Charlie Heaton foi confirmado no novo derivado dePeaky Blindersinterpretando Charles Shelby, filho de Tommy Shelby e meio-irmão de Duke, vivido por Jamie Bell. A informação altera diretamente a estrutura familiar deixada pela série principal e indica que a nova produção vai mexer na linha de sucessão dos Shelby.
O personagem amplia a família criada por Steven Knight em um momento em que os negócios dos Shelby já estão consolidados e cercados por disputas políticas e criminais. A entrada de Charles não funciona só como adição de personagem, mas como gatilho para reorganizar quem pode assumir controle dentro da família.
Heaton chega ao projeto depois de ganhar projeção como Jonathan Byers em Stranger Things. Agora ele assume um papel inserido em uma narrativa marcada por decisões violentas, relações familiares tensas e disputas por poder dentro de Birmingham e arredores.
Quem é Charles Shelby na nova história?
Ainda não há sinopse detalhada, mas a confirmação de Charles Shelby já muda o equilíbrio deixado no final da sexta temporada. Ele é apresentado como mais um filho de Tommy Shelby, interpretado por Cillian Murphy, o que naturalmente coloca o personagem dentro da disputa pela continuidade do nome Shelby.
A presença de Duke Shelby, vivido por Jamie Bell, torna essa dinâmica ainda mais sensível. Duke surgiu nos episódios finais da série original com postura agressiva e rápida adaptação ao lado mais brutal dos negócios da família. Charles entra nesse mesmo espaço já ocupado, o que sugere choque de interesses dentro da própria estrutura dos Shelby.
Esse tipo de conflito não é novidade dentro da história. A série sempre trabalhou relações familiares como ponto de tensão constante, com decisões estratégicas sendo atravessadas por rivalidades entre irmãos, primos e aliados próximos. A diferença agora é que a disputa não acontece mais na fase de ascensão, mas dentro de uma família que já atingiu alto nível de influência.
Como Peaky Blinders saiu de Birmingham e virou uma das séries mais comentadas da TV britânica?
Criada por Steven Knight, a série estreou em 2013 mostrando a família Shelby logo após a Primeira Guerra Mundial, operando jogos ilegais e expandindo influência nas ruas de Birmingham.
Com o avanço das temporadas, a narrativa deixou de lado apenas disputas locais e passou a envolver política nacional, movimentos extremistas, relações com a máfia e articulações dentro do Parlamento britânico. Tommy Shelby, vivido por Cillian Murphy, passou de líder de gangue a figura central em negociações de poder em diferentes níveis da sociedade inglesa.
Esse crescimento veio acompanhado de uma identidade visual muito própria. Figurinos marcados por ternos escuros e boinas, fotografia carregada de fumaça industrial e uma trilha sonora moderna ajudaram a transformar a série em algo imediatamente reconhecível.
O elenco também teve papel importante nesse impacto. Além de Murphy, a produção contou com Helen McCrory como Polly Gray, Paul Anderson como Arthur Shelby e Joe Cole como John Shelby. Ao longo da série, nomes como Tom Hardy, Adrien Brody, Anya Taylor-Joy e Stephen Graham também participaram de arcos importantes.
O que aconteceu depois do fim da série principal?
A série principal chegou ao fim em 2022, após seis temporadas exibidas pela BBC. No Reino Unido, a produção começou na BBC Two e depois migrou para a BBC One. Fora do país, a distribuição ficou com a Netflix, o que ajudou a manter a série em circulação global.
Mesmo antes do encerramento, Steven Knight já indicava que a história dos Shelby não terminaria ali. O plano de expandir a franquia para novos projetos, incluindo filmes e derivados, foi consolidado antes mesmo do fim da sexta temporada.
O desfecho da série deixou Tommy Shelby vivo e em posição de influência, o que abriu espaço para continuidade direta em outras produções. A chegada de Charles Shelby reforça exatamente essa ideia de continuidade, agora com foco na geração seguinte da família.
O que essa nova fase pode mudar dentro da história dos Shelby?
A introdução de Charles indica que a nova produção deve trabalhar diretamente com as consequências do império construído por Tommy ao longo das temporadas anteriores.
Se no início os Shelby estavam presos a pequenos esquemas em Birmingham, no final da série a família já estava ligada a políticos, empresários e redes criminosas com alcance internacional. Isso muda o tipo de conflito possível, que deixa de ser apenas territorial e passa a envolver sucessão, influência e controle de estruturas já consolidadas.
A relação entre Charles e Duke tende a ocupar espaço central nessa nova fase. Os dois carregam ligação direta com Tommy, mas surgem em posições diferentes dentro da família, o que naturalmente coloca ambos em rota de comparação e possível disputa.
O retorno do universo de Spartacus: House of Ashur durou menos do que muita gente esperava. A Starz decidiu cancelar a produção após apenas uma temporada, interrompendo uma história que apostava em intrigas políticas, violência extrema e uma versão alternativa dos acontecimentos da série original.
A informação foi divulgada pelo Deadline e rapidamente chamou atenção de comunidades que acompanharam o sucesso de Spartacus ao longo dos anos. O encerramento precoce ganhou ainda mais repercussão porque a temporada terminou preparando mudanças enormes dentro daquela realidade alternativa de Roma, deixando conflitos importantes sem conclusão.
Mesmo fora da programação da Starz, a produção ainda pode continuar em outro lugar. A Lionsgate Television estaria negociando a série com outras plataformas interessadas em assumir o projeto, embora nenhum acordo tenha sido confirmado até agora.
Como House of Ashur mudou completamente a lógica da série original?
Diferente da trajetória clássica de Spartacus, centrada na revolta dos escravos contra Roma, House of Ashur decidiu imaginar um cenário onde Ashur sobrevivia ao Monte Vesúvio e era recompensado pelos romanos pela queda de Spartacus.
Interpretado novamente por Nick E. Tarabay, o personagem recebe o controle do antigo ludus de Batiatus e passa a tentar construir prestígio dentro de Cápua. Só que a série deixa claro desde o início que dinheiro e poder não mudam a maneira como a aristocracia romana o enxerga.
Mesmo ocupando uma posição importante, Ashur continua sendo tratado como alguém que jamais deveria circular entre senadores, políticos e famílias influentes. Essa rejeição constante vira o combustível da narrativa. Quanto mais ele tenta conquistar espaço, mais cruel, paranoico e imprevisível se torna.
A série troca o clima de guerra em larga escala da produção original por um jogo político carregado de humilhações públicas, alianças frágeis e manipulações silenciosas.
Quem acabou se tornando o principal destaque da temporada?
