Raccoon City entra em colapso no novo Resident Evil e teaser mostra entregador lutando pra sobreviver ao caos

A Sony resolveu abrir uma nova janela para o universo de Resident Evil nesta quarta-feira (20) com a divulgação de um teaser inédito do próximo filme da franquia. A prévia coloca o público no meio do início do surto em Raccoon City e apresenta um protagonista bem diferente do padrão habitual: um entregador que, de uma hora para outra, precisa encarar uma cidade inteira virando um pesadelo biológico.

O vídeo mostra um recorte bem direto do caos que está por vir, sem muita explicação ou contexto grandioso. A ideia parece ser justamente essa: colocar o espectador dentro da confusão no momento em que tudo começa a sair do controle.

Quem é o personagem que aparece no meio do desastre?

No centro da história está Bryan, vivido por Austin Abrams, um mensageiro médico que só queria concluir mais uma entrega comum. A rotina simples vira de cabeça para baixo quando ele acaba preso no início do surto viral que transforma Raccoon City em uma zona de desastre total.

No teaser, Bryan aparece tentando manter algum contato com uma pessoa próxima por telefone. A conversa, que começa como algo cotidiano, vai ganhando um tom mais pesado conforme ele percebe que talvez não exista mais uma “vida normal” fora dali. A cidade já está desmoronando, e a sensação é de que qualquer tentativa de fuga pode ser tarde demais.

Além de Austin Abrams, o elenco conta com nomes como Zach Cherry (Severance, Fallout), Kali Reis (Catch the Fair One, True Detective: Night Country) e Paul Walter Hauser (Black Bird, Cobra Kai).

O que o teaser revela sobre o tom do filme?

Diferente das adaptações mais voltadas para ação que a franquia já teve no cinema, o novo Resident Evil aposta em uma abordagem mais crua e sufocante. O foco não está em grandes combates ou explicações extensas sobre o vírus, mas sim na experiência de sobreviver minuto a minuto dentro de uma cidade em colapso.

A direção de Zach Cregger aposta em uma estética mais próxima do terror urbano, onde o perigo não está apenas nas criaturas infectadas, mas também na sensação constante de isolamento e desespero. A escolha de acompanhar um personagem comum reforça essa ideia de vulnerabilidade total.

O filme se passa em qual momento da história dos jogos?

A trama acontece durante os eventos de Resident Evil 2 (1998), um dos períodos mais marcantes da saga nos games. Raccoon City aparece no auge do surto, quando a infecção já está fora de controle e a estrutura da cidade começa a ruir rapidamente.

Apesar disso, o filme não segue personagens clássicos dos jogos. Em vez disso, a ideia é explorar o mesmo cenário por outro ponto de vista, mostrando como alguém completamente fora do eixo principal da história tenta sobreviver ao caos.

Como esse reboot surgiu dentro da franquia?

O novo filme nasce depois de mais uma tentativa de reiniciar a saga nos cinemas. Após o desempenho fraco de Resident Evil: Welcome to Raccoon City e o cancelamento da série da Netflix, a Constantin Film decidiu apostar em uma nova direção criativa.

Foi nesse cenário que Zach Cregger entrou no projeto, trazendo uma proposta de terror mais autoral e menos dependente de fórmulas de ação tradicionais. A ideia de um protagonista comum preso em meio ao caos virou o ponto central dessa nova abordagem. A produção também conta com a participação da PlayStation Productions, reforçando a ligação direta com a origem nos games.

Quando chega aos cinemas?

As filmagens começaram em outubro de 2025, em Praga, e o longa já está em fase de pós-produção desde o início de 2026. A expectativa é de um acabamento visual mais imersivo, com lançamento planejado em IMAX.

The Boys termina em caos total, mata Capitão Pátria ao vivo e entrega um final pesado até o último minuto

Depois de cinco temporadas transformando super-heróis em armas políticas, celebridades perigosas e figuras completamente desequilibradas, The Boys chegou ao fim sem tentar suavizar nada. O episódio “Sangue e Osso”, lançado no Prime Video, encerra a série exatamente do jeito que ela construiu sua identidade desde o começo: brutal, desconfortável, emocionalmente caótico e sem aquela sensação tradicional de vitória dos filmes de herói.

O capítulo final coloca todo mundo no limite. Capitão Pátria já se enxerga como uma figura divina diante do país, Ryan vive dividido entre repetir os passos do pai ou escapar daquele ciclo de violência, enquanto Billy Butcher chega completamente consumido pela obsessão de destruir Supes de uma vez por todas. E o mais interessante é que a série não tenta transformar ninguém em salvador no fim da história.

Como Capitão Pátria perde os poderes?

A reta final acontece dentro da Casa Branca, durante uma transmissão nacional em que Capitão Pátria, interpretado por Antony Starr, praticamente assume um papel messiânico diante do país inteiro. Enquanto ele faz um discurso delirante sobre superioridade e poder, os Rapazes conseguem invadir o local para impedir que a situação saia ainda mais do controle.

Só que o grande momento do episódio acaba vindo de Kimiko, personagem de Karen Fukuhara. Depois dos experimentos conduzidos por Frenchie ao longo da temporada, ela desenvolve uma habilidade capaz de neutralizar Supes permanentemente. Na prática, Kimiko consegue remover os poderes de qualquer super-humano através de uma descarga emitida pelo próprio corpo.

Quando finalmente fica frente a frente com Capitão Pátria, ela hesita por alguns segundos. O episódio trabalha muito bem esse instante porque mostra que, mesmo perto do fim, o personagem ainda impõe medo absoluto em todo mundo ao redor. Mas Kimiko encontra força para atacar, e o impossível finalmente acontece: Capitão Pátria perde seus poderes ao vivo, diante das câmeras e do país inteiro.

Como acontece a morte de Capitão Pátria?

A partir daí, The Boys transforma a queda do personagem em uma humilhação completa. Sem poderes, sem a imagem de deus intocável e sem controle da situação, Capitão Pátria entra em desespero e tenta implorar pela própria vida. Só que a série não cria nenhum momento de redenção emocional para ele.

Billy Butcher, vivido por Karl Urban, decide encerrar tudo ali mesmo usando uma crowbar de chumbo. Antes do golpe final, ele ainda menciona Becca, deixando claro que toda sua trajetória sempre esteve ligada à destruição causada por Capitão Pátria. A morte acontece ao vivo e desmonta não apenas o homem mais poderoso do mundo, mas também toda a figura messiânica construída por ele ao longo das temporadas.

