Marvel já discute novo projeto do Justiceiro após sucesso brutal de Uma Última Morte no Disney+

A Marvel Studios parece determinada a transformar novamente o Justiceiro em uma peça importante do Universo Cinematográfico Marvel. Pouco tempo após a chegada de O Justiceiro: Uma Última Morte ao catálogo do Disney+, começaram a surgir informações de que um novo projeto envolvendo Frank Castle já estaria em desenvolvimento nos bastidores do estúdio.

Segundo informações divulgadas pelo insider Daniel Ritchman em seu Patreon, a Marvel trabalha atualmente em uma nova produção centrada no anti-herói interpretado por Jon Bernthal. O detalhe que ainda permanece indefinido é justamente o formato do projeto. Internamente, o estúdio avalia diferentes possibilidades, que incluem uma nova série, um longa-metragem para streaming ou até outra apresentação especial nos moldes do recente lançamento.

A movimentação reforça a percepção de que a Marvel encontrou uma nova forma de utilizar personagens mais violentos dentro do MCU sem necessariamente depender de temporadas extensas ou filmes tradicionais para cinema. E, no caso do Justiceiro, a resposta do público parece ter convencido o estúdio de que ainda existe muito espaço para explorar Frank Castle.

Como Uma Última Morte recolocou o Justiceiro no centro do MCU?

Lançado como parte do selo Marvel Television, Uma Última Morte funciona como uma continuação direta da trajetória iniciada na série O Justiceiro e retomada mais recentemente em Demolidor: Renascido.

Com cerca de 45 minutos de duração e classificação TV-MA, o especial apostou em uma abordagem muito mais sombria e psicológica do personagem, deixando de lado parte da estrutura tradicional de histórias de super-heróis para mergulhar no desgaste emocional de Frank Castle após anos de violência.

Na trama, Castle acredita ter encerrado definitivamente sua guerra contra o crime depois de eliminar os últimos envolvidos nas mortes de sua família. No entanto, o passado continua perseguindo o personagem através de alucinações constantes e lembranças traumáticas que transformam Little Sicily, em Nova York, em um ambiente quase sufocante.

Enquanto tenta abandonar a identidade do Justiceiro, Frank passa a ser caçado pela criminosa Ma Gnucci, matriarca da Família Gnucci, que coloca um preço por sua cabeça e mobiliza criminosos da cidade inteira contra ele.

O especial utiliza esse cenário para construir uma narrativa muito mais íntima e melancólica do que a maioria das produções recentes da Marvel, explorando culpa, trauma psicológico e a incapacidade de Frank Castle de viver longe da violência.

Por que Jon Bernthal virou peça central do projeto?

Grande parte da repercussão positiva do especial gira justamente em torno da atuação de Jon Bernthal. Desde sua estreia como Frank Castle ainda nas séries da antiga Marvel Television produzidas para a Netflix, o ator passou a ser visto por muitos fãs como a versão definitiva do personagem em live-action.

Desta vez, porém, Bernthal teve uma participação muito maior nos bastidores. Além de reprisar o papel, ele também ajudou a desenvolver a história ao lado de Reinaldo Marcus Green, cineasta responsável pela direção do especial.

Os dois já haviam trabalhado juntos anteriormente em King Richard: Criando Campeãs e na minissérie We Own This City. A parceria acabou influenciando diretamente o tom mais pesado e dramático de Uma Última Morte.

O próprio Bernthal comentou em entrevistas recentes que não queria simplesmente retornar ao personagem de maneira superficial. Segundo o ator, a Marvel exigiu que ele apresentasse uma proposta sólida antes de aprovar o projeto, o que acabou lhe dando participação ativa em praticamente todas as etapas criativas da produção.

Essa aproximação fez com que o especial se tornasse um dos primeiros trabalhos do MCU realmente construídos a partir de ideias desenvolvidas diretamente por um dos atores centrais da franquia.

Como o especial conecta o Justiceiro ao futuro da Marvel?

Além da violência intensa e do clima sombrio, o especial também serve como ponte para o futuro do personagem dentro do MCU. O especial acontece após os eventos da primeira temporada de Demolidor: Renascido, série que mostrou Frank Castle sendo preso pelo prefeito de Nova York, Wilson Fisk.

Ao longo do especial, Frank aparece emocionalmente destruído, atormentado por visões de personagens importantes de seu passado, incluindo Karen Page e sua filha Lisa. Em determinado momento, ele chega a considerar o suicídio diante do túmulo da família, antes de ser puxado novamente para o ciclo de violência que definiu sua vida.

O desfecho mostra Castle aceitando que jamais conseguirá abandonar completamente a figura do Justiceiro. Depois de salvar moradores inocentes de Little Sicily, ele retorna às ruas usando um novo uniforme e retomando sua guerra pessoal contra criminosos.

Esse encerramento praticamente funciona como uma declaração de intenções da Marvel: Frank Castle ainda está longe de desaparecer do MCU.

O novo projeto pode mudar o formato das histórias do anti-herói?

Um dos aspectos mais curiosos envolvendo o futuro do personagem é justamente a liberdade de formato que a Marvel parece estar considerando. Diferente de outros heróis do estúdio, o Justiceiro funciona dentro de uma estrutura mais flexível, capaz de sustentar desde filmes urbanos até especiais mais curtos e violentos.

Internamente, a boa recepção do especial abriu espaço para que a Marvel avalie novas histórias sem a obrigação de encaixar Frank Castle em grandes eventos cósmicos ou produções gigantescas do MCU.

Isso também acompanha uma mudança perceptível na estratégia da Marvel Television, que passou a investir em projetos mais fechados, focados em personagens específicos e narrativas menos grandiosas.

A possibilidade de outro especial parece especialmente forte porque o formato permitiu ao estúdio explorar uma história mais adulta sem precisar estender a narrativa artificialmente por vários episódios.

O Justiceiro pode se tornar um dos rostos mais violentos do MCU?

Durante muitos anos, Frank ocupou uma posição delicada dentro da Marvel Studios justamente por causa do nível de violência associado ao personagem. No entanto, o sucesso recente de produções mais maduras do MCU mostra que o estúdio parece cada vez mais confortável em trabalhar com conteúdos voltados para públicos mais velhos.

Com isso, o vigilante acabou encontrando um espaço único dentro da franquia: um personagem urbano, brutal e emocionalmente destruído que funciona quase como contraponto ao lado mais colorido e fantástico do universo Marvel.

Se o novo projeto realmente avançar, existe uma chance real de Frank Castle se tornar um dos personagens mais recorrentes dessa nova fase mais sombria do MCU, especialmente ao lado de figuras como Demolidor e Wilson Fisk.

Crítica – Maldição da Múmia tenta ressuscitar o terror clássico, mas entrega um filme sem alma e sem impacto

O longa-metragem Maldição da Múmia tinha tudo para funcionar. Terror clássico, uma entidade antiga, drama familiar e um diretor que já mostrou que sabe brincar com o gênero. Mas, no fim das contas, o filme disponível na Warner Bros. Pictures acaba sendo mais uma daquelas produções que parecem promissoras no papel, mas não conseguem transformar isso em algo realmente marcante na tela.

Dirigido por Lee Cronin, o longa tenta equilibrar emoção e horror, mas tropeça justamente nessa mistura. A sensação constante é de que o filme segura o freio quando deveria pisar fundo.

Começa bem… e depois se perde sem saber para onde ir

O início até engana. O desaparecimento de Katie cria um impacto interessante, dá peso emocional e faz você pensar que vem algo mais denso por aí. Quando a menina reaparece anos depois, claramente diferente, o clima muda e o suspense cresce.

Só que esse crescimento não se sustenta.

O filme começa a repetir ideias, alongar situações e, pior, não aprofunda o que realmente importa. A tensão que parecia promissora vai se diluindo aos poucos, até virar algo previsível.

Terror morno para quem esperava mais coragem

Se tem uma coisa que chama atenção aqui é como o filme parece tímido. Ainda mais vindo de alguém que dirigiu Evil Dead Rise, que não tinha medo de exagerar e ir longe no horror.

