Temperatura Máxima exibe 65: Ameaça Pré-Histórica neste domingo (24/05) com Adam Driver enfrentando dinossauros na Terra do passado

Foto: Reprodução/ Internet

A TV Globo exibe neste domingo, 24 de maio, na Temperatura Máxima, o longa 65: Ameaça Pré-Histórica, produção de ficção científica estrelada por Adam Driver (Star Wars, Ferrari) e Ariana Greenblatt (Barbie, Ahsoka).

A trama acompanha Mills, um piloto espacial encarregado do transporte de passageiros em viagens interplanetárias. Durante o trajeto, a nave sofre uma colisão com asteroides e acaba caindo em um planeta desconhecido. Depois do acidente, Mills descobre que quase todos os passageiros morreram e que apenas uma garota chamada Koa sobreviveu à queda. As informações são do AdoroCinema.

Enquanto tentam encontrar uma forma de escapar do local, os dois descobrem que não estão em um planeta alienígena, mas sim na Terra de 65 milhões de anos atrás. Cercados por dinossauros e criaturas pré-históricas, eles precisam atravessar regiões perigosas enquanto o planeta se aproxima de um evento catastrófico.

O longa transforma a jornada dos personagens em uma corrida constante pela sobrevivência. Além das ameaças naturais, Mills ainda enfrenta os danos causados pelo acidente e a dificuldade de se comunicar com Koa, já que os dois falam idiomas diferentes.

Além de Adam Driver e Ariana Greenblatt nos papéis centrais, o elenco também reúne Chloe Coleman (Avatar: O Caminho da Água, Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes) e Nika King (Euphoria, Greenleaf).

Quem dirigiu o filme?

O longa-metragem foi escrito e dirigido por Scott Beck e Bryan Woods, roteiristas de A Quiet Place. A dupla desenvolveu a produção apostando em uma narrativa mais enxuta, centrada na tensão da sobrevivência e em perseguições constantes.

Lançado nos cinemas em 2023 pela Columbia Pictures, o longa utiliza o contraste entre tecnologia futurista e ambiente pré-histórico como um dos principais elementos visuais da história. Armas avançadas, equipamentos espaciais e naves aparecem em meio a florestas densas dominadas por dinossauros.

O que diferencia o longa de outros filmes com dinossauros?

Ao contrário de produções focadas em aventura e exploração científica, 65: Ameaça Pré-Histórica trabalha uma estrutura mais voltada à sobrevivência. O filme acompanha um número reduzido de personagens e mantém a narrativa concentrada na travessia de ambientes perigosos enquanto criaturas gigantes perseguem os protagonistas.

A produção também evita construir uma história excessivamente complexa. O roteiro trabalha a ameaça imediata dos dinossauros e a urgência de escapar do planeta antes que um desastre natural atinja a região onde Mills e Koa estão presos.

Onde assistir ao filme além da TV aberta?

Além da exibição na Temperatura Máxima, 65 também está disponível no catálogo da Netflix para assinantes. Quem preferir assistir sob demanda ainda encontra o longa para aluguel digital no Prime Video, com valores a partir de R$ 11,90.

Shrek 6? Comentário de Dana Carvey indica que DreamWorks já pensa em novo filme da franquia

Foto: Reprodução/ Internet

Uma fala rápida de Dana Carvey durante o podcast Fly on the Wall, apresentado ao lado de David Spade, acabou levantando uma discussão que a DreamWorks Animation ainda não confirmou oficialmente: a possibilidade de um sexto filme já estar sendo desenvolvido enquanto Shrek 5 segue em produção. As informações são do Omelete.

Carvey comentou sobre a continuidade da franquia de maneira breve, sem apresentar detalhes concretos sobre elenco, cronograma ou história. Ainda assim, a declaração chamou atenção porque acontece justamente em um momento de reorganização importante da marca Shrek dentro da Universal. O estúdio passou anos evitando movimentações maiores envolvendo a saga principal e agora trabalha no primeiro longa inédito da franquia desde 2010.

A possibilidade de um sexto filme sendo discutido internamente também acompanha uma prática comum dos grandes estúdios de Hollywood. Franquias desse tamanho costumam ter planejamentos de longo prazo definidos antes mesmo da estreia do capítulo anterior. Isso permite que a produtora organize contratos de elenco, derivados, produtos licenciados e possíveis spin-offs sem precisar interromper o calendário entre um lançamento e outro.

No caso de Shrek, existe ainda um fator comercial importante. O desempenho de Puss in Boots: The Last Wish mostrou que o interesse pelo universo criado pela DreamWorks continua forte mais de vinte anos após o lançamento do primeiro filme. O derivado do Gato de Botas arrecadou mais de US$ 480 milhões mundialmente e recebeu uma das melhores recepções críticas da história recente do estúdio.

Quandoo quinto filme estreia nos cinemas?

A quinta animação chega aos cinemas em 30 de junho de 2027. O longa representa o retorno da franquia principal após 17 anos desde Shrek Forever After, produção que havia sido divulgada originalmente como o encerramento definitivo da história do personagem.

A direção do novo filme ficará nas mãos de Walt Dohrn, profissional que acompanha a franquia desde os filmes anteriores e participou da construção criativa de vários personagens do universo Shrek. A codireção será de Brad Ableson, enquanto o roteiro foi escrito por Michael McCullers.

A produção também aproxima oficialmente a franquia do modelo atual da Universal para suas grandes animações. Desde a compra da DreamWorks Animation pela NBCUniversal em 2016, o estúdio passou a reorganizar suas propriedades mais conhecidas buscando franquias com maior permanência nos cinemas, streaming e parques temáticos.

Quem retorna no elenco do novo filme?

