e Domênico (Fábio Assunção), dois espíritos dedicados a missões de socorro espiritual. Unidos por um laço antigo e por sentimentos que atravessaram encarnações, os dois embarcam em uma missão cheia de desafios, amparando almas em sofrimento e oferecendo uma nova chance àqueles que desejam recomeçar.

Os protagonistas foram impedidos de viver um amor na juventude por conta de uma decisão do pai de Zenóbia. Anos depois, seus caminhos se reencontram em outro plano, onde a compaixão e o trabalho pelo próximo se tornam os pilares de suas jornadas.


👥 Elenco repleto de nomes conhecidos e novos rostos

O elenco de Nosso Lar 3: Vida Eterna reúne veteranos e novos talentos do cinema e da TV brasileira. Além de Fábio Assunção (Sob Pressão, A Magia de Aruna) e Carol Castro (Irmão do Jorel, Mulheres Apaixonadas), o filme conta com Othon Bastos (O Pagador de Promessas, Assalto ao Banco Central), Renato Prieto (Nosso Lar, Kardec), Anna Kutner (A Diarista, Se Eu Fosse Você), Dandara Albuquerque (Nosso Lar 2: Os Mensageiros, A Força do Querer), Caio Scot (Pureza, Sessão de Terapia), Gerson Barreto (Malhação: Toda Forma de Amar, Aruanas), Vandré Silveira (Império, O Doutrinador), Alex Brasil (A Vida Invisível, Desalma), Gustavo Pace (Sintonia, Brother), Cadu Libonati (Nos Tempos do Imperador, Vai na Fé), Rod Carvalho (Amor Perfeito, Segunda Chamada), Talita Castro (Sob Pressão, Onde Está Meu Coração), Alle Franco (Filhas de Eva, Psi), Will Anderson (Impuros, Dom), Márcio Vito (A Noite Amarela, O Banquete), Cynthia Aparecida (Nosso Lar 2, Falas Negras), Helga Nemetik (Salve-se Quem Puder, A Força do Querer), Manu Duarte (Malhação: Vidas Brasileiras, Mãe Só Há Uma), Renata Tobelem (Bom Dia, Verônica, Carcereiros), Beatriz Alcântara (Desalma, Sessão de Terapia) e Antônio Zeni (O Auto da Boa Mentira, O Vendedor de Sonhos). A diversidade de experiências dos atores reforça a proposta do longa de unir emoção, espiritualidade e profundidade dramática em mais um capítulo da consagrada franquia.

A produção também promete apresentar novos personagens espirituais, que terão papel essencial nas questões de perdão, escolhas do passado e transformação.

🌍 Franquia de sucesso retorna com mais maturidade e profundidade

Nosso Lar, lançado em 2010, e Nosso Lar 2: Os Mensageiros, em 2023, emocionaram o público ao retratar com sensibilidade os bastidores do plano espiritual. Vida Eterna surge como a continuação natural dessa trajetória, com foco em temas como reconciliação, amor incondicional, missões espirituais e a complexidade das relações que transcendem a vida física.

A nova produção ainda não tem data de estreia confirmada, mas já é aguardada com ansiedade por fãs da doutrina espírita, admiradores do cinema nacional e todos que buscam histórias que toquem a alma.

Saiba quando estreia Quarteto Fantástico: Primeiros Passos no Disney+ e tudo sobre o filme

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Foto: Reprodução/ Internet

O universo Marvel se prepara para mais uma grande estreia que promete movimentar os fãs de super-heróis: Quarteto Fantástico: Primeiros Passos chega ao Disney+ no dia 5 de novembro de 2025. Depois de conquistar os cinemas e arrecadar mais de 521 milhões de dólares, o longa que apresenta a primeira família do MCU finalmente estará disponível para streaming, permitindo que os assinantes mergulhem na história completa da equipe que mudou a forma de olhar para o heroísmo.

Produzido pela Marvel Studios e distribuído pela Walt Disney Studios Motion Pictures, o filme marca o 37º título do Universo Cinematográfico Marvel e representa o segundo reboot da franquia do Quarteto Fantástico. A direção ficou a cargo de Matt Shakman, enquanto o roteiro contou com o talento de uma equipe experiente composta por Jeff Kaplan, Ian Springer, Josh Friedman, Cameron Squires, Eric Pearson e Peter Cameron. O elenco principal reúne Pedro Pascal, Vanessa Kirby, Ebon Moss-Bachrach e Joseph Quinn, acompanhados de grandes nomes como Julia Garner, Sarah Niles, Mark Gatiss, Natasha Lyonne, Paul Walter Hauser e Ralph Ineson.

