O Cavaleiro dos Sete Reinos | Nova série derivada de Game of Thrones revela primeira imagem

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O universo de As Crônicas de Gelo e Fogo, criado por George R.R. Martin, continua a se expandir com novas histórias. Após o sucesso de Game of Thrones e de House of the Dragon, a HBO apresenta O Cavaleiro dos Sete Reinos, série derivada que promete encantar os fãs e introduzir novos espectadores ao mundo de Westeros. Nesta sexta-feira (5), a revista Entertainment Weekly divulgou a primeira imagem oficial da série, trazendo um vislumbre de sua atmosfera e protagonistas.

Uma das novidades mais interessantes da série é que não haverá sequência de abertura elaborada, como as emblemáticas de Game of Thrones e House of the Dragon. Apenas o nome da série aparecerá na tela, reforçando a ideia de uma narrativa direta e focada nos personagens. Essa escolha indica que a série terá uma história mais contida, com menos foco em guerras e dinastias, e mais atenção à vida cotidiana, aventuras e dilemas pessoais de Dunk e do jovem Aegon V Targaryen, apelidado de Egg. Ao optar por essa abordagem, a HBO busca oferecer uma experiência diferente, que explora Westeros de forma mais humana e próxima dos personagens.

Origens e inspiração da série

O Cavaleiro dos Sete Reinos é uma prequela de Game of Thrones, ambientada cerca de 90 anos antes dos eventos da saga principal. A série é baseada nas novelas curtas de George R.R. Martin, conhecidas como Tales of Dunk and Egg, que narram aventuras do cavaleiro Dunk e do jovem príncipe Egg. As histórias originais são conhecidas por seu humor, dilemas morais e lealdade, oferecendo uma visão mais leve do universo de Westeros, sem perder a complexidade política característica do mundo de Martin. A série, portanto, promete mesclar drama, aventura e momentos de leveza, mantendo a essência das obras literárias.

Desenvolvimento e produção

O projeto foi anunciado em janeiro de 2021, com a HBO confirmando o desenvolvimento de uma nova prequela. Em novembro do mesmo ano, Steven Conrad foi contratado para escrever a série. Em abril de 2023, a produção recebeu ordem oficial, com Ira Parker, roteirista da primeira temporada de House of the Dragon, envolvido na criação do episódio piloto. Em fevereiro de 2024, o CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, confirmou que a série estava em pré-produção e que George R.R. Martin atuaria como criador e produtor executivo, garantindo fidelidade às histórias originais e supervisão criativa.

Direção e tom da série

Para conduzir a direção, a HBO contratou Owen Harris em maio de 2024 para os três primeiros episódios, atuando também como produtor executivo. Ele será responsável por estabelecer o tom da série, combinando drama, ação e momentos de leveza que caracterizam as aventuras de Dunk e Egg. Em junho de 2024, foi anunciado que Sarah Adina Smith dirigiria três dos seis episódios da primeira temporada. A expectativa é que sua abordagem traga visuais diferenciados e narrativa dinâmica, mantendo a unidade da série enquanto destaca nuances importantes de cada episódio.

As filmagens começaram em junho de 2024 em Belfast, Irlanda do Norte, território já conhecido por abrigar diversas cenas de Game of Thrones. A produção buscou capturar paisagens autênticas e detalhadas, que reforcem a sensação medieval e a imersão no mundo de Westeros. As filmagens se estenderam até setembro de 2024, com atenção especial a figurinos, cenários e detalhes que reforçam o tom mais intimista da série. Cada episódio promete equilibrar ação, drama e momentos de leveza, mantendo a fidelidade aos contos de Martin.

Enquanto Game of Thrones e House of the Dragon focaram em guerras, política e intrigas complexas, O Cavaleiro dos Sete Reinos privilegia aventuras individuais, dilemas morais e relações humanas. A ausência de uma abertura elaborada reforça essa proposta, deixando a narrativa mais direta e centrada nos personagens. Essa abordagem também torna a série mais acessível a novos espectadores, que não precisam conhecer todo o histórico da saga para entender a história, enquanto oferece aos fãs de longa data uma nova perspectiva sobre Westeros, explorando histórias secundárias de personagens icônicos.

Liam Neeson descobre seu lado cômico em “Corra que a Polícia Vem Aí” – Uma nova fase para o ator e para a comédia

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Foto: Reprodução/ Internet

É difícil imaginar Liam Neeson, um dos grandes nomes do cinema contemporâneo, conhecido mundialmente por sua voz grave e personagens marcados pela intensidade dramática, entregando risadas genuínas em uma comédia escrachada. E, no entanto, é exatamente isso que o público brasileiro vai poder conferir a partir do dia 14 de agosto, com a estreia de “Corra que a Polícia Vem Aí” — uma homenagem irreverente e atualizada à clássica franquia “The Naked Gun”, que chega aos cinemas nacionais com uma proposta que mistura ação, humor nonsense e muita energia.

Um ator em transformação: o desafio de reinventar-se

Liam Neeson nunca foi um ator que buscou conforto ou se acomodou em um único estilo. Do herói trágico de “A Lista de Schindler” ao implacável pai em “Busca Implacável”, Neeson construiu uma carreira sólida, com personagens que exigem seriedade e força dramática. Por isso, sua decisão de encarar a comédia pastelão em “Corra que a Polícia Vem Aí” representa mais do que uma simples mudança de gênero: é uma verdadeira reinvenção artística.

Em um vídeo divulgado pela Paramount Pictures Brasil, Neeson foi sincero ao afirmar: “É um gênero novo para mim”. Essa simplicidade no discurso revela a honestidade do ator diante do novo desafio. Ele não se apresenta como um comediante nato, mas como alguém disposto a explorar territórios desconhecidos, aprender e se divertir no processo.

Essa coragem para sair da zona de conforto é inspiradora — não apenas para profissionais do cinema, mas para qualquer pessoa que sente o peso da rotina e teme o novo. Neeson mostra que nunca é tarde para experimentar, errar, rir de si mesmo e se reinventar.

