Record TV aposta em emoção e nostalgia com a exibição de Como Treinar o Seu Dragão no Cine Aventura Especial deste sábado (13)

0

A tarde deste sábado, 13 de dezembro, promete ser daquelas em que a televisão vira companhia ao mesmo tempo leve e emocionante. A Record TV escolheu Como Treinar o Seu Dragão para o Cine Aventura Especial, uma animação que, mesmo após mais de dez anos de sua estreia, continua encantando quem assiste pela primeira vez e emocionando quem já conhece cada curva de voo de Banguela.

O longa da DreamWorks Animation, lançado originalmente em 2010, é dirigido por Chris Sanders e Dean DeBlois, cineastas que imprimiram personalidade ao livro infantil de Cressida Cowell. A adaptação ganhou vida própria, sem perder o espírito da obra original, e se tornou uma das histórias mais queridas dos estúdios. A produção conta com as vozes de Jay Baruchel, America Ferrera, Gerard Butler, Craig Ferguson, Jonah Hill, T.J. Miller, Kristen Wiig e Christopher Mintz-Plasse, nomes que ajudaram a dar carisma e profundidade aos personagens. As informações são do AdoroCinema.

Quem, ao ver o pôster do filme, imagina apenas uma aventura entre vikings e dragões, rapidamente percebe que se trata de algo maior. A trama acompanha Soluço, um adolescente desajeitado que vive na ilha de Berk. Nesse lugar hostil e repleto de tradições rígidas, lutar contra dragões é um sinal de honra. Ser forte, resistente e bravo é quase uma regra cultural. Mas Soluço parece sempre caminhar na contramão dessas expectativas, especialmente por ser filho de Stoico, o Imenso, o líder da aldeia e a representação viva do que um viking deveria ser.

Entre tentativas fracassadas de se encaixar e o desejo genuíno de ser reconhecido, surge um encontro que muda absolutamente tudo. Quando Soluço tem a chance de enfrentar um dos dragões mais temidos, o lendário Fúria da Noite, ele descobre não apenas o animal, mas uma nova forma de enxergar o mundo. Em vez de matá-lo, ele faz o inesperado: liberta a criatura ferida e inicia uma amizade silenciosa, cuidadosa e transformadora. O dragão, que ele passa a chamar de Banguela, torna-se seu maior aliado, mas também o maior desafio para uma comunidade que sobrevive há gerações combatendo exatamente seres como ele.

A relação entre Soluço e Banguela é o coração pulsante do filme. É ali que a animação revela sua faceta mais humana: a descoberta da empatia, o confronto com tradições que já não fazem sentido e o desejo de construir novas pontes em vez de derrubá-las. A conexão entre garoto e dragão conduz o espectador por uma história emocionante, cheia de aventura, humor e vulnerabilidade.

Quando estreou em março de 2010, Como Treinar o Seu Dragão recebeu elogios imediatos da crítica e do público. O visual detalhado, a direção madura e a trilha sonora inesquecível de John Powell renderam ao filme uma força que ultrapassou a tela. O longa arrecadou cerca de US$ 494 milhões no mundo todo e se tornou um dos maiores sucessos da DreamWorks, perdendo em desempenho doméstico apenas para a franquia Shrek. O filme concorreu ao Oscar de Melhor Animação e Melhor Trilha Sonora e venceu dez Annie Awards, incluindo o prêmio máximo da cerimônia.

O impacto cultural foi tão grande que a história se expandiu em duas continuações, lançadas em 2014 e 2019, ambas muito bem recebidas e igualmente elogiadas. A trilogia completa conquistou uma base de fãs apaixonada, colecionou produtos, inspirou séries derivadas e se consolidou como uma das franquias mais marcantes da animação recente.

Zootopia 2 ultrapassa US$ 1 bilhão e se torna a maior estreia animada do ano

0

Zootopia 2 confirmou seu enorme apelo global e entregou um dos maiores fenômenos cinematográficos recentes. A nova animação da Disney ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial em apenas 17 dias de exibição, demonstrando força e estabilidade em um mercado competitivo e reforçando o prestígio da franquia. Apenas nos Estados Unidos, o filme arrecadou cerca de US$ 236 milhões, enquanto no restante do mundo soma aproximadamente US$ 740 milhões. Esses números já impressionariam por si só, mas saltam ainda mais quando considerados ao lado do desempenho extraordinário na China, onde Zootopia 2 caminha para alcançar US$ 500 milhões, segundo o World of Reel. Somando tudo, a animação não apenas ultrapassou o bilhão como se consolidou como a maior bilheteria do ano para uma animação.

