Christopher Nolan apresenta A Odisseia: trailer inédito surpreende antes de Jurassic World: Recomeço

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Você entra no cinema para ver Jurassic World: Recomeço e, de repente, a tela escurece. Antes dos dinossauros surgirem, um oceano revolto ocupa tudo. E, então, a voz grave de Matt Damon ecoa. Não há título, não há explosões — só o mar, a fúria dos deuses e o peso da memória. Está lançado o primeiro teaser trailer de A Odisseia, novo projeto de Christopher Nolan que adapta, com sua habitual densidade e precisão, o épico milenar de Homero.

Para quem esperava algo bombástico ou explicativo, o teaser entrega o oposto: silêncio, mistério e a promessa de uma jornada humana sob a pele de um poema imortal.

Por enquanto, o material está sendo exibido exclusivamente nos cinemas, antes de alguns títulos em cartaz, como Jurassic World: Recomeço. A Universal confirmou ao Omelete que a exibição em salas brasileiras começou nesta quinta-feira, 3 de julho. Na internet? Nada oficial até agora. Apenas cópias vazadas circulando nas redes sociais, que o próprio Omelete decidiu não divulgar.

O que o teaser revela — e o que esconde

O teaser abre com o mar. O som é abafado, quase onírico. A voz que ouvimos é de Odisseu, interpretado por Matt Damon, refletindo sobre os deuses, a guerra e a promessa do retorno. Na sequência, entra a voz do jovem Telêmaco, vivido por Tom Holland — seu rosto surge primeiro na tela, já lançando a pergunta que impulsiona todo o filme: “Onde está meu pai?”

Corta para Jon Bernthal, provavelmente vivendo algum líder grego ou confidente de Penélope. Ele responde que o paradeiro de Odisseu virou lenda. A partir daí, o teaser constrói imagens com o estilo típico de Nolan: rápidas, simbólicas, com ritmo emocional. Um exército marchando. Um homem em uma caverna. Um herói à deriva no mar.

Lupita Nyong’o aparece brevemente, em um figurino quase cerimonial, cercada por uma luz suave, possivelmente como uma deusa, uma feiticeira ou Penélope — não há confirmação oficial.

A prévia não entrega mais do que isso. E, por isso mesmo, instiga. O tom é sóbrio, melancólico e denso. Não parece um filme de ação, mas uma meditação sobre tempo, luto e legado.

Nolan mergulha na mitologia — mas não se afoga nela

Não é a primeira vez que A Odisseia é adaptada ao cinema. De Kirk Douglas a animações infantis, o poema homérico já foi revisitado sob vários olhares. Mas nunca sob a lente meticulosa de Christopher Nolan, conhecido por misturar lógica, emoção e complexidade em filmes como Interestelar, A Origem e Oppenheimer.

Aqui, o que se insinua é uma abordagem dupla: a jornada externa de Odisseu e a jornada interna de Telêmaco. Um pai tentando voltar. Um filho tentando entender. Dois homens separados pelo tempo, unidos pelo sangue.

É possível imaginar Nolan brincando com narrativas paralelas, com tempos cruzados, com visões distorcidas da memória. Mais do que fiel ao texto de Homero, ele parece interessado em cavar fundo nas consequências do heroísmo — o trauma da guerra, a persistência da ausência, a esperança do reencontro.

Um épico para tempos incertos

Odisseia não é apenas uma história sobre monstros e deuses. É sobre casa. Sobre o que se perde quando partimos — e o que sobrevive em nós quando tentamos voltar.

Numa era de guerras reais, deslocamentos forçados e buscas por pertencimento, talvez não haja narrativa mais urgente do que essa: a de um homem em ruínas navegando por mares imprevisíveis, tentando encontrar aquilo que sobrou do que um dia foi amor, lar e paz.

O que sabemos até agora?

  • Matt Damon interpreta Odisseu, o herói grego que tenta retornar a Ítaca após a Guerra de Troia.
  • Tom Holland vive Telêmaco, seu filho, agora jovem adulto em busca do pai.
  • Lupita Nyong’o e Jon Bernthal têm papéis ainda não confirmados oficialmente, mas já aparecem no teaser.
  • A trilha sonora está a cargo de Ludwig Göransson, colaborador de Nolan em Tenet e Oppenheimer.
  • A estreia do filme está prevista para 2026, mas sem data fechada.
  • O teaser está exclusivamente nos cinemas, e não há previsão de lançamento oficial online.

E agora?

Quem quiser ver o teaser de A Odisseia precisa fazer como os antigos viajantes: sair de casa e encarar a jornada. É preciso ir ao cinema, sentar na poltrona, silenciar o celular — e deixar-se conduzir por ventos antigos, que falam de deuses, destinos e despedidas.

