Peaky Blinders: O Homem Imortal chega à Netflix e promete resgatar a essência sombria de Birmingham

Após o encerramento da série Peaky Blinders em 2022, fãs da família Shelby receberam uma boa notícia: o universo criado por Steven Knight ganha continuidade no filme Peaky Blinders: O Homem Imortal, agora disponível globalmente na Netflix. O longa britânico de drama criminal, dirigido por Tom Harper, reúne o elenco original, incluindo Cillian Murphy, Sophie Rundle, Stephen Graham, Packy Lee, Ian Peck e Ned Dennehy, ao lado de novos nomes de destaque, como Rebecca Ferguson, Tim Roth, Jay Lycurgo e Barry Keoghan.

O filme estreou no Symphony Hall, em Birmingham, em 3 de março de 2026, seguido por exibições em cinemas selecionados em 6 de março. A chegada à Netflix em 20 de março permitiu que o público global finalmente acompanhasse o destino dos Shelby em uma narrativa inédita, mantendo o tom sombrio e sofisticado que consagrou a série.

A história se passa durante a Segunda Guerra Mundial, em um período em que a Alemanha Nazista busca enfraquecer a economia britânica produzindo cédulas falsas de libras esterlinas em campos de concentração. A tensão se eleva quando a Luftwaffe bombardeia a fábrica da BSA em Small Heath, Birmingham, cenário que se torna central para o conflito do longa.

Nesse contexto de guerra e conspiração, Thomas Shelby, vivido por Cillian Murphy, aparece em um momento mais introspectivo de sua vida. Afastado dos negócios da família, ele vive em uma casa de campo, dedicado à escrita de um romance. Mas o passado o persegue: assombrado pelo fantasma da filha Ruby, ele lida com memórias dolorosas e busca reconstruir sua identidade enquanto enfrenta desafios que ameaçam a estabilidade de sua família.

O longa consegue equilibrar a nostalgia com a introdução de novos elementos. Rebecca Ferguson interpreta Kaulo, uma figura enigmática que invade a vida de Thomas e revela-se irmã de Zelda, mãe de Duke Shelby, personagem de Barry Keoghan. A presença de Kaulo adiciona tensão e mistério à narrativa, mostrando que mesmo na aparente tranquilidade, o passado sempre retorna.

Tim Roth, em John Beckett, traz uma antagonista sólida, enquanto Jay Lycurgo e Ian Peck introduzem novos protagonistas que interagem com os Shelby de formas inesperadas. O retorno de Stephen Graham como Hayden Stagg mantém a ambiguidade moral e a intensidade emocional que marcaram a série, garantindo que o filme preserve a complexidade dos relacionamentos da família Shelby.

Um visual que reforça a narrativa

A direção de fotografia de Tom Harper mantém a estética sombria e elegante característica de Peaky Blinders. As ruas de Birmingham, chuvosas e industriais, o interior das fábricas e as mansões rurais de Thomas Shelby criam um contraste visual entre o mundo do crime e a busca por uma vida pacífica.

A trilha sonora combina composições originais e clássicos contemporâneos, reforçando a tensão, o drama e os momentos de introspecção do protagonista. Cada cena é pensada para transmitir não apenas a narrativa, mas também o peso emocional que acompanha cada escolha de Thomas Shelby.

Mais do que ação e crime, O Homem Imortal explora temas universais e atemporais. Thomas Shelby representa o dilema humano entre redenção e culpa. Sua luta interna, marcada pela perda da filha e pela responsabilidade sobre os familiares, é um dos eixos do filme.

Ao mesmo tempo, a conspiração econômica nazista serve como pano de fundo para reflexões sobre poder, lealdade e moralidade. O filme mostra que, mesmo décadas depois do fim da guerra, questões humanas como ambição, medo e amor continuam moldando decisões e destinos.

