A Record TV apresenta neste sábado, 4 de abril, na sessão Cine Aventura, o filme Transcendence: A Revolução, produção que combina suspense, drama e reflexões sobre os limites da tecnologia. Lançado em 2014, o longa se destaca por abordar um tema que se tornou ainda mais atual: o avanço da inteligência artificial e suas possíveis consequências para a humanidade.
A história acompanha o renomado pesquisador Will Caster, interpretado por Johnny Depp, um cientista obcecado pela criação de uma inteligência capaz de reunir conhecimento coletivo e consciência humana em um único sistema. Seu trabalho o coloca no centro de debates científicos e éticos, ao mesmo tempo em que desperta a atenção de grupos radicais contrários ao uso da tecnologia.
O ponto de virada acontece quando Caster sofre um atentado que compromete gravemente sua saúde. Diante da iminência da morte, sua esposa Evelyn, vivida por Rebecca Hall, decide levar adiante um experimento ousado ao lado do cientista Max Waters, papel de Paul Bettany. A proposta é transferir a mente de Will para um sistema computacional, preservando sua consciência em formato digital.
A experiência funciona, mas o resultado ultrapassa qualquer previsão. Ao ser integrado a uma máquina, Caster passa a evoluir rapidamente, adquirindo capacidades que vão muito além das limitações humanas. Conectado a redes de informação, ele começa a expandir sua influência de maneira quase ilimitada, levantando dúvidas sobre suas intenções e sobre o nível de controle que ainda pode ser exercido sobre ele.
O enredo ganha tensão à medida que Evelyn se vê diante de um dilema complexo. Ao mesmo tempo em que deseja manter o marido “vivo”, ela começa a perceber que a entidade que surgiu pode não ser mais a mesma pessoa. O filme constrói, então, um conflito emocional e filosófico, questionando até que ponto a consciência humana pode existir separada do corpo e quais são os riscos de ultrapassar essa fronteira.
Com direção de Wally Pfister, conhecido por seu trabalho como diretor de fotografia em grandes produções, o longa aposta em uma estética cuidadosa e em uma narrativa que prioriza a construção de ideias. A presença de Christopher Nolan como produtor executivo reforça a proposta de um filme que busca ir além da ação convencional, investindo em conceitos mais densos.
A produção envolveu uma parceria internacional e contou com um orçamento elevado, refletido nos efeitos visuais e na ambientação tecnológica apresentada ao longo da trama. As filmagens utilizaram película tradicional, uma escolha que contribuiu para a identidade visual do projeto e diferenciou o filme em meio à crescente digitalização do cinema.
Onde assistir?
Além da exibição no Cine Aventura, o filme “Transcendence: A Revolução” também pode ser assistido a qualquer momento nas plataformas digitais. A produção está disponível no catálogo da Diamond Films+ para assinantes e também pode ser encontrada para aluguel no Prime Video, com preços a partir de R$ 11,90, oferecendo ao público mais flexibilidade para acompanhar a história fora da TV aberta.
No coração da Amazônia, onde o som dos rios guia o cotidiano e as árvores centenárias sussurram histórias ancestrais, um novo capítulo está sendo escrito — literalmente — por uma adolescente que decidiu mudar o futuro por meio da educação. Seu nome é Malu Lira. Aos 15 anos, ela já carrega um currículo que surpreende pela precocidade e profundidade: autora de 20 livros, palestrante em eventos nacionais e criadora do projeto Malu Finanças na Escola, presente em mais de 100 instituições de ensino em todo o Brasil. Agora, Malu retorna ao seu estado natal para uma missão que transcende os números: transformar a relação das crianças e jovens com o dinheiro em uma ferramenta de autonomia e realização.
De 21 a 25 de julho de 2025, Malu lidera a Turnê em Rica Amazônia, uma expedição educativa que passa por Manaus, Iranduba, Tabatinga, Benjamin Constant e Santo Antônio do Içá — cidades escolhidas não apenas por sua importância geográfica e cultural, mas também por abrigarem comunidades que, historicamente, foram deixadas à margem dos grandes debates nacionais sobre educação e inclusão econômica.
“Não estou levando fórmulas prontas. Estou levando conversas, escuta, afeto e ferramentas para que essas crianças descubram que seus sonhos são possíveis e merecem um caminho real para acontecer”, explica Malu com a tranquilidade de quem encontrou cedo o propósito da própria jornada.
Educação financeira como instrumento de cidadania
A iniciativa da jovem escritora parte de uma premissa clara: falar sobre dinheiro é falar sobre poder de escolha, sobre independência, sobre a possibilidade de transformar realidades — inclusive as mais vulneráveis. No Brasil, onde a educação financeira formal ainda engatinha, principalmente nas escolas públicas, Malu encontrou um vazio pedagógico que a motivou a agir.
