Eu Vou Te Encontrar | Entenda a série da Netflix que começa com um crime e termina em uma conspiração muito maior

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À primeira vista, Eu Vou Te Encontrar parece seguir um caminho conhecido. Um pai é condenado pelo assassinato do próprio filho, jura que é inocente e tenta provar que a Justiça errou. Só que a série muda de rumo muito cedo. Uma simples fotografia, tirada anos depois do crime, coloca toda a investigação em xeque e transforma a história em algo bem maior do que um drama policial.

Disponível na Netflix, a produção adapta o romance homônimo de Harlan Coben, autor que já inspirou sucessos da plataforma como Não Fale com Estranhos, Fique Comigo e Que Falta Você Me Faz. Quem acompanha as adaptações do escritor já sabe o que esperar: pistas espalhadas ao longo dos episódios, personagens escondendo informações importantes e revelações que obrigam o público a rever tudo o que acreditava ser verdade.

O protagonista é David Burroughs, interpretado por Sam Worthington (Avatar e Até o Último Homem), um ex-professor de Direito condenado à prisão perpétua pela morte do filho de três anos. Cinco anos depois, Rachel Mills (Britt Lower, de Ruptura), sua ex-cunhada e antiga jornalista investigativa, aparece com uma foto feita em um parque de diversões. Ao fundo da imagem, um menino muito parecido com Matthew aparece brincando normalmente. A marca de nascença no rosto faz surgir uma dúvida impossível de ignorar: e se o garoto nunca tivesse morrido?

É aí que a série realmente encontra seu ritmo. David foge da prisão e inicia uma corrida contra o tempo para descobrir quem armou sua condenação. Cada nova pista desmonta uma parte da investigação original, revelando testemunhos manipulados, policiais envolvidos em esquemas criminosos, interesses da máfia de Boston e uma rede de mentiras construída durante anos.

O roteiro acerta ao não entregar respostas fáceis. Em vez de guardar todas as revelações para o último episódio, cada capítulo muda o rumo da investigação. A sensação é de que, quando uma pergunta finalmente encontra resposta, duas novas aparecem logo em seguida. Isso faz com que a maratona aconteça quase naturalmente.

Outro ponto forte é o elenco. Sam Worthington interpreta um homem completamente destruído pelos anos de prisão, mas que nunca abandonou a esperança de encontrar o filho. Britt Lower funciona como o contraponto da história, assumindo boa parte da investigação e dando ritmo à narrativa. Milo Ventimiglia (This Is Us e Heroes) também ganha espaço conforme a trama avança, enquanto Erin Richards (Gotham) vive Cheryl, ex-esposa de David, personagem que guarda informações importantes sobre o caso.

A série ainda reúne Jonathan Tucker (Kingdom), Madeleine Stowe (12 Macacos), Chi McBride (Hawaii Five-0) e Logan Browning (Dear White People), formando um elenco que ajuda a manter o suspense convincente até o fim.

Um detalhe que faz diferença é que Eu Vou Te Encontrar não fica presa apenas ao mistério sobre o paradeiro de Matthew. Conforme a investigação cresce, entram em cena corrupção policial, manipulação de provas, exames de DNA adulterados, crimes ligados à máfia e até uma conspiração internacional. Mesmo ampliando bastante a escala da história, o roteiro consegue organizar essas peças sem deixar a sensação de que está apenas acumulando reviravoltas.

Quem procura um suspense para assistir em poucos dias encontra aqui uma boa escolha. São apenas oito episódios, todos com acontecimentos que realmente fazem a história avançar. Não há capítulos que existam apenas para preencher tempo, e praticamente toda cena acaba tendo importância mais adiante.

Reacher volta em agosto! Prime Video confirma a estreia da 4ª temporada e revela qual livro será adaptado

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Foto: Reprodução/ Internet

Depois de meses sem novidades, o Prime Video finalmente marcou a data de estreia da 4ª temporada de Reacher. Os novos episódios chegam ao catálogo em 12 de agosto, dando sequência à adaptação da famosa série de livros escrita por Lee Child.

O novo ano será inspirado em Gone Tomorrow, décimo terceiro romance da franquia. A história acompanha Jack Reacher durante uma viagem de metrô em Nova York, onde um encontro aparentemente comum termina em uma morte misteriosa. A partir daí, o ex-policial militar acaba envolvido em uma investigação que mistura agentes do governo, conspirações e interesses políticos.