Talvez não seja por acaso que Nolan decidiu exibir o teaser apenas nas telonas. Assim como Odisseu precisou atravessar o mundo para reencontrar o que era essencial, nós também somos convidados a sair da superfície e mergulhar no escuro do oceano. Lá onde o cinema ainda é ritual. Onde a imagem ainda surpreende. Onde a voz de um pai perdido ainda pode nos emocionar.

Exclusivo! A Mulher Que Nunca Existiu e Depois da Vida estreiam na Reserva Imovision

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A última semana trouxe à Reserva Imovision duas estreias exclusivas que revelam, com sutileza e potência, o poder transformador do cinema. De um lado, o mestre japonês Hirokazu Koreeda nos guia por uma fábula existencial delicada e profundamente tocante. Do outro, uma voz feminina tunisiana nos confronta com a urgência da identidade e da resistência em um mundo desigual. Ambas as histórias atravessam culturas e fronteiras para chegar onde o cinema mais verdadeiro sempre quer chegar: dentro de nós.

🌫️ Depois da Vida, de Hirokazu Koreeda — Uma memória para a eternidade

Imagine morrer e, antes de partir definitivamente, receber a chance de escolher uma única lembrança para levar com você para sempre. Essa é a premissa — poética e perturbadora — de Depois da Vida, um dos filmes mais sensíveis da carreira de Hirokazu Koreeda, diretor consagrado por obras como Assunto de Família e Pais e Filhos.

Ambientado em um espaço metafísico entre a vida e a morte, o filme acompanha recém-falecidos que, guiados por uma equipe de mediadores, têm três dias para decidir qual foi o momento mais significativo de suas vidas. Uma vez escolhida, essa memória é transformada em filme — o único fragmento que os acompanhará pela eternidade.

Koreeda trata a morte não como fim, mas como convite à contemplação. Em vez de dogmas ou fantasias místicas, o que vemos é um exercício de humanidade: simples, silencioso e devastadoramente bonito. Um filme que nos faz sair em busca das nossas próprias memórias inesquecíveis.

🕊️ A Mulher Que Nunca Existiu — Um silêncio que vira grito

De volta ao plano terreno — e à dura realidade da vida —, A Mulher Que Nunca Existiu nos leva à Tunísia contemporânea, onde as mulheres lutam todos os dias para serem vistas, ouvidas e respeitadas.

Aya é uma mulher marcada por traumas. Após sobreviver a um grave acidente, ela vê na tragédia a oportunidade de apagar seu passado e assumir uma nova identidade. É sua chance de escapar, de reinventar-se — até que ela se torna testemunha de uma brutalidade policial. Entre o desejo de se manter invisível e a necessidade de denunciar, Aya será confrontada por um dilema íntimo e coletivo: até onde vale o preço de calar?

O filme não é apenas um drama pessoal. É também uma radiografia social sobre o que significa ser mulher em um país onde a liberdade é condicionada, e a verdade, perigosa. É um manifesto silencioso — até que explode.

🎞️ Duas experiências, um mesmo destino: a transformação

Tanto Depois da Vida quanto A Mulher Que Nunca Existiu convidam o espectador a pausar, respirar e refletir. São histórias que não gritam, mas ecoam. Que não oferecem respostas fáceis, mas despertam perguntas necessárias.

Ambos os filmes já estão disponíveis exclusivamente na plataforma Reserva Imovision, que segue sendo o espaço ideal para quem busca mais do que entretenimento: um cinema com alma, com coragem e com verdade.

Prime Video apresenta trailer de A Mulher da Casa Abandonada, série baseada no podcast de Chico Felitti

No coração de um dos bairros mais nobres de São Paulo, entre prédios luxuosos e carros importados, há uma casa em ruínas que virou símbolo de um mistério incômodo. Uma mansão que parece ter parado no tempo — e que por muito tempo escondeu uma história perturbadora, ignorada por vizinhos, desconhecida por muitos, mas carregada de consequências reais. Agora, o que era apenas sussurro de rua e escândalo nas redes ganha uma nova dimensão com a chegada da série A Mulher da Casa Abandonada, que estreia no Prime Video no dia 15 de agosto. Abaixo, confira o novo trailer divulgado pela plataforma de streaming.

Qual é o principal foco da série?

Baseada no podcast de Chico Felitti, sucesso absoluto de audiência e repercussão, a série documental dá rosto, voz e imagem a um dos casos mais delicados do jornalismo investigativo recente. Ao longo de seis episódios, o público é convidado a mergulhar fundo em uma narrativa que fala sobre aparências, privilégios, impunidade — e o peso de uma culpa enterrada debaixo do luxo e da omissão.

Quem é a protagonista?

Margarida Bonetti, uma mulher que vive reclusa em uma mansão tomada pelo abandono, mas que já foi acusada de manter uma empregada em condições análogas à escravidão nos Estados Unidos. Enquanto o tempo passou, ela permaneceu intocável, protegida por muros, sobrenome e silêncio. A história, contada inicialmente por Felitti com uma escuta sensível e inquieta, agora ganha novos contornos com imagens, entrevistas inéditas e documentos que aprofundam ainda mais o impacto desse caso.

