Sessão da Tarde – Saiba qual filme vai passar nesta sexta (15/08)

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Nesta sexta-feira, 15 de agosto, a TV Globo traz para a Sessão da Tarde um dos filmes mais eletrizantes da década de 1990: Velocidade Máxima, obra que não apenas redefiniu o gênero de ação, mas também consolidou a carreira de Keanu Reeves como astro de Hollywood. Lançado originalmente em 1994, o longa dirigido por Jan de Bont em sua estreia na direção de longas-metragens permanece relevante mais de 30 anos depois, combinando tensão, romance e sequências de ação que deixaram o público à beira do assento.

O filme é estrelado por um elenco de peso, incluindo Keanu Reeves, Dennis Hopper, Sandra Bullock, Joe Morton e Jeff Daniels. A trama gira em torno de Jack Traven (Reeves), um policial da SWAT de Los Angeles, que se vê diante de um desafio quase impossível: impedir que um ônibus urbano, cheio de passageiros, exploda caso sua velocidade caia abaixo de 80 km/h. O responsável pelo atentado é Howard Payne (Dennis Hopper), um ex-policial convertido em terrorista, cujas motivações e obsessão por vingança tornam cada momento do filme uma corrida contra o tempo. (Via AdoroCinema)

O ponto de partida do filme é engenhoso em sua simplicidade. Um ônibus repleto de civis se transforma em uma bomba ambulante, e a tensão não surge de situações complexas ou diálogos rebuscados, mas da constante ameaça de explosão. O conceito, que poderia parecer exagerado, se torna crível graças à execução precisa do roteiro e à direção segura de Jan de Bont, que utiliza cada recurso técnico para manter a adrenalina sempre no limite.

Ao longo do filme, Jack precisa improvisar, lidar com passageiros em pânico e tomar decisões rápidas, enquanto mantém o ônibus em movimento. Entre eles está Annie Porter (Sandra Bullock), uma passageira que, após o motorista ser ferido, assume o volante e se transforma em co-piloto na missão de salvar vidas. Essa dinâmica entre Jack e Annie não apenas gera tensão, mas também cria um romance que não soa forçado, mesclando ação e emoção de forma equilibrada.

Enredo: ação sem pausa

O enredo é construído como um relógio, cada cena contribuindo para o ritmo frenético da narrativa. Após frustrar uma tentativa de atentado em um elevador, Jack se depara com o ônibus armado por Payne. A situação é clara: se o veículo cair abaixo da velocidade mínima, a explosão será inevitável. Jack embarca no ônibus em movimento, já percebendo que a bomba está ativa. Entre tiros disparados por passageiros desesperados e ferimentos inesperados, o policial precisa trabalhar contra o tempo para identificar e neutralizar Payne.

O filme não economiza em sequências memoráveis. Desde a fuga pela rodovia até o salto sobre uma ponte incompleta, cada cena é calculada para surpreender o espectador. O clímax ocorre quando Jack e Annie enfrentam Payne novamente, desta vez em um trem do metrô, com explosivos e tensão máxima. A resolução mantém o padrão do filme: ação inteligente e execução impecável, culminando no desfecho romântico que fecha a narrativa com satisfação para o público.

Uma estreia de diretor que se tornou icônica

Jan de Bont, conhecido por seu trabalho como diretor de fotografia em grandes produções como Rambo: Programado para Matar e Instinto Selvagem, trouxe para o filme um olhar técnico excepcional. Cada plano do ônibus em movimento, cada ângulo de câmera e cada detalhe de iluminação contribuem para que o filme funcione não apenas como entretenimento, mas como uma experiência cinematográfica intensa.

A estreia de De Bont na direção foi amplamente elogiada, principalmente por sua habilidade em equilibrar ação e narrativa, sem sacrificar o desenvolvimento dos personagens. A escolha do diretor em trabalhar com Keanu Reeves e Sandra Bullock trouxe química natural entre os protagonistas, essencial para que o público se conectasse emocionalmente com os acontecimentos da tela.

Keanu Reeves: um herói vulnerável

Antes de ser Jack Traven, Keanu Reeves já era conhecido por papéis em filmes de ação e drama, como Point Break – Caçadores de Emoção (1991). Para o papel no filme, ele teve que transformar seu físico e presença cênica, raspando quase totalmente a cabeça e passando meses em treinamento físico intenso. Reeves trouxe para Jack uma combinação rara de vulnerabilidade e determinação, criando um policial que, embora altamente competente, é humano, sensível às vidas ao seu redor e emocionalmente acessível ao público.

O trabalho de Reeves foi complementado por Joss Whedon, contratado para reescrever partes do roteiro pouco antes do início das filmagens. Whedon transformou Jack de um personagem simplista em um herói com moral, inteligência e empatia, ajustando diálogos e criando momentos que tornaram o filme mais crível e cativante.

Sandra Bullock: a heroína inesperada

Sandra Bullock, inicialmente considerada para um papel mais secundário, tornou-se peça-chave na trama. Annie Porter não era apenas uma personagem coadjuvante: ela assume o controle da situação, dirige o ônibus em alta velocidade e se transforma em parceira de Jack. A atuação de Bullock, repleta de coragem, emoção e humor contido, trouxe equilíbrio ao filme, tornando-o não apenas um espetáculo de ação, mas também uma história de colaboração e superação.

