Sessão da Tarde da Semana | Veja os filmes exibidos de 18 a 22 de maio: Robin Hood, No Olho do Tornado e mais

A Sessão da Tarde desta segunda-feira, 18 de maio, apresenta o filme Robin Hood: A Origem, uma releitura moderna da famosa lenda do fora da lei que rouba dos ricos para ajudar os pobres. Longe das versões mais tradicionais e medievais que o público já conhece, o longa aposta em uma abordagem mais acelerada, visualmente estilizada e com forte apelo para o público que consome narrativas de ação contemporâneas.

Na história, acompanhamos Robin como um cruzado que retorna à Inglaterra após viver os horrores da guerra e se depara com um cenário marcado pela corrupção e abuso de poder. Ao perceber a desigualdade extrema comandada pela coroa e suas autoridades locais, ele decide entrar em rota de colisão com esse sistema. Nesse caminho, acaba formando uma aliança improvável com um guerreiro mouro, que se torna peça fundamental em sua transformação e no início de uma revolta popular. Essa parceria dá ao personagem uma nova dimensão, misturando estratégia, treinamento militar e uma construção de identidade que vai além do mito conhecido.

O protagonista é interpretado por Taron Egerton, conhecido por Kingsman e Rocketman, que traz uma versão mais impulsiva e física do herói, mais próxima de um protagonista de ação moderno do que da figura clássica da lenda inglesa. Ao seu lado, Jamie Foxx, vencedor do Oscar e conhecido por Ray e Django Livre, assume o papel do mentor que o treina e o ajuda a desenvolver suas habilidades de combate e liderança. Já Jamie Dornan, de Cinquenta Tons de Cinza e The Fall, participa do núcleo de conflito da trama, enquanto Ben Mendelsohn, de Rogue One e Capitã Marvel, interpreta o antagonista que representa a força opressora do sistema. Eve Hewson, vista em produções como The Knick e Behind Her Eyes, também ganha destaque ao reinterpretar Marian com mais participação ativa nos acontecimentos, fugindo da figura tradicionalmente passiva de versões antigas.

O filme se destaca principalmente pela forma como traduz a lenda para uma linguagem mais contemporânea. A direção de Otto Bathurst, conhecido pelo trabalho em Peaky Blinders, investe em uma estética marcada por cortes rápidos, cenas de ação coreografadas e uma ambientação que mistura elementos históricos com uma pegada quase urbana. Em vários momentos, a sensação é de estar assistindo a uma produção que se aproxima mais de filmes de super-heróis ou de jogos de ação do que de um épico medieval clássico.

Essa escolha visual divide opiniões, mas também é o que dá identidade ao filme. As cenas de combate, especialmente aquelas envolvendo o uso do arco e flecha em sequências intensas, são construídas para impactar visualmente e manter o ritmo sempre acelerado. Ao mesmo tempo, a narrativa tenta equilibrar esse espetáculo com temas como desigualdade social, abuso de poder e resistência popular, ainda que nem sempre consiga aprofundar essas discussões com o mesmo cuidado dedicado à ação.

Mesmo com recepção mista nos cinemas, Robin Hood: A Origem acabou encontrando seu espaço como uma versão alternativa e estilizada do personagem. Para alguns espectadores, a produção pode parecer distante da essência original do mito; para outros, funciona como uma releitura válida dentro de uma nova geração que consome histórias de forma mais dinâmica e visual.

Na terça, 19 de maio, a emissora apresenta o filme Bem-Vindo à Vida, uma produção que aposta em emoções mais intimistas para construir sua narrativa. Longe das grandes explosões ou da ação acelerada que costuma dominar o cinema comercial, o longa se apoia em relações humanas, conflitos familiares e decisões difíceis que acabam mudando o rumo da vida de seus personagens.

Na história, Sam descobre após a morte do pai que sua vida não era exatamente como ele imaginava. Em meio ao luto e às incertezas, ele recebe uma revelação inesperada: toda a herança do pai foi deixada para Josh Davis, um jovem problemático que ele nunca conheceu. Esse detalhe, aparentemente simples, acaba abrindo uma ferida profunda e, ao mesmo tempo, um caminho completamente novo para Sam.

Movido pela curiosidade e por uma necessidade de entender melhor essa história mal contada, ele decide se aproximar de Josh e de Frankie, a mãe do rapaz, sem revelar sua verdadeira ligação com a família. O que começa como uma aproximação cheia de segredos vai se transformando aos poucos em um relacionamento complexo, marcado por descobertas emocionais, conflitos internos e a construção de laços inesperados. Nesse processo, Sam passa a questionar suas próprias escolhas, sua relação com o passado e o significado real de família.

O filme traz no elenco nomes conhecidos de Hollywood que ajudam a dar força emocional à trama. Chris Pine interpreta Sam, trazendo uma atuação mais contida e sensível, focada nos conflitos internos do personagem. Já Elizabeth Banks aparece em um papel fundamental dentro da história, contribuindo para o desenvolvimento dos laços familiares que se formam ao longo do filme.

O elenco ainda conta com Michelle Pfeiffer, que adiciona camadas emocionais importantes à narrativa, além de Jon Favreau, que também integra o núcleo central da trama. Olivia Wilde, vista em produções como Tron: O Legado e House, complementa o elenco com uma participação que ajuda a reforçar as tensões emocionais da história.

Dirigido por Alex Kurtzman, o longa se destaca por apostar em uma abordagem mais humana e direta, evitando grandes artifícios visuais para focar no impacto das relações pessoais. A narrativa se constrói a partir de pequenas decisões e revelações que vão se acumulando até transformar completamente a vida dos personagens.

A Sessão da Tarde de quarta, 20 de maio, exibe No Olho do Tornado, um filme de desastre que acompanha a chegada de uma sequência de tornados violentos capazes de devastar uma cidade inteira em poucos minutos. A narrativa se desenvolve a partir de diferentes grupos de personagens que se encontram no meio do avanço da tempestade, cada um reagindo de forma distinta ao colapso repentino da rotina e da estrutura urbana ao redor.

A história acompanha desde caçadores de tempestades que perseguem os fenômenos para registro científico até moradores comuns que tentam sobreviver à destruição crescente. Entre eles, há um pai que tenta proteger os filhos em meio ao caos, equipes de resgate que enfrentam dificuldades para atuar durante os ventos intensos e jovens que acabam presos em áreas atingidas sem possibilidade de fuga imediata. A cidade se transforma em poucos instantes em um cenário instável, onde ruas, prédios e veículos são atingidos por ventos extremos e detritos em alta velocidade.

A condução da narrativa segue diferentes pontos de vista que se cruzam conforme os tornados avançam, criando uma sequência contínua de eventos ligados diretamente à força da tempestade. O foco recai sobre o impacto imediato do fenômeno, mostrando decisões tomadas sob pressão, deslocamentos forçados e tentativas de sobrevivência em meio à perda de controle total da situação.

No elenco, Richard Armitage interpreta Gary Fuller, um pai que tenta manter a família unida durante o avanço das tempestades. Sarah Wayne Callies vive uma pesquisadora que acompanha o comportamento dos tornados e registra dados em campo, enquanto Matt Walsh aparece como parte de uma equipe envolvida na cobertura dos eventos. Alycia Debnam-Carey interpreta uma jovem diretamente atingida pela destruição, presa em áreas de risco conforme os fenômenos avançam pela cidade. O elenco também conta com Max Deacon e Nathan Kress em papéis ligados ao núcleo familiar que se vê no centro da tragédia climática.

