Se liga na programação de hoje, domingo, 1º de junho de 2025! ODomingo Maior da TV Globo traz para você um dos filmes mais incríveis da trilogia Batman dirigida por Christopher Nolan: “O Cavaleiro das Trevas Ressurge”. Vai rolar muita adrenalina, suspense e um show de atuações que vai deixar todo mundo grudado na tela.
O enredo que vai te prender do começo ao fim
A trama começa oito anos depois de Gotham City ter sido praticamente salva graças ao sacrifício do promotor Harvey Dent — o famoso Duas-Caras. Com a cidade finalmente vivendo em paz, Bruce Wayne, o homem por trás da máscara do Batman, decide deixar a vida de super-herói para trás. Recluso em sua mansão, Bruce vive numa rotina isolada, cuidando apenas da companhia do fiel mordomo Alfred.
Mas, como todo mundo sabe, em Gotham a paz é só uma ilusão. Durante uma festa chique na mansão Wayne, acontece um roubo audacioso que serve como alerta para uma ameaça muito maior que está prestes a surgir. É aí que aparece o vilão Bane, interpretado pelo imponente Tom Hardy, que chega com força total para desestabilizar tudo e todos.
Enquanto Gotham começa a entrar em colapso, Bruce precisa colocar a capa e o capuz de volta, enfrentar seus próprios medos e se preparar para a batalha final. E a coisa não para por aí: a misteriosa e ágil Selina Kyle (a gata esperta e enigmática Selina, interpretada pela Anne Hathaway) também entra nessa história, acrescentando charme e uma pitada de mistério.
Elenco de peso e direção magistral
Quem é fã de cinema sabe que essa produção é de primeira linha. Além de Christian Bale no papel do Batman, o filme conta com um elenco estelar: Marion Cotillard, Joseph Gordon-Levitt, Gary Oldman e o lendário Morgan Freeman, que dão vida a personagens que são essenciais para essa jornada épica.
E tudo isso sob o comando do diretor Christopher Nolan, que transformou a saga do Batman em uma das trilogias mais respeitadas e aclamadas do cinema moderno, unindo ação de tirar o fôlego com profundidade emocional e cenas memoráveis.
Onde mais assistir?
Se você perder a estreia no Domingo Maior ou quiser ver de novo, “O Cavaleiro das Trevas Ressurge” está disponível nas plataformas de streaming:
Max (antiga HBO Max) — disponível para assinantes
Prime Video — aluguel disponível por a partir de R$ 7,90, com opção em HD para garantir uma experiência visual top
Dica para quem curte um bom filme
O filme não é só ação e efeitos especiais — ele traz temas fortes como superação, justiça, sacrifício e o eterno duelo entre o bem e o mal. É perfeito para quem gosta de histórias que fazem a gente pensar enquanto o coração dispara com as cenas eletrizantes.
Anote na agenda
Então já sabe: hoje à noite, depois do Fantástico, prepara aquela pipoca, ajeita o sofá e se joga no universo sombrio e cheio de suspense de Gotham City com “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”. Vai ser uma experiência imperdível para fãs de super-heróis, ação e cinema de qualidade.
No silêncio da sala escura, há um cinema que não pede licença para existir. Ele fura a pele, atravessa ossos, ecoa por dentro. É o cinema da Segredo Filmes, produtora fundada em 2013, em Salvador, pelas cineastas Josi Varjão e Lilih Curi. Um cinema que não nasce para entreter — mas para revelar, denunciar, curar, tensionar. E, acima de tudo, para colocar no centro as histórias que o país prefere varrer para debaixo do tapete.
São 12 anos de estrada. Mas não uma estrada fácil, com asfalto e placas. É um caminho escavado com as mãos, na unha, contra tudo que tentou apagar duas mulheres — uma negra, nordestina, lésbica, e outra lésbica, filha de um homem com deficiência auditiva. O resultado é um catálogo denso, sensível e absolutamente necessário.
Histórias que doem — e, por isso, precisam ser contadas
A filmografia da Segredo Filmes parece nascer de feridas abertas. “Carmen”, de 2013, já trazia a marca do incômodo: a violência contra uma mulher com deficiência auditiva. Em “Teresa” (2014), o abandono, a maternidade imposta, o silêncio social. Em “Carolina”, a deficiência física aparece não como símbolo de superação, mas como parte de uma mulher artista, nordestina, cheia de camadas. Nenhuma delas é só “uma coisa”. Cada personagem é um universo — como na vida real.
E talvez aí resida a essência da Segredo: fazer cinema com gente viva, e não com estereótipos.
“Os nossos filmes são ficções porque documentar a própria dor todos os dias seria insuportável”, diz Lilih. “Ficcionamos para sobreviver. Mas o que contamos é real. A lesbofobia, a solidão da mulher negra, a falta de acesso, a violência familiar. Tudo está ali, em código, em cena, em carne.”
Quando o segredo vira denúncia
O nome da produtora não é metáfora. É literal. “Segredo” é o que se esconde — e o que precisa, um dia, explodir. Em 2025, essa explosão vem em novas formas: o documentário “Restauro”, sobre as memórias que faltam nas fotos da infância de Josi Varjão; “Moira”, sobre uma mulher com deficiência visual pela Síndrome de Stargardt; e “Anastácia”, que estreou em uma sessão fechada para a indústria no prestigiado Festival de Clermont-Ferrand, na França — sendo um dos cinco curtas brasileiros selecionados.
