“Terra da Padroeira” deste domingo (27/07) recebe Delley & Dorivan, Caju & Castanha, Luma & Nathi e Micarla

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Neste domingo, dia 27 de julho, a partir das 9h da manhã, o “Terra da Padroeira” convida o público da TV Aparecida para mais uma manhã de celebração à cultura popular brasileira — com muita música, boas histórias e uma surpresa que promete emocionar os fãs. Comandado por Kleber Oliveira, Tonho Prado e Menino da Porteira, o programa deixará por alguns momentos o seu palco tradicional para colocar o pé na estrada e visitar a casa de uma personalidade bastante conhecida do mundo sertanejo, num novo quadro batizado de “Terra Visita Especial”.

O nome do homenageado ainda é guardado a sete chaves, mas os apresentadores prometem um encontro sincero, afetivo e repleto de revelações. A proposta do quadro é justamente essa: mostrar o lado mais humano dos artistas, longe dos holofotes, revelando seus hábitos, memórias e a relação íntima com suas raízes.

Delley & Dorivan: tradição e paixão pela viola

Entre os convidados que se apresentam ao vivo no palco do programa, está uma dupla que representa a força da música de raiz: Delley & Dorivan. Delley, considerado um dos maiores violeiros do país, já percorreu diferentes formações musicais desde os anos 1980. A parceria atual com Dorivan já dura mais de duas décadas, e juntos acumulam 12 CDs e um DVD, além de sucessos que marcaram gerações, como “Estrada do Amor” e “Aconteceu Comigo”.

A música da dupla se destaca pelo equilíbrio entre o tradicional e o contemporâneo, com letras que falam de amor, saudade e vida simples no campo, tudo acompanhado por arranjos sofisticados na viola caipira. É uma apresentação imperdível para quem aprecia a autenticidade da música sertaneja clássica.

Caju & Castanha: poesia rimada com irreverência

Outro grande momento do programa será a participação de Caju & Castanha, uma das duplas mais emblemáticas da embolada nordestina. Com mais de 40 anos de estrada e 28 álbuns lançados, os irmãos pernambucanos reinventaram a arte de improvisar versos ao som de pandeiro e batidas ritmadas. O carisma e a agilidade mental impressionam até os espectadores menos familiarizados com o estilo.

Caju & Castanha não se restringem à tradição: já embolaram com forró, MPB, ciranda, cordel, rock, e até hip-hop. São artistas completos, que usam o humor e a crítica social para dialogar com diferentes gerações, sem nunca perderem suas raízes. No palco do “Terra da Padroeira”, a promessa é de um show contagiante e cheio de interação com a plateia.

Vozes da nova geração: Luma & Nathi e Micarla

O quadro “Vozes da Terra” é conhecido por revelar novos talentos da música sertaneja e, neste domingo, ele destaca duas apostas femininas de grande talento: Luma & Nathi e Micarla.

As primas Luma e Nathi começaram cantando por brincadeira nas redes sociais, mas logo conquistaram milhares de seguidores com suas harmonias afinadas e carisma espontâneo. Hoje, formam uma dupla promissora, com repertório que vai de modas de viola tradicionais até composições autorais. Seu recente projeto audiovisual, com nove faixas, traz um frescor à cena sertaneja, com destaque para “Superei”, uma música que fala sobre superação emocional e força feminina.

Micarla, natural de Duque de Caxias (RJ), é prova viva de que o sertanejo já extrapolou o eixo Sudeste-Centro-Oeste. Começou a cantar aos 13 anos, passou por barzinhos e eventos locais até alcançar as redes sociais, onde viralizou com covers de clássicos do gênero. Hoje, aos 27, ela já tem um DVD completo com 30 faixas — mesclando composições próprias e regravações — e músicas autorais que conversam diretamente com o público feminino, como “Tome Juízo” e “Amiga Que é Parça”.

Música como elo de fé, memória e identidade

Muito mais do que um programa musical, “Terra da Padroeira” é um espaço de valorização da cultura popular brasileira, em especial a música sertaneja em suas múltiplas vertentes — da raiz à moderna, da embolada à canção autoral.

A cada edição, Kleber Oliveira, Tonho Prado e Menino da Porteira reafirmam seu compromisso em levar ao público um conteúdo afetuoso, familiar e representativo, onde a fé, o humor e a boa música se entrelaçam. A visita especial desta semana promete emocionar, mas também inspirar. É a televisão abrindo as portas para histórias de vida reais, de artistas que carregam a identidade do Brasil em cada verso cantado.

Quando assistir?

O “Terra da Padroeira” vai ao ar neste domingo, 27 de julho, a partir das 9h da manhã, na TV Aparecida. Prepare o café, reúna a família e se permita sentir, cantar e se emocionar com mais uma edição desse encontro que celebra a alma sertaneja do nosso país.

Jason Statham surge em alta tensão no trailer de “Código: Vingança”, que revela conspiração mortal em alto-mar

A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de Código: Vingança, produção que coloca o astro Jason Statham (Resgate Implacável
, Beekeeper: Rede de Vingança, Os Mercenários) no centro de mais uma narrativa marcada por perseguições intensas, reviravoltas e combate corpo a corpo em alta escala. O longa, que estreia nos cinemas em 10 de setembro, aposta em uma trama de conspiração internacional ambientada em um cenário pouco convencional para o gênero: um navio cargueiro em alto-mar.

