Only Murders in the Building está de volta! Quinta temporada estreia em setembro no Disney+

Se você é daqueles que já está ansioso para mergulhar de novo nas investigações de Charles, Oliver e Mabel, pode preparar o sofá: a quinta temporada de Only Murders in the Building chega ao Disney+ no dia 9 de setembro e promete trazer ainda mais reviravoltas, humor afiado e aquela mistura única de mistério com amizade que conquistou o público.

Desde sua estreia em 2021, a série encantou espectadores do mundo todo com um formato que une o melhor dos podcasts de true crime com uma pitada generosa de comédia. E neste novo ano, os três vizinhos mais improváveis do icônico Arconia vão encarar um desafio que mexe com as estruturas da própria cidade onde vivem.

Um mistério pessoal e profundo

O pontapé para essa nova temporada é a morte do querido porteiro Lester — uma figura que, para os moradores do Arconia, era mais que funcionário, era quase parte da família. Quando a tragédia acontece, Charles, Oliver e Mabel não aceitam a versão oficial: um acidente.

Com a curiosidade afiada e aquele faro de detetives amadores, eles começam a cavar fundo e acabam descobrindo que o caso é muito mais complicado do que imaginavam. A investigação os leva a cruzar caminhos com bilionários poderosos, mafiosos tradicionais e moradores enigmáticos do prédio, revelando uma Nova York dividida, cheia de segredos e tensões.

Essa temporada é sobre o passado que se recusa a ficar enterrado e sobre as mudanças que transformam a cidade — e a vida do trio — para sempre.

O charme do Arconia e o trio que amamos

Mais do que um cenário, o Arconia é quase um personagem vivo nesta história. Suas paredes carregam histórias, dramas e segredos, e é nele que as vidas dos protagonistas se entrelaçam. Cada apartamento, cada corredor, tem um mistério à espera de ser descoberto — e os vizinhos não poderiam ser mais diferentes e mais apaixonantes.

Charles, Oliver e Mabel voltam com suas personalidades únicas — o excêntrico, o cético e o sensível — que se complementam e garantem aquele equilíbrio perfeito entre risadas e suspense. A química entre Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez segue sendo o coração da série, fazendo com que a gente torça, ria e se emocione junto a eles.

Novos rostos, novas histórias

A chegada de convidados especiais como Meryl Streep, Zach Galifianakis e Eva Longoria é um presente para os fãs. Cada um deles traz um tempero novo para a trama, com personagens que prometem sacudir o cotidiano do Arconia e desafiar ainda mais o trio.

É sempre uma surpresa boa ver esses atores incríveis entrando na dança dos mistérios, e essa temporada não será diferente.

Por que Only Murders in the Building conquistou tantos corações?

Além do enredo envolvente, a série acertou na forma de contar a história. Ela não se leva tão a sério — e é exatamente por isso que funciona tão bem. É uma paródia inteligente dos podcasts de crime, mas que também entrega emoção e personagens humanos, com suas falhas e peculiaridades.

O equilíbrio entre o mistério e o humor, a forma como a amizade é retratada e a ambientação em uma Nova York que parece palpável fazem a série se destacar num mar de produções.

Não é à toa que, desde o primeiro episódio, a crítica e o público se apaixonaram, elevando a série a recordes de audiência e elogios.

O que vem por aí?

A nova temporada promete não só desvendar o mistério da morte de Lester, mas também aprofundar a vida pessoal dos protagonistas, mostrando seus medos, ambições e laços que os unem.

O que mudou na cidade? Quais segredos estavam escondidos atrás da fachada do Arconia? E, claro, quais surpresas o trio vai encontrar pelo caminho?

Marque na agenda!

A contagem regressiva já começou: Only Murders in the Building retorna no dia 9 de setembro, exclusivamente no Disney+. Prepare a pipoca, reúna os amigos e venha acompanhar essa mistura deliciosa de risadas, mistério e amizade.

Tati Machado retorna ao “Mais Você” e se emociona ao falar da perda do filho Rael: “A dor não passa, mas o amor me sustenta”

Foto: Reprodução/ Internet

Na manhã desta segunda-feira (28), os estúdios do “Mais Você“, na TV Globo, se encheram de emoção e silêncio respeitoso com o retorno de Tati Machado à bancada do programa. Ela voltou ao ar após vivenciar a experiência mais dolorosa de sua vida: a perda de seu filho Rael, na reta final da gestação, em maio de 2025. As informações são do G1.

Com um sorriso tímido, os olhos marejados e o coração visivelmente apertado, Tati foi recebida com um longo e caloroso abraço por Ana Maria Braga. O reencontro entre as duas emocionou também a equipe técnica e os telespectadores, que acompanharam ao vivo um dos momentos mais humanos e delicados da televisão brasileira este ano. “Estou em casa”, disse Tati, em sua primeira fala no estúdio, com a voz embargada e segurando as mãos da apresentadora.

