Resenha – O Circo do Senhor Farfalle transforma um assassinato em um quebra-cabeça onde a lógica perde espaço

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Quem espera encontrar apenas um romance policial tradicional logo percebe que O Circo do Senhor Farfalle tem outros planos. O assassinato do dono do circo é só a primeira peça de uma história que, pouco a pouco, troca as certezas pela dúvida. A investigação continua sendo o fio que conduz a narrativa, mas a sensação é de que o chão desaparece sob os pés do protagonista a cada novo capítulo.

O cenário ajuda bastante nisso. O circo não está ali apenas para dar personalidade à história. Os bastidores, os artistas e o clima de espetáculo permanente criam um ambiente onde qualquer coisa parece possível. Existe uma estranheza constante, como se o leitor nunca pudesse relaxar completamente porque sempre há algo fora do lugar.

O ponto mais interessante do livro está na maneira como o Efeito Mandela entra na trama. Em vez de aparecer como uma referência jogada no meio da história, ele interfere diretamente na investigação. Memórias mudam, acontecimentos deixam de bater entre si e até o detetive passa a desconfiar das próprias conclusões. É o tipo de recurso que faz o leitor voltar algumas páginas para conferir se realmente leu aquilo.

As testemunhas também fogem do óbvio. A vidente, o palhaço e a influenciadora de ciência representam visões completamente diferentes sobre os mesmos acontecimentos. Nenhum deles parece carregar todas as respostas, mas cada um acrescenta uma nova camada ao mistério. Isso deixa a narrativa mais dinâmica e evita aquela sensação de que existe um personagem criado apenas para explicar tudo.

O livro também acerta ao segurar algumas respostas até os momentos finais. Em vez de despejar explicações logo de cara, prefere deixar pequenas pistas espalhadas pelo caminho. Quem gosta de montar teorias durante a leitura provavelmente vai se divertir tentando ligar os pontos.

Por outro lado, há momentos em que a quantidade de conceitos sobrenaturais cresce rápido demais. Viagens astrais, mudanças de realidade, fenômenos espirituais e outras ideias aparecem quase uma em cima da outra. Em alguns trechos, a história parece respirar menos do que deveria, e certas revelações acabam perdendo um pouco da força justamente por acontecerem em sequência.

Ainda assim, o saldo é positivo. O Circo do Senhor Farfalle não tenta copiar a estrutura dos thrillers mais tradicionais e encontra sua própria identidade ao misturar investigação, suspense psicológico e elementos sobrenaturais. É uma leitura que exige atenção, gosta de brincar com a percepção do leitor e deixa espaço para diferentes interpretações mesmo depois da última página.

HYPERWIRED chega ao PC e consoles com mecânica inédita que transforma um cabo de energia na principal arma do jogador

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Os jogos de tiro com visão superior costumam seguir uma fórmula conhecida: movimentação rápida, muitos disparos e reflexos afiados. HYPERWIRED, novo título do estúdio espanhol SIDRALGAMES, parte dessa base, mas muda completamente a dinâmica dos confrontos ao colocar o gerenciamento de energia no centro da jogabilidade.

Lançado nesta quinta-feira (2), o game já está disponível para Steam, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X|S. No PC, o título chega com 10% de desconto durante a primeira semana de vendas e também conta com uma demonstração gratuita para quem quiser testar o jogo antes da compra.

A história se passa em uma galáxia que perdeu suas principais fontes de energia. Para sobreviver, a nave do jogador precisa se conectar fisicamente a estações espalhadas pelos cenários. É justamente esse cabo que define cada batalha.

Quando a nave permanece ligada à rede elétrica, as armas ficam muito mais potentes e alguns sistemas especiais são ativados. O problema é que o cabo limita o deslocamento, obrigando o jogador a escolher cuidadosamente onde permanecer e quando romper a conexão para escapar de um ataque.

Essa decisão acompanha praticamente toda a campanha. Permanecer conectado significa causar mais dano aos inimigos, mas também aumenta a vulnerabilidade diante das ondas de adversários. Romper o cabo devolve liberdade de movimento, embora reduza significativamente o poder de fogo.