No vídeo, que você pode conferir logo abaixo, o público tem um vislumbre do clima tenso que guia a história, marcada por traições, violência estratégica e um protagonista que precisa sobreviver enquanto tenta provar sua inocência. A produção reforça a marca já conhecida de Statham no cinema de ação, em papéis que combinam resistência física, precisão em cenas de luta e personagens movidos por códigos pessoais de justiça.

A história acompanha Cole Reed, interpretado por Jason, um homem que vê sua vida desmoronar após presenciar o assassinato de seu chefe bilionário. A situação se agrava quando ele é injustamente acusado pelo crime, tornando-se alvo de uma investigação que o coloca na mira de forças poderosas. Sem opções legais ou apoio institucional, Reed decide fugir e embarca em um navio cargueiro, onde acredita que poderá reunir pistas e encontrar os verdadeiros responsáveis.

O que começa como uma tentativa de sobrevivência logo se transforma em uma missão pessoal de vingança. No entanto, conforme avança em sua busca, o personagem descobre que o crime não é um evento isolado, mas parte de uma rede complexa de interesses e operações clandestinas que ultrapassam fronteiras. A bordo do navio, cada corredor pode esconder um inimigo, e cada aliado em potencial pode representar uma ameaça.

O elenco também reúne nomes de destaque do cinema internacional. Entre eles está Annabelle Wallis (Peaky Blinders, A Múmia, Annabelle), conhecida por trabalhos em produções de suspense e ação, além de Roland Møller (Land of Mine, Atômica, Papillon), que costuma interpretar personagens intensos e fisicamente imponentes. Completam o grupo Adrian Lester (Hustle, The Day After Tomorrow, Primary Colors), Ramon Tikaram (Fortitude, The Queen’s Gambit, The Bill), Arnas Fedaravicius (The Last Kingdom, The White Lotus) e Jason Wong (Snake Eyes, Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes, Strangers).

A direção fica por conta de Jean-François Richet, conhecido por seu trabalho em filmes de ação que exploram tensão constante e ambientações de risco elevado. Richet já demonstrou afinidade com narrativas de forte impacto físico e psicológico, o que se encaixa na proposta de Código: Vingança. O roteiro foi desenvolvido por Lindsay Michel e J.P. Davis, que estruturam a história a partir de uma progressão que combina investigação, fuga e confronto direto.

A produção do longa é resultado de uma parceria entre diferentes empresas do setor audiovisual, incluindo MadRiver Pictures, Mutiny Films, Puch Palace Productions e Valletta Pictures. Essa colaboração internacional contribui para a escala da obra, tanto em termos de locações quanto na construção do ambiente fechado e claustrofóbico do navio, que se torna quase um personagem dentro da narrativa.

Um dos principais atrativos do filme é justamente o uso do espaço marítimo como cenário central. Em vez de grandes cidades ou ambientes urbanos tradicionais, a história se desenvolve em um ambiente limitado, onde a sensação de isolamento amplifica o perigo. Essa escolha narrativa reforça a ideia de que o protagonista não apenas está lutando contra inimigos visíveis, mas também contra o próprio ambiente que o cerca.

A Gente Tenta | Quando estreia o episódio 8 do dorama sobre artistas frustrados e sonhos que não deram certo?

Nem todo dorama quer contar uma história sobre sucesso. A Gente Tenta segue justamente pelo caminho oposto e transforma fracassos profissionais, inseguranças e crises pessoais no centro da narrativa. Talvez seja exatamente por isso que tanta gente começou a se identificar com a série.

Em vez de apresentar personagens brilhantes vivendo carreiras perfeitas, o drama acompanha pessoas cansadas, frustradas e emocionalmente desgastadas por uma indústria que vive cobrando resultados o tempo inteiro. O foco aqui não está nos grandes prêmios ou no glamour do cinema coreano, mas naquele sentimento desconfortável de perceber que os anos passaram e os sonhos ainda continuam parados no mesmo lugar.

Quando estreia o episódio 8?

Com os episódios mais recentes deixando os protagonistas cada vez mais abalados emocionalmente, muita gente já começou a procurar quando o episódio 8 finalmente chega ao catálogo. O novo capítulo do dorama estreia neste domingo, 10 de maio de 2026, na Netflix.

Completa de episódios

EpisódioData de estreia
Episódio 1Já disponível
Episódio 2Já disponível
Episódio 3Já disponível
Episódio 4Já disponível
Episódio 5Já disponível
Episódio 6Já disponível
Episódio 7Já disponível
Episódio 810 de maio de 2026
Episódio 916 de maio de 2026
Episódio 1017 de maio de 2026
Episódio 1123 de maio de 2026
Episódio 1224 de maio de 2026

Sobre o que fala o dorama?

A Gente Tenta gira em torno de profissionais ligados ao cinema sul-coreano que, de alguma forma, sentem que ficaram para trás. O personagem principal é Hwang Dong Man, um aspirante a diretor que carrega o peso de ainda não ter conseguido estrear oficialmente na indústria. O que mais incomoda o personagem é perceber que todos os antigos colegas do grupo criativo “The Eight” seguiram em frente na carreira, enquanto ele continua preso tentando tirar projetos do papel.

Dong Man vive naquela mistura complicada entre esperança e vergonha. Ao mesmo tempo em que insiste em continuar sonhando, ele claramente sente o peso de observar outras pessoas conquistando aquilo que ele imaginava para si mesmo anos atrás. O dorama trabalha isso de maneira bem íntima, mostrando um personagem que fala demais justamente para esconder o próprio medo de admitir que talvez esteja perdido.