Mesmo conseguindo derrotar seu maior inimigo, Butcher não sai da história como vencedor. A morte de Terror e o afastamento definitivo de Ryan fazem o personagem mergulhar de vez na ideia mais extrema possível: espalhar o vírus anti-Supe para impedir que outro Capitão Pátria volte a surgir no futuro.

O que acontece com Butcher e Ryan no final?

Decidido a acabar com todos os Supes restantes, Butcher invade a Torre Vought para liberar o vírus através do sistema de sprinklers do prédio. Hughie, interpretado por Jack Quaid, corre atrás dele tentando impedir uma tragédia ainda maior.

O confronto entre os dois acaba sendo muito mais emocional do que físico. Em determinado momento, Butcher parece hesitar ao olhar para Hughie, quase enxergando nele a figura do irmão que perdeu anos atrás. O problema é que Hughie acredita que ele ainda vai seguir com o plano, e acaba atirando antes que Butcher consiga voltar atrás.

A morte fecha o arco do personagem de maneira amarga, mas extremamente coerente com tudo que a série construiu. Durante temporadas inteiras, Butcher repetiu que faria qualquer coisa para destruir monstros como Capitão Pátria. No final, percebe tarde demais que também estava se tornando alguém perigoso demais para continuar.

Já Ryan termina a série seguindo um caminho diferente. Durante toda a temporada existia a sensação de que ele poderia se transformar em uma nova versão do pai, enquanto Butcher também tentava empurrá-lo para sua própria visão brutal de justiça. Só que Ryan rejeita os dois lados e decide se afastar completamente daquela guerra, encerrando a história sem virar arma política, sucessor de Capitão Pátria ou ferramenta de vingança de ninguém.

Como ficam os outros personagens?

Depois do caos, o episódio desacelera bastante para mostrar pequenos recomeços para quem sobreviveu. Mother’s Milk, interpretado por Laz Alonso, finalmente consegue reconstruir sua relação com a família depois de anos consumido pela luta contra a Vought.

Kimiko decide deixar os Estados Unidos e começa uma nova vida em Marselha, ainda carregando o impacto da morte de Frenchie. Já Annie January, personagem de Erin Moriarty, escolhe abandonar de vez o universo dos Supes ao lado de Hughie. Os dois passam a viver longe daquela guerra e descobrem que Annie está grávida.

O detalhe mais simbólico aparece justamente nos minutos finais: o bebê receberá o nome Robin, referência direta à garota morta no primeiro episódio da série e ao acontecimento que deu início a toda a revolta de Hughie contra a Vought.

O final da série do Prime Video conseguiu funcionar?

O maior acerto do encerramento está em entender exatamente que tipo de história The Boys sempre quis contar. A série nunca foi sobre heroísmo clássico ou sobre salvar o mundo de maneira limpa. Desde o começo, tudo girava em torno de pessoas emocionalmente destruídas tentando impedir figuras ainda mais perigosas de assumirem o controle.

O finale mantém essa ideia até o último minuto. Mesmo com Capitão Pátria morto, ninguém sai verdadeiramente feliz ou em paz. Os personagens sobrevivem carregando culpa, trauma e cicatrizes impossíveis de apagar.

He-Man: Mestres do Universo chega gigantesco no trailer final e mostra que Eternia virou guerra total no novo filme

Depois de anos passando por cancelamentos, mudanças de elenco e versões que nunca saíram do papel, Mestres do Universo finalmente parece ter encontrado sua identidade. O trailer final do novo live-action chegou trazendo exatamente aquilo que muita gente queria ver há anos: Eternia gigantesca, batalhas em larga escala, visual carregado de fantasia e um He-Man muito mais ligado ao lado épico da franquia.

A nova prévia divulgada pela Amazon MGM Studios mostra um filme bem diferente das versões antigas que circularam em Hollywood durante mais de uma década. Em vez de tentar deixar He-Man mais “realista”, Mestres do Universo abraça sem vergonha toda a mistura clássica da franquia criada pela Mattel: magia, tecnologia futurista, guerreiros absurdamente poderosos, castelos gigantescos e um vilão disposto a transformar Eternia em ruínas.

O vídeo também deixa claro que o longa pretende trabalhar um clima mais pesado. Eternia aparece destruída, militarizada e praticamente dominada pelas forças de Esqueleto. Existe uma sensação constante de derrota espalhada pelas cenas, como se Adam estivesse retornando tarde demais para impedir o colapso do próprio planeta.

O que acontece no novo filme de He-Man?

A história acompanha Adam, príncipe de Eternia que foi levado ainda criança para a Terra como forma de proteção. Anos depois, já distante de sua origem, ele volta a ter contato com a Espada do Poder e descobre que seu planeta natal caiu sob o domínio de Esqueleto.

O trailer mostra que Adam precisará retornar para Eternia justamente no momento em que o reino parece mais próximo do fim. Além de reencontrar personagens importantes de seu passado, ele também precisará aceitar o peso de se tornar He-Man em meio a uma guerra que ameaça não apenas seu mundo, mas o equilíbrio do universo inteiro.

O interessante é que Mestres do Universo parece menos interessado naquele herói totalmente invencível das animações antigas. A nova versão trabalha Adam como alguém dividido entre fugir das próprias responsabilidades ou finalmente assumir o lugar que sempre tentou evitar.

Ao mesmo tempo, o filme não abandona os elementos clássicos da franquia. O Castelo de Grayskull ganha enorme destaque no trailer, assim como a transformação em He-Man, tratada quase como um evento mitológico dentro da narrativa.

Nicholas Galitzine convence como He-Man?

Quando Nicholas Galitzine (Uma Ideia de Você, Vermelho, Branco e Sangue Azul) foi anunciado como protagonista, muita gente estranhou a escolha. O ator vinha de produções mais ligadas ao romance e ao drama, longe do perfil físico normalmente associado ao personagem.

Só que o trailer final ajudou bastante a mudar essa percepção.

Galitzine surge completamente transformado fisicamente e apresenta uma versão mais emocional de Adam. Em vez do guerreiro perfeito o tempo inteiro, o personagem parece carregar culpa, insegurança e medo de falhar com Eternia. Isso acaba deixando a transformação em He-Man mais importante dentro da história. Ao lado dele, Camila Mendes (Riverdale, Música) interpreta Teela. O trailer mostra a personagem muito mais ativa nas batalhas e no comando da resistência contra Esqueleto, assumindo posição importante dentro do conflito.

