Netshoes Run Tour 2026 expande circuito e leva corrida de rua para Brasília, São Paulo e Recife com apresentação da adidas

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A temporada 2026 da Netshoes Run Tour promete colocar milhares de corredores nas ruas de três importantes capitais brasileiras. A Netshoes anunciou a abertura das inscrições para a nova edição do evento proprietário de corrida de rua, que neste ano passa por Brasília, São Paulo e Recife. Com apresentação da adidas, o circuito reforça a proposta de celebrar o ritmo individual de cada atleta e incentivar hábitos ligados à saúde e ao bem-estar.

Em seu quarto ano, a Netshoes Run Tour consolida o formato itinerante iniciado na edição anterior, quando o modelo “Tour” ampliou o alcance da iniciativa e fortaleceu a conexão com a comunidade de corredores. Agora, a marca aposta novamente na diversidade regional para aproximar ainda mais o evento do público. Pela primeira vez, as inscrições e a venda de kits para todas as etapas já estão disponíveis simultaneamente no site oficial, facilitando o planejamento dos participantes.

Segundo Gabriele Claudino, diretora de marketing da Netshoes, a edição passada superou as expectativas e posicionou o circuito como um dos eventos proprietários mais relevantes da empresa. A executiva destaca que a corrida é um esporte democrático, no qual cada pessoa estabelece suas próprias metas, desafios e conquistas. A proposta para 2026 é ampliar esse movimento e estar presente em momentos simbólicos da jornada esportiva dos participantes, especialmente na linha de chegada, onde a superação individual ganha protagonismo.

Três capitais, múltiplos percursos

O calendário começa por Brasília, em 17 de maio. Em seguida, São Paulo recebe o circuito no dia 23 de agosto, e Recife encerra a temporada em 18 de outubro. Em todas as cidades, os corredores poderão escolher entre percursos de 5 km, 10 km e 15 km. A etapa paulistana terá ainda a opção de meia maratona, ampliando o desafio para atletas mais experientes, além de uma corrida infantil, pensada para incentivar a prática esportiva desde cedo.

Os kits de inscrição foram estruturados em duas categorias. O kit básico inclui camiseta oficial, medalha, adesivos, número de peito e bolsa. Já o kit premium oferece uma experiência mais completa, com camiseta, casaco corta-vento, garrafa soft flask, boné, medalha, adesivos, cinto porta-número, número de peito e bolsa. Em São Paulo, as crianças inscritas na prova infantil terão um kit exclusivo com camiseta, medalha, boné, adesivos, número de peito e bolsa.

No primeiro lote, os valores variam entre R$ 99 e R$ 259, dependendo da cidade e do tipo de kit escolhido. Os locais de retirada serão divulgados próximo à data de cada etapa.

adidas amplia presença como patrocinadora

A edição 2026 marca o terceiro ano consecutivo de parceria entre a Netshoes Run e a adidas, que desta vez assume a cota de apresentação do circuito — a mais relevante dentro do projeto. A marca esportiva garantirá camisetas oficiais nos kits e promoverá ativações especiais nas três cidades, reforçando a experiência do corredor antes, durante e depois da prova.

De acordo com Rhebeka Grippa, gerente sênior da categoria Running da adidas Brasil, a parceria é resultado de um relacionamento consolidado entre as duas marcas, que compartilham o foco em oferecer produtos e experiências de qualidade ao público. A executiva ressalta que a nova edição representa uma oportunidade de estreitar ainda mais os laços com a comunidade da corrida, segmento que cresce de forma consistente no país.

Estratégia além do digital

Mais do que um evento esportivo, a Netshoes Run Tour integra a estratégia da empresa de fortalecer sua presença física e criar pontos de contato diretos com consumidores. Reconhecida como o maior e-commerce de lifestyle esportivo do Brasil, a Netshoes aposta no circuito como uma extensão da experiência digital, transportando para as ruas o relacionamento construído no ambiente online.

A iniciativa também dialoga com a crescente busca por qualidade de vida e bem-estar. A corrida de rua tem se consolidado como uma das modalidades mais acessíveis do país, exigindo poucos equipamentos e permitindo que pessoas de diferentes idades e níveis de condicionamento participem. Ao oferecer múltiplas distâncias, o evento contempla desde iniciantes até atletas mais experientes.

Nas edições anteriores, a Netshoes Run Tour passou por cidades como Franca, no interior de São Paulo, e capitais como Florianópolis, Salvador e Porto Alegre. Em 2025, a etapa de São Paulo registrou recorde de público, com 8,5 mil participantes ocupando a Marginal Pinheiros, um dos principais cartões-postais da capital paulista.