Ao lado de seu marido, o cineasta Bruno Monteiro, Tati compartilhou com o público os sentimentos que têm preenchido seus dias desde o momento em que soube que Rael não tinha resistido. O casal tem se apoiado mutuamente no luto, construindo com cuidado e sensibilidade um caminho de reconstrução. “Ontem estávamos sentados no sofá de casa e falamos: ainda bem que a gente se tem”, comentou Tati. Bruno completou: “Só tenho forças porque ela está do meu lado”.

A dor da ausência que não tem nome

Tati estava com 33 semanas de gestação quando percebeu que algo não estava certo. Já tinha sido alertada por profissionais da saúde de que, nos estágios mais avançados da gravidez, era comum que os movimentos do bebê diminuíssem. Ainda assim, algo em seu coração de mãe lhe dizia que precisava ir ao hospital. Foi ao fazer um exame que recebeu a notícia que nenhuma mãe deseja ouvir: o coração de Rael havia parado.

“É uma cobrança muito grande, essa tal da culpa”, disse a jornalista com a voz trêmula. “Cadê o sinal? Eu não tava sentindo ele mexer, mas ao mesmo tempo já tinha sido orientada que é comum. Ele já estava muito grande, então às vezes ele só estava de boa ali. Eu estava tentando não ficar noiada. Eu não senti nada. Não passei mal, não aconteceu nada.”

A perda gestacional tardia é uma dor muitas vezes silenciada, uma ferida invisível para o mundo, mas que sangra dia após dia no coração das mães e pais que a vivenciam. Ao decidir falar abertamente sobre o ocorrido, inclusive em uma entrevista ao “Fantástico” no último domingo (27), Tati deu voz a muitas mulheres que passaram ou passam pela mesma experiência — e que, assim como ela, precisam lidar com o luto de um filho que nunca puderam pegar no colo fora do ventre.

O silêncio e o amor como abrigo

Durante sua fala, Tati destacou a importância da rede de apoio que a acolheu nos dias mais difíceis. “Fui abraçada de uma forma que jamais imaginei. Minha família, meus amigos, meus colegas de trabalho, os médicos, as enfermeiras, os fãs, pessoas que nunca vi na vida… todo mundo me enviou palavras de carinho. Eu senti esse amor como um cobertor nos dias mais frios da minha vida.”

Ela também mencionou como o silêncio teve seu valor. “Nem sempre a gente precisa ouvir algo. Às vezes, só de alguém estar ali, sentar ao nosso lado e ficar em silêncio já é muito. Meu marido foi esse silêncio. Minha mãe foi esse colo. A TV, minha casa profissional, foi esse lugar seguro”, afirmou.

Ana Maria, que ao longo de sua carreira também compartilhou episódios de perdas e recomeços, fez questão de enfatizar a coragem de Tati: “Você não tem ideia de quantas mulheres e famílias você está acolhendo só por estar aqui hoje. Falar é difícil, mas é um gesto de amor”.

Maternidade interrompida, amor que continua

Tati e Bruno tinham escolhido o nome Rael com carinho. Um nome curto, sonoro, carregado de significado. “A gente sempre imaginava como seria ele. Com quem se pareceria. Já imaginávamos o primeiro dia de aula, os aniversários, as viagens. E, de repente, tudo se quebrou”, conta ela, com os olhos marejados. “Mas eu continuo sendo mãe do Rael. Ele existiu. Ele me transformou.”

A apresentadora reforçou que sua fala pública não tem o objetivo de buscar respostas, mas de validar a existência de Rael. “A dor da perda é imensa, mas o amor continua. Não quero que ele seja lembrado apenas como ‘o bebê que não nasceu’. Ele foi esperado, amado, desejado. Ele existiu. E sempre vai existir.”

Bruno, por sua vez, emocionou o público ao falar da paternidade interrompida. “Fui pai do Rael por 33 semanas. Eu falava com ele, lia, cantava. Trocava ideias com a barriga da Tati. Quando soube que ele tinha partido, minha primeira reação foi de negação. Depois, veio a raiva. Agora, estamos tentando aprender a viver com saudade de alguém que a gente só conheceu dentro do ventre. É muito difícil.”

A vida que segue, com delicadeza

Retornar à TV após uma perda como essa exige força e vulnerabilidade. Tati optou por voltar ao “Mais Você” gradualmente, sentindo os próprios limites e respeitando suas emoções. “Eu ainda estou muito sensível. Tem dias em que não consigo sair da cama. Outros dias, consigo sorrir. E tudo bem. O luto não tem forma, não tem prazo. Estou reaprendendo a ser eu.”

Durante o programa, foram exibidas imagens de Tati ao longo da gestação, mostrando momentos felizes e leves do casal. As imagens causaram comoção no estúdio e também entre os telespectadores, que enviaram mensagens de carinho e apoio através das redes sociais.

Ana Maria Braga, com sua sensibilidade habitual, concluiu o bloco dizendo: “Hoje, o Brasil está aprendendo a lidar com uma dor silenciosa e profunda. Obrigada, Tati, por nos ensinar que até na dor existe beleza — quando ela é atravessada com amor”.

Sobre Tati Machado

Nascida no Rio de Janeiro em 1991, a apresentadora tem se destacado como uma das jornalistas e comunicadoras mais queridas da televisão brasileira. Começou sua carreira em 2012 no SBT e logo ingressou na TV Globo, onde trilhou um caminho marcado por versatilidade, carisma e bom humor.