Já Jared Leto (Morbius, Blade Runner 2049) aparece como Keldor, o Esqueleto. O visual mistura maquiagem prática e efeitos digitais sem abandonar a aparência clássica do vilão. O resultado lembra bastante os brinquedos e animações antigas, mas com uma abordagem mais ameaçadora. O elenco ainda reúne Idris Elba (Luther, O Esquadrão Suicida) como Mentor, Morena Baccarin (Deadpool, Gotham), Alison Brie (Glow, Community), James Purefoy (Roma, Sex Education) e Kristen Wiig (Mulher-Maravilha 1984, Missão Madrinha de Casamento).

Por que Mestres do Universo demorou tantos anos para acontecer?

Poucos projetos passaram por tantos problemas em Hollywood quanto Mestres do Universo. O desenvolvimento do novo filme começou oficialmente em 2009, quando a Sony Pictures Entertainment assumiu os direitos da franquia.

Desde então, o projeto trocou diversas vezes de diretor, elenco e roteiro. Durante esse período, nomes como Jon M. Chu, McG, David S. Goyer e os irmãos Nee chegaram a trabalhar em versões diferentes da história. Algumas adaptações tentavam transformar He-Man em uma fantasia gigantesca inspirada em The Lord of the Rings, enquanto outras diminuíam bastante a presença de Eternia para reduzir custos de produção.

A situação mudou novamente quando a Netflix adquiriu os direitos em 2022. Na época, Kyle Allen (West Side Story, Rosaline) interpretaria He-Man, enquanto os irmãos Nee comandariam o longa. Só que o orçamento cresceu rapidamente e o projeto acabou cancelado em 2023 após o streaming gastar milhões em desenvolvimento.

O que Travis Knight trouxe para o filme?

A chegada de Travis Knight (Bumblebee, Kubo e as Cordas Mágicas) mudou completamente o rumo do projeto. O diretor parece ter entendido rapidamente que Mestres do Universo precisava parar de fugir da própria identidade.

O trailer deixa isso evidente o tempo inteiro. O filme não tenta esconder os elementos mais fantasiosos da franquia. Pelo contrário. Eternia aparece enorme, cheia de criaturas, tecnologia impossível, armaduras extravagantes e cenários que parecem saídos diretamente das ilustrações clássicas dos brinquedos.

Existe também uma preocupação maior em construir o conflito político do planeta. Esqueleto surge menos como um vilão caricato e mais como alguém que já assumiu controle real de Eternia através da violência e do medo.

Os Testamentos explode no streaming e garante 2ª temporada após virar fenômeno no Hulu

Quando The Handmaid’s Tale chegou ao fim, muita gente imaginou que seria difícil continuar aquela história sem parecer apenas uma extensão feita para aproveitar o sucesso da franquia. Mas Os Testamentos fez exatamente o contrário. Em poucas semanas, a série saiu da sombra da produção original, cresceu sozinha no streaming e acabou de garantir oficialmente uma segunda temporada no Hulu.

A renovação veio depois que a série ultrapassou 45 milhões de horas assistidas no mundo inteiro. O dado mais curioso, porém, é outro: a audiência não explodiu apenas na estreia. Ela cresceu conforme os episódios avançavam. Segundo o Hulu, o oitavo capítulo teve 76% mais visualizações do que o primeiro, sinal de que muita gente começou a indicar a série depois de entrar de vez naquele universo pesado, desconfortável e cheio de tensão silenciosa.

E talvez esse tenha sido o grande acerto da produção. Em vez de tentar repetir exatamente o clima de The Handmaid’s Tale, Os Testamentos muda o foco da história e coloca adolescentes no centro do caos de Gilead. A série deixa de olhar apenas para quem tenta fugir do regime e passa a acompanhar quem nasceu dentro dele.

O que muda em relação a The Handmaid’s Tale?

A diferença aparece logo nos primeiros episódios. Enquanto a série original acompanhava personagens já quebradas emocionalmente pela violência de Gilead, Os Testamentos mostra garotas crescendo dentro daquele sistema como se tudo aquilo fosse normal.

Agnes, por exemplo, foi criada acreditando que virar esposa de um Comandante era um privilégio. Ela frequenta uma escola onde meninas aprendem etiqueta, religião e submissão ao mesmo tempo em que convivem com punições brutais tratadas como parte da educação.

Já Daisy chega carregando um olhar completamente diferente. Vinda do Canadá, ela enxerga absurdos em situações que as outras garotas aprenderam a aceitar desde pequenas. É justamente esse contraste que move a série.

E funciona muito bem porque a produção abandona discursos exageradamente explicativos. Em vários momentos, o horror aparece em detalhes pequenos: meninas comemorando castigos públicos, adolescentes disputando aprovação das Tias ou jovens tentando parecer felizes diante de casamentos arranjados com homens muito mais velhos.

Tudo parece organizado por fora, mas existe uma sensação constante de sufocamento em praticamente todos os episódios.

Por que a primeira temporada virou assunto nas redes?

Muito disso aconteceu porque a série não teve medo de mostrar o quanto Gilead destrói a juventude das personagens aos poucos. E não apenas fisicamente.

Um dos episódios mais comentados envolve Agnes descobrindo que sofreu abuso sexual durante uma consulta médica feita pelo Dr. Grove, homem respeitado pela elite do regime. O mais pesado da situação nem é apenas o crime em si, mas a forma como as autoridades tentam esconder tudo para preservar a imagem dele.

A série também trabalha bastante o medo constante das garotas. Em Gilead, qualquer deslize pode virar punição pública. Um palavrão, uma pergunta fora da hora ou até demonstrar interesse pela pessoa errada já basta para chamar atenção dos Olhos.

Daisy acaba entrando justamente nesse cenário como agente infiltrada da Mayday, o grupo de resistência que continua tentando derrubar Gilead. Só que a série evita transformar isso em uma história de espionagem cheia de ação. O clima é mais paranoico. Cada conversa parece perigosa. Cada corredor da escola passa sensação de vigilância.

Outro detalhe que ajudou a aumentar o engajamento do público foi o fato de a série explorar lados de Gilead que The Handmaid’s Tale quase não mostrava. Os episódios entram mais fundo nas escolas femininas, nas regras impostas às adolescentes e até nas disputas internas entre as próprias Tias.

Como Tia Lydia ganhou outra dimensão?

Se teve uma personagem que cresceu muito na série, foi Tia Lydia.