No filme, a equipe precisa enfrentar Galactus, o ser cósmico devorador de planetas, enquanto lida com desafios pessoais, dilemas familiares e a responsabilidade de proteger a Terra. Ambientado em um universo retro-futurista inspirado na década de 1960, o longa mistura ação, ficção científica e drama humano de forma envolvente.

Reescrevendo a história do Quarteto Fantástico

A trajetória cinematográfica do Quarteto Fantástico não foi fácil. Após o fracasso do filme de 2015, a 20th Century Fox buscava revitalizar a franquia, mas a aquisição do estúdio pela Disney em 2019 levou a Marvel Studios a assumir os direitos e a criação de um novo projeto. O anúncio oficial do reboot aconteceu em julho de 2019, prometendo uma abordagem inédita para os personagens clássicos.

Inicialmente, Jon Watts seria o diretor do projeto, mas ele deixou a produção em abril de 2022. Matt Shakman assumiu o cargo em setembro do mesmo ano, e a equipe de roteiristas trabalhou para construir um roteiro que não apenas recontasse a origem dos heróis, mas apresentasse desafios inéditos e uma narrativa cósmica complexa.

As filmagens começaram em julho de 2024 no Pinewood Studios, em Londres, e se estenderam por locações na Inglaterra e na Espanha. A Marvel Studios buscou um equilíbrio entre nostalgia e inovação, criando cenários inspirados nos anos 1960 com efeitos visuais de última geração que transportam o público para um mundo retro-futurista cheio de aventuras e perigos.

A história: heróis, família e dilemas cósmicos

O enredo de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos se passa em 1964, na Terra-828, onde o Quarteto Fantástico já é reconhecido como uma equipe de super-heróis globalmente admirada. Reed Richards, Sue Storm, Ben Grimm e Johnny Storm ganharam habilidades extraordinárias após uma missão espacial que os expôs a raios cósmicos. Desde então, se tornaram celebridades e defensores da humanidade, utilizando suas habilidades para combater ameaças e, por meio da Fundação Futuro, promover avanços tecnológicos e diplomáticos.

Tudo muda quando a Surfista Prateada surge na Terra com um aviso alarmante: o planeta está na mira de Galactus, um ser capaz de consumir mundos inteiros. O Quarteto decide enfrentar o perigo de frente, rastreando o Surfista Prateada e utilizando um motor mais rápido que a luz para alcançar Galactus antes que ele chegue à Terra.

Durante a missão, a equipe enfrenta perigos inimagináveis e dilemas éticos profundos. Galactus oferece poupar a humanidade em troca do filho ainda não nascido de Reed e Sue, reconhecendo seu imenso poder cósmico. A decisão da equipe de recusar a proposta revela a essência do heroísmo: proteger a vida humana acima de tudo, mesmo diante de ameaças que desafiam a lógica e o poder.

Impacto e bilheteria: um sucesso global

O filme teve sua estreia mundial no Dorothy Chandler Pavilion, em Los Angeles, em 21 de julho de 2025, chegando aos cinemas dos Estados Unidos em 25 de julho como parte da Fase Seis do MCU. A recepção crítica foi amplamente positiva, elogiando a direção de Shakman, o roteiro complexo e a interação entre os personagens.

Com arrecadação de 521,9 milhões de dólares, o longa se tornou o décimo filme de maior bilheteria de 2025 e o mais lucrativo da franquia do Quarteto Fantástico. O sucesso comercial e a aprovação do público garantem que a sequência já esteja em desenvolvimento, abrindo caminho para novas aventuras cósmicas e desafios ainda maiores.

Zendaya e Jacob Batalon estão de volta em Homem-Aranha: Um Novo Dia!

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Foi confirmado que Zendaya (MJ) e Jacob Batalon (Ned) estarão de volta em Homem-Aranha: Um Novo Dia — o próximo filme do cabeça de teia, com estreia marcada pra 31 de julho de 2026.

E sim, a gente também ficou com o coração acelerado. Porque se você lembra do final de Sem Volta Para Casa (e como esquecer?), sabe que Peter Parker terminou solitário, apagado da memória de todo mundo que ele amava — inclusive MJ e Ned. Um final triste, silencioso e bem maduro. Mas… será que o feitiço vai durar?

🧠 Memória perdida? Por enquanto sim. Mas…

Por enquanto, não foi revelado se MJ e Ned vão lembrar de Peter no novo filme. A única coisa certa é: eles estão na trama, e isso por si só já levanta meia dúzia de teorias no Reddit, no TikTok e no grupo de zap dos nerdola.