Comunidade e superação como pilares

O conceito central da Netshoes Run Tour permanece o mesmo: celebrar o ritmo individual. Em vez de focar apenas na performance ou no tempo de prova, o evento valoriza a experiência coletiva e o percurso pessoal de cada corredor. Para muitos, completar 5 km já representa uma conquista significativa; para outros, a meia maratona simboliza meses de preparação e disciplina.

Ao expandir o circuito para três grandes capitais em 2026, a organização reforça seu compromisso com a democratização do esporte e com a construção de uma comunidade ativa e engajada. A expectativa é reunir milhares de participantes ao longo do ano, promovendo não apenas competição, mas também convivência, incentivo mútuo e celebração do movimento.

Confira qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta quarta, 25 de fevereiro, na TV Globo

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A programação da TV Globo desta quarta-feira, 25 de fevereiro, traz um dos capítulos mais divertidos e simbólicos de uma das franquias animadas mais populares dos anos 2000. A Sessão da Tarde exibe Shrek the Third, produção que dá continuidade à jornada do ogro mais improvável dos contos de fadas e aprofunda temas como responsabilidade, amadurecimento e legado.

Lançado originalmente em 2007, o longa mantém o humor irreverente que consagrou a saga, mas também amplia o arco emocional de seus personagens. Depois de derrotar vilões, conquistar o amor de Fiona e até salvar um reino, Shrek se vê diante de um desafio completamente diferente: assumir o trono de Tão, Tão Distante.

A reviravolta acontece após a morte repentina do rei Harold, pai de Fiona. Sem herdeiros diretos além da filha, a linha sucessória aponta para Shrek como o próximo rei. O problema é que governar nunca fez parte de seus planos. Avesso à formalidade da vida na corte e desconfortável com a ideia de liderar um reino inteiro, o ogro entra em crise. Para ele, trocar o pântano pelo palácio soa como uma sentença. (Via AdoroCinema)

Determinando a evitar a coroação a qualquer custo, Shrek parte em busca de uma alternativa. A solução parece estar em Artie, primo de Fiona e outro possível herdeiro do trono. No entanto, o jovem está longe de ser um candidato óbvio. Inseguro e frequentemente ridicularizado pelos colegas da escola, ele não demonstra qualquer traço de confiança ou liderança. A missão, então, deixa de ser apenas encontrar um sucessor e passa a ser ajudá-lo a descobrir seu próprio valor.

Enquanto isso, o reino enfrenta uma nova ameaça. O ressentido Príncipe Encantado decide reunir um grupo de vilões clássicos dos contos de fadas para tentar tomar o poder. A narrativa, que sempre brincou com a desconstrução de personagens tradicionais, ganha aqui uma camada extra de sátira e crítica, ao transformar antagonistas conhecidos em figuras quase caricatas, mas ainda perigosas.

Dirigido por Chris Miller, o filme preserva o estilo visual vibrante e o ritmo ágil característicos da franquia. A trilha sonora dinâmica e as referências à cultura pop seguem como marcas registradas, mantendo o equilíbrio entre entretenimento infantil e piadas que dialogam com o público adulto.

No elenco de vozes originais, retornam nomes fundamentais para o sucesso da saga. Mike Myers empresta novamente seu carisma ao protagonista, enquanto Eddie Murphy garante momentos hilários como o falante Burro. Antonio Banderas reprisa o papel do Gato de Botas, combinando charme e ironia, e Cameron Diaz retorna como Fiona, cuja postura firme reforça a força feminina dentro da narrativa.

Entre as novidades, destaque para Justin Timberlake, que dá voz a Artie, e John Cleese, que interpreta o rei Harold. A química entre os personagens mantém o frescor da franquia e ajuda a sustentar o tom leve mesmo quando a história aborda questões mais profundas.

Além das aventuras e das situações cômicas, Shrek Terceiro trabalha uma mensagem clara sobre identidade e responsabilidade. Ao longo da trama, Shrek precisa confrontar seus próprios medos e inseguranças. O receio de não estar à altura do cargo espelha um sentimento universal: o medo de não corresponder às expectativas. Ao mesmo tempo, Artie aprende que liderança não nasce de popularidade, mas de autenticidade e coragem.

Essa combinação de humor e reflexão é um dos fatores que explicam o sucesso duradouro da franquia. Desde o primeiro filme, a saga de Shrek subverteu os padrões dos contos de fadas tradicionais, propondo uma visão mais humana, imperfeita e, justamente por isso, mais próxima do público. O terceiro capítulo reforça essa identidade ao mostrar que crescer implica aceitar desafios inesperados.

Para quem deseja rever o filme além da exibição na TV aberta, ele também está disponível em plataformas digitais. O título pode ser encontrado no catálogo do Telecine e da Netflix, além de opção de aluguel no Prime Video.