Desde a estreia, em 2022, a produção encontrou um caminho próprio ao apostar em histórias fechadas a cada temporada, mantendo apenas o protagonista como elo entre elas. A fórmula permitiu adaptar diferentes livros sem depender de grandes ganchos, algo que agradou tanto aos leitores quanto a quem conheceu o personagem pela televisão.

Alan Ritchson (Velozes & Furiosos 10 e Ordinary Angels) retorna como Jack Reacher, o ex-major da polícia militar que vive na estrada e costuma resolver problemas do jeito mais direto possível. Também está de volta Maria Sten (Swamp Thing e Channel Zero) no papel de Frances Neagley, uma das poucas pessoas em quem Reacher realmente confia.

Criada por Nick Santora (Prison Break e Scorpion), a adaptação chegou ao streaming em fevereiro de 2022 baseada no romance Dinheiro Sujo, primeiro livro da série literária. O bom desempenho fez o serviço de streaming acelerar os planos para os anos seguintes, transformando a produção em uma das principais franquias de ação da plataforma.

A segunda temporada adaptou Bad Luck and Trouble, reunindo antigos integrantes da unidade militar de Reacher. Já o terceiro ano levou às telas Persuader, colocando o protagonista infiltrado em uma operação para resgatar um informante e enfrentar um inimigo do passado.

Agora, a expectativa fica por conta da adaptação de Gone Tomorrow, um dos livros mais elogiados de Lee Child por combinar suspense investigativo, ação e uma conspiração que cresce a cada capítulo. Se a série mantiver o ritmo das temporadas anteriores, o novo caso tem potencial para colocar Reacher diante de uma de suas missões mais perigosas até agora.

Homem-Aranha: Um Novo Dia divulga vídeo com Lionel Messi em Nova York ao lado de Peter Parker; Assista ao encontro

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A Sony Pictures divulgou um novo vídeo promocional de Homem-Aranha: Um Novo Dia que une dois fenômenos mundiais: Lionel Messi e Tom Holland como Peter Parker. No clipe, o craque argentino entra em um café em Nova York e acaba encontrando o herói. A partir daí, os dois fazem um passeio pela cidade em uma ação criada exclusivamente para divulgar o filme.

A participação de Messi não faz parte da história, mas funciona como uma campanha de marketing que aproxima o lançamento de um público ainda maior. É uma parceria curiosa, especialmente porque coloca um dos maiores jogadores da história dividindo a tela com o super-herói mais popular da Marvel.

O novo longa também marca uma fase diferente para Peter Parker. Depois dos acontecimentos de Sem Volta para Casa (2021), ninguém mais se lembra de quem ele é. Sem os amigos, sem a vida que tinha antes e completamente anônimo, Peter segue protegendo Nova York sozinho, agora enfrentando problemas bem mais próximos das ruas da cidade do que ameaças envolvendo o multiverso.

Essa mudança deixa o filme com um clima diferente dos capítulos anteriores. O foco volta para o dia a dia do Homem-Aranha, mostrando um Peter que precisa aprender a lidar com a solidão enquanto enfrenta uma nova ameaça e percebe que seus próprios poderes estão mudando. Entre as novidades está o surgimento das teias orgânicas, habilidade que ficou famosa na versão de Tobey Maguire e agora passa a fazer parte da versão vivida por Tom Holland.

O elenco reúne vários rostos conhecidos. Zendaya retorna como MJ, que agora estuda no MIT e segue sua vida sem qualquer lembrança de Peter. Jacob Batalon também volta como Ned Leeds, que cria um aplicativo para tentar descobrir quem é o Homem-Aranha, sem imaginar que seu antigo melhor amigo é justamente o herói que procura.

Entre os novos nomes está Sadie Sink, destaque de Stranger Things. A Sony continua mantendo sua personagem em segredo, o que alimenta diversas teorias entre os fãs desde que sua escalação foi anunciada.

Outra presença importante é Jon Bernthal, novamente como Justiceiro. Frank Castle cruza o caminho de Peter durante as investigações, e os dois acabam entrando em conflito por enxergarem a justiça de maneiras completamente diferentes. Já Mark Ruffalo retorna como Bruce Banner, que passa a ajudar Peter a entender as mudanças que começam a acontecer em seus poderes.