O retorno da irreverência: “The Naked Gun” ganha novo fôlego

A franquia “The Naked Gun” é um marco da comédia, e o personagem Frank Drebin, imortalizado por Leslie Nielsen, é um ícone do humor pastelão. O sucesso dos filmes dos anos 80 e 90 reside em sua capacidade de brincar com os clichês dos filmes policiais e de ação, exagerando nos absurdos e nas trapalhadas, tudo isso com timing perfeito e personagens memoráveis.

“Corra que a Polícia Vem Aí” resgata essa essência, mas com um olhar contemporâneo. A ideia é atualizar o humor para os dias atuais, mantendo a homenagem à série original, mas sem parecer ultrapassado ou repetitivo. Para isso, o roteiro, assinado por Dan Gregor, Doug Mand e Akiva Schaffer, aposta em diálogos ágeis, situações bizarras e um ritmo acelerado.

A trama gira em torno do Tenente Frank Drebin Jr., interpretado por Neeson, o filho do personagem original. Esse aspecto gera uma curiosa dinâmica entre legado e novidade, trazendo a expectativa de que o ator consiga imprimir sua personalidade ao mesmo tempo em que honra o espírito do personagem.

Seth MacFarlane: o homem por trás do humor irreverente

Seth MacFarlane, conhecido pelo seu trabalho nas séries animadas “Uma Família da Pesada” e “American Dad!”, é um produtor com um talento especial para o humor ácido e politicamente incorreto. Ao assumir a produção de “Corra que a Polícia Vem Aí”, ele trouxe seu olhar afiado e uma paixão antiga pela franquia.

Em entrevista, MacFarlane afirmou que acredita que o público precisa hoje de comédias leves e engraçadas para enfrentar as tensões do cotidiano. Essa empatia e percepção cultural fazem dele um dos nomes mais relevantes para produzir um filme que funcione como um escape bem-humorado para as plateias.

Sua influência é sentida no ritmo e no tom do filme, que consegue equilibrar o absurdo com momentos inesperados de humanidade e charme. O envolvimento de MacFarlane também é garantia de que o filme não perderá o frescor e a irreverência que os fãs da franquia esperam.

Um elenco para todos os gostos

Além de Liam Neeson e Pamela Anderson, que interpreta Beth, “Corra que a Polícia Vem Aí” reúne um elenco que transita entre gerações e estilos. Paul Walter Hauser, conhecido por seus trabalhos em “Cobra Kai” e “I, Tonya”, vive o Capitão Ed Hocken Jr., enquanto nomes como Liza Koshy, uma estrela das redes sociais e do cinema, trazem modernidade e leveza.

Figuras como Kevin Durand e Danny Huston acrescentam peso dramático ao elenco, equilibrando as doses de comédia e ação. A presença do rapper Busta Rhymes ainda acrescenta uma pitada cultural inesperada, evidenciando a aposta do filme em diversificar seus personagens e atrair públicos distintos.

Esse elenco heterogêneo é uma demonstração clara de que o filme quer falar para todas as gerações: quem cresceu com Leslie Nielsen poderá revisitar aquele universo, enquanto os jovens descobrirão uma comédia com referências atuais e ritmo dinâmico.

O processo criativo: resgatar sem repetir

O caminho até a produção final de “Corra que a Polícia Vem Aí” foi longo e cheio de nuances. Desde 2013, a Paramount Pictures tentou revitalizar a franquia, passando por diferentes roteiristas, diretores e atores escalados. Ed Helms chegou a ser anunciado como protagonista, mas o projeto enfrentou dificuldades para encontrar o tom certo, que não traísse o legado da série.

David Zucker, criador do original, chegou a se afastar por achar que o reboot poderia não atingir a qualidade dos primeiros filmes. Esse cenário mostra a complexidade de trabalhar com franquias tão amadas: como respeitar o passado e, ao mesmo tempo, inovar?

A contratação de Seth MacFarlane e Akiva Schaffer, diretor conhecido por seu trabalho na comédia contemporânea, foi o ponto de virada que deu fôlego novo à produção. O roteiro passou por diversas reformulações, sempre buscando um equilíbrio entre humor clássico e frescor moderno.

As filmagens em Atlanta, no primeiro semestre de 2024, foram marcadas por um clima de leveza e colaboração, com atores e equipe abraçando o tom cômico e se divertindo com o material.

O que esperar de “Corra que a Polícia Vem Aí”?

O filme promete uma comédia leve, para quem quer dar boas risadas e relaxar. Combinando cenas de ação com gags visuais e diálogos espirituosos, ele oferece uma experiência que não exige muito do espectador — apenas entrega entretenimento puro.

Mas também é um filme que fala sobre legado, aceitação e a coragem de ser diferente, mesmo em meio a expectativas pesadas. Frank Drebin Jr. é um personagem atrapalhado, porém determinado, que pode inspirar o público a abraçar suas imperfeições e encontrar seu próprio caminho.

Para Liam Neeson, é a chance de mostrar seu talento multifacetado e sua disposição para surpreender. Para o público, é a oportunidade de rever um estilo clássico de comédia policial com um toque moderno e inesperado.

Superman pousa no Brasil: James Gunn e elenco chegam ao Rio de Janeiro para encontro com fãs

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O Rio de Janeiro recebeu neste domingo (22) uma visita digna de cinema — literalmente. O diretor James Gunn, acompanhado dos protagonistas David Corenswet (o novo Superman) e Rachel Brosnahan (a nova Lois Lane), aterrissou na capital fluminense para dar início à etapa brasileira da turnê mundial de divulgação do novo longa da Warner Bros. Pictures. E a primeira parada não poderia ter sido mais simbólica: o Santuário do Cristo Redentor, cartão-postal que emociona gerações e que agora serviu de cenário para um encontro entre ficção, fé e solidariedade.

Sim, Clark Kent está no Brasil. E ele não veio só salvar o mundo nas telonas — trouxe também uma mensagem de empatia e esperança bem real. Durante a visita ao Cristo, James, David e Rachel participaram de uma ação social especial: autografaram itens exclusivos que serão leiloados, com toda a renda revertida para os projetos sociais apoiados pelo Santuário. O gesto foi simples, mas cheio de significado — um reconhecimento da força simbólica que o herói representa e do impacto que pequenas atitudes podem ter na vida de quem mais precisa.