A estrutura roguelike garante que nenhuma partida seja exatamente igual à anterior. Os mapas são gerados proceduralmente, alterando rotas, desafios e recompensas a cada tentativa. Isso exige que o jogador adapte sua estratégia continuamente, sem depender de caminhos fixos.

Outro recurso importante é o sistema de desaceleração do tempo. A habilidade pode ser recarregada ao longo das partidas e serve tanto para escapar de situações críticas quanto para encontrar espaços entre os ataques dos inimigos durante os confrontos mais intensos.

A personalização também ocupa papel importante na progressão. Ao explorar os setores da galáxia, o jogador coleta baterias que permitem desbloquear novas melhorias para a nave. Segundo o estúdio, existem mais de 250 combinações de modificadores para projéteis e mais de 40 upgrades, oferecendo estilos de jogo bastante diferentes entre si.

A frota disponível também varia conforme o avanço da campanha. São mais de dez naves, cada uma com características próprias de velocidade, resistência e ataque. Durante a exploração, ainda é possível resgatar pilotos perdidos que passam a auxiliar o jogador nas missões seguintes.

Os chefes encerram cada região da campanha e representam os maiores desafios do jogo. Com padrões de ataque próprios e grande resistência, essas batalhas exigem domínio da mecânica de conexão por cabo, além de uma boa administração dos recursos acumulados durante cada partida.

Visualmente, HYPERWIRED adota pixel art inspirada nos clássicos dos anos 1990, mas combina essa estética com sistemas modernos de progressão típicos dos roguelikes atuais. O resultado é um jogo que dialoga tanto com quem cresceu jogando shoot ‘em ups quanto com jogadores acostumados às experiências de repetição e evolução gradual do gênero.

UOL comemora 30 anos com sorteio de ingressos para show de Ivete Sangalo e desconto exclusivo para assinantes

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Os assinantes do UOL ganharam um novo benefício durante as comemorações dos 30 anos da plataforma. A empresa lançou uma promoção que vai sortear 20 pares de ingressos para o show da turnê “Ivete Clareou”, de Ivete Sangalo, marcado para 22 de agosto, no Centro Esportivo Tietê, em São Paulo.

A participação é exclusiva para assinantes com planos elegíveis. Para concorrer, basta acessar a página da promoção, fazer login com a conta UOL e confirmar os dados cadastrais. Após a validação, o participante recebe automaticamente um número da sorte, que também fica disponível na área “Meus Benefícios”, dentro da central de atendimento da plataforma.

As inscrições seguem abertas até 6 de agosto de 2026. O resultado será definido com base na extração da Loteria Federal do dia 8 de agosto, conforme as regras previstas no regulamento da campanha. Cada CPF pode participar apenas uma vez.

Quem contratar uma assinatura participante até o fim do período de inscrição também poderá entrar no sorteio, desde que mantenha o serviço ativo durante toda a promoção. Entre os produtos incluídos estão Assinatura UOL, UOL Play, UOL+, UOL Mail, UOL Antivírus e outros serviços da empresa.

Além da chance de assistir ao show sem custo, a campanha oferece outro benefício aos assinantes. Todos recebem um cupom de 30% de desconto na compra de até três ingressos para a turnê “Ivete Clareou – Turnê 2026”. O desconto é válido para qualquer setor disponível no momento da compra.

Para utilizar o benefício, o assinante deve acessar a área “Meus Benefícios”, selecionar a promoção e copiar o código promocional. Na plataforma oficial de vendas, basta inserir o cupom no campo indicado antes de concluir a compra. O código é individual e pode ser utilizado uma única vez por assinante.

PopHaus e Wet’n Wild unem atrações em combo promocional para movimentar as férias de julho em São Paulo

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Quem está montando a programação das férias escolares ganhou uma nova opção para aproveitar julho. O PopHaus e o Wet’n Wild fecharam uma parceria que reúne os dois parques em um único ingresso promocional. A oferta inclui duas horas de acesso ao PopHaus Indoor e um ingresso para o Wet’n Wild por R$ 150.