Foi no “Se Joga” que Tati ganhou visibilidade nacional, e desde então sua presença tem sido constante em programas como “É de Casa”, “Encontro” e “Mais Você”. Em 2024, venceu a “Dança dos Famosos” ao lado de Diego Maia, conquistando o coração do público com sua entrega e espontaneidade.

Casada com Bruno Monteiro, cineasta e diretor de fotografia, Tati sempre compartilhou com os fãs momentos de leveza, amor e autenticidade. Sua vivência recente da perda de Rael adiciona agora uma nova camada à sua trajetória: a da maternidade interrompida, mas repleta de significado.

Nova temporada de Cuquín estreia na HBO Max e no Cartoonito com aventuras inéditas para toda a família

Foto: Reprodução/ Internet

Ele é curioso, enérgico, tem um topete inconfundível e uma vontade imensa de descobrir o mundo ao seu redor. Estamos falando de Cuquín, o adorável caçula da Família Telerín, que acaba de voltar para novas aventuras na HBO Max e no Cartoonito. Com 20 episódios inéditos, a segunda temporada da animação promete encantar ainda mais crianças (e adultos nostálgicos) com histórias cheias de fantasia, descobertas e muitas gargalhadas.

Depois do sucesso da primeira temporada, exibida em vários países e querida por pais e filhos, Cuquín retorna com um cenário novo: a pré-escola. Ao lado de seus inseparáveis amigos — Clementina, Pelusín, Maripí, Colitas e Trapito —, o pequeno protagonista explora temas cotidianos com um olhar doce e criativo. A escola, nesse contexto, não é só um lugar de aprender letras e números: é uma porta aberta para invenções, brincadeiras e o nascimento de laços preciosos.

Nos episódios inéditos, a animação mergulha ainda mais fundo no mundo das crianças pequenas, apresentando situações familiares para quem vive (ou já viveu) essa fase tão intensa da vida. Trocar de roupa sozinho, dividir brinquedos, lidar com sentimentos como frustração e saudade — tudo é tratado com sensibilidade e humor, em histórias curtas que têm o dom de emocionar sem fazer discurso.

Um projeto com DNA afetivo e multicultural

A série animada é uma produção do estúdio espanhol Ánima Kitchent, em parceria com a Warner Bros. Discovery, e carrega em sua essência uma herança importante. O personagem nasceu nos anos 60 como parte da Família Telerín, grupo que estrelava vinhetas animadas na TV espanhola incentivando as crianças a irem para a cama (“Vamos a la cama, que hay que descansar…”). Décadas depois, Cuquín ganhou vida própria em 3D e conquistou uma nova geração com carisma, empatia e um olhar curioso sobre o mundo.

Mas embora tenha nascido na Europa, Cuquín fala uma linguagem universal. A segunda temporada reforça esse valor multicultural ao abordar temas comuns a qualquer infância — como o medo do escuro, a emoção de fazer novos amigos ou o desafio de resolver conflitos sem brigar. Isso faz com que a série encontre eco tanto no Brasil quanto em outros países da América Latina, Europa e Estados Unidos.

A escolha da pré-escola como cenário central também ajuda nesse sentido. É nesse ambiente que muitas crianças vivem suas primeiras grandes experiências fora de casa. E é ali que se aprende a viver em grupo, a respeitar regras, a se expressar e a lidar com diferenças. Cuquín mostra tudo isso com leveza, do ponto de vista infantil, transformando cada situação do cotidiano em uma pequena aventura.

Estreias e maratonas para toda a família

A estreia da nova temporada já está disponível na plataforma HBO Max, com todos os 20 episódios acessíveis para quem quiser maratonar com as crianças em casa. Para os que preferem a programação da TV, o canal Cartoonito exibe a primeira parte da segunda temporada a partir de hoje, com episódios inéditos diariamente até o dia 8 de agosto, sempre às 8h da manhã — um horário perfeito para animar o início do dia dos pequenos.

No sábado, 9 de agosto, o canal ainda preparou uma maratona com os cinco primeiros episódios, ideal para quem perdeu algum ou quer rever tudo de uma vez. Uma ótima oportunidade para reunir a família no sofá, preparar pipoca (ou um suco gelado de frutas) e se encantar com as peripécias de Cuquín e sua turma.

Por que Cuquín faz tanto sucesso?

Em um mercado saturado de animações frenéticas, repletas de estímulos visuais e piadas adultas disfarçadas, a produção aposta no oposto: histórias simples, traços delicados e um ritmo que respeita o tempo da criança. Isso não quer dizer que a série seja parada ou pouco envolvente — pelo contrário. Cada episódio é uma pequena jornada que mistura humor, imaginação, desafios e afeto. O diferencial está na forma como tudo isso é apresentado, com empatia e delicadeza.