Para Javiera Balmaceda, Head de Originais do Amazon MGM Studios para América Latina, a série tem uma missão que vai além do entretenimento. “É o resultado de uma investigação jornalística séria, que busca as informações mais precisas, os depoimentos mais relevantes. Vai além do podcast. Com o poder das imagens, conseguimos mostrar como esse caso reverbera até hoje, dentro e fora do Brasil”, afirma.

Com uma direção precisa e respeitosa, a série evita sensacionalismos e aposta em uma construção narrativa que convida à reflexão. As imagens da casa em ruínas, os depoimentos das vítimas, o contraste entre a decadência do lar e o passado de opulência de sua moradora revelam muito mais do que uma biografia curiosa: expõem um sistema que permite que histórias como essa se repitam, em silêncio.

My Hero Academia ganha pôster e data da temporada final; Prime Video lança dublagem brasileira

O anime My Hero Academia acaba de entrar oficialmente em sua reta final. A produção revelou nesta semana um novo pôster promocional e confirmou que a temporada derradeira estreia em outubro de 2024 no Japão. Ao mesmo tempo, fãs brasileiros também receberam uma boa notícia: as primeiras temporadas da série chegaram ao Prime Video com dublagem em português, ampliando o acesso a uma das histórias mais queridas do gênero shonen.

A arte inédita do material promocional antecipa um clima tenso, com os heróis da U.A. prontos para enfrentar seus maiores desafios. O protagonista, Izuku Midoriya, aparece ao centro com expressão determinada, cercado por aliados e inimigos, em um claro anúncio de que o embate final está prestes a começar.

Chegada da dublagem reforça carinho do público nacional

A inclusão das vozes brasileiras na plataforma da Amazon foi recebida com entusiasmo nas redes sociais. Desde o dia 22 de maio, os episódios iniciais da jornada de Deku estão disponíveis com áudio em português, após um período em que apenas a versão legendada era oferecida. A mudança faz parte de um movimento crescente da plataforma para tornar animes mais acessíveis — algo que também ocorreu com Jujutsu Kaisen e outras produções do gênero.

Uma história de superação em um mundo de poderes

A narrativa acompanha um jovem sem habilidades especiais em uma sociedade onde quase todos nascem com superpoderes, conhecidos como “individualidades”. Determinado a seguir o caminho dos grandes heróis, ele acaba herdando uma das forças mais lendárias do universo, o One for All, e embarca em uma jornada marcada por batalhas intensas e amadurecimento emocional.

Ao longo das temporadas, o anime construiu um forte vínculo com o público ao explorar temas como amizade, sacrifício e responsabilidade — tudo isso sem perder o ritmo das lutas espetaculares que o tornaram mundialmente famoso.

O fim de uma era

Com o anúncio da última temporada, os fãs se preparam para se despedir de uma geração de personagens que marcou presença no coração de milhões. A expectativa é que o desfecho entregue não apenas grandes confrontos, mas também resoluções emocionais à altura do que foi construído até aqui.

Cameron Diaz retorna com nova comédia de ação na Netflix: Bad Day promete risadas e caos em dose dupla

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Cameron Diaz está longe de viver dias tranquilos — pelo menos nas telas. Depois de retomar a carreira com o explosivo De Volta à Ação, a atriz agora mergulha de cabeça em mais uma empreitada para a Netflix: Bad Day, comédia de ação que promete transformar uma crise existencial em puro entretenimento.

Com direção de Jake Szymanski, conhecido por seu humor ácido em produções como Jury Duty e Os Caça-Noivas, o novo longa marca a segunda colaboração entre Diaz e o produtor Beau Bauman. O reencontro reforça uma parceria que parece determinada a devolver à atriz o protagonismo que moldou sua carreira nos anos 2000.

Na trama, escrita por Laura Solon, acompanhamos uma mãe-solo que, diante do pior dia de sua vida, tenta cumprir uma promessa banal feita à filha — uma tarefa que logo se revela caótica, hilária e, em muitos momentos, imprevisivelmente emocional. Segundo fontes internas, o filme é uma espécie de releitura cômica de Um Dia de Fúria (1993), só que sob o olhar feminino, contemporâneo e afetivo, algo raro no gênero.

A proposta de Solon — que também assina a produção executiva ao lado de Mark Moran — é explorar os colapsos silenciosos do cotidiano com o ritmo e a estética dos filmes de ação. Nada de explosões gratuitas ou perseguições mirabolantes: em Bad Day, o drama da maternidade, a pressão social e o esgotamento mental se transformam em combustível para o riso — e talvez para uma necessária catarse coletiva.