O sucesso da sequência reflete tanto a força da marca quanto o carinho do público pelos personagens Judy Hopps e Nick Wilde, que retornam em uma aventura que mistura humor, ação, emoção e temas sociais em uma narrativa mais madura. A trama começa logo após os eventos do primeiro filme. Judy e Nick, agora parceiros oficiais na Polícia de Zootopia, descobrem que trabalhar juntos pode ser muito mais complicado do que imaginavam. Um erro durante uma operação contra uma quadrilha de tamanduás desperta a ira do Chefe Bogo, que decide enviá-los para sessões de terapia com a Doutora Fuzzby, uma quokka que logo se destaca pelo carisma e pela abordagem irreverente. É nesse momento que Judy encontra um pedaço de pele de cobra e passa a desconfiar que algo maior está prestes a acontecer.

A proximidade do Baile Zootenário, evento de gala que celebra o centenário da cidade e que está sendo organizado pela tradicional família Lincesley, torna o mistério ainda mais urgente. Judy acredita que a suposta víbora pode tentar algo durante o evento e convence Nick a participar com ela. O baile, visualmente deslumbrante e repleto de detalhes sobre a elite de Zootopia, se transforma rapidamente em um cenário de caos quando uma figura encapuzada aparece sobre um lustre e sequestra Milton Lincesley, o patriarca da família. O agressor, que se revela uma víbora, rouba também um diário antigo que detalha o projeto das muralhas climáticas da cidade, provocando pânico e desorientação entre os convidados.

A perseguição leva Judy a confrontar a víbora, que tenta convencê-la de que répteis não são os monstros que a cidade acredita. Ela afirma que o diário contém provas que podem mudar a compreensão de todos sobre o passado de Zootopia. Nick, no entanto, aparece no momento decisivo e derruba a víbora com uma frigideira, reacendendo tensões entre ele e Judy. Após o incidente, Milton acusa os dois policiais de colaborarem com a víbora, e a própria prefeitura passa a vê-los como suspeitos. A situação se agrava quando Bogo é ferido acidentalmente pelo veneno da víbora. Judy e Nick se tornam fugitivos e precisam, além de provar sua inocência, entender o que realmente está acontecendo por trás do sequestro.

A investigação leva a dupla até a Feira do Brejo, uma área segregada onde vivem répteis expulsos de Zootopia há décadas. Ali, eles conhecem Jesús, um basilisco que revela uma versão da história que nunca foi registrada oficialmente. Segundo ele, a verdadeira criadora das muralhas climáticas foi Agnes, uma cobra engenheira e bisavó da víbora Gary A’Cobra. Agnes teria sido injustamente acusada de assassinato por Ebenezer Lincesley, que roubou seus projetos, tomou crédito pela criação da muralha e expulsou os répteis da cidade. A antiga comunidade dos répteis, chamada Ravina dos Répteis, foi soterrada durante a construção de Tundralândia, apagando qualquer registro de sua existência. É esse passado escondido que o diário roubado poderia revelar.

Judy e Nick enfrentam uma discussão séria após quase se afogarem durante uma perseguição submarina. A queda e destruição da caneta de cenoura, símbolo da confiança entre os dois, funciona como metáfora da ruptura momentânea da parceria. Separados pela primeira vez em muito tempo, Judy segue adiante com Gary e Patalberto, enquanto Nick é capturado pela polícia. Sua fuga, com ajuda de Nibbles, retoma o humor característico da franquia, contrastando com a tensão crescente da trama.

Patalberto, que até então parecia apenas o caçula desajeitado dos Lincesley, revela suas verdadeiras intenções. Movido por inseguranças e pela pressão de uma família obcecada por legado, ele envenena Judy e rouba a caneta antiveneno de Gary. O objetivo do jovem lince é destruir a patente original de Agnes para restaurar o prestígio dos Lincesley e impedir que a verdade venha à tona. O confronto final ocorre em uma montanha próxima à Ravina dos Répteis. Nick enfrenta Patalberto em uma luta intensa pelo antídoto, conseguindo lançá-lo para Gary, que consegue salvar Judy no momento crucial. A cena, carregada de emoção, culmina em uma confissão inesperada de Nick, que admite temer mais perder Judy do que qualquer outro perigo que enfrentaram.

O desfecho traz uma virada significativa para a história da cidade. A patente original de Agnes é finalmente encontrada na cidade soterrada. As fraudes dos Lincesley são reveladas publicamente, e a família é presa, enquanto a verdadeira contribuição dos répteis para a fundação de Zootopia é reconhecida. Judy e Nick são inocentados e retomam seus cargos. Bogo se recupera do envenenamento, e os répteis começam um processo oficial de reintegração à cidade. Nas cenas finais, Nick entrega a Judy uma nova versão da caneta de cenoura, restaurada, e ela grava uma mensagem emocionada, capturando mais um momento sincero entre os dois.

