“Mortes no Sobrado” transforma o sertão paraibano em palco de mistério e acerto de contas

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No romance Mortes no Sobrado, a escritora Fátima Sá Paraíba convida o leitor a atravessar as ruas empoeiradas da fictícia Aroeira, no sertão da Paraíba, para encarar uma verdade incômoda: o passado nunca desaparece completamente. Ele se instala nas paredes das casas antigas, nos olhares desconfiados da vizinhança e nas histórias que ninguém tem coragem de contar em voz alta.

A narrativa se desenrola entre as décadas de 1970 e 1990, período em que a cidade carrega as marcas de um poder concentrado nas mãos de poucos. No centro de tudo está um sobrado antigo, imponente e silencioso, que funciona quase como personagem. Ali viveu o temido Coronel Gomes, figura associada a abusos e mortes que, embora jamais plenamente esclarecidos, deixaram cicatrizes profundas na comunidade. Seu filho, Zé Gomes, herdou as terras, o sobrenome e também o peso de uma reputação construída sobre medo e autoridade.

Quando Zé Gomes é encontrado morto ao lado de uma jovem, em um caso oficialmente tratado como suicídio por envenenamento, a versão policial não consegue conter os rumores. Em cidades pequenas, a memória coletiva costuma ser mais persistente que qualquer laudo técnico. O episódio permanece como ferida aberta, atravessando gerações e alimentando desconfianças.

Anos depois, dois corpos desconhecidos surgem boiando na fonte do sobrado. A imagem é forte, quase simbólica: como se aquilo que foi enterrado no passado tivesse decidido emergir. Aroeira volta a sussurrar. O medo reaparece. E a sensação de que há contas antigas a serem pagas ganha força.

É nesse cenário que o delegado Tião aciona o inspetor Pingo D’Água, investigador experiente e conhecido pela atenção minuciosa aos detalhes. Diferente de quem se deixa levar por pressões políticas ou pela influência das famílias tradicionais, Pingo trabalha com paciência e escuta. Ele entende que, naquele caso, desvendar o crime significa também decifrar relações de poder, silêncios convenientes e pactos invisíveis.

Fátima Sá Paraíba constrói a investigação com ritmo cuidadoso, alternando tensão e introspecção. As pistas surgem aos poucos, conduzindo o leitor por um labirinto de suspeitas que envolve a família Gomes Barreto e personagens marcados por ressentimentos, perdas e lealdades ambíguas. Entre eles, destaca-se a figura enigmática de Fedorento, o flautista da praça, presença discreta que parece observar mais do que revela.

O grande mérito do romance está na forma como o mistério policial se entrelaça ao regionalismo. A autora utiliza expressões típicas, costumes locais e referências culturais do sertão paraibano para dar autenticidade à narrativa. O cenário não é apenas pano de fundo; ele molda comportamentos, decisões e conflitos. A seca, o calor e as relações de vizinhança compõem uma atmosfera que intensifica a sensação de clausura e vigilância constante.

Ao mesmo tempo, “Mortes no Sobrado” vai além da investigação criminal. A obra propõe uma reflexão sobre heranças históricas e ciclos de opressão. O poder exercido pelo coronel no passado não se dissolve com sua morte; ele reverbera nas estruturas sociais, na desigualdade e na dificuldade de romper com padrões antigos. O crime, nesse contexto, não é um acontecimento isolado, mas resultado de um sistema que naturaliza abusos e silencia vítimas.

Mesmo envolta em sombras, a narrativa preserva espaço para a esperança. A postura ética do inspetor Pingo D’Água representa a possibilidade de romper o ciclo. Sua insistência em buscar a verdade, ainda que isso desagrade figuras influentes, sugere que justiça pode ser lenta, mas não precisa ser inexistente.

Com linguagem acessível e forte senso de lugar, Fátima Sá Paraíba entrega um romance que dialoga tanto com leitores apaixonados por suspense quanto com aqueles interessados em histórias marcadas por identidade e crítica social. “Mortes no Sobrado” é, acima de tudo, um lembrete de que memórias reprimidas não desaparecem — elas aguardam o momento certo para retornar.

HBO Max apresenta primeiro teaser de “Lanternas”, nova série do universo DC estrelada por Kyle Chandler e Aaron Pierre

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Foto: Reprodução/ Internet

A plataforma HBO Max divulgou o primeiro teaser oficial de Lanternas, nova produção dramática baseada nos personagens da DC Comics. A série chega como parte do novo universo compartilhado da DC e é estrelada por Kyle Chandler, Aaron Pierre e Kelly Macdonald. A estreia está prevista para agosto, tanto na HBO quanto na plataforma de streaming. Abaixo, confira o vídeo:

A história acompanha dois personagens clássicos da mitologia da DC: o experiente Hal Jordan e o novo recruta John Stewart. Conhecidos como membros da famosa tropa intergaláctica dos Lanternas Verdes, eles atuam como uma espécie de força policial do universo, usando anéis capazes de canalizar energia pura a partir da força de vontade de quem os utiliza. Na série, os dois acabam sendo arrastados para um mistério inesperado na Terra enquanto investigam um assassinato ocorrido no coração dos Estados Unidos — um caso que, aos poucos, revela consequências muito maiores do que aparenta.