Trilha sonora de Peaky Blinders: The Immortal Man aprofunda o lado mais sombrio da saga e acompanha estreia do filme nos cinemas

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A Sony Music confirmou que a trilha sonora oficial de Peaky Blinders: The Immortal Man será lançada em 6 de março de 2026, mesma data em que o aguardado longa chega aos cinemas. Para abrir os trabalhos, o primeiro single, “Puppet”, já está disponível nas plataformas digitais.

A faixa é assinada por Grian Chatten, vocalista da banda Fontaines D.C., em colaboração com os compositores Antony Genn e Martin Slattery, parceiros criativos de longa data do universo da série. Densa, melancólica e carregada de tensão, “Puppet” traduz em som o peso psicológico que sempre marcou a trajetória de Tommy Shelby. Guitarras cruas, atmosfera opressiva e a interpretação intensa de Chatten mergulham o ouvinte no conflito interno que move os personagens da história.

A trilha completa reúne 36 faixas e apresenta cinco gravações originais inéditas, além de uma trilha instrumental expansiva composta por Genn e Slattery. O projeto amplia a identidade sonora construída ao longo das seis temporadas da série exibida entre 2013 e 2022, consolidando a música como um dos pilares narrativos da franquia criada por Steven Knight.

O álbum também traz participações especiais que reforçam o peso artístico da produção. Amy Taylor, vocalista da banda Amyl & the Sniffers, contribui com uma nova gravação, enquanto integrantes do Fontaines D.C., como Carlos O’Connell e Tom Coll, ampliam a presença da banda no projeto.

Entre os destaques está uma nova versão de “Red Right Hand”, clássico de Nick Cave que se tornou praticamente um hino da série desde sua estreia. A trilha ainda inclui “Hunting The Wren (The Immortal Man Version)”, colaboração com o grupo irlandês Lankum, e releituras impactantes de “Teardrop”, do Massive Attack, incluindo uma versão assinada por Girl In The Year Above.

A continuação da história de Tommy Shelby

O filme marca a continuidade direta da série e traz de volta o vencedor do Oscar Cillian Murphy no papel de Tommy Shelby. Também retornam aos seus personagens Sophie Rundle, Ned Dennehy, Packy Lee, Ian Peck e Stephen Graham. O elenco ganha reforços de peso com Rebecca Ferguson, Tim Roth, Jay Lycurgo e Barry Keoghan.

Dirigido por Tom Harper e escrito por Knight, o longa se passa em Birmingham, em 1940, em pleno caos da Segunda Guerra Mundial. Forçado a sair de um autoexílio, Tommy Shelby enfrenta o confronto mais devastador de sua trajetória. Com o futuro da família e do próprio país ameaçado, ele precisa decidir se encara de vez o peso do próprio legado ou se está disposto a destruí-lo para sobreviver.

A ideia de levar a história para o cinema começou a ganhar força ainda antes do encerramento da sexta temporada. Em 2021, Knight já sinalizava a intenção de concluir a saga em formato de longa-metragem. Em entrevistas posteriores, Murphy deixou claro que só retornaria ao papel se o projeto tivesse um propósito narrativo legítimo. O roteiro foi finalizado em 2023, e as filmagens ocorreram entre setembro e dezembro de 2024, principalmente no Digbeth Loc Studios, em Birmingham, além de locações em West Midlands e Merseyside.

Frestas | Trienal de Artes ocupa o Sesc Sorocaba e a cidade com percurso entre arte e memória

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A partir de 27 de fevereiro de 2026, o Sesc Sorocaba se transforma em um grande território de encontros com a abertura da 4ª edição de Frestas – Trienal de Artes. Com 102 participantes, entre artistas e iniciativas comunitárias do Brasil e de outros países, e 188 projetos apresentados, a mostra expande seus limites físicos e simbólicos para além da unidade, ocupando também diferentes pontos da cidade.

O estacionamento G2 do Sesc vira uma ampla galeria expositiva, mas o percurso não termina ali. A Trienal se espalha por espaços como a Capela João de Camargo, o Clube 28 de Setembro, o Monumento Pelourinho e o Monumento à Mãe Preta, criando um trajeto que convida o público a caminhar e a perceber a cidade como parte essencial da experiência artística.

Sob curadoria de Luciara Ribeiro, Naine Terena e Khadyg Fares, com assistência de Cadu Gonçalves e Cristina Fernandes e coordenação educativa de Val Chagas, esta edição traz o título do caminho um rezo. A proposta parte da ideia de que caminhar pode ser um gesto político, espiritual e coletivo. O conceito dialoga com reflexões do artista e professor Tadeu Kaingang, com a noção andina de “Thaki” descrita por Silvia Rivera Cusicanqui e com o pensamento afropindorâmico de Antônio Bispo dos Santos, conhecido como Nêgo Bispo.