Bullock e Reeves tiveram que realizar muitas cenas físicas juntos, incluindo sequências em que rolavam pelo chão ou lidavam com obstáculos inesperados dentro do ônibus. Essa proximidade aumentou a química entre os protagonistas, resultando em um romance que, embora sutil, enriquece a narrativa.

Dennis Hopper: vilania memorável

Nenhum herói é completo sem um antagonista à altura, e Dennis Hopper entrega uma performance inesquecível como Howard Payne. Ex-policial e agora terrorista, Payne é metódico, inteligente e psicologicamente instável. Hopper equilibra charme e ameaça, tornando o vilão mais memorável do que simples caricatura. Suas demandas absurdas e estratégias complexas aumentam a tensão, e seu confronto final com Jack é um dos momentos mais icônicos do cinema de ação dos anos 1990.

O impacto comercial e crítico

O filme foi lançado em 10 de junho de 1994 nos Estados Unidos e rapidamente conquistou o topo das bilheteiras. Com um orçamento de US$ 30 milhões, o longa-metragem arrecadou impressionantes US$ 350,4 milhões mundialmente, consolidando-se como um dos maiores sucessos de seu ano. Além do sucesso comercial, o longa também recebeu reconhecimento da crítica, vencendo dois Óscars na sexagésima sétima cerimônia: melhor edição de som e melhor mixagem de som. Esses prêmios evidenciam não apenas a qualidade técnica, mas também o cuidado com os detalhes que fizeram de Velocidade Máxima um filme marcante.

A escolha do elenco e curiosidades de produção

O papel de Jack Traven quase foi de Stephen Baldwin, cuja versão do personagem lembrava John McClane de Duro de Matar. Jan de Bont, no entanto, optou por Keanu Reeves após observar sua performance em Point Break, apreciando a vulnerabilidade e o carisma natural do ator. O roteiro passou por ajustes significativos, incluindo diálogos e desenvolvimento de personagens, graças à colaboração de Joss Whedon.

Sandra Bullock também teve seu papel redefinido. Inicialmente pensada como uma amiga do protagonista, ela se tornou a parceira ativa de Jack e interesse amoroso, garantindo cenas de ação compartilhadas e uma dinâmica emocional sólida. Alan Ruck, que interpreta Doug Stephens, teve sua personagem transformada de advogado vilão para turista ingênuo, contribuindo para o humor e leveza do longa.

Sequências icônicas e efeitos práticos

Uma das marcas do filme é a realização de cenas de ação com efeitos práticos, evitando depender exclusivamente de CGI, que na época ainda era limitado. O salto do ônibus sobre a ponte incompleta e a explosão final envolvendo um avião Boeing 707 vazio são exemplos de como a combinação de planejamento meticuloso, direção de fotografia e efeitos especiais físicos gerou momentos memoráveis.

O filme também explorou ruas reais de Los Angeles, incluindo a Interstate 110, inserindo o público em um cenário familiar e urbano, o que aumentou a sensação de realismo e urgência. A precisão das cenas de condução e os riscos calculados para os atores e dublês se tornaram referência para futuros filmes do gênero.

No Supercine de sábado (16/08), Globo exibe o filme Alice & Só

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O Supercine deste sábado, 16 de agosto de 2025, promete entreter o público com uma história que une música, amizade e autodescoberta: o filme Alice & Só, dirigido por Daniel Lieff, leva os espectadores para uma viagem inesquecível pelas estradas do Brasil e do Paraguai. A produção mistura elementos de comédia, romance e aventura, mostrando o caminho de dois jovens em busca de seus sonhos.

Protagonizado por Bruna Linzmeyer e Johnny Massaro, o longa conta a trajetória de Alice e Sócrates — ou “Só” —, melhores amigos que decidem embarcar em uma road trip para participar do maior festival de covers do mundo. Ao longo do percurso, eles enfrentam desafios, descobrem segredos sobre si mesmos e aprendem que a verdadeira música está não apenas nos palcos, mas também nas experiências compartilhadas.

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Uma amizade que move montanhas

Alice é apaixonada por música e vive sonhando em transformar sua paixão em carreira. Só, seu melhor amigo e parceiro de banda, compartilha dessa mesma vontade, mas carrega também suas próprias inseguranças. Juntos, eles decidem pegar a estrada e levar sua arte para além dos limites da cidade onde vivem.

A viagem, no entanto, não é apenas sobre destino: é sobre a jornada e o crescimento pessoal. Acompanhados de Tinho (Felipe Camargo), um ex-roqueiro que oferece orientação e provoca reflexões inesperadas, Alice e Só passam por situações cômicas, desentendimentos e momentos de ternura que reforçam a força de sua amizade.

Uma aventura musical pelas estradas do Brasil e Paraguai

Alice & Só leva o público para cenários reais, capturando a essência das cidades por onde passam. As gravações aconteceram em 2016 em pontos icônicos do Paraguai, como o centro comercial de Cidade do Leste, o estacionamento do shopping Paris e o centro de Presidente Franco, além de Foz do Iguaçu, incluindo as impressionantes Cataratas do Iguaçu e a BR-277.

Essa ambientação reforça a autenticidade da road trip, permitindo que o público acompanhe a dupla em cenários que mesclam urbanidade e natureza, enquanto vivem momentos de superação e diversão. A paisagem se torna quase um terceiro personagem, refletindo as mudanças e descobertas que ocorrem na jornada dos protagonistas.