A proposta da produção mistura ficção científica, drama e investigação criminal, apostando em uma narrativa mais sombria do que o público costuma ver nas histórias tradicionais de super-heróis. A série pretende explorar não apenas a dimensão cósmica dos Lanternas Verdes, mas também o impacto de uma investigação complexa que se desenrola em território terrestre. Essa abordagem mais investigativa, inclusive, foi comparada pelos próprios criadores ao estilo da série True Detective, conhecida por suas histórias densas e trama de suspense.

Quem faz parte do elenco?

No elenco, Kyle Chandler assume o papel de Hal Jordan, retratado como um veterano da corporação que já enfrentou inúmeras missões pelo universo. Ao seu lado está Aaron Pierre, que interpreta John Stewart, um novo integrante da tropa que ainda está aprendendo a lidar com a responsabilidade de se tornar um Lanterna Verde. A atriz Kelly Macdonald também faz parte da produção, embora detalhes sobre sua personagem ainda estejam sendo mantidos em segredo.

A série é produzida pela DC Studios em parceria com a Warner Bros. Television, e faz parte do planejamento do novo Universo DC (DCU), comandado por James Gunn e Peter Safran. A dupla assumiu a liderança criativa da franquia em 2022 com a missão de reorganizar e expandir o universo da DC no cinema, televisão e streaming.

Quem asisna o primeiro episódio?

O episódio piloto da série foi coescrito por Chris Mundy, Damon Lindelof e Tom King, que também atuam como cocriadores do projeto. Mundy também assume o papel de showrunner, responsável por conduzir o desenvolvimento criativo da produção. A direção dos dois primeiros episódios fica por conta de James Hawes, enquanto Stephen Williams, Geeta Vasant Patel e Alik Sakharov comandam outros capítulos da temporada.

Como a série foi desenvolvida?

Curiosamente, o caminho até a versão atual da série foi longo. O projeto começou a ser desenvolvido em 2019 pelo produtor Greg Berlanti, que inicialmente imaginava uma série mais ampla sobre a corporação dos Lanternas Verdes, apresentando diversos personagens espalhados pelo universo. Com a reestruturação da DC Studios em 2022, a ideia foi reformulada e passou a focar diretamente na parceria entre Hal Jordan e John Stewart, além de apostar em um tom mais investigativo e maduro.

Quando as gravações iniciaram?

As filmagens da primeira temporada aconteceram em Los Angeles entre fevereiro e julho de 2025. A produção terá oito episódios em sua temporada inicial e promete expandir a presença do universo DC na televisão com uma abordagem diferente da tradicional narrativa de super-heróis.

Resenha – O Estudante é um retrato duro e necessário sobre juventude e silêncio familiar

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Publicado originalmente em 1975, O estudante, de Adelaide Carraro, consolidou-se como uma das obras mais marcantes da literatura infantojuvenil brasileira ao abordar, com franqueza e sensibilidade, um tema que continua atual: a vulnerabilidade dos jovens diante das drogas e a dificuldade de diálogo dentro das famílias. Décadas depois de seu lançamento, o livro retorna ao público em nova edição pela Global Editora, reafirmando sua relevância social e literária.

A nova publicação integra o projeto de revitalização da trilogia O estudante, que reúne três volumes da autora. A proposta editorial apresenta capas atualizadas e preserva as ilustrações clássicas de Dave Santana e Mauricio Paraguassu, elementos que ajudam a manter a identidade visual da obra enquanto aproximam o livro das novas gerações de leitores.

No centro da narrativa está Roberto Lopes Mascarenhas, um jovem que vê sua rotina e a estabilidade de sua família serem abaladas ao descobrir o envolvimento do irmão com drogas. A história é narrada em primeira pessoa, recurso que aproxima o leitor das emoções e conflitos do protagonista. Ao acompanhar os pensamentos de Roberto, o público é levado a compartilhar suas angústias, dúvidas e o sentimento de impotência diante de uma situação que parece escapar ao controle da família.

A escolha por uma linguagem simples e direta é uma das características mais marcantes da escrita de Adelaide Carraro. A autora opta por uma narrativa acessível, voltada especialmente ao público jovem, sem abrir mão da intensidade emocional. Essa abordagem contribui para que a obra dialogue com leitores de diferentes idades, ao mesmo tempo em que facilita sua utilização em contextos educacionais.