A Trienal se constrói como uma escuta sensível do território sorocabano. Para isso, foram criados dois conselhos consultivos. O Conselho Territorial aproximou a mostra de iniciativas locais e ampliou o diálogo com as dinâmicas sociais e comunitárias da cidade. Já o Conselho Conexões expandiu os horizontes conceituais do projeto, articulando perspectivas diversas sobre coletividade e modos de habitar o mundo.

Entre os destaques internacionais está a artista palestina Emily Jacir, que apresenta o filme Letter to a Friend, obra que costura memória pessoal e conflito geopolítico a partir de Belém, na Palestina. Da Austrália, Gordon Hookey, integrante do povo Waanyi, exibe Murriland! 2, trabalho que revisita criticamente a história de Queensland sob perspectiva indígena. Outro nome central é Richard Long, referência da land art britânica, que apresenta A linha feita pelo caminhar, registro emblemático do gesto repetido de traçar um percurso sobre o gramado.

A mostra também enfatiza práticas que articulam corpo, território e afirmação política. A Plataforma Demonstra apresenta obras de artistas com deficiência, propondo uma experiência que prioriza convivência e acessibilidade poética. Em diálogo com essa discussão, o artista baiano Edu O. exibe Ah, se eu fosse Marilyn!, trabalho que tensiona padrões de beleza e questiona quais corpos são autorizados a ocupar o espaço público.

Saberes tradicionais e práticas agroecológicas ganham espaço com a CAIANAS – Coletivo Ambientalista Indígena de Ação para Natureza Agroecologia e Sustentabilidade, que transforma preservação ambiental em gesto artístico, e com o Projeto Carpinteiros da Amazônia, reunindo mestres carpinteiros de comunidades ribeirinhas e quilombolas do Pará em demonstrações e conversas públicas.

A espiritualidade também atravessa a Trienal. O artista paulistano No Martins instala a obra Deus tá vendo na ponte estaiada da unidade, enquanto Moisés Patrício apresenta Sete cantos para pai João de Camargo, em diálogo direto com a tradição religiosa negra de Sorocaba.

O próprio Rio Sorocaba surge como presença simbólica e política na exposição. Ele aparece na obra coletiva Memórias do Rio: ecos de resistência e também em trabalhos como O rio que rasga a minha cidade, de Julio Veredas, e Dança um rio onde eu nasci, de Douglas Emilio.

Batalha de Sabores | Nissin Foods do Brasil coloca Galinha Caipira no centro de disputa entre seus clássicos

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A Nissin Foods do Brasil decidiu transformar um dos sabores mais amados do país em protagonista de uma grande competição digital. A nova campanha “Batalha de Sabores” coloca frente a frente três versões Galinha Caipira que já fazem parte da rotina dos brasileiros, convidando o público a escolher qual delas merece o topo do pódio.

A disputa reúne o tradicional Nissin Lámen, o prático Cup Noodles e o marcante Nissin Yakissoba U.F.O.. Embora compartilhem o mesmo sabor, cada um aposta em características próprias para conquistar votos e reforçar sua identidade dentro do portfólio da marca.

O Nissin Lámen Galinha Caipira entra na competição destacando sua versatilidade. É aquele clássico que combina com diferentes ingredientes, pode ganhar incrementos e se adapta a várias ocasiões. Já o Cup Noodles Galinha Caipira foca na praticidade, reforçando o preparo rápido apenas com água quente, ideal para quem precisa de agilidade no dia a dia. Enquanto isso, o Nissin Yakissoba U.F.O. Galinha Caipira Original aposta em uma experiência mais intensa, com textura e sabor que prometem marcar presença.

A partir de 23 de fevereiro, os perfis oficiais @nissinbrasil e @cupnoodlesbrasil entram em clima de competição. A comunicação adota um tom divertido e provocativo, colocando os personagens das marcas para interagir e “disputar” a preferência do público. A ideia é gerar conversa, engajamento e identificação, transformando seguidores em participantes ativos da campanha.

Além das redes sociais, a estratégia inclui parcerias com influenciadores digitais, ampliando o alcance da ação e aproximando os produtos de diferentes comunidades online. A campanha segue até 15 de março e marca presença em plataformas como Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, Twitch e Kwai.

Para a empresa, a iniciativa é uma forma de valorizar um sabor que já é queridinho no Brasil e, ao mesmo tempo, mostrar que cada produto entrega uma experiência distinta dentro do universo dos macarrões instantâneos. Em vez de competir entre si no ponto de venda, as marcas passam a dividir os holofotes em uma narrativa leve e interativa.

Com criação da Dentsu Creative, a campanha aposta em linguagem dinâmica e no cruzamento de formatos para tornar a disputa tão envolvente quanto saborosa.