A direção de Steven Quale conduz o filme em ritmo contínuo, com cenas que registram os tornados em diferentes estágios de formação e impacto. Algumas sequências utilizam o formato de gravações em primeira pessoa, com câmeras portáteis e registros amadores que reforçam a sensação de proximidade com os eventos. Essa escolha visual aproxima o espectador da destruição em tempo real, destacando a força dos ventos, a queda de estruturas e o deslocamento violento de objetos em alta velocidade.

Os efeitos visuais ocupam papel central na produção, com recriações digitais dos tornados e dos danos causados na cidade. Carros sendo lançados, construções desmoronando e mudanças bruscas nas condições climáticas compõem o cenário de instabilidade constante, onde cada novo momento traz um risco diferente para os personagens envolvidos.

Lançado em 2014, o filme teve orçamento em torno de US$ 50 milhões e arrecadação superior a US$ 160 milhões, resultado que consolidou seu desempenho comercial dentro do gênero de catástrofe. A recepção da crítica foi dividida, mas o longa ganhou espaço entre produções voltadas ao espetáculo visual e à representação de desastres naturais em larga escala.

Na quinta, 21 de maio, a Globo apresenta o filme O Amor Mandou Mensagem, um romance contemporâneo que parte de um ponto simples e curioso: mensagens enviadas para um número de celular que já não deveria mais existir acabam criando uma ligação profunda entre duas pessoas que nunca se conheceram.

A história acompanha Mira, uma jovem escritora e ilustradora que tenta lidar com a morte repentina do noivo. Sem conseguir se afastar da dor, ela encontra uma forma de manter viva a presença dele ao enviar mensagens para o antigo número de telefone, como se ainda pudesse conversar com alguém que perdeu. O que ela não imagina é que o número foi reativado e agora pertence a Rob, um jornalista que passa a receber essas mensagens sem entender o contexto emocional por trás delas.

Rob também enfrenta um período difícil. Depois de ser abandonado pouco antes do casamento, ele passa a enxergar o amor com desconfiança e evita qualquer envolvimento mais profundo. Quando começa a receber as mensagens de Mira, ele se vê envolvido em uma situação que mistura curiosidade e desconforto, já que não sabe quem está por trás daquele contato nem o motivo de tamanha carga emocional. Ainda assim, a troca constante entre os dois cria uma conexão gradual, baseada apenas em palavras e sentimentos que surgem de forma inesperada.

Enquanto a relação se desenvolve à distância, Mira e Rob seguem lidando com suas próprias feridas emocionais, sem imaginar que estão, na verdade, se aproximando um do outro de forma indireta. O vínculo criado pelas mensagens começa a influenciar decisões, comportamentos e a forma como cada um enxerga suas próprias experiências de perda e recomeço.

No elenco, Priyanka Chopra Jonas interpreta Mira, dando à personagem uma construção marcada por sensibilidade e persistência diante do luto. Já Sam Heughan vive Rob, o jornalista que tenta manter distância emocional enquanto se vê cada vez mais envolvido nas mensagens misteriosas que recebe.

O filme também conta com a participação de Céline Dion, que interpreta a si mesma e aparece em momentos-chave da narrativa, contribuindo para o desenvolvimento emocional do protagonista e reforçando os temas ligados ao amor e à superação.

Dirigido por James C. Strouse, o longa constrói sua narrativa a partir de pequenas interações, usando o envio de mensagens como ponto central para explorar temas como saudade, solidão e a dificuldade de seguir em frente após uma perda importante. Em vez de grandes reviravoltas, a história avança com base em encontros, desencontros e descobertas que alteram lentamente a vida dos personagens.

A relação entre Mira e Rob se fortalece justamente por acontecer primeiro no campo virtual, onde ambos conseguem se abrir com mais liberdade antes de enfrentarem o contato real. Essa transição entre o digital e o presencial define o ritmo do filme e sustenta o desenvolvimento emocional da trama.

Na sexta-feira, 22 de maio, a emissora exibe o filme Dois É Demais em Orlando, uma comédia brasileira recente que transforma o clássico “viagem dos sonhos” em uma sequência de situações inesperadas, conflitos e descobertas pessoais durante uma estadia nos Estados Unidos. A história mistura humor leve com momentos de convivência forçada entre dois personagens completamente diferentes, presos em uma mesma jornada.

Tudo começa com João, um homem que está prestes a realizar um sonho antigo: conhecer os parques da Universal em Orlando, nos Estados Unidos. Fã de cinema e super-heróis, ele vê a viagem como a chance perfeita de viver experiências que sempre imaginou desde a infância. No entanto, antes de embarcar, sua rotina muda completamente quando sua chefe pede que ele assuma uma missão inesperada: levar Carlos Alberto, o filho dela, até o pai do garoto que vive no exterior.

Carlos Alberto, com apenas onze anos, chama atenção por agir com uma maturidade incomum para a idade. Ele fala e se comporta como um adulto em diversas situações, o que cria um contraste imediato com João, que já não lida bem com responsabilidades fora do planejado. O que era para ser apenas um favor profissional simples se transforma em uma viagem cheia de imprevistos logo no início.

Ao chegar aos Estados Unidos, o plano inicial desmorona quando o pai de Carlos Alberto não aparece para recebê-lo. Sem alternativa, João se vê obrigado a permanecer com o garoto e assumir uma responsabilidade que não esperava. A partir desse ponto, os dois passam a dividir o mesmo espaço, enfrentando diferenças de personalidade, rotina e visão de mundo, enquanto tentam lidar com os obstáculos que surgem durante a estadia em Orlando.

A convivência forçada dá início a uma sequência de situações caóticas e divertidas, especialmente porque João também precisa enfrentar seus próprios medos, incluindo a insegurança em relação a montanhas-russas e atrações radicais dos parques. Ao mesmo tempo, o comportamento extremamente racional de Carlos Alberto gera situações em que a lógica da criança entra em choque com a impulsividade do adulto, criando momentos de humor baseados justamente nesse contraste.

No elenco, o protagonista João é interpretado por Eduardo Sterblitch, que assume o papel de um adulto desajeitado e despreparado para lidar com responsabilidades inesperadas. Já Carlos Alberto é vivido por Pedro Burgarelli, que constrói um personagem infantil com postura séria e comportamento fora do comum para sua idade. O elenco ainda conta com Daniel Furlan, que integra o núcleo cômico da produção e contribui para o ritmo de humor característico do filme.

Dirigido por Rodrigo Van Der Put, o longa foi produzido pela Globo Filmes em coprodução com o Telecine e chegou aos cinemas em 2024. O roteiro assinado por Daniela Ocampo, Luiza Yabrudi e Eduardo Caldas constrói a narrativa a partir do choque entre duas personalidades opostas, usando a viagem como cenário para o desenvolvimento da relação entre os personagens.

A história se apoia na ideia de convivência forçada, onde dois desconhecidos precisam aprender a lidar um com o outro em um ambiente completamente diferente do habitual. Nesse processo, a viagem aos parques de Orlando deixa de ser apenas um sonho individual e passa a se transformar em uma experiência compartilhada, marcada por conflitos, descobertas e momentos de parceria inesperada.

Euphoria | Que horas estreia o episódio 6 da 3ª temporada hoje na HBO Max e o que aconteceu até agora?

A terceira temporada de Euphoria, criada por Sam Levinson, chegou ao público em 12 de abril de 2026 na HBO e no HBO Max, retomando os personagens em um cenário totalmente reorganizado após o fim do ensino médio. A produção, que teve desenvolvimento iniciado em 2022 e filmagens realizadas apenas em 2025, avança agora para sua segunda metade com o episódio 6, exibido neste domingo (17), ampliando as consequências das escolhas feitas pelos protagonistas.