Ao tratar do impacto das drogas no ambiente familiar, o livro não se limita a apresentar um drama individual. A história de Roberto funciona como um reflexo de uma realidade social mais ampla, marcada pela dificuldade de reconhecer e enfrentar problemas que afetam diretamente a juventude. Nesse sentido, a obra assume também um papel de alerta, convidando o leitor a refletir sobre a importância do diálogo entre pais, filhos e escola.

Um dos pontos mais relevantes do livro está justamente na maneira como expõe o silêncio que muitas vezes cerca situações de dependência química. A narrativa evidencia como o medo, a vergonha e a falta de comunicação podem agravar conflitos familiares, tornando ainda mais difícil encontrar caminhos para enfrentar o problema. Ao trazer essa discussão para o centro da história, Adelaide Carraro demonstra uma sensibilidade social que contribuiu para tornar a obra um marco na literatura voltada ao público jovem.

A nova edição também inclui um texto de contextualização histórica que ajuda a compreender o momento em que o livro foi escrito. Esse material amplia as possibilidades de leitura crítica e oferece ao leitor contemporâneo uma visão mais clara sobre o cenário social da década de 1970, período em que o debate público sobre drogas e juventude começava a ganhar maior visibilidade.

Mesmo após quase cinco décadas desde sua primeira publicação, O estudante permanece atual. A obra continua relevante porque aborda questões que ainda fazem parte da realidade de muitas famílias. Ao apresentar o drama de Roberto de forma honesta e emocional, o livro reafirma o papel da literatura como instrumento de conscientização e reflexão social.

O livro está disponível para compra no site oficial da Global Editora, onde os leitores podem encontrar a nova edição da obra com o projeto gráfico atualizado e as ilustrações clássicas preservadas.

Stewie ganhará série derivada de “Uma Família da Pesada” com estreia prevista para 2027

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O universo de Uma Família da Pesada vai ganhar uma nova expansão. A emissora Fox Broadcasting Company confirmou a produção de Stewie, série derivada centrada no icônico bebê da família Griffin. A animação está programada para estrear em 2027 dentro do tradicional bloco Animation Domination da emissora, com duas temporadas planejadas e exibição prevista até 2028. Após a transmissão na TV, os episódios ficarão disponíveis no dia seguinte no streaming Hulu.

Criada por Seth MacFarlane, também responsável por produções como American Dad! e Ted, a nova série acompanhará Stewie em uma fase diferente de sua vida. Na trama, o personagem troca de escola e acaba matriculado em uma pré-escola considerada inferior à instituição que frequentava anteriormente. Diante do novo ambiente, cheio de colegas excêntricos e um professor igualmente peculiar, o pequeno gênio decide usar sua tecnologia avançada e sua mente estratégica para transformar a experiência escolar — à sua maneira, claro.

Segundo MacFarlane, a proposta é explorar ainda mais o humor ácido e a inteligência do personagem, que ao longo dos anos se tornou um dos favoritos do público da série original. Em tom bem-humorado, o criador comentou o anúncio agradecendo à Fox pela oportunidade e brincou que está animado para “começar a fingir que está colaborando de perto com eles no programa”.

O projeto também conta com o produtor e roteirista Kirker Butler, que já trabalhou com MacFarlane em diversos projetos do universo da animação televisiva. Butler afirmou que considera uma honra assumir uma série centrada em um dos personagens animados mais conhecidos da televisão. Em tom descontraído, ele ainda brincou que, após mais de duas décadas trabalhando com MacFarlane, espera que este seja finalmente o momento em que o criador aprenda seu nome.

Diferente de experiências anteriores da franquia, como The Cleveland Show, a nova produção não deve alterar a presença de Stewie na série original. O personagem continuará participando normalmente de Uma Família da Pesada, mantendo a continuidade da história da família Griffin enquanto ganha uma narrativa paralela própria.

Criada em 1999 por Seth MacFarlane para a Fox, Uma Família da Pesada se tornou uma das animações adultas mais populares da televisão americana. A série acompanha o cotidiano caótico da família Griffin, formada por Peter e Lois e seus filhos Meg, Chris e Stewie, além do cão antropomórfico Brian. Ambientada na fictícia cidade de Quahog, em Rhode Island, a produção ficou conhecida por seu humor irreverente, recheado de referências e paródias à cultura pop.

A origem da série remonta aos curtas animados The Life of Larry e Larry & Steve, também criados por MacFarlane. A partir desses projetos iniciais, o criador reformulou os personagens principais, que evoluíram para Peter Griffin e Brian. Um episódio piloto de quinze minutos foi exibido pela Fox em 1998, abrindo caminho para a produção da série completa.