Iron Lung | Terror dirigido por Markiplier ganha data de estreia no Brasil após faturar US$ 50 milhões nas bilheterias

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O terror Iron Lung, dirigido e estrelado pelo fenômeno da internet Markiplier, finalmente ganhou data de estreia no Brasil, com lançamento confirmado pela Paris Filmes. Depois de se tornar um verdadeiro fenômeno nas bilheterias internacionais, o longa chega cercado de curiosidade e expectativas.

Produzido com um orçamento enxuto de aproximadamente US$ 3 milhões, o filme já acumula cerca de US$ 50 milhões em arrecadação mundial, um feito impressionante para uma produção independente. O sucesso consolida a força do criador de conteúdo, que soma quase 38 milhões de inscritos no YouTube e decidiu apostar alto ao levar para o cinema a adaptação do jogo homônimo criado por David Szymanski em 2022.

Antes de tirar o projeto do papel, Markiplier tentou viabilizar o filme por meio de parcerias com grandes estúdios de Hollywood, mas recebeu negativas. Em vez de engavetar a ideia, resolveu financiar a produção de forma independente, assumindo o controle criativo e apostando na própria base de fãs. A decisão, que poderia parecer arriscada, acabou se mostrando estratégica.

Na trama, ambientada em um futuro pós-apocalíptico, um evento conhecido como “The Quiet Rapture” provocou o desaparecimento de todas as estrelas e planetas habitáveis do universo. O resultado é um cenário desolador, claustrofóbico e quase sem esperança. É nesse contexto que acompanhamos Simon, interpretado por Mark Fischbach, nome verdadeiro de Markiplier.

Simon é um prisioneiro enviado para cumprir uma missão praticamente suicida. Ele precisa explorar um vasto oceano de sangue localizado em uma lua abandonada, utilizando um pequeno submarino enferrujado chamado Iron Lung. O veículo é apertado, escuro e limitado em recursos, aumentando a sensação de isolamento. O contato com o mundo exterior acontece apenas por rádio, enquanto uma espécie de sistema de captura de imagens registra o que existe fora da embarcação.

Grande parte da tensão do filme nasce justamente dessa limitação. O espectador compartilha a mesma angústia do protagonista, preso em um espaço minúsculo, dependente de equipamentos precários e cercado por um ambiente desconhecido. O terror aqui não é construído apenas por sustos, mas pela atmosfera sufocante e pela constante sensação de que algo pode surgir a qualquer momento nas profundezas daquele mar vermelho.

A adaptação preserva o espírito do jogo original, conhecido por sua proposta minimalista e altamente imersiva. Ao levar a história para o cinema, Markiplier buscou manter o foco na experiência sensorial e psicológica, explorando o medo do desconhecido e o impacto do isolamento extremo.

Em Portugal, o longa chegou a cinemas selecionados em 13 de fevereiro de 2026, exibido em sua versão original em inglês. Agora, com a distribuição garantida pela Paris Filmes, o público brasileiro poderá conferir nas telonas essa produção que nasceu fora do circuito tradicional de Hollywood, mas conquistou números dignos de grandes estúdios.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta terça-feira (24), na TV Globo

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Na Sessão da Tarde desta terça, 24 de fevereiro, a TV Globo leva ao ar o drama O Comitê da Vida, título brasileiro de The God Committee, um filme que transforma uma decisão médica em um intenso conflito moral capaz de mexer com qualquer espectador.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a história acompanha um comitê de transplante de órgãos em um hospital de Nova York que recebe uma notícia urgente: um coração está disponível, mas três pacientes aguardam na fila. O problema é que só há tempo para salvar um. Em apenas uma hora, os médicos precisam avaliar prontuários, históricos de vida, probabilidades de sucesso e até aspectos emocionais para definir quem receberá a chance de continuar vivendo.

O longa, dirigido por Austin Stark e inspirado na peça escrita por Mark St. Germain, mergulha fundo nas contradições humanas. Não se trata apenas de critérios técnicos ou números em uma planilha. A narrativa coloca em evidência o peso psicológico que recai sobre profissionais acostumados a salvar vidas, mas que, diante da escassez, precisam escolher.

O elenco reúne nomes conhecidos que entregam atuações cheias de tensão e sensibilidade. Kelsey Grammer interpreta um médico experiente que carrega convicções firmes, mas também fragilidades. Julia Stiles vive uma cirurgiã que tenta equilibrar racionalidade e empatia em meio à pressão. Janeane Garofalo acrescenta uma energia mais contida e reflexiva à dinâmica do grupo, enquanto Colman Domingo entrega uma performance intensa, que ajuda a ampliar o debate sobre responsabilidade e ética.