Que horas estreia o episódio 6?

O episódio 6 da 3ª temporada de Euphoria estreia às 22h (horário de Brasília), com transmissão simultânea na HBO e liberação no catálogo da HBO Max. A série mantém o padrão de lançamentos semanais, o que permite que cada capítulo avance a narrativa de forma contínua, reforçando a construção gradual dos conflitos.

O que aconteceu até agora na 3ª temporada?

A nova fase da série reposiciona Rue após o período escolar. Tentando se afastar das drogas, ela começa trabalhando em uma pequena loja, mas essa tentativa de estabilidade se desfaz rapidamente quando Laurie reaparece com cobranças relacionadas à dívida acumulada. Sem alternativas, Rue volta a se envolver com o tráfico, agora em uma escala ainda mais perigosa e controlada por novas figuras do submundo.

Nesse novo ambiente, Rue passa a atuar como intermediária em entregas ligadas a uma rede maior, o que a coloca sob observação constante de criminosos que não toleram erros. A situação se complica ainda mais quando ela é integrada ao círculo de Alamo, responsável por clubes de strip-tease e operações paralelas no mercado ilegal. Um incidente envolvendo drogas adulteradas resulta na morte de uma dançarina, elevando a tensão e colocando Rue em risco direto de retaliação.

Enquanto isso, a vida dos antigos colegas de escola também sofre transformações profundas. Cassie e Nate tentam sustentar uma relação baseada em aparência e status, mas enfrentam problemas financeiros que expõem fragilidades do casal. Nate, pressionado por dívidas e investidores impacientes, começa a perder o controle das próprias decisões, enquanto Cassie tenta reforçar sua presença nas redes sociais para manter relevância e independência.

Maddy assume uma nova postura profissional ao trabalhar com gerenciamento de influenciadores e artistas digitais, tentando transformar sua experiência em algo mais estruturado. Ao mesmo tempo, Lexi se envolve em produções audiovisuais dentro da indústria do entretenimento, buscando espaço em um ambiente competitivo e cheio de limitações criativas.

Jules, por sua vez, vive em Nova York e passa a explorar uma rotina mais instável, alternando entre independência financeira e relações que colocam sua estabilidade emocional à prova. Essa nova fase mostra uma personagem distante da dinâmica original da série, mas ainda conectada às consequências de sua trajetória anterior.

Como os conflitos se conectam nesta temporada?

A 3ª temporada da série constrói suas histórias de forma paralela, mas com pontos de impacto indiretos entre os personagens. As decisões de um acabam influenciando o destino de outro, mesmo quando não há contato direto entre eles. Essa estrutura amplia a sensação de instabilidade constante, já que nenhuma escolha parece isolada.

Rue se torna o centro desse emaranhado ao ser empurrada novamente para o crime, agora em um nível mais perigoso e sem controle pessoal. A presença de figuras como Laurie e Alamo reforça esse deslocamento, transformando sua jornada em uma sequência de situações onde sobrevivência e dívida caminham juntas.

Ao mesmo tempo, Cassie e Nate lidam com a pressão de manter uma imagem de sucesso enquanto enfrentam problemas reais que ameaçam sua estabilidade. A relação dos dois passa por rupturas frequentes, com decisões impulsivas que ampliam o desgaste emocional.

O que já aconteceu de mais importante na temporada?

Entre os acontecimentos mais marcantes até aqui, está o momento em que Rue passa a trabalhar diretamente dentro da rede de Alamo, o que a coloca em contato com um ambiente ainda mais violento do que o que já conhecia. Outro ponto relevante foi o incidente envolvendo drogas adulteradas, que resultou em morte e desencadeou uma reação imediata das figuras criminosas envolvidas.

Paralelamente, Cassie enfrenta o colapso da imagem idealizada que tentava construir, enquanto Nate lida com a pressão crescente de dívidas e ameaças externas. Já Maddy e Lexi seguem caminhos mais profissionais, mas ainda impactados pelas relações e decisões do passado. Jules, em Nova York, representa um contraponto mais isolado, vivendo uma rotina que mistura autonomia e vulnerabilidade.

O que o episódio 6 deve aprofundar?

O novo capítulo deve reforçar principalmente a escalada dos riscos enfrentados por Rue dentro da rede criminosa, ao mesmo tempo em que outras histórias começam a mostrar consequências mais diretas das escolhas anteriores. A tensão acumulada entre os personagens deve continuar se expandindo, sem soluções imediatas.

Origem | Episódio 4 da 4ª temporada ganha data de estreia no Globoplay e aprofunda novos mistérios

A 4ª temporada de Origem segue avançando dentro do Globoplay com a mesma proposta que sustenta a série desde o início: uma cidade sem saída, cercada por fenômenos que desafiam qualquer explicação lógica. Após os eventos do episódio anterior, o capítulo 4, intitulado “De Mitos e Monstros”, chega para ampliar a camada de mistério que envolve o local e seus habitantes.

Quando o episódio 4 chega ao Globoplay?

O novo episódio da temporada estreia no Globoplay na quinta-feira, 21 de maio. A plataforma mantém o esquema de lançamentos semanais após a exibição inicial de dois episódios liberados juntos no início da temporada, o que mantém o ritmo da narrativa sempre em movimento, sem longas pausas entre os acontecimentos.

O que esperar de De Mitos e Monstros?

Criada por John Griffin, Origem combina terror e ficção científica em uma história centrada em pessoas presas em um lugar que não obedece às regras normais do mundo exterior. O episódio 4 deve avançar na forma como os próprios moradores interpretam o que vivem, principalmente quando começam a transformar eventos estranhos em narrativas próprias, quase como mitos criados dentro do isolamento.

A ideia do episódio parece caminhar para uma exploração mais profunda do imaginário coletivo da cidade, onde o que é visto e o que é entendido nem sempre caminham juntos. Isso abre espaço para novas interpretações sobre as forças que agem durante a noite e sobre como elas influenciam o comportamento de quem está preso ali.

Quem são os personagens centrais da história?

A trama acompanha o casal Jim Matthews (Eion Bailey) e Tabitha Matthews (Catalina Sandino Moreno), que viajam pelos Estados Unidos com seus filhos Julie (Hannah Cheramy) e Ethan (Simon Webster). Durante o trajeto em um trailer, a família entra em uma estrada rural e encontra uma árvore caída bloqueando o caminho principal. Ao tentar desviar, eles acabam chegando a uma pequena cidade no meio-oeste americano.

A princípio, o local parece apenas isolado, mas logo fica evidente que há algo errado. Qualquer tentativa de saída termina no mesmo ponto, como se as ruas se reorganizassem para manter todos ali dentro. Sem alternativas, a família passa a conviver com outros moradores que revelam a mesma origem: todos chegaram por acidente e nunca conseguiram partir.

O que torna a cidade tão perigosa?

Com o tempo, os personagens descobrem que o maior perigo não é apenas o isolamento, mas o que acontece quando a noite cai. A cidade é cercada por criaturas desconhecidas, que surgem no escuro e representam uma ameaça constante a quem ainda tenta sobreviver naquele ambiente.

Os moradores precisam seguir regras rígidas para permanecer vivos, criando uma rotina de proteção que envolve abrigo e vigilância constante. Mesmo assim, ninguém consegue explicar a origem dessas regras ou por que elas funcionam. Esse conjunto de mistérios mantém a tensão permanente dentro da narrativa.

Como a série constrói esse universo?