Globo leva diversão intergeracional à Sessão da Tarde com Minions 2: A Origem de Gru nesta sexta (12)

0

A Globo preparou uma tarde leve e divertida para esta sexta, 12 de dezembro, com a exibição de Minions 2: A Origem de Gru na Sessão da Tarde. A animação, lançada originalmente em 2022, retorna à TV aberta como um convite irresistível para adultos, jovens e crianças que desejam revisitar — ou descobrir pela primeira vez — as origens do vilão mais carismático do cinema de animação.

Situado nos anos 1970, o filme apresenta um Gru ainda criança, com apenas 12 anos, mas já sonhando alto. Morando nos subúrbios, o garoto é fascinado pelo Sexteto Sinistro, um grupo famoso de supervilões que domina as manchetes e desperta sua imaginação. Determinado a seguir carreira no mundo do crime, ele tenta integrar o grupo, acreditando que pode se tornar o mais jovem vilão profissional da história. O entusiasmo, no entanto, não é suficiente para convencer a equipe, e a entrevista vai por água abaixo de forma desastrosa. Rejeitado, Gru toma uma decisão impulsiva e rouba uma joia importante do Sexteto Sinistro, transformando-se imediatamente no novo alvo dos criminosos. As informações são do AdoroCinema.

A partir desse momento, o longa assume ritmo acelerado e irresistivelmente caótico, conduzido pelas criaturas amarelas que já se tornaram ícones da cultura pop. Os Minions seguem Gru em tudo, desde os planos mais ambiciosos até as trapalhadas mais inusitadas. Eles são ao mesmo tempo fonte de confusão e aliados leais, movidos por uma devoção quase ingênua. O humor físico, a linguagem inventada e a energia incansável deles garantem algumas das melhores cenas do filme, especialmente para o público infantil.

O enredo se torna ainda mais interessante quando o lendário vilão Willy Kobra, recém-demitido do Sexteto, cruza o caminho de Gru. Em vez de rivalidade, nasce uma parceria improvável. Willy, dublado por Alan Arkin, se apresenta como um guia relutante, mas sábio, que ajuda Gru a compreender que até os vilões precisam de aliados. A dinâmica entre os dois cria momentos emocionantes e bem-humorados, oferecendo uma camada humana que equilibra as sequências de ação exageradas típicas da franquia.

A dublagem original reúne um elenco impressionante. Steve Carell retorna como a voz icônica de Gru, enquanto Pierre Coffin mais uma vez dá vida aos Minions com seus sons peculiares. A produção também conta com as vozes de Michelle Yeoh, Julie Andrews, Jean-Claude Van Damme, Taraji P. Henson, Danny Trejo, Lucy Lawless, RZA e Dolph Lundgren, compondo uma celebração coletiva do absurdo e do charme que marcam o filme. A direção é assinada por Kyle Balda, com codireção de Brad Ableson e Jonathan Del Val, garantindo uma estética vibrante e totalmente alinhada ao padrão visual da Illumination Entertainment.

O visual do filme é um espetáculo à parte. A ambientação nos anos 1970 cria uma atmosfera estilizada que mistura cores saturadas, cenários psicodélicos e referências musicais icônicas da era disco. A trilha sonora, por sua vez, resgata clássicos que ajudam a compor o ritmo acelerado e divertido da narrativa, tornando tudo ainda mais envolvente. Essa combinação de estética retrô com a linguagem moderna da animação torna Minions 2 uma experiência visualmente irresistível tanto para novos espectadores quanto para os nostálgicos.

Apesar dos adiamentos causados pela pandemia de COVID-19, Minions 2: A Origem de Gru alcançou enorme sucesso quando finalmente chegou aos cinemas em 2022. A produção arrecadou mais de 939 milhões de dólares no mundo, tornando-se a animação de maior bilheteria do ano. Seu desempenho ficou acima de títulos tradicionais da indústria, reforçando o poder da franquia Despicable Me como uma das mais queridas do público global. A recepção calorosa também foi impulsionada por fenômenos virais nas redes sociais, como o movimento #Gentleminions, no qual grupos de adolescentes passaram a ir às sessões vestidos com ternos para homenagear Gru, transformando a estreia em um evento cultural à parte.

A força comercial da marca se expandiu para além das telas. Parcerias com empresas como Mattel e LEGO resultaram em linhas de brinquedos e conjuntos temáticos que exploram ao máximo o impacto visual dos personagens. A divulgação também foi ampla, com trailers exibidos em grandes eventos como o Super Bowl e teasers que antecederam lançamentos da própria Illumination, o que reforçou a presença do filme no imaginário popular mesmo antes de sua estreia definitiva.

Crítica – Five Nights at Freddy’s 2 é um avanço divertido, nostálgico e limitado por suas próprias escolhas

0

“Quero ver o que tem dentro da sua cabeça.” A frase ecoa no escuro e sintetiza bem o espírito de Five Nights at Freddy’s 2, um filme que busca acessar o imaginário de quem cresceu com a franquia, explorando memórias, sustos e aquela combinação inconfundível de pânico e fascínio que marcou milhões de jogadores. Dentro dessa proposta, o longa dirigido por Emma Tammi dá um passo mais seguro em relação ao filme anterior. Não é mais ousado, mas é mais consciente do material que tem em mãos.

