Netflix anuncia sequência de Guerreiras do K-Pop em parceria com a Sony para 2029

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Os fãs de K-pop e animação podem comemorar: a Netflix confirmou oficialmente a sequência de Guerreiras do K-Pop, fenômeno musical e visual lançado em 2025. O anúncio, feito em parceria com a Sony Pictures Animation, trouxe a promessa de que Guerreiras do K-Pop 2 chegará às telas em 2029, um intervalo longo, mas esperado para projetos de animação tão ambiciosos. As informações são da revista Variety.

O primeiro filme conquistou público e crítica com uma combinação única de fantasia, ação e música, e a expectativa para a sequência é enorme. A demora de quatro anos entre os filmes não é surpresa: animar uma produção musical de grande escala demanda tempo, dedicação e atenção a cada detalhe, desde o design dos personagens até a coreografia das cenas de dança e a produção da trilha sonora.

Uma história que mistura K-pop e fantasia

O filme original foi dirigido por Maggie Kang e Chris Appelhans, que também participaram do roteiro ao lado das roteiristas Danya Jimenez e Hannah McMechan. A história acompanha o grupo feminino de K-pop Huntr/x, que leva uma vida dupla como caçadoras de demônios. A trama se complica quando elas enfrentam a boy band rival Saja Boys, cujos integrantes escondem segredos sombrios. Entre performances de palco impecáveis e batalhas sobrenaturais, o filme conseguiu equilibrar ação, humor e emoção, conquistando um público diverso.

A ideia do longa nasceu da própria Maggie Kang, que queria criar uma narrativa inspirada em sua herança coreana. Ela misturou elementos de mitologia, demonologia e a cultura K-pop para desenvolver um universo que fosse ao mesmo tempo visualmente impressionante e culturalmente rico. O resultado foi um filme que não apenas entretém, mas também celebra a música, a dança e a identidade coreana em cada cena.

Produzido pela Sony Pictures Animation desde março de 2021, o filme contou com a animação da Sony Pictures Imageworks. A estética visual de Guerreiras do K-Pop chamou atenção por ser uma fusão de videoclipes, iluminação de shows, fotografia editorial e referências a animes e dramas coreanos, criando um estilo próprio e inconfundível. Cada cena parecia um espetáculo em si, e a atenção aos detalhes tornou a experiência ainda mais imersiva para os espectadores.

O design de personagens, coreografias e cenários foi pensado para que a ação e a música se complementassem perfeitamente. A ideia era que cada batalha, cada performance, cada momento de tensão tivesse ritmo, estilo e emoção, garantindo que o público se conectasse com os personagens tanto visual quanto emocionalmente.

Outro ponto alto do filme foi, sem dúvida, a trilha sonora original, composta por Marcelo Zarvos. As músicas, além de servirem como pano de fundo para as cenas, se tornaram verdadeiras protagonistas, ajudando a contar a história e a aprofundar a conexão emocional com os personagens. A trilha alcançou as dez primeiras posições em várias paradas musicais e plataformas de streaming, o que prova a força do projeto tanto no audiovisual quanto no universo musical.

Sucesso e aclamação

Quando foi lançado em 20 de junho de 2025, o longa-metragem foi recebido com aclamação quase unânime. A crítica destacou a animação de alta qualidade, estilo visual inovador, elenco de vozes carismático, humor, carga emocional e, claro, a música, que se tornou parte essencial da narrativa. O público, por sua vez, se encantou com a combinação de fantasia, ação e cultura pop, consolidando o filme como um verdadeiro fenômeno.

Expectativas para a sequência

Com a sequência já confirmada, os fãs podem esperar que Guerreiras do K-Pop 2 continue explorando o universo de Huntr/x de maneira ainda mais ousada. Embora os detalhes da trama ainda não tenham sido divulgados, é provável que a narrativa mantenha o equilíbrio entre música, ação e drama, explorando novas batalhas, performances épicas e aprofundando o desenvolvimento dos personagens.

Hayley Atwell se junta a Gerard Butler no thriller de ação Empire City, dirigido por Michael Matthews

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Nova York será o cenário de mais um grande espetáculo de ação e emoção. Hayley Atwell, lembrada por seus papéis em Capitã Carter e Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte Um, acaba de ser confirmada ao lado de Gerard Butler (Invasão ao Serviço Secreto, Plane) no elenco de Empire City, novo thriller que promete unir adrenalina, drama e uma boa dose de humanidade em meio ao caos da metrópole.

De acordo com o Deadline, as filmagens começam ainda em novembro, com direção de Michael Matthews, o mesmo de Amor e Monstros (2020). O roteiro fica nas mãos de Brian Tucker (Black Bird) e S. Craig Zahler (Confronto no Pavilhão 99), dois roteiristas conhecidos por explorar tramas densas e cheias de tensão psicológica.

A história gira em torno de uma crise de reféns no imponente Edifício Clybourn, um dos marcos de Nova York. Quando uma operação de resgate dá errado e transforma o local em um campo de batalha, o bombeiro Rhett (Butler) é chamado para conter o incêndio e tentar salvar as vítimas. Mas o que começa como mais uma missão perigosa ganha contornos profundamente pessoais quando ele descobre que sua esposa, Dani (Atwell), uma policial do NYPD, está dentro do prédio tentando negociar com os criminosos.