Além disso, Cuquín não é um herói perfeito. Ele erra, fica frustrado, chora, pede ajuda. E, justamente por isso, se conecta tão bem com os pequenos espectadores. Ele representa a criança real, que ainda está aprendendo a lidar com o mundo e que, acima de tudo, precisa de acolhimento. A série mostra que errar faz parte, e que crescer também significa aprender com os outros — sejam adultos, colegas ou irmãos.

Rabbit Trap | Terror psicológico estrelado por Dev Patel e Rosy McEwen ganha trailer oficial

Foto: Reprodução/ Internet

Foi revelado na última quinta-feira (14) o trailer oficial de Rabbit Trap, o mais novo longa-metragem de terror psicológico que estreia nos cinemas em 12 de setembro de 2025. Estrelado por Dev Patel e Rosy McEwen, o filme marca a estreia na direção de longa de Bryn Chainey, que assina também o roteiro, trazendo ao público uma narrativa tensa, envolvente e carregada de mistério. Abaixo, veja o vídeo:

Ambientado no interior isolado do País de Gales em 1973, o filme acompanha a vida de um casal de músicos que busca recomeçar, mas acaba despertando forças ancestrais ligadas à floresta ao redor de sua nova moradia. A trama explora temas de obsessão, ciúme, paranoia e a tênue linha entre realidade e mito, em uma experiência cinematográfica que mistura o psicológico e o sobrenatural.

Um novo começo que desperta o terror

Daphne (Rosy McEwen) e Darcy (Dev Patel) são músicos casados que decidem se mudar para uma cabana isolada em busca de inspiração e de um novo começo para seu trabalho. Darcy se dedica a coletar amostras de áudio da floresta, registrando sons para o novo disco do casal. Em um desses registros, ele inadvertidamente captura um som nunca antes ouvido, que desperta a energia criativa de Daphne, mas também aciona forças antigas e malévolas presentes na paisagem.

A presença da música parece perturbar o equilíbrio da floresta e, com o tempo, um estranho aparece à porta do casal. Inicialmente acolhido, ele auxilia os músicos a compreender seu novo ambiente, mas logo Darcy passa a desconfiar da obsessão do visitante. A tensão cresce à medida que o ciúme, a paranoia e a intriga se instalam, confundindo realidade e mito e transformando a cabana em um lugar de medo constante.

A mítica Tylwyth Teg e o elemento sobrenatural

O filme se inspira nas lendas galesas, particularmente nas Tylwyth Teg, fadas conhecidas por protegerem certos círculos da natureza. Ao perturbar esse círculo acidentalmente, o casal desencadeia eventos misteriosos, incluindo a aparição de uma criança enigmática que parece carregar intenções malévolas. Essa fusão de folclore e terror psicológico cria uma atmosfera única, aproximando Rabbit Trap de clássicos do gênero que exploram a interação entre seres humanos e forças sobrenaturais da natureza.

Elenco e produção

Dev Patel, conhecido por trabalhos como Lion: Uma Jornada para Casa e Slumdog Millionaire, interpreta Darcy Davenport e também assume a função de produtor executivo. Ao lado dele, Rosy McEwen dá vida a Daphne, compondo um casal que precisa lidar com a tensão crescente de eventos inexplicáveis. Jade Croot interpreta a criança misteriosa, adicionando um elemento de suspense e inquietação ao enredo.

A produção é assinada por Elijah Wood e Daniel Noah, da SpectreVision, em parceria com Lawrence Inglee, Elisa Lleras, Alex Ashworth e Sean Marley. A Bankside Films também está envolvida na produção, garantindo a execução de uma visão cinematográfica que combina estética visual apurada com narrativa intensa. A trilha sonora é composta por Lucrecia Dalt, enquanto Graham Reznick assina o design de som e Brent Kiser atua como supervisor de som, construindo um ambiente auditivo que potencializa a tensão do filme.

Filmagens e ambientação

A fotografia principal ocorreu em 2023, com locações em North Yorkshire, proporcionando um cenário natural e isolado que reforça a sensação de isolamento do casal e contribui para a atmosfera opressiva do longa. A escolha do País de Gales e suas florestas densas e misteriosas foi estratégica, criando um espaço onde a natureza e o mito se entrelaçam, desafiando a percepção dos personagens e do público.

Quando o filme estreia?

O longa-metragem teve sua estreia mundial na seção Midnight do Festival de Cinema de Sundance de 2025, em 24 de janeiro. A escolha da programação Midnight reflete a intensidade do filme e seu foco no suspense e terror psicológico. Nos Estados Unidos, o lançamento está programado para 12 de setembro de 2025 pela Magnolia Pictures, mas ainda não há informações sobre a data de estreia no Brasil.

Um thriller psicológico que vai além do sobrenatural

Além de dar muitos sustos e ser cercado de mistério, o filme investiga o comportamento humano em situações de estresse, medo e isolamento. A paranoia e o ciúme entre o casal refletem conflitos universais, enquanto a inserção do mito das Tylwyth Teg adiciona camadas de simbolismo que exploram como o desconhecido pode influenciar nossas ações. A criança misteriosa, por sua vez, funciona como catalisadora da tensão, personificando o limiar entre o sobrenatural e o psicológico.