Em Maldição da Múmia, o gore até aparece, mas nunca impressiona de verdade. Tem cenas desconfortáveis, sim, mas nada que faça você realmente reagir. Parece tudo controlado demais, seguro demais.

E isso é um problema para um filme que deveria causar impacto.

Personagens que não ajudam a sustentar a história

O elenco, com nomes como Jack Reynor e Laia Costa, até faz o que pode. Mas o roteiro não ajuda muito. Falta profundidade, falta construção e, principalmente, falta fazer o público se importar de verdade.

A relação familiar, que deveria ser o coração da história, nunca atinge o nível emocional que promete. Você entende o drama, mas não chega a sentir.

Boas ideias jogadas no meio do caminho

O mais frustrante é perceber que o filme até tem boas sacadas. Elementos como o uso de código morse ou algumas situações envolvendo a transformação da Katie mostram que havia criatividade ali.

Mas tudo parece mal aproveitado. As ideias surgem e desaparecem sem grande impacto, como se o roteiro não soubesse o que fazer com elas.

Longo demais para o que entrega

Com mais de duas horas de duração, o filme até mantém um ritmo aceitável, mas não justifica esse tempo todo. Falta conteúdo para sustentar a duração.

Não chega a ser arrastado, mas também não empolga. É aquele tipo de filme que você acompanha até o final mais por curiosidade do que por envolvimento.

Vale a pena assistir?

Depende muito da expectativa.

Se você gosta de terror mais leve, com clima sobrenatural e sem grandes ousadias, talvez funcione. Agora, se a ideia é ver algo impactante, marcante ou minimamente inovador, a chance de decepção é grande.

No fim, Maldição da Múmia não é um desastre, mas também passa longe de ser memorável. É um filme que tinha potencial para ser muito mais, mas escolhe o caminho mais seguro possível.

“Pica-Pau: O Filme” será exibido na Sessão da Tarde desta quarta (30/07), trazendo muita confusão e nostalgia

Foto: Reprodução/ Internet

Nesta quarta-feira, dia 30 de julho, a TV Globo convida você para uma viagem leve, divertida e repleta de nostalgia com a exibição de “Pica-Pau: O Filme” (Woody Woodpecker, 2017) na Sessão da Tarde. O pássaro mais travesso da floresta está de volta às telinhas com seu inconfundível riso e uma nova missão: proteger seu lar de uma dupla ambiciosa.

Sim, ele continua birrento, barulhento e absolutamente impossível. E é exatamente por isso que gera tantas risadas — geração após geração.

🎬 Uma história clássica com cara nova

Segundo a sinopse do AdoroCienma, misturando animação digital com atores reais, Pica-Pau: O Filme é uma atualização moderna de um dos personagens mais icônicos da cultura pop. Criado por Walter Lantz e Ben Hardaway em 1940, Pica-Pau se consagrou nas telinhas como um símbolo da irreverência, da liberdade e da traquinagem. A adaptação para os cinemas mantém esse espírito, mas também abre espaço para temas atuais como preservação ambiental, ganância imobiliária e pertencimento.

Na trama, o personagem é forçado a defender a floresta onde vive após o advogado Lance Walters (interpretado por Timothy Omundson) decidir construir uma mansão luxuosa bem no meio do seu território. Ao lado de sua namorada Vanessa (papel de Thaila Ayala), Lance acredita que poderá transformar a região em uma fonte de lucros. Mas o que eles não esperavam era encontrar um morador ilustre armado com travessuras, armadilhas e muita energia elétrica… literalmente!

Enquanto a dupla tenta seguir com a construção, o Pica-Pau entra em ação para sabotar cada passo da obra. O resultado? Uma série de confusões que misturam comédia física, piadas visuais, e o carisma caótico de um personagem que nunca envelhece.

🐦 O elenco: entre Brasil e Hollywood

Uma das curiosidades mais marcantes sobre Pica-Pau: O Filme é a presença da atriz Thaila Ayala, que representa o Brasil no elenco principal. Com uma carreira consolidada na televisão brasileira e passagens por séries e filmes internacionais, Thaila dá vida à sofisticada (e levemente malvada) Vanessa, cúmplice de Lance na empreitada gananciosa.

Além dela, o filme conta com:

Timothy Omundson (Galavant, Psych), como Lance, o vilão convencido; Graham Verchere, como Tommy, o filho de Lance — um garoto sensível que logo se afeiçoa ao Pica-Pau; Eric Bauza, renomado dublador de animações (DuckTales, Looney Tunes), que dá voz ao Pica-Pau na versão original em inglês.

Dirigido por Alex Zamm, especialista em filmes familiares (O Pequeno Stuart Little 3, Dr. Dolittle 5), o longa entrega exatamente o que se propõe: entretenimento para toda a família, com toques de aventura e um humor que transita bem entre o infantil e o nostálgico.

🌎 Brasil: o primeiro país a ver o filme

É raro, mas aconteceu: O filme foi lançado primeiro no Brasil, em 5 de outubro de 2017, antes mesmo de chegar aos Estados Unidos. E não foi coincidência.

O personagem tem uma legião de fãs por aqui desde os anos 80 e 90, época em que os desenhos eram exibidos diariamente na televisão aberta. Por isso, a estreia nacional ganhou atenção especial, com campanhas promocionais que incluíram a presença do personagem em cidades como Brasília, Curitiba, Manaus, Olinda, Rio de Janeiro, São Paulo e até nas Cataratas do Iguaçu, onde cenas icônicas do desenho original foram recriadas ao vivo com direito a figurino e tudo!

A estratégia deu certo. Logo no fim de semana de estreia, o longa atraiu mais de 319 mil espectadores, garantindo o maior público da semana nos cinemas brasileiros — ainda que o filme Blade Runner 2049 tenha liderado em faturamento. Já no segundo final de semana, Pica-Pau: O Filme assumiu o topo das bilheteiras no Brasil, provando o carinho dos fãs com o personagem.

🔍 Uma floresta como palco — e personagem

Apesar de ser um filme leve, Pica-Pau também traz, de forma simples, temas relevantes para o público infantojuvenil. O enredo convida à reflexão sobre a importância do meio ambiente, do respeito aos animais e da ganância humana. A floresta, nesse caso, não é apenas cenário, mas um espaço vivo que precisa ser protegido — e o Pica-Pau, com toda sua excentricidade, vira o defensor inesperado da natureza.

Esses elementos tornam o filme mais do que um simples passatempo: ele se encaixa perfeitamente nas discussões que muitas crianças já vivenciam em casa e na escola. A mensagem é clara, mesmo entre as risadas: a casa dos outros merece respeito, mesmo quando o morador é um pássaro hiperativo e provocador.

😂 Riso garantido para todas as idades

Um dos maiores trunfos do longa é manter o humor anárquico do personagem. O Pica-Pau, com sua risada inconfundível, arma pegadinhas, explode canos, sabota gruas, derruba paredes e aplica sua marca registrada: ser mais esperto (e mais rápido) do que qualquer humano.

Apesar das atualizações visuais, o filme preserva a essência do personagem, trazendo de volta elementos clássicos dos desenhos — como a rivalidade com figuras de autoridade e a insistência em pregar peças em quem tenta limitá-lo.

Mesmo que o público-alvo principal sejam crianças entre 6 e 12 anos, os adultos que cresceram assistindo ao Pica-Pau vão se divertir com os easter eggs visuais, as referências aos episódios clássicos e, claro, com a sensação de reencontrar um velho conhecido.

🎞️ Uma produção com toques nostálgicos e cara de Sessão da Tarde

Quem cresceu nos anos 90 ou 2000 sabe: Sessão da Tarde era sinônimo de diversão leve, heróis atrapalhados, vilões caricatos e finais felizes. E Pica-Pau: O Filme se encaixa perfeitamente nessa tradição.

A produção foi pensada para ser acessível, rápida e direta. Com pouco mais de 1h30 de duração, ritmo ágil e situações cômicas o tempo inteiro, o filme é ideal para uma tarde em família — seja para distrair as crianças nas férias ou para oferecer um momento de descontração no meio da semana.

🛒 E depois da TV?