A partir daí, o filme se transforma em uma corrida contra o tempo. Entre labaredas, explosões e dilemas morais, o casal precisa unir forças para sobreviver e libertar os reféns. A promessa é de sequências de ação intensas, mas com um olhar mais emocional, explorando os limites da coragem e o peso do sacrifício.

Mais do que um simples filme de ação, o longa-metragem quer ser uma história sobre amor, dever e resiliência. Matthews, que já demonstrou habilidade em equilibrar aventura e sensibilidade em Amor e Monstros, deve apostar novamente em personagens tridimensionais e em uma narrativa que coloca o espectador no centro da tensão.

Nos bastidores, Gerard Butler também assina a produção ao lado de Alan Siegel, seu parceiro de longa data na G-BASE Entertainment — produtora responsável por títulos como Invasão ao Serviço Secreto e Plane. O time se completa com Marc Butan (Plane), Paul Currie (Coração de Dragão 3) e o estúdio Leonine Studios, que cofinancia o projeto. Quirin Berg e Alexander Janssen atuam como produtores executivos.

Sem data de estreia confirmada, o longa já desperta forte expectativa entre os fãs de ação e suspense. Tudo indica que Empire City será um daqueles thrillers intensos que fazem o público prender a respiração — combinando cenas eletrizantes com um enredo de fundo humano e emocional.

The Assassin | Sucesso do Prime Video ganha segunda temporada após se tornar fenômeno no Reino Unido

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A Amazon Prime Video acaba de confirmar oficialmente a segunda temporada de The Assassin, uma das séries de suspense mais comentadas de 2025. A notícia foi revelada com exclusividade pelo portal Deadline e chega em um momento de grande expectativa do público: a produção, criada pelos irmãos Harry e Jack Williams (Fleabag, The Tourist), tornou-se o drama mais assistido da plataforma no Reino Unido neste ano.

Com uma trama que mistura drama familiar, ação e intriga política, a série conquistou espectadores ao redor do mundo com sua narrativa envolvente e atuações intensas de Keeley Hawes (Dupla Identidade, Finding Alice e O Mistério de Midwich) e Freddie Highmore (A Fantástica Fábrica de Chocolate, As Crónicas de Spiderwick e Arthur e os Minimoys). A série, que estreou no Reino Unido e na Austrália em 25 de julho de 2025, rapidamente se transformou em um fenômeno de audiência — e, agora, promete expandir seu universo na aguardada segunda temporada.

Um thriller familiar entre o passado e o perigo

Criada pelos premiados roteiristas Harry e Jack Williams, a trama parte de uma premissa aparentemente simples: uma assassina aposentada, Julie Green (interpretada por Keeley Hawes), vive isolada em uma pequena vila na Grécia, tentando deixar para trás um passado repleto de segredos e violência. Sua vida muda completamente quando seu filho, Edward Green (Freddie), um jornalista investigativo que não a via há anos, decide procurá-la em busca de respostas sobre o misterioso passado da família.

No entanto, o reencontro entre mãe e filho desencadeia uma série de eventos perigosos. À medida que Edward descobre mais sobre quem realmente era sua mãe — e sobre as conexões obscuras de seu falecido pai —, antigos inimigos de Julie voltam à tona, colocando os dois em risco.

Personagens complexos e atuações marcantes

O sucesso da série deve-se, em grande parte, ao elenco afiado e à química entre seus protagonistas. Keeley entrega uma performance densa e multifacetada como Julie, retratando uma mulher dividida entre o instinto materno e o legado brutal de sua antiga profissão. Freddie, por sua vez, oferece um contraponto emocional poderoso. Como Edward, o ator encarna um homem que busca a verdade, mas que é constantemente desafiado a confrontar suas próprias crenças e limites.

Uma produção de peso internacional

The Assassin é fruto de uma colaboração entre grandes nomes da indústria televisiva. Produzida pela Two Brothers Pictures — empresa responsável por sucessos como Fleabag e The Tourist — em parceria com a ZDF (Alemanha), All3Media International e Stan (Austrália), a série se destaca pela qualidade cinematográfica.

A fotografia, assinada por Simon Richards, aposta em tons terrosos e luz natural, destacando a paisagem grega com uma estética melancólica que reflete o estado emocional dos personagens. Já a trilha sonora, composta por Hannah Peel, cria uma atmosfera tensa e introspectiva, alternando entre momentos de silêncio e explosões sonoras que intensificam o suspense.

O que esperar da segunda temporada

Com o anúncio da renovação, surgem muitas perguntas: o que acontecerá com Julie e Edward após os eventos da primeira temporada? Quais segredos ainda estão por vir sobre o passado da família Green? E quem realmente está por trás da rede de conspiração que ameaça suas vidas?

De acordo com fontes próximas à produção, a segunda temporada — que começará a ser filmada no primeiro semestre de 2026 — deve ampliar o escopo da história, explorando novos cenários e personagens. O roteiro, novamente escrito por Harry e Jack Williams, promete aprofundar as consequências das escolhas de Julie e Edward, levando os protagonistas a confrontos ainda mais intensos.

