Cine Maior (17/05) exibe 22 Milhas e coloca Mark Wahlberg em missão cercada por perseguições e traições

A Record exibe neste domingo, 17 de maio, na sessão Cine Maior, o filme 22 Milhas, thriller de ação estrelado por Mark Wahlberg que mistura espionagem internacional, operações clandestinas e confrontos brutais em uma missão marcada por traições e perseguições violentas.

Dirigido por Peter Berg, responsável por produções como O Grande Herói e O Dia do Atentado, o longa consolidou mais uma parceria entre o cineasta e Wahlberg, dupla que passou a ficar associada em Hollywood a filmes de ação militarizados e histórias envolvendo crises internacionais.

Na trama, Wahlberg interpreta James Silva, líder de uma unidade ultrassecreta da CIA especializada em missões consideradas delicadas demais para operações convencionais. A equipe atua à margem das estruturas oficiais da agência e costuma ser enviada para situações onde qualquer erro pode desencadear conflitos diplomáticos ou ataques em larga escala.

A missão principal do grupo começa quando Li Noor, um policial vindo de Indocarr — país fictício inspirado em regiões do sudeste asiático — procura a embaixada norte-americana oferecendo informações sobre cápsulas de césio desaparecidas que poderiam ser usadas como armas químicas. Em troca dos dados, Noor exige ser retirado do país imediatamente.

O problema é que, para colocá-lo em segurança, a equipe precisa atravessar cerca de 35 quilômetros enquanto é perseguida por agentes do governo local, mercenários armados e grupos interessados em impedir que as informações cheguem aos Estados Unidos.

Como o filme transforma a missão em uma corrida constante pela sobrevivência?

Grande parte da tensão de 22 Milhas acontece justamente durante o deslocamento até o ponto de extração. O roteiro transforma ruas, prédios e corredores estreitos em cenários de combate quase ininterrupto, fazendo a equipe enfrentar ataques sucessivos ao longo do caminho.

Conforme a missão avança, o grupo passa a sofrer perdas cada vez mais violentas. Explosões, emboscadas e perseguições armadas criam um clima de desgaste psicológico crescente, principalmente para James Silva, que já demonstra sinais de instabilidade emocional desde o início da narrativa.

Ao mesmo tempo, o filme tenta explorar a desconfiança em torno de Li Noor. Mesmo colaborando com a CIA, o personagem nunca parece completamente transparente, mantendo uma postura reservada que alimenta dúvidas constantes sobre suas verdadeiras intenções.

Por que Iko Uwais acabou roubando atenção no longa?

Embora Mark Wahlberg seja o principal rosto do elenco, quem acabou se destacando em muitas das sequências de ação foi Iko Uwais. O ator indonésio, conhecido pelos filmes Operação Invasão e Operação Invasão 2, utiliza no longa o mesmo estilo agressivo de combate que o transformou em referência no cinema de ação asiático.

Interpretando Li Noor, Uwais protagoniza algumas das cenas mais violentas da produção, envolvendo lutas corpo a corpo rápidas, golpes brutais e confrontos em ambientes apertados. Boa parte das cenas mais comentadas do filme gira justamente em torno de sua movimentação física e das coreografias intensas espalhadas pela narrativa.

O elenco ainda reúne Lauren Cohan, conhecida pela série The Walking Dead, além de John Malkovich e Ronda Rousey.

O filme dividiu opiniões quando chegou aos cinemas?

Lançado em 2018, o filme recebeu críticas bastante mistas da imprensa especializada. Enquanto parte do público elogiou o ritmo acelerado e as cenas de combate mais violentas, muitos críticos apontaram problemas no desenvolvimento da trama e no excesso de cortes rápidos durante as sequências de ação.

Mesmo sem alcançar grande prestígio entre os avaliadores, o longa encontrou espaço entre fãs de thrillers militares e filmes de espionagem mais caóticos. A produção arrecadou cerca de US$ 66 milhões mundialmente e ganhou repercussão principalmente pelas cenas envolvendo Iko Uwais e pela reta final marcada por uma reviravolta que altera completamente a percepção sobre a missão da CIA.

Temperatura Máxima (17/05) exibe Uncharted: Fora do Mapa e leva caça ao tesouro inspirada nos games para a Globo

A Globo exibe neste domingo, 17 de maio, na Temperatura Máxima, o filme Uncharted: Fora do Mapa, adaptação cinematográfica da famosa franquia de videogames criada pela Naughty Dog e publicada pela Sony Interactive Entertainment.

Misturando aventura, perseguições e pistas espalhadas por diferentes países, o longa aposta em uma atmosfera de caça ao tesouro clássica, inspirada em produções como Indiana Jones e nos próprios jogos que conquistaram milhões de jogadores ao redor do mundo.

Lançado nos cinemas em 2022, o filme acompanha Nathan Drake, um jovem ladrão habilidoso que acaba entrando em uma disputa internacional por uma fortuna desaparecida há mais de 500 anos. A jornada começa quando ele é recrutado por Victor “Sully” Sullivan, um experiente caçador de tesouros que conheceu o irmão desaparecido de Nate anos antes.

Como Tom Holland entrou no universo de Uncharted?

O protagonista Nathan Drake é interpretado por Tom Holland, conhecido mundialmente por viver o Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel em filmes como Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa e Homem-Aranha: Longe de Casa. Em Uncharted, o ator assume uma versão mais jovem do personagem clássico dos videogames, apostando em um perfil menos experiente e mais impulsivo do que o apresentado nos jogos.

Ao lado dele está Mark Wahlberg, que interpreta Sully, parceiro de aventuras de Nate. Curiosamente, Wahlberg chegou a ser cotado para viver Nathan Drake nos primeiros anos de desenvolvimento do projeto, quando a adaptação ainda passava por mudanças constantes nos bastidores.

O elenco ainda conta com Sophia Ali como Chloe Frazer, uma aventureira envolvida em jogos duplos durante a busca pelo tesouro, além de Antonio Banderas no papel do milionário Santiago Moncada. Já Tati Gabrielle interpreta Jo Braddock, líder mercenária responsável por algumas das sequências mais agressivas do longa.

Sobre o que fala a história?