Será que o coração vai falar mais alto que o feitiço do Doutor Estranho? Vai rolar flashback emocional? Uma conexão mística? Um bilhetinho esquecido no bolso com “eu te amo, assinado: Peter”? Quem sabe.

A Marvel não dá ponto sem nó. E se eles estão de volta, é porque alguma peça importante vai se mexer.

🧃 O grupo tá crescendo (e ficando cada vez mais interessante)

Além da dupla queridinha do público, o novo filme também contará com o retorno de Jon Bernthal como o Justiceiro — o anti-herói mais sangue nos olhos do rolê. E, talvez o mais misterioso de todos: Sadie Sink (a Max de Stranger Things) também foi confirmada no elenco, mas seu papel ainda é segredo total.

Fãs já estão apostando em tudo: de Gwen Stacy multiversal a vilã original feita sob medida. O certo é que com Sadie no meio, emoção a gente já tem garantida.

🕸️ Um novo dia… ou uma nova fase do Aranha?

Com o nome Um Novo Dia, o filme parece dar continuidade direta ao momento mais agridoce da história do Peter Holland. Agora órfão de lembranças, de amigos, de aliados, Peter tá no modo sobrevivência. A dúvida é: ele vai tentar reconstruir os laços com MJ e Ned ou vai aceitar a solidão como parte da missão?

Seja qual for o caminho, esse novo filme promete um Peter Parker mais introspectivo, maduro e, ao mesmo tempo, cheio de potencial pra recomeçar.

Talvez não do jeito que a gente gostaria. Talvez não com os mesmos abraços e piadas internas. Mas com a chance real de mostrar por que o Aranha é, no fundo, um dos heróis mais humanos de todos.


📅 Anota aí:

🕷️ Homem-Aranha: Um Novo Dia estreia nos cinemas em 31 de julho de 2026.
💬 E aí, você acha que MJ e Ned vão lembrar de tudo? Ou Peter vai ter que reconquistar cada amizade do zero?
🌐 A única certeza por enquanto: os feels vêm forte. Prepare o coração.

Kevin James se reinventa em Família à Prova de Balas: Ação, comédia e um pai disposto a tudo pela família

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Foto: David Scott Holloway

Quando pensamos em Kevin James, a imagem que vem à mente é a de um comediante capaz de arrancar gargalhadas com seu jeito simples e carismático. Mas no seu novo filme, Família à Prova de Balas (“Guns Up”), que estreia no Brasil em 31 de julho, James vai além. Ele mostra que é possível misturar ação eletrizante com o humor que lhe é tão natural — e ainda contar uma história de amor e proteção familiar que toca fundo no coração. Abaixo, confira o trailer do filme:

Um pai comum, um herói improvável

No centro da trama está Raymond ‘Ray’ Hayes, um ex-policial que, como muitos pais, só quer construir um futuro tranquilo para sua esposa e filhos. Ray quer deixar para trás os dias turbulentos da força policial e investir em um negócio familiar, buscando aquela estabilidade que todo pai sonha para os seus. Mas o passado insiste em persegui-lo — e quando ele se vê marcado pela máfia, a luta para proteger quem ama ganha um novo sentido.

É nesse conflito entre o desejo de paz e a necessidade de ação que Kevin James brilha. Ele não interpreta apenas o homem que dá socos e tiros, mas aquele que enfrenta medos, dúvidas e o peso da responsabilidade que todos os pais conhecem tão bem.

Risadas no meio do caos

Se o filme fosse só ação, talvez faltasse algo. Mas Família à Prova de Balas entende que a vida real é uma mistura: às vezes, a gente se vê diante do inesperado — e a melhor arma é um sorriso ou uma piada certeira. Kevin James usa seu talento para aliviar a tensão, mostrando que até nos momentos mais complicados, o humor é um refúgio, uma forma de manter a humanidade intacta.

O elenco, com nomes como Christina Ricci e Luis Guzmán, dá suporte a essa mistura, trazendo personagens que ajudam a construir um mundo onde perigo e afeto andam lado a lado.

No fim das contas, Família à Prova de Balas é uma homenagem àqueles que correm riscos diários para garantir segurança e amor dentro de casa. É um lembrete de que, por trás de cada pai, mãe ou responsável, existe uma força imensa — uma vontade de proteger que não mede esforços.

Esse filme chega para nos lembrar que, mesmo quando o mundo lá fora parece louco e caótico, dentro de casa podemos encontrar a coragem para continuar, a inspiração para lutar, e o motivo para nunca desistir.