Desde sua estreia, Origem tem sido desenvolvida com base em uma estrutura que mistura sobrevivência e mistério. O foco não está apenas no perigo imediato, mas na tentativa constante de entender por que aquele lugar existe e qual força mantém todos presos ali.

Ao longo das temporadas, a produção aprofunda a rotina dos moradores e mostra como cada grupo tenta lidar com a realidade imposta pela cidade. Algumas figuras assumem papéis de liderança, enquanto outras se concentram em buscar explicações científicas ou sobrenaturais para o que acontece.

Uma história de origem desconhecida e regras invisíveis

Dos mesmos produtores de Lost, a série acompanha a família Matthews em uma viagem que muda completamente de direção após entrarem em uma cidade aparentemente comum. O que começa como um problema de rota se transforma em um ciclo sem saída, onde todos os caminhos levam ao mesmo ponto.

Jim e Tabitha, junto dos filhos Julie e Ethan, logo percebem que não estão sozinhos. Outros moradores relatam experiências semelhantes, chegando ao local por coincidências diferentes, mas presos pelo mesmo destino. Aos poucos, eles entendem que não se trata apenas de um acidente, mas de algo maior que interfere diretamente em suas vidas.

Lanternas revela nova prévia com Hal Jordan em ação e detalha visual dos poderes dos heróis do DCU

A HBO e a DC Studios liberaram uma nova prévia de Lanternas, oferecendo um primeiro olhar mais direto sobre como os efeitos visuais dos anéis dos heróis cósmicos estão sendo trabalhados na série. O vídeo chega como um aquecimento para o trailer completo, que será divulgado nesta segunda, 18 de maio, aumentando a curiosidade em torno da produção que faz parte da nova fase do universo da DC. Abaixo, confira o vídeo:

O destaque do material fica com Hal Jordan, interpretado por Kyle Chandler, em uma sequência de combate onde ele utiliza um escudo de energia para se proteger de disparos. No meio da ação, uma voz desconhecida surge repetindo a pergunta “Você está com medo?”, criando um tom de tensão que indica que a série deve ir além do lado puramente visual dos poderes e explorar também o impacto psicológico ligado ao uso dos anéis.

O que a prévia mostra sobre os efeitos dos anéis dos Lanternas?

O vídeo deixa claro que os poderes dos heróis vão ter um tratamento visual mais detalhado e consistente dentro do DCU. Em vez de apenas efeitos genéricos de energia, as construções feitas pelos anéis aparecem com mais textura e variação, como se fossem projeções sólidas moldadas em tempo real pela mente dos personagens.

A cena de Hal Jordan criando um escudo durante o confronto serve justamente para apresentar essa abordagem. A sensação é de que cada uso do anel vai refletir o estado emocional e o nível de controle do personagem naquele momento, o que pode abrir espaço para sequências mais criativas ao longo da série.

Quem são Hal Jordan e John Stewart nessa nova fase da DC?

A série acompanha Hal Jordan e John Stewart, interpretados por Kyle Chandler e Aaron Pierre, em uma investigação que acontece na Terra, mas com conexão direta ao universo maior dos Lanternas Verdes. Jordan surge como o veterano experiente, enquanto Stewart entra como alguém mais recente na função, aprendendo a lidar com o peso da responsabilidade que vem com o anel.

A dinâmica entre os dois deve ser um dos pontos centrais da história, já que a produção não aposta apenas em ação espacial, mas também em investigação e parceria entre os personagens. A presença de Kelly Macdonald no elenco ainda não teve detalhes revelados, o que mantém parte do núcleo secundário em aberto.

Como a série mudou até chegar nesse formato?

O projeto passou por várias mudanças desde seu anúncio original. Em 2019, Greg Berlanti iniciou o desenvolvimento de uma série dos Lanternas Verdes para a HBO Max, com uma proposta mais ampla, envolvendo diferentes personagens e linhas do tempo dentro do universo da DC.

Com a reformulação liderada por James Gunn e Peter Safran, a ideia foi ajustada para um foco mais direto em Hal Jordan e John Stewart, deixando de lado a estrutura fragmentada planejada anteriormente. A nova abordagem posiciona a série como uma história de investigação, mais próxima de dramas criminais do que de aventuras espaciais tradicionais.

Chris Mundy assumiu como showrunner, enquanto James Hawes ficou responsável pela direção dos primeiros episódios, filmados em Los Angeles entre fevereiro e julho de 2025.

Qual o papel da série dentro do novo DCU?

A trama não funciona apenas como uma introdução dos personagens principais, mas também como parte importante da construção do novo universo compartilhado da DC. A investigação conduzida por Jordan e Stewart deve se conectar a eventos maiores do DCU, ajudando a estabelecer bases para futuras histórias.

Essa integração faz com que a série tenha um peso maior dentro do planejamento geral do estúdio, funcionando como peça de ligação entre diferentes produções que ainda estão por vir.

Quando a série chega ao público?

A estreia está marcada para 16 de agosto de 2026, com exibição simultânea na HBO e no catálogo da HBO Max.

Domingo Maior (17/05) exibe Força Bruta e coloca detetive Ma Seok-do em perseguição internacional

No Domingo Maior de hoje, 17 de maio, a Globo apresenta o filme sul-coreano Força Bruta, produção de ação e crime lançada em 2022 que coloca o detetive Ma Seok-do em uma missão fora do território sul-coreano. A trama acompanha o policial em uma operação de extradição que rapidamente se transforma em uma investigação mais ampla, envolvendo uma sequência de assassinatos ligados a um criminoso que atua contra turistas há anos.

A história se inicia quando Ma Seok-do é enviado para um país estrangeiro com a tarefa de trazer de volta um suspeito que se entrega voluntariamente às autoridades coreanas. O que parecia uma missão direta e controlada muda de direção quando o detetive percebe inconsistências no comportamento do criminoso e sinais de que há muito mais por trás da suposta rendição.

Quem é o detetive que entra em uma missão fora do país?

Interpretado por Ma Dong-seok, Ma Seok-do é um investigador conhecido por sua abordagem direta e pouco convencional dentro da Unidade de Crimes Graves da polícia de Geumcheon. No filme, ele é colocado em uma operação internacional ao lado de sua equipe para conduzir a extradição de um criminoso que fugiu para o Vietnã.

A princípio, o caso parece simples, já que o suspeito se apresenta espontaneamente na embaixada sul-coreana. No entanto, a desconfiança da equipe cresce ainda durante o deslocamento, quando detalhes sobre o histórico do investigado e sua movimentação no exterior começam a indicar que a entrega pode não ser tão espontânea quanto aparenta.

O que leva a investigação além da extradição inicial?

Ao chegar ao país estrangeiro, Ma Seok-do e sua equipe percebem que o caso ultrapassa os limites de uma simples transferência de preso. A presença de crimes recentes na região chama atenção dos investigadores, especialmente por envolver vítimas com padrão semelhante: turistas estrangeiros atacados em circunstâncias ainda não totalmente esclarecidas.

A partir desse ponto, a missão de extradição perde protagonismo e dá lugar a uma investigação paralela, conduzida de maneira informal pelo próprio detetive, já que a equipe não possui autorização legal para agir plenamente em território estrangeiro. Mesmo assim, Ma Seok-do decide seguir as pistas deixadas pelos crimes, ignorando limitações diplomáticas e operacionais.

Quem está por trás dos crimes que surgem durante a missão?

O principal antagonista da trama é Kang Hae-sang, interpretado por Son Suk-ku, um criminoso associado a uma série de assassinatos que ocorreram ao longo de anos, tendo como alvo principal turistas estrangeiros. Sua presença se torna o centro da investigação quando os policiais começam a conectar os casos recentes a um padrão mais amplo de violência.