Embora Ashur seja o centro da trama, a personagem que mais cresce ao longo da temporada é Achillia, interpretada por Tenika Davis. Introduzida como uma guerreira núbia escravizada, ela entra no ludus cercada de desconfiança e resistência.
Os gladiadores enxergam sua presença como uma afronta, enquanto parte da elite romana trata sua participação nos jogos como uma tentativa desesperada de Ashur chamar atenção. A própria Achillia carrega traumas pesados ligados ao passado, especialmente a culpa por não conseguir impedir a morte de uma jovem que deveria proteger.
O interessante é que a série evita transformá-la em uma guerreira invencível. Achillia falha, perde o controle emocional, revive memórias traumáticas e frequentemente coloca tudo em risco por causa de impulsos violentos. Ainda assim, ela cresce dentro da arena até se tornar a principal campeã do ludus.
Outro personagem importante é Korris, interpretado por Graham McTavish. Inicialmente contrário à permanência de Achillia no treinamento, o Doctore passa a respeitá-la depois de perceber que ela suporta desafios que destruiriam gladiadores mais experientes.
A temporada também fortalece a rivalidade entre Ashur e Cossutia, personagem de Claudia Black. A aristocrata transforma a vida do protagonista em uma guerra constante de sabotagens, humilhações sociais e manipulações políticas dentro de Cápua.
O que aconteceu nos episódios mais importantes da temporada?
Grande parte da história acompanha Ashur tentando reconstruir sua reputação depois de sofrer derrotas humilhantes nos jogos de Cápua. Ao perceber que seu ludus perdeu relevância, ele aposta tudo em Achillia para recuperar prestígio diante da elite romana.
Enquanto isso, a política começa a dominar cada vez mais a narrativa. Ashur tenta equilibrar alianças envolvendo Marco Crasso, Pompeu e Júlio César, mas acaba se tornando peça de um conflito muito maior do que imaginava.
A chegada de César muda completamente o rumo da temporada. O personagem aparece como uma figura manipuladora e extremamente calculista, usando humilhações, ameaças e jogos psicológicos para controlar Ashur. Aos poucos, a produção abandona a estrutura tradicional de série sobre gladiadores e mergulha em disputas por influência dentro de Roma.
Mesmo com o foco maior nas conspirações políticas, House of Ashur continua apostando em cenas brutais dentro da arena. Os confrontos permanecem violentos, exagerados e visualmente grotescos, preservando o estilo que transformou Spartacus em uma produção cultuada entre admiradores de séries históricas mais extremas.
Nos episódios finais, Ashur finalmente percebe que César jamais o enxergou como aliado. O protagonista entende que continua sendo apenas uma ferramenta descartável para os interesses romanos, independentemente de tudo que fez para conquistar espaço naquele mundo.
Essa descoberta leva ao principal acontecimento da temporada. Depois de sucessivas manipulações e traições, Ashur se volta contra César e o mata brutalmente em uma sequência que altera completamente aquela linha do tempo alternativa.
Na segunda, 25 de maio, a Globo traz na Sessão da Tardea comédia romântica A Proposta, produção lançada em 2009 que mistura romance, humor e situações completamente fora de controle em um cenário improvável: o frio de Sitka, no Alasca. Dirigido por Anne Fletcher, o longa aposta na clássica fórmula do “casamento de mentira” para construir uma narrativa leve, mas cheia de conflitos e reviravoltas emocionais.
No centro da história está Margaret Tate, interpretada por Sandra Bullock, uma editora-chefe exigente, controladora e temida por todos no ambiente de trabalho. Ao descobrir que será deportada para o Canadá por problemas com seu visto, ela toma uma decisão impulsiva: afirma estar noiva de seu assistente, Andrew Paxton, vivido por Ryan Reynolds. O detalhe é que Andrew não apenas é seu subordinado, como também a pessoa que mais sofreu com suas exigências ao longo dos anos.
Como um casamento falso pode virar uma guerra de egos e sentimentos reais?
O ponto de partida do filme é simples, mas extremamente eficaz para gerar tensão cômica. Para evitar a deportação, Margaret convence Andrew a entrar na farsa do noivado. Em troca, ele exige condições nada modestas: uma promoção, controle sobre sua carreira editorial e a promessa de que seu manuscrito finalmente será publicado.
O que começa como um acordo frio rapidamente se transforma em uma viagem desconfortável até Sitka, onde Andrew precisa enfrentar a própria família, incluindo a mãe Grace Paxton, interpretada por Mary Steenburgen, o pai Joe Paxton, vivido por Craig T. Nelson, e a icônica Vovó Annie, interpretada por Betty White, que rouba várias cenas com seu humor espontâneo e irreverente.
A convivência forçada entre Margaret e a família de Andrew revela uma versão completamente diferente da personagem, que até então parecia apenas fria e inalcançável. Aos poucos, o filme constrói uma dinâmica em que as máscaras começam a cair, e o público passa a enxergar vulnerabilidades escondidas sob a rigidez profissional.
Por que a química entre Sandra Bullock e Ryan Reynolds funciona tão bem?
Um dos principais motores do longa-metragem é a química entre seus protagonistas. Sandra Bullock e Ryan Reynolds constroem uma relação baseada em provocações constantes, ironias rápidas e uma tensão que oscila entre o ódio e uma atração inevitável.
O roteiro explora bem esse contraste: ela representa o controle absoluto, a carreira acima de tudo e a rigidez emocional; ele, por outro lado, é mais leve, sarcástico e preso a uma rotina que nunca parece valorizá-lo. Essa oposição cria um terreno fértil para o desenvolvimento da história, que vai muito além do clichê inicial.
À medida que o enredo avança, o espectador percebe que a convivência forçada não serve apenas como desculpa para situações cômicas, mas também como uma forma de expor fragilidades emocionais de ambos os personagens.
O Alasca é só cenário ou também personagem da história?
Outro elemento importante do filme é a ambientação em Sitka, no Alasca. O local não está ali apenas como pano de fundo visual, mas também como parte da narrativa. O isolamento, o clima frio e o contraste com a vida urbana de Nova York ajudam a intensificar o choque entre os mundos de Margaret e Andrew.
Para uma personagem acostumada ao ritmo acelerado e competitivo de uma grande editora, estar em uma cidade pequena, cercada por tradições familiares e uma comunidade acolhedora, funciona quase como um “descongelamento emocional”. O ambiente força Margaret a sair do controle absoluto que sempre teve sobre sua vida profissional e pessoal.
O que explica o sucesso do filme nas bilheteiras?
Quando foi lançado em 2009, o longa teve um desempenho surpreendente. Nos Estados Unidos, estreou com força nas bilheteiras e rapidamente ultrapassou a marca de dezenas de milhões de dólares, consolidando-se como um dos grandes sucessos do ano. O apelo foi especialmente forte entre o público adulto e casais, que representaram a maior parte da audiência inicial.
