“Caçadores do Fim do Mundo” | Diamond Films divulga trailer da aventura pós apocalíptica estrelada por Dave Bautista e Samuel L. Jackson

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No coração de um planeta devastado, onde o sol não é mais apenas fonte de vida, mas também de destruição, nasce uma história sobre a busca pela humanidade em meio ao caos. É esse cenário que dá o tom a “Caçadores do Fim do Mundo” (Afterburn), a nova aventura pós-apocalíptica que estreia nos cinemas brasileiros no dia 28 de agosto.

Mais do que um filme de ação, essa produção nos convida a refletir sobre o que realmente importa quando tudo ao redor parece ruir. No centro dessa narrativa está Jake, um ex-militar vivido por Dave Bautista, um homem marcado pelo passado e por cicatrizes invisíveis que só quem sobrevive entende.

Sobrevivência e redenção em cada passo

Jake não é um herói tradicional. Ele é a representação da resistência, da luta diária que muitos carregam silenciosamente. Vivendo em um mundo onde a lei foi substituída pela brutalidade, ele usa suas habilidades para encontrar artefatos — pequenos fragmentos do que a humanidade já foi, verdadeiros tesouros em um cenário esquecido.

Quando Valentine, papel de Samuel L. Jackson, entra em cena com a missão de recuperar uma obra de arte icônica, Jake se vê diante do desafio mais complexo da sua trajetória. Não é apenas uma caçada por objetos valiosos; é uma busca por sentido, por memória, por aquilo que não pode se perder mesmo diante do apocalipse.

Uma parceria forjada na adversidade

A interação entre Bautista e Jackson traz à tela uma dinâmica de tensão e cumplicidade, que revela as nuances humanas por trás da dureza do mundo pós-tempestade solar. São dois homens que, apesar das diferenças, compartilham o peso de sobreviver em um futuro incerto — e, talvez, a esperança de recomeçar.

Com a direção de J.J. Perry, especialista em coreografar cenas de tirar o fôlego, o filme equilibra ação eletrizante e emoção profunda, um convite para o público sentir cada passo dessa jornada árdua.

Vozes que ecoam no silêncio da destruição

Além dos protagonistas, o elenco conta com nomes que carregam histórias e personagens memoráveis, como Olga Kurylenko e Kristofer Hivju. Juntos, eles compõem um mosaico de personagens que refletem a diversidade e complexidade da luta pela sobrevivência

Uma obra que fala ao coração

“Caçadores do Fim do Mundo” é mais que uma aventura; é um olhar sensível sobre o que significa ser humano em um mundo que perdeu sua referência. É uma história que fala de perdas, de resiliência, de escolhas difíceis — e de um fio tênue de esperança que pode mudar tudo.

O trailer, já disponível em versões legendada e dublada, dá um gostinho dessa experiência, com imagens poderosas e sequências que prendem o espectador do primeiro ao último segundo.

No dia 28 de agosto, a Diamond Films convida o público brasileiro a embarcar nessa viagem intensa e emocionante. Um convite para olhar o apocalipse não só como destruição, mas também como um momento de reflexão sobre a força que existe em cada um de nós para enfrentar o desconhecido e buscar a luz mesmo quando tudo parece perdido.

Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel 11/05/2025 chega com nova temporada do game show Show do Milhão EMS

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Neste domingo, 11 de maio, a partir das 19h, estreia a nova temporada do Show do Milhão EMS dentro do Programa Silvio Santos, no SBT. Agora sob o comando de Patricia Abravanel, o programa retorna em sua segunda edição liderada por ela, prometendo desafiar os participantes e envolver toda a família brasileira em uma jornada de aprendizado e diversão.

🧠 Um clássico que atravessa gerações

Criado por Silvio Santos em 1999, o programa originalmente se chamava Jogo do Milhão e foi um sucesso imediato. Em 2000, o nome foi atualizado para Show do Milhão, e a atração se consolidou como um verdadeiro fenômeno da televisão brasileira. Com perguntas de múltipla escolha, trilha sonora de suspense e bordões que se tornaram inesquecíveis, como “Está certo disso?” e “Posso perguntar?”, o game show marcou época e até hoje é lembrado com carinho pelo público.

Após as temporadas com Silvio, encerradas em 2009, o formato voltou ao ar em 2021 com apresentação de Celso Portiolli, e agora ganha fôlego renovado com Patricia, que empresta carisma e conexão familiar à atração.

💊 Parcerias que valorizam o conhecimento

Mais do que um simples programa de perguntas e respostas, o Show do Milhão EMS é uma verdadeira celebração do saber, e conta com o patrocínio de grandes marcas que compartilham essa missão. A EMS, líder no setor farmacêutico e sinônimo de saúde e bem-estar, dá nome ao programa. Já o Passei Direto, a maior rede de estudos da América Latina e integrante do grupo UOL Edtech, reforça o valor do aprendizado. Ambas as marcas mostram que informação, entretenimento e cuidado com as pessoas podem caminhar juntos.

🎮 Dinâmica do programa: como funciona?

O jogo começa muito antes da luz vermelha do estúdio acender. Os interessados devem se inscrever pelo site oficial do SBT. Após a triagem, 12 participantes são sorteados ao vivo no palco, e um deles começa a disputar o prêmio de até 1 milhão de reais. Se errar ou desistir, outro participante é sorteado, e até três pessoas podem jogar a cada episódio.