Mais do que uma aposta certeira no star power de Diaz, o projeto se encaixa na nova leva de produções originais da Netflix que combinam crítica social com entretenimento acessível. A atriz, que esteve afastada das telas por quase dez anos, parece cada vez mais à vontade nesse retorno: mais madura, mais afiada e ainda com o timing cômico que a consagrou em clássicos como Quem Vai Ficar com Mary? e O Amor Não Tira Férias.

Ainda sem data de estreia anunciada, Bad Day já começa a gerar expectativa entre os fãs da atriz e do gênero. E, se depender da proposta ousada da trama e do talento envolvido, o filme tem tudo para transformar um simples dia ruim em um dos melhores acertos da Netflix em 2025.

Último trabalho na Netflix

Depois de quase uma década longe dos holofotes, Cameron voltou com tudo. E seu retorno não poderia ser mais simbólico: em De Volta à Ação, lançado em janeiro pela Netflix, a atriz não apenas protagoniza uma história sobre reencontros e recomeços, como também encarna exatamente esse espírito na vida real. O longa, dirigido por Seth Gordon, é uma mistura inteligente de ação, comédia e memória afetiva — tanto para os fãs quanto para a própria estrela.

Ao lado de Jamie Foxx, parceiro de longa data com quem já contracenou em Um Domingo Qualquer e Annie, Diaz interpreta Emily, uma ex-espiã da CIA que, após deixar para trás sua carreira de riscos e disfarces, tenta levar uma vida comum ao lado do também ex-agente Matt (Foxx). O plano de sossego, como era de se esperar, não dura muito. Quando suas identidades secretas vêm à tona, o casal é forçado a retornar ao mundo da espionagem em uma jornada frenética e cheia de reviravoltas.

Apesar de ser vendido como um filme de ação, De Volta à Ação se revela, na prática, uma carta de amor aos anos dourados das comédias de espionagem e à química entre duas estrelas carismáticas que se reencontram em cena com leveza, ritmo e afeto. Cameron entrega uma performance afiada, equilibrando humor, timing e um brilho nos olhos que evidencia sua vontade genuína de estar de volta. A personagem Emily, cheia de sarcasmo e presença, parece moldada sob medida para esse retorno: uma mulher forte, com passado oculto, lidando com a reinvenção.

O filme tem um ritmo ágil, cenas de ação bem executadas e um tom despretensioso que funciona. Não há aqui a pretensão de reinventar o gênero, mas sim de oferecer um espetáculo divertido, conduzido por atores que sabem exatamente onde pisam. Andrew Scott também se destaca no elenco, trazendo um contraponto inteligente à dupla central.

Karl Urban estreia como Johnny Cage no teaser eletrizante de Mortal Kombat 2

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A franquia Mortal Kombat está de volta, e agora com um reforço que tem chamado atenção: Karl Urban vive o icônico Johnny Cage na sequência da adaptação lançada em 2021. No teaser recém-divulgado, o ator aparece com todo o estilo arrogante e carismático que os fãs conhecem dos jogos — e já é apontado como um dos destaques do novo longa. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

O filme chega aos cinemas em 24 de outubro de 2025, com direção de Simon McQuoid e produção de James Wan. O novo capítulo promete trazer para o centro da narrativa aquilo que muitos sentiram falta no primeiro: o torneio Mortal Kombat, finalmente oficializado.

Humor, ação e uma dose de caos

A ausência de Johnny Cage no primeiro filme foi amplamente comentada pelos fãs. Agora, o personagem não só aparece, como ganha um tratamento à altura da sua popularidade. Interpretado por Karl Urban, Cage surge como um ator de filmes de ação decadente, que se vê envolvido em uma disputa sobrenatural onde a Terra está em risco.

A abordagem mistura o humor característico do personagem com momentos mais densos, algo que o diretor quis manter sob controle para não cair na caricatura. O resultado, ao que tudo indica, é uma versão com mais personalidade e presença — e que deve agradar tanto aos veteranos quanto ao público novo.

O torneio que define o destino da Terra

A trama retoma os eventos do primeiro filme. Cole Young (Lewis Tan) segue reunindo aliados para enfrentar as forças da Exoterra, que agora têm Shao Kahn (vivido por Martyn Ford) como principal figura de ameaça. Diferente do longa anterior, a sequência mergulha de vez no torneio Mortal Kombat, com regras, combates organizados e uma tensão crescente a cada luta.

O visual é mais elaborado, os cenários foram ampliados, e os combates prometem ser mais fiéis à brutalidade dos jogos — com direito a fatalities, técnicas clássicas e duelos que devem impressionar pela coreografia e pelos efeitos visuais.

Novos rostos, velhos conhecidos

Além de Urban como Johnny Cage, o filme apresenta Tati Gabrielle como Jade, Adeline Rudolph como Kitana, e Martyn Ford como o poderoso Shao Kahn. A narrativa deve explorar a origem e as motivações desses personagens, enquanto dá continuidade à trajetória de heróis como Sonya Blade (Jessica McNamee), Jax (Mehcad Brooks), Scorpion (Hiroyuki Sanada) e o próprio Cole Young.