Além disso, a equipe do filme também anunciou uma surpresa emocionante: cem crianças em situação de vulnerabilidade social, atendidas pelos programas do Cristo Redentor, terão a oportunidade de assistir ao filme gratuitamente, em sessões solidárias. Para muitas delas, será a primeira ida ao cinema — e essa experiência será mágica.

O trio permanece na cidade até 24 de junho, com uma agenda intensa de eventos promocionais, encontros com fãs e entrevistas à imprensa. A escolha do Brasil como uma das principais paradas da turnê reforça a importância do público latino-americano no sucesso global das produções da DC Studios — e mostra o carinho com que a nova fase do estúdio quer dialogar com seus fãs ao redor do mundo.

Mas essa chegada triunfal não começou do nada. No final de maio, a Warner Bros. já havia preparado o terreno com um evento icônico na Praia de Copacabana, onde foi lançada a contagem regressiva oficial para a estreia do filme. Um enorme “S” estilizado — aquele símbolo que todo mundo reconhece mesmo de longe — dominou a areia da praia, marcando o início da campanha de divulgação com um toque carioca.

Superman é o primeiro capítulo da nova fase da DC nos cinemas, agora sob o comando criativo de James Gunn, conhecido por reinventar heróis com humanidade, humor e intensidade (como já fez em Guardiões da Galáxia e O Esquadrão Suicida). David Corenswet assume o manto do Homem de Aço trazendo uma nova abordagem para Clark Kent: mais jovem, mais emocional, mais próximo do público. Já Rachel Brosnahan, vencedora do Emmy por The Marvelous Mrs. Maisel, promete uma Lois Lane afiada, corajosa e irresistivelmente carismática.

Com estreia marcada para 10 de julho nos cinemas brasileiros, o novo Superman é mais do que uma promessa de ação e efeitos visuais — é um convite para redescobrir um herói que, mesmo após tantas versões, ainda consegue emocionar, inspirar e, agora, se conectar de forma especial com o público brasileiro.

“O Comando” é atração do Cine Aventura na Record TV deste sábado (19): Ação explosiva com drama psicológico e redenção!

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 19 de julho, às 15h, a Record TV exibe no Cine Aventura o eletrizante “O Comando” (The Commando), um thriller que vai além das balas e perseguições para tocar em questões profundas como culpa, trauma psicológico e os limites da justiça. Dirigido por Asif Akbar e estrelado por Michael Jai White, o filme entrega não apenas ação de tirar o fôlego, mas também um retrato contundente da fragilidade humana por trás do uniforme.

Uma missão, um erro, um abismo

James Baker (Michael Jai White) é um agente de elite da DEA acostumado a enfrentar o perigo, mas tudo muda quando uma operação contra um cartel mexicano termina em tragédia. No tiroteio, Baker acidentalmente mata três reféns inocentes: uma mãe e suas duas filhas. O que era para ser mais uma missão bem-sucedida se transforma em um pesadelo que o agente não consegue esquecer. Diagnosticado com transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), ele é afastado das operações e enviado para casa — mas os verdadeiros combates ainda estão por vir.

Uma família em perigo e um passado que retorna

Enquanto tenta reconstruir sua vida com a esposa Lisa (Aris Mejía) e as filhas adolescentes, Baker enfrenta alucinações, insônia e crises existenciais. A situação ganha um novo contorno quando suas filhas descobrem, escondido dentro da casa, US$ 3 milhões em dinheiro vivo. O dinheiro pertence ao criminoso Johnny (Mickey Rourke), antigo dono da residência e ex-parceiro de um xerife corrupto, que agora quer tudo de volta — e não se importa com quem esteja no caminho.

Quando o lar se torna campo de batalha

A tensão explode quando Baker percebe que o sistema, mais uma vez, não está ao seu lado. Um mandado de prisão sem assinatura e ameaças veladas escancaram que a justiça pode ser manipulada. Isolado, desacreditado e ainda lidando com os traumas da guerra, ele precisa tomar uma decisão difícil: recuar ou proteger sua família com tudo o que tem — mesmo que isso o leve a ultrapassar seus próprios limites.

Muito além do gênero

“O Comando” oferece o que os fãs de ação esperam — confrontos, adrenalina, emboscadas —, mas também reserva espaço para uma reflexão delicada sobre as marcas invisíveis que a violência deixa na alma. Michael Jai White interpreta Baker com intensidade emocional e vulnerabilidade raramente vistas em protagonistas do gênero, criando um personagem que é tão humano quanto heróico.

Cristal lança “South Side” e destaca resistência da população negra no Sul do Brasil

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Foto: Reprodução/ Internet

A rapper Cristal apresenta nesta sexta-feira (31) seu novo single, “South Side”, disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm. A faixa mergulha na experiência da população negra na Região Sul do Brasil, trazendo à tona tanto as cicatrizes históricas quanto a força, a resistência e a riqueza cultural dessa comunidade. Com letras que unem reflexão e poesia, a música convida o público a vivenciar uma perspectiva muitas vezes negligenciada, transformando narrativa social em arte sonora.

Produzida por MDN Beatz e Willsbife, “South Side” combina influências do Soul, gênero explorado por Cristal em seu álbum de estreia “Epifania” (2024), à potência lírica que caracteriza a artista. Mais do que uma música, a faixa funciona como uma narrativa viva, celebrando a singularidade cultural do Sul brasileiro e refletindo sobre desafios enfrentados, resistências históricas e histórias de superação que moldaram famílias e comunidades ao longo de gerações.

Cristal iniciou sua trajetória artística em 2017 nos slams de poesia de Porto Alegre, espaço em que rapidamente se destacou pelo talento, sensibilidade e presença de palco. Dois anos depois, estreou na música com “Rude Girl”, seguida por “Ashley Banks”, faixa que projetou seu nome na cena local. Desde então, a artista lançou projetos aclamados pela crítica, como o EP Quartzo (2021) e o single Kawo (2023), indicado ao prêmio Multishow, consolidando-se como uma das principais vozes do rap no Sul do país e conquistando reconhecimento nacional.

Ao compor “South Side”, Cristal buscou inspiração em sua própria família, reconhecendo nas histórias de parentes uma conexão profunda com a realidade da população negra sulista. Cada verso é construído a partir de vivências reais, tornando a música um espaço de memória e resistência, que conecta experiências individuais a uma narrativa coletiva. O resultado é uma obra que dialoga com questões sociais, culturais e históricas ainda muito presentes na sociedade contemporânea.