Tem ainda “Angélica”, já em pré-produção, e planos para novas séries e longas. Mas nenhuma obra escapa da pergunta que acompanha a produtora desde o primeiro roteiro: “O que eu quero dizer? Por que quero dizer? E quem nunca pôde dizer antes de mim?”
Equidade não é gentileza, é urgência
Para Josi Varjão, a luta é também por estrutura. “Temos editais com indutores de diversidade, mas não é o bastante. Precisamos de cotas para mulheres cis e trans. Somos mais de 50% da população consumindo conteúdo feito majoritariamente por homens. Isso precisa ser corrigido por política pública. Cotas são justiça — não privilégio.”
E ela completa: “O feminismo que praticamos é sobre a equidade real, não só no discurso. É sobre um país em que as mulheres possam existir em todas as telas, atrás das câmeras e nas decisões. Só assim deixamos de ser exceção.”
Acessibilidade como ética, e não como bônus
A deficiência não é uma pauta acessória nos filmes da Segredo. É central. É raiz. O pai de Lilih tinha deficiência auditiva. O de Josi, usava muletas. Elas sabem do que falam. “A acessibilidade não é algo que colocamos depois, por obrigação. Ela está na origem do que criamos. É prática social, é respeito, é política.”
Por isso criaram também iniciativas como a Mostra Acessível de Curtas e o Cineclube Clara de Assis — espaços de difusão, formação e encontro. A produtora também tem colaborações com canais como Futura, Canal Brasil e Globoplay, levando suas histórias para ainda mais gente.
Com sede em Salvador e atuação constante em São Paulo, Rio, Belo Horizonte e outras regiões, a Segredo Filmes é a prova viva de que o centro da produção audiovisual brasileira pode — e deve — se descentralizar. E que é possível fazer um cinema autoral, político e tocante mesmo longe dos grandes polos e orçamentos, desde que se tenha o que dizer — e para quem dizer.
Nesta segunda, 11 de agosto, a Sessão da Tarde traz para você uma aventura envolvente e cheia de magia com a exibição de Branca de Neve e o Caçador (2012). Diferente da tradicional história de princesa e encantos, este filme oferece uma releitura épica e sombria do clássico conto de fadas, apresentando uma Branca de Neve mais forte, uma rainha implacável e batalhas que prometem prender a atenção do público do começo ao fim.
Nesta versão, a princesa interpretada por Kristen Stewart é muito mais do que uma donzela em perigo. Crescida sob a sombra da tirania da rainha Ravenna, ela descobre sua força interior para liderar uma revolução contra a maldade que domina seu reino. Com um olhar determinado e uma espada na mão, Branca de Neve se transforma em uma verdadeira guerreira. Ao seu lado, o Caçador Eric, vivido por Chris Hemsworth, traz uma presença marcante: inicialmente um inimigo, torna-se aliado fundamental na luta pela liberdade.
A vilã deste conto é uma figura poderosa e fascinante, vivida com maestria por Charlize Theron. Sua obsessão por juventude e poder a torna temível, mas também humana em sua fragilidade. A atuação da atriz sul-africana adiciona camadas à personagem, que não é apenas cruel, mas também complexa, motivada pelo medo da perda e pela busca incessante pela beleza eterna.
Na terça, 12 de agosto, prepare o coração para se emocionar com Marley & Eu (2008), uma comédia dramática que celebra a relação única entre humanos e seus animais de estimação. O filme conta a história de Marley, um labrador bagunceiro que conquista a família Grogan e transforma suas vidas com muita diversão e amor.
Desde filhote, Marley demonstra uma energia inesgotável e uma personalidade que foge ao comum. Suas travessuras e desobedecimentos são motivo de risadas, mas também de lições sobre paciência e companheirismo. O cão que não cabe em si mesmo é interpretado por vários labradores, trazendo realismo e autenticidade para a tela.
O casal John e Jenny Grogan, vivido por Owen Wilson e Jennifer Aniston, enfrenta os desafios do casamento, carreira e paternidade com a ajuda de Marley. A trajetória da família é mostrada com humor e sensibilidade, passando pelas alegrias, dificuldades e inevitáveis despedidas.
Filmado em locações reais e com uma trilha sonora envolvente, o filme consegue equilibrar momentos de comédia com cenas emocionantes. Além dos protagonistas, o elenco conta com participações especiais que enriquecem a narrativa, fazendo do longa uma experiência calorosa e inesquecível.
Na quarta, 13 de agosto, a Globo apresenta Um Tio Quase Perfeito 2 (2021), uma comédia brasileira leve e divertida que mostra as trapalhadas de Tony, o tio mais atrapalhado e querido da família, que precisa lidar com a chegada de um novo personagem que ameaça seu posto junto aos sobrinhos.
Marcus Majella retorna ao papel do tio Tony, que agora enfrenta um rival inesperado: Beto, namorado da irmã Ângela, interpretado por Danton Mello. A disputa pela atenção dos sobrinhos rende cenas engraçadas e situações cheias de criatividade e humor inocente.
Apesar das confusões, o filme fala sobre aceitação e união familiar. Tony e Beto, mesmo em lados opostos, mostram que o que realmente importa é o afeto e o cuidado com as crianças.
Com direção de Pedro Antônio Paes, o filme conta ainda com Letícia Isnard e Ana Lúcia Torre, além de um elenco infantil cheio de energia. A produção foi reconhecida no cinema brasileiro e emocionou o público com sua mensagem positiva.
