Acabou a primeira temporada de Witch Hat Atelier? Saiba o que já foi confirmado sobre a continuação do anime

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A jornada de Coco está longe de terminar. Poucos minutos depois da exibição do último episódio da primeira temporada, a equipe de Witch Hat Atelier confirmou oficialmente que o anime ganhará uma segunda temporada. O anúncio colocou fim às dúvidas sobre a continuidade da adaptação, embora ainda não tenha revelado quando os novos episódios chegarão ao público.

Por enquanto, detalhes como a quantidade de episódios e os capítulos do mangá que servirão de base para a continuação seguem em sigilo. A distribuição internacional continuará nas mãos da Crunchyroll, responsável por levar a série ao público de praticamente todo o mundo, com exceção dos países asiáticos.

A rapidez com que a renovação foi anunciada chama atenção. Em vez de esperar meses para avaliar os resultados da primeira temporada, a produção confirmou a sequência imediatamente após o encerramento da exibição, um indicativo de que a adaptação já fazia parte de um planejamento de longo prazo.

Transmitido entre abril e junho de 2026, o anime encontrou seu espaço justamente por fugir da fórmula que domina boa parte das fantasias japonesas. Em vez de apostar em batalhas intermináveis ou em protagonistas que acumulam poderes sem limites, a história concentra seus esforços na descoberta da magia como conhecimento, explorando suas regras, limitações e as consequências de quem decide desafiar esse sistema.

É nesse contexto que surge Coco, uma garota comum que cresceu acreditando que jamais poderia usar magia. Em seu mundo, apenas pessoas consideradas especiais desde o nascimento têm acesso a esse conhecimento. Tudo muda quando ela conhece o misterioso mago Qifrey e descobre que a verdade por trás da magia é muito diferente daquilo que lhe ensinaram.

Sem compreender completamente o que está fazendo, Coco provoca um grave acidente que transforma sua mãe em pedra. A tragédia muda completamente sua vida e passa a definir sua trajetória. Sob os cuidados de Qifrey, ela inicia um intenso aprendizado como aprendiz de bruxa, movida por um único objetivo: encontrar uma maneira de desfazer o feitiço e salvar sua mãe.

À medida que a história avança, o universo da obra ganha novas camadas. Outras aprendizes, mestres e organizações entram em cena, revelando diferentes visões sobre quem deve ter acesso à magia e até onde esse conhecimento pode ser compartilhado. O conflito deixa de ser apenas pessoal e passa a discutir temas como censura, controle da informação e responsabilidade no uso do poder, elementos que diferenciam Witch Hat Atelier de outras produções do gênero.

Essa construção acompanha de perto a proposta do mangá criado por Kamome Shirahama, publicado desde 2016 na revista Morning Two, da Kodansha. Muito antes da adaptação para a televisão, a obra já era apontada por leitores e críticos como uma das fantasias mais sofisticadas da última década, tanto pela narrativa quanto pela riqueza visual.

Além da carreira como mangaká, Shirahama também trabalhou como ilustradora para grandes editoras de quadrinhos norte-americanas, experiência que influenciou diretamente seu estilo artístico. Suas páginas combinam arquitetura detalhada, cenários repletos de pequenos elementos e um sistema de magia baseado em símbolos desenhados à mão, transformando cada capítulo em uma experiência visual bastante particular.

Levar toda essa riqueza para a animação representou um desafio considerável. A adaptação ficou sob responsabilidade do estúdio Bug Films, com direção de Ayumu Watanabe, assistência de Jun Shinohara e roteiros assinados por Hiroshi Seko, conhecido por seu trabalho em adaptações de títulos como Attack on Titan, Chainsaw Man e Dandadan.

O design dos personagens ficou a cargo de Kairi Unabara, enquanto a trilha sonora foi composta por Yuka Kitamura, nome bastante conhecido entre os fãs de videogames por seu trabalho em Dark Souls e Elden Ring. Embora a estreia estivesse prevista inicialmente para 2025, a produção acabou sendo adiada para ampliar o período de desenvolvimento. A decisão se refletiu na qualidade da animação, principalmente na recriação dos cenários e na fidelidade ao traço característico do mangá.

A identidade sonora também recebeu atenção especial. A abertura, Kaze no Anthem, reúne Eve e Suis, vocalista da banda Yorushika. Já o encerramento adotou uma proposta incomum: em vez de repetir a mesma música durante toda a temporada, diferentes canções interpretadas por Nakamura Hak foram utilizadas ao longo dos episódios, acompanhando o clima de cada momento da narrativa.