A nova produção traz de volta os principais nomes responsáveis pela identidade da franquia. Mike Myers retorna como Shrek, enquanto Eddie Murphy reprisa o papel de Burro e Cameron Diaz volta a interpretar Fiona.

O quinto filme também introduz personagens ligados diretamente à nova geração da família do protagonista. Zendaya foi confirmada no elenco ao lado de Skyler Gisondo e Marcello Hernández, que interpretarão os filhos de Shrek e Fiona.

Como o primeiro filme mudou a animação dos anos 2000?

Quando o longa-metragem chegou aos cinemas em 2001, a indústria de animação digital seguia muito associada ao modelo estabelecido pela Pixar e pelas animações clássicas da Disney. O longa da DreamWorks apareceu propondo exatamente o contrário.

Dirigido por Andrew Adamson e Vicky Jenson, o filme utilizava humor ácido, referências à cultura pop e piadas que ironizavam diretamente os contos de fadas tradicionais. O roteiro também trabalhava personagens imperfeitos, distantes da imagem clássica de heróis idealizados que dominavam as animações familiares naquele período.

Além da bilheteria de mais de US$ 480 milhões mundialmente, Shrek se tornou o primeiro vencedor da categoria de Melhor Filme de Animação no Oscar. O impacto comercial do longa ajudou a consolidar a DreamWorks como concorrente direta da Pixar dentro do mercado de animação computadorizada.

A influência do filme também aparece na estrutura de várias animações lançadas nos anos seguintes. O uso intenso de músicas populares, humor metalinguístico e piadas voltadas simultaneamente para crianças e adultos virou uma fórmula reproduzida por diversos estúdios ao longo dos anos 2000.

Por que a produção original enfrentou tantos problemas?

Antes de chegar à versão conhecida pelo público, o filme passou por mudanças profundas durante sua produção. O projeto começou ainda no início dos anos 1990, quando Steven Spielberg adquiriu os direitos do livro de William Steig com a intenção de produzir uma animação tradicional.

A ideia inicial era muito diferente do resultado final. O filme chegou a passar por versões com outro estilo visual e até outra abordagem narrativa antes de ser reformulado dentro da DreamWorks.

O maior impacto nos bastidores aconteceu após a morte de Chris Farley em 1997. O ator havia gravado grande parte das falas originais de Shrek, obrigando o estúdio a reconstruir o personagem praticamente do zero.

Com a entrada de Mike Myers, o personagem passou por uma transformação completa. O ator decidiu regravar todas as falas utilizando um sotaque escocês, alteração que redefiniu a personalidade do ogro e influenciou diretamente o tom de humor da franquia.

Primeiro as Damas | Comédia satírica com Sacha Baron Cohen inverte o jogo de poder em mundo dominado por mulheres

Foto: Reprodução/ Internet

A nova produção da Netflix, Primeiro as Damas, chega ao catálogo com uma proposta de comédia satírica que usa a inversão de realidade como motor central da narrativa. A história acompanha Damien Sachs, interpretado por Sacha Baron Cohen, um executivo de publicidade que construiu sua carreira baseado em influência, status e uma postura constantemente autoritária dentro do ambiente corporativo.

No início da trama, Damien vive uma rotina marcada por privilégios e decisões que raramente são contestadas. Prestes a assumir o cargo de CEO em uma grande agência, ele parece estar no auge da carreira. Esse cenário muda de forma brusca quando ele desperta em um universo paralelo em que as estruturas sociais foram reorganizadas e as mulheres ocupam as posições de maior poder.

A partir dessa virada, Damien perde o espaço que ocupava com naturalidade e passa a circular por um ambiente em que sua presença deixa de ser central. O que antes funcionava como rotina passa a exigir adaptação constante em uma realidade que não responde mais às regras que ele conhecia.

Quem é Damien Sachs e como ele reage ao novo cenário?

Damien Sachs surge como um executivo confiante, mas também marcado por atitudes arrogantes e uma visão limitada sobre relações de poder. Interpretado por Sacha Baron Cohen, o personagem representa alguém acostumado a ser ouvido sem contestação dentro do próprio ambiente de trabalho.

Quando passa a viver em um mundo onde essa estrutura se inverte, Damien enfrenta uma sequência de situações em que perde autoridade e passa a ser questionado em diferentes níveis. O personagem precisa lidar com o desconforto de não ter mais controle sobre decisões profissionais e também com a sensação de ser colocado em posições que antes ignorava completamente.

Como Alex Fox redefine o ambiente corporativo nessa realidade?

No centro dessa nova estrutura está Alex Fox, interpretada por Rosamund Pike, uma executiva que ocupa posição de destaque na agência e conduz decisões estratégicas com segurança e firmeza. Ela assume o papel de liderança que antes seria associado a Damien, estabelecendo uma dinâmica completamente diferente dentro da empresa.

A relação entre os dois se desenvolve dentro de um ambiente de forte competição profissional. Alex conduz projetos, define rumos da empresa e lida com situações de pressão com naturalidade, enquanto Damien precisa se reinventar para conseguir acompanhar o ritmo imposto por ela.

O confronto entre os dois não se limita a divergências profissionais. Ele se estende para questões de postura, comportamento e forma de enxergar o ambiente de trabalho, criando um embate constante entre experiência anterior e nova realidade.

O que a inversão de papéis revela sobre poder e comportamento?

A premissa de Primeiro as Damas utiliza a inversão de gênero como ferramenta narrativa para expor diferenças de tratamento, privilégio e percepção social. Ao colocar o protagonista em uma posição de vulnerabilidade, a história cria situações que refletem dinâmicas comuns em ambientes corporativos e sociais.

