Celebrando uma trajetória de 25 anos marcada pela autenticidade e pelo diálogo constante com o público, o grupo Jeito Moleque apresenta o Volume 5 do projeto “5 por 5”. A iniciativa, que reúne novos arranjos, músicas inéditas e versões repaginadas de sucessos, chega ao quinto e último capítulo com quatro faixas que reafirmam a identidade do grupo e sua relevância no cenário do pagode contemporâneo.
A proposta da série “5 por 5” — lançada em partes ao longo do ano — é sintetizar, em blocos curtos e potentes, o passado, o presente e o futuro do Jeito Moleque. No novo EP, a banda aprofunda essa proposta com um repertório que transita entre a celebração das origens e a busca por novas sonoridades.
Destaque para inéditas e colaborações
A grande novidade do EP é “Deu Defeito”, uma faixa inédita que conta com a participação especial da dupla sertaneja Clayton & Romário. A parceria estabelece um ponto de encontro entre dois gêneros populares e afetivos, resultando em um pagode com influências do sertanejo romântico, marcado por melodia envolvente e letra sobre descompassos do coração.
Outra composição inédita é “Não Peço Volta (Coração Digita)”, que mostra um Jeito Moleque introspectivo, mas ainda assim melódico e fiel à sua essência. A música traz à tona o lado mais emocional do grupo, com reflexões sobre saudade e reconciliação, envoltas em uma produção sofisticada e contemporânea.
Novos arranjos e releituras afetivas
Abrindo o EP, “Meu Jeito Moleque” funciona como uma espécie de declaração de identidade. A canção revisita a trajetória do grupo sob uma ótica atualizada, com arranjo que combina nostalgia e modernidade. Na sequência, um medley de três faixas — “Nas Nuvens”, “Só Pro Meu Prazer” e “Eu, Você e Mais Ninguém” — apresenta um trabalho de releitura cuidadoso, capaz de dar nova vida a clássicos que atravessam gerações.
A Fundação Osesp, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e o Ministério da Cultura, segue desdobrando a força de sua programação em 2025 com mais uma apresentação de peso na Sala São Paulo. Entre os dias 17 e 19 de julho, o maestro Vasily Petrenko retorna ao pódio da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo em um programa que equilibra lirismo, intensidade e reflexão.
Na abertura da noite, o público será conduzido ao romantismo arrebatador do Concerto para piano nº 1, de Pyotr Ilyich Tchaikovsky. Considerada uma das peças mais emblemáticas do repertório pianístico, a obra será interpretada pelo aclamado pianista macedônio Simon Trpceski, reconhecido por sua combinação de virtuosismo técnico e sensibilidade poética. Com sua introdução marcada por trompas solenes e um tema inesquecível, o concerto promete emocionar tanto iniciantes quanto ouvintes experientes.
🎻 Da fúria da beleza à densidade da existência
Após o intervalo, a atmosfera muda drasticamente com a Sinfonia nº 14 em sol menor, do compositor russo Dmitri Shostakovich. Composta em 1969, essa obra profunda e desafiadora propõe uma meditação crua sobre a morte e o sofrimento humano. Escrito para cordas, percussão e duas vozes solistas, o ciclo sinfônico se desdobra em 11 movimentos contínuos, baseados em poemas de autores como Lorca, Apollinaire e Rilke.
A interpretação contará com a soprano Julia Korpacheva e o baixo Gleb Peryazev, dois artistas que vêm se destacando internacionalmente pela expressividade e domínio técnico. A obra, que se inspira na tradição sinfônico-vocal iniciada por Beethoven e aprofundada por Mahler, reafirma a vocação de Shostakovich para abordar temas universais de forma contundente, crítica e profundamente humana.
🎟️ Serviço e transmissão
As apresentações acontecem de quinta (17) a sábado (19), com ingressos disponíveis a partir de R$ 42,00 no site oficial da Osesp. Para quem não puder comparecer presencialmente, a sessão de sexta-feira (18/jul), às 20h, será transmitida ao vivo pelo YouTube da Osesp, democratizando o acesso a essa experiência musical única.