Um convite tanto para fãs quanto para novos espectadores

Embora o filme seja uma continuação direta da série, ele oferece uma narrativa que pode ser apreciada por quem não acompanhou todas as temporadas anteriores. Com personagens bem construídos, ritmo envolvente e tensão constante, o longa consegue prender o público desde a primeira cena, ao mesmo tempo em que resgata elementos que fizeram da série um fenômeno mundial.

A Netflix oferece agora a oportunidade de reviver o universo de Birmingham ou conhecê-lo pela primeira vez, mostrando que a história dos Shelby ainda tem muito a oferecer. Para os fãs, o filme é uma extensão esperada da saga; para novos espectadores, é uma introdução cinematográfica ao drama, à complexidade moral e à intensidade emocional que definem Peaky Blinders.

Disponível globalmente na Netflix

Com sua chegada à plataforma, Peaky Blinders: O Homem Imortal se consolida como um dos principais lançamentos do ano. O filme mantém a essência da série enquanto amplia horizontes, oferecendo ao público uma experiência cinematográfica completa, que combina suspense, drama, história e personagens inesquecíveis.

HBO Max apresenta primeiro teaser de “Lanternas”, nova série do universo DC estrelada por Kyle Chandler e Aaron Pierre

Foto: Reprodução/ Internet

A plataforma HBO Max divulgou o primeiro teaser oficial de Lanternas, nova produção dramática baseada nos personagens da DC Comics. A série chega como parte do novo universo compartilhado da DC e é estrelada por Kyle Chandler, Aaron Pierre e Kelly Macdonald. A estreia está prevista para agosto, tanto na HBO quanto na plataforma de streaming. Abaixo, confira o vídeo:

A história acompanha dois personagens clássicos da mitologia da DC: o experiente Hal Jordan e o novo recruta John Stewart. Conhecidos como membros da famosa tropa intergaláctica dos Lanternas Verdes, eles atuam como uma espécie de força policial do universo, usando anéis capazes de canalizar energia pura a partir da força de vontade de quem os utiliza. Na série, os dois acabam sendo arrastados para um mistério inesperado na Terra enquanto investigam um assassinato ocorrido no coração dos Estados Unidos — um caso que, aos poucos, revela consequências muito maiores do que aparenta.

A proposta da produção mistura ficção científica, drama e investigação criminal, apostando em uma narrativa mais sombria do que o público costuma ver nas histórias tradicionais de super-heróis. A série pretende explorar não apenas a dimensão cósmica dos Lanternas Verdes, mas também o impacto de uma investigação complexa que se desenrola em território terrestre. Essa abordagem mais investigativa, inclusive, foi comparada pelos próprios criadores ao estilo da série True Detective, conhecida por suas histórias densas e trama de suspense.

Quem faz parte do elenco?

No elenco, Kyle Chandler assume o papel de Hal Jordan, retratado como um veterano da corporação que já enfrentou inúmeras missões pelo universo. Ao seu lado está Aaron Pierre, que interpreta John Stewart, um novo integrante da tropa que ainda está aprendendo a lidar com a responsabilidade de se tornar um Lanterna Verde. A atriz Kelly Macdonald também faz parte da produção, embora detalhes sobre sua personagem ainda estejam sendo mantidos em segredo.

A série é produzida pela DC Studios em parceria com a Warner Bros. Television, e faz parte do planejamento do novo Universo DC (DCU), comandado por James Gunn e Peter Safran. A dupla assumiu a liderança criativa da franquia em 2022 com a missão de reorganizar e expandir o universo da DC no cinema, televisão e streaming.

Quem asisna o primeiro episódio?

O episódio piloto da série foi coescrito por Chris Mundy, Damon Lindelof e Tom King, que também atuam como cocriadores do projeto. Mundy também assume o papel de showrunner, responsável por conduzir o desenvolvimento criativo da produção. A direção dos dois primeiros episódios fica por conta de James Hawes, enquanto Stephen Williams, Geeta Vasant Patel e Alik Sakharov comandam outros capítulos da temporada.