Com o lançamento do single, Cristal reafirma seu papel como referência na cena musical do Sul do Brasil, mostrando que o rap vai além do entretenimento: é uma ferramenta de expressão, afirmação de identidade e transformação social. “South Side” se destaca não apenas pela estética sonora refinada e envolvente, mas também pelo impacto de sua mensagem, celebrando a força de uma população que, apesar de desafios históricos, continua a resistir, a criar e a afirmar sua presença cultural em todos os espaços.

Selton Mello mostra bastidores de Anaconda e revela clima irreverente do reboot hollywoodiano ao lado de Jack Black e Paul Rudd

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Nesta semana, Selton Mello deu aquele presente que os fãs adoram: um vídeo íntimo, descontraído e cheio de momentos engraçados dos bastidores de Anaconda, o novo reboot da franquia que marcou gerações e agora renasce em Hollywood com uma mistura improvável de humor, terror e ação. O ator brasileiro, que estrela o longa ao lado de Jack Black, Paul Rudd, Steve Zahn, Thandiwe Newton e Daniela Melchior, mostrou o clima de irreverência que tomou conta da produção desde o início das filmagens.

Meu momento favorito: mostrar o que acontece por trás das câmeras. Com Anaconda, não foi diferente”, escreveu Selton na legenda. O vídeo, claro, viralizou em minutos. Não só pela curiosidade natural em torno de uma superprodução hollywoodiana, mas pelo carisma e pelo olhar genuíno que Selton imprime ao gravar esse tipo de conteúdo. Ele não mostra apenas o set — mostra a energia das pessoas que constroem aquele universo.

E energia, ali, é o que não falta.

Um reboot que não tenta ser sério — e é justamente aí que mora o charme

Dirigido por Tom Gormican e escrito por ele ao lado de Kevin Etten, o novo filme já nasce com uma proposta assumida: é uma comédia de terror escrachada, que abraça o exagero do original de 1997 e se diverte com isso. Esqueça o suspense sombrio ou a tensão constante. Aqui, o espírito é outro, quase como se o filme desse uma piscada para o público o tempo todo, lembrando que ninguém precisa levar nada tão a sério.

O enredo gira em torno de Doug (Jack Black) e Griff (Paul Rudd), dois amigos que, enfrentando crises típicas da meia-idade, decidem viajar até a Amazônia para recriar o longa que marcou a juventude deles. A ideia já seria absurda por si só, mas fica ainda mais caótica quando uma anaconda gigantesca — dessa vez real — aparece, transformando o sonho de fazer cinema num pesadelo hilário.

O próprio trailer, lançado pela Sony no fim de setembro de 2025, já mostrava o tom: piadas autorreferenciais, escorregões, sustos inesperados e uma cobra gigante que parece tão interessada em devorar quanto em provocar reações cômicas. É autossátira na veia, um tipo de humor que só funciona quando todos os envolvidos estão no mesmo espírito. E, pelo vídeo de Selton, estão.

Nos bastidores, Selton vira o “elo de ligação” entre caos e camaradagem

No vídeo postado nas redes, Selton aparece totalmente integrado à equipe e, principalmente, ao elenco. A troca dele com Paul Rudd chama atenção: os dois riem de improvisos, conversam como se fossem amigos de longa data e parecem ter encontrado um ritmo próprio. Rudd, com seu humor leve e eterno ar de surpresa, funciona quase como uma dupla de comédia com Selton, que responde com uma naturalidade impressionante para quem está filmando seu maior projeto internacional.

Com Jack Black, o clima é ainda mais escrachado. Em vários trechos, Jack brinca com Selton, tenta fazer o brasileiro repetir palavras e frases gringas com sotaque perfeito e, claro, esbarra em expressões cariocas que ele não consegue pronunciar por nada. Selton, por sua vez, tenta ensinar — mas desiste rápido ao perceber que a gargalhada é mais eficiente do que a aula.

O vídeo também mostra momentos técnicos que sempre fascinam o público: a gigante cabeça animatrônica da cobra descansando ao lado de uma mesa de almoço, ensaios com tela verde, operadores de efeitos especiais manipulando estruturas enormes e cenas caóticas gravadas no meio de uma “Amazônia hollywoodiana”. Selton observa tudo com aquele humor fino que o público brasileiro conhece bem — e isso dá ao material um toque de brasilidade no meio do caos.

Um brasileiro no centro da ação — e sem perder a essência

A escalação de Selton Mello sempre chamou atenção, principalmente por ser algo raro na carreira dele, que é marcada por escolhas cuidadosas e personagens densos. No filme, ele interpreta Santiago Braga, um guia local que tenta conduzir Doug, Griff e seus amigos com alguma sensatez, mas rapidamente percebe que está lidando com um grupo que atrai confusão como ninguém.

Santiago é um personagem que permite a Selton explorar tanto o humor quanto a emoção — e o ator parece confortável demais nessa mistura. Ele transita entre a ironia fina e momentos de vulnerabilidade, dando um toque humano a um filme que, na maior parte do tempo, flerta com o absurdo planejado.

Para os brasileiros, ver Selton nesse contexto é mais que representatividade. É uma confirmação de que seu talento atravessa fronteiras sem perder identidade. Ele fala português nos bastidores, brinca com a equipe, improvisa e mantém um tom que só ele tem. É o Brasil dentro da floresta hollywoodiana — e isso dá ao reboot uma camada inesperada de autenticidade.

A equipe abraça o absurdo e o transforma em virtude

Produzido pela Columbia Pictures e pela Fully Formed Entertainment, o reboot foi pensado como uma grande carta de amor — e de zoeira — ao original. Brad Fuller e Andrew Form, responsáveis por franquias clássicas do terror, mergulharam fundo no tom de comédia metalinguística que Gormican queria.

Nos bastidores, Fuller chegou a comentar que a intenção jamais foi competir com o filme de 1997, mas “rir com ele, não dele”. E isso se reflete em tudo: da atuação exagerada ao design da anaconda, que mistura terror e humor de forma quase caricata.