A lista de vilões também cresce. Michael Mando finalmente assume a identidade do Escorpião, personagem apresentado ainda em Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017). O filme também contará com Lápide, interpretado por Marvin Jones III, além de personagens como Bumerangue, Tarantula e a organização criminosa Tentáculo, indicando que a história terá um foco maior no submundo do crime de Nova York.

O projeto começou a ser desenvolvido logo após o sucesso de Sem Volta para Casa. O roteiro volta a reunir Chris McKenna e Erik Sommers, responsáveis pelos três filmes anteriores do Homem-Aranha no MCU, agora com colaboração de Justin Kuritzkes. A direção é de Destin Daniel Cretton, conhecido por Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis.

As filmagens aconteceram entre agosto e dezembro de 2025, com gravações em cidades do Reino Unido e nos estúdios Pinewood. Produzido pela Columbia Pictures, Marvel Studios e Pascal Pictures, Homem-Aranha: Um Novo Dia abre uma nova etapa na trajetória de Peter Parker.

Flex x Cop volta ao Disney+ em agosto com novos casos e a continuação da parceria entre Jin I-soo e Lee Gang-hyun

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A segunda temporada de Flex x Cop estreia no Disney+ em 7 de agosto, com novos episódios lançados semanalmente às sextas-feiras e aos sábados. O cronograma segue a exibição original na Coreia do Sul e mantém a estratégia adotada durante o primeiro ano da série.

Exibido inicialmente pela emissora SBS entre janeiro e março de 2024, o dorama conquistou espaço entre as produções policiais sul-coreanas ao construir sua narrativa sobre uma dupla improvável. De um lado está Jin I-soo, herdeiro de um dos maiores conglomerados do país. Do outro, Lee Gang-hyun, uma investigadora experiente que passou anos construindo sua carreira dentro da polícia. A diferença entre os dois deixa de ser apenas um conflito de personalidade e passa a influenciar diretamente a maneira como cada caso é resolvido.

A continuação parte justamente dessa relação já consolidada. Depois de um início marcado pela desconfiança, os protagonistas aprenderam a trabalhar juntos e agora enfrentam novas investigações sem precisar provar um ao outro que pertencem à mesma equipe. Isso permite que a série dedique mais tempo aos casos policiais e aos conflitos pessoais que cercam os personagens.

Um dos aspectos que diferenciam Flex x Cop de outros dramas do gênero é o perfil de seu protagonista. Jin I-soo não chegou à polícia por vocação. Acostumado aos privilégios de uma família bilionária, ele utiliza recursos financeiros, tecnologia e uma rede de contatos que normalmente estariam fora do alcance de qualquer investigador. A série explora esse contraste sem abandonar os procedimentos tradicionais das investigações, criando situações em que métodos convencionais e soluções pouco ortodoxas acabam convivendo na mesma equipe.

Lee Gang-hyun continua sendo o contraponto dessa dinâmica. Conhecida pelo rigor com que conduz seu trabalho, ela ocupa uma posição de liderança no departamento de crimes violentos e encara cada investigação com disciplina. Sua convivência com I-soo deixa de girar em torno de conflitos pessoais e passa a explorar como dois profissionais completamente diferentes conseguem complementar suas habilidades diante de casos cada vez mais complexos.

O elenco principal permanece praticamente inalterado. Ahn Bo-hyun (Meu Nome e See You in My 19th Life) retorna como Jin I-soo, enquanto Park Ji-hyun (Reborn Rich e Do You Like Brahms?) reprisa o papel de Lee Gang-hyun. Também voltam Kang Sang-jun (The Forbidden Marriage) como Park Jun-young, Kim Shin-bi (Duty After School) como Choi Kyung-jin e Kwak Si-yang (Alice e Lovers of the Red Sky) como Jin Seung-ju, irmão mais velho do protagonista e um dos executivos do Grupo Hansu.

Outro detalhe que ajuda a entender a origem da série é que Flex x Cop nasceu como uma adaptação do drama russo Silver Spoon, lançado em 2015. A versão sul-coreana, porém, reorganizou boa parte da estrutura original, dando maior espaço às relações entre os personagens e ao humor presente em várias investigações. O resultado foi uma produção com identidade própria, capaz de alcançar público dentro e fora da Coreia graças à distribuição internacional pelo Disney+.