O grande mérito desta continuação é sua habilidade de transformar referências em atmosfera. A produção não insere apenas easter eggs; ela recria sensações. Os sons metálicos dos animatrônicos, os movimentos bruscos, as luzes defeituosas e os enquadramentos que remetem diretamente às câmeras do jogo ajudam a construir um ambiente que parece genuinamente pertencente ao universo de FNAF. Para quem considera o segundo jogo o ponto alto da franquia, existe uma nostalgia palpável. Cada detalhe visual e sonoro parece projetado para provocar aquele frio familiar na espinha, como se a infância – ou adolescência – retornasse por alguns instantes.

Ainda assim, o filme permanece preso a uma limitação importante. Five Nights at Freddy’s sempre foi conhecido pela combinação de tensão psicológica com violência explícita. Aqui, novamente, o gore é evitado de forma evidente. Cenas que deveriam atingir um impacto mais duro são interrompidas antes do auge, e a estética permanece cuidadosamente controlada para não ultrapassar uma classificação indicativa acessível ao público mais jovem. Essa escolha, embora compreensível do ponto de vista comercial, reduz parte do potencial do terror. Falta peso ao que deveria ser aterrorizante.

Apesar disso, FNAF 2 apresenta avanços narrativos em relação ao primeiro filme. O roteiro é mais coeso, a mitologia é desenvolvida com maior clareza e há mais atenção à lógica interna da história. O percurso dramático ainda é previsível, mas funciona melhor justamente porque a obra abandona qualquer timidez e assume sua vocação de fan service. Em vez de tentar agradar a todos, o filme se concentra em agradar quem realmente importa: o fã que conhece os jogos, acompanha teorias e aguarda há anos para ver determinadas cenas ganharem vida.

Essa honestidade acaba sendo um dos pontos altos. Five Nights at Freddy’s 2 não tenta reinventar o terror. Não pretende ser mais profundo do que realmente é. Sua intenção é divertir, provocar sustos moderados e alimentar o entusiasmo da base de fãs. Para quem nunca teve contato com os jogos, o longa pode soar como um terror adolescente convencional, com criaturas bizarras e enredo por vezes confuso. Para quem jogou, porém, é como revisitar um espaço temido, mas curiosamente acolhedor.

O elenco também funciona melhor nesta continuação, beneficiado por um roteiro que permite mais tensão e interação entre os personagens. Os animatrônicos continuam sendo o grande chamariz visual da franquia e, aqui, parecem ainda mais presentes, expressivos e ameaçadores.

Crítica – Eternidade é um filme que emociona, mas não escapa de escolhas seguras

0

Eternidade”, novo longa dirigido por David Freyne, parte de uma premissa naturalmente comovente: após 65 anos de casamento, Larry e Joan morrem com poucos dias de diferença e se reencontram em um mundo intermediário. Ali, cada alma tem uma semana para escolher onde passará o resto da eternidade. O reencontro, que deveria apontar para um desfecho reconfortante, torna-se inesperadamente complexo quando o primeiro marido de Joan, morto na guerra, ressurge após esperar por ela durante 67 anos. Esse triângulo amoroso inusitado funciona como motor da narrativa e, ao mesmo tempo, expõe as virtudes e limitações de um filme que é sensível, porém familiar.

Freyne aposta em um universo futurista esteticamente bem resolvido, com elementos visuais que ajudam a construir um limbo coerente e intrigante. Há, de fato, cuidado na criação desse pós-vida, que funciona como cenário e como metáfora para as zonas cinzentas das relações humanas. Ainda assim, apesar da ambientação elaborada, a obra prefere seguir caminhos bastante seguros no que diz respeito à estrutura dramática.

O roteiro apresenta sutilezas interessantes, sobretudo quando se recusa a transformar qualquer um dos pretendentes de Joan em antagonista. É um gesto louvável dentro de um gênero acostumado a simplificações, e que aqui ganha uma leitura mais madura. No entanto, essa mesma delicadeza narrativa também impede o filme de explorar com mais ousadia o peso dessa escolha. A jornada emocional da protagonista é consistente, mas raramente surpreendente.

O humor, aplicado em doses moderadas, flerta com o sombrio e contribui para equilibrar o tom melancólico. Funciona bem quando surge de forma natural, mas nem sempre encontra o ritmo ideal para sustentar o impacto emocional que o filme deseja alcançar. Em certos momentos, a comédia surge como respiro; em outros, como uma tentativa de suavizar conflitos que poderiam ter sido tratados com mais profundidade.