Seu projeto Malu Finanças na Escola nasceu da observação de que crianças e adolescentes crescem sem entender como lidar com o dinheiro, como planejar, como poupar ou como transformar pequenas escolhas cotidianas em estratégias para alcançar objetivos de longo prazo. Ela percebeu que o problema não era só econômico, mas emocional e estrutural. A ausência de educação financeira reproduz desigualdades, limita horizontes e impede que jovens enxerguem a si mesmos como protagonistas de suas histórias.
“Falar de educação financeira não é só ensinar a guardar dinheiro. É ensinar a ter consciência de onde você está, onde quer chegar e como pode traçar esse caminho com inteligência e coragem”, afirma.
Da sala de aula à beira do rio: um itinerário de escuta e troca
A Turnê em Rica Amazônia foi desenhada como uma travessia. Em cada cidade visitada, Malu realiza oficinas, rodas de conversa, palestras interativas e vivências com alunos, professores e líderes comunitários. A proposta é adaptar o conteúdo ao contexto local, valorizando os saberes ancestrais e as formas tradicionais de economia que já fazem parte da cultura amazônica — como o escambo, a agricultura familiar e a partilha comunitária.
Em Benjamin Constant, por exemplo, a escritora se encontra com estudantes da etnia Ticuna, a maior população indígena do Brasil. A oficina, desenvolvida em parceria com educadores indígenas, propõe uma reflexão sobre como os conhecimentos tradicionais podem dialogar com noções contemporâneas de planejamento financeiro, sem que uma lógica substitua a outra. Ao contrário: a proposta é que se complementem.
“Eu não estou aqui para ensinar, estou aqui para trocar. A Amazônia é uma professora. Eu venho com ferramentas, mas volto com sabedoria”, diz Malu, que leva cadernos, livros ilustrados e jogos educativos, todos desenvolvidos por ela com linguagem acessível e sensível às diferentes realidades regionais.
A potência da juventude na transformação social
A cada encontro, Malu semeia mais do que conceitos: planta esperança e reforça a crença no poder da juventude. Ao compartilhar sua própria história — de autodidata curiosa à escritora reconhecida —, ela inspira outras meninas e meninos a acreditarem que podem construir um futuro diferente, mesmo que enfrentem dificuldades no presente.
“Você não precisa nascer em um lugar fácil, precisa acreditar que pode fazer algo com o que tem. E buscar ferramentas. O conhecimento é uma ponte. Ele me trouxe até aqui, e pode levar qualquer um mais longe do que imagina”, afirma, olhando nos olhos de uma plateia que, muitas vezes, nunca havia ouvido alguém falar de dinheiro com empatia, leveza e propósito.
Além dos encontros com estudantes, a turnê promove formações com professores e gestores escolares, deixando um legado que vai além da sua passagem. Cada escola visitada recebe um kit pedagógico com materiais de apoio e acesso a uma plataforma digital, onde o conteúdo pode ser expandido e atualizado ao longo do tempo.
Sonhos como projeto de vida
Mais do que falar de finanças, Malu fala de sonhos. Em uma de suas oficinas, ela propõe uma atividade simples e reveladora: cada criança escreve em um papel o que gostaria de ser ou realizar no futuro. Depois, juntas, discutem quais passos, escolhas e recursos seriam necessários para chegar lá. A ideia é mostrar que sonhos não são abstrações distantes, mas projetos possíveis — desde que se compreenda como estruturá-los.
“Eu quero ser médica e cuidar do meu povo”, escreve uma adolescente Ticuna de 14 anos. “Quero abrir um restaurante de peixe na beira do rio”, diz um garoto de 12, de Iranduba. Malu escuta, sorri e começa a construir com eles o caminho do sonho. “Tudo isso é possível. Só não te ensinaram como começar. É isso que estou aqui pra fazer”, afirma.
O dinheiro como ferramenta de liberdade, não de opressão
Ao contrário do que muitos ainda pensam, educação financeira não é elitista — é libertadora. A proposta de Malu é justamente desconstruir essa ideia de que falar de dinheiro é algo distante da vida de quem vive com pouco. “Quem tem menos é quem mais precisa entender como usar bem o que tem. É sobre isso. Não é sobre enriquecer. É sobre sobreviver com dignidade e, a partir disso, crescer”, explica.
A abordagem da escritora é centrada em valores como autonomia, responsabilidade e solidariedade. Ela fala sobre consumo consciente, sobre não cair em armadilhas financeiras, sobre respeitar o próprio tempo e sonhar com os pés no chão. E, acima de tudo, fala com quem nunca foi ouvido.
Um projeto com raízes e asas
A Turnê em Rica Amazônia é fruto de um compromisso pessoal de Malu com sua terra, mas também um chamado coletivo para que a educação seja, de fato, inclusiva e transformadora. O projeto é realizado pelo Grupo Malu Finanças, com apoio de educadores locais e parcerias comunitárias. A intenção é que, nos próximos anos, ele percorra outras regiões do Brasil, sempre respeitando as especificidades culturais e sociais de cada território.