A trama começa ainda na infância de Nate e Sam Drake, dois irmãos órfãos apaixonados por histórias de exploração e relíquias históricas. Depois de serem flagrados tentando roubar um antigo mapa ligado à expedição de Fernão de Magalhães, os dois acabam separados. Antes de desaparecer, Sam promete retornar e deixa com Nate um anel que teria pertencido ao lendário explorador Sir Francis Drake.

Anos depois, Nate trabalha como bartender em Nova York enquanto aplica pequenos golpes em clientes ricos. A rotina muda completamente quando Sully aparece trazendo informações sobre Sam e sobre um tesouro perdido avaliado em bilhões de dólares.

A partir daí, o filme mergulha em uma corrida internacional envolvendo cruzes históricas, passagens secretas, criptas escondidas e pistas espalhadas entre Barcelona e as Filipinas. Enquanto Nate tenta descobrir o paradeiro do irmão, ele também precisa enfrentar mercenários e rivais interessados na fortuna deixada pela expedição de Magalhães.

O longa aposta em cenas grandiosas de ação, incluindo perseguições aéreas, confrontos dentro de aviões cargueiros e batalhas envolvendo antigos navios suspensos por helicópteros — momentos que rapidamente viraram destaque nas campanhas promocionais do filme.

Por que a adaptação demorou tantos anos para sair do papel?

Embora tenha chegado aos cinemas apenas em 2022, o projeto de Uncharted passou mais de uma década em desenvolvimento dentro da Sony Pictures. A primeira movimentação oficial aconteceu ainda em 2008, quando o produtor Avi Arad confirmou que trabalharia em uma adaptação inspirada nos jogos.

Desde então, diversos diretores chegaram a ser ligados ao projeto em momentos diferentes. Nomes como David O. Russell, Seth Gordon, Shawn Levy e Travis Knight passaram pela produção antes da chegada definitiva de Ruben Fleischer, conhecido por filmes como Zumbilândia e Venom.

As gravações começaram oficialmente em março de 2020, mas acabaram interrompidas pela pandemia de COVID-19, atrasando ainda mais o cronograma da produção. Meses depois, a equipe retomou os trabalhos com filmagens realizadas em cidades como Boston, Barcelona e Nova York.

O filme fez sucesso nos cinemas?

Mesmo recebendo críticas divididas na época do lançamento, Uncharted conseguiu um desempenho comercial bastante sólido. Produzido com orçamento estimado em US$ 120 milhões, o longa arrecadou mais de US$ 407 milhões mundialmente, se tornando uma das adaptações de videogame de maior bilheteria daquele período.

Grande parte do público elogiou justamente a química entre Tom Holland e Mark Wahlberg, além do ritmo acelerado da aventura. Já entre os fãs mais antigos dos jogos, algumas críticas surgiram por conta das mudanças feitas na personalidade de Nathan Drake e na cronologia da franquia.

Ainda assim, o resultado positivo garantiu a continuidade da série nos cinemas. Uma sequência já está em desenvolvimento pela Sony, que pretende expandir o universo apresentado no primeiro filme e adaptar elementos ainda mais conhecidos dos games lançados para os consoles PlayStation.

Mortal Kombat 2 despenca nas bilheterias, mas Warner já prepara futuro maior para a franquia

Depois de abrir sua estreia cercado por expectativa entre fãs dos videogames e do cinema de ação, Mortal Kombat 2 começou a enfrentar uma desaceleração significativa nas bilheterias norte-americanas. A sequência baseada na famosa franquia de luta registrou uma forte queda de arrecadação em seu segundo fim de semana nos cinemas, acendendo discussões sobre o desempenho comercial do longa e o futuro da saga dentro da Warner Bros.

Na última sexta-feira, 15 de maio, o filme arrecadou cerca de US$ 3,6 milhões nos Estados Unidos, número que representa uma retração de aproximadamente 69% em relação ao mesmo período da estreia. Analistas do mercado já projetam que a queda total do fim de semana possa ultrapassar os 70%, índice considerado alto para uma produção que chegou às salas apostando no apelo nostálgico dos games e em uma campanha de divulgação intensa.

Mesmo com o recuo nos cinemas norte-americanos, a sequência ainda mantém um desempenho internacional relevante. Até agora, a produção já superou os US$ 82 milhões em arrecadação mundial, sustentada principalmente pelo interesse do público em mercados onde a franquia possui forte presença desde os tempos dos fliperamas e consoles.

O que explica a queda acelerada da sequência?

O comportamento da bilheteria chamou atenção porque a Warner tratava Mortal Kombat 2 como uma evolução direta do longa lançado em 2021. O primeiro filme estreou em um cenário completamente atípico para Hollywood, marcado por restrições da pandemia e pelo lançamento simultâneo no streaming, fatores que naturalmente afetaram sua arrecadação na época.

A nova produção, no entanto, chegou aos cinemas em condições mais favoráveis. O estúdio ampliou o investimento promocional, reforçou o elenco e apostou em elementos mais próximos do universo clássico dos jogos. Ainda assim, o interesse do público começou a diminuir rapidamente poucos dias após a estreia.

Entre os comentários mais recorrentes nas redes sociais e entre críticos especializados, muitos elogios se concentraram nas cenas de combate e na violência estilizada característica da franquia. Em contrapartida, parte do público demonstrou insatisfação com o ritmo da narrativa e com a tentativa de expandir rapidamente o universo dos personagens sem aprofundar alguns conflitos centrais.

Apesar disso, o desempenho ainda não é tratado internamente como um cenário alarmante. A força da marca continua evidente fora dos Estados Unidos, especialmente entre jogadores que acompanham a franquia há décadas.

Como o novo filme tentou se aproximar dos jogos?

Desde os primeiros anúncios da sequência, a equipe criativa deixou claro que a intenção era aproximar o longa da identidade clássica dos games. O diretor Simon McQuoid retornou ao comando da produção apostando em uma abordagem mais grandiosa, enquanto o roteiro de Jeremy Slater buscou incorporar elementos que ficaram ausentes no longa anterior.

A continuação aumentou significativamente o número de personagens conhecidos da franquia e passou a explorar com mais intensidade o clima de torneio e rivalidade entre reinos. O objetivo era entregar uma adaptação menos contida e mais alinhada ao tom exagerado que transformou Mortal Kombat em um dos nomes mais populares da história dos videogames de luta.