Essa mistura de veteranos e estreantes pretende fortalecer o universo da franquia no cinema, criando novas conexões e rivalidades que possam ser exploradas em futuros capítulos.

Sessão da Tarde desta sexta (18) exibe Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, estrelado por Harrison Ford

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A TV Globo exibe nesta sexta-feira, 18 de julho, o longa Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal na Sessão da Tarde. Quarto filme da icônica franquia, a produção marca o retorno de Harrison Ford ao papel do arqueólogo mais famoso do cinema, desta vez envolvido em uma trama repleta de conspirações, enigmas históricos e rivalidades no auge da Guerra Fria. Dirigido por Steven Spielberg, o filme combina ação clássica, humor e doses ousadas de ficção científica.

Ambientado em 1957, a narrativa começa com Indiana e seu parceiro Mac (Ray Winstone) escapando de um grupo de agentes soviéticos em uma base militar americana. De volta à universidade onde leciona, Jones descobre que sua reputação está em jogo, sendo forçado a deixar o cargo. Tudo muda quando ele cruza o caminho do jovem rebelde Mutt Williams, interpretado por Shia LaBeouf, que o convence a embarcar em uma jornada em busca da lendária Caveira de Cristal de Akator, um artefato misterioso e de poder incalculável.

Mas a missão está longe de ser tranquila. Os soviéticos também estão atrás da caveira, e à frente deles está a enigmática e implacável Irina Spalko, vivida por Cate Blanchett. Disposta a tudo para capturar o artefato e usá-lo como uma arma psíquica em nome da União Soviética, Spalko se torna uma das antagonistas mais marcantes da franquia, com sua presença fria e visual imponente.

Ao longo do filme, a dupla Jones e Mutt percorre selvas, cidades perdidas e locais sagrados da América do Sul, enfrentando armadilhas mortais, inimigos implacáveis e dilemas entre razão e misticismo. É uma aventura que reflete a maturidade de Indiana Jones, agora mais experiente, mas ainda impulsionado por sua paixão pelo desconhecido — e por uma certa teimosia.

Lançado em 2008, O Reino da Caveira de Cristal foi recebido com entusiasmo e controvérsia. Parte do público estranhou a virada mais sobrenatural do roteiro, com elementos que se distanciam da arqueologia clássica presente nos filmes anteriores. No entanto, o longa representa um capítulo importante da saga, especialmente por trazer de volta personagens queridos e expandir o universo criado por George Lucas e Spielberg.

Além de Harrison Ford e Shia LaBeouf, o elenco conta com Karen Allen, que reprisa o papel de Marion Ravenwood, além de John Hurt e Jim Broadbent em participações importantes. A produção mantém a assinatura visual e narrativa dos filmes anteriores, com cenas de ação práticas, perseguições explosivas e uma trilha sonora clássica de John Williams.

Para quem quiser rever ou assistir pela primeira vez, o filme vai ao ar na Globo a partir das 15h30. Fora da TV, ele também está disponível por streaming no Telecine e Paramount+, além de opções de aluguel e compra digital no Prime Video.

Fernanda Torres é confirmada no júri do Festival de Veneza 2025 e reforça presença brasileira no cinema internacional

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Na última sexta-feira (18), foi divulgada a composição oficial do júri da 82ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, que acontece entre os dias 27 de agosto e 6 de setembro, na Itália. Entre os selecionados para avaliar os filmes em competição está a atriz brasileira Fernanda Torres, que se destaca como um dos maiores nomes do cinema nacional contemporâneo.

Fernanda acumula uma trajetória que atravessa teatro, televisão e cinema, sempre marcada por atuações intensas e autênticas. Indicada ao Oscar pela performance no aclamado filme Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles, a atriz agora assume o desafio de julgar obras de relevância global. Sua participação no júri representa um reconhecimento não apenas pessoal, mas também do talento brasileiro no cenário internacional.

Além de Fernanda, o júri do Festival de Veneza conta com importantes nomes do cinema mundial, como o cineasta iraniano Mohammad Rasoulof, o diretor francês Stéphane Brizé, a italiana Maura Delpero, o romeno Cristian Mungiu e a atriz chinesa Zhao Tao. Essa diversidade de experiências e estilos contribui para um julgamento plural e rico, capaz de abarcar a complexidade da produção cinematográfica contemporânea.

Um Momento de Protagonismo para o Brasil

A participação da atriz brasileira no júri reforça a crescente presença do Brasil em festivais internacionais. O sucesso recente de Ainda Estou Aqui, vencedor do prêmio de Melhor Roteiro em Veneza, abre portas para que mais histórias nacionais ganhem visibilidade e respeito no exterior. Fernanda, com seu olhar apurado, simboliza essa nova fase de destaque e diálogo cultural.