Na quinta, 14 de agosto, a TV Globo exibe Superação: O Milagre da Fé (2019), um drama baseado em fatos reais que acompanha a luta de uma família pela vida do jovem John, que após um grave acidente é dado como morto, mas cuja mãe se recusa a perder a esperança.
Joyce, interpretada por Chrissy Metz, é o coração da história, cuja força espiritual move toda a trama. Com o apoio do marido Brian (Josh Lucas) e do pastor Jason (Topher Grace), ela batalha contra a ciência e o tempo para acreditar no milagre.
Dirigido por Roxann Dawson, o filme evita exageros melodramáticos e foca nas emoções reais de uma família unida pela fé. A história foi baseada no livro escrito por Joyce Smith e trouxe uma mensagem poderosa de superação.
Na sexta, 16 de agosto, a emissora traz muita adrenalina e tensão com o filme Velocidade Máxima (1994), um clássico do cinema de ação que marcou gerações e continua eletrizando o público com sua trama eletrizante e sequências inesquecíveis.
A história começa simples, mas rapidamente se transforma em um desafio extremo: um ônibus comum, com dezenas de passageiros inocentes, se torna uma armadilha mortal. Um psicopata terrorista instala uma bomba que explodirá se o veículo diminuir a velocidade abaixo de 80 km/h. A missão para evitar o desastre fica nas mãos do policial Jack Traven (Keanu Reeves), que precisa agir rápido para salvar vidas e impedir que a tragédia aconteça.
Quando o motorista do ônibus sofre um acidente, a passageira Annie (Sandra Bullock) não hesita e assume o volante, mesmo sem experiência, em uma demonstração de coragem e determinação. A química entre Keanu Reeves e Sandra Bullock acrescenta emoção e dinamismo às cenas de ação, tornando o filme mais do que um simples thriller.
Dennis Hopper interpreta o psicopata Howard Payne, cuja frieza e inteligência aumentam o suspense. Cada momento do filme mantém o espectador na ponta da cadeira, enquanto o relógio corre e o ônibus avança a toda velocidade por ruas movimentadas e pontes perigosas.
Um dos destaques técnicos de “Velocidade Máxima” é sua trilha sonora e os efeitos sonoros, que foram reconhecidos com o Oscar da Academia na categoria de Melhor Som e Efeitos Sonoros. O ruído dos pneus derrapando, o motor acelerado e a tensão nas ruas da cidade são parte fundamental para criar a atmosfera eletrizante que define o filme.
Além de Keanu Reeves, Sandra Bullock e Dennis Hopper, o elenco conta com Jeff Daniels, Joe Morton e Alan Ruck, todos contribuindo para a construção de uma narrativa rápida, intensa e cheia de surpresas. A dublagem brasileira, com vozes de Márcio Simões, Manolo Rey, Sheila Dorfman, entre outros, também ajuda a manter a emoção e naturalidade dos personagens para o público nacional.
O The Noite com Danilo Gentili promete uma noite de pura diversão e diversidade cultural nesta quarta, 13 de agosto de 2025. O programa traz duas atrações internacionais que já conquistaram o público brasileiro: Katiusha a Russa, comediante nascida na Rússia e radicada no Brasil, e Morgan Jay, comediante, músico e fenômeno das redes sociais nos Estados Unidos. A mistura de humor, histórias pessoais e talento musical promete render momentos memoráveis aos telespectadores.
No quadro Roda Solta, Gentili recebe Katiusha, que já mora no Brasil há quase cinco anos. A comediante compartilha sua trajetória de adaptação, aprendizado da língua portuguesa e paixão pelo país. “Já estou há quase cinco anos no Brasil. Comecei a aprender português na Rússia, mas eram apenas palavras soltas, então não conseguia formar muitas frases completas”, relembra Katiusha. Sua narrativa cativa pela sinceridade e pelo encanto que demonstra ao falar sobre sua vida no Brasil. Ela conta ainda que conheceu seu marido brasileiro ainda na Rússia, e que uma viagem pelo país acabou consolidando seu amor pelo país e sua decisão de permanecer durante a pandemia. “Veio a pandemia, tudo fechou, fiquei aqui e não quis mais voltar”, afirma a comediante, revelando que sua estadia se transformou em uma história de vida e adaptação cultural.
Katiusha aproveita sua participação no The Noite para interagir com a plateia e ensinar algumas palavras em russo, mostrando seu lado lúdico e didático. A artista traz ao palco não apenas seu humor peculiar, mas também uma conexão afetiva com o público, explorando a riqueza de dois universos culturais diferentes: o russo e o brasileiro. Sua presença no programa reforça como o humor pode ser universal e transcender barreiras linguísticas e geográficas.
Após o bate-papo com Katiusha, o programa muda de ritmo e recebe Morgan Jay, artista norte-americano conhecido por sua combinação de stand-up, música e improviso. Jay está no Brasil com sua turnê The Goofy Guy, que já lotou sessões em São Paulo e seguirá para apresentações no Rio de Janeiro, no dia 15, e em Porto Alegre, dia 21. Durante a entrevista, o comediante compartilha detalhes de sua vida e carreira, revelando uma trajetória marcada por curiosidade, talento e influência multicultural. “Minha mãe é brasileira, meu pai nasceu na Sicília e cresceu na Argentina. Eles se conheceram em Nova York e eu nasci em Nova Jersey”, explica Morgan Jay, destacando a mistura de culturas que influencia seu trabalho.