Como a série foi desenvolvida?

Curiosamente, o caminho até a versão atual da série foi longo. O projeto começou a ser desenvolvido em 2019 pelo produtor Greg Berlanti, que inicialmente imaginava uma série mais ampla sobre a corporação dos Lanternas Verdes, apresentando diversos personagens espalhados pelo universo. Com a reestruturação da DC Studios em 2022, a ideia foi reformulada e passou a focar diretamente na parceria entre Hal Jordan e John Stewart, além de apostar em um tom mais investigativo e maduro.

Quando as gravações iniciaram?

As filmagens da primeira temporada aconteceram em Los Angeles entre fevereiro e julho de 2025. A produção terá oito episódios em sua temporada inicial e promete expandir a presença do universo DC na televisão com uma abordagem diferente da tradicional narrativa de super-heróis.

Crítica | Springsteen: Salve-me do Desconhecido é uma cinebiografia visceral que revela o homem por trás da música

Sob a direção precisa e sensível de Scott Cooper, Springsteen: Salve-me do Desconhecido apresenta um olhar profundamente íntimo e humanizado sobre Bruce Springsteen, afastando-se do formato tradicional das cinebiografias musicais. O filme concentra-se no processo de criação de Nebraska (1982) — um dos álbuns mais sombrios e introspectivos do artista — e nas batalhas emocionais e psicológicas que o acompanharam durante aquele período decisivo.

Em vez de reproduzir a ascensão de um ídolo ou o glamour da fama, Cooper constrói uma narrativa sobre o homem por trás do mito, revelando suas fragilidades, dilemas e a luta constante por autenticidade em meio às pressões da indústria musical. O resultado é uma obra contemplativa e honesta, que transforma a vulnerabilidade em força narrativa.

A estrutura do roteiro — marcada por idas sutis ao passado e momentos de profunda introspecção — reflete a turbulência interior do protagonista. Cooper conduz a câmera com paciência e empatia, permitindo que cada silêncio e cada gesto revelem mais do que as palavras poderiam expressar. A alternância entre flashbacks da infância e cenas de solidão adulta cria um retrato coeso de um artista dividido entre o amor pela música e o peso de suas próprias sombras.

O filme se destaca também por sua abordagem madura da saúde mental. A depressão, o isolamento e a dificuldade de se abrir ao outro são tratados com delicadeza e sem excessos melodramáticos. Springsteen: Salve-me do Desconhecido não procura romantizar o sofrimento, mas compreender suas origens e consequências. Nesse sentido, a relação entre Bruce e Faye Romano (vivida por Odessa Young) é um dos pontos mais sensíveis da narrativa. As cenas entre ambos os personagens alternam ternura e frustração, revelando como a instabilidade emocional pode corroer até os vínculos mais profundos.

Jeremy Allen White entrega aqui uma das performances mais complexas e contidas de sua carreira. Ele desaparece por completo no papel de Springsteen, equilibrando vulnerabilidade e força com precisão. Cada olhar e cada pausa carregam uma densidade que traduz a solidão de um homem dividido entre a necessidade de criar e o medo de se perder no processo. Jeremy Strong, no papel do empresário e confidente Jon Landau, atua como contraponto emocional — uma âncora de humanidade em meio à tormenta. O elenco de apoio, com destaque para Paul Walter Hauser, Stephen Graham e Odessa Young, contribui de maneira significativa para a veracidade do retrato humano construído por Cooper.

A direção de fotografia reforça o caráter introspectivo do filme. Tons frios e paisagens desoladas evocam a atmosfera melancólica do álbum Nebraska, enquanto a iluminação suave e os enquadramentos contemplativos transformam a solidão em poesia visual. A trilha sonora — marcada por composições minimalistas e momentos de silêncio absoluto — dialoga com o estado emocional do protagonista, funcionando como uma extensão de sua consciência. Cooper adota um ritmo deliberadamente lento, permitindo que o espectador sinta a passagem do tempo e o peso das emoções, em vez de apenas observá-los.