Cinema como Instrumento de Diálogo e Transformação

Mais do que uma tarefa técnica, o papel de jurada é uma responsabilidade cultural para Fernanda. Ela representa uma nação que mantém viva sua criatividade e paixão pela arte, mesmo diante dos desafios. Sua atuação no festival é um convite à valorização da diversidade de narrativas e à promoção do cinema como ferramenta de conexão humana e mudança social.

O último trabalho de Fernanda nos cinemas

O longa me Ainda Estou Aqui, protagonizado pela atriz e dirigido por Walter Salles, chega como uma obra potente e sensível que revisita um dos capítulos mais difíceis da história recente do Brasil: a ditadura militar. Baseado no livro autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva, o longa dá voz à mulher que enfrentou o desaparecimento de seu marido político e se tornou símbolo de coragem e resistência.

Uma Atuação que Marca Gerações

Torres entrega uma interpretação profunda e visceral como Eunice Paiva, personagem real que viu sua vida transformada após o sumiço do esposo durante o regime autoritário. A atriz constrói uma narrativa marcada pela dor, mas também pela determinação de uma mulher que luta por justiça em um cenário de medo e censura.

Direção Sensível e Roteiro Impactante

Walter, renomado diretor brasileiro, conduz o filme com maestria, equilibrando elementos históricos e emocionais para criar uma experiência cinematográfica envolvente. O roteiro, que adapta o relato original de Marcelo Rubens Paiva, explora com sensibilidade os dilemas pessoais e políticos da época, sem perder o foco na humanidade dos personagens.

Um Retrato da Luta pelos Direitos Humanos

O filme destaca a importância do ativismo feminino durante a repressão militar, mostrando como Eunice Paiva, interpretada também por Fernanda Montenegro em cenas complementares, se transforma em uma figura essencial na busca pela verdade e pela memória histórica. O filme enfatiza o papel das famílias na resistência, ampliando o debate sobre memória e justiça.

Recepção da Crítica e Público

Desde sua estreia, o longa tem sido amplamente elogiado pela crítica especializada e pelo público, que reconhecem a força da narrativa e a qualidade das performances. A produção vem reafirmar o cinema brasileiro como espaço de reflexão e resistência cultural.

“Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” conquista aprovação de 89% dos críticos no Rotten Tomatoes

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Nesta quinta-feira, os fãs brasileiros de super-heróis têm um encontro marcado com a icônica “Primeira Família” da Marvel. Quarteto Fantástico: Primeiros Passos desembarca oficialmente nas telonas do país, antecedendo em apenas um dia o lançamento nos Estados Unidos, marcado para sexta-feira, 25 de julho de 2025. A estreia já vem acompanhada de uma expectativa imensa e de uma aprovação surpreendente: o site agregador Rotten Tomatoes revelou que 89% dos críticos que participaram das prévias oficiais consideram o filme uma produção positiva.

Um Recomeço para o Quarteto Fantástico

Desde sua criação, em 1961, pelo lendário quadrinista Stan Lee e pelo artista Jack Kirby, o Quarteto Fantástico se consolidou como um dos pilares do universo Marvel. Porém, apesar da popularidade nos quadrinhos, a trajetória da equipe nas telonas tem sido repleta de altos e baixos. Após um filme de 2015 que não atendeu às expectativas — tanto de público quanto da crítica —, o icônico grupo superou um período nebuloso e se prepara para brilhar novamente, desta vez sob a tutela da Marvel Studios e da Walt Disney Studios Motion Pictures.

Este novo longa é o 37º filme do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) e, segundo os responsáveis, marca o início de uma nova fase para o estúdio, chamada de Fase Seis. Com o subtítulo Primeiros Passos, o título já traz um sinal claro: não será um simples reboot, mas um novo capítulo, com uma visão renovada para Reed Richards, Sue Storm, Johnny Storm e Ben Grimm.

Uma Produção de Grandes Expectativas e Riqueza de Detalhes

Dirigido por Matt Shakman, conhecido pelo sucesso da minissérie WandaVision, o filme contou com um time robusto de roteiristas — Jeff Kaplan, Ian Springer, Josh Friedman, Cameron Squires, Eric Pearson e Peter Cameron — que trabalharam juntos para criar uma trama que foge da repetição. Shakman optou por uma narrativa que não reconta a origem do Quarteto, mas os mostra já estabelecidos, vivendo em um universo alternativo com um forte toque retro-futurista dos anos 1960.

A ambientação é um dos aspectos mais encantadores do filme. Inspirado no otimismo da Corrida Espacial e na imaginação de futuros espaciais da época, o cenário do filme remete a uma estética que mistura o clássico com o futurista, criando uma atmosfera visual única, que tem encantado até mesmo os especialistas em design de produção. Segundo o diretor, o público verá “parte do que conhecemos dos anos 60, mas também parte do que nunca vimos antes”.