Nascido em Teaneck, Nova Jersey, no dia 2 de fevereiro de 1987, Morgan Jay Venticinque sempre teve a comédia como parte de sua identidade. Durante o ensino médio, ele se destacava como o “palhaço da turma” e começou a explorar o stand-up em microfones abertos já na faculdade. Jay estudou na NYU Tisch School of the Arts e recebeu formação complementar no Stella Adler Studio of Acting e na Upright Citizens Brigade, instituições reconhecidas por desenvolver artistas completos em atuação e improviso. Esses anos de estudo e prática ajudaram a moldar seu estilo único, que combina comédia, música e interação com o público.
Morgan Jay começou sua carreira com apresentações tradicionais de stand-up em Nova York, participando de shows abertos e pequenos teatros. Além disso, trabalhou como guia turístico de bicicleta na cidade, experiência que, segundo ele, ajudou a desenvolver sua capacidade de comunicação e improvisação diante de diferentes públicos. A virada em sua carreira veio quando incorporou a música ao seu ato de comédia, transformando suas apresentações em um espetáculo híbrido que conquistou seguidores pelo mundo.
Durante a pandemia de COVID-19, Morgan Jay encontrou nas redes sociais uma plataforma para expandir seu público. Seus vídeos virais no TikTok e no Instagram rapidamente chamaram atenção, combinando humor, vocais autoajustados com Auto-Tune, guitarra e participação da audiência. Jay incentiva os espectadores a interagirem musicalmente com ele, criando um show interativo e dinâmico que mistura improviso, comédia e música. Um de seus vídeos mais populares, Just Friends?, acumulou mais de 129 milhões de visualizações, consolidando seu sucesso internacional.
A popularidade de Morgan Jay nas redes sociais é impressionante: 7,2 milhões de seguidores no TikTok e 4,2 milhões no Instagram acompanham suas criações, além de centenas de milhares de fãs que lotam seus shows. Ele descreve sua base de fãs como a “gangue pateta”, um grupo que acompanha seu trabalho desde a primeira interação e que aprecia tanto seu humor quanto sua abordagem inovadora à comédia musical. A interatividade é uma marca registrada de suas apresentações, fazendo com que cada show seja único.
A trajetória de Jay também inclui aparições na televisão e no cinema. Ele atuou em séries como St. Denis Medical e Girls5Eva, além de participar de Wild’n’Out da MTV, Bring the Funny e do reboot de Night Court. No cinema, atuou em Cotton Candy Bubble Gum, apresentado no South by Southwest. Esses trabalhos complementam sua carreira como performer, mostrando versatilidade entre palco, tela e redes sociais.
No The Noite, Morgan Jay promete não apenas entreter, mas também compartilhar experiências pessoais e curiosidades sobre sua carreira e sua relação com o Brasil. Sua turnê The Goofy Guy é marcada por apresentações interativas, nas quais o público é parte integrante do espetáculo, participando de músicas improvisadas e esquetes cômicas. “Meu show hoje é bem interativo”, ressalta Jay, antecipando a energia que levará ao palco do programa. A combinação de humor, música e improviso é um convite para que a audiência se envolva de maneira direta, tornando cada apresentação uma experiência memorável.
O encontro de Danilo Gentili com Katiusha e Morgan Jay evidencia a capacidade do The Noite de trazer diversidade cultural e entretenimento de qualidade. Katiusha representa o humor que nasce da adaptação, da observação do cotidiano e da integração entre culturas. Já Morgan Jay personifica a inovação na comédia musical, onde tecnologia, interatividade e talento se encontram para criar um espetáculo único. Juntos, eles mostram que o riso é uma linguagem universal, capaz de conectar pessoas independentemente de origem, língua ou trajetória de vida.
Katiusha e Morgan Jay, embora vindos de mundos diferentes, compartilham a paixão pelo Brasil e pelo público brasileiro. Para Katiusha, o país se tornou uma segunda casa, lugar onde construiu uma família e desenvolveu seu trabalho artístico. Para Morgan Jay, a conexão vem do legado familiar e da admiração pelo público local, que acompanha suas apresentações com entusiasmo. Esse encontro de talentos internacionais no palco de Gentili reforça o charme e a pluralidade do The Noite, consolidando o programa como espaço de diálogo cultural e celebração do humor global.
Além das entrevistas, o episódio promete momentos de leveza e curiosidade. Katiusha ensinará palavras russas, brincando com o público e mostrando sua fluência crescente no idioma português. Morgan Jay, por sua vez, apresentará trechos de sua comédia musical, convidando o público a interagir, cantar e improvisar ao seu lado. O contraste entre o humor baseado em observações culturais e o espetáculo musical interativo cria uma dinâmica envolvente, capaz de agradar diferentes perfis de espectadores.
A trajetória de Katiusha no Brasil é um exemplo de como a cultura e o humor podem se adaptar e florescer em contextos diversos. Chegando ao país sem dominar a língua e com poucas referências culturais, ela construiu uma carreira sólida a partir da observação, criatividade e senso de humor. Seu trabalho nas redes sociais e no palco mostra que o riso é uma ferramenta poderosa de conexão, capaz de traduzir experiências pessoais em diversão compartilhada.
Por outro lado, Morgan Jay mostra como a comédia pode evoluir com a tecnologia e a interatividade. Seu uso de Auto-Tune, vocais improvisados e participação ativa do público transforma cada apresentação em um evento único, onde o espectador não é apenas um observador, mas protagonista de momentos cômicos e musicais. Essa abordagem inovadora evidencia o potencial de novas formas de entretenimento, que combinam performance artística com engajamento digital.