Ainda assim, é inegável que o longa provoca questionamentos relevantes. A ideia de um pós-vida burocratizado, onde decisões definitivas são tomadas em poucos dias, abre espaço para reflexões sobre luto, memória e responsabilidade afetiva. O público inevitavelmente se coloca no lugar de Joan: seria possível escolher uma eternidade sabendo que pessoas queridas ainda permanecem vivas? A dúvida é real e incômoda, e o filme ganha força justamente quando explora essa ambiguidade.

O trio central sustenta boa parte dessa autenticidade emocional. Elizabeth Olsen entrega uma protagonista sensível, construída a partir de pequenos gestos, ainda que confinada em um arco previsível. Miles Teller e Callum Turner, por sua vez, compõem figuras empáticas sem recorrer à caricatura, tornando o triângulo amoroso genuíno o suficiente para manter o espectador comprometido. O elenco de apoio funciona dentro do que é proposto, dando textura ao universo do pós-vida sem nunca roubar a cena.

No conjunto, “Eternidade” é um filme eficaz, capaz de emocionar e de carregar o espectador até o fim. Entretanto, essa eficiência também denuncia certa falta de ambição. A obra se contenta em ser delicada quando poderia arriscar mais; prefere o seguro quando teria espaço para tensionar as estruturas tradicionais da comédia romântica. Não reinventa o gênero, tampouco pretende fazê-lo, mas encontra conforto em uma fórmula que equilibra sensibilidade e previsibilidade.

Street Fighter | Reboot ganha primeiro trailer oficial e promete reinventar a franquia nos cinemas

0

O aguardado reboot de Street Fighter finalmente revelou seu primeiro trailer oficial durante o TGA 2025, deixando fãs e curiosos em clima de euforia. A nova adaptação, dirigida por Kitao Sakurai (Bad Trip) e roteirizada por Dalan Musson (Falcão e o Soldado Invernal), marca a terceira incursão da franquia em live-action e representa o quarto longa-metragem inspirado na icônica série de videogames da Capcom. Desta vez, a proposta é clara: revisitar as raízes, modernizar o universo e entregar uma experiência cinematográfica que traduza a grandiosidade e o impacto cultural que Street Fighter conquistou ao longo das últimas décadas.

No elenco, Andrew Koji (Warrior) interpreta Ryu, trazendo para o papel uma mistura de precisão em artes marciais, presença cênica e profundidade dramática. Ao seu lado está Noah Centineo (Adão Negro), que surpreende na pele de Ken Masters. Longe do estilo leve e romântico que marcou boa parte de sua carreira, o ator surge mais maduro e emocionalmente complexo. Callina Liang (Avatar: A Lenda de Aang, Netflix) vive Chun-Li, que no trailer aparece como a figura determinante para reunir os protagonistas e impulsionar a narrativa.

Além do trio central, o elenco conta com nomes de peso como Jason Momoa (Aquaman), Joe “Roman Reigns” Anoa’i (Velozes & Furiosos 10), Vidyut Jammwal (Commando), David Dastmalchian (O Esquadrão Suicida), Curtis “50 Cent” Jackson (Power), Cody Rhodes (WWE), Andrew Schulz (You People) e Eric André (The Eric André Show). A variedade de estilos, talentos e presenças físicas reflete o compromisso do filme em celebrar a diversidade dos lutadores que sempre fez parte da essência da franquia. Cada ator parece ocupar um papel essencial no mosaico narrativo, aumentando ainda mais as expectativas do público.

A história é ambientada em 1993 e acompanha Ryu e Ken, lutadores afastados por motivos ainda mantidos em segredo. A aparição de Chun-Li os puxa de volta a um mundo que acreditavam ter deixado para trás. A partir desse reencontro, ambos são conduzidos ao Torneio Mundial de Guerreiros, uma competição marcada por confrontos brutais e histórias individuais carregadas de dor, orgulho e esperança. O trailer deixa claro que o torneio será o eixo principal do filme, mas também dá indícios de que existe uma ameaça maior atuando nas sombras, capaz de levar os lutadores ao limite físico e emocional.

O percurso da produção foi cheio de reviravoltas. Desde abril de 2023, quando a Legendary Entertainment assumiu os direitos de adaptação, as expectativas se tornaram cada vez maiores. Danny e Michael Philippou (Fale Comigo) foram anunciados como diretores iniciais, mas deixaram o projeto em junho de 2024 por conflitos de agenda e visão criativa. Em fevereiro de 2025, Kitao Sakurai assumiu o comando, trazendo uma nova perspectiva que uniu estética, intensidade e humanidade.

A escolha do elenco foi realizada entre maio e julho de 2025. Noah Centineo, Andrew Koji, Jason Momoa e Roman Reigns iniciaram as negociações logo nas primeiras semanas, sendo posteriormente confirmados junto a novos nomes que também se somaram ao longa. Callina Liang, David Dastmalchian e Curtis Jackson reforçaram a lista, enquanto Vidyut Jammwal e Cody Rhodes concluíram o grupo ao longo de julho.