Damien passa a enfrentar cenários em que suas opiniões não têm o mesmo peso, além de lidar com decisões que antes ele observava de forma distante. Essa experiência coloca o personagem diante de comportamentos que ele mesmo já reproduziu, mas sob uma perspectiva completamente diferente.

Quem está por trás do filme e como o elenco sustenta a narrativa?

A direção fica a cargo de Thea Sharrock, responsável por conduzir a história com foco em situações de contraste social e humor baseado em desconforto. O roteiro é assinado por Katie Silberman e Natalie Krinsky, que estruturam a trama a partir de situações corporativas reinterpretadas dentro do universo invertido.

O elenco conta ainda com Rosamund Pike e Richard E. Grant, que ajudam a construir a dinâmica de poder e reforçam o tom satírico da produção. Cada personagem contribui para sustentar a lógica desse mundo alternativo, onde hierarquias tradicionais foram reorganizadas.

Super Tela deste sábado (23/05) exibe O Assassino: O Primeiro Alvo, thriller de ação e espionagem

Foto: Reprodução/ Internet

A Super Tela deste sábado, 23 de maio, na Record TV, coloca no ar o filme O Assassino: O Primeiro Alvo, um thriller de ação que mistura drama pessoal e operações secretas em escala global. Lançado em 2017 e dirigido por Michael Cuesta, o longa é inspirado na obra de Vince Flynn e aposta em uma narrativa que começa com uma tragédia íntima e rapidamente se expande para um conflito internacional envolvendo terrorismo e espionagem.

No início da trama, acompanhamos Mitch Rapp, vivido por Dylan O’Brien, em um momento de felicidade ao lado da noiva durante uma viagem a Ibiza. O clima leve, porém, dura pouco. Um ataque repentino transforma o que era uma celebração em uma tragédia irreversível, marcando a vida do personagem de forma definitiva. As informações são do AdoroCinema.

A partir desse ponto, Mitch deixa de lado qualquer ideia de normalidade. Consumido pela dor, ele se isola e passa a viver com um único objetivo em mente: encontrar os responsáveis pelo ataque. O luto se transforma em obsessão, e essa busca o empurra para um caminho cada vez mais perigoso, onde vingança e justiça começam a se confundir.

De vítima a recruta: como Mitch entra no mundo da CIA?

Com o passar do tempo, a trajetória de Mitch chama a atenção da CIA, que enxerga em sua determinação algo além de simples impulso emocional. A vice-diretora Irene Kennedy, interpretada por Sanaa Lathan, decide apostar em seu potencial e o recruta para uma unidade de operações secretas.

Antes de atuar em campo, Mitch passa por um treinamento rigoroso sob a orientação de Stan Hurley, vivido por Michael Keaton. O veterano não tem paciência para impulsividade e tenta transformar o jovem em um agente disciplinado, capaz de operar em missões de alto risco sem se deixar levar por emoções.

Esse processo é marcado por tensão constante, já que Mitch ainda carrega a dor da perda e precisa aprender a controlar seus instintos para sobreviver dentro de um sistema que exige precisão absoluta.

Qual é a ameaça que coloca o mundo em alerta?

Enquanto Mitch é preparado para atuar em missões secretas, uma nova crise surge no cenário internacional. Um carregamento de material nuclear desaparece de uma instalação desativada na Rússia, levantando suspeitas sobre a possibilidade de uma arma de destruição em massa estar sendo construída.

A investigação se espalha por diferentes países, revelando uma rede complexa de interesses políticos e grupos extremistas. Nesse contexto, surge a figura de Ghost, interpretado por Taylor Kitsch, um agente envolvido em operações clandestinas e com ligações diretas ao passado da própria organização Orion. A situação rapidamente foge do controle e passa a envolver uma corrida contra o tempo, com a possibilidade de um ataque nuclear em larga escala se tornando cada vez mais real.

Quem mais faz parte dessa missão global?

Além do núcleo principal, o filme conta com personagens que ampliam a dimensão política e estratégica da história. Shiva Negar interpreta Annika, uma figura envolvida em disputas internacionais que acaba cruzando o caminho da equipe em momentos decisivos. Já nomes como David Suchet e Navid Negahban ajudam a construir o pano de fundo geopolítico da trama, reforçando a sensação de que cada decisão tomada pode afetar o equilíbrio entre nações.

Onde assistir?

Além da exibição na Super Tela, da Record TV, o filme também está disponível em plataformas de streaming por assinatura. Entre as opções estão o Telecine e o Universal+, que incluem O Assassino: O Primeiro Alvo em seus catálogos para quem quiser assistir sob demanda, a qualquer momento.

5 doramas LGBT para maratonar na Netflix que você precisa conhecer agora

Nos últimos anos, os doramas LGBT, especialmente os BL, deixaram de ser um nicho fechado para virar presença constante no streaming e na cultura pop jovem. O que antes era visto como algo mais específico hoje ganhou espaço com narrativas que misturam romance, suspense e até música, criando histórias que vão muito além do casal principal.

Essas produções não se limitam a romances leves ou relações idealizadas. Elas costumam trazer conflitos mais complexos, segredos perigosos, escolhas difíceis e cenários que vão de pistas de corrida a palcos lotados, passando por maldições familiares e investigações criminais. É justamente essa mistura de gêneros que tem chamado atenção e conquistado cada vez mais público.

A seguir, cinco títulos que ajudam a entender por que esse tipo de dorama continua crescendo e despertando tanto interesse. Algumas dessas obras podem ser encontradas no catálogo da Netflix.

Quando a velocidade vira sentimento em Pit Stop do Coração?