Além da exibição pela Sessão da Tarde, o longa-metragem também está disponível em diversas plataformas de streaming para quem quiser assistir ou rever a qualquer momento. Assinantes da Netflix e do Telecine podem assistir ao longa sem custo adicional dentro da mensalidade. Já no Prime Video, o filme está disponível no formato de aluguel a partir de R$ 9,90. Basta escolher a plataforma preferida e se divertir com as travessuras do pássaro mais irreverente da floresta!

Fuzil, o irreverente ‘Herói do Brasil’, é o convidado do “The Noite com Danilo Gentili” desta quarta (23/07)

Foto: Divulgação/ SBT

Na noite desta quarta-feira, 23 de julho de 2025, o palco do The Noite com Danilo Gentili recebe um convidado que carrega não apenas anos de estrada no rádio e na TV, mas também uma trajetória marcada por reinvenções, tropeços, afetos e a rara habilidade de rir de si mesmo. Fuzil, o “herói do Brasil” — como ficou conhecido entre os fãs do Pânico —, retorna ao centro das atenções para uma conversa que promete ser tão hilária quanto tocante. As informações são do SBT.

Mais do que uma figura popular entre os ouvintes e telespectadores brasileiros, Fuzil é símbolo de um tipo de comunicador que nasce da rua, cresce entre o povo e constrói sua força com carisma e vulnerabilidade. A entrevista, gravada nos estúdios do SBT, irá ao ar à meia-noite e promete trazer à tona lembranças do passado, detalhes de sua vida longe dos holofotes e os bastidores de seu aguardado retorno à televisão. Mas quem é o homem por trás do apelido? E por que sua presença no The Noite gera tanta expectativa?

O radialista que virou personagem – e depois virou pai, filho e sobrevivente

Para muitos, Fuzil é aquele repórter irreverente que corria pelas ruas com um microfone na mão, distribuía perguntas provocativas e arrancava gargalhadas com situações inusitadas. Mas por trás da persona sempre esteve um comunicador de alma popular, formado na escola da observação direta, da escuta e do improviso. Natural de São Paulo, ele iniciou a carreira no rádio ainda jovem, em meio à efervescência dos anos 1990. Passou por diversos programas e emissoras até ganhar projeção nacional como repórter de rua do Pânico, tanto no rádio quanto na TV. Era o tempo da zoeira desmedida, do humor físico, dos quadros em que ele se jogava — muitas vezes literalmente — de paraquedas, no chão, no ridículo.

Fuzil virou personagem. E como acontece com tantos personagens cômicos, sua dor pessoal era muitas vezes invisível por trás da máscara. “Quando você trabalha com humor, muita gente acha que sua vida é leve. Mas não é. Às vezes, é exatamente o oposto. Você precisa ser forte pra continuar fazendo os outros rirem quando você mesmo tá em pedaços”, já declarou em entrevistas anteriores.

Um tempo de silêncio: o luto que mudou tudo

Nos últimos anos, Fuzil esteve mais recluso, longe das câmeras. O que poucos sabiam é que esse afastamento foi provocado por uma perda devastadora: a morte de seu pai. O luto o tirou de cena por algum tempo. Não por falta de trabalho ou talento, mas por necessidade emocional. “Era como se o mundo tivesse ficado sem cor”, contou recentemente nas redes sociais. “Você perde o chão. E quando você vive do riso, fica difícil achar qualquer graça nas coisas.”

Essa fase marcou um ponto de virada em sua vida. Foi quando, segundo pessoas próximas, ele passou a rever sua relação com a fama, com o corpo, com o tempo e, principalmente, com sua filha. Fuzil se redescobriu como pai e entendeu que a presença afetiva precisava ser mais forte do que a presença pública. Essa redescoberta também incluiu cuidar de si — física e emocionalmente. “Eu passei a me olhar com mais carinho. Não só por fora, com estética, mas por dentro também. Era hora de me dar um novo começo”, confidenciou.

O convite de Emílio Surita: um bilhete para o recomeço

Foi em meio a esse redemoinho emocional que chegou o convite que mudaria o rumo de sua trajetória. Emílio Surita, apresentador e um dos idealizadores do Pânico, o chamou para retornar à nova versão do programa — agora no YouTube e nas redes sociais, com o frescor de um novo formato e a essência de sempre.

“Eu nem estava esperando. Tinha acabado de enterrar meu pai. Estava num dos momentos mais tristes da minha vida. E aí, dois dias depois, chega a mensagem do Emílio. Achei que era brincadeira”, revelou em entrevista a um podcast recente.

O reencontro com os antigos colegas de bancada não foi apenas profissional. Foi emocional. Foi o resgate de uma identidade, de uma voz que parecia ter sido engolida pela dor e pelo tempo. O retorno também o colocou diante de um público renovado, jovem, ávido por humor — mas também por verdade.

“Hoje eu não tenho mais vergonha de mostrar meu lado humano. Antes, eu achava que precisava ser o piadista o tempo todo. Agora não. Agora eu sou o Fuzil por inteiro.”

O Herói do Brasil: por que esse apelido continua fazendo sentido

Durante os anos em que participou do Pânico, Fuzil ganhou o apelido de “Herói do Brasil”. O nome nasceu do humor — um herói atrapalhado, quase uma paródia —, mas, com o tempo, passou a carregar outro significado. Ser herói, no caso de Fuzil, nunca foi sobre força física, nem sobre superpoderes. Era sobre coragem emocional. Sobre acordar no meio do caos e ainda assim tentar fazer alguém sorrir. Sobre não desistir quando tudo diz que sim. Sobre viver de improviso — como tantos brasileiros fazem.

E é por isso que, mesmo depois de tantos anos, ele continua sendo chamado assim. “Eu acho que virei herói porque sobrevivi”, brinca. “E sobrevivi com humor. Que é a maior arma que a gente tem.”

Expectativas para a entrevista no The Noite

O programa promete ser mais do que uma simples entrevista. Será um reencontro. Não só de Fuzil com a TV aberta, mas do público com uma figura que, mesmo longe das telas, permaneceu no imaginário afetivo de gerações. Segundo a produção, a conversa trará bastidores da carreira, histórias inéditas do rádio e da TV, curiosidades sobre sua rotina e, claro, momentos de puro humor — marca registrada de ambos os lados da bancada.

Gentili, conhecido por conduzir entrevistas com leveza e ironia, teria se emocionado em alguns trechos, especialmente ao tocar em temas como paternidade e saúde mental. “É uma honra conversar com alguém que representa tanto a resistência da comunicação popular brasileira”, adiantou o apresentador nos bastidores.

Além do programa: os próximos passos de Fuzil

A volta aos holofotes não se resume ao The Noite. Fuzil já está envolvido em novos projetos: conteúdos no TikTok e YouTube, participação em podcasts, possíveis quadros no novo Pânico e até um documentário sobre sua trajetória. Além disso, há planos de um livro, no qual ele pretende contar os bastidores da fama, os momentos de escuridão e os aprendizados de quem aprendeu a rir mesmo quando tudo parecia desabar. “A vida nunca me deu nada fácil. Mas eu também nunca pedi moleza. Só pedi pra não ser esquecido. E acho que, de algum jeito, o público nunca me esqueceu.”

The Voice Kids 28/05/2023 tem novas batalhas

Foto: Reprodução/ Internet

Prepare-se para mais uma emocionante tarde de Batalhas no próximo domingo, 28/05/2023, logo após a Temperatura Máxima, no incrível palco do The Voice Kids. Sob a condução carismática de Fátima Bernardes, os técnicos Carlinhos Brown, IZA e Mumuzinho enfrentam o desafio de escolher apenas uma voz a cada três crianças que se apresentam juntas. Ao final dessa etapa, os times dos técnicos serão reduzidos de 18 para 6 participantes cada.

No domingo passado, durante o primeiro dia das Batalhas, as despedidas emocionantes após as primeiras seleções dos técnicos levaram Fátima às lágrimas. No entanto, o programa foi além das emoções. O bom humor dos artistas trouxe leveza ao palco, e as crianças impressionaram a todos com sua maturidade, recebendo elogios por sua evolução no programa. Para encerrar a tarde com chave de ouro, IZA presenteou a plateia com uma performance musical arrebatadora, cantando “Valerie” (Abigail Harding | Boyan Chowdhury | Dave McCabe | Russell Pritchard | Sean Payne).