Destaques do programa:
Concerto para piano nº 1 em si bemol menor, Op. 23 — P. I. Tchaikovsky Piano: Simon Trpceski
Sinfonia nº 14 em sol menor, Op. 135 — D. Shostakovich Vozes: Julia Korpacheva (soprano) e Gleb Peryazev (baixo) Regência: Vasily Petrenko
No novo livro Aquele Tempo Entre Nós, disponível nas livrarias físicas e digitais, a oradora espírita Mayse Braga e sua filha, a psicóloga Marianna Braga, compartilham com coragem e sensibilidade uma jornada de reconexão familiar — feita não apenas de lembranças, mas também de silêncios, conflitos, aprendizados e reencontros possíveis.
Mais do que um registro de experiências pessoais, a obra é um convite ao diálogo entre gerações. Em forma de conversa escrita, mãe e filha percorrem momentos de desgaste emocional, crises de saúde e ressentimentos acumulados, até reencontrarem, juntas, um novo caminho de afeto e compreensão. O livro nasce após um momento crítico: duas internações de Mayse em 2022, que a levaram a viver temporariamente com a filha — e, nesse convívio, ressignificar antigas mágoas e renovar os vínculos entre ambas.
“Contar o que vivemos foi tanto uma forma de oferecer companhia a quem atravessa essa jornada quanto um exercício terapêutico que nos lembrou que o amor pode fazer mais do que proteger: ele pode também libertar.” — Mayse Braga, oradora espírita
Com décadas de trajetória como comunicadora respeitada no meio espírita, Mayse se une à escuta atenta e à vivência clínica de Marianna para construir uma obra que transita entre espiritualidade, psicologia e humanidade. O livro alterna pontos de vista entre mãe e filha e revela com franqueza o que tantas famílias enfrentam em silêncio: o medo de não serem compreendidas, a dificuldade de perdoar, o peso da sobrecarga, e a urgência de falar o que realmente importa — enquanto ainda é tempo.
“Escrever esse livro me ajudou a entender a mim mesma e à minha mãe de um jeito novo e transformador.” — Marianna Braga, psicóloga
Aquele Tempo Entre Nós é tecido com memórias — recentes e distantes —, e com temas que vão do cansaço do cuidado à beleza de uma música compartilhada. A cada capítulo, as autoras abrem espaço para reflexões sobre o envelhecer, a vulnerabilidade, a escuta ativa e o valor das pequenas reconciliações do dia a dia.
Sem tom confessional ou autoajuda, o livro propõe um gesto raro: descer do púlpito e sentar à mesa, lado a lado, com quem se ama, para tentar, palavra por palavra, desfazer o que se perdeu — e reconstruir o que ainda pode existir.
Para leitores espiritualmente conectados ou em busca de relações mais saudáveis com seus pais ou filhos, a obra funciona como um espelho generoso: não aponta culpados, mas revela caminhos. E, talvez, o maior deles seja a coragem de admitir que nem todo amor é simples, mas que o afeto sincero — ainda que imperfeito — pode ser a base para um novo começo.
Depois de mais de duas décadas saltando de aviões em queda, escalando arranha-céus e desafiando as leis da física e da indústria, Tom Cruise retorna ao papel de Ethan Hunt em Missão: Impossível – O Acerto Final, o oitavo capítulo de uma das franquias mais longevas e respeitadas do cinema de ação. Mas, por trás da adrenalina e dos números de bilheteria, o novo filme entrega algo raro em blockbusters: uma reflexão sobre escolhas, legado e a urgência de manter a humanidade em tempos digitais.
Com direção de Christopher McQuarrie, parceiro criativo de Cruise desde Missão: Impossível – Nação Secreta, o longa propõe uma virada ousada: se antes Hunt lutava contra terroristas e agentes duplos, agora seu maior inimigo é invisível, algorítmico e global — uma inteligência artificial que ameaça controlar as engrenagens do mundo. É uma ameaça menos palpável, mas profundamente atual. E talvez por isso mesmo, mais assustadora.
Um herói que também duvida
Aos 62 anos, Cruise não esconde as marcas do tempo, e o filme também não. Ao contrário dos capítulos anteriores, O Acerto Final revela um Ethan Hunt mais introspectivo, forçado a olhar para trás, para as missões, perdas e decisões que moldaram seu caminho. Há uma humanidade crua nesse novo Hunt: ele continua correndo, mas agora também para se entender.