Parte desse charme também vem dos efeitos práticos. Mesmo com CGI de ponta, o filme usa bonecos gigantescos que exigem cinco, seis operadores ao mesmo tempo. No vídeo de Selton, há um momento tão espontâneo quanto revelador: a equipe tentando ajustar uma das presas da anaconda mecânica enquanto o ator comenta, rindo, que “o glamour de Hollywood é muito superestimado”.

Primeiras imagens e trailer só aumentaram a expectativa

Quando a revista People publicou as primeiras fotos oficiais em 16 de setembro de 2025, o público mergulhou na nostalgia. Ver Jack Black coberto de lama, Paul Rudd fugindo de uma câmera que parece ter vontade própria e Selton Mello com expressão de quem perdeu a paciência antes do café da manhã criou um imediatismo raro: todos já queriam assistir ao filme.

No dia seguinte, a Sony divulgou o trailer. A recepção foi explosiva. O público entendeu imediatamente a proposta — não é terror puro, não é apenas comédia, e definitivamente não é algo que precise ser levado a sério. É entretenimento puro. É exagero com propósito.

E no meio de tudo isso, Selton aparece firme, divertido e totalmente encaixado naquele universo caótico.

Um lançamento para fechar 2025 com leveza e risadas

O filme estreia no Brasil em 25 de dezembro de 2025, chegando como uma opção divertida para o fim de ano — exatamente quando o público busca leveza, humor e aquela sensação de “vamos aproveitar o momento”. A Sony aposta alto no projeto e deve investir em campanhas globais, entrevistas conjuntas e, claro, mais vídeos de bastidores que mostram a alma da produção.

Se depender do que Selton Mello mostrou — e da sintonia evidente entre o elenco — o longa-metragme tem tudo para ser um dos títulos mais comentados do período. Não apenas pelo absurdo calculado, mas pela forma carinhosa como a equipe parece abraçar esse absurdo.

No Conversa com Bial desta segunda (04/08), Fernanda Keller e Fernanda Maciel contam suas histórias de superação e amor pelos desafios

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Foto: Reprodução/ Internet

Na noite desta segunda, 4 de agosto de 2025, o programa Conversa com Bial abre espaço para um encontro raro e inspirador: duas mulheres que desafiam limites físicos e mentais, que vivem intensamente o esporte como forma de vida e transformação. De um lado, Fernanda Keller, a incansável triatleta que há décadas desafia as provas mais difíceis do planeta; do outro, Fernanda Maciel, ultramaratonista e alpinista que corre entre os picos mais altos do mundo como quem respira. Com simplicidade e profundidade, as duas dividiram não apenas números e títulos, mas emoções, histórias de superação e o que realmente as move para seguir em frente, mesmo diante das maiores dificuldades.

Fernanda Keller: a mulher que faz do triatlo uma missão de vida

Keller é sinônimo de resistência. Aos 60 anos, a carioca de Niterói carrega no corpo e na alma a experiência de quem já viveu dezenas de Ironmans — competições que combinam natação, ciclismo e corrida por horas a fio. Ela não é só uma atleta; é uma lenda viva do triatlo mundial, reconhecida por ter participado 23 vezes consecutivas do Ironman do Havaí, e por ter terminado 14 vezes entre as 10 melhores do mundo.

No programa, Fernanda vai falar com a serenidade de quem conhece a dor, mas não se deixa vencer por ela. Ela conta como o esporte transformou sua vida e como a disciplina e o foco são aliados essenciais em cada prova, seja a mais dura ou a mais simples. Mas seu legado vai além das medalhas: ela criou o Instituto Fernanda Keller, que há mais de 25 anos oferece gratuitamente aulas de triatlo para crianças e jovens de comunidades carentes em Niterói.

Fernanda Maciel: entre montanhas e ultramaratonas, a coragem que corre no sangue

Enquanto Keller é a rainha das distâncias no triatlo, Fernanda Maciel é a mulher que desafia os limites da corrida e da escalada pelas alturas do mundo. Mineira de Belo Horizonte, ela começou a correr quando criança, inicialmente para escapar do transporte escolar e treinar ginástica. Mais tarde, virou ultramaratonista, especialista em correr por trilhas íngremes e terrenos selvagens.

Com um currículo impressionante, a moça é detentora de recordes femininos de velocidade em montanhas como o Aconcágua, Kilimanjaro, Monte Vinson e o Monte Elbrus. Em seu projeto Seven Summits, busca estabelecer o recorde mais rápido para mulheres nos sete picos mais altos de cada continente — uma jornada que é também um manifesto de amor à natureza e consciência ambiental.

A atleta fala sobre os desafios que enfrentou, incluindo um grave acidente em 2021 que a deixou com sequelas temporárias e a obrigou a uma recuperação difícil.

O que move quem vive para vencer limites?

Ao longo da conversa, as duas Fernandas dividiram uma visão parecida: não se trata apenas de competir ou ganhar medalhas. O que realmente importa é a conexão consigo mesma, o prazer de descobrir do que se é capaz e a sensação de que, mesmo quando o corpo grita por descanso, a alma encontra força para continuar.

Keller confessa que a maior vitória é poder inspirar outras pessoas a nunca desistirem, independentemente das adversidades. Já Maciel destacou que o esporte é sua forma de dialogar com o mundo e de defender a preservação do meio ambiente — um chamado urgente e apaixonado.

Êta Mundo Melhor | Resumo semanal da novela de 04/09 a 13/09

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Capítulo 058 da novela Êta Mundo Melhor – Quinta-feira, 4 de setembro
O clima de emoção toma conta da vila com a consagração de Dita. Candinho, encantado, tenta se aproximar dela, mas seus planos são interrompidos por Manoela, que, tomada pelo ciúme, faz de tudo para afastá-los. Enquanto isso, em São Paulo, Zé dos Porcos chega trazendo notícias que podem virar o jogo na disputa pelo sítio, mexendo com os ânimos de todos. Tobias, decidido a pôr fim às intrigas, procura Sônia para esclarecer os boatos envolvendo Lauro. Ele promete uma conversa aberta, mesmo sem ter todas as respostas. Já Ernesto, cada vez mais acuado pelas mudanças ao seu redor, pressiona Tamires numa tentativa desesperada de retomar o controle da situação. No campo, o destino arma uma surpresa: Candinho cruza o caminho de Policarpo e Samir, encontro que abre espaço para revelações sobre origens e laços de sangue. Ao mesmo tempo, Celso conhece Marilda e Aderbal, um casal disposto a adotar Samir, reacendendo nele a esperança de que o menino finalmente encontre um lar e um futuro mais digno.