A disputa é composta por 17 perguntas, divididas em níveis de dificuldade:

  • 5 perguntas fáceis
  • 6 perguntas médias
  • 5 perguntas difíceis
  • 1 pergunta final, valendo 1 milhão de reais

O participante pode desistir e levar o valor da última pergunta correta respondida. Caso erre, recebe 50% do valor da rodada anterior. Na última pergunta, porém, não há meio-termo: é tudo ou nada — se errar, perde o prêmio acumulado.

🆘 Ajuda para quem sabe usar

Durante o jogo, o competidor pode contar com quatro tipos de ajuda, que tornam a disputa ainda mais estratégica e emocionante. Porém, elas não estão disponíveis para a última pergunta. Veja quais são:

  • Passei Direto (Assistente Virtual): com acesso ao conteúdo da maior rede de estudos da América Latina, o participante pode recorrer ao auxílio da plataforma para encontrar a resposta certa.
  • Cartas: um baralho especial define quantas alternativas da pergunta serão eliminadas — podendo ser nenhuma, uma, duas ou três, de acordo com a sorte.
  • Universitários: três estudantes de diferentes universidades são convidados para dar suas opiniões e ajudar o jogador.
  • Pulos EMS: o participante pode “pular” até três perguntas durante o jogo, sem perder o valor acumulado até aquele momento.

💬 Patricia comanda com leveza e emoção

Patricia Abravanel traz ao palco o charme, o carisma e a espontaneidade que herdou de seu pai, mantendo viva a tradição da família Abravanel na televisão. Com os bordões que viraram marca registrada do programa, ela cria um clima de proximidade com o público e os participantes, conduzindo a competição com muito bom humor e respeito.


🗓 Anote na agenda:

Estreia da nova temporada do Show do Milhão EMS
🗓 Domingo, 11 de maio
🕖 A partir das 19h
📍 Dentro do Programa Silvio Santos, no SBT

Crítica – Cangaço Novo (2ª temporada) é um retorno forte que leva a série a um nível ainda mais intenso

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A segunda temporada de Cangaço Novo, lançada pelo Prime Video em 24 de abril de 2026, retoma sua narrativa exatamente no ponto em que o colapso do primeiro ano deixou suas marcas mais visíveis: um território fragmentado, relações em ruínas e personagens obrigados a encarar as consequências de escolhas irreversíveis. O resultado é uma continuação que não busca apenas responder ao que ficou em aberto, mas sobretudo tensionar ainda mais um universo já marcado pela violência estrutural, pelos laços familiares desgastados e pela disputa de poder em constante mutação.

Se a temporada inaugural cumpriu o papel de apresentar Cratará e suas dinâmicas internas, esta nova fase se compromete com a expansão desse ambiente, sem abandonar sua identidade estética e temática. Há um esforço evidente em aprofundar não só o mundo ao redor dos irmãos Ubaldo, Dinorah e Dilvânia, mas principalmente o estado emocional que os conduz. Cada um deles segue um caminho distinto, e é justamente nessa dispersão narrativa que a série encontra sua força e seu risco.

Ubaldo surge mais introspectivo, carregando o peso de um legado que começa a se mostrar insustentável. Sua jornada não é apenas física, mas sobretudo moral, marcada por dúvidas sobre até onde sua própria trajetória o transformou em parte do problema que tentou enfrentar. Dinorah, por outro lado, assume uma postura mais impulsiva e movida pela vingança, o que intensifica a natureza explosiva da personagem e amplia os conflitos ao seu redor. Já Dilvânia se desloca para um eixo mais simbólico e espiritual dentro da Irmandade, funcionando como contraponto narrativo ao caos que se instala, ainda que sem escapar completamente dele.

A série ganha robustez ao explorar essas fraturas internas com mais tempo e atenção. O roteiro se destaca ao entender que o conflito central não está apenas na guerra pelo controle de Cratará, especialmente com a ascensão dos Maleiros sob a liderança de Gastão, mas também na instabilidade emocional que atravessa todos os núcleos. A violência, aqui, não é apenas física; ela se manifesta em decisões, silêncios e alianças que se desfazem com a mesma rapidez com que são construídas.

Do ponto de vista estético, a direção aposta em sequências mais extensas e elaboradas, especialmente nas cenas de ação, que ganham maior impacto pela coreografia precisa e pela forma como são integradas ao ambiente árido e opressivo. A fotografia, fortemente ancorada na luz natural, reforça o caráter realista da narrativa e contribui para uma sensação constante de desgaste e tensão. Há uma preocupação clara em evitar estilizações excessivas, privilegiando uma crueza que dialoga diretamente com o tom da história.

No entanto, essa expansão também traz desafios. Em alguns momentos, a temporada parece oscilar entre o desejo de aprofundar seus personagens e a necessidade de avançar a trama principal, o que gera certa irregularidade de ritmo. Há episódios em que o peso dramático se sobrepõe à progressão narrativa, criando uma sensação de pausa prolongada que pode impactar a fluidez da experiência. Ainda assim, esse é um efeito colateral compreensível dentro de uma proposta que privilegia densidade em vez de velocidade.

O elenco acompanha essa evolução com entregas consistentes e, em muitos casos, mais maduras do que na temporada anterior. Os protagonistas encontram novos registros emocionais, especialmente ao lidar com perdas e contradições internas. O destaque também vai para os personagens secundários, que deixam de ocupar apenas funções de apoio e passam a influenciar diretamente a estrutura dramática da série. Esse deslocamento amplia o alcance da narrativa e reforça a sensação de um universo em permanente conflito.