Em entrevistas concedidas durante o desenvolvimento do projeto, Slater chegou a afirmar que queria tornar o filme mais imprevisível e disposto a abraçar o lado mais estranho e violento da franquia. A ideia era evitar uma continuação excessivamente séria e permitir que a produção assumisse características que sempre fizeram parte dos jogos.

Por que Johnny Cage virou uma das grandes apostas do filme?

A chegada de Johnny Cage acabou se tornando um dos pontos centrais da campanha de divulgação da sequência. O personagem, ausente no primeiro longa, finalmente entrou na história após anos de expectativa dos fãs.

Interpretado por Karl Urban, conhecido por trabalhos em The Boys e Dredd, o lutador ganhou espaço de destaque na trama ao lado dos defensores da Terra.

A ausência de Cage no reboot de 2021 já havia sido explicada anteriormente por McQuoid. Segundo o diretor, o personagem possui uma presença forte demais para dividir atenção em uma história que ainda precisava apresentar o restante do universo ao público. Por isso, a decisão foi guardá-lo para um segundo capítulo.

Além de Johnny Cage, a sequência também adicionou figuras bastante populares entre os jogadores. Adeline Rudolph interpreta Kitana, enquanto Tati Gabrielle assume o papel de Jade. O elenco ainda conta com o retorno de nomes como Jessica McNamee, Josh Lawson, Ludi Lin, Lewis Tan, Joe Taslim e Hiroyuki Sanada.

Com isso, o filme buscou ampliar o sentimento de familiaridade para quem acompanha a franquia desde os jogos clássicos da era arcade.

Os bastidores da sequência enfrentaram problemas?

A produção do longa-metragem passou por uma interrupção importante durante as filmagens. As gravações começaram na Austrália em junho de 2023, mas acabaram suspensas semanas depois por causa da greve dos atores de Hollywood organizada pelo sindicato SAG-AFTRA.

A paralisação afetou diretamente o calendário do projeto e obrigou a equipe a reorganizar toda a produção. As filmagens só foram retomadas em novembro daquele ano, sendo finalizadas oficialmente no início de 2024.

Mesmo com a pausa forçada, a equipe manteve a proposta de ampliar o peso das cenas de ação físicas. Parte dos bastidores divulgados pela Warner destacou justamente o uso de coreografias práticas e combates corporais mais agressivos, tentando diferenciar o longa de outros blockbusters recentes excessivamente dependentes de efeitos digitais.

Outlander | Final da 8ª temporada traz guerra, destino de Jamie Fraser e encerramento da saga no tempo

A oitava e última temporada de Outlander encerra oficialmente uma das séries mais marcantes da televisão recente, fechando a longa jornada de Claire e Jamie Fraser após anos de histórias que atravessaram séculos, guerras e linhas temporais diferentes. O desfecho chega com a responsabilidade de concluir uma narrativa que sempre combinou drama histórico, romance intenso e elementos de viagem no tempo como parte central da trama.

Inspirada nos livros de Diana Gabaldon e adaptada para a TV por Ronald D. Moore, a série estreou em 2014 e rapidamente se destacou por fugir do formato tradicional de dramas históricos. Em vez de apenas reconstituir épocas passadas, Outlander construiu uma narrativa em que o tempo funciona como força ativa, interferindo diretamente nas escolhas, nos encontros e nas consequências vividas pelos personagens.

O que acontece com Claire e Jamie no final da série?

Na temporada final, Caitriona Balfe e Sam Heughan retornam aos papéis de Claire e Jamie Fraser em um momento de desgaste emocional e decisões definitivas. A narrativa deixa de lado parte da expansão de cenários vista em temporadas anteriores para focar nas consequências acumuladas ao longo da trajetória dos protagonistas.

O clima é de encerramento constante, com os personagens lidando com conflitos políticos e militares que impactam diretamente suas vidas. Jamie assume uma posição cada vez mais envolvida em disputas de guerra, enquanto Claire enfrenta a dificuldade de viver entre dois mundos, carregando o conhecimento moderno em uma época que não oferece recursos para suas soluções.

Jamie Fraser estava realmente destinado a morrer em batalha?

Um dos principais elementos da reta final envolve a ideia de que o destino de Jamie Fraser já estaria traçado em registros e relatos históricos dentro da própria narrativa. A menção a eventos ligados à batalha de King’s Mountain reforça a sensação de que seu fim pode ser inevitável.

A série trabalha essa tensão de forma gradual, construindo a impressão de que Jamie está se aproximando de um ponto sem retorno. Em diversos momentos, ele aparece refletindo sobre sua vida e tomando decisões que soam como despedidas silenciosas, o que aumenta o peso emocional do desfecho sem confirmar de imediato o que realmente acontecerá.

Claire pode alterar o curso da história ou o tempo já está definido?

Enquanto Jamie avança para o conflito, Claire continua sendo o ponto de ligação entre passado e futuro. Sua presença reforça o principal dilema da série: até que ponto é possível interferir na história sem causar consequências ainda maiores.

A temporada final revisita elementos importantes da trajetória da personagem, como Inverness e Craigh na Dun, que voltam a ter relevância no encerramento. Esses símbolos ajudam a reforçar a ideia de que a jornada de Claire nunca foi aleatória, mas parte de um ciclo maior envolvendo o tempo e suas conexões misteriosas.

Por que Outlander se tornou um fenômeno ao longo dos anos?

O sucesso de Outlander está diretamente ligado à sua capacidade de unir gêneros diferentes sem perder consistência. A série combina romance, drama histórico e fantasia de forma equilibrada, criando uma narrativa que conseguiu se manter relevante por mais de uma década.

A relação entre Claire e Jamie, interpretados por Caitriona Balfe e Sam Heughan, é o coração da história. Mais do que um casal romântico, eles representam o eixo emocional da série, sustentando conflitos, perdas e reencontros ao longo das temporadas.

Outro fator decisivo foi a construção cuidadosa do universo visual e histórico, com atenção a figurinos, ambientação e detalhes de época. Esse cuidado ajudou a dar credibilidade à mistura entre ficção e realidade histórica, fortalecendo a imersão do público.