O sucesso global também chamou atenção, com boa performance em mercados como Austrália, Rússia e África do Sul. No total, a produção ultrapassou a marca de centenas de milhões de dólares em arrecadação mundial, consolidando-se como uma das comédias românticas mais lucrativas do período.
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Na terça, 26 de maio, a Globo apresenta o intenso drama de sobrevivência Evereste, uma produção baseada em fatos reais que reconta uma das tragédias mais conhecidas do montanhismo mundial. Dirigido por Baltasar Kormákur, o longa recria a tentativa de escalada do Monte Everest durante a temporada de 1996, quando condições climáticas extremas transformaram uma expedição de rotina em um desastre irreversível.
A narrativa é inspirada em eventos descritos no livro No Ar Rarefeito, de Jon Krakauer, e acompanha duas equipes de escaladores que se unem na base da montanha em busca de um objetivo comum: alcançar o cume do Everest. O que deveria ser uma conquista histórica rapidamente se transforma em uma luta desesperada pela sobrevivência.
Como uma expedição ao Evereste se transforma em uma corrida contra o tempo?
O filme acompanha a jornada de líderes experientes e montanhistas amadores que se encontram no limite físico e psicológico em meio às condições extremas do Himalaia. Entre eles, está Rob Hall, interpretado por Jason Clarke, líder da expedição Adventure Consultants, responsável por guiar seus clientes até o topo da montanha.
Do outro lado, Scott Fischer, vivido por Jake Gyllenhaal, lidera a equipe da Mountain Madness, que também tenta alcançar o cume no mesmo período. A convivência entre as equipes, inicialmente marcada por cooperação e respeito, aos poucos é colocada à prova conforme as condições climáticas se deterioram de forma inesperada.
O roteiro constrói essa escalada não apenas como um desafio físico, mas como uma sucessão de decisões que vão se tornando cada vez mais críticas à medida que o tempo e o oxigênio começam a faltar.
Quem são as pessoas por trás da história real retratada no filme?
Além dos líderes das expedições, o filme destaca personagens que ajudam a compor o drama humano da tragédia. Beck Weathers, interpretado por Josh Brolin, é um dos escaladores que enfrenta uma das jornadas mais extremas de sobrevivência da história recente do montanhismo.
Já Doug Hansen, vivido por John Hawkes, representa a determinação de quem busca realizar um sonho antigo, mesmo diante de riscos evidentes. O elenco ainda conta com Sam Worthington como Guy Cotter, Robin Wright como Peach, além de participações marcantes de Keira Knightley, Emily Watson e Michael Kelly, que ajudam a expandir o impacto emocional da história.
Por que o Everest é considerado um dos ambientes mais perigosos do planeta?
Em Evereste, a montanha não é apenas cenário, mas praticamente um personagem central. O filme reforça a ideia de que o Everest impõe suas próprias regras, ignorando experiência, preparo físico e tecnologia.
A narrativa mostra como mudanças bruscas de clima podem transformar uma simples janela de ascensão em uma armadilha mortal. Ventos intensos, temperaturas extremas e falta de oxigênio criam um ambiente onde cada decisão pode significar a diferença entre a vida e a morte.
Esse aspecto é fundamental para entender o impacto da história: não se trata apenas de uma falha humana, mas de uma combinação perigosa entre ambição, natureza e imprevisibilidade.
Como o filme equilibra espetáculo visual e tragédia real?
A direção de Baltasar Kormákur aposta em uma abordagem realista, que busca recriar a sensação de isolamento e perigo constante enfrentada pelos alpinistas. Em vez de transformar a história em um espetáculo exagerado, o longa prefere manter um tom contido, focado na tensão crescente.
O resultado é uma experiência que alterna momentos de contemplação e desespero, mostrando tanto a beleza quanto a brutalidade do ambiente. O uso de efeitos visuais ajuda a reforçar a escala da montanha, mas o foco permanece nas decisões humanas e em suas consequências diretas.
O que torna essa história ainda tão impactante anos depois?
Mesmo lançado em 2015, o longa-metragem continua chamando atenção por sua base em fatos reais e pela forma como aborda o limite entre sonho e risco extremo. A tragédia de 1996 ainda é considerada um dos episódios mais marcantes do montanhismo moderno, e o filme ajuda a contextualizar como pequenos erros podem se acumular em situações de altíssima pressão.
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Na quarta, 27 de maio, a Sessão da Tarde exibe a comédia romântica Voando Para O Amor, uma produção que aposta em situações exageradas e encontros inesperados para falar sobre amor, pressão familiar e escolhas afetivas. O longa foi escrito e dirigido por David E. Talbert e adapta uma história que brinca com a ideia de que o passado amoroso pode virar uma espécie de mapa para o futuro.
No centro da trama está Montana Moore, interpretada por Paula Patton, uma comissária de bordo que já perdeu a conta de quantas vezes foi madrinha em casamentos familiares enquanto continua solteira. Dentro da própria casa, ela se sente deslocada, como se estivesse sempre um passo atrás dos demais. A partir disso, surge uma decisão impulsiva. Em apenas 30 dias, ela decide reencontrar todos os seus ex-namorados na esperança de que algum deles possa virar seu futuro marido.
O amor pode mesmo ser encontrado revisitando antigos relacionamentos?
A ideia de Baggage Claim nasce de uma pergunta simples, mas que rende uma sequência de situações fora do controle. Montana usa suas viagens pelo trabalho como comissária para cruzar diferentes cidades e reencontrar pessoas que marcaram sua vida amorosa.
Cada encontro traz uma mistura de nostalgia, desconforto e surpresa. O que parecia uma solução prática vira uma sequência de situações cada vez mais imprevisíveis, já que nem todos os ex têm a mesma lembrança do relacionamento que ela guarda na memória.
Quem são os ex que voltam para bagunçar ainda mais essa história?
Durante essa jornada, Montana reencontra figuras do passado que ajudam a construir o lado cômico da narrativa. Entre eles está Sam, interpretado por Adam Brody, além de William Wright, vivido por Derek Luke, e Langston Jefferson Battle III, papel de Taye Diggs.
Cada um representa um tipo diferente de relação que ficou para trás, desde histórias mal resolvidas até romances que pareciam perfeitos apenas na lembrança. O filme usa esses reencontros para mostrar como a percepção do passado muda com o tempo e como nem sempre duas pessoas lembram do mesmo relacionamento da mesma forma.
A pressão familiar pode influenciar tanto assim nas escolhas amorosas?
