Stranger Things 5 faz história! Episódio final arrecada US$ 25 milhões em exibição nos cinemas

O fenômeno Stranger Things provou mais uma vez que vai muito além do streaming. O episódio final da 5ª e última temporada, exibido de forma especial nos cinemas dos Estados Unidos, arrecadou US$ 25 milhões em bilheteria, segundo dados confirmados pelo Deadline. O resultado surpreende e reforça a força cultural da série da Netflix, que conseguiu transformar seu desfecho em um verdadeiro evento cinematográfico.

Com cerca de duas horas de duração, o capítulo final foi exibido em sessões limitadas, atraindo fãs que queriam viver o encerramento da história de Hawkins em uma tela grande, com som potente e clima de despedida coletiva. A estratégia se mostrou certeira: mesmo sendo um conteúdo originalmente pensado para a televisão, o episódio teve desempenho comparável ao de estreias de filmes de médio porte no mercado norte-americano.

A quinta temporada de Stranger Things, oficialmente intitulada Stranger Things 5, foi lançada de forma inédita em três partes, algo que ajudou a manter a série em evidência por mais tempo. O Volume 1 estreou na Netflix em 26 de novembro de 2025, o Volume 2 chegou em 25 de dezembro, e o episódio final foi disponibilizado na noite de 31 de dezembro, encerrando o ano e a série de forma simbólica. No Brasil, todos os lançamentos aconteceram às 22h (horário de Brasília).

Produzida pelos criadores Matt e Ross Duffer, ao lado de Shawn Levy e Dan Cohen, a temporada final apostou alto em escala, emoção e nostalgia. O elenco principal retornou praticamente completo, incluindo Winona Ryder, David Harbour, Millie Bobby Brown, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Noah Schnapp, Sadie Sink, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Joe Keery, Maya Hawke, entre outros nomes que ajudaram a construir o sucesso da série ao longo dos anos. A grande novidade foi a entrada de Linda Hamilton, ícone do cinema de ação e ficção científica, que se juntou ao elenco principal e teve papel importante no arco final.

A recepção do público e da crítica foi majoritariamente positiva. A temporada foi elogiada pelo tom mais sombrio, pelo aprofundamento emocional dos personagens e pela sensação constante de urgência. O sucesso também se refletiu nos números do streaming. De acordo com dados do instituto Nielsen, Stranger Things 5 alcançou 8,46 bilhões de minutos assistidos entre os dias 24 e 30 de novembro, tornando-se a produção mais vista da Netflix naquele período.

Na trama, a história se passa no outono de 1987, com a cidade de Hawkins profundamente marcada pela abertura das Fendas. O grupo de protagonistas se reúne com um único objetivo: encontrar e destruir Vecna, o grande vilão da série. No entanto, ele desaparece sem deixar rastros, tornando a missão ainda mais perigosa. Para agravar a situação, o governo dos Estados Unidos coloca Hawkins sob quarentena militar, intensificando a perseguição a Onze, que precisa se esconder mais uma vez.

À medida que o aniversário do desaparecimento de Will se aproxima, o clima de tensão cresce. O medo que sempre rondou o grupo retorna com força total, deixando claro que a batalha final será a mais difícil de todas. O episódio final reforça essa ideia ao reunir todos os personagens para um último confronto, apostando na união como única forma de enfrentar uma escuridão maior e mais mortal do que qualquer outra já apresentada na série.

O desempenho do episódio nos cinemas mostra como Stranger Things ultrapassou os limites da televisão e se consolidou como um fenômeno da cultura pop global. A arrecadação de US$ 25 milhões não apenas comprova o apelo da série, mas também indica um novo caminho para produções de streaming, que passam a explorar cada vez mais o cinema como extensão de suas narrativas.

Katherine Center apresenta “The Love Haters” e reforça seu lugar entre os grandes nomes do romance contemporâneo

Foto: Reprodução/ Internet

Katherine Center já provou mais de uma vez que sabe falar sobre amor sem cair em clichês vazios. Agora, a autora best-seller do New York Times volta a encantar o público brasileiro com “Haters do Amor”, novo romance lançado no país pela Editora Jangada. A obra chega com a promessa de equilibrar humor afiado, emoção genuína e aquele tipo de romance que aquece o coração sem perder a honestidade.

Para quem já conhece o trabalho da escritora, o clima é familiar. Center ficou mundialmente conhecida após os sucessos The Lost Husband e Happiness for Beginners, que ganharam adaptações na Netflix e ampliaram seu alcance para além das livrarias. Em seu novo livro, ela mantém a marca registrada: personagens imperfeitos, diálogos espirituosos e histórias que falam sobre recomeços de forma leve, mas profunda.