Apesar do sucesso inicial, a animação enfrentou um momento turbulento no início dos anos 2000, quando foi cancelada após a terceira temporada. O desempenho expressivo nas vendas de DVDs e a alta audiência das reprises acabaram convencendo a emissora a reviver a série em 2004, decisão que consolidou definitivamente o programa como um fenômeno duradouro da televisão.

Ao longo de sua trajetória, Uma Família da Pesada acumulou reconhecimento da indústria e diversas premiações. A série recebeu múltiplas indicações ao Primetime Emmy Awards, conquistando quatro estatuetas, além de vitórias no Annie Awards, tradicional premiação da animação. Em 2009, a produção fez história ao ser indicada ao Emmy de Melhor Série de Comédia, algo que não acontecia com uma animação desde Os Flintstones em 1961.

Pixar confirma sequência de Viva: A Vida é Uma Festa para 2029 e vai levar fãs de volta à emocionante história de Miguel e sua família

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A Walt Disney Animation Studios e a Pixar confirmaram oficialmente a sequência de Viva: A Vida é Uma Festa, sucesso absoluto de 2017. Segundo o jornalista Ben Fritz, do The Wall Street Journal, a continuação está prevista para estrear em 21 de novembro de 2029, trazendo de volta o universo mágico da família Rivera e a celebração do Dia dos Mortos para uma nova geração de espectadores.

Embora os detalhes da trama permaneçam sob sigilo, a produção já confirma o retorno de Lee Unkrich e Adrian Molina na direção, com Mark Nielsen, conhecido por trabalhos em Toy Story 4 e Divertida Mente 2, assumindo a produção. A expectativa é alta, já que o primeiro filme conquistou crítica e público ao arrecadar US$ 814 milhões globalmente e se tornar um marco de representatividade ao contar com um elenco totalmente latino-americano.

O sucesso que abriu caminho

Quando estreou, Coco rapidamente se tornou referência no cinema de animação. O filme se passa na fictícia cidade de Santa Cecilia, no México, e acompanha Miguel Rivera, um garoto de 12 anos apaixonado por música, mesmo vivendo em uma família que proibiu a prática musical por causa de um trauma geracional. Ao descobrir que seria descendente do famoso cantor Ernesto de La Cruz, Miguel embarca em uma aventura que o leva ao Mundo dos Mortos, onde conhece seus antepassados esqueléticos e descobre o valor das memórias familiares.

A animação foi aclamada por sua narrativa emocionante, trilha sonora envolvente composta por Michael Giacchino, e pela forma como representou com sensibilidade a cultura mexicana. O filme conquistou dois Oscars em 2018 – Melhor Filme de Animação e Melhor Canção Original por “Remember Me” – além de prêmios no Globo de Ouro e no BAFTA. Além do sucesso crítico, o longa foi pioneiro ao apresentar um elenco completamente latino-americano, incluindo Anthony Gonzalez, Gael García Bernal, Benjamin Bratt, Renée Victor, Alanna Ubach, Ana Ofelia Murguía e Edward James Olmos.

O que esperar da sequência

A continuação promete expandir o universo já estabelecido, mantendo a essência do primeiro filme: aventura, emoção, música e tradição familiar. Espera-se que Miguel e Héctor retornem para novas descobertas, enquanto a história continua a explorar o Mundo dos Mortos e os laços da família Rivera, oferecendo uma narrativa que conecte vivos e mortos de forma poética e envolvente.

Embora a Pixar ainda não tenha revelado detalhes sobre o enredo, é provável que a sequência preserve a atenção ao detalhe cultural e visual, característica marcante do estúdio, incluindo cenários, oferendas e elementos que reforçam o respeito à cultura mexicana. A produção também deve investir novamente em músicas originais que dialoguem com o público e reforcem o poder emocional da narrativa.

Coco foi mais do que um sucesso financeiro; foi uma celebração da cultura e da identidade latina. Ao combinar música, tradição e narrativa familiar, o filme se tornou um exemplo de representatividade e sensibilidade cultural, mostrando histórias que até então eram pouco exploradas em produções globais. A sequência, portanto, não apenas retoma o legado do primeiro filme, mas também tem a missão de manter a relevância cultural e emocional que conquistou milhões de pessoas ao redor do mundo.

A estreia em 2029 dará aos fãs tempo para revisitar o filme original, disponível no Disney+, e se preparar para novas aventuras, reafirmando que a magia de Santa Cecilia e o poder da música continuam vivos. A Pixar, conhecida por unir inovação tecnológica e narrativa afetiva, promete que a sequência continuará a emocionar crianças e adultos, mantendo o equilíbrio entre fantasia, tradição e universalidade.