O que fica depois do último episódio de Outlander?

Com o fim da oitava temporada, Outlander encerra sua história principal deixando um legado importante na televisão contemporânea. A produção se destaca como uma adaptação literária que conseguiu manter coerência narrativa e impacto emocional ao longo de muitos anos.

A história de Claire e Jamie ultrapassa o conceito de romance atravessando séculos e se transforma em uma reflexão sobre escolhas, consequências e o peso do tempo nas decisões humanas. O encerramento não apaga o impacto da série, mas reforça sua permanência na cultura pop.

2ª temporada de Nêmesis vai acontecer? Série policial estreia forte e levanta dúvidas sobre o futuro na Netflix

A série Nêmesis estreou nesta semana na Netflix e já chamou atenção do público ao apostar em um confronto direto entre um detetive e um criminoso extremamente inteligente em Los Angeles. Criada por Courtney A. Kemp e Tani Marole, a produção combina drama policial e tensão psicológica em uma narrativa centrada em estratégia, obsessão e uma perseguição constante entre dois lados opostos da lei.

A Netflix já decidiu o futuro de Nêmesis?

Até agora, a Netflix não confirmou oficialmente a renovação de Nêmesis para uma segunda temporada. Mesmo com a série recém-lançada e em fase de análise de audiência, a plataforma ainda não anunciou se pretende continuar a história.

Esse tipo de decisão normalmente depende do desempenho global nos primeiros dias, do tempo de permanência dos episódios no top 10 e do nível de engajamento nas redes sociais. Em produções com narrativa contínua, como é o caso aqui, esses números costumam ser determinantes para qualquer definição.

Já existem planos para novos episódios?

Apesar da falta de confirmação oficial, a criadora Courtney A. Kemp já deixou claro que existe interesse em continuar a história. Em uma transmissão ao vivo, ela comentou que há ideias estruturadas para uma possível segunda temporada e que a equipe criativa já pensa em caminhos futuros para os personagens.

Isso não significa renovação garantida, mas mostra que o universo da série não foi pensado como algo fechado. Há espaço narrativo para aprofundar ainda mais o embate entre Isaiah Stiles e Coltrane Wilder, interpretados por Matthew Law e Y’lan Noel, respectivamente.

O que pode vir em uma possível 2ª temporada?

Caso seja renovada, a tendência é que a série aumente ainda mais o nível de tensão entre os protagonistas. A dinâmica entre polícia e crime, que já é o centro da primeira temporada, pode se tornar mais pessoal e emocional, elevando o conflito para um nível mais perigoso.

Além disso, personagens secundários que orbitam esse confronto devem ganhar mais espaço, já que a série constrói um ambiente em que vida pessoal e trabalho acabam se misturando constantemente. Isso abre caminho para novos conflitos, traições e decisões que podem mudar completamente o rumo da história.

Por que a série chamou atenção tão rápido?

Nêmesis chamou atenção logo de cara por fugir do formato policial tradicional. Em vez de focar apenas na resolução de crimes, a série aposta em um jogo psicológico entre dois personagens que parecem sempre estar tentando prever o próximo movimento um do outro.

Esse tipo de abordagem, somado à assinatura criativa de Courtney A. Kemp, fez com que a produção ganhasse destaque antes mesmo de consolidar sua audiência. A ideia de transformar investigação policial em um duelo estratégico ajuda a diferenciar a série dentro do catálogo da plataforma.

O que define se a série continua ou não?

Mesmo com planos criativos em andamento, o futuro da trama depende principalmente da performance na Netflix. A plataforma analisa métricas como audiência global, retenção de episódios e impacto cultural antes de decidir por uma renovação.

Outro ponto importante é o equilíbrio entre custo de produção e retorno de público. Séries com elencos grandes e narrativa contínua precisam manter desempenho consistente para justificar novas temporadas.

Vale a pena esperar a continuação?

Por enquanto, não há confirmação oficial de segunda temporada, mas também não existe qualquer sinal de encerramento definitivo. A própria equipe criativa já trabalha com a possibilidade de continuação, o que mantém a expectativa viva entre os fãs.

Vale a pena assistir Obsessão? Terror da Blumhouse transforma romance em pesadelo psicológico intenso

A nova produção da Blumhouse Productions, Obsessão, chega ao público com uma proposta que começa como um romance estranho e vai se desfazendo aos poucos até se tornar um terror psicológico desconfortável. Dirigido e escrito por Curry Barker, o longa chamou atenção antes mesmo da estreia ao atingir cerca de 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, com críticas destacando a mistura incomum de humor ácido, tensão emocional e horror crescente.

A trama acompanha Bear, um jovem romântico que trabalha em uma loja de discos e guarda sentimentos antigos por Nikki, sua amiga de infância. Em busca de uma chance que nunca teve coragem de construir, ele encontra um objeto sobrenatural chamado One Wish Willow, capaz de realizar um único desejo. O pedido, no entanto, muda tudo de forma irreversível. Bear deseja que Nikki o ame acima de qualquer outra pessoa e, a partir desse momento, o que parecia uma fantasia romântica se transforma em algo instável e cada vez mais perturbador.

Nikki passa a demonstrar um amor intenso por Bear, mas esse sentimento não vem de forma natural. Ele surge distorcido, exagerado e fora de controle, como se algo dentro dela tivesse sido reprogramado. O filme constrói essa relação de forma gradual, deixando claro que o desejo não criou apenas amor, mas uma dependência emocional sufocante que afeta os dois lados.

O que realmente acontece entre Bear e Nikki?

Com o avanço da história, Nikki deixa de agir como uma pessoa comum e passa a apresentar comportamentos cada vez mais imprevisíveis. Em alguns momentos demonstra carinho extremo, em outros reage com agressividade e atitudes que fogem completamente da lógica. O relacionamento dos dois começa a perder qualquer estabilidade, dando lugar a uma convivência marcada por tensão constante.

O filme sugere que o desejo não apenas aproximou os personagens, mas também destruiu qualquer limite emocional saudável entre eles. O amor, que deveria ser espontâneo, se transforma em algo compulsivo e sufocante, criando uma espécie de prisão psicológica que ninguém consegue mais controlar.