Um dos acertos mais evidentes desta temporada está justamente na forma como ela trata suas personagens femininas. Elas não são apenas peças dentro da engrenagem da violência, mas agentes ativos que disputam espaço, poder e sentido dentro desse mundo fragmentado. A construção dessas figuras evita simplificações e aposta em camadas que vão da força à vulnerabilidade, passando por conflitos éticos e espirituais que enriquecem o conjunto.

No saldo final, a segunda temporada de Cangaço Novo se consolida como uma continuação que não teme ser mais complexa, mais sombria e mais emocionalmente exigente. Ainda que enfrente pequenos desequilíbrios estruturais, a série demonstra segurança ao expandir seu universo sem perder de vista o que o torna reconhecível: a tensão constante entre sobrevivência, identidade e poder. É uma obra que amadurece junto de seus personagens e, ao fazer isso, reforça sua posição como uma das narrativas brasileiras mais ambiciosas do streaming atual.

Top Gun: Maverick domina o Campeões de Bilheteria neste domingo (24) e revisita a jornada de Maverick entre velocidade e legado

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Foto: Reprodução/ Internet

No Campeões de Bilheteria deste domingo, 24 de maio, a TV Globo traz Top Gun: Maverick, continuação direta do clássico dos anos 1980. O longa acompanha o retorno de Pete “Maverick” Mitchell à Marinha em uma fase mais avançada da carreira, agora atuando como piloto de testes e instrutor de uma nova geração de aviadores.

Como a história de Maverick continua décadas depois?

A narrativa se passa mais de 30 anos após os eventos do primeiro filme. Maverick, interpretado por Tom Cruise, segue ativo na Marinha, mas evita promoções que o afastariam da função de piloto. Essa decisão mantém o personagem diretamente ligado às aeronaves, mesmo quando sua posição dentro da hierarquia militar poderia ser mais alta.

O filme mostra como ele se tornou um piloto de testes responsável por projetos experimentais, lidando com protótipos de aeronaves de alta velocidade e missões que envolvem risco extremo. Em uma dessas operações, ele ultrapassa os limites estabelecidos em um teste com um avião hipersônico, o que gera consequências diretas para sua permanência no programa.

Qual é a missão que coloca a nova geração em ação?

A história avança quando a Marinha designa Maverick para treinar um grupo de pilotos de elite da escola Top Gun. Esses jovens serão preparados para uma missão considerada praticamente impossível: atacar uma instalação subterrânea de enriquecimento de urânio altamente protegida.

O alvo está localizado em um desfiladeiro estreito, cercado por sistemas de defesa avançados, incluindo mísseis terra-ar, bloqueadores de sinal e caças de última geração. A operação exige precisão absoluta, já que qualquer erro pode comprometer toda a equipe.

Maverick monta um plano baseado em dois pares de caças F/A-18, cada um com funções específicas durante o ataque. No entanto, ele não participa diretamente como piloto de combate no início da missão, sendo designado apenas como instrutor — o que cria tensão entre ele e os superiores da operação.

Como o treinamento afeta a relação entre os pilotos?

Durante o processo de preparação, Maverick precisa lidar com uma turma de pilotos altamente qualificados, mas também competitivos entre si. Ele realiza simulações de combate que expõem falhas e limitações de cada um, forçando os candidatos a se adaptarem a cenários de pressão extrema.

Entre os pilotos está Bradley “Rooster” Bradshaw, filho de Nick “Goose” Bradshaw, antigo parceiro de Maverick. A relação entre os dois carrega um histórico de conflitos não resolvidos, já que decisões do passado de Maverick impactaram diretamente a trajetória de Rooster dentro da carreira militar.

Esse vínculo transforma parte do treinamento em um conflito pessoal. Rooster não confia em Maverick, enquanto Maverick tenta equilibrar a responsabilidade da missão com o peso emocional das escolhas anteriores.

Outros pilotos também ganham destaque dentro da equipe, criando rivalidades internas que influenciam o desempenho coletivo. O ambiente de treino deixa de ser apenas técnico e passa a refletir disputas de confiança, liderança e sobrevivência.

Como a missão final se desenrola?

Quando a operação é autorizada, os pilotos partem em caças F/A-18 a partir de um porta-aviões. O plano envolve atravessar território inimigo fortemente defendido, destruir o alvo principal e retornar com vida.

A missão se complica durante a execução, quando sistemas de defesa inimigos entram em ação e obrigam os pilotos a improvisar manobras em espaço extremamente reduzido. O grupo precisa lidar com falhas de comunicação, perda de equipamentos e separação das aeronaves durante o ataque.

Em determinado momento, Maverick assume uma posição direta na ação para proteger um dos pilotos da equipe, o que muda completamente o rumo da operação e coloca sua própria vida em risco.

Qual é o impacto da produção e por que o filme virou destaque?

Top Gun: Maverick foi dirigido por Joseph Kosinski e utilizou gravações reais dentro de aeronaves, reduzindo o uso de efeitos digitais nas cenas de voo. A produção contou com apoio da Marinha dos Estados Unidos, permitindo acesso a bases militares e equipamentos reais.