O sucesso da adaptação impulsionou ainda mais o alcance da obra original. Até março de 2026, o mangá já havia superado a marca de 7,5 milhões de exemplares em circulação no mundo, resultado impulsionado pela expansão internacional da publicação e pelo interesse despertado após a estreia do anime.

Atualmente, a série principal reúne 16 volumes encadernados. O universo criado por Shirahama também ganhou um derivado, Witch Hat Atelier Kitchen, publicado desde 2019, que mostra os personagens em situações mais leves, explorando o cotidiano, a gastronomia e momentos de convivência fora dos grandes conflitos da história.

Na Sessão da Tarde de terça (30), Globo exibe Em Guerra com o Vovô, com Robert De Niro em uma disputa de pegadinhas que sai do controle

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Quem olhar apenas para o elenco talvez imagine outro filme de Robert De Niro. Em vez de criminosos, policiais ou dramas intensos, o ator passa boa parte de Em Guerra com o Vovô disputando território com o próprio neto. O motivo da confusão é surpreendentemente simples: um quarto.

Na Sessão da Tarde desta terça, 30 de junho, a Globo exibe a comédia dirigida por Tim Hill, que parte de uma situação comum em muitas famílias. Depois de perder a esposa, Ed (Robert De Niro, de Assassinos da Lua das Flores) vai morar na casa da filha. Para acomodá-lo, Peter (Oakes Fegley, de Meu Amigo, o Dragão) precisa deixar o quarto onde passou a infância e se mudar para o sótão.

O garoto aceita a mudança por educação, mas logo percebe que não consegue se adaptar. É aí que surge a ideia de transformar a convivência em uma batalha particular. O objetivo é fazer o avô desistir do quarto. Só que Ed não tem a menor intenção de recuar e responde na mesma moeda. As informações da sinopse são do AdoroCinema.

A disputa cresce de forma quase infantil. Um prepara armadilhas, o outro devolve na mesma intensidade. Nenhum dos dois quer admitir derrota, e o restante da família acaba assistindo de camarote a uma sequência de situações que foge completamente do controle.

O roteiro adapta o livro infantil publicado por Robert Kimmel Smith em 1984. Curiosamente, a produção só ganhou força em Hollywood porque o filho do produtor Marvin Peart insistiu para que o pai lesse a obra quando ainda era criança. A ideia ficou guardada durante anos até finalmente chegar aos cinemas.

O elenco ajuda a sustentar boa parte do humor. Christopher Walken (Prenda-me Se For Capaz) aparece como um velho amigo de Ed disposto a incentivar as confusões. Uma Thurman (Kill Bill) interpreta Sally, mãe de Peter, que tenta manter a paz dentro de casa enquanto percebe que isso está se tornando uma missão impossível. Jane Seymour (Em Algum Lugar do Passado) também participa da história.

Lançado com orçamento de aproximadamente US$ 38 milhões, o filme encerrou sua passagem pelos cinemas com pouco mais de US$ 40 milhões arrecadados mundialmente. Não foi um fenômeno de bilheteria, mas encontrou um público fora das salas, principalmente entre famílias que buscavam uma comédia leve para assistir juntas.

Quanto Supergirl precisa arrecadar para não dar prejuízo? A conta é mais complicada do que parece

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As primeiras projeções de bilheteria para Supergirl acenderam um sinal de alerta na Warner Bros. Depois de uma estreia abaixo do esperado, a Variety passou a tratar com cautela as chances de recuperação do longa nas próximas semanas, levantando dúvidas sobre sua capacidade de se pagar apenas com a arrecadação nos cinemas.

À primeira vista, a conta parece simples. O filme dirigido por Craig Gillespie (Cruella, Dinheiro Fácil, Eu, Tonya, A Hora do Espanto) custou cerca de US$ 170 milhões para ser produzido. Só que esse valor representa apenas a produção. A campanha mundial de divulgação consumiu aproximadamente US$ 120 milhões, elevando o investimento total para cerca de US$ 290 milhões.

Na prática, porém, arrecadar US$ 290 milhões nas bilheterias não significa empatar as contas. Os estúdios ficam apenas com uma parte da venda dos ingressos, já que cinemas e distribuidores também recebem sua fatia. Em grandes lançamentos, costuma-se considerar que um filme precisa faturar aproximadamente 2 a 2,5 vezes o orçamento de produção para realmente entrar na zona de lucro.