Sobrenatural: Agora Entre Nós muda o rumo da franquia e já tem data para chegar aos cinemas

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A franquia Sobrenatural vai deixar a história da família Lambert para trás. O sexto filme, Sobrenatural: Agora Entre Nós, apresenta um elenco inédito e abre um novo capítulo da série, embora mantenha um rosto conhecido: Lin Shaye volta ao papel da médium Elise Rainier, personagem que acompanha a saga desde o primeiro longa.

A direção ficou nas mãos de Jacob Chase, responsável por Come Play. O cineasta também participou da criação da história ao lado de David Leslie Johnson-McGoldrick (Invocação do Mal 2 e Aquaman), um dos roteiristas mais frequentes do cinema de terror dos últimos anos.

A Sony ainda mantém a trama em segredo, mas já confirmou que a produção será uma continuação direta de Sobrenatural: A Porta Vermelha (2023). A mudança de protagonistas indica que o estúdio pretende explorar novos casos ligados ao “Further”, dimensão sobrenatural apresentada no primeiro filme da franquia e que continua sendo o centro dos acontecimentos.

O elenco reúne Amelia Eve (A Maldição da Mansão Bly), Brandon Perea (Não! Não Olhe!), Maisie Richardson-Sellers (DC’s Legends of Tomorrow), Sam Spruell (Fargo), Laura Gordon (Late Night with the Devil) e Island Austin, ao lado de Lin Shaye.

As filmagens aconteceram entre setembro e novembro de 2025 em Melbourne, na Austrália. Parte das locações foi adaptada para representar cidades da Nova Inglaterra, região onde a história será ambientada.

Durante boa parte da produção, o projeto recebeu o título provisório Insidious: The Bleeding World. O nome definitivo, Insidious: Out of the Further, foi anunciado apenas em abril deste ano. A mudança deixa claro que o filme pretende voltar a explorar o “Further”, dimensão onde vivem as entidades sobrenaturais que acompanham a franquia desde 2010.

Outra volta importante acontece nos bastidores. Joseph Bishara, compositor dos cinco filmes anteriores, assina novamente a trilha sonora. Seu trabalho sempre foi um dos elementos mais marcantes da série, principalmente pelo uso de sons dissonantes que ajudam a criar a sensação constante de desconforto nas cenas de suspense.

Sobrenatural: Agora Entre Nós estreia em 20 de agosto nos cinemas brasileiros, com distribuição da Sony Pictures.

Entenda como tudo começou

Lançado em 2010, o primeiro Sobrenatural nasceu de uma parceria que mudaria o rumo do cinema de terror na década seguinte. Depois de criarem Jogos Mortais, o diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell voltaram a trabalhar juntos em uma história que trocava a violência explícita por um suspense construído a partir do silêncio, da tensão e da sugestão de que havia algo escondido além do que os personagens conseguiam enxergar.

A trama acompanha Josh (Patrick Wilson) e Renai Lambert (Rose Byrne), um casal que se muda com os filhos para uma nova casa. Pouco tempo depois, Dalton, um dos meninos, entra em um coma sem explicação médica. A família acredita estar vivendo um caso de assombração, mas descobre que o verdadeiro perigo não está na casa onde mora, e sim em um lugar conhecido como Further, dimensão espiritual que se tornaria a principal marca da franquia.

Boa parte da identidade do filme também passa por Lin Shaye, que interpreta a médium Elise Rainier. A personagem rapidamente conquistou espaço entre o público e acabou se tornando o elo entre praticamente todos os capítulos da série, assumindo um papel cada vez mais importante conforme a franquia crescia.

Produzido com um orçamento estimado em apenas US$ 1,5 milhão, o longa surpreendeu nas bilheterias ao arrecadar cerca de US$ 100 milhões em todo o mundo. O resultado transformou a franquia em um dos filmes de terror mais lucrativos de sua época e abriu caminho para uma série que hoje conta com seis produções.

A Morte do Demônio: Em Chamas divulga vídeo de bastidores e revela mais do trabalho de Sébastien Vaniček

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Depois das primeiras imagens oficiais, A Morte do Demônio: Em Chamas teve um vídeo de bastidores divulgado. O material passa longe de revelar cenas importantes da história, mas permite observar como o diretor Sébastien Vaniček conduziu as filmagens e o cuidado da equipe com maquiagem, cenários e efeitos práticos, elementos que sempre fizeram parte da identidade da franquia.