O resultado foi uma sequência com foco em realismo aéreo e cenas de alta intensidade, que ajudaram o filme a se destacar entre as grandes produções recentes de ação.

Qual foi o desempenho do filme nos cinemas?

Após o lançamento, o longa-metragem ultrapassou US$ 1,4 bilhão em bilheteria mundial, se tornando um dos maiores sucessos da carreira de Tom Cruise. O filme também foi amplamente reconhecido por público e crítica, consolidando o retorno da franquia após mais de três décadas.

Netflix confirma segunda temporada de Sakamoto Days para janeiro de 2027 e divulga primeiras imagens inéditas

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A Netflix divulgou o primeiro trailer da segunda temporada de Sakamoto Days e confirmou a estreia dos novos episódios para janeiro de 2027. A animação adapta o mangá de Yuto Suzuki, publicado pela revista Weekly Shonen Jump, e acompanha a rotina incomum de Taro Sakamoto, um ex-assassino profissional que abandonou a carreira criminosa para administrar uma pequena loja de bairro ao lado da família.

A série encontrou espaço entre as produções mais comentadas dos últimos anos justamente por seguir um caminho pouco comum dentro do gênero. Em vez de acompanhar a ascensão de um jovem guerreiro ou a disputa por algum objetivo grandioso, a trama gira em torno de um homem que já foi considerado um dos assassinos mais perigosos do país e agora tenta manter uma vida pacata. O problema é que antigos rivais, organizações criminosas e novos matadores continuam cruzando seu caminho.

O material divulgado pela Netflix antecipa conflitos mais complexos e a chegada de personagens que ampliam o cenário construído na primeira temporada. A prévia mantém a combinação entre humor cotidiano e sequências de combate elaboradas que ajudou a popularizar a obra entre leitores do mangá e espectadores do anime.

A adaptação é dirigida por Masaki Watanabe, profissional com passagem por diferentes projetos de ação e aventura na animação japonesa. Em entrevistas concedidas durante a produção da primeira temporada, o diretor comentou que um dos principais desafios foi traduzir para a tela o contraste presente no material original de Suzuki. A história alterna momentos de humor quase doméstico com cenas de violência repentina, algo que exigiu ajustes constantes de ritmo e encenação.

O próprio visual de Sakamoto recebeu um tratamento específico para destacar essa dualidade. Sua aparência atual, mais robusta, foi desenhada com traços deliberadamente exagerados e expressivos. Já as cenas em que o personagem recupera sua forma física de elite adotam um estilo mais realista. A escolha ajuda a diferenciar estados emocionais e físicos sem alterar a essência do protagonista.

Nos bastidores, algumas sequências exigiram um volume significativo de trabalho técnico. Uma das mais complexas envolveu uma luta ambientada em uma montanha-russa, que demandou a criação de cenários tridimensionais detalhados para reproduzir velocidade, mudanças bruscas de direção e movimentação constante de câmera. A equipe também precisou administrar uma paleta de cores intensa sem comprometer a leitura da ação.

A produção utilizou ferramentas como Clip Studio Paint e softwares da Adobe para compor as cenas. Parte das sequências recebeu texturas inspiradas em papel e impressão gráfica, recurso adotado para aproximar visualmente a animação dos traços presentes no mangá.

Outro aspecto tratado com cuidado foi a representação do arsenal utilizado pelos personagens. A equipe realizou pesquisas sobre modelos reais de armas de fogo para reproduzir mecanismos, proporções e funcionamento com maior precisão. O objetivo era evitar simplificações comuns em produções do gênero e preservar a identidade dos confrontos criados por Suzuki.

O elenco principal permanece intacto na nova temporada. Tomokazu Sugita continua como a voz de Taro Sakamoto. O ator revelou anteriormente que chegou a ser considerado para interpretar Kashima antes de assumir o papel principal. Segundo ele, o vínculo do personagem com a esposa, a filha e os amigos foi um dos elementos que mais influenciaram sua interpretação.

Nobunaga Shimazaki retorna como Shin Asakura, ex-assassino e parceiro de Sakamoto. Dotado de habilidades telepáticas, Shin funciona como um contraponto importante ao protagonista. Sua impulsividade e falta de refinamento contrastam com a experiência dos demais membros do elenco principal.

Ayane Sakura segue responsável por Lu Shaotang. A personagem ocupa uma posição importante na dinâmica do grupo graças ao seu comportamento imprevisível e à facilidade com que transita entre situações cômicas e confrontos físicos.

A continuação deve adaptar alguns dos arcos mais conhecidos do mangá, ampliando a participação da Associação Japonesa de Assassinos e aprofundando rivalidades introduzidas nos episódios anteriores. A obra também passa a explorar com mais detalhes a reputação construída por Sakamoto durante seus anos como assassino profissional, informação que permaneceu parcialmente em segundo plano durante boa parte da primeira temporada.

Resenha – O Livro dos Portais é uma fantasia que transforma escolhas em risco

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Há livros que entretêm, livros que impressionam e aqueles raros que fazem o leitor desacelerar para absorver cada detalhe, com medo de perder algo importante. O Livro dos Portais se encaixa nesse último grupo. Não é apenas uma história sobre magia ou viagens instantâneas — é um convite para refletir sobre desejo, poder e as consequências de atravessar limites que parecem simples demais para serem verdadeiros.