“O Brasil é grande demais para uma única resposta. Cada lugar tem seu ritmo, sua linguagem, suas dores e potências. Meu papel é escutar, adaptar e oferecer ferramentas que façam sentido. Quero que a floresta, as favelas, os sertões saibam que podem, sim, falar de dinheiro — e, mais que isso, usá-lo a seu favor”, conclui Malu.
O futuro que se constrói agora
Ao final de cada oficina, uma frase é repetida por todas as crianças em voz alta: “Eu posso sonhar, eu posso planejar, eu posso conquistar”. É mais do que um bordão. É um pacto simbólico com a ideia de que o futuro não precisa ser uma espera passiva, mas uma construção ativa, consciente e coletiva.
A adaptação cinematográfica de Uma Segunda Chance, baseada no romance homônimo de Colleen Hoover, chega aos cinemas com uma premissa que desperta interesse imediato: a história de uma mulher em busca de redenção e reconexão com a filha, após um passado marcado por erros e perdas dolorosas. A protagonista, Kenna Rowan, é o coração da narrativa, carregando cicatrizes emocionais profundas e a esperança de reconstruir laços rompidos. Apesar da força da premissa, a adaptação enfrenta desafios que limitam a profundidade e a intensidade emocional da trama.
Na história, Kenna se declara culpada de homicídio culposo após um acidente de carro que matou seu namorado, Scotty Landry. Seis anos depois, ao ser libertada da prisão em liberdade condicional, ela retorna à sua cidade natal com o objetivo de conhecer sua filha Diem, que nasceu durante sua pena e foi criada pelos pais de Scotty, Grace e Patrick. A busca por reconciliação se torna o fio condutor do filme, revelando tensões familiares e emocionais que definem o drama.
A narrativa acompanha Kenna enquanto ela tenta reconstruir sua vida em um conjunto habitacional de baixa renda. Ela adota um gatinho a pedido da dona do imóvel e estabelece uma amizade com Lady Diana, uma jovem vizinha com síndrome de Down cujo pai está preso. Esses momentos cotidianos humanizam Kenna, mostrando a vulnerabilidade e a empatia da personagem em meio a dificuldades pessoais.
Em paralelo, a trama explora a reintegração social e profissional da protagonista. Após dias infrutíferos em busca de emprego, Kenna entra na livraria favorita dela e de Scotty, que foi transformada em bar. É ali que reencontra Ledger Ward, melhor amigo de Scotty e figura paterna para Diem. O encontro é carregado de tensão: Ledger ainda guarda ressentimentos, mas também desempenha um papel importante na vida da filha de Kenna, funcionando como um tio substituto. Enquanto isso, Grace evita responder às perguntas de Diem sobre a ausência da mãe, intensificando o conflito emocional central da trama.
Com a ajuda de Anna, uma colega de trabalho compreensiva, Kenna finalmente consegue um emprego como caixa em um supermercado. Apesar dos esforços, suas primeiras visitas à casa dos Landry resultam em confronto: Ledger, Grace e Patrick ainda culpam Kenna pela morte de Scotty e a impedem de se aproximar de Diem. Essa barreira reforça o dilema moral do filme, mostrando como o perdão pode ser difícil mesmo diante do desejo sincero de reconciliação.
A dimensão romântica da história também se faz presente. Após receber conselhos do amigo e colega de trabalho Roman, Ledger visita Kenna e os dois compartilham um beijo carregado de emoção. Porém, Kenna se afasta, temendo que o envolvimento complique ainda mais sua luta pela confiança da filha e da família Landry. Essa dinâmica reforça a humanidade da protagonista, dividida entre desejo pessoal e responsabilidade maternal.
Apesar do potencial dramático, a direção do filme segue um caminho seguro, quase conservador. Em vez de explorar o desconforto moral e a complexidade das escolhas de Kenna, a narrativa suaviza conflitos e evita arriscar no desenvolvimento emocional. Flashbacks, trilha sonora insistente e diálogos expositivos funcionam como atalhos para conduzir a emoção, substituindo sutileza e ambiguidade que poderiam dar mais força às cenas. O resultado é uma experiência previsível: o espectador entende o drama, mas raramente sente-se desafiado.
Ainda assim, Uma Segunda Chance mantém a essência da obra de Colleen Hoover. Personagens quebrados, relações construídas a partir da dor e a busca sincera por reconciliação permanecem no centro da narrativa. Para quem conhece o livro, há familiaridade; para novos espectadores, os temas de perdão, aprendizado e segunda chance funcionam como âncoras emocionais, permitindo identificação com Kenna e sua trajetória.
Tecnicamente, o filme é sólido: fotografia, montagem e trilha sonora seguem padrões elevados do cinema contemporâneo de drama. Porém, a excelência técnica não compensa totalmente a falta de ousadia narrativa. A história opta por caminhos seguros, emocionando, mas sem desafiar o público, limitando a memorabilidade da obra.
Vale a pena assistir?