Um dos pontos mais fortes do filme é a forma como retrata a pressão social em torno do casamento. Montana não está apenas tentando encontrar o amor, mas também tentando se encaixar em um padrão familiar que parece já definido há muito tempo.
A mãe dela, Catherine Moore, interpretada por Jenifer Lewis, reforça essa cobrança constante, o que deixa claro que a protagonista vive um conflito entre o que sente e o que esperam dela. O filme usa esse contraste para criar momentos que alternam humor e pequenas doses de emoção, sem perder o tom leve.
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Na quinta, 28 de maio, a emissora traz o drama esportivo sul-coreano Rebound: Uma Nova Chance, uma história baseada em fatos reais que vai muito além das quadras. O filme mostra como um time praticamente abandonado conseguiu se reorganizar e surpreender em uma das competições mais importantes do basquete escolar.
Dirigido por Jang Hang-jun, o longa revisita a trajetória de uma equipe de Busan que, após anos de fracasso, estava prestes a desaparecer. O que parecia o fim vira ponto de partida quando um novo treinador assume a missão de tentar reconstruir tudo do zero, mesmo sem grandes promessas ou recursos.
Como reconstruir um time quando quase ninguém acredita mais nele?
A história ganha forma quando o técnico Kang Yang-hyeon, interpretado por Ahn Jae-hong, chega para assumir uma equipe em colapso. Ele já tinha experiência como parte da comissão técnica da seleção juvenil, mas agora se vê diante de um desafio muito mais duro: recuperar a confiança de jogadores que já não acreditam no próprio potencial.
A situação piora logo no início, quando parte do elenco decide sair, deixando o grupo reduzido a apenas seis jogadores. Em vez de desistir, o treinador escolhe insistir em algo que parece improvável naquele momento: formar uma equipe funcional a partir do que sobrou.
Quem são os jogadores que aceitaram começar quase do zero?
Sem grandes nomes ou estrelas, o time passa a ser formado por jovens que também carregam suas próprias frustrações dentro do esporte. Cheon Ki-beom, vivido por Lee Shin-young, assume a liderança dentro de quadra, tentando manter o grupo unido mesmo quando tudo parece desandar.
Ao lado dele estão Bae Gyoo-hyeok, interpretado por Jeong Jin-woon, Hong Soon-gyu, vivido por Kim Taek, Jung Kang-ho, interpretado por Jung Gun-joo, e Heo Jae-yoon, vivido por Kim Min. Juntos, eles formam um time que, no início, mais parece uma aposta arriscada do que uma equipe competitiva.
O basquete aqui é competição ou aprendizado sobre vida?
Em Rebound, o esporte funciona como pano de fundo para algo maior. O treinador Kang tenta fazer com que os jogadores entendam que o jogo não se vence apenas com talento, mas com disciplina, paciência e principalmente trabalho coletivo.
Aos poucos, o grupo começa a mudar a forma como enxerga cada jogada, cada erro e cada oportunidade perdida. O que antes era desorganização vai sendo substituído por confiança, e o time passa a enxergar valor até nos pequenos avanços.
Como uma história real virou um caso de inspiração nacional?
O filme se baseia na trajetória da Busan Jungang High School durante o campeonato nacional de 2012. Na época, ninguém esperava muito daquela equipe, que já vinha de anos difíceis e estava longe de ser favorita.
Mesmo assim, o grupo conseguiu chegar até a final da competição, enfrentando escolas muito mais estruturadas e tradicionais. A campanha chamou atenção justamente por contrariar todas as expectativas, transformando um time desacreditado em um dos assuntos mais comentados do basquete escolar sul-coreano.
O que torna essa história tão fácil de se conectar?
O impacto de Rebound está na forma como ele trata falhas e limitações sem romantizar demais. Os personagens não começam como vencedores, e isso torna cada pequeno avanço mais significativo. A direção de Jang Hang-jun aposta em uma abordagem mais humana, focada na evolução emocional do grupo, sem transformar a história em algo artificialmente heroico.
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Na sexta, 29 de maio, a Globo encerra a semana com o filme Convenção das Bruxas, repleto de fantasia e terror leve que adapta o clássico livro de Roald Dahl. A nova versão foi dirigida por Robert Zemeckis, que também assina o roteiro ao lado de Guillermo del Toro e Kenya Barris, trazendo uma leitura atualizada da história já conhecida pelo público.
O longa acompanha um menino que, após perder os pais em um acidente, passa a viver com a avó em uma pequena cidade. O que parecia ser uma fase de adaptação tranquila acaba se transformando em algo muito maior quando ele descobre, quase por acaso, a existência de bruxas que vivem disfarçadas entre os humanos.
Como um hotel de luxo pode esconder o maior encontro de bruxas do mundo?
A história de Convenção das Bruxas ganha força quando a avó decide levar o neto para um hotel sofisticado, acreditando que ali ele estaria mais seguro. A lógica é simples: as bruxas não costumam se interessar por crianças ricas ou ambientes de luxo.
O que ninguém esperava é que justamente naquele local aconteceria uma convenção secreta liderada pela chamada Grande Bruxa, interpretada por Anne Hathaway. O evento, disfarçado de encontro “contra a crueldade com crianças”, revela rapidamente suas verdadeiras intenções, colocando o menino em uma situação perigosa e completamente fora do controle.
Quem são os personagens que tentam sobreviver a esse caos mágico?
No centro da história está a relação entre o menino, vivido por Jahzir Kadeem Bruno, e sua avó, interpretada por Octavia Spencer. É ela quem percebe primeiro que algo estranho está acontecendo e tenta proteger o neto antes que seja tarde demais.
O elenco ainda conta com Stanley Tucci como o Sr. Stringer, além da participação de Chris Rock como narrador da história, trazendo um tom mais moderno e bem-humorado à narrativa. Também aparece Codie-Lei Eastick como Bruno Jenkins, personagem que ajuda a intensificar o conflito entre as crianças e as bruxas.
O filme é mais assustador ou mais divertido?
Apesar de lidar com elementos de transformação, magia e ameaças contra crianças, o longa-metragem não aposta no terror pesado. A proposta é equilibrar o clima sombrio com momentos de humor e fantasia, criando uma experiência que pode ser assistida por diferentes públicos.
A direção de Robert Zemeckis busca transformar a história em algo visualmente marcante, com personagens exagerados, cenários estilizados e uma atmosfera que oscila entre o divertido e o inquietante.
Por que essa nova versão chamou atenção ao ser lançada?
Quando foi anunciado, o projeto chamou interesse por reunir nomes fortes por trás das câmeras. Além de Zemeckis na direção, o envolvimento de Guillermo del Toro na produção ajudou a reforçar a expectativa de uma adaptação mais fiel ao espírito do livro original de Roald Dahl.