Um elenco que se destaca

O filme traz um elenco diversificado, com nomes que se destacam tanto no cinema quanto na televisão brasileira: Bruna Linzmeyer como Alice, jovem sonhadora e determinada, que representa a força da paixão pela música. Johnny Massaro como Sócrates, o amigo leal, com talento musical e grande coração, que aprende a lidar com inseguranças durante a viagem. Felipe Camargo como Tinho, o mentor e ex-roqueiro que guia a dupla por situações inesperadas. Nanda Costa como Catalina, adicionando charme e complexidade à narrativa. Completa o elenco nomes como Eduardo Sterblitch, Guilherme Weber, Guta Stresser, Stephan Nercessian e Javier Enciso, garantindo diversidade de personagens e interação que alterna humor e emoção.

Da escrita à tela

O roteiro, assinado por Álvaro Campos e Matheus Souza, captura a essência de uma aventura juvenil com o tempero da comédia romântica, sem deixar de lado o drama leve que acompanha todo processo de amadurecimento. Originalmente intitulado Partiu Paraguai e depois Bamo Nessa, o filme evoluiu para Alice & Só, reforçando o vínculo entre os dois protagonistas e o caráter musical da história.

A produção da Coqueirão Pictures, em parceria com a 20th Century Fox, marca a estreia de Daniel Lieff como diretor de cinema, consolidando um olhar sensível para narrativas que misturam música, viagem e descoberta pessoal.

Música como linguagem universal

Um dos elementos mais fortes do filme é a música. Alice e Só não estão apenas viajando por diversão; eles buscam a realização de um sonho artístico. Cada cena em que a banda toca, cada festival de cover em que participam, é uma celebração da música como forma de expressão e conexão humana.

Além disso, o longa mostra como a música pode unir diferentes gerações e culturas. A presença de Tinho reforça essa ponte entre passado e presente do rock, inspirando os jovens protagonistas a manterem sua paixão viva, mesmo diante de desafios e incertezas.

Uma história de autodescoberta e amadurecimento

Alice & Só vai além da comédia e romance tradicionais. Ao longo da road trip, os personagens enfrentam dilemas pessoais, aprendem sobre confiança, superação e a importância de se apoiar em amigos. O filme ressalta que nem sempre o sucesso vem de forma imediata, mas que cada passo dado em direção ao sonho é uma vitória.

O espectador é convidado a refletir sobre suas próprias escolhas e motivações, tornando a história de Alice e Só uma experiência emocional e inspiradora, capaz de entreter e ao mesmo tempo tocar o coração.

Besouro Azul pode aparecer na 2ª temporada de Pacificador – James Gunn deixa fãs em expectativa sobre futuro do herói no DCU

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Em uma entrevista recente ao IMDb, James Gunn, diretor conhecido por sua visão inovadora do universo DC, deixou escapar uma declaração que fez o coração dos fãs acelerar: Besouro Azul, um dos heróis mais icônicos dos quadrinhos, pode aparecer nos próximos episódios da série Pacificador, protagonizada por John Cena. Embora Gunn não tenha confirmado oficialmente a presença do personagem, seu comentário enigmático – “sabe, não vou dizer que você não está com sorte” – gerou uma onda imediata de especulações e entusiasmo nas redes sociais.

O comentário, breve e misterioso, deixou claro que a possibilidade existe, mesmo que ainda não seja oficial. A simples menção ao personagem reacendeu a curiosidade sobre como Jaime Reyes, a versão mais recente do Besouro Azul, poderia interagir com o universo da série, conhecido por misturar humor ácido, cenas de ação exageradas e dilemas morais complexos.

Para quem acompanha o DCU, a ideia de integrar Besouro Azul à narrativa de Pacificador é empolgante. O personagem, interpretado no cinema por Xolo Maridueña no filme solo de 2023, já conquistou público e crítica, mesmo que a bilheteria não tenha sido expressiva. A aprovação de 78% no Rotten Tomatoes mostra que, apesar de números modestos, o filme conseguiu transmitir a essência heroica do personagem e agradar aos fãs. Bruna Marquezine, como interesse romântico de Jaime, trouxe profundidade emocional e autenticidade à história, reforçando a dimensão humana do herói.

Durante a entrevista, Gunn também explicou a posição peculiar de Pacificador dentro do novo universo compartilhado da DC. “Pacificador sempre esteve em uma posição meio estranha. As pessoas dizem que ele fazia parte do DCEU, mas não era bem assim. Ele fazia parte desse ‘universo intermediário’ da DC, numa época em que ninguém realmente garantia que tudo estivesse conectado, e havia planos para reescrever tudo com The Flash”, afirmou.

O diretor ressaltou ainda a liberdade criativa que essa posição proporcionou: “Naquela época, podíamos fazer basicamente o que quiséssemos, e tivemos aquele final ousado, que eu adorei, foi uma das minhas coisas favoritas de toda a temporada, mas que simplesmente não se encaixava no novo DCU. O Pacificador quase não precisa de mudanças para se encaixar no DCU, o mesmo vale para o Besouro Azul. Eles se encaixam naturalmente, só precisamos ajustar alguns pontos no cânone.”

A simples perspectiva de ver Besouro Azul em Pacificador abre inúmeras possibilidades narrativas. Além da ação e do humor característicos da série, a presença de Jaime Reyes poderia permitir momentos de camaradagem, conflito e até desenvolvimento emocional para personagens já estabelecidos. Considerando o histórico de Gunn em equilibrar tom e intensidade, é fácil imaginar o herói jovem sendo introduzido de maneira orgânica, conectando eventos do filme solo de 2023 com o universo televisivo do DCU.