A série também acompanha Byeon Eun A, produtora conhecida dentro da indústria pelas críticas extremamente duras aos roteiros que recebe. Ela ganhou o apelido de “Machado” justamente pela forma direta e quase cruel com que desmonta ideias ruins. Só que por trás dessa postura rígida existe alguém completamente esgotada emocionalmente. A personagem passa boa parte da série tentando esconder inseguranças, frustrações e uma raiva acumulada que nunca consegue colocar para fora de verdade.

Outro personagem importante é Park Gyeong Se, um diretor que entrou em crise depois do fracasso de seu último filme. O dorama mostra como ele começa lentamente a perder confiança em si mesmo enquanto tenta fingir que ainda mantém controle sobre a própria carreira. Talvez uma das partes mais dolorosas da série seja justamente perceber que ninguém ali parece realmente feliz, mesmo aqueles que teoricamente chegaram onde queriam.

Por que o dorama vem chamando atenção?

Grande parte da repercussão da trama vem da maneira sincera como a série retrata frustração profissional. O roteiro não tenta transformar seus personagens em gênios incompreendidos nem cria grandes momentos exagerados para emocionar o público. Pelo contrário. O drama funciona muito mais nos silêncios, nos olhares cansados e nas conversas desconfortáveis entre pessoas que claramente não sabem mais o que fazer da própria vida.

Existe um sentimento constante de desgaste emocional nos episódios, e isso acaba deixando os personagens mais próximos da realidade. Em vez de mostrar artistas vivendo uma rotina glamourosa, a série apresenta reuniões frustrantes, insegurança criativa, comparação profissional e aquele medo silencioso de perceber que o tempo está passando rápido demais. Mesmo sendo um drama sobre cinema, a produção fala muito mais sobre pessoas tentando lidar com expectativas quebradas.

Quem faz parte do elenco?

O elenco principal reúne nomes bastante conhecidos dos dramas coreanos recentes. Koo Kyo-hwan interpreta Hwang Dong Man e entrega um personagem que parece estar sempre à beira de desistir, mesmo tentando convencer todo mundo — inclusive a si mesmo — de que ainda consegue seguir em frente. Já Go Yoon-jung vive Byeon Eun A e acaba roubando várias cenas justamente pela forma contida como interpreta a personagem. Em muitos momentos, o desconforto emocional dela aparece mais no silêncio do que nas falas.

Oh Jung-se interpreta Park Gyeong Se, enquanto Kang Mal-geum vive Ko Hye Jin, CEO da Gobak Film e uma das poucas pessoas que ainda tenta manter algum equilíbrio emocional no meio de tanta frustração acumulada. O elenco ainda conta com Park Hae-joon como Hwang Jin Man, irmão mais velho de Dong Man e ex-poeta que abandonou os próprios sonhos depois de perceber que já não conseguia mais escrever da mesma forma. Também participa da série Bae Jong-ok, ampliando ainda mais o lado emocional da história.

“Eita, Lucas!” deste sábado (26/07) desembarca em Governador Valadares com MC Daniel

Foto: Divulgação/SBT

Não tem tempo ruim quando a energia é boa e o povo é caloroso. E é com essa vibe que o “Eita, Lucas!” segue sua caravana pelos quatro cantos do Brasil, levando alegria, desafios inusitados e histórias emocionantes para a televisão aberta. Neste sábado, 26 de julho de 2025, a Arena do programa estaciona em Governador Valadares, no coração de Minas Gerais, antes de seguir rumo à ensolarada Itabuna, na Bahia. E como já virou marca registrada, o público pode esperar muito mais do que risadas: tem talento, música, superação e, claro, prêmios em dinheiro!

Foto: Divulgação/SBT

Governador Valadares: quando a voz vale 5 mil reais (ou um banho gelado)

Em solo mineiro, o quadro “Chuveiro ou Dinheiro” promete arrancar gargalhadas e aplausos em medidas iguais. A proposta é simples, mas o nervosismo é real: subir ao palco, cantar com garra e tentar convencer o público – e os jurados – de que merece embolsar até 5 mil reais. Mas se desafinar… o castigo vem de cima: um banho de chuveiro na frente da plateia lotada!

“Tem que ter coragem e carisma. Aqui a gente valoriza quem se arrisca, quem coloca o coração na voz, mesmo que desafine um pouquinho”, brinca Lucas Guimarães, apresentador da atração, que se mostra cada vez mais à vontade nesse papel que mistura comunicador, parceiro e incentivador do povo.

E para deixar tudo ainda mais animado, o convidado especial da semana é ninguém menos que MC Daniel. O funkeiro, que tem arrastado multidões por onde passa, chega com o sorriso largo e uma playlist cheia de sucessos. Ele também entra na dança do quadro, ajudando Lucas a decidir quem leva o prêmio e quem vai sair de banho tomado.

“Adoro estar perto do povo. Esse programa tem uma vibe boa demais. É leve, engraçado, mas também tem histórias que tocam a gente”, comentou Daniel, que aproveita para cantar os hits que o consagraram como um dos nomes mais populares do funk atual.