A ação é válida durante o mês de julho e foi pensada para quem pretende combinar dois estilos diferentes de lazer. De um lado, um parque indoor voltado para desafios físicos e brincadeiras. Do outro, um parque aquático com piscinas aquecidas e atrações para todas as idades.

No PopHaus, os visitantes encontram escorregadores de grande porte, trampolins, paredes de escalada, infláveis e circuitos de aventura. A unidade do Tatuapé passou recentemente por uma renovação e recebeu novas atrações, entre elas o Turbo Slide, um escorregador de cerca de seis metros de altura que termina em uma piscina com aproximadamente 65 mil bolinhas. O espaço também ganhou um circuito ninja suspenso e novos desafios de equilíbrio e agilidade, que já estão disponíveis também na unidade de Santo Amaro.

Durante as férias escolares, as duas unidades funcionarão todos os dias, facilitando a visita de famílias e grupos de amigos que aproveitam o período de recesso.

Já o Wet’n Wild inicia a temporada Super Férias 2026, realizada entre 2 de julho e 2 de agosto. Neste período, o parque abre de quinta a segunda-feira e mantém um dos seus principais diferenciais para o inverno paulista: as piscinas aquecidas, com temperaturas entre 26°C e 28°C. Na atração Ilha Misteriosa do Cascão, a água pode ultrapassar os 30°C, permitindo aproveitar os brinquedos aquáticos mesmo nos dias mais frios.

A programação especial das férias também inclui atividades de recreação ao longo do dia, encontros com personagens da Turma da Mônica aos finais de semana e a tradicional festa da espuma, atrações voltadas principalmente para famílias com crianças.

Onze:20 transforma Porto Belo em palco de luau no litoral catarinense com show que reúne os maiores sucessos da carreira

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Depois de rodar o Brasil com um formato diferente de apresentação, a Onze:20 desembarca em Santa Catarina para mais uma edição da turnê “Luau do Onze:20”. O encontro acontece no dia 25 de julho, no Porto Belo Hall, em Porto Belo, e leva ao público uma proposta que troca a grandiosidade dos festivais por um clima mais próximo entre banda e plateia.

A ideia do projeto é revisitar músicas que marcaram a trajetória do grupo em novos arranjos, criando um show pensado para quem acompanha a Onze:20 desde os primeiros anos e também para quem descobriu a banda pelas plataformas de streaming. O formato permite conversas com o público, versões mais leves das canções e uma atmosfera inspirada nos tradicionais luaus à beira-mar.

O repertório deve reunir algumas das faixas mais conhecidas da carreira, como “Meu Lugar”, “Pra Você”, “Não Vai Voltar” e “A Nossa Barraca”. São músicas que atravessaram gerações de fãs e continuam figurando entre as mais ouvidas do grupo, mantendo a Onze:20 como um dos principais nomes do reggae pop nacional.

Formada em Minas Gerais, a banda construiu uma identidade própria ao misturar reggae, pop e rock em composições que falam sobre relacionamentos, amizade e momentos do cotidiano. Ao longo da carreira, acumulou milhões de reproduções nas plataformas digitais e passou pelos principais festivais do país, consolidando uma base de fãs que acompanha cada nova turnê.

A noite em Porto Belo ainda contará com a participação especial da banda MaiPê, responsável por abrir a programação. A escolha reforça a proposta do evento de reunir artistas que dialogam com a cena do reggae e da música brasileira contemporânea.

O Porto Belo Hall, que recebe o show, é um dos espaços mais recentes para grandes eventos no litoral catarinense. A casa vem ampliando sua programação com apresentações nacionais e oferece uma estrutura voltada para shows de médio e grande porte.

Diretor de Supergirl atualiza andamento de Cruella 2 e indica que sequência continua nos planos da Disney

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Os planos da Disney para Cruella 2 continuam de pé, embora a produção ainda não tenha uma data definida para sair do papel. A atualização mais recente veio do diretor Craig Gillespie, que voltou a comentar o projeto durante a divulgação de Supergirl, seu novo trabalho para a DC Studios.