Na telona, uma experiência para todos

Com estreia marcada para o dia 31 de julho e distribuição da Diamond Films, o longa promete não só divertir como também conectar o público com uma história universal e verdadeira — aquela que fala do amor, da luta e da resiliência da família.

Resumo da novela Cruel Istambul de 31 de outubro a 7 de novembro

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Capítulo 040 da novela Cruel Istambul de sexta-feira, 31 de outubro
Agah e Seniz tentam manter a rotina familiar, mas o patriarca se sente exausto diante dos conflitos internos, comparando sua família às turbulências dos Kennedy. Ceren invade o quarto de Nedim, provocando sofrimento emocional e insinuando um suposto envolvimento de Cemre com Cenk. A chegada de Agah e Cenk força Ceren a revelar seu segredo: o bebê é de Cenk, desencadeando convulsões em Nedim. No hospital, Seniz avalia a gravidade da situação, Seher demonstra remorso e Neriman alerta sobre os perigos que cercam Cemre. Ceren ainda tenta manipular Nedim, mas Agah intervém, expulsando-a e impondo regras rígidas, incluindo a demissão de Jivan. Como consequência, Cenk é enviado de volta aos EUA, enquanto Seher implora a Nedim que revele a verdade sobre o sequestro, mas ele permanece em silêncio. A semana se encerra com a família imersa na dor, refletida em um poema turco sobre sofrimento transitório, mantendo todos em uma tensão profunda e contida.

Resumo da novela Cruel Istambul de 3 a 7 de novembro

Capítulo 041 – Segunda-feira, 03 de novembro
Cemre dirige o carro, emocionada, com Jan ao seu lado, que a consola lembrando que “isso também passará”. Na mansão, Agah explode de raiva diante da rebeldia de Cenk e acusa Cemre de seduzir Nedim e Cenk, lamentando que a menina que parecia um anjo tenha se revelado um demônio e jurando “quebrar o feitiço”. Seniz ironiza a eficácia da ordem de restrição e do exílio de Cenk, apontando que a inveja de Cemre pela ascensão de Ceren a torna perigosa e calculista. As três mulheres se encontram: Jivan implora por reconciliação, Cemre concorda, mas exige que Ceren admita suas mentiras e torturas contra Nedim e Agah. Ceren se retira se vitimizando com a gravidez, enquanto Cemre critica Jivan por falhar como mãe. Damla e Cenk chegam ao esconderijo de Cemre, e Damla confessa que ele é sua válvula de escape diante dos dramas familiares. Cenk, furioso, confronta Agah, que o humilha e promete impedir que Cemre volte a subir ao palco. Seniz descobre a oferta de dinheiro feita a Cemre e, através de uma empregada, descobre que Jivan está grávida. Jan propõe a Cemre um desafio: “tem coragem de salvar Nedim?”, enquanto Seniz ameaça Nedim caso Cenk vá aos EUA, deixando-o abalado.

Capítulo 042 da novela Cruel Istambul de terça-feira, 04 de novembro de 2025
Jivan confronta Ceren, acusando-a de ser “sem coração e cruel” com Nedim, mas Ceren transfere a culpa para Cemre, alegando que a irmã tentou sequestrar Nedim e roubar Cenk. Um escândalo se forma na mansão, com Jivan tentando obrigar Ceren a jurar nunca mais prejudicar Nedim e a dizer a verdade sobre o bebê, mas ela resiste. Agah intervém, lembrando Jivan de seu papel como sogro e da responsabilidade de Ceren como mãe, advertindo que qualquer dano à família terá consequências severas. Seniz humilha Ceren, ameaçando enviá-la de volta à sua “cidadezinha”, e adverte Jivan sobre tocar no nome de Cenk. Neriman já marcou um advogado para se vingar de Seniz, Cenk e, posteriormente, Jivan. Cemre, fora da mansão, planeja instalar uma câmera para sua segurança, enquanto Jivan descobre que a filha foi demitida/expulsa, suspeitando de interferência dos “homens de Karachay”, entrando em desespero.