Sabadou com Virginia se despede com Gretchen, Rafa Uccman, Álvaro e Melody em episódio cheio de emoção

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Neste sábado, 21 de março, o SBT exibe o episódio de despedida de Sabadou com Virginia, programa que marcou a televisão brasileira ao unir entretenimento, música e diversão para toda a família. À frente da atração, a influenciadora digital Virginia Fonseca, de 26 anos, se despede após dois anos de uma trajetória que aproximou o público da tela e das redes sociais. Ela será acompanhada no palco pelo influenciador Lucas Guedez e por sua mãe, Margareth Serrão, em uma celebração que promete emoção, música e lembranças especiais.

Desde sua estreia, em 6 de abril de 2024, o programa conquistou público e crítica ao mesclar quadros interativos, brincadeiras, reportagens e entrevistas com convidados. O episódio de encerramento mantém essa essência, mas adiciona uma dose extra de nostalgia e homenagens aos momentos que marcaram a atração.

Virginia falou sobre a importância deste último episódio: “É o último Sabadou com Virginia, mas será um programa mais que especial. Queremos encerrar esta trajetória com alegria, para celebrar tudo o que vivemos juntos – eu, o Lucas, minha mãe, a produção e, claro, o público que nos acompanhou todos os sábados. Foram dois anos incríveis, e hoje não será diferente.”

O episódio começa com o Grupo Chocolate animando o palco ao som do hit Alô Virginia, seguido por uma retrospectiva comandada pelo jornalista Cesar Filho. Ele relembra momentos marcantes da atração, desde as brincadeiras e paródias até as reportagens de Lucas Guedez, destacando o quanto o programa se tornou parte da rotina dos telespectadores.

Cesar Filho também prestou uma homenagem pessoal a Virginia: “É uma honra estar aqui e agradecer, em nome do SBT, por todo o tempo que você esteve conosco. As portas da emissora estarão sempre abertas, e desejamos o melhor para você e sua família.”

Entre os momentos mais aguardados está uma versão especial do quadro “Sabadou Tem que Beijar”, que combina humor, interação e brincadeiras, e mantém a tradição do programa de envolver plateia e convidados.

Outro destaque é a visita surpresa de Raul Gil, ícone da televisão brasileira e ídolo de Lucas Guedez. O encontro emocionou o influenciador: “Eu acompanhava o seu programa desde criança, tanto no SBT quanto na Band. Sempre admirei como você tratava a plateia com carinho. Hoje estar aqui é uma realização.”

O episódio reforça o clima de celebração e reconhecimento, mostrando a conexão entre gerações de artistas e apresentadores e o carinho que o público tem pelo formato.

Durante o programa, Virginia aproveita para se despedir do público que acompanhou sua transição das redes sociais para a televisão. Com sinceridade, ela agradece aos colegas de trabalho, convidados e espectadores, destacando a experiência de crescimento pessoal e profissional que o programa proporcionou.

“Este programa foi muito mais do que entretenimento. Foi um aprendizado diário, uma oportunidade de criar memórias com pessoas de todos os cantos do Brasil. Sou muito grata por cada risada, cada surpresa e cada momento que compartilhamos. Hoje celebramos tudo isso juntos”, declarou a apresentadora.

Domingo Legal reúne Ana Furtado, Ricardo Macchi e Manu Bahtidão no Passa ou Repassa, Comprar é Bom, Levar é Melhor e Até Onde Você Chega?

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O programa Domingo Legal exibe, neste domingo (21), mais uma edição marcada pela mistura de entretenimento, competição e participação de celebridades. Sob o comando de Celso Portiolli, a atração vai ao ar a partir das 11h15 no SBT e promete manter o formato que conquistou o público ao longo dos anos, com quadros clássicos, convidados conhecidos e dinâmicas que envolvem tanto os participantes quanto a plateia.

Um dos destaques do programa é o tradicional quadro “Passa ou Repassa”, conhecido pelas disputas animadas e pelo clima descontraído. Nesta edição, o jogo contará com dois times formados por nomes populares da televisão e do entretenimento. No time amarelo, estão Ana Furtado, Beca Milano, Lucas Anderi e Mari Dedivitis. O grupo representa o elenco do programa Fábrica de Casamentos, que chega como uma das apostas da emissora para sua grade.

Do outro lado, o time azul promete equilibrar a disputa com a presença de Ricardo Macchi, Gabi Lopes, Nando Cunha e Alexandre Slaviero. A dinâmica do quadro segue o modelo tradicional, com perguntas de conhecimentos gerais intercaladas por provas físicas e momentos de descontração — incluindo as clássicas “tortadas” que se tornaram marca registrada da atração.

Além da competição, a música também terá espaço garantido no palco. A cantora Manu Bahtidão é uma das convidadas da edição e apresenta alguns de seus sucessos, levando ao público um repertório que tem ganhado destaque no cenário nacional. A participação da artista vai além do musical: ela também integra o quadro “Cardápio da Sorte”, que mistura culinária com desafios inesperados.