Em Pit Stop do Coração, o romance nasce em um ambiente de alta velocidade, onde tudo acontece no limite. Babe, interpretado por Pavel Naret Promphaopun, é um piloto de corrida talentoso que domina as pistas e vive de forma intensa, sem muitas amarras emocionais. Sua rotina muda quando Charlie, vivido por Pooh Krittin Kitjaruwannakul, entra em cena.

Charlie chega com a proposta de entrar para a equipe de corrida, mas o que começa como uma tentativa profissional logo se transforma em algo mais profundo. Entre treinos, convivência e disputas, os dois desenvolvem uma conexão que cresce de forma natural, construída em pequenos gestos e momentos silenciosos.

O problema é que Charlie esconde um segredo importante, algo que pode comprometer tudo o que eles começam a construir juntos. A trama ganha força justamente nesse ponto, ao transformar o romance em um jogo emocional onde confiança e verdade nem sempre caminham lado a lado.

O que acontece quando fama e despedida se misturam em Thame e Po: Bate Coração?

Thame e Po: Bate Coração acompanha o fim da boy band Mars, que se prepara para sua última apresentação após anos de carreira. Nesse cenário de despedida, Po, um cinegrafista responsável por registrar o último show do grupo, acaba se aproximando de Thame, o vocalista principal interpretado por William Jakrapatr Kaewpanpong.

Thame vive um momento decisivo não só pela separação da banda, mas também pela decisão de seguir carreira solo na Coreia do Sul. Essa escolha mexe com o grupo inteiro e desperta conflitos, ressentimentos e dúvidas sobre o futuro de cada integrante.

No meio desse turbilhão, a relação entre Thame e Po cresce aos poucos, impulsionada pela convivência nos bastidores e pela forma como ambos começam a enxergar um ao outro além das funções que ocupam. Enquanto isso, os demais membros da banda também enfrentam o impacto emocional do fim do grupo, tornando tudo ainda mais sensível e humano.

Como sobreviver a uma maldição em Khemjira?

Khemjira traz uma proposta mais sombria e mergulha no sobrenatural com intensidade. A história acompanha Khemjira, interpretado por Napatsakorn Pingmuang (Namping), um jovem que carrega uma maldição familiar devastadora: todos os homens de sua linhagem morrem antes dos 21 anos. Para tentar protegê-lo, sua mãe decide dar a ele um nome feminino, acreditando que isso pode confundir o destino.

Mesmo assim, conforme o aniversário de Khemjira se aproxima, acontecimentos estranhos começam a se intensificar. Aparições, sensações inexplicáveis e ataques espirituais deixam claro que algo maior está em ação. É nesse contexto que entra Jet, interpretado por Wannakorn Reungrat, amigo próximo que o leva até o xamã Pharan, vivido por Harit Buayoi.

A partir desse encontro, a trama se aprofunda em crenças espirituais, rituais antigos e na tentativa de quebrar uma maldição que parece inevitável. O romance surge de forma sutil dentro desse cenário tenso, onde fé e medo caminham lado a lado.

O amor pode existir no meio do crime em Que te livrem da morte?

Que te livrem da morte aposta em uma mistura de investigação policial e elementos sobrenaturais. Thup, interpretado por Pooh Krittin Kitjaruwannakul, é um jovem órfão que possui a habilidade de ver e sentir espíritos, algo que o coloca constantemente em situações perigosas e fora do comum.

Ao seu lado está Singha, vivido por Naret Promphaopun (Pavel), um investigador cético que só acredita no que pode ser comprovado. A parceria entre os dois começa quando uma série de assassinatos ritualísticos passa a ocorrer em um templo local, levantando dúvidas sobre a natureza dos crimes.

Enquanto Thup confia em suas percepções espirituais, Singha tenta encontrar respostas lógicas para tudo. Essa diferença de visão transforma a investigação em um campo de conflito constante, mas também em uma relação de aprendizado e aproximação.

O que acontece quando um sequestro vira conexão em Kidnap?

Em Kidnap, a história parte de uma situação extrema que rapidamente foge de qualquer controle. Min, interpretado por Pawat Chittsawangdee, é um homem pressionado pela necessidade urgente de dinheiro para pagar os remédios do irmão. Sem muitas opções, ele acaba aceitando um trabalho perigoso como sequestrador, entrando em um mundo que ele claramente não domina.

Tudo muda quando ele captura um jovem rico vivido por Thanaphon Usinsap. O que deveria ser apenas mais uma missão criminosa se transforma em um dilema moral quando Min recebe a ordem de matar o rapaz. Incapaz de seguir adiante com o assassinato, ele toma uma decisão impulsiva e arriscada: finge que concluiu o serviço e passa a esconder o jovem em sua própria casa.

A partir daí, o que poderia ser apenas uma história de crime se transforma em algo muito mais complexo. O convívio forçado entre sequestrador e vítima abre espaço para uma relação inesperada, marcada por tensão, medo e uma aproximação emocional que nenhum dos dois parecia prever. Aos poucos, a linha entre inimigo e companheiro começa a ficar confusa.

Futuro Deserto | Nova série de ficção científica da Netflix coloca humanos e androides em choque emocional

A Netflix volta a investir pesado na ficção científica com Futuro Deserto, uma série que aposta menos em efeitos grandiosos e mais em emoções desconfortáveis. Criada por Lucia Puenzo e Nicolas Puenzo, a produção usa um cenário de futuro próximo para contar uma história que, na prática, fala muito mais sobre perdas, vínculos e solidão do que sobre tecnologia em si.

Mesmo com androides no centro da narrativa, a série não se apoia na ideia de “futuro distante”. Pelo contrário: tudo parece próximo demais, quase familiar, o que deixa a proposta ainda mais inquietante. No fundo, a pergunta que guia a história não é sobre o que as máquinas podem fazer, mas sobre o que acontece com as pessoas quando tentam substituir o que perderam.