Capítulo 043 – Quarta-feira, 05 de novembro
Jivan confronta Agah, criticando o exílio de Cenk e sua negligência com Nedim, defendendo Cemre e lamentando que a filha seja impedida de exercer enfermagem e cantar, responsabilizando Agah pela vergonha causada. Furioso, Agah questiona seus homens sobre o paradeiro de Cemre, prometendo “esmagar todos eles” se a deixaram na rua, enquanto seus homens a procuram em estações e bares. Agah também confronta Seniz, indagando se deve vê-la como esposa ou traidora. Ceren, preocupada com Jivan, recebe conforto de Neriman, que lembra que o dinheiro pertence a Nedim. Seniz justifica sua ação contra Cemre como proteção a Cenk. Ceren pede desculpas a Nedim, alegando ter sido manipulada por Cemre. Cemre é contratada como enfermeira em um “refúgio para desafortunados”, com a missão de instalar uma câmera no quarto de Nedim. Jivan tenta contatar Cenk, aflita com o desaparecimento da filha, e Cemre finalmente liga para tranquilizá-la, dizendo ter trabalho e um lugar para dormir, sem permitir contato direto.

Capítulo 044 – Quinta-feira, 06 de novembro de 2025
Ceren confronta Cenk antes de sua partida, confessando estar apaixonada e lamentando que ele ame Cemre, declarando que o filho será de Nedim. Um aliado instala secretamente uma câmera no quarto de Nedim para monitorá-lo e protegê-lo, enquanto Agah assegura a Jivan que Cemre está em um emprego seguro. Cenk reflete sobre seu amor por Rey, e Cemre lamenta ter caído na armadilha da ordem de restrição de Agah. Nedim expõe a câmera oculta, mostrando que ainda desconfia de Cemre. Cenk se prepara para viajar, Damla organiza uma festa de despedida, e Seniz descobre os vídeos, decidindo guardá-los em um cofre, lembrando-se de uma antiga oração que revela seu temor em relação a Cenk.

Capítulo 045 – Sexta-feira, 07 de novembro
Seniz, em desespero, tenta se jogar do terraço e confronta Cenk, acusando-o de traição por aliar-se a Cemre e Nedim. Ela implora que ele a mate, mas Cenk a impede, explicando que queria apenas lhe dar uma lição. Cenk reconhece que Nedim manipulou a situação para expor a câmera, desculpando-se por pressioná-lo demais. Ceren invade o refúgio de Cemre, humilhando-a publicamente e acusando-a de manipulação, enquanto Cemre se identifica e pede que cuidem das crianças. Agah leva Nedim para se despedir de Cenk, reforçando o desejo de união familiar. Na festa de despedida, Cemre descobre que seu emprego no refúgio foi fruto de uma generosa doação de Cenk, confronta-o sobre a oferta, e Seniz tenta sedar Nedim, que resiste. Jivan chega e Seniz mente, enquanto Cenk finalmente comparece à festa, encerrando a semana com tensão, emoção e alianças redefinidas.

Crítica – Drop: Uma Ameaça Anônima entrega tensão máxima com roteiro afiado e direção certeira

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Drop – Uma Ameaça Anônima é aquele tipo de suspense que não pede licença: ele te agarra já nos primeiros minutos e só solta quando os créditos sobem. O longa, dirigido com precisão cirúrgica, transforma um encontro casual em uma espiral sufocante de paranoia e sobrevivência, provando que, às vezes, o verdadeiro terror pode estar sentado bem à sua frente.

A trama parte de uma premissa simples, mas incrivelmente eficaz: Violet, uma mãe solo, decide encontrar Henry após combinarem por um aplicativo. O que seria apenas um jantar despretensioso ganha tons sombrios quando ela começa a receber mensagens anônimas: sua casa foi invadida, seu filho está em perigo, e a única maneira de salvá-lo é matar o homem à sua frente. O tempo vira inimigo, e a tensão escala de forma angustiante.

O roteiro é enxuto, direto ao ponto, mas cuidadosamente estruturado — nada está ali por acaso. Cada detalhe revelado ao longo da narrativa encontra seu lugar na engrenagem, criando um quebra-cabeça que se fecha de forma impactante. A direção colabora com cortes secos e um ritmo pulsante, fazendo do silêncio e dos olhares tão ameaçadores quanto qualquer explosão ou perseguição.

O maior trunfo de Drop é a sua habilidade de transformar o ordinário em extraordinário. Sem depender de grandes efeitos ou reviravoltas mirabolantes, o filme aposta em atmosfera, performance e timing — e vence em todos os quesitos. A atuação da protagonista transmite desespero contido e força em igual medida, conduzindo o público pela angústia crescente com autenticidade.

Em um cenário em que muitos thrillers apostam em exageros ou soluções fáceis, Drop – Uma Ameaça Anônima se destaca por sua elegância brutal e tensão implacável. É, sem dúvida, um dos melhores suspenses de 2025 até agora — e um lembrete poderoso de que, com uma boa ideia e execução competente, ainda é possível surpreender e deixar o público sem fôlego.

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