A narrativa começa de maneira quase silenciosa, ancorada em uma rotina comum. Cassie Andrews não é uma protagonista épica à primeira vista. Ela trabalha em uma livraria em Nova York, divide o apartamento com a melhor amiga e leva uma vida que poderia ser a de qualquer leitor apaixonado por livros. Essa escolha é inteligente: quanto mais comum Cassie parece, mais fácil é se identificar com ela. Quando o elemento fantástico surge, ele não explode; ele sussurra. E isso torna tudo ainda mais inquietante.

O famoso Livro dos Portais entra em cena de forma delicada, quase casual, mas carrega um peso simbólico enorme. A ideia de que “qualquer porta pode ser todas as portas” é poética, sedutora e perigosa. O autor entende muito bem o apelo dessa premissa: quem nunca quis escapar instantaneamente, mudar de lugar, recomeçar em outro cenário? A magia aqui não é apenas visual; ela conversa diretamente com desejos muito humanos.

O grande mérito do livro está na construção do seu universo. Em vez de explicar tudo de uma vez, a história revela seus segredos aos poucos, como se o leitor também estivesse sendo testado. Descobrir que existem outros livros mágicos — cada um com uma função específica — amplia o horizonte da narrativa e adiciona camadas de mistério. A Biblioteca Fox, guardiã desses volumes raríssimos, funciona quase como uma entidade moral, levantando a pergunta central da obra: quem deveria ter acesso ao poder?

Os personagens secundários ajudam a sustentar essa complexidade. Izzy não é apenas a “melhor amiga da protagonista”; ela representa o vínculo com a realidade, o afeto e a normalidade que Cassie corre o risco de perder. Já os antagonistas são um dos pontos mais fortes da trama. “A mulher” é uma presença perturbadora, construída muito mais pela tensão psicológica do que por ações explícitas. Sua frieza e obsessão pelos livros criam um desconforto constante. O Caçador de Livros, por sua vez, é quase um símbolo da inevitabilidade: uma força que sempre encontra aquilo que procura.

Outro aspecto que chama atenção é o ritmo da narrativa. O Livro dos Portais sabe quando acelerar e quando parar. Há cenas de suspense que prendem a respiração, mas também momentos de introspecção que permitem ao leitor refletir junto com Cassie. O livro não tem pressa em ser apenas um espetáculo; ele quer ser sentido. Isso pode não agradar quem busca ação ininterrupta, mas certamente recompensa quem aprecia histórias que respiram.

Em termos de escrita, o tom é acessível, envolvente e visual. É fácil imaginar os cenários, sentir a tensão ao atravessar uma porta desconhecida ou o peso emocional de cada escolha. A fantasia nunca se sobrepõe totalmente à humanidade dos personagens, e esse equilíbrio é o que torna a leitura tão cativante.

No fundo, O Livro dos Portais fala sobre limites. Sobre o que estamos dispostos a fazer para alcançar nossos desejos. Sobre como o poder, quando parece simples demais, costuma cobrar um preço alto. A magia não é apresentada como um presente gratuito, mas como uma responsabilidade que exige maturidade e sacrifício.

Ao terminar a leitura, fica aquela sensação incômoda e deliciosa de que algo permaneceu com você. O tipo de livro que faz o leitor olhar para uma porta comum e imaginar possibilidades, mas também refletir se realmente teria coragem de atravessá-la. O Livro dos Portais não promete respostas fáceis — e talvez seja exatamente isso que o torna tão memorável.

Resumo da novela A Viagem de hoje (02) – Otávio morre em acidente e Dinah se desespera

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No capítulo da novela A Viagem desta terça-feira, 2 de setembro, Otávio desperta da regressão com clareza e confidencia a Alberto que finalmente compreende o motivo de tudo o que aconteceu em sua vida. Em paralelo, Ednéia revela a Estela que está vivendo um romance com Duarte, enquanto Dinah sente uma inquietação profunda e pressente que deve ir rapidamente para a fazenda de Guiomar.

Na cidade, Fátima tenta convencer Cininha a desistir de Tibério, mas ele abre o coração ao Mascarado, confessando estar tomado de ciúmes. Logo depois, o próprio Mascarado recebe uma carta de alguém marcante do passado e se emociona, sendo incentivado por Tibério a ir atrás da mulher que sempre amou. Em clima mais leve, Geraldão comemora com os amigos o prêmio da loteria, enquanto Kazuo e Dudu começam a estreitar laços e se entender melhor.

Andrezza chama Antônio para acompanhá-la até Vassouras e, em um gesto decidido, afirma que escolheu permanecer na fazenda. Ao mesmo tempo, Dinah chega ao local na esperança de encontrar Otávio, mas ele sofre um trágico acidente na estrada: um caminhão, influenciado pela sombra de Alexandre, atinge seu carro violentamente. O veículo é lançado longe, e Alexandre, satisfeito, observa a cena com crueldade.

Enquanto isso, Tato, sem saber de nada, compra justamente a moto que já pertenceu a Alexandre, ligando novamente seus destinos. No mundo espiritual, Otávio desperta em um campo florido, enquanto Alexandre é arrastado para o sombrio Vale dos Suicidas. Na realidade, Alberto chega ao local do acidente e, devastado, confirma que o amigo não resistiu.