O que é Futuro Deserto e por que essa história soa tão atual?

Em Futuro Deserto, a tecnologia já avançou a ponto de permitir a criação dos ANBIs, androides quase indistinguíveis de seres humanos. Esses modelos são desenvolvidos pela empresa FUZHIPIN e testados em ambientes reais, convivendo com famílias como parte de um experimento social.

A proposta é simples na teoria: entender como humanos e máquinas reagem à convivência prolongada. Na prática, porém, o experimento abre feridas muito mais profundas. Afinal, o que acontece quando uma presença artificial começa a ocupar o lugar de alguém que já não está mais ali?

A série usa esse ponto de partida para discutir algo muito mais íntimo: o impacto do luto e a dificuldade de seguir em frente quando a ausência parece impossível de aceitar.

Quem está no centro dessa história?

A narrativa acompanha Alex, vivido por Juan Carlos Remolina, um psicólogo organizacional com ligação direta ao desenvolvimento de robótica. Após uma perda familiar, ele decide recomeçar a vida no sul do México com seus filhos e com María, interpretada por Astrid Bergès-Frisbey, uma androide criada com um propósito específico: ocupar o lugar da mãe que morreu.

O que parecia uma solução prática logo se transforma em um desafio emocional. María não se comporta exatamente como uma máquina deveria. Pequenos gestos, reações inesperadas e sinais de emoção começam a surgir, confundindo não só a família, mas também a comunidade ao redor.

Nesse cenário, até mesmo personagens secundários, como os interpretados por Isabel Aerenlund, ajudam a reforçar o contraste entre o cotidiano simples da região e a presença cada vez mais estranha dessa tecnologia dentro da vida doméstica.

O que são os ANBIs e por que eles geram desconforto?

Os ANBIs representam um salto na inteligência artificial dentro do universo da série. Diferente de robôs industriais ou assistentes virtuais, eles foram projetados para se integrar emocionalmente às famílias, simulando vínculos afetivos de forma convincente.

Esse nível de aproximação levanta uma questão que atravessa toda a história: se uma máquina consegue reproduzir emoções com tanta precisão, ela ainda pode ser tratada apenas como ferramenta?

A empresa FUZHIPIN, responsável pelo desenvolvimento desses androides, aposta nesse tipo de experimento como forma de testar os limites da convivência entre humanos e inteligências artificiais. Mas a série deixa claro que, fora dos laboratórios, a realidade é bem menos controlável.

Como a tecnologia vira um espelho das relações humanas?

Apesar do pano de fundo futurista, a série não se interessa em explicar a tecnologia em detalhes. O foco está sempre nas pessoas — ou melhor, no que elas fazem quando são colocadas diante de algo que desafia suas emoções.

Alex tenta reconstruir a própria vida enquanto lida com a presença de María dentro de casa. Ao mesmo tempo, a androide ocupa um espaço ambíguo: não é apenas uma substituta, mas também uma figura que começa a desenvolver comportamentos que fogem do esperado.

Esse desequilíbrio transforma o ambiente familiar em algo instável, onde nada parece totalmente definido. O que é real? O que foi programado? E até que ponto isso ainda importa quando o sentimento entra em cena?

Por que a rejeição da comunidade pesa tanto na história?

Fora da casa, a situação não é menos complicada. A presença dos androides desperta resistência entre os moradores locais, que enxergam essas figuras como uma ameaça ao que consideram natural.

Essa rejeição não nasce apenas do medo da tecnologia, mas também de uma sensação de deslocamento. A convivência com algo tão próximo de um ser humano, mas ainda assim artificial, provoca desconforto e desconfiança.

Nesse ambiente, María acaba se tornando um ponto de tensão constante. Para alguns, ela representa uma solução impossível para o luto. Para outros, é um lembrete incômodo de que a linha entre criação e substituição pode ser mais frágil do que parece.

Baywatch ganha primeira prévia e tenta transformar nostalgia dos anos 90 em uma nova geração de heróis das praias

Durante muito tempo, Baywatch ficou presa na memória do público como aquela série dos salva-vidas correndo em câmera lenta pelas praias da Califórnia. Mas a nova versão parece interessada em olhar para esse universo de outro jeito.

A primeira prévia da nova série foi compartilhada neste sábado por Stephen Amell nas redes sociais e apresenta uma abordagem diferente da versão clássica dos anos 90. Em vez de depender apenas da nostalgia que transformou Baywatch em um fenômeno mundial, o novo projeto coloca o foco nas relações familiares, no legado da família Buchannon e na responsabilidade de assumir um nome tão marcante dentro daquele universo.

Amell interpreta Hobie Buchannon, filho de Mitch Buchannon, personagem eternizado por David Hasselhoff na produção original. Quem acompanhou a antiga série lembra de Hobie ainda criança, quase sempre orbitando o universo dos salva-vidas enquanto o pai tentava equilibrar trabalho e vida pessoal. Agora, décadas depois, ele assume o posto de capitão da Baywatch carregando não apenas a função, mas também o peso de um sobrenome que virou lenda dentro daquele universo.

Só que a vida do personagem muda completamente quando Charlie, uma filha que ele nunca conheceu, aparece querendo continuar o legado da família nas praias. E é justamente aí que a nova série parece encontrar sua principal diferença: em vez de focar apenas nos resgates e no glamour da vida praiana, a história quer explorar personagens tentando lidar com expectativas, heranças emocionais e relações familiares mal resolvidas.

Como a série tenta atualizar uma franquia tão ligada aos anos 90?