À medida que a investigação avança, a atuação de Kang Hae-sang revela um histórico de crimes que não estavam oficialmente ligados a um único suspeito. A ausência de jurisdição clara no país estrangeiro dificulta o avanço da apuração formal, mas reforça a determinação de Ma Seok-do em continuar a perseguição.

Como a ação se desenvolve fora das fronteiras coreanas?

Sem apoio completo das autoridades locais e com restrições legais para atuar armado, Ma Seok-do e sua equipe precisam adaptar suas estratégias para lidar com o ambiente desconhecido. O filme utiliza esse deslocamento geográfico como elemento central da narrativa, ampliando o nível de tensão ao colocar os protagonistas em um cenário onde não possuem controle institucional.

A investigação se transforma em uma sequência de perseguições e confrontos diretos, onde o detetive utiliza métodos próprios para rastrear o criminoso. Essa dinâmica reforça o estilo da franquia, que combina ação física intensa com uma linha investigativa baseada em confronto direto entre policial e criminoso.

O que torna Força Bruta um destaque na TV aberta?

Lançado originalmente em 2022, Força Bruta ganhou destaque internacional ao expandir o universo iniciado em The Outlaws, consolidando Ma Dong-seok como um dos nomes mais reconhecidos do cinema de ação sul-coreano recente. A produção equilibra cenas de combate corpo a corpo com uma narrativa policial que avança a partir de pistas, investigações e confrontos diretos.

Batman: Parte II esconde peças-chave do elenco e levanta dúvidas sobre o futuro de Gotham

A produção de Batman: Parte 2 segue avançando com informações controladas e poucas confirmações diretas sobre o papel dos novos integrantes do elenco. Apesar de nomes de grande impacto já estarem vinculados ao projeto, a produção mantém em sigilo absoluto quais personagens cada ator interpretará, o que alterou a leitura inicial de várias especulações feitas por fãs e veículos especializados.

Entre os nomes mais comentados estão Sebastian Stan, Scarlett Johansson e Charles Dance, que foram associados a personagens como Harvey Dent, Gilda Gold Dent e Christopher Dent em diferentes rumores divulgados nos últimos meses. No entanto, essas ligações nunca foram oficializadas pela produção. O diretor Matt Reeves confirmou a participação desses atores, mas evitou qualquer definição sobre suas funções na trama, o que reforça a possibilidade de que o estúdio esteja conduzindo uma estratégia de ocultação narrativa para preservar reviravoltas do enredo.

O núcleo central do primeiro filme permanece intacto e continua sendo o ponto de sustentação da narrativa. Robert Pattinson retorna como Bruce Wayne, ainda no início de sua trajetória como vigilante e profundamente marcado pelos eventos que expuseram a fragilidade institucional de Gotham. Zoë Kravitz volta como Selina Kyle, enquanto Colin Farrell segue como Oz Cobb, personagem que ganhou novo peso dentro da estrutura criminal da cidade após o colapso causado pelo Charada.

Jeffrey Wright retorna como James Gordon, mantendo sua posição como elo entre a investigação policial e a atuação do vigilante, enquanto Andy Serkis volta como Alfred Pennyworth, reforçando o núcleo emocional de Bruce Wayne. A permanência desse grupo indica que a continuação deve aprofundar diretamente as consequências dos eventos anteriores, especialmente a instabilidade política e social deixada pela inundação de Gotham.

O elenco recém-anunciado esconde papéis já conhecidos pelo público?

A principal dúvida em torno da produção envolve justamente os personagens interpretados pelos novos nomes do elenco. A associação de Sebastian Stan ao papel de Harvey Dent ganhou força em especulações iniciais, assim como a ideia de Scarlett Johansson como Gilda Gold Dent e Charles Dance como Christopher Dent. No entanto, a ausência de confirmações oficiais abriu espaço para a possibilidade de que essas interpretações estejam incorretas ou incompletas.

A estratégia de manter silêncio sobre os papéis tem sido interpretada como uma forma de preservar reviravoltas narrativas ligadas à transformação política e judicial de Gotham. Isso se encaixa no estilo adotado por Matt Reeves no primeiro filme, que trabalhou com revelações graduais e mudanças de perspectiva ao longo da trama.

Como Gotham foi deixada após o primeiro filme?

O encerramento do primeiro longa deixou Gotham em uma situação de colapso estrutural. A cidade foi inundada após os planos do Charada, interpretado por Paul Dano, que expôs uma rede de corrupção envolvendo figuras políticas, policiais e criminosos. Esse evento não apenas destruiu parte da infraestrutura urbana, como também expôs a fragilidade das instituições que sustentavam a ordem na cidade.

A investigação conduzida por Batman e James Gordon revelou conexões profundas entre o crime organizado e o sistema político de Gotham, incluindo a influência de Carmine Falcone e a participação indireta de figuras ligadas à família Wayne. Esse cenário criou uma base narrativa em que a reconstrução da cidade ocorre paralelamente à reorganização do crime e do poder político.

O que muda para Bruce Wayne após os eventos anteriores?

A trajetória de Bruce Wayne foi diretamente afetada pelas revelações sobre seu pai, Thomas Wayne, e suas conexões com decisões políticas e criminais do passado. A descoberta de que sua família esteve envolvida em ações moralmente controversas alterou a forma como ele interpreta sua missão como Batman.

Esse impacto não se limita ao aspecto emocional, mas também redefine sua relação com Gotham. Bruce deixa de atuar apenas como vigilante reativo e passa a enfrentar conflitos mais profundos sobre o papel da própria família Wayne na construção da cidade que ele tenta proteger.

Selina Kyle continua ligada a Gotham ou rompe com a cidade?

Selina Kyle encerrou o primeiro filme em um ponto de ruptura com Gotham. Após enfrentar diretamente as consequências de sua origem ligada ao crime organizado, ela decide deixar a cidade, indicando um afastamento tanto físico quanto emocional do ambiente que a moldou.

Esse movimento cria um espaço narrativo importante para a continuação, já que sua relação com Bruce Wayne e com o submundo criminoso permanece aberta. A forma como essa conexão será retomada ainda não foi detalhada, mas sua presença no núcleo principal indica que Gotham ainda exerce influência sobre suas decisões.

Quando o novo filme chega aos cinemas?

A única data confirmada até o momento é 1º de outubro de 2027, quando Batman: Parte 2 estreia nos cinemas norte-americanos. A produção segue em fase inicial, o que explica o controle rigoroso sobre as informações divulgadas até agora e o ritmo lento de anúncios sobre elenco e narrativa.

Lanternas divulga novo teaser e apresenta universo investigativo com Hal Jordan e John Stewart

O novo universo compartilhado da DC começou a ganhar forma diante do público. No útlimo sábado, 17 de maio, James Gunn divulgou nas redes sociais um teaser inédito de Lanternas, produção que acompanhará Hal Jordan e John Stewart durante uma investigação ligada a acontecimentos misteriosos na Terra.

As primeiras imagens mostram uma abordagem bastante diferente das adaptações anteriores envolvendo os Lanternas Verdes. Em vez de concentrar a narrativa em batalhas espaciais grandiosas e conflitos interplanetários constantes, a série apresenta uma estrutura mais próxima de thrillers policiais e uma investigação que parece ter consequências diretas para o futuro do novo DCU.

 
 
 
 
 
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O que aparece no teaser divulgado por James Gunn?