A protagonista da vez é Katie Vaughn, uma mulher que já se decepcionou o suficiente para decidir que o amor não vale mais o risco. Descrente de romances e finais felizes, ela aposta todas as fichas em sua carreira como produtora de vídeo. O problema é que, quando seu emprego entra em perigo, Katie aceita um trabalho de última hora que muda completamente seus planos e a leva até Key West, na Flórida.

É lá que ela cruza o caminho de Tom “Hutch” Hutcheson, um nadador-salvador da Guarda Costeira tão confiante quanto irresistível. O choque de mundos é imediato, principalmente porque Katie guarda um segredo nada pequeno: ela não sabe nadar. Mesmo assim, decide fingir que sabe, dando início a uma sequência de situações constrangedoras, caóticas e extremamente divertidas. Para completar o pacote de tensão, ainda precisa conviver com Cole, o irmão de Hutch, que deixa claro desde o início que não simpatiza nem um pouco com ela.

O que poderia ser apenas mais um romance de verão se transforma em uma verdadeira montanha-russa emocional. Entre aulas de natação improvisadas, voos de helicóptero, festas exageradas, tempestades tropicais e até um dogue alemão que rouba a cena, Katie começa a perceber que o amor costuma aparecer justamente quando menos se espera — e, muitas vezes, na forma da pessoa que mais desafia nossas certezas.

O grande mérito de “Haters do Amor” está na humanidade de seus personagens. Katherine Center não idealiza relações nem cria protagonistas inalcançáveis. Pelo contrário, ela aposta em inseguranças reais, medos reconhecíveis e sentimentos contraditórios, fazendo com que o leitor se veja refletido nas páginas. É um romance que faz rir, mas também convida à reflexão sobre confiança, vulnerabilidade e segundas chances.

Com 360 páginas e preço sugerido de R$ 66,90, o livro se posiciona como uma leitura perfeita para quem busca algo envolvente, leve e emocionalmente honesto. Fãs de autoras como Ali Hazelwood, Lynn Painter e Jenna Evans Welch certamente vão se sentir em casa.

MasterChef Celebridades desta terça (6) entra em clima de semifinal com prova de moqueca criativa e sobremesas carregadas de memória

Foto: Melissa Haidar/Band

A próxima terça, 6 de janeiro de 2026, promete fortes emoções para os fãs do MasterChef Celebridades. A Band exibe, a partir das 22h20, o oitavo episódio da temporada, que marca a entrada definitiva do reality em sua fase mais decisiva. Restando apenas cinco competidores, qualquer erro pode ser fatal, e cada prato passa a valer muito mais do que elogios: está em jogo uma vaga direta na semifinal. Dodô, Gilmelândia, Julianne Trevisol, Maurren Maggi e Valesca Popozuda formam o Top 5 e sabem que, a essa altura da competição, não há espaço para improvisos sem estratégia.

Caixa Misteriosa desafia criatividade e identidade dos participantes

Logo no início da noite, a famosa Caixa Misteriosa surge como o primeiro grande obstáculo. Dentro dela, ingredientes que exigem sensibilidade e domínio técnico, como diferentes tipos de peixes, frutas e frutos do mar. A regra é simples, mas estratégica: cada participante deve escolher um insumo diferente para criar uma moqueca totalmente autoral. Os jurados esperam pratos que respeitem a tradição da moqueca, mas que também revelem o estilo e a assinatura de cada celebridade. Com o tempo correndo e escolhas difíceis pela frente, o clima de tensão toma conta da cozinha.

Uma vaga na semifinal muda completamente o jogo

O peso da prova aumenta ainda mais com a recompensa em disputa. O dono do melhor prato da noite garante a primeira vaga direta na semifinal, um privilégio que pode redefinir o rumo da competição. Para isso, será preciso agradar o paladar criterioso de Erick Jacquin, Helena Rizzo e Henrique Fogaça, atentos a cada detalhe de sabor, textura e apresentação.

Doce favorito vira teste de empatia e estratégia

Na etapa decisiva, o episódio ganha um tom ainda mais emocional. Os chefs recebem a visita especial de Diego Lozano, jurado do MasterChef Confeitaria, que chega para reforçar a análise técnica das sobremesas e compartilhar dicas valiosas.

A proposta inicial parece simples: preparar uma sobremesa favorita, daquelas que carregam memórias afetivas. No entanto, como já virou tradição no programa, a dinâmica sofre uma reviravolta. Em vez de cozinhar o próprio doce preferido, os participantes descobrem que terão de preparar a sobremesa favorita de um adversário.

Degustação às cegas coloca o paladar à prova

Antes mesmo de ligar os fogões, os famosos enfrentam um desafio surpresa: uma degustação às cegas de cupcakes com sabores exóticos e combinações inusitadas. A prova testa a sensibilidade gustativa dos competidores e pode render uma vantagem estratégica importante.