Mais do que uma cinebiografia, Springsteen: Salve-me do Desconhecido é um estudo sobre autenticidade, dor e redenção. Cooper não se interessa apenas pela figura pública, mas pelo processo de reconstrução de um homem que, diante da própria escuridão, encontra na arte uma forma de sobrevivência. O filme propõe uma reflexão universal sobre a tensão entre liberdade criativa e pressão comercial — um conflito atemporal que ressoa com força na era dos algoritmos e da cultura imediatista.

O desfecho, longe de buscar soluções fáceis, aponta para uma esperança silenciosa: mesmo nas fases mais sombrias, há espaço para cura, reconciliação e reconexão consigo mesmo. A jornada de Springsteen é, afinal, a de qualquer artista — e, em última instância, a de qualquer ser humano que luta para se manter verdadeiro em meio ao caos.

Com direção refinada, atuações impecáveis e uma abordagem emocionalmente honesta, Springsteen: Salve-me do Desconhecido se consolida como uma das cinebiografias mais impactantes dos últimos anos. É uma obra densa e poética, que transcende o retrato do ícone para revelar o homem — e nos recorda que, por trás de cada canção, há sempre alguém tentando compreender o próprio silêncio e se salvar do desconhecido interior.

Sessão da Tarde da Semana | Veja os filmes exibidos de 18 a 22 de maio: Robin Hood, No Olho do Tornado e mais

A Sessão da Tarde desta segunda-feira, 18 de maio, apresenta o filme Robin Hood: A Origem, uma releitura moderna da famosa lenda do fora da lei que rouba dos ricos para ajudar os pobres. Longe das versões mais tradicionais e medievais que o público já conhece, o longa aposta em uma abordagem mais acelerada, visualmente estilizada e com forte apelo para o público que consome narrativas de ação contemporâneas.

Na história, acompanhamos Robin como um cruzado que retorna à Inglaterra após viver os horrores da guerra e se depara com um cenário marcado pela corrupção e abuso de poder. Ao perceber a desigualdade extrema comandada pela coroa e suas autoridades locais, ele decide entrar em rota de colisão com esse sistema. Nesse caminho, acaba formando uma aliança improvável com um guerreiro mouro, que se torna peça fundamental em sua transformação e no início de uma revolta popular. Essa parceria dá ao personagem uma nova dimensão, misturando estratégia, treinamento militar e uma construção de identidade que vai além do mito conhecido.

O protagonista é interpretado por Taron Egerton, conhecido por Kingsman e Rocketman, que traz uma versão mais impulsiva e física do herói, mais próxima de um protagonista de ação moderno do que da figura clássica da lenda inglesa. Ao seu lado, Jamie Foxx, vencedor do Oscar e conhecido por Ray e Django Livre, assume o papel do mentor que o treina e o ajuda a desenvolver suas habilidades de combate e liderança. Já Jamie Dornan, de Cinquenta Tons de Cinza e The Fall, participa do núcleo de conflito da trama, enquanto Ben Mendelsohn, de Rogue One e Capitã Marvel, interpreta o antagonista que representa a força opressora do sistema. Eve Hewson, vista em produções como The Knick e Behind Her Eyes, também ganha destaque ao reinterpretar Marian com mais participação ativa nos acontecimentos, fugindo da figura tradicionalmente passiva de versões antigas.

O filme se destaca principalmente pela forma como traduz a lenda para uma linguagem mais contemporânea. A direção de Otto Bathurst, conhecido pelo trabalho em Peaky Blinders, investe em uma estética marcada por cortes rápidos, cenas de ação coreografadas e uma ambientação que mistura elementos históricos com uma pegada quase urbana. Em vários momentos, a sensação é de estar assistindo a uma produção que se aproxima mais de filmes de super-heróis ou de jogos de ação do que de um épico medieval clássico.