No Time Brown, os talentosos Vitória Forrozeira, após uma batalha intensa com Luana Sousa e Sofia Simplício, e Alejandro Rodrigues, que encantou ao competir com Renan Santos e Rhyan Gabriel, seguem na competição. O Time IZA continua representado por Isa Carmargo, que brilhou em sua apresentação ao lado de Bernardo Caliman e Giovanna Ferreira, e Mirelly Raiane, que conquistou seu lugar após uma performance emocionante com Júlia Cleff e Laura Lago. Já no Time Mumu, Clara Castro conquistou a vitória, deixando para trás as talentosas Larah Bia e Louise Dominato. Além dela, Alícia Rachel surpreendeu ao vencer a disputa contra Juan Peter e Maria Clara Davite.

Sob a direção artística de Creso Eduardo Macedo e a apresentação carismática de Fátima Bernardes, o The Voice Kids cativa a audiência a cada semana. A produção, liderada por Valesca Campos, e a direção de gênero de Boninho garantem um espetáculo de qualidade e emoção. Não perca o programa que vai ao ar aos domingos, com reprise às segundas no Multishow, e prepare-se para mais momentos inesquecíveis protagonizados pelos talentos mirins que estão brilhando no palco do The Voice Kids.

Resumo semanal A Terra Prometida 08/02/2024 a 16/02/2024

Foto: Reprodução/ Internet

Abaixo, está o resumo da trama semanal de A Terra Prometida entre os dias 08/02/2024 e 16/02/2024. Não perca os emocionantes episódios que estão programados para ir ao ar a partir das 15h30, na programação da Record TV.

A Terra Prometida: Resumo da semana 08 de fevereiro a 09 de fevereiro de 2024

Resumo da novela A Terra Prometida de quinta-feira, 08/02/2024 

Jordi e Ravena conduzem um ritual pagão para celebrar a união de Yussuf e sua noiva, com Eleazar oficializando o casamento, emocionando Laila e Elidade. Enquanto isso, Isaque e Temá encantam a plateia com sua apresentação circense, e Adélia impressiona com sua canção em hebraico, elogiada por Noemi e Aruna. Enquanto os clientes de Zaíra passam mal, Kalu e Lagartinho riem sob uma mesa. Samara beija Abel para impressionar Josué, que parte para buscar Iru e Zaqueu. Durante a cerimônia, um gigante rouba comida, revelando-se como Najara, surpreendendo Yussuf. Enquanto Melina foge a cavalo, Tobias ameaça Zaqueu. Yana chega e atira em Tobias, enquanto Rune e Livana quase sofrem um acidente. Najara tenta se explicar para Ula.

Resumo da novela A Terra Prometida de sexta-feira, 09/02/2024 

Kamir ordena uma busca por Melina, enquanto confronta Ula, levando um tapa. Boã convida Ruth para a tenda, preocupado com Rune, que não sente as pernas. Tobias persegue Yana, que cai da ribanceira. Yussuf cancela o casamento falso e fica com Najara na prisão. Arauto estranha a falta de comida. Os Lagartos celebram, e Najara seduz Yussuf. Melina foge a pé no deserto. Josué visita Rune na tenda, e Gibar decide caçar o gigante. Acã e Mara se beijam, enquanto Tobias busca ajuda para encontrar Zaqueu. Iru intervém em um ataque a Melina, que desmaia. Orias flagra Acã e Salmon encontra Yana.

A Terra Prometida: Resumo da semana 12 de fevereiro a 16 de fevereiro de 2024

Resumo da novela A Terra Prometida de segunda-feira, 12/02/2024 

Tobias ameaça Zaqueu com uma faca, obrigando-o a afastar-se. Zaqueu consegue retirar o anel de noivado, que cai no chão. Enquanto isso, Salmon e Raabe trocam elogios, e Melquias critica Raabe na conversa com Jéssica. Kalu alerta sobre a necessidade de agir contra Zaíra, enquanto Chaia fica preocupada com a demora de Zaqueu. Ruth quer iniciar o casamento rapidamente, mas é repreendida por Boã. Ioná e Aiúde se sentem incomodados com Mara e Acã. Durgal ordena que Melina seja chamada para o casamento. Os Lagartos tramam sabotar a comida da hospedaria de Zaíra. Inês tenta encorajar Sama, enquanto Josué envia Otniel e Quenaz para procurar Zaqueu. Najara disfarça-se como Melina usando um véu, enganando Ula. Otniel encontra o anel de Zaqueu, enquanto Yana avista Zaqueu sendo levado por Tobias. Tobias leva Zaqueu para uma caverna e o ameaça, enquanto Kamir conversa com Ravena sobre Jordi. Josué pede a Salmon e outros guerreiros que investiguem o desaparecimento de Zaqueu. Ravena começa a celebrar a união entre Yussuf e a suposta noiva, emocionando Durgal. Kalu e Lagartinho sabotam a comida da hospedaria. Jesana avisa Chaia sobre o rapto de Zaqueu, e Calebe pede a Josué que não preocupe Noemi. Zaíra serve a comida na hospedaria, e Eleazar continua a cerimônia de casamento. Maquir fala mal de Rune para Gibar, e Mara fala mal de Sama para Aiúde. Eleazar oficializa as uniões entre Boã e Ruth, Livana e Rune. Kamir trata Ula com desdém.

Resumo da novela A Terra Prometida de terça-feira, 13/02/2024 

Jordi e Ravena realizam um ritual pagão para unir Yussuf e a noiva. Eleazar os declara marido e mulher, emocionando Laila e Elidade. Isaque e Temá apresentam um número circense, e Adélia inicia uma canção em hebraico. Os clientes de Zaíra começam a passar mal, enquanto Kalu e Lagartinho riem escondidos. Samara beija Abel para impressionar Josué, que investiga o sumiço de Iru e Zaqueu. Durante a cerimônia dos hebreus, um gigante rouba um prato de comida, chocando Yussuf ao descobrir que é Najara sob o véu. Melina foge de Ai a cavalo, enquanto Tobias ameaça Zaqueu com uma lâmina quente. Yana chega despercebida, enquanto Rune e Livana seguem montados a cavalo no cortejo final do casamento. Todos se surpreendem ao ver um gigante fugindo com a comida. Rune é ferido e levado para a tenda de Darda. Melina galopa rapidamente fugindo de Ai, deixando Yussuf irritado. Yana atira uma flecha em Tobias antes que ele possa ferir Zaqueu, sendo perseguida pelo Monstro Hebreu. Rune recebe cuidados de Darda, enquanto Ioná tenta confortar Chaia. Kalu e Lagartinho escapam da hospedaria de Zaíra, e Najara tenta se explicar para Ula.

Resumo da novela A Terra Prometida de quarta-feira, 14/02/2024 

Jordi e Ravena conduzem um ritual pagão para unir Yussuf e sua noiva, com Eleazar os declarando marido e mulher. A emoção transborda em Laila e Elidade ao testemunharem sua filha casando. Isaque e Temá entretêm os convidados com um número circense, enquanto Adélia inicia uma canção em hebraico, elogiada por Noemi e Aruna. No entanto, os clientes de Zaíra começam a passar mal, enquanto Kalu e Lagartinho riem debaixo da mesa. Samara, na tentativa de impressionar Josué, beija Abel, levando Josué a deixar a festa para investigar o sumiço de Iru e Zaqueu. Durante a cerimônia, um gigante rouba um prato de comida, surpreendendo a todos, especialmente Yussuf, ao descobrir que Najara está sob o véu. Enquanto isso, Melina foge de Ai a cavalo, enquanto Tobias ameaça Zaqueu com uma lâmina quente. Yana chega despercebida, e Rune e Livana seguem montados a cavalo no cortejo final do casamento. O gigante assusta o cavalo de Rune, que se empina, quase pisoteando Livana. Rune protege-a, mas acaba sendo ferido nas costas pelo cavalo. Enquanto Rune é levado para a tenda de Darda, Melina foge rapidamente de Ai. Yussuf questiona Najara sobre o desaparecimento de Melina, e Yana atira uma flecha em Tobias antes que ele possa ferir Zaqueu. O Monstro Hebreu persegue Yana, enquanto Rune recebe cuidados médicos. Ioná tenta confortar Chaia, e Kalu e Lagartinho conseguem escapar da hospedaria de Zaíra. Najara tenta se explicar para Ula.