Vaniček chegou ao projeto depois de chamar a atenção de Sam Raimi com Infested, terror francês lançado em 2023. Raimi assistiu ao filme e decidiu convidar o diretor para escrever e comandar um novo capítulo da série. A ideia nunca foi dar sequência direta aos acontecimentos de A Morte do Demônio (2013) ou A Morte do Demônio: A Ascensão (2023), mas construir outra história dentro da mesma mitologia.

O roteiro acompanha uma família reunida para enfrentar um momento de luto. A morte do filho de uma das personagens leva todos até uma casa isolada, onde a reunião rapidamente sai do controle. A presença de uma força demoníaca transforma o encontro em uma disputa pela sobrevivência, conforme os integrantes da família passam a ser possuídos e se tornam Deadites.

A atriz Souheila Yacoub (Duna: Parte Dois) lidera o elenco como Alice. Também participam Hunter Doohan (Wandinha), Luciane Buchanan (O Agente Noturno), Tandi Wright (Pearl), Erroll Shand (The Convert), George Pullar (The Gone), Maude Davey (The Moogai), Tapiwa Soropa, Keanu Karim e Alain Chabat (Asterix e Obelix: Missão Cleópatra).

Quem acompanha a franquia deve perceber outra mudança importante. Pela primeira vez desde o remake de 2013, um diretor assume o comando depois de ter sido escolhido diretamente por Raimi por causa de um trabalho recente. O criador da série voltou a produzir o filme ao lado de Rob Tapert, mantendo a dupla responsável por praticamente toda a trajetória de A Morte do Demônio. Bruce Campbell, eternizado como Ash Williams, e Lee Cronin, diretor do longa anterior, também permanecem envolvidos como produtores executivos.

Série de Jimmy Olsen ganha primeiros detalhes e terá humor no estilo The Office com Gorilla Grodd como vilão

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A série de Jimmy Olsen, um dos projetos em desenvolvimento na DC Studios, começou a ganhar forma. Segundo o Nexus Point News, a produção será uma comédia em formato de falso documentário, inspirada em The Office, mas com uma trama centrada em investigações criminais. O principal antagonista será Gorilla Grodd, um dos vilões mais inteligentes da DC Comics.

Embora o estúdio ainda não tenha oficializado essas informações, os detalhes indicam uma proposta bem diferente da maior parte das produções do novo Universo DC. Em vez de acompanhar super-heróis enfrentando ameaças globais, a história deve acompanhar o cotidiano de Jimmy como fotojornalista do Planeta Diário, colocando o personagem no centro de casos que misturam humor e mistério.

Nos quadrinhos, Jimmy é um dos aliados mais antigos do Superman. Desde sua criação, ele aparece como fotógrafo do jornal onde trabalham Clark Kent, Lois Lane e Perry White, geralmente envolvido em situações inesperadas por causa de sua curiosidade. A popularidade do personagem foi suficiente para render uma revista própria durante quase três décadas. Entre 1954 e 1982, Superman’s Pal Jimmy Olsen publicou 222 edições, consolidando o jornalista como um dos coadjuvantes mais conhecidos da editora.

A escolha de Gorilla Grodd também chama atenção. Diferentemente de vilões movidos apenas pela força física, o gorila telepata costuma ser retratado como um estrategista altamente inteligente, capaz de controlar mentes e manipular pessoas para alcançar seus objetivos. Tradicionalmente ligado ao Flash, o personagem raramente divide espaço com Jimmy Olsen, o que sugere uma abordagem inédita para o live-action.

Outro ponto ainda em aberto é se a série utilizará Skyler Gisondo (Licorice Pizza, Booksmart) no papel principal. O ator interpretou Jimmy em Superman (2025), primeiro filme do novo DCU comandado por James Gunn, mas sua participação na série ainda não foi confirmada.

A produção também não recebeu um título oficial nem previsão de estreia. Até o momento, a DC Studios mantém em sigilo detalhes como roteiro, direção e restante do elenco.

Netflix desenvolve série em live-action de Persona, uma das franquias de RPG mais influentes dos games

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A Netflix está desenvolvendo uma série em live-action inspirada em Persona, uma das propriedades mais importantes da Atlus. A informação foi publicada pela Variety. O projeto ainda não teve elenco, roteirista, diretor ou data de estreia anunciados, mas já conta com uma equipe de produtores ligada a algumas das adaptações de games mais conhecidas dos últimos anos.