Mesmo curto, o vídeo liberado por Gunn já oferece uma noção mais clara sobre o tom visual da produção. As cenas mostram Hal Jordan e John Stewart circulando por áreas urbanas isoladas, ambientes escuros e locais ligados à investigação que servirá como eixo principal da temporada.

A relação entre os dois personagens também começa a ser desenhada logo nas primeiras imagens. Hal surge como um Lanterna experiente, marcado por anos de missões e conflitos espalhados pelo universo, enquanto John Stewart aparece como alguém ainda tentando compreender a dimensão do poder que recebeu ao entrar para a tropa dos Lanternas Verdes.

Outro detalhe que chamou atenção foi a fotografia da série, que abandona o visual excessivamente iluminado normalmente associado aos heróis da DC para apresentar cenários mais densos, silenciosos e realistas. A comparação com True Detective, citada anteriormente por James Gunn, fica ainda mais evidente após a divulgação do teaser.

Quem está no elenco da série?

Kyle Chandler interpreta Hal Jordan. O ator ficou conhecido por trabalhos em Friday Night Lights e Bloodline, além de participações em produções de suspense e drama ao longo da carreira. Já Aaron Pierre dará vida a John Stewart. O ator ganhou visibilidade recentemente após atuações em Rebel Ridge e Mufasa: O Rei Leão.

A produção também conta com Kelly Macdonald em um papel ainda mantido sob sigilo pela HBO. Nos bastidores, a série reúne nomes importantes ligados à televisão contemporânea. Chris Mundy comanda a produção como showrunner, enquanto Tom King participa diretamente da construção criativa da série. Já Damon Lindelof, conhecido por Watchmen e Lost, também esteve envolvido no desenvolvimento inicial do projeto.

Como Lanternas mudou completamente desde 2019?

A trajetória da série até chegar ao formato atual passou por diversas reformulações. O projeto começou a ser desenvolvido em 2019 por Greg Berlanti, responsável por várias séries baseadas em personagens da DC.

Naquele momento, a proposta era completamente diferente. A ideia inicial pretendia explorar vários Lanternas distintos ao longo de diferentes períodos históricos, incluindo personagens como Guy Gardner, Jessica Cruz, Simon Baz, Alan Scott e Kilowog.

Hal Jordan e John Stewart não fariam parte da produção porque ainda existia a intenção de utilizar os personagens em filmes ligados ao antigo Universo Estendido da DC. A série chegou a contratar roteiristas, diretores e até iniciar preparação de elenco antes de sofrer mudanças radicais.

Tudo foi alterado após a chegada de James Gunn e Peter Safran ao comando da DC Studios em 2022. A dupla decidiu reorganizar toda a estrutura da franquia e redefiniu Lanternas como uma peça importante dentro do novo DCU.

A produção deixou de ser uma narrativa espalhada por décadas para se transformar em uma investigação concentrada em Hal Jordan e John Stewart, aproximando a série de histórias policiais contemporâneas.

Qual será a importância da série para o novo DCU?

Desde os primeiros anúncios do novo universo da DC, James Gunn afirmou que a série terá ligação direta com eventos futuros da franquia. A investigação conduzida pelos protagonistas deve revelar elementos importantes para histórias que serão desenvolvidas nos próximos anos dentro do DCU.

Por causa disso, a série passou a ocupar uma posição estratégica para a DC Studios. Além de introduzir oficialmente os Lanternas Verdes na nova continuidade, a produção também servirá para expandir a parte cósmica da franquia e conectar futuras produções de cinema e televisão.

Outro ponto importante envolve o formato escolhido pela HBO. Em vez de seguir a estrutura tradicional de aventuras espaciais gigantescas, a série parece interessada em trabalhar tensão psicológica, conspirações e relações humanas mais complexas dentro daquele universo.

Quando estreia?

Lanternas chega oficialmente em 16 de agosto de 2026 na programação da HBO e também no catálogo da HBO Max. A data marca a estreia da série dentro do novo Universo DC, apresentando ao público a investigação conduzida por Hal Jordan e John Stewart desde o primeiro episódio.

The Boys divulga primeiras imagens do episódio final e aproxima Butcher do confronto mais perigoso da série

A contagem regressiva para o fim de The Boys já começou, e o clima para o episódio final da série está longe de ser tranquilo. Faltando apenas alguns dias para a conclusão da produção, o Prime Video divulgou o primeiro trailer oficial do último capítulo da quinta temporada, antecipando um cenário de destruição total, conflitos internos e uma guerra aberta contra Capitão Pátria.

As imagens reveladas mostram um mundo praticamente dominado pelo medo enquanto o personagem interpretado por Antony Starr assume de vez uma posição autoritária e passa a agir sem qualquer limite. Depois de temporadas explorando o crescimento político e psicológico do vilão, a série chega ao seu momento mais extremo justamente quando Capitão Pátria abandona qualquer tentativa de parecer um herói para se transformar em uma ameaça global.

Criada por Eric Kripke e inspirada nos quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson, a produção construiu sua identidade ao longo dos anos através de violência explícita, humor ácido e críticas diretas ao culto de celebridades, extremismo político e manipulação midiática. A temporada final amplia ainda mais esses elementos e transforma o universo da série em um território completamente instável.

O que mudou depois que Capitão Pátria conseguiu o V1?

Grande parte da transformação da temporada aconteceu após a introdução do V1, uma versão inicial do Composto V ligada ao sangue de Soldier Boy. Desde sua primeira menção, a substância foi tratada como algo capaz de alterar totalmente o equilíbrio daquele universo, principalmente por oferecer ao usuário habilidades ainda mais poderosas e, potencialmente, imortalidade.

Quando Capitão Pátria finalmente consegue o V1, a série muda completamente de tom. O personagem deixa de agir apenas como um manipulador político e passa a assumir uma postura quase divina diante de seus seguidores. Os episódios recentes mostram multidões venerando o líder dos Supers como uma entidade religiosa, enquanto discursos extremistas e campanhas de desinformação espalham caos pelas ruas.

A influência do personagem cresce ainda mais após o assassinato do presidente dos Estados Unidos, momento que simboliza a ruptura definitiva entre Capitão Pátria e qualquer estrutura tradicional de poder. A partir daí, o vilão dissolve os Sete e começa a consolidar sua própria visão de sociedade, baseada na superioridade dos Supers sobre os humanos comuns.

A presença de Irmã Sage também foi decisiva para essa escalada. Extremamente estratégica, a personagem ajudou a construir a narrativa pública que fortaleceu Capitão Pátria ao longo da temporada, manipulando informações e incentivando o confronto entre humanos e Supers.

Como os Rapazes foram destruídos ao longo da temporada?

Enquanto Capitão Pátria consolidava seu domínio, os Rapazes enfrentavam uma das fases mais difíceis desde o início da série. A equipe passou boa parte da temporada tentando desenvolver um vírus capaz de eliminar Supers definitivamente, mas o plano rapidamente se transformou em uma corrida desesperada marcada por fracassos, traições e mortes.

Billy Butcher, interpretado por Karl Urban, se tornou o principal símbolo desse desgaste. Consumido pela obsessão de destruir Capitão Pátria, o personagem passou a tomar decisões cada vez mais extremas, colocando aliados em risco e aprofundando ainda mais os conflitos internos da equipe.

Ao mesmo tempo, Hughie, Annie January e Mother’s Milk tentavam manter algum senso de humanidade diante do caos crescente. A série mostrou o grupo emocionalmente esgotado após anos de confrontos violentos, especialmente depois que ficou claro que o poder de Capitão Pátria havia alcançado um nível praticamente impossível de enfrentar.