Quem é Besouro Azul?

Para entender a relevância de sua possível aparição, é preciso conhecer a trajetória do personagem. Besouro Azul é o nome de três heróis que apareceram em quadrinhos desde 1939, sendo criado inicialmente pela Fox Feature Syndicate. Ao longo de décadas, passou por diferentes editoras, incluindo Charlton Comics e, posteriormente, DC Comics, consolidando-se como um dos personagens mais adaptáveis do universo de super-heróis.

Versão da Fox: Dan Garrett

O Besouro Azul original, Dan Garrett, era filho de um policial assassinado. Ele ganhou poderes por meio de uma vitamina especial e vestia um traje à prova de balas, inspirado no Fantasma de Lee Falk. Garrett combinava coragem, força física e senso de justiça, estabelecendo as bases para futuras encarnações.

Versão da Charlton Comics: Ted Kord

Em 1954, a Charlton Comics adquiriu os direitos do personagem, introduzindo Ted Kord como nova identidade do Besouro Azul. Kord não possuía superpoderes, mas sua inteligência e habilidades técnicas se destacavam, e ele contava com uma nave em forma de besouro, que se tornaria sua marca registrada. Essa versão enfatizou estratégia, engenhosidade e heroísmo sem poderes sobrenaturais.

Versão da DC Comics

A versão mais recente e a que chegou ao cinema em 2023 é Jaime Reyes. Ele encontra o escaravelho místico Kaji Dha, que se liga à sua coluna e gera uma armadura de alta tecnologia, capaz de manifestar armas, asas para voo, escudos e habilidades que vão desde disparos de energia até interações com objetos extradimensionais. A armadura possui autonomia parcial, permitindo ao escaravelho agir independentemente em situações de perigo, incluindo o “Modo Infiltrador”, mais agressivo e poderoso.

Essa dinâmica entre humano e tecnologia é um dos elementos mais fascinantes do personagem, oferecendo não apenas ação, mas dilemas morais e crescimento pessoal. Jaime deve aprender a equilibrar o uso do poder com responsabilidade, tornando-se um herói complexo e interessante para narrativas de TV e cinema.

Besouro Azul no contexto do DCU

A integração de Besouro Azul ao DCU é estratégica e significativa. Gunn reconhece que Jaime Reyes se encaixa naturalmente no universo compartilhado, assim como Pacificador, sem a necessidade de ajustes drásticos. A possibilidade de incluir o herói em uma série já consolidada é uma oportunidade de expandir o universo DC na televisão, explorando interações com outros personagens e introduzindo conceitos de heroísmo jovem de forma orgânica.

Além disso, a presença de Jaime poderia atrair novos públicos para Pacificador, especialmente fãs que acompanham o personagem nas HQs ou que se encantaram com sua versão cinematográfica. A relação entre o herói e John Cena na série poderia criar momentos de humor, ação e reflexão, fortalecendo tanto a narrativa quanto o vínculo com o público.

KJ Apa revela segredos dos bastidores de Riverdale e fala sobre convivência intensa no elenco

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O ator KJ Apa, famoso por interpretar Archie Andrews na série Riverdale entre 2017 e 2023, trouxe à tona detalhes inéditos sobre os bastidores da produção. Em entrevista recente ao lado da atriz Madelyn Cline, com quem estrela o filme O Mapa Que Leva Até Você (Prime Video), Apa comentou sobre a proximidade entre os jovens integrantes do elenco e revelou que havia envolvimento amoroso e sexual entre alguns colegas de trabalho.

Amizade ou romance?

Segundo KJ Apa, o ambiente de gravação da série era intenso e carregado de convivência próxima. “É como a família que você nunca pediu. Você se envolve com eles, e as pessoas se envolvem [amorosamente] umas com as outras”, declarou ao Entertainment Weekly. A declaração evidencia como o elenco jovem, ao mesmo tempo que criava laços profundos de amizade, também se permitia viver experiências íntimas dentro e fora do set.

Apa foi direto ao comentar sobre relações sexuais entre os colegas: “Você faz sexo com eles [colegas] e tudo o mais, e aí as coisas ficam um pouco complicadas.” O ator também relembrou que era virgem ao iniciar na série, ressaltando seu contexto pessoal e religioso: “Eu também era virgem quando comecei naquele programa, durante os primeiros anos. Era um garoto cristão orgulhoso.”

Mistério e drama adolescente

Riverdale é uma série americana de drama adolescente baseada nos clássicos personagens da Archie Comics. Desenvolvida por Roberto Aguirre-Sacasa, diretor criativo da Archie Comics, a produção foi realizada pela Warner Bros. Television, CBS Television Studios e Berlanti Productions, em parceria com a Archie Comics. Inicialmente pensada como um filme, a ideia foi reimaginada para televisão e acabou sendo encomendada pela The CW em 2015. As filmagens ocorreram em Vancouver, British Columbia.

A narrativa começa com a misteriosa morte de Jason Blossom, um jovem popular e membro de uma das famílias mais influentes da cidade de Riverdale. Archie Andrews e seus amigos decidem investigar o caso, desvendando segredos obscuros da comunidade local e mostrando que a cidade, apesar de parecer pacata, esconde intrigas e perigos.