A série mostra partes do passado dela logo após o golpe dos Filhos de Jacó, período em que mulheres eram levadas para estádios, avaliadas como mercadoria humana e executadas caso fossem consideradas “inúteis” para o novo regime.

Os flashbacks ajudam a entender como Lydia sobreviveu naquele ambiente. Ela percebeu rapidamente que, para continuar viva, precisaria se tornar importante dentro da estrutura de Gilead. E foi assim que ajudou a construir o sistema das Tias.

Só que Os Testamentos faz algo interessante: Lydia continua cruel em muitos momentos, mas também demonstra desgaste. Aos poucos, ela começa a perceber que as garotas estão sendo esmagadas por um sistema que ela mesma ajudou a fortalecer.

Existe uma cena especialmente forte em que ela escuta relatos de abuso envolvendo meninas da escola e percebe que os Comandantes seguem protegidos independentemente do que façam. A personagem não vira heroína, mas passa a carregar um conflito interno muito mais visível do que na série anterior.

Quem mais chamou atenção no elenco?

Chase Infiniti consegue transmitir muito da transformação emocional de Agnes sem precisar exagerar nos diálogos. A personagem começa a temporada tentando agradar todo mundo ao redor e termina claramente sufocada pela vida que estão tentando impor a ela.

Já Lucy Halliday entrega uma Daisy mais impulsiva, inquieta e emocionalmente exposta. Em vários momentos, ela parece estar a poucos segundos de colocar toda a infiltração da Mayday em risco.

Quem também ganhou bastante repercussão foi Mattea Conforti como Becka. A personagem vive uma trajetória dolorosa e acaba protagonizando um dos momentos mais tensos da temporada nos episódios finais.

Rowan Blanchard também aparece muito bem como Shunammite Hayes, garota da elite de Gilead que começa a perceber que privilégio dentro daquele regime nunca significa segurança de verdade.

Enquanto isso, Mabel Li transforma Tia Vidala em uma presença quase intimidadora toda vez que aparece em cena.

O que a 2ª temporada deve explorar?

O final da primeira temporada praticamente desmonta a falsa sensação de estabilidade que existia dentro da escola das Tias. Agnes começa a romper de vez com as regras de Gilead, Daisy fica cada vez mais exposta como infiltrada e Lydia passa a acumular informações perigosas sobre crimes cometidos pelos Comandantes.

Também existe uma tensão política crescendo nos bastidores. A resistência da Mayday aparece mais organizada, ataques começam a atingir pontos importantes do regime e algumas lideranças de Gilead já demonstram medo de perder controle sobre parte da população.

Mas talvez o ponto mais interessante seja outro: a série parece menos interessada em mostrar apenas a queda de Gilead e mais focada em como essas adolescentes tentam descobrir quem realmente são depois de crescer ouvindo que liberdade é pecado.

Berlim encerra sua jornada solo em nova temporada e deixa o futuro de La Casa de Papel em aberto

A nova temporada de Berlim, derivada do universo de La Casa de Papel, chega com um tom diferente das anteriores. Em vez de apenas expandir a trajetória do personagem, os episódios assumem uma função quase conclusiva, revisitando momentos decisivos da vida de Andrés de Fonollosa, interpretado por Pedro Alonso, antes dos eventos da série original.

Ainda que a Netflix não trate esse arco como um encerramento definitivo da franquia, a sensação dentro da narrativa é de fechamento de ciclo. A produção volta a um período em que Berlim ainda operava no auge de sua confiança, conduzindo crimes sofisticados e lidando com situações que misturam estratégia, ego e relações pessoais cada vez mais instáveis.

Ao longo da temporada, o foco não está apenas no assalto em si, mas também na forma como o personagem lida com o desgaste de suas próprias escolhas. A figura fria e calculista que marcou La Casa de Papel começa a revelar nuances mais frágeis, criando um contraste constante entre controle absoluto e perda progressiva de estabilidade.

Qual é o novo golpe de Berlim nesta fase da história?

A narrativa se passa em Paris e acompanha Berlim liderando mais uma operação de alto risco, desta vez envolvendo o roubo de joias avaliadas em milhões de euros. O plano exige precisão absoluta, mas rapidamente é colocado à prova pela convivência entre os membros da equipe e pelas interferências emocionais que surgem ao longo da missão.

O grupo formado por Keila, Damián, Cameron, Bruce e Roi não atua apenas como suporte técnico do golpe, mas também como peça central dos conflitos internos. As diferenças de personalidade e os interesses individuais acabam criando fissuras dentro do plano, tornando cada etapa da operação mais imprevisível do que o esperado.

Nesse cenário, Berlim tenta manter o domínio da situação enquanto também enfrenta uma mudança inesperada em sua própria postura. Elementos pessoais passam a influenciar suas decisões, algo que contrasta diretamente com a imagem estratégica e racional construída ao longo da franquia.

Essa temporada encerra a história de Berlim?

Embora a Netflix ainda mantenha espaço para novas produções dentro do mesmo universo, essa fase de Berlim funciona como um ponto de encerramento narrativo do personagem em sua própria série. Não há uma ruptura definitiva com a franquia, mas sim a sensação de conclusão de um capítulo importante.

Os episódios exploram temas como legado, vaidade e as consequências de uma vida dedicada ao crime, reforçando a ideia de que Berlim sempre viveu entre o brilho da inteligência e a autodestruição. Essa dualidade ganha ainda mais força nesta temporada, que se concentra em mostrar o personagem em seu auge e, ao mesmo tempo, em seus limites.

Mesmo com possibilidades abertas para futuras aparições em outras produções da franquia, a construção atual aponta para uma despedida cuidadosamente estruturada dentro dessa linha narrativa específica.

O que pode vir depois dentro do universo de La Casa de Papel?

Apesar do destaque dado ao encerramento da jornada de Berlim, o universo criado por Álex Pina continua ativo dentro da Netflix. A plataforma segue explorando possibilidades de expansão da franquia, com ideias que envolvem novos derivados e histórias paralelas.

Entre as direções discutidas estão produções focadas em personagens já conhecidos do público, além de narrativas que podem aprofundar eventos anteriores ou posteriores à série original. O objetivo é manter o universo em constante movimento, sem depender exclusivamente de uma única linha temporal.

Por que Berlim continua sendo um personagem central?

Desde sua primeira aparição, Berlim se destacou por ocupar uma posição ambígua dentro da série. Inteligente, sofisticado e extremamente confiante, ele também carrega atitudes que o colocam constantemente em conflito com outros personagens e com suas próprias escolhas.