Como Supergirl teve um custo de produção de US$ 170 milhões, isso colocaria seu ponto de equilíbrio em uma faixa próxima de US$ 340 milhões a US$ 425 milhões na bilheteria mundial. Ainda assim, alguns analistas apontam que, considerando acordos de distribuição, incentivos fiscais e receitas futuras com streaming, TV e mídia física, o prejuízo pode ser reduzido mesmo que o longa fique abaixo dessa marca.

O problema é que as previsões atuais indicam um cenário mais modesto. Depois de um primeiro fim de semana abaixo das expectativas, analistas consultados pela Variety reduziram as estimativas para o desempenho comercial do filme, tornando mais difícil alcançar um resultado que cubra os altos custos da produção.

Baseado na HQ Supergirl: Mulher do Amanhã, de Tom King e da brasileira Bilquis Evely, o longa acompanha Kara Zor-El, interpretada por Milly Alcock (A Casa do Dragão). Diferentemente da versão apresentada em produções anteriores da DC, esta Kara carrega as marcas de ter vivido a destruição de Krypton ainda na adolescência, trauma que influencia todas as suas decisões.

A história começa quando Kara cruza o caminho de Ruthye Marye Knoll (Eve Ridley, de 3 Body Problem), uma jovem determinada a encontrar o mercenário Krem (Matthias Schoenaerts, de Ferrugem e Osso), responsável pelo assassinato de seu pai. O que inicialmente parece apenas uma missão de vingança se transforma em uma perseguição por diferentes planetas, colocando a heroína diante de escolhas que desafiam seus próprios princípios.

O elenco ainda reúne Jason Momoa (Aquaman) como Lobo e apresenta Krypto, o supercão, em uma aventura que aposta em um tom mais espacial do que os filmes anteriores da personagem.

Backrooms vai voltar aos cinemas com 15 minutos inéditos após se tornar o maior sucesso da história da A24

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Foto: Reprodução/ Internet

Quem deixou o cinema querendo passar mais tempo dentro dos corredores infinitos de Backrooms terá um motivo para voltar à sala de exibição. Depois de arrecadar impressionantes US$ 301,8 milhões no mundo inteiro com um orçamento estimado em apenas US$ 10 milhões, o terror da A24 ganhará uma versão estendida nos cinemas.

De acordo com informações da Variety, o relançamento incluirá 15 minutos de cenas inéditas que ficaram de fora da versão original. A decisão faz sentido diante do desempenho do filme, que se tornou a maior bilheteria da história da A24 e consolidou Kane Parsons como o cineasta mais jovem a comandar um fenômeno comercial desse tamanho nos Estados Unidos.

Baseado na websérie criada por Parsons em 2022, Backrooms transformou uma creepypasta da internet em um dos maiores sucessos do terror recente. Em vez de apostar em sustos constantes, o filme trabalha a sensação de desconforto ao colocar seus personagens em um labirinto de corredores vazios, salas amareladas e ambientes que parecem versões defeituosas da realidade.

A história acompanha Clark (Chiwetel Ejiofor, de 12 Anos de Escravidão), dono de uma loja de móveis que encontra uma passagem para uma dimensão desconhecida escondida no porão do estabelecimento. Ao lado da terapeuta Mary Kline (Renate Reinsve, de A Pior Pessoa do Mundo), ele acaba envolvido em uma investigação que revela experimentos secretos, criaturas misteriosas e um espaço onde as leis da lógica simplesmente deixam de existir.

O elenco ainda reúne Mark Duplass (Creep), Finn Bennett (True Detective: Night Country), Lukita Maxwell (Shrinking) e Avan Jogia (Zombieland: Atire Duas Vezes).

Um dos aspectos mais elogiados do filme foi justamente a decisão de não explicar tudo ao público. Em vez de responder cada pergunta, a narrativa prefere aumentar a sensação de mistério, deixando espaço para diferentes interpretações sobre a origem do Backrooms e das entidades que habitam aquele lugar.

A versão estendida pode ser uma boa oportunidade para expandir esse material sem alterar a essência da história. Se os 15 minutos inéditos aprofundarem personagens ou explorarem novas áreas daquele labirinto, o relançamento tem potencial para agradar tanto quem já assistiu quanto quem ainda pretende conhecer o fenômeno nos cinemas.