Essa escolha visual divide opiniões, mas também é o que dá identidade ao filme. As cenas de combate, especialmente aquelas envolvendo o uso do arco e flecha em sequências intensas, são construídas para impactar visualmente e manter o ritmo sempre acelerado. Ao mesmo tempo, a narrativa tenta equilibrar esse espetáculo com temas como desigualdade social, abuso de poder e resistência popular, ainda que nem sempre consiga aprofundar essas discussões com o mesmo cuidado dedicado à ação.

Mesmo com recepção mista nos cinemas, Robin Hood: A Origem acabou encontrando seu espaço como uma versão alternativa e estilizada do personagem. Para alguns espectadores, a produção pode parecer distante da essência original do mito; para outros, funciona como uma releitura válida dentro de uma nova geração que consome histórias de forma mais dinâmica e visual.

Na terça, 19 de maio, a emissora apresenta o filme Bem-Vindo à Vida, uma produção que aposta em emoções mais intimistas para construir sua narrativa. Longe das grandes explosões ou da ação acelerada que costuma dominar o cinema comercial, o longa se apoia em relações humanas, conflitos familiares e decisões difíceis que acabam mudando o rumo da vida de seus personagens.

Na história, Sam descobre após a morte do pai que sua vida não era exatamente como ele imaginava. Em meio ao luto e às incertezas, ele recebe uma revelação inesperada: toda a herança do pai foi deixada para Josh Davis, um jovem problemático que ele nunca conheceu. Esse detalhe, aparentemente simples, acaba abrindo uma ferida profunda e, ao mesmo tempo, um caminho completamente novo para Sam.

Movido pela curiosidade e por uma necessidade de entender melhor essa história mal contada, ele decide se aproximar de Josh e de Frankie, a mãe do rapaz, sem revelar sua verdadeira ligação com a família. O que começa como uma aproximação cheia de segredos vai se transformando aos poucos em um relacionamento complexo, marcado por descobertas emocionais, conflitos internos e a construção de laços inesperados. Nesse processo, Sam passa a questionar suas próprias escolhas, sua relação com o passado e o significado real de família.

O filme traz no elenco nomes conhecidos de Hollywood que ajudam a dar força emocional à trama. Chris Pine interpreta Sam, trazendo uma atuação mais contida e sensível, focada nos conflitos internos do personagem. Já Elizabeth Banks aparece em um papel fundamental dentro da história, contribuindo para o desenvolvimento dos laços familiares que se formam ao longo do filme.

O elenco ainda conta com Michelle Pfeiffer, que adiciona camadas emocionais importantes à narrativa, além de Jon Favreau, que também integra o núcleo central da trama. Olivia Wilde, vista em produções como Tron: O Legado e House, complementa o elenco com uma participação que ajuda a reforçar as tensões emocionais da história.

Dirigido por Alex Kurtzman, o longa se destaca por apostar em uma abordagem mais humana e direta, evitando grandes artifícios visuais para focar no impacto das relações pessoais. A narrativa se constrói a partir de pequenas decisões e revelações que vão se acumulando até transformar completamente a vida dos personagens.

A Sessão da Tarde de quarta, 20 de maio, exibe No Olho do Tornado, um filme de desastre que acompanha a chegada de uma sequência de tornados violentos capazes de devastar uma cidade inteira em poucos minutos. A narrativa se desenvolve a partir de diferentes grupos de personagens que se encontram no meio do avanço da tempestade, cada um reagindo de forma distinta ao colapso repentino da rotina e da estrutura urbana ao redor.

A história acompanha desde caçadores de tempestades que perseguem os fenômenos para registro científico até moradores comuns que tentam sobreviver à destruição crescente. Entre eles, há um pai que tenta proteger os filhos em meio ao caos, equipes de resgate que enfrentam dificuldades para atuar durante os ventos intensos e jovens que acabam presos em áreas atingidas sem possibilidade de fuga imediata. A cidade se transforma em poucos instantes em um cenário instável, onde ruas, prédios e veículos são atingidos por ventos extremos e detritos em alta velocidade.