A dinâmica do quadro, conduzida pela chef Andréia Pimentel, propõe situações inusitadas que exigem criatividade e jogo de cintura dos participantes. Entre receitas e surpresas, o espaço se tornou um dos momentos mais imprevisíveis do programa, garantindo boas doses de humor e improviso.

Outro quadro que promete movimentar a edição é o “Tô Liso”, conhecido pelo alto nível de dificuldade física. Nele, participantes enfrentam uma prova de resistência e equilíbrio ao tentar subir uma escada escorregadia em busca de um prêmio em dinheiro. O desafio exige força, estratégia e persistência, além de proporcionar cenas que alternam tensão e diversão — características que fazem do quadro um dos favoritos do público.

Já no quadro “Comprar é Bom, Levar é Melhor”, o foco se volta para a participação de pessoas comuns, reforçando o apelo familiar do programa. Nesta edição, a família Rodrigues, de Sorocaba, interior de São Paulo, terá a oportunidade de disputar até 80 mil reais em prêmios. A dinâmica envolve uma sequência de perguntas que testam o conhecimento dos participantes, além de decisões estratégicas que podem influenciar diretamente o resultado final.

O quadro se destaca justamente por essa combinação entre emoção e estratégia, criando uma conexão direta com o público que acompanha de casa e se identifica com os desafios enfrentados pelos competidores. A cada resposta correta, cresce a expectativa pela conquista do prêmio máximo.

A edição deste domingo também reforça a estratégia do SBT de integrar diferentes atrações de sua programação. A presença do elenco de “Fábrica de Casamentos” no palco do “Domingo Legal” funciona como uma vitrine para novos projetos da emissora, aproximando o público das novidades e ampliando a divulgação de suas produções.

Outro momento aguardado é a exibição inédita do quadro “Até Onde Você Chega?”, no qual participantes enfrentam decisões importantes em busca do sonho de se tornarem milionários. A proposta combina raciocínio, coragem e controle emocional, elementos que tornam a disputa ainda mais envolvente.

Garota Infernal 2 | Roteirista Diablo Cody confirma continuação do cult do terror feminista

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O filme Garota Infernal ganhará uma sequência oficial. A roteirista Diablo Cody (Juno, Young Adult) confirmou durante um painel em Los Angeles que está atualmente escrevendo o roteiro da continuação, atendendo a pedidos antigos dos fãs do longa. A notícia foi divulgada pelo site Dread Central e reacende a expectativa por uma das histórias de terror feminino mais icônicas da última década.

Cody já havia manifestado interesse em retomar a história em 2024, quando disse ao site Bloody Disgusting: “Sim, quero fazer uma sequência. Não terminei com Garota Infernal. Só preciso encontrar parceiros que acreditem nisso tanto quanto eu.” A atriz Amanda Seyfried (Mamma Mia!, As Golpistas) reforçou a notícia em entrevista à Variety, afirmando: “Estamos fazendo outro. Não faria sem a Megan Fox.” A diretora Karyn Kusama (Aeon Flux, A Vigilante) também comentou o projeto em entrevista ao Deadline, dizendo: “Sei que Diablo está trabalhando nisso agora e estou muito animada para ver o que vai dar. Sei alguns detalhes, não vou entregar nada, mas parece divertido e louco como o primeiro filme.”

O elenco da sequência deve reunir nomes do filme original, incluindo Megan Fox (Transformers, As Tartarugas Ninja), Amanda Seyfried (Mamma Mia!, As Golpistas), Johnny Simmons (Scott Pilgrim Contra o Mundo, O Primeiro Ano do Resto da Sua Vida), Adam Brody (The O.C., Shazam!) e também contará com Chris Pratt (Guardiões da Galáxia, Jurassic World), Sal Cortez (Nunca Fui Beijada), Ryan Levine (A Barraca do Beijo), Juan Riedinger (Riverdale, The Crossing) e Colin Askey (Projeto X).

O primeiro filme, lançado em 2009, teve orçamento estimado em US$ 16 milhões e arrecadou US$ 31 milhões mundialmente. Na época, recebeu críticas mistas, mas conquistou um público fiel ao longo dos anos e hoje é considerado um filme cult do terror feminista. A obra se destacou por abordar o empoderamento feminino e as complexas relações entre melhores amigas adolescentes, equilibrando horror, humor negro e crítica social.

A trama original acompanha Jennifer Check (Megan Fox), uma líder de torcida popular possuída por um demônio que começa a matar seus colegas do sexo masculino, enquanto sua melhor amiga Needy Lesnicki (Amanda Seyfried) luta para detê-la. Ambientado em Devil’s Kettle, Minnesota, o filme mistura elementos de terror clássico com drama adolescente, seguindo Jennifer enquanto seduz e elimina vítimas, incluindo integrantes da banda Low Shoulder, e mostrando Needy investigando e tentando impedir o ciclo de violência.