Talentos que marcaram uma geração

O elenco da série combina jovens atores promissores e veteranos, criando química e intensidade nas interações. KJ Apa interpretou Archie Andrews, enquanto Lili Reinhart deu vida a Betty Cooper e Camila Mendes assumiu o papel de Veronica Lodge. Cole Sprouse narrava a história como Jughead Jones, oferecendo uma visão crítica dos acontecimentos da cidade.

O grupo principal também contava com Madelaine Petsch como Cheryl Blossom, Ashleigh Murray como Josie McCoy, Casey Cott como Kevin Keller, Charles Melton e Ross Butler como Reggie Mantle, e Vanessa Morgan no papel de Toni Topaz. Entre os atores veteranos, destaque para Luke Perry (Fred Andrews), Mädchen Amick (Alice Cooper), Marisol Nichols e Mark Consuelos (Hermione e Hiram Lodge) e Skeet Ulrich (FP Jones). A combinação de experiência e juventude no elenco contribuiu para a construção de personagens cativantes e para a química entre os atores, elemento fundamental para o sucesso da série.

O impacto da série e a conexão com os fãs

Desde sua estreia em 26 de janeiro de 2017, Riverdale conquistou fãs por reinventar os personagens clássicos da Archie Comics com uma abordagem mais sombria e madura. A série mescla mistério, romance adolescente e drama familiar, criando um universo cativante que manteve os espectadores engajados durante sete temporadas. A última temporada estreou em 29 de março de 2023, com o episódio final exibido em 23 de agosto de 2023.

O novo romance do streaming

O Amazon Prime lançou em 20 de agosto de 2025 o filme O Mapa Que Me Leva Até Você, um romance que mistura aventura, autodescoberta e encontros inesperados. Dirigido por Lasse Hallström, conhecido por clássicos como Chocolat e Querido John, o longa traz uma narrativa envolvente que explora como a vida pode mudar em um instante, quando caminhos se cruzam de forma inesperada.

A história acompanha Heather (interpretada por Madelyn Cline), uma jovem que decide embarcar em uma viagem pela Europa com suas amigas para fugir da rotina meticulosamente organizada que leva. Durante essa jornada, Heather conhece Jack (KJ Apa), um rapaz misterioso que desperta sentimentos intensos e, aos poucos, torna-se parte importante de sua vida.

Conforme a relação entre Heather e Jack se desenvolve, eles precisam lidar com segredos pessoais e escolhas difíceis que podem transformar o futuro de ambos. A narrativa mostra como encontros inesperados podem provocar mudanças profundas, ao mesmo tempo em que desafia os personagens a refletirem sobre amor, confiança e coragem para seguir seus próprios caminhos.

O filme conta com Madelyn Cline e KJ Apa, atores que já conquistaram o público jovem com performances em séries de sucesso. A interação entre os protagonistas é o ponto central da trama, transmitindo emoção, vulnerabilidade e intensidade romântica. Madison Thompson também integra o elenco, contribuindo para a narrativa com momentos que reforçam o crescimento pessoal e as relações de amizade da protagonista.

Sob a direção de Lasse Hallström, o filme explora a beleza da Europa como pano de fundo para a história, utilizando paisagens, cidades históricas e pequenos detalhes do cotidiano para reforçar o clima de descoberta e encanto. O roteiro, assinado por Les Bohem e Vera Herbert, equilibra romance e drama, mostrando tanto momentos de leveza quanto situações de tensão emocional.

Dona de Mim | Resumo da novela de terça (09/09) – Leo pede ao juiz o direito de cuidar de Sofia

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No capítulo da novela Dona de Mim desta terça-feira, 09 de setembro de 2025, Samuel confessa a Ryan que não quer Sofia convivendo com ele, deixando claro o peso das incertezas em sua vida. Leo, solidário, apoia o amigo, enquanto Nina aconselha Filipa a aceitar o auxílio de Jaques. Em paralelo, Davi e Ayla concordam que Leo assuma a responsabilidade de cuidar da menina, gesto que fortalece ainda mais o vínculo entre eles. Caco, por sua vez, se aproxima de Ayla e pede uma chance de participar da vida das crianças.

Rosa compartilha com Filipa detalhes sobre o acidente de Olívia, trazendo à tona novas preocupações. Leo decide enfrentar Samuel e o questiona diretamente sobre a guarda de Sofia, enquanto Jeff demonstra apoio incondicional a Ryan. No tribunal, o juiz nega o pedido de Samuel para assumir a guarda da filha, e, diante desse desfecho, Leo toma uma decisão firme: solicita oficialmente o direito de responder pelos cuidados de Sofia, iniciando uma nova batalha judicial em meio a segredos, alianças e disputas emocionais.

O que vai rolar nos próximos capítulos de Dona de Mim?

O juiz concede a guarda provisória de Sofia a Leo, marcando uma virada decisiva na disputa pela menina. Ryan se muda com Lucas, mas não escapa das provocações de Vespa e Durval, que o interpelam constantemente. Rosa e Filipa manifestam sua insatisfação com a decisão judicial, enquanto Rosa decide doar suas ações da Boaz para Sofia, consultando Vivian antes de concretizar o gesto. Ryan, por sua vez, fica tenso ao ser parado em uma blitz policial, despertando a desconfiança de Solange.

Durval e Vespa não perdem a chance de zombar de Ryan, duvidando que ele conseguirá se livrar da dívida que tem com eles. Marlon compartilha com Alan seu sentimento de culpa pelo mau desempenho dos alunos do galpão no exame de faixa do kickboxing, e Danilo mostra um vídeo revelador de Bárbara sendo deportada dos Estados Unidos, o que mobiliza Marlon emocionalmente.