No balanço final, Uma Segunda Chance cumpre seu papel como entretenimento emocionalmente seguro. É um filme que toca o coração, explora temas universais e apresenta uma protagonista que luta por perdão e reconciliação. No entanto, para espectadores que buscam reflexão profunda ou desconforto moral, a narrativa pode frustrar. Para quem procura um drama acessível, com romance e tensão emocional claros, a obra atende às expectativas.
Norma se encanta por Moleza, o chama carinhosamente de Molenga e decide adotá-lo como seu mascote oficial. Enquanto isso, Lavínia revela para Dalete que André e Pedro transformaram a cozinha em um verdadeiro caos, deixando todos preocupados com a desordem. Manu e Anna fazem uma descoberta incrível ao desvendarem o segredo escondido atrás da estante: uma caverna encantada. As meninas ficam fascinadas com o lugar e começam a especular que Tonico já poderia estar ciente da existência desse local mágico. Durante a exploração da caverna, uma estranha criatura hipnotiza Anna, que passa a exibir um comportamento agressivo em relação a Manu. No entanto, após saírem da caverna, Anna encontra Moleza e, de forma surpreendente, sua agressividade desaparece, dando lugar a um comportamento mais tranquilo.
Capítulo 037 – Terça-feira, 17 de setembro
No dia da festa do colégio, Felipe tenta sabotar o vestido de Lavínia, mas sua tentativa é frustrada por Anna, que intervém a tempo. Elisa decide adotar o estilo de Pilar e aparece na festa com uma fantasia inspirada nela. Anna escolhe se fantasiar de Jane Goodall, a renomada pesquisadora de chimpanzés, destacando-se com uma fantasia criativa e educativa. Enquanto isso, Shirley e Wanda estão envolvidas na coleta de provas relacionadas a um crime recente que ocorreu em um hotel, adicionando um elemento de mistério ao dia. Anna e Moleza retornam à caverna encantada e, enquanto exploram, uma voz misteriosa ecoa das profundezas do local, aumentando o clima de suspense.
Capítulo 038 – Quarta-feira, 18 de setembro
Anna vence o concurso de melhor fantasia, mas, para a surpresa geral, ela desaparece justo na hora de receber o prêmio. De volta à caverna, ela é hipnotizada novamente, e Moleza é lançado por uma força invisível que os cerca. O desaparecimento de Anna começa a preocupar os professores, que se tornam alarmados com a situação. Thomas, informando Wanda e Shirley sobre o caso do hotel, revela que a polícia já resolveu o mistério. Enquanto isso, César, um palestrante convidado para conversar com as crianças, causa desconforto em Gabriel, que se opõe à sua presença na escola, criando uma tensão adicional.
Capítulo 039 – Quinta-feira, 19 de setembro
Anna decide manter em segredo de Isadora o mistério da caverna encantada, temendo sua reação. Pedro e André entram em uma discussão acalorada sobre a possibilidade de os Luíses serem parte de um grupo secreto, evidenciando desentendimentos entre eles. Wanda comunica a Shirley que decidiu abandonar o trabalho de detetive e se mudar para a casa de Goma para um período de descanso. Isadora, ao descobrir que Anna encontrou a caverna sem sua ajuda, fica profundamente chateada e expressa seu descontentamento. O morcego Maldonado, uma criatura mágica da caverna, exige que Anna e Isadora deixem o local imediatamente. Norma, ao avistar as meninas saindo apressadas da biblioteca, começa a suspeitar do que está acontecendo.
Capítulo 040 – Sexta-feira, 20 de setembro
Norma decide suspender a entrada de qualquer pessoa na biblioteca devido aos recentes incidentes e ao comportamento suspeito das meninas. Goma oferece a Wanda a oportunidade de passar algumas noites em sua casa para se recuperar do estresse acumulado. Tonico demonstra ciúmes ao ver Dalete examinando fotos de outros homens, revelando uma faceta mais possessiva de seu comportamento. Shirley, preocupada com o desaparecimento de sua irmã, tenta localizá-la sem sucesso. Manu e Isadora discutem a possibilidade de uma força desconhecida estar por trás da hipnose de Anna e sua transformação em uma figura agressiva, aprofundando o mistério em torno da caverna encantada e os eventos recentes.
No sábado, dia 10/02/2024, os telespectadores terão o prazer de desfrutar de uma tarde descontraída com a exibição do clássico filme americano de comédia “Dr. Dolittle” na “Sessão de Sábado” da Globo. Sob a direção habilidosa de Betty Thomas, este filme traz uma constelação de talentos, incluindo Eddie Murphy e Kristen Wilson nos papéis principais.
“Dr. Dolittle”, cujo título original é “Doctor Dolittle”, é uma produção que cativou o público desde o seu lançamento em 1998. A narrativa gira em torno do Dr. Dolittle, interpretado magistralmente por Eddie Murphy, que redescobre o dom extraordinário de conversar com os animais, uma habilidade que ele não experimentava desde a infância. No entanto, esse reencontro com sua habilidade peculiar o leva a uma série de situações inusitadas e divertidas.