A Casa do Dragão | Trailer do 3º episódio coloca Rhaenyra diante da decisão mais difícil da guerra

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A HBO divulgou o trailer do terceiro episódio da nova temporada de A Casa do Dragão, e a guerra entre os Targaryen entra em uma fase ainda mais delicada. Depois de dois episódios voltados para alianças e movimentações estratégicas, o próximo capítulo coloca seus personagens diante de escolhas que podem mudar o rumo da Dança dos Dragões.

As imagens deixam claro que Rhaenyra Targaryen começa a enfrentar um conflito que vai além do campo de batalha. Para consolidar sua reivindicação ao Trono de Ferro, ela precisará encarar Daeron Targaryen, um dos principais nomes do lado dos Verdes. A guerra deixa de ser apenas uma disputa política e passa a cobrar um preço pessoal cada vez maior. A própria rainha demonstra hesitação diante da ideia de eliminar membros da própria família para alcançar a vitória.

O trailer também antecipa que os dois lados seguem ampliando seus exércitos. Em Pedra do Dragão, Rhaenyra autoriza que bastardos com sangue Targaryen tentem reivindicar dragões sem cavaleiros, numa tentativa desesperada de equilibrar as forças contra Vhagar, a gigantesca montaria de Aemond. A decisão pode mudar completamente o tamanho do poder militar dos Pretos.

Do outro lado, os Verdes trabalham para romper o bloqueio marítimo liderado pela Casa Velaryon, que vem provocando uma crise de abastecimento em Porto Real. Tyland Lannister parte para Essos em busca de uma aliança com a Triarquia, preparando o terreno para a Batalha da Goela, confronto que os livros de George R. R. Martin descrevem como a maior batalha naval da história de Westeros.

Baseada em Fogo & Sangue, de George R. R. Martin, A Casa do Dragão acompanha os acontecimentos cerca de 200 anos antes de Game of Thrones. A série narra a guerra civil conhecida como Dança dos Dragões, iniciada após a morte do rei Viserys I, quando Rhaenyra Targaryen e Aegon II passam a disputar o direito ao Trono de Ferro.

Desde sua estreia, em 2022, a produção se consolidou como um dos maiores sucessos da HBO, registrando a maior estreia da história do canal nos Estados Unidos e acumulando indicações ao Emmy e ao Globo de Ouro. A nova temporada amplia a escala do conflito, levando para a tela batalhas que ocupam um papel central na obra de Martin.

Anime de Kill Blue terá 2ª temporada; continuação da adaptação do mangá de Tadatoshi Fujimaki é confirmada oficialmente

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A adaptação em anime de Kill Blue continuará. A produção teve sua segunda temporada confirmada oficialmente logo após a exibição do episódio final da primeira, encerrada em 27 de junho no Japão. Até o momento, os novos episódios ainda não receberam previsão de estreia.

Baseado no mangá de Tadatoshi Fujimaki, autor de Kuroko no Basket, o anime adapta uma das obras mais diferentes da reta final da Weekly Shōnen Jump. Em vez de seguir a fórmula tradicional das séries de ação da revista, a história mistura comédia, espionagem e vida escolar a partir de uma situação improvável.

O protagonista é Juzo Ogami, um assassino profissional de 39 anos considerado o principal agente da organização criminosa ZOO. Durante uma missão envolvendo a empresa de biotecnologia Mitsuoka Pharmaceuticals, ele é picado por uma vespa criada por engenharia genética. O veneno altera seu DNA e faz seu corpo regredir à aparência de um garoto de 13 anos.

Sem conseguir continuar trabalhando nas mesmas condições, Ogami recebe uma nova missão: matricular-se em uma escola de ensino fundamental para avaliar a segurança do local, onde a filha do chefe da organização pretende estudar. A tarefa acaba colocando o protagonista em uma realidade completamente diferente da que conhecia.

Por nunca ter frequentado a escola durante a infância, Ogami passa a descobrir uma rotina comum para qualquer adolescente, mas inédita para alguém que passou a vida como assassino. Ao mesmo tempo, continua investigando a Mitsuoka Pharmaceuticals em busca de uma forma de recuperar sua idade original.

Outro nome importante da história é Noren Mitsuoka, herdeira da empresa responsável pelas pesquisas genéticas que deram origem ao acidente. A personagem se torna uma peça central na tentativa de descobrir como reverter a transformação do protagonista.