O terror está no sobrenatural ou nas relações?

Uma das escolhas mais interessantes de Obsessão é usar o sobrenatural como ferramenta para amplificar comportamentos humanos já existentes. O One Wish Willow não cria sentimentos do nada, ele distorce o que já estava ali. No caso de Bear, a necessidade de ser amado. No caso de Nikki, a perda de identidade dentro desse sentimento forçado.

O terror não vem apenas das situações estranhas, mas da forma como o filme expõe a dependência emocional entre os dois. O relacionamento se torna cada vez mais desconfortável porque nunca parece totalmente fantasioso. Em muitos momentos, tudo soa como uma versão exagerada de algo real, o que aumenta ainda mais o impacto psicológico da narrativa.

Por que Nikki muda tanto ao longo do filme?

A transformação de Nikki é o eixo central do horror apresentado no longa. Ela começa como uma personagem comum, mas aos poucos perde qualquer noção de equilíbrio emocional. O amor que sente por Bear cresce de forma artificial, criando um comportamento instável que alterna entre afeto intenso e violência extrema.

O filme não trata isso como um efeito mágico simples. A mudança é apresentada como uma deterioração completa da identidade da personagem. Nikki deixa de ser quem era e passa a existir apenas em função da obsessão criada pelo desejo de Bear. Isso transforma o relacionamento em algo cada vez mais perigoso e imprevisível.

O filme exagera ou consegue manter o controle?

Apesar de trabalhar com situações extremas, o longa-metragem consegue manter uma lógica interna bem definida. O exagero não é gratuito, ele serve para reforçar a ideia de perda de controle emocional. A direção de Curry Barker aposta em uma escalada gradual de tensão, começando com momentos desconfortáveis e chegando a um nível de caos psicológico difícil de ignorar.

Esse crescimento constante faz com que o público nunca saiba exatamente até onde a história pode ir. O desconforto não vem apenas do que acontece, mas da expectativa do que ainda pode acontecer.

O que o filme realmente quer dizer?

No fundo, o filme é menos sobre terror sobrenatural e mais sobre a ilusão de controle dentro de relacionamentos. Bear acredita que pode moldar o amor de Nikki através de um desejo, mas acaba criando uma situação que foge completamente das suas mãos.

O longa funciona como uma crítica à ideia de posse emocional, mostrando como o desejo de ser amado pode se transformar em algo destrutivo quando ultrapassa limites naturais. O amor forçado deixa de ser conexão e vira dependência, e é exatamente isso que o filme explora até o fim.

Vale a pena assistir?

A resposta depende do tipo de experiência que o espectador procura. Para quem espera um terror convencional, com estrutura previsível e sustos tradicionais, o filme pode parecer desconfortável e até estranho em alguns momentos. Ele não segue fórmulas clássicas e aposta em uma narrativa emocionalmente instável.

Por outro lado, para quem gosta de histórias que fogem do óbvio e usam o terror como forma de explorar relações humanas, Obsessão entrega uma experiência intensa e difícil de esquecer. O filme não busca conforto, ele quer provocar desconforto e reflexão.

O Rei da Internet | Final explicado revela como o poder digital de Daniel desmorona no fim do filme

O Rei da Internet utiliza o universo dos crimes virtuais para construir uma narrativa sobre ambição, ego e a ilusão de controle criada pela fama online. Inspirado em acontecimentos reais, o longa dirigido por Fabrício Bittar acompanha a ascensão de Daniel Nascimento, um adolescente que transforma habilidades com tecnologia em um esquema milionário de golpes digitais.

Interpretado por João Guilherme, o personagem rapidamente mergulha em uma rotina cercada de luxo, influência e dinheiro fácil. Conforme sua notoriedade cresce dentro do submundo virtual, Daniel passa a acreditar que construiu um sistema impossível de ser derrubado. O problema é que o filme deixa claro desde cedo que todo aquele império funciona apoiado em impulsividade, vaidade e excesso de confiança.

O desfecho da produção abandona parte do clima frenético da primeira metade para mostrar um protagonista consumido pela própria imagem. Mais do que uma história sobre hackers, o filme acaba retratando alguém que se perdeu tentando sustentar um personagem poderoso demais até para ele mesmo controlar.

O que realmente acontece no final do filme?

Nos momentos finais da trama, Daniel já não age apenas como um jovem envolvido em crimes virtuais. A sensação de impunidade faz com que ele passe a enxergar a si próprio quase como uma celebridade inalcançável, alguém capaz de manipular qualquer situação sem sofrer consequências.

Enquanto o protagonista continua expandindo seus esquemas e alimentando a própria reputação nas redes, a investigação da Polícia Federal avança silenciosamente. O personagem vivido por Marcelo Serrado surge como uma presença constante nessa reta final, funcionando quase como a materialização do colapso inevitável daquele universo construído por Daniel.

O longa evita transformar essa queda em uma sequência explosiva típica de filmes policiais tradicionais. Em vez disso, escolhe um caminho mais psicológico. Daniel começa a perder estabilidade emocional, se distancia das pessoas ao redor e passa a agir movido por paranoia. Quanto mais tenta manter a aparência de controle absoluto, mais evidente se torna sua fragilidade.

O filme sugere que o verdadeiro aprisionamento do protagonista não acontece apenas através da investigação policial, mas também pela necessidade obsessiva de continuar alimentando a figura poderosa criada por ele na internet.

O final tenta transformar Daniel em herói?

Apesar de grande parte da narrativa apresentar o lado sedutor daquela vida marcada por dinheiro rápido, festas e fama digital, “O Rei da Internet” não entrega uma glorificação completa do personagem.

A produção utiliza a estética acelerada e estilizada para colocar o público dentro da mente de Daniel, mostrando como aquele universo parece excitante e viciante para alguém tão jovem. Durante boa parte do filme, existe quase uma energia de ascensão meteórica, como se tudo estivesse funcionando perfeitamente para ele.

Só que essa sensação começa a se desfazer conforme a pressão aumenta.

