Cafu e Kaká encaram teste dos Minions em campanha divertida para divulgar o novo filme da franquia; Assista ao vídeo!

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Se depender dos Minions, nem um título de pentacampeão mundial garante vaga no elenco de Hollywood. A Universal Pictures divulgou um vídeo inédito de Minions & Monstros colocando Cafu e Kaká em uma situação inusitada: os dois ídolos da Seleção Brasileira participam de um teste de elenco para descobrir se têm o que é preciso para virar os novos “monstros” da turma amarela.

A ação promocional aproveita o clima de Copa do Mundo para brincar com a carreira dos ex-jogadores. Diante dos Minions, Cafu e Kaká precisam provar que conseguem intimidar tanto quanto os vilões dos filmes. O problema é que convencer esses pequenos personagens nunca foi uma tarefa simples, e o resultado da audição rende uma sequência de humor típica da franquia.

A campanha foi criada para divulgar Minions & Monstros, novo longa da Illumination, que leva os personagens para uma versão da Hollywood dos anos 1920. Na história, os Minions vivem o auge do cinema mudo, mas precisam encontrar um novo rumo quando as produções passam a ter som. A solução encontrada por eles é tão caótica quanto divertida: produzir o próprio filme de monstros.

É justamente dessa ideia que nasce o vídeo estrelado pelos brasileiros. Em vez de vampiros, lobisomens ou criaturas clássicas do terror, os Minions resolvem colocar dois nomes históricos do futebol em frente às câmeras para descobrir se eles conseguem assumir o papel de grandes vilões do cinema.

A escolha de Cafu e Kaká não aconteceu por acaso. Os dois fazem parte do grupo de jogadores que conquistou a Copa do Mundo de 2002, último título mundial da Seleção Brasileira, e seguem entre os atletas mais reconhecidos pelo público.

“Minions e futebol têm tudo a ver. Todo mundo ama e fico muito feliz em participar dessa campanha ao lado da Universal Pictures”, comentou Cafu.

Já Kaká destacou a ligação da franquia com sua família. “Sou fã dos Minions e eles fazem parte dos momentos de diversão aqui em casa. Foi muito legal participar dessa campanha.”

Dirigido por Pierre Coffin, responsável por dar voz aos próprios Minions desde o primeiro filme, Minions & Monstros é o terceiro longa protagonizado pelos personagens e o sétimo capítulo do universo de Meu Malvado Favorito. O roteiro é assinado por Brian Lynch.

O elenco de vozes em inglês reúne Trey Parker, Jesse Eisenberg, Zoey Deutch, Allison Janney, Bobby Moynihan, Phil LaMarr, Christoph Waltz e Jeff Bridges.

Anunciado pela Illumination após o lançamento de Meu Malvado Favorito 4, o filme aposta em uma ambientação inspirada na era de ouro de Hollywood para contar uma história inédita dos Minions. Em vez de acompanhar Gru, a narrativa coloca os personagens no centro da produção de um filme de monstros, mantendo o humor físico e as confusões que fizeram da franquia um fenômeno mundial.

Esqueça os zumbis comuns! Novo filme do diretor de Invasão Zumbi traz infectados que aprendem a cada ataque; Veja o trailer de Zona Zero

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Depois de conquistar o público com Invasão Zumbi, o diretor sul-coreano Yeon Sang-ho volta ao terror com Zona Zero, longa que acaba de ganhar um novo trailer antes da estreia nos cinemas brasileiros, marcada para 1º de outubro, com distribuição da Paris Filmes.

A história se passa no Edifício Doongwoori, um complexo comercial que entra em quarentena após um ataque bioterrorista. O responsável pelo incidente é Seo Young-cheol (Koo Kyo-hwan), um cientista que injeta em si mesmo um fungo desenvolvido durante suas pesquisas. A infecção se espalha rapidamente e transforma o prédio em um ambiente isolado, onde centenas de pessoas tentam sobreviver.

A protagonista é Kwon Se-jeong, interpretada por Jun Ji-hyun (Kingdom: Ashin of the North). Professora de biotecnologia, ela estava no local para participar de uma conferência quando o surto começou. Ao longo da história, seus conhecimentos científicos se tornam importantes para entender o comportamento da infecção e encontrar formas de escapar.