Capítulo 059 – Sexta-feira, 5 de setembro
O dia começa com esperança: Marilda e Aderbal se encantam pela possibilidade de adotar Samir, gesto que reacende em Celso o sonho de ver o menino amparado por um lar de verdade. Já Candinho, atento, começa a notar em Policarpo atitudes que despertam a desconfiança de que ele possa estar ligado ao filho perdido. Na rádio, a polêmica ganha força quando Olímpia contesta o resultado do concurso e sugere até uma recontagem, espalhando comentários por toda a cidade. Ao mesmo tempo, Sônia, dividida entre sentimentos e dúvidas, revela a Lauro que Tobias deseja encontrá-la, intensificando o triângulo amoroso. Na fábrica, Araújo surpreende Olga ao oferecer-lhe o cargo de secretária, enquanto Manoela, movida por inveja e rancor, pressiona Asdrúbal a desistir de Margarida. Do outro lado, Zé dos Porcos corre até Candinho para alertá-lo sobre o perigoso plano de Cunegundes e Quinzinho de tomar o sítio à força. Mas a tensão se agrava quando Cunegundes afirma ter recebido uma visão de Dom Pedro II, alimentando sua determinação. Entre reviravoltas e segredos, Sônia abre o coração e declara seu amor a Tobias. Mirtes confidencia a Tamires a existência da mala de dinheiro recuperada, enquanto Estela encontra coragem para dividir com Dita o segredo que tanto tem guardado.

Capítulo 060 da novela Êta Mundo Melhor – Sábado, 6 de setembro
Estela cumpre a promessa feita a si mesma e abre o coração para Dita, revelando segredos do passado que sempre carregou em silêncio. Em troca, encontra na amiga uma confidente atenta e solidária. Enquanto isso, um mal súbito atinge Anabela, que é levada às pressas ao hospital por Dirce, deixando a todos em sobressalto. Durante a recuperação, Estela permanece ao lado da jovem, fortalecendo um vínculo de afeto em meio à preocupação. Na fábrica, Olga assume oficialmente o cargo de secretária e inicia essa nova etapa com entusiasmo e disposição para provar seu valor. Já em outro núcleo, Zulma e Samir cruzam o caminho de Ivete, uma mulher enigmática cuja presença promete influenciar seus destinos. Paralelamente, Quincas leva Zé dos Porcos ao dancing numa tentativa de afastar as tensões, mas nem mesmo a diversão consegue abafar as inquietações. Maria Divina, por sua vez, começa a temer novos desatinos ao ouvir Cunegundes insistir em suas falas enigmáticas sobre Dom Pedro II. O clima se complica ainda mais quando Celso, tomado pelo desespero, toma uma atitude arriscada: altera secretamente a marca de nascença de Samir. A manobra ameaça impedir Candinho de reconhecer o próprio filho e lança a trama em uma perigosa reviravolta.

Resumo semanal da novela Êta Mundo Melhor de 08/09 a 13/09

Capítulo 061 – Segunda-feira, 8 de setembro
Ernesto vive momentos de puro desespero ao ser implacavelmente perseguido por Sabiá, até se ver encurralado por uma multidão, sem chance de escapar. Paralelamente, Tamires reafirma sua posição de mando e intimida Francine e Mirtes com ameaças que deixam claro o alcance de seu poder. No campo dos sentimentos, Sônia decide se abrir e declara seu amor a Lauro, mas Tobias não suporta mais a indefinição e pressiona o amigo a tomar uma decisão definitiva, encerrando de vez o impasse entre eles. Já na rádio, o clima é de emoção: Tales e Lúcio anunciam que Dita fará uma turnê como rainha do rádio, enchendo a jovem de expectativas e sonhos para o futuro. Enquanto isso, Olga surpreende Celso e Araújo ao demonstrar sua astúcia estratégica e promete manipular Asdrúbal em benefício próprio. O ritmo da trama se acelera quando Sabiá finalmente consegue capturar Ernesto. Ao mesmo tempo, Celso apresenta o casal interessado em adotar Samir, e Zulma oficializa o processo, reacendendo esperanças, mas também medos. Estela se desespera ao ver Ernesto hospitalizado, Dita sofre com a perspectiva de se afastar de Joaquim por causa da viagem, e Samir, tomado pelo pavor, implora a Candinho que não permita sua entrega a uma família que o assusta.

Capítulo 062 da novela Êta Mundo Melhor – Terça-feira, 9 de setembro
Com paciência e ternura, Candinho tenta acalmar os medos de Samir, mostrando ao menino que Aderbal e Marilda podem lhe oferecer carinho e proteção em um novo lar. Enquanto isso, Estela, sufocada pela angústia, busca em Celso a força necessária para enfrentar a delicada internação de Ernesto. No entanto, nem todos compartilham do mesmo espírito conciliador: Zulma, tomada pela fúria, jura que fará de tudo para arruinar Celso. Já Asdrúbal começa a desconfiar das verdadeiras intenções de Olga, percebendo que há muito mais por trás de suas atitudes calculistas. Em outro núcleo, Medeia se surpreende ao descobrir que Zé dos Porcos viajou para São Paulo atrás de Candinho, enquanto Olímpia e Lauro protagonizam um confronto marcado por mágoas antigas e palavras duras. No hospital, Ernesto passa a noite sob a vigilância implacável de Sabiá, e Estela, dividida entre razão e sentimento, desabafa a Celso, confessando que o homem que sempre amou agora se encontra frágil e indefeso diante dela. Aderbal e Marilda finalmente recebem Samir em sua casa. Mas o início dessa nova etapa, apesar de cheio de esperanças, revela-se também delicado e repleto de incertezas sobre o futuro do garoto.