No centro da trama, está a ideia de que nossas vidas são definidas pela soma das escolhas que fazemos — e não apenas pelas missões que aceitamos. “Salvar o mundo” ganha um peso mais emocional quando se percebe que, no fundo, o que está em jogo é o próprio valor do livre-arbítrio. A tecnologia, neste cenário, se torna o grande vilão: onisciente, implacável e moralmente ambígua.
Bilheteria vs. legado
Mesmo com uma bilheteria expressiva de US$ 584,1 milhões ao redor do mundo, o filme ainda está distante de se pagar: seu orçamento, somado à divulgação, ultrapassa os US$ 400 milhões. Nos EUA, soma US$ 194 milhões, ocupando atualmente o oitavo lugar nas bilheteiras. Mas esse resultado, embora relevante, parece pequeno perto da grandiosidade emocional que o filme propõe.
Missão: Impossível – O Acerto Final talvez não quebre recordes, mas quebra expectativas. Entrega mais do que ação coreografada: entrega personagem, entrega dilema, entrega alma. E num cenário de franquias repetitivas e universos compartilhados à exaustão, isso já é um feito.
Ao lado de Cruise, Hayley Atwell brilha como uma aliada complexa e inesperada. Ving Rhames, parceiro de longa data, volta a dar suporte e história ao protagonista. A química entre os personagens se sustenta não pela ação, mas pela lealdade silenciosa que cresce entre eles — como se todos soubessem que, a qualquer momento, aquela missão pode ser mesmo a última.
Já disponível no catálogo da Reserva Imovision, o premiado drama Em Rumo a Uma Terra Desconhecida (Vers Un Pays Inconnu) lança um olhar potente e profundamente humano sobre os impactos da crise migratória contemporânea. Dirigido pelo cineasta Mahdi Fleifel, o longa é uma narrativa austera, sensível e corajosa sobre dois jovens palestinos que apostam tudo na chance de recomeçar.
Aclamado em mais de 100 festivais internacionais, incluindo a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, o filme é um dos destaques recentes do cinema autoral europeu e se destaca por sua capacidade de traduzir em imagens o que tantas vezes se esconde nas estatísticas: o drama silencioso da esperança em exílio.
A história gira em torno de Chatila e Reda, primos que vivem como refugiados em Atenas. Cercados por instabilidade, burocracia e invisibilidade social, os dois buscam um novo começo na Alemanha. Para isso, decidem juntar recursos para comprar passaportes falsos — uma decisão que os leva a confrontar não apenas os perigos do submundo migratório, mas também dilemas éticos e perdas emocionais profundas. Quanto custa atravessar uma fronteira? E o que se deixa para trás quando se tenta reconstruir a própria vida?
Fleifel constrói o filme com sobriedade e realismo, sem apelar ao melodrama. Seus personagens não são símbolos idealizados, mas pessoas de carne e osso — movidas por fé, frustração, medo e desejo. A câmera, muitas vezes inquieta e próxima dos rostos, nos obriga a testemunhar cada escolha com desconforto e empatia.
Com 95 minutos de duração, o longa é uma experiência intensa, que propõe ao espectador um mergulho na intimidade daqueles que vivem à margem — não por escolha, mas por necessidade. Mais do que uma crítica social, Em Rumo a Uma Terra Desconhecida é um chamado à escuta, à reflexão e à humanidade.
A TV Globo exibe nesta terça-feira, 15 de julho, na Sessão da Tarde, o longa-metragem Pegando Fogo (Burnt), estrelado por Bradley Cooper e dirigido por John Wells. O filme, um drama com forte apelo humano ambientado no universo da alta gastronomia, será exibido no início da tarde e promete envolver o público com uma história de queda, recomeço e redenção profissional.
Na trama, Adam Jones (Bradley Cooper) é um chef de cozinha talentoso que já foi referência nos mais prestigiados restaurantes de Paris. Porém, envolvido com vícios e comportamentos autodestrutivos, ele perde tudo e se isola em Nova Orleans. Anos depois, determinado a retomar a carreira, Adam parte para Londres em busca de uma nova chance e do maior reconhecimento de sua área: a terceira estrela no Guia Michelin.