As filmagens aconteceram na Austrália entre 18 de agosto e 12 de novembro de 2025, sob o título provisório de Punch. O diretor de fotografia Ken Seng (Deadpool) foi o responsável pela estética visual do projeto, que combina realismo cru com influências estilizadas dos golpes icônicos da franquia. O visual mistura cenários dos anos 1990 com uma abordagem moderna de iluminação e câmera, equilibrando nostalgia e novos ares.

A recepção ao trailer tem s

Universal celebra duas décadas de Orgulho e Preconceito com retorno especial aos cinemas brasileiros

0

A Universal Pictures dá início a uma homenagem cheia de nostalgia e elegância a um dos romances mais emblemáticos do cinema moderno: Orgulho e Preconceito. Em celebração aos 20 anos de seu lançamento, o estúdio promove uma reestreia especial do longa dirigido por Joe Wright, permitindo que o público reviva — ou descubra pela primeira vez — a beleza e a delicadeza dessa obra que marcou gerações. A partir desta quarta-feira, 11 de dezembro, o filme volta às salas brasileiras com exibições em 2D e cópias legendadas, em sessões distribuídas pelas principais redes de cinema do país.

Lançado originalmente em 2005, o filme conquistou críticas entusiasmadas e quatro indicações ao Oscar, destacando-se por sua direção sensível, sua fotografia arrebatadora e a força de suas interpretações. O roteiro de Deborah Moggach adaptou com fidelidade e frescor o clássico de Jane Austen, obra que permanece como um marco da literatura inglesa e um retrato afiado das convenções sociais e dos dilemas afetivos do início do século XIX. A atuação de Keira Knightley como Elizabeth Bennet marcou sua carreira, trazendo à protagonista uma aura de inteligência, ousadia e vulnerabilidade que até hoje ressoa entre leitores e espectadores.

Ao retornar aos cinemas, Orgulho e Preconceito retoma sua narrativa imersiva na Inglaterra rural, onde a família Bennet convive com a pressão constante por casamentos vantajosos em meio a limitações financeiras. A chegada do gentil Sr. Bingley e de seu reservado amigo Sr. Darcy transforma a rotina do vilarejo e desencadeia uma trama de encontros, mal-entendidos, tensões emocionais e descobertas pessoais. A relação entre Elizabeth e Darcy, construída entre julgamentos precipitados, orgulho ferido e uma crescente admiração, permanece como uma das histórias de amor mais celebradas do cinema contemporâneo.

O filme também se destaca por sua riqueza estética, que valoriza paisagens campestres, interiores históricos e figurinos que dialogam com a elegância da época. A câmera de Wright — marcada por movimentos fluidos e composições que exploram o silêncio, o olhar e a emoção contida — ajuda a transformar cenas simples em momentos memoráveis. O baile de Netherfield, a caminhada ao amanhecer e o reencontro em Pemberley continuam a ser lembrados como ícones cinematográficos, celebrados não apenas pelos fãs de Austen, mas por amantes de romances em geral.

A reestreia também reacende a discussão sobre o impacto cultural duradouro do filme. Em duas décadas, Orgulho e Preconceito influenciou produções audiovisuais, inspirou debates sobre feminilidade, independência feminina e dinâmicas sociais, e consolidou Keira Knightley e Matthew Macfadyen como uma das duplas mais carismáticas do gênero. O longa se tornou referência para adaptações literárias posteriores e segue como porta de entrada para novos leitores da obra de Jane Austen.

Além disso, o retorno às telas oferece ao público a possibilidade de vivenciar o filme em sua plenitude visual. Para muitos fãs, será a primeira oportunidade de assistir à produção em tela grande, percebendo nuances que se perdem na exibição doméstica — desde a textura da fotografia até os detalhes sonoros que enriquecem os diálogos e os momentos de silêncio. Para quem já acompanhou o filme inúmeras vezes, trata-se de um reencontro afetivo com uma narrativa que permanece viva, relevante e profundamente humana.

A Universal reforça que a programação pode variar de acordo com cada rede exibidora, e recomenda que os espectadores consultem os horários diretamente nos sites ou aplicativos dos cinemas. A celebração dos 20 anos de Orgulho e Preconceito promete não apenas reafirmar o status do filme como um clássico contemporâneo, mas também proporcionar uma experiência cinematográfica que une gerações através de uma história atemporal sobre amor, escolhas e a coragem de desafiar convenções.

Aparecida Sertaneja desta segunda (1º) reúne Guito, The Fevers e Wesley & Conrado em noite de música e boas histórias

0

Nesta segunda-feira, 1º de dezembro, às 19h30, o Aparecida Sertaneja apresenta uma edição marcada por diversidade musical e histórias de artistas que seguem construindo suas trajetórias com autenticidade. Sob a condução de Mariangela Zan, o programa recebe Guito, The Fevers e a dupla Wesley & Conrado, cada um representando um segmento importante da música nacional.