A condução da narrativa segue diferentes pontos de vista que se cruzam conforme os tornados avançam, criando uma sequência contínua de eventos ligados diretamente à força da tempestade. O foco recai sobre o impacto imediato do fenômeno, mostrando decisões tomadas sob pressão, deslocamentos forçados e tentativas de sobrevivência em meio à perda de controle total da situação.

No elenco, Richard Armitage interpreta Gary Fuller, um pai que tenta manter a família unida durante o avanço das tempestades. Sarah Wayne Callies vive uma pesquisadora que acompanha o comportamento dos tornados e registra dados em campo, enquanto Matt Walsh aparece como parte de uma equipe envolvida na cobertura dos eventos. Alycia Debnam-Carey interpreta uma jovem diretamente atingida pela destruição, presa em áreas de risco conforme os fenômenos avançam pela cidade. O elenco também conta com Max Deacon e Nathan Kress em papéis ligados ao núcleo familiar que se vê no centro da tragédia climática.

A direção de Steven Quale conduz o filme em ritmo contínuo, com cenas que registram os tornados em diferentes estágios de formação e impacto. Algumas sequências utilizam o formato de gravações em primeira pessoa, com câmeras portáteis e registros amadores que reforçam a sensação de proximidade com os eventos. Essa escolha visual aproxima o espectador da destruição em tempo real, destacando a força dos ventos, a queda de estruturas e o deslocamento violento de objetos em alta velocidade.

Os efeitos visuais ocupam papel central na produção, com recriações digitais dos tornados e dos danos causados na cidade. Carros sendo lançados, construções desmoronando e mudanças bruscas nas condições climáticas compõem o cenário de instabilidade constante, onde cada novo momento traz um risco diferente para os personagens envolvidos.

Lançado em 2014, o filme teve orçamento em torno de US$ 50 milhões e arrecadação superior a US$ 160 milhões, resultado que consolidou seu desempenho comercial dentro do gênero de catástrofe. A recepção da crítica foi dividida, mas o longa ganhou espaço entre produções voltadas ao espetáculo visual e à representação de desastres naturais em larga escala.

Na quinta, 21 de maio, a Globo apresenta o filme O Amor Mandou Mensagem, um romance contemporâneo que parte de um ponto simples e curioso: mensagens enviadas para um número de celular que já não deveria mais existir acabam criando uma ligação profunda entre duas pessoas que nunca se conheceram.

A história acompanha Mira, uma jovem escritora e ilustradora que tenta lidar com a morte repentina do noivo. Sem conseguir se afastar da dor, ela encontra uma forma de manter viva a presença dele ao enviar mensagens para o antigo número de telefone, como se ainda pudesse conversar com alguém que perdeu. O que ela não imagina é que o número foi reativado e agora pertence a Rob, um jornalista que passa a receber essas mensagens sem entender o contexto emocional por trás delas.

Rob também enfrenta um período difícil. Depois de ser abandonado pouco antes do casamento, ele passa a enxergar o amor com desconfiança e evita qualquer envolvimento mais profundo. Quando começa a receber as mensagens de Mira, ele se vê envolvido em uma situação que mistura curiosidade e desconforto, já que não sabe quem está por trás daquele contato nem o motivo de tamanha carga emocional. Ainda assim, a troca constante entre os dois cria uma conexão gradual, baseada apenas em palavras e sentimentos que surgem de forma inesperada.

Enquanto a relação se desenvolve à distância, Mira e Rob seguem lidando com suas próprias feridas emocionais, sem imaginar que estão, na verdade, se aproximando um do outro de forma indireta. O vínculo criado pelas mensagens começa a influenciar decisões, comportamentos e a forma como cada um enxerga suas próprias experiências de perda e recomeço.