O elenco também reúne Ji Chang-wook (The Worst of Evil) como o segurança Choi Hyun-seok, que tenta proteger a irmã durante o isolamento; Kim Shin-rok (Hellbound), Shin Hyun-been (Hospital Playlist), Go Soo (Missing Noir M) e Koo Kyo-hwan (D.P.).

Um dos principais diferenciais do filme está no comportamento dos infectados. Em vez de agir apenas por instinto, eles compartilham informações por meio de uma estrutura semelhante ao micélio dos fungos. Isso permite que adaptem suas estratégias ao longo do surto, tornando cada tentativa de fuga mais difícil para os sobreviventes.

O roteiro também incorpora temas ligados à biotecnologia e às consequências do uso indevido de pesquisas científicas. A origem da infecção está ligada a experimentos envolvendo regeneração celular desenvolvidos por uma empresa do setor, ponto que impulsiona boa parte dos acontecimentos da trama.

Dirigido e escrito por Yeon Sang-ho, com colaboração de Choi Gyu-seok, Zona Zero teve sua estreia mundial na mostra Midnight Screenings do Festival de Cannes 2026, antes de chegar aos cinemas da Coreia do Sul em maio deste ano.

Conhecido por produções como Invasão Zumbi, Profecia do Inferno e Parasyte: The Grey, Yeon Sang-ho volta a trabalhar com histórias ambientadas em situações extremas, desta vez substituindo o cenário de um trem em movimento por um edifício completamente isolado durante um surto.

Antes de Senna e Fittipaldi! Documentário vai contar a história de Chico Landi, o primeiro brasileiro na Fórmula 1

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Quando o assunto é automobilismo brasileiro, nomes como Ayrton Senna e Emerson Fittipaldi costumam dominar a conversa. Mas décadas antes de o país conquistar títulos mundiais e se tornar uma potência na Fórmula 1, um piloto paulista já enfrentava os principais circuitos internacionais e ajudava a colocar o Brasil no mapa do esporte. Essa trajetória é o tema de Eu Queria Ser Chico Landi, documentário que chega aos cinemas em novembro de 2026.

A produção revisita a vida e a carreira de Francisco Sacco Landi, reconhecido como o primeiro brasileiro a disputar uma prova de Fórmula 1. O longa reúne imagens raras de arquivo, fotografias históricas e depoimentos inéditos para reconstruir a trajetória de um personagem fundamental para o desenvolvimento do automobilismo nacional, mas que permanece pouco conhecido pelo grande público.

Dirigido por Paulo Pastorelo, o documentário é uma produção da Ebisu Filmes, em coprodução com Unaí Produções, Guga Landi e Race Car Register BR. O projeto conta ainda com o patrocínio da Promax Bardahl, empresa do setor de lubrificantes e aditivos automotivos que reforça, com a iniciativa, sua ligação histórica com o universo da mecânica e da competição.

Idealizado por Guga Landi, neto do piloto, o filme acompanha diferentes momentos da carreira de Chico Landi. A narrativa começa nas primeiras disputas no tradicional Circuito da Gávea, em 1934, passa por sua participação na Fórmula 1 e mostra também sua atuação como chefe de equipe e incentivador do crescimento da indústria automobilística brasileira.

A importância de Chico Landi vai muito além das estatísticas. Em uma época em que pilotos brasileiros praticamente não tinham espaço nas competições internacionais, ele construiu uma carreira enfrentando equipes europeias e abriu caminho para que, anos depois, nomes como Fittipaldi, Piquet e Senna encontrassem um cenário mais favorável para competir no exterior.

O documentário também contextualiza esse período do automobilismo, mostrando como as primeiras iniciativas de pilotos e equipes brasileiras ajudaram a formar a base de um esporte que se tornaria uma das maiores paixões do país nas décadas seguintes.

Após a estreia nos cinemas, “Eu Queria Ser Chico Landi” também será exibido na Claro TV, SporTV e Globoplay, ampliando o alcance da produção para novos públicos.

