Sessão da Tarde de hoje (08/06) exibe Todo Tempo Que Temos; Vale a pena assistir ao romance com Florence Pugh e Andrew Garfield?

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A Sessão da Tarde desta segunda-feira, 8 de junho de 2026, traz uma produção bem diferente dos romances tradicionais que costumam ocupar a programação da televisão. Todo Tempo Que Temos, estrelado por Florence Pugh e Andrew Garfield, chega à Globo após conquistar espaço nos cinemas e no streaming graças a uma história que aborda amor, família e os desafios da vida adulta de maneira mais próxima da realidade.

Dirigido por John Crowley, o longa acompanha Tobias e Almut, duas pessoas que se conhecem de forma inesperada e constroem uma vida juntos. O relacionamento passa por diversas fases, incluindo mudanças profissionais, planos familiares e acontecimentos que obrigam o casal a reavaliar suas prioridades.

O que o público pode esperar da história?

Quem pretende assistir ao filme esperando uma comédia romântica leve pode se surpreender. Embora o romance seja o centro da narrativa, a produção funciona principalmente como um drama sobre escolhas, amadurecimento e a forma como as pessoas lidam com situações que fogem do controle.

A trama acompanha diferentes momentos da vida dos protagonistas, mostrando não apenas o início da relação, mas também os desafios que surgem conforme os anos passam. Isso faz com que o espectador acompanhe a evolução dos personagens de forma mais completa.

O filme é baseado em uma história real?

Não. O roteiro foi criado por Nick Payne especialmente para o cinema. Apesar disso, muitos espectadores se identificaram com a história porque os conflitos apresentados são bastante universais. Questões relacionadas à família, carreira, sonhos pessoais e relacionamentos aparecem de forma natural ao longo da narrativa.

Por que Florence e Andrew receberam tantos elogios?

Grande parte da força emocional do filme está nas atuações dos protagonistas. Florence Pugh interpreta Almut, uma chef de cozinha ambiciosa que tenta equilibrar vida profissional e pessoal. Já Andrew Garfield vive Tobias, um homem que busca reconstruir sua vida após experiências difíceis.

A química entre os dois personagens faz com que muitos dos momentos mais simples da história pareçam genuínos. Em vez de apostar em grandes discursos ou cenas exageradas, o filme valoriza conversas, gestos e situações cotidianas que ajudam a desenvolver a relação do casal.

O que diferencia este romance de outros lançamentos recentes?

Um dos elementos mais interessantes é a forma como a história é contada. Em vez de seguir uma linha cronológica tradicional, o roteiro alterna diferentes períodos da vida dos protagonistas.

Essa estrutura permite que o público descubra informações gradualmente e compreenda melhor a importância de determinados acontecimentos. Ao mesmo tempo, evita que a narrativa siga caminhos previsíveis.

Outro diferencial é que o longa não tenta transformar seus personagens em figuras perfeitas. Tobias e Almut cometem erros, enfrentam dúvidas e precisam lidar com decisões difíceis, tornando a experiência mais próxima da vida real.

O filme fez sucesso nos cinemas?

Sim. Após estrear no Festival Internacional de Cinema de Toronto em 2024, o longa recebeu atenção da crítica especializada e ganhou força graças ao boca a boca do público.

Distribuído pela A24 nos Estados Unidos, o filme arrecadou cerca de US$ 58,6 milhões mundialmente. O resultado foi considerado positivo para uma produção de médio orçamento focada em drama e romance, sem ligação com franquias famosas ou personagens já conhecidos.

Vale a pena assistir na Sessão da Tarde?

Para quem gosta de histórias emocionais, personagens bem desenvolvidos e filmes que permanecem na memória após o término, a resposta é sim.

“Todo Tempo Que Temos” não depende de efeitos especiais, grandes reviravoltas ou cenas de ação para prender a atenção. Seu principal atrativo está justamente na forma como retrata momentos comuns da vida e mostra que, muitas vezes, as experiências mais marcantes surgem das relações que construímos ao longo do caminho.

Muito Prazer ganha trailer e mostra como um motel falido vira palco de uma comédia sobre internet e dinheiro

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O diretor Jorge Furtado, responsável por produções como O Homem que Copiava e Saneamento Básico, o Filme, retorna aos cinemas em agosto com Muito Prazer, longa que utiliza a comédia para discutir um tema cada vez mais presente na vida dos brasileiros: a transformação da intimidade em conteúdo digital e as oportunidades e os riscos criados pela economia da internet.

A trama acompanha Rubem, personagem de Daniel de Oliveira (Bingo: O Rei das Manhãs), um motorista de aplicativo que recebe como herança um motel em situação precária. Ao chegar ao local, ele conhece Grace, interpretada por Luisa Arraes (Grande Sertão), antiga funcionária que continuou vivendo no imóvel mesmo após o encerramento das atividades. Sem condições de vender a propriedade ou quitar as dívidas acumuladas, os dois buscam uma forma de transformar o negócio em uma fonte de renda novamente.