Cronômetro zerando, emoções à flor da pele

Com o relógio em contagem regressiva, a cozinha se transforma em um verdadeiro campo de batalha emocional. Cada sobremesa precisa equilibrar técnica, sabor e fidelidade ao gosto do colega homenageado. Errar o ponto, exagerar no açúcar ou descuidar da apresentação pode ser determinante.

Uma despedida amarga às portas da semifinal

Ao final do episódio, apenas um participante terá o pior desempenho e se despedirá da competição, ficando a um passo da semifinal. Para os que seguem na disputa, a sensação é de alívio momentâneo, misturada à consciência de que o nível da competição só tende a aumentar.

Segunda temporada de Devil May Cry ganha teaser e antecipa confronto entre Dante e Vergil na Netflix

A Netflix divulgou um novo teaser da segunda temporada de Devil May Cry durante o evento What’s Next, apresentação que reuniu prévias de séries e filmes previstos para chegar à plataforma em 2026. A rápida amostra confirmou um dos momentos mais aguardados pelos fãs: o embate entre Dante e Vergil, irmãos gêmeos cuja rivalidade deve ocupar o centro da nova fase da animação.

O teaser aparece de forma breve dentro do vídeo compilado do evento, mas é suficiente para indicar a escalada do conflito. Vergil, personagem icônico da franquia, surge como a principal ameaça dos novos episódios, reforçando o tom mais intenso e dramático que a série deve assumir a partir de agora. Mesmo com poucos segundos de duração, a cena já deixou claro que o confronto entre os irmãos será tratado como um ponto-chave da narrativa.

O vídeo do What’s Next tem cerca de quatro minutos e acompanha uma personagem “guia” que transita por diferentes universos das produções da Netflix. Em determinado momento, ela entra no mundo de Devil May Cry e assume o visual estilizado da animação, conectando a série ao conjunto de grandes lançamentos do streaming para o próximo ano.

Inspirada na famosa franquia de jogos da Capcom, Devil May Cry nasceu originalmente em 2001, no PlayStation 2, criada por Hideki Kamiya. O título se destacou por unir ação frenética, fantasia urbana e um sistema de combate focado em estilo, no qual o desempenho do jogador é avaliado pela criatividade e fluidez dos golpes. A trama acompanha Dante, um caçador de demônios movido pela vingança após o assassinato de sua mãe, enquanto enfrenta criaturas sobrenaturais em cenários que misturam o inferno e o mundo humano.

Curiosamente, o primeiro jogo surgiu a partir de uma tentativa frustrada de desenvolver um novo Resident Evil. A Capcom considerou que o projeto tinha se afastado demais do terror de sobrevivência tradicional e optou por transformá-lo em uma nova propriedade intelectual. O resultado foi o nascimento de uma das franquias mais influentes do gênero hack and slash.

Ao longo dos anos, Devil May Cry vendeu mais de 16 milhões de unidades, conquistou múltiplos títulos “Platina” da Capcom e consolidou Dante como um dos personagens mais populares da indústria dos games. O sucesso gerou expansões para outras mídias, incluindo livros, quadrinhos, uma série animada anterior e diversos produtos colecionáveis. A franquia também passou por reinvenções, como DmC: Devil May Cry (2013), e retornou às origens com Devil May Cry 5, lançado em 2019.

Supergirl ganha nova imagem com Milly Alcock e revela uma heroína mais solitária e emocional no novo DCU

Foto: Reprodução/ Internet

A nova fase do Universo DC começa a tomar forma — e Supergirl surge como uma de suas apostas mais ousadas. A revista Empire divulgou nesta terça-feira (7) uma imagem inédita do filme, trazendo Milly Alcock (A Casa do Dragão, Upright) caracterizada como Kara Zor-El. Mais do que um simples vislumbre visual, a foto transmite o espírito do longa: uma heroína marcada por perdas, em constante deslocamento e distante do ideal clássico de perfeição.

Com estreia marcada para 26 de junho de 2026, o filme é o segundo capítulo do novo DCU, universo cinematográfico comandado por James Gunn (Guardiões da Galáxia, O Esquadrão Suicida) e Peter Safran (Aquaman, Shazam!), e integra o arco inicial intitulado “Deuses e Monstros”. A direção é de Craig Gillespie (Eu, Tonya, Cruella), enquanto o roteiro fica por conta de Ana Nogueira (The Vampire Diaries, Hightown).