Bryn Chainey, em sua estreia como diretor de longa-metragem, demonstra uma sensibilidade única para equilibrar ritmo, suspense e construção de personagens. Ao mesmo tempo, o roteiro faz uso do som e da música como elementos narrativos essenciais, mostrando como o ambiente auditivo pode se tornar parte da narrativa e amplificar a experiência do espectador.

Fãs de Harry Potter vivenciam magia e glamour no Grande Baile Tribruxo em São Paulo

Estreou no último dia 29 de outubro, em São Paulo, o evento “Harry Potter™: Um Grande Baile Tribruxo”, uma experiência imersiva que permite aos fãs mergulhar no universo mágico criado por J.K. Rowling e reviver momentos icônicos dos filmes. Produzido pela Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) em parceria com Fever, BeFun Entertainment, Businessland e o Governo Federal, o evento é apresentado pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, e pelo Nubank, reunindo entretenimento, cultura e inovação em um mesmo espaço.

A experiência acontece no Shopping Cidade São Paulo, na emblemática Avenida Paulista, e transforma o local em um verdadeiro cenário mágico inspirado no Salão Principal de Hogwarts. A decoração luxuosa e detalhista remete diretamente às cenas do Baile de Inverno, presente no filme Harry Potter e o Cálice de Fogo, transportando os visitantes para o clima elegante e festivo da escola de magia mais famosa do mundo.

Durante cerca de duas horas, os participantes podem explorar diferentes atrações que tornam a experiência completa. O evento oferece atividades interativas das casas de Hogwarts, incluindo desafios e competições amistosas que estimulam a criatividade e o espírito de equipe. Além disso, há um Mercado do Baile Tribruxo, com produtos oficiais da franquia, lembranças exclusivas e uma seleção de comidas e bebidas temáticas que enriquecem a experiência sensorial.

Os fãs também têm múltiplas oportunidades para registrar o momento em cenários fotográficos inspirados nos filmes, garantindo lembranças que unem magia e diversão. Embora o uso de trajes especiais não seja obrigatório, os visitantes são incentivados a se vestir com trajes de gala, uniformes das casas de Hogwarts ou trazer suas varinhas, reforçando a imersão e tornando a experiência ainda mais memorável.

Para os organizadores, o evento representa mais do que uma homenagem à franquia: é uma forma de reunir diferentes gerações de fãs em torno da cultura pop, estimulando a interação social, a criatividade e o encantamento. Crianças, adolescentes e adultos têm a oportunidade de se reconectar com a magia de Hogwarts, revivendo cenas inesquecíveis e conhecendo de perto o universo que conquistou o mundo.

O “Grande Baile Tribruxo” também evidencia o potencial de experiências culturais inovadoras que combinam entretenimento, educação e imersão, ao oferecer um ambiente seguro e acolhedor, ao mesmo tempo em que promove o legado de Harry Potter™ como fenômeno global. A iniciativa reforça ainda o papel de projetos culturais no incentivo à criatividade, ao aprendizado lúdico e à valorização de histórias que inspiram coragem, amizade e superação.

Com elegância, atenção aos detalhes e uma abordagem interativa, o evento promete encantar fãs de todas as idades, consolidando-se como uma experiência obrigatória para quem deseja vivenciar a magia de Hogwarts de forma única, inesquecível e emocionante.

Bastidores de Anaconda mostram Daniela Melchior em ação e a aterrorizante cobra gigante do filme

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Neste sábado, 1º de novembro, os fãs da franquia Anaconda receberam um novo presente: um vídeo dos bastidores que mostra um pouco do dia de filmagem da atriz Daniela Melchior no longa. Embora Daniela seja a estrela das imagens, é a breve, mas impactante, aparição da enorme cobra que dá título ao filme que captura de imediato a atenção de todos. O material mostra como o elenco e a equipe equilibram humor, ação e suspense em um cenário inspirado na Floresta Amazônica, criando um clima ao mesmo tempo divertido e perigoso. Abaixo, veja o vídeo publicado:

Diferente das produções anteriores, este novo Anaconda se apresenta como um meta-reboot: um filme que homenageia o clássico de 1997, mas que ao mesmo tempo brinca com ele. A história acompanha um grupo de amigos que decide refilmar o filme original em meio à Amazônia. A ideia parecia apenas uma aventura nostálgica, até que a famosa cobra gigante se torna uma ameaça real, transformando as gravações em uma mistura de caos, susto e comédia.

O longa conta com um elenco que chama atenção pelo carisma e diversidade. Paul Rudd interpreta Griff, enquanto Jack Black vive Doug, os dois amigos que, motivados por uma crise de meia-idade, decidem embarcar nessa louca aventura cinematográfica. Steve Zahn interpreta Kenny, enquanto Thandiwe Newton dá vida a Claire, ambos complementando o grupo com equilíbrio entre tensão e humor.

Entre as novidades mais celebradas está a presença de Daniela Melchior, que interpreta Ana Almeida. A atriz portuguesa, conhecida por sua atuação em “The Suicide Squad”, traz energia, charme e uma presença marcante em cenas de ação e suspense. Também vale destacar o brasileiro Selton Mello, como Santiago Braga, que conecta o filme à Amazônia de maneira autêntica, reforçando a sensação de local real e valorizando a cultura brasileira dentro da narrativa.