Um dos pontos mais interessantes do filme é o salto temporal que acontece após a decisão. Sete anos depois daquela reunião decisiva, o público acompanha as consequências do veredito. As escolhas feitas sob pressão continuam ecoando na vida dos médicos, mostrando que certas decisões nunca ficam no passado. A culpa, as dúvidas e as justificativas permanecem presentes, lembrando que a medicina também é feita de emoções.

A produção teve sua estreia mundial no Festival de Cinema de Tribeca, em 2021, após adiamentos causados pela pandemia. Posteriormente, foi lançada nos Estados Unidos pela Vertical Entertainment. Embora tenha tido uma bilheteria discreta, o longa conquistou espaço entre os espectadores que apreciam histórias densas e reflexivas.

O Comitê da Vida não aposta em grandes reviravoltas ou efeitos grandiosos. Sua força está nos diálogos, nos olhares e nas pausas carregadas de significado. A tensão cresce a cada argumento apresentado na sala de reunião, fazendo o público se perguntar o que faria se estivesse naquela mesma posição.

Para quem gosta de filmes que provocam debate e continuam na cabeça mesmo depois que a tela escurece, esta é uma excelente pedida para a Sessão da Tarde. Mais do que um drama hospitalar, o longa é um retrato sobre escolhas difíceis, limites do sistema de saúde e, principalmente, sobre a complexidade de decidir o destino de alguém quando o tempo é curto e o peso da responsabilidade é enorme.

Netflix apresenta elenco da 3ª temporada de Wandinha e amplia o universo sombrio da série fenômeno em novo trailer

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A Netflix finalmente revelou o teaser oficial da terceira temporada de Wandinha, colocando fim a meses de especulações e aumentando ainda mais a expectativa dos fãs. O vídeo, divulgado nas redes sociais da plataforma, não entrega detalhes profundos da trama, mas confirma o elenco do novo ano e sinaliza que a produção promete expandir o universo sombrio da personagem.

Desde sua estreia em 2022, a série se tornou um verdadeiro fenômeno global. A mistura de comédia ácida, suspense investigativo e elementos sobrenaturais transformou Wandinha Addams em um dos rostos mais fortes da cultura pop recente. O teaser reforça que essa identidade será mantida, mas também indica que a terceira temporada pode explorar caminhos ainda mais ambiciosos.

No centro de tudo está novamente Jenna Ortega, que retorna ao papel principal. Sua interpretação foi um dos fatores determinantes para o sucesso da série, conquistando elogios da crítica e do público. Ortega conseguiu equilibrar frieza emocional, ironia cortante e momentos sutis de vulnerabilidade, criando uma versão contemporânea e magnética da icônica personagem criada por Charles Addams.

O teaser confirma também a presença do núcleo familiar que ajudou a consolidar a identidade da produção. Catherine Zeta-Jones retorna como Morticia Addams, mantendo a elegância sombria da matriarca. Luis Guzmán segue como Gomez Addams, reforçando o lado carismático e excêntrico da família. Isaac Ordonez reprisa Feioso Addams, enquanto Fred Armisen continua no papel do imprevisível Tio Fester. Victor Dorobantu permanece como o intérprete de Coisa, personagem que se tornou um dos queridinhos do público.

Entre os estudantes da Academia Nevermore, vários rostos conhecidos estão confirmados. Emma Myers retorna como Enid Sinclair, a colega de quarto vibrante que equilibra a personalidade sombria de Wandinha. Joy Sunday volta como Bianca Barclay, enquanto Moosa Mostafa e Georgie Farmer seguem como Eugene e Ajax. Hunter Doohan também retorna como Tyler Galpin, personagem que já desempenhou papel central nos conflitos anteriores.

As grandes surpresas ficam por conta das novas adições ao elenco. Winona Ryder e Chris Sarandon foram anunciados em papéis ainda não revelados, o que imediatamente gerou teorias nas redes sociais. A presença de Ryder, especialmente, dialoga com o público que cresceu consumindo produções góticas e de fantasia, ampliando o apelo geracional da série.

Outro nome que chama atenção é Eva Green, escalada para viver Ofélia Frump, expandindo o núcleo familiar ligado a Morticia. Billie Piper interpretará Isadora Capri, enquanto Joanna Lumley dará vida a Hester Frump. As novas personagens sugerem que a terceira temporada pode mergulhar ainda mais nas origens da família Addams e em segredos que permanecem ocultos.

Criada por Alfred Gough e Miles Millar, a série mantém a forte influência estética de Tim Burton, responsável por estabelecer o tom visual gótico e a atmosfera peculiar que diferenciam Wandinha de outras produções adolescentes. A combinação de humor macabro, fotografia sombria e trilha sonora marcante tornou-se uma das marcas registradas do projeto.