A imagem revelada reforça a proposta de apresentar uma Supergirl menos idealizada e mais humana. Diferente de Superman, Kara cresceu isolada, testemunhando a destruição de Krypton de forma mais consciente, o que molda uma personalidade mais dura e emocionalmente complexa. Essa abordagem tem como principal inspiração a aclamada HQ “Supergirl: Woman of Tomorrow”, escrita por Tom King (Sr. Milagre, Batman) e ilustrada por Bilquis Evely (Mulher-Maravilha, The Dreaming), embora o subtítulo tenha sido removido oficialmente.

Na trama, Kara comemora seu 23º aniversário viajando pelo espaço ao lado de Krypto, seu fiel companheiro. Durante essa jornada errante, ela cruza o caminho da jovem Ruthye Marye Knoll, cuja tragédia pessoal desencadeia uma busca brutal por vingança, colocando a heroína diante de escolhas morais difíceis e de uma violência que ela não pode simplesmente ignorar.

A escolha de Milly Alcock para o papel foi recebida com entusiasmo justamente por sua capacidade de transitar entre fragilidade e intensidade. A atriz ganhou projeção internacional como a jovem Rhaenyra Targaryen em A Casa do Dragão, além de trabalhos elogiados em Upright e Reckoning, sempre interpretando personagens emocionalmente densos.

As filmagens ocorreram entre janeiro e maio de 2025, nos estúdios Warner Bros. Leavesden, em Londres, além de locações na Escócia. O elenco inclui ainda David Krumholtz (Oppenheimer, Numb3rs) e Emily Beecham (Cruella, Into the Badlands) como Zor-El e Alura In-Ze, pais de Kara.

Superman marcou o mais recente capítulo do DCU nos cinemas

Lançado em 2025, Superman marcou um novo começo para o Universo DC nos cinemas, funcionando como a pedra fundamental do DCU idealizado por James Gunn (Guardiões da Galáxia, O Esquadrão Suicida) e Peter Safran (Aquaman, Shazam!). Diferente de versões anteriores, o longa optou por apresentar Clark Kent já estabelecido como herói, enfrentando não apenas ameaças físicas, mas também o peso simbólico de representar esperança em um mundo cada vez mais desconfiado de figuras de poder.

Vivido por David Corenswet (Hollywood, Pearl), o Homem de Aço desta nova fase foi retratado de forma mais calorosa e empática, enquanto Rachel Brosnahan (The Marvelous Mrs. Maisel, House of Cards) trouxe inteligência e sensibilidade à Lois Lane. O grande antagonista, Lex Luthor, ganhou contornos contemporâneos na interpretação de Nicholas Hoult (Mad Max: Estrada da Fúria, The Menu, X-Men), surgindo como um bilionário estrategista que manipula conflitos internacionais para transformar a opinião pública contra o herói.

A narrativa acompanhou as consequências de uma intervenção de Superman em um cenário geopolítico delicado, colocando Clark no centro de um debate global sobre soberania, responsabilidade e limites do poder. Ao longo do filme, o herói precisou reconquistar a confiança da população com a ajuda de seus colegas do Daily Planet e de outros personagens superpoderosos que começam a emergir, estabelecendo o tom interconectado que define o DCU.

O sucesso de Superman, que arrecadou mais de US$ 617 milhões mundialmente e recebeu críticas majoritariamente positivas, consolidou a identidade desse novo universo: histórias mais humanas, cores vibrantes e um olhar otimista sobre seus heróis. Essa base é essencial para entender o caminho seguido por Supergirl, que surge como um contraponto emocional ao Homem de Aço — menos idealizada, mais ferida e moldada por perdas profundas.

“7 Dias da Semana” chega ao YouTube com retratos sensíveis sobre a presença de pessoas trans no cotidiano

Foto: Reprodução/ Internet

Disponível gratuitamente no YouTube, no canal @7dias.dasemana, a série documental “7 Dias da Semana” propõe um olhar direto e humano sobre as vivências de pessoas trans em diferentes áreas da sociedade. Com sete minidocumentários, o projeto busca ampliar o debate sobre diversidade, inclusão e oportunidades, mostrando como essas trajetórias atravessam o trabalho, a arte, a cultura e a vida comunitária.

Idealizada pela artista visual Guigo Dedecek, a série acompanha o dia a dia de sete personagens que atuam em campos distintos. Entre eles estão Bernardo Dal Pubel, tatuador e fotógrafo; Cleo Araujo, bacharel em Direito e primeira vereadora trans de Caxias do Sul; Maria Lilith, bailarina e arte-educadora; Marina Luisa, artista visual; Meri Moreira, profissional da área da beleza; Naomi, DJ e cantora; e Ayan Femme Scherer, atriz, comediante e passista de samba. A proposta é revelar quem são essas pessoas para além de rótulos, a partir de suas rotinas, escolhas e sonhos.