Na Tela Quente, TV Globo apresenta a premiada comédia Ficção Americana nesta segunda (10)

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Segunda é dia de Tela Quente, e a TV Globo promete fugir do comum. O filme da vez é Ficção Americana — uma comédia dramática que faz rir, pensar e, principalmente, questionar. Escrito e dirigido por Cord Jefferson, em sua estreia como diretor de longas, o longa traz Jeffrey Wright no papel de um escritor que se rebela contra o racismo disfarçado de “boa intenção” dentro do mercado literário. Pode parecer um tema pesado, e de fato é, mas Jefferson transforma esse terreno espinhoso em uma narrativa afiada, divertida e profundamente humana.

Quando a genialidade não vende

O protagonista é Thelonious “Monk” Ellison, um autor negro brilhante, culto, dono de uma mente afiada — mas que simplesmente não vende livros. O motivo? Ele se recusa a seguir o que o mercado quer: histórias “sobre negros” cheias de dor, violência e estereótipos. Para o público branco, Monk é “intelectual demais”. Para as editoras, falta “autenticidade”. Em resumo: ninguém sabe onde colocá-lo.

Cansado de tanta hipocrisia, ele decide dar o troco. Sob um pseudônimo, escreve um livro propositalmente recheado de tudo o que o mercado adora — clichês raciais, gírias forçadas e tragédias previsíveis. O resultado é um best-seller instantâneo. Críticos o chamam de “revolucionário”, o público o adora e Monk, de repente, vira o escritor do momento… justamente por tudo o que ele despreza.

O filme é uma daquelas obras raras que conseguem ser engraçadas e sérias ao mesmo tempo. Cord Jefferson, que já tinha mostrado talento em séries como Watchmen e The Good Place, acerta o tom em cheio. É uma história sobre o peso de representar, sobre o que acontece quando um artista é forçado a falar por um grupo inteiro, e sobre como o mercado adora lucrar com a dor dos outros enquanto diz estar “dando voz”. Mas Jefferson faz isso com leveza. O humor surge nos lugares certos, a ironia é afiada sem ser cruel, e a empatia é o que amarra tudo.

Uma história sobre família e solidão

O que faz Ficção Americana ser mais do que uma crítica social é o quanto ele é pessoal. Entre as reuniões editoriais e as confusões do sucesso inesperado, Monk também precisa lidar com a própria vida: a mãe, Agnes (Leslie Uggams), começa a enfrentar problemas de memória; o irmão, Clifford (Sterling K. Brown), vive uma crise de identidade e tenta se reencontrar; e a irmã, Lisa (Tracee Ellis Ross), serve como um elo emocional que tenta manter a família unida. Essas relações trazem para o filme um calor humano que equilibra o sarcasmo. É nesses momentos mais íntimos que o público enxerga o verdadeiro Monk — não o escritor cínico, mas o homem que só quer ser compreendido sem precisar caber em uma caixinha.

Jeffrey Wright está gigante

Quem já conhece Jeffrey Wright de Westworld ou The Batman sabe do que ele é capaz — mas aqui ele se supera. Sua atuação é um show de sutilezas: Monk é ao mesmo tempo arrogante, ferido, divertido e incrivelmente real. Wright domina cada cena, e é impossível não se identificar com seu olhar cansado diante de um mundo que insiste em simplificar tudo. Não à toa, o ator foi indicado ao Oscar de Melhor Ator — e muita gente apostava que ele merecia levar. O elenco ainda conta com Sterling K. Brown (maravilhoso como o irmão carismático e confuso), Issa Rae, John Ortiz, Erika Alexander, Adam Brody, Leslie Uggams e Keith David. Todos têm tempo para brilhar, cada um contribuindo com uma camada diferente para o mosaico de emoções que o filme constrói.

Um dos filmes mais premiados de 2023

O longa-metragem estreou no Festival de Toronto, em setembro de 2023, e foi um sucesso imediato. Levou o People’s Choice Award, prêmio que já previu vencedores do Oscar como Green Book e 12 Anos de Escravidão. Pouco depois, o filme foi lançado nos Estados Unidos pela Amazon MGM Studios e virou um dos títulos mais comentados da temporada. No Oscar 2024, recebeu cinco indicações, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator Coadjuvante (para Sterling K. Brown). Cord Jefferson levou para casa a estatueta de Melhor Roteiro Adaptado, e com razão — o texto é afiado como uma navalha e, ainda assim, profundamente humano.

Um espelho com senso de humor

O que faz Ficção Americana ser tão especial é que, no fundo, ele está falando sobre todos nós — sobre o que consumimos, o que achamos “autêntico” e o quanto deixamos os rótulos definirem as pessoas. Monk é um personagem que provoca o público: ele não é um herói nem uma vítima. É alguém tentando ser ouvido sem ser reduzido. E quem nunca se sentiu assim em algum momento? O filme também brinca com o próprio público branco liberal, aquele que quer apoiar causas sociais, mas muitas vezes faz isso de forma performática. Jefferson não poupa ninguém, mas o faz com elegância e afeto — sem ódio, só com lucidez.