No elenco, Priyanka Chopra Jonas interpreta Mira, dando à personagem uma construção marcada por sensibilidade e persistência diante do luto. Já Sam Heughan vive Rob, o jornalista que tenta manter distância emocional enquanto se vê cada vez mais envolvido nas mensagens misteriosas que recebe.

O filme também conta com a participação de Céline Dion, que interpreta a si mesma e aparece em momentos-chave da narrativa, contribuindo para o desenvolvimento emocional do protagonista e reforçando os temas ligados ao amor e à superação.

Dirigido por James C. Strouse, o longa constrói sua narrativa a partir de pequenas interações, usando o envio de mensagens como ponto central para explorar temas como saudade, solidão e a dificuldade de seguir em frente após uma perda importante. Em vez de grandes reviravoltas, a história avança com base em encontros, desencontros e descobertas que alteram lentamente a vida dos personagens.

A relação entre Mira e Rob se fortalece justamente por acontecer primeiro no campo virtual, onde ambos conseguem se abrir com mais liberdade antes de enfrentarem o contato real. Essa transição entre o digital e o presencial define o ritmo do filme e sustenta o desenvolvimento emocional da trama.

Na sexta-feira, 22 de maio, a emissora exibe o filme Dois É Demais em Orlando, uma comédia brasileira recente que transforma o clássico “viagem dos sonhos” em uma sequência de situações inesperadas, conflitos e descobertas pessoais durante uma estadia nos Estados Unidos. A história mistura humor leve com momentos de convivência forçada entre dois personagens completamente diferentes, presos em uma mesma jornada.

Tudo começa com João, um homem que está prestes a realizar um sonho antigo: conhecer os parques da Universal em Orlando, nos Estados Unidos. Fã de cinema e super-heróis, ele vê a viagem como a chance perfeita de viver experiências que sempre imaginou desde a infância. No entanto, antes de embarcar, sua rotina muda completamente quando sua chefe pede que ele assuma uma missão inesperada: levar Carlos Alberto, o filho dela, até o pai do garoto que vive no exterior.

Carlos Alberto, com apenas onze anos, chama atenção por agir com uma maturidade incomum para a idade. Ele fala e se comporta como um adulto em diversas situações, o que cria um contraste imediato com João, que já não lida bem com responsabilidades fora do planejado. O que era para ser apenas um favor profissional simples se transforma em uma viagem cheia de imprevistos logo no início.

Ao chegar aos Estados Unidos, o plano inicial desmorona quando o pai de Carlos Alberto não aparece para recebê-lo. Sem alternativa, João se vê obrigado a permanecer com o garoto e assumir uma responsabilidade que não esperava. A partir desse ponto, os dois passam a dividir o mesmo espaço, enfrentando diferenças de personalidade, rotina e visão de mundo, enquanto tentam lidar com os obstáculos que surgem durante a estadia em Orlando.

A convivência forçada dá início a uma sequência de situações caóticas e divertidas, especialmente porque João também precisa enfrentar seus próprios medos, incluindo a insegurança em relação a montanhas-russas e atrações radicais dos parques. Ao mesmo tempo, o comportamento extremamente racional de Carlos Alberto gera situações em que a lógica da criança entra em choque com a impulsividade do adulto, criando momentos de humor baseados justamente nesse contraste.

No elenco, o protagonista João é interpretado por Eduardo Sterblitch, que assume o papel de um adulto desajeitado e despreparado para lidar com responsabilidades inesperadas. Já Carlos Alberto é vivido por Pedro Burgarelli, que constrói um personagem infantil com postura séria e comportamento fora do comum para sua idade. O elenco ainda conta com Daniel Furlan, que integra o núcleo cômico da produção e contribui para o ritmo de humor característico do filme.