A solução surge com Nalva, personagem de Samantha Jones (Renascer), que enxerga na internet uma oportunidade para recuperar as finanças do grupo. A partir daí, a história passa a explorar como plataformas digitais e novos modelos de negócios podem gerar lucro rapidamente, mas também criar problemas difíceis de controlar.

Muito Prazer discute como a internet alterou a relação das pessoas com privacidade, exposição e consumo de conteúdo. Em um período em que cada vez mais brasileiros utilizam redes sociais e plataformas digitais para trabalhar ou complementar a renda, o tema ganha relevância imediata para o público.

Esse aspecto diferencia o longa de muitas comédias tradicionais. Em vez de apostar apenas em situações engraçadas, a narrativa utiliza o humor para levantar discussões sobre temas contemporâneos. A premissa pode gerar risadas, mas também convida o espectador a refletir sobre até onde alguém está disposto a ir para resolver problemas financeiros e quais são as consequências de transformar experiências privadas em mercadoria.

Outro elemento que pode despertar interesse é a escolha do cenário principal. O motel funciona como uma representação de negócios tradicionais que precisam encontrar novas formas de sobreviver em um mercado cada vez mais influenciado pela tecnologia. Embora a história seja ficcional, a situação enfrentada pelos personagens dialoga com desafios reais de empreendedores que precisaram adaptar suas atividades às mudanças de comportamento do consumidor nos últimos anos.

Para quem acompanha a carreira de Jorge Furtado, o filme também marca a continuidade de uma característica que tornou suas obras populares entre crítica e público: usar histórias simples para discutir questões econômicas e sociais reconhecíveis. Foi o que aconteceu em Saneamento Básico, o Filme, que abordava a falta de recursos em uma pequena comunidade, e em O Homem que Copiava, que utilizava dificuldades financeiras como ponto de partida para desenvolver sua narrativa.

O elenco reúne nomes conhecidos da televisão e do cinema nacional. Além dos protagonistas, a produção conta com Drica Moraes (Sob Pressão) e Felipe Velozo (No Rancho Fundo). A presença desses atores reforça a expectativa de uma narrativa focada tanto nos conflitos pessoais quanto nas situações de humor criadas pela trama.

Scooby-Doo: Origens ganha primeira prévia oficial e revela como a Netflix vai reconstruir a origem da Mistério S.A.

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A Netflix divulgou as primeiras imagens de Scooby-Doo: Origens, série que vai recontar o início da história de um dos grupos mais conhecidos da cultura pop. O vídeo tem apenas alguns segundos, mas já entrega um momento importante: o encontro entre o cão detetive e Salsicha Rogers. Na cena, o filhote de Dogue Alemão caminha por uma floresta até encontrar seu futuro melhor amigo, que o recebe com carinho.

A prévia também ajuda a mostrar qual será o foco da produção. Em vez de apresentar a Mistério S.A. já formada e resolvendo casos, a série voltará no tempo para explicar como tudo começou. A história acompanha Daphne, Fred, Velma e Salsicha ainda adolescentes, antes de se tornarem a equipe de investigadores conhecida pelo público há décadas.

O ponto de partida da trama é um assassinato ocorrido durante o último verão no Acampamento Ruby-Spears. O caso acaba aproximando os quatro jovens, que passam a investigar acontecimentos estranhos ligados ao crime. No meio dessa história está Scooby-Doo, ainda filhote, que pode ter visto algo importante e se transforma em uma peça fundamental para a investigação.

Essa escolha representa uma mudança interessante em relação às versões mais conhecidas da franquia. Em vez de apostar apenas em monstros mascarados e mistérios resolvidos em poucos minutos, a série trabalha uma única investigação que acompanha toda a temporada. Isso permite que o público conheça melhor os personagens e entenda como surgiu a amizade entre eles.

Outro detalhe que chama atenção é que a produção procura responder perguntas que nunca receberam muito espaço nas animações. Como Scooby entrou na vida de Salsicha? Quando Fred, Daphne e Velma passaram a trabalhar juntos? O que levou esse grupo tão diferente a formar uma equipe? Essas questões estão no centro da narrativa e ajudam a diferenciar a série de outras adaptações já lançadas.

O elenco reúne jovens atores que vêm ganhando destaque em produções de cinema e streaming. Mckenna Grace interpreta Daphne Blake, enquanto Abby Ryder Fortson assume o papel de Velma. Já Salsicha será vivido por Tanner Hagen, e Fred Jones por Maxwell Jenkins.

Uma notícia que deve agradar quem cresceu assistindo aos desenhos é a presença de Frank Welker como a voz de Scooby-Doo. O ator acompanha o personagem há décadas e continua sendo uma das vozes mais associadas ao cachorro detetive.

Nos bastidores, a série está sendo produzida pela Netflix em parceria com a Warner Bros. Television. As gravações começaram em 2026, e o projeto surge em um momento em que diversas franquias clássicas estão ganhando novas versões para o streaming.