Enquanto isso, Filipa investiga com Denise e Jaques a briga entre Olívia e Abel antes do acidente, buscando respostas que ainda parecem ocultas. Sofia sente saudade de casa, e Leo faz questão de apoiá-la em cada momento. Kami, preocupada com um seguidor insistente, conversa com Ryan, que se mostra pronto para ajudá-la. Rosa, Filipa e Davi visitam Sofia na casa de Leo, fortalecendo os laços afetivos em meio à tensão judicial.

Filipa retoma sua rotina ao começar a dar aulas de teatro, e Jaques se inscreve no curso, mostrando interesse em se aproximar. Sofia inicia sua adaptação na nova escola, enquanto Nina garante a Filipa que não pretende se mudar da casa de Jaques. Kami enfrenta novas ameaças de um assediador e pede apoio a Marlon, que se mostra solidário. Ryan passa a buscar Dedé e Sofia na escola, reforçando sua presença protetora.

Em meio a revelações, Jaques descobre que Abel não podia ter filhos biológicos e percebe que foi usado por Olívia, enquanto Samuel ainda tenta reverter a situação indo à casa de Ryan para buscar Sofia. Tânia encontra a pasta com o atestado de infertilidade de Abel, mas Ricardo pede que ela deixe Jaques em paz. Ryan, mais uma vez, se envolve para proteger Kami das ações do assediador, e suas palavras sobre seu namoro com Marlon sensibilizam a jovem.

No campo social, Nina liga para Isabela, que demonstra interesse na situação de Filipa com Jaques. Kami organiza uma festa surpresa de noivado para Marlon, fortalecendo seus laços afetivos, enquanto Bárbara retorna ao galpão e se depara com Marlon e Kami, reacendendo antigas tensões e preparando o terreno para novos conflitos.

Episódio 2 de It: Bem-Vindos a Derry é antecipado para o Halloween na HBO Max

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O Halloween de 2025 promete ser ainda mais aterrorizante para os fãs de terror. A HBO Max anunciou a antecipação do segundo episódio da série It: Bem-Vindos a Derry, prequela dos filmes It (2017) e It: Capítulo Dois (2019). Originalmente previsto para estrear no dia 2 de novembro, o episódio agora estará disponível no streaming em 31 de outubro, oferecendo aos espectadores a oportunidade de mergulhar no clima sombrio de Derry na noite mais icônica do ano.

A Warner Bros. anunciou oficialmente que o lançamento foi antecipado, destacando a intenção de conectar a estreia à vibe única do Halloween. “Queríamos que nossos espectadores sentissem o terror de Derry justamente na noite mais assustadora do ano”, explicou um porta-voz do serviço de streaming. Além do simbolismo, a mudança também busca incentivar maratonas, discussões online e uma imersão total na sombria cidade fictícia do Maine, onde cada canto esconde segredos aterrorizantes.

Uma prequela que expande o universo de Stephen King

Baseada no clássico romance de Stephen King publicado em 1986, It: Bem-Vindos a Derry oferece um olhar inédito sobre a cidade que virou palco dos aterrorizantes eventos dos filmes. Ambientada em 1962, a trama acompanha a chegada de um casal e seu filho a Derry justamente quando um menino desaparece misteriosamente. A partir desse ponto, acontecimentos inexplicáveis começam a assombrar a comunidade local, dando início a uma escalada de suspense e terror.

O desenvolvimento da série envolveu novamente Andy e Barbara Muschietti, diretores dos filmes, em parceria com Jason Fuchs, roteirista responsável pelo projeto. O trio buscou expandir o universo cinematográfico, explorando as origens do medo e do próprio Pennywise. “Queríamos entender de onde vem o terror de Derry e o que moldou o palhaço que todos conhecem”, comentou Andy Muschietti em entrevista recente, destacando o cuidado em manter fidelidade à obra original.

A série estreou oficialmente em 26 de outubro de 2025, com episódios semanais, permitindo aos fãs acompanhar gradualmente a construção do suspense. A antecipação do segundo episódio para a véspera de Halloween reforça o impacto da narrativa e cria um ponto de encontro ideal para quem busca sustos e tensão.

Um elenco de peso e o retorno de Pennywise

Entre os grandes atrativos da série está o retorno de Bill Skarsgård como Pennywise, personagem que se tornou ícone do terror moderno. Além de atuar, Skarsgård também participa como produtor executivo, garantindo que a essência ameaçadora do palhaço permaneça intacta.

O elenco principal conta ainda com Taylour Paige, Jovan Adepo, Chris Chalk e James Remar, atores que conferem profundidade dramática aos personagens. Stephen Rider, Clara Stack, Amanda Christine e Mikkal Karim-Fidler completam o time, enquanto Madeleine Stowe e Rudy Mancuso aparecem em participações recorrentes. Essa diversidade de personagens permite explorar múltiplas perspectivas sobre medo, trauma e vida em Derry, tornando a história mais rica e envolvente.

Barbara Muschietti comentou sobre os desafios enfrentados durante a produção, especialmente após a greve da SAG-AFTRA em 2023, que interrompeu temporariamente as filmagens. “Trabalhar com o elenco infantil depois da pausa foi desafiador. Tivemos que reajustar algumas cenas para capturar o crescimento natural das crianças sem comprometer a narrativa”, explicou.