Essa combinação fez com que o personagem ultrapassasse o papel de coadjuvante marcante e se tornasse uma das figuras mais lembradas da franquia. Mesmo após sua saída da trama principal, sua presença continuou influenciando acontecimentos e moldando a percepção do público sobre o universo da série.

A criação de uma produção solo dedicada a ele surgiu justamente desse impacto prolongado, permitindo explorar aspectos que não tinham sido aprofundados anteriormente. Agora, com essa nova temporada, o personagem recebe uma abordagem mais introspectiva, que amplia sua complexidade.

Um encerramento de ciclo dentro de um universo ainda em expansão

A nova fase de Berlim não encerra o universo de La Casa de Papel, mas marca um ponto de transição importante dentro dele. Ao dar fim a um arco específico, a Netflix abre espaço para novas histórias, novos personagens e diferentes abordagens dentro do mesmo cenário.

Que Horas Eu Te Pego? é baseado em história real? Filme com Jennifer Lawrence nasceu de anúncio inusitado na internet

Lançado em 2023 e estrelado por Jennifer Lawrence, o filme Que Horas Eu Te Pego? voltou a ganhar destaque ao chegar ao catálogo da Netflix. A produção mistura comédia romântica, situações constrangedoras e um humor mais ácido, explorando uma premissa que, à primeira vista, parece saída de uma ideia completamente fictícia de Hollywood. No entanto, o que poucos espectadores imaginam é que a história do longa tem um ponto de partida inspirado em um caso real bastante curioso.

A trama que envolve uma mulher contratada por pais ricos para “ajudar” o filho adolescente antes da faculdade não nasceu do zero na imaginação dos roteiristas. Ela surgiu a partir de um anúncio publicado no Craigslist, um dos sites de classificados mais conhecidos dos Estados Unidos. O conteúdo do anúncio chamava atenção justamente por seu caráter inusitado, já que um casal procurava uma mulher mais velha para sair com o filho introvertido com o objetivo de ajudá-lo a ganhar confiança social antes da vida universitária.

Esse material chamou a atenção do diretor e roteirista Gene Stupnitsky, que viu ali o potencial para transformar aquela ideia incomum em uma comédia de grande apelo popular. Em entrevistas, ele contou que a primeira reação ao ler o anúncio foi imaginar quem aceitaria uma proposta daquele tipo e em que tipo de situação aquilo poderia se transformar. A partir dessa provocação inicial, o projeto começou a ganhar forma até chegar ao formato final do filme, já com Jennifer Lawrence associada ao papel principal desde os primeiros estágios de desenvolvimento.

Quem está por trás de Que Horas Eu Te Pego?

O filme é uma comédia americana dirigida por Gene Stupnitsky, que também assina o roteiro ao lado de John Phillips. A produção acompanha Maddie, uma mulher em situação financeira delicada que aceita uma proposta incomum feita por um casal rico: se aproximar do filho deles, Percy, um jovem de dezenove anos extremamente tímido e sem experiências sociais, em troca de uma recompensa material que pode mudar sua vida.

Jennifer Lawrence não apenas interpreta a protagonista como também atua como produtora do projeto, reforçando sua participação ativa na construção do filme. Ao seu lado, o elenco conta com Andrew Barth Feldman, que vive Percy, além de nomes como Laura Benanti e Matthew Broderick, que interpretam os pais do jovem. A narrativa aposta em conflitos emocionais, situações desconfortáveis e momentos de descoberta pessoal entre os personagens centrais.

Como a história se desenvolve ao longo do filme?

A trama acompanha Maddie, uma mulher que enfrenta dificuldades financeiras e vê sua vida desmoronar ao mesmo tempo em que tenta manter sua casa de infância. Em busca de uma solução rápida, ela aceita o anúncio incomum feito por um casal desesperado para ajudar o filho a desenvolver mais confiança antes de entrar na faculdade. O acordo envolve um carro como pagamento, o que muda completamente o rumo da protagonista.

O encontro entre Maddie e Percy, porém, não acontece de forma simples. O jovem, inseguro e sem experiência social, reage com desconfiança e até medo ao primeiro contato, o que gera situações embaraçosas e cômicas. Ao longo do tempo, os dois acabam desenvolvendo uma relação que foge completamente do objetivo inicial dos pais, evoluindo para uma conexão inesperada que mistura amizade, conflito e amadurecimento emocional.

O filme foi bem recebido pelo público?

Desde o seu lançamento nos cinemas em 2023, Que Horas Eu Te Pego? conseguiu equilibrar críticas positivas e curiosidade do público. A produção arrecadou mais de 87 milhões de dólares em bilheteria mundial, superando seu orçamento inicial, o que garantiu seu status como um bom desempenho comercial para uma comédia adulta.

Jennifer Lawrence também recebeu reconhecimento por sua performance, sendo indicada a premiações na categoria de comédia e musical em eventos importantes da indústria. A atuação da atriz foi apontada como um dos principais fatores para o sucesso do filme, principalmente por sua entrega em cenas de humor físico e situações constrangedoras.

Por que a premissa chamou tanta atenção?

O ponto mais comentado desde o lançamento sempre foi o conceito central do filme. A ideia de pais contratarem alguém para ajudar o filho a ganhar experiência social antes da faculdade gerou discussões justamente por ser uma situação fora do comum, ainda que tratada de forma cômica.

O diretor já afirmou que nunca teve a intenção de retratar a história de forma literal ou realista, mas sim explorar o desconforto e o humor que surgem de situações sociais extremas. Essa abordagem ajudou o filme a se destacar dentro do gênero de comédia adulta, que muitas vezes aposta em roteiros menos convencionais.

Um sucesso que nasceu de um simples anúncio

Apesar de parecer uma ideia improvável, o longa-metragem mostra como pequenas histórias encontradas na internet podem servir de ponto de partida para grandes produções cinematográficas. O anúncio original no Craigslist, que poderia facilmente passar despercebido, acabou se transformando em um roteiro de Hollywood estrelado por uma das atrizes mais conhecidas da atualidade.

A jornada de Maddie e Percy, mesmo envolta em humor e situações desconfortáveis, acabou conquistando espaço no catálogo de streaming e reforçando a tendência de Hollywood em transformar histórias reais ou semi-reais em comédias de grande alcance.