Por que a franquia continua relevante mais de 50 anos depois?

O lançamento do live-acition não acontece por acaso. Mesmo criado em 1969, Scooby-Doo continua sendo uma das franquias mais reconhecidas da cultura pop mundial. Poucos personagens da animação conseguiram permanecer em atividade por tanto tempo e, ao mesmo tempo, continuar atraindo novas gerações de espectadores.

Um dos motivos para essa longevidade é a simplicidade da fórmula criada pela série original. Mistérios, investigações, humor e um grupo de jovens com personalidades diferentes formaram uma combinação que continua funcionando décadas depois. Enquanto outras produções ficaram presas à época em que foram lançadas, a série conseguiu se adaptar a diferentes momentos da televisão e do streaming sem abandonar suas características principais.

Ao longo dos anos, a franquia recebeu diversas versões, desde desenhos clássicos até produções mais modernas como O Mistério S/A, considerada por muitos uma das adaptações mais ambiciosas da marca. Além disso, Scooby-Doo também chegou aos cinemas em filmes live-action, estrelou dezenas de animações lançadas para vídeo e participou de encontros com personagens de outros universos, ampliando ainda mais seu alcance.

Domingo Maior (07/06) exibe Operações Especiais, filme policial estrelado por Cléo Pires sobre corrupção e disputas de poder

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A Globo exibe na noite de hoje, 7 de junho de 2026, o filme brasileiro Operações Especiais, produção policial dirigida por Tomás Portella e estrelada por Cléo Pires. Lançado em 2014, o longa combina ação, investigação criminal e conflitos internos dentro das forças de segurança, acompanhando uma policial novata enviada para uma missão em uma cidade dominada pelo avanço da criminalidade.

Na trama, Francis Corrêa (Cléo Pires) acaba de ingressar na Polícia Civil quando é designada para integrar uma força-tarefa em São Judas do Livramento, município fictício do interior do Rio de Janeiro que enfrenta uma onda crescente de violência. A cidade passa a receber criminosos que deixaram comunidades da capital após grandes operações policiais, criando um cenário de insegurança que desafia as autoridades locais. As informações são do AdoroCinema.

Enquanto tenta se adaptar à nova rotina, Francis precisa lidar com a desconfiança de colegas mais experientes e provar que tem capacidade para atuar em operações de alto risco. Ao lado de outros agentes, ela participa de ações que inicialmente conseguem reduzir a criminalidade e conquistar o apoio da população.

No entanto, conforme a operação avança, a equipe passa a enfrentar resistência de grupos que são afetados pela nova realidade da cidade. É nesse momento que o filme deixa de focar apenas no combate ao crime e passa a explorar interesses políticos, corrupção e disputas de poder que influenciam diretamente o trabalho policial.

O principal diferencial de Operações Especiais está justamente nessa abordagem. Em vez de apresentar apenas confrontos entre policiais e criminosos, o roteiro discute os desafios enfrentados por agentes que tentam cumprir suas funções em um ambiente marcado por pressões externas e interesses conflitantes.

O elenco reúne nomes conhecidos do audiovisual brasileiro. Além de Cléo Pires no papel principal, o filme conta com Fabrício Boliveira (Simonal e Faroeste Caboclo) como Décio, Thiago Martins (Cidade dos Homens e Bom Sucesso) como Roni, Marcos Caruso (Avenida Brasil e Travessia) como o delegado Paulo Fróes, Fabiula Nascimento (Sob Pressão e Vai Que Cola) como Rosa e Antonio Tabet (Porta dos Fundos) como Claudemir Toscano.

Dirigido por Tomás Portella, que posteriormente comandaria produções como Impuros e A Divisão, o longa apresenta elementos que mais tarde se tornariam marcas de sua carreira: operações policiais, conflitos institucionais e histórias inspiradas em questões ligadas à segurança pública brasileira.

Para quem gosta de produções como Tropa de Elite, A Divisão e Carcereiros, Operações Especiais oferece uma proposta semelhante, mas com foco na trajetória de uma policial em início de carreira. A personagem de Cléo Pires funciona como o ponto de vista do público dentro daquele universo, permitindo acompanhar tanto as operações quanto os bastidores da corporação.

Onde assistir?

Além da exibição no Domingo Maior, o longa-metragem brasileiro também está disponível no catálogo da Netflix.

Integrante da equipe de Obsessão revela pagamento recebido após filme multiplicar orçamento e faturar US$ 250 milhões

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O sucesso de Obsessão nos cinemas ganhou um novo capítulo fora das telas. Meses após o terror psicológico se transformar em uma das produções independentes mais rentáveis dos últimos anos, uma integrante importante da equipe decidiu revelar publicamente quanto recebeu para trabalhar no filme. A declaração chamou atenção não apenas pelo valor informado, mas pelo tom de arrependimento demonstrado pela profissional.