Produção, locações e fidelidade à época

As gravações começaram em maio de 2023, em cidades canadenses como Toronto, Hamilton e Port Hope, inicialmente sob o título provisório Greetings from Fairview. A previsão era finalizar a produção em dezembro, mas a greve estendeu o cronograma, com conclusão apenas em agosto de 2024.

Cada detalhe foi pensado para recriar Derry nos anos 60: desde figurinos e veículos até a arquitetura urbana. A Delta Secondary School, em Toronto, serviu como uma das principais locações, representando a escola dos jovens protagonistas. O cuidado com cenários e ambientação é essencial para transmitir a atmosfera de nostalgia, mistério e tensão que permeia toda a série.

Estratégia de lançamento e envolvimento do público

A antecipação do episódio 2 para o Halloween vai além do simbolismo: é uma estratégia da HBO Max para criar uma experiência completa para os assinantes. O feriado proporciona o cenário perfeito para discussões online, teorias dos fãs e momentos de susto que fazem parte do charme da série.

No Brasil, o episódio estará disponível logo após a meia-noite de 31 de outubro, permitindo que os fãs mergulhem na história durante toda a noite de Halloween. Para quem prefere a programação tradicional, o episódio será exibido no canal HBO em 2 de novembro, mantendo a consistência da grade.

Crítica – Acompanhante Perfeita é uma fusão instigante de humor, brutalidade e reflexões existenciais

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O longa Acompanhante Perfeita surpreende ao equilibrar habilmente esboços cômicos com momentos de violência brutal e discussões existenciais provocadoras. No cerne da narrativa, está a reflexão sobre a fronteira cada vez mais tênue entre humanos e robôs: será que as máquinas são realmente capazes de sentir emoções genuínas? E, em última instância, o que define a essência humana em contraste com algoritmos sofisticados?

A direção de Drew Hancock se destaca ao criar um ambiente narrativo que ora diverte, ora inquieta. O humor surge de forma precisa, quebrando a tensão em momentos oportunos, sem comprometer a seriedade das discussões propostas. O elenco entrega performances marcantes: Harvey Guillén traz leveza ao papel de Eli, um personagem vibrante e imprevisível, enquanto Jack Quaid interpreta Josh com uma combinação de ingenuidade e egoísmo que rende cenas memoráveis. A química cômica entre os dois adiciona uma dinâmica envolvente ao filme.

Sophie Thatcher, consolidada como um talento em ascensão nos gêneros de terror e ficção científica, oferece uma atuação visceral e cheia de nuances. Sua personagem enigmática se torna um dos pilares emocionais da trama. Jack Quaid, por sua vez, diverte ao ser deliciosamente detestável, enquanto Harvey Guillén conquista com uma atuação cativante. Rupert Friend merece destaque especial: sua encarnação de um soviético peculiar, cuja senha de cofre é a data de nascimento de Stalin, é uma sacada cômica inteligente que reflete o tom irreverente da produção.

Embora a clássica dicotomia entre homem e máquina possa parecer um tema saturado, Hancock reinventa a discussão com uma abordagem criativa. Sua narrativa presta homenagem a clássicos do gênero sem se tornar derivativa, trazendo frescor ao apresentar questões filosóficas relevantes em um mundo dominado pela inteligência artificial.

Acompanhante Perfeita marca uma estreia promissora para Hancock como diretor, demonstrando uma visão clara e segura. Mais do que um entretenimento leve, o filme provoca reflexões profundas e desafiadoras sobre o significado da humanidade em uma era tecnológica. Com uma execução inteligente e atuações cativantes, a obra se posiciona como uma experiência cinematográfica imperdível.

Crítica – Pequenas Coisas Como Estas é um drama intenso sobre segredos, moralidade e justiça

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Às vésperas do Natal, Bill, um homem de vida aparentemente comum, faz uma descoberta inquietante em um convento próximo ao seu trabalho. O segredo que vem à tona desperta nele um profundo senso de justiça, forçando-o a enfrentar uma realidade silenciada por anos. Conforme se aprofunda na verdade oculta, Bill se vê diante de dilemas morais que desafiam suas crenças e o levam a uma jornada de coragem e autoconhecimento.

O longa Pequenas Coisas Como Estas se destaca pela forma sensível com que transmite as emoções dos personagens, criando uma atmosfera densa e introspectiva. No entanto, a narrativa apresenta um ritmo desigual. O roteiro, embora bem estruturado, inicia-se de maneira arrastada, exigindo paciência do espectador até que o mistério central ganhe força. A segunda metade do filme intensifica a tensão, mas algumas subtramas acabam subaproveitadas, deixando a sensação de que certos aspectos poderiam ter sido melhor explorados.

O elenco é um dos pontos altos da produção, com Cillian Murphy entregando uma atuação impecável. Seu protagonista exibe com profundidade os dilemas internos de um homem dividido entre a omissão e a necessidade de agir. Além disso, o filme insere uma crítica social sutil, porém impactante, ao abordar temas como abuso de poder e moralidade institucionalizada.

Apesar de algumas falhas na execução, “Pequenas Coisas Como Estas” se firma como um drama reflexivo e emocionalmente poderoso. Com questionamentos relevantes sobre ética e a busca pela verdade, o longa provoca no espectador uma inquietação persistente, mostrando que, muitas vezes, são as pequenas coisas que carregam os maiores significados.