No resumo do capítulo da novela Terra Nostra deste sábado, 25 de outubro de 2025, Augusto demonstra não ter noção de como administrar os negócios do pai, enquanto Marco Antônio se esforça para solucionar o problema de Tiziu. Anacleto sugere a possibilidade de desaparecer com metade da colheita de Altino, aumentando a tensão na família. Ao mesmo tempo, Angélica mostra determinação em apoiar o marido e revela conhecimento sobre o cultivo de café, fortalecendo sua participação nos assuntos da fazenda.
Juliana garante que levará Mariana consigo quando se mudar, e Padre Olvão realiza uma visita à fazenda de Gumercindo, reforçando os laços da comunidade. Francesco leva Paola para almoçar na confeitaria, enquanto Matheu e Gumercindo auxiliam Augusto nos desafios do trabalho. Por fim, Francesco e Marco Antônio resolvem a situação de Tiziu: para poder estudar, o menino deve ser registrado, e eles assumem o papel de testemunhas, celebrando juntos esse passo importante na vida da criança. Paola se emociona e vibra com as flores que recebe do banqueiro, marcando um momento de leveza em meio às responsabilidades familiares.
O que vai acontecer nos próximos capítulos da novela Terra Nostra?
Janete passeia em Paris enquanto Tiziu é oficialmente registrado com o nome de Júlio Francisco Santana, orgulhosamente escolhido pelo próprio menino. Matheu e Gumercindo organizam o trabalho da fazenda de Altino, e, após meses de esforço, a colheita chega ao fim, motivando os colonos a prepararem uma grande festa. Augusto autoriza seu sogro a negociar o café das fazendas, e Francesco aproveita o domingo para visitar Paola, levando flores e passeando pela cidade de braços dados. Tiziu mantém o uniforme mesmo aos domingos, enquanto Marco Antônio estranha a ausência do pai.
Rosana, sentindo-se indisposta, demonstra preocupação com o sexo do bebê. Matheu retira Leonora da festa, pois é chegada a hora do parto. Todos aguardam ansiosos, e nasce um menino, enchendo Gumercindo de emoção e lágrimas escondidas, enquanto Angélica, temendo uma menina, observa apreensiva. Gumercindo e Augusto viajam para São Paulo; Amadeu aguarda o dinheiro para deixar a fazenda, e Bartolo teme que outros colonos sigam o mesmo caminho. Marco Antônio desconfia de um envolvimento entre o pai e Paola, mas Augusto nega. Matheu se mostra feliz, embora não responda se Juliana tenha sido esquecida.
Anacleto e Inêz chegam a São Paulo para vender o café, mas Altino morre, e Francesco se preocupa com o grande empréstimo avalizado por ele. Matheu se surpreende ao saber que Gumercindo não vendeu o café devido ao baixo preço de mercado. Enquanto os pais insistem para que Paola volte à fazenda, ela prefere permanecer na capital. Gumercindo se queixa a Maria do Socorro sobre o excesso de café sem compradores, e Augusto demonstra habilidade política, impressionando Angélica. Bartolo decide ir embora, mas Matheu garante que Gumercindo honrará os pagamentos.
Rosana se ressente por permanecer em resguardo, mas comemora a chegada do filho. Augusto deixa a administração das fazendas com Angélica. Amadeu reclama pelo pagamento, quase confronta Matheu e abandona a propriedade. Juliana revela sua gravidez, e Marco Antônio e Francesco comemoram a novidade. Leonora, relutante em retornar à Itália, entra em conflito com o marido, enquanto Matheu busca contornar a situação, equilibrando emoções e responsabilidades familiares.
A sequência de Covil de Ladrões abandona subtramas familiares já desgastadas para investir em uma narrativa mais objetiva, centrada na tensa relação entre Nick (Gerard Butler) e Donnie (O’Shea Jackson Jr.). A escolha confere dinamismo ao filme, resultando em uma experiência eletrizante que mantém o público atento do início ao fim.
As cenas de assalto continuam sendo o grande trunfo da franquia, com coreografias bem executadas que potencializam a tensão a cada instante. Destaque para uma perseguição de carro intensa e meticulosamente filmada, deixando o público na ponta da cadeira. A direção acerta ao equilibrar sequências frenéticas com momentos de planejamento estratégico, evitando excessos visuais que poderiam comprometer a imersão.
O roteiro, apesar de não reinventar o gênero, adota diálogos incisivos e reviravoltas pontuais, mantendo a narrativa enxuta e eficiente. Essa abordagem minimalista se revela um acerto, já que elimina distrações desnecessárias e intensifica o foco nos confrontos centrais.
O desfecho é outro ponto positivo, surpreendendo ao deixar uma porta aberta para futuras tramas, sugerindo novos conflitos e alianças inesperadas. Embora não alcance o refinamento visual dos grandes blockbusters do gênero, a produção se consolida como um thriller sólido e direto, ideal para os aficionados por ação intensa e tensão bem calibrada.
Covil de Ladrões 2 entrega o que promete: adrenalina pura e cenas memoráveis. Para aqueles que buscam entretenimento direto e envolvente, é uma escolha certeira.
Vamos embarcar em uma viagem emocionante aos bastidores de uma das maiores lendas do humor latino-americano. A sérieChespirito: Sem Querer Querendo, produção original da plataforma Max, acaba de ganhar um novo trailer que revela cenas inéditas e intensas sobre a vida e carreira de Roberto Gómez Bolaños, criador dos icônicos Chaves e Chapolin Colorado. A estreia está marcada para 5 de junho.