Para isso, ele se alia a Tony (Daniel Brühl), gerente de um restaurante elegante, e monta uma nova equipe formada por velhos conhecidos e novos talentos — entre eles, a chef Helene (Sienna Miller), com quem desenvolve uma relação de tensão e admiração. Em meio a desafios pessoais, rivalidades profissionais e uma pressão constante por excelência, Adam precisará não só dominar a cozinha, mas também a si mesmo.
O elenco ainda conta com nomes como Emma Thompson (Razão e Sensibilidade, Nanny McPhee), Uma Thurman (Kill Bill, Pulp Fiction), Matthew Rhys (The Americans, O Escândalo), Omar Sy (Intocáveis, Lupin), Alicia Vikander (A Garota Dinamarquesa, Ex Machina) e Riccardo Scamarcio (John Wick: Um Novo Dia para Matar, Três Andares), compondo um painel vibrante e internacional. A trilha sonora e a direção de arte reforçam o ritmo intenso da cozinha e o clima sofisticado da gastronomia contemporânea.
Disponível também em streaming
Além da exibição na TV Globo, Pegando Fogo está disponível para assinantes nas plataformas Globoplay, Netflix e Telecine.
Se você achou que os maiores sustos do ano já tinham passado, pense de novo. A temporada do medo está a todo vapor, e 2025 ainda guarda uma leva intensa de filmes de terror que prometem calafrios, suspense de roer as unhas e histórias que vão muito além de sustos fáceis. Tem possessão demoníaca, maldições ancestrais, seitas silenciosas e até cobras gigantes esperando para fazer parte da sua próxima ida ao cinema. A seguir, confira os principais lançamentos que vão deixar as telonas muito mais sombrias nos próximos meses.
O Ritual estreia no dia 31 de julho e deve ser um dos grandes destaques do ano para os fãs de terror sobrenatural. Com direção de David Midell e roteiro assinado em parceria com Enrico Natale, o longa reúne peso dramático e tensão religiosa ao trazer Al Pacino em um de seus papéis mais intensos da última década.
Baseado em eventos verídicos, o filme acompanha a jornada de dois padres em crise pessoal e espiritual. Um deles — vivido por Dan Stevens — começa a questionar sua fé após uma tragédia pessoal, enquanto o outro (Al Pacino) carrega marcas profundas de um passado conturbado. Quando uma jovem é possuída por uma entidade demoníaca de força desconhecida, os dois precisam unir forças e enfrentar não apenas a manifestação do mal, mas também os próprios fantasmas internos.
Ao estilo clássico dos filmes de exorcismo, O Ritual se destaca por construir um suspense atmosférico e psicológico, sem abrir mão do impacto visual e da intensidade emocional. O filme não apenas assusta, mas também levanta discussões sobre fé, culpa, redenção e o limite entre o sagrado e o profano.
Com Ashley Greene Khoury completando o trio principal, a obra aposta em cenas de possessão intensas, simbolismo religioso e um senso de urgência crescente, culminando em uma das sequências de exorcismo mais angustiantes do gênero nos últimos anos.
Estreando nos cinemas em 7 de agosto de 2025, A Hora do Mal (Weapons) é o novo terror psicológico e perturbador do diretor Zach Cregger, responsável por Noites Brutais. Com um elenco de peso liderado por Josh Brolin, Julia Garner e Alden Ehrenreich, o filme já chega cercado de expectativas — e com razão.
Na trama, o tempo congela quando 17 crianças de uma mesma classe somem misteriosamente da noite para o dia. Sem sinais de arrombamento, sequestro ou qualquer pista lógica, a cidade mergulha em pânico. O único fio de esperança: uma única aluna que não desapareceu e pode saber algo — ou esconder tudo.
O que poderia ser um simples caso de desaparecimento se transforma em uma espiral de medo, paranóia e desconfiança, à medida que pais, professores, policiais e moradores tentam entender o inexplicável. Quem está por trás disso? E por quê?
O filme constrói seu terror de forma sutil e progressiva. Não há monstros em cada canto, mas há o medo invisível do desconhecido — o tipo de medo que se espalha em silêncio. É o tipo de filme que provoca tensão não só pela história, mas também pela atmosfera opressiva que envolve cada cena. A trilha sonora e a fotografia reforçam a sensação de que há algo errado… mesmo quando nada acontece.