Sessão da Tarde (20/05) exibe No Olho do Tornado, com cientistas e caçadores de tempestades enfrentando desastre extremo

A TV Globo apresenta nesta quarta-feira, 20 de maio, o filme No Olho do Tornado na programação da Sessão da Tarde. A produção de 2014 aposta no gênero de desastre para retratar o impacto de uma sequência de tornados violentos que atinge uma cidade nos Estados Unidos e coloca diferentes grupos de pessoas em rota de colisão com a força da natureza.

O longa acompanha a chegada de um sistema climático extremo que rapidamente transforma o cotidiano de uma pequena comunidade em um cenário de destruição. Enquanto cientistas tentam compreender o comportamento das tempestades, moradores lutam para sobreviver em meio ao caos crescente. A narrativa se desenvolve a partir de múltiplos pontos de vista, mostrando como cada personagem reage diante da ameaça iminente.

O que acontece em No Olho do Tornado?

A história se constrói em torno de pesquisadores especializados em tempestades e caçadores de fenômenos extremos que buscam registrar imagens de tornados para estudo e também para divulgação. O que começa como uma expedição planejada acaba se transformando em uma corrida desesperada pela sobrevivência quando uma sequência de tornados de grande intensidade atinge a região.

Paralelamente, o filme também acompanha famílias e moradores locais que são surpreendidos pelo avanço das tempestades. Entre eles, há personagens que tentam proteger seus entes queridos, enquanto outros se arriscam em busca de registros em vídeo do desastre, motivados pela fama e pela curiosidade diante do fenômeno.

O resultado é uma narrativa que mistura ação e tensão constante, utilizando o formato de imagens em estilo documental para aumentar a sensação de urgência. Câmeras amadoras, gravações de celular e registros de equipes de reportagem ajudam a construir a ideia de que o público está acompanhando os eventos em tempo real.

Quem está no elenco do filme?

O elenco de No Olho do Tornado reúne nomes conhecidos do cinema e da televisão. Richard Armitage interpreta Gary Fuller, um dos personagens centrais da história, enquanto Sarah Wayne Callies vive a pesquisadora Allison Stone, que participa diretamente dos estudos sobre os tornados.

Matt Walsh aparece como Pete Moore, trazendo um olhar mais técnico e prático sobre os acontecimentos. Já Alycia Debnam-Carey interpreta Kaitlyn Johnson, uma das jovens que se vê envolvida na trajetória da tempestade. O filme também conta com Nathan Kress no papel de Trey Fuller, além de Arlen Escarpeta como Darryl Karley e Jeremy Sumpter como Jacob.

Como foi a produção de No Olho do Tornado?

Dirigido por Steven Quale, o filme chegou aos cinemas em 2014 sob o título original Into the Storm. A produção teve orçamento estimado em cerca de 50 milhões de dólares e investiu pesado em efeitos visuais para retratar a destruição causada pelos tornados com o máximo de realismo possível.

O roteiro de John Swetnam aposta em uma estrutura fragmentada, acompanhando diferentes núcleos de personagens que acabam conectados pelo mesmo evento climático extremo. Essa abordagem permite mostrar o desastre sob diversas perspectivas, reforçando o impacto coletivo da tragédia.

Mesmo com recepção crítica mista, o longa conseguiu desempenho positivo nas bilheteiras, arrecadando mais de 160 milhões de dólares em todo o mundo. Isso garantiu ao filme um espaço entre as produções mais conhecidas do gênero de catástrofe lançadas na década de 2010.

Onde assistir?

Além da exibição na Sessão da Tarde, No Olho do Tornado também pode ser assistido em plataformas digitais. O filme está disponível no streaming por assinatura na HBO Max, onde integra o catálogo do serviço para assinantes. Já para quem prefere assistir sob demanda, a produção pode ser encontrada no Prime Video, com opção de aluguel a partir de R$ 11,99.

Super Mario Galaxy: O Filme | Onde assistir ao filme no streaming após o sucesso bilionário nos cinemas?

Super Mario Galaxy: O Filme já começou sua trajetória no streaming depois de dominar as bilheteiras mundiais. A sequência do sucesso de 2023 pode ser assistida no Brasil principalmente por compra ou aluguel digital, com destaque para o Prime Video, onde o longa está disponível em versões pagas.

Por enquanto, o filme ainda não integra nenhum catálogo por assinatura, ou seja, não está liberado dentro de plataformas com acesso mensal. O público precisa pagar separadamente para assistir, com preços que giram em torno de R$ 39,90, variando de acordo com a qualidade e o formato escolhido.

A estratégia segue um padrão cada vez mais comum entre grandes estúdios como a Universal Pictures e a Illumination, priorizando primeiro o lançamento digital premium antes de liberar o título em serviços de streaming por assinatura.

Como foi o desempenho do filme nos cinemas?

Antes de chegar ao digital, o longa teve uma passagem extremamente forte pelos cinemas. A produção ultrapassou a marca de US$ 964 milhões em bilheteria mundial, reforçando o impacto da parceria entre a Illumination e a Nintendo no cinema atual.

O resultado coloca o filme entre os maiores sucessos de animação de 2026, consolidando o universo cinematográfico do Mario como uma das franquias mais lucrativas dos últimos anos. O desempenho também confirma o interesse global em adaptações de jogos eletrônicos quando bem trabalhadas no formato cinematográfico.

Sobre o que é Super Mario Galaxy: O Filme?

Baseado no clássico famoso jogo, o filme continua os eventos apresentados em Super Mario Bros. O Filme, expandindo o universo para uma aventura muito mais ampla e espacial.

Na história, Mario e seus aliados deixam o Reino Cogumelo para enfrentar uma ameaça que se espalha pelo espaço, explorando novos planetas e ambientes inspirados diretamente no game original. A proposta é ampliar a escala da franquia, saindo do cenário terrestre tradicional e apostando em uma jornada cósmica cheia de desafios.

A direção é assinada por Aaron Horvath e Michael Jelenic, com roteiro de Matthew Fogel. A equipe criativa retorna praticamente completa do primeiro filme, mantendo a identidade visual e o tom leve que marcou o sucesso anterior.

Quem faz parte do elenco de vozes?

O elenco de dublagem reúne nomes já conhecidos do público. Chris Pratt retorna como Mario, enquanto Anya Taylor-Joy volta como Princesa Peach. Charlie Day interpreta Luigi e Jack Black retorna como Bowser, mantendo o tom exagerado e carismático do personagem.

O time ainda conta com Keegan-Michael Key como Toad, Kevin Michael Richardson como Kamek e novas adições importantes, como Brie Larson interpretando Rosalina, personagem central no arco inspirado em Super Mario Galaxy.