Um Elenco de Estrelas para uma Família Icônica

O elenco principal é um dos grandes trunfos desta nova produção. Pedro Pascal — que vem conquistando audiências em séries como The Mandalorian — assume o papel do líder e cérebro do grupo, Reed Richards, também conhecido como Senhor Fantástico. Pascal descreveu seu personagem não apenas como um super-herói, mas como um brilhante cientista, uma mente inquieta que mais parece “o brilho de um polvo” quando em ação. Esta profundidade intelectual é o foco da construção do personagem, um reflexo do quanto o filme quer fugir de clichês e explorar a humanidade por trás dos poderes.

Vanessa Kirby interpreta Sue Storm, a Mulher Invisível, que nesta versão é mãe grávida, o que adiciona uma camada emocional poderosa à trama. Kirby enfatizou que sua personagem é “a pessoa mais emocionalmente inteligente” do planeta, e buscou trazer nuances que vão além do estereótipo da heroína maternal, incluindo referências a momentos sombrios e conflitantes da história em quadrinhos, onde Sue assume a persona “Malice”.

Joseph Quinn, conhecido por sua participação na série Game of Thrones, dá vida a Johnny Storm, o irreverente e carismático Tocha Humana. Ele traz uma nova dimensão ao personagem, deixando de lado o papel de mulherengo insensível das versões anteriores para apresentar um jovem mais consciente, embora ainda cheio de bravata e humor, equilíbrio perfeito para o tom do filme.

Já Ebon Moss-Bachrach interpreta Ben Grimm, o Coisa, com uma abordagem que mescla captura de movimento e CGI para dar vida ao personagem rochoso. Moss-Bachrach comentou sobre as semelhanças entre Ben e seu personagem em The Bear, ressaltando o forte senso de lealdade e moralidade do Coisa, que humaniza a criatura por trás da pedra.

O elenco conta ainda com Julia Garner como a enigmática Surfista Prateada, que traz uma presença misteriosa e elegante, e Ralph Ineson como o colossal Galactus, o ser cósmico devorador de planetas que traz uma ameaça palpável ao Quarteto.

Inovação Técnica e Narrativa: O Futuro do MCU

A Marvel Studios não poupou esforços para garantir um espetáculo visual e emocional. As filmagens aconteceram no renomado Pinewood Studios, em Londres, e em locações da Inglaterra e Espanha, com uma produção que buscou misturar tecnologia de ponta em efeitos visuais com cenários e adereços práticos, para dar mais vida e autenticidade ao universo dos heróis.

O design de produção teve como base referências como o filme 2001: Uma Odisseia no Espaço e o trabalho do designer Syd Mead, criando um laboratório futurista que é ao mesmo tempo aconchegante e funcional. Os trajes da equipe trazem uma mistura de azul-claro e branco, inspirados em versões clássicas dos quadrinhos dos anos 80, mas com uma pegada moderna e elegante.

Além disso, a trilha sonora, assinada por Michael Giacchino, já vem conquistando fãs com seu tom otimista e heroico, combinando com a proposta de “primeiros passos” e descobertas que o filme propõe.

A Complexa Jornada da Produção: Entre Greves e Escolhas de Elenco

O caminho para este filme não foi simples. O projeto passou por diversas fases, começando quando a 20th Century Fox tentava reviver a franquia após o fracasso de 2015. Com a aquisição da Fox pela Disney em 2019, o controle do Quarteto Fantástico passou para a Marvel Studios, que decidiu recomeçar do zero.

Vários diretores estiveram envolvidos na negociação, até que Matt Shakman assumiu o comando em 2022. O processo de escolha do elenco foi delicado e cuidadoso, enfrentando greves trabalhistas e recusas de atores como Adam Driver e Emma Stone, que estavam entre os cotados para Reed e Sue.

A Marvel Studios também buscou diversidade e autenticidade, especialmente no papel de Ben Grimm, que na nova versão é interpretado por um ator judeu, alinhando-se à representação dos quadrinhos. Essa busca por precisão e representatividade foi um diferencial nesta fase de desenvolvimento.

Uma História que Olha para o Passado e o Futuro

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos não é apenas mais um filme de super-heróis; é uma celebração da família, da ciência e da coragem diante do desconhecido. Ao optar por um universo alternativo, ambientado em uma década marcada por grandes avanços e sonhos espaciais, o filme conecta a nostalgia com a inovação.

A trama promete levar o espectador a uma aventura cósmica, onde a equipe enfrentará o poderoso Galactus, enquanto lida com desafios pessoais e a complexidade das relações familiares. Esta dualidade entre o macro — salvar o planeta — e o micro — o crescimento pessoal e familiar — é o coração do filme.

O Que Podemos Esperar nas Telonas?

Com 89% de aprovação nas prévias, o filme já mostra que está conquistando críticos e fãs. É importante lembrar que essa taxa não é uma nota, mas uma indicação de quantos espectadores viram o filme positivamente — um índice alto que sinaliza qualidade e potencial de sucesso.