A trama, mesmo sendo cômica em muitos momentos, coloca os personagens em situações de verdadeiro perigo. A anaconda gigante, cuidadosamente criada com efeitos visuais realistas, surge como antagonista de proporções épicas, transformando momentos que seriam apenas divertidos em cenas cheias de tensão e adrenalina.

Comédia, terror e ação: a fórmula do reboot

O grande diferencial deste novo longa-metragem está na mistura de gêneros. Enquanto o longa original de 1997 focava mais em suspense e aventura, a versão de 2025 aposta na comédia de situações e nos momentos de terror para criar uma experiência única. O timing cômico de Jack Black e a sutileza dramática de Paul Rudd prometem cenas hilárias, mesmo em meio a confrontos com a gigantesca serpente.

Essa combinação permite que o filme dialogue tanto com o público que cresceu assistindo ao clássico, quanto com uma nova geração de espectadores que buscam entretenimento leve, mas cheio de emoção. A presença de atores de diferentes nacionalidades também reforça essa ideia, mostrando que a Amazônia, apesar de ser um cenário desafiador, pode se tornar o palco de histórias globais que valorizam diversidade e cultura.

Um filme para fãs antigos e novos

Para quem cresceu assistindo ao clássico de 1997, o novo filme promete resgatar a nostalgia, ao mesmo tempo em que entrega novas surpresas. Para os espectadores que descobrem a franquia agora, o longa oferece uma narrativa envolvente, cheia de humor e adrenalina, com personagens carismáticos e situações imprevisíveis. A cobra gigante, fiel ao espírito da série, permanece como o elemento central, trazendo suspense e emoção em doses equilibradas.

TV Brasil estreia nova temporada de Parques do Brasil com episódio especial sobre a Amazônia

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Neste domingo, 9 de novembro, a TV Brasil convida o público para uma nova imersão na natureza com a estreia da quarta temporada de Parques do Brasil. A série documental, uma das produções mais reconhecidas da emissora, retorna às telas às 19h com um episódio dedicado à Amazônia — uma homenagem mais que oportuna na véspera da COP30, que acontece em Belém (PA) entre 10 e 21 de novembro.

Em formato de diário de expedição, os novos episódios levam o telespectador a uma jornada por alguns dos lugares mais impressionantes do país. Cada capítulo de 26 minutos revela a beleza e a diversidade das unidades de conservação brasileiras, combinando imagens exuberantes com informações científicas e reflexões sobre o futuro ambiental do planeta. A trilha sonora, assinada por Flavia Tygel, reforça o tom poético da produção, que também estará disponível no aplicativo TV Brasil Play.

Para Antonia Pellegrino, diretora de Conteúdo e Programação da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o retorno da série simboliza o papel essencial da TV pública em promover conhecimento e consciência ambiental. “Parques do Brasil é mais do que um programa sobre natureza. É uma janela que nos conecta à grandiosidade do país e nos faz pensar sobre o que estamos fazendo para preservá-lo. Essa é a força da televisão pública: educar, emocionar e inspirar”, afirma.

A estreia na véspera da COP30 não é coincidência. O lançamento da nova temporada reforça o compromisso da EBC com temas ambientais em um momento em que o Brasil ocupa posição central nas discussões sobre sustentabilidade global. A produção é fruto de uma parceria institucional entre a EBC, a Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) — união que tem rendido uma das séries mais premiadas e respeitadas da televisão pública.

Um passeio pelo Brasil natural

Nesta temporada, o primeiro destino é o Parque Nacional da Amazônia, às margens do Rio Tapajós, onde a equipe acompanha de perto a rotina de pesquisadores e guardas-parques que lutam para proteger espécies ameaçadas, como a onça-pintada e a ararajuba. O episódio mergulha no coração da floresta, mostrando a convivência delicada entre o homem e um dos ecossistemas mais ricos do planeta.

Nos episódios seguintes, a série atravessa o país de norte a sul. Em Abrolhos (BA), as câmeras registram a vida marinha que transforma o local em um dos maiores berçários de baleias do Atlântico Sul. Na Chapada dos Veadeiros (GO), o Cerrado ganha protagonismo com suas formações rochosas e cachoeiras de beleza quase surreal. Já em Fernando de Noronha (PE), o destaque é o equilíbrio entre turismo e preservação. A jornada segue pelos Lençóis Maranhenses (MA), onde dunas e lagoas formam um cenário de outro mundo, e termina no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu (MG), que guarda registros milenares da presença humana em meio a paisagens de tirar o fôlego.