De Minas à Bahia: emoção na estrada com o “Gaga de Itamotinga”

Após a folia mineira, a equipe do “Eita, Lucas!” ruma para o sul da Bahia. Em Itabuna, o público acompanha uma verdadeira jornada de superação e carisma com o quadro “Carona da Sorte”. Nele, Felipe – mais conhecido como “Gaga de Itamotinga” – embarca em uma carona especial com Lucas Guimarães pelas ruas da cidade, enfrentando provas, conversando com moradores e revelando sua história de vida com bom humor e autenticidade.

Felipe se tornou um fenômeno local não só por sua forma divertida de se expressar, mas por sua capacidade de rir de si mesmo e inspirar os outros com leveza e simpatia. Ao lado de Lucas, ele encara o desafio de vencer a inteligência artificial Áurea em uma série de perguntas e missões que testam memória, agilidade e sensibilidade.

O ápice da carona acontece em uma plantação de cacau, cenário típico da região cacaueira baiana. Lá, Felipe precisa cumprir um desafio envolvendo a colheita e o processamento do fruto, valendo até 10 mil reais em prêmios. Entre suor e risadas, o momento rende imagens lindas e uma conexão direta com a cultura local.

Um programa que é cara do Brasil

Mais do que um programa de auditório, “Eita, Lucas!” tem se consolidado como um verdadeiro retrato do Brasil profundo. Com linguagem popular, locações reais e histórias que misturam humor e emoção, o programa busca dar visibilidade a personagens comuns que, de repente, se tornam protagonistas em rede nacional.

Lucas Guimarães, que ficou conhecido nas redes sociais, mostra no palco da televisão que tem carisma e empatia de sobra. Ele escuta, vibra, brinca, abraça e se envolve com cada participante de forma genuína. Não à toa, a atração tem conquistado cada vez mais público e elogios pela abordagem humanizada.

“É muito mais do que um programa de prêmios. A gente quer levar alegria, autoestima e mostrar que o povo brasileiro é cheio de histórias lindas. E também sabe se divertir como ninguém!”, resume Lucas.

Convidados especiais que somam à festa

A cada edição, o “Eita, Lucas!” recebe artistas e personalidades que, além de entreter, também compartilham um pouco da própria trajetória. No palco, eles se misturam à plateia, participam dos quadros e cantam seus sucessos.

MC Daniel, por exemplo, não poupou elogios à experiência. “Ver a alegria desse povo, cantar junto, dar risada com Lucas… é tudo de bom. O Brasil precisa de mais coisas assim”, comentou o artista, que aproveitou para divulgar sua nova música e ainda surpreender um fã que estava na plateia.

Cultura local valorizada

O “Eita, Lucas!” também se destaca por integrar elementos regionais em cada cidade por onde passa. Seja numa plantação de cacau, em uma feira popular, ou em rodas de conversa com moradores antigos, o programa respeita as tradições locais e as transforma em cenários vivos de afeto e reconhecimento.

Em Itabuna, por exemplo, a produção destacou a importância histórica da cultura cacaueira na economia e na memória da cidade. Já em Governador Valadares, a música mineira e o jeitinho acolhedor dos valadarenses foram o pano de fundo perfeito para os quadros.

Prêmios, mas também autoestima

Ao fim de cada episódio, o saldo vai além dos valores distribuídos. Participantes saem transformados, cheios de histórias para contar e com um brilho diferente nos olhos. O público também se sente representado, vendo pessoas parecidas consigo ocupando o centro do palco, com dignidade e humor.

Felipe, o “Gaga de Itamotinga”, resumiu o sentimento com um sorriso largo e olhos marejados: “Nunca pensei que ia aparecer na televisão assim, sendo eu mesmo, com meu jeito, minhas falas… E ainda sair com um prêmio! Mas o melhor foi o carinho das pessoas”.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta 21/02/2024 quarta-feira

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No episódio de 21/02/2024 da novela “A Infância de Romeu e Julieta”, que será transmitido na quarta-feira às 21h pelo SBT, os telespectadores poderão mergulhar ainda mais nos intricados enredos que envolvem a trajetória das personagens principais. Nesse capítulo, as emoções atingirão seu ápice, revelando segredos enterrados e desdobramentos surpreendentes.

Na novela A Infância de Romeu e Julieta, Romeu, imerso em um turbilhão de pensamentos, percebe sutis indícios de que seus pais guardam um segredo intrigante, algo que paira no ar como um enigma não revelado. Cada olhar furtivo, cada palavra sussurrada em sua presença alimenta a suspeita latente em seu coração inquieto. Enquanto isso, Lívia, impulsionada por sua criatividade inesgotável, tece os fios de um projeto ambicioso para um desfile de moda que promete encantar e inspirar. Sua mente fervilha com ideias luminosas, cada detalhe meticulosamente planejado para transcender os limites da imaginação e cativar os espectadores com uma experiência única.

Ainda no capítulo de A Infância de Romeu e Julieta, nos bastidores, em um gesto carregado de significado, Bernardo, com um sorriso travesso nos lábios, adquire uma chuteira especial e a envia em segredo para Téo. O gesto é mais do que uma simples entrega; é um elo invisível de amizade e cumplicidade, um símbolo silencioso de apoio mútuo que transcende as barreiras do tempo e da distância. Enquanto isso, Glaucia, com sua visão empreendedora e determinação inabalável, almeja introduzir um centro estético no CEC (Centro Educacional e Cultural), vislumbrando um espaço onde a beleza e o bem-estar se entrelaçam em harmonia. No entanto, sua visão encontra resistência em Bernardo, cujas preocupações e objeções lançam sombras sobre os planos futuros, provocando um conflito de interesses que desafia os laços frágeis da comunidade.