Responsável pela direção de arte do longa, ela afirmou em seu perfil oficial no Instagram que recebeu US$ 6.741,36 pelo trabalho realizado durante a produção. Na mesma publicação, fez um desabafo que rapidamente repercutiu entre profissionais do audiovisual e fãs do gênero. “Me arrependo todos os dias de não ter mudado o rumo dessa produção. Fui aconselhada a não fazer isso e, ingenuamente, dei ouvidos”, escreveu.

A repercussão ocorre porque o longa-metragem alcançou um resultado raro até mesmo para os padrões de Hollywood. Produzido com apenas US$ 750 mil, o longa ultrapassou a marca de US$ 250 milhões em arrecadação mundial, multiplicando seu investimento inicial centenas de vezes e se consolidando como um dos casos mais impressionantes de retorno financeiro recente no cinema de terror.

Dirigido, escrito e editado por Curry Barker, o filme surgiu a partir da trajetória do cineasta na internet. Antes de estrear nos cinemas, Barker era conhecido pelos vídeos publicados em seu canal no YouTube, onde produzia esquetes de humor e projetos independentes. O reconhecimento veio após o curta de terror The Chair, lançado em 2023, chamar a atenção do produtor James Harris. Em vez de expandir aquela história, Barker apresentou uma ideia inédita que misturava romance obsessivo, elementos sobrenaturais e horror psicológico.

A trama acompanha Bear Bailey, interpretado por Michael Johnston, funcionário de uma loja de música que nutre sentimentos por sua amiga Nikki Freeman, vivida por Inde Navarrette. Ao encontrar um objeto capaz de realizar desejos, ele toma uma decisão impulsiva: deseja que Nikki o ame mais do que qualquer pessoa no mundo. O pedido aparentemente funciona, mas desencadeia uma sequência de acontecimentos cada vez mais perturbadores, transformando uma paixão não correspondida em uma espiral de violência, paranoia e morte.

O longa conquistou o público justamente por fugir dos caminhos mais previsíveis do gênero. Em vez de depender exclusivamente de sustos ou criaturas sobrenaturais, a narrativa utiliza a obsessão emocional como principal combustível para o horror. A relação entre Bear e Nikki se deteriora rapidamente, levando a situações desconfortáveis e chocantes que ajudaram a impulsionar o debate sobre o filme nas redes sociais.

Nesse contexto, a revelação sobre o pagamento recebido pela diretora de arte trouxe uma nova discussão para a trajetória do projeto. A direção de arte é uma das áreas responsáveis por construir visualmente o universo apresentado ao público, definindo ambientes, objetos, decoração e detalhes que ajudam a transmitir a atmosfera da história. Em um filme que aposta constantemente em desconforto visual e tensão crescente, o trabalho desse departamento tem influência direta no resultado visto em tela.

O caso também evidencia um tema recorrente no cinema independente: a distância entre os salários pagos durante a produção e os lucros obtidos após um sucesso inesperado. Projetos de baixo orçamento costumam operar com recursos limitados e equipes reduzidas, o que frequentemente leva profissionais a aceitarem remunerações inferiores às praticadas em produções maiores. Quando o filme alcança resultados extraordinários, como aconteceu com Obsessão, surgem questionamentos sobre quem realmente participa dos ganhos gerados pela obra.

Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre possíveis acordos de participação nos lucros envolvendo a equipe técnica do longa. Ainda assim, a publicação da diretora de arte colocou os bastidores do filme no centro das atenções e reacendeu um debate que ultrapassa este caso específico: o reconhecimento financeiro dos profissionais que ajudam a transformar projetos modestos em fenômenos globais.

Backrooms: Um Não-Lugar bate recorde histórico da A24 ao ultrapassar US$ 191 milhões em bilheteria mundial e superar sucessos premiados do estúdio

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O filme Backrooms alcançou um marco importante para a A24 ao se tornar a maior bilheteria da história do estúdio. Segundo informações publicadas pelo Deadline, a produção dirigida por Kane Parsons ultrapassou os US$ 191 milhões arrecadados mundialmente por Marty Supreme, estrelado por Timothée Chalamet, assumindo o primeiro lugar entre os maiores sucessos comerciais da distribuidora.

Enquanto Marty Supreme precisou de 53 dias para superar os números de Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo, que durante anos ocupou a liderança da A24, o filme atingiu o topo do ranking em apenas dez dias de exibição. Nos Estados Unidos, o longa também estabeleceu um novo recorde para o estúdio ao ultrapassar os US$ 96 milhões arrecadados por Marty Supreme em apenas seis dias.

Os números ganham ainda mais relevância quando comparados ao orçamento da produção. O filme custou menos de US$ 10 milhões e foi desenvolvido em parceria com a Chernin Entertainment. Em um mercado onde produções de grande porte frequentemente ultrapassam a faixa dos US$ 100 milhões, o desempenho do longa-metragem se destaca pela relação entre investimento e retorno financeiro.