“Fada Madrinha” na “Sessão da Tarde” desta sexta (25/07): comédia encantadora para toda a família

Nesta sexta-feira, 25 de julho, a TV Globo traz na Sessão da Tarde um filme capaz de encantar públicos de todas as idades: “Fada Madrinha” (Godmothered), uma comédia de fantasia leve, divertida e cheia de coração, que resgata o espírito dos clássicos contos de fada, mas com uma abordagem moderna e cheia de humor.

Dirigido por Sharon Maguire, famosa pelo sucesso de O Diário de Bridget Jones, e estrelado por Jillian Bell e Isla Fisher, o longa foi lançado originalmente em 2020 pela Walt Disney Pictures, tornando-se rapidamente uma opção querida para quem busca entretenimento com alma e boas mensagens.

Uma fada madrinha diferente

Ao contrário do que muitos esperam das tradicionais histórias de contos de fadas, Fada Madrinha não mostra uma protagonista perfeita e toda poderosa. Eleanor (Jillian Bell) é uma fada madrinha em treinamento, cheia de dúvidas e incertezas, preocupada com a possível extinção de sua profissão diante de um mundo cada vez mais cético e racional.

O filme começa com Eleanor encontrando uma carta de socorro escrita por uma menina de 10 anos chamada Mackenzie. Movida pela esperança e pelo instinto protetor, ela decide ir atrás da jovem para ajudá-la — mas descobre que a garota, na verdade, já é uma mulher adulta de 40 anos, viúva e com uma vida muito diferente da que ela imaginava.

Essa premissa simples e encantadora é o fio condutor para uma narrativa que fala sobre sonhos, decepções, família e a eterna busca por um pouco de magia em nossas vidas cotidianas.

O elenco e suas personagens

Jillian Bell, conhecida por seus papéis cômicos em filmes como 22 Jump Street e séries como Workaholics, traz para Eleanor uma mistura perfeita de ingenuidade, energia e vulnerabilidade. Sua interpretação rende momentos hilários, mas também surpreende na profundidade emocional que transmite, fazendo com que o público torça por sua fada madrinha inexperiente.

Isla Fisher, por sua vez, interpreta Mackenzie, a mulher que abandonou os sonhos de infância para viver uma realidade dura, marcada pela perda do marido. Fisher constrói uma personagem complexa, que transita entre a descrença e a vontade de se reaproximar da esperança, criando um contraste interessante com a energia positiva de Eleanor.

Além delas, o elenco conta com nomes respeitados, como Jane Curtin (no papel de Moira, uma fada madrinha experiente e cética), June Squibb, e Mary Elizabeth Ellis, que ajudam a construir um universo fantasioso, mas cheio de humor e ironia.

A direção e roteiro: humor que fala ao coração

Sob o comando de Sharon Maguire, Fada Madrinha consegue equilibrar perfeitamente momentos cômicos com passagens emocionantes. O roteiro, assinado por Kari Granlund e Melissa Stack, brinca com as convenções dos contos de fada tradicionais — as fadas são mais atrapalhadas que mágicas, os finais felizes são complicados e a magia nem sempre resolve tudo como se espera.

A história é uma reflexão sutil sobre a dificuldade de manter a fé em algo intangível, como esperança ou sonhos, em uma era dominada pela tecnologia e pragmatismo. Isso fica claro na trajetória de Mackenzie, que abandonou suas fantasias de menina para encarar uma vida adulta cheia de responsabilidades e perdas.

Ao mesmo tempo, o filme não perde o tom otimista e leve, celebrando a ideia de que, mesmo que as coisas não sejam perfeitas, a magia está na maneira como escolhemos encarar a vida.

Produção, lançamento e recepção

Produzido pela Walt Disney Pictures em parceria com a Secret Machine Entertainment, as filmagens de Fada Madrinha aconteceram em Boston, começando em janeiro de 2020, pouco antes da pandemia mudar os rumos do cinema mundial.

Lançado diretamente no streaming pela Disney+ em dezembro de 2020, o filme conquistou um público fiel, especialmente entre famílias e fãs de comédias fantasiosas. No site Rotten Tomatoes, obteve 70% de críticas positivas, com muitos elogiando seu humor inteligente e abordagem contemporânea dos contos de fada.

Apesar de algumas críticas apontarem a falta de “magia verdadeira” comparada a clássicos do gênero, o consenso geral é que o filme tem uma autenticidade cativante e uma mensagem sincera sobre esperança e recomeço.

Dublagem brasileira: um cuidado especial

Para a versão brasileira exibida na Sessão da Tarde, a dublagem foi realizada com vozes de artistas renomados, como Patrícia Scalvi, Priscilla Concepcion e Sylvia Salustti, que garantem a qualidade e o charme do filme para o público local. A adaptação dos diálogos mantém o humor e a leveza, respeitando a essência dos personagens e tornando a experiência ainda mais agradável para as crianças e adultos que assistem em família.

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