O primeiro convidado da noite é Guito, cantor e ator que ganhou projeção nacional após interpretar Tibério no remake de Pantanal, exibido pela TV Globo em 2022. Natural de Araxá, Minas Gerais, ele leva para o palco influências que remetem ao interior do país, unindo elementos do folk à sonoridade da viola caipira. Em apresentações ao vivo, Guito costuma tocar diversos instrumentos simultaneamente, incluindo violão, viola, gaita e uma mala adaptada como bumbo. Seu estilo se destaca pelo uso de timbres tradicionais combinados a arranjos contemporâneos, resultando em músicas que preservam a identidade rural sem abrir mão de linguagem atual.

Em seguida, o programa recebe The Fevers, grupo formado no Rio de Janeiro e considerado uma referência histórica da Jovem Guarda. Na ativa desde os anos 1960, a banda conquistou público com canções como Vamos Dançar o Letkiss e Não Vivo na Solidão. Ao longo da carreira, realizaram turnês pelos Estados Unidos, Canadá e Europa, consolidando reconhecimento internacional. Nos anos 1980, voltaram às paradas após emplacarem temas em trilhas sonoras de novelas da Rede Globo. A passagem deles pelo Aparecida Sertaneja deve revisitar fases marcantes desse percurso, reforçando o papel do grupo como um dos ícones da música pop brasileira.

Fechando as apresentações, o programa recebe a dupla Wesley & Conrado, que iniciou sua trajetória movida pelo interesse comum na música sertaneja. Juntos, percorreram diversas cidades com shows que buscam equilibrar repertório atual e referências clássicas do gênero. Em estúdio, lançaram o EP Chama na Moda e o projeto Marco Zero, que conta com participações de outros artistas do cenário sertanejo. Para Conrado, esta fase representa uma reconstrução após o acidente que vitimou seu antigo parceiro, Aleksandro, em 2022. A retomada ao lado de Wesley estabelece um novo capítulo profissional, com foco na consolidação da dupla e na ampliação do público.

Sessão da Tarde desta segunda (1º) exibe Kong – A Ilha da Caveira e leva uma aventura épica à tela da Globo

0

A segunda-feira, 1º de dezembro, promete ser mais movimentada na telinha da Globo. A Sessão da Tarde traz uma das aventuras mais empolgantes do MonsterVerse: Kong: A Ilha da Caveira, produção que reinventou o mito do gorila gigante e apresentou ao público uma experiência visual grandiosa, cheia de ação, mistérios e criaturas colossais. Lançado em 2017, o filme marcou uma nova fase para a franquia King Kong e abriu caminho para os futuros embates com Godzilla nos cinemas.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama começa em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial. Dois pilotos inimigos – um americano e um japonês – caem em uma ilha desconhecida após seus aviões serem abatidos em combate. Mesmo diante do isolamento e das circunstâncias extremas, eles continuam a lutar como se a guerra nunca tivesse acabado. O que nenhum dos dois poderia imaginar é que aquela ilha reservava algo ainda mais assustador do que o conflito entre nações: um macaco gigante que surge para interromper o duelo e redefinir todas as noções de perigo que eles tinham.

A narrativa então avança para 1973, período marcado por tensões políticas, avanços científicos e a curiosidade crescente sobre regiões do planeta ainda pouco exploradas. É nesse cenário que conhecemos Bill Randa, interpretado por John Goodman, um homem determinado a provar que a Ilha da Caveira guarda segredos que vão além de lendas ou folclore. Ele acredita na existência de criaturas colossais e está disposto a arriscar sua reputação – e até sua vida – para encontrar as provas definitivas.

Randa consegue financiamento governamental e monta uma expedição ambiciosa, reunindo militares experientes e profissionais estratégicos. Entre eles estão o coronel Preston Packard, vivido por Samuel L. Jackson, um líder rígido e extremamente comprometido com seus códigos de honra; James Conrad, interpretado por Tom Hiddleston, um rastreador habilidoso que conhece bem os perigos de territórios desconhecidos; e Mason Weaver, brilha nas mãos de Brie Larson, uma fotojornalista que enxerga na missão uma oportunidade de revelar verdades que muitos preferem esconder.

Ao chegarem à ilha, a expedição rapidamente percebe que aquele território não segue nenhuma lógica. A natureza parece viva, pulsante e indomável. As paisagens, belíssimas e brutais ao mesmo tempo, escondem criaturas gigantes que desafiam as leis da biologia e qualquer compreensão humana. Kong surge como o protetor da ilha, uma força da natureza que desperta tanto temor quanto fascínio. Ele não é apenas um monstro – é um guardião, um sobrevivente, um símbolo de equilíbrio em um lugar onde tudo possui seu próprio papel dentro daquele ecossistema misterioso.