O impacto da série nos números da plataforma é expressivo. Em sua primeira semana, Wandinha registrou 341 milhões de horas assistidas, tornando-se uma das produções em língua inglesa mais vistas da história da Netflix. Em determinados recortes de audiência, chegou a superar Stranger Things, consolidando-se como fenômeno mundial. O sucesso garantiu rapidamente a renovação para novas temporadas e abriu espaço para possíveis expansões do universo.

Pânico 7 ganha novo trailer e promete o capítulo mais intenso da franquia; Assista agora!

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O terror voltou a tomar conta das redes sociais após a divulgação do novo trailer de Pânico 7, título brasileiro de Scream 7. A prévia, aguardada com ansiedade pelos fãs, oferece pistas sobre o rumo da história e reforça que o sétimo capítulo da franquia pretende equilibrar nostalgia, tensão psicológica e uma nova geração ameaçada pelo icônico Ghostface. Abaixo, confira o vídeo:

Marcado para estrear nos Estados Unidos em 27 de fevereiro de 2026, com distribuição da Paramount Pictures, o longa já é considerado um dos lançamentos mais aguardados do calendário de terror. O novo trailer não apenas reacende o clima de mistério como também deixa claro que a trama terá forte carga emocional, especialmente com o retorno de Sidney Prescott ao centro da narrativa.

Interpretada novamente por Neve Campbell, Sidney surge em uma fase diferente da vida. Longe dos holofotes e das tragédias que marcaram sua juventude, ela construiu uma rotina aparentemente tranquila em Pine Grove, Indiana. No entanto, a paz dura pouco. O trailer revela que sua filha Tatum passa a ser alvo de um novo assassino que assume a identidade de Ghostface, forçando Sidney a encarar, mais uma vez, o terror que tentou deixar no passado.

As primeiras cenas divulgadas exploram um clima mais sombrio e intimista. Em vez de apostar apenas na violência explícita, o trailer sugere uma abordagem que prioriza a tensão psicológica. Há silêncios incômodos, corredores vazios, ligações ameaçadoras e olhares carregados de medo. A sensação é de que o perigo está sempre à espreita, pronto para explodir em momentos inesperados.

O retorno de Sidney não é apenas uma escolha narrativa, mas também estratégica. Depois de mudanças criativas e polêmicas nos bastidores da franquia nos últimos anos, trazer a personagem original de volta ao protagonismo representa um reencontro com as raízes da saga. O envolvimento de Kevin Williamson na direção reforça essa intenção. Criador do roteiro do clássico de 1996, ele agora assume o comando do longa, prometendo recuperar o espírito metalinguístico e provocador que transformou a série em referência no gênero slasher.

O roteiro é assinado por Guy Busick, baseado em uma história desenvolvida ao lado de James Vanderbilt. A dupla já trabalhou em capítulos recentes da franquia, o que sugere uma continuidade temática, ainda que com nova abordagem dramática.

O trailer também confirma o retorno de personagens conhecidos. Courteney Cox aparece novamente como Gale Weathers, reforçando a ligação com os filmes anteriores. A presença de Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown indica que a geração mais recente de sobreviventes ainda terá papel relevante na trama.

Entre as novidades, destaca-se a escalação de Isabel May como Tatum, filha de Sidney. A escolha de dar à protagonista uma herdeira diretamente ameaçada pelo assassino adiciona uma camada dramática poderosa. Se antes Sidney lutava pela própria sobrevivência, agora ela enfrenta o medo de perder aquilo que construiu longe do caos. O trailer deixa claro que essa dimensão materna será essencial para o desenvolvimento da história.

Outro ponto que chamou atenção foi a confirmação de que Roger L. Jackson retorna como a voz de Ghostface. Sua entonação característica, alternando ironia e ameaça, aparece no trailer em diálogos que remetem ao passado da franquia, incluindo perguntas provocativas sobre filmes de terror e sobrevivência.

A estética apresentada na prévia aposta em fotografia mais fria, com cenas noturnas e ambientes urbanos silenciosos. A trilha sonora intensifica o clima de suspense, intercalando momentos de calmaria com explosões sonoras típicas do gênero. Ainda que o vídeo não revele detalhes cruciais da trama, ele cumpre o papel de alimentar teorias e especulações entre os fãs.

Nas redes sociais, o impacto foi imediato. Comentários destacam a emoção de ver Sidney novamente enfrentando Ghostface, além da curiosidade em relação ao destino dos novos personagens. A franquia, que começou em 1996 sob a direção de Wes Craven, consolidou-se como uma das mais duradouras do terror contemporâneo. Ao longo das décadas, manteve relevância ao dialogar com as transformações do próprio cinema de horror.