Resumo da novela A Terra Prometida de quinta-feira, 15/02/2024 

Kamir ordena que os soldados procurem por Melina. Durante um desentendimento, o prefeito agride Ula com um tapa no rosto. Boã orienta Ruth a se acomodar na tenda. Darda fica preocupado ao notar a falta de sensibilidade nas pernas de Rune. Tobias alcança Yana, mas ela acaba caindo de uma ribanceira. Zaqueu tenta se libertar das amarras. Yussuf pede a Ravena que cancele o casamento com a falsa noiva. O general solicita um momento a sós com Najara na prisão. Arauto estranha a escassez de comida no Palácio. Na residência de Tiléia, os Lagartos comemoram o sucesso do plano na hospedaria. Najara seduz Yussuf, e o general, incapaz de resistir, beija a criada. Durante sua fuga, Melina perde seu cavalo e continua a pé pelo deserto. Elói vai até a tenda de Josué e relata o aparecimento do gigante. Josué e Aruna visitam Rune na tenda hospitalar. Gibar e Melquias decidem caçar o gigante sozinhos para conquistar respeito no acampamento. Acã e Mara se beijam secretamente no celeiro. Tobias fica furioso ao descobrir que Zaqueu escapou. Durante sua fuga, Tobias avista Yana desacordada. Salmon e Otniel encontram Zaqueu e seguem na direção da mulher desconhecida. Milah pede a Orias que busque farinha no celeiro. Agitado, Tobias procura Raabe na tenda e pede a ajuda de Zuma. Bandidos beduínos cercam Melina no deserto. Iru percebe o perigo e corre para defendê-la. Eles lutam contra os bandidos do deserto, e embora Iru tenha vantagem no confronto, Melina é ferida e desmaia. Orias flagra Acã beijando Mara no celeiro. Otniel e Salmon chegam à parte inferior da ribanceira e socorrem Yana. Fraca, ela pede para não ser levada ao acampamento hebreu.

Resumo da novela A Terra Prometida de sexta-feira, 16/02/2024 

Yana pede para não ser levada para o acampamento hebreu e desmaia mais uma vez. Otniel e Salmon começam a erguê-la. Acã percebe que Orias o viu beijando Mara. O vilão ameaça o pai de Raabe. Iru carrega Melina desacordada. Tobias explica tudo o que aconteceu e avisa que vai fugir de Gilgal. Melina acorda e se apresenta como Najara. Yussuf avisa que vai poupar a vida da criada e pede para ela observar Ula e Kamir de perto. Livana fica desesperada ao saber que Rune pode ficar aleijado. Salmon, Ortniel e Zaqueu chegam à tenda de Darda trazendo Yana. Chaia se surpreende ao rever seu amado. Acã pede para Orias encontrá-lo na manhã seguinte e avisa que o sapateiro terá que deixar Gilgal. Zaqueu conversa com Josué e avisa que foi sequestrado por Tobias. Otniel diz que Tobias pode estar bem longe. Aruna conta que já viu a mulher encontrada nas proximidades do acampamento. Zuma tenta convencer Tobias a desistir da ideia de fugir. Samara conversa com Léia e diz que beijou Abel para fazer ciúmes em Josué. Com a ajuda de Sama, Ruth se prepara para passar a primeira noite com Boã. Tirda discute com Haniel e sai de casa. Ela procura Inês e diz não suportar mais o mau cheiro e as grosserias do marido. Orias diz a Milah que eles devem deixar Gilgal. Sem entender, ela afirma que não deixará o acampamento. Iru e Melina conversam em uma caverna. Inês diz que Tirda pode ficar em sua tenda pelo tempo que precisar. Livana diz a Laila que passará a noite ao lado de Rune na tenda de Darda. Zaíra se enfurece com a falta de clientes e ameaça os Lagartos. Josué ordena a busca pelo gigante. Haniel pede aos filhos para prepararem o jantar. Léia se desespera ao descobrir que foi Tobias quem sequestrou Zaqueu. Haniel reclama do jantar preparado pelos filhos. De maneira fria, Boã se deita com Ruth. Logo em seguida, ele volta para seu quarto e deita ao lado de Sama, que finge dormir. Os oficiais de Ai avisam a Yussuf que o cavalo de Melina foi encontrado. Enquanto conversa com Najara, Ula tenta disfarçar um hematoma em seu rosto. Yussuf flagra Kamir beijando Ravena e fica em silêncio. Sonolento, Haniel tenta abraçar Tirda e cai da cama. Melquias e Gibar tentam caçar o gigante. Eles são vistos por alguém. Josué se surpreende ao ver Tobias em sua tenda. O Monstro Hebreu avisa que veio se entregar. Aruna tenta acalmar Rune e não percebe Yana fugindo.

A responsabilidade pela elaboração e divulgação do resumo semanal da novela “A Terra Prometida” recai integralmente sobre a emissora, ficando o Almanaque Geek isento de qualquer responsabilidade por eventuais alterações na programação ou conteúdo exibido.

Resumo da semana – Dona de Mim 01/07 a 05/07 (TV Globo)

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Capítulo 056 – terça, 01 de julho
Kami deixa claro para Ryan que não quer reatar a relação, demonstrando que algumas feridas ainda são profundas demais para serem esquecidas, enquanto Rosa fica surpresa com a inesperada defesa que Jaques faz de Vanderson, criando uma tensão palpável entre os envolvidos. Jaques provoca Sofia, e Leo, tomado pela fúria, parte para cima dele, com Samuel aprovando o gesto do amigo, ao mesmo tempo em que Nina tenta esconder sua ligação com Deco, enquanto Leo questiona Samuel sobre um poema que encontrou, tentando decifrar os verdadeiros sentimentos do amigo. No meio dessa confusão, Rosa pede a Abel e Jaques que parem com as brigas para evitar que tudo desmorone. Paralelamente, Davi organiza uma festa na casa de Ayla e Gisele sem o consentimento delas, gerando desconforto, enquanto Marlon e Adriano saem da detenção, e Jaques sugere que Danilo seja o motorista de Rosa. Dedé revela a Marlon que conheceu Ryan, e Leo confessa a Stephany que acha que Samuel gosta dela, enquanto Abel descobre que Vanderson está movendo um processo para reconhecimento da paternidade de Sofia, desencadeando novos conflitos.


Capítulo 057 – quarta, 02 de julho
Abel enfrenta Jaques diretamente sobre o processo que Vanderson move contra a família, enquanto Nina discute o comportamento complicado de Filipa, e Lúcio rouba Danilo, que busca ajuda desesperada em Marlon. Filipa acompanha Rosa à consulta médica com Letícia, e Deco ameaça Nina, aumentando a sensação de perigo ao redor dela. Abel revela a Rebeca que registrou Sofia como sua filha mesmo sabendo que não é o pai biológico, e Jaques, calculista, grava o depoimento do irmão para usar como munição. Danilo confessa a Pam que está pensando em aceitar a proposta de Jaques para trabalhar como motorista de Rosa, enquanto Leo e Samuel seguem Vanderson e acabam discutindo, mostrando as tensões que cercam a família. Marlon apresenta Dedé a Ryan, e a cena se emociona quando Dedé chama Marlon de pai na frente dele, deixando no ar um sentimento profundo de pertencimento e conflitos por resolver.