Outro ponto que chamou atenção foi a mudança de ambientação. Em vez da Inglaterra da versão literária, a história foi transportada para os Estados Unidos, em um contexto mais contemporâneo, com foco em questões de identidade e adaptação do público atual.
O que torna essa história ainda tão popular?
Mesmo sendo uma nova versão de uma obra já conhecida, o filme continua despertando curiosidade por misturar fantasia e aventura em uma narrativa simples de acompanhar. A ideia de crianças enfrentando bruxas disfarçadas em um ambiente cotidiano mantém o apelo clássico das histórias de Roald Dahl.
Além disso, o contraste entre o mundo infantil e o universo sombrio das bruxas ajuda a construir um clima que é ao mesmo tempo divertido e levemente assustador, algo que sempre funcionou bem em adaptações do autor.
Alma Gêmeaé uma série que tenta equilibrar dois caminhos narrativos bem diferentes: de um lado, um drama romântico atravessado por descobertas pessoais e afetivas; do outro, um retrato duro de preconceitos sociais que aparecem de forma constante, quase como uma sombra que acompanha os personagens. O resultado é uma obra que oscila entre momentos sensíveis e outros em que o excesso de temas parece competir pela atenção do espectador.
A história acompanha Ryu Narutaki, um jovem japonês em conflito com sua própria identidade e suas emoções, e Johan Hwang, um boxeador coreano marcado por contradições internas e uma postura mais fechada diante do mundo. O primeiro encontro entre os dois já estabelece o tom curioso da série: um erro de lugar em uma igreja, uma confissão involuntária e um tipo de situação que mistura humor constrangedor com vulnerabilidade emocional. Esse início, apesar de simples, funciona bem como gatilho narrativo, porque coloca os protagonistas em uma posição de exposição total, sem defesa.
O problema é que a série parece ter consciência demais do impacto dessas cenas e, em alguns momentos, força a mão para transformar situações naturais em eventos quase simbólicos. A ideia de usar o confessionário como ponto de virada é interessante, mas o roteiro insiste em reforçar esse simbolismo de forma repetitiva, o que tira um pouco da espontaneidade.
Outro ponto importante é como a narrativa trata a sexualidade dos personagens. A série tenta abordar a descoberta e aceitação do amor entre dois homens com sensibilidade, mas ao mesmo tempo insere conflitos externos pesados, como homofobia e xenofobia, de maneira constante e quase acumulativa. Em vez de permitir que esses temas respirem dentro da história, o roteiro às vezes os empilha, criando a sensação de que os personagens estão sempre sob ataque, sem espaço para leveza ou pausa emocional.
Ainda assim, há méritos claros na construção da relação entre Ryu e Johan. O desenvolvimento do vínculo entre eles não acontece de forma apressada. Após o primeiro encontro, a narrativa os afasta e os reconecta em diferentes circunstâncias, incluindo um evento em um ringue de luta, onde Johan enfrenta um adversário americano e toma uma decisão controversa ao perder intencionalmente. Essa escolha narrativa abre espaço para discussões interessantes sobre identidade, pressão e sacrifício, embora a série não explore completamente as consequências emocionais desse ato.
O que poderia ser apenas um romance direto se transforma em uma história espalhada por diferentes cidades e fases da vida dos personagens. Berlim, Seul e Tóquio não são apenas cenários decorativos, mas também funcionam como espelhos das transformações internas de Ryu e Johan ao longo de uma década. Esse recorte temporal é um dos elementos mais fortes da série, pois mostra como sentimentos podem resistir ao tempo e às mudanças de contexto.
Outro aspecto positivo está nas personagens secundárias, especialmente a amiga de Ryu e a irmã de Johan. A relação entre elas surge de forma espontânea e traz uma leveza que contrasta com o peso emocional dos protagonistas. Essa amizade funciona quase como uma válvula de escape narrativa, permitindo momentos mais humanos e menos tensionados, algo que a série precisava explorar com mais frequência.
Por outro lado, o roteiro nem sempre sabe dosar suas ambições. Em alguns episódios, a trama parece mais preocupada em abordar grandes temas sociais do que em desenvolver de forma profunda as emoções individuais dos protagonistas. Isso gera uma sensação de fragmentação: há boas ideias, mas nem todas recebem o tempo necessário para amadurecer.
A atuação dos protagonistas sustenta boa parte do impacto emocional da série. Ryu é construído como alguém mais sensível e introspectivo, enquanto Johan carrega uma rigidez externa que aos poucos vai se quebrando. A dinâmica entre os dois funciona justamente porque existe contraste, mas também uma curiosidade mútua que cresce com o tempo.
A nova prévia de Spider-Noir foi divulgada e coloca o foco em sequências intensas envolvendo Nicolas Cage e Brendan Gleeson, reforçando o tom de investigação que guia a série. O material divulgado destaca um segundo episódio carregado de tensão, com diálogos mais densos e situações que apontam para um enredo centrado em mistério e conflitos pessoais.
O vídeo não aposta em grandes cenas de ação, mas sim em momentos mais fechados, com personagens lidando com segredos e decisões que parecem pesar diretamente no rumo da história. A ambientação urbana dos anos 1930 aparece como parte ativa da narrativa, influenciando a forma como os acontecimentos se desenrolam.
Quem é o Homem-Aranha Noir interpretado por Nicolas Cage?
No centro da produção está Nicolas Cage como o Homem-Aranha Noir, uma variação alternativa do herói da Marvel Comics. Essa não é a primeira vez que o ator interpreta o personagem, já que ele deu voz à versão animada em Homem-Aranha no Aranhaverso (2018) e em Através do Aranhaverso (2023), reforçando uma continuidade interessante dentro do multiverso.
Na série live-action, essa versão do personagem é apresentada como um investigador particular envelhecido, vivendo em Nova York durante a década de 1930. Ele carrega o peso de ter atuado como um vigilante em um passado distante, quando foi a única figura mascarada atuando contra o crime na cidade.
Agora, longe do auge de sua atuação como herói, ele tenta sobreviver em meio a investigações particulares, enquanto se depara com situações que o obrigam a revisitar escolhas antigas e consequências que ainda não ficaram para trás.
Qual é a importância de Brendan Gleeson na história?
Brendan Gleeson surge no novo clipe em cenas de forte tensão ao lado de Nicolas Cage, indicando que seu personagem terá papel relevante dentro da trama investigativa. Embora detalhes mais específicos ainda estejam sendo mantidos em segredo, sua presença sugere uma figura diretamente envolvida nos casos que o protagonista precisa resolver.