O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

Resumo da novela Amor Perfeito 16/09/2023 sábado

amor perfeito

Abaixo, confira o que vai acontecer na novela Amor Perfeito de 16/09/2023, sábado. A exibição da novela está prevista para acontecer às 18h00, na Globo.

No resumo do capítulo 153 da novela Amor Perfeito, no tribunal, Gaspar assume o papel de primeira testemunha a depor contra Marê, lançando luz sobre os eventos que levaram ao julgamento. Sua voz ressoa pelo tribunal, revelando detalhes chocantes que prendem a atenção de todos na sala. A tensão cresce à medida que cada palavra de Gaspar é pronunciada, e Marê, sentada ali, mal consegue conter sua ansiedade. Enquanto isso, Leonel, furioso com o depoimento de Gilda, não consegue disfarçar sua raiva. Ele se agarra à beira da cadeira, os punhos cerrados, enquanto assiste a sua antiga amiga revelar informações comprometedoras que parecem complicar ainda mais a situação de Marê. A atmosfera no tribunal se torna ainda mais pesada quando Albuquerque começa a depor. Marê, sentada com as mãos trêmulas, luta para manter a compostura enquanto ouve o que ele tem a dizer. Cada palavra pronunciada por Albuquerque parece um prego sendo martelado no caixão da defesa de Marê. Gilda, por sua vez, usa suas artimanhas para induzir Silvio a protestar contra as perguntas incisivas feitas por Júlio a Benedita. O tribunal se divide em murmúrios e discussões à medida que o conflito entre os advogados ganha força. A surpresa atinge o ápice quando Madame Chantily presta seu depoimento. Ela revela segredos inesperados e informações cruciais que ninguém esperava. O choque se espalha pela sala, e todos ficam boquiabertos. Silvio e Júlio, incapazes de conter sua hostilidade um pelo outro, trocam insultos, criando um tumulto que leva o Juiz a intervir. As palavras ferinas voam pelo tribunal enquanto ambos são repreendidos e obrigados a se acalmar. Enquanto o julgamento avança, Leonel começa a ter flashbacks do passado, e sua mente se enche de memórias antigas que o perturbam profundamente. Essas lembranças se misturam com os eventos atuais, tornando o julgamento ainda mais emocional e complexo. Silvio tenta difamar Catarina em seu depoimento, criando um clima de tensão que se espalha pela sala. Gilda, sobrecarregada pelo estresse, passa mal e desmaia. O tribunal fica em silêncio enquanto a equipe médica é chamada para ajudá-la. Silvio é afastado do julgamento após o depoimento de Laura, e a sala fica tensa com a reviravolta inesperada.

Ainda na novela Amor Perfeito, Júlio continua sua série de interrogações, agora dirigindo-se a Beto Pandeiro, cujo depoimento traz à tona novos detalhes intrigantes que prendem a atenção de todos. Enquanto o julgamento avança, Frei Severo, preocupado com o estado de Leonel, tenta ajudá-lo a lidar com suas memórias perturbadoras. E, finalmente, Norberto Carreira é chamado para depor, mas o ponto culminante ocorre quando Leonel, superando suas próprias dúvidas e confusões, se lembra do crime e acusa Gilda de tê-lo baleado. A sala do tribunal fica em choque, e o destino de Marê parece ainda mais incerto com essa reviravolta surpreendente no julgamento.

O resumo da novela Amor Perfeito é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

Valor Sentimental | O novo drama de Joachim Trier chega aos cinemas brasileiros em 25 de dezembro

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Há diretores que fazem do cinema uma confissão. Joachim Trier é um deles. O cineasta norueguês, indicado ao Oscar por A Pior Pessoa do Mundo, retorna agora com um novo mergulho nas relações humanas em Valor Sentimental — filme que estreia nos cinemas brasileiros no dia 25 de dezembro, em distribuição da MUBI e Retrato Filmes.

Selecionado para representar a Noruega no Oscar® 2026, o longa foi aplaudido em sua estreia mundial no Festival de Cannes 2025, onde conquistou o Grande Prêmio do Júri. Mais uma vez, Trier e seu parceiro de roteiro, Eskil Vogt, exploram os pequenos abismos que se formam entre pais e filhos, entre o passado e o presente — e entre o que se vive e o que se encena.

No longa-metragem, acompanhamos Nora (Renate Reinsve), uma atriz de teatro consagrada que tenta manter distância do pai, Gustav Borg (Stellan Skarsgård), um diretor de cinema lendário que desapareceu da vida das filhas e do próprio ofício. Quando ele decide voltar aos holofotes com um filme baseado na própria família, a ferida volta a sangrar.

Gustav convida Nora para o papel principal — um convite que ela recusa de imediato. O vazio deixado pela recusa é preenchido por Rachel (Elle Fanning), uma jovem atriz americana fascinada pela ideia de interpretar uma história tão pessoal. O reencontro entre Nora, Gustav e Agnes (Inga Ibsdotter Lilleaas), a outra filha, desencadeia uma série de confrontos e silêncios que atravessam gerações.

O resultado é um retrato comovente sobre as fronteiras entre arte e vida, sobre o que se escolhe esquecer — e o que insiste em permanecer.