O nome da série nasce de uma pergunta que guia toda a narrativa. Onde estão as pessoas trans ao longo da semana e como elas ocupam seus espaços no dia a dia? A resposta aparece em histórias que evidenciam presença, talento e resistência, mostrando que essas vivências fazem parte da vida social de forma constante e ativa.

Cada episódio tem entre três e cinco minutos e foi gravado em ambientes escolhidos pelos próprios participantes, o que garante proximidade e espontaneidade aos relatos. Mesmo com trajetórias distintas, os episódios revelam pontos de encontro nas experiências compartilhadas, como os desafios profissionais, a busca por reconhecimento e o desejo de pertencimento.

Pensada também como ferramenta educativa, a série incentiva a circulação livre dos episódios para estimular conversas sobre diversidade em diferentes contextos. O conteúdo pode ser utilizado em escolas, universidades, instituições públicas e empresas, especialmente em ações voltadas à inclusão e à formação de ambientes de trabalho mais diversos.

Com audiodescrição e legendas para surdos e ensurdecidos, “7 Dias da Semana” amplia seu alcance e reafirma o compromisso com a acessibilidade. Financiado pela Secretaria Municipal da Cultura e pela Prefeitura de Caxias do Sul, por meio do Financiarte, o projeto marca a estreia de Guigo Dedecek no audiovisual e nasce com o objetivo de gerar impacto, abrir diálogos e inspirar novas narrativas sobre as múltiplas existências trans.

The Love School – Escola do Amor deste sábado (10) discute relacionamentos desequilibrados

No The Love School – Escola do Amor deste sábado (10), Renato e Cristiane Cardoso propõem uma reflexão intensa sobre relacionamentos desequilibrados ao abordar o tema “Amo por nós dois”. A discussão parte de uma história real que revela como o amor, quando vivido de forma solitária, pode se transformar em dor. As informações são do R7.

A edição apresenta a trajetória de Daniella, uma mulher que cresceu aprendendo a se proteger emocionalmente. Sempre discreta e introspectiva, ela tinha dificuldade em demonstrar sentimentos e em confiar nas pessoas ao seu redor. Para lidar com essa barreira, direcionou sua energia para o trabalho, onde encontrou reconhecimento e estabilidade. No entanto, a vida pessoal não seguiu o mesmo ritmo. Um casamento frustrado terminou em separação e deixou marcas profundas, levando Daniella a enfrentar um período de tristeza intensa e isolamento.

Já Tiago carregava um histórico afetivo conturbado. Com três casamentos no passado, suas relações foram marcadas por infidelidade, conflitos constantes e comportamentos autodestrutivos. Preso a ciclos de mentiras e excessos, ele nunca conseguiu construir uma relação baseada em respeito e equilíbrio, repetindo erros sem conseguir interromper o padrão.

O encontro entre os dois aconteceu no ambiente profissional. Daniella enxergou em Tiago um homem dedicado ao trabalho, organizado e comprometido com resultados. Essa imagem foi suficiente para criar expectativas que rapidamente se transformaram em envolvimento emocional. Em pouco tempo, decidiram dividir o mesmo teto, acreditando que a convivência fortaleceria o relacionamento.

Com a rotina, vieram as descobertas difíceis. Daniella se deparou com a dependência de Tiago em álcool e drogas, algo que ele nunca havia revelado. No início, ela tentou encarar a situação com leveza, participando das saídas, acompanhando os excessos e acreditando que aquela fase poderia ser passageira. Para manter a harmonia, passou a se adaptar aos hábitos dele, mesmo indo contra seus próprios limites.

Aos poucos, Daniella assumiu uma missão silenciosa: mudar Tiago. Ela acreditava que o amor, a paciência e a dedicação seriam suficientes para resgatá-lo. Passou a investir tempo, dinheiro e energia emocional em uma tentativa constante de salvá-lo, enquanto ele permanecia preso aos mesmos comportamentos. A relação se transformou em um esforço unilateral, sustentado apenas pela esperança dela. A história retrata uma realidade comum a muitas pessoas que permanecem em relações desgastantes, acreditando que insistir é sinônimo de amar. O tempo passa, as promessas se repetem e a mudança nunca chega. Enquanto isso, quem ama por dois vai se perdendo de si.

Durante o programa, Renato e Cristiane Cardoso ampliam o debate ao mostrar que amor não deve ser confundido com sacrifício extremo ou anulação pessoal. Relacionamentos saudáveis exigem responsabilidade mútua, maturidade emocional e disposição real para mudanças. Quando apenas um dos lados luta, o vínculo deixa de ser parceria e se transforma em um fardo. O episódio reforça que reconhecer limites não é desistir do amor, mas proteger a própria saúde emocional. Amar alguém não significa carregar suas escolhas, vícios e decisões como se fossem suas.