Chegando aos cinemas em 14 de agosto, Juntos (Together) é um filme de terror íntimo e perturbador, que usa a fragilidade de um relacionamento à beira do colapso como ponto de partida para uma história sobre possessão emocional, isolamento e destruição mútua. Com direção e roteiro de Michael Shanks, o longa é estrelado por Dave Franco e Alison Brie, que também são casal na vida real — o que adiciona camadas interessantes à intensidade da narrativa.
A trama acompanha Tim e Millie, um casal desgastado, que decide se mudar para uma cidadezinha isolada no interior dos Estados Unidos na tentativa de salvar o que ainda resta da relação. No entanto, o que parecia ser um novo começo rapidamente se transforma em uma espiral sufocante de tensão e delírio. Há algo estranho na floresta ao redor. Algo que observa. Algo que contamina. E aos poucos, os dois percebem que não estão apenas perdendo o amor — estão perdendo o controle sobre si mesmos.
A grande força de Juntos está em sua construção atmosférica: a floresta, sempre presente ao fundo, é quase um personagem. A sensação de claustrofobia emocional, o silêncio carregado e a desconfiança que cresce entre os protagonistas criam uma experiência imersiva, onde o verdadeiro terror vem de dentro — daquilo que não se consegue dizer, mas que corrói aos poucos.
A atuação de Franco e Brie entrega nuances reais de uma relação afundando no abismo, e a direção não economiza em simbolismos visuais que transformam o espaço doméstico em um campo de batalha mental. Quando o sobrenatural finalmente se manifesta, ele não vem como uma surpresa — ele é a consequência.
Com estreia marcada para 21 de agosto, Rosario é um terror claustrofóbico e carregado de simbolismo ancestral. Dirigido por Felipe Vargas e roteirizado por Alan Trezza, o filme mistura mitologia latina, drama familiar e elementos sobrenaturais em uma narrativa tensa, que acontece praticamente em tempo real. No centro da história está Emeraude Toubia, em uma das performances mais intensas de sua carreira.
A trama começa com a morte repentina da avó de Rosario, uma mulher com quem a protagonista havia perdido o contato há anos. Quando é chamada para reconhecer o corpo e aguardar a retirada por uma ambulância, Rosario se vê obrigada a passar a noite sozinha no antigo apartamento da família — mas logo percebe que não está exatamente sozinha.
Preso por uma nevasca violenta, o prédio torna-se um cenário opressor, onde memórias reprimidas, vizinhos suspeitos e ruídos inexplicáveis começam a formar um quebra-cabeça macabro. O corpo da avó parece esconder algo mais do que segredos do passado, e Rosario mergulha em uma espiral de horror enquanto descobre uma maldição que atravessa gerações. A cada minuto que passa, a realidade se desfaz e a neta percebe que pode não sair viva dali — a não ser que enfrente não só o que está na casa, mas o que está dentro de si.
Invocação do Mal 4: O Último Ritual chega aos cinemas no dia 4 de setembro e promete encerrar com chave de ouro uma das franquias mais populares do terror moderno. Dirigido por Michael Chaves, o longa traz de volta Vera Farmiga e Patrick Wilson como o famoso casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren, personagens inspirados em pessoas reais que dedicaram suas vidas a desvendar casos sobrenaturais.
Neste capítulo final, os Warren enfrentam uma ameaça ainda mais sombria e poderosa do que tudo o que já viram. Uma entidade maligna que desafia sua experiência, colocando suas vidas e sua fé em jogo. Além dos momentos de terror sobrenatural que consagram a série, o filme aprofunda o relacionamento do casal, mostrando a força emocional que os une diante do perigo constante.
A narrativa mantém o suspense crescente característico da franquia, com sequências que mesclam aparições assustadoras, investigações detalhadas e um clima opressivo que prende o espectador do começo ao fim. Para os fãs de longa data, é uma despedida carregada de emoção e tensão, que busca fechar o ciclo da história dos Warren de forma satisfatória.