As interações entre os dois indicam uma relação marcada por confrontos verbais e interesses conflitantes, algo típico de narrativas policiais mais tradicionais. Em vez de uma divisão clara entre herói e vilão, a série parece trabalhar com personagens ambíguos, onde cada conversa pode revelar novas camadas da história.
Como Spider-Noir se encaixa no universo do Homem-Aranha?
Spider-Noir faz parte da expansão das produções derivadas do universo do Homem-Aranha, desenvolvidas pela Sony Pictures Television em parceria com Lord Miller Productions e Pascal Pictures. A série adapta uma das versões alternativas mais conhecidas do personagem nos quadrinhos da Marvel, agora em formato live-action pela primeira vez.
Essa abordagem amplia o alcance da franquia ao explorar realidades diferentes do herói, sem depender diretamente das versões mais recentes do cinema. Aqui, o foco sai das aventuras convencionais e passa para uma narrativa mais centrada em investigação, corrupção e disputas dentro de uma cidade marcada por violência e segredos.
Quando a série será lançada e onde será exibida?
A estreia da série está prevista para o dia 27 de maio, com lançamento inicial nos Estados Unidos pelo canal MGM+. Depois disso, a série será disponibilizada globalmente no catálogo do Prime Video.
A temporada contará com oito episódios e terá uma proposta visual diferenciada, sendo exibida tanto em preto e branco quanto em versão colorida. Essa escolha reforça a ligação com o estilo noir clássico, mas também oferece uma alternativa moderna para quem preferir uma leitura mais atual da história.
Que tipo de narrativa a série pretende construir?
A produção aposta em uma abordagem mais contida e focada na construção de personagens, com forte presença de investigação e conflitos internos. A Nova York dos anos 1930 não funciona apenas como cenário, mas como parte essencial da narrativa, influenciando diretamente o comportamento dos personagens e o rumo dos acontecimentos.
Com direção de Oren Uziel e Steve Lightfoot, a série busca equilibrar elementos de suspense, drama e ação pontual, evitando depender exclusivamente de grandes sequências de combate. A ideia é explorar uma versão do Homem-Aranha que já não está em sua fase heroica tradicional, mas sim lidando com consequências acumuladas ao longo dos anos.
As primeiras impressões de Mestres do Universo começaram a surgir e, ao que tudo indica, a viagem de volta a Eternia chega com boa recepção inicial. Quem já assistiu ao filme comenta principalmente a energia das cenas de ação, com combates que chamam atenção pela coreografia e pela forma como aproveitam o lado mais fantasioso desse universo.
Outro ponto que aparece com frequência é o visual. Eternia foi descrita como um mundo bem colorido, cheio de identidade própria e com uma estética que aposta sem medo no exagero visual. Além disso, o longa parece se apoiar bastante nas referências ao material clássico, o que reforça a conexão com a franquia original sem depender só da nostalgia.
O que mais chamou atenção nas primeiras reações?
Um dos aspectos mais comentados é o tom adotado pelo diretor Travis Knight. Em vez de seguir por um caminho mais sombrio ou excessivamente sério, o filme aposta em uma pegada mais leve, quase de aventura clássica, equilibrando humor, ação e fantasia de forma mais solta.
No elenco, Nicholas Galitzine aparece como um Príncipe Adam que cresce ao longo da história, com comentários destacando sua evolução até se tornar He-Man. Já Jared Leto, no papel de Esqueleto, tem sido citado como um dos grandes destaques, com uma performance que chama atenção sempre que o personagem entra em cena.
Outro nome que acabou ganhando espaço nas primeiras reações é o de Camila Mendes. Mesmo sem ser o foco principal da história, a atriz é lembrada por entregar presença forte em seus momentos no filme, conseguindo se destacar em meio ao elenco mais amplo.
Como essa nova versão saiu do papel?
A trajetória até chegar a essa adaptação foi longa e cheia de mudanças. Depois do fim das tentativas de sequência do filme de 1987, o projeto passou anos em desenvolvimento, trocando de estúdio, direção e até de elenco principal ao longo do caminho.
Em um dos momentos mais recentes, a produção chegou a ficar sob controle da Netflix, antes de migrar para a Amazon MGM Studios, que reorganizou a proposta e definiu o formato atual do longa. Foi nessa fase que o projeto ganhou uma nova direção criativa, agora mais focada em aventura e fantasia assumida.
Nesse processo, Travis Knight assumiu a direção e ajudou a dar um tom mais leve e visualmente marcante para a produção, enquanto o roteiro ficou nas mãos de Chris Butler, Aaron e Adam Nee, além de Dave Callaham.
Qual é o ponto de partida da história em Eternia?
Na trama, o Príncipe Adam retorna a Eternia após anos distante e encontra o planeta completamente transformado pelo domínio de Esqueleto. A partir desse retorno, ele precisa encarar não só a ameaça externa, mas também o próprio destino, assumindo de vez a identidade de He-Man.
Para isso, ele conta com a ajuda de aliados como Teela e Mentor, em uma jornada que mistura ação, magia e a clássica luta pelo equilíbrio do universo. A história trabalha essa ideia de crescimento pessoal junto com o peso de salvar um mundo inteiro.
Quando chega aos cinemas?
Mestres do Universo tem estreia marcada para o dia 4 de maio nos cinemas brasileiros.
A sérieTerra da Máfia, produção original do Paramount+, passou por uma mudança importante que pode mexer bastante com seus próximos capítulos. O ator Tom Hardy, um dos nomes centrais da trama, não deve voltar caso a produção siga para uma terceira temporada. A notícia acabou pegando muita gente de surpresa, já que ele é um dos pilares da história desde o início. As informações são do The Hollywood Reporter.
De acordo com informações divulgadas pelo site Puck, a saída teria acontecido depois de problemas nos bastidores, envolvendo atrasos frequentes nas gravações e também diferenças criativas entre o ator e parte da equipe. Apesar da repercussão, nem o estúdio nem o ator se pronunciaram oficialmente sobre os detalhes dessa decisão.
O que é Terra da Máfia e por que ela chamou atenção?
Criada por Ronan Bennett, a série é um drama policial britânico que mergulha no universo do crime organizado em Londres, misturando disputas familiares, poder e sobrevivência em um cenário bem instável. A história acompanha uma família que tenta manter o controle de seus negócios enquanto enfrenta ameaças internas e externas o tempo todo.
No centro de tudo está Harry Da Souza, interpretado por Hardy, um operador estratégico que resolve problemas delicados dentro da família Harrigan. Ele atua diretamente sob as ordens de Conrad Harrigan e Maeve Harrigan, vividos por Pierce Brosnan e Helen Mirren, líderes de uma organização criminosa que funciona quase como uma dinastia.
Como foi a primeira temporada da série?