Capítulo 058 – quinta, 03 de julho
Marlon reforça para Dedé que é seu tio e que sempre estará presente, trazendo um conforto importante para o garoto. Ryan agradece sinceramente a ajuda que Marlon tem dado, mostrando que, mesmo em meio ao caos, laços podem se fortalecer. Danilo pede para voltar a trabalhar para Abel como motorista de Rosa, tentando se reerguer, enquanto Ryan corta o cabelo de Dedé, o que deixa Fabiana apreensiva com a possível reação de Kami. Nina aceita o convite para ir à praia com Rosa e Danilo, deixando Filipa surpresa com essa aproximação inesperada. Kami repreende Ryan pelo corte de cabelo de Dedé, demonstrando seu lado protetor. Enquanto isso, Ayla dá apoio a Davi junto a Samuel, em uma aliança que traz esperanças. Adriano decide filmar uma ocorrência policial, atitude que desagrada Marlon, e Nina, numa mistura de rebeldia e insegurança, furta algo na praia, com Danilo tentando ajudá-la. Filipa e Nina acabam discutindo, enquanto Davi, saindo com Letty e Thelma, as leva para a mansão dos Boaz, cenário de muitos segredos e emoções à flor da pele.


Capítulo 059 – sexta, 04 de julho
Davi pede a Letty e Thelma que mantenham segredo sobre sua presença na mansão para não serem descobertas, reforçando o clima de mistério e tensão. Leo observa Nina se tatuando, um gesto que pode ser símbolo de rebeldia ou busca por identidade, enquanto Kami confronta Marlon com intensidade por ter permitido o corte do cabelo de Dedé, demonstrando seu cuidado e ciúmes. Patrícia agride Vanderson, e para surpresa de todos, Ricardo aprova o comportamento da irmã, revelando alianças inesperadas. Filipa sugere que Nina faça uma tatuagem para ela, tentando criar um vínculo, enquanto Samuel confidencia a Abel que descobriu que Patrícia é irmã de Ricardo, informação que pode abalar as estruturas da família. Rebeca anuncia que a audiência sobre a paternidade de Sofia já está marcada, trazendo apreensão para todos. Abel pede a Samuel que investigue se Jaques desvia dinheiro da Boaz, e Danilo, em sua lealdade dúbia, passa informações da mansão para Jaques. Kami recebe uma carta de Ryan, e Vanderson finalmente conhece Sofia, deixando no ar um misto de expectativa e medo.


Capítulo 060 – sábado, 05 de julho
Leo tenta impedir Vanderson de se aproximar de Sofia, preocupado com a segurança e o bem-estar dela, enquanto Abel e Sofia se submetem ao teste de DNA que pode definir o futuro da menina. Sofia revela a Leo seu medo de voltar à escola, pedindo para ficar sob os cuidados de Rosa, que se mostra um porto seguro. Filipa sugere que Sofia faça terapia e pede para Danilo acompanhá-la, tentando cuidar do emocional da garota. Danilo, sempre envolvido nas tramas da mansão, alerta Jaques sobre movimentações suspeitas no local, enquanto Nina confronta Danilo sobre Filipa, acendendo mais faíscas nas tensões internas. Abel faz uma proposta direta a Vanderson na presença de Jaques, impondo seus termos. Marlon pede a Adriano que pare de filmá-lo, buscando preservar sua privacidade. Nina desabafa com Denise sobre Filipa, e Filipa, preocupada com o sumiço da filha, recebe as amigas de Nina na mansão, na esperança de encontrar respostas. Dedé, acompanhado por Kami, vai visitar Ryan no salão, enquanto Danilo ajuda Filipa a procurar Nina, em uma busca que envolve medo e esperança. Por fim, Stephany, Peter, Dara, Jeff e Ivy avistam Nina, uma presença que pode mudar tudo.

A Viagem (05/09/2024): Cininha e Tibério desafiam o destino e Ismael é desmascarado

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No capítulo 118, exibido nesta quinta, 5 de setembro, Cininha e Tibério, interpretados por Ary Fontoura, tomam uma decisão ousada ao pedirem ao delegado para que sejam presos no lugar de Alberto. A medida surpreende, mostrando a lealdade e o espírito de sacrifício dos personagens. Em outro núcleo da história, o psiquiatra informa Lisa e Josefa (Tania Scher) que Téo precisa ser internado para tratamento. A preocupação com o estado mental de Téo aumenta, e a trama explora as complexidades do tratamento psiquiátrico. A personagem Andrezza revela a Maroca uma possibilidade chocante: a chance de engravidar. Essa notícia provoca uma série de reações e questionamentos entre os personagens, adicionando uma nova camada de tensão à trama.

Maria, por sua vez, faz uma revelação importante para Diná: Ismael a enganou e foi ele quem planejou a trama contra Alberto. Mauro, ao comentar com Carmem sobre a internação de Téo, estabelece uma conexão com os eventos recentes e suas repercussões.Lisa, determinada a melhorar a situação com Téo, solicita ao psiquiatra permissão para se vestir como Mascarado, na esperança de que isso a torne mais aceitável para ele. O médico concorda, adicionando uma pitada de humor e humanidade à trama. Ismael conta a Bia sobre a prisão de Alberto por tráfico de drogas, uma informação que leva a uma série de confrontos.

Alberto, entretanto, é libertado, e Bia se dirige à casa de sua mãe para defender Ismael e criticar Alberto. Diná, no entanto, revela que Ismael foi o verdadeiro responsável pelos esquemas, resultando em uma nova disputa familiar. Estela, irritada com a situação, coloca a filha para fora de casa, criando um momento de grande tensão e drama. Diná também se esforça para resolver a situação financeira do tratamento de Téo, pagando a conta do hospital, enquanto Bia descobre, no jornal do dia seguinte, que Alberto é inocente e que Ismael foi o verdadeiro artífice da trama.

Fevereiro em alta! Veja 5 indicações imperdíveis para assistir no streaming e atualizar sua lista agora

Em 2026, o streaming deixou de ser apenas passatempo de fim de semana para virar palco de histórias que cutucam feridas bem reais. Entre paixões que ultrapassam limites, disputas carregadas de tensão e tramas de ficção científica que conversam diretamente com a pressão estética e o culto à imagem, as plataformas estão investindo em narrativas que incomodam na medida certa — e continuam ecoando depois que os créditos sobem.

Para o mês de fevereiro, selecionamos cinco estreias que merecem atenção. São produções que passam por uma epidemia ligada à busca obsessiva pelo “corpo perfeito”, romances que nascem em cenários improváveis, jogos de poder marcados por desejo e histórias que colocam personagens diante de escolhas difíceis, daquelas que mudam tudo. Mais do que tendências do catálogo, são obras que refletem inseguranças, ambições e contradições do nosso tempo — e fazem a pergunta inevitável: até onde você iria para ter aquilo que mais deseja?

The Beauty transforma a obsessão pela perfeição em um pesadelo fashion sci-fi

Em um cenário onde filtros digitais, procedimentos estéticos e promessas milagrosas dominam o imaginário coletivo, The Beauty surge como uma das produções mais provocativas do ano. Criada por Ryan Murphy e Matthew Hodgson, a série adapta a HQ de Jeremy Haun e Jason A. Hurley para transformar o universo da alta-costura em palco de um thriller de ficção científica mergulhado no body horror. A produção estreou no FX e no FX on Hulu em 21 de janeiro de 2026, cercada de curiosidade — e polêmica.

A premissa é tão sedutora quanto assustadora: um vírus sexualmente transmissível começa a circular entre jovens adultos e figuras influentes da indústria da moda. Seus efeitos iniciais são “milagrosos”. Quem é infectado se transforma em uma versão fisicamente perfeita de si mesmo. Pele lisa, traços harmoniosos, corpos esculturais. A transformação acontece de forma rápida, quase mágica — como se a ciência tivesse finalmente encontrado o atalho definitivo para o ideal estético contemporâneo.

O problema é que o efeito colateral não demora a aparecer.

Supermodelos internacionais começam a morrer de maneiras brutais e inexplicáveis. O glamour das passarelas dá lugar a cenas de horror explícito, em que o corpo humano se torna território de colapso. É nesse contexto que entram os agentes do FBI Cooper Madsen e Jordan Bennett, enviados a Paris para investigar as mortes que já começam a chamar atenção global. Conforme a investigação avança, eles percebem que não estão diante de um assassino comum, mas de algo muito maior — uma conspiração corporativa que mistura biotecnologia, ambição e manipulação em escala mundial.