Capítulo 063 – Quarta-feira, 10 de setembro
Samir conhece o quarto de sua nova casa e, apesar do carinho aparente de Aderbal e Marilda, o casal celebra em segredo o êxito de sua farsa, escondendo intenções sombrias. No sítio, Jasmin e as crianças sentem a falta do amigo e se entristecem com a separação. Candinho, cada vez mais inquieto, teme pelo futuro do menino, enquanto Celso alerta Estela de que Ernesto já foi capaz de enganar até os mais próximos — incluindo sua própria irmã e a ex-esposa de Candinho —, ressaltando o perigo que ele ainda representa. Dita, insegura com a responsabilidade da turnê, procura conselhos de Candinho para seguir adiante. Já Sônia recebe de Lauro uma posição definitiva: ele só pode lhe oferecer amizade, aumentando o peso do dilema afetivo. Em meio às distrações, Maria Divina foge para proteger suas galinhas, e Zé dos Porcos surpreende Francine com um convite inesperado para dançar. Mas o clima de leveza é abruptamente quebrado quando chega a notícia da fuga de Ernesto do hospital. Estela entra em desespero, e Candinho assume a missão de encontrá-lo, reacendendo a tensão e preparando o terreno para um confronto inevitável.

Capítulo 064 – Quinta-feira, 11 de setembro
Em um confronto eletrizante, Policarpo consegue derrubar Ernesto, permitindo que Sabiá o capture mais uma vez e o leve direto à delegacia. Lá, o vilão não perde tempo e liga para Tamires, exigindo a ajuda de um advogado para tentar escapar da justiça. Enquanto isso, no dancing, Zé dos Porcos se envolve em uma confusão e acaba expulso do local, ao passo que Celso recebe uma carta de Sandra, repleta de recordações e sentimentos do passado. Já no campo amoroso, Sônia se deixa levar pela emoção e beija Lauro, mas o gesto provoca irritação no rapaz, deixando-a frustrada e ainda mais dividida. Maria Divina, por sua vez, refugia-se na gruta com suas galinhas, aguardando a chegada de Zé dos Porcos, e Haydée pede a Tobias ajuda para preparar um presente especial. Na rádio, Dita deixa claro a Lúcio que só aceitará viajar em turnê se Joaquim puder acompanhá-la, impondo sua condição sem abrir espaço para discussão. No lar adotivo, Zulma e Zenaide visitam Samir, despertando a desconfiança de Aderbal e Marilda sobre suas intenções. Paralelamente, Candinho enfrenta Ernesto na delegacia e o pressiona a revelar o paradeiro de seu filho, mas esbarra na obstinação e no silêncio do rival, acendendo ainda mais a tensão.

Capítulo 065 – Sexta-feira, 12 de setembro
Frio e provocador, Ernesto encara Candinho e afirma que jamais revelará o paradeiro de seu filho, mergulhando o rapaz em angústia e desespero. Enquanto isso, Estela devolve às crianças as provas que guardava e passa a refletir sobre o futuro escolar de Samir, dividida entre responsabilidades e incertezas. Celso confirma que Ernesto continua preso, mas Zulma alerta Candinho sobre os riscos que cercam Marilda e Aderbal, acendendo novas desconfianças em torno do casal adotivo. Em paralelo, Sandra escreve em seu diário memórias de sua relação com Barão, enquanto Francine, ao avistar Zé dos Porcos no carro de Candinho, se convence de que ele enriqueceu. No sítio, Carneiro leva a Quinzinho a notícia do agravamento da saúde de Cunegundes, trazendo mais preocupações para a família. Já na prisão, Ernesto pede a Tamires que acione seu padrinho em busca de ajuda, reforçando sua rede de manipulações. Candinho, por sua vez, pressiona Celso para que revele as verdadeiras intenções de Marilda e Aderbal. E, nesse ínterim, o casal anuncia a Samir que pretende levá-lo em uma viagem. A novidade, em vez de animar, deixa o garoto inseguro e o clima cada vez mais ameaçador.

Capítulo 066 – Sábado, 13 de setembro
Samir pede a Candinho a chance de levar um amigo ao sítio, mas o rapaz, tomado pela desconfiança, decide antes consultar Padre Lucas para avaliar melhor as intenções de Marilda e Aderbal. Enquanto isso, Manoela entra em atrito com Dita, irritada com a decisão da jovem de priorizar Joaquim em vez da carreira na rádio. Já Haydée surpreende Lúcio com um presente inesperado, e Sabiá cria coragem para declarar seu desejo de namorar Zenaide. A tensão aumenta quando Samir confidencia a Zulma que está prestes a viajar com sua nova família, despertando ainda mais sua apreensão. Na delegacia, Ernesto recebe a visita de Mirtes, que logo depois é orientada por Tamires a procurar o advogado Doutor Paixão, em mais uma manobra para tentar libertá-lo. Em paralelo, Maria Divina mostra a Medeia a esmeralda encontrada na gruta, levantando novas dúvidas e possibilidades. Na cidade, Asdrúbal se envolve em um acidente que atinge Picolé e Zé dos Porcos, causando confusão. Mas o maior impacto vem no desfecho: Candinho e Zulma descobrem que Marilda e Aderbal fugiram levando Samir e Jasmin, desencadeando uma corrida desesperada contra o tempo para salvar as crianças.

TV Aparecida exibe o filme Um Broto Legal nesta sexta, 17

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Sextou com novidade na TV Aparecida! Na próxima sexta, 17 de janeiro, às 21h15, a sessão “Tela de Sexta” traz um filme inédito que promete muita emoção e nostalgia: “Um Broto Legal”. Se você curte música, história e aquela vibe dos anos 50, já pode anotar na agenda porque esse é imperdível!

Sobre o filme

A história é sobre Celly Campello, a primeira cantora de rock do Brasil, que mandou ver com sucessos como “Banho de Lua” e “Estúpido Cupido”. Tudo começa no final dos anos 50, em Taubaté, interior de São Paulo. Lá, Célia Campello, uma garota de 16 anos, já é uma sensação local, cantando na rádio da cidade e conquistando um público fiel.

O ponto de virada? O irmão dela, Tony Campello, vai para São Paulo tentar a sorte como cantor e acaba sendo descoberto por um caça-talentos. Não demora muito para Célia também chamar atenção, se transformar em Celly Campello e se tornar a rainha do rock brasileiro!