Dirigido por Rodrigo Van Der Put, o longa foi produzido pela Globo Filmes em coprodução com o Telecine e chegou aos cinemas em 2024. O roteiro assinado por Daniela Ocampo, Luiza Yabrudi e Eduardo Caldas constrói a narrativa a partir do choque entre duas personalidades opostas, usando a viagem como cenário para o desenvolvimento da relação entre os personagens.

A história se apoia na ideia de convivência forçada, onde dois desconhecidos precisam aprender a lidar um com o outro em um ambiente completamente diferente do habitual. Nesse processo, a viagem aos parques de Orlando deixa de ser apenas um sonho individual e passa a se transformar em uma experiência compartilhada, marcada por conflitos, descobertas e momentos de parceria inesperada.

Resumo semanal A Escrava Isaura 13/09/2023 a 15/09/2023

Foto: Reprodução/ Internet

Confira abaixo o resumo ampliado da novela A Escrava Isaura entre os dias 13/09/2023 a 15/09/2023. A exibição da trama está marcada para acontecer às 15h30, pela Rede Família.

Resumo da novela A Escrava Isaura de Quarta-feira, 13/09/2023 –

No capítulo 137, Rosa flerta com Álvaro e prevê que ele será infeliz ao lado de Isaura. Leôncio ordena a reunião de homens para sequestrar Isaura. Rosa provoca Pedrinho. O Sargento acredita no depoimento de Diogo e sai em busca de Leôncio. Sebastião pondera as propostas de Gioconda. Helena sente o desejo de confessar que matou Paulo. Serafina lamenta o roubo de suas joias. Isaura toca piano para Álvaro. Miguel e Tomásia fazem planos para o casamento. Rosa mente para Belchior, afirmando que beijou Álvaro, e instrui-o a contar isso a Isaura. Branca planeja contratar um pistoleiro para eliminar Isaura. Henrique questiona Aurora sobre a proposta de casamento. Raimundo informa ao Sargento que Leôncio está escondido na mata. Leôncio é detido, mas as joias de Serafina não são encontradas. Perpétua empenha-se em exercícios para que Gabriel recupere a mobilidade. O Sargento utiliza a violência física contra Leôncio para obter informações sobre o paradeiro das joias de Serafina.

Resumo da novela A Escrava Isaura de Quinta-feira, 14/09/2023 –

O Sargento continua a agredir Leôncio. A violência prossegue enquanto o Sargento interroga Leôncio. Todos se preparam para o casamento de Miguel. Tomásia visita Diogo na prisão e entra em conflito com Leôncio. Martinho e Francisco planejam a libertação de Leôncio. Serafina recebe uma carta de Violeta. Helena pede a Sebastião que a leve para visitar Diogo. Serafina opta por fechar o bordel. Todos se reúnem para a cerimônia de casamento. Malvina chega acompanhada de Helena e Sebastião à prisão, mas desiste ao descobrir que Leôncio está sob custódia. Leôncio enfrenta Sebastião e Helena. Isaura e Álvaro fazem planos para o futuro. O juiz nega o pedido de liberdade de Leôncio.

Resumo da novela A Escrava Isaura de sexta-feira, 15/09/2023 –

O casamento de Miguel e Tomásia tem início. Geraldo aguarda ansiosamente a chegada de Malvina. Belchior compartilha com João e Joaquina o que Rosa disse sobre Álvaro. Branca deseja comparecer ao casamento. Álvaro e Isaura recebem a notícia de que Leôncio está preso. Gabriel declara seu amor por Perpétua. Sebastião concorda com as condições impostas por Gioconda e agenda o casamento. O casamento de Miguel e Tomásia é celebrado. O Sargento ameaça Leôncio durante o interrogatório.

Lembramos que todas as informações do resumo semanal da novela A Escrava Isaura são de total responsabilidade da emissora e estão sujeitas a possíveis mudanças na exibição. Acompanhe as redes sociais oficiais para obter informações atualizadas sobre a novela.

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