Com Woody, Buzz e Jessie de volta aos holofotes, Malwee lança coleção de Toy Story 5 com peças para crianças e famílias que cresceram com a franquia

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A estreia de Toy Story 5 colocou novamente Woody, Buzz Lightyear, Jessie e outros personagens da Pixar no dia a dia dos fãs. Aproveitando o retorno da franquia aos cinemas, a Malwee e a Malwee Kids lançaram uma nova coleção de roupas licenciada pela Disney Pixar®, trazendo estampas inspiradas nos brinquedos que acompanham diferentes gerações desde o primeiro filme, lançado em 1995.

A linha reúne camisetas, conjuntos e pijamas com referências aos personagens mais conhecidos da saga. A proposta é levar o clima de Toy Story para momentos comuns da rotina, com peças pensadas tanto para crianças quanto para adultos que gostam de compartilhar a paixão pela franquia com os filhos.

Um dos diferenciais da coleção é a possibilidade de criar combinações entre pais e filhos. A Malwee desenvolveu modelos com estampas semelhantes para diferentes idades, permitindo que famílias usem peças coordenadas inspiradas em Woody, Buzz, Jessie e outros personagens.

Na linha infantil, os produtos foram confeccionados com materiais voltados para o conforto das crianças, como algodão macio e moletom flanelado. As peças foram pensadas para acompanhar brincadeiras, passeios e a rotina dos pequenos, mantendo características como resistência e liberdade de movimento.

A nova coleção chega em um momento especial para a franquia. Ao longo de mais de 30 anos, Toy Story deixou de ser apenas uma série de animação e passou a fazer parte da memória de públicos de diferentes idades. Crianças que conheceram Woody e Buzz nos anos 1990 hoje apresentam esses personagens para uma nova geração.

Em “Toy Story 5”, a história acompanha uma nova fase para os brinquedos de Bonnie. Após os acontecimentos de “Toy Story 4” (2019), Woody, Buzz Lightyear, Jessie e os demais personagens precisam lidar com a chegada de uma nova tecnologia ao quarto da menina: Lilypad, conhecida como Lily, um tablet inteligente em formato de sapo que passa a chamar a atenção da criança.

A novidade muda a rotina dos brinquedos e cria um novo desafio para o grupo. Jessie assume uma posição de liderança e tenta entender como ajudar Bonnie a criar novas conexões, enquanto Woody retorna para apoiar seus antigos companheiros.

O filme também revisita a história de Jessie, explorando lembranças de sua antiga dona, Emily. A personagem descobre que os laços criados no passado continuam tendo importância, mesmo depois de muitos anos. A trama mantém uma das características mais conhecidas da franquia: discutir mudanças, crescimento e as relações construídas ao longo da vida.

Produzido pela Pixar Animation Studios para a Walt Disney Pictures, o quinto filme principal da série tem direção de Andrew Stanton, responsável por trabalhos como “Procurando Nemo” e “WALL-E”. O elenco de vozes original conta novamente com Tom Hanks como Woody, Tim Allen como Buzz Lightyear e Joan Cusack como Jessie.

A produção também apresenta novos personagens e vozes, incluindo Greta Lee, Conan O’Brien e Craig Robinson. A trilha sonora mantém a participação de Randy Newman, compositor responsável por músicas que se tornaram marcas da franquia, como “You’ve Got a Friend in Me”. A cantora Taylor Swift também participa do projeto musical do filme com a faixa “I Knew It, I Knew You”.

Aventura Sem Classe | Espetáculo de improviso transforma plateia em parte da história e leva a dinâmica do RPG de mesa para o teatro em nova temporada

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Cada apresentação de Aventura Sem Classe começa sem um roteiro completamente definido. O destino dos personagens, os desafios enfrentados e até alguns elementos da própria aventura são construídos com a participação do público. A montagem da companhia Comédia Média mistura teatro de improvisação com as regras dos RPGs de mesa, criando histórias de fantasia que existem apenas naquele momento.

A terceira temporada do espetáculo estreia em 4 de julho, no Teatro Paiol Cultural, em São Paulo, com sessões aos sábados até 29 de agosto. Desde a estreia, em 2025, a peça já passou pelo palco para mais de 550 espectadores e também conquistou alcance nas redes sociais, acumulando cerca de três milhões de visualizações.