O sucesso de Backrooms evidencia o interesse crescente de Hollywood por propriedades intelectuais criadas na internet. Antes da adaptação para os cinemas, a obra já possuía uma audiência consolidada por meio da websérie de Kane Parsons e da creepypasta que inspirou o projeto, fatores que ajudaram a transformar o filme em um dos maiores sucessos comerciais da A24.

A história acompanha Clark, personagem interpretado por Chiwetel Ejiofor (12 Anos de Escravidão, Doutor Estranho), proprietário de uma loja de móveis que enfrenta dificuldades financeiras e problemas pessoais. Sua vida muda quando ele descobre uma passagem escondida que leva aos Backrooms, um espaço labiríntico formado por corredores intermináveis, salas vazias e ambientes que desafiam as leis da realidade.

Ao investigar o local, Clark encontra vestígios de pesquisas conduzidas pelo Async Research Institute, organização que estuda o fenômeno há décadas. O que inicialmente parece uma descoberta extraordinária rapidamente se transforma em uma luta pela sobrevivência diante de entidades desconhecidas e de um ambiente que parece alterar a percepção da realidade.

Paralelamente, a terapeuta Mary Kline, interpretada por Renate Reinsve (A Pior Pessoa do Mundo), acaba envolvida nos acontecimentos. Conforme a trama avança, o filme revela que os Backrooms não funcionam apenas como um espaço físico misterioso. O local também parece absorver lembranças, medos e traumas de quem entra nele, transformando experiências pessoais em ambientes distorcidos e ameaçadores.

Essa abordagem ajudou a diferenciar o longa de outras produções de terror recentes. Em vez de depender apenas de criaturas ou sustos repentinos, o roteiro utiliza a sensação constante de desorientação e isolamento para construir tensão. O conceito que tornou os Backrooms populares na internet foi preservado, mas ganhou uma estrutura narrativa mais ampla para o cinema.

O elenco também reúne Mark Duplass (The Morning Show), Finn Bennett (True Detective: Night Country), Lukita Maxwell (Shrinking) e Avan Jogia (Zombieland: Atire Duas Vezes). No entanto, um dos elementos mais comentados da produção tem sido a direção de Kane Parsons. Aos poucos, o cineasta vem se consolidando como um dos exemplos mais bem-sucedidos da nova geração de criadores que migraram das plataformas digitais para a indústria cinematográfica.

Temperatura Máxima (07/06) exibe Matrix Resurrections e relembra como a franquia voltou a discutir o futuro da humanidade na era digital

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A Globo exibe neste domingo, 7 de junho de 2026, na Temperatura Máxima, Matrix Resurrections, filme que marcou o retorno de uma das franquias mais importantes da ficção científica no cinema. Lançado em 2021, o longa chegou quase vinte anos depois de Matrix Revolutions e trouxe de volta personagens que ajudaram a transformar a saga em um fenômeno cultural ao redor do mundo.

Dirigido por Lana Wachowski, responsável pela trilogia original ao lado de sua irmã Lilly Wachowski, o filme reencontra Thomas Anderson, mais conhecido como Neo. À primeira vista, ele leva uma vida comum e bem-sucedida como criador de jogos eletrônicos. No entanto, algo continua incomodando o personagem. Sonhos recorrentes, lembranças fragmentadas e uma constante sensação de que existe algo errado fazem com que ele volte a questionar tudo aquilo que considera real. (Via: AdoroCinema)

Essa é justamente uma das características que tornam Matrix Resurrections interessante. Em vez de apenas revisitar personagens conhecidos, o filme procura adaptar as ideias da franquia para um mundo muito diferente daquele que existia quando o primeiro Matrix chegou aos cinemas, em 1999. Naquela época, a internet ainda estava longe de ocupar o espaço que ocupa atualmente. Hoje, algoritmos influenciam decisões, redes sociais moldam comportamentos e a inteligência artificial se tornou parte das discussões sobre o futuro da sociedade.

Dentro desse contexto, o novo filme utiliza a Matrix para levantar questões que parecem mais próximas da realidade do que nunca. A ameaça já não está apenas em máquinas gigantes ou agentes perseguindo humanos. O controle agora acontece de maneiras mais sutis, explorando emoções, inseguranças e a necessidade constante de aprovação que faz parte da experiência digital moderna.

Outro ponto que diferencia o longa dos capítulos anteriores é a atenção dedicada à relação entre Neo e Trinity. Se nos filmes da trilogia original as grandes batalhas e os conflitos entre humanos e máquinas ocupavam o centro da narrativa, aqui a conexão entre os dois personagens se torna o principal motor da história. Essa escolha dá ao filme um tom mais emocional e ajuda a explicar muitas das decisões tomadas ao longo da trama.

Grande parte da curiosidade em torno da produção estava justamente no retorno de Keanu Reeves (John Wick, Velocidade Máxima) e Carrie-Anne Moss (Memento, Jessica Jones). Afinal, os acontecimentos de Matrix Revolutions pareciam encerrar de forma definitiva a jornada dos personagens. Descobrir como Neo e Trinity voltariam a esse universo se tornou um dos maiores mistérios do projeto durante sua divulgação.