Oshi no Ko volta com tudo! Nova temporada estreia em janeiro na Crunchyroll e promete virar o jogo

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Pode preparar o coração, porque o drama, o glamour e o caos dos bastidores do showbiz japonês estão de volta! A terceira temporada de Oshi no Ko acaba de ganhar um trailer eletrizante e data oficial de estreia: janeiro de 2026, exclusivamente na Crunchyroll. Depois de deixar os fãs em suspense com reviravoltas dignas de novela das 10, o anime promete mergulhar ainda mais fundo nas feridas (e nos segredos) da indústria do entretenimento. E, se depender das cenas do novo trailer, ninguém vai sair ileso — nem os personagens, nem o público. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

Reencarnação, fama e vingança: o pop nunca foi tão trágico

Pra quem ainda não embarcou nessa montanha-russa emocional, Oshi no Ko começa com uma premissa que parece simples, mas rapidamente vira um redemoinho de dor e obsessão. Gorou Amamiya, um médico obstetra fã da idol Ai Hoshino, é assassinado por um fã desequilibrado — e renasce como Aquamarine Hoshino, o filho da própria Ai. Só que a ironia do destino não para aí: sua irmã gêmea, Ruby, é a reencarnação de uma de suas pacientes.

Anos depois, o brilho da fama se apaga quando Ai é morta pelo mesmo fã, e Aqua jura encontrar o responsável — custe o que custar. Ruby, por outro lado, decide seguir os passos da mãe e se tornar uma idol, tentando reviver o sonho que a tragédia interrompeu.

É aí que Oshi no Ko brilha: ele mistura o brilho artificial dos palcos com o lado obscuro do sucesso, mostrando como o amor, a fama e a vingança podem andar lado a lado.

O passado volta à tona — e vai ser intenso

Na nova temporada, os gêmeos Hoshino estão mais maduros, mas também mais distantes. Enquanto Ruby se torna o rosto de um filme inspirado na vida de Ai, Aqua continua sua jornada sombria atrás da verdade — e o alvo é claro: Hikaru Kamiki, o ator misterioso que pode ser seu pai… e o grande vilão da história.

O trailer mostra que as máscaras vão começar a cair. Há flashes de tensão, lágrimas, e uma energia de “ponto sem retorno” no ar. Os fãs já estão teorizando sobre um final que pode mudar tudo o que sabemos sobre os personagens — e, conhecendo o estilo de Oshi no Ko, é melhor se preparar para o emocional ser testado.

Sucesso que não sai dos holofotes

Desde a estreia em 2023, Oshi no Ko virou um fenômeno. A mistura de drama psicológico, crítica à fama e visual deslumbrante conquistou fãs no mundo todo. E não é só no anime: o mangá, escrito por Aka Akasaka (sim, o mesmo de Kaguya-sama: Love is War) e ilustrado por Mengo Yokoyari, é um sucesso de vendas — publicado no Brasil pela Panini e em Portugal pela Devir. Pra completar o pacote, a história também ganhou um live-action no Prime Video, mostrando que a febre da trama veio pra ficar.

O grande charme do anime é como ele transforma um enredo sobre idols e fama em algo muito mais profundo — uma reflexão sobre identidade, trauma e o preço da visibilidade. Nenhum personagem é totalmente bom ou mau. Todos estão tentando sobreviver em um mundo onde cada sorriso pode esconder uma cicatriz.

Universal Pictures lança primeiro teaser de Michael, a biografia do Rei do Pop estrelada por Jaafar Jackson

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A Universal Pictures liberou nesta semana o primeiro teaser e o cartaz de Michael, o tão aguardado filme que promete mostrar ao público a vida e o legado de Michael Jackson, um dos artistas mais influentes da história da música. O longa chega aos cinemas em 23 de abril de 2026 e já gera grande expectativa entre fãs e cinéfilos. A produção é assinada por Graham King, vencedor do Oscar por Bohemian Rhapsody, enquanto a direção fica a cargo de Antoine Fuqua, conhecido por sucessos como Dia de Treinamento e Invasão à Casa Branca. Abaixo, confira o vídeo:

O grande destaque do filme é Jaafar Jackson, sobrinho de Michael, que faz sua estreia no cinema interpretando o tio. Com o desafio de retratar um ícone mundial, Jaafar promete entregar não apenas a performance física e vocal que lembramos do Rei do Pop, mas também o lado mais humano do artista, cheio de sonhos, dúvidas e emoções complexas.

A trama de Michael percorre a vida do cantor desde a infância, quando descobriu seu talento como líder do Jackson 5, passando pelo surgimento de sua carreira solo até suas últimas semanas antes de sua morte em 2009. O roteiro, assinado por John Logan, mergulha na jornada de um artista que não apenas transformou a música pop, mas também redefiniu padrões de performance e entretenimento mundial. A narrativa não se limita aos palcos e apresentações icônicas, mas se aprofunda em bastidores, desafios pessoais e familiares, revelando um Michael Jackson mais próximo e humano.

O elenco do filme é de peso e inclui Colman Domingo, duas vezes indicado ao Oscar, no papel de Joe Jackson; Nia Long como Katherine Jackson; Miles Teller como John Branca, o advogado e amigo de longa data de Michael; Laura Harrier como Suzanne de Passe; Kat Graham como Diana Ross; Larenz Tate como Berry Gordy; e Derek Luke interpretando Johnnie Cochran.