A principal característica da apresentação é justamente a impossibilidade de prever o que vai acontecer. Antes de cada sessão, a plateia participa da criação dos personagens ao sugerir características como habilidades, fraquezas e segredos. Essas escolhas são incorporadas pelos atores e passam a influenciar os caminhos da narrativa.

Com as decisões do público, três heróis entram em uma aventura de fantasia conduzida por um mestre, seguindo uma estrutura inspirada nos RPGs tradicionais. Os demais integrantes do elenco assumem diferentes papéis ao longo da história, interpretando aliados, criaturas, adversários e personagens que surgem conforme a trama avança.

Os momentos mais importantes da aventura são definidos pelo lançamento de um D20, o famoso dado de vinte lados usado nos jogos de RPG. O resultado de uma jogada pode mudar completamente uma cena, criar novos conflitos ou ajudar os personagens em situações inesperadas.

Para a nova temporada, a companhia adiciona novidades ao formato. Uma delas é a participação de improvisadoras convidadas, ampliando as possibilidades de interação no palco. Outra mudança fica por conta da trilha sonora executada ao vivo, criada no próprio momento da apresentação para acompanhar os acontecimentos da história.

“Se toda aventura de RPG tem um bardo, estava faltando o nosso. Agora, o músico improvisa junto com o elenco. Um trovão, uma porta rangendo ou a tensão de um combate ganham uma camada sonora que aprofunda a imersão da plateia”, explica Matheus Wey, ator da companhia.

A proposta também busca aproximar o RPG de pessoas que nunca tiveram contato com esse tipo de jogo. Apesar de utilizar elementos conhecidos pelos jogadores, o espetáculo apresenta as regras de maneira simples antes do início da aventura, permitindo que qualquer espectador acompanhe a história.

Segundo o diretor Vitor Camargo, o espetáculo cresceu a partir da experiência acumulada desde a primeira temporada. A equipe passou a incorporar ideias que estavam previstas desde o início e adaptar a dinâmica conforme a resposta do público.

“Quando estreamos, em julho de 2025, já sabíamos o espetáculo que queríamos construir. Um ano depois, conseguimos colocar em prática ideias que estavam no papel e ampliar a experiência para o público”, afirma o diretor.

A combinação entre improvisação e RPG cria uma relação diferente entre palco e plateia. O público deixa de acompanhar apenas uma história pronta e passa a participar das escolhas que definem o rumo da aventura. Para os atores, isso significa lidar com situações inesperadas em todas as apresentações.

Inspirado na lógica dos jogos de interpretação, Aventura Sem Classe trabalha com elementos clássicos da fantasia, como heróis, criaturas e missões, mas coloca o improviso como principal ferramenta da narrativa. O espetáculo transforma a criatividade coletiva em parte fundamental da encenação.

Movida leva personagens de Toy Story para campanha nacional inspirada na estreia do quinto filme da franquia

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Quem passar por algumas lojas da Movida nas próximas semanas vai encontrar uma decoração diferente. A empresa de aluguel de carros lançou uma campanha inspirada no universo de Toy Story, franquia da Disney e Pixar, para acompanhar a estreia de “Toy Story 5” nos cinemas brasileiros. A ação acontece entre 10 de julho e 30 de agosto e leva personagens como Woody, Buzz Lightyear e Jessie para unidades da marca em todo o país.

A ideia da campanha é aproximar a experiência de aluguel de carros de um momento mais descontraído e afetivo. As lojas participantes recebem elementos visuais inspirados nos filmes, criando um ambiente temático para os clientes durante o atendimento e reforçando a proposta da Movida de criar uma relação mais próxima com o público.

A parceria também faz parte da estratégia da empresa de colocar o consumidor no centro das ações da marca. Com o conceito “Movida por você”, a companhia busca criar iniciativas que vão além do serviço tradicional de locação, associando a marca a momentos de lazer, viagens e encontros em família.

Um dos principais atrativos da campanha será um brinde exclusivo. Clientes que contratarem a lavagem antecipada no momento da reserva do veículo, pelo site, aplicativo ou nas lojas físicas, receberão um copo colecionável inspirado em Toy Story. A opção ajuda a agilizar o processo de devolução do carro e ainda oferece uma lembrança relacionada à franquia.

A ação também terá uma presença especial no Aeroporto Internacional de Guarulhos, onde a Movida possui naming rights do terminal de desembarque. O espaço contará com uma decoração temática para receber passageiros que chegam ao local.