Questionado sobre o futuro da sequência, Gillespie evitou antecipar detalhes sobre o roteiro ou o cronograma de filmagens, mas confirmou que o longa permanece nos planos do estúdio. “É possível. Esse é mais um projeto que está na agenda”, afirmou o cineasta. Até o momento, a Disney também não anunciou quando pretende iniciar a produção.

Lançado em 2021, Cruella apresentou uma abordagem diferente da clássica vilã de 101 Dálmatas. Em vez de revisitar a história conhecida pelo público, o filme mostrou a ascensão de Estella, uma jovem estilista que tenta construir uma carreira na efervescente cena da moda londrina dos anos 1970. O confronto com a poderosa Baronesa von Hellman muda completamente sua trajetória e marca o nascimento da identidade de Cruella.

O longa reuniu Emma Stone no papel principal ao lado de Emma Thompson, Joel Fry, Paul Walter Hauser, Mark Strong, Emily Beecham, Kirby Howell-Baptiste e Jamie Demetriou. A direção ficou a cargo de Craig Gillespie, enquanto o roteiro foi desenvolvido por Dana Fox e Tony McNamara. Glenn Close, que interpretou a personagem nas adaptações live-action dos anos 1990, participou da produção como produtora executiva.

A recepção comercial também ajuda a explicar por que a continuação continua nos planos da Disney. Produzido com orçamento estimado em US$ 100 milhões, Cruella arrecadou cerca de US$ 233 milhões nas bilheterias mundiais e ainda conquistou o Oscar de Melhor Figurino, graças ao trabalho da figurinista Jenny Beavan.

O desfecho do primeiro filme deixou espaço para uma continuação ao conectar a história de Estella com personagens importantes de 101 Dálmatas. Desde então, Emma Stone segue vinculada ao projeto, mas o estúdio mantém em sigilo informações sobre a trama, o restante do elenco e a previsão para o início das filmagens.

Tom Hanks volta aos cinemas com drama esportivo; Sony define estreia de novo filme do vencedor do Oscar

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Depois de emocionar o público em Um Lindo Dia na Vizinhança, Tom Hanks (Forrest Gump, Náufrago) e a diretora Marielle Heller (Poderia Me Perdoar?, Um Lindo Dia na Vizinhança) vão trabalhar juntos novamente. A Sony Pictures confirmou a estreia de The Comebacker, novo longa da dupla, informação revelada pelo The Hollywood Reporter. As filmagens devem começar entre outubro e novembro deste ano.

Desta vez, a história deixa de lado as biografias para acompanhar um drama ambientado no beisebol. Hanks interpreta um experiente treinador de arremessadores cuja vida sofre uma ruptura depois de um acidente dentro de campo. Durante uma partida da liga principal, o atleta que ele treina é atingido na cabeça por uma bola rebatida em alta velocidade. O episódio muda completamente o rumo da carreira dos dois e transforma o treinador em um homem obrigado a conviver com culpa, dúvidas e decisões difíceis.

Embora o esporte seja o cenário da narrativa, a proposta do filme parece seguir um caminho mais intimista do que competitivo. Em vez de focar apenas nos jogos, a trama acompanha o impacto emocional provocado por um único lance, explorando como um acontecimento inesperado pode alterar a vida de quem está dentro e fora do campo.

O roteiro foi escrito por Marielle Heller em parceria com Dave Eggers (O Círculo), escritor e roteirista conhecido por construir histórias centradas em personagens complexos e relações humanas. A colaboração indica que The Comebacker deve priorizar o desenvolvimento de seus protagonistas, deixando as partidas de beisebol como pano de fundo para um drama sobre responsabilidade, perda e reconstrução.

A parceria entre Hanks e Marielle Heller desperta interesse justamente pelo resultado da colaboração anterior. Em Um Lindo Dia na Vizinhança, lançado em 2019, a diretora conduziu uma das atuações mais elogiadas da carreira recente do ator, rendendo a ele uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Agora, a expectativa gira em torno de como os dois irão construir uma história completamente diferente, mas novamente centrada nas emoções de seus personagens.