O teaser deixa a sensação de que a produção entendeu algo importante: seria impossível recriar hoje exatamente o mesmo fenômeno que Baywatch foi há três décadas. Nos anos 90, a série virou um símbolo da cultura pop muito pela estética exagerada, pelos corpos perfeitos e pelas famosas corridas em câmera lenta. Só que o mundo mudou, e a televisão também. O novo projeto parece mais interessado em usar esse imaginário como pano de fundo do que como elemento principal.

Ainda existem os uniformes vermelhos, o mar, as praias lotadas e os salvamentos dramáticos, mas a prévia sugere um tom um pouco mais emocional e humano. Existe uma preocupação maior em mostrar como esses personagens vivem fora dos resgates e como a pressão daquele trabalho afeta suas vidas pessoais. O retorno de Cody Madison reforça bastante essa sensação. Agora administrando o bar The Shoreline, o personagem funciona como uma ponte entre gerações.

Como Baywatch se tornou um fenômeno tão gigante?

A série estreou em 1989 acompanhando equipes de salva-vidas nas praias de Los Angeles. Inicialmente, parecia apenas mais um drama procedural focado em resgates marítimos, mas aos poucos a produção virou algo muito maior. O programa misturava ação, romance, acidentes absurdos, desastres naturais e histórias completamente exageradas, tudo embalado por aquele clima ensolarado típico da Califórnia.

Curiosamente, o começo foi desastroso. A NBC cancelou a série logo após a primeira temporada por causa da audiência fraca e dos custos altos de produção. Foi aí que David Hasselhoff decidiu apostar no projeto usando dinheiro do próprio bolso para manter a produção viva.

A decisão acabou mudando completamente o destino da franquia. Quando voltou em syndication no início dos anos 90, Baywatch explodiu mundialmente e se transformou em uma das séries mais assistidas do planeta. Durante seu auge, o programa chegou a alcançar mais de 1 bilhão de espectadores em diferentes países, entrando até para o Guinness Book.

Por que a franquia nunca desapareceu completamente?

Mesmo depois da queda de audiência no fim dos anos 90, a trama nunca deixou totalmente a cultura pop. A marca continuou viva justamente porque se tornou uma representação muito específica daquela televisão exagerada e escapista da época. A franquia tentou se reinventar várias vezes. Houve mudanças de cenário, derivados, especiais e até uma fase ambientada no Havaí com Baywatch Hawaii. Algumas dessas tentativas funcionaram, outras desapareceram rapidamente, mas a série sempre continuou existindo no imaginário popular.

Em 2003, Hasselhoff ainda reuniu parte do elenco clássico para o telefilme Baywatch: Hawaiian Wedding. Anos depois, Hollywood tentou modernizar a marca novamente com o filme estrelado por Dwayne Johnson e Zac Efron. Agora, essa nova série parece seguir um caminho diferente. Em vez de apostar apenas na nostalgia fácil, o projeto tenta entender por que aquele universo marcou tanta gente durante tanto tempo.

La Bola Negra explode em Cannes e coloca Netflix na disputa pelo drama espanhol

Todo ano o Festival de Cannes recebe filmes cercados de expectativa, grandes estrelas e longas ovacionados pela crítica. Mesmo assim, poucos conseguem provocar aquela sensação de que o público acabou de assistir a algo realmente especial. Foi exatamente isso que aconteceu com La Bola Negra, novo filme de Javier Calvo e Javier Ambrossi, conhecidos como Los Javis.

Após sua primeira exibição no festival, o longa recebeu mais de 20 minutos de aplausos e imediatamente virou assunto entre críticos e jornalistas. A reação foi tão forte que o filme rapidamente passou a ser tratado como um dos favoritos à Palma de Ouro e também como uma possível presença importante na próxima temporada de premiações.

Nos bastidores, a disputa pelos direitos de distribuição internacional também começou rápido. Segundo veículos especializados, a Netflix lidera as negociações para adquirir o longa nos Estados Unidos em um acordo que pode variar entre US$ 4 milhões e US$ 5 milhões, valor considerado enorme para uma produção espanhola. E o interesse da plataforma não seria apenas colocar o filme no catálogo: o plano inclui lançamento nos cinemas e campanha forte mirando premiações importantes, incluindo o Oscar.

O que faz La Bola Negra causar tanto impacto?

Muito da repercussão vem da forma como o filme consegue ser íntimo e emocional sem parecer excessivamente dramático. A história acompanha três homens gays vivendo em períodos diferentes — 1932, 1937 e 2017 — e conecta essas trajetórias para mostrar como medo, desejo, repressão e pertencimento continuam atravessando gerações.

O longa evita transformar seus personagens em discursos prontos. Em vez disso, trabalha emoções de maneira muito humana, focando em relações, silêncios, inseguranças e pequenos momentos que dizem mais do que grandes falas explicativas. Quem assistiu em Cannes destacou justamente isso: La Bola Negra não tenta emocionar à força, e talvez por isso acabe funcionando tão bem.

Outro ponto elogiado foi a forma como as três épocas se conectam sem parecer apenas um exercício visual. O filme usa o tempo para mostrar como a experiência LGBTQIA+ mudou em alguns aspectos, mas também como certas dores e rejeições continuam ecoando até hoje.

Qual é a ligação do filme com Federico García Lorca?

A origem do projeto ajuda a entender o peso emocional da história. O longa é inspirado em uma obra inacabada de Federico García Lorca, um dos nomes mais importantes da literatura espanhola. Antes de ser assassinado em 1936, Lorca escreveu apenas algumas páginas de uma história chamada La bola negra.