Misturando drama, bastidores e nostalgia, a série não se limita apenas a enaltecer o legado do artista — ela também mergulha nas tensões criativas e relacionamentos turbulentos que marcaram a produção dos programas. Do nascimento das ideias à explosão de sucesso, passando por brigas nos bastidores, a narrativa busca retratar com profundidade o homem por trás da figura pública adorada por milhões.
No papel de Roberto, está o ator Pablo Cruz Guerrero, enquanto Paula Dávila interpreta Margarita Ruíz, personagem inspirada na atriz Florinda Meza — intérprete da Dona Florinda e parceira de vida de Bolaños, cujo nome verdadeiro foi alterado na série, reflexo dos conflitos judiciais e pessoais em torno da obra de Chespirito.
A produção ainda conta com Juan Lecanda como Carlos Villagrán/Marcos Barragán (o eterno Quico), Miguel Islas como Ramón Valdés (o querido Seu Madruga) e Andrea Noli vivendo Angelines Fernández (a inesquecível Bruxa do 71).
Essas mudanças de nomes, aliás, não são apenas artifícios criativos, mas refletem as disputas legais que se desenrolaram após a morte de Bolaños, envolvendo direitos autorais e a imagem dos personagens e intérpretes — uma trama à parte que também ganha espaço na narrativa da série.
Chaves: um fenômeno atemporal que conquistou o coração de gerações
Lançada originalmente em 1973, El Chavo del Ocho — ou simplesmente Chaves, como ficou conhecido no Brasil — se tornou um dos maiores marcos da televisão latino-americana. Criado e protagonizado por Roberto Gómez Bolaños, o seriado narrava as desventuras de um menino órfão que vivia dentro de um barril em uma vila, cercado de vizinhos caricatos, broncas, barracos e muitos tapas de humor.
Ao lado de personagens inesquecíveis como Seu Madruga, Quico, Dona Florinda, Chiquinha e Professor Girafales, o programa abordava, com leveza e carisma, temas como amizade, pobreza, respeito e empatia — tudo isso com piadas simples e roteiros acessíveis, mas incrivelmente eficazes.
No Brasil, Chaves foi exibido pelo SBT a partir da década de 1980 e logo se tornou parte da rotina de milhões de lares. O sucesso foi tanto que outros canais como Multishow, Cartoon Network, Boomerang e TBS também transmitiram a série, apresentando-a a novas gerações. Mesmo após décadas de sua criação, a produção segue viva na cultura popular, em memes, produtos licenciados e eventos temáticos.
É impossível medir com exatidão o impacto emocional de Chaves, mas o carinho coletivo por seus personagens e frases marcantes (“foi sem querer querendo”, “ninguém tem paciência comigo”) prova que o programa transcendeu barreiras linguísticas e sociais. Trata-se de uma obra que, mesmo feita com recursos modestos, se firmou como um verdadeiro patrimônio afetivo do público latino-americano.
Gene Wolfe é um autor frequentemente reverenciado dentro da ficção científica e da fantasia especulativa, e A Sombra do Torturador — primeiro volume da série O Livro do Sol Novo — é tido por muitos como seu trabalho mais emblemático. A obra narra as memórias de Severian, um aprendiz da guilda dos torturadores, que vive em um mundo chamado Urth, uma Terra futura e decadente, onde tecnologia e misticismo coexistem sob um véu de ignorância e tradição feudal.
A premissa é instigante. Wolfe nos introduz a um universo que, à primeira vista, remete à fantasia medieval, mas que aos poucos revela pistas de um passado tecnológico avançado — naves espaciais, alienígenas e ruínas de eras esquecidas aparecem apenas como sombras, memórias distorcidas por milênios. O autor escolhe construir sua narrativa por meio de um narrador pouco confiável, o próprio Severian, que tenta reconstruir sua trajetória com um tom confessional e quase mítico. Isso funciona… até certo ponto.
Um começo promissor que perde o fôlego
A jornada de Severian começa de forma sólida. Ele é curioso, inteligente e visivelmente dividido entre o que aprendeu com sua guilda e o que começa a sentir por conta própria. Quando se apaixona por Thecla, uma prisioneira nobre condenada à tortura, vemos surgir a primeira grande rachadura em sua lealdade — e, teoricamente, o ponto de virada do personagem.
Só que essa complexidade inicial dá lugar a um roteiro repetitivo: Severian segue viagem após ser expulso da guilda, vivendo aventuras episódicas, conhecendo personagens (geralmente mulheres que se encantam por ele sem muito esforço narrativo), dominando habilidades com espadas quase do nada e avançando rumo a um tal “destino grandioso” que nunca se justifica de forma convincente. É como se o personagem passasse de promissor a uma caricatura de herói trágico num piscar de olhos.
Narrativa densa ou apenas dispersa?
Muito se diz que Wolfe é um autor “difícil”. Mas A Sombra do Torturador não é, em si, um livro complicado. Ele apenas exige atenção e, talvez, um dicionário por perto — principalmente porque o autor adota uma linguagem arcaica e evita qualquer glossário ou explicação direta. Isso não é um problema por si só. O que realmente pesa é o ritmo quebrado, o excesso de digressões e o enredo que mais parece um mosaico de cenas do que uma trama que progride.
A escrita, muitas vezes louvada como brilhante, soa ornamental demais após certo ponto, perdendo impacto à medida que Wolfe se afasta da construção dramática inicial e se entrega a um desfile de personagens misteriosos e situações mal resolvidas.