Michael | Teaser da cinebiografia de Michael Jackson quebra recordes e emociona fãs ao redor do mundo

O Rei do POP voltou a quebrar recordes — mesmo décadas depois de sua morte. O primeiro teaser de Michael, a aguardada cinebiografia que retrata a vida e a carreira de Michael Jackson, alcançou a impressionante marca de 116,2 milhões de visualizações globais nas primeiras 24 horas após o lançamento. O feito não apenas consagrou o vídeo como o maior lançamento da história da Lionsgate, mas também o transformou no trailer de cinebiografia musical mais assistido de todos os tempos.

Antes disso, o recorde pertencia a ninguém menos que Taylor Swift, cujo trailer do filme The Eras Tour acumulou 96,1 milhões de visualizações em um dia. A superação por Michael não é apenas uma vitória numérica, mas também simbólica — uma reafirmação de como a figura de Jackson continua a fascinar e emocionar públicos de todas as gerações.

Com lançamento previsto para 23 de abril de 2026 no Brasil, o filme promete ser uma das cinebiografias mais aguardadas da década. A produção encerrou suas filmagens em 30 de maio de 2024, com trilha sonora que trará gravações originais remasterizadas e versões inéditas de clássicos como Beat It e Smooth Criminal.

O legado que nunca saiu de cena

Poucos artistas na história da música deixaram um impacto tão profundo quanto o eterno Rei do POP. Mais do que um cantor e dançarino, ele foi um fenômeno cultural que moldou a indústria do entretenimento e redefiniu os limites entre música, moda e performance.
Com sucessos que atravessaram décadas — de Thriller e Billie Jean a Black or White e Man in the Mirror —, Jackson se tornou uma referência global. Sua história, marcada por genialidade, excentricidade e polêmicas, sempre despertou curiosidade.

Agora, o filme Michael, dirigido por Antoine Fuqua (Dia de Treinamento, O Protetor), promete mergulhar mais fundo nesse universo, mostrando não apenas o astro dos palcos, mas também o homem por trás do mito.

Jaafar Jackson: o sobrinho que herdou o ritmo

A escolha de Jaafar Jackson, sobrinho do Rei do Pop, para interpretar o próprio tio, foi recebida com entusiasmo e emoção pelos fãs. Filho de Jermaine Jackson — um dos integrantes do Jackson 5 —, Jaafar cresceu cercado pelo legado da família e traz no sangue o DNA musical que revolucionou o mundo.

Desde o início das filmagens, em janeiro de 2024, as redes sociais foram tomadas por comparações entre os dois. E o teaser, lançado pela Lionsgate, só reforçou o quanto Jaafar parece ter incorporado a essência do cantor. Seus gestos, olhares e movimentos corporais remetem diretamente ao ídolo, despertando uma nostalgia imediata nos fãs que acompanharam o auge de Jackson nas décadas de 1980 e 1990.

Um time de peso por trás das câmeras

O projeto tem direção de fotografia de Dion Beebe, vencedor do Oscar por Memórias de uma Gueixa, e design de produção de Barbara Ling, premiada por Batman Eternamente e responsável por recriar o visual dos anos dourados do pop. A figurinista Marci Rodgers, conhecida por seu trabalho em Infiltrado na Klan, foi a responsável por reconstruir com fidelidade o guarda-roupa icônico de Michael — das jaquetas militares aos sapatos com salto invertido.

Com roteiro assinado por John Logan (Gladiador, O Aviador), o filme promete equilibrar espetáculo e intimidade, abordando tanto os bastidores das grandes turnês quanto os dilemas pessoais que acompanharam Jackson ao longo da vida.

Um elenco diversificado e talentoso

Além de Jaafar Jackson, o elenco conta com nomes de peso. Colman Domingo, indicado ao Oscar por Rustin, interpreta Joe Jackson, o exigente e controverso patriarca da família. Nia Long assume o papel de Katherine Jackson, a matriarca que sempre acreditou no talento dos filhos. Outros nomes como Miles Teller, Laura Harrier, Kat Graham, Larenz Tate e Derek Luke completam o elenco, reforçando a proposta de construir uma narrativa grandiosa, mas ao mesmo tempo emocionalmente honesta.

A promessa de uma cinebiografia definitiva

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, o longa-metragem é uma viagem emocional pela vida de Michael, o artista que redefiniu a música pop e encantou gerações inteiras. O filme acompanha sua trajetória desde os dias de infância, quando ainda era o carismático líder do Jackson 5, até o auge da fama mundial, quando se tornou o Rei do Pop e transformou o palco em um espetáculo de arte, emoção e perfeição.

A obra revisita performances lendárias de sua carreira solo e recria com emoção os bastidores de sua criação artística — os ensaios exaustivos, o perfeccionismo, as dúvidas e o impulso de sempre ir além. O filme presta homenagem ao espírito de um homem que acreditava que a música podia curar, unir e inspirar o mundo. É um retrato íntimo, intenso e profundamente humano de um artista que nunca deixou de sonhar, mesmo quando o preço da glória se tornava alto demais.