Vingadores: Doutor Destino | Novo teaser une Wakanda, Quarteto Fantástico e prepara o terreno para o maior confronto do MCU

A Marvel divulgou o quarto teaser trailer de Vingadores: Doutor Destino e, com ele, deixou claro que o próximo capítulo do Universo Cinematográfico Marvel será construído em uma escala maior, mais densa e emocional. Depois de prévias que destacaram personagens específicos como Steve Rogers, Thor e os mutantes, o novo material aposta na força do encontro entre mundos diferentes, conectando Wakanda, Talocan e o recém-apresentado Quarteto Fantástico em uma mesma narrativa. O resultado é uma prévia carregada de simbolismo, que aponta para um evento capaz de redefinir o equilíbrio de poder no MCU.

O teaser se inicia de forma contemplativa, quase silenciosa. Shuri surge caminhando sozinha por um deserto, um contraste visual forte com a exuberância tecnológica de Wakanda. Em sua fala, a personagem revela ter perdido tudo e todos que amava, reforçando o peso emocional acumulado desde a morte de T’Challa e os conflitos recentes enfrentados por sua nação. A escolha do cenário árido não parece casual: ela transmite a ideia de um mundo em colapso, esvaziado de esperança, à espera de uma nova reconstrução.

Na sequência, a prévia surpreende ao mostrar Talocan em uma situação igualmente alarmante. Namor e seu povo aparecem fora da água, em um ambiente seco, o que sugere uma ameaça capaz de atingir até mesmo reinos tradicionalmente protegidos pela natureza. A imagem reforça que o conflito em Vingadores: Doutor Destino não se limita a fronteiras políticas ou territoriais, mas ameaça a própria ordem natural do planeta. Wakanda e Talocan, duas potências que já se enfrentaram no passado, agora parecem divididas pela mesma sensação de perda e vulnerabilidade.

O foco retorna a Wakanda, que surge em um momento de transição. Shuri não ocupa mais o centro do poder sozinha. Ao seu lado está M’Baku, que se apresenta oficialmente como o novo Rei de Wakanda. A presença do líder da tribo Jabari simboliza uma mudança importante na condução da nação, indicando um caminho mais coletivo e menos centralizado. Essa nova configuração política será essencial para os desafios que estão por vir, especialmente diante de uma ameaça que exige alianças além das fronteiras tradicionais.

É nesse contexto que acontece um dos momentos mais marcantes do teaser. M’Baku se encontra com Ben Grimm, o Coisa, interpretado por Ebon Moss-Bachrach, na versão apresentada em Quarteto Fantástico: Primeiros Passos. O aperto de mãos entre os dois não é apenas um gesto de cordialidade, mas um símbolo poderoso da união entre universos que até então caminhavam separados. Wakanda, com sua herança ancestral e tecnologia avançada, cruza caminho com o Quarteto Fantástico, representantes da exploração científica e do espírito aventureiro. O teaser se encerra sugerindo que essa parceria será fundamental no enfrentamento da ameaça central do filme.

Curiosamente, o personagem que dá nome ao longa não aparece diretamente no teaser. Ainda assim, sua presença é sentida em cada cena, como uma sombra que se projeta sobre todos os reinos apresentados. Doutor Destino é um vilão cuja força não está apenas em suas habilidades, mas em sua história, sua visão de mundo e sua capacidade de manipular situações a seu favor. Sua ascensão promete ser o eixo em torno do qual todo o conflito irá girar.

Victor von Doom teve uma infância marcada por tragédias que moldaram sua personalidade. Nascido na Latvéria, ele perdeu a mãe ainda muito jovem após uma tentativa desesperada de obter poder místico para proteger seu povo da perseguição governamental. Pouco tempo depois, seu pai também morreu, deixando Victor órfão e consumido por um profundo sentimento de injustiça. Desde cedo, ele desenvolveu a convicção de que o mundo era cruel demais para ser deixado nas mãos de pessoas comuns.

Dotado de uma inteligência extraordinária, Victor se destacou tanto no campo científico quanto no estudo do ocultismo. Essa combinação rara o levou a conquistar uma bolsa de estudos em uma universidade nos Estados Unidos, onde conheceu Reed Richards e Ben Grimm. A relação com Reed, em especial, foi marcada por rivalidade e ressentimento. Victor não suportava a ideia de dividir reconhecimento e passou a enxergar Richards como uma ameaça direta à sua superioridade intelectual.

Essa obsessão o levou a conduzir experimentos cada vez mais perigosos. Ao tentar criar um dispositivo capaz de acessar outras dimensões, Victor ignorou alertas sobre falhas no projeto. O experimento saiu do controle, resultando em uma explosão que deixou cicatrizes em seu rosto e destruiu sua reputação acadêmica. Expulso da universidade, ele atribuiu a culpa a Reed Richards, alimentando um ódio que se tornaria um dos pilares de sua identidade como Doutor Destino.