A iniciativa acompanha outros movimentos da empresa voltados para tecnologia e atendimento digital. Recentemente, a Movida apresentou uma solução com a Meta Business Agent, ferramenta que permite realizar etapas do aluguel de carros pelo WhatsApp com auxílio de inteligência artificial.

A escolha de Toy Story tem relação direta com o impacto da franquia ao longo das últimas décadas. Desde o primeiro filme, lançado em 1995, a série acompanha personagens que ganharam espaço na cultura pop, como Woody, Buzz Lightyear, Jessie e os demais brinquedos que vivem aventuras quando os humanos não estão por perto.

No filme, a história acompanha uma nova fase para os brinquedos de Bonnie. O grupo precisa lidar com a chegada de Lily, um tablet inteligente em formato de sapo que passa a ocupar parte da atenção da menina. A novidade cria um conflito entre a tecnologia e a relação tradicional de Bonnie com seus brinquedos.

A trama também acompanha Jessie, que assume um papel importante dentro do grupo e começa a questionar seu lugar na vida da dona. Ao buscar respostas sobre sua própria história, a personagem reencontra lembranças de Emily, sua antiga dona, e percebe como os vínculos construídos ao longo dos anos continuam tendo significado.

O filme ainda apresenta novos desafios para Buzz Lightyear e outros brinquedos semelhantes, que precisam entender novamente sua função como companheiros das crianças. A história mantém um dos principais temas da franquia: as mudanças que acontecem conforme as pessoas crescem e encontram novas formas de se relacionar.

Tok&Stok lança novas sacolas reutilizáveis com estampas de artistas brasileiros e transforma item do dia a dia em peça de design

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Uma sacola de compras pode ser muito mais do que apenas um objeto prático. É com essa ideia que a Tok&Stok apresenta sua nova coleção de sacolas reutilizáveis para 2026, mantendo um projeto criado pela marca em 2015 que mistura sustentabilidade, arte e design brasileiro.

Ao longo dos últimos anos, as sacolas deixaram de ser apenas uma alternativa às embalagens descartáveis e passaram a fazer parte da identidade da marca. Cada nova edição recebe estampas exclusivas criadas por artistas e ilustradores convidados, trazendo diferentes estilos, referências culturais e histórias pessoais para um produto usado no cotidiano.

A coleção de 2026 reúne seis novas artes assinadas por nomes brasileiros de diferentes áreas da criação. As estampas passam por temas como natureza, ancestralidade, feminilidade, tecnologia, cultura afro-brasileira e lembranças afetivas, mostrando diferentes formas de interpretar o mundo por meio da ilustração e do design.

Além do aspecto visual, as sacolas foram pensadas para acompanhar a rotina dos consumidores. Produzidas com material 100% reciclável, elas são resistentes, impermeáveis, laváveis e suportam até 20 quilos. Os modelos também possuem tamanhos de alças diferentes e medidas planejadas para acomodar produtos vendidos pela própria Tok&Stok.

Entre as criações desta edição está “Telúrica”, de Clau Canto, uma arte inspirada na relação entre seres humanos, natureza e espiritualidade. A estampa trabalha elementos ligados à terra e ao imaginário, criando uma composição que convida o olhar para detalhes presentes no ambiente natural.

A artista pernambucana Cristxine assina “Quando Estou Comigo”, uma criação que fala sobre autoconhecimento e liberdade criativa feminina. A ilustradora utiliza símbolos e formas para representar momentos de conexão pessoal e valorização da própria identidade.

A ancestralidade também aparece em “Mami Wata”, obra de Íldima Lima que faz referência às tradições africanas e à força do feminino negro. A estampa resgata elementos culturais ligados à memória e às histórias transmitidas entre diferentes gerações.

Em “Caminho das Águas”, Joana Nóbrega apresenta uma composição feita com nanquim e aquarela. A artista explora movimentos e formas inspiradas na natureza, criando uma imagem que remete ao fluxo das águas e às paisagens brasileiras.

A nova coleção também abre espaço para misturas entre técnicas tradicionais e recursos tecnológicos. Em “Fantasia Tropical”, Hanna Inaiáh combina inteligência artificial e bordado artesanal para criar uma estampa que aproxima processos digitais de trabalhos manuais.