Um dos momentos mais devastadores da temporada aconteceu com Frenchie. Durante a invasão da base dos Rapazes, o personagem sacrifica a própria vida para impedir que Capitão Pátria encontre Kimiko e Sage. A morte brutal de Frenchie abalou completamente a equipe e reforçou a sensação de que ninguém está realmente seguro na reta final da série.

Kimiko também atravessou uma das jornadas mais difíceis da temporada. Além do trauma pela perda de Frenchie, a personagem participou diretamente dos experimentos envolvendo o vírus e da tentativa de recriar habilidades semelhantes às de Soldier Boy, elemento que pode ser crucial para o episódio final.

Ryan pode ser a única fraqueza de Capitão Pátria?

Outro núcleo fundamental da temporada envolve Ryan, filho biológico de Capitão Pátria. Desde temporadas anteriores, o garoto já era tratado como peça-chave para o futuro daquele universo, mas agora seu papel ganhou importância ainda maior.

Capitão Pátria passou boa parte da temporada tentando moldar Ryan à sua própria imagem, incentivando o garoto a enxergar humanos comuns como seres inferiores. Em paralelo, Butcher continuou tentando impedir que Ryan siga o mesmo caminho destrutivo do pai.

Os episódios recentes mostraram Ryan cada vez mais perturbado com as atitudes violentas de Capitão Pátria, especialmente após testemunhar agressões brutais e manipulações psicológicas promovidas pelo próprio pai. O conflito emocional do personagem se tornou um dos elementos centrais da reta final e pode influenciar diretamente o desfecho da guerra.

O trailer divulgado pelo Prime Video reforça essa tensão ao mostrar Ryan dividido entre os dois lados enquanto o caos se espalha pelas ruas.

O que o episódio final pode mudar no universo da série?

Mesmo encerrando a história principal de The Boys, a sensação é de que o universo da franquia continuará vivo através de derivados e novas produções ligadas ao mesmo mundo, incluindo Gen V.

Ainda assim, o foco do episódio final parece totalmente concentrado em concluir a rivalidade entre Butcher e Capitão Pátria, conflito que move a série desde sua estreia em 2019. O trailer deixa claro que o encerramento apostará em confrontos violentos, destruição em larga escala e consequências definitivas para vários personagens importantes.

Marvel já discute novo projeto do Justiceiro após sucesso brutal de Uma Última Morte no Disney+

A Marvel Studios parece determinada a transformar novamente o Justiceiro em uma peça importante do Universo Cinematográfico Marvel. Pouco tempo após a chegada de O Justiceiro: Uma Última Morte ao catálogo do Disney+, começaram a surgir informações de que um novo projeto envolvendo Frank Castle já estaria em desenvolvimento nos bastidores do estúdio.

Segundo informações divulgadas pelo insider Daniel Ritchman em seu Patreon, a Marvel trabalha atualmente em uma nova produção centrada no anti-herói interpretado por Jon Bernthal. O detalhe que ainda permanece indefinido é justamente o formato do projeto. Internamente, o estúdio avalia diferentes possibilidades, que incluem uma nova série, um longa-metragem para streaming ou até outra apresentação especial nos moldes do recente lançamento.

A movimentação reforça a percepção de que a Marvel encontrou uma nova forma de utilizar personagens mais violentos dentro do MCU sem necessariamente depender de temporadas extensas ou filmes tradicionais para cinema. E, no caso do Justiceiro, a resposta do público parece ter convencido o estúdio de que ainda existe muito espaço para explorar Frank Castle.

Como Uma Última Morte recolocou o Justiceiro no centro do MCU?

Lançado como parte do selo Marvel Television, Uma Última Morte funciona como uma continuação direta da trajetória iniciada na série O Justiceiro e retomada mais recentemente em Demolidor: Renascido.

Com cerca de 45 minutos de duração e classificação TV-MA, o especial apostou em uma abordagem muito mais sombria e psicológica do personagem, deixando de lado parte da estrutura tradicional de histórias de super-heróis para mergulhar no desgaste emocional de Frank Castle após anos de violência.

Na trama, Castle acredita ter encerrado definitivamente sua guerra contra o crime depois de eliminar os últimos envolvidos nas mortes de sua família. No entanto, o passado continua perseguindo o personagem através de alucinações constantes e lembranças traumáticas que transformam Little Sicily, em Nova York, em um ambiente quase sufocante.

Enquanto tenta abandonar a identidade do Justiceiro, Frank passa a ser caçado pela criminosa Ma Gnucci, matriarca da Família Gnucci, que coloca um preço por sua cabeça e mobiliza criminosos da cidade inteira contra ele.

O especial utiliza esse cenário para construir uma narrativa muito mais íntima e melancólica do que a maioria das produções recentes da Marvel, explorando culpa, trauma psicológico e a incapacidade de Frank Castle de viver longe da violência.

Por que Jon Bernthal virou peça central do projeto?

Grande parte da repercussão positiva do especial gira justamente em torno da atuação de Jon Bernthal. Desde sua estreia como Frank Castle ainda nas séries da antiga Marvel Television produzidas para a Netflix, o ator passou a ser visto por muitos fãs como a versão definitiva do personagem em live-action.

Desta vez, porém, Bernthal teve uma participação muito maior nos bastidores. Além de reprisar o papel, ele também ajudou a desenvolver a história ao lado de Reinaldo Marcus Green, cineasta responsável pela direção do especial.

Os dois já haviam trabalhado juntos anteriormente em King Richard: Criando Campeãs e na minissérie We Own This City. A parceria acabou influenciando diretamente o tom mais pesado e dramático de Uma Última Morte.

O próprio Bernthal comentou em entrevistas recentes que não queria simplesmente retornar ao personagem de maneira superficial. Segundo o ator, a Marvel exigiu que ele apresentasse uma proposta sólida antes de aprovar o projeto, o que acabou lhe dando participação ativa em praticamente todas as etapas criativas da produção.

Essa aproximação fez com que o especial se tornasse um dos primeiros trabalhos do MCU realmente construídos a partir de ideias desenvolvidas diretamente por um dos atores centrais da franquia.

Como o especial conecta o Justiceiro ao futuro da Marvel?

Além da violência intensa e do clima sombrio, o especial também serve como ponte para o futuro do personagem dentro do MCU. O especial acontece após os eventos da primeira temporada de Demolidor: Renascido, série que mostrou Frank Castle sendo preso pelo prefeito de Nova York, Wilson Fisk.

Ao longo do especial, Frank aparece emocionalmente destruído, atormentado por visões de personagens importantes de seu passado, incluindo Karen Page e sua filha Lisa. Em determinado momento, ele chega a considerar o suicídio diante do túmulo da família, antes de ser puxado novamente para o ciclo de violência que definiu sua vida.

O desfecho mostra Castle aceitando que jamais conseguirá abandonar completamente a figura do Justiceiro. Depois de salvar moradores inocentes de Little Sicily, ele retorna às ruas usando um novo uniforme e retomando sua guerra pessoal contra criminosos.

Esse encerramento praticamente funciona como uma declaração de intenções da Marvel: Frank Castle ainda está longe de desaparecer do MCU.

O novo projeto pode mudar o formato das histórias do anti-herói?

Um dos aspectos mais curiosos envolvendo o futuro do personagem é justamente a liberdade de formato que a Marvel parece estar considerando. Diferente de outros heróis do estúdio, o Justiceiro funciona dentro de uma estrutura mais flexível, capaz de sustentar desde filmes urbanos até especiais mais curtos e violentos.