Um elenco de ressonâncias emocionais

A protagonista Renate Reinsve volta a trabalhar com Trier depois de conquistar o mundo em A Pior Pessoa do Mundo (2021). Desde então, a atriz norueguesa tem se destacado em produções como Handling the Undead (2024), onde também explora os limites da dor e da ausência.

Stellan Skarsgård, um dos grandes nomes do cinema europeu, dá vida ao complexo Gustav. Conhecido por papéis em Chernobyl, Good Will Hunting e Nymphomaniac, ele traz uma mistura única de dureza e melancolia — perfeita para o papel de um homem que tenta reescrever sua própria história.

Já Elle Fanning, em um de seus trabalhos mais desafiadores, deixa de lado o glamour de The Great e a vulnerabilidade de All the Bright Places para dar vida a uma atriz que busca sentido entre ambição e empatia. Sua personagem é o espelho de uma geração que tenta se encontrar em meio ao ruído da fama.

A promissora Inga Ibsdotter Lilleaas, lembrada por sua atuação em Disco (2019), oferece uma performance de rara sutileza como Agnes — a filha que ficou, a que tentou manter a família de pé quando todos os outros se foram. E Anders Danielsen Lie, parceiro frequente de Trier, aparece novamente em um papel decisivo, após trabalhos memoráveis em 22 de Julho e Bergman Island.

A força de um cinema que olha para dentro

Joachim Trier sempre filmou o íntimo com uma delicadeza quase literária. Em Oslo, 31 de Agosto, ele transformou um dia comum em um retrato devastador sobre o sentido da existência. Em A Pior Pessoa do Mundo, capturou a solidão e a beleza das escolhas que definem uma vida.

Agora, em Valor Sentimental, ele volta a um tema recorrente em sua obra: a tentativa de se reconciliar com o tempo e com quem fomos. É um filme sobre a impossibilidade de se desligar das memórias — e sobre o poder da arte como último fio de comunicação entre pessoas que já não sabem mais como conversar.

A direção de Trier é sutil, mas firme. Os enquadramentos se aproximam dos rostos, como se buscassem neles uma verdade que as palavras não conseguem alcançar. Cada silêncio, cada respiração, parece dizer mais do que qualquer diálogo. É cinema que confia no olhar, na pausa, no não-dito.

O filme é uma coprodução entre Noruega, França, Alemanha, Dinamarca e Suécia, reunindo alguns dos principais nomes da indústria europeia. A produção é assinada por Maria Ekerhovd (Mer Film) e Andrea Berentsen Ottmar (Eye Eye Pictures), com coprodutores de peso como Nathanael Karmitz (MK Productions), Janine Jackowski (Komplizen Film) e Sisse Graum Jørgensen (Zentropa).

A Odisseia | Quando estreia o novo filme de Christopher Nolan e por que ele já é um dos maiores projetos da carreira do diretor

A Odisseia, novo filme de Christopher Nolan, estreia nos cinemas brasileiros em 16 de julho de 2026. Será o primeiro trabalho do diretor desde Oppenheimer, vencedor do Oscar de Melhor Filme, e também sua primeira adaptação de uma obra da literatura clássica.

O longa leva para as telas um dos textos mais influentes da história: o poema A Odisseia, atribuído a Homero. A narrativa acompanha Odisseu, rei de Ítaca, que tenta voltar para casa após o fim da Guerra de Troia. O caminho, porém, está longe de ser simples. A viagem se estende por anos e coloca o protagonista diante de criaturas mitológicas, deuses e desafios que se tornaram parte da cultura popular, como o encontro com o ciclope Polifemo, as Sereias e a feiticeira Circe.

No elenco, Matt Damon (Oppenheimer e Perdido em Marte) interpreta Odisseu. Anne Hathaway (Interestelar e Os Miseráveis) vive Penélope, esposa do herói, enquanto Tom Holland (Homem-Aranha: Sem Volta para Casa e Uncharted) assume o papel de Telêmaco, filho do casal.

O filme ainda reúne Zendaya (Duna e Euphoria) como Atena, Charlize Theron (Mad Max: Estrada da Fúria e Atômica) como Circe, Robert Pattinson (The Batman e O Farol) como Antínoo, além de Lupita Nyong’o (Pantera Negra e Um Lugar Silencioso: Dia Um), Jon Bernthal (O Justiceiro e The Bear), Benny Safdie (Oppenheimer e Joias Brutas), John Leguizamo (Encanto e John Wick), Elliot Page (A Origem e Juno), Himesh Patel (Yesterday e Não Olhe para Cima), Bill Irwin (Interestelar e Rachel Se Casando), Samantha Morton (The Walking Dead e Animais Fantásticos e Onde Habitam) e Jesse Garcia (Ambulância: Um Dia de Crime e Flamin’ Hot).

Quem acompanha os filmes de Nolan deve encontrar alguns elementos familiares. O diretor costuma filmar em locações reais sempre que possível, reduzindo o uso de cenários totalmente digitais. Essa escolha se repete em A Odisseia, gravado em países como Grécia, Itália, Marrocos, Escócia, Islândia e Saara Ocidental. As paisagens naturais ajudam a recriar o percurso percorrido por Odisseu ao longo da história.

Outro detalhe que diferencia a produção é sua parte técnica. Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, o filme é o mais caro da carreira de Nolan e o primeiro longa registrado inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm, formato conhecido pela alta definição e pela escala das imagens. Para quem pretende assistir ao filme, as salas IMAX devem oferecer a versão mais próxima daquela planejada pelo diretor durante as filmagens.