Durante a narrativa, Jennifer é oferecida como “sacrifício virgem” à entidade demoníaca pelos membros da banda, mas a experiência a transforma permanentemente em um ser sobrenatural. Needy, por sua vez, descobre os poderes da amiga e enfrenta Jennifer em confrontos violentos, culminando em uma batalha final onde destrói o demônio e adquire alguns de seus próprios poderes sobrenaturais, incluindo força sobre-humana e levitação. A história termina com Needy buscando vingança contra aqueles que sobreviveram ao caos, estabelecendo o tom sombrio e irreverente que tornou o filme original tão memorável.

Além de seu impacto narrativo, o filme se destacou pelas atuações de Megan Fox e Amanda Seyfried, e pela habilidade de Diablo Cody de unir horror, comédia e crítica social. Em entrevistas, Cody explicou que queria explorar a amizade feminina, a traição e o empoderamento em um gênero tradicionalmente dominado por perspectivas masculinas, o que contribuiu para o status cult do longa ao longo dos anos.

A sequência promete expandir o universo de Garota Infernal, trazendo de volta Jennifer e Needy, mantendo o tom sombrio, violento e satírico do original. Embora ainda não haja data oficial de estreia, a presença da roteirista e do elenco principal garante que a continuação respeitará a essência que conquistou fãs e críticos ao longo de mais de uma década.

Giovanna Antonelli estrela “Garota”, longa brasileiro que aborda menopausa e reinvenção feminina

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A atriz Giovanna Antonelli (O Clone, Beleza Fatal, Salve Jorge, A Regra do Jogo) vai protagonizar “Garota”, novo longa-metragem da ELO Studios que se propõe a abordar, com leveza e humor, os desafios da menopausa e as transformações da vida adulta. A produção marca um esforço do cinema brasileiro em trazer para o centro da narrativa experiências femininas pouco retratadas, especialmente de mulheres com mais de 50 anos, um público historicamente sub-representado nas telas.

Dirigido por Rosane Svartman, conhecida por seus trabalhos em novelas de sucesso e pelo filme “(Des)Controle”, o longa acompanha a trajetória de Susana, uma mulher de 50 anos que enfrenta a perda do emprego, mudanças hormonais e a sensação de invisibilidade social. A trama se desenrola a partir de situações cotidianas, mostrando a protagonista lidando com desafios pessoais e sociais que se tornam ainda mais evidentes à medida que ela busca se reinventar.

O enredo encontra seu ponto de virada quando Susana assume temporariamente os cuidados de uma cadelinha idosa, rejeitada por todos. Essa relação inesperada funciona como um catalisador para o autoconhecimento, revelando novas formas de conexão consigo mesma e com o mundo ao redor. A cadela, símbolo de cuidado e companheirismo, ajuda a protagonista a lidar com sentimentos de inadequação e a resgatar a alegria de recomeçar.

Ao longo do filme, Susana enfrenta comparações com influenciadoras digitais e pressões sociais que reforçam a ideia de que a idade limita o valor e a visibilidade da mulher. A história, contudo, se distancia do tom dramático excessivo e aposta em uma narrativa que combina humor, sensibilidade e autenticidade, mostrando que é possível encontrar leveza mesmo em momentos de transição.

O roteiro de Flávia Guimarães, baseado em um argumento dela e de Adriana Calabró, premiado pelo Selo ELAS Cabíria & Telecine 2021, reforça a importância do cinema realizado por mulheres e destaca a relevância de trazer histórias que fogem dos padrões tradicionais de representação feminina. A produção conta ainda com Clelia Bessa como produtora associada, consolidando uma equipe majoritariamente feminina, tanto na frente quanto atrás das câmeras. Essa abordagem reforça o compromisso da ELO Studios com a diversidade e a representatividade, colocando experiências femininas complexas em foco.

O longa-metragem surge em um momento de crescente interesse por narrativas que exploram a identidade, a resiliência e a autonomia da mulher adulta. Ao retratar uma fase da vida que ainda é pouco representada na cultura pop, “Garota” oferece uma perspectiva realista, sem recorrer a estereótipos, e propõe uma reflexão sobre a invisibilidade social enfrentada por mulheres maduras, bem como sobre a capacidade de reinvenção e adaptação diante das mudanças da vida.

Previstas para iniciar no primeiro semestre de 2026, as filmagens do longa ainda não têm data de estreia definida, mas já chamam atenção por seu olhar contemporâneo e sensível sobre temas universais. A produção integra o line-up da ELO Studios, que alia entretenimento a reflexões sociais, com títulos como “Narciso”, “É Tempo de Amoras” e “#SalveRosa”, consolidando o estúdio como um espaço que valoriza histórias que refletem a diversidade e complexidade da sociedade brasileira.