Truque de Mestre: O 3° Ato ganha novas imagens e reúne elenco original em um grande retorno aos cinemas

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Depois de quase uma década de espera, os fãs finalmente podem comemorar: Truque de Mestre: O 3° Ato acaba de ganhar novas imagens oficiais que mostram o elenco principal reunido. O longa promete devolver o brilho e o mistério da franquia de assaltos mais ilusionista do cinema moderno. As informações são do Collider.

Dirigido por Ruben Fleischer (Venom, Zumbilândia) e com roteiro assinado por Eric Warren Singer, Seth Grahame-Smith e Michael Lesslie, o filme é produzido por Bobby Cohen e Alex Kurtzman. A produção marca o aguardado retorno da equipe por trás de uma das franquias mais criativas dos últimos anos — misturando ação, suspense e mágica em um espetáculo de ilusão e truques de alto nível.

O retorno dos Cavaleiros

Grande parte do elenco original está de volta, incluindo Jesse Eisenberg (A Rede Social, Zumbilândia), Woody Harrelson (True Detective, Venom: Tempo de Carnificina), Dave Franco (Anjos da Lei, The Disaster Artist), Mark Ruffalo (Os Vingadores, Spotlight – Segredos Revelados) e Morgan Freeman (Um Sonho de Liberdade, Batman: O Cavaleiro das Trevas), todos reprisando seus papéis icônicos.

Um dos grandes destaques é o retorno de Isla Fisher (O Grande Gatsby, Debi & Loide 2), que volta à franquia após não participar do segundo filme. O time se junta a uma nova geração de rostos promissores de Hollywood: Justice Smith (Detetive Pikachu, Jurassic World: Reino Ameaçado), Dominic Sessa (The Holdovers – Os Rejeitados), Ariana Greenblatt (Barbie, Vingadores: Guerra Infinita) e Rosamund Pike (Garota Exemplar, A Roda do Tempo) — esta última interpretando a nova vilã da história.

Uma nova geração de mágicos

Na trama, que se passa após os eventos de Now You See Me 2 (2016), os Quatro Cavaleiros seguem caminhos diferentes, afastados e tentando reconstruir suas vidas longe dos holofotes. No entanto, o surgimento de uma ameaça misteriosa e poderosa faz com que eles sejam forçados a se reunir mais uma vez.

Agora, os mágicos originais assumem o papel de mentores e recrutam três jovens ilusionistas — Charlie (Justice Smith), Bosco (Dominic Sessa) e June (Ariana Greenblatt) — que ganharam fama ao imitar os Cavaleiros nas redes sociais. Juntos, os veteranos e os novatos formarão uma equipe de oito mágicos encarregada de realizar o assalto mais ousado da história.

O golpe perfeito

A missão? Roubar o Diamante Coração, uma joia lendária considerada a mais valiosa e segura do mundo. O problema é que o diamante está sob a posse de Veronika Vanderberg (Rosamund Pike), uma poderosa negociadora de pedras preciosas e líder de um império criminoso global.

Para vencer essa adversária implacável, os Cavaleiros precisarão combinar seus dons de ilusão, manipulação e percepção em uma performance que ultrapassa todos os limites do que já fizeram antes.

Uma franquia que nunca perde o encanto

Combinando mistério, humor e grandes reviravoltas, Truque de Mestre 3 promete expandir a mitologia da sociedade secreta de mágicos conhecida como O Olho, aprofundando suas origens e suas verdadeiras intenções. O filme chega cercado de expectativas — afinal, a franquia conquistou milhões de fãs ao redor do mundo com seu estilo elegante, trilhas marcantes e truques visualmente deslumbrantes.

“Truque de Mestre – O 3º Ato” estreia nos cinemas brasileiros no dia 13 de novembro de 2025, e promete provar que, quando o assunto é ilusão, a magia ainda está longe de acabar.

Vale a pena assistir Corações Jovens? Um retrato sensível do primeiro amor e da coragem de ser verdadeiro

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O cinema europeu tem um talento raro para tratar de temas delicados com leveza, verdade e silêncio. Corações Jovens, dirigido por Anthony Schatteman em sua estreia como cineasta, é exatamente esse tipo de filme: um drama de amadurecimento que não precisa de grandes gestos ou discursos para emocionar. Basta um olhar, um gesto contido, uma pausa — e o espectador entende tudo.

A história é simples, mas profundamente humana. Elias, um garoto de 14 anos, vê sua rotina mudar quando Alexander, da mesma idade, se muda para a casa ao lado. Aos poucos, a amizade entre os dois cresce e se transforma em algo mais: uma afeição que desafia o medo, as inseguranças e os códigos rígidos da adolescência. Quando Alexander revela ser gay e questiona Elias sobre sua vida amorosa, o garoto se vê dividido entre o sentimento e o receio do julgamento. O medo o faz mentir, afastar quem ama e mergulhar na solidão. Até que, inspirado por uma conversa com o avô sobre amor e coragem, Elias entende que esconder o que sente é o mesmo que abrir mão de viver.

Um retrato autêntico da adolescência

Diferente de tantas produções que romantizam a juventude, o drama aposta na autenticidade. Schatteman filma os adolescentes como eles são: confusos, vulneráveis, inseguros e cheios de desejo por pertencimento. A relação entre Elias e Alexander nunca é tratada como “um grande drama gay”, e sim como a descoberta do primeiro amor — algo universal, que todos podem reconhecer, independentemente de gênero ou orientação.