Até o momento, a Sony Pictures não revelou quem fará parte do restante do elenco nem divulgou detalhes sobre os demais personagens da trama. Também não há informações sobre o início da campanha de divulgação ou previsão para a chegada do primeiro trailer.

A Morte de Robin Hood deve chegar ao streaming dos EUA ainda em julho com uma versão sombria da lenda vivida por Hugh Jackman

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Foto: Reprodução/ Internet

Quem não conseguiu assistir A Morte de Robin Hood nos cinemas americanos pode ter uma nova oportunidade em breve. Embora a A24 ainda não tenha feito um anúncio oficial, o estúdio trabalha com 21 de julho como a data prevista para disponibilizar o longa para compra e aluguel nas principais plataformas digitais dos Estados Unidos.

Dirigido e roteirizado por Michael Sarnoski (Pig, Um Lugar Silencioso: Dia Um), o filme abandona a imagem clássica do arqueiro que roubava dos ricos para dar aos pobres. No lugar do herói aventureiro, surge um homem cansado, marcado pelas escolhas que fez e pelas vidas que destruiu ao longo dos anos.

É justamente essa versão de Robin Hood que Hugh Jackman (Logan, Os Miseráveis) interpreta. O personagem vive isolado, longe da fama que o transformou em uma lenda. Quando é gravemente ferido durante um confronto, encontra abrigo em um antigo priorado, onde recebe os cuidados da irmã Brigid, vivida por Jodie Comer (Killing Eve, Clube dos Vândalos). Aos poucos, o refúgio deixa de ser apenas um lugar para tratar seus ferimentos e passa a obrigá-lo a encarar tudo o que tentou esquecer.

Nesse período, Robin cria uma relação de proteção com Margaret, uma menina órfã que cruza seu caminho sem conhecer a verdadeira identidade do homem que a acolheu. A convivência entre os dois acaba revelando um lado mais humano do personagem, enquanto antigos inimigos e pessoas em busca de vingança se aproximam.

O roteiro também resgata figuras conhecidas da lenda. Bill Skarsgård (Nosferatu, It – A Coisa) interpreta Pequeno João, o companheiro mais fiel de Robin, enquanto Murray Bartlett (The White Lotus, The Last of Us) vive uma versão inesperada de Guy de Gisborne. O elenco ainda conta com Noah Jupe (Um Lugar Silencioso, Ford vs Ferrari), que interpreta um jovem ligado diretamente aos acontecimentos que cercam o protagonista.

Diferentemente das adaptações mais conhecidas de Robin Hood, a produção deixa as grandes batalhas em segundo plano para explorar culpa, arrependimento e o preço da violência. A ação existe, mas serve principalmente para mostrar que o passado do protagonista continua cobrando sua conta, mesmo depois de tantos anos.

As filmagens aconteceram na Irlanda do Norte ao longo de 2025. O longa estreou em junho deste ano no Festival de Cinema de Sydney antes de chegar aos cinemas dos Estados Unidos pela A24. A recepção da crítica foi dividida, mas houve consenso em relação à atuação de Hugh Jackman, considerada um dos pontos mais fortes da produção.

A24 leva ação militar aos cinemas com Protocolo de Extermínio, novo filme de Adam Wingard que estreia em outubro no Brasil

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A A24 já definiu a distribuição brasileira de seu próximo filme de ação. A Diamond Films confirmou que Onslaught será lançado no país com o título Protocolo de Extermínio, chegando aos cinemas em 22 de outubro. Nos Estados Unidos, a estreia está marcada para 4 de setembro.

O longa marca o retorno do diretor Adam Wingard (O Hóspede, Godzilla x Kong: O Novo Império) à parceria com o roteirista Simon Barrett (Você é o Próximo, O Hóspede), dupla responsável por alguns dos thrillers mais comentados da última década. Desta vez, eles deixam o terror em segundo plano para construir uma história que combina ação militar, ficção científica e perseguições em ritmo constante.