Na reta final, o longa desmonta cuidadosamente a imagem construída pelo protagonista. O luxo deixa de parecer impressionante, os relacionamentos se tornam superficiais e Daniel passa a demonstrar um vazio cada vez mais evidente. O filme reforça que toda a influência conquistada online jamais conseguiu preencher sua insegurança pessoal.

Em vez de apresentar um hacker genial acima das regras, o desfecho revela um adolescente emocionalmente perdido, incapaz de sustentar o peso da própria mentira.

Qual é a principal mensagem deixada pelo filme?

Por trás da trama policial, o longa trabalha uma crítica bastante clara à cultura da validação digital e ao desejo moderno de enriquecimento instantâneo. Daniel não busca apenas dinheiro. O que realmente o move é a sensação de ser admirado, temido e reconhecido dentro daquele universo virtual.

O roteiro utiliza o personagem para discutir como a internet pode transformar pessoas comuns em figuras aparentemente intocáveis da noite para o dia. Ao mesmo tempo, mostra como essa falsa sensação de poder pode consumir completamente a identidade de alguém.

Conforme a narrativa avança, Daniel praticamente deixa de existir fora da persona criada online. Tudo na vida dele passa a depender da imagem de sucesso que construiu nas redes e nos ambientes criminosos digitais.

O final reforça justamente essa desconexão entre aparência e realidade. Mesmo rodeado de dinheiro e ostentação, o protagonista parece cada vez mais vazio, inseguro e isolado. A necessidade constante de provar superioridade acaba destruindo qualquer possibilidade de equilíbrio emocional.

Como as atuações ajudam no impacto da história?

João Guilherme sustenta boa parte do peso emocional do longa ao construir um protagonista que alterna arrogância, carisma e vulnerabilidade quase o tempo inteiro. A interpretação evita transformar Daniel em uma caricatura exagerada de hacker genial, deixando evidente que existe uma imaturidade constante escondida sob a postura confiante.

Débora Ozório também contribui para os momentos mais humanos da narrativa, enquanto Caio Horowicz adiciona tensão ao universo criminoso vivido pelo protagonista através de Noturno.

Mas o elemento mais ousado do filme talvez esteja na forma como ele é montado.

A edição utiliza cortes frenéticos, sobreposição de telas, mensagens surgindo na imagem e uma linguagem extremamente inspirada no caos das redes sociais para criar uma experiência visual quase inquieta. Em vários momentos, o filme parece funcionar na velocidade da própria internet.

Supergirl revela cartazes inéditos de Lobo e Krem enquanto DC amplia divulgação do filme de 2026

A DC Studios começou a colocar o pé no acelerador na campanha de Supergirl ao divulgar cartazes inéditos dedicados a dois nomes importantes da trama: Lobo e Krem. As artes deixam claro que o filme pretende abraçar um clima muito mais selvagem, espacial e imprevisível do que boa parte das adaptações recentes da DC, reforçando o lado mais pesado do novo universo comandado por James Gunn e Peter Safran.

Previsto para chegar aos cinemas em 26 de junho de 2026, o longa ocupará uma posição importante dentro do novo DCU, funcionando como o segundo filme oficial da cronologia após Superman. A protagonista será interpretada por Milly Alcock, que ganhou projeção internacional ao viver a jovem Rhaenyra em House of the Dragon.

Entre os materiais divulgados, quem mais roubou atenção foi Lobo. O mercenário intergaláctico finalmente fará sua estreia em live-action dentro do novo universo da DC depois de anos preso em rumores, projetos cancelados e especulações envolvendo diferentes atores. O visual apresentado aposta pesado na aparência brutal e exagerada do personagem, sugerindo que o longa deve mergulhar sem medo em perseguições espaciais, violência estilizada e conflitos espalhados por diferentes planetas.

O que a nova história da super-heroína pretende mostrar?

Ao contrário das versões mais solares e otimistas da heroína vistas anteriormente, o novo filme quer apresentar uma Kara Zor-El emocionalmente marcada pelas tragédias que viveu antes de chegar à Terra. A base da trama será a HQ Supergirl: Woman of Tomorrow, criada por Tom King e pela brasileira Bilquis Evely.

Na trama, Kara atravessa a galáxia ao lado de Krypto tentando encontrar algum sentido para sua própria existência longe de Krypton. Durante a viagem, ela cruza o caminho de Ruthye Marye Knoll, uma jovem consumida pela necessidade de vingança após perder alguém importante por causa de Krem.

Esse encontro empurra a protagonista para uma jornada marcada por perseguições violentas, decisões moralmente questionáveis e confrontos emocionais bem mais pesados do que o habitual em histórias da personagem. James Gunn já comentou que a intenção é mostrar uma Supergirl menos idealizada, alguém que carrega cicatrizes profundas desde a infância.

Segundo o cineasta, enquanto Clark Kent cresceu cercado de afeto e estabilidade no Kansas, Kara teria testemunhado morte, destruição e sofrimento ainda muito nova, vivendo experiências que moldaram uma personalidade muito mais dura. Essa diferença deve ser uma das peças centrais da narrativa.

Quem está comandando o projeto?

O roteiro ficou nas mãos de Ana Nogueira, que já havia trabalhado anteriormente em uma versão diferente do filme durante os últimos anos do antigo DCEU. O material desenvolvido por ela agradou tanto James Gunn que o estúdio decidiu transformar o longa em uma prioridade dentro da nova fase da DC.

Gunn chegou a descrever o projeto como uma ficção científica gigantesca e emocional, afirmando que o texto de Nogueira foi um dos motivos para o filme avançar tão rapidamente dentro do calendário do estúdio.

Na direção está Craig Gillespie, responsável por trabalhos como Cruella e Eu, Tonya. O diretor costuma trabalhar personagens emocionalmente instáveis em universos visualmente estilizados, algo que parece encaixar perfeitamente com a proposta dessa nova Kara.

As gravações aconteceram entre janeiro e maio de 2025 nos estúdios Warner Bros. Leavesden, em Londres, além de várias locações na Escócia. Curiosamente, o longa foi anunciado inicialmente como Supergirl: Woman of Tomorrow, mas o subtítulo acabou sendo abandonado posteriormente pela DC Studios.

Por que Lobo virou um dos assuntos mais comentados do filme?