Encerrando a seleção, a Voador Tecelagem retorna à parceria com a Tok&Stok em colaboração com o ilustrador Frederico Vegele (Tauba). A dupla assina “Voador Verão Clube II”, uma arte inspirada no clima das férias, nas referências retrô e nas memórias associadas aos dias de verão.

Estante Virtual leva projeto de troca de livros e leitura ao Largo de Santa Rita durante a Flip 2026

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A Estante Virtual levará uma nova ação de incentivo à leitura para a 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). O projeto “Leitura na Praça” ocupará o Largo de Santa Rita, um dos pontos mais conhecidos do centro histórico da cidade, entre os dias 23 e 26 de julho de 2026, com uma programação voltada para leitores, visitantes e moradores.

A iniciativa foi criada em parceria com a Oficinar e conta com apoio da Reserva, da revista piauí e da própria Flip. O espaço será montado para receber o público em uma área de convivência dedicada aos livros, com locais para leitura, troca de exemplares e encontros com nomes ligados ao universo literário.

A proposta do projeto é ampliar a presença da Estante Virtual dentro da programação da Flip. A empresa já participa do evento com a Casa Estante Virtual, espaço que há cinco anos recebe debates e atividades relacionadas ao mercado editorial. Nesta edição, a companhia decidiu levar parte de suas ações para uma área aberta da cidade, aproximando os livros dos visitantes que circulam por Paraty durante o festival.

“Este é o nosso quinto ano consecutivo com a Casa Estante Virtual na Flip, um espaço que reúne tudo sobre o universo dos livros e promove encontros e debates relevantes para o setor e o público. Mas nesta edição entendemos que era momento de extrapolar nosso espaço físico”, afirmou André Palme, head da empresa.

No Largo de Santa Rita, o público poderá aproveitar uma estrutura preparada para leitura com vista para o cais de Paraty. A programação também terá a troca de livros como uma das principais atividades, incentivando leitores a compartilhar obras e ampliar suas próprias bibliotecas pessoais por meio da circulação de exemplares.

O projeto dá continuidade a uma ação realizada pela Estante Virtual e pela Oficinar no Rio de Janeiro em março de 2026. O “Leituraço no Caribrejo”, realizado na Praia do Flamengo, reuniu mais de 300 participantes em uma programação com troca de livros e conversas sobre literatura.

A escolha de Paraty como cenário para a iniciativa acompanha a relação histórica da cidade com os livros. A Flip transformou o município em um dos principais destinos literários do Brasil, reunindo anualmente escritores, editoras, pesquisadores e leitores em uma programação que ocupa ruas, espaços culturais e construções históricas.

Criada em 2005, a Estante Virtual se tornou uma das maiores plataformas brasileiras de comercialização de livros novos e usados, reunindo sebos e livreiros de diferentes regiões do país. A empresa tem como foco ampliar o acesso aos livros e facilitar a busca por títulos raros, antigos ou fora de catálogo.

Fazenda Camélia | Katia Parente usa folclore brasileiro e suspense familiar para construir mistério no interior do país

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O romance Fazenda Camélia, de Katia Parente, utiliza elementos do folclore brasileiro para construir uma história de suspense ambientada no interior do país. A obra acompanha uma investigação familiar marcada por documentos antigos, acontecimentos inexplicáveis e conflitos que atravessam gerações.

A trama acompanha Pietra, uma especialista em biotecnologia que decide deixar a rotina dos laboratórios para viver na fazenda Poço Fundo. A mudança representa uma tentativa de começar uma nova fase da vida, mas a chegada ao local revela conexões com um passado que ela desconhecia.

Na propriedade, Pietra encontra diários e registros antigos que colocam em dúvida a versão conhecida sobre a morte de seus pais, ocorrida quase três décadas antes. A partir dessas descobertas, ela passa a investigar a história da família Ferrazzo e encontra informações que foram mantidas em segredo durante anos.

A protagonista, acostumada a lidar com pesquisas científicas e explicações baseadas em evidências, precisa analisar acontecimentos que não se encaixam facilmente em uma lógica racional. A investigação conduzida por ela envolve memórias familiares, relatos de moradores e acontecimentos ligados às antigas histórias da região.