Além dos rostos conhecidos, a produção apresenta novos personagens importantes para a continuidade da franquia. Yahya Abdul-Mateen II (Aquaman, Watchmen) interpreta uma nova versão de Morpheus, enquanto Jessica Henwick (Glass Onion, Punho de Ferro) ganha espaço como Bugs, uma personagem fundamental para os rumos da história. Jonathan Groff (Mindhunter, Hamilton) assume uma nova encarnação de Smith, um dos antagonistas mais marcantes da série.

Entre as novidades, um dos destaques é o Analista, vivido por Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother, Garota Exemplar). O personagem surge como uma representação dos métodos mais modernos de controle dentro da Matrix e desempenha papel decisivo nos acontecimentos do filme.

A trajetória de Matrix Resurrections também foi marcada pelos desafios enfrentados fora das telas. As filmagens começaram em fevereiro de 2020, mas precisaram ser interrompidas poucas semanas depois por causa da pandemia de COVID-19. Como aconteceu com diversas produções de Hollywood naquele período, o cronograma precisou ser reorganizado até que os trabalhos fossem retomados em Berlim, na Alemanha.

Mesmo diante dessas dificuldades, Lana Wachowski optou por acompanhar de perto as principais cenas de ação, mantendo um envolvimento criativo direto em momentos importantes da produção. Essa escolha ajudou a preservar características que fizeram da franquia uma referência visual ao longo dos anos.

Quando estreou nos cinemas em dezembro de 2021, o filme encontrou um cenário bastante diferente daquele vivido pelos capítulos anteriores. As salas de exibição ainda enfrentavam os impactos da pandemia, enquanto o streaming se consolidava como uma das principais formas de consumo de entretenimento. Nos Estados Unidos, o lançamento ocorreu simultaneamente nos cinemas e na HBO Max, uma estratégia que dividiu opiniões dentro da indústria.

Todo Mundo em Pânico estreia com força nas bilheterias, mas recebe nota baixa do público; entenda por que isso pode não ser uma má notícia para a franquia

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O retorno de Todo Mundo em Pânico aos cinemas está provando que números de bilheteria e pesquisas de opinião nem sempre contam a mesma história. Enquanto o sexto filme caminha para uma estreia sólida ao redor do mundo, a produção recebeu nota “C+” no CinemaScore, avaliação considerada modesta para os padrões dos grandes lançamentos de Hollywood. À primeira vista, isso pode soar como um sinal de alerta. Mas, quando o assunto é uma comédia de paródia, a situação merece uma análise mais cuidadosa.

O sexto capítulo da franquia chega aos cinemas carregando uma responsabilidade importante: recuperar uma marca que ajudou a definir o humor popular dos anos 2000 e que passou mais de uma década longe das telonas. Para isso, o estúdio apostou justamente naquilo que muitos espectadores associam aos melhores momentos da série: o retorno da família Wayans e dos personagens que marcaram os primeiros filmes.

Marlon Wayans volta ao papel de Shorty Meeks, Shawn Wayans retorna como Ray Wilkins, Anna Faris reassume a personagem Cindy Campbell e Regina Hall interpreta novamente Brenda Meeks. A reunião desse elenco não é apenas um aceno ao passado. Ela funciona como uma tentativa clara de reconectar a franquia à fórmula que transformou os primeiros filmes em sucessos de público.

A trama acompanha o grupo mais de duas décadas após os acontecimentos do longa original. Novamente, um assassino mascarado surge no caminho dos protagonistas, criando o cenário perfeito para uma nova sequência de sátiras envolvendo os maiores fenômenos recentes do cinema de terror. E esse detalhe ajuda a entender por que a nota do CinemaScore talvez não seja tão preocupante quanto parece.

Ao contrário de um filme de ação ou de uma aventura familiar, uma comédia não costuma gerar reações uniformes. O humor é um dos elementos mais subjetivos do entretenimento. Uma piada que provoca gargalhadas em parte da plateia pode simplesmente não funcionar para outra. Quando a proposta envolve humor absurdo, referências específicas e sátiras exageradas, essa diferença de percepção tende a ficar ainda mais evidente.

É exatamente esse o território onde a comédia sempre existiu. A franquia nunca buscou ser sofisticada ou agradar a todos os públicos. Seu objetivo sempre foi brincar com os excessos do cinema comercial, transformar cenas famosas em piadas e rir dos clichês que dominam a cultura pop. Quem entra na sessão esperando esse tipo de experiência provavelmente encontrará algo próximo do que procura. Já quem espera uma abordagem mais moderna ou uma comédia convencional pode reagir de forma diferente.

Por isso, a nota “C+” talvez revele menos sobre a qualidade do filme e mais sobre o perfil de sua proposta. O CinemaScore mede a reação imediata dos espectadores ao deixarem a sala de cinema. É uma ferramenta útil, mas que nem sempre consegue capturar como determinados gêneros se comportam ao longo do tempo. Comédias irreverentes e produções de humor mais específico frequentemente recebem avaliações inferiores às de blockbusters que apostam em fórmulas mais amplas.