No centro da trama está Celeste, personagem interpretada por Adria Arjona (Andor, Hit Man). Ex-atiradora de elite do Exército, ela vê sua vida virar do avesso quando um grupo de supersoldados geneticamente modificados escapa de uma instalação militar secreta. Com a filha pequena ao seu lado, Celeste precisa enfrentar uma operação que rapidamente foge do controle das autoridades e transforma qualquer tentativa de fuga em uma questão de sobrevivência.

O elenco reúne nomes conhecidos de diferentes gerações. Dan Stevens (Abigail, Godzilla x Kong: O Novo Império), colaborador frequente de Wingard, divide a tela com Rebecca Hall (A Casa Sombria, Godzilla vs. Kong), Drew Starkey (Outer Banks, Queer), Michael Biehn (Aliens – O Resgate, O Exterminador do Futuro), Eric Wareheim (Master of None) e Reginald VelJohnson (Duro de Matar, Family Matters).

Entre as curiosidades da produção está a participação do brasileiro Alex Pereira, ex-campeão do UFC, que interpreta um personagem chamado O Açougueiro. Essa é uma das primeiras investidas do atleta em uma produção de grande porte de Hollywood.

O projeto foi anunciado em setembro de 2024 e reuniu novamente Wingard e Barrett após o sucesso das colaborações em O Hóspede e Você é o Próximo. A produção também marca um novo encontro do diretor com Dan Stevens e Rebecca Hall, que trabalharam com ele em projetos anteriores.

As filmagens aconteceram entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, em Albuquerque, no estado do Novo México. A produção é assinada pela A24, em parceria com a Ryder Picture Company e a Lyrical Media.

Honey Dijon traz à pista brasileira a força da house music em duas apresentações no país com a turnê “Housenation”

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A DJ e produtora Honey Dijon desembarca no Brasil neste mês de julho para duas apresentações em São Paulo e Curitiba. A artista, nascida em Chicago, chega com a turnê Housenation, focada em house e deep house, estilos que marcam sua trajetória desde os anos 1990.

Reconhecida como uma das figuras centrais da cena eletrônica atual, Honey construiu carreira conectando clubes, moda e música. A relação com a house music vem da própria cidade onde nasceu: Chicago, berço do gênero e casa de nomes como Frankie Knuckles, referência direta em sua formação musical.

O início da carreira aconteceu nos anos 1990, quando começou a tocar em festas e clubes underground. Nesse período, teve apoio de DJs como Derrick Carter, que ajudaram a abrir espaço para seu nome no circuito local. Pouco depois, a mudança para Nova York ampliou o alcance do seu trabalho e colocou Honey em contato direto com o cenário fashion, onde passou a colaborar com marcas como Louis Vuitton e Dior em trilhas e projetos musicais.

A transição para a produção musical aconteceu anos depois. Em 2017, lançou o álbum The Best of Both Worlds, que marcou sua estreia em estúdio com um recorte mais autoral da sua identidade sonora. Em 2022, veio Black Girl Magic, projeto que ampliou sua presença global e contou com participações de artistas como Pabllo Vittar e Urias na faixa “Everybody”.

Além dos álbuns, Honey Dijon também acumulou colaborações e remixes de grande alcance. Entre eles, versões de faixas de Lady Gaga e trabalhos ligados ao projeto Renaissance, de Beyoncé, onde participou da produção de músicas que ajudaram a consolidar o álbum como um dos mais comentados do ano de lançamento.

Nos palcos, a DJ é conhecida por sets longos, com transições entre house clássico, disco e variações mais modernas da música de pista. A apresentação mistura referências do club culture com uma estética que também dialoga com moda e performance, algo que acompanha sua carreira desde Nova York.

A passagem pelo Brasil acontece em um momento de consolidação internacional da artista, que já passou por festivais como Coachella e Glastonbury, além de residências em cidades como Berlim, Ibiza e Nova York. Em cada uma dessas praças, seu nome ficou associado a line-ups de grande circulação na cena eletrônica.

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