A produção ficará a cargo da 21 Laps, empresa de Shawn Levy (Stranger Things e Deadpool & Wolverine) e Robert Atwood. Também participam Dmitri M. Johnson, Michael Lawrence Goldberg e Timothy I. Stevenson, da Story Kitchen, companhia especializada em levar franquias dos videogames para o cinema e a televisão. Representando a Sega, Toru Nakahara assina como produtor executivo.

Um dos principais mistérios é justamente qual história será levada para as telas. A Netflix ainda não revelou se pretende adaptar um dos jogos já lançados ou criar uma narrativa inédita ambientada nesse universo. Essa segunda possibilidade não seria incomum, já que cada título principal apresenta personagens e conflitos independentes, compartilhando apenas conceitos centrais da franquia.

Criada pela Atlus em 1996 como um derivado de Shin Megami Tensei, a série encontrou sua própria identidade ao trocar o foco exclusivo nos combates por histórias centradas na rotina de estudantes do ensino médio. Os protagonistas dividem o tempo entre aulas, amizades e atividades escolares até descobrirem a existência de uma realidade paralela, onde enfrentam criaturas sobrenaturais utilizando manifestações conhecidas como Personas.

Essa estrutura passou a se consolidar a partir de Persona 3, lançado originalmente em 2006. O jogo introduziu um sistema de calendário que obrigava o jogador a administrar o tempo disponível entre estudar, fortalecer amizades e participar das batalhas. As relações construídas durante a história deixaram de ser apenas um elemento narrativo e passaram a influenciar diretamente a evolução dos personagens.

Outro aspecto que diferencia a franquia é o uso de referências à psicologia analítica de Carl Gustav Jung. O próprio termo “persona” faz referência à máscara social adotada pelas pessoas em diferentes situações do cotidiano. Os jogos utilizam esse conceito para abordar temas como identidade, amadurecimento, culpa, pressão social e conflitos internos, sempre misturando elementos de mitologia, religião e cartas de tarô.

O reconhecimento internacional cresceu de forma consistente ao longo dos anos, especialmente após o lançamento de Persona 5, que levou a série a um público muito maior fora do Japão. Segundo números divulgados pela Sega, a marca já ultrapassou 16 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, tornando-se uma das principais franquias da Atlus.

O capítulo mais recente dessa trajetória foi Persona 3 Reload, remake lançado em 2024. Além da atualização gráfica e das melhorias na jogabilidade, o título marcou a chegada das primeiras legendas oficiais em português brasileiro para um jogo principal da série, uma demanda antiga dos jogadores nacionais.

A adaptação da Netflix chega depois de diversas tentativas de expandir a marca para outras mídias. Ao longo dos anos, os jogos deram origem a séries de anime, filmes de animação, mangás, romances, peças de teatro e até concertos dedicados às suas trilhas sonoras. Apesar desse histórico, nunca houve uma produção em live-action baseada na franquia.

A Odisseia | Quando estreia o novo filme de Christopher Nolan e por que ele já é um dos maiores projetos da carreira do diretor

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A Odisseia, novo filme de Christopher Nolan, estreia nos cinemas brasileiros em 16 de julho de 2026. Será o primeiro trabalho do diretor desde Oppenheimer, vencedor do Oscar de Melhor Filme, e também sua primeira adaptação de uma obra da literatura clássica.

O longa leva para as telas um dos textos mais influentes da história: o poema A Odisseia, atribuído a Homero. A narrativa acompanha Odisseu, rei de Ítaca, que tenta voltar para casa após o fim da Guerra de Troia. O caminho, porém, está longe de ser simples. A viagem se estende por anos e coloca o protagonista diante de criaturas mitológicas, deuses e desafios que se tornaram parte da cultura popular, como o encontro com o ciclope Polifemo, as Sereias e a feiticeira Circe.

No elenco, Matt Damon (Oppenheimer e Perdido em Marte) interpreta Odisseu. Anne Hathaway (Interestelar e Os Miseráveis) vive Penélope, esposa do herói, enquanto Tom Holland (Homem-Aranha: Sem Volta para Casa e Uncharted) assume o papel de Telêmaco, filho do casal.