O dado que realmente merece atenção neste momento é outro: a capacidade do filme de atrair público mesmo após 13 anos sem um novo capítulo da série. Em uma época em que dezenas de produções disputam espaço nos cinemas e nas plataformas de streaming, fazer com que uma franquia lançada há mais de 25 anos volte a ocupar espaço nas conversas do público já representa um resultado significativo.

Mais do que uma simples continuação, o sexto capítulo funciona como um teste para medir se ainda existe espaço para grandes paródias no cinema atual. O gênero praticamente desapareceu das salas nos últimos anos, enquanto o terror vive uma fase de enorme popularidade. Essa combinação cria uma oportunidade interessante para a franquia voltar a comentar — e ridicularizar — os filmes que hoje dominam o imaginário do público.

Por enquanto, o cenário é claro: a nota do CinemaScore gerou manchetes, mas os números de bilheteria indicam que muita gente continua interessada em ver Cindy, Brenda, Ray e Shorty de volta à ação. Nas próximas semanas, será a arrecadação, e não uma pesquisa de saída, que mostrará qual desses indicadores conta a história mais completa sobre o retorno de Todo Mundo em Pânico.

O terror de baixo orçamento que saiu do anonimato e se transformou em um fenômeno de US$ 171 milhões nos cinemas

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Em um período em que o cinema de terror é dominado por franquias conhecidas, continuações e produções com orçamentos milionários, poucos imaginavam que um filme feito com apenas US$ 750 mil conseguiria competir com grandes lançamentos. Mas foi exatamente isso que aconteceu com Obsessão, longa dirigido por Curry Barker, que se tornou uma das maiores surpresas de 2026 ao arrecadar impressionantes US$ 171 milhões nas bilheterias mundiais.

O sucesso não surgiu apenas por causa dos números. O filme conquistou atenção ao apresentar uma premissa simples, mas capaz de provocar desconforto desde os primeiros minutos. Em vez de apostar em monstros, espíritos ou assassinos mascarados, a produção transforma um desejo aparentemente inocente em uma situação cada vez mais perturbadora.

A história acompanha Bear Bailey, interpretado por Michael Johnston, um jovem que trabalha em uma loja de música e guarda sentimentos por sua melhor amiga, Nikki Freeman, personagem de Inde Navarrette. Como acontece com muitas pessoas, Bear passa boa parte do tempo imaginando como seria se a amizade entre os dois se transformasse em algo mais. O problema é que, quando surge a oportunidade de tornar esse desejo realidade, ele não pensa nas consequências.

Tudo começa quando Bear encontra um objeto misterioso chamado One Wish Willow, uma espécie de brinquedo sobrenatural que promete realizar um desejo. Movido pela frustração de nunca conseguir revelar seus sentimentos, ele faz um pedido impulsivo: que Nikki o ame mais do que qualquer pessoa no mundo.

O que inicialmente parece um sonho realizado logo se transforma em um pesadelo. Nikki realmente passa a demonstrar amor por Bear, mas de uma maneira extrema e completamente desequilibrada. O carinho rapidamente dá lugar a uma necessidade obsessiva de atenção, aprovação e proximidade. Aos poucos, a personagem perde qualquer limite emocional, transformando a vida de todos ao seu redor em um caos.

É justamente nesse ponto que Obsessão encontra sua principal força. O filme utiliza um elemento sobrenatural para discutir algo bastante humano: a diferença entre amor e posse. O roteiro mostra que sentimentos só possuem valor quando nascem de forma espontânea. Quando alguém tenta controlar ou manipular aquilo que outra pessoa sente, o resultado dificilmente pode ser chamado de amor.

Essa abordagem faz com que a produção se destaque dentro do gênero. Embora existam momentos violentos e cenas de forte impacto, o verdadeiro desconforto surge da relação entre os personagens. O público acompanha Bear percebendo, pouco a pouco, que conseguiu exatamente aquilo que queria, mas da pior maneira possível.

Outro aspecto interessante é a forma como o filme trabalha a culpa do protagonista. Diferentemente de muitas histórias de terror, nas quais o perigo aparece sem aviso, aqui os acontecimentos são consequência direta de uma decisão tomada por ele. Isso torna a experiência mais envolvente, porque o espectador entende que a tragédia poderia ter sido evitada desde o início.

A interpretação de Inde Navarrette também tem papel fundamental no resultado final. Nikki passa por mudanças emocionais intensas ao longo da narrativa, alternando momentos de afeto, fragilidade, desespero e violência. A atriz consegue transmitir todas essas camadas sem transformar a personagem em uma simples vilã, o que ajuda a tornar a situação ainda mais desconfortável.

O sucesso do longa-metragem é uma vitória para uma nova geração de realizadores independentes. Antes de dirigir o longa, Curry Barker era conhecido principalmente por produzir conteúdo para a internet. Seu curta-metragem The Chair, lançado em 2023, chamou atenção de produtores e abriu caminho para que ele desenvolvesse um projeto maior.