O título faz referência a um método usado em clubes sociais antigos para rejeitar alguém. Receber uma “bola negra” significava ser excluído daquele espaço, algo que o autor usava como metáfora para o preconceito sofrido por homens gays da época.

A partir dessa ideia, Los Javis construíram uma narrativa sobre pessoas que passaram décadas tentando esconder partes de si mesmas para sobreviver. O roteiro também bebe da peça La piedra oscura, escrita por Alberto Conejero, que divide os créditos do texto do filme.

Um detalhe que aumentou ainda mais a curiosidade em Cannes é que os diretores evitam confirmar se Federico García Lorca aparece diretamente como personagem dentro da trama.

Quem são os destaques do elenco?

O elenco foi outro aspecto bastante comentado após a estreia. O protagonista é vivido por Guitarricadelafuente, conhecido até então pela carreira musical. Essa é sua estreia como ator, e boa parte das primeiras críticas destacou justamente a naturalidade e vulnerabilidade da atuação. Ao lado dele estão Miguel Bernardeau, Carlos González e Milo Quifes, que interpretam personagens centrais nas diferentes linhas temporais da narrativa.

O filme ainda reúne nomes muito conhecidos do cinema internacional, como Penélope Cruz e Glenn Close, além de Lola Dueñas, Antonio de la Torre e Natalia de Molina. Mas o que mais chamou atenção foi o equilíbrio entre os atores veteranos e os nomes mais novos. Em vez de apostar apenas em grandes momentos individuais, o filme parece funcionar pela conexão emocional entre todos os personagens.

Quando o filme estreia?

O longa-metragem estreia nos cinemas da Espanha em 2 de outubro de 2026, com distribuição da Elastica Films. Enquanto isso, a expectativa continua em torno da confirmação oficial do acordo com a Netflix.

Vingança S/A encerra gravações no Rio e apresenta história de grupo que transforma vingança em negócio inusitado

As gravações de Vingança S/A chegaram ao fim no Rio de Janeiro depois de cinco semanas de trabalho em diferentes pontos da cidade. O longa, dirigido e roteirizado por Fernando Ceylão, acompanha quatro amigos que decidem transformar situações mal resolvidas do próprio passado em um negócio pouco comum: eles passam a oferecer um serviço de vingança personalizada, atendendo pessoas que querem resolver conflitos de forma direta, fora dos caminhos tradicionais.

A produção é da HL Filmes, em coprodução com a Rubi Produtora, e será distribuída pela Imagem Filmes. As filmagens aconteceram em bairros como Vila Isabel, Santa Teresa, Urca, São Cristóvão e Marechal Hermes, escolhidos para representar diferentes contextos urbanos da história.

Qual é a história central do filme?

O filme acompanha a história de um quarteto de amigos que decide transformar frustrações pessoais em um negócio nada convencional. Juntos, eles criam uma empresa especializada em vinganças sob medida, onde cada caso começa com um desabafo sincero de pessoas que chegam até o grupo carregando mágoas e situações mal resolvidas.

A partir dessas histórias, a equipe monta planos cuidadosamente elaborados para executar a vingança ideal para cada cliente, com o objetivo de “lavar a alma” de quem procura o serviço. O processo se torna quase uma espécie de consultoria emocional distorcida, em que cada ação é pensada para responder a uma dor específica.

Com o tempo, a empresa passa a chamar atenção de moradores de uma região específica, que se organizam e juntam uma grande quantia em dinheiro para contratar o grupo. O objetivo é claro: realizar a maior vingança já planejada pelo quarteto, mirando uma pessoa influente localmente e que, segundo os clientes, vem causando prejuízos e desconforto coletivo.

A partir desse ponto, a missão do grupo ganha outro peso. O que antes parecia apenas uma ideia provocativa começa a tomar proporções muito maiores, colocando todos os envolvidos em uma situação limite. Em Vingança S/A, a história deixa de ser apenas sobre vingança e passa a girar em torno de sobrevivência, onde cada escolha pode mudar completamente o destino dos personagens.

Quem faz parte do elenco?

O elenco do filme é liderado por Marina Moschen (Malhação: Sonhos, Rock Story), Bruno Montaleone (Verdades Secretas 2, O Lado Bom de Ser Traída), Gabriel Santana (Pantanal, Chiquititas) e Valentina Bandeira (Porta dos Fundos, Vai Que Cola), além de Carol Botelho.

O projeto também reúne nomes como Milhem Cortaz (Tropa de Elite, O Mecanismo), Bruno Mazzeo (Os Normais, Cilada.com), Ingrid Gaigher (Quanto Mais Vida, Melhor!, Malhação), Adriano Garib (Avenida Brasil, O Rebu), Hermila Guedes (Amarelo Manga, Tatuagem), Wilson Rabelo (Bacurau, O Auto da Compadecida) e Marcelo Mansfield (CQC, A Praça é Nossa).

Completam o elenco nomes como Breno Di Filippo, Luiz Nicolau, Cristiano Lopes, Sérgio Somenzari, Perla Carvalho, Felipe Sanches, William Vita, André Di Mauro (Malhação, Senhora do Destino), Jurema da Matta, Marcelo Gonçalves, Phellipe Azevedo, Andréa Dantas, Tiago Rex de La Marca, Patrícia Thomas, Sérgio Monte, Júlio Braga, Caio Scot, Arlinda de Baio, Madu Almeida, Maria Vope, Miguel Lucizano, Bia Martins, Lenine Neto e Maitê Viana.

Quem trabalha nos bastidores do filme?

O figurino é assinado por Carol Li e a caracterização por Edu dos Anjos. Ambos atuam para diferenciar visualmente os quatro protagonistas ao longo da evolução da história. A preparação de elenco ficou com Caco Ciocler, responsável por orientar o trabalho dos atores na construção das relações entre os personagens e na naturalidade dos diálogos.