O grande desafio de Pânico 7 será equilibrar tradição e inovação. A nostalgia é um elemento forte, mas o público atual também exige surpresas e reviravoltas imprevisíveis. O trailer sugere que o filme buscará justamente esse ponto de encontro, oferecendo referências aos capítulos clássicos enquanto amplia o universo da história.

A decisão de colocar a família de Sidney no centro do conflito indica que o longa deve explorar consequências emocionais acumuladas ao longo dos anos. Não se trata apenas de mais uma sequência de assassinatos, mas de um acerto de contas com o legado do terror que acompanha a protagonista desde a adolescência.

Sessão da Tarde desta segunda (23) exibe Campeões, comédia emocionante sobre inclusão e superação

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A Sessão da Tarde desta segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026, apresenta ao público brasileiro o filme Campeões, versão norte-americana da produção espanhola que conquistou espectadores ao redor do mundo. Exibido pela TV Globo, o longa combina humor, drama e esporte em uma narrativa sensível sobre transformação pessoal, empatia e segundas chances.

Dirigido por Bobby Farrelly, em seu primeiro trabalho solo atrás das câmeras, o filme traz Woody Harrelson no papel principal. Conhecido por personagens intensos e carismáticos, o ator entrega aqui uma interpretação equilibrada, que alterna sarcasmo, impaciência e vulnerabilidade. O elenco também conta com Kaitlin Olson, Ernie Hudson e Cheech Marin.

A história acompanha Marcus Marakovich, um treinador assistente de basquete da liga menor em Iowa. Competente tecnicamente, mas emocionalmente instável, Marcus perde o controle após uma discussão com o técnico principal e acaba demitido. Pouco tempo depois, sua situação piora quando é preso por dirigir embriagado e colidir com uma viatura policial. Diante da Justiça, ele recebe duas opções: cumprir pena na prisão ou realizar serviço comunitário. A escolha pelo trabalho comunitário parece mais simples, mas se revela o maior desafio de sua vida.

Marcus é designado para treinar uma equipe formada por jogadores com deficiência intelectual, conhecida como Os Amigos. No início, ele encara a tarefa com resistência e preconceito. Para alguém obcecado por desempenho e reconhecimento profissional, aquela missão soa como um rebaixamento humilhante. Sua postura arrogante e impaciente cria um ambiente desconfortável nos primeiros treinos.

Com o passar do tempo, porém, a convivência diária começa a quebrar as barreiras que ele mesmo construiu. Cada jogador apresenta personalidade própria, sonhos e senso de humor afiado. O que Marcus via apenas como limitação passa a revelar determinação, disciplina e paixão pelo esporte. O treinador percebe que precisa adaptar seus métodos e, principalmente, sua forma de enxergar as pessoas.

Paralelamente à trajetória esportiva, o filme desenvolve um arco emocional importante com Alex, personagem de Kaitlin Olson. Ela é irmã de Johnny, um dos atletas do time, e já teve um relacionamento com Marcus no passado. O reencontro traz conflitos e também a oportunidade de amadurecimento. Alex não aceita as atitudes impulsivas de Marcus e o confronta quando necessário, funcionando como um ponto de equilíbrio em meio às turbulências do protagonista.

O roteiro evita transformar a história em uma lição moral simplista. O crescimento de Marcus acontece de maneira gradual, marcado por erros e recaídas. Em determinado momento, ele tenta usar o desempenho da equipe como vitrine para retornar ao circuito profissional e alcançar a NBA. A ambição desmedida o leva a atitudes egoístas, ferindo a confiança do grupo e especialmente de Johnny. Esse conflito é essencial para consolidar a transformação do personagem.

A jornada da equipe culmina na disputa das Olimpíadas Especiais. A preparação para a final traz tensão e expectativa, mas o filme deixa claro que o verdadeiro triunfo não está apenas no resultado do placar. Mesmo sem conquistar o título, o time celebra a própria evolução. A experiência fortalece laços, amplia horizontes e redefine o conceito de vitória para todos os envolvidos.

Marcus também toma uma decisão significativa ao final da história. Ele recusa uma oportunidade que poderia recolocá-lo no centro do basquete profissional e opta por permanecer na cidade, assumindo um novo posto como treinador na Universidade Drake. A escolha simboliza uma mudança de valores. O reconhecimento deixa de ser prioridade absoluta e dá lugar ao propósito e à conexão humana. Sua relação com Alex se desenvolve de forma mais madura, enquanto Johnny avança em sua autonomia.

Lançado nos Estados Unidos em 2023 pela Focus Features, Campeões arrecadou cerca de 19 milhões de dólares mundialmente. Na estreia, dividiu espaço com produções de grande apelo comercial, como Scream VI e 65, o que impactou seu desempenho nas bilheterias. Ainda assim, o filme encontrou seu público, especialmente entre espectadores que buscam histórias inspiradoras e acessíveis.

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