Poucos personagens da DC passaram tantos anos cercados de expectativas quanto Lobo. O anti-herói alienígena sempre foi visto pelos fãs como uma figura difícil de adaptar justamente pelo humor agressivo, comportamento destrutivo e violência exagerada presentes nos quadrinhos.

As conversas envolvendo Jason Momoa começaram ainda nos últimos anos do antigo universo compartilhado da DC. Antes mesmo do reboot comandado por Gunn, o ator já demonstrava interesse público em interpretar o personagem nos cinemas.

Agora, com os novos cartazes divulgados, ficou claro que Lobo não deve aparecer apenas como uma participação rápida. A presença dele vem ocupando espaço importante na campanha de divulgação do longa, indicando um papel de peso dentro da trama espacial.

Krem também apareceu entre as novas artes promocionais. Nos quadrinhos, o personagem funciona como peça fundamental para o arco de vingança de Ruthye e acaba desencadeando toda a jornada emocional enfrentada por Kara ao longo da história.

Como o filme se encaixa no novo DCU?

O longa-metragem ocupa uma posição estratégica na reconstrução da DC nos cinemas. Depois do encerramento do antigo DCEU, James Gunn e Peter Safran assumiram o controle criativo da DC Studios com a promessa de criar um universo mais conectado, planejado e consistente entre filmes e séries.

A nova fase começará oficialmente nos cinemas com “Superman”, estrelado por David Corenswet. Logo depois, Supergirl deve expandir o lado cósmico desse universo, introduzindo espécies alienígenas, viagens espaciais e figuras clássicas das HQs que nunca ganharam destaque em live-action.

O reboot também marcou o encerramento da versão interpretada por Sasha Calle em The Flash. A atriz chegou a demonstrar vontade de continuar vivendo a personagem, mas James Gunn decidiu reiniciar completamente a trajetória da heroína dentro da nova continuidade.

Mesmo com a mudança, a escolha de Milly Alcock rapidamente empolgou parte do público, principalmente pela expectativa de ver uma Supergirl mais vulnerável emocionalmente, mas também muito mais intensa do que as versões anteriores.

Cine Aventura (16/05) exibe Operação Supletivo: Agora Vai! com humor caótico e trajetória de superação na Record

O Cine Aventura deste sábado, 16 de maio, traz uma comédia marcada por situações absurdas, conflitos escolares e uma mensagem sobre segundas oportunidades. A atração escolhida pela Record é Operação Supletivo: Agora Vai!, produção americana lançada em 2018 que mistura humor acelerado, drama pessoal e uma jornada inesperada de amadurecimento.

Com direção de Malcolm D. Lee, conhecido por trabalhos como Viagem das Garotas e Space Jam: Um Novo Legado, o longa acompanha um homem que vê sua vida virar de cabeça para baixo após anos tentando esconder o próprio passado acadêmico. Entre confusões, rivalidades antigas e uma rotina escolar completamente caótica, o filme constrói uma narrativa leve que conversa diretamente com quem acredita em recomeços.

Mesmo sem conquistar os críticos em seu lançamento, a produção encontrou força nas bilheterias e se transformou em um sucesso comercial. Com orçamento estimado em US$ 29 milhões, o longa ultrapassou a marca de US$ 103 milhões arrecadados mundialmente, consolidando o apelo popular da comédia estrelada por Kevin Hart.

Qual é a história de Operação Supletivo: Agora Vai!?

A trama acompanha Teddy Walker, personagem vivido por Kevin Hart. Ainda jovem, ele abandona o ensino médio depois de enfrentar dificuldades durante uma prova importante, incapaz de manter a concentração necessária para concluir os estudos. O episódio acaba marcando profundamente sua trajetória, mesmo muitos anos depois.

Já adulto, Teddy aparenta levar uma vida confortável. Trabalhando como vendedor e mantendo um relacionamento com Lisa, ele cria ao redor de si uma imagem de estabilidade financeira e sucesso profissional muito maior do que realmente possui. A situação muda drasticamente quando um acidente inesperado destrói a loja onde trabalha justamente durante um pedido de casamento desastroso.

Desempregado e sem perspectivas, Teddy encontra uma oportunidade de reconstruir a carreira através de uma indicação do amigo Marvin. O problema surge quando descobre que a vaga exige um diploma equivalente ao ensino médio. Sem alternativas, ele retorna à escola para tentar conquistar o certificado que abandonou anos antes.

O reencontro com o ambiente escolar, porém, está longe de ser tranquilo. O atual diretor da instituição é Stewart, um ex-colega de adolescência que costumava ser alvo das provocações de Teddy na época da escola. O desconforto entre os dois rapidamente se transforma em uma disputa carregada de ironias, ressentimentos e momentos constrangedores.

Quem são os destaques do elenco?

Além de Kevin Hart, o longa traz Tiffany Haddish em um dos papéis centrais da história. A atriz, conhecida por filmes como Viagem das Garotas e Mansão Mal-Assombrada, interpreta Carrie, professora responsável pela turma noturna frequentada por Teddy e outros adultos que tentam concluir os estudos.

Carrie foge completamente da figura tradicional de professora disciplinada. Com métodos imprevisíveis e uma personalidade explosiva, ela transforma a sala de aula em um ambiente caótico, mas também acaba desempenhando um papel fundamental no desenvolvimento do protagonista. É ela quem percebe que Teddy enfrenta dificuldades cognitivas que nunca haviam sido diagnosticadas corretamente.

O elenco ainda reúne nomes conhecidos da comédia americana, como Rob Riggle no papel de Stewart e Romany Malco como Marvin. A produção também conta com participações de Keith David, Ben Schwartz, Taran Killam e do rapper Fat Joe.

Grande parte da identidade do filme surge justamente da interação exagerada entre os integrantes da turma noturna. Cada personagem possui manias, inseguranças e comportamentos completamente diferentes, criando situações imprevisíveis que reforçam o clima descontraído da narrativa.

Por que o filme conquistou o público mesmo dividindo opiniões?

Apesar das críticas negativas recebidas na época do lançamento, “Operação Supletivo: Agora Vai!” conseguiu construir uma relação forte com o público. O longa aposta em um estilo de humor simples e direto, sem tentar transformar sua proposta em algo excessivamente sofisticado.