A fazenda Poço Fundo tem papel importante na narrativa. O local não funciona apenas como cenário, já que seus moradores e seus relatos ajudam a revelar partes do passado. As lendas compartilhadas pela comunidade fazem parte da rotina da região e acabam se relacionando diretamente com os mistérios investigados por Pietra.

Entre as pessoas que cruzam o caminho da protagonista está Roberto, proprietário da fazenda vizinha, que auxilia sua adaptação ao novo ambiente e participa da busca por respostas. Outro personagem essencial é Rosa, tia de Pietra e moradora da Casa de Pedras, uma figura que guarda informações importantes sobre a família Ferrazzo e sobre acontecimentos que permaneceram escondidos por 28 anos.

A relação entre Pietra e Rosa ajuda a revelar diferentes versões sobre os eventos do passado. Conforme novas informações surgem, a protagonista precisa reavaliar histórias que acreditava conhecer e entender como os segredos familiares influenciaram a vida de diferentes personagens.

O folclore brasileiro aparece no livro como parte da cultura dos moradores e das tradições preservadas pela comunidade. As lendas não funcionam apenas como referências fantásticas, mas como elementos ligados à memória coletiva e às histórias transmitidas entre gerações.

A escolha pelo interior brasileiro também contribui para a construção do clima da narrativa. A distância dos grandes centros, os costumes locais e a relação dos moradores com antigas histórias ajudam a criar o cenário em que o mistério familiar se desenvolve.

Backrooms volta aos cinemas com cenas inéditas; trailer da versão estendida revela novos pesadelos do maior fenômeno da A24

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Quem saiu do cinema querendo passar mais tempo dentro dos corredores infinitos de Backrooms terá uma nova oportunidade. A A24 divulgou o primeiro trailer da versão estendida do longa, que retorna às salas de cinema com 15 minutos de cenas inéditas. O relançamento chega depois de um desempenho raro para um filme de terror independente: transformar um orçamento inferior a US$ 10 milhões em uma arrecadação superior a US$ 331 milhões no mundo.

O sucesso também colocou o diretor Kane Parsons em um lugar pouco comum em Hollywood. Aos 21 anos, o cineasta — que ficou conhecido pela websérie publicada no YouTube em 2022 — tornou-se o mais jovem diretor a comandar a maior bilheteria dos Estados Unidos. O filme ainda entrou para a história como a produção de maior arrecadação da A24.

O trailer da edição estendida deixa claro que o estúdio não pretende apenas recolocar o filme em cartaz. As imagens mostram novos ambientes do Backrooms, corredores ainda mais labirínticos, trechos inéditos da investigação conduzida pela Async Research Institute e encontros que ficaram de fora da versão original.

A história acompanha Clark (Chiwetel Ejiofor, de 12 Anos de Escravidão), dono de uma loja de móveis que atravessa um momento difícil após um divórcio. Tudo muda quando ele encontra uma passagem escondida no porão do estabelecimento e descobre uma dimensão formada por corredores aparentemente infinitos, salas vazias e construções que desafiam qualquer lógica.

Quando Clark desaparece, sua terapeuta Mary Kline (Renate Reinsve, de A Pior Pessoa do Mundo) decide entrar naquele mesmo lugar para procurá-lo. A partir daí, o filme abandona a estrutura de uma investigação convencional e passa a explorar um espaço onde memórias, traumas e realidade começam a se misturar.

Em vez de apostar em sustos constantes, Backrooms trabalha a sensação de desconforto. Os corredores nunca parecem terminar, os ambientes mudam sem explicação e criaturas quase nunca aparecem por completo. Grande parte da tensão nasce justamente da dúvida sobre o que existe escondido na próxima sala.

O elenco ainda reúne Mark Duplass (The Morning Show), Finn Bennett (True Detective: Night Country), Lukita Maxwell (Shrinking) e Avan Jogia (Zombieland: Double Tap).

A versão estendida parece seguir a mesma proposta do lançamento original: aprofundar a mitologia do Backrooms sem explicar todos os seus mistérios. Para quem já assistiu ao filme, as novas cenas devem ampliar detalhes da investigação da Async e do funcionamento daquela dimensão.

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