Além disso, o longa traz jovens atores para interpretar versões infantis e adolescentes de Michael e dos membros do Jackson 5, garantindo que toda a trajetória da família seja retratada de maneira detalhada e emocionante. Entre eles estão Juliano Krue Valdi como Michael jovem, Jayden Harville como Jermaine jovem, Tre Horton como Marlon jovem, Jaylen Lyndon Hunter como Marlon adolescente, Rhyan Hill como Tito jovem e Judah Edwards como Tito adolescente.

O filme ainda mostra a relação intensa de Michael com sua família, a pressão do sucesso precoce e a busca incessante pela perfeição, que muitas vezes trouxe desafios emocionais e profissionais. Ao mesmo tempo, destaca momentos de triunfo, criatividade e inovação que definiram a carreira do artista e o tornaram um verdadeiro fenômeno global. A produção promete equilibrar emoção e espetáculo, trazendo uma experiência cinematográfica completa, que combina narrativa envolvente, performances poderosas e recriações de shows memoráveis.

Com Michael, o público terá a oportunidade de vivenciar o cantor em sua dimensão mais humana e artística. As cenas prometem trazer de volta performances icônicas, bastidores de estúdios e momentos que moldaram a carreira de um dos maiores artistas do planeta. Mais do que uma simples homenagem, o filme pretende mergulhar na complexidade de Michael Jackson, explorando suas ambições, conflitos e paixões de uma forma que poucos conhecem.

Miá Mello e Danton Mello vivem as delícias e os caos da vida em Mãe Fora da Caixa, comédia que estreia nos cinemas em novembro

A maternidade e a paternidade nunca foram assuntos simples — e é justamente por isso que Mãe Fora da Caixa promete conquistar o público com uma mistura deliciosa de humor, afeto e identificação. O longa-metragem é inspirado no livro best-seller de Thaís Vilarinho.

Estrelado por Miá Mello (Meu Passado Me Condena: O Filme, Vai Que Cola, Tô Ryca!, Anitta Entrou no Grupo) e Danton Mello (Amazônia: O Despertar da Florestania, Um Lugar ao Sol, Sessão de Terapia, De Pernas pro Ar 2), o longa chega aos cinemas de todo o Brasil em 27 de novembro, com direção de Manuh Fontes (De Pernas pro Ar 3) e distribuição da +Galeria.

Na história, Miá Mello interpreta Manu, uma mulher acostumada a ter o controle de tudo — o trabalho, o corpo, a casa, o tempo, a vida. Tudo funcionava, até que… nasce sua primeira filha. De repente, o relógio parece não dar conta, as prioridades mudam, e Manu precisa se redescobrir entre mamadeiras, noites mal dormidas e momentos de pura doçura.

É uma montanha-russa emocional — ora caótica, ora linda — que reflete o que tantas mães sentem, mas nem sempre dizem em voz alta: a culpa, o cansaço, o medo de errar, e também o amor que transborda. Ao lado dela está André, vivido por Danton Mello (Haja Coração, Malhação, O Segredo de Davi, Cine Holliúdy), um cara de espírito livre, apaixonado pela esposa e entusiasmado com a ideia de ser pai. Ele é o tipo de homem que mergulha de cabeça na aventura da paternidade, mesmo sem ter manual algum para isso.

O longa-metragem vai além da maternidade: é também um olhar divertido e sincero sobre a vida a dois após a chegada dos filhos. Manu e André representam aquele casal moderno que tenta equilibrar as contas, dividir as tarefas e manter o amor vivo no meio do caos — algo que qualquer pai ou mãe vai reconhecer com um sorriso (ou um suspiro cansado).

A química entre Miá Mello (220 Volts, As Seguidoras, Os Farofeiros 2) e Danton Mello é um dos pontos altos do filme. Mesmo sendo a primeira vez que atuam juntos, os dois criam uma sintonia natural, com uma cumplicidade que transborda na tela.

O filme é inspirado no livro Mãe Fora da Caixa, de Thaís Vilarinho, que se tornou um fenômeno entre mães de todo o país. A obra já havia ganhado uma adaptação para os palcos, estrelada pela própria Miá Mello, e agora chega aos cinemas com um olhar ainda mais amplo — incluindo a perspectiva da paternidade e os desafios da vida a dois.

Com roteiro assinado por Patrícia Corso (Carrossel: O Filme), Clara Peltier (Meu Álbum de Amores) e Tita Leme (Vai Que Cola: O Começo), o longa mergulha nas dores e delícias de um período de grandes transformações. É sobre rir das próprias falhas, abraçar o improviso e entender que ninguém nasce sabendo ser pai ou mãe.

Além da dupla principal, o elenco traz nomes como Xando Graça (Vai Que Cola, A Dona do Pedaço, Guerra dos Sexos), Malu Valle (Cheias de Charme, Verdades Secretas 2, Flor do Caribe), Ester Dias (Segunda Chamada, Aruanas, O Rei da TV), Lidiane Ribeiro (De Perto Ela Não é Normal, Família Paraíso, Nosso Lar 2: Os Mensageiros) e Welder Rodrigues (Tá no Ar: A TV na TV, Zorra, Porta dos Fundos, Detetive Madeinusa), que ajudam a compor esse retrato divertido (e por vezes caoticamente real) da parentalidade.

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