Chegando aos cinemas em 2 de outubro, Os Estranhos: O Capítulo 2 retoma a aterrorizante história iniciada no filme anterior, trazendo novamente os Mascarados como caçadores implacáveis. Dirigido por Renny Harlin, o longa traz no elenco Madelaine Petsch, Gabriel Basso e Rachel Shenton.
Após escapar por pouco da morte, Maya (Madelaine Petsch) está se recuperando no hospital — mas a trégua está prestes a acabar. Os Mascarados descobrem sua sobrevivência e iniciam uma caçada sem misericórdia para dar fim ao que começaram. Sem poder confiar em ninguém, Maya precisará usar toda sua coragem e astúcia para sobreviver a essa perseguição brutal.
O longa mergulha fundo na dinâmica de caça e fuga, com cenas tensas e um clima sufocante que mantém o público na ponta da cadeira. A violência é gráfica, a atmosfera é carregada de suspense, e o medo é palpável em cada passo que a protagonista dá.
Anaconda invade os cinemas no dia 25 de dezembro e traz uma nova cara para a icônica franquia iniciada em 1997, misturando suspense, ação e uma pitada de humor. Dirigido por Tom Gormican e estrelado por Daniela Melchior, Paul Rudd e Jack Black, o filme aposta em uma trama cheia de adrenalina e reviravoltas para fechar o ano com chave de ouro.
A história acompanha um grupo de amigos em crise de meia-idade que decide reviver o passado ao refazer o filme favorito da juventude — em plena floresta tropical. O que começa como uma aventura nostálgica logo se transforma em uma luta brutal pela sobrevivência, quando fenômenos climáticos extremos, criminosos violentos e, claro, as gigantescas cobras anaconda começam a fazer das suas.
O longa se destaca ao equilibrar cenas de pura ação com momentos de alívio cômico, especialmente graças ao carisma do elenco. Além disso, explora a temática da amizade, da coragem e dos desafios que vêm com o passar do tempo, tudo ambientado em um cenário hostil que coloca todos à prova.
Chega aos cinemas na próxima quinta-feira, 17 de julho, o filme A Visão — originalmente intitulado Sight. Baseado em uma história real, o longa é dirigido e roteirizado por Andrew Hyatt (Paulo, Apóstolo de Cristo) e promete emocionar o público ao retratar a inspiradora trajetória do Dr. Ming Wang, um imigrante chinês que superou a pobreza, a violência e o preconceito para se tornar um dos nomes mais respeitados da oftalmologia mundial.
Na trama, interpretada com sensibilidade por Terry Chen, conhecemos a juventude difícil de Ming Wang na China dos anos 1960, marcada pelas cicatrizes da Revolução Cultural. Determinado a transformar sua vida, ele migra para os Estados Unidos em busca de formação acadêmica — e, apesar dos inúmeros desafios, incluindo o racismo que enfrenta como estrangeiro, persevera até se tornar um cirurgião visionário.
O ponto de virada da história acontece quando uma jovem órfã cega chega à sua clínica em busca de uma chance que a ciência tradicional já descartou. Para ajudar a menina, Wang precisa enfrentar não apenas um desafio médico complexo, mas também os fantasmas de seu próprio passado — revisitados em paralelo com o caso clínico atual.
Mais do que um drama médico, A Visão é um retrato sensível sobre humanidade, empatia e reconstrução. A atuação de Greg Kinnear (em papel de apoio) e do jovem Jayden Zhang complementa o elenco com equilíbrio entre emoção e leveza. A narrativa comovente resgata valores como perseverança, solidariedade e a força do conhecimento como ferramenta de mudança real.
Por que vale a pena assistir?
Porque A Visão é daqueles filmes que lembram por que contar boas histórias ainda importa — especialmente quando elas são reais. É uma celebração da ciência com alma, da medicina com propósito e da compaixão como elo entre passado e presente.
O atacante Neymar Jr. ampliou sua coleção de itens de luxo com uma aquisição inusitada: uma réplica fiel do Batmóvel utilizado no filme Batman Begins (2005), dirigido por Christopher Nolan. O veículo, conhecido como Tumbler, custou ao jogador do Santos cerca de R$ 8,3 milhões, conforme revelou o portal Metrópoles.
Neymar compra réplica de Batmóvel por R$ 8,3 milhões.