Crítica – Mickey 17 é uma ficção científica visionária que une ação, suspense e crítica social

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Foto: Reprodução/ Internet

Dirigido pelo premiado Bong Joon Ho, o cineasta sul-coreano que conquistou o Oscar com Parasita, Mickey 17 promete ser um dos grandes lançamentos da ficção científica em 2025. Adaptado do livro Mickey7, de Edward Ashton, o filme mergulha em um futuro distópico onde avanços tecnológicos e dilemas éticos se entrelaçam de maneira instigante.

A trama acompanha Mickey, interpretado por Robert Pattinson, um explorador espacial enviado em uma missão para colonizar um novo planeta. Ele se voluntaria para a função de “descartável”, um tripulante cujo corpo pode ser substituído indefinidamente sempre que morre. Sua consciência é transferida para um novo clone, permitindo que ele enfrente condições extremas e sirva como experimento para testar a viabilidade da colonização. No entanto, à medida que Mickey passa por múltiplas mortes e ressurreições, ele começa a questionar sua própria identidade, o propósito de sua existência e os limites da exploração humana.

Com um olhar afiado para questões sociais, Bong Joon Ho utiliza a ficção científica como pano de fundo para discutir desigualdade, exploração e o impacto da tecnologia na vida humana. A direção do cineasta equilibra ação, suspense e reflexões filosóficas, criando uma narrativa envolvente e cheia de tensão. A cinematografia, com um design futurista e uma estética fria e imponente, reforça a sensação de isolamento e vulnerabilidade enfrentada pelo protagonista.

Robert Pattinson entrega mais uma performance intensa, explorando as camadas psicológicas de Mickey com nuances que vão do cansaço existencial à rebeldia silenciosa. O elenco também conta com nomes de peso, incluindo Steven Yeun, Naomi Ackie, Toni Collette e Mark Ruffalo, cada um contribuindo para a atmosfera densa e intrigante do filme.

O roteiro mantém um ritmo ágil e dinâmico, evitando excessos e conduzindo o público por uma jornada repleta de reviravoltas. Embora algumas questões filosóficas pudessem ser exploradas com mais profundidade, a obra acerta ao equilibrar momentos de tensão com doses pontuais de humor, tornando a experiência acessível sem perder sua carga reflexiva.

Com uma temática provocativa e uma direção impecável, Mickey 17 se posiciona como um dos grandes títulos do gênero em 2025. Mais do que uma ficção científica eletrizante, o filme é um convite para refletir sobre os limites da tecnologia, a natureza da consciência e o preço da exploração desenfreada.

Resumo da novela Força de Mulher de sexta, 02/05 (Record)

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Foto: Record/ Divulgação

Capítulo 198 de Força de Mulher – Sexta, 02 de maio de 2025

Ceyda chega ao local marcado para a entrevista de emprego, com a determinação estampada em seu rosto. Quando o rapaz que a atende tenta recusá-la, ela surpreende a todos, incluindo Raif, ao não aceitar sua negativa e insistir com firmeza. Sua atitude deixa claro que ela não está disposta a desistir tão facilmente. Raif, embora surpreso, começa a perceber a força de vontade que ela carrega, algo que poderia ser útil em sua própria vida.

Enquanto isso, Bahar recebe uma ligação de uma escola particular, que a informa que Nezir pagou todas as despesas de estudo de Doruk e Nisan. A notícia a deixa pensativa, e ela comenta com Sarp sobre o gesto do milionário. Sarp, preocupado com as intenções de Nezir, não considera a oferta uma boa ideia, acreditando que há algo por trás dessa generosidade excessiva. A situação a faz questionar até onde ela pode confiar no homem que já causou tanto sofrimento à sua família.

Munir, por outro lado, abre seu coração para Piril e conta tudo o que aconteceu no dia em que o pai foi assassinado na casa de Nezir. Ele compartilha suas angústias e a dor da perda, o que a deixa ainda mais triste e angustiada com tudo o que ocorreu. O peso da história parece ser um fardo que Munir tem dificuldade em carregar sozinho.

Ceyda, com a intenção de agradar Raif, prepara uma refeição para ele, mas, ao servi-la, ele recusa sua comida de forma inesperada e pede algo diferente. Esse gesto cria um clima de tensão, e Ceyda fica confusa, tentando entender a razão por trás da rejeição.

Kesmet, preocupada com o futuro de Arif, conversa com Bahar e Sarp sobre a possibilidade de ele ser condenado, caso alguém o denuncie. A ameaça de uma acusação pesa sobre todos, e eles tentam encontrar uma solução para proteger Arif de um destino cruel.

Piril, decepcionada com a cena que presenciou no hospital, decide que não pode mais ficar no país. Ela planeja partir, levando os gêmeos com ela. Seu coração está partido, e ela acredita que um novo começo em outro lugar pode ser a única forma de escapar do sofrimento que a cerca.

Enquanto isso, Arif, em um momento de total vulnerabilidade, pede a Bahar e Sarp que desconsiderem as palavras de sua irmã e que se sintam à vontade para denunciá-lo. Ele não consegue mais esconder a dor que carrega dentro de si e se isola no quarto, onde é tomado por uma crise de choro. A carga emocional que ele está carregando parece ser mais pesada do que ele pode suportar.

Bahar, preocupada com o estado de Arif, vai até o quarto de Fazilet. Elas têm uma conversa profunda e, após alguns minutos, Bahar fica encantada com a personalidade de Fazilet. A conexão entre as duas é instantânea, e Bahar começa a enxergar nela uma pessoa com uma perspectiva de vida única, capaz de trazer alguma luz a essa situação tão sombria.

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