Sexualidade e representação: o velho problema de sempre
Um dos pontos mais desconfortáveis da leitura é o tratamento dado às personagens femininas. Não é apenas o fato de Severian se apaixonar por praticamente toda mulher que encontra — o que, convenhamos, já seria cansativo. É a forma como o autor insiste em descrever constantemente seios, quadris e outras partes do corpo feminino com um olhar quase obsessivo. As mulheres são, em sua maioria, coadjuvantes sexuais, moldadas para se entregar ao protagonista com pouca ou nenhuma construção.
Esse olhar masculino antiquado é algo comum em parte da ficção científica clássica, mas não deveria ser normalizado. Em pleno século XXI, o status de “clássico” precisa ser questionado quando o que se vê é uma sucessão de mulheres bidimensionais e erotizadas ao redor de um protagonista egocêntrico e mal desenvolvido.
E afinal, por que ele está contando essa história?
Outro ponto que enfraquece a experiência é a própria estrutura da narrativa. Sabemos que Severian é um narrador não confiável. Sabemos também que Wolfe, dentro da lógica do livro, se coloca como o “editor” do manuscrito original. Mas… qual o propósito da história que nos é contada? Qual o contexto? Por que deveríamos confiar em qualquer coisa dita? A ausência de pistas ou direção sobre as intenções do protagonista (ou do próprio autor) acaba tornando a leitura frustrante, especialmente para quem não pretende seguir com os outros volumes.
A química era real, sim. E agora é oficial. A série espanhola Olympo, um dos títulos mais comentados entre o público jovem da Netflix, não está chamando atenção apenas pelas cenas quentes e pela trama cheia de desejo, poder e segredos. O que está dando o que falar mesmo é a revelação de que os atores Clara Galle e Nuno Gallego — que vivem o casal protagonista Amaia Olaberrie e Cristian Delavalle — estão namorando na vida real.
O romance, que começou nos bastidores da produção, foi confirmado pelos próprios atores, que já vivem juntos e vêm compartilhando momentos do relacionamento nas redes sociais. Em um dos posts mais comentados, Clara Galle escreveu apaixonadamente: “Aí o roteirista da minha vida acertou em cheio”. Não demorou muito para a internet reagir com corações, emojis e suspiros coletivos — afinal, quando a ficção encontra a realidade com esse nível de sintonia, é impossível resistir.
Romance fora das telas (e dentro de casa)
O casal se conheceu durante as filmagens da primeira temporada de Olympo, e parece que o fogo que aquece as cenas da série também acendeu fora do set. Desde então, os dois engataram um namoro e, segundo fontes próximas à produção, vivem um relacionamento estável e tranquilo. Atualmente, já dividem o mesmo lar — e os fãs, é claro, estão acompanhando cada passo com atenção de lupa.
Mesmo após o término das gravações, Clara e Nuno seguem colados — e apaixonados. As fotos compartilhadas nas redes mostram passeios, momentos íntimos e declarações que deixariam até roteirista de drama romântico emocionado. A verdade é que o shipper Amaia e Cristian ganhou vida, e isso está movimentando tanto os fãs da série quanto os seguidores da vida pessoal dos atores.
A reação dos fãs: amor, ciúme e nostalgia
Mas nem todo mundo ficou 100% feliz com a novidade. Nos comentários da declaração de Clara, surgiram diversas mensagens relembrando outro casal muito querido pelo público teen: Raquel e Ares, da trilogia Através da Minha Janela. Clara Galle contracenou nas três partes da saga com Julio Peña, e a química entre os dois também havia alimentado rumores e expectativas de um possível romance fora das telas.
“Preferia ela com o Julio”, escreveram alguns internautas, claramente saudosos do casal que embalou crushes literários e maratonas desde 2022. Mas, como diz o ditado, a vida não segue roteiro — ou melhor, às vezes até segue, mas o autor decide mudar tudo na temporada seguinte.
Sobre Olympo: drama, desejo e segredos em oito episódios
Lançada recentemente na Netflix, Olympo traz uma mistura explosiva de drama adolescente com cenas ousadas e uma estética altamente estilizada. A história gira em torno de um grupo de jovens ricos e privilegiados que frequentam uma escola de elite, onde cada passo revela uma nova camada de tensão — seja emocional, sexual ou familiar.
Clara Galle interpreta Amaia, uma jovem misteriosa que não teme quebrar regras, enquanto Nuno Gallego dá vida ao enigmático Cristian, envolvido com o submundo da escola e, claro, com Amaia. O resultado? Um casal que é puro fogo na tela — e agora, também fora dela.
Ao todo, a primeira temporada tem 8 episódios e está disponível na Netflix. E agora, sabendo que o romance é real, assistir a cada cena ganha um tempero a mais.
Neste sábado, 9 de agosto de 2025, a TV Globo apresenta na sua Sessão de Sábado um filme que emociona e inspira: À Procura da Felicidade (2006). Baseado na trajetória real de Chris Gardner, o longa protagonizado por Will Smith e seu filho Jaden Smith é um convite para refletirmos sobre a força do amor, a coragem diante das adversidades e a importância de nunca desistir dos nossos sonhos — mesmo quando tudo parece conspirar contra nós.
Chris Gardner era um homem comum, pai de família, com uma vida que, à primeira vista, parecia tranquila. Porém, quando as dificuldades financeiras começaram a apertar, tudo mudou. Sua esposa, Linda, não aguenta a pressão e decide ir embora, deixando Chris sozinho para cuidar do pequeno Christopher, de apenas cinco anos.