Como o filme se tornou um dos maiores sucessos da Nintendo?

O projeto surgiu como resposta direta ao sucesso estrondoso de Super Mario Bros. O Filme. Após a bilheteria bilionária do primeiro longa, a Nintendo passou a investir mais fortemente em adaptações cinematográficas de suas franquias.

O desenvolvimento da sequência começou a ser discutido ainda em 2023, quando a empresa confirmou que expandiria o universo do filme. Em 2024, a produção já estava em fase de storyboard e construção de novos cenários, com foco em ampliar o mundo apresentado anteriormente.

Em 2025, o projeto foi oficialmente revelado durante a Nintendo Direct, quando o título Super Mario Galaxy: O Filme foi confirmado, aumentando ainda mais a expectativa global. Desde então, o filme passou a ser tratado como uma das principais apostas da Nintendo para o cinema.

Vale a pena assistir no streaming?

Mesmo após sua passagem pelos cinemas, o filme continua chamando atenção pela qualidade da animação e pela forma como expande o universo dos games. A chegada ao streaming permite que novos públicos tenham acesso à história, especialmente quem não conseguiu assistir nas salas de cinema.

Com quase US$ 1 bilhão em bilheteria e forte desempenho no digital, o longa-metragem reforça a força da parceria entre Nintendo e Illumination e mostra como adaptações de jogos seguem cada vez mais populares no cinema atual.

Backrooms: Um Não-Lugar | Qual será a classificação do filme de terror da A24?

Faltando poucos dias para chegar aos cinemas brasileiros, Backrooms: Um Não-Lugar teve sua classificação indicativa confirmada oficialmente. O longa da A24 poderá ser assistido apenas por maiores de 16 anos no Brasil, sinalizando que a produção seguirá um caminho mais intenso e psicológico dentro do terror.

A decisão acompanha o tom mostrado nos trailers e materiais promocionais divulgados até agora. O filme aposta em tensão constante, imagens perturbadoras, sensação de isolamento e uma atmosfera desconfortável que transforma ambientes aparentemente comuns em lugares sufocantes.

Com distribuição da Imagem Filmes, o longa estreia em 28 de maio e já aparece entre os títulos de horror mais aguardados do ano, especialmente entre quem acompanha o crescimento do fenômeno Backrooms na internet.

O que é Backrooms e por que o projeto chamou tanta atenção?

O filme nasce a partir da websérie criada por Kane Parsons, diretor que viralizou ainda muito jovem ao publicar vídeos que exploravam um conceito simples, mas extremamente inquietante: corredores infinitos, salas comerciais vazias e espaços sem saída que parecem existir fora da realidade.

Com poucos diálogos e uma sensação constante de estranheza, os vídeos rapidamente se transformaram em um dos maiores fenômenos recentes do horror online. O sucesso foi tão grande que chamou atenção da A24, estúdio conhecido por apostar em filmes de terror mais autorais e psicológicos.

A parceria transformou Kane Parsons no diretor mais jovem da história da empresa, algo que aumentou ainda mais a curiosidade em torno do projeto. Diferente de adaptações que costumam suavizar conceitos criados na internet, o longa parece manter justamente o elemento que tornou os vídeos tão populares: o desconforto de estar preso em um lugar que parece familiar, mas funciona de maneira completamente errada.

Sobre o que fala Backrooms: Um Não-Lugar?

Ambientada nos anos 1990, a trama acompanha Clark, dono de uma loja de móveis que vive uma fase de completo desgaste emocional e financeiro. Enquanto tenta lidar com a falência do negócio e o fracasso do casamento, ele encontra no porão da loja uma passagem para um lugar impossível de explicar.

O espaço funciona como um gigantesco labirinto formado por salas vazias, corredores intermináveis e escritórios iluminados por luzes artificiais que nunca se apagam. Não existe lógica naquele ambiente. As paredes parecem se repetir sem fim, os sons ecoam de forma estranha e a sensação de estar sendo observado cresce a cada novo corredor.

Fascinado pela descoberta, Clark convence sua funcionária Kat e o namorado dela, Bobby, a explorar o local ao seu lado. O que começa como curiosidade rapidamente se transforma em paranoia quando os três percebem que talvez não estejam sozinhos naquele espaço.

Os materiais divulgados até agora mostram que o filme pretende trabalhar o horror de maneira mais sensorial e psicológica. Em vez de depender apenas de sustos rápidos, a produção investe em silêncio, repetição visual e sensação constante de vazio para construir tensão.

Quem está no elenco do filme?

Chiwetel Ejiofor interpreta Clark, protagonista da história. O ator foi indicado ao Oscar por 12 Anos de Escravidão e também ficou conhecido do grande público por participações em Doutor Estranho. Ao lado dele está Renate Reinsve, vencedora em Cannes e conhecida por A Pior Pessoa do Mundo. Ela vive a Dra. Mary Kline, psicóloga que tenta ajudar Clark enquanto também enfrenta questões pessoais mal resolvidas.

O elenco ainda reúne Mark Duplass, Finn Bennett e Lukita Maxwell. Nos bastidores, a produção também chama atenção pelos nomes envolvidos. Entre os produtores aparecem James Wan, responsável por franquias como Invocação do Mal e Jogos Mortais, além de Shawn Levy e Osgood Perkins.

Por que o filme virou um dos terrores mais comentados do ano?

Parte da expectativa em torno de Backrooms: Um Não-Lugar vem justamente da forma como o conceito original conquistou espaço entre o público jovem. Os vídeos criados por Kane Parsons viralizaram porque conseguiam provocar medo usando cenários extremamente comuns, transformando escritórios vazios e corredores silenciosos em ambientes profundamente perturbadores.

O filme parece seguir exatamente essa linha. Os trailers evitam mostrar demais e preferem investir na sensação de desconforto constante. A iluminação amarelada, os corredores repetitivos e os ruídos inexplicáveis ajudam a criar uma atmosfera que lembra um pesadelo sem saída.

Outro ponto que elevou a expectativa foi a participação da A24. O estúdio se consolidou nos últimos anos como uma das principais referências do terror contemporâneo justamente por apostar em produções mais psicológicas e menos convencionais.

The Boys | Quem morre? Final da série destrói Capitão Pátria e encerra jornada brutal de Billy Bruto

A última temporada de The Boys transforma o universo da série em um cenário de guerra total. Depois de anos manipulando governos, mídia e a própria população, Capitão Pátria finalmente alcança o poder absoluto que sempre quis. Mais do que o líder dos Sete, ele passa a ser tratado como uma figura quase religiosa por milhões de seguidores, enquanto a Vought amplia sua influência política sobre os Estados Unidos.