O carro exclusivo foi feito sob encomenda por um designer brasileiro e não pode circular nas ruas.
— Planeta do Futebol 🌎 (@futebol_info) July 12, 2025
Projetado e construído pelo designer brasileiro Adhemar Cabral, o carro levou três anos para ser finalizado e já integrou uma exposição no Museu do Automóvel de São Roque, no interior de São Paulo. Inspirado no design bélico e robusto da trilogia estrelada por Christian Bale, o modelo chama atenção não apenas pelo visual cinematográfico, mas também pelo cuidado com os detalhes, que o torna uma das réplicas mais impressionantes do veículo já feitas fora de Hollywood.
Apesar do investimento milionário, Neymar não poderá dirigir o Batmóvel pelas ruas de Santos. O motivo é simples: a réplica não possui placa nacional nem documentação para circulação em vias públicas, o que limita seu uso a fins expositivos ou colecionismo. Na prática, o Tumbler se torna um símbolo de exclusividade — mais escultura automotiva do que veículo funcional.
A compra reforça o perfil do jogador como colecionador de peças de alto valor e apelo estético. Entre carros de luxo, joias e itens ligados à cultura pop, o jogador reafirma seu estilo pessoal: uma combinação de sofisticação, entretenimento e fascínio por ícones da mídia. Com o Batmóvel em sua garagem, Neymar incorpora mais do que um item de colecionador — ele adiciona um fragmento do imaginário cinematográfico à sua trajetória de estrela global.
A estreia de Superman nos cinemas marcou mais do que um novo capítulo para o DC Studios. Sob a direção sensível de James Gunn, o filme se tornou uma poderosa reafirmação da humanidade por trás da capa, conquistando o público não apenas pela bilheteria expressiva — mais de US$ 200 milhões no fim de semana de estreia, com US$ 122 milhões só nos Estados Unidos — mas, sobretudo, pelo impacto emocional causado em plateias do mundo inteiro.
Em um depoimento publicado neste domingo (14) no Threads, Gunn compartilhou sua gratidão pela calorosa recepção ao longa e reiterou sua visão central sobre o personagem: “Tivemos muitos ‘Super’ ao longo dos anos — e fico feliz de ter feito um filme que foca no ‘homem’ da equação, uma pessoa boa que sempre procura ajudar aqueles em necessidade”, escreveu o cineasta.
Para além dos recordes de arrecadação — já a maior abertura de um filme solo da DC —, o que realmente importa para Gunn é o que Superman conseguiu despertar nas pessoas: empatia, esperança e a crença na bondade como virtude possível. “Que isso ressoe de maneira tão poderosa com tantas pessoas ao redor do mundo é em si um testemunho esperançoso da gentileza e qualidade dos seres humanos”, completou.
Desde que assumiu o comando do novo universo cinematográfico da DC, Gunn vinha sinalizando sua intenção de reposicionar os super-heróis em uma chave mais humana, menos cínica e grandiloquente. No novo filme do Homem de Aço, essa promessa ganha forma com um Clark Kent vulnerável, emocionalmente acessível, que comete erros, ouve, aprende e insiste em fazer o bem — mesmo quando o mundo parece desabar ao seu redor.
David Corenswet, no papel-título, entrega uma atuação de nuances e ternura. Seu Superman não é um semideus inatingível, mas um homem em constante construção, que encontra nos pequenos gestos e nas escolhas diárias a verdadeira força de seu heroísmo. E é justamente essa abordagem que torna o filme tão ressonante: longe de uma epopeia exagerada, Gunn aposta em silêncios, afetos e relações reais como o verdadeiro motor da trama.
O resultado é um filme que desafia o próprio conceito de espetáculo, oferecendo uma narrativa pautada não pela destruição em massa, mas pela reconstrução do olhar. O herói de James não é uma entidade distante — ele é uma lembrança do que podemos ser quando escolhemos a empatia ao invés da indiferença.
Num tempo marcado por ruídos, divisões e desesperança, o longa-metragem chega como um sussurro persistente de que a verdadeira força talvez esteja justamente na compaixão. E ao devolver humanidade ao herói mais icônico dos quadrinhos, Gunn não apenas reinventa uma franquia — ele toca o coração de uma era inteira.