A partir daí, a luta de Chris se torna muito mais do que simplesmente pagar as contas. É uma batalha diária para garantir que o filho não sinta o peso da crise, que continue sonhando, que tenha um teto e comida na mesa, mesmo que, por vezes, o abrigo deles seja um banco de praça ou um banheiro público.
Entre despejos e estações de trem: a realidade dura da falta de moradia
O filme mostra, com um olhar sensível e realista, o que significa ser pai e filho vivendo nas ruas. Chris consegue uma vaga de estágio numa corretora de valores — uma oportunidade que pode mudar o futuro dos dois, mas que não oferece salário e exige dedicação total.
É uma corrida contra o tempo e a sorte, com muitos momentos de tensão, medo e incerteza. Ser despejado, procurar um lugar para dormir, alimentar um filho pequeno e tentar manter a dignidade em meio ao caos: tudo isso é parte da dura rotina retratada no filme.
A atuação que toca fundo
Will Smith dá vida a Chris Gardner com uma intensidade rara, mostrando as várias facetas de um homem que, apesar do cansaço, do medo e das dúvidas, não perde a ternura nem a esperança. Seu filho Jaden, interpretando Christopher Jr., rouba a cena com uma naturalidade tocante, tornando o vínculo entre pai e filho o centro emocional da narrativa.
Essa química entre os dois atores reais se traduz numa relação que vai muito além das telas — é um reflexo do amor incondicional e da força que uma família pode ter, mesmo nas circunstâncias mais adversas.
Uma história que vai além do filme
A trama não é apenas uma biografia dramatizada. É um testemunho vivo da capacidade humana de resistir. Chris Gardner, que hoje é empresário de sucesso, não apenas viu sua história ser levada para as telas, mas também participou da produção, garantindo que a mensagem fosse fiel à sua experiência.
O título, com a palavra “happyness” escrita de forma incorreta, aparece no filme em um desenho feito na creche do filho. Essa imperfeição simboliza que a felicidade não é perfeita, nem linear — é construída dia após dia, com erros, quedas e recomeços.
Por que esse filme ainda emociona tantos anos depois?
Vivemos tempos difíceis, em que a desigualdade e o desemprego afetam muitas famílias. A história de Chris Gardner toca em questões universais: medo do fracasso, desejo de proteger quem amamos, luta por dignidade.
Assistir a esse filme é um convite para se colocar no lugar do outro, para entender que por trás de cada rosto há uma história de esperança e desafio. É também uma lição sobre empatia, sobre o valor da perseverança e da coragem.
Onde e como assistir
Se você quer assistir ou rever À Procura da Felicidade, a Sessão de Sábado é a oportunidade perfeita para isso. Além disso, o filme está disponível em plataformas de streaming como Telecine, para quem é assinante, e pode ser alugado no Prime Video por preços acessíveis.
Foto: Reprodução/ Internet
Neste sábado, o Supercine convida você para uma aventura divertida e cheia de emoção com o filme Amanhã é Hoje. Se você gosta de histórias que misturam humor, viagens no tempo e aquela boa e velha confusão familiar, essa é a pedida certa para a sua noite.
A gente conhece bem aquelas férias em família que começam cheias de planos, música boa no rádio, e aquela sensação gostosa de liberdade que só o verão traz. Em Amanhã é Hoje, acompanhamos exatamente isso: uma família espanhola curtindo o calor e a rotina de 1991. Mas, claro, nada que envolva adolescentes e discussões fica simples.
Quando Lulu, a filha rebelde, decide fugir com o namorado, uma tempestade fora do comum vira tudo de cabeça para baixo — literalmente. Seus pais, no meio desse furacão, são catapultados para o ano de 2022, um mundo que para eles é praticamente ficção científica.
Imagine só o que é acordar em um mundo onde os telefones são todos inteligentes, todo mundo vive grudado nas redes sociais, e o jeito de se comunicar mudou tanto que parece outro idioma. É esse choque cultural que o filme explora com muito humor e delicadeza.
Os pais de Lulu, perdidos no tempo, precisam lidar com esse presente cheio de tecnologia, regras novas e costumes diferentes. Entre confusões hilárias, mal-entendidos e descobertas, o filme mostra que o tempo muda tudo — menos o amor e a importância da família.
Quem lidera essa aventura são os incríveis Carmen Machi e Javier Gutiérrez, que trazem à tona toda a comédia e o drama de quem está perdido num tempo que não reconhece. Eles dão vida a personagens que são ao mesmo tempo engraçados e humanos, cheios de dúvidas e vontade de se adaptar.
Silvia Abril completa o trio com sua energia contagiante, garantindo momentos leves e divertidos que fazem o espectador rir e se emocionar ao mesmo tempo.
Por que assistir Amanhã é Hoje?
Mais do que uma comédia, o filme é uma conversa sobre o que acontece quando o passado encontra o presente. A tecnologia, as mudanças sociais, as gerações diferentes — tudo isso rende boas piadas, claro, mas também provoca aquele sentimento de que, apesar das transformações, o essencial permanece: a família, a conexão humana, o amor que atravessa qualquer barreira.
Onde ver?
Você pode conferir essa história divertida e emocionante no Supercine na noite de hoje, 9. Para quem prefere streaming, o filme também está disponível no Amazon Prime Video para assinantes, garantindo a você assistir quando e onde quiser.