Tentando abalar essa imagem, Annie January divulga publicamente o vídeo do Voo 37, expondo novamente um dos maiores crimes escondidos pelo herói. O vazamento cria uma crise imediata, mas a reação da Vought é rápida. Irmã Sage assume o controle da narrativa ao lado de Ashley Barrett e transforma os Boys em inimigos oficiais do novo regime apoiado pelo Capitão Pátria.

Ao mesmo tempo, Hughie, Leitinho e Francês acabam capturados e enviados para um campo de detenção usado para eliminar opositores. Tudo faz parte de uma armadilha para atrair Billy Bruto, que organiza uma missão de resgate ao lado de Annie e Kimiko. A operação rapidamente vira um massacre quando o Capitão Pátria aparece pessoalmente para impedir a fuga. Hughie quase é morto diante do grupo, mas Trem-Bala decide enfrentar o antigo líder dos Sete para salvá-lo.

A escolha funciona como o último ato de redenção do velocista, mas também assina sua sentença de morte. Pouco depois da fuga, Trem-Bala é perseguido e assassinado brutalmente pelo Capitão Pátria, deixando claro que o personagem já não pretende esconder sua violência diante de ninguém.

Como o vírus muda completamente a guerra?

Depois do resgate, os Boys passam a concentrar todos os esforços no vírus capaz de matar supers permanentemente. O agente biológico rapidamente se transforma na única arma realmente eficiente contra o Capitão Pátria, mas Billy Bruto começa a enxergar o vírus como algo maior: uma solução definitiva para exterminar todos os supers existentes.

Enquanto os Boys tentam concluir a arma, o Capitão Pátria desperta Soldier Boy em busca de apoio e também de acesso ao V1, uma variante rara do Composto V ligada à imortalidade. A parceria entre os dois nunca funciona completamente. Soldier Boy percebe rapidamente que o líder dos Sete ultrapassou qualquer limite psicológico possível, enquanto o próprio Capitão Pátria mergulha cada vez mais em um delírio de superioridade divina.

No meio desse caos, Ryan se torna uma das peças centrais da temporada. O garoto vive dividido entre a influência manipuladora do pai biológico e a relação extremamente desgastada com Billy Bruto. Quando descobre toda a verdade sobre o estupro de Becca, Ryan confronta o Capitão Pátria em uma das cenas mais pesadas da série. O encontro termina com o herói espancando brutalmente o próprio filho, deixando claro que já não existe qualquer traço de humanidade dentro dele.

Quem morre na temporada final?

A reta final praticamente elimina vários personagens importantes da série. Profundo recebe um dos finais mais irônicos da produção. Depois de enfrentar Annie em uma praia, ele é lançado ao mar e acaba atacado pelos próprios animais marinhos após o desastre ambiental provocado pela Vought.

Oh Father também não sobrevive. Durante a invasão dos Boys à Casa Branca, Leitinho consegue neutralizá-lo antes de explodir sua cabeça em pleno confronto.

Mas a morte mais dolorosa da temporada acaba sendo a de Francês. Quando o Capitão Pátria invade a base dos Boys, Frenchie se sacrifica para impedir que o herói encontre Kimiko e Sage. O plano funciona, mas o personagem acaba mortalmente ferido e morre nos braços de Kimiko em uma despedida silenciosa e devastadora.

Firecracker, Noir, Bombsight e diversos supers secundários também acabam mortos conforme a guerra entre humanos e supers sai completamente do controle.

Como acontece a morte do Capitão Pátria?

O confronto definitivo acontece dentro da Casa Branca enquanto o Capitão Pátria faz um discurso televisionado tentando consolidar sua imagem como “salvador” da América. Com milhões de pessoas assistindo à transmissão, os Boys aproveitam o momento para invadir o local e iniciar o ataque final.

Enquanto Annie enfrenta o Profundo e Hughie ajuda Leitinho contra Oh Father, Billy Bruto, Kimiko e Ryan partem diretamente para cima do Capitão Pátria. A luta muda completamente quando Kimiko consegue reproduzir parte do efeito criado por Soldier Boy e remove os poderes do herói.

Pela primeira vez em toda a série, o Capitão Pátria demonstra medo real.

Sem poderes, ele perde completamente a postura arrogante e tenta desesperadamente negociar pela própria vida. O personagem oferece dinheiro, controle da Vought e qualquer coisa que possa convencer Billy Bruto a poupá-lo.

Billy, porém, não demonstra qualquer compaixão.

Diante das câmeras que continuam transmitindo tudo para o país inteiro, ele mata o Capitão Pátria brutalmente usando o tradicional pé de cabra, encerrando anos de obsessão por vingança.

Como termina a história de Billy Bruto?

Mesmo depois de finalmente derrotar o Capitão Pátria, Butcher não consegue encontrar paz. Ryan deixa claro que não quer qualquer relação com ele, enxergando Billy como alguém igualmente consumido pela violência. Pouco depois, Bruto encontra seu cachorro Terror morto e mergulha de vez em um colapso emocional.

Convencido de que os supers continuarão sendo uma ameaça permanente, Billy decide liberar o vírus dentro da Torre Vought e exterminar todos os sobreviventes com Composto V. Hughie tenta impedir o amigo e os dois acabam discutindo violentamente dentro da antiga sala dos Sete.

No momento decisivo, Billy hesita ao enxergar em Hughie a imagem de seu irmão Lenny. Mas Hughie entende que Butcher jamais conseguirá abandonar completamente o ciclo de destruição que guiou sua vida inteira. Para impedir o genocídio, ele atira em Billy Bruto.

A morte do personagem encerra a trajetória de um homem consumido pela culpa, pela raiva e pela obsessão em destruir o Capitão Pátria, mesmo que isso significasse destruir a si próprio no processo.

Como a série termina?

Com a queda definitiva do Capitão Pátria, Stan Edgar reassume o controle da Vought enquanto Ashley perde todo o poder político acumulado durante o caos da temporada. Leitinho tenta reconstruir sua vida familiar, Kimiko decide deixar os Estados Unidos após a morte de Francês e Ryan finalmente se afasta da influência da Vought.

Já Hughie e Annie encerram a série tentando viver algo próximo da normalidade pela primeira vez. Os dois se preparam para o nascimento da filha enquanto o mundo tenta sobreviver aos estragos deixados pela guerra entre humanos e supers.

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