Quem produz e distribui o longa?

A produção principal é da HL Filmes, com produção de Patricia Maria Chamon e execução de Arthur Chamon e Catarina Chamon. A Rubi Produtora participa como coprodutora e a Imagem Filmes cuida da distribuição nos cinemas. A produção de elenco também contou com Diogo Ferreira e +ADD Casting, responsáveis pela seleção dos atores e montagem do perfil do elenco.

O que o diretor comenta sobre o projeto?

Fernando Ceylão explicou que o filme nasceu da ideia de explorar como pessoas comuns podem tentar resolver frustrações criando soluções extremas. Segundo ele, o foco não está na vingança em si, mas no impacto que esse tipo de escolha gera na vida de quem executa e de quem contrata. Ele também incluiu participações especiais pensadas como parte da narrativa, usando essas presenças para dar contraste entre situações mais dramáticas e momentos pontuais de leveza dentro da história.

Há elementos especiais nas filmagens?

Algumas cenas foram rodadas com efeitos práticos, incluindo chuva artificial e montagem de uma apresentação musical dentro da trama. Essas sequências servem para situações específicas da história, principalmente momentos em que o grupo precisa executar ações em público ou lidar com eventos fora do controle. O músico Marcão Britto participa de uma dessas cenas, que envolve um show criado para o filme. A presença dele aparece como parte de uma sequência ligada a um dos trabalhos da empresa de vingança.

Quando o filme deve estrear?

O longa ainda não tem data oficial de lançamento confirmada. Ele segue em pós-produção, com previsão de divulgação de mais detalhes nos próximos meses.

Silo retorna com teaser da 3ª temporada e coloca Juliette no centro do poder dentro do subterrâneo

O primeiro teaser da terceira temporada de Silo foi divulgado nesta quinta (21) pelo Rotten Tomatoes e já deixou claro que a nova fase da série vai mudar a posição de Juliette Nichols dentro da estrutura do silo. No vídeo, a personagem interpretada por Rebecca Ferguson aparece em um momento de virada, sendo tratada como alguém que pode assumir um cargo de liderança em meio a um ambiente cada vez mais instável. Abaixo, confira o trailer:

A produção do Apple TV+, criada por Graham Yost e baseada nos livros de Hugh Howey, continua apostando em um futuro onde a humanidade vive presa em um gigantesco bunker subterrâneo dividido em 144 níveis. Mesmo com esse cenário fechado, a série segue expandindo sua narrativa com segredos, disputas de poder e a sensação constante de que ninguém ali conhece toda a verdade.

O que o teaser mostra sobre a nova fase de Juliette?

A prévia coloca Juliette em uma situação bem diferente das temporadas anteriores. Em vez de apenas investigar o que acontece dentro do silo, ela aparece mais próxima das decisões que influenciam o funcionamento da comunidade.

Em um dos momentos mais chamativos do vídeo, Juliette se prepara para assumir o papel de prefeita, mas é interrompida por batidas na porta e pela pressão imediata do ambiente ao seu redor. A cena passa a ideia de urgência constante, como se não houvesse espaço para adaptação ou descanso.

Essa mudança indica que Juliette não está apenas ganhando responsabilidade, mas entrando em um sistema que exige escolhas rápidas e com impacto direto em toda a população do silo.

Como o conflito dentro do Silo começou?

Para entender esse novo momento, é importante lembrar como a história se desenvolveu até aqui. No início da série, o silo era apresentado como o único lugar habitável para milhares de pessoas que vivem isoladas do mundo externo. A versão oficial sempre afirmava que o lado de fora era mortal e impossível de sobreviver.

Essa narrativa começa a ser questionada quando personagens como Allison e Holston decidem investigar inconsistências na história oficial. A escolha de “sair” do silo desencadeia uma sequência de eventos que expõem falhas graves no controle da informação e no funcionamento da sociedade subterrânea.

É nesse cenário que Juliette entra na trama como engenheira dos níveis inferiores. Aos poucos, ela se envolve em investigações que revelam mortes suspeitas, arquivos ocultos e decisões tomadas por uma elite que controla o que os moradores podem ou não saber.

Como Juliette chegou até esse ponto?

Ao longo das duas primeiras temporadas, Juliette passa de técnica da área mecânica para uma das figuras centrais do conflito. Sua trajetória é marcada por perdas pessoais, confrontos com autoridades e descobertas que colocam em dúvida tudo o que ela acreditava sobre o silo.

A segunda temporada ampliou ainda mais esse universo ao sugerir a existência de outros silos além daquele em que a história começou. Essa revelação muda completamente a escala da narrativa e mostra que o sistema é maior e mais complexo do que parecia.

Com isso, Juliette deixa de lidar apenas com problemas internos e passa a enfrentar um cenário que envolve estruturas múltiplas e regras ainda mais difíceis de compreender.

O que faz Silo funcionar como série?

Um dos pontos que mantém a série em destaque é a forma como ela transforma um espaço fechado em um universo cheio de camadas sociais e políticas. Dentro do silo, cada nível funciona quase como um mundo separado, com suas próprias regras e tensões.

A atuação de Rebecca Ferguson também ajuda a sustentar a narrativa. Juliette não é construída como uma heroína tradicional. Ela comete erros, questiona decisões e muitas vezes é obrigada a lidar sozinha com consequências que afetam todo o sistema.

Outro elemento importante é o papel da informação dentro da história. Saber ou não saber algo muda completamente o destino dos personagens, o que faz com que cada descoberta tenha impacto real na trama.

notícias em destaque