Essa abordagem naturalista é o maior mérito do filme. Não há cenas forçadas ou apelos melodramáticos. O roteiro confia no público e deixa espaço para o não dito, para os silêncios entre as palavras. O resultado é uma narrativa íntima, quase sensorial, que se apoia mais nas emoções do que nos acontecimentos.

Visualmente, o filme é impecável. A fotografia é suave e contemplativa, alternando cores frias e tons quentes que refletem o estado emocional dos personagens. Cada enquadramento parece construído para capturar o despertar interior de Elias — uma câmera que observa, mas não invade. A trilha sonora discreta reforça essa sensação de introspecção e melancolia.

A força das atuações

Os jovens atores Marius De Saeger (Elias) e Elias Vandenbroucke (Alexander) são um achado. Ambos entregam atuações de uma naturalidade desarmante, fugindo completamente dos estereótipos que muitas vezes marcam histórias de amadurecimento queer. Há química, cumplicidade e, acima de tudo, verdade em cada troca de olhar.

De Saeger constrói Elias com uma vulnerabilidade que emociona — um menino dividido entre o desejo e o medo, entre a necessidade de aceitação e a descoberta de si mesmo. Já Vandenbroucke faz de Alexander o contraponto perfeito: ousado, direto, dono de uma autoconfiança que Elias ainda busca. Juntos, formam um retrato belíssimo da juventude em conflito com o mundo e consigo mesma.

Um filme sobre amor e coragem

O grande tema do filme não é apenas a descoberta da sexualidade — é o medo de amar em um mundo que julga. O roteiro entende que o amor na adolescência é, antes de tudo, um ato de coragem: o primeiro passo para se afirmar como pessoa. Quando Elias decide correr atrás de Alexander, o gesto é pequeno, mas carregado de significado. É o início de uma libertação emocional, de um amadurecimento silencioso, que não precisa de grandes declarações para tocar o espectador.

Schatteman trata tudo com uma delicadeza comovente. Não há vilões, apenas pessoas tentando entender o que sentem. O preconceito existe, mas está nas entrelinhas — nas atitudes, nos olhares, nas omissões. É um filme que acredita na empatia como ferramenta de mudança, e na sensibilidade como força transformadora.

Por que vale a pena assistir

Corações Jovens é um sopro de frescor. É um daqueles filmes pequenos, mas cheios de significado, que ficam com você depois que os créditos sobem. Ele não tenta ser “importante” — e justamente por isso se torna essencial.

Assistir a Corações Jovens é um lembrete de que o amor, em sua forma mais pura, nasce do olhar, da cumplicidade e da coragem de se mostrar vulnerável. É uma história que conversa não só com o público jovem, mas com qualquer um que já tenha sentido medo de amar — e ainda assim amou.

Com uma narrativa sensível, atuações inspiradas e uma direção que valoriza o silêncio tanto quanto a palavra, Corações Jovens se firma como uma das obras mais bonitas e sinceras do cinema europeu recente.

Resenha – Esqueça o Meu Nome é um quadrinho que transforma lembrança em ferida

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Zerocalcare nunca foi um autor de histórias leves — e ainda bem. Em Esqueça o Meu Nome, sua nova graphic novel, o quadrinista italiano mais vendido da atualidade entrega algo ao mesmo tempo confessional e desconcertante: um mergulho em suas próprias memórias, onde realidade e fantasia se confundem a ponto de o leitor não saber mais onde termina o trauma e começa a invenção.

O ponto de partida é simples — a morte da avó —, mas nada em Zerocalcare é simples de verdade. A perda desencadeia uma avalanche de lembranças, culpas e perguntas que ele nunca quis fazer. O resultado é um retrato honesto e melancólico de um homem tentando entender o que sobrou de si depois que a infância foi embora.

Quando o luto vira labirinto

O autor transforma o luto em um labirinto visual e emocional. Cada quadro parece desenhado com a mão trêmula de quem ainda está tentando processar o que viveu. As linhas são imperfeitas — propositalmente —, e nelas há algo de cru, quase desconfortável. É o tipo de arte que não quer agradar, quer atingir.

A HQ alterna momentos de lembrança real com delírios fantásticos, monstros simbólicos e cenas que beiram o pesadelo. E isso funciona porque o leitor entende: a dor não é linear. O que Zerocalcare faz é materializar o caos interno, transformar a memória em algo palpável — mesmo que isso doa.

A infância como campo de batalha

Há uma ideia forte que atravessa todo o livro: a de que crescer é uma espécie de traição. Ao revisitar o passado, o autor percebe que a inocência não desaparece de repente — ela é arrancada aos poucos, junto com a fé em quem éramos. A avó, nesse contexto, é mais do que uma figura familiar: é o último elo com o que foi puro, antes que o peso da sociedade e da culpa tomasse conta.

E é nessa camada que Zerocalcare mostra maturidade narrativa. Ele não idealiza o passado — expõe suas rachaduras. A casa da avó, os objetos esquecidos, as fotos antigas, tudo serve como espelho de um protagonista que tenta entender de onde veio e, principalmente, por que ainda não sabe para onde vai.