O elenco reforça o peso dramático da trama. Evan Peters entrega uma atuação intensa e ambígua, transitando entre o ceticismo profissional e o desconforto moral diante do que descobre. Anthony Ramos e Jeremy Pope ajudam a construir o clima de tensão crescente, enquanto Rebecca Hall adiciona sofisticação e mistério à narrativa. Já Ashton Kutcher assume um papel-chave ligado à engrenagem corporativa que sustenta o surto — uma figura poderosa que acredita estar revolucionando o mundo, mesmo que isso signifique destruí-lo.

A série não economiza na crítica social. Murphy já declarou que enxerga The Beauty como uma resposta direta à chamada “cultura do Ozempic” e à obsessão moderna por transformações físicas aceleradas por medicamentos. A produção questiona até que ponto a sociedade está disposta a arriscar saúde, identidade e até a própria vida para alcançar padrões irreais de aparência.

Esse debate não é novo na carreira de Murphy — basta lembrar de Nip/Tuck, que explorava os bastidores da cirurgia plástica e os limites da vaidade humana. A diferença é que, em The Beauty, o subtexto vira texto. O horror deixa de ser simbólico e se torna visceral. As cenas de transformação e deterioração corporal flertam com o grotesco, reforçando o gênero body horror e aproximando a série de produções que usam o desconforto físico como metáfora social.

Visualmente, a obra investe em contrastes marcantes. De um lado, desfiles luxuosos em Paris, festas exclusivas em Veneza e encontros secretos em Roma. Do outro, laboratórios escondidos, corpos em decomposição e corredores de hospitais lotados. A estética elegante intensifica o choque quando o horror explode em cena, criando um jogo constante entre sedução e repulsa.

À medida que o vírus se espalha e a droga apelidada de “A Beleza” se torna objeto de desejo global, a pergunta central da série ecoa: o que realmente significa ser belo? E mais importante — quem lucra com essa definição?

Rivalidade Ardente traz um amor proibido em um romance que desafia o esporte

Entre confrontos violentos no gelo e olhares que dizem mais do que qualquer coletiva de imprensa, Heated Rivalry transforma o universo do hóquei profissional em cenário para uma das histórias de amor mais intensas do streaming recente. A série canadense — conhecida no Brasil como Rivalidade Ardente — foi criada, escrita e dirigida por Jacob Tierney para a plataforma Crave, adaptando o segundo livro da série Game Changers, de Rachel Reid.

A trama acompanha Shane Hollander e Ilya Rozanov, interpretados por Hudson Williams e Connor Storrie. Eles são os maiores talentos da fictícia Major League Hockey (MLH), jogando em times rivais: o Boston Raiders e o Montreal Metros. A rivalidade remete diretamente ao histórico embate entre Boston Bruins e Montreal Canadiens na National Hockey League — uma das disputas mais tradicionais do esporte.

Mas o que começa como competição feroz dentro da arena ganha contornos muito mais complexos fora dela.

Shane e Ilya vivem um romance secreto que atravessa anos, temporadas e fases distintas de suas vidas. Enquanto o mundo os enxerga como inimigos naturais no gelo, longe das câmeras eles compartilham vulnerabilidades, desejos e medos que não podem ser expostos publicamente. Em um ambiente esportivo ainda marcado por conservadorismo e expectativas rígidas sobre masculinidade, assumir um relacionamento poderia significar arriscar contratos milionários, reputações e até suas trajetórias profissionais.

A série constrói essa tensão com sensibilidade e intensidade. Shane enfrenta o processo de compreender e aceitar a própria sexualidade em meio à pressão da mídia e da torcida. Ilya, por sua vez, carrega o peso de expectativas familiares e culturais que o empurram para uma vida pública cuidadosamente controlada. Entre viagens, campeonatos e encontros furtivos em hotéis, o relacionamento dos dois evolui de atração impulsiva para um vínculo profundo e duradouro.

O elenco de apoio reforça a densidade dramática, com nomes como François Arnaud, Christina Chang, Sophie Nélisse e Dylan Walsh, que ajudam a expandir o universo da liga, explorando bastidores, contratos, conflitos internos e as engrenagens que movem o esporte profissional.

Produzida pela Accent Aigu Entertainment em parceria com a Bell Media, a série teve pré-estreia no Image+Nation LGBTQ+ Film Festival, em Montreal, em novembro de 2025 — um indicativo claro de seu posicionamento como obra relevante dentro da representatividade LGBTQ+ no audiovisual esportivo. As filmagens aconteceram na província de Ontário, com Hamilton servindo como locação para recriar cidades como Nova Iorque e Moscou.

Após a estreia na Crave, em 28 de novembro de 2025, Heated Rivalry ganhou distribuição internacional pela HBO Max, além de chegar a outros territórios por meio da Neon e da Movistar Plus+. O resultado foi imediato: críticas positivas destacaram a química arrebatadora entre os protagonistas, o roteiro emocionalmente honesto e a direção segura de Tierney. A produção se tornou o maior sucesso original da Crave até hoje e registrou números expressivos também na HBO Max, consolidando-se como um fenômeno global.

Se Esse Amor Desaparecesse Hoje prova que o amor pode sobreviver até à perda da memória

Dirigido por Kim Hye-young, o romance sul-coreano Se Esse Amor Desaparecesse Hoje (título original em coreano) aposta em uma premissa delicada e emocionalmente devastadora: como construir um amor quando a memória simplesmente não acompanha o coração?

A história acompanha Han Seo-yun, interpretada por Shin Si-ah, uma estudante do ensino médio que vive sob uma condição rara e desafiadora: amnésia anterógrada. Isso significa que, ao acordar todas as manhãs, ela não consegue se lembrar do que viveu no dia anterior. Cada novo dia é, literalmente, uma página em branco. Amigos precisam reapresentar situações. Conversas precisam ser retomadas do zero. Emoções precisam ser reconstruídas com pistas deixadas em diários, bilhetes e gravações.

Enquanto colegas se preocupam com provas e paixões adolescentes, Seo-yun enfrenta algo muito maior: a impossibilidade de acumular memórias afetivas.

É nesse cenário que surge Kim Jae-won, vivido por Choo Young-woo. Quando os dois começam a namorar, a rotina da jovem ganha novos contornos. Mesmo sem lembrar do dia anterior, Seo-yun passa a descobrir, repetidamente, que está apaixonada. Todos os dias, ela precisa confiar nas anotações que escreveu, nas fotos no celular e nas palavras de Jae-won para acreditar que aquele sentimento é real — e que não é apenas uma ilusão construída por terceiros.

O filme constrói sua força justamente nessa repetição emocional. Há algo profundamente tocante em assistir uma personagem se apaixonar pela mesma pessoa várias vezes, como se fosse sempre a primeira. Ao mesmo tempo, essa dinâmica levanta questionamentos delicados: até que ponto confiar no outro é seguro quando sua própria memória não pode confirmar nada?

E é aí que a trama ganha uma camada extra de tensão. Sem que Seo-yun perceba, Jae-won esconde um segredo capaz de transformar completamente o futuro dos dois. A revelação — cuidadosamente conduzida ao longo da narrativa — coloca em xeque não apenas o relacionamento, mas também a noção de proteção e verdade. Ele age por amor? Por culpa? Ou por medo de perder alguém que talvez nunca consiga se lembrar dele da mesma forma?

O elenco se completa com Jo Yoo-jung, que contribui para ampliar o universo emocional da protagonista, mostrando como amigos e familiares também precisam se adaptar a essa realidade frágil e imprevisível.

Love Me, Love Me aposta em paixão e tensão adolescente na Itália

Mudar de país já é desafiador. Fazer isso enquanto ainda se tenta sobreviver à dor da perda é ainda mais. É assim que conhecemos June, protagonista de Love Me, Love Me. Depois da morte do irmão, ela deixa tudo para trás e se muda para a Itália em busca de um recomeço. A nova paisagem é deslumbrante, mas por dentro ela ainda carrega um vazio difícil de explicar.