Entenda se “Velhos Bandidos” será o último filme de Fernanda Montenegro nas telonas

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Aos 96 anos, Fernanda Montenegro segue como um dos maiores ícones da cultura brasileira. Sua presença no filme “Velhos Bandidos”, que estreia nesta quinta-feira (26), transforma a comédia em um acontecimento especial, cercado de expectativas. Mais do que uma história de assalto e risadas, a produção dirigida por Cláudio Torres, filho da atriz, carrega o peso simbólico de uma possível despedida de Fernanda dos cinemas.

No longa, a atriz interpreta Marta, uma senhora que, apesar da idade avançada, decide planejar secretamente um assalto a banco. Ao seu lado está Rodolfo, personagem vivido por Ary Fontoura, que compartilha com Marta uma química natural e momentos de humor refinado. Para colocar o plano em prática, o casal de aposentados precisa da ajuda de Nancy e Sid, interpretados por Bruna Marquezine e Vladimir Brichta, jovens assaltantes que, por acaso, haviam tentado roubar Marta e Rodolfo antes de serem recrutados. A narrativa ganha ainda mais sabor com a presença do investigador Oswaldo (Lázaro Ramos) e participações especiais de Vera Fischer, Reginaldo Faria e Tony Tornado.

Mas o que realmente coloca “Velhos Bandidos” no centro das atenções é a carreira de Fernanda. Em março de 2025, durante a pré-estreia do filme “Vitória”, a atriz anunciou publicamente sua aposentadoria do cinema, levantando a pergunta que todos esperavam: este será seu último trabalho nas telonas? Fernanda, no entanto, fez questão de contextualizar a decisão, deixando claro que não se trata de um adeus absoluto à atuação:

“Nós temos uma realidade de vida. Então a gente fica esperando que esse ‘não’ se realize. Quer dizer, que eu uma hora volte a fazer cinema. Porque teatro, eu ainda estou pelos teatros do Brasil, lendo”, disse a atriz, reafirmando que sua conexão com a arte continua viva e intensa.

A estreia do filme assume, portanto, um caráter histórico. Cada cena de Fernanda se transforma em um registro de talento e experiência acumulados ao longo de décadas. A possibilidade de ser seu último filme nas telonas dá à comédia dramática um peso simbólico, tornando a experiência do público ainda mais especial e memorável.

A direção de Cláudio Torres acrescenta outro nível de importância à produção. Filho da atriz, ele conhece profundamente a trajetória da mãe e consegue equilibrar humor, emoção e ritmo narrativo de forma sensível. As filmagens começaram em setembro de 2024, no Rio de Janeiro, cidade que serve não apenas como cenário, mas também como elemento narrativo que complementa o tom leve e bem-humorado do filme, ao mesmo tempo em que dá espaço para momentos de tensão.

Mais do que uma comédia de assalto, o filme explora temas como envelhecimento, reinvenção pessoal e a capacidade de continuar ativo na terceira idade. Marta e Rodolfo são personagens que desafiam estereótipos: não se limitam pela idade nem pelas convenções sociais, provando que audácia, engenhosidade e protagonismo não têm prazo de validade. É uma mensagem que ressoa de forma poderosa quando relacionada à própria trajetória de Montenegro, que mesmo após anunciar aposentadoria do cinema, continua atuante nos palcos.

A dinâmica entre gerações é outro destaque da comédia. Marta e Rodolfo representam experiência, sagacidade e precisão, enquanto Nancy e Sid trazem energia, irreverência e espontaneidade. Esse contraste não apenas cria momentos cômicos, mas também reforça a ideia de que colaboração entre diferentes gerações pode gerar resultados surpreendentes, algo que se reflete tanto na narrativa quanto no próprio elenco.

O filme também reforça a importância de acompanhar cada passo de Fernanda. Com uma carreira consolidada no cinema, teatro e televisão, a atriz construiu uma reputação rara e admirável. Cada projeto seu se torna automaticamente um marco cultural. O possível adeus às telonas, portanto, não apenas emociona, mas também transforma “Velhos Bandidos” em uma experiência de celebração de talento e legado.

Mesmo que este seja realmente seu último filme, Fernanda garante que a arte permanecerá presente em sua vida. O teatro, a leitura e outros projetos criativos seguem como plataformas em que a atriz continua reinventando seu trabalho e encantando o público. O “adeus ao cinema” é, portanto, uma transição de foco e não o fim de sua contribuição artística.

Além dos veteranos, o filme reúne um elenco de peso, como Bruna Marquezine, Vladimir Brichta e Lázaro Ramos, formando o núcleo principal, com participações de Vera Fischer, Reginaldo Faria e Tony Tornado. Essa mistura de veteranos e jovens talentos permite explorar diferentes estilos de atuação, equilibrando humor, emoção e suspense, e garantindo que o filme funcione tanto como comédia quanto como um retrato do talento brasileiro em diferentes gerações.

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