A escolha de adaptar A Odisseia também marca uma mudança na filmografia de Nolan. Em vez de desenvolver uma história original, como aconteceu em A Origem, Interestelar e Tenet, ou adaptar personagens dos quadrinhos, como na trilogia Batman, o cineasta parte de um texto escrito há milhares de anos que continua influenciando livros, séries, jogos e produções de Hollywood.

Universal+ estreia quarta e última temporada de Evil, série de terror aclamada

Foto: Elizabeth Fisher/Paramount+

Para quem acompanha Evil desde sua estreia em 2019, o próximo dia 18 de agosto promete ser um marco: o Universal+ lança a quarta e última temporada da série que se consolidou como um dos maiores fenômenos do terror psicológico contemporâneo. Criada pelo casal de roteiristas Robert e Michelle King — responsáveis por sucessos como The Good Wife e The Good Fight —, a produção sempre se destacou por sua habilidade em equilibrar suspense sobrenatural com drama humano intenso.

No centro da história está a Dra. Kristen Bouchard, interpretada magistralmente por Katja Herbers (Westworld). Psicóloga forense cética, Kristen é uma mente racional em um mundo repleto de acontecimentos que desafiam a lógica. Ao seu lado está David Acosta (Mike Colter, de Luke Cage), um ex-jornalista em preparação para se tornar padre, cuja fé inabalável contrasta diretamente com o ceticismo da colega. Juntos, eles investigam eventos que parecem ultrapassar a barreira da realidade: possessões, milagres e fenômenos que não podem ser explicados por ciência ou religião isoladamente.

A equipe ainda conta com Ben Shakir (Aasif Mandvi, de Homem-Aranha 2), especialista em tecnologia e ateu convicto, cuja lógica é constantemente testada pelos acontecimentos cada vez mais estranhos que surgem à frente do trio. Essa mistura de crenças e personalidades cria uma dinâmica fascinante, que se desenrola ao longo das temporadas com tensão, humor sutil e reviravoltas inesperadas.

E não se pode falar de EVIL sem mencionar seu antagonista mais perturbador, Dr. Leland Townsend (Michael Emerson, Lost). Townsend não é apenas um vilão tradicional; ele representa o mal que se infiltra na mente e na vida daqueles que ousam confrontá-lo. Obcecado por Kristen, ele é um catalisador de tensão emocional, psicológico e sobrenatural, tornando cada confronto uma batalha não apenas física, mas moral e ética.

Uma produção cuidadosa e intimista

Robert e Michelle King não apenas roteirizam, mas também dirigem grande parte da série, garantindo que cada episódio seja cuidadosamente construído para gerar impacto e engajamento. Para a quarta temporada, eles contaram com colaborações de diretores renomados, como Peter Sollett (Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música) e John Dahl (Dexter e House of Cards), adicionando nuances visuais e narrativas que intensificam o suspense e a imersão do público.

Cada cenário, cada enquadramento, cada silêncio é cuidadosamente pensado para que o espectador sinta-se parte daquele mundo. As cenas de terror psicológico não dependem apenas de efeitos ou sustos repentinos: elas exploram o medo humano, o desconforto do desconhecido e as decisões que testam a moral de cada personagem.

A narrativa que vai além do sobrenatural

O grande diferencial da produção é que ela não se limita a investigar o sobrenatural. A série explora os medos e segredos mais íntimos de seus personagens, mostrando como traumas, dilemas éticos e relações familiares moldam suas escolhas. A família Bouchard, por exemplo, está sempre presente como um contraponto à investigação sobrenatural: Lynn (Brooklyn Shuck), Lila (Skylar Gray) e Lexis (Maddy Crocco) revelam os impactos do medo e do segredo na vida cotidiana, tornando a história mais próxima do público.

Enquanto isso, personagens recorrentes, como o Monsenhor Matthew Korecki (Boris McGiver) e a detetive Mira Byrd (Kristen Connolly), adicionam complexidade ao enredo, mostrando como fé, lei e ciência se entrelaçam em uma realidade que não é preto no branco, mas cheia de tons de cinza moral.

Foto: Elizabeth Fisher/Paramount+

Uma trajetória de sucesso e reconhecimento

Desde sua estreia no canal CBS, em 26 de setembro de 2019, EVIL se consolidou como um sucesso crítico e popular. A mudança para a Paramount+ em 2021, que produziu a segunda temporada, deu à série maior liberdade para explorar histórias mais ousadas e complexas, e o público respondeu com entusiasmo. No Brasil, EVIL – Contatos Sobrenaturais está disponível no Globoplay desde novembro de 2019, conquistando fãs que se dedicam a teorizar sobre cada episódio e a discutir os dilemas apresentados pela série.

A recepção crítica é igualmente positiva. No Rotten Tomatoes, a série mantém impressionantes 92% de aprovação, com críticos elogiando seu roteiro inteligente e a capacidade de equilibrar terror com questões humanas profundas. Já o Metacritic atribuiu 76 de 100, destacando críticas “geralmente favoráveis”, um reconhecimento raro para séries do gênero que equilibram suspense com drama psicológico.

O que esperar da quarta temporada

A nova temporada promete respostas para perguntas deixadas ao longo das três primeiras, além de intensificar o suspense e explorar ainda mais os limites entre ciência, fé e sobrenatural. Os fãs podem esperar confrontos finais com o Dr. Leland Townsend, dilemas éticos intensos e momentos que desafiarão a percepção da realidade de cada personagem — e do próprio espectador.