A temporada de estreia, lançada em março de 2025, rapidamente ganhou espaço dentro do catálogo do Paramount+ ao apresentar uma narrativa cheia de tensão e reviravoltas. A história mostra o confronto crescente entre os Harrigan e outras famílias criminosas, com destaque para os Stevenson, que ameaçam diretamente o domínio do grupo em Londres.
Ao longo dos episódios, Harry se vê cada vez mais envolvido em situações que exigem decisões difíceis, tentando evitar que pequenos conflitos evoluam para uma guerra aberta entre gangues. O personagem funciona como uma espécie de “resolvedor de problemas”, mas isso acaba cobrando um preço alto conforme a violência e as traições se acumulam.
A temporada também constrói uma rede complexa de personagens secundários, cada um com seus próprios interesses e conflitos, o que aumenta ainda mais a sensação de instabilidade dentro do universo da série.
Por que a saída de Tom muda tanto a série?
A possível saída de Tom mexe diretamente com o coração da série, já que o personagem dele não é só um protagonista, mas o ponto de conexão entre praticamente todas as tramas principais. Ele funciona como o equilíbrio entre o caos das ruas e as decisões estratégicas da família.
Sem ele, a produção pode acabar precisando reorganizar toda a narrativa, seja colocando outros personagens em destaque ou até mudando o foco da história para novos conflitos dentro da família Harrigan. Isso naturalmente abre espaço para uma virada criativa importante — ou até para uma mudança de rumo mais drástica.
Por enquanto, não existe nenhuma confirmação oficial sobre como o estúdio pretende lidar com essa ausência caso a terceira temporada realmente aconteça.
O que pode acontecer com Terra da Máfia daqui pra frente?
Mesmo com essa reviravolta, a série continua sendo uma das produções mais fortes do catálogo do Paramount+. A segunda temporada já está garantida, o que mantém a história em andamento pelo menos no curto prazo.
Agora, o grande ponto de interrogação é como a série vai se adaptar caso perca seu personagem principal. Em histórias de crime organizado, mudanças assim costumam impactar profundamente o ritmo e a estrutura narrativa, podendo levar tanto a uma reinvenção completa quanto a um possível encerramento antecipado da trama central.
O universo de The Boys ganhou uma nova peça importante nesta semana. Pouco depois do encerramento da série principal, o Prime Video divulgou o primeiro trailer de Vought Rising, prelúdio que volta no tempo para mostrar como tudo começou dentro da corporação Vought e como os primeiros super-humanos foram criados ainda na década de 1950.
A prévia já deixa claro que não se trata apenas de um derivado nostálgico. O clima é mais político, mais sujo e até mais investigativo, focando em intrigas internas, experimentos secretos e um mistério envolvendo assassinatos que ameaça expor os bastidores da criação dos supers. É um olhar direto para o período em que a Vought ainda estava moldando sua influência e testando os limites do que significava “fabricar heróis”.
Em Vought Rising, o público é levado para os primeiros passos da corporação que mais tarde dominaria o mundo de The Boys. Em vez de celebridades superpoderosas e eventos midiáticos, o foco aqui é a construção desse sistema, ainda cru e experimental, onde ciência, política e ambição militar caminham lado a lado.
No centro dessa fase inicial está Soldier Boy, vivido por Jensen Ackles, apresentado como peça fundamental na criação dos primeiros supers. O trailer sugere que ele lidera uma geração inicial de experimentos que ainda não têm o controle e a “imagem pública” que caracterizam os heróis da Vought no futuro.
Ao lado dele aparece Aya Cash, retornando ao universo como uma versão anterior de Stormfront, aqui chamada Clara Vought. A personagem surge como uma figura estratégica dentro da empresa, envolvida diretamente nas decisões que vão moldar o futuro da organização.
Quem está no elenco da série?
Além dos nomes já conhecidos, o elenco do spin-off traz novos personagens que ajudam a expandir esse período inicial do universo. Entre eles estão Elizabeth Posey (Euphoria e Panic) como Private Angel, Will Hochman (Blue Bloods e Let Him Go) como Torpedo e Mason Dye (Stranger Things e Teen Wolf) interpretando Bombástico. O time também conta com Brian J. Smith (Sense8 e Stargate Universe), KiKi Layne (The Old Guard e Se a Rua Beale Falasse), Jorden Myrie (Industry e The Diplomat) e Nicolò Pasetti (The Last Kingdom e Uncharted).
Como será a história de Vought Rising?
Diferente de The Boys, que já mostra um mundo saturado por super-heróis corruptos e celebridades fora de controle, o prelúdio volta para um momento em que tudo ainda estava sendo construído. A série se passa nos anos 1950 e acompanha a Vought em sua fase mais experimental, quando a ideia de criar supers ainda era tratada como projeto científico e militar ao mesmo tempo.
Nesse cenário, um mistério envolvendo assassinatos começa a abalar os bastidores da empresa, levantando suspeitas sobre os próprios experimentos que deram origem aos primeiros supers. A narrativa deve explorar como a Vought transformou esses testes em um império global e como figuras como Soldier Boy e Stormfront foram moldadas dentro desse sistema.
Quem está por trás da produção?
O projeto foi anunciado durante a San Diego Comic-Con de 2024 e rapidamente entrou no radar dos fãs da franquia. A série é desenvolvida por Eric Kripke, que também lidera o universo televisivo original, ao lado de produtores como Seth Rogen e Evan Goldberg.
O comando direto fica com o showrunner Paul Grellong, que também atua como produtor executivo e já comentou sobre a possibilidade de futuras temporadas, indicando que o prelúdio pode ter um arco mais longo dentro da franquia.
Quando estreia no Prime Video?
Com produção envolvida entre Amazon MGM Studios e Sony Pictures Television, a série já está confirmada como uma expansão importante do universo de The Boys. A estreia está prevista para 2027 no Prime Video, mantendo viva a franquia mesmo após o fim da série principal.
A Paris Filmes revelou novas imagens de Segredo Obscuro, suspense estrelado por Elisabeth Moss e Kate Hudson que chega aos cinemas brasileiros em 18 de junho. E pelas primeiras prévias, o filme parece caminhar por um terror muito mais desconfortável do que explosivo, explorando a obsessão pela juventude e o lado doentio da indústria da aparência.
As imagens divulgadas mostram ambientes sofisticados, rostos impecáveis e uma trama elegante quase artificial. Mas por trás do visual luxuoso existe algo claramente errado. A sensação transmitida pelo material é a de um universo bonito demais para ser confiável, como se tudo escondesse uma ameaça silenciosa prestes a sair do controle.
O que acontece na história?