Cumprindo seu dever, Alberto acompanha o corpo de Otávio até o IML e aciona Queiroz para cuidar das burocracias. Depois, toma coragem e vai até a casa do amigo para dar a notícia a Tato e Dudu: o pai deles sofreu um acidente fatal. Dinah, em meio à angústia, estranha o silêncio de Otávio e pressente o pior. A confirmação vem por telefone, quando Alberto liga para Estela, que está ao lado dela na fazenda, e conta, com dor, a tragédia que acaba de acontecer.

Vem aí nos próximos capítulos da novela A Viagem

Alberto leva os filhos de Otávio para o velório, acompanhado de Estela e Dinah. No local, Dudu, Tato e Dinah se abraçam, emocionados, compartilhando a dor pela perda. De volta à casa, Dinah pede para ficar sozinha, e Alberto revela que Otávio sabia de sua morte iminente e que tudo que fez foi por amor a ela. Dinah relembra os momentos felizes ao lado do pai, enquanto Otávio, no plano espiritual, é recepcionado por Júlia e conduzido até seu pai terreno. Dinah recebe o tradicional arranjo de flores e chora, sentindo saudades profundas, enquanto Estela decide ocultar a morte de Otávio de sua mãe.

No meio das notícias e tensões, Maroca conta a Estela que viu Andrezza beijando Antônio. Em Paraty, Téo e Lisa ficam sabendo pelo rádio sobre o falecimento de Otávio. Raul esclarece detalhes a Maroca, e Dinah expressa sua frustração por não ter ido com Otávio. Enquanto isso, Otávio repousa na “enfermaria” do plano espiritual, descansando da “viagem”. Influenciado pelo espírito de Alexandre, Téo trata Lisa com hostilidade, deixando-a assustada. Em conversa com Alexandre, Lisa pede que ele deixe Téo em paz e não revela o ocorrido ao rapaz. Alberto explica a Carmem como a influência espiritual age sobre Téo, que age como médium inconsciente.

Raul questiona Andrezza sobre seu relacionamento com Antônio e revela que foi à fazenda para tentar salvar o casamento deles. Andrezza confessa a Dinah que está satisfeita com o rumo que sua vida tomou. Lisa, então, compartilha a situação com Alberto, provocando uma briga com Téo. Enquanto isso, Geraldão distribui dinheiro na pensão, comemorando ganhos em jogos.

Após a morte de Otávio, Tato demonstra frieza e ríspidez com todos, enquanto Dinah encontra um bilhete deixado pelo pai em sua cabana. Agenor se alegra com o retorno de Lisa. Alberto explica que o amor que Alexandre sente por Lisa a protege de possíveis perigos, e Dinah se desculpa com a jovem por acontecimentos passados. Glória sonha com a vida que poderia ter tido ao lado de Otávio. Dudu chora a ausência do pai, e Sofia enfrenta o risco de perder o bebê, deixando Zeca em pânico. Guiomar se alegra com o interesse de Andrezza pelo trabalho na fazenda e a apresenta como nova responsável pelo local.

Cininha comunica a todos na pensão que Sofia perdeu o neném, deixando Vovó indignada. Fátima e Cininha continuam observando Tibério. Téo expressa a Dinah seu pesar pela morte de Otávio, e ela o leva, junto de Estela e Alberto, para conhecer a “Casa da Sopa” criada pelo pai. Fátima revela a Lisa planos de ampliar o salão com uma academia, enquanto Dinah a chama para conversar sobre Téo, pedindo desculpas pelo passado e apresentando Paty como a noiva de seu pai.

Na fazenda, Raul é destratado por Guiomar e Andrezza. Tato age com agressividade contra Glória, e Dudu, ao defendê-la, leva um tapa do irmão. Dinah também sofre a rispidez de Tato. Na casa de Otávio, Dinah se emociona ao rever as lembranças deixadas pelo pai. Raul tenta convencer Andrezza a voltar, mas ela prefere refletir, provocando a irritação de Guiomar. Zeca se surpreende com o comportamento carinhoso de Agenor em relação a Téo.

A imprudência de Tato com o carro preocupa Bia, que se desespera. Em uma saída à boate, Tato sente ciúmes ao vê-la conversando com outro rapaz. Geraldão distribui presentes aos amigos da pensão, mas acaba sendo preso por assalto à mão armada. Dinah sonha novamente com momentos vividos com Otávio, enquanto Ismael revela a Bia que possui informações importantes sobre Alberto.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde 29/08/2023

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta terça-feira, 29/08/2023, os amantes da velocidade e da ação têm um encontro marcado com a emoção na Sessão da Tarde. Prepare-se para uma injeção de adrenalina com a exibição do eletrizante filme Need for Speed – O Filme.

A película, que traz consigo um coquetel de ação, velocidade vertiginosa e carros espetaculares, promete manter os espectadores grudados em suas poltronas do início ao fim, proporcionando um entretenimento inigualável. Para os aficionados por corridas automobilísticas e histórias repletas de vingança, esta é uma oportunidade imperdível.

“Need for Speed – O Filme” é uma adaptação cinematográfica do célebre videogame de corrida desenvolvido pela Electronic Arts. O enredo acompanha Tobey Marshall, um exímio piloto de corridas de rua e mecânico talentoso, cuja vida é virada de cabeça para baixo quando é incriminado por Dino Brewster, um empresário poderoso e arrogante.

Após sair da prisão, Tobey decide trilhar um caminho de vingança, e a oportunidade se apresenta sob a forma de uma corrida ilegal de alta octanagem que atravessará o país de ponta a ponta. No entanto, para alcançar essa meta audaciosa, ele precisa enfrentar uma série de obstáculos formidáveis, incluindo perseguições policiais e rivais do passado sedentos por acerto de contas.