A trajetória dela mostra os altos e baixos de quem abriu as portas para o rock nacional. Além de ser uma pioneira na música, Celly conquistou corações e deixou um legado que marcou gerações.

Quem tá no elenco?

O filme tem nomes incríveis como Cláudio Fontana, Felipe Folgosi, Paulo Goulart Filho e Petrônio Gontijo. Ah, e a classificação etária é 12 anos, então já pode reunir a galera ou curtir com a família.

Por que assistir?

Se você gosta de filmes que misturam música, emoção e aquela pitada de nostalgia, esse é pra você! Além de ser uma aula de história sobre o rock brasileiro, é uma chance de reviver (ou conhecer) o som que fez tanto sucesso nos anos dourados. Então já sabe: sexta, às 21h15, é só ligar na TV Aparecida e curtir o longa-metragem. Vai ser uma viagem no tempo com muito estilo e música boa!

Sessão da Tarde de Natal aposta em emoção e magia com “Genie – A Magia do Natal” nesta quarta (24)

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Na véspera de Natal, a Sessão da Tarde desta quarta-feira, 24 de dezembro, convida o público a desacelerar e refletir sobre o verdadeiro significado das festas de fim de ano com a exibição de Genie – A Magia do Natal. Mais do que uma fantasia leve, o filme propõe uma jornada sensível sobre escolhas, prioridades e a importância de valorizar o que realmente importa quando o tempo parece sempre insuficiente.

Lançado em 2023, o longa é dirigido por Sam Boyd e tem roteiro assinado por Richard Curtis, conhecido mundialmente por histórias que equilibram humor, afeto e humanidade. Ambientado em uma Nova York moderna e agitada, o filme atualiza um antigo conto natalino para os dilemas contemporâneos, especialmente aqueles vividos por quem se vê consumido pelo trabalho e pela busca incessante por sucesso.

O protagonista da história é Bernard, interpretado por Paapa Essiedu, um homem competente e ambicioso que trabalha em uma prestigiada casa de leilões. À primeira vista, sua vida profissional parece bem-sucedida, mas o preço cobrado é alto. Bernard vive sob pressão constante, tenta atender às exigências exageradas de seu chefe e acaba abrindo mão de momentos essenciais ao lado da família. O trabalho deixa de ser apenas uma ocupação e passa a dominar completamente sua rotina e seus pensamentos.

Esse desequilíbrio se torna evidente no aniversário de sua filha, Eve, quando Bernard chega atrasado, esgotado e sem sequer lembrar do presente prometido. O constrangimento daquele momento é mais do que um detalhe: ele simboliza a distância emocional que se formou entre pai e filha. Sua esposa, Julie, interpretada por Denée Benton, já cansada das ausências e promessas não cumpridas, se sente invisível dentro do próprio casamento. Pouco depois, a família se fragmenta, e Bernard se vê sozinho, tentando entender onde tudo começou a dar errado.

Como se não bastasse o colapso familiar, o protagonista também perde o emprego. A demissão surge como um golpe duro, mas necessário, desmontando a falsa sensação de segurança que ele acreditava ter construído. É nesse momento de fragilidade que o elemento fantástico surge de forma inesperada. Ao mexer em uma antiga caixa guardada em casa, Bernard liberta Flora, uma gênia com mais de dois mil anos de existência, interpretada com carisma por Melissa McCarthy.

Diferente da imagem clássica de gênios obedientes e silenciosos, Flora é expansiva, irônica, emotiva e cheia de personalidade. Ela explica que pode realizar desejos sem limites, mas deixa claro que a magia não substitui decisões conscientes. Ainda assim, Bernard, tomado pelo desespero de consertar tudo rapidamente, passa a usar os desejos de forma impulsiva, acreditando que soluções mágicas resolverão problemas construídos ao longo de anos.

Os resultados, como era de se esperar, nem sempre saem como o planejado. Alguns desejos acabam gerando situações caóticas e cômicas, criando momentos de humor que aliviam o tom dramático da narrativa. No entanto, por trás das trapalhadas, o filme constrói uma crítica clara à ideia de que felicidade pode ser alcançada por atalhos. Cada erro de Bernard reforça que não existe magia capaz de substituir presença, diálogo e responsabilidade emocional.

Com o passar do tempo, Bernard começa a enxergar além de seus próprios interesses. Ele se reaproxima da filha, passa a ouvir mais e a participar de pequenos momentos que antes ignorava. Paralelamente, decide usar alguns desejos para ajudar outras pessoas, realizando sonhos simples de Natal e oferecendo acolhimento a quem vive à margem da sociedade. Esses gestos, embora mágicos em sua execução, são profundamente humanos em sua intenção.

Flora também passa por uma transformação significativa. Após séculos sendo usada apenas como ferramenta para satisfazer vontades alheias, ela experimenta algo novo: pertencimento. Pela primeira vez, alguém demonstra preocupação genuína com seus sentimentos. A gênia desenvolve laços, cria conexões e até se permite viver um romance inesperado, mostrando que o desejo de amar e ser amada atravessa o tempo, a idade e até a imortalidade.

O ponto mais tocante da história acontece quando Bernard percebe que Flora carrega uma solidão silenciosa. Em um gesto de empatia e amadurecimento, ele faz um desejo que não beneficia diretamente a si mesmo: libertá-la. Esse momento marca a verdadeira mudança do personagem, que finalmente entende que amar também é saber abrir mão e pensar no bem do outro.

Mesmo após libertar Flora, Bernard ainda tem desejos restantes. Ao invés de buscar riqueza ou status, ele decide voltar no tempo e reviver um momento crucial: o aniversário da filha. Desta vez, faz escolhas diferentes. Abandona o emprego que o consumia, coloca a família em primeiro lugar e oferece à filha um presente simples, mas carregado de significado. O filme deixa claro que o valor daquele gesto não está no objeto, mas na intenção e no tempo dedicado.

Genie – A Magia do Natal encerra sua história com uma mensagem acolhedora e necessária, especialmente em tempos acelerados. O longa lembra que sucesso profissional perde o sentido quando não há alguém com quem compartilhá-lo e que o verdadeiro espírito natalino está nos encontros, no cuidado e na capacidade de recomeçar.

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