No centro da trama está Samantha Lake, personagem de Moss, uma atriz que começa a sentir o peso de uma carreira em decadência em um meio que descarta pessoas tão rápido quanto cria novas estrelas. Em busca de uma oportunidade para recuperar espaço, ela acaba sendo atraída para o círculo exclusivo de Zoe Shannon, interpretada por Hudson, uma empresária influente do ramo de saúde e estética que comanda a misteriosa empresa Shell.
A princípio, Zoe vende a imagem perfeita de sucesso, autocuidado e transformação pessoal. Só que a situação muda quando pessoas ligadas à empresa começam a desaparecer sem qualquer explicação. Entre elas está Chloe Benson, personagem de Kaia Gerber (Bottoms e American Horror Stories), uma jovem celebridade cercada por fama e exposição.
Quanto mais Samantha tenta entender o que está acontecendo dentro da Shell, mais ela percebe que existe algo profundamente perturbador escondido sob aquela fachada impecável. O suspense cresce justamente nessa sensação constante de que ninguém naquele universo está realmente dizendo a verdade.
Quem está por trás do thriller psicológico?
Além de Moss, Hudson e Gerber, o elenco também traz Dustin Milligan (Schitt’s Creek e Dirk Gently’s Holistic Detective Agency). A direção é de Max Minghella, que deixa de lado o clima musical e colorido de Teen Spirit para mergulhar em uma narrativa muito mais inquietante e claustrofóbica.
O roteiro foi escrito por Jack Stanley e parece usar elementos de horror psicológico para discutir temas bastante atuais, principalmente a pressão estética e a forma como fama e aparência podem consumir completamente a identidade das pessoas.
Por que o filme já vem chamando atenção?
Parte da curiosidade em torno de Segredo Obscuro nasce justamente da combinação entre terror e crítica social. O longa parece seguir uma linha de suspense que prefere causar incômodo através da trama e da tensão emocional, em vez de depender apenas de sustos tradicionais.
Também existe interesse pelo fato de Kate Hudson aparecer em um papel muito diferente daqueles que marcaram sua carreira nos anos 2000. Aqui, a atriz surge em uma figura fria, calculista e quase hipnótica, comandando um império de beleza que aparenta esconder algo monstruoso.
Já Elisabeth Moss continua consolidando sua presença em histórias psicológicas intensas. Depois de trabalhos como O Homem Invisível e O Conto da Aia, a atriz volta a interpretar uma personagem emocionalmente desgastada, cercada por paranoia e situações cada vez mais sufocantes.
A rede de cinemas AMC revelou oficialmente a duração de A Odisseia, novo projeto de Christopher Nolan, e o número já chamou atenção imediatamente entre os fãs do diretor. O longa terá 2 horas e 52 minutos de duração, ficando atrás apenas de Oppenheimer na lista dos maiores filmes da carreira do cineasta britânico.
O tempo extenso reforça a dimensão da produção, que já vinha sendo tratada como uma das obras mais ambiciosas de Nolan até hoje. Desde o anúncio oficial, o projeto carrega uma sensação de grandiosidade pouco comum até mesmo dentro da filmografia do diretor, conhecido justamente por criar experiências cinematográficas enormes, densas e visualmente impactantes.
O que a longa duração revela sobre o filme?
A duração próxima de três horas indica que A Odisseia deve apostar em uma narrativa ampla e detalhada, acompanhando a longa jornada de Odisseu após o fim da Guerra de Troia. Interpretado por Matt Damon, o lendário rei de Ítaca enfrenta uma travessia marcada por criaturas míticas, conflitos sobrenaturais e desafios psicológicos enquanto tenta retornar para casa.
Ao longo da história, o personagem encontra figuras clássicas da mitologia, incluindo o Ciclope Polifemo, as sereias e a poderosa Circe, personagem vivida por Charlize Theron. Paralelamente, Penélope, interpretada por Anne Hathaway, aguarda o retorno do marido em Ítaca, elemento que promete funcionar como o principal eixo emocional do longa.
Quem faz parte do elenco?
Além de Matt Damon no papel principal, o filme reúne alguns dos atores mais populares de Hollywood atualmente. Tom Holland (Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa e Uncharted) interpreta Telêmaco, filho de Odisseu, enquanto Zendaya (Duna e Rivais) assume o papel da deusa Atena.
O elenco ainda inclui Robert Pattinson (Batman e Tenet) como Antínoo e Jon Bernthal (O Justiceiro e The Walking Dead) no papel de Menelau. Outros nomes confirmados na produção são Lupita Nyong’o (Pantera Negra e Um Lugar Silencioso: Dia Um), Benny Safdie (Oppenheimer e Joias Brutas), John Leguizamo (John Wick e Encanto), Elliot Page (A Origem e The Umbrella Academy) e Himesh Patel (Yesterday e Tenet).
Por que esse projeto virou o mais caro da carreira de Nolan?
Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, A Odisseia se tornou oficialmente o filme mais caro já dirigido por Christopher Nolan. Parte desse valor foi destinada às gravações realizadas em diferentes partes do mundo, incluindo Grécia, Marrocos, Escócia, Islândia e Itália.
A ideia do diretor parece ter sido criar uma sensação real de deslocamento e aventura, usando cenários naturais para ampliar a escala da viagem de Odisseu. Além disso, o longa marca a primeira produção da carreira de Nolan filmada inteiramente com câmeras IMAX 70 mm.
O cineasta já demonstrava preferência pelo formato em trabalhos anteriores, mas agora decidiu levar a proposta ainda mais longe, transformando o filme em uma experiência claramente pensada para as maiores telas possíveis.
Como nasceu a adaptação de A Odisseia?
Após o sucesso gigantesco de Oppenheimer e a conquista do Oscar de Melhor Diretor, Nolan começou a desenvolver discretamente seu próximo projeto na Universal Pictures. Durante meses, o longa ficou cercado de rumores e teorias envolvendo possíveis histórias sobre vampiros, espionagem e até adaptações de séries clássicas.
A confirmação oficial só aconteceu no fim de 2024, quando a Universal revelou que o diretor adaptaria A Odisseia, poema atribuído a Homero e considerado uma das obras mais importantes da literatura ocidental.
A escolha surpreendeu parte do público justamente porque marca a primeira vez que Nolan mergulha diretamente em uma fantasia mitológica. Ainda assim, o cineasta já comentou em entrevistas antigas que cresceu fascinado por histórias inspiradas na mitologia grega e pelos filmes clássicos de aventura com criaturas gigantes e efeitos práticos.
Quando estreia?
Depois de meses cercados por mistério, especulações e rumores sobre a produção, A Odisseia já tem estreia confirmada nos cinemas brasileiros para 16 de julho de 2026.