Arte que sangra

Visualmente, o quadrinho é de um vigor impressionante. Zerocalcare domina o contraste entre cores fortes e sombras densas, criando uma atmosfera entre o sonho e o pesadelo. As criaturas que habitam suas páginas não são monstros externos — são os medos, as lembranças e as culpas que ele carrega.

Ainda assim, há beleza na dor. As cores gritam, os traços tremem, mas há uma sensibilidade quase poética em cada quadro. É arte feita de cicatrizes — e, curiosamente, é aí que ela se torna universal.

Um livro que exige entrega

“Entre o que fica e o que vai”, Zerocalcare entrega uma história corajosa, mas que também pode afastar quem espera algo mais “linear”. O ritmo é fragmentado, as transições são abruptas e a mistura entre realidade e delírio exige do leitor mais atenção do que costumeiramente se pede em uma HQ.

Mas talvez seja esse o ponto: a vida também não tem roteiro. E o autor não tenta organizar o caos — apenas desenhá-lo. O resultado é uma obra que incomoda, emociona e, acima de tudo, fica com você depois que termina.

Sabrina Carpenter vai estrelar um musical de Alice no País das Maravilhas pela Universal — uma nova viagem por um dos mundos mais icônicos da literatura

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O universo de Alice no País das Maravilhas está prestes a ganhar uma nova roupagem — e, dessa vez, com muito ritmo e brilho pop. Foi revelado nesta terça-feira (11) que a cantora e atriz Sabrina Carpenter vai estrelar uma nova adaptação cinematográfica da clássica história de Lewis Carroll. O longa, que será produzido pela Universal Pictures, promete ser um musical, misturando fantasia, imaginação e as batidas modernas que se tornaram marca registrada de Carpenter. As informações são do Omelete.

A direção e o roteiro ficam nas mãos de Lorene Scafaria, cineasta conhecida por seu olhar sensível e autoral em filmes como Hustlers: O Golpe Perfeito e Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo. Além de protagonista, Sabrina também assina como produtora, reforçando sua nova fase de ascensão criativa em Hollywood. Fontes próximas à produção revelaram que a Universal se aproximou da cantora em 2024, quando o projeto ainda era apenas uma ideia. À medida que o conceito foi evoluindo, Scafaria assumiu a direção e o roteiro, consolidando a visão de um filme que promete equilibrar o espírito original de Alice com o frescor de uma nova geração.

Sabrina Carpenter: da música para o País das Maravilhas

A escolha de Sabrina Carpenter não poderia ser mais simbólica. A artista vive um dos momentos mais importantes de sua carreira: após o sucesso estrondoso de hits como Espresso e Feather, ela se tornou um fenômeno global do pop. Além do sucesso musical, Sabrina já mostrou talento nas telas — participou de produções como Work It: Quase Pronta e da série Girl Meets World — e vem sendo cada vez mais reconhecida por sua presença magnética e autenticidade.

Agora, ao assumir o papel de Alice, Carpenter ganha a chance de unir suas duas paixões: atuação e música. E tudo indica que o resultado será uma experiência visual e sonora única, com coreografias exuberantes, figurinos surreais e canções originais que devem capturar a essência de um dos universos mais amados da literatura.

Em tempos em que Hollywood revisita constantemente os clássicos, a promessa de uma Alice moderna, cantada e dançada, soa como um convite irresistível para o público jovem e nostálgico ao mesmo tempo.

Um clássico que nunca envelhece

Publicado originalmente em 4 de julho de 1865, As Aventuras de Alice no País das Maravilhas é uma das obras mais emblemáticas da literatura mundial. Escrito por Charles Lutwidge Dodgson — sob o pseudônimo de Lewis Carroll —, o livro ultrapassou séculos e fronteiras ao misturar humor, lógica absurda e metáforas que encantam tanto crianças quanto adultos.

A história acompanha Alice, uma menina curiosa que, ao seguir um coelho apressado, cai em uma toca e é transportada para um mundo completamente fora das regras. Lá, encontra personagens icônicos como o Chapeleiro Maluco, o Gato de Cheshire, a Rainha de Copas e a Lagunha Dorminhoca. Cada um representa uma peça do quebra-cabeça filosófico que Carroll construiu — um retrato cômico e caótico da própria sociedade vitoriana.

O livro é, na verdade, duas histórias em uma só: um conto de fantasia para crianças e uma crítica sutil (e brilhante) para adultos. A narrativa é repleta de enigmas, trocadilhos e paródias, brincando com a lógica e com as convenções literárias da época. E talvez seja exatamente por isso que Alice nunca perdeu relevância — porque fala de confusão, curiosidade e identidade, temas que permanecem universais.

De um passeio de barco ao mito literário

O nascimento de Alice no País das Maravilhas é quase tão encantador quanto sua história. Em 4 de julho de 1862, Dodgson — então um tímido professor de matemática de Oxford — saiu para um passeio de barco pelo rio Tâmisa na companhia de um amigo e das três irmãs Liddell: Lorina, Edith e Alice Liddell, a menina que inspiraria o nome da protagonista.