Além de Eddie Murphy e Kristen Wilson, o elenco conta com nomes como Norm Macdonald, Oliver Platt e Ossie Davis, que contribuem para a riqueza das performances e para a atmosfera hilária do filme.
A exibição está marcada para começar pontualmente às 14h50, logo após o programa “Glô Na Rua”. Prepare-se para uma tarde repleta de risadas e diversão enquanto acompanha as aventuras hilariantes do Dr. Dolittle e seus amigos animais. Esteja pronto para mergulhar em um mundo onde a comunicação transcende as barreiras entre humanos e criaturas do reino animal, desencadeando uma sequência de eventos que prometem entreter toda a família.
No capítulo de A Caverna Encantada que vai ao ar hoje, quinta-feira, 04 de setembro, no SBT, Fafá caminha entre as pessoas sem ser reconhecida, mostrando que a fama nem sempre ilumina como ela esperava. Enquanto isso, Pedro, André, Nina, Rui e Tonico preparam armadilhas contra Norma, mas são observados por Flora, cujo olhar revela uma fúria contida e uma determinação perigosa. Norma surge acompanhada de Safira e, em um clima de terror, hipnotiza todas as crianças presas numa sala do colégio, deixando funcionários e alunos sob seu controle absoluto. Anna e Lavínia retornam a Milagres, carregando o peso das revelações e a necessidade de agir rapidamente.
Lavínia confessa sua traição: foi espiã de Norma, mas Anna continua sendo sua única aliada de confiança. Em seguida, Lavínia enfrenta Flora, enquanto Anna se posiciona diante de Norma, consciente de que apenas ela tem coragem e capacidade de confrontar a vilã. Com todos os alunos e funcionários hipnotizados, a responsabilidade recai sobre Anna. A tensão cresce, e a batalha final pelo controle do colégio se aproxima, prometendo confrontos emocionantes e decisões que podem mudar para sempre o destino de todos.
São Paulo é uma cidade de extremos. Arranha-céus reluzentes dividem espaço com realidades invisibilizadas, onde crescer significa aprender a sobreviver antes mesmo de sonhar. É nesse território de contrastes que nasce O Tubarão da Berrini, romance de Marcos Clementino que propõe um olhar sensível, direto e profundamente humano sobre como a sociedade brasileira constrói, limita e, muitas vezes, destrói seus jovens desde a infância.
A obra acompanha a trajetória de Marcolino, um menino frágil, marcado por crises asmáticas, humilhações na escola e uma rotina atravessada pela violência cotidiana. Desde cedo, ele aprende que o medo não é exceção, mas regra. Cada esquina, cada decisão, cada silêncio carrega um peso que não deveria fazer parte da infância, mas que se impõe a quem nasce longe das oportunidades.
Com o avanço da adolescência, o cerco se fecha. Aos 16 anos, Marcolino se envolve em um assalto na região da Berrini, um dos centros financeiros mais simbólicos da cidade. A ação termina em tragédia: ele é baleado por um policial, fica paraplégico e vê sua vida mudar de forma irreversível. O tiro não paralisa apenas seu corpo, mas o obriga a encarar uma nova realidade, marcada por hospitais, dor, culpa e questionamentos profundos sobre fé, justiça e sobrevivência.
Longe de romantizar a violência, o livro expõe com crueza as engrenagens que empurram jovens periféricos para caminhos quase sempre previsíveis. Racismo estrutural, ausência do Estado, falta de políticas públicas, violência institucional e a presença constante do crime organizado formam um cenário onde errar custa caro demais. Clementino constrói essa realidade sem discursos fáceis, permitindo que os fatos falem por si e que o leitor sinta o peso de cada escolha que, na prática, nunca foi totalmente livre.
Um dos grandes acertos da narrativa está na simbologia que dá título à obra. Marcolino é comparado a um tubarão, figura que carrega força, medo e fascínio, mas que também vive isolada, constantemente ameaçada e incompreendida. Assim como o animal, o protagonista é visto como perigo antes de ser reconhecido como ser humano. A metáfora acompanha sua jornada e ajuda a traduzir a solidão de quem precisa endurecer para continuar vivo.
Após um período de internação e passagem pela FEBEM, Marcolino inicia um processo de reconstrução. É uma trajetória marcada por contradições, recaídas e uma espiritualidade que surge mais como necessidade do que como conforto. Anos depois, ele ressurge como empresário e retorna à Berrini, agora em outra posição social. O retorno não é apenas geográfico, mas simbólico: ele encara o mesmo espaço que quase lhe tirou tudo, carregando as marcas de um sistema que falhou em protegê-lo.
Marcos Clementino deixa claro que seu objetivo não é apontar culpados individuais, mas provocar reflexão. O autor aposta em uma narrativa que convida o leitor a enxergar além do rótulo, questionando a lógica que transforma meninos em números, estatísticas ou manchetes. Em vez de respostas prontas, o livro oferece perguntas incômodas sobre responsabilidade coletiva, empatia e o preço de ignorar realidades que insistimos em manter à margem.