O mangá foi publicado na Weekly Shōnen Jump, da Shueisha, entre abril de 2023 e setembro de 2025. A série encerrou sua trajetória com 13 volumes encadernados, mantendo uma boa recepção entre os leitores por combinar humor, ação e situações típicas de histórias escolares.

A adaptação para anime foi anunciada em setembro de 2025, no mesmo dia em que o capítulo final do mangá chegou às bancas. A animação foi produzida pelo estúdio Cue, com direção de Yasunori Ide, supervisão da série por Hiro Kaburagi, design de personagens de Miho Daidōji e trilha sonora composta por Ryo Konishi.

A primeira temporada foi exibida entre 11 de abril e 27 de junho de 2026 na TV Tokyo e emissoras afiliadas. A abertura, “ATTITUDE”, é interpretada pelo grupo sul-coreano aespa, enquanto o encerramento, “KILL SHOT”, ficou a cargo do RIIZE. A série também recebeu lançamento simultâneo em plataformas internacionais por meio da Remow e uma dublagem em inglês produzida pela Bang Zoom! Entertainment.

Tela Quente exibe “Medo Profundo – O Segundo Ataque” nesta segunda (29); relembre a história do suspense com tubarões

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A Tela Quente desta segunda-feira (29) exibe Medo Profundo: O Segundo Ataque, filme de terror e sobrevivência lançado em 2019. Produção dos Estados Unidos e do Reino Unido, o longa foi dirigido por Johannes Roberts, que também escreveu o roteiro ao lado de Ernest Riera. Embora seja a continuação de 47 Metros para Baixo, a história é independente e apresenta personagens inéditos.

A trama acompanha Mia, Sasha, Alexa e Nicole, quatro adolescentes que decidem explorar uma antiga cidade maia escondida sob o mar. O passeio muda completamente quando elas descobrem que as ruínas servem de habitat para tubarões-brancos. Perdidas em um labirinto de túneis e cavernas, as jovens precisam encontrar uma saída antes que o oxigênio dos cilindros acabe.

Diferentemente do primeiro filme, que se passava em mar aberto, a sequência concentra quase toda a ação dentro de construções submersas. A mudança de cenário altera completamente a dinâmica da história. Os corredores estreitos dificultam a fuga, a visibilidade é limitada e qualquer erro pode deixar o grupo sem alternativa para escapar.

O elenco reúne Sophie Nélisse, conhecida por A Menina que Roubava Livros, Corinne Foxx, Brianne Tju e Sistine Stallone. O filme também conta com John Corbett, Nia Long e Davi Santos em papéis coadjuvantes.

Grande parte das filmagens aconteceu em tanques especiais construídos para cenas subaquáticas. A produção utilizou os estúdios Pinewood Indomina, na República Dominicana, o Underwater Studio, em Basildon, e os estúdios Pinewood, no Reino Unido. A escolha por cenários físicos deu aos atores mais liberdade para gravar sequências dentro d’água e reduziu a dependência de efeitos digitais em boa parte das cenas.

Com orçamento estimado em US$ 12 milhões, Medo Profundo: O Segundo Ataque arrecadou cerca de US$ 47,6 milhões nas bilheterias mundiais. A recepção da crítica foi dividida, mas o desempenho comercial confirmou o interesse do público por histórias de sobrevivência ambientadas no fundo do mar.

Quem não assistiu ao primeiro longa não precisa se preocupar. Apesar do título, a sequência funciona como uma história independente, sem ligação direta com os acontecimentos do filme de 2017. A única conexão entre as duas produções é a proposta de colocar personagens comuns diante de situações extremas envolvendo tubarões.

Primeiro trailer de Werwulf revela o novo filme de terror medieval de Robert Eggers com Aaron Taylor-Johnson e Willem Dafoe

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A Focus Features divulgou nesta segunda-feira (29) o primeiro trailer de Werwulf, novo longa de Robert Eggers. Depois de dedicar seus últimos filmes ao folclore puritano em A Bruxa, à mitologia nórdica em O Homem do Norte e ao vampirismo em Nosferatu, o diretor volta sua atenção para outra figura clássica do horror: o lobisomem.