Durante o trajeto, para entreter as crianças, ele começou a contar uma história improvisada sobre uma garota que caía em uma toca de coelho e vivia aventuras em um mundo bizarro. Alice ficou tão encantada que pediu que ele escrevesse tudo. Assim nasceu Alice’s Adventures Under Ground, o manuscrito original que, anos depois, seria expandido e publicado como Alice’s Adventures in Wonderland.

O livro, ilustrado por John Tenniel, foi lançado em 1865 — e, mesmo após uma primeira edição retirada das prateleiras por problemas de impressão, tornou-se um sucesso absoluto. A rainha Vitória leu. Oscar Wilde adorou. E, mais de 150 anos depois, a obra segue sendo adaptada, reinterpretada e reinventada nos mais variados formatos.

Hamlet, novo filme de Chloé Zhao, ganha trailer emocionante e desponta como favorito ao Oscar 2026

4238_D045_00238_R Jessie Buckley stars as Agnes and Joe Alwyn as Bartholomew in director Chloé Zhao’s HAMNET, a Focus Features release. Credit: Agata Grzybowska / © 2025 FOCUS FEATURES LLC

A espera acabou: a Searchlight Pictures divulgou o novo trailer de Hamnet, o aguardado filme de Chloé Zhao, que já desponta como o favorito ao Oscar 2026. O vídeo, repleto de imagens poéticas e uma trilha suave de melancolia, antecipa o tom intimista e devastador da produção — uma história sobre amor, perda e inspiração que promete emocionar o público. Além do trailer, o longa também ganhou um pôster oficial e será exibido neste sábado no Festival do Rio, marcando sua primeira exibição no Brasil. Abaixo, confira o trailer:

Baseado no aclamado romance de Maggie O’Farrell, Hamnet apresenta uma versão ficcional da vida doméstica de William Shakespeare, interpretado por Paul Mescal (Aftersun). Ao lado de Jessie Buckley (A Filha Perdida), que vive sua esposa Agnes Shakespeare, o filme mostra o casal enfrentando uma tragédia quando o filho de 11 anos, Hamnet, morre durante uma das pragas que devastaram a Inglaterra do século XVI. A perda marca profundamente a família e se torna, na visão da diretora, a semente emocional para a criação de Hamlet, uma das obras-primas do dramaturgo.

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Uma diretora no auge da maturidade artística

Com Hamnet, Chloé Zhao consolida sua reputação como uma das cineastas mais sensíveis e autorais da atualidade. Após conquistar o Oscar de Melhor Direção e Melhor Filme por Nomadland (2021), Zhao agora mergulha em uma narrativa histórica e emocionalmente universal. Longe dos desertos norte-americanos, a diretora encontra poesia nos campos úmidos e silenciosos da Inglaterra elisabetana, transformando o luto em matéria-prima para um estudo sobre a criação artística.

A escolha de colocar Agnes como narradora e protagonista é uma das mais poderosas do filme. Ao contrário das inúmeras obras que exploram Shakespeare sob a ótica da genialidade, Zhao e O’Farrell revelam o homem por trás do mito — e a mulher que o inspirou. Hamnet é, acima de tudo, a história de uma mãe que tenta compreender o inaceitável, e o trailer já adianta que Buckley entrega uma de suas atuações mais intensas até hoje.

Elenco de prestígio e atuações aclamadas

Além de Paul Mescal e Jessie Buckley, o filme conta com Emily Watson, que interpreta a sogra de Agnes e traz à trama um contraponto pragmático e terreno ao lirismo da protagonista. Mescal, por sua vez, encarna um Shakespeare vulnerável e introspectivo, mais homem do que lenda.

Críticos que assistiram à prévia internacional têm destacado o poder da química entre Buckley e Mescal, além da delicadeza com que Zhao retrata o cotidiano de uma família do século XVI. As primeiras impressões indicam um filme visualmente deslumbrante e emocionalmente devastador — um dos concorrentes mais fortes às principais categorias do Oscar 2026, incluindo Melhor Filme, Direção, Atriz e Roteiro Adaptado.

Da tragédia à criação

O coração de Hamnet está na forma como a arte nasce da dor. A história conecta a perda do filho Hamnet à gênese de Hamlet, como se o teatro se tornasse um espelho do luto. Em uma das frases mais marcantes do trailer, Agnes diz: “As palavras são tudo o que restará de nós.” É uma síntese perfeita da proposta de Zhao — explorar a criação artística como um ato de sobrevivência emocional.

O filme evita transformar Shakespeare em um mártir ou gênio inalcançável. Em vez disso, o mostra como um homem moldado por seu entorno, suas perdas e sua humanidade. É uma abordagem que aproxima o mito da realidade e reforça o olhar feminino e compassivo que Chloé Zhao imprime a todas as suas obras.

Favorito absoluto ao Oscar 2026

Desde sua exibição inicial no exterior, o longa vem sendo saudado pela crítica como o favorito ao Oscar 2026. A combinação entre direção autoral, atuações impecáveis e profundidade emocional já coloca o longa como forte candidato em diversas categorias. Zhao parece repetir a fórmula que a consagrou em Nomadland, mas com uma densidade ainda maior, explorando o poder transformador da arte diante do sofrimento.

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