O Tubarão da Berrini é, acima de tudo, um retrato duro e necessário do Brasil urbano. Uma história que expõe como talento, inteligência e potencial podem ser sufocados antes mesmo de florescer. Ao final, a obra deixa um alerta silencioso, porém contundente: enquanto continuarmos tratando jovens periféricos como ameaças antes de reconhecê-los como cidadãos, seguiremos alimentando um ciclo de violência que não cria monstros, apenas sobreviveiros.
O cinema contemporâneo tem encontrado em Michel Franco um dos autores mais consistentes ao explorar temas de desigualdade, poder e relações humanas em suas camadas mais complexas. Com Sonhos, que chega aos cinemas brasileiros em 30 de outubro, o diretor mexicano consolida essa tradição autoral, entregando um longa que provoca, emociona e questiona o espectador sobre a própria posição no mundo. Distribuído no Brasil pela Imagem Filmes, o filme já chamou atenção internacionalmente ao estrear no Festival de Berlim, concorrendo ao cobiçado Urso de Ouro, e marca a segunda colaboração de Franco com Jessica Chastain, depois do aclamado “Memory” (2023).
No filme, Chastain interpreta Jennifer, uma socialite americana envolvida em trabalhos filantrópicos e com uma vida marcada pelo conforto e pelo poder que seu status proporciona. A personagem, sempre segura de sua posição social, se vê imersa em um relacionamento secreto com Fernando (Isaac Hernández), um bailarino mexicano talentoso, cuja vida é permeada por desafios e incertezas típicos de quem busca reconhecimento em um mundo que raramente favorece os vulneráveis.
A relação entre Jennifer e Fernando não segue padrões convencionais de romance. O filme constrói uma tensão contínua entre desejo, poder e dependência emocional, mostrando como as desigualdades sociais se infiltram em relações pessoais. Jennifer, acostumada a exercer controle e influência, se vê confrontada com uma situação em que o equilíbrio de poder se inverte, levando-a a questionar não apenas sua relação com Fernando, mas sua própria identidade.
Franco trabalha essa dinâmica de maneira visceral: cada olhar, cada gesto ou silêncio é carregado de significado, refletindo o peso da posição social e do privilégio. Não se trata apenas de quem ama quem, mas de como estruturas de poder — muitas vezes invisíveis — moldam a intimidade e os limites de cada indivíduo.
Imigração e fronteiras sociais
O filme se inicia com uma sequência que traz à tona uma realidade dura e pouco romantizada: a travessia ilegal entre México e Estados Unidos. Ao colocar o espectador no lugar de quem cruza fronteiras por necessidade, Franco não apenas cria tensão narrativa, mas também insere uma camada de crítica social. Essa abertura não é apenas um prólogo, mas uma chave para entender as relações subsequentes.
Fernando representa o lado vulnerável dessa travessia, tanto física quanto emocional. Ele carrega consigo as marcas de quem não possui os mesmos privilégios que Jennifer, e sua presença na vida da socialite americana se torna um ponto de reflexão sobre como desigualdade e mobilidade social influenciam os relacionamentos. Atravessar fronteiras físicas, emocionais e sociais é um tema central do filme, que questiona quem realmente pertence a que lugar e com quais direitos.
Além disso, o longa dialoga com debates contemporâneos sobre imigração, desigualdade econômica e racial, temas que se tornaram centrais em discussões políticas globais. Ao inserir essas questões no contexto íntimo de um relacionamento, Franco conecta o macro e o micro, mostrando que decisões políticas e estruturas sociais têm repercussões diretas nas vidas das pessoas comuns.
Personagens complexos e interpretações poderosas
O maior mérito de Sonhos está na construção de seus personagens. Jessica Chastain, mais uma vez, demonstra por que é uma das atrizes mais respeitadas de sua geração. Jennifer não é apenas uma socialite rica; é uma mulher que precisa confrontar sua própria vulnerabilidade diante de um mundo que, até então, parecia sob seu controle. A atuação de Chastain é feita de sutilezas: um olhar que vacila, uma hesitação antes de falar, pequenos gestos que revelam conflito interno.
Ao lado dela, Isaac Hernández brilha como Fernando. Sua interpretação vai além do papel de interesse amoroso; ele é a representação de quem vive à margem, mas não sem dignidade ou força. Hernández, com seu background na dança, traz uma presença física e emocional que traduz de forma intensa a luta por pertencimento e reconhecimento. A química entre os dois atores é uma força motriz do filme, mantendo o espectador imerso em cada cena.
O elenco ainda conta com Rupert Friend, que adiciona outra camada à narrativa, contribuindo para o estudo de relações de poder, manipulação e dependência que permeia todo o longa. Cada interação é carregada de tensão, mostrando como Franco consegue explorar conflitos de forma tanto emocional quanto simbólica.