A história se passa na Inglaterra do século XIII, onde uma pequena comunidade rural passa a conviver com ataques atribuídos a uma criatura escondida entre florestas e campos cobertos por neblina. O que inicialmente parece fazer parte do imaginário popular rapidamente assume contornos reais, colocando os moradores diante de uma ameaça ligada às antigas crenças da região.

Aaron Taylor-Johnson interpreta um fazendeiro atingido por uma maldição que altera completamente sua vida. Lily-Rose Depp vive sua esposa, igualmente envolvida pelo mesmo destino. Willem Dafoe assume o papel de um caçador encarregado de enfrentar a criatura, enquanto Ralph Ineson integra o elenco em um personagem que ainda não teve detalhes revelados. Jack Morris também participa da produção.

O roteiro foi escrito por Eggers em parceria com o poeta e romancista islandês Sjón, colaboração iniciada em O Homem do Norte. A dupla voltou a recorrer a pesquisas sobre costumes, religião, idioma e tradições da Europa medieval para construir uma narrativa baseada no folclore britânico.

O trailer evita revelar os principais acontecimentos da trama. Em vez disso, apresenta fragmentos da rotina do vilarejo, rituais religiosos, moradores dominados pelo medo e breves aparições da criatura. A montagem privilegia o suspense, característica recorrente na filmografia do diretor.

A produção manteve boa parte da equipe técnica responsável pelos trabalhos anteriores de Eggers. Jarin Blaschke, indicado ao Oscar por O Farol e colaborador frequente do cineasta, retorna como diretor de fotografia. O filme foi registrado em película Super 35 mm, utilizando a proporção Academy de 1,37:1, formato pouco comum nas produções atuais.

Outro detalhe técnico chama a atenção. A fotografia recebeu um tratamento inspirado nos antigos filmes ortocromáticos, tecnologia utilizada nas primeiras décadas do cinema e da fotografia. Embora Werwulf seja colorido, o acabamento incorpora características visuais que remetem às imagens produzidas naquele período, criando um aspecto compatível com a ambientação medieval.

As filmagens começaram em setembro de 2025 nos estúdios Sky Studios Elstree, na Inglaterra. A equipe também passou por locações naturais em Surrey, Gloucestershire, Dartmoor e no País de Gales. Robert Eggers costuma priorizar cenários reais sempre que possível, reduzindo o uso de ambientes totalmente digitais.

Uma das passagens mais curiosas da produção ocorreu em Sharp Tor, na região de Dartmoor. Um pequeno cenário foi construído exclusivamente para registrar cerca de um minuto de imagens, decisão que ilustra o cuidado do diretor na escolha das locações e da composição visual de determinadas sequências.

As gravações foram encerradas em janeiro de 2026, conforme confirmado pelo diretor de fotografia Jarin Blaschke e pelo ator Ralph Ineson em suas redes sociais. Desde então, o longa entrou na etapa de pós-produção. Distribuído pela Focus Features, o longa-metragem estreia nos cinemas dos Estados Unidos em 25 de dezembro de 2026. A data de lançamento no Brasil ainda não foi anunciada.

Mensagens para Isabelle | Romance da Netflix transforma uma ligação do passado em uma inesperada história de amor

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À primeira vista, Mensagens para Isabelle parte de uma situação simples: Jill continua ligando para o telefone da irmã após sua morte, como uma forma de manter aquele último vínculo. O detalhe que muda tudo é que o número foi transferido para outra pessoa. Do outro lado está Wes, um desconhecido que começa a ouvir mensagens pessoais que nunca foram destinadas a ele. O longa-metragem já está disponível no catálogo da Netflix.

Dirigido e escrito por Leah McKendrick, o filme acompanha Jill Shaw (Zoey Deutch, de Zumbilândia: Atire Duas Vezes), uma jovem confeiteira de São Francisco que tenta construir uma carreira enquanto trabalha para o exigente Chef Bastien (Nick Offerman, de The Last of Us). Entre cobranças profissionais e inseguranças pessoais, Jill encontra na irmã Isabelle (Ciara Bravo, de Big Time Rush) sua principal fonte de apoio.

Isabelle convivia com a fibrose cística e mantinha uma relação muito próxima com Jill, principalmente por telefone. Depois da morte inesperada da irmã, Jill passa a deixar mensagens de voz no antigo número dela. São relatos do dia a dia, desabafos e pequenas conversas que funcionam como uma forma de manter aquele vínculo.