O elenco principal do filme traz talentos como Aaron Paul no papel de Tobey Marshall, Dominic Cooper como Dino Brewster, Imogen Poots interpretando Julia Maddon, Scott Mescudi atuando como Benny, e Rami Malek no papel de Finn. A direção é assinada por Scott Waugh, enquanto a produção fica a cargo de John Gatins e Mark Sourian. O roteiro leva a assinatura de George Gatins.

Com gêneros que englobam ação, esporte e suspense, “Need for Speed – O Filme” possui uma duração de 130 minutos e foi lançado nos Estados Unidos em 2014.

Recepção e Bilheteria

Nas bilheterias, o filme registrou um desempenho sólido, arrecadando impressionantes US$ 203 milhões em todo o mundo, considerando um orçamento estimado de US$ 66 milhões. Embora sua recepção nos Estados Unidos não tenha sido estrondosa, o filme conquistou uma audiência mais expressiva nos mercados internacionais.

As análises críticas, por outro lado, foram mistas. Enquanto as cenas de ação e as sequências de corrida receberam elogios pela execução magistral e pelos efeitos visuais impressionantes, o roteiro e o desenvolvimento dos personagens foram frequentemente apontados como pontos fracos.

Onde Assistir?

Infelizmente, Need for Speed – O Filme não está disponível em plataformas de streaming no momento. No entanto, você terá a oportunidade única de se envolver com a trama repleta de velocidade e vingança durante a Sessão da Tarde desta terça-feira. Prepare-se para um turbilhão de emoções e ação em alta velocidade, uma experiência cinematográfica que promete deixar você grudado na tela do início ao fim.

Que horas vai passar a Sessão da Tarde?

Os telespectadores terão a oportunidade de vivenciar uma dose concentrada de emoção e velocidade com a exibição do filme Need for Speed, agendado para ser transmitido na renomada Sessão da Tarde da TV Globo. A adrenalina está garantida, pois o filme será exibido imediatamente após a reprise da novela clássica Mulheres de Areia, a partir das 15h25.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta sexta (08/08)

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Foto: Reprodução/ Internet

Era só mais uma família simples do interior. Ou pelo menos parecia.
Nove filhos, um pedaço de terra, um pai teimoso e uma mãe guerreira. Gente comum, do tipo que acorda cedo pra trabalhar, que reza pra ter saúde e comida na mesa. Mas naquela casa de chão batido, em Pirenópolis, Goiás, havia também algo raro: um sonho que insistia em sobreviver à seca, à pobreza e às tragédias da vida.

Essa é a grande essência de 2 Filhos de Francisco, filme que retorna à tela da TV Globo nesta sexta, 8 de agosto de 2025, na Sessão da Tarde. Não é só um longa-metragem. É um reencontro. Uma lembrança viva de como o afeto, a música e a esperança podem transformar destinos — e como as histórias mais extraordinárias são, muitas vezes, aquelas que brotam dos cantos mais humildes do Brasil.

Uma história de verdade, com a cara do Brasil

De acordo com informações do AdoroCinema, dirigido por Breno Silveira, que nos deixou em 2022, o filme estreou em 2005 e conquistou o país com uma simplicidade arrebatadora. Nada ali parece fabricado. Não há glamour. Há suor, dor, luto e um tipo de fé que não se explica — apenas se sente. O longa narra a vida real dos irmãos Zezé Di Camargo & Luciano, desde a infância na zona rural até a explosão no cenário sertanejo nacional.

Mas o protagonista mesmo é Francisco Camargo, pai da dupla. Interpretado magistralmente por Ângelo Antônio, ele é o tipo de homem que os brasileiros conhecem bem: fala pouco, trabalha muito, acredita nos filhos com força quase cega. Um caboclo com os pés no chão e a cabeça nas nuvens. E que, por mais improvável que pareça, nunca duvidou de que dois de seus filhos mudariam o rumo da história familiar — e da música nacional.

Amor que não se explica, só se vive

É fácil esquecer, diante do sucesso atual de Zezé e Luciano, que tudo começou com um acordeão velho e muita vontade de cantar. Mirosmar, o primogênito, e Emival, o irmão com quem formaria a primeira dupla, encantavam a vizinhança com suas apresentações em festas da vila. Com apoio do pai, chegaram a se apresentar em grandes palcos do interior, mas a vida, implacável, os separou cedo demais. Um acidente trágico levou Emival ainda adolescente. O filme nos leva a esse momento com delicadeza e firmeza. A dor da perda, o silêncio da mãe (Dira Paes, em uma performance sensível), o luto coletivo. E mesmo assim, Francisco não desiste. Ele sabe que o sonho não morreu com Emival. Ele apenas mudou de forma.

Um Brasil que chora, mas não se entrega

o longa toca fundo porque não romantiza a pobreza, mas também não transforma tudo em desgraça. Mostra o Brasil que chora no silêncio, que sofre sem fazer barulho, mas que se levanta todos os dias pra tentar de novo. É nesse espírito que Mirosmar — agora já pai de família, sem dinheiro, sem sucesso — volta a tentar a sorte na música. Fracassa uma, duas, três vezes. Vende o carro pra gravar um disco. Ouve que sua voz é “boa só pra cantar escondido”. E continua. Porque no fundo, sabe que o pai não sonhava à toa. Quando Luciano entra em cena, a mágica acontece. Dois irmãos, uma nova chance. Surge a dupla Zezé Di Camargo & Luciano, com a canção “É o Amor” abrindo os caminhos. O resto é história.