Além disso, novos episódios introduzem ainda mais camadas dramáticas e personagens cativantes. Kurt Fuller, Danny Burstein e Andrea Martin se juntam ao elenco, adicionando tensão, humor e humanidade às histórias já complexas, enquanto a série continua a desafiar o público a questionar a natureza do mal e o poder das escolhas individuais.

Por que Evil é mais do que uma série de terror

O sucesso da série vai além de sustos e efeitos visuais: ele reside na forma como a série aborda dilemas universais. O mal não é sempre externo; muitas vezes está presente nas decisões humanas, nos segredos guardados e nas falhas de comunicação entre fé, ciência e moralidade. Cada episódio é uma oportunidade de reflexão, convidando o público a se perguntar o que faria em situações de medo, dúvida ou perigo.

O ceticismo de Kristen, a fé de David e a lógica de Ben são representações de debates que existem na vida real. A série consegue, assim, transformar cada episódio em uma experiência emocional e intelectual, um dos motivos pelos quais conquistou tanta notoriedade.

Personas | Série da Netflix revela operação real ultrassecreta de infiltração no crime organizado

A série Personas chegou hoje, 7 de maio, ao catálogo da Netflix trazendo uma história real que ficou praticamente escondida por décadas. A produção tem seis episódios e mergulha em uma operação ultrassecreta do Reino Unido nos anos 1990, quando agentes comuns foram enviados para se infiltrar em redes de tráfico de drogas.

Criada por Neil Forsyth, o mesmo roteirista de The Gold, a série conta com direção de Brady Hood e Julian Holmes. No elenco estão nomes como Steve Coogan, Tom Burke, Hayley Squires, Aml Ameen, Jasmine Blackborow, Douglas Hodge, Tom Hughes e Johnny Harris.

O que foi a operação real por trás da série?

A história real que inspira Personas acontece no início dos anos 90, quando o Reino Unido enfrentava uma combinação explosiva de crise econômica e avanço do tráfico de heroína. As fronteiras britânicas estavam sendo usadas como rota de entrada da droga, e a situação começou a escapar do controle das autoridades.

Foi nesse cenário que a alfândega britânica (Her Majesty’s Customs) decidiu apostar em uma estratégia bem fora do padrão: infiltrar agentes diretamente nas organizações criminosas responsáveis pelo contrabando.

O detalhe mais impressionante é que esses agentes não eram espiões profissionais. Eles eram funcionários comuns do governo, recrutados internamente e transformados em infiltrados após um treinamento básico.

Quem eram os agentes que viraram “personas”?

Ao invés de agentes secretos treinados, a operação recrutou pessoas comuns, sem experiência prévia em espionagem. Esses voluntários foram orientados a criar identidades falsas e viver dentro do submundo do crime como se fizessem parte dele.

Essas identidades recebiam o nome de “personas”, conceito central da série. A ideia era simples na teoria, mas extremamente arriscada na prática: os agentes precisavam se infiltrar em gangues de narcotráfico sem levantar suspeitas.

Com poucos recursos e muita improvisação, eles acabavam usando desde veículos apreendidos até bens confiscados para sustentar suas operações disfarçadas.

Por que essa operação foi tão incomum?

O que chama atenção nessa história é o nível de improviso combinado com a pressão política da época. O Reino Unido vivia um momento delicado, e o combate ao tráfico de drogas havia se tornado prioridade nacional.

Há registros de que a então primeira-ministra Margaret Thatcher acompanhava de perto as ações de combate ao narcotráfico, o que aumentava a cobrança sobre os órgãos responsáveis.

Mesmo assim, a operação foi conduzida com estrutura limitada e dependia muito da coragem dos agentes infiltrados, que precisavam manter suas identidades falsas em ambientes extremamente perigosos.

Como a série foi construída a partir da história real?

O criador Neil Forsyth contou que o projeto foi desenvolvido com base em uma pesquisa extensa, que envolveu entrevistas com pessoas ligadas à operação real, além da análise de documentos e registros históricos.

Alguns dos envolvidos aceitaram relatar suas experiências, enquanto outros preferiram manter sigilo, o que reforça o caráter sensível da operação.

O trabalho também contou com o pesquisador Adam Fenn, responsável por meses de investigação em arquivos judiciais e reportagens da época, ajudando a reconstruir a linha do tempo dos acontecimentos.

O que a série quer mostrar além da operação?

Mais do que retratar uma missão de infiltração, Personas também foca no impacto humano dessas decisões. A série destaca como pessoas comuns foram colocadas em situações extremas, vivendo sob identidades falsas e lidando diariamente com risco real de vida.

Neil Forsyth já destacou em entrevistas que os agentes envolvidos fizeram sacrifícios enormes em nome de uma missão considerada vital para conter a entrada de heroína no país.

Quem está no elenco de Personas?

O elenco reúne nomes fortes da atuação britânica. Steve Coogan, Tom Burke e Hayley Squires estão entre os destaques, acompanhados por Aml Ameen, Jasmine Blackborow, Douglas Hodge, Tom Hughes e Johnny Harris.

A direção de Brady Hood e Julian Holmes ajuda a reforçar o tom mais realista da série, que aposta em uma abordagem mais pé no chão, sem glamourizar o ambiente criminal.

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