O problema é que o telefone agora pertence a Wes (Nick Robinson, de Com Amor, Simon), um corretor de imóveis que vive no Texas. Sem saber quem está deixando as mensagens, ele começa a conhecer Jill através dessas gravações. Antes de qualquer encontro, ele já sabe sobre seus sonhos, seus medos e a vontade de abandonar uma vida profissional que não faz mais sentido para ela.

A aproximação entre os dois acontece de uma maneira pouco comum. Wes decide sair do papel de apenas alguém que escuta aquelas mensagens e tenta encontrar Jill pessoalmente. Quando eles finalmente se conhecem, surge uma conexão construída por uma intimidade que começou antes mesmo da primeira conversa cara a cara.

O conflito aparece quando Jill descobre como essa relação começou. Para ela, aquelas mensagens eram um espaço privado, uma maneira de conversar com alguém que perdeu e organizar os próprios sentimentos. Descobrir que outra pessoa teve acesso a esses momentos muda completamente a confiança que ela tinha em Wes.

A história também acompanha a tentativa de Jill de reconstruir a própria vida. Após deixar o emprego com Chef Bastien, ela decide investir no sonho de trabalhar com comida e cria o food truck Jill and Izzy’s, projeto que carrega o nome da irmã como uma homenagem e uma lembrança da relação entre as duas.

O roteiro de Leah McKendrick evita transformar Isabelle apenas em uma lembrança usada para movimentar o romance. A personagem continua influenciando as escolhas de Jill, que precisa encontrar uma forma de seguir em frente sem tratar a perda como algo que precisa ser esquecido.

Zoey Deutch conduz a protagonista com equilíbrio entre os momentos mais delicados e o lado mais leve da personagem. Nick Robinson interpreta Wes como alguém dividido entre a culpa pela forma como conheceu Jill e a vontade de fazer parte da vida dela. O elenco ainda reúne Harry Shum Jr. (Glee), Lukas Gage (The White Lotus) e Nick Offerman (Parks and Recreation).

Little Brother chegou à Netflix! John Cena vive corretor que tem a vida virada de cabeça para baixo por um irmão que ele nunca esperava reencontrar

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Rudd Landy parece ter construído exatamente a vida que sempre quis. O corretor imobiliário tem uma carreira estável, uma rotina organizada e uma família que funciona dentro do planejado. Esse equilíbrio desaparece quando ele recebe uma ligação dizendo que Marcus Pinchel sofreu um acidente grave.

O problema é que Marcus não é exatamente seu irmão. A conexão entre os dois nasceu anos antes, quando Rudd participou do programa voluntário Big Brother-Little Brother, criado para aproximar adultos e jovens em uma relação de apoio. Com o tempo, os dois perderam contato, mas o vínculo criado naquela época nunca deixou de existir completamente.

Interpretado por Eric André, Marcus chega novamente à vida de Rudd trazendo uma personalidade completamente diferente da dele. Depois do acidente, a esposa de Rudd, Deirdre (Michelle Monaghan), sugere que ele fique hospedado com a família durante a recuperação. A decisão parece ser apenas uma forma de ajudar alguém do passado, mas rapidamente transforma a casa em um lugar muito menos previsível.

Dirigido por Matt Spicer, responsável por Ingrid Goes West, Little Brother trabalha justamente com o choque entre esses dois mundos. Rudd tenta manter tudo sob controle, preocupado com sua imagem e com a estabilidade que construiu. Marcus funciona como o oposto disso: impulsivo, espontâneo e incapaz de seguir qualquer plano por muito tempo.

A comédia usa essa convivência forçada para explorar uma pergunta simples: o que acontece quando alguém que fez parte da sua história retorna anos depois e percebe que ainda existe uma ligação entre vocês?

O elenco também reúne Christopher Meloni como Josh Landy, além de Sherry Cola, Ego Nwodim, Caleb Hearon, Bryce Gheisar, Pilot Bunch e Ben Ahlers.

O roteiro foi escrito por Jarrad Paul e Andrew Mogel, dupla que já trabalhou em comédias como Yes Man. A produção segue uma linha de humor baseada no contraste entre personagens e nas situações desconfortáveis que surgem quando pessoas com estilos de vida completamente diferentes precisam dividir o mesmo espaço.

Disponível na Netflix, Little Brother é uma comédia sobre relações que ficaram pelo caminho e sobre como algumas pessoas podem voltar para nossas vidas justamente quando tudo parece estar no lugar.

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