A aposta deu certo. Durante sua exibição no Toronto International Film Festival, o filme rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados do evento. O interesse dos distribuidores foi tão grande que a produção acabou protagonizando uma disputa pelos direitos de exibição, algo raro para um terror independente com orçamento tão reduzido.

Para quem está pensando em assistir ao filme, vale destacar que ele não segue a fórmula tradicional dos sustos constantes. A narrativa é construída de forma gradual, permitindo que a tensão aumente aos poucos. O foco está muito mais na deterioração psicológica dos personagens e nas consequências do desejo de Bear do que em aparições repentinas ou cenas criadas apenas para provocar choque.

Alienígenas existem? Novo filme de Steven Spielberg parte dessa pergunta para construir um dos mistérios mais aguardados do ano

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O que aconteceria se a humanidade recebesse uma prova impossível de contestar de que não está sozinha no universo? Essa é a pergunta que move Dia D, novo longa de ficção científica dirigido por Steven Spielberg, que estreia nos cinemas brasileiros em 11 de junho.

Embora o título sugira um acontecimento específico, a história não gira em torno de uma batalha ou de uma invasão alienígena tradicional. Em vez disso, Spielberg aposta em algo mais inquietante: mostrar como pessoas comuns reagem quando a realidade muda de forma repentina e ninguém consegue explicar exatamente o que está acontecendo.

A trama começa quando uma meteorologista sofre um colapso durante uma transmissão ao vivo. Diante das câmeras, ela perde a capacidade de falar normalmente e passa a emitir sons estranhos. O episódio rapidamente se espalha pelas redes de comunicação e deixa de ser tratado como um caso isolado quando situações semelhantes começam a surgir em diferentes partes do planeta.

A partir desse momento, governos, cientistas, empresas privadas e cidadãos comuns tentam entender a origem dos acontecimentos. O problema é que as respostas não aparecem na mesma velocidade que as perguntas. Enquanto o número de casos aumenta, cresce também a suspeita de que uma inteligência desconhecida pode estar influenciando a humanidade.

É justamente essa construção de mistério que diferencia Dia D de muitas produções recentes do gênero. Em vez de apresentar imediatamente uma ameaça visível, o filme parece interessado em explorar a sensação de incerteza. O público acompanha personagens tentando interpretar sinais, descobrir conexões e entender se aquilo representa um contato, uma invasão ou algo completamente diferente.

A protagonista é Margaret Fairchild, interpretada por Emily Blunt (Oppenheimer, Um Lugar Silencioso). Meteorologista e ex-jornalista investigativa, ela se torna uma das primeiras pessoas a perceber que os acontecimentos podem estar ligados a algo muito maior do que aparentam. Sua experiência em analisar informações e identificar padrões a coloca no centro da investigação.

Ao mesmo tempo, a história acompanha Daniel Kellner, personagem de Josh O’Connor (Rivais, The Crown), um especialista em segurança digital que passa a divulgar documentos sigilosos relacionados a supostos programas secretos mantidos há décadas. Enquanto tenta expor essas informações, ele se torna alvo de grupos interessados em impedir que determinados segredos venham à tona.

Outro personagem importante é Noah Scanlon, vivido por Colin Firth (O Discurso do Rei, Kingsman), líder da influente empresa Wardex. A presença da corporação na trama sugere que parte das respostas pode não estar apenas nos governos, mas também nas organizações privadas que acumulam poder e informação.

O elenco ainda reúne nomes conhecidos como Eve Hewson (Bad Sisters), Colman Domingo (Rustin, Fear the Walking Dead), Wyatt Russell (Thunderbolts), além de Elizabeth Marvel e Elliot Villar.

Para quem está pensando em assistir ao filme, vale saber que Dia D parece se aproximar mais de produções como Contatos Imediatos do Terceiro Grau e A Chegada do que de histórias focadas exclusivamente em ação e destruição. Os materiais divulgados até agora indicam uma narrativa construída sobre investigação, suspense e descoberta gradual dos acontecimentos.

Outro ponto que chama atenção é o retorno de Spielberg a um tema que ajudou a definir sua carreira. O diretor foi responsável por algumas das obras mais influentes da ficção científica moderna, incluindo E.T. – O Extraterrestre, Contatos Imediatos do Terceiro Grau e Guerra dos Mundos. Em cada uma delas, a chegada do desconhecido serviu para explorar medos, expectativas e transformações sociais. Tudo indica que Dia D seguirá uma linha semelhante.

Para o público, a principal informação é que o filme não parece interessado apenas em responder se existem alienígenas. A proposta é observar como a sociedade reage quando antigas certezas deixam de existir. Como governos lidam com informações que não conseguem controlar? Como as pessoas diferenciam fatos de boatos em um cenário de pânico? E o que acontece quando uma descoberta dessa magnitude deixa de ser teoria e passa a fazer parte da realidade?

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