Após vagar pelo mundo em busca de respostas, Victor encontrou um grupo de monges que o ajudaram a canalizar seu conhecimento científico e místico na criação de uma armadura. Mais do que proteção, a armadura se tornou uma extensão de sua própria vontade, símbolo de poder e autoridade. De volta à Latvéria, ele derrubou o governo vigente e se proclamou soberano, instaurando um regime rígido, porém eficiente, que transformou o país em uma potência temida.

O que torna Doutor Destino um antagonista tão fascinante é sua complexidade moral. Ele não se vê como um vilão, mas como alguém disposto a fazer o que for necessário para impor ordem ao mundo. Em diferentes momentos, já se aliou a heróis quando isso serviu aos seus interesses, apenas para traí-los quando a oportunidade surgiu. Sua visão de mundo é guiada pela crença de que apenas uma mente verdadeiramente superior pode conduzir a humanidade ao futuro.

Extermínio: O Templo dos Ossos aposta no horror humano e chega aos cinemas com cena inédita reveladora

A Sony Pictures liberou uma nova cena inédita de Extermínio: O Templo dos Ossos, oferecendo ao público um primeiro vislumbre do embate psicológico que define o novo capítulo da franquia. O trecho mostra o encontro inicial entre Dr. Kelson, vivido por Ralph Fiennes, e Jimmy Crystal, interpretado por Jack O’Connell. Mais do que uma simples apresentação de personagens, a cena estabelece o tom do filme: um confronto silencioso entre dois homens guiados por visões de mundo irreconciliáveis. O longa, dirigido por Nia DaCosta, estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 15 de janeiro, prometendo levar a saga para territórios ainda mais sombrios e provocadores.

Desde os primeiros minutos, fica claro que O Templo dos Ossos não pretende repetir fórmulas. Se antes o terror vinha da velocidade e da brutalidade dos infectados, agora ele nasce da deterioração moral dos sobreviventes. O diálogo entre Kelson e Jimmy é carregado de desconfiança, estranhamento e uma tensão quase palpável, revelando que, neste mundo devastado, o maior perigo pode estar naquilo que ainda resta de humanidade.

O roteiro, assinado por Alex Garland, responsável pelos filmes anteriores da franquia, aprofunda essa ideia ao apresentar um cenário onde a violência deixa de ser apenas reação à sobrevivência e passa a ser um instrumento de poder, fé e controle. Jimmy Crystal surge como líder de uma seita conhecida como os Jimmies, um grupo que se sustenta em rituais extremos e crenças distorcidas. Convencido de que é filho de Satanás, Jimmy acredita cumprir uma missão divina em um mundo sem leis, transformando a fé em justificativa para atos de crueldade inimagináveis.

No centro dessa espiral de horror está Dr. Kelson, um homem marcado pela culpa, pelo isolamento e por decisões éticas cada vez mais frágeis. Sua trajetória se cruza com a de Spike, personagem de Alfie Williams, um jovem que acaba envolvido com os Jimmies em circunstâncias brutais. A iniciação de Spike no grupo, por meio de um duelo até a morte, funciona como um retrato cruel de como a violência se torna linguagem, pertencimento e identidade em um mundo pós-apocalíptico.

Nia DaCosta conduz essa narrativa com um olhar firme e inquieto. Conhecida por A Lenda de Candyman, a diretora transforma o terror em uma experiência menos imediata e mais perturbadora, construída a partir de símbolos, silêncio e desconforto emocional. O filme não se contenta em chocar; ele provoca. Cada escolha de enquadramento e ritmo parece pensada para deixar o espectador em constante estado de alerta, mesmo nos momentos aparentemente calmos.

Um dos arcos mais impactantes do longa envolve a relação entre Kelson e Sansão, um infectado que demonstra sinais de dependência química e mudanças comportamentais inesperadas. Em vez de tratá-lo apenas como uma ameaça, Kelson passa a observá-lo como um possível caminho para entender os efeitos psicológicos do vírus. O vínculo que se forma entre os dois é estranho, desconcertante e profundamente humano, revelando o desespero de alguém que busca sentido em meio ao colapso total.

Essa relação leva o filme a questionamentos ousados. Ao administrar medicamentos em Sansão, Kelson levanta a hipótese de que os infectados não perderam completamente sua humanidade, mas tiveram seus distúrbios amplificados. A ideia de que ainda exista algum resquício de consciência por trás da monstruosidade adiciona uma camada trágica ao horror e reforça o tema central do filme: a linha tênue entre o humano e o monstruoso.