Michel Franco e a estética do desconforto
O cinema de Michel Franco é reconhecido por seu estilo autoral: planos longos, enquadramentos precisos e uma narrativa que valoriza o silêncio tanto quanto o diálogo. Em seu novo filme, esses elementos estão presentes de maneira ainda mais madura. A fotografia alterna entre paisagens amplas que ressaltam a vulnerabilidade dos personagens e closes íntimos que capturam emoções sutis, criando uma experiência visual que é ao mesmo tempo poética e angustiante.
Franco não suaviza o desconforto. O público é constantemente colocado diante de dilemas morais, desequilíbrios sociais e tensões emocionais. Essa abordagem provoca reflexão, levando o espectador a questionar não apenas as decisões dos personagens, mas também seus próprios valores, privilégios e preconceitos.
Reflexão sobre poder e privilégio
Um dos temas centrais de “Sonhos” é a dinâmica de poder nas relações humanas. Jennifer, acostumada a exercer controle, se vê confrontada pela autonomia de Fernando, que recusa ser moldado por expectativas externas. Essa inversão de papéis provoca um estudo profundo sobre privilégio: o que significa ter poder sobre outro ser humano, e até que ponto isso afeta identidade e moralidade?
O filme também trata da forma como o privilégio é muitas vezes invisível para quem o possui. Jennifer, ao longo da narrativa, precisa confrontar sua própria cegueira social e emocional, compreendendo que influência e riqueza não substituem empatia ou compreensão. Franco transforma o conflito íntimo do casal em uma metáfora das desigualdades mais amplas da sociedade contemporânea.
Amor, desejo e conflito
Apesar do peso social e político, o longa-metragem não perde de vista a dimensão íntima da história: o amor, o desejo e o conflito emocional. A relação entre Jennifer e Fernando é intensa, cheia de nuances, e mostra que emoções humanas raramente são lineares ou fáceis de decodificar. A narrativa levanta questões universais: até que ponto o amor pode existir em meio a desequilíbrios de poder? É possível sentir desejo verdadeiro quando há dependência emocional ou diferença de status?
Franco aborda essas perguntas sem respostas fáceis. Cada cena é construída para gerar reflexão, e a intensidade emocional é aumentada pelo uso cuidadoso do espaço, do silêncio e da proximidade física entre os personagens. O espectador é convidado a sentir a complexidade das relações humanas de maneira visceral.
O SBT está preparando um evento cinematográfico imperdível para o próximo Cinema em Casa deste sábado, marcado para o dia 02/09/2023. Prepare-se para uma experiência única ao assistir Noé, um filme que chegou às telonas em 2014 e reúne um elenco de estrelas, incluindo nomes consagrados como Russell Crowe, Jennifer Connelly, Douglas Booth, Logan Lerman, Emma Watson, Anthony Hopkins e Ray Winstone. A grandiosidade deste épico cinematográfico é evidenciada não apenas pelo talento de seu elenco, mas também pela competência de sua produção, liderada por Darren Aronofsky e Ott Franklin. A direção magistral de Darren Aronofsky completa essa obra-prima.
Este filme nos transporta para um mundo antigo e misterioso, onde somos apresentados a um personagem central, Noé. A história desse personagem é marcada por tragédias profundas, começando com a testemunha de seu pai, o líder tribal Lameque, sendo assassinado por um jovem chamado Tubalcaim, um descendente de Caim. À medida que os anos passam, somos apresentados a um Noé adulto, que agora vive com sua esposa Noéma e seus filhos Sem, Cam e Jafé. Contudo, a narrativa se torna extraordinária quando eventos sobrenaturais começam a ocorrer ao seu redor. Noé é atormentado por visões de uma flor que cresce instantaneamente e pesadelos premonitórios de uma grande inundação catastrófica que se avizinha.
Determinado a compreender o significado desses eventos extraordinários, Noé decide liderar sua família em uma jornada em busca de orientação junto a seu avô, Matusalém. Nessa jornada, eles se deparam com a carnificina de um recente massacre, mas também encontram a única sobrevivente, uma jovem chamada Ila, que traz consigo uma ferida abdominal grave e uma mensagem de desesperança para Noéma, pois sua ferida a impede de conceber filhos.
A família de Noé se vê perseguida por implacáveis assassinos, e sua busca por refúgio os leva a um lugar improvável: junto aos anjos caídos conhecidos como os “Guardiões”. Esses seres celestiais foram desterrados à Terra e transformados em golens de pedra por terem ajudado os seres humanos a serem expulsos do Jardim do Éden, um evento que é detalhado nos escritos apócrifos do Livro de Enoque.
É então que Matusalém revela a Noé um segredo vital e entrega-lhe uma semente do Éden, sugerindo que Noé foi escolhido para uma missão divina. Gradualmente, Noé compreende a terrível verdade de que Deus planeja destruir o mundo através de um dilúvio avassalador, e ele é incumbido da missão sagrada de salvar os inocentes, que ele interpreta como sendo todas as espécies de animais na Terra.