O choque entre os militares e Kong dá início a uma sequência de conflitos intensos, enquanto a equipe tenta sobreviver e entender a verdadeira dinâmica da ilha. No caminho, eles encontram Hank Marlow, vivido por John C. Reilly, um piloto perdido desde a Segunda Guerra Mundial. Seu humor e sua visão peculiar sobre a ilha trazem leveza à jornada, ao mesmo tempo em que revelam verdades profundas sobre Kong e os perigos que realmente habitam aquele solo isolado.

A direção de Jordan Vogt-Roberts dá ao filme uma estética marcante. Cada cena parece construída para mergulhar o espectador em um mundo onde a grandiosidade reina. As cores vibrantes, a fotografia inspirada nos filmes de guerra da década de 70 e a escala monumental das criaturas criam uma experiência visual que se destaca entre produções do gênero. Vogt-Roberts equilibra ação com momentos mais contemplativos, onde o público pode observar a força e a vulnerabilidade de Kong, um personagem que desperta empatia mesmo sem pronunciar uma única palavra.

Kong: A Ilha da Caveira também marca um capítulo importante dentro do MonsterVerse, o universo compartilhado de monstros criado pela Legendary Pictures. O filme estabelece as bases para o reencontro histórico entre Kong e Godzilla, colocando o gorila gigante como uma das peças centrais desse mundo cinematográfico. Além de ser o primeiro da cronologia oficial, ele é responsável por apresentar conceitos e personagens que influenciam diretamente os eventos posteriores.

Com um orçamento de US$ 185 milhões, o filme impressionou não apenas pela proposta ambiciosa, mas também pelo resultado nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 568 milhões ao redor do mundo. Parte desse sucesso se deve ao elenco poderoso, que reúne nomes de peso como Tom Hiddleston, Samuel L. Jackson, Brie Larson e John C. Reilly, todos entregando performances intensas que ajudam a dar humanidade ao caos épico da ilha.

Novo trailer do episódio 6 de It Bem-Vindos a Derry intensifica o clima de terror antes da estreia desta noite

0

A HBO divulgou um novo trailer do episódio 6 de It: Bem-Vindos a Derry e, como era esperado, a prévia rapidamente despertou o interesse dos fãs de Stephen King e do universo sombrio que envolve Pennywise. O próximo capítulo da série vai ao ar neste domingo, 30 de novembro, às 23h, tanto na TV quanto no streaming da HBO, e o trailer recém-lançado já aponta que a história vai mergulhar ainda mais fundo nos segredos que assombram a pequena cidade do Maine. Abaixo, confira o vídeo:

S érie funciona como uma prequência direta dos filmes It A Coisa e It Capítulo Dois, retornando aos anos 1960 para explorar eventos que antecedem o despertar do mal definitivo apresentado no cinema. A série, desenvolvida por Andy Muschietti, Barbara Muschietti e Jason Fuchs, preserva a atmosfera angustiante que marcou as adaptações anteriores e investe ainda mais nos elementos psicológicos e no terror silencioso que se esconde por trás do cotidiano aparentemente tranquilo da cidade. Dessa vez, acompanhamos uma família afro-americana que se muda para Derry em 1962, justamente quando uma menina desaparece e a cidade começa a revelar sua verdadeira face. O deslocamento dessa família em um lugar historicamente hostil já cria tensão suficiente, mas a narrativa rapidamente deixa claro que há algo muito maior e mais sinistro pairando sobre todos.

O trailer do sexto episódio reforça essa espiral de medo, mostrando flashes rápidos de cenas perturbadoras, olhares assustados e símbolos que remetem diretamente ao legado de Pennywise. Bill Skarsgård retorna ao papel que redefiniu sua carreira e reaparece na prévia de maneira enigmática, quase como uma promessa de que o terror mais visceral está prestes a ser desencadeado. Sem revelar muito, o vídeo sugere que os horrores começam a se intensificar à medida que os personagens se aproximam da verdade sobre o que realmente assombra Derry. Há uma sensação crescente de que o mal está prestes a emergir de uma forma mais direta, e o episódio promete ligar pontos que a série vem construindo desde sua estreia.

O elenco formado por Jovan Adepo, Taylour Paige, Chris Chalk, James Remar, Stephen Rider, Madeleine Stowe e Rudy Mancuso continua a entregar atuações marcadas por medo, perplexidade e vulnerabilidade emocional, o que torna o avanço da história ainda mais envolvente. Esse retorno à Derry se diferencia dos filmes por dedicar mais tempo às relações humanas e ao impacto psicológico de viver em um lugar onde o mal parece se esconder em cada sombra. A série, até aqui, tem sido elogiada justamente por isso: um terror que cresce não apenas pelos sustos, mas pela forma como o medo se infiltra lentamente na rotina, na convivência e nas memórias dos personagens.

almanaque recomenda