Na escola de elite onde passa a estudar, tudo parece perfeito demais: uniformes impecáveis, festas sofisticadas, alunos que aparentam ter a vida sob controle. Só que não demora para June perceber que aquela perfeição é só fachada. Por trás dos sorrisos e das boas notas, há segredos, rivalidades e escolhas perigosas.

É nesse cenário que surge o conflito central da história.

De um lado está James — impulsivo, provocador, envolvido em lutas clandestinas de MMA. Ele tem fama de problemático, mas também carrega uma intensidade que mexe com June desde o primeiro encontro. James não promete estabilidade, mas oferece algo cru, verdadeiro, quase explosivo.

Do outro lado está Will, o melhor amigo de James. Educado, responsável, gentil. O tipo de garoto que faz qualquer mãe respirar aliviada. Com ele, June encontra acolhimento em meio ao caos emocional que ainda enfrenta. Começar um relacionamento com Will parece a escolha certa. A escolha segura.

Só que o coração raramente segue o caminho mais previsível.

Enquanto tenta entender seus próprios sentimentos, June descobre que as aparências naquela escola enganam — e muito. Pessoas confiáveis escondem mentiras. Relações aparentemente sólidas são frágeis. E o passado de alguns colegas pode ser mais sombrio do que ela imagina. Aos poucos, o romance adolescente ganha contornos de suspense emocional, em que cada revelação muda o rumo da história.

O longa é dirigido por Roger Kumble, conhecido por explorar relações intensas e personagens movidos por desejo e conflito. O roteiro, assinado por Veronica Galli e Serena Tateo, aposta em diálogos diretos e emoções à flor da pele, sem medo de mergulhar nas contradições dos protagonistas.

No elenco, Mia Jenkins constrói uma June vulnerável, mas longe de ser passiva — alguém que erra, hesita e aprende no processo. Pepe Barroso Silva dá a James uma mistura de arrogância e fragilidade que o torna mais complexo do que o rótulo de “valentão”. Já Luca Melucci interpreta Will com doçura e contenção, criando um contraste que sustenta a tensão do triângulo amoroso. Ao redor deles, nomes como Andrea Guo, Michelangelo Vizzini, Madior Fall e Vanessa Donghi ajudam a compor o universo competitivo e cheio de camadas da escola.

Baseado no primeiro livro da tetralogia escrita por Stefania S., o filme já nasce com potencial de continuidade. Caso conquiste o público no Prime Video, a história de June pode se expandir para novos capítulos, aprofundando as consequências das escolhas feitas aqui.

Uma Mente Excepcional mistura humor afiado e investigação policial com protagonista improvável

E se a pessoa mais brilhante da sala fosse justamente aquela que ninguém costuma notar? Essa é a provocação central de Uma Mente Excepcional, série criada por Drew Goddard para a ABC e inspirada na produção franco-belga HPI.

A trama acompanha Morgan Gillory, interpretada por Kaitlin Olson, uma mãe solteira de três filhos que trabalha como faxineira no Departamento de Polícia de Los Angeles. À primeira vista, ela parece apenas mais uma funcionária invisível nos corredores do prédio. Mas Morgan tem um QI de 160 e uma capacidade de observação fora do comum. Enquanto limpa mesas e organiza arquivos, ela absorve informações, identifica padrões e enxerga conexões que passam despercebidas até pelos investigadores mais experientes.

Tudo muda quando, quase por acaso, ela resolve um caso complexo apenas reorganizando provas que estavam fora de ordem. Seu raciocínio rápido e pouco convencional chama atenção da chefia, e Morgan é convidada a atuar como consultora civil na Divisão de Crimes Graves do Los Angeles Police Department (LAPD).

É aí que começa o verdadeiro conflito.

Morgan passa a trabalhar ao lado do detetive Adam Karadec, vivido por Daniel Sunjata. Metódico, disciplinado e adepto de protocolos rígidos, Karadec representa tudo o que Morgan não é. Enquanto ele confia em procedimentos e evidências formais, ela aposta na intuição, na leitura corporal e em associações aparentemente improváveis. O choque de estilos gera tensão constante — mas também resultados surpreendentes.

Completando o trio principal está Selena Soto, chefe da unidade interpretada por Judy Reyes, que precisa equilibrar os talentos extraordinários de Morgan com a necessidade de manter a credibilidade da divisão.

Apesar de seguir a estrutura clássica de casos semanais, Uma Mente Excepcional vai além do procedural tradicional. A série equilibra humor leve — muitas vezes puxado pelo jeito espontâneo e direto de Morgan — com drama familiar e mistério de longo prazo. Fora do trabalho, ela enfrenta os desafios reais de criar três filhos sozinha, lidar com contas atrasadas e com a sensação constante de não se encaixar em lugar nenhum.

Há ainda uma trama que atravessa os episódios e adiciona peso emocional à narrativa: o desaparecimento de Roman, pai de sua filha Ava, ocorrido 15 anos antes. Ao ganhar acesso aos recursos do LAPD, Morgan passa a investigar o caso por conta própria, determinada a descobrir o que realmente aconteceu. Essa busca pessoal humaniza a personagem e impede que a série se torne apenas mais uma história sobre “gênios excêntricos resolvendo crimes”.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta 12/07/2023 quarta

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Resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta de 12/07/2023, quarta-feira. A exibição está prevista para acontecer às 21h, no SBT.

No resumo do capítulo da novela A Infância de Romeu e Julieta – A tensão entre as esposas de Marcelino e Daniel alcança um ponto de ebulição, levando os maridos a intervirem para separar a briga. Enquanto tentam acalmar os ânimos, Daniel e Amanda se esforçam para tranquilizar Mariana após seu confronto com Vera. Enquanto isso, Bernardo oferece conselhos e apoio a Vera no Monter Mercado, mostrando-se um ombro amigo em meio à sua angústia. Os sentimentos de culpa começam a assombrar Vera à medida que ela reflete sobre as constantes mentiras de Romeu e questiona sua capacidade como mãe, duvidando se está educando-o adequadamente. As dúvidas e inseguranças a consomem, deixando-a em um estado de vulnerabilidade emocional. Por outro lado, Bassânio começa a suspeitar que o Pedalzera possa ser responsável pelo roubo de seu carrinho de pipoca e compartilha suas suspeitas com Ellen, Ian e Nath. No entanto, uma reviravolta surpreendente ocorre quando Ellen encontra a bandeira do Pedalzera em sua mochila, levantando suspeitas sobre alguém ter colocado lá de propósito. Diante disso, Nath sugere que eles usem a bandeira como uma estratégia para desviar a atenção deles mesmos como possíveis suspeitos. Enquanto essas situações se desenrolam, Hélio confronta Leandro, questionando a proibição de Romeu treinar no CEC. Durante a conversa, Hélio faz uma descoberta chocante ao saber que Nando, amigo de Romeu, também treinava no CEC. Essa revelação leva a uma discussão profunda sobre a relação entre Leandro e os Campos, revelando segredos e ressentimentos que estavam ocultos.

Ainda na novela A Infância de Romeu e Julieta, em outro lugar, Julieta tenta desesperadamente entrar em contato com Romeu, mas ele não responde às suas ligações. Karen, por sua vez, mente para Julieta, insinuando que Romeu tem estado em contato normalmente com ela, alimentando uma rivalidade entre as duas mulheres. Esse jogo de manipulação apenas aumenta a tensão e a desconfiança entre os personagens. Enquanto isso, no Residencial Verona, Rosalina encontra Alex e, apreensiva, o avisa que seu apartamento está pegando fogo. O perigo iminente provoca preocupação e tensão, deixando todos os moradores aflitos e desesperados por uma solução rápida. À medida que essas diferentes histórias se entrelaçam, o clima de conflito, mistério e suspense aumenta, envolvendo os personagens em uma teia complexa de emoções e desafios. Os próximos acontecimentos prometem revelações surpreendentes e momentos de alta intensidade, mantendo os espectadores ansiosos para descobrir o desenrolar dessas tramas intrincadas.

O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

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