Ao mesmo tempo em que investe em cenas absurdas e piadas físicas, o roteiro também trabalha questões relacionadas à insegurança e ao medo do fracasso. Teddy passa boa parte da história tentando esconder suas limitações e sustentando uma imagem de sucesso para evitar julgamentos.

A descoberta de que ele possui dislexia, discalculia e dificuldades de processamento cognitivo muda a forma como a própria narrativa encara o personagem. A partir desse momento, o filme abandona parcialmente o humor escancarado para apresentar um lado mais emocional e humano do protagonista.

Outro fator importante para o sucesso da produção foi o carisma de Kevin Hart. Na época, o ator vivia um dos períodos mais populares de sua carreira em Hollywood, impulsionado por sucessos comerciais como Jumanji: Bem-Vindo à Selva e Central de Inteligência. Seu estilo energético e acelerado combina diretamente com o ritmo caótico da produção.

Como a história se encerra?

Na parte final do longa, Teddy enfrenta as consequências das mentiras que sustentou durante anos. Após ser desmascarado diante de Lisa, ele decide abandonar novamente a escola noturna, acreditando que jamais conseguirá mudar de verdade.

O filme utiliza esse momento para reforçar sua principal mensagem sobre amadurecimento e persistência. Carrie e Stewart acabam deixando as rivalidades de lado para incentivá-lo a retornar e concluir o exame de equivalência escolar.

Mesmo enfrentando dificuldades e resultados abaixo dos colegas, Teddy continua insistindo até finalmente conseguir aprovação na quinta tentativa. A conquista transforma a cerimônia de formatura em um momento simbólico para todos os personagens envolvidos naquela jornada.

No encerramento, o protagonista faz um discurso sobre recomeços e segundas oportunidades, defendendo a ideia de que nunca é tarde para tentar corrigir os próprios erros. Antes dos créditos finais, a produção ainda reserva uma última sequência de humor envolvendo Stewart, que invade a festa da formatura e transforma o ambiente em uma disputa improvisada de dança.

Mortal Kombat 2 | Roteirista já pensa no 3º filme e indica caminho próprio da franquia

Mortal Kombat 2 ainda está em exibição nos cinemas, mas o futuro da franquia já começou a ser desenhado nos bastidores. Em entrevista ao MovieWeb, o roteirista Jeremy Slater revelou que já está desenvolvendo um rascunho inicial de Mortal Kombat 3, mesmo sem a confirmação oficial da Warner Bros. Pictures para um terceiro capítulo.

Slater explicou que o material está sendo escrito de forma antecipada para agilizar o processo caso o estúdio decida seguir adiante com a franquia. Segundo ele, a expectativa é que uma resposta positiva venha em breve, embora o projeto ainda dependa de aprovação formal. O roteirista também afirmou que pretende concluir o roteiro antes de qualquer anúncio oficial.

O que Jeremy Slater disse sobre o futuro da franquia?

O roteirista comentou que a equipe criativa tem acompanhado de perto a reação do público ao segundo filme e usado esse retorno como base para ajustar ideias e caminhos narrativos. Esse processo de observação já havia sido aplicado durante o desenvolvimento de Mortal Kombat 2 e deve continuar influenciando a construção de um possível terceiro longa.

Slater também indicou que a franquia não pretende seguir os jogos de maneira fiel e literal. A ideia é utilizar o universo dos games como ponto de partida, mas expandir a história com liberdade criativa, permitindo novas versões de personagens e eventos dentro do cinema.

Como o filme foi desenvolvido até aqui?

Após o lançamento do primeiro Mortal Kombat em 2021, a Warner Bros. começou a estudar formas de expandir a franquia. Entre as ideias iniciais estavam derivados focados em personagens específicos, como Johnny Cage e Bi-Han, além de uma continuação direta da história principal.

Em 2022, o estúdio confirmou oficialmente a sequência, mantendo Simon McQuoid na direção e trazendo Jeremy Slater para o roteiro. A produção avançou ao longo dos anos seguintes, com filmagens iniciadas em junho de 2023 na Austrália. O processo enfrentou pausas devido à greve da SAG-AFTRA, sendo retomado posteriormente e concluído no início de 2024.

O que acontece na história do novo filme?

No novo filme, os campeões da Terra são colocados em um cenário ainda mais instável, com a chegada de Johnny Cage ao grupo e o avanço da ameaça liderada por Shao Kahn. A narrativa coloca os personagens em uma disputa que vai além da sobrevivência individual, atingindo diretamente o equilíbrio entre mundos.

O torneio, elemento central da franquia, ganha ainda mais importância, mas agora com consequências mais amplas e imprevisíveis. A tensão cresce tanto entre os combatentes quanto dentro das próprias alianças, que passam a ser testadas a cada nova batalha.

Por que a franquia está se afastando dos jogos?

Jeremy Slater afirmou que a intenção da equipe não é reproduzir os jogos de forma exata, mas reinterpretar sua base para o cinema. Isso permite maior liberdade para reorganizar personagens, eventos e cronologias sem ficar preso à estrutura original dos games.

A proposta é manter o espírito de Mortal Kombat, mas construir uma versão própria da história nos cinemas. Dessa forma, a franquia pode explorar caminhos inesperados e criar uma narrativa que funcione melhor dentro do formato cinematográfico.

O que pode acontecer no terceiro filme?

Caso seja aprovado, o terceiro filme deve seguir a estrutura de trilogia já discutida anteriormente pelos roteiristas da franquia. A ideia é que o primeiro filme apresente o universo, o segundo concentre o torneio e o terceiro mostre as consequências diretas desse confronto.

Esse formato permitiria uma expansão gradual da história, aprofundando personagens e conflitos de forma contínua. Elementos introduzidos em Mortal Kombat 2, como Johnny Cage e a escalada da ameaça de Shao Kahn, podem ter papel importante nessa possível continuação.

Qual o futuro da franquia no cinema?

Mesmo sem confirmação oficial de um terceiro capítulo, o segundo longa já funciona como peça central de uma possível trilogia. O interesse da equipe criativa em continuar a história, somado ao desenvolvimento antecipado de roteiros, indica que a franquia ainda tem espaço para crescer.

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