O filme ainda reúne Zendaya (Duna e Euphoria) como Atena, Charlize Theron (Mad Max: Estrada da Fúria e Atômica) como Circe, Robert Pattinson (The Batman e O Farol) como Antínoo, além de Lupita Nyong’o (Pantera Negra e Um Lugar Silencioso: Dia Um), Jon Bernthal (O Justiceiro e The Bear), Benny Safdie (Oppenheimer e Joias Brutas), John Leguizamo (Encanto e John Wick), Elliot Page (A Origem e Juno), Himesh Patel (Yesterday e Não Olhe para Cima), Bill Irwin (Interestelar e Rachel Se Casando), Samantha Morton (The Walking Dead e Animais Fantásticos e Onde Habitam) e Jesse Garcia (Ambulância: Um Dia de Crime e Flamin’ Hot).

Quem acompanha os filmes de Nolan deve encontrar alguns elementos familiares. O diretor costuma filmar em locações reais sempre que possível, reduzindo o uso de cenários totalmente digitais. Essa escolha se repete em A Odisseia, gravado em países como Grécia, Itália, Marrocos, Escócia, Islândia e Saara Ocidental. As paisagens naturais ajudam a recriar o percurso percorrido por Odisseu ao longo da história.

Outro detalhe que diferencia a produção é sua parte técnica. Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, o filme é o mais caro da carreira de Nolan e o primeiro longa registrado inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm, formato conhecido pela alta definição e pela escala das imagens. Para quem pretende assistir ao filme, as salas IMAX devem oferecer a versão mais próxima daquela planejada pelo diretor durante as filmagens.

A escolha de adaptar A Odisseia também marca uma mudança na filmografia de Nolan. Em vez de desenvolver uma história original, como aconteceu em A Origem, Interestelar e Tenet, ou adaptar personagens dos quadrinhos, como na trilogia Batman, o cineasta parte de um texto escrito há milhares de anos que continua influenciando livros, séries, jogos e produções de Hollywood.

Todo Mundo em Pânico 6 já tem data para chegar às plataformas digitais, mas lançamento no Brasil continua sem confirmação

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Foto: Reprodução/ Internet

Quem prefere assistir aos filmes em casa já pode acompanhar a próxima etapa de Todo Mundo em Pânico 6. A Paramount confirmou que a comédia ficará disponível para compra e aluguel digital na América do Norte a partir de 21 de julho. O lançamento será feito nas principais plataformas de vídeo sob demanda, incluindo Prime Video, Apple TV e Fandango at Home.

A informação, porém, vale apenas para os Estados Unidos e o Canadá. No Brasil, a distribuidora ainda não divulgou quando o longa poderá ser comprado ou alugado nas plataformas digitais. Também não existe, por enquanto, uma previsão para sua chegada ao catálogo de algum serviço de streaming por assinatura.

O calendário internacional costuma variar conforme os acordos de distribuição de cada mercado. Em produções recentes da Paramount, alguns filmes estrearam no Brasil poucas semanas depois do lançamento digital norte-americano, mas o estúdio ainda não informou se seguirá a mesma estratégia com Todo Mundo em Pânico 6.

O novo capítulo coloca a franquia novamente nas mãos da família Wayans. Marlon Wayans, Shawn Wayans e Keenen Ivory Wayans voltaram a participar da criação do roteiro depois de mais de duas décadas afastados da série. Desde Todo Mundo em Pânico 2, lançado em 2001, eles não participavam diretamente do desenvolvimento de um filme da franquia.

O retorno também reúne personagens que ajudaram a popularizar os primeiros longas. Anna Faris interpreta novamente Cindy Campbell, Regina Hall volta como Brenda Meeks, Marlon Wayans reprisa o papel de Shorty Meeks e Shawn Wayans retorna como Ray Wilkins. A direção ficou a cargo de Michael Tiddes, parceiro frequente de Marlon Wayans em projetos de comédia.

A história acompanha um novo ciclo de assassinatos inspirados nos crimes do primeiro filme. Com o reaparecimento de um Ghostface, Cindy e seus antigos amigos acabam sendo envolvidos em mais uma sequência de situações absurdas. O roteiro ainda apresenta Sara e Tuesday Campbell, filhas de Cindy, que passam a ocupar um papel importante na trama.

O humor continua baseado nas referências à cultura pop, mas desta vez o alvo vai além dos filmes de terror. A produção faz piadas com a onda de remakes, continuações tardias e reboots que domina Hollywood, sem deixar de lado influenciadores, redes sociais, transmissões ao vivo e outros fenômenos recentes da internet. Em vários momentos, o filme brinca até com a própria trajetória da franquia e com a dificuldade de encontrar espaço para novos protagonistas.

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