O filme que fez o Brasil se ver na tela

Ao estrear nos cinemas, o longa-metragem quebrou recordes. Mais de 4,7 milhões de pessoas assistiram ao longa. R$ 34 milhões arrecadados. Um fenômeno de bilheteria nacional, sem precisar de efeitos especiais nem de nomes internacionais. Apenas uma boa história, bem contada, com verdade no olhar.

Nos bastidores, nomes como Patrícia Andrade e Carolina Kotscho assinam o roteiro, e a produção envolveu estúdios como Globo Filmes, Conspiração Filmes e a gigante Columbia TriStar. Mas o segredo do sucesso não está nos bastidores. Está no coração da narrativa. Está em cenas como a de Francisco negociando um instrumento no fiado, ou da mãe tentando esconder o choro para não desmotivar os filhos.

Aliás, quantas mães brasileiras já não fizeram o mesmo?

Um elenco que sente, não só interpreta

O que dá vida à história são os rostos, os sotaques, os silêncios. Ângelo Antônio é um gigante discreto como Francisco. Dira Paes, de olhar sempre úmido, carrega no corpo a fadiga de uma mulher que aguenta tudo — e ama sem reservas. Márcio Kieling e Thiago Mendonça interpretam Zezé e Luciano com uma verdade que impressiona, ainda mais por se tratar de personagens vivos, conhecidos.

E há participações especiais que aquecem o coração: Lima Duarte como o avô Benedito, Paloma Duarte como Zilu, Natália Lage, José Dumont, Maria Flor. Todos entregam mais do que técnica: entregam alma.

Trilha sonora de um Brasil inteiro

O filme não seria o mesmo sem sua trilha. A canção “É o Amor”, que virou hino nacional nos anos 1990, surge como clímax emocional. Mas a trilha vai além da nostalgia: Maria Bethânia, Nando Reis, Chitãozinho & Xororó, Wanessa Camargo, Ney Matogrosso — todos contribuíram para fazer da música um personagem à parte.

Quem assiste sai cantarolando, com nó na garganta e sorriso nos lábios. Porque é impossível não se identificar. Quem nunca viu um parente desistir de um sonho? Quem nunca sonhou por alguém?

Francisco: um herói real

No centro de tudo está ele: Francisco Camargo, que faleceu em 2020, pouco antes de completar 84 anos. O homem que plantava sonhos em solo duro, e os regava com amor, fé e persistência. Ele não compôs nenhuma canção, mas foi o maestro invisível da trajetória de Zezé e Luciano. Um herói brasileiro, desses que não têm estátua nem feriado, mas que vivem no coração de cada filho que foi incentivado a seguir.

Por que rever esse filme agora?

Porque o Brasil precisa de histórias assim. Num país tantas vezes marcado por crises, desigualdades, lutos e desesperanças, filmes como “2 Filhos de Francisco” nos lembram de algo essencial: a beleza das histórias possíveis. Aquelas que começam pequenas e terminam enormes, que surgem em barracos e chegam aos palcos. Que nascem de dores reais, mas também de afetos que sobrevivem a tudo.

Onde posso assistir?

Você pode assistir ao filme em diferentes plataformas de streaming. O longa está disponível para assinantes da Amazon Prime Video e da HBO Max, oferecendo acesso completo por meio de suas respectivas assinaturas. Para quem prefere alugar, o título também pode ser encontrado na modalidade VOD (Vídeo sob Demanda) na própria Prime Video, com aluguel a partir de R$ 6,90. Essas opções tornam fácil reviver — ou descobrir pela primeira vez — a emocionante trajetória da dupla sertaneja em qualquer momento, no conforto de casa

Repórter Record Investigação relata o avanço do ‘narcogarimpo’ na Amazônia

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Foto: Reprodução/ Internet

Na noite desta segunda-feira, 29 de julho, o programa Repórter Record Investigação exibirá um relatório impactante sobre a crescente ameaça enfrentada pelos povos originários da Amazônia.

O episódio desta semana foca na invasão de facções criminosas nas terras indígenas, trazendo à tona o sombrio avanço do ‘narcogarimpo’. Essas organizações estão se infiltrando em áreas protegidas por lei, comprometendo a integridade dos patrimônios culturais e ambientais da região. O narcotráfico tem provocado um alarmante aumento na prostituição e na venda de drogas entre os jovens locais, exacerbando ainda mais a crise social.

Além de expor essa grave situação, o programa jornalístico detalhará como o tráfico de drogas está desestabilizando comunidades indígenas, comprometendo suas tradições e segurança. O programa também abordará as medidas urgentes necessárias para proteger esses povos, garantir o respeito aos seus direitos e preservar suas terras. Entre os destaques estão as entrevistas com líderes indígenas e especialistas, que oferecem uma visão aprofundada sobre a gravidade da situação e discutem estratégias para enfrentar e mitigar essa crise.

Saiba o horário de exibição

O programa vai ao ar às 22h30, logo após a novela Gênesis, na Record, e levará os espectadores a uma imersiva jornada pelos remotos territórios na fronteira entre o Brasil, a Venezuela e a Guiana.

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