Enquanto isso, os Jimmies seguem espalhando terror. A seita invade fazendas, tortura sobreviventes e transforma a violência em espetáculo ritualístico. Jimmy Crystal se coloca como figura messiânica, enquanto seus seguidores acreditam ser extensões de sua vontade. Essa dinâmica de culto, poder e submissão torna o grupo mais assustador do que qualquer infectado, pois reflete impulsos reais e reconhecíveis da sociedade.

Visualmente, O Templo dos Ossos aposta em uma atmosfera opressiva. O cenário que dá nome ao filme funciona como um símbolo máximo da degradação humana, um espaço onde ossos, fogo e rituais se misturam para criar imagens perturbadoras e memoráveis. A direção de arte e os efeitos visuais, supervisionados por Adam Gascoyne e realizados pela Union VFX, contribuem para tornar esse universo ainda mais imersivo e angustiante.

A trilha sonora de Hildur Guðnadóttir, que volta a colaborar com Nia DaCosta após Candyman, é outro destaque. Com composições minimalistas e inquietantes, a música não apenas acompanha as cenas, mas intensifica o peso emocional da narrativa, reforçando a sensação constante de ameaça e desamparo.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta terça, 20 de janeiro, na TV Globo

A Sessão da Tarde, tradicional faixa de filmes da TV Globo, apresenta nesta terça, 20 de janeiro de 2026, a aventura juvenil “Sociedade Secreta dos Segundos Filhos Reais”. Lançado originalmente como produção exclusiva do Disney+, o longa combina fantasia e humor em uma narrativa voltada para o público jovem. O filme é dirigido por Anna Mastro (Jane the Virgin, Scandal).

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, o filme aposta em uma releitura moderna dos contos de fadas clássicos, adicionando elementos de super-heróis e espionagem. A história acompanha Sam, uma princesa adolescente inconformada com seu lugar na hierarquia real, sempre vivendo à sombra da irmã mais velha, herdeira direta do trono. O que ela não imagina é que sua posição como “segunda filha” esconde um segredo ancestral capaz de mudar completamente sua visão sobre si mesma e sobre o mundo.

A grande virada da trama acontece quando Sam descobre que possui superpoderes e faz parte de uma sociedade secreta formada exclusivamente por segundos filhos da realeza. Essa organização existe há gerações e atua discretamente para manter a paz e o equilíbrio entre os reinos, longe dos olhos do público. Diferente dos primogênitos, destinados ao trono, esses jovens são treinados para agir nos bastidores, enfrentando ameaças que colocam em risco a ordem global.

No papel principal está Peyton Elizabeth Lee (Andi Mack), que entrega uma protagonista carismática, espirituosa e cheia de conflitos internos. Ao seu lado, o elenco reúne Niles Fitch (This Is Us), Noah Lomax (Fuller House) e Isabella Blake-Thomas (Once Upon a Time), formando o núcleo central da sociedade secreta. O filme ainda conta com participações de Skylar Astin (A Escolha Perfeita), Ashley Liao (The Kicks), Olivia Deeble (Home and Away) e Élodie Yung (Demolidor), que enriquecem a trama com personagens de diferentes personalidades e estilos.

À medida que Sam passa a integrar o grupo, ela é submetida a treinamentos intensos que exigem disciplina, trabalho em equipe e autoconhecimento. Inicialmente resistente às regras e à autoridade, a jovem precisa aprender a controlar seus poderes e entender que sua rebeldia pode ser tanto um obstáculo quanto uma força. O longa utiliza essa jornada de amadurecimento para discutir temas universais, como a pressão das expectativas familiares e a busca por um propósito próprio.

O roteiro é assinado por Alex Litvak (Predators) e Andrew Green (A Escolha Perfeita), a partir de uma história original desenvolvida pela dupla em parceria com Austin Winsberg (A Escolha Perfeita). A narrativa segue uma estrutura clássica de filmes de formação, com desafios progressivos, conflitos internos e uma ameaça final que coloca à prova tudo o que os personagens aprenderam ao longo do caminho.

Produzido em colaboração com o Disney Channel, o longa teve suas filmagens realizadas entre maio e junho de 2019, em Mississauga, Ontário, no Canadá, com locações na Universidade de Toronto Mississauga, que serviram de cenário para a academia secreta e os ambientes do reino fictício. A produção investe em efeitos visuais moderados e coreografias de ação acessíveis, priorizando o ritmo ágil e a clareza narrativa para o público mais jovem.

Lançado oficialmente em 25 de setembro de 2020, Sociedade Secreta dos Segundos Filhos Reais chegou ao Brasil junto com a estreia do Disney+, em novembro do mesmo ano. Desde então, o filme se consolidou como um título popular entre adolescentes e pré-adolescentes, especialmente por sua abordagem inclusiva e pela representação de personagens femininas fortes e independentes.

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