Naquela noite, Noé planta a semente do Éden, e algo surpreendente acontece: uma floresta cresce instantaneamente onde antes havia apenas solo árido. Convencidos por esse milagre visível, os Guardiões concordam em ajudar Noé e sua família a construir a colossal arca que se tornará o único refúgio seguro para as criaturas do planeta durante o dilúvio iminente.
Que horas vai passar o Cinema em Casa?
Prepare-se para embarcar em uma jornada épica repleta de fé, coragem e sacrifício enquanto acompanhamos Noé em sua missão extraordinária para cumprir o desígnio divino e salvar a vida na Terra. A sessão de Cinema em Casa tem início logo após o Sábado Série, às 15h30, na tela do SBT..
A nova animação de Mario virou um dos assuntos mais comentados do cinema em 2026 e já ultrapassa a marca de US$ 900 milhões no mundo todo. O desempenho coloca Super Mario Galaxy: O Filme em um patamar raro, com fôlego suficiente para disputar a barreira simbólica do US$ 1 bilhão. O mais interessante é que o filme não dependeu apenas de uma estreia forte. Ele vem se sustentando ao longo das semanas, com quedas controladas e uma presença constante nas bilheteiras, algo que costuma separar sucessos passageiros de fenômenos globais.
Como o público está reagindo nas bilheteiras?
No quarto fim de semana em cartaz, a produção arrecadou cerca de US$ 12,1 milhões nos Estados Unidos, mantendo uma posição sólida entre os três filmes mais vistos do período. Não é um crescimento explosivo, mas indica uma retenção de público acima da média. Com esse resultado, o total doméstico já passa de US$ 402 milhões. Somando o desempenho internacional, o longa segue confortável acima dos US$ 900 milhões e ainda com espaço para avançar, principalmente fora do mercado norte-americano.
O que explica tanta força nas bilheteiras?
O filme se apoia em uma combinação que costuma funcionar muito bem: uma franquia extremamente conhecida, nostalgia e um universo visual chamativo. A história expande o que foi visto no primeiro filme de 2023 e leva os personagens para uma escala muito maior, com inspiração direta no game Super Mario Galaxy. Além disso, o apelo familiar ajuda bastante. É um tipo de produção que conversa com crianças, mas também com adultos que cresceram jogando os títulos da Nintendo, o que amplia naturalmente o público.
Quem está no elenco de vozes?
Chris Pratt (Jurassic World, Guardiões da Galáxia) dá voz ao Mario, enquanto Anya Taylor-Joy (A Bruxa, O Gambito da Rainha) interpreta a Princesa Peach. Charlie Day (It’s Always Sunny in Philadelphia, Uma Noite de Crime) retorna como Luigi e Jack Black (Escola de Rock, Jumanji: Bem-Vindo à Selva) mais uma vez assume Bowser, personagem que segue como peça central da franquia. O elenco também inclui Keegan-Michael Key (Key & Peele, The Super Mario Bros. Movie) como Toad, Kevin Michael Richardson (Corra que a Polícia Vem Aí, Lilo & Stitch) como Kamek e Donald Glover (Atlanta, Han Solo: Uma História Star Wars) em participação no time de vozes.
Do que se trata essa nova aventura?
A história coloca Mario, Luigi e Peach em uma jornada por diferentes regiões espaciais, ampliando o universo já conhecido da franquia. A proposta é levar os personagens para cenários mais variados, com desafios que exploram novos ambientes e situações. Bowser continua sendo o principal antagonista, mas a narrativa também adiciona novas ameaças e conflitos que ajudam a expandir o universo da franquia de forma mais ambiciosa.
Quem assina a produção?
O projeto é resultado da parceria entre Nintendo, Illumination e Universal Pictures. A direção fica novamente nas mãos de Aaron Horvath e Michael Jelenic, responsáveis por manter o tom leve e acessível da franquia. Com orçamento estimado em US$ 110 milhões, o filme conseguiu transformar o investimento em um retorno extremamente alto, reforçando o potencial comercial dessa parceria.
Dá para chegar em US$ 1 bilhão?
Com o ritmo atual, a marca de US$ 1 bilhão deixou de ser apenas uma projeção distante e passou a ser uma possibilidade concreta. O desempenho internacional ainda é forte o suficiente para impulsionar a bilheteria nas próximas semanas. O principal desafio será o impacto dos novos lançamentos, que costumam dividir a atenção do público e desacelerar o crescimento de grandes blockbusters.
O que esse resultado representa?
O sucesso do longa-metragem reforça a força das adaptações de videogames no cinema atual. O que antes era visto com cautela agora se tornou uma das apostas mais seguras para grandes estúdios. Também mostra como franquias consolidadas, quando bem adaptadas, conseguem ultrapassar o nicho e se transformar em fenômenos globais de entretenimento.