Internamente, a boa recepção do especial abriu espaço para que a Marvel avalie novas histórias sem a obrigação de encaixar Frank Castle em grandes eventos cósmicos ou produções gigantescas do MCU.

Isso também acompanha uma mudança perceptível na estratégia da Marvel Television, que passou a investir em projetos mais fechados, focados em personagens específicos e narrativas menos grandiosas.

A possibilidade de outro especial parece especialmente forte porque o formato permitiu ao estúdio explorar uma história mais adulta sem precisar estender a narrativa artificialmente por vários episódios.

O Justiceiro pode se tornar um dos rostos mais violentos do MCU?

Durante muitos anos, Frank ocupou uma posição delicada dentro da Marvel Studios justamente por causa do nível de violência associado ao personagem. No entanto, o sucesso recente de produções mais maduras do MCU mostra que o estúdio parece cada vez mais confortável em trabalhar com conteúdos voltados para públicos mais velhos.

Com isso, o vigilante acabou encontrando um espaço único dentro da franquia: um personagem urbano, brutal e emocionalmente destruído que funciona quase como contraponto ao lado mais colorido e fantástico do universo Marvel.

Se o novo projeto realmente avançar, existe uma chance real de Frank Castle se tornar um dos personagens mais recorrentes dessa nova fase mais sombria do MCU, especialmente ao lado de figuras como Demolidor e Wilson Fisk.

Michael ultrapassa US$ 700 milhões e prova que cinebiografia do rei do POP virou fenômeno mundial

O impacto de Michael nas bilheterias continua crescendo. Mesmo após várias semanas em cartaz, o longa dirigido por Antoine Fuqua voltou a assumir a liderança nos cinemas norte-americanos e consolidou sua posição como um dos maiores sucessos comerciais de 2026. O desempenho reforça a força da marca construída por Michael Jackson décadas após o auge de sua carreira e mostra que o interesse do público pela trajetória do artista continua extremamente forte ao redor do mundo.

Segundo dados divulgados pela Variety, a produção arrecadou US$ 26,1 milhões nos Estados Unidos e Canadá apenas em seu quarto fim de semana de exibição, superando inclusive a estreia de O Diabo Veste Prada 2 nas bilheterias domésticas. O resultado elevou a arrecadação do filme para cerca de US$ 282 milhões somente na América do Norte.

No mercado internacional, os números também impressionam. A produção já acumula aproximadamente US$ 422 milhões fora dos Estados Unidos, alcançando uma bilheteria global de US$ 704 milhões. Com isso, o longa-metragem se consolida entre os filmes mais lucrativos do ano e amplia ainda mais a discussão sobre o poder das cinebiografias musicais em Hollywood.

Como a cinebiografia reconstrói a trajetória do rei do POP?

O longa acompanha diferentes fases da vida de Michael Jackson, começando ainda na infância do cantor durante a formação do The Jackson 5 nos anos 1960. A narrativa mostra a transformação do jovem artista em um fenômeno mundial da música pop, atravessando momentos decisivos de sua carreira até a grandiosa turnê Bad Tour, no final da década de 1980.

A produção dedica boa parte de sua duração à relação intensa entre Michael e seu pai, Joseph Jackson, retratado como uma figura extremamente rígida durante os ensaios e o gerenciamento da carreira dos filhos. O filme mostra como a pressão dentro da família ajudou a moldar tanto o perfeccionismo quanto as inseguranças que acompanharam o cantor ao longo da vida.

Outro ponto importante da narrativa envolve a construção de álbuns históricos como Off the Wall e Thriller. O roteiro recria momentos ligados ao processo criativo de Michael, incluindo a parceria com Quincy Jones e a transformação do artista em um fenômeno global da indústria fonográfica.

A cinebiografia também revisita acontecimentos marcantes da carreira do cantor, como a lendária apresentação de “Billie Jean” no especial Motown 25, o impacto revolucionário dos videoclipes exibidos pela MTV e o acidente envolvendo um comercial da Pepsi que deixou o rei do POP com queimaduras graves na cabeça durante as gravações.

Quem interpreta o cantor no filme?

Um dos principais pontos de curiosidade envolvendo o projeto foi justamente a escolha do ator responsável por interpretar Michael Jackson. A produção apostou em Jaafar Jackson, sobrinho do próprio cantor, em sua estreia no cinema.

A escalação chamou atenção desde o anúncio inicial porque Jaafar possui semelhanças físicas e corporais com o tio, além de reproduzir movimentos e expressões que ficaram mundialmente conhecidos ao longo da carreira do artista. Grande parte da repercussão positiva do longa gira justamente em torno de sua performance, considerada por muitos espectadores um dos elementos mais fortes da produção.

O filme ainda utiliza Juliano Krue Valdi para interpretar o cantor durante a infância. Já o elenco de apoio reúne nomes como Nia Long, Miles Teller, Colman Domingo, Mike Myers e Laura Harrier.

Por que o desenvolvimento do filme enfrentou mudanças nos bastidores?

Embora tenha chegado aos cinemas apenas em 2026, o projeto começou a ser desenvolvido anos antes. A primeira movimentação oficial aconteceu em 2019, quando o produtor Graham King conseguiu os direitos para produzir um filme baseado na vida do rei do POP. O roteiro ficou sob responsabilidade de John Logan, conhecido por trabalhos ligados a dramas e grandes produções históricas.

Em 2023, Antoine Fuqua foi confirmado na direção e as gravações começaram oficialmente no início de 2024. No entanto, a produção acabou enfrentando atrasos provocados pela greve do sindicato SAG-AFTRA em Hollywood, obrigando o estúdio a reorganizar o cronograma das filmagens.

Além disso, o projeto passou por alterações importantes depois que produtores descobriram restrições jurídicas relacionadas às acusações de abuso sexual infantil envolvendo Michael Jackson nos anos 1990. Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, referências a esse período foram removidas do longa e o terceiro ato precisou passar por mudanças e refilmagens em 2025.

As alterações acabaram gerando críticas ainda antes da estreia, principalmente entre jornalistas e parte da imprensa especializada, que acusaram a produção de suavizar aspectos mais controversos da vida do cantor.

O filme agradou à crítica?

Apesar do enorme sucesso comercial, o filme recebeu avaliações bastante divididas. Muitos críticos elogiaram a atuação de Jaafar Jackson e destacaram o cuidado visual na recriação dos shows, figurinos e coreografias clássicas do cantor.

Por outro lado, parte da imprensa especializada criticou a forma como a cinebiografia escolheu retratar determinados momentos da trajetória de Michael Jackson. Alguns veículos classificaram o roteiro como excessivamente “higienizado”, apontando que o filme evita aprofundar conflitos mais delicados ligados à vida pessoal do artista.

Ainda assim, a recepção do público foi significativamente mais positiva do que a da crítica profissional. O desempenho nas bilheterias mostra que a nostalgia em torno da carreira de Michael Jackson continua extremamente forte, principalmente entre fãs que cresceram acompanhando sua música e seu impacto cultural.

O sucesso pode transformar a cinebiografia em franquia?

Mesmo sendo apresentado inicialmente como um filme único, o enorme retorno financeiro já começou a movimentar discussões sobre expansão da história. Informações divulgadas pela indústria indicam que um segundo longa já está em desenvolvimento.

A possibilidade de continuação faz sentido dentro da própria estrutura da primeira produção, que concentra sua narrativa principalmente na ascensão artística de Michael até o final dos anos 1980. Isso abre espaço para futuros capítulos explorarem outras fases da carreira do cantor, incluindo transformações visuais, mudanças na indústria musical